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Princípios do Direito Administrativo

O documento aborda os princípios do direito administrativo, destacando a importância do estado de direito, a separação de poderes e o princípio da legalidade. Enfatiza que a atuação dos entes públicos deve estar sempre em conformidade com a constituição e a lei, e discute a discricionariedade administrativa em contraste com a arbitrariedade. O texto também menciona a estrutura da administração pública e os limites da atuação dos órgãos administrativos.

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Princípios do Direito Administrativo

O documento aborda os princípios do direito administrativo, destacando a importância do estado de direito, a separação de poderes e o princípio da legalidade. Enfatiza que a atuação dos entes públicos deve estar sempre em conformidade com a constituição e a lei, e discute a discricionariedade administrativa em contraste com a arbitrariedade. O texto também menciona a estrutura da administração pública e os limites da atuação dos órgãos administrativos.

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Princípios do direito administrativo

Entes púbicos e privados investidos de poderes públicos alguns estão


no código outros na própria constituição consagração constitucional

1- Princípio de estado do direito é o mais estruturante do novo


Estado artigo 2 da crp princípio basilar principio de atuação de
qualquer ente publico ou privado traz consigo um subprincipio
presente no artigo 3 da crp vinculação do legislador à
constituição e vinculação dos de todos os atos do estado à
constituição quando falamos de estado devemos falar de forma
alargada vamos ler nesta palavras estado todos os entes
públicos. Entes públicos através de regulamentos, normas d
carácter geral e abstrato na produção dessas normas deve
estar em conformidade com a constituição. Ou seja os entes
públicos ao criar regulamentos estes devem estar efetivamente
em conformidade com a constituição. Há diversos elementos
que podemos retirar deste principio temos a separação de
poderes poder executivo legislativo judicial artigo 111 da crp;
vinculação à administração publica ao princípio da legalidade
tudo o que os entes públicos fazem fazem dentro da lei não há
qualquer atuação dos entes públicos que não esteja legitimado
pela lei, ela é o inicio e o fim da atuação dos entes públicos
mesmo quando há uma liberdade de escolher eles estão
condicionais eles podem fazer tudo o que a lei permita dentro
do que a lei permita; vinculação dos juizes à lei; garantia de
tutela jurisdicional efetivamente garantia de acesso ao direito e
tribunais e de proteção política.
2- Princípio da separação de poderes artigo 111º -
Separação material da separação das funções do estado, ou
seja, a função legislativa que está centrada na assembleia da
república função executiva ou administrativa assente no
governo, o governo é o topo da pirâmide estadual direta cúpula
da administração pública portuguesas a função jurisdicional que
é atribuída aos tribunais os tribunais exercem com total
independência estas funções jurisdicional
3- Princípio da legalidade artigo 266º crp Este artigo esta
relacionado com a administração publica nesse artigo temos
princípios fundamentais da atuação publica no artigo 267 a
estrutura a demonstração 268 direitos e garantias dos
administrados artigo 269 regime função publica ou seja dos
trabalhadores que exercem funções públicas. Artigo 266 é o que
nos vamos concentrar no principio da legalidade. Estar
subordinado à lei, os órgãos estão na sua atuçao vinculados
subordinados a constituição e as normas legais que bridam
sobre as suas atividades . Existe normas próprias para certos
docentes públicos legislações setoriais. Professor Freitas
Amaral a lei é o fundamento o critério e o limite de toda a ação
administrativa.

Ou seja a lei é que define em que situações se pode aturar e quem


deve atuar e de seguida diz como é que os docentes devem atuar
os entes públicos não tem autonomia de vontade porque estão
subjugados a lei, ou seja é obvio que eles têm vontade e
expressam esse vontade mas tem de ser feita baseada na lei
atribuições pessoas coletivas competências órgãos

A administração publica deve efetivamente obediência à lei tendo


obrigatoriamente de atuar de acordo com os devidos trâmites
legais a atividade administrativa tem natureza jurídica dai que os
atos administrativos os regulamentos tem natureza jurídica artigo
3 nº 1 do cpa. A discricionariedade é a liberdade que o
administrador público tem para agir dentro da lei, sem ultrapassar
os limites, ao contrário da arbitrariedade, que é agir sem regras. A
temática da discricionariedadeadministrativa figura como um dos
tópicos mais controversos no âmbito da Administração Pública. A
discricionariedade administrativa importante distinguir:

- Atos vincula dos a administração pública não dispõem de


qualquer poder de escolha quanto ao seu conteúdo, na medida em
que a lei impõe uma única solução possível para alcançar o
interesse publico.

- Atos discricionários a lei limita-se a definir o interesse publico


que a administração publica tem que cumprir e os órgãos
administrativos que os devem prosseguir

IMPORTANTE: A discricionariede não é sinónimo de arbitrariedade,


nem de liberdade sendo um poder-dever jurídico

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