Manual de Uso Atuador Pneumático GIG-MHP
Manual de Uso Atuador Pneumático GIG-MHP
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XV-4450.1802
01 2 GIG 0.9S-100-MHP100 SRAIX015 SEAAE002 SEAHA002 DLB0190F 0A
XV-4450.1804
XV-4450.1801
02 3 XV-4450.1803 GIG 0.9S-100-MHP100 SRAIX015 SEAAE002 SEAHA002 DLB0020T 0B
XV-4450.1805
03 1 XV-4450.1650 GIG 0.9S-100-MHP100 SRAIX015 SEAAE002 SEAHA002 DLB0200F 0C
XV-4450.1601
04 3 XV-4450.1605 GIG 0.9S-100-MHP100 SRAQX010 SEAAE002 N\A DLB0230F 0D
XV-4450.1606
05 1 XV-4450.1610 GIG 0.9S-100-MHP100 SRAQX010 SEAAE002 N\A DLB0240F 0E
XV-4450.1604
06 2 GIG 0.9S-100-MHP100 SRAQX010 SEAAE002 N\A DLB0050T 0F
XV-4450.1607
XV-4450.1602
07 3 XV-4450.1603 GIG 0.9S-100-MHP100 SRAQX010 SEAAE002 N\A DLB0050T 0F
XV-4450.1608
SDV-4450.1601
08 2 GIG 0.9S-135-MHP135 SRAIX013 SEAAE002 SEAHA002 DLB0030T 0M
SDV-4450.1619
10 1 XV-4450.1609 GIG 0.9S-135-MHP135 SRAQX010 SEAAE002 N\A DLB0060T 0G
SDV-4450.1606
11 2 GIG 0.9S-135-MHP135 SRAIX012 SEAAE002 SEAHA002 DLB0030T 0M
SDV-4450.1613
12 1 SDV-4450.1902 GIG 0.9S-100-MHP100 SRAQX011 SEAAE002 N\A DLB0210F 0N
SDV-4450.1901
13 2 GIG 0.9S-100-MHP100 SRAIX013 SEAAE002 SEAGA019 DLB0220F 0P
SDV-4450.1903
XV-4450.1903
14 2 GIG 0.3S-75-MHP75 SRAQX010 SEAAE002 N\A DLA0020T 0H
XV-4450.1906
XV-4450.1904
15 2 GIG 0.9S-100-MHP100 SRAQX010 SEAAE002 N\A DLB0250F 0I
XV-4450.1905
SDV-4450.1201
16 2 GIG 1.5S-175-MHP175 SRAIX013 SEAAE002 SEAGA019 DLC0180F 0Q
SDV-4450.1202
XV-4450.1201
XV-4450.1202
17 4 GIG 0.9S-100-MHP100 SRAQX010 SEAAE002 N\A DLB0250F 0I
XV-4450.1205
XV-4450.1206
XV-4450.1203
18 2 GIG 1.5S-175-MHP175 SRAQX010 SEAAE002 N\A DLC0190F 0L
XV-4450.1204
Summary page 1 of 1
% &/((/ DATA SHEET
Instruction and operating manual
!"£$ flow control BIFFI Acknow. 03/1080
DESCRIPTION Item 01 Item 02 Item 03 Item 04 Item 05 Item 06 Item 07 Item 08 Item 09
GIG 0,9S-100- GIG 0,9S-100- GIG 0,9S-100- GIG 0,9S-100- GIG 0,9S-100- GIG 0,9S-100- GIG 0,9S-100- GIG 0,9S-135- GIG 0,9S-135-
Actuator model:
MHP100 MHP100 MHP100 MHP100 MHP100 MHP100 MHP100 MHP135 MHP135
Medium data
Medium type: Sweet gas Sweet gas Sweet gas Sweet gas Sweet gas Sweet gas Sweet gas Sweet gas Sweet gas
Medium name and manufacturer: N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A
Medium supply pressures: 75-100 Bar g 75-100 Bar g 45-100 Bar g 75-100 Bar g 45-100 Bar g 75-100 Bar g 75-100 Bar g 45-100 Bar g 45-100 Bar g
Operating times
Open: <15 sec <15 sec <15 sec <15 sec <15 sec <15 sec <15 sec <15 sec <15 sec
Close: <15 sec <15 sec <15 sec <15 sec <15 sec <15 sec <15 sec <15 sec <15 sec
Solenoid valve
Supply voltage: 24 V DC 24 V DC 24 V DC N/A N/A N/A N/A 24 V DC 24 V DC
Power consumption: 10 W 10 W 10 W N/A N/A N/A N/A 10 W 10 W
Microswitches
Type: Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255 N/A
Manufacturer: Omron Omron Omron Omron Omron Omron Omron Omron N/A
Protections of enclosures and electric components
Waterproof: IP 65 IP 65 IP 65 IP 65 IP 65 IP 65 IP 65 IP 65 IP 65
Explosionproof: EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec
Settings
Relief valve 35 : 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g
Pneumatic switch 745 (set range 1-3 Bar/Min): N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A 40 Bar g 40 Bar g
Line Break 645 ( set range 1-3 Bar/Min )**: N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A 1 Bar/Min 1 Bar/Min
**for line break reference see MAN 615
DATA SHEET page 1 of 2
% &/((/ DATA SHEET
Instruction and operating manual
!"£$ flow control BIFFI Acknow. 03/1080
DESCRIPTION Item 10 Item 11 Item 12 Item 13 Item 14 Item 15 Item 16 Item 17 Item 18
GIG 0,9S-135- GIG 0,9S-135- GIG 0,9S-100- GIG 0,9S-100- GIG 0,3S-75- GIG 0,9S-100- GIG 1,5S-175- GIG 0,9S-100- GIG 1,5S-175-
Actuator model:
MHP135 MHP135 MHP100 MHP100 MHP75 MHP100 MHP175 MHP100 MHP175
Medium data
