SOLOS
Prof. Renato Araujo @[Link]
O estudo dos solos 1baseado em Sengik, Erico – Uma visão global de solos, 2003. Disponível em: [Link]
•Pedologia1 (pedon, do grego, signi ca solo) – estuda a origem do
solo, a sua classi cação e descrição. Não dá ênfase à sua
utilização imediata.
•Edafologia1 (edaphos, do grego, signi ca terra) – estudo do solo
a partir dos vegetais superiores. Mais prático, considera as
diversas propriedades do solo, sempre relacionando com a
produção vegetal e animal.
•Mineração – solo é um estorvo, que deve ser retirado para a
exploração dos minérios.
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Solos - De nição
Produtos friáveis e móveis formadores da
superfície da Terra como resultado da
desagregação e decomposição das rochas
pela ação do intemperismo
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Formação do solo (pedogênese)
Pedogênese à processos físicos-químicos responsáveis
pela evolução dos per s de solos
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Formação do solo (pedogênese)
CLIMA – É um fator ativo determinante da pedogênese.
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• Temperatura
regulam o tipo e a intensidade do
• Umidade intemperismo
• Pressão do vento
controlam o tipo e a taxa de
• Variação da insolação e das chuvas
crescimento dos organismos.
Em diferentes tipos climáticos, a mesma rocha pode resultar em solos diferentes.
Assim como, em um mesmo tipo de clima, tipos diferentes de rochas podem resultar
em solos similares.
Portanto, em regiões de climas semelhantes, as vegetações são parecidas.
Formação do solo (pedogênese)
BIOSFERA (ORGANISMOS VIVOS) – Fator ativo,
resultante da atuação dos microrganismos, da ora e
da fauna (inclusive, a ação humana).
Os microrganismos atuam de diversas
formas, mas cabe destacar a ação de
decompor a matéria orgânica e liberando
o húmus.
A vegetação é também um importante
fator de controle da erosão.
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Formação do solo (pedogênese)
MATERIAL DE ORIGEM – a pedogênese pode evoluir material
sedimentar transportado de outras áreas ou pode desenvolver-se
no material intemperizado proveniente das rochas adjacentes
Há uma grande variedade de materiais, podendo-se diferenciar quatro
grupos principais:
1 - derivados de rochas ígneas e metamór cas claras, como granitos
2 - derivados de rochas ígneas escuras, como basaltos
3 - derivados de sedimentos consolidados, como arenitos
4 - derivados de sedimentos inconsolidados, formados por depósitos
recentes como dunas e cinzas vulcânicas
Cada material dará origem a um solo que guardará algumas de
suas características químicas, muito embora a ação intensa e
duradoura do intemperismo químico possa atenuar bastante
essas características.
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Formação do solo (pedogênese)
RELEVO – a posição que o
material ocupa no relevo vai
controlar a distribuição das
águas, da luz e do calor do
sol, além afetar a erosão.
Formação do solo (pedogênese)
TEMPO – O tempo in uencia na espessura do solo e no grau
de desenvolvimento. A partir do início dos processos
pedogenéticos, podemos de nir três etapas:
• Solos jovens ou neossolos – são solos rasos, muito pouco
desenvolvidos, onde o horizonte A assenta-se diretamente
sobre a rocha, estando ausentes ou praticamente ausentes os
horizontes B e C.
• Solos intermediários – solos pouco desenvolvidos onde o
horizonte A assenta-se sobre um horizonte B, ainda em
formação.
• Solos maduros – solos espessos, bem desenvolvidos e
estruturados, onde todos os horizontes podem ser de nidos.
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Horizontes dos Solos
Horizonte O: camada orgânica
super cial. É constituído por
detritos vegetais e substâncias
húmicas acumuladas na
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superfície, ou seja, em ambientes
onde a água não se acumula
(ocorre drenagem).
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Horizontes dos Solos
Horizonte A: camada mineral super cial
adjacente à camada O ou H. É o horizonte
onde ocorre grande atividade biológica o
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que lhe confere coloração escurecida pela
presença de matéria orgânica.
