INTRODUÇÃO E ARTE
NA PRÉ-HISTÓRIA
AULA 1 – PROCESSO CRIATIVO E DEFINIÇÃO o Relação com a cultura, geografia e
ambiente
O Homem e seu meio: “Onde começa a Arte?” o Resultado de necessidade espiritual
Latim → ARS – Técnica e/ou Habilidade o Temas: elementos do meio ambiente
Atividade humana ligada às: Influências e regionalidades
o Estética o África, Ásia e Europa
o Comunicativa o Talhados em pedra
Variedade de linguagens o Uso da cor vermelha
o Arquitetura e desenho o Pintura rupestre
o Escultura e pintura Lascaux (França)
o Escrita e Música Altamira (Espanha)
o Dança e Cinema Estética naturalista
Processo criativo Esculturas femininas
o Percepção de mundo – fertilidade
o Emoções e ideias Vênus paleolíticas
o Significado único e diferente
Definição
o Problema: varia com o tempo e cultura
o Construção variável/sem significado
constante
o Múltiplas acepções
o O que hoje é arte, antes não era AULA 3 – ARTE NO NEOLÍTICO
o Sociedades pré industriais não tinham
um termo para designar ARTE Pedra Polida (± 10.000 a.C. – 5.000 a.C)
Aspectos Gerais Início com a Revolução Neolítica
o Manifestação de habilidades especiais o Agricultura
o Criação de algo artificial pelo ser o Domesticação de animais
humano o Cidades
o Senso de prazer e beleza Produção de cerâmicas
o Ordem, padrão e harmonia Fiação e Tecelagem
o Senso de novidade e ineditismo Arquitetura em madeiras, tijolos e pedras
o Expressão da realidade interior do Estruturas megalíticas
criador Construção com grandes pedras (dólmens e
o Comunicar algo menires)
o Valor e importância
Religiosidade e cultos fúnebres
o Imaginação e fantasia
A arqueologia revela:
o Indução ou comunicação de
o Parâmetros geométricos
experiência
o Evolução
o Reconhecer o sentido
Naturalismo e Realismo =
o Resposta a um problema
Abstração
Construção de conceito
o PLATÃO: capacidade de fazer algo
(inteligência)/capacidade criadora
humana
o ARISTÓTELES: Produzir coisas de
forma racional
AULA 4 – ARTE NA IDADE DOS METAIS
Fim da Idade da Pedra (± 5.000 a.C. – 4.000
a.C.)
Início da fabricação de armas e ferramentas em
AULA 2 – ARTE NO PALEOLÍTICO metal
Cobre, estanho, bronze = técnicas de fundição
Origem das Civilização de Regadio no Oriente
Talhados em pedra
Próximo (Médio)
Decoração de objetos (adornos)
Idade do Cobre
Estatuária (feminino e animais)
o Objeto mais antigo – Pingente Oval
Relevo e pinturas parietais (Irã)
Achados arqueológicos: artefatos talhados em o A partir de 6.500 a.C.
pedra Peças ornamentais – alfinetes
o Simetria e estética o A partir de 4.100 a.C.
o Primeiras descobertas no século XX Fornos de fundição e moldes
o Ceticismo em relação à produção o Difusão pelo Oriente Médio
artística primitiva Idade do Bronze
Contexto o Ligas de cobre e estanho
o Paleolítico Superior (± 40.000 a.C. até o Egípcios iniciaram a fusão
8.000 a.C.) Idade do Ferro
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INTRODUÇÃO E ARTE
NA PRÉ-HISTÓRIA
o Última etapa
o Europa – Ásia – África
AULA 5 – ARTE PRÉ HISTÓRICA NO BRASIL
Pinturas rupestres
Serra da Capivara (Piauí)
Pedra Pintada (Roraima
Lagoa Santa (Minas Gerais)
Materiais: ossos, chifres, argila, pedra
Produção de objetos utilitários, adornos e
cerimoniais
Estética:
o Variação geométrica
o Tratamentos de superfícies
o Retoques
Parque Nacional da Serra da Capivara (PI)
o Principal sítio arqueológico
o Patrimônio da humanidade (UNESCO)
o Pinturas rupestres e fósseis
o Niede Guidon – arqueóloga
Pedra Pintada (RO)
o Reserva indígena de São Marcos
o Sítio arqueológico
o Pinturas rupestres, cerâmicas, contas
de colar, machadinhas
Lagoa Santa (MG)
o Ossadas humanas – Homem de Lagoa
Santa
o Teorias sobre a ocupação humana na
América
o Fóssil mais antigo - LUZIA
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ARTE NO EGITO ANTIGO
AULA 1 – DEFINIÇÃO GERAL E CARACTERÍSTICAS Homenagem aos Deuses
Templos monumentais
Arte desenvolvida e aplicada pela civilização do Antigo
Egito por 3 milênios
Localização: Norte da África, Vale do Rio Nilo
Características: Religiosidade e política
Motivações e objetivos
Retratar fatos políticos e religiosos
Enaltecer a figura do Faraó (TEOCRACIA)
Culto aos mortos
Túmulos – Marcos mais representativos da arte
Vale do Rio Nilo
Fundamental para a civilização e cultura
Fixação humana ao longo do vale AULA 2 – ELEMENTOS DE ANÁLISE
Politeísmo
Homenagem ao Deus Rá Estilos e normas
Simbologia e hierarquia
Harmonia e equilíbrio
Uso das cores
KEM HEDJE DECHER KETJ KHESEBEDJ UADJ
Lei da Frontalidade
Pormenorizada e realista
Três pontos de vistas – Frente, perfil, de cima
Arte robusta, sólida, solene – representa a
ETERNIDADE
Escultura
Obedece à Lei da Frontalidade
Contraste: Colossos X Particulares
Bidimensional
Uso da pedra LAPIS LAZULI
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ARTE NO EGITO ANTIGO
Pirâmides
Djoser
Escrita Hieróglifa
Decifrado por F. Champollion entre 1822 e 1824,
através da Pedra de Rosetta
Gizé
Esfinge
Escrita sagrada em templos e túmulos
AULA 3 – ARTE FÚNEBRE
Surge com os primeiros faraós, por volta de 3.100 a.C.,
inicialmente como reproduções das casas terrenas
Mastabas
Vale dos Reis
Casas eternas
Antecederam as pirâmides
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ARTE NO EGITO ANTIGO
AULA 4 – TEMPLOS
Luxor
Ampla documentação (faraônica, greco romana,
copta, islâmica)
Dedicado à AMON/MUT/KHONSU
Descoberto em 1881
Rainha Hatshepsut
Complexo do Templo de Karnak
Descoberta no século XIX
Abu Simbel
Construído em 1284 a.C.
Ramsés II
Descoberto em 1813
Karnak Dedicado à Ramsés II e aos deuses Rá, Ptah,
Amon
Ipet Sut – “o melhor de todos os lugares”
Descoberto no século XVIII
Grande templo dedicado à AMON RÁ
Necrópole de Tebas
Patrimônio da humanidade (UNESCO)
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ARTE CRETO-MINÓICA
AULA 1 – INTRODUÇÃO Rituais, flores, animais
Realidade ou imaginação
Também chamada de Creto Micênica Policromia, cores vivas
Lei da frontalidade
Sofisticação
Avançada organização política Escultura
1600 a.C. – 1050 a.C.
Ilha de Creta Pequena
Deus – POSEIDON Materiais – bronze, cerâmica e pedra
Primeiras lendas e mitos Ourivesaria
Monarquia teocrática
Talassocracia (Micênicos) Arquitetura
Uso do ferro e do bronze
Construções funerárias e militares Pavimentação
o Tumba de Atreu Coluna curta com poste liso
Barro líquido, pedra, madeira
o Porta dos Leões
Iconografia marcada por horizontalidade, cores
fortes
Invasão dórica e a 1ª. Diáspora (Séc. XII a.C.)
podem ser as causas do desaparecimento da
civilização
Pode-se associar à Lenda do Minotauro
AULA 2 – CARACTERÍSTICAS
Pintura
Murais, afrescos, cenas do cotidiano
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ARTE NA GRÉCIA ANTIGA
AULA 1 – PANORAMA GERAL Séc. VI a.C. – IV a.C.