Medium type: Sweet gas Sweet gas Sweet gas Sweet gas Sweet gas Sweet gas Sweet gas Sweet gas Sweet gas
Medium name and manufacturer: N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A
Medium supply pressures: 45-100 Bar g 45-100 Bar g 50-100 Bar g 50-100 Bar g 50-100 Bar g 50-100 Bar g 40-100 Bar g 40-100 Bar g 40-100 Bar g
Operating times
Open: <15 sec <15 sec <30 sec <30 sec <30 sec <30 sec <30 sec <30 sec <30 sec
Close: <15 sec <15 sec <30 sec <30 sec <30 sec <30 sec <30 sec <30 sec <30 sec
Solenoid valve
Supply voltage: N/A 24 V DC N/A 24 V DC N/A N/A 24 V DC N/A 24 V DC
Power consumption: N/A 10 W N/A 10 W N/A N/A 10 W N/A 10 W
Microswitches
Type: Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255 Z-15GW2255
Manufacturer: Omron Omron Omron Omron Omron Omron Omron Omron Omron
Protections of enclosures and electric components
Waterproof: IP 65 IP 65 IP 65 IP 65 IP 65 IP 65 IP 65 IP 65 IP 65
Explosionproof: EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec EEX-d IIC T6 Cenelec
Settings
Relief valve 35 : 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g 105 Bar g
Pneumatic switch 745 (set range 1-3 Bar/Min): N/A 40 Bar g 40 Bar g 40 Bar g N/A N/A 40 Bar g N/A N/A
Line Break 645 ( set range 1-3 Bar/Min )**: N/A 1 Bar/Min 1 Bar/Min 1 Bar/Min N/A N/A 1 Bar/Min N/A N/A
**for line break reference see MAN 615
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Manual de uso e manutenção
!@ç$ flow control
ÍNDICE
Seção A _________________________________________ 2
Descrição do atuador __________________________________________2
Seção B _________________________________________ 3
Verificações a efetuar ao receber o atuador _______________________3
Armazenamento ______________________________________________3
Montagem do atuador na válvula________________________________4
Seção C_________________________________________ 6
Calibragem do curso angular ___________________________________6
Parafuso de bloqueio aparafusado na extremidade inferior do cilindro 7
Calibragem dos microinterruptores ______________________________8
Seção D_________________________________________ 9
Predisposição para a entrada em funcionamento ___________________9
a) Ligações pneumáticas ______________________________________9
b) Ligações elétricas__________________________________________9
Entrada em funcionamento ____________________________________10
Seção E ________________________________________11
Manutenção ________________________________________________11
a) Manutenção periódica _____________________________________11
b) Manutenção extraordinária _________________________________11
b2) Substituição dos vedantes do cilindro hidráulico (v. Fig.2) _______16
b3) Troca de óleo do grupo de comando hidráulico (v. Fig.3) ________20
Verificação do nível de óleo no reservatório (v. Fig.3) ______________24
Características do óleo hidráulico ______________________________25
Lubrificação do cinematismo __________________________________26
Seção F ________________________________________27
Anexos: (se previstos)_________________________________________27
NOTA:
A BIFFI Italia elaborou o conteúdo deste manual de instruções com
extremo cuidado, todavia não se responsabiliza por eventuais erros nele
contidos, nem por danos devidos ao uso do mesmo.
As informações deste manual são de propriedade reservada da BIFFI Italia
e podem sofrer alterações sem aviso prévio.
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"Gig-Mhp"
Manual de uso e manutenção
!@ç$ flow control
Descrição do atuador
Os GIG são atuadores pneumáticos projetados e fabricados para garantir um
funcionamento à prova de falhas com aplicações de 1/4 de volta em válvulas
de esfera, válvulas macho, válvulas borboleta ou amortecedores, seja em
serviço ON-OFF seja no serviço de modulação em condições de esforços
intensos.
