CIÊNCIA DA ENFERMAGEM II
Profº - Enfº Vanderson Genova
EXAMES LABORATORIAIS
EXAMES LABORATORIAIS
Durante o processo diagnóstico, após a história
cuidadosa e o exame físico completo dos pacientes, na
maioria das vezes é necessário informações mais
precisas, que podem ser obtidas, como auxilio, através
dos exames laboratoriais.
OBJETIVOS
Estabelecer um diagnóstico
Monitorar o tratamento
Estabelecer um prognóstico
Determinar a posologia eficaz de um medicamento
e evitar a toxidade.
MÉTODOS DE COLHEITA DO SANGUE
PUNÇÃO VENOSA
PUNÇÃO ARTERIAL
CUIDADOS PARA FAZER A COLHEITA
ANTES
Identificar o paciente
Reunir todo o material e acessórios
Explicar o procedimento ao paciente
Se houver necessidade de jejum, verificar que esta
exigência seja cumprida
DURANTE
Colocar o paciente em posição adequada para fácil
acesso da veia
Pedir ao paciente para cerrar o punho, a fim de
distender as veias
Selecionar uma veia para punção venosa
Aplicar um torniquete alguns centímetros acima do
local de punção
Limpar o local da punção venosa (em geral, com
álcool isopropílico a 70%). Deixar secar.
DURANTE
• Efetuar a punção venosa introduzindo a agulha com o
bisel para cima e formando um ângulo de 15º da pele
• Se for utilizado um VACUTAINER, empurrar o tubo no
suporte tão logo seja introduzido a agulha na veia.
Quando o tubo estiver cheio, removê-lo. Outro tubo
pode ser então inserido no suporte.
• Se for utilizada uma seringa, puxar o êmbolo
lentamente e de modo uniforme à medida que o
sangue enche a seringa. Transferir o sangue para
tubos com tampa de cor apropriada.
• Liberar o torniquete quando o sangue começar a fluir.
APÓS
Colocar um algodão sobre o local. Remover a agulha
e aplicar pressão no local.
Misturar o sangue com os aditivos nos tubos
homogeneizando suavemente os tubos.
Descartar apropriadamente os materiais
contaminados, como agulhas, seringas e algodão.
Rotular cada frasco de sangue
Providenciar a entrega imediata da amostra de
sangue ao laboratório.
Se o paciente estiver em jejum, retirar a restrição
dietética.
COMPLICAÇÕES POTENCIAIS
SANGRAMENTO
HEMATOMA
INFECÇÃO
TONTURA E DESMAIO
EXAMES LABORATORIAIS USO ROTINEIRO
HEMATOLÓGICO BIOQUÍMICA
▫ Hemograma Glicemia
Eletrólitos
▫ Hematócrito
Na, Cl, K, Ca, Ph
▫ Hemoglobina
Uréia
▫ Leucograma
Creatinina
▫ Coagulograma Lipoproteinas
TP - tempo de Colesterol total
protrombina Triglicerídeos
KTTP - tempo de HDL
tromboplastina Parcial
LDL
Ativada
Proteinograma
Fibrinogênio
Albumina
Plaquetas
Globulinas
HEMATOLÓGICO
Hemograma: mede as hemácias e leucócitos do
sangue.
Hematócrito: mede a relação de hemácias
(eritrócitos) para o plasma, a parte líquida do sangue.
Homens: 42-52%
Mulheres: 37-47%
CHOQUES, QUEIMADURAS, DESIDRATAÇÃO
HEMORRAGIAS E ANEMIAS
Valores Críticos: «15% ou »60%
Hemoglobina: mede a quantidade total de
eritrócitos no sangue, responsável pelo transporte
do oxigênio e do dióxido de carbono para as células.
Homens: 14-18 g/dl
Mulheres: 12-16 g/dl
DPOC, DESIDRATAÇÃO
HEMORRAGIA, ANEMIAS, CA
Leucograma:
mede os leucócitos ou glóbulos
brancos - diagnostica infecções,
neoplasias, alergias ou
imunossupressão.