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Horizontes dos Solos
Horizonte B ou E: camada mineral
situada mais abaixo do horizonte A.
Apresenta menor quantidade de matéria
orgânica, e acúmulo de compostos de
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ferro e argila minerais.
Horizontes dos Solos
Horizonte C: camada mineral de material
inconsolidado, ou seja, por ser relativamente
pouco afetado por processos pedogenéticos,
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o solo pode ou não ter se formado.
Horizonte R: camada mineral de material
consolidado, que constitui substrato rochoso
contínuo ou praticamente contínuo, a não ser
pelas poucas e estreitas fendas que pode
apresentar (rocha).
Constituição do Solo
Substâncias sólidas:
Partículas minerais: originadas da
desintegração e decomposição das
rochas.
Partículas orgânicas: formadas por restos
de seres vivos ou produtos eliminados por
estes.
Água: É o meio onde os nutrientes solúveis
do solo estão dissolvidos.
Ar: Ocupa o espaço entre as partículas
permitindo a respiração dos microrganismos
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e das raízes das plantas.
Constituição do Solo
Solos eluviais: quando formados pela
alteração da rocha que se encontra
abaixo, quer dizer, o solo foi formado no
local onde se encontra.
Solos aluviais: são formados pela ação
dos agentes naturais de transporte (rios,
vento, etc.) Ex. solos de várzea.
Erosão dos solos
Processo de desgaste da superf cie e/ou
arrastamento das part culas do solo por
agentes, tais como a gua das chuvas
(h drica), ventos (e lica), gelo (mudan as de
temperatura), ou outro agente geol gico,
incluindo processos como o arraste
gravitacional.
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Erosão dos solos
A erosão destrói as
estruturas (areias,
argilas, óxidos e
húmus) que compõem
o solo.
Erosão dos solos - causas
Na natureza, o processo erosivo ocorre pela
ação natural do sol, de ventos e,
principalmente, da água da chuva.
No entanto, práticas do agronegócio podem
contribuir para o processo ocorrer, como o
desmatamento, plantio em terreno
inclinado, queimadas, monocultivo, uso
abusivo de fertilizantes e excesso de
pastoreio.
Erosão dos solos [Link]
Erosão por gravidade: ocorre pelo
movimento de rochas e de sedimentos
montanha abaixo, geralmente ocorrido
pela força da gravidade;
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Erosão hídrica: causada pela chuva,
inundação, irrigação ou pecuária. A
água provoca um desprendimento da
camada superior do solo, e esta
camada desliza pelas encostas,
retirando os seus nutrientes e
movendo-os para os rios e lagos;
Erosão dos solos [Link]
Erosão eólica: acontece quando o vento
transporta pequenas partículas de água que se
chocam contra as rochas e se dividem em mais
partículas que se chocam contra outras rochas;
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Erosão laminar: quando o escoamento
super cial das águas das chuvas “lava” o solo,
ou seja, retira a sua cobertura super cial,
desgastando-o. Sem modi car o relevo do solo
durante os primeiros estágios e, portanto, é
particularmente perigosa.
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Erosão dos solos
Erosão em splash: é a consequência
causada pelo impacto das gotas de
chuva sobre o solo.
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Voçorocas
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A voçoroca é um canal
resultante da erosão causada
pelo uxo intermitente de
água normalmente durante ou
imediatamente após o uxo de
pesadas chuvas. Esses
canais são fundos o bastante
para interferir nas áreas de
lavoura.
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Voçorocas
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Lixiviação
O processo de lixiviação é conhecido
tradicionalmente como o de lavagem
do solo. Para ser mais preciso é um
processo que leva ao deslocamento
dos minerais do solo para horizontes
(ou camadas) mais profundos. Este
fenômeno é comum na zona
intertropical, devido ao clima úmido,
que se caracteriza pelo elevado índice
pluviométrico. [Link]
Laterização
O radical latino later signi ca
tijolo.
O processo de laterização resulta
na formação de uma crosta
endurecida na superfície do solo
– ou pouco abaixo da superfície –
constituída por minerais
metálicos, como ferro e alumínio.