O atuador é constituído por um cinematismo de corrediça com vedação total
que transforma o movimento linear do cilindro hidráulico (em fechamento
ou em abertura) no movimento rotatório necessário para o acionamento.
Os bloqueios mecânicos externos, aparafusados na parede esquerda do
cárter do cinematismo e na flange inferior do cilindro hidráulico,
permitem regular o curso angular da corrediça entre 82°e 98°.
SEÇÃO
A tampa do cinematismo de corrediça está predisposta, através das
A unidades de adaptação, para a montagem dos acessórios necessários
(posicionadores, micros elétricos de sinalização, transdutores de
posição, etc.) cujo acionamento é efetuado pelo pino do atuador.
O cárter do cinematismo de corrediça tem uma flange com furos roscados
para a fixação do atuador na válvula de forma direta ou, se necessário, com
a interposição de uma flange ou conexão de adaptação. A corrediça do
atuador tem um furo, com cavidade para lingueta, adequado para a
montagem de uma inserção cujo interior é trabalhado (a cargo da BIFFI ou
do Cliente) de acordo com a geometria e as dimensões da haste da válvula.
A BIFFI pode fornecer vários tipos de sistemas de controle segundo as
especificações do Cliente.
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Manual de uso e manutenção
!@ç$ flow control
Verificações a efetuar ao receber o atuador
1) Se o atuador já chegar montado na válvula, as calibragens dos bloqueios
mecânicos e dos micro elétricos (se presentes) já foram efetuadas durante
a montagem. Caso o atuador tenha sido enviado separadamente da
válvula, as calibragens dos bloqueios mecânicos e dos micro (se
presentes) devem ser verificadas e, se necessário, efetuadas durante a
montagem do atuador na válvula.
2) Verifique se o atuador não sofreu danos durante o transporte: se
necessário, restabeleça a pintura na zona danificada, etc.
3) Verifique se o modelo, o número de série do atuador e os dados de
desempenho indicados na placa correspondem aos descritos na
confirmação do pedido, no certificado de inspeção e na guia de remessa.
SEÇÃO 4) Verifique se os acessórios correspondem aos indicados na confirmação
do pedido na guia de remessa.
B Armazenamento
Os atuadores saem do estabelecimento BIFFI nas melhores condições de
funcionamento e de acabamento (condições garantidas por um certificado
de inspeção individual). Para que estas características se mantenham
inalteradas até o momento da instalação, é necessário observar algumas
normas e tomar as medidas apropriadas para una correta conservação
durante o período de armazenamento.
1) Verifique se estão colocadas as tampas nas entradas de óleo e nas
tomadas elétricas. Estas tampas de plástico não têm função de vedação
total, mas apenas de proteção durante o transporte contra a entrada de
corpos estranhos. No caso de armazenamento por longo período, e
sobretudo ao ar livre, substitua as tampas de proteção de plástico com
tampas metálicas para garantir a vedação total.
2) Se os atuadores não estiverem montados nas válvulas, coloque-os sobre
uma plataforma de madeira para não danificar o flange de acoplamento
na válvula. No caso de armazenamento por um longo período, preserve
as partes de acoplamento (flange, pino, inserção) passando uma camada
de óleo de proteção ou massa lubrificante. Se possível, cubra a flange
com um disco de proteção.
3) Em caso de longos períodos de armazenamento, é recomendado
conservar os atuadores em lugar seco ou pelo menos com uma proteção
contra a ação direta das intempéries. Se o atuador possuir um grupo de
comando pneumático, convém, se possível, acionar periodicamente os
atuadores com óleo apropriado filtrado; depois de tais manobras, todos os
engates roscados do grupo de comando devem ser bem tampados,
enchendo as válvulas com a máxima quantidade possível de óleo.
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!@ç$ flow control
Montagem do atuador na válvula
O atuador é montado na flange da válvula utilizando a flange do cárter do
atuador com furos roscados ou por meio de uma conexão de adaptação ou
de uma união flangeada.
O pino do atuador é geralmente ligado à haste da válvula mediante uma
inserção ou uma extensão da haste. A posição de montagem do atuador
respeito à válvula depende da instalação (eixo do cilindro paralelo ou
perpendicular ao eixo da tubagem).
Para a montagem do atuador na válvula proceda da seguinte maneira:
1) Verifique se as dimensões de acoplamento da flange e da haste da
válvula ou da respectiva extensão correspondem às dimensões de
acoplamento do atuador.
2) Coloque a válvula na posição fechada.
3) Lubrifique a haste da válvula com óleo ou com massa lubrificante para
facilitar a montagem, prestando atenção para não sujar a flange.
4) Limpe a flange da válvula removendo o que poderia impedir a perfeita
aderência do atuador na flange e sobretudo todos os resíduos de
oleosidade já que o torque é transmitido por atrito.
5) Se a inserção ou a extensão da haste para a ligação à válvula forem
fornecidos separadamente, deve-se montá-las na haste da válvula e fixá-
las por meio dos pinos de fixação.