Adulto/criança »2anos: 5000-
10000/mm3
LEUCOCITOSE: INFECÇÃO, NEOPLASIAS
LEUCOPENIA: INSUFICIÊNCIA MEDULAR,
IMUNOSSUPRESSÃO
Coagulograma
▫ TP (tempo de protrombina)
mede em segundos o percentual de atividade da
cascata de coagulação.
relaciona-se à função hepática e a Vitamina K
pode ser usada para corrigir sangramentos
▫ TTPA (tempo de tromboplastina Parcial Ativada)
mede em segundos também a coagulação
serve de guia para a dose adequada de heparína
▫ Fibrinogênio - é a proteína precursora da Fibrina que
formará a malha que molda o coágulo
▫ Plaquetas - são os trombocitos
iniciam a formação do coágulo
sua função é avaliada através do tempo de sangria
BIOQUÍMICA
Glicemia: mede o nível de açúcar no sangue.
Criança » 2 anos até idade adulta: 70-100 mg/dl
Valores críticos: « 40 e » 400 mg/dl
Lipoproteinas: são proteínas presentes no sangue
com a função de transportar o colesterol, triglicerídeos
e outras gorduras solúveis.
Colesterol total: avalia risco arteriosclerose
Triglicerídeos: mede níveis de carboidratos e/ou
gorduras no sangue.
HDL: consiste predominantemente em proteínas,
com pequena quantidade de colesterol.
LDL: lipoproteínas constituídas principalmente por
colesterol
BIOQUÍMICA
Proteinograma
Albumina: é responsável pela pressão oncótica
plasmática (que é capacidade de manter os
líquidos dentro dos vasos).
Globulinas: representam os anticorpos,
proteínas de defesa produzidos pelo organismo.
BIOQUÍMICA
Eletrólitos
Sódio - Na: estabelece o equilíbrio da água corporal
135 - 146 mEq/L
Cloro – Cl: 90 -110mEq/L
Potássio K: 3,5 – 5,0 mEq/L
Magnésio - Mg: auxilia nos processos metabólicos
Fósforo Ph: compõe o osso junto com o Ca e é
importante para força muscular
Cálcio - Ca: encontra-se depositado nos ossos
BIOQUÍMICA PARA MEDIR AS
FUNÇÕES DOS ORGÃOS
• FUNÇÃO PANCREÁTICA
▫ Amilase e Lipase
• FUNÇÃO HEPÁTICA
▫ Transaminases Glutâmico Oxalacética - TGO
▫ Transaminases Glutâmico Pirúvica - TGP
▫ Fosfatase Alcalina
▫ Bilirrubinas
▫ Gama Glutamiltraspeptidase (Gama-GT)
BIOQUÍMICA PARA MEDIR AS
FUNÇÕES DOS ORGÃOS
FUNÇÃO MÚSCULO-ESQUELÉTICA
▫ Desidrogenase Lática (DHL)
▫ Aldose
▫ Creatinina Fosfoquinase (CPK)
FUNÇÃO MIOCÁRDICA
▫ CPK
▫ CPK-MB (Banda Miocárdica)
▫ DHL
▫ TGO
BIOQUÍMICA PARA MEDIR AS
FUNÇÕES DOS ORGÃOS
FUNÇÃO RESPIRATÓRIA
▫ Gasometria Arterial
EXAMES DE LÍQUIDOS
▫ Líquor
▫ Pleura
▫ Peritôneo
BIOQUÍMICA PARA MEDIR AS FUNÇÕES
DOS ORGÃOS
HORMÔNIOS
H. Adrenocorticotófico
Corticotrofina - ACTH Exemplo: Doença Cushing
H. Antidiurético
Vasopressina – ADH
Arginina Vasopressina – AVP Exemplo: Diabetes
H. do crescimento
H. do crescimento humano – GH
Somatotrofina - SH
OUTROS HORMÔNIOS
BIOQUÍMICA PARA MEDIR AS FUNÇÕES
DOS ORGÃOS
CITOLOGIA TUMORAL
Biópsia
SOROLOGIA
ELISA – Ensimaimunoensaio
HIV
VDRL
Sífilis