É a laterita (ou laterito) que
impede a penetração de água,
intensi cando ainda mais o
processo de lixiviação.
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Deserti cação
Primeira característica: Chegada do homem e ocupação de uma certa área;
Segundo característica: O homem derruba e queima a vegetação. Usa o solo
com atividades agrícolas ou pecuárias por três ou quatro gerações, com
práticas agressivas, que o lastimam (deploram) e o expõe a ação do vento e da
chuva;
Terceira característica: O Solo sendo lastimado e violentado perde sua
fertilidade. À agua e o vento o arrastam, assoreando os rios e açudes. Outra
parte percorre distancia mais longa, chegando até o mar. A superfície da área
onde Solo foi levado (arrastado) pelo vento e a chuva, resseca-se e
impermeabiliza-se; a cobertura vegetal que brotava dele perde a pujança e
degrada-se; logo a atmosfera desidrata-se e se aquece, di cultando as
precipitações; as reservas de água das profundidades do solo mínguam, as
fontes estancam-se e os rios tornam-se intermitentes.
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Deserti cação
Quarta característica: Com a redução da pujança do Solo, de sua fertilidade, de
sua capacidade produtiva, ocorre uma redução da renda familiar nas áreas
afetadas;
Quinta característica: Com a redução da renda familiar nas áreas afetadas,
ocorre uma deterioração das condições sociais das famílias que ocupavam
aquele Solo, agora deserti cado, com o coração erosionado. Isto sucede por
que as famílias, não conseguem mais converter os bens ecológicos do Solo em
bens econômicos para sobreviver.
Sexta e última característica: Por último, as famílias fogem, migrando para
grandes centros urbanos. As famílias, agora como refugiadas ambientais, sem
condições nanceiras e instrução adequada para concorrer a um mercado
trabalho altamente competitivo, se estabelecem em áreas periféricas geralmente
inadequadas para ocupação.
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Deserti cação
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Arenização
A arenização é a remoção da cobertura vegetal e super cial de solos que
já são arenosos, ou seja, que já apresentam uma predisposição a se
transformarem em areais, sendo comuns em zonas de climas mais
úmidos. Quando o homem remove as áreas de vegetação e as chuvas
“lavam” a camada super cial, os solos tornam-se mais expostos e inicia-
se o seu processo de destruição. Isso ocorre porque os níveis de
precipitação são maiores que os de evaporação e in ltração.
A arenização consiste no processo de formação de bancos de areia no solo,
em um fenômeno equivalente à deserti cação, diferenciando-se desta por
manifestar-se em áreas de clima úmido e relativamente chuvoso, além de
ser comum em solos de composição previamente arenosa.
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Arenização
Deslizamentos de terra - movimentos de massa
Os deslizamentos de terra no Brasil ocorrem com maior
intensidade no verão, período em que as chuvas são mais
fortes.
Eles são causados por fatores de ordem natural e também
humana (antrópica).
Os fatores antrópicos dizem respeito à urbanização
desordenada, por meio da ocupação de encostas de morros e
serras, e ao desmatamento, principalmente.
A maior parte dos deslizamentos ocorrem nas regiões Sul e
Sudeste (regiões de altos risco), no entanto existem locais
suscetíveis em todo o país.
Deslizamentos de terra - movimentos de massa
[Link]
Conservação dos solos
A degrada o do solo, em decorr ncia de
pr ticas inadequadas, pode chegar a n veis t o
elevados que ele se torna improdutivo ou inapto
para a agropecu ria.
As pr ticas agropecu rias levam degrada o
dos solos, caso n o sejam realizadas 1
(1) - [Link]
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Conservação dos solos
As pr ticas de conserva o do solo devem:
• proporcionar uma cobertura do solo, atrav s de
plantas vivas ou de seus res duos culturais, durante
o maior tempo poss vel;
• maximizar a infiltra o da gua da chuva e/ou de
irriga o no solo;
• evitar o escoamento da gua no sentido do declive.