6) Coloque o atuador na posição fechada.
7) Levante o atuador com a ajuda de um estropo de amarração nos pontos
de elevação e verifique se é adequado ao peso do atuador. Quando
possível, é mais fácil montar o atuador na válvula se ela estiver disposta
com a haste vertical. Neste caso, o atuador deve ser levantado mantendo
a flange em posição horizontal.
8) Limpe a flange do atuador removendo o que poderia impedir a perfeita
aderência à flange da válvula e sobretudo todo resíduo de oleosidade.
9) Abaixe o atuador de maneira que a inserção de adaptação da haste da
válvula penetre no pino do atuador. Tal acoplamento deve ser feito sem
esforço e somente com o peso do atuador. Quando a inserção estiver
presa no pino do atuador, os furos da flange da válvula deveriam
corresponder aos furos da flange do atuador ou dos tirantes nela
aparafusados. Caso isto não se verifique, deve-se rodar o pino do atuador
até que o acoplamento seja possível, alimentando com óleo, na pressão
adequada, o cilindro do atuador ou acionando o comando manual, se
presente.
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ROSCA TORQUE DE APERTO
RECOMENDADO (Nm)
M8 20
M10 40
M12 70
M14 110
M16 160
M20 320
M22 420
M24 550
M27 800
M30 1100
M33 1400
M36 1700
10) Aperte de modo uniforme as porcas dos tirantes de fixação de acordo
com o torque de aperto indicado na tabela. Os tirantes devem ser em aço
ASTM A320 L7; as porcas devem ser em aço ASTM A194 grau 2.
11) Convém acionar o atuador para verificar se não há forçagem no
acoplamento entre o atuador e a válvula.
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Manual de uso e manutenção
!@ç$ flow control
Calibragem do curso angular
É importante que sejam os bloqueios mecânicos do atuador a pararem o
curso angular em ambas as extremidades da posição da válvula
(completamente aberta e completamente fechada) e não os da válvula, a não
ser que isto não seja pedido pelas características desta (por exemplo válvula
borboleta de vedação metálica etc.).
A regulação da posição de válvula aberta é feita agindo no parafuso de
bloqueio na parede esquerda do cárter do cinematismo.
A regulação da posição de válvula fechada é feita agindo no parafuso de
bloqueio à direita do atuador (aparafusado na flange inferior do cilindro
pneumático).
SEÇÃO Para a regulação do parafuso de bloqueio na flange inferior do cilindro
pneumático proceda da seguinte maneira:
C 1) Desaperte a tampa da flange inferior do cilindro.
2) No caso de o curso angular do atuador parar antes da posição pretendida
(completamente aberta ou completamente fechada), desaperte o parafuso
de bloqueio rodando no sentido anti-horário com uma chave Allen até a
válvula ficar na posição correta.
3) No caso de o curso angular do atuador parar depois da posição pretendida
(completamente aberta ou completamente fechada), aperte o parafuso de
bloqueio rodando no sentido horário até a válvula ficar na posição
correta.
4) Aperte a tampa na flange inferior do cilindro.
Para a regulação do parafuso de bloqueio na parede esquerda do cárter do
cinematismo proceda da seguinte maneira:
1) Desaperte a contra-porca.
2) No caso de o curso angular do atuador parar antes da posição pretendida
(completamente aberta ou completamente fechada), desaperte o parafuso
de bloqueio rodando em sentido anti-horário até a válvula ficar na
posição correta.
3) No caso de o curso angular do atuador parar depois da posição pretendida
(completamente aberta o completamente fechada), aperte o parafuso de
bloqueio rodando no sentido horário até a válvula ficar na posição
correta.
4) Aperte a contra-porca.
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Parafuso de bloqueio aparafusado na extremidade inferior do
cilindro
DIMENSÕES CHAVE C1 CHAVE
DO CILINDRO (mm) C2
PNEUMÁTICO (mm)
075 30 30
100 30 30
135 30 30
175 41 41
200 46 46
DIMENSÕES CHAVE C1 CHAVE
DO CILINDRO (mm) C2
PNEUMÁTICO (mm)
235 17 60
280 17 80
300 17 100
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!@ç$ flow control
Calibragem dos microinterruptores
Importante: O acionamento dos microinterruptores deve ser
feito um pouco antes da parada do curso angular
do atuador efetuada pelo bloqueios mecânicos.
Para a calibragem dos microinterruptores proceda da seguinte maneira (v.
tabela no capítulo):
Desaperte o parafuso de fixação da tampa.
Tire a tampa tendo o cuidado para não danificar a superfície cilíndrica e
plana de acoplamento, o O-Ring e a gaxeta de vedação.
Coloque a válvula em posição completamente aberta. Desaperte o parafuso
relativo ao excêntrico que aciona o micro de “ABERTURA VÁLVULA”.