BIOQUÍMICA PARA MEDIR AS
FUNÇÕES DOS ORGÃOS
FUNÇÃO RENAL
▫ Uréia
Adulto: 10 – 20mg/dL
▫ Creatinina
Homens: 0,6 – 1,2mg/dL
Mulheres: 0,5 – 1,1mg/dL
▫ Exames de Urina:
Qualitativo de Urina
Urocultura
DCE - Depuração de Creatinina Endógena
GASOMETRIA ARTERIAL
Dosagem dos gases sanguíneos
Colheita: punção com ângulo 45º
PO2 – pressão de O2 dissolvido no plasma
75 a 100 mmHg
PCO2 – pressão parcial do CO2 no sangue
35 a 45 mmHg
Saturação O2
95 a 100%
HCO3 – Bicarbonato - 21 a 28 mEq/L
pH – 7,35 a 7,45
PUNÇÃO CRIANÇA
E IDOSOS
PUNÇÃO ARTERIAL
PUNÇÃO VENOSA
TEMPO DE
COAGULAÇÃO:
Acidente animais
peçonhentos
AZUL: coagulação (TP, KTTP, FIBRINOGÊNIO) – 4,5ml
LILÁS: HEMOGRAMA, TIPAGEM – 3 a 5 ml
VERMELHO ou amarelo: BIOQUÍMICA, IMUNOLOGIA
PRETO: VSG
BRANCO: LÍQUOR
OUTROS EXAMES
• EQU (Exame Qualitativo de Urina)
• UROCULTURA
• DCE (depuração de creatinina endógena)
• PARASITOLÓGICO
• EXAME DE ESCARRO
• AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE FERIDAS
• HEMOCULTURA
EXAME DE URINA
EQU (EXAME QUALITATIVO DE URINA)
• Lavar as mãos;
• Explicar ao paciente o que será feito
• Orientar o paciente a realizar higiene do períneo
com água e sabão;
• Orientar o paciente a urinar no frasco;
• Orientar a desprezar o primeiro jato da urina e
coletar o restante em frasco limpo (15 a 20ml);
• Rotular o frasco com unidade de internação,
leito, nome do paciente, material coletado, data,
hora da coleta e encaminhar imediatamente ao
laboratório.
EXAME DE URINA
UROCULTURA
• Lavar as mãos;
• Explicar ao paciente o que será feito;
• Orientar o paciente a realizar higiene do períneo com
água e sabão;
• Desprezar o primeiro jato da urina e coletar o
restante (15 a 20ml);
• Cuidar para não contaminar a tampa do frasco;
• Rotular o frasco com unidade de internação, leito,
nome do paciente, material coletado, data, hora da
coleta e encaminhar imediatamente ao laboratório.
Observações:
• Realizar sondagem vesical de alívio para coleta de
urocultura, se o paciente tiver incontinência urinária.
PACIENTE COM CATETERISMO VESICAL
• Pinçar, previamente, a sonda na via de escoamento
da urina (dispositivo urokit)
• Lavar as mãos;
• Explicar ao paciente o que será feito;
• Preparar o material;
• Fazer a desinfecção da parte distal da sonda ou no
local específico do tubo de drenagem com algodão
com álcool;
• Introduzir a agulha conectada na seringa, através
do local apropriado;
• Aspirar 10ml de urina;
• Rotular a seringa rotular com unidade de
internação, leito, nome do paciente, material
coletado, data, hora da coleta e encaminhar
imediatamente ao laboratório.
EXAME DE URINA
DCE - Depuração de Creatinina Endógena
• Desprezar a primeira urina,
• Marcar o horário
• Começar a coleta a partir da segunda urina até o
mesmo horário do dia seguinte (24h).