Mundo Grego – unidade linguística e cultural na Bacia do Auge da escultura naturalista
Mediterrâneo, caracterizado pela autonomia política das
cidades estado (pólis) Fídias
Povoamento
Século XX a.C. – ocupação da Península
Balcânica pelos povos arianos (indo europeus) –
Aqueus, Jônios e Eólios
Século XII a.C. – invasão dórica e 1ª. Diáspora
pelo Mediterrâneo (em direção à Ásia Menor)
Século VIII a.C. – crescimento demográfico das
pólis e 2ª. Diáspora (Itália – Magna Grécia)
Momentos da Arte Grega
ARCAICO (Séc. VIII a.C.-VI a.C.)
CLÁSSICO (Séc. VI a.C.-IV a.C.)
HELENÍSTICO (Séc. IV a.C.-II a.C.)
Policleto
AULA 2 – ELEMENTOS DE ANÁLISE
Racionalismo
Busca de conhecimento sobre o ser humano,
mundo e natureza
Modelo educativo – PAIDEIA
o Educação integral
o Domínio próprio
o Cidadania
o Vida plena
Arte se reflete de forma multifacetada (Estilo,
significado e função)
Conceito de KALOKAGATHIA
o Beleza
o Virtudes morais
o Virtudes cívicas
Arte além do caráter decorativo
o Construção e transformação social
o Consagração de ideologias
Arte = Techné (TÉCNICA + HABILIDADE +
TECNOLOGIA) Valorização da simetria
o Criação urbana
o Exaltação humana Arquitetura
o Funcionalidade
o Fundo moral, político e religioso Estrutura dos templos
o Encomendado pelo Estado Jônica
o Superioridade grega
o Heroísmo e mitologia
o Realidade concreta
o Representação naturalista (movimento,
harmonia e mimesis)
AULA 3 – PERÍODO CLÁSSICO
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ARTE NA GRÉCIA ANTIGA
Vênus de Milo
Dórica
AULA 4 – PERÍODO HELENÍSTICO
Séc. IV a.C. – I a.C.
Invasão e expansão macedônica
HELÊNICO ≠ HELENÍSTICO Vitória de Samotrácia
Helênico – autodenominação dos gregos
Helenístico – conceito moderno para definir a
fusão da cultura grega com a cultura oriental
Novos parâmetros
Figura humana
Movimento
Teatralidade
Consolidou os ideais de beleza até o
Modernismo – Beleza clássica/helenística
Principais obras
Laocoonte e seus filhos
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ARTE NA GRÉCIA ANTIGA
Batalha de Issus (Mosaico de Alexandre)
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ARTE NA ROMA ANTIGA
AULA 1 – INTRODUÇÃO
Compreensão do Mundo Romano através da arte.
Origens: Itálicos, Gregos e Etruscos.
Invenções: Arcos Redondos/Cúpulas.
Desenvolvimento da perspectiva.
Temas:
o Civismo
o Cotidiano
o Historicismo
o Ecletismo
o Estética
Durante o Império – Séc. I a.C.-V d.C.
Roma é o centro irradiador e o modelo a ser seguido. (Principais estradas romanas)
A arte romana preservou o legado grego.
Monumentalismo e Pragmatismo
Fundamentos para a Arte Paleo Cristã, Bizantina
e Medieval
AULA 2 – ARQUITETURA
Útil imediato.
Realismo.
Grandeza e força.
Energia e sentimento.
Predomínio do caráter sobre a beleza.
Modelos:
o Urbanismo;
o Anfiteatros;
o Vias de comunicação;
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ARTE NA ROMA ANTIGA
o Termas e instalações sanitárias; o Basílicas (comércio e civismo)
o Aquedutos
o Circo
o Monumentos decorativos
(Ruínas das Termas de Caracala)
o Templos
(Panteão Romano)
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ARTE NA ROMA ANTIGA
o Moradia AULA 4 – ESCULTURA
Realismo/Praticidade
Representação fiel da realidade
Sem um ideal de beleza humana
Retratavam imperadores e homens da sociedade
Mais realista do que idealista
Maior êxito em retratar o ser humano
(Domus – moradia patrícia)
AULA 3 – PINTURA
Pompeia e Herculano
Marco histórico: erupção do Vesúvio em 79 d.C.
(Augusto de Prima Porta – Vaticano)
Paisagem realista
Natureza morta
Paredes recoberta por gesso
Painéis e murais – paisagens naturais – fundo
vermelho/cenário teatral/cópia da arte grega
Representações da realidade
(Busto de Tibério (14-37 d.C.))
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ARTE BIZANTINA
AULA 1 – A ARTE PALEOCRISTÃ Arquitetura
Cultura pagã Catacumbas – crença cristã na INUMAÇÃO –
Cultura cristã “Do pó ao pó”.
Durante o Império Romano Sacralidade
Antecede a Arte Bizantina Cemitérios subterrâneos – catacumbas – galerias
Múltiplas heranças do Ocidente e Oriente subterrâneas – corredores
A partir do Édito de Milão (313 d.C.) formam-se Basílicas – herança do paganismo romano a
dois eixos: partir dos Éditos de Niceia (380) e Tessalônica
o Bizantinos – Oriente (394)
o Bárbaros – Ocidente
Pintura
O Cristianismo marca uma nova era na Filosofia e na
Cultura. Iconografia cristã
Representação do caráter de Cristo
1ª. Fase – até o século IV d.C. – CATACUMBÁRIA – Passagens Bíblicas
Roma – Santa Domitila e Santa Priscila Estrutura rudimentar
(Catacumbas de Santa Domitila)
Mosaicos
Maior elaboração. Representações pictóricas de Jesus
Cristo
(Catacumbas de Santa Priscila)
2ª. Fase – BASILICAL – templos e igrejas (Sec. IV–V)
(Basílica de Santa Sabina – Roma)
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ARTE BIZANTINA
Mosaico
Expressão máxima
Instrução religiosa para fiéis
AULA 2 – PINTURA E ESCULTURA
Século IV – invasões bárbaras na porção ocidental do
Império Romano.
No ano 330 Constantinopla (Bizâncio) se torna a capital do
Império Romano Oriental.
A Arte Bizantina é resultado da fusão de elementos
culturais e artísticos romanos, paleocristãos, gregos e do
oriente.
Dirigida pela religião e executada pelos artistas
Exemplo: a representação do imperador
(cesaropapismo – teocracia), sempre com a
aureóla, ladeado por sua esposa, além da figura
da Virgem Maria e do Menino Jesus (Imperador Justiniano e seus Bispos – Séc. VI)
AULA 3 – ARQUITETURA
Grandiosidade
Bases: Circular, Octogonal e Quadrada
Igrejas e Catedrais
Pintura Três Períodos
Simetria e frontalidade 527-565: Justiniano
Esquematismo e linearidade 842: Era Bizantina
Hieratismo – sagrado, religioso e solene 1204: Era dos Cruzados
Escultura Maior expressão – Catedral de Santa Sofia (Hagia
Sophia) – construída entre 532 e 537, para ser a catedral
Remete ao paganismo do Império Bizantino, pelo Imperador Justiniano.
Estatuaria e baixo relevo
Representação sacra 532 a 1204 – Catedral Bizantina
1204 a 1261 – Catedral Católica Romana, por
ocasião das Cruzadas (conquistas)
1261 a 1453 – Catedral Bizantina Ortodoxa
1453 a 1931 – Mesquita
1931 – Secularização
Desde 1935 é um museu
(Juliano, o conquistador – Séc. VI)
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ARTE BIZANTINA
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ARTE ROMÂNICA
AULA 1 – ORIGEM E ELEMENTOS
Origem – Séc. V a.C.