Regule o excêntrico de modo a acionar o micro: depois do disparo do micro,
rode mais uma vez o excêntrico de acionamento e aperte o parafuso.
Coloque a válvula em posição de completamente fechada e proceda com a
regulação do excêntrico que aciona o micro de “FECHAMENTO
VÁLVULA” com o mesmo procedimento já descrito. Recoloque a tampa e
aperte os parafusos de fixação.
A caixa dos microinterruptores está equipada com um ponteiro que assinala
a posição da válvula respeito às escritas "aberta" e "fechada" indicadas na
tampa.
Para uma correta indicação da posição da válvula, o ponteiro pode rodar de
90° respeito ao eixo superior, removendo o pino e remontando-o na posição
de 90°; também a tampa pode rodar de 90° respeito à caixa de modo que as
escritas fiquem na posição correta, deslocando de 90° a posição do pino de
referência.
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Predisposição para a entrada em funcionamento
a) Ligações pneumáticas
Ligue o atuador à linha de alimentação e de retorno do óleo com juntas e
tubos em conformidade com os requisitos da instalação, como também das
dimensões adequadas para garantir o débito de óleo necessário para o
acionamento do atuador, com perdas de carga não excedentes às máximas
admissíveis. Os tubos de ligação devem ser moldados e fixados
corretamente de maneira a não causar esforços anômalos nas bocas do
atuador ou afrouxamentos nas ligações roscadas, em caso de fortes
vibrações na instalação.
É necessário tomar todas as medidas para remover eventuais contaminantes
sólidos ou líquidos, presentes nas tubagens pneumáticas do atuador,
SEÇÃO evitando assim possíveis danos na unidade ou redução do seu
desempenho.
D Os tubos utilizados para as ligações devem ser bem limpos no seu interior
antes da utilização, lavando-os com substâncias apropriadas e introduzindo
fluxo de óleo ou azoto. As extremidades dos tubos devem ser aparadas e
limpas.
Feitas as ligações, manobre o atuador para verificar o correto
funcionamento, a conformidade dos tempos de manobra às especificações
da instalação e a ausência de perdas nas ligações pneumáticas.
b) Ligações elétricas
Ligue as linhas elétricas de alimentação, comando e sinalização do atuador
às caixas de terminas dos componentes elétricos. Para isto, desmonte as
tampas dos carters, tendo o cuidado para não danificar as superfícies de
acoplamento, os O-Ring e as gaxetas de vedação.
Tire as tampas das extremidades dos cabos.
Para as ligações elétricas, utilize componentes (prensa-cabos, cabo, tubos
flexíveis, tubos de proteção) em conformidade com os requisitos e com as
normativas aplicáveis às especificações da instalação (proteção mecânica
e/ou proteção antideflagrante).
Aperte a fundo os prensa-cabos nas entradas roscadas, de maneira a garantir
a vedação total e a proteção antideflagrante (quando preciso).
Introduza os cabos de ligação, por meio de prensa-cabos, nos carters
elétricos e ligue os condutores dos cabos às caixas de terminais, de acordo
com o esquema elétrico aplicável.
No caso de utilizar tubos rígidos de proteção do cabos, convém efetuar a
ligação aos carters elétricos interpondo tubos flexíveis de modo a não causar
esforços anômalos nas entradas dos cabos dos carters.
As tampas de plástico que fecham as entradas não utilizadas devem ser
substituídas por tampas de metal, de modo a garantir a vedação total e a
conformidade com as normativas de proteção antideflagrante (onde
aplicáveis).
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!@ç$ flow control
Feitas as ligações, verifique o correto funcionamento dos comandos e das
sinalizações.
Entrada em funcionamento
Para pôr em funcionamento o atuador, proceda da seguinte maneira:
1) Verifique se a pressão e a qualidade do óleo de alimentação (grau de
filtragem, desidratação) são aquelas prescritas. Verifique se os valores da
tensão de alimentação dos componentes elétricos (bobinas das
eletroválvulas, microinterruptores, pressostatos, etc.) são aqueles
prescritos.
2) Verifique se os comandos do atuador (comando à distância, comando
local, comandos de emergência, etc.) funcionam corretamente.
3) Verifique se as sinalizações à distância (posição válvula, pressão óleo,
etc.) estão corretas.
4) Verifique se as calibragens dos componentes do grupo de comando
(reguladores de pressão, pressostatos, válvulas reguladoras de fluxo.) são
conformes às exigências da instalação.
5) Verifique se não há perdas nas ligações hidráulicas. Se necessário, aperte
as porcas das juntas.
6) Depois de remover a ferrugem, restabeleça as zonas da pintura que foram
danificadas durante o transporte, o armazenamento ou a montagem, de
acordo com as especificações de pintura prescritas.