COLORAÇÃO DA URINA
• Urina quase incolor (cor-de-palha)
▫ grande ingestão de líquidos
▫ Diabetes
▫ Ingestão de álcool e cafeína
▫ Terapia com diurético
▫ Nervosismo
▫ Nefrite intesticial crônica
• Urina cor-de-laranja (âmbar)
▫ febre,suor, ingestão reduzida de líquidos ou primeira
amostra da manhã
▫ bilirrubina (espuma amarela quando agitada)
▫ ingestão de cenouras ou vitamina A
▫ Medicamentos do trato urinário como Pyridium
COLORAÇÃO DA URINA
• Urina de cor verde - associada a infecção por
pseudomona
• Urina de cor rosa a vermelha - hemácias - mioglobina
• Urina de cor marrom-escura
▫ hemácias oxidadas
▫ melanina
• Urina turva - pode ser causada por hemácias
• Urina leitosa - esta associada a gordura, muitos
leucócitos ou fosfatos (não patológicos)
• Urina de cor amarela com um tom marrom ou amarelo
esverdeado - pode indicar bilirrubina na urina oxidada.
• Existem outros fatores que interferem como alimentação,
medicação....
EXAME DE FEZES
EXAME PARASITOLÓGICO
É o exame de fezes para pesquisa de parasitas
Cuidados:
colher fezes recém-eliminadas
validade das fezes coletadas é de 12h à 24 h guardadas no
refrigerador.
EXAME DE FEZES
PARASITOLÓGICO
• Lavar as mãos;
• Explicar ao paciente o que será feito;
• Orientar o paciente a evacuar na comadre;
• Oferecer papel higiênico e auxiliar na limpeza
do períneo;
• Calçar as luvas;
• Retirar a comadre;
• Retirar com espátula um pouco de fezes e
colocar no frasco;
• Rotular o frasco com unidade de internação,
leito, nome do paciente, material coletado,
data, hora da coleta e encaminhar
imediatamente ao laboratório.
EXAME DE ESCARRO - CULTURAL
COLETA DE ESCARRO
• Explicar ao paciente o que será feito;
• Solicitar ao paciente para tossir e expectorar a
secreção diretamente no frasco estéril;
• Rotular o frasco com unidade de internação, leito,
nome do paciente, material coletado, data, hora
da coleta e encaminhar imediatamente ao
laboratório.
Observação:
• Material coletado será adequado se for secreção
brônquica (somente saliva invalida a análise);
• O escarro deve ser coletado preferencialmente
pela manhã após higiene oral.
EXAME DE ESCARRO
Cuidados:
evitar a coleta em horários de refeições
na coleta de 24h manter o frasco sempre refrigerado
coletar antes do café da manhã
paciente fumante coletar antes que o mesmo fume.
EXAME DE ESCARRO - CULTURAL
ASPIRAÇÃO TRAQUEAL
Lavar as mãos;
Explicar ao paciente o que será feito;
Calçar luvas de procedimento;
Abrir o frasco estéril;
Proceder a aspiração conforme técnica asséptica;
Pinçar o silicone de modo que a secreção siga para o
frasco estéril;
Desconectar a sonda do silicone e fechar o frasco
estéril;
Retirar as luvas;
Lavar as mãos;
Rotular o frasco com nome, leito, unidade e material;
Rotular o frasco com unidade de internação, leito, nome
do paciente, material coletado, data, hora da coleta e
encaminhar imediatamente ao laboratório.
CULTURA DE FERIDAS
▫ É a avaliação microbiológica de feridas
▫ biópsia de tecido profundo
▫ coleta por aspirado com seringa e agulha.
“O termo secreção da ferida não é apropriado
como informação da origem do material
coletado. O sítio anatômico específico e as
informações adicionais (material da ferida
superficial ou profunda) são extremamente
valiosos para o laboratório, auxiliando na
interpretação dos resultados (Ministério da
Saúde, 2001, p.29) ”.
TÉCNICA DE COLETA
BIÓPSIA DE TECIDO
Lavar a ferida com SF 0,9% morno
Coletar amostra de 3 a 4 mm de tecido desvitalizado
profundo
Colocar num recipiente estéril rotulado com: nome do
paciente, leito, setor, data, hora da coleta e sitio
anatômico
Enviar imediatamente ao laboratório
Especificar no pedido o sítio anatômico do material
enviado e informações adicionais: febre, uso de ATB,
ferida profunda ou superficial.