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Conservação dos solos
Cobertura morta (direto na palha)
Consiste no uso de res duos vegetais
como, por exemplo: palhas em geral,
maravalha, serragem, casca de arroz,
baga o de cana-de-a car, folhas,
res duos de ro adas, cascas, entre
outros. Esses res duos s o colocados
na superf cie do solo, no intervalo das
linhas plantadas, com a fun o de
proteg -lo da a o dos processos
erosivos
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Conservação dos solos
Cultivos em n vel
Cultivo em n vel ou em contorno
consiste em dispor, al m de
todas as opera es de cultivo e
preparo do solo, as linhas de
semeadura ou plantio no sentido
transversal pendente do
terreno, atrav s do uso de curvas
de n vel e linhas em contorno
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Conservação dos solos
Terraceamento
Te r r a c e a m e n t o uma pr tica
conservacionista, para o controle da
eros o h drica, na qual s o
constru das estruturas hidr ulicas,
constitu das de um canal e um
camalh o, transversalmente ao
sentido da declividade do terreno,
chamadas terra os. Atrav s disso,
diminui-se a a o da enxurrada.
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Conservação dos solos
Rotação de culturas
A rotação de culturas alterna
cultivares com particulares
diferentes, como leguminosas,
gramíneas e outros, em um
espaço de tempo
determinado, separando por
hectare.
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Conservação dos solos
Calagem
A calagem é a técnica utilizada
para corrigir a acidez dos solos,
neutralizar o alumínio (Al) e
fornecer cálcio (Ca) e magnésio
(Mg), proporcionando maior
crescimento das raízes e
aumento da produtividade.
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Tipos de solos
O Brasil possui uma
grande diversidade de
solos em sua extensão
continental
Causas: ampla
diversidade de
pedoambientes e de
fatores de formação do
solo. [Link] os Latossolos, Argissolos e,aproximadamente 70% do território nacional.
Tipos de solos
Predominam os Latossolos, Argissolos e Neossolos, que
no conjunto se distribuem em aproximadamente 70% do
território nacional.
As classes Latossolos e Argissolos ocupam
aproximadamente 58% da área e são solos
profundos, altamente intemperizados, ácidos, de
baixa fertilidade natural e, em certos casos, com alta
saturação por alumínio.
LATOSSOLOS
É o principal solo existente no país. S o muito
porosos, perme veis, com boa drenagem
(n o tem problemas de excesso de gua). As
cores s o muito variadas (vermelho, amarelo,
vermelho amarelado, etc.).
Perfil de Latossolo localizado no munic pio de Cianorte (PR). Foto: Marcelo Ricardo de Lima.
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ARGISSOLOS
S o distribu dos em todos os estados do pa s.
Apresentam ac mulo de argila no horizonte B.
As cores s o muito vari veis, podem ser amarelos,
cinzentos, vermelhos, vermelho amarelados, etc.
Per l de Argissolo Amarelo localizado no município de Colombo
(PR). Foto: Cristhian Hernandez [Link]://[Link]/SEB/arquivos/solos_brasil.pdf
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NEOSSOLOS
S o solos rasos em est dio inicial
de evolu o, apresentando mais
comumente apenas horizonte A
sobre o horizonte C ou sobre a
rocha de origem (camada R).
S o solos mais comuns de serem
encontrados em reas no pa s com
maior declividade.
Per l de Neossolo [Link] localizado no [Link] de Piraquara
(PR). Foto: Marcelo Ricardo de Lima.(PR). Foto: Cristhian Hernandez [Link]://[Link]/SEB/
arquivos/solos_brasil.pdf
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Certos cuidados…
A express o “Tchernozi n” (do russo chernyy (черны ) = negro)
ou a sua varia o “Chernoz m” - s o geralmente classificados
como Chernossolos
A express o “terra roxa” - intemperismo da rocha basalto, que
ocorre principalmente desde o norte do Rio Grande do Sul at o
sul de Goi s, e em reas menores na Amaz nia. Na atual
classifica o brasileira solos a maior parte das “terras roxas”
classificada como Latossolos Vermelhos e Nitossolos
Vermelhos
O solo “massap ” aparentemente deriva de “amassa p ”, devido
elevada pegajosidade dos solos assim denominados na
regi o do Rec ncavo Baiano.
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