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Manual de uso e manutenção
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Manutenção
Importante: Antes de efetuar qualquer operação de
manutenção, é necessário cortar a linha de
alimentação hidráulica e descarregar a pressão do
cilindro do atuador e do grupo de comando: isto
permite ao pessoal operar em condições de total
segurança.
a) Manutenção periódica
Os atuadores "Gig" foram projetados para operar durante muito tempo em
condições de trabalho gravosas, sem necessidade de manutenção.
SEÇÃO Todavia convém verificar periodicamente o estado do atuador, procedendo
da seguinte maneira:
E 1) Verifique se o acionamento da válvula da parte do atuador é feita
regularmente e nos tempos previstos. Em caso de escassa utilização do
atuador, efetue periodicamente algumas manobras em abertura e em
fechamento com todos os tipos de comando existentes (comando à
distância, comando local, comandos de emergência, etc.) quando
permitido pelas condições de trabalho da instalação.
2) Verifique se as sinalizações à distância solicitadas estão corretas.
Verifique se o valor da pressão do óleo de alimentação está
compreendido na faixa fixada.
3) Caso haja um filtro de óleo montado no atuador, purgue a condensação
acumulada no copo coletor, abrindo a torneira de purga. Desmonte
periodicamente o copo e lave-o com sabão e água. Desmonte o filtro. Se
for constituído por um cartucho sinterizado, lave-o com solvente nitro e
sopre energicamente com óleo; se o filtro for de celulose, substitua-o
quando estiver obstruído.
4) Verifique a integridade dos componentes externos do atuador.
5) Verifique a integridade da pintura do atuador. Se alguma zona estiver
danificada, restabeleça a pintura de acordo com a especificação aplicável.
6) Verifique se não há perdas nas ligações hidráulicas. Se necessário, aperte
as porcas das juntas.
b) Manutenção extraordinária
Caso se verifiquem perdas no cilindro hidráulico ou um mau funcionamento
dos componentes mecânicos, ou no âmbito de um programa de manutenção
preventiva, deve-se desmontar o atuador e substituir os vedantes,
consultando a tabela indicada em anexo e efetuando os seguintes
procedimentos:
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Manual de uso e manutenção
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Substituição dos vedantes do cilindro
1) Desaperte a tampa (23) da flange inferior do cilindro.
2) Meça a distância entre o parafuso de bloqueio (20) e a superfície da
flange inferior (22) de modo a poder repor facilmente a calibragem do
bloqueio mecânico, uma vez concluídas as operações de manutenção.
3) Desaperte o parafuso de bloqueio (20), rodando-o no sentido anti-horário
com uma chave Allen, até retirar todo o parafuso do furo roscado da
flange inferior.
4) Desaperte as porcas (25) dos tirantes (18): as porcas devem ser todas
desaparafusadas progressivamente.
5) Retire a flange inferior (22) e o tubo (21).
6) Se o grupo de comando do atuador pedir o enchimento de óleo da câmara
do cilindro do lado da flange superior e a substituição do anel de vedação
da haste do pistão (40), tire o parafuso (2) e a tampa (1). Desaperte a
extremidade roscada da haste do pistão (17) do adaptador (30) do
bloqueio de guia (14). Retire a haste do pistão (17) da flange superior
(42).
7) Desmonte a flange superior (42) do cárter do cinematismo (8) tirando os
parafusos (31), somente quando for preciso substituir as gaxetas de
vedação (37) e (39) porque danificadas.
Substituição dos vedantes
Antes de proceder à remontagem, verifique se os componentes do atuador
estão em boas condições e sem resíduos. Lubrifique todas as superfícies das
peças que trabalham em contato com outros componentes com uma das
massas lubrificantes recomendadas. Se o O-Ring deve ser substituído,
remova aquele existente, limpe a ranhura de alojamento e lubrifique com
óleo de proteção ou com um pouco de massa lubrificante. Monte o novo O-
Ring na ranhura e lubrifique com óleo de proteção ou com um pouco de
massa lubrificante.
1) Substitua o O-Ring (43) da flange superior (42).
2) Substitua o O-Ring (43) da flange inferior (22).
Para substituir os anéis de vedação da haste do pistão (40), proceda da
seguinte maneira:
1) Tire o anel de vedação de Teflon existente (40) e o seu O-Ring da
ranhura.
2) Limpe a ranhura e lubrifique com óleo protetor ou com um pouco de
massa lubrificante.
3) Monte o novo O-Ring na ranhura e lubrifique com óleo protetor ou com
um pouco de massa lubrificante.
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4) Monte o novo anel de vedação de Teflon (40) na ranhura da flange, no
interior do O-Ring de borracha: faça de modo que o raio de curvatura
seja o mais amplo possível para evitar danificar a vedação. Então alargue
o anel de vedação com os dedos para repor o seu formato arredondado:
não utilize nenhum tipo de ferramenta porque poderia danificá-lo.
Para substituir o anel de vedação do pistão (46) proceda da seguinte
maneira:
1) Tire o anel de vedação de Teflon existente (46) e o O-Ring da ranhura de
alojamento.