TÉCNICA DE
COLETA
ASPIRADO COM SERINGA E AGULHA
Lavar a ferida com SF 0,9% morno
Injetar 1ml de SF na ferida com seringa e agulha de
insulina
Aspirar este fluído na parte mais profunda da ferida
Enviar a coleta imediatamente ao laboratório
devidamente identificada
ASPIRADO COM SERINGA E
AGULHA
OBSERVAÇÕES
Quando a punção com agulha não for possível, o
material deve ser aspirado com seringa de insulina ou
cateter plástico flexível
A escarificação das bordas, após limpeza com soro,
pode produzir material seroso que é adequado para
cultura
Cultura de lesões secas e crostas não é
recomendada
Nunca coletar o pus emergente da ferida
CUIDADOS BÁSICOS NOS EXAMES DIAGNÓSTICOS
Gerenciar o ambiente de teste e a eficácia do serviço
usando uma abordagem colaborativa e de equipe.
Comunicar-se clara e eficazmente
Preparar o paciente
Seguir os padrões preconizados
Considerar cultura, gênero e diferenças de idade
Medir e avaliar os resultados
Tratar, monitorar e aconselhar sobre os resultados de
teste anormal
Manter o registro dos testes apropriadamente
ESTUDOS DE ANÁLISE DE LÍQUIDOS
Exame do líquido cefalorraquidiano
Amniocentese
Análise de secreção gástrica
Análise de sêmen
Análise do líquido do cisto mamário
Artrocentese
Paracentese
Pericardiocentese
CUIDADOS DURANTE OS EXAMES
• Explicar o propósito, os benefícios e os riscos
• Enfatizar a necessidade da cooperação do paciente
• Avaliar contra-indicações ou impedimentos
• Ajudar o paciente a relaxar
• Posicionar adequadamente o paciente conforme o
exame
• Observar alterações neurológicas, nível de
consciência, nas pupilas, temperatura, aumento da
pressão arterial, irritabilidade, dormência e
sensações de formigamento....
• Verificar o local da punção quanto a vazamento
• Registrar a conclusão do procedimento.
ESTUDOS MICROSCÓPICOS
Análise do corpúsculo de Barr
Biópsias
Citologia do escarro
Cultura de secreções
Esfregaços
Teste de Papanicolaou
CUIDADOS COM AS AMOSTRAS
Identificar as amostras de acordo com as
informações:
nome, idade, sexo, nº de identificação hospitalar, nome do
médico
Fonte da amostra (garganta, conjuntiva...)
Horário da coleta - horário da conclusão
Tipo de isolamento (respiratório, contato..)
Outras informações solicitadas
Evitar contaminação da amostra; manter técnica
asséptica ou estéril quanto preciso
CUIDADOS COM AS AMOSTRAS
• Conservação da amostra- entrega imediata algumas
podem ser refrigeradas
• Quantidade da amostra - deve ser a maior possível
• Coleta deve ser feita antes do uso de antibióticos
• Escarro de preferência da primeira tosse produtiva
da manhã em um recipiente estéril
• Líquidos corporais estéreis, biópsias de tecido e
material aspirado de lesões cutâneas são amostras
aceitáveis para culturas bacterianas que devem ser
mantidas em um meio de transporte neutro para
evitar resecamento (não swab)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FISCHBACH, Frances. Manual de enfermagem: exames
laboratoriais e diagnósticos. 8 ed. Guanabara Koogan:
Rio de Janeiro, 1998.
MISITÉRIO DA SAÚDE. Manual de procedimentos
básicos em microbiologia clínica para o controle de
infecção hospitalar. Brasília, 2000.
NETO, Raul Moreira. Exames laboratoriais de
importância clínica. Porto Alegre, 1997. Mimeo.
PAGANA, K. D.; PAGANA, T. J. Manual de testes
diagnósticos e laboratoriais. Guanabara Koogan:
Rio de Janeiro, 2001.