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PDF - Artes

O documento aborda a evolução da arte na pré-história e em civilizações antigas, destacando a relação entre arte, cultura e meio ambiente. Ele explora diferentes períodos, como o Paleolítico e Neolítico, e suas expressões artísticas, incluindo pinturas rupestres e esculturas. Além disso, menciona a arte no Egito Antigo, Creto-Minóica e na Grécia Antiga, enfatizando suas características, influências e significados.

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PDF - Artes

O documento aborda a evolução da arte na pré-história e em civilizações antigas, destacando a relação entre arte, cultura e meio ambiente. Ele explora diferentes períodos, como o Paleolítico e Neolítico, e suas expressões artísticas, incluindo pinturas rupestres e esculturas. Além disso, menciona a arte no Egito Antigo, Creto-Minóica e na Grécia Antiga, enfatizando suas características, influências e significados.

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INTRODUÇÃO E ARTE

NA PRÉ-HISTÓRIA
AULA 1 – PROCESSO CRIATIVO E DEFINIÇÃO o Relação com a cultura, geografia e
ambiente
 O Homem e seu meio: “Onde começa a Arte?” o Resultado de necessidade espiritual
 Latim → ARS – Técnica e/ou Habilidade o Temas: elementos do meio ambiente
 Atividade humana ligada às:  Influências e regionalidades
o Estética o África, Ásia e Europa
o Comunicativa o Talhados em pedra
 Variedade de linguagens o Uso da cor vermelha
o Arquitetura e desenho o Pintura rupestre
o Escultura e pintura  Lascaux (França)
o Escrita e Música  Altamira (Espanha)
o Dança e Cinema  Estética naturalista
 Processo criativo  Esculturas femininas
o Percepção de mundo – fertilidade
o Emoções e ideias  Vênus paleolíticas
o Significado único e diferente
 Definição
o Problema: varia com o tempo e cultura
o Construção variável/sem significado
constante
o Múltiplas acepções
o O que hoje é arte, antes não era AULA 3 – ARTE NO NEOLÍTICO
o Sociedades pré industriais não tinham
um termo para designar ARTE  Pedra Polida (± 10.000 a.C. – 5.000 a.C)
 Aspectos Gerais  Início com a Revolução Neolítica
o Manifestação de habilidades especiais o Agricultura
o Criação de algo artificial pelo ser o Domesticação de animais
humano o Cidades
o Senso de prazer e beleza  Produção de cerâmicas
o Ordem, padrão e harmonia  Fiação e Tecelagem
o Senso de novidade e ineditismo  Arquitetura em madeiras, tijolos e pedras
o Expressão da realidade interior do  Estruturas megalíticas
criador  Construção com grandes pedras (dólmens e
o Comunicar algo menires)
o Valor e importância
 Religiosidade e cultos fúnebres
o Imaginação e fantasia
 A arqueologia revela:
o Indução ou comunicação de
o Parâmetros geométricos
experiência
o Evolução
o Reconhecer o sentido
 Naturalismo e Realismo =
o Resposta a um problema
Abstração
 Construção de conceito
o PLATÃO: capacidade de fazer algo
(inteligência)/capacidade criadora
humana
o ARISTÓTELES: Produzir coisas de
forma racional
AULA 4 – ARTE NA IDADE DOS METAIS

 Fim da Idade da Pedra (± 5.000 a.C. – 4.000


a.C.)
 Início da fabricação de armas e ferramentas em
AULA 2 – ARTE NO PALEOLÍTICO metal
 Cobre, estanho, bronze = técnicas de fundição
 Origem das Civilização de Regadio no Oriente
 Talhados em pedra
Próximo (Médio)
 Decoração de objetos (adornos)
 Idade do Cobre
 Estatuária (feminino e animais)
o Objeto mais antigo – Pingente Oval
 Relevo e pinturas parietais (Irã)
 Achados arqueológicos: artefatos talhados em o A partir de 6.500 a.C.
pedra  Peças ornamentais – alfinetes
o Simetria e estética o A partir de 4.100 a.C.
o Primeiras descobertas no século XX  Fornos de fundição e moldes
o Ceticismo em relação à produção o Difusão pelo Oriente Médio
artística primitiva  Idade do Bronze
 Contexto o Ligas de cobre e estanho
o Paleolítico Superior (± 40.000 a.C. até o Egípcios iniciaram a fusão
8.000 a.C.)  Idade do Ferro

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INTRODUÇÃO E ARTE
NA PRÉ-HISTÓRIA
o Última etapa
o Europa – Ásia – África

AULA 5 – ARTE PRÉ HISTÓRICA NO BRASIL

 Pinturas rupestres
 Serra da Capivara (Piauí)
 Pedra Pintada (Roraima
 Lagoa Santa (Minas Gerais)
 Materiais: ossos, chifres, argila, pedra
 Produção de objetos utilitários, adornos e
cerimoniais
 Estética:
o Variação geométrica
o Tratamentos de superfícies
o Retoques
 Parque Nacional da Serra da Capivara (PI)
o Principal sítio arqueológico
o Patrimônio da humanidade (UNESCO)
o Pinturas rupestres e fósseis
o Niede Guidon – arqueóloga
 Pedra Pintada (RO)
o Reserva indígena de São Marcos
o Sítio arqueológico
o Pinturas rupestres, cerâmicas, contas
de colar, machadinhas
 Lagoa Santa (MG)
o Ossadas humanas – Homem de Lagoa
Santa
o Teorias sobre a ocupação humana na
América
o Fóssil mais antigo - LUZIA

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ARTE NO EGITO ANTIGO

AULA 1 – DEFINIÇÃO GERAL E CARACTERÍSTICAS  Homenagem aos Deuses


 Templos monumentais
Arte desenvolvida e aplicada pela civilização do Antigo
Egito por 3 milênios

Localização: Norte da África, Vale do Rio Nilo

Características: Religiosidade e política

Motivações e objetivos

 Retratar fatos políticos e religiosos


 Enaltecer a figura do Faraó (TEOCRACIA)
 Culto aos mortos
 Túmulos – Marcos mais representativos da arte

Vale do Rio Nilo

 Fundamental para a civilização e cultura


 Fixação humana ao longo do vale AULA 2 – ELEMENTOS DE ANÁLISE
 Politeísmo
 Homenagem ao Deus Rá Estilos e normas

 Simbologia e hierarquia
 Harmonia e equilíbrio

Uso das cores

KEM HEDJE DECHER KETJ KHESEBEDJ UADJ

Lei da Frontalidade

 Pormenorizada e realista
 Três pontos de vistas – Frente, perfil, de cima
 Arte robusta, sólida, solene – representa a
ETERNIDADE

Escultura

 Obedece à Lei da Frontalidade


 Contraste: Colossos X Particulares
 Bidimensional
 Uso da pedra LAPIS LAZULI

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ARTE NO EGITO ANTIGO

Pirâmides

 Djoser

Escrita Hieróglifa

 Decifrado por F. Champollion entre 1822 e 1824,


através da Pedra de Rosetta

 Gizé

 Esfinge

 Escrita sagrada em templos e túmulos

AULA 3 – ARTE FÚNEBRE

Surge com os primeiros faraós, por volta de 3.100 a.C.,


inicialmente como reproduções das casas terrenas

Mastabas
 Vale dos Reis
 Casas eternas
 Antecederam as pirâmides

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ARTE NO EGITO ANTIGO

AULA 4 – TEMPLOS

Luxor

 Ampla documentação (faraônica, greco romana,


copta, islâmica)
 Dedicado à AMON/MUT/KHONSU
 Descoberto em 1881

Rainha Hatshepsut

 Complexo do Templo de Karnak


 Descoberta no século XIX

Abu Simbel

 Construído em 1284 a.C.