2) Limpe a ranhura e lubrifique com óleo protetor ou com um pouco de
massa lubrificante.
3) Monte o novo O-Ring na ranhura e lubrifique com óleo protetor ou com
um pouco de massa lubrificante.
4) Monte o novo anel de vedação de Teflon (46) no O-Ring de borracha
introduzindo um lado na ranhura, então alargue com os dedos para que
entre na ranhura: preste atenção para alargá-lo uniformemente sem a
ajuda de nenhum tipo de ferramenta porque poderia danificá-lo. A
memória elástica do tipo de Teflon de que é feito o anel de vedação
permite-lhe voltar logo às dimensões anteriores.
Remontagem:
1) Monte a nova gaxeta de vedação (37-39) depois de ter limpo as
superfícies do cárter (8), da flange (38) e da flange superior (42) que
estão em contato.
2) Monte a flange superior (42), substitua as arruelas eventualmente
danificadas e aperte os parafusos (31) no torque recomendado.
3) Lubrifique a superfície da haste do pistão (17) com óleo protetor ou com
um pouco de massa lubrificante e insira-a no furo da flange superior,
prestando atenção para não danificar o O-Ring (39). Limpe bem a
extremidade roscada da haste do pistão (17) e o furo roscado do
adaptador (30) do bloqueio de guia (14). Passe sigilante LOCTITE 452
na extremidade roscada da haste e aperte.
4) Limpe bem o interior do tubo (21) e verifique a integridade da sua
superfície, em particular daquela dos chanfros. Lubrifique a superfície
interna do tubo e as extremidades dos chanfros com óleo protetor ou com
um pouco de massa lubrificante. Enfie o tubo no pistão tendo cuidado
para não danificar o anel de vedação de Teflon (46): o chanfro do tubo
deve comprimir sem esforço o anel de vedação; preste atenção para não
danificar o O-Ring da flange superior (43).
5) Monte a flange inferior centrando-a no interior do tubo e preste atenção
para não danificar o O-Ring (43).
6) Monte as porcas (25) nos tirantes (18) e aperte-as no torque
recomendado, alternando entre ângulos opostos.
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7) Efetue uma abundante reintegração da lubrificação com massa
lubrificante das superfícies em contato entre a corrediça (11) e as buchas
(33), das fendas das asas da corrediça, dos patins (5) e da barra de guia
(9).
8) Monte a nova gaxeta de vedação (10) depois de ter limpo as superfícies
do cárter (8) e da tampa (1).
9) Lubrifique o O-Ring (32) com óleo protetor ou massa lubrificante.
10) Monte a tampa (1) e os parafusos (2). Aperte os parafusos no torque
recomendado.
11) Aperte o parafuso de bloqueio (20) rodando-o no sentido horário com
uma chave Allen até voltar na posição original (mesma distância
respeito à superfície da flange inferior).
12) Aperte a tampa (23) na flange inferior do cilindro.
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APÓS A MANUTENÇÃO MANOBRE O ATUADOR DE MODO A
VERIFICAR SE O MOVIMENTO É REGULAR E SE NÃO HÁ
PERDAS DE ÓLEO DOS VEDANTES.
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b2) Substituição dos vedantes do cilindro hidráulico (v. Fig.2)
Caso se verifiquem perdas no cilindro hidráulico ou um mau funcionamento
dos componentes mecânicos, ou no âmbito de um programa de manutenção
preventiva, desmonte o atuador e substitua os vedantes, consultando a tabela
em anexo e efetuando as seguintes operações:
1) Tire as porcas (16) e as arruelas (15) dos tirantes (10) do lado da flange
inferior (13).
2) Retire a flange inferior e o tubo (12).
3) Tire os parafusos (2-Fig.1) e a tampa (1 Fig.1).
4) Desaperte a extremidade roscada da haste do pistão (6) do adaptador
(30-Fig.1) do bloqueio de guia ( 14-Fig.1).
5) Retire a haste do pistão da flange superior ( 2).
6) Desmonte a flange superior do cárter do cinematismo (8-Fig.1) tirando os
parafusos (7-Fig.1) somente quando for preciso substituir a gaxeta de
vedação (36-Fig.1) porque danificada.
Substituição dos vedantes
Antes de proceder à remontagem, verifique se os componentes do atuador
estão em boas condições e sem resíduos. Lubrifique todas as superfícies das
peças que trabalham em contato de outros componentes com uma das graxas
recomendadas. Se o O-Ring deve ser substituído, remova aquele existente
da sua ranhura, limpe-o e lubrifique-o com óleo protetor ou com um pouco
de massa lubrificante. Monte o novo O-Ring na ranhura e lubrifique-o com
óleo protetor ou com um pouco de massa lubrificante.
1) Substitua os O-Ring (3) da flange superior (2).
2) Substitua o O-Ring (3) da flange inferior (13).