Antecedente: Arte Paleocristã
Cristianismo: valorização do espírito presente em AULA 2 – ARQUITETURA
todos os aspectos da vida medieval
Cosmovisão teocêntrica Institucionalização da Fé Católica
A Igreja é a representação de Deus na Terra, Sécs. XI e XII – construção de igrejas e catedrais
poder ilimitado Elementos da arquitetura romana: colunas e
Termo ROMÂNICO indica a arte surgida na Alta arcos redondos
Idade Média (Séc. V-X), foi utilizado pela primeira Modelos romanos: tetos de madeira e perigos
vez em 1824 por De Caumont constantes de incêndios
Modelo medieval
o Abóbadas de pedra
o Espaços livres
o Características gerais
o Abóbadas
o Pilares maciços
o Paredes espessas
o Aberturas raras e estreitas
o Arcos de 180 graus
o Planta em cruz
FORTALEZAS DE DEUS
(Arcisse De Caumont)
Dois conceitos
Formação dos idiomas de origem “romança”
(Castelhano, Francês e Italiano) com base no
Latim vulgar e dialetos bárbaros
Artes figurativas em conjunto com a tradição
artística romana
Elementos de análise
Romanos
Germânicos
Bizantinos
Islâmicos AULA 3 – PINTURAS E ILUMINURAS
Pinturas e Mosaicos
Decoração das igrejas
Iconografia e estatuaria tinham funções didáticas
Associados à arquitetura
Deformação e colorismo
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ARTE ROMÂNICA
Iluminuras
Escritos sagrados decorados com desenhos, sacralização
do conteúdo. Até o surgimento da imprensa (Sécs. XV e
XVI) era a única forma existente de livros.
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O GÓTICO
AULA 1 – ORIGEM E CARACTERÍSTICAS
Última fase da Idade Média
Baixa Idade Média
Transição Feudo Capitalista AULA 2 – ARQUITETURA
Superação da sociedade feudal
Novos centros de poder Representa o interesse prioritário da Idade Média
– FÉ CRISTÃ
Advento do comércio e da burguesia
Pós Cruzadas
Vida social se desloca do campo para cidade
o Geometria
Origem: FRANÇA – Dinastia Capetíngea (Séc. X-
o Abóbadas
XVI) – Abade Suger
o Arco ogival
o Guindastes
o Tecnologia
(Abade Suger – Catedral de Saint Denis)
Demolição das pesadas paredes
Janelas maiores
Luminosidade
Catedral de Saint Denis (1135-44)
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O GÓTICO
(Gárgula – Catedral de Notre Dame – Paris)
AULA 3 – PINTURA E ESCULTURA
Pouca decoração pictórica nas catedrais
Exceção: ITÁLIA AULA 4 – ILUMIURAS
Murais com temas religiosos
Ilustrações sobre pergaminhos manuscritos
Castelos, residências senhoriais, edifícios
públicos Difusão de livros ilustrados
o Mosteiros
Adornos e pinturas profanas
o Encomendas
Preferências pelas pinturas
Particulares
Pinturas sobre madeira (Retábulos e altar Aristocratas
portátil) – POLÍPTICO Burgueses
Ilustrações de livros litúrgicos
o Antigo e Novo Testamentos
Copistas deixavam espaços para ilustrações
o Funções: decorativa e pedagógica
o Apresentam tridimensionalidade
Influência na transição para a Renascença
(Robert Campin)
Escultura
Alinhadas com a Arquitetura
Alongamento para o alto
Verticalidade
Exterior das catedrais
Gárgulas
o Desaguadouros
o Imaginário popular
o Espantar maus espíritos
o Presença vigilante do diabo
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RENASCIMENTO ITALIANO
AULA 1 – CONTEXTUALIZAÇÃO E FATORES
Transição Feudo Capitalista
o Séc. XIV – Trecento
o Séc. XV – Quatrocento
o Séc. XVI – Cincoecento
Fenômeno urbano
Ascensão econômica da burguesia
Homens cultos, ricos e urbanos – MECENAS –
Patrocínio de artistas – A arte se torna
mercadoria
Fatores
Decadência de Bizâncio
Enriquecimento das cidades portuárias e
entrepostos comerciais terrestres na Península
Itálica – Gênova, Florença e Veneza
Herança cultural romana
Retomada da cultura clássica Lamentação ante o Cristo morto
Humanismo e Antropocentrismo
Individualismo e Hedonismo
AULA 4 – OBRAS
AULA 2 – ELEMENTOS DE ANÁLISE Destaques
Valorização da racionalidade Botticelli
Observação da natureza
Centralidade da figura humana
Importância da geometria
Técnica em perspectiva
AULA 3 – PINTURA E DESENHOS
Perspectiva
o Distâncias
o Proporções
o Matemática
o Geometria O nascimento de Vênus
Claro e Escuro
o Iluminação
o Sombras
o Volume
o Contraste
Realismo
o Ser humano é a máxima criação de
Deus
o Compreensão científica do mundo
Uso da tinta à óleo
Manifestações independentes do conjunto
arquitetônico
Estilo pessoal do artista
o Individualismo e Egocentrismo
Transição para o Renascimento – GIOTTO
Alegoria da Primavera
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RENASCIMENTO ITALIANO
Leonardo da Vinci Rafael Sanzio
Escola de Atenas
AULA 5 – ESCULTURA E ARQUITETURA
Escultura
Monalisa Naturalismo acentuado
Verossimilhança
Valorização do corpo humano
Conhecimento, técnica, ostentação
Monumentalidade
Geometria simples e formas globais
A última ceia
Michelangelo
Afrescos da Capela Sistina
Davi de Michelangelo
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RENASCIMENTO ITALIANO
Arquitetura o Planejamento urbanístico
Ordens arquitetônicas (sociedades e confrarias)
Arcos de volta perfeita
Simplicidade da construção
Desprendida da pintura e escultura
Construções
o Palácios e igrejas
o Vilas rurais
o Fortalezas
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RENASCIMENTO FORA DA ITÁLIA
AULA 1 – PINTURA Hans Holbein
Cada país teve sua expressão própria
Arquitetura: pode-se associar um pós
Renascimento – estética clássica
Pintura:
o Detalhismo
o Realismo
o Natureza
o Destaques
Jean Van Eyck
Albrecht Dürer
Hieronymus Bosh
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BARROCO EUROPEU
AULA 1 – PERIODIZAÇÃO Elementos comuns
o Sensibilidade
o Domínio da luz
o Impacto emocional
Equilíbrio
o Sentimento e razão
o Arte e Ciência
Antagonismos
o Bem e mal
o Céu e inferno
o Pureza e pecado
o Alegria e tristeza
o Paganismo e Cristianismo
o Espírito e matéria
Europa e América Latina
Origem – Roma – Difusão pelos países de
influência católica
Técnica e porte da Renascença, associado à AULA 2 - ANTECEDENTES
suntuosidade e ornamentação do Maneirismo
Destaques no Séc. XVII Maneirismo e Contra Reforma
Rembrant Movimento artístico afastado da Antiguidade
Clássica
Estilização exagerada
Detalhismo
Transição do Renascimento para o Barroco
Renascimento Clássico em decadência –
renovação/desenvolvimento das técnicas do
Renascimento
Inspiração – Espírito religioso reinante
Contexto – desdobramentos da Reforma e da
Contra Reforma (Sécs. XVI e XVII)
Protesto contra o Classicismo – não
convencional
Velásquez AULA 3 – PINTURA
Fiorentino
Estilos – Realismo (ITA) e Exagero (FRA)
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BARROCO EUROPEU
Pontormo
AULA 3 – ARQUITETURA
Palladio
Ammanati
Tintoretto
Vasari
El Greco
AULA 3 – ESCULTURA
Fusão com outras arte – arquitetura
Conjunto arquitetônico + estátuas
Sem esquemas geométricos
Movimento das figuras
Características
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BARROCO EUROPEU
o Linhas curvas
o Vestes drapeadas
o Emoções (rosto das estátuas)
o Dramaticidade
Principal representante
o Gianlorenzo Bernini (1598-1610)
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ARTE PRÉ CABRALINA
AULA 1 – ARTE PRÉ-CABRALINA Pintura corporal e arte plumária
Vermelho – domínio masculino
União com a natureza – somos parte da terra e Amarelo – domínio feminino
ela é parte de nós Verde – mata, proteção, morada dos mortos e
Criação – SOL é o coração do Criador dos espíritos
Arquitetura – Ocas, malocas e tabas
Oca
Cerâmicas – Marajoara e Santarem
Oca por dentro
Maloca
Taba – conjunto de ocas ou malocas
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BARROCO NO BRASIL
AULA 1 – CARACTERÍSTICAS E CONTEXTO o Divisa do RS com o Paraguai/Argentina
(antiga fronteira antes da Guerra do
Dominante no Período Colonial Paraguai)
Início do século XVII – missionários católicos o Tombado pelo IPHAN
Associação Estado/Igreja – Arte Sacra São Nicolau
Dinamismo, narrativas, ornamentos, São Miguel Arcanjo
dramaticidade, plasticidade São Luiz Gonzaga
Essência funcional – doutrinação São Lourenço Mártir
Artesãos livres /escravos africanos São João Batista
Versão brasileira Santo Angelo
o Surgiu 100 anos após o inicio da o Artes
colonização Música
o Em todas as esferas sociais Teatro
o Identidade colonial Escultura
Pintura/Arquitetura
Papel da Igreja Católica (Jesuítas)
o Barroco = Religioso
o Função educativa e doutrinária
AULA 3 – OBRAS
AULA 2 – MISSÕES JESUÍTICAS Salvador (BA)
o Igreja de São Francisco de Assis
Aldeamentos ou reduções
Contexto da Contra Reforma
Missão evangelizadora
Autosuficientes
Educação e cultura
Catequização e alfabetização
Música e teatro
Os Sete Povos
o Convento de São Francisco de Assis
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BARROCO NO BRASIL
o Igreja da Ordem Terceira de São o Convento Franciscano de Santo
Francisco de Assis Antônio
Rio de Janeiro
o Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Pernambuco e Paraíba
o São Pedro dos Clérigos – Recife (PE)
o Ordem Terceira de São Francisco da
Penitência
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BARROCO NO BRASIL
São Paulo
o Ordem Terceira de São Francisco da
Penitência
o Igreja e Convento de Nossa Senhora
da Luz
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ARTES PRÉ-COLOMBIANA
AULA 1 – ASTECAS, MAIAS E INCAS
Astecas
Realismo e evocação
Escultura
Cores fortes, cenas do cotidiano – pintura
Incas
Contexto da espiritualidade/diversas
manifestações
Destaques na arquitetura – CUZCO e MACHU
Construção de templos e pirâmides – arquitetura PICHU
Maias
Sofisticação e religiosidade – pintura
Monumentalidade e suntuosidade – arquitetura
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BARROCO EM MINAS GERAIS
AULA 1 – CONTEXTO E ELEMENTOS DE ANÁLISE Diversidade e ecletismo
Menos policromia
Séculos XVIII e XIX Destaque: Antonio Francisco Lisboa (Aleijadinho)
Arquitetura, pintura, escultura – Ouro Preto, Sabará, São João Del Rei,
Inserido no Rococó (1760) Congonhas do Campo
Origens no súbito enriquecimento da região
Conservado após da decadência da mineração
Preservou os elementos essenciais Pintura
Principais cidades: Vila Rica de Ouro Preto,
Diamantina, Serro, Mariana, Tiradentes, Sabará, Decoração interna de igrejas
São João Del Rei, Congonhas do Campo Mestre Ataíde – trabalho de perspectiva no teto
Contexto: das igrejas
o Apogeu da mineração
o Rápido crescimento urbano
o Uso da Religião e Arte
Instrumentos de controle
Conter o relaxamento dos
costumes
Fortalecimento das Irmandades
Decadência aurífera
o Última construção – Igreja São
Francisco de Paula – Ouro Preto –
1804/1878
1840 – Início do Neoclássico em MG
AULA 2 – ARQUITETURA
Igrejas dispostas na cidade de acordo com a
importância e influência da Irmandade
Taipa de pilão ou de mão
Uso de pedras de grande porte
Três tipos de plantas
o Chanfrada nos cantos (Português)
o Circular (Italiano)
o Curvilínea (Rococó)
Peculiaridade – uso da pedra sabão
Plantas das igrejas seguem o padrão:
o Nave – capela mor – sacristia – torres
campanário (sinos)
AULA 3 – ESCULTURA E PINTURA
Escultura
Estatuária sacra
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NEOCLASSICISMO
AULA 1 – CONTEXTO E CARACTERÍSTICAS
Final do século XVIII/início do século XIX
Crise do Antigo Regime
Revolução Industrial AULA 2 – ARQUITETURA
Revolução Francesa e Era Napoleônica
Congresso de Viena e a Restaração Absolutista Base – arqueologia em Pompeia
Reação ao Rococó
Razão e lógica
Neoclássico = ARTE NOBRE
Jacques Louis David – inciador, retomada dos
valores clássicos
Estética racionalista
o Pórticos com colunas colossais
o Frontispícios triangulares
o Pilastras sem capiteis
o Materiais tradicionais
o Funcionalidade
o Sistema de construção simples
Impacto no planejamento urbanístico
o Abertura de largas avenidas
Destaques
Paris – PANTEÃO NACIONAL
Autorretrato
Berlim – PORTÃO DE BRANDEMBURGO
A morte de Sócrates
1783 – arqueologia em alta na Europa com a
exploração de Pompeia
Características
o Imitação do modelo latino
o Academicismo
o Imitação da natureza/Aristotelismo
o Sobriedade/linearidade/antidecorativo/h
istórico/nobreza/serenidade
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1
NEOCLASSICISMO
Pintura
Formalismo e racionalismo
Contornos exatos
AULA 3 – ESCULTURA E PINTURA Harmonia e equilíbrio no colorido
Destaque – Jacques Louis David
Escultura
Rigor e passividade
Frieza acadêmica
Naturalismo equilibrado
Era Napolônica
o Estátuas equestres
o Bustos
Destaque – Antonio Canova
O Rapto das Sabinas
Antonio Canova – retrato - 1812
Teseu vencendo o Minotauro
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ARTE BRASILEIRA NO SÉC XIX
AULA 1 – ANTECEDENTES AULA 2 – INÍCIO DO SÉCULO XIX
Séc. XVII – registros de viajantes Contexto
Séc. XVIII – Barroco Mineiro
Brasil Holandês (séc. XVII) Na Europa – ACADEMIA de BELAS ARTES de
o Documentar o Novo Mundo VIENA
o Retratos da fauna, flora e tipos o Era Napoleônica (1799-1815)
humanos o Congresso de Viena (1815)
o Mostrar para a Europa o exotismo dos o Restauração Absolutista (1815-1830)
trópicos No Brasil
o Ruptura com o mito edêmico o Período Joanino (1808-1820)
o Riqueza de detalhes o Regência de Dom Pedro (1820-1822)
o Qualidade documental o I Reinado (1822-1831)
Destaques: Destaques:
Albert Van Der Eckhout (1610-1666) Thomas Ender (1793-1875)
o Pintor, aquarelista e paisagista
o 700 obras em 10 meses
o Pintor oficial da corte austríaca
Johann Moritz Rugendas (1802-1858)
o Academia de Belas Artes de Munique
o Pintor, desenhista
o Brasil – 1821 – desenhista
o Retratos de viagem
Frans Post (1612-1680)
AULA 3 – MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA
Grupo de artistas e artífices franceses que
atuaram no Brasil entre 1816 e 1817
Revolução nas Belas Artes
Introdução ao Academicismo (Neoclassicismo)
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1
ARTE BRASILEIRA NO SÉC XIX
Resistência à tradição barroca
Apoio de Dom João VI
Antecedentes:
o Expansão Napoleônica
o Família Real no Brasil
o Derrota de Napoleão Bonaparte e o
Congresso de Viena
12/08/1816 – fundação da Escola Real de
Ciências, Arte e Ofícios
Destaques:
o Nicolas Taunay
o Almeida Júnior
o Jean B. Debret
o Joachim Lebreton
o Vitor Meirelles
AULA 4 – ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES
AIBA – 1826-1889
Molde de ensino europeu
Formação artística e humana
Neoclássico e Romântico
Paisagens, pinturas históricas
Construção da iconografia do Império
o Retratos de D. Pedro II
o Registros de comemorações oficiais
o Memória nacional
o Elemento indígena
Exposição geral – 1840
Destaques:
o Pedro Américo
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ARTE BRASILEIRA NO SÉC XIX
AULA 5 – ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES -
ARTISTAS Victor Meirelles – principais obras
Pedro Américo – principais obras
Almeida Júnior – principais obras
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ARTE BRASILEIRA NO SÉC XIX
Eliseu Visconti
AULA 6 – PÓS ACADEMICISMO
Elementos de análise
Arte Moderna
Regionalismos
Artes Plásticas
Benedito Calixto
Arquitetura
Mercado Ver o Peso
Teatro Amazonas
Belmiro de Almeida
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ARTE BRASILEIRA NO SÉC XIX
Teatro José de Alencar
Fotografia
Hercules Florence
Marc Ferrez
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ROMANTISMO
AULA 1 – CONTEXTO HISTÓRICO o Igreja de Santa Clotilde (Paris – 1857)
Transição do século XVIII para o século XIX
o Da Modernidade para a
Contemporaneidade
A Era das Revoluções
A Era Napoleônica (1799-1815)
o Difusão do Liberalismo na Europa
Congresso de Viena (1815)
o Restauração
o Legitimidade
o Equilíbrio
Restauração Absolutista (1815-1830)
Reações burguesas em 1830 e 1848 –
Revoluções Liberais e a Primavera dos Povos
o Liberalismo
o Nacionalismo
o Socialismo
O TERMO ROMÂNTICO
Surge na Inglaterra
Temas – Novelas de cavalaria e pastoris
o Fugere Urbem
o Pitoresco – emoção causada pela
paisagem
o Expressão política e filosófica do século o Castelo de Neuschwanstein (Baviera –
das Luzes Alemanha – 1886)
o Liberdade de expressão
Direitos individuais
o Sentimento
o Natureza
o Maior ênfase na Alemanha
AULA 2 – ELEMENTOS DE ANÁLISE
REAÇÃO AO NEOCLÁSSICO
Libertação das convenções acadêmicas Defesa de ideais nacionalistas
Valorização da livre expressão e personalidade do Panteísmo
artista Individualismo
Subjetivismo
CARACTERÍSTICAS Artes orientais
o Bizantinos
Cultiva: o Chineses
o Emoção o Árabes
o Fantasia Revivalismo, ecletismo, historicismo
o Sonho
o Originalidade
o Exotismo
Exalta a natureza
Gosto pela Idade Média (Gótico)
o Parlamento de Londres (1860)
AULA 3 – PINTURA
Influência da pintura pré-romântica
Grupo OS NAZARENOS
Pintores alemães
Inspiração pré Rafaelita
Transição do Realismo para o Simbolismo
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ROMANTISMO
Características
Ruptura com o Neoclássico William Turner
Ruptura com a encomenda
Individualismo e diversidade
Integração e contemplação do
observador/paisagem
Significação do observador
Interpretação do mundo pelo artista
Temas – três grupos
História, mitologia, literatura, autorretrato e
retratos
Alma romântica, emoção, paixão, idealismo
Natureza e suas manifestações
Estilos
Cores/luzes
Claro/escuro
John Constable
Óleo/aquarela
Dramaticidade
Destaques
Caspar D. Friedrich
Eugene Delacroix
Goya e Lucientes
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IMPRESSIONISMO E PONTILHISMO
AULA 1 – INTRODUÇÃO Pierre A. Renoir (1841-1919)
Impressionismo Maior popularidade em vida
Otimismo e alegria
Revolução na pintura Cotidiano parisiense
Início das grandes tendências do séc. XX 1869 – Adesão ao impressionismo
Observação direta/efeito da luz solar
Alterações nas cores da natureza
Prática se sobrepõe à teoria
Abstração sem contorno nítido
Sombras luminosas e coloridas
Contrastes luz e sombra
Mistura óptica de cores
1874 – 1ª. Exposição impressionista
Pontilhismo
1886 – Última exposição coletiva do
Impressionismo
Sistema de pontos uniformes
Percepção de uma cena
Pontilhismo ou Divisionismo
Observador percebe um todo plenamente
organizado
AULA 2 – OBRAS IMPRESSIONISTAS
Claude Monet (1810-1926)
Cores inconstantes da natureza
Luz solar refletida nos seres humanos e natureza
Pintura ao ar livre
Obras na Catedral de Rouen
Edgar Degas (1834-1917)
Valorização do desenho além da cor
Poucas paisagens, mais interiores
Instantes de vida, rostos
Influência da fotografia
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IMPRESSIONISMO E PONTILHISMO
AULA 3 – OBRAS PONTILHISTAS
George Seurat (1859-1891)
Paul Signac (1863-1935)
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REALISMO
AULA 1 – CONTEXTO HISTÓRICO 1889 – Torre Eiffel (Gustave Eiffel – Paris)
Primeira metade do século XIX
o Neclassicismo X Romantismo
Segunda metade do século XIX
o Surgimento do Realismo
Passagem para a Segunda Revolução Industrial
o Nacionalismo
o Imperialismo
o Neocolonialismo
o Superação da subjetividade
o Cientificismo
1850 – Palácio de Cristal (Joseph Paxton –
Londres)
Gustave Eiffel
AULA 2 – ELEMENTOS DE ANÁLISE
Origem
Francça
Napoleão III
Joseph Paxton
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REALISMO
Recriar os seres como eles são
Segundo Império Francês Fixação do momento do gesto humano
Oposição ao Romantismo Destaque – René François AUGUSTE RODIN
Ascensão da pequena burguesia (1840-1917)
Críticas ao capitalismo
Hipocrisia social
Influência filosófica
Positivismo (Auguste Comte)
Objetivo da arte
Solução de problemas sociais
Engajamento
Contra a tradição romântica
Cientificismo
Rupturas
Com o idealismo clássico
Com o emocionalismo romântico
Descrições
Temas e situações cotidianas e contemporâneas Pintura
Indivíduos e classes sociais de maneira similar
Heroísmo e sentimentalismo são rejeitados Características
o Representação documental
o O belo está no real
o Revelação de aspectos mais
característicos da realidade
Temas
o Politização
o Pintura social
AULA 3 – ARTES PLÁSTICAS
Escultura
Estudo da anatomia humana
Arte em bronze
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REALISMO
Destaques
o Gustave Coubert (1819-77)
Angelus
Ló e suas filhas
o Jean François Millet (1814-75)
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MODERNISMO EUROPEU
AULA 1 – INTRODUÇÃO Die Brücke – A Ponte
Definição geral Arte contemporânea e arte do futuro
Busca da realidade
Conjunto de movimentos culturais, escolas e Contraste e tensões sociais
estilos Cores fortes, solidão, temática da Primeira
Arte e design Guerra Mundial
Primeira metade do século XX Destaques – Nus e ambientes naturais
Convergências, diferenças e antagonismos Durou até 1933
Literatura, arquitetura, design, pintura,
esculturas, teatro, música
Propostas
Ruptura com a forma tradicional
Novas formas – progresso
Moderno em contraponto ao ultrapassado
Busca pelo contemporâneo
Contexto histórico
Séc. XIX – 1ª. Metade
o Guerras e revoluções
o Romantismo
o Indivíduo e natureza – Expressão
subjetiva
Séc. XIX – 2ª. Metade
o Real domina o subjetivo
o Alemanha – Realpolitk – Bismarck
o França – Positivismo – Comte
o Inglaterra – Era Vitoriana
o Processo de institucionalização
o Realismo
Antecedentes
Impressionismo
Simbolismo
2ª. Revolução Industrial
Marco: Torre Eiffel (1887-1889)
Advento do Modernismo
Rejeita a tradição
Nova perspectiva
Ruptura em 1890
AULA 2 – EXPRESSIONISMO
Vanguarda – Alemanha – início do século XX
Transversalidade – Arquitetura, artes plásticas,
literatura, música, cinema, teatro, dança,
fotografia
Coincide com o FAUVISMO
Reação ao positivismo
Arte pessoal – intuição, visão interior, expressão
Deformação da realidade
o Expressar subjetivamente o ser
humano e a natureza
Reflete a solidão e angústia antes da Primeira
Guerra Mundial
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1
MODERNISMO EUROPEU
Der Blaue Reiter AULA 3 – FAUVISMO
Munique – 1911 Les Fauves – AS FERAS
Conjunto de artistas – ARTE = expressão do
interior do artista 1905 – 1907 – Principal artista – HENRI MATISSE
Oposição ao Impressionismo e Positivismo
Captar a essência da realidade – purificar os
sentidos
Artistas:
o Ernest L. Kirchner
Arte do equilíbrio, da pureza, da serenidade
Sem perturbação ou depressão
Características:
o Cores violentas
o Arbitrariedade
o Influência da Segunda Revolução
Industrial
o Pintar sensações
o Reflete o dinamismo das relações na
Revolução Industrial
o Influências de Van Gogh e Gauguin
o Simplificação das formas
o Utilização maciça de cores puras
o Pouca ou nenhuma gradação de
matizes
o Espontaneidade
o Matizes sem relação com a realidade
o Edvard Munch o Ritmo, impulsividade, experimentação
o Temas cotidianos –
EMOÇÃO/ALEGRIA de VIVER
o Sensações elementares
AULA 4 – CUBISMO
Século XX
Pablo Picasso
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MODERNISMO EUROPEU
George Braque
Abstracionismo Geométrico
Racionalização e análise intelectual
Formas e cores organizadas
Expressão da composição geométrica
Destaque: Piet Mondrian
Representar a natureza através de formas
geométricas
Cones, esferas, cilindros
Representações em três dimensões
Superfícies planas
Predomínio de linhas retas
Características
Geometrização
Renúncia à perspectiva
Claro/escuro sem função
Volume colorido sobre o plano
Sensação de pintura escultórica
Coloração austera e fechada
AULA 6 – SUPREMATISMO
Vanguarda russa – formas geométricas básicas
Primeira escola sistemática de pintura abstrata
no Modernismo
Arte livre de finalidades práticas
Ruptura com a ideia de imitação da natureza
AULA 5 – ABSTRACIONISMO
1ª. Obra: Quadrado em fundo branco (Malevich –
1915)
Vanguarda – século XX
Não representa objetos da realidade concreta
Relações formais entre cores, linhas e superfície
– NÃO REPRESENTAÇÃO
Recusa o academicismo e a herança clássica
Abstracionismo Lírico
Expressivo ou informal
Instintivo, inconsciente, intuitivo
Arte imaginária – necessidade interior
Influência – Expressionismo
Formas orgânicas e cores vibrantes
Destaque: Wassily Kandinsky
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MODERNISMO EUROPEU
AULA 7 – CONSTRUTIVISMO RUSSO
Rússia – 1919
Movimento de vanguarda artística
Nega a arte pura
A arte serve à construção do novo mundo
socialista
Durou até 1934
Características:
o Formas geométricas
o Cores primárias
o Fotomontagem
o Tipografia Rejeição ao moralismo e ao passado
Influências em: Bases: Velocidade e tecnologia
o Destijl Exaltação da guerra e da violência
o Bauhaus Repercussões no Dadaísmo e no Concretismo
o Suprematismo Desvalorização da tradição e do moralismo
Destaques Valorização da tecnologia e da indústria
o Vladimir Tatlin Propaganda e comunicação
Onomatopeias
Cores vivas e contrastes
Sobreposição de imagens e traços
Pequenas deformações
Ideia de movimento e dinamismo
AULA 9 – DADAÍSMO E SURREALISMO
Dadaísmo
Zurique – SUI – 1916
Non sense
Reação à Primeira Guerra Mundial
Reação aos padrões artísticos
Parâmetros que influenciam a arte até hoje
Espontaneidade
Explicar o ser humano – IMPOSSÍVEL
Na negação dos valores estéticos –
INCOMPREENSÍVEL
Surrealismo
Paris – FRA – 1920
Influência – Freud e a Psicanálise – inconsciente
na atividade criativa
1924 – Manifesto Surrealista
AULA 8 – FUTURISMO Combinação – representativo + abstrato + irreal
+ inconsciente
Movimento artístico literário – 1909: Manifesto Libertação da razão e da lógica
Futurista – Filipo Marinetti Rejeição da razão e dos valores burgueses
Buscar restauras os poderes da imaginação
Contra o utilitarismo
Destaques:
o Artes plásticas
Pablo Picasso
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MODERNISMO EUROPEU
Salvador Dalí
AULA 10 – SALVADOR DALÍ E JOAN MIRÓ
Salvador Dalí (1904-1989)
Joan Miró
Principal representante do surrealismo
Grande variação política
Simbolismo
Pintura técnica
Ciência
Ilusão de óptica
Religião
Joan Miró (1893-1983)
o Cinema
Luis Buñuel
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MODERNISMO EUROPEU
Fauvismo, Dadaísmo, Surrealismo Bauhaus
Fantasioso
Sem profundidade psicanalítica
Pinturas murais
Espontaneidade X Técnicas
AULA 11 – ARQUITETURA
Arquitetura Moderna é uma designação genérica
de movimentos e escolas arquitetônicas entre as
décadas de 1910 e 1950
o Bauhaus (Alemanha)
o Le Corbusier (França/Suiça)
o Lloyd Wright (EUA) 1919 – Walter Gropius
o Construtivismo (Rússia)
Características
o Ruptura com o Ecletismo e Ornamento
do século XIX
o Abstração e geometrismo
o Industrialização, economia e design
o Menos é mais (Van der Rohe)
o A forma segue a função (Sullivan)
Três linhas evolutivas
o O moderno tem a ver com a causa
social
o Novos caminhos para a estética do
futuro
o Surge com o movimento moderno Escola de arquitetura, escultura, pintura,
Final do século XIX – Arquitetura do ferro – desenho industrial (desing)
advento da Segunda Revolução Industrial e A função é fundamental
urbanização acelerada Linhas simples – “Clean”
o Exemplos: Linhas retas, geometrização
Crystal Palace (ING – 1851) Fechada em 1933 por Adolph Hitler
Le Corbusier (1887-1965)
Arquitetura funcionalista
Cinco pontos
Construção sobre pilotis
Torre Eiffel (FRA – 1889) Terraço jardim
Planta livre de estrutura
Fachada livre de estrutura
Janelas em fita
Criador do Unité d`Habitation
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MODERNISMO EUROPEU
Considerado o maior e mais importante arquiteto
Franklin Lloyd Wright (1967-1959) da História dos EUA até hoje
AULA 12 – TENDÊNCIAS DA ESCULTURA MODERNA
Auguste Rodin (1840-1917) – Precursor
Projeto em três níveis – individual, localização
finalidade
Escola de Chicago (EUA) – Arranha céus
Características
Herdeira do Impressionismo
Associada às vanguardas europeias – cubismo,
dadaísmo, primitivismo, abstracionismo
Construtivismo – novos materiais
Destaques:
o Constantin Brancusi
Projetos residenciais – Prairie Houses
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MODERNISMO EUROPEU
o Pablo Picasso
o Henry Moore
o Eric Gill
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MODERNISMO NO BRASIL
AULA 1 – INTRODUÇÃO
Movimento cultural com repercussões nas artes,
sociedade, literatura
Início: Primeira metade do século XX,
contemporâneo à Belle Époque, Primeira Guerra
Mundial e Entre Guerras
No contexto brasileiro coincide com a crise da
República Oligárquica
Assimila as tendências das vanguardas
europeias como o Cubismo e o Futurismo
Enfoque em elementos da cultura brasileira
Marco inicial – Semana de Arte Moderna – 1922
– SP
Três etapas
1922-30 – 1ª. Geração – radicalismo, AULA 3 – ARTES PLÁSTICAS
irreverência e escândalo
1930-45 – 2ª. Geração – mais amena, com Pintura
ênfase na literatura
1945-75 – 3ª. Geração – Pós Lasar Segall
Modernismo/oposição à 1ª. Geração
AULA 2 – A SEMANA DE ARTE MODERNA
11 a 18 de fevereiro de 1922
Teatro Municipal de São Paulo
Anita Malfatti
Apoio do governador de SP (Washington Luis)
Cada dia da semana dedicado a um aspecto
cultural
Ruptura com os padrões estéticos e artísticos
Novas estéticas provenientes das vanguardas
europeias
Forte crítica por parte da elite cultural e literária
Críticas ao Parnasianismo
Movimento Pau Brasil Di Cavalcanti
Movimento Verde Amarelo e Grupo Anta
Movimento Antropofogágico
Revista Klaxon
Revista de Antropofagia
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MODERNISMO NO BRASIL
Tarsila do Amaral
Escultura
Lasar Segall
Brecheret
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MODERNISMO NO BRASIL -
PÓS SEMANA DE 1922
AULA 1 – INTRODUÇÃO Independência em relação à Escola Nacional de
Belas Artes
Antiacademicismo
Preocupações com as transformações políticas,
sociais, econômicas, humanas e espirituais
A irreverência é substituída pela gravidade de
espírito, pela seriedade da alma, pelos
propósitos e meios
Consciência crítica AULA 3 – GRUPO SANTA HELENA e ARTISTAS
o Da desigualdade social PRIMITIVOS
o Da vida cruel dos retirantes
o Resquícios da escravidão
Coronelismo Grupo Santa Helena
Destaque: Cândido Portinari
Pintores de origem imigrante europeia em SP –
meados de 1930
Praça da Sé – SP
Sem compromisso conceitual
Artesãos e Proletários
Chamados de “artistas proletários” por Mário de
Andrade
Preconceito em relação à condição imigrante e
proletária
1937 – Exposição – “Família Artística Paulista”
Destaques
o Alfredo Volpi
o Francisco Rebolo
AULA 2 – SPAM e CAM
Sociedade Pró Arte Moderna
SP – 22/12/1932
Elitista
Anita Malfatti, Lasar Segall, Tarsila do Amaral,
Sérgio Milliet, Menotti del Pichia
Clube dos Artistas Modernos
SP – 24/12/1932
Anárquico e anti burguês
Flávio de Carvalho, Arnaldo Barbosa, Vittorio
Gobbis
Em comum
Associações de artistas ligados ao Modernismo
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1
MODERNISMO NO BRASIL -
PÓS SEMANA DE 1922
Artistas Primitivos
Cultura popular
Destaques
o Heitor dos Prazeres
o Djanira
o Mestre Vitalino
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MODERNISMO NO BRASIL –
ARQUITETURA
AULA 1 – ARQUITETURA MODERNA NO BRASIL
Arquitetura Moderna na Europa
Busca soluções para as mudanças geradas pela
Revolução Industrial
Arquitetura Moderna no Brasil
Anos 1930
Neocolonial X Modernismo
Apoio do Estado Novo
Solucionar problemas sociais
Influência europeia
Gregori Warchavchik – A casa modernista
Oscar Niemeyer
Le Corbusier
Características
o Racionalismo
o Funcionalismo
o Geometrismo
o Sem ornamentação (a obra é uma
ornamentação)
Destaques
Lúcio Costa – Ministério da Educação e Saúde
no Rio de Janeiro (RJ)
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SUPORTES DA
ARTE CONTEMPORÂNEA
AULA 1 – POP ART KITSH
Décadas de 1950 e 1960
Inglaterra e EUA
Adoção do termo: Lawrence Alloway
Obra inaugural – Richard Hamilton – Colagem –
1956
Transição da Modernidade para a Pós
Modernidade
Iconografia
Televisão/fotografia
Quadrinho/cinema
Publicidade
Objetivo
Crítica irônica ao consumo X estímulo ao
consumo
Vulgaridade X Refinamento
Aproximação às artes das massas
Características
Figurativa/Realista
Ambiente urbano
Sem planejamento crítico
Demonstrar a massificação da cultura popular Caráter inexpressivo, frontal, repetitivo
capitalista Neodadaísmo
Busca pela estética das massas – POP x KITSH Objetos do cotidiano
POP Materiais: tina acrílica, poliéster, látex
Brilho e fosforescência
AULA 2 – OP ART
Optical Art
Origem do termo: Revista Time/Donald Judd –
1964
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1
SUPORTES DA
ARTE CONTEMPORÂNEA
Excessivamente cerebral e sistemática Estilo Artístico
Movimento pela pintura
Elementos gráficos Uso de conceitos publicitários na arte
Auge – 1965 – Museu de Arte Moderna de NY – Tintas acrílicas
The Responsive Eye Cores fortes e brilhantes
Enfoques em objetos de consumo e temas
cotidianos
Reprodução de rostos de personalidades de
época
Serigrafia
Principais obras
Chelsea Girls (1966)
Características
Ilusões ópticas
Menos expressão/mais visual
Ideia de movimento na observação da obra de
arte
Oposição de estruturas idênticas
Efeito óptico - alteração
Observador participante
Cores – ilusões ópticas
Plastic Inevitable (1966)
AULA 3 – ANDY WARHOL
Campbell´s Soup Can (1968)
1928-1987
Artista plástico, cineasta, literato
Maior representante da POP ART
“No futuro todos serão famosos por 15 minutos”
Revista INTERVIEW
Serigrafias de celebridades
o Marilyn Monroe
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SUPORTES DA
ARTE CONTEMPORÂNEA
o Che Guevara Intenso impacto visual
Desvinculação com o contexto
Arte comercial e abstração
Principais obras
o Look Mickey (1961)
o Elvis Presley
o Blam (1962)
o Liz Taylor
o In the car (1963)
AULA 4 – ROY FOX LICHTENSTEIN
AULA 5 – READY MADE
Criado por Marcel Duchamps
1923-1997
Histórias em quadrinhos
Crítica à cultura de massas
Uso de tintas à óleo e acrílica
Técnica pontilhista
Cores brilhantes, planas, limitadas
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SUPORTES DA
ARTE CONTEMPORÂNEA
Influência do Dadaísmo
Designar tipo de objeto Qualquer objeto pode se tornar obra de arte
Artigos de uso cotidiano Crítica radical ao sistema da arte
Sem critérios estéticos No Brasil – Hélio Oiticica
Expostos como obras de arte em espaços
especializados
1º. Ready Made – 1912 – Roda de Bicicleta
1917 – A Fonte
AULA 6 – HAPPENING e PERFORMANCE
Happening
Final dos anos 1950 – Allan Kaprow
1919 – Mona Lisa e LHOOQ
Artes visuais + teatro sem texto e representação
Participação do espectador
Estrutura flexível/improviso –
acaso/espontaneidade
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SUPORTES DA
ARTE CONTEMPORÂNEA
Ocorre em tempo real
Não há enredo/palavra sem sentido literal
Não há separação entre o público e o espetáculo
Nova arte concreta
Na pintura – Jackson Pollock (1912-1956)
No Brasil: Flávio de Carvalho
Performance
Combinação de elementos do teatro, artes
visuais e música
Não há participação do público
Décadas de 1960/70
Criação artística – coisas do mundo, natureza,
realidade urbana
Grupo Fluxus
o Dick Higgins (1938-98)
o Modo de fazer as coisas
o Multiforme expressão
o Origem – ALE (1962)
o No Brasil – Grupo Rex
o Presente na 17ª. Bienal Internacional
de SP (1983)
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ARTE CONTEMPORÂNEA
AULA 1 – CONCEITO E DEFINIÇÃO Body Art
Origem em 1960 Corpo – meio de expressão ou matéria prima
Advento da Pop Art e do Minimalismo para realização de trabalhos
Rompimento com o Modernismo Associado ao Happening e Performance
Início do Pós Modernismo Corpo do artista é o suporte para realizar
Além da pintura e da escultura intervenções (dor e esforço físico)
Novas mídias
Novos atores sociais Minimalismo
Culturas díspares
Coloca em questão a definição de arte Artes visuais (1950-60)
Questiona o mercado e a validação Enfatiza formas e elementos geométricos
Dialoga com o expressionismo abstrato Sem conteúdos intrínsecos
Comunicação direta com o público Conteúdos mínimos
Despojamento, simplicidade, neutralidade Estética industrial
Busca percepção do observador
Instalação
Ambientes construídos em galerias e museus
AULA 2 – ARTE CONCEITUAL
AULA 4 – STREET ART (ARTE URBANA)
1960-70 – Europa e EUA
Conceito ou atitude mental
Também chamada de URBANOGRAFIA
Grupo Fluxus
Manifestações artísticas desenvolvidas no
Conceito – matéria da arte – ideias são mais
espaço público
importantes
É necessário distinguir Publicidade/Vandalismo
Não há consenso
(pichações)
Joseph Kosuth – Uma e três cadeiras
Teve origem no Movimento Underground
Tentativa de rever a noção de obra de arte na
cultura ocidental
Arte = ideia e pensamento
Críticas ao formalismo, instituições, sistema de
seleção de obras e mercado das artes
Rompimento com o Modernismo
Antecedentes
Marcel Duchamps
Robert Rauschenberg
Desmaterialização
No Brasil – Cildo Meireles
AULA 3 – BODY ART, MINIMALISMO E INSTALAÇÃO
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ARTE BRASILEIRA PÓS 1950
AULA 1 – DE 1945 ATÉ 1970
Era um, era dois, era cem
Democracia populista (1946-64) Era um dia, era claro
Quase meio
Pós Ditadura do Estado Novo Encerrar meu cantar
Efervescência cultural Já convém
Cultura de massa/urbana Prometendo um novo ponteio
Certo dia que sei
Ditadura militar (1964-85) Por inteiro
Eu espero não vá demorar
Arte engajda Esse dia estou certo que vem
Críticas ao Governo Militar Digo logo o que vim
Desejo de mudança Prá buscar
1967 – Festival de Música Popular (TV Record) Correndo no meio do mundo
Não deixo a viola de lado
Música: “Ponteio” (Edu Lobo
Vou ver o tempo mudado
E um novo lugar prá cantar...
Era um, era dois, era cem
Era o mundo chegando e ninguém
Quem me dera agora
Que soubesse que eu sou violeiro
Eu tivesse a viola
Que me desse o amor ou dinheiro...
Prá cantar
Ponteio!...(4x)
Era um, era dois, era cem
Vieram prá me perguntar:
Lá, láia, láia, láia...
"Ô voce, de onde vai
Lá, láia, láia, láia...
de onde vem?
Lá, láia, láia, láia...
Diga logo o que tem
Quem me dera agora
Prá contar"...
Eu tivesse a viola
Prá cantar
Parado no meio do mundo
Ponteio!...(4x)
Senti chegar meu momento
Olhei pro mundo e nem via
Prá cantar
Nem sombra, nem sol
Pontiaaaaarrr!...(4x)
Nem vento...
Quem me dera agora
Quem me dera agora
Eu tivesse a viola
Eu tivesse a viola
Prá Cantar!
Prá cantar...(4x)
Prá cantar! Centro Populares de Cultura (CPC)
UNE (União Nacional dos Estudantes – 1961)
Era um dia, era claro Diversidade
Quase meio Cultura popular e democrática
Era um canto falado Teatro Oficina
Sem ponteio
Violência, viola
Violeiro
Era morte redor
Mundo inteiro...
Era um dia, era claro
Quase meio
Tinha um que jurou
Me quebrar
Mas não lembro de dor O Rei da Vela
Nem receio
Só sabia das ondas do mar... Teatro de Arena
Jogaram a viola no mundo
Mas fui lá no fundo buscar
Se eu tomo a viola
Ponteio!
Meu canto não posso parar
Não!...
Quem me dera agora
Eu tivesse a viola
Prá cantar, prá cantar
Ponteio!...(4x)
Eles não usam black tie
Pontiarrrrrrrr!
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ARTE BRASILEIRA PÓS 1950
AULA 2 – O CINEMA NOVO
Antecedentes
Companhia Vera Cruz
Companhia Atlântida
Glauber Rocha
1952 – I Congresso Paulista de Cinema Brasileiro
– Nasce o Cinema Novo
Distanciamento do modelo dos EUA
Neo Realismo Italiano
Nouvelle Vague (França)
“Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça
Características
Popular
Democrático
Temática e crítica social
Inserção da classe trabalhora
Marco inicial: Rio, 40 graus – Nelson Pereira dos
Santos
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ARTE BRASILEIRA – PÓS 1970
AULA 1 – CONTEXTO E ABSTRACIONISMO
Segunda metade do século XX
Transição para o século XXI
AULA 3 – MANABU MABE E TOMIE OHTAKE
Abstracionismo
Manabu Mabe (1924-1997)
Surgimento em 1950
1ª. Bienal Internacional de SP (1951)
Antonio Bandeira
Grupo Ruptura (1952)
Abstracionismo Geométrico
Sem preocupação com linhas e formas
Manifestações ambientais
Libertação das convenções artísticas tradicionais
Duas linhas – CONCRETISMO e
NEOCONCRETISMO
Pintor, gravador, ilustrador
Melhor pintor na 5ª. Bienal de SP (1959)
Dialoga com Picasso e Portinari
Grandes manchas cromáticas
Espontaneidade e contenção
AULA 2 – ARQUITETURA
Tomie Ohtake (1913-2015)
Museu de Arte de São Paulo (MASP)
Arquiteta: Lina Bo Bardi
Ano: 1958
End.: Av. Paulista, 1578, Bela Vista, SP
Tipo de projeto: cultural
Status: Construído
Materialidade: concreto e vidro
Estrutura em concreto
Conceito: contêiner suspenso (simplicidade)
74 metros de vão livre e 8 metros suspensos
Em 2003 – Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional
Pintura, gravadora, escultura
Grupo Seibi
A partir de 1970 – serigrafia, litogravura e metal
Influência da arte japonesa
Beleza fugaz
Transparências, textura, vibração da luz
Dialoga com a tradição e o contemporâneo
Edifício da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da
USP - FAU AULA 4 – CONCRETISMO
Arquitetos: J. B. Vilanova Artigas e Carlos 1950 – MASP organiza a exposição de conjunto
Cascaldi de obras de Max Bill
Ano: 1968 O concretismo é contemporâneo à criação do
End.: Rua do Lago, 876, Cidade Universitária, SP MASP e do MAM
Tipo de projeto: Educacional 1ª. Bienal Internacional de SP
Status: construído Grupo Ruptura
Materialidade: concreto e vidro 1956 – MAM realiza a 1ª. Exp. Nacional de Arte
Estrutura em concreto Concreta
Linhas simples Grupo Frente (RJ) X Grupo Ruptura (SP
Integração do espaço Elementos
Conceito – grande paralelepípedo o Autonomia/comunicação universal
suspenso/pilares – trapézios duplos o Integração
Influências de F. Lloyd Wright e Le Corbusier arte/indústria/crença/tecnologia
Patrimônio cultural de SP o Função social
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ARTE BRASILEIRA – PÓS 1970
o Materiais industrializados
o Desenho preciso
o Uso da régua e compasso
AULA 5 – NEOCONCRETISMO
RJ – década de 1950
Oposição ao concretismo de SP
Influenciado pela fenomenologia
Subjetivismo e criação
Críticas
Racionalismo
Objetividade
Dogmatismo geométrico
Proposta de arte libertária
Características
o Liberdade de experimentação
o Interação público/obra]
o Abstracionismo
o Uso de cores e formas
o Transcendência
o Existencialismo e humanismo
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