 Ramsés II
 Descoberto em 1813
Karnak  Dedicado à Ramsés II e aos deuses Rá, Ptah,
Amon
 Ipet Sut – “o melhor de todos os lugares”
 Descoberto no século XVIII
 Grande templo dedicado à AMON RÁ
 Necrópole de Tebas
 Patrimônio da humanidade (UNESCO)

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ARTE CRETO-MINÓICA

AULA 1 – INTRODUÇÃO  Rituais, flores, animais


 Realidade ou imaginação
Também chamada de Creto Micênica  Policromia, cores vivas
 Lei da frontalidade
 Sofisticação
 Avançada organização política Escultura
 1600 a.C. – 1050 a.C.
 Ilha de Creta  Pequena
 Deus – POSEIDON  Materiais – bronze, cerâmica e pedra
 Primeiras lendas e mitos  Ourivesaria
 Monarquia teocrática
 Talassocracia (Micênicos) Arquitetura
 Uso do ferro e do bronze
 Construções funerárias e militares  Pavimentação
o Tumba de Atreu  Coluna curta com poste liso
 Barro líquido, pedra, madeira

o Porta dos Leões

 Iconografia marcada por horizontalidade, cores


fortes
 Invasão dórica e a 1ª. Diáspora (Séc. XII a.C.)
podem ser as causas do desaparecimento da
civilização
 Pode-se associar à Lenda do Minotauro

AULA 2 – CARACTERÍSTICAS

Pintura

 Murais, afrescos, cenas do cotidiano

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ARTE NA GRÉCIA ANTIGA

AULA 1 – PANORAMA GERAL Séc. VI a.C. – IV a.C.

Mundo Grego – unidade linguística e cultural na Bacia do Auge da escultura naturalista


Mediterrâneo, caracterizado pela autonomia política das
cidades estado (pólis)  Fídias

Povoamento

 Século XX a.C. – ocupação da Península


Balcânica pelos povos arianos (indo europeus) –
Aqueus, Jônios e Eólios
 Século XII a.C. – invasão dórica e 1ª. Diáspora
pelo Mediterrâneo (em direção à Ásia Menor)
 Século VIII a.C. – crescimento demográfico das
pólis e 2ª. Diáspora (Itália – Magna Grécia)

Momentos da Arte Grega

 ARCAICO (Séc. VIII a.C.-VI a.C.)


 CLÁSSICO (Séc. VI a.C.-IV a.C.)
 HELENÍSTICO (Séc. IV a.C.-II a.C.)

 Policleto

AULA 2 – ELEMENTOS DE ANÁLISE

Racionalismo

 Busca de conhecimento sobre o ser humano,


mundo e natureza
 Modelo educativo – PAIDEIA
o Educação integral
o Domínio próprio
o Cidadania
o Vida plena
 Arte se reflete de forma multifacetada (Estilo,
significado e função)
 Conceito de KALOKAGATHIA
o Beleza
o Virtudes morais
o Virtudes cívicas
 Arte além do caráter decorativo
o Construção e transformação social
o Consagração de ideologias
 Arte = Techné (TÉCNICA + HABILIDADE +
TECNOLOGIA)  Valorização da simetria
o Criação urbana
o Exaltação humana Arquitetura
o Funcionalidade
o Fundo moral, político e religioso  Estrutura dos templos
o Encomendado pelo Estado  Jônica
o Superioridade grega
o Heroísmo e mitologia
o Realidade concreta
o Representação naturalista (movimento,
harmonia e mimesis)

AULA 3 – PERÍODO CLÁSSICO

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ARTE NA GRÉCIA ANTIGA

 Vênus de Milo
 Dórica

AULA 4 – PERÍODO HELENÍSTICO

Séc. IV a.C. – I a.C.

 Invasão e expansão macedônica


 HELÊNICO ≠ HELENÍSTICO  Vitória de Samotrácia
 Helênico – autodenominação dos gregos
 Helenístico – conceito moderno para definir a
fusão da cultura grega com a cultura oriental

Novos parâmetros

 Figura humana
 Movimento
 Teatralidade
 Consolidou os ideais de beleza até o
Modernismo – Beleza clássica/helenística

Principais obras

 Laocoonte e seus filhos

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ARTE NA GRÉCIA ANTIGA

 Batalha de Issus (Mosaico de Alexandre)

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ARTE NA ROMA ANTIGA

AULA 1 – INTRODUÇÃO

Compreensão do Mundo Romano através da arte.

 Origens: Itálicos, Gregos e Etruscos.


 Invenções: Arcos Redondos/Cúpulas.
 Desenvolvimento da perspectiva.
 Temas:
o Civismo
o Cotidiano
o Historicismo
o Ecletismo
o Estética
 Durante o Império – Séc. I a.C.-V d.C.

Roma é o centro irradiador e o modelo a ser seguido. (Principais estradas romanas)


A arte romana preservou o legado grego.

 Monumentalismo e Pragmatismo
 Fundamentos para a Arte Paleo Cristã, Bizantina
e Medieval

AULA 2 – ARQUITETURA

 Útil imediato.
 Realismo.
 Grandeza e força.
 Energia e sentimento.
 Predomínio do caráter sobre a beleza.
 Modelos:
o Urbanismo;

o Anfiteatros;

o Vias de comunicação;

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ARTE NA ROMA ANTIGA

o Termas e instalações sanitárias; o Basílicas (comércio e civismo)

o Aquedutos

o Circo

o Monumentos decorativos
(Ruínas das Termas de Caracala)

o Templos

(Panteão Romano)

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ARTE NA ROMA ANTIGA

o Moradia AULA 4 – ESCULTURA

 Realismo/Praticidade
 Representação fiel da realidade
 Sem um ideal de beleza humana
 Retratavam imperadores e homens da sociedade
 Mais realista do que idealista
 Maior êxito em retratar o ser humano

(Domus – moradia patrícia)

AULA 3 – PINTURA

 Pompeia e Herculano
 Marco histórico: erupção do Vesúvio em 79 d.C.

(Augusto de Prima Porta – Vaticano)

 Paisagem realista
 Natureza morta
 Paredes recoberta por gesso
 Painéis e murais – paisagens naturais – fundo
vermelho/cenário teatral/cópia da arte grega

 Representações da realidade

(Busto de Tibério (14-37 d.C.))

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ARTE BIZANTINA

AULA 1 – A ARTE PALEOCRISTÃ Arquitetura

 Cultura pagã  Catacumbas – crença cristã na INUMAÇÃO –


 Cultura cristã “Do pó ao pó”.
 Durante o Império Romano  Sacralidade
 Antecede a Arte Bizantina  Cemitérios subterrâneos – catacumbas – galerias
 Múltiplas heranças do Ocidente e Oriente subterrâneas – corredores
 A partir do Édito de Milão (313 d.C.) formam-se  Basílicas – herança do paganismo romano a
dois eixos: partir dos Éditos de Niceia (380) e Tessalônica
o Bizantinos – Oriente (394)
o Bárbaros – Ocidente
Pintura
O Cristianismo marca uma nova era na Filosofia e na
Cultura.  Iconografia cristã
 Representação do caráter de Cristo
1ª. Fase – até o século IV d.C. – CATACUMBÁRIA –  Passagens Bíblicas
Roma – Santa Domitila e Santa Priscila  Estrutura rudimentar

(Catacumbas de Santa Domitila)

Mosaicos
Maior elaboração. Representações pictóricas de Jesus
Cristo

(Catacumbas de Santa Priscila)

2ª. Fase – BASILICAL – templos e igrejas (Sec. IV–V)

(Basílica de Santa Sabina – Roma)

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ARTE BIZANTINA

Mosaico

 Expressão máxima
 Instrução religiosa para fiéis
AULA 2 – PINTURA E ESCULTURA

Século IV – invasões bárbaras na porção ocidental do


Império Romano.

No ano 330 Constantinopla (Bizâncio) se torna a capital do


Império Romano Oriental.

A Arte Bizantina é resultado da fusão de elementos


culturais e artísticos romanos, paleocristãos, gregos e do
oriente.

 Dirigida pela religião e executada pelos artistas


 Exemplo: a representação do imperador
(cesaropapismo – teocracia), sempre com a
aureóla, ladeado por sua esposa, além da figura
da Virgem Maria e do Menino Jesus (Imperador Justiniano e seus Bispos – Séc. VI)

AULA 3 – ARQUITETURA

 Grandiosidade
 Bases: Circular, Octogonal e Quadrada
 Igrejas e Catedrais

Pintura Três Períodos

 Simetria e frontalidade  527-565: Justiniano


 Esquematismo e linearidade  842: Era Bizantina
 Hieratismo – sagrado, religioso e solene  1204: Era dos Cruzados

Escultura Maior expressão – Catedral de Santa Sofia (Hagia


Sophia) – construída entre 532 e 537, para ser a catedral
 Remete ao paganismo do Império Bizantino, pelo Imperador Justiniano.
 Estatuaria e baixo relevo
 Representação sacra  532 a 1204 – Catedral Bizantina
 1204 a 1261 – Catedral Católica Romana, por
ocasião das Cruzadas (conquistas)
 1261 a 1453 – Catedral Bizantina Ortodoxa
 1453 a 1931 – Mesquita
 1931 – Secularização
 Desde 1935 é um museu

(Juliano, o conquistador – Séc. VI)

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ARTE BIZANTINA

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ARTE ROMÂNICA

AULA 1 – ORIGEM E ELEMENTOS

 Origem – Séc. V a.C.


 Antecedente: Arte Paleocristã
 Cristianismo: valorização do espírito presente em AULA 2 – ARQUITETURA
todos os aspectos da vida medieval
 Cosmovisão teocêntrica  Institucionalização da Fé Católica
 A Igreja é a representação de Deus na Terra,  Sécs. XI e XII – construção de igrejas e catedrais
poder ilimitado  Elementos da arquitetura romana: colunas e
 Termo ROMÂNICO indica a arte surgida na Alta arcos redondos
Idade Média (Séc. V-X), foi utilizado pela primeira  Modelos romanos: tetos de madeira e perigos
vez em 1824 por De Caumont constantes de incêndios
 Modelo medieval
o Abóbadas de pedra
o Espaços livres
o Características gerais
o Abóbadas
o Pilares maciços
o Paredes espessas
o Aberturas raras e estreitas
o Arcos de 180 graus
o Planta em cruz
 FORTALEZAS DE DEUS

(Arcisse De Caumont)

 Dois conceitos
 Formação dos idiomas de origem “romança”
(Castelhano, Francês e Italiano) com base no
Latim vulgar e dialetos bárbaros
 Artes figurativas em conjunto com a tradição
artística romana

Elementos de análise

 Romanos
 Germânicos
 Bizantinos
 Islâmicos AULA 3 – PINTURAS E ILUMINURAS

Pinturas e Mosaicos

 Decoração das igrejas


 Iconografia e estatuaria tinham funções didáticas
 Associados à arquitetura
 Deformação e colorismo

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ARTE ROMÂNICA

Iluminuras

Escritos sagrados decorados com desenhos, sacralização


do conteúdo. Até o surgimento da imprensa (Sécs. XV e
XVI) era a única forma existente de livros.

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O GÓTICO

AULA 1 – ORIGEM E CARACTERÍSTICAS

 Última fase da Idade Média


 Baixa Idade Média

 Transição Feudo Capitalista AULA 2 – ARQUITETURA


 Superação da sociedade feudal
 Novos centros de poder  Representa o interesse prioritário da Idade Média
– FÉ CRISTÃ
 Advento do comércio e da burguesia
 Pós Cruzadas
 Vida social se desloca do campo para cidade
o Geometria
 Origem: FRANÇA – Dinastia Capetíngea (Séc. X-
o Abóbadas
XVI) – Abade Suger
o Arco ogival
o Guindastes
o Tecnologia

(Abade Suger – Catedral de Saint Denis)

 Demolição das pesadas paredes


 Janelas maiores
 Luminosidade
 Catedral de Saint Denis (1135-44)

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O GÓTICO

(Gárgula – Catedral de Notre Dame – Paris)

AULA 3 – PINTURA E ESCULTURA

 Pouca decoração pictórica nas catedrais


 Exceção: ITÁLIA AULA 4 – ILUMIURAS
 Murais com temas religiosos
 Ilustrações sobre pergaminhos manuscritos
 Castelos, residências senhoriais, edifícios
públicos  Difusão de livros ilustrados
o Mosteiros
 Adornos e pinturas profanas
o Encomendas
 Preferências pelas pinturas
 Particulares
 Pinturas sobre madeira (Retábulos e altar  Aristocratas
portátil) – POLÍPTICO  Burgueses
 Ilustrações de livros litúrgicos
o Antigo e Novo Testamentos
 Copistas deixavam espaços para ilustrações
o Funções: decorativa e pedagógica
o Apresentam tridimensionalidade
 Influência na transição para a Renascença

(Robert Campin)

Escultura

 Alinhadas com a Arquitetura


 Alongamento para o alto
 Verticalidade
 Exterior das catedrais
 Gárgulas
o Desaguadouros
o Imaginário popular
o Espantar maus espíritos
o Presença vigilante do diabo

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RENASCIMENTO ITALIANO

AULA 1 – CONTEXTUALIZAÇÃO E FATORES

 Transição Feudo Capitalista


o Séc. XIV – Trecento
o Séc. XV – Quatrocento
o Séc. XVI – Cincoecento
 Fenômeno urbano
 Ascensão econômica da burguesia
 Homens cultos, ricos e urbanos – MECENAS –
Patrocínio de artistas – A arte se torna
mercadoria

Fatores

 Decadência de Bizâncio
 Enriquecimento das cidades portuárias e
entrepostos comerciais terrestres na Península
Itálica – Gênova, Florença e Veneza
 Herança cultural romana
 Retomada da cultura clássica Lamentação ante o Cristo morto
 Humanismo e Antropocentrismo
 Individualismo e Hedonismo

AULA 4 – OBRAS

AULA 2 – ELEMENTOS DE ANÁLISE Destaques

 Valorização da racionalidade  Botticelli


 Observação da natureza
 Centralidade da figura humana
 Importância da geometria
 Técnica em perspectiva

AULA 3 – PINTURA E DESENHOS

 Perspectiva
o Distâncias
o Proporções
o Matemática
o Geometria O nascimento de Vênus
 Claro e Escuro
o Iluminação
o Sombras
o Volume
o Contraste
 Realismo
o Ser humano é a máxima criação de
Deus
o Compreensão científica do mundo
 Uso da tinta à óleo
 Manifestações independentes do conjunto
arquitetônico
 Estilo pessoal do artista
o Individualismo e Egocentrismo
 Transição para o Renascimento – GIOTTO

Alegoria da Primavera

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RENASCIMENTO ITALIANO

 Leonardo da Vinci  Rafael Sanzio

Escola de Atenas

AULA 5 – ESCULTURA E ARQUITETURA

Escultura

Monalisa  Naturalismo acentuado


 Verossimilhança
 Valorização do corpo humano
 Conhecimento, técnica, ostentação
 Monumentalidade
 Geometria simples e formas globais

A última ceia

 Michelangelo

Afrescos da Capela Sistina

Davi de Michelangelo

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RENASCIMENTO ITALIANO

Arquitetura o Planejamento urbanístico

 Ordens arquitetônicas (sociedades e confrarias)


 Arcos de volta perfeita
 Simplicidade da construção
 Desprendida da pintura e escultura
 Construções
o Palácios e igrejas

o Vilas rurais

o Fortalezas

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RENASCIMENTO FORA DA ITÁLIA

AULA 1 – PINTURA  Hans Holbein

 Cada país teve sua expressão própria


 Arquitetura: pode-se associar um pós
Renascimento – estética clássica
 Pintura:
o Detalhismo
o Realismo
o Natureza
o Destaques
 Jean Van Eyck

 Albrecht Dürer

 Hieronymus Bosh

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BARROCO EUROPEU

AULA 1 – PERIODIZAÇÃO  Elementos comuns


o Sensibilidade
o Domínio da luz
o Impacto emocional
 Equilíbrio
o Sentimento e razão
o Arte e Ciência
 Antagonismos
o Bem e mal
o Céu e inferno
o Pureza e pecado
o Alegria e tristeza
o Paganismo e Cristianismo
o Espírito e matéria

 Europa e América Latina


 Origem – Roma – Difusão pelos países de
influência católica
 Técnica e porte da Renascença, associado à AULA 2 - ANTECEDENTES
suntuosidade e ornamentação do Maneirismo
 Destaques no Séc. XVII  Maneirismo e Contra Reforma
 Rembrant  Movimento artístico afastado da Antiguidade
Clássica
 Estilização exagerada
 Detalhismo
 Transição do Renascimento para o Barroco
 Renascimento Clássico em decadência –
renovação/desenvolvimento das técnicas do
Renascimento
 Inspiração – Espírito religioso reinante
 Contexto – desdobramentos da Reforma e da
Contra Reforma (Sécs. XVI e XVII)
 Protesto contra o Classicismo – não
convencional

 Velásquez AULA 3 – PINTURA

 Fiorentino

 Estilos – Realismo (ITA) e Exagero (FRA)

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BARROCO EUROPEU

 Pontormo

AULA 3 – ARQUITETURA

 Palladio

 Ammanati

 Tintoretto

 Vasari

 El Greco

AULA 3 – ESCULTURA

 Fusão com outras arte – arquitetura


 Conjunto arquitetônico + estátuas
 Sem esquemas geométricos
 Movimento das figuras
 Características

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BARROCO EUROPEU

o Linhas curvas
o Vestes drapeadas
o Emoções (rosto das estátuas)
o Dramaticidade
 Principal representante
o Gianlorenzo Bernini (1598-1610)

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ARTE PRÉ CABRALINA

AULA 1 – ARTE PRÉ-CABRALINA  Pintura corporal e arte plumária


 Vermelho – domínio masculino
 União com a natureza – somos parte da terra e  Amarelo – domínio feminino
ela é parte de nós  Verde – mata, proteção, morada dos mortos e
 Criação – SOL é o coração do Criador dos espíritos
 Arquitetura – Ocas, malocas e tabas

Oca

 Cerâmicas – Marajoara e Santarem

Oca por dentro

Maloca

Taba – conjunto de ocas ou malocas

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BARROCO NO BRASIL

AULA 1 – CARACTERÍSTICAS E CONTEXTO o Divisa do RS com o Paraguai/Argentina


(antiga fronteira antes da Guerra do
 Dominante no Período Colonial Paraguai)
 Início do século XVII – missionários católicos o Tombado pelo IPHAN
 Associação Estado/Igreja – Arte Sacra  São Nicolau
 Dinamismo, narrativas, ornamentos,  São Miguel Arcanjo
dramaticidade, plasticidade  São Luiz Gonzaga
 Essência funcional – doutrinação  São Lourenço Mártir
 Artesãos livres /escravos africanos  São João Batista
 Versão brasileira  Santo Angelo
o Surgiu 100 anos após o inicio da o Artes
colonização  Música
o Em todas as esferas sociais  Teatro
o Identidade colonial  Escultura
 Pintura/Arquitetura
 Papel da Igreja Católica (Jesuítas)
o Barroco = Religioso
o Função educativa e doutrinária

AULA 3 – OBRAS

AULA 2 – MISSÕES JESUÍTICAS  Salvador (BA)


o Igreja de São Francisco de Assis
 Aldeamentos ou reduções
 Contexto da Contra Reforma
 Missão evangelizadora
 Autosuficientes
 Educação e cultura
 Catequização e alfabetização
 Música e teatro
 Os Sete Povos

o Convento de São Francisco de Assis

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1
BARROCO NO BRASIL

o Igreja da Ordem Terceira de São o Convento Franciscano de Santo


Francisco de Assis Antônio

 Rio de Janeiro
o Nossa Senhora da Glória do Outeiro

 Pernambuco e Paraíba
o São Pedro dos Clérigos – Recife (PE)

o Ordem Terceira de São Francisco da


Penitência

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BARROCO NO BRASIL

 São Paulo
o Ordem Terceira de São Francisco da
Penitência

o Igreja e Convento de Nossa Senhora


da Luz

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ARTES PRÉ-COLOMBIANA

AULA 1 – ASTECAS, MAIAS E INCAS

Astecas

 Realismo e evocação
 Escultura
 Cores fortes, cenas do cotidiano – pintura

Incas

 Contexto da espiritualidade/diversas
manifestações
 Destaques na arquitetura – CUZCO e MACHU
 Construção de templos e pirâmides – arquitetura PICHU

Maias

 Sofisticação e religiosidade – pintura

 Monumentalidade e suntuosidade – arquitetura

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BARROCO EM MINAS GERAIS

AULA 1 – CONTEXTO E ELEMENTOS DE ANÁLISE  Diversidade e ecletismo


 Menos policromia
 Séculos XVIII e XIX  Destaque: Antonio Francisco Lisboa (Aleijadinho)
 Arquitetura, pintura, escultura – Ouro Preto, Sabará, São João Del Rei,
 Inserido no Rococó (1760) Congonhas do Campo
 Origens no súbito enriquecimento da região
 Conservado após da decadência da mineração
 Preservou os elementos essenciais Pintura
 Principais cidades: Vila Rica de Ouro Preto,
Diamantina, Serro, Mariana, Tiradentes, Sabará,  Decoração interna de igrejas
São João Del Rei, Congonhas do Campo  Mestre Ataíde – trabalho de perspectiva no teto
 Contexto: das igrejas
o Apogeu da mineração
o Rápido crescimento urbano
o Uso da Religião e Arte
 Instrumentos de controle
 Conter o relaxamento dos
costumes
 Fortalecimento das Irmandades
 Decadência aurífera
o Última construção – Igreja São
Francisco de Paula – Ouro Preto –
1804/1878
 1840 – Início do Neoclássico em MG

AULA 2 – ARQUITETURA

 Igrejas dispostas na cidade de acordo com a


importância e influência da Irmandade
 Taipa de pilão ou de mão

 Uso de pedras de grande porte


 Três tipos de plantas
o Chanfrada nos cantos (Português)
o Circular (Italiano)
o Curvilínea (Rococó)
 Peculiaridade – uso da pedra sabão
 Plantas das igrejas seguem o padrão:
o Nave – capela mor – sacristia – torres
campanário (sinos)

AULA 3 – ESCULTURA E PINTURA

Escultura

 Estatuária sacra

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NEOCLASSICISMO

AULA 1 – CONTEXTO E CARACTERÍSTICAS

 Final do século XVIII/início do século XIX


 Crise do Antigo Regime
 Revolução Industrial AULA 2 – ARQUITETURA
 Revolução Francesa e Era Napoleônica
 Congresso de Viena e a Restaração Absolutista  Base – arqueologia em Pompeia
 Reação ao Rococó
 Razão e lógica
 Neoclássico = ARTE NOBRE
 Jacques Louis David – inciador, retomada dos
valores clássicos

 Estética racionalista
o Pórticos com colunas colossais
o Frontispícios triangulares
o Pilastras sem capiteis
o Materiais tradicionais
o Funcionalidade
o Sistema de construção simples
 Impacto no planejamento urbanístico
o Abertura de largas avenidas
 Destaques
 Paris – PANTEÃO NACIONAL

Autorretrato

 Berlim – PORTÃO DE BRANDEMBURGO

A morte de Sócrates

 1783 – arqueologia em alta na Europa com a


exploração de Pompeia
 Características
o Imitação do modelo latino
o Academicismo
o Imitação da natureza/Aristotelismo
o Sobriedade/linearidade/antidecorativo/h
istórico/nobreza/serenidade

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1
NEOCLASSICISMO

Pintura

 Formalismo e racionalismo
 Contornos exatos
AULA 3 – ESCULTURA E PINTURA  Harmonia e equilíbrio no colorido
 Destaque – Jacques Louis David
Escultura

 Rigor e passividade
 Frieza acadêmica
 Naturalismo equilibrado
 Era Napolônica
o Estátuas equestres
o Bustos
 Destaque – Antonio Canova

O Rapto das Sabinas

Antonio Canova – retrato - 1812

Teseu vencendo o Minotauro

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ARTE BRASILEIRA NO SÉC XIX

AULA 1 – ANTECEDENTES AULA 2 – INÍCIO DO SÉCULO XIX

 Séc. XVII – registros de viajantes Contexto


 Séc. XVIII – Barroco Mineiro
 Brasil Holandês (séc. XVII)  Na Europa – ACADEMIA de BELAS ARTES de
o Documentar o Novo Mundo VIENA
o Retratos da fauna, flora e tipos o Era Napoleônica (1799-1815)
humanos o Congresso de Viena (1815)
o Mostrar para a Europa o exotismo dos o Restauração Absolutista (1815-1830)
trópicos  No Brasil
o Ruptura com o mito edêmico o Período Joanino (1808-1820)
o Riqueza de detalhes o Regência de Dom Pedro (1820-1822)
o Qualidade documental o I Reinado (1822-1831)
 Destaques:  Destaques:
 Albert Van Der Eckhout (1610-1666)  Thomas Ender (1793-1875)
o Pintor, aquarelista e paisagista
o 700 obras em 10 meses
o Pintor oficial da corte austríaca

 Johann Moritz Rugendas (1802-1858)


o Academia de Belas Artes de Munique
o Pintor, desenhista
o Brasil – 1821 – desenhista
o Retratos de viagem

 Frans Post (1612-1680)

AULA 3 – MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA

 Grupo de artistas e artífices franceses que


atuaram no Brasil entre 1816 e 1817
 Revolução nas Belas Artes
 Introdução ao Academicismo (Neoclassicismo)

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ARTE BRASILEIRA NO SÉC XIX

 Resistência à tradição barroca


 Apoio de Dom João VI
 Antecedentes:
o Expansão Napoleônica
o Família Real no Brasil
o Derrota de Napoleão Bonaparte e o
Congresso de Viena
 12/08/1816 – fundação da Escola Real de
Ciências, Arte e Ofícios
 Destaques:
o Nicolas Taunay

o Almeida Júnior

o Jean B. Debret

o Joachim Lebreton

o Vitor Meirelles
AULA 4 – ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES

 AIBA – 1826-1889
 Molde de ensino europeu
 Formação artística e humana
 Neoclássico e Romântico
 Paisagens, pinturas históricas
 Construção da iconografia do Império
o Retratos de D. Pedro II
o Registros de comemorações oficiais
o Memória nacional
o Elemento indígena
 Exposição geral – 1840
 Destaques:
o Pedro Américo

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ARTE BRASILEIRA NO SÉC XIX

AULA 5 – ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES -


ARTISTAS  Victor Meirelles – principais obras

 Pedro Américo – principais obras

 Almeida Júnior – principais obras

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ARTE BRASILEIRA NO SÉC XIX

 Eliseu Visconti
AULA 6 – PÓS ACADEMICISMO

Elementos de análise

 Arte Moderna
 Regionalismos

Artes Plásticas

 Benedito Calixto

Arquitetura

 Mercado Ver o Peso

 Teatro Amazonas

 Belmiro de Almeida

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ARTE BRASILEIRA NO SÉC XIX

 Teatro José de Alencar

Fotografia

 Hercules Florence

 Marc Ferrez

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ROMANTISMO

AULA 1 – CONTEXTO HISTÓRICO o Igreja de Santa Clotilde (Paris – 1857)

 Transição do século XVIII para o século XIX


o Da Modernidade para a
Contemporaneidade
 A Era das Revoluções
 A Era Napoleônica (1799-1815)
o Difusão do Liberalismo na Europa
 Congresso de Viena (1815)
o Restauração
o Legitimidade
o Equilíbrio
 Restauração Absolutista (1815-1830)
 Reações burguesas em 1830 e 1848 –
Revoluções Liberais e a Primavera dos Povos
o Liberalismo
o Nacionalismo
o Socialismo

O TERMO ROMÂNTICO

 Surge na Inglaterra
 Temas – Novelas de cavalaria e pastoris
o Fugere Urbem
o Pitoresco – emoção causada pela
paisagem
o Expressão política e filosófica do século o Castelo de Neuschwanstein (Baviera –
das Luzes Alemanha – 1886)
o Liberdade de expressão
 Direitos individuais
o Sentimento
o Natureza
o Maior ênfase na Alemanha

AULA 2 – ELEMENTOS DE ANÁLISE

REAÇÃO AO NEOCLÁSSICO

 Libertação das convenções acadêmicas  Defesa de ideais nacionalistas


 Valorização da livre expressão e personalidade do  Panteísmo
artista  Individualismo
 Subjetivismo
CARACTERÍSTICAS  Artes orientais
o Bizantinos
 Cultiva: o Chineses
o Emoção o Árabes
o Fantasia  Revivalismo, ecletismo, historicismo
o Sonho
o Originalidade
o Exotismo
 Exalta a natureza
 Gosto pela Idade Média (Gótico)
o Parlamento de Londres (1860)
AULA 3 – PINTURA

Influência da pintura pré-romântica

 Grupo OS NAZARENOS
 Pintores alemães
 Inspiração pré Rafaelita
 Transição do Realismo para o Simbolismo

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ROMANTISMO

Características

 Ruptura com o Neoclássico  William Turner


 Ruptura com a encomenda
 Individualismo e diversidade
 Integração e contemplação do
observador/paisagem
 Significação do observador
 Interpretação do mundo pelo artista

Temas – três grupos

 História, mitologia, literatura, autorretrato e


retratos
 Alma romântica, emoção, paixão, idealismo
 Natureza e suas manifestações

Estilos
 Cores/luzes
 Claro/escuro
 John Constable
 Óleo/aquarela
 Dramaticidade

Destaques
 Caspar D. Friedrich

 Eugene Delacroix

 Goya e Lucientes

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IMPRESSIONISMO E PONTILHISMO

AULA 1 – INTRODUÇÃO Pierre A. Renoir (1841-1919)

Impressionismo  Maior popularidade em vida


 Otimismo e alegria
 Revolução na pintura  Cotidiano parisiense
 Início das grandes tendências do séc. XX  1869 – Adesão ao impressionismo
 Observação direta/efeito da luz solar
 Alterações nas cores da natureza
 Prática se sobrepõe à teoria
 Abstração sem contorno nítido
 Sombras luminosas e coloridas
 Contrastes luz e sombra
 Mistura óptica de cores
 1874 – 1ª. Exposição impressionista

Pontilhismo

 1886 – Última exposição coletiva do


Impressionismo
 Sistema de pontos uniformes
 Percepção de uma cena
 Pontilhismo ou Divisionismo
 Observador percebe um todo plenamente
organizado

AULA 2 – OBRAS IMPRESSIONISTAS

Claude Monet (1810-1926)

 Cores inconstantes da natureza


 Luz solar refletida nos seres humanos e natureza
 Pintura ao ar livre
 Obras na Catedral de Rouen

Edgar Degas (1834-1917)

 Valorização do desenho além da cor


 Poucas paisagens, mais interiores
 Instantes de vida, rostos
 Influência da fotografia

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IMPRESSIONISMO E PONTILHISMO

AULA 3 – OBRAS PONTILHISTAS

George Seurat (1859-1891)

Paul Signac (1863-1935)

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REALISMO

AULA 1 – CONTEXTO HISTÓRICO  1889 – Torre Eiffel (Gustave Eiffel – Paris)

 Primeira metade do século XIX


o Neclassicismo X Romantismo
 Segunda metade do século XIX
o Surgimento do Realismo
 Passagem para a Segunda Revolução Industrial
o Nacionalismo
o Imperialismo
o Neocolonialismo
o Superação da subjetividade
o Cientificismo
 1850 – Palácio de Cristal (Joseph Paxton –
Londres)

Gustave Eiffel

AULA 2 – ELEMENTOS DE ANÁLISE

Origem

 Francça
 Napoleão III

Joseph Paxton

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REALISMO

 Recriar os seres como eles são


 Segundo Império Francês  Fixação do momento do gesto humano
 Oposição ao Romantismo  Destaque – René François AUGUSTE RODIN
 Ascensão da pequena burguesia (1840-1917)
 Críticas ao capitalismo
 Hipocrisia social

Influência filosófica

 Positivismo (Auguste Comte)

Objetivo da arte

 Solução de problemas sociais


 Engajamento
 Contra a tradição romântica
 Cientificismo

Rupturas

 Com o idealismo clássico


 Com o emocionalismo romântico

Descrições

 Temas e situações cotidianas e contemporâneas Pintura


 Indivíduos e classes sociais de maneira similar
 Heroísmo e sentimentalismo são rejeitados  Características
o Representação documental
o O belo está no real
o Revelação de aspectos mais
característicos da realidade
 Temas
o Politização
o Pintura social
AULA 3 – ARTES PLÁSTICAS

Escultura

 Estudo da anatomia humana


 Arte em bronze

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REALISMO

 Destaques
o Gustave Coubert (1819-77)

Angelus

Ló e suas filhas

o Jean François Millet (1814-75)

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MODERNISMO EUROPEU

AULA 1 – INTRODUÇÃO Die Brücke – A Ponte

Definição geral  Arte contemporânea e arte do futuro


 Busca da realidade
 Conjunto de movimentos culturais, escolas e  Contraste e tensões sociais
estilos  Cores fortes, solidão, temática da Primeira
 Arte e design Guerra Mundial
 Primeira metade do século XX  Destaques – Nus e ambientes naturais
 Convergências, diferenças e antagonismos  Durou até 1933
 Literatura, arquitetura, design, pintura,
esculturas, teatro, música

Propostas

 Ruptura com a forma tradicional


 Novas formas – progresso
 Moderno em contraponto ao ultrapassado
 Busca pelo contemporâneo

Contexto histórico

 Séc. XIX – 1ª. Metade


o Guerras e revoluções
o Romantismo
o Indivíduo e natureza – Expressão
subjetiva
 Séc. XIX – 2ª. Metade
o Real domina o subjetivo
o Alemanha – Realpolitk – Bismarck
o França – Positivismo – Comte
o Inglaterra – Era Vitoriana
o Processo de institucionalização
o Realismo

Antecedentes

 Impressionismo
 Simbolismo
 2ª. Revolução Industrial
 Marco: Torre Eiffel (1887-1889)

Advento do Modernismo

 Rejeita a tradição
 Nova perspectiva
 Ruptura em 1890

AULA 2 – EXPRESSIONISMO

 Vanguarda – Alemanha – início do século XX


 Transversalidade – Arquitetura, artes plásticas,
literatura, música, cinema, teatro, dança,
fotografia
 Coincide com o FAUVISMO
 Reação ao positivismo
 Arte pessoal – intuição, visão interior, expressão
 Deformação da realidade
o Expressar subjetivamente o ser
humano e a natureza
 Reflete a solidão e angústia antes da Primeira
Guerra Mundial

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MODERNISMO EUROPEU

Der Blaue Reiter AULA 3 – FAUVISMO

 Munique – 1911 Les Fauves – AS FERAS


 Conjunto de artistas – ARTE = expressão do
interior do artista 1905 – 1907 – Principal artista – HENRI MATISSE
 Oposição ao Impressionismo e Positivismo
 Captar a essência da realidade – purificar os
sentidos
 Artistas:
o Ernest L. Kirchner

 Arte do equilíbrio, da pureza, da serenidade


 Sem perturbação ou depressão
 Características:
o Cores violentas
o Arbitrariedade
o Influência da Segunda Revolução
Industrial
o Pintar sensações
o Reflete o dinamismo das relações na
Revolução Industrial
o Influências de Van Gogh e Gauguin
o Simplificação das formas
o Utilização maciça de cores puras
o Pouca ou nenhuma gradação de
matizes
o Espontaneidade
o Matizes sem relação com a realidade
o Edvard Munch o Ritmo, impulsividade, experimentação
o Temas cotidianos –
EMOÇÃO/ALEGRIA de VIVER
o Sensações elementares

AULA 4 – CUBISMO

 Século XX
 Pablo Picasso

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MODERNISMO EUROPEU

 George Braque

Abstracionismo Geométrico

 Racionalização e análise intelectual


 Formas e cores organizadas
 Expressão da composição geométrica
 Destaque: Piet Mondrian

 Representar a natureza através de formas


geométricas
 Cones, esferas, cilindros
 Representações em três dimensões
 Superfícies planas
 Predomínio de linhas retas
 Características
 Geometrização
 Renúncia à perspectiva
 Claro/escuro sem função
 Volume colorido sobre o plano
 Sensação de pintura escultórica
 Coloração austera e fechada
AULA 6 – SUPREMATISMO

 Vanguarda russa – formas geométricas básicas


 Primeira escola sistemática de pintura abstrata
no Modernismo
 Arte livre de finalidades práticas
 Ruptura com a ideia de imitação da natureza
AULA 5 – ABSTRACIONISMO
 1ª. Obra: Quadrado em fundo branco (Malevich –
1915)
 Vanguarda – século XX
 Não representa objetos da realidade concreta
 Relações formais entre cores, linhas e superfície
– NÃO REPRESENTAÇÃO
 Recusa o academicismo e a herança clássica

Abstracionismo Lírico

 Expressivo ou informal
 Instintivo, inconsciente, intuitivo
 Arte imaginária – necessidade interior
 Influência – Expressionismo
 Formas orgânicas e cores vibrantes
 Destaque: Wassily Kandinsky

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MODERNISMO EUROPEU

AULA 7 – CONSTRUTIVISMO RUSSO

 Rússia – 1919
 Movimento de vanguarda artística
 Nega a arte pura
 A arte serve à construção do novo mundo
socialista
 Durou até 1934
 Características:
o Formas geométricas
o Cores primárias
o Fotomontagem
o Tipografia  Rejeição ao moralismo e ao passado
 Influências em:  Bases: Velocidade e tecnologia
o Destijl  Exaltação da guerra e da violência
o Bauhaus  Repercussões no Dadaísmo e no Concretismo
o Suprematismo  Desvalorização da tradição e do moralismo
 Destaques  Valorização da tecnologia e da indústria
o Vladimir Tatlin  Propaganda e comunicação
 Onomatopeias
 Cores vivas e contrastes
 Sobreposição de imagens e traços
 Pequenas deformações
 Ideia de movimento e dinamismo

AULA 9 – DADAÍSMO E SURREALISMO

Dadaísmo

 Zurique – SUI – 1916


 Non sense
 Reação à Primeira Guerra Mundial
 Reação aos padrões artísticos
 Parâmetros que influenciam a arte até hoje
 Espontaneidade
 Explicar o ser humano – IMPOSSÍVEL
 Na negação dos valores estéticos –
INCOMPREENSÍVEL

Surrealismo

 Paris – FRA – 1920


 Influência – Freud e a Psicanálise – inconsciente
na atividade criativa
 1924 – Manifesto Surrealista
AULA 8 – FUTURISMO  Combinação – representativo + abstrato + irreal
+ inconsciente
 Movimento artístico literário – 1909: Manifesto  Libertação da razão e da lógica
Futurista – Filipo Marinetti  Rejeição da razão e dos valores burgueses
 Buscar restauras os poderes da imaginação
 Contra o utilitarismo
 Destaques:
o Artes plásticas
 Pablo Picasso

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MODERNISMO EUROPEU

 Salvador Dalí

AULA 10 – SALVADOR DALÍ E JOAN MIRÓ

Salvador Dalí (1904-1989)

 Joan Miró

 Principal representante do surrealismo


 Grande variação política
 Simbolismo
 Pintura técnica
 Ciência
 Ilusão de óptica
 Religião

Joan Miró (1893-1983)

o Cinema
 Luis Buñuel

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MODERNISMO EUROPEU

 Fauvismo, Dadaísmo, Surrealismo Bauhaus


 Fantasioso
 Sem profundidade psicanalítica
 Pinturas murais
 Espontaneidade X Técnicas

AULA 11 – ARQUITETURA

 Arquitetura Moderna é uma designação genérica


de movimentos e escolas arquitetônicas entre as
décadas de 1910 e 1950
o Bauhaus (Alemanha)
o Le Corbusier (França/Suiça)
o Lloyd Wright (EUA)  1919 – Walter Gropius
o Construtivismo (Rússia)
 Características
o Ruptura com o Ecletismo e Ornamento
do século XIX
o Abstração e geometrismo
o Industrialização, economia e design
o Menos é mais (Van der Rohe)
o A forma segue a função (Sullivan)
 Três linhas evolutivas
o O moderno tem a ver com a causa
social
o Novos caminhos para a estética do
futuro
o Surge com o movimento moderno  Escola de arquitetura, escultura, pintura,
 Final do século XIX – Arquitetura do ferro – desenho industrial (desing)
advento da Segunda Revolução Industrial e  A função é fundamental
urbanização acelerada  Linhas simples – “Clean”
o Exemplos:  Linhas retas, geometrização
 Crystal Palace (ING – 1851)  Fechada em 1933 por Adolph Hitler

Le Corbusier (1887-1965)

 Arquitetura funcionalista
 Cinco pontos
 Construção sobre pilotis
 Torre Eiffel (FRA – 1889)  Terraço jardim
 Planta livre de estrutura
 Fachada livre de estrutura
 Janelas em fita
 Criador do Unité d`Habitation

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MODERNISMO EUROPEU

 Considerado o maior e mais importante arquiteto


Franklin Lloyd Wright (1967-1959) da História dos EUA até hoje

AULA 12 – TENDÊNCIAS DA ESCULTURA MODERNA

Auguste Rodin (1840-1917) – Precursor

 Projeto em três níveis – individual, localização


finalidade
 Escola de Chicago (EUA) – Arranha céus

Características

 Herdeira do Impressionismo
 Associada às vanguardas europeias – cubismo,
dadaísmo, primitivismo, abstracionismo
 Construtivismo – novos materiais
 Destaques:
o Constantin Brancusi

 Projetos residenciais – Prairie Houses

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MODERNISMO EUROPEU

o Pablo Picasso

o Henry Moore

o Eric Gill

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MODERNISMO NO BRASIL

AULA 1 – INTRODUÇÃO

 Movimento cultural com repercussões nas artes,


sociedade, literatura
 Início: Primeira metade do século XX,
contemporâneo à Belle Époque, Primeira Guerra
Mundial e Entre Guerras
 No contexto brasileiro coincide com a crise da
República Oligárquica
 Assimila as tendências das vanguardas
europeias como o Cubismo e o Futurismo
 Enfoque em elementos da cultura brasileira
 Marco inicial – Semana de Arte Moderna – 1922
– SP
 Três etapas
 1922-30 – 1ª. Geração – radicalismo, AULA 3 – ARTES PLÁSTICAS
irreverência e escândalo
 1930-45 – 2ª. Geração – mais amena, com Pintura
ênfase na literatura
 1945-75 – 3ª. Geração – Pós  Lasar Segall
Modernismo/oposição à 1ª. Geração

AULA 2 – A SEMANA DE ARTE MODERNA

 11 a 18 de fevereiro de 1922
 Teatro Municipal de São Paulo

 Anita Malfatti

 Apoio do governador de SP (Washington Luis)


 Cada dia da semana dedicado a um aspecto
cultural
 Ruptura com os padrões estéticos e artísticos
 Novas estéticas provenientes das vanguardas
europeias
 Forte crítica por parte da elite cultural e literária
 Críticas ao Parnasianismo
 Movimento Pau Brasil  Di Cavalcanti
 Movimento Verde Amarelo e Grupo Anta
 Movimento Antropofogágico
 Revista Klaxon
 Revista de Antropofagia

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MODERNISMO NO BRASIL

 Tarsila do Amaral

Escultura

 Lasar Segall

 Brecheret

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MODERNISMO NO BRASIL -
PÓS SEMANA DE 1922
AULA 1 – INTRODUÇÃO  Independência em relação à Escola Nacional de
Belas Artes
 Antiacademicismo
 Preocupações com as transformações políticas,
sociais, econômicas, humanas e espirituais
 A irreverência é substituída pela gravidade de
espírito, pela seriedade da alma, pelos
propósitos e meios
 Consciência crítica AULA 3 – GRUPO SANTA HELENA e ARTISTAS
o Da desigualdade social PRIMITIVOS
o Da vida cruel dos retirantes
o Resquícios da escravidão
 Coronelismo Grupo Santa Helena
 Destaque: Cândido Portinari
 Pintores de origem imigrante europeia em SP –
meados de 1930
 Praça da Sé – SP
 Sem compromisso conceitual
 Artesãos e Proletários
 Chamados de “artistas proletários” por Mário de
Andrade
 Preconceito em relação à condição imigrante e
proletária
 1937 – Exposição – “Família Artística Paulista”
 Destaques
o Alfredo Volpi

o Francisco Rebolo

AULA 2 – SPAM e CAM

Sociedade Pró Arte Moderna

 SP – 22/12/1932
 Elitista
 Anita Malfatti, Lasar Segall, Tarsila do Amaral,
Sérgio Milliet, Menotti del Pichia

Clube dos Artistas Modernos

 SP – 24/12/1932
 Anárquico e anti burguês
 Flávio de Carvalho, Arnaldo Barbosa, Vittorio
Gobbis
Em comum

 Associações de artistas ligados ao Modernismo

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MODERNISMO NO BRASIL -
PÓS SEMANA DE 1922
Artistas Primitivos

 Cultura popular
 Destaques
o Heitor dos Prazeres

o Djanira

o Mestre Vitalino

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MODERNISMO NO BRASIL –
ARQUITETURA
AULA 1 – ARQUITETURA MODERNA NO BRASIL

Arquitetura Moderna na Europa

Busca soluções para as mudanças geradas pela


Revolução Industrial

Arquitetura Moderna no Brasil

 Anos 1930
 Neocolonial X Modernismo
 Apoio do Estado Novo
 Solucionar problemas sociais
 Influência europeia
 Gregori Warchavchik – A casa modernista

 Oscar Niemeyer

 Le Corbusier

 Características
o Racionalismo
o Funcionalismo
o Geometrismo
o Sem ornamentação (a obra é uma
ornamentação)
 Destaques
 Lúcio Costa – Ministério da Educação e Saúde
no Rio de Janeiro (RJ)

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SUPORTES DA
ARTE CONTEMPORÂNEA
AULA 1 – POP ART  KITSH

 Décadas de 1950 e 1960


 Inglaterra e EUA
 Adoção do termo: Lawrence Alloway

 Obra inaugural – Richard Hamilton – Colagem –


1956
 Transição da Modernidade para a Pós
Modernidade

Iconografia

 Televisão/fotografia
 Quadrinho/cinema
 Publicidade

Objetivo

 Crítica irônica ao consumo X estímulo ao


consumo
 Vulgaridade X Refinamento
 Aproximação às artes das massas

Características

 Figurativa/Realista
 Ambiente urbano
 Sem planejamento crítico
 Demonstrar a massificação da cultura popular  Caráter inexpressivo, frontal, repetitivo
capitalista  Neodadaísmo
 Busca pela estética das massas – POP x KITSH  Objetos do cotidiano
 POP  Materiais: tina acrílica, poliéster, látex
 Brilho e fosforescência

AULA 2 – OP ART

 Optical Art
 Origem do termo: Revista Time/Donald Judd –
1964

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SUPORTES DA
ARTE CONTEMPORÂNEA
 Excessivamente cerebral e sistemática Estilo Artístico
 Movimento pela pintura
 Elementos gráficos  Uso de conceitos publicitários na arte
 Auge – 1965 – Museu de Arte Moderna de NY –  Tintas acrílicas
The Responsive Eye  Cores fortes e brilhantes
 Enfoques em objetos de consumo e temas
cotidianos
 Reprodução de rostos de personalidades de
época
 Serigrafia

Principais obras

 Chelsea Girls (1966)

Características

 Ilusões ópticas
 Menos expressão/mais visual
 Ideia de movimento na observação da obra de
arte
 Oposição de estruturas idênticas
 Efeito óptico - alteração
 Observador participante
 Cores – ilusões ópticas
 Plastic Inevitable (1966)

AULA 3 – ANDY WARHOL

 Campbell´s Soup Can (1968)

 1928-1987
 Artista plástico, cineasta, literato
 Maior representante da POP ART
 “No futuro todos serão famosos por 15 minutos”
 Revista INTERVIEW
 Serigrafias de celebridades
o Marilyn Monroe

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SUPORTES DA
ARTE CONTEMPORÂNEA
o Che Guevara  Intenso impacto visual
 Desvinculação com o contexto
 Arte comercial e abstração
 Principais obras
o Look Mickey (1961)

o Elvis Presley

o Blam (1962)

o Liz Taylor

o In the car (1963)

AULA 4 – ROY FOX LICHTENSTEIN

AULA 5 – READY MADE

 Criado por Marcel Duchamps

 1923-1997
 Histórias em quadrinhos
 Crítica à cultura de massas
 Uso de tintas à óleo e acrílica
 Técnica pontilhista
 Cores brilhantes, planas, limitadas

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SUPORTES DA
ARTE CONTEMPORÂNEA
 Influência do Dadaísmo
 Designar tipo de objeto  Qualquer objeto pode se tornar obra de arte
 Artigos de uso cotidiano  Crítica radical ao sistema da arte
 Sem critérios estéticos  No Brasil – Hélio Oiticica
 Expostos como obras de arte em espaços
especializados
 1º. Ready Made – 1912 – Roda de Bicicleta

 1917 – A Fonte

AULA 6 – HAPPENING e PERFORMANCE

Happening

 Final dos anos 1950 – Allan Kaprow


 1919 – Mona Lisa e LHOOQ

 Artes visuais + teatro sem texto e representação


 Participação do espectador
 Estrutura flexível/improviso –
acaso/espontaneidade

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SUPORTES DA
ARTE CONTEMPORÂNEA
 Ocorre em tempo real
 Não há enredo/palavra sem sentido literal
 Não há separação entre o público e o espetáculo
 Nova arte concreta
 Na pintura – Jackson Pollock (1912-1956)

 No Brasil: Flávio de Carvalho

Performance

 Combinação de elementos do teatro, artes


visuais e música
 Não há participação do público
 Décadas de 1960/70
 Criação artística – coisas do mundo, natureza,
realidade urbana
 Grupo Fluxus
o Dick Higgins (1938-98)
o Modo de fazer as coisas
o Multiforme expressão
o Origem – ALE (1962)
o No Brasil – Grupo Rex
o Presente na 17ª. Bienal Internacional
de SP (1983)

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ARTE CONTEMPORÂNEA

AULA 1 – CONCEITO E DEFINIÇÃO Body Art

 Origem em 1960  Corpo – meio de expressão ou matéria prima


 Advento da Pop Art e do Minimalismo para realização de trabalhos
 Rompimento com o Modernismo  Associado ao Happening e Performance
 Início do Pós Modernismo  Corpo do artista é o suporte para realizar
 Além da pintura e da escultura intervenções (dor e esforço físico)
 Novas mídias
 Novos atores sociais Minimalismo
 Culturas díspares
 Coloca em questão a definição de arte  Artes visuais (1950-60)
 Questiona o mercado e a validação  Enfatiza formas e elementos geométricos
 Dialoga com o expressionismo abstrato  Sem conteúdos intrínsecos
 Comunicação direta com o público  Conteúdos mínimos
 Despojamento, simplicidade, neutralidade  Estética industrial
 Busca percepção do observador
Instalação

 Ambientes construídos em galerias e museus

AULA 2 – ARTE CONCEITUAL


AULA 4 – STREET ART (ARTE URBANA)
 1960-70 – Europa e EUA
 Conceito ou atitude mental
 Também chamada de URBANOGRAFIA
 Grupo Fluxus
 Manifestações artísticas desenvolvidas no
 Conceito – matéria da arte – ideias são mais
espaço público
importantes
 É necessário distinguir Publicidade/Vandalismo
 Não há consenso
(pichações)
 Joseph Kosuth – Uma e três cadeiras
 Teve origem no Movimento Underground

 Tentativa de rever a noção de obra de arte na


cultura ocidental
 Arte = ideia e pensamento
 Críticas ao formalismo, instituições, sistema de
seleção de obras e mercado das artes
 Rompimento com o Modernismo
 Antecedentes
 Marcel Duchamps
 Robert Rauschenberg
 Desmaterialização
 No Brasil – Cildo Meireles

AULA 3 – BODY ART, MINIMALISMO E INSTALAÇÃO

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ARTE BRASILEIRA PÓS 1950

AULA 1 – DE 1945 ATÉ 1970


Era um, era dois, era cem
Democracia populista (1946-64) Era um dia, era claro
Quase meio
 Pós Ditadura do Estado Novo Encerrar meu cantar
 Efervescência cultural Já convém
 Cultura de massa/urbana Prometendo um novo ponteio
Certo dia que sei
Ditadura militar (1964-85) Por inteiro
Eu espero não vá demorar
 Arte engajda Esse dia estou certo que vem
 Críticas ao Governo Militar Digo logo o que vim
 Desejo de mudança Prá buscar
 1967 – Festival de Música Popular (TV Record) Correndo no meio do mundo
Não deixo a viola de lado
 Música: “Ponteio” (Edu Lobo
Vou ver o tempo mudado
E um novo lugar prá cantar...
Era um, era dois, era cem
Era o mundo chegando e ninguém
Quem me dera agora
Que soubesse que eu sou violeiro
Eu tivesse a viola
Que me desse o amor ou dinheiro...
Prá cantar
Ponteio!...(4x)
Era um, era dois, era cem
Vieram prá me perguntar:
Lá, láia, láia, láia...
"Ô voce, de onde vai
Lá, láia, láia, láia...
de onde vem?
Lá, láia, láia, láia...
Diga logo o que tem
Quem me dera agora
Prá contar"...
Eu tivesse a viola
Prá cantar
Parado no meio do mundo
Ponteio!...(4x)
Senti chegar meu momento
Olhei pro mundo e nem via
Prá cantar
Nem sombra, nem sol
Pontiaaaaarrr!...(4x)
Nem vento...
Quem me dera agora
Quem me dera agora
Eu tivesse a viola
Eu tivesse a viola
Prá Cantar!
Prá cantar...(4x)

Prá cantar!  Centro Populares de Cultura (CPC)


 UNE (União Nacional dos Estudantes – 1961)
Era um dia, era claro  Diversidade
Quase meio  Cultura popular e democrática
Era um canto falado  Teatro Oficina
Sem ponteio
Violência, viola
Violeiro
Era morte redor
Mundo inteiro...

Era um dia, era claro


Quase meio
Tinha um que jurou
Me quebrar
Mas não lembro de dor O Rei da Vela
Nem receio
Só sabia das ondas do mar...  Teatro de Arena
Jogaram a viola no mundo
Mas fui lá no fundo buscar
Se eu tomo a viola
Ponteio!
Meu canto não posso parar
Não!...

Quem me dera agora


Eu tivesse a viola
Prá cantar, prá cantar
Ponteio!...(4x)
Eles não usam black tie
Pontiarrrrrrrr!

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ARTE BRASILEIRA PÓS 1950

AULA 2 – O CINEMA NOVO

Antecedentes

 Companhia Vera Cruz

 Companhia Atlântida

 Glauber Rocha

 1952 – I Congresso Paulista de Cinema Brasileiro


– Nasce o Cinema Novo

 Distanciamento do modelo dos EUA


 Neo Realismo Italiano
 Nouvelle Vague (França)
 “Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça

Características

 Popular
 Democrático
 Temática e crítica social
 Inserção da classe trabalhora
 Marco inicial: Rio, 40 graus – Nelson Pereira dos
Santos

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ARTE BRASILEIRA – PÓS 1970

AULA 1 – CONTEXTO E ABSTRACIONISMO

 Segunda metade do século XX


 Transição para o século XXI
AULA 3 – MANABU MABE E TOMIE OHTAKE
Abstracionismo
Manabu Mabe (1924-1997)
 Surgimento em 1950
 1ª. Bienal Internacional de SP (1951)
 Antonio Bandeira
 Grupo Ruptura (1952)
 Abstracionismo Geométrico
 Sem preocupação com linhas e formas
 Manifestações ambientais
 Libertação das convenções artísticas tradicionais
 Duas linhas – CONCRETISMO e
NEOCONCRETISMO

 Pintor, gravador, ilustrador


 Melhor pintor na 5ª. Bienal de SP (1959)
 Dialoga com Picasso e Portinari
 Grandes manchas cromáticas
 Espontaneidade e contenção
AULA 2 – ARQUITETURA
Tomie Ohtake (1913-2015)
Museu de Arte de São Paulo (MASP)

 Arquiteta: Lina Bo Bardi


 Ano: 1958
 End.: Av. Paulista, 1578, Bela Vista, SP
 Tipo de projeto: cultural
 Status: Construído
 Materialidade: concreto e vidro
 Estrutura em concreto
 Conceito: contêiner suspenso (simplicidade)
 74 metros de vão livre e 8 metros suspensos
 Em 2003 – Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional
 Pintura, gravadora, escultura
 Grupo Seibi
 A partir de 1970 – serigrafia, litogravura e metal
 Influência da arte japonesa
 Beleza fugaz
 Transparências, textura, vibração da luz
 Dialoga com a tradição e o contemporâneo

Edifício da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da


USP - FAU AULA 4 – CONCRETISMO

 Arquitetos: J. B. Vilanova Artigas e Carlos  1950 – MASP organiza a exposição de conjunto


Cascaldi de obras de Max Bill
 Ano: 1968  O concretismo é contemporâneo à criação do
 End.: Rua do Lago, 876, Cidade Universitária, SP MASP e do MAM
 Tipo de projeto: Educacional  1ª. Bienal Internacional de SP
 Status: construído  Grupo Ruptura
 Materialidade: concreto e vidro  1956 – MAM realiza a 1ª. Exp. Nacional de Arte
 Estrutura em concreto Concreta
 Linhas simples  Grupo Frente (RJ) X Grupo Ruptura (SP
 Integração do espaço  Elementos
 Conceito – grande paralelepípedo o Autonomia/comunicação universal
suspenso/pilares – trapézios duplos o Integração
 Influências de F. Lloyd Wright e Le Corbusier arte/indústria/crença/tecnologia
 Patrimônio cultural de SP o Função social

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ARTE BRASILEIRA – PÓS 1970

o Materiais industrializados
o Desenho preciso
o Uso da régua e compasso

AULA 5 – NEOCONCRETISMO

 RJ – década de 1950
 Oposição ao concretismo de SP
 Influenciado pela fenomenologia
 Subjetivismo e criação
 Críticas
 Racionalismo
 Objetividade
 Dogmatismo geométrico
 Proposta de arte libertária
 Características
o Liberdade de experimentação
o Interação público/obra]
o Abstracionismo
o Uso de cores e formas
o Transcendência
o Existencialismo e humanismo

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