Para substituir o anel de vedação da haste do pistão (4) e o O-Ring (5)
proceda da seguinte maneira:
1) Tire o anel de vedação de Teflon existente (4) e o O-Ring (5) da ranhura.
2) Limpe a ranhura e lubrifique com óleo protetor ou com um pouco de
massa lubrificante.
3) Monte o novo O-Ring na ranhura e lubrifique com óleo protetor ou com
um pouco de massa lubrificante.
4) Monte, encurvando-o, o novo anel de vedação de Teflon (4) na ranhura
da flange, no O-Ring de borracha (5): faça de modo que o raio de
curvatura seja o mais amplo possível, para evitar danificar a vedação.
Então alargue o anel de vedação com os dedos para repor o seu formato
arredondado: não utilize ferramentas de nenhum tipo porque poderia
danificá-lo.
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Para substituir o anel de vedação do pistão (9) e o O-Ring (19) proceda da
seguinte maneira:
1) Tire o anel de vedação de Teflon existente (9) e o O-Ring (19) da
ranhura.
2) Limpe a ranhura e lubrifique com óleo protetor ou com um pouco de
massa lubrificante.
3) Monte o novo O-Ring na ranhura e lubrifique-o com óleo protetor ou
com um pouco de massa lubrificante.
4) Monte o novo anel de vedação de Teflon (9) no seu O-Ring de borracha
(19), introduzindo um lado na ranhura, então alargue com os dedos para
fazê-lo entrar completamente: procure alargá-lo uniformemente sem a
ajuda de ferramentas de nenhum tipo porque poderia danificá-lo. A
memória elástica do tipo de Teflon de que é feito o anel de vedação
permite-lhe retornar logo às dimensões anteriores.
No caso em que seja necessário substituir o O-Ring (17), meça a projeção
do parafuso de bloqueio (11) respeito à superfície da flange inferior (13),
afim de poder repor facilmente a calibragem do bloqueio mecânico na
posição de abertura da válvula, uma vez concluídas as operações de
manutenção.
5) Desaperte a tampa (14) do parafuso de bloqueio e desaparafuse-o (11).
6) Tire o O-Ring (17) do parafuso de bloqueio (11). Limpe e lubrifique a
rosca do parafuso de bloqueio e a superfície da flange inferior na qual
atua o anel de vedação.
7) Aperte o novo vedante no parafuso de bloqueio até tocar a tampa (14).
8) Aperte o parafuso de bloqueio no furo roscado da flange inferior até
voltar à posição original (mesma projeção respeito à superfície da
flange).
9) Verifique se o O-Ring (17) está dentro da ranhura na flange inferior e em
contato com a superfície do fundo da ranhura.
Remontagem
1) Monte a nova gaxeta de vedação (36-Fig.1) depois de ter limpo as
superfícies do cárter ( 8-Fig.1) e da flange superior (2) que estão em
contato.
2) Monte a flange superior e aperte os parafusos (7-Fig.1) no torque
recomendado.
3) Limpe e lubrifique a superfície da haste do pistão (6), em particular na
zona do chanfro, com óleo protetor ou com um pouco de massa
lubrificante e insira-a no furo da flange superior, prestando atenção para
não danificar o anel de vedação de Teflon (4): o chanfro da haste do
pistão deve alargar o anel de vedação.
4) Limpe bem a extremidade roscada da haste do pistão e o furo roscado do
adaptador (30-Fig.1) do bloqueio de guia (14-Fig.1). Passe na
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extremidade roscada da haste o sigilante LOCTITE 452 e aperte a fundo
no furo roscado do adaptador.
5) Limpe cuidadosamente o interior do tubo (12) e verifique com atenção a
integridade da superfície, em particular aquela dos chanfros. Lubrifique a
superfície interna do tubo e as extremidade dos chanfros com óleo
protetor ou com um pouco de massa lubrificante. Deslize o tubo no
pistão com cuidado para não danificar o anel de vedação de Teflon (9): o
chanfro do tubo deve comprimir sem esforço a vedação.
6) Preste atenção para não danificar o O-Ring da flange superior (3).
7) Monte a flange inferior (13) centrando-a no interior do tubo e prestando
atenção para não danificar o O-Ring (3).
8) Monte as arruelas (15) e as porcas (16) nos tirantes (10). Aperte as porcas
no torque recomendado, alternando entre ângulos opostos.
9) Proceda a uma abundante reintegração da lubrificação com massa
lubrificante das superfícies em contato entre a corrediça (11-Fig.1) e as
buchas (13-Fig.1), das fendas das asas da corrediça, dos patins (5-Fig.1) e
da barra de guia (9-Fig.1).
10) Monte a nova gaxeta de vedação (36-Fig.1) depois de ter limpo as
superfícies do cárter ( 8-Fig.1) e da tampa (1-Fig.1)
11) Lubrifique o O-Ring (32-Fig.1) com óleo protetor ou massa lubrificante.
12) Monte a tampa (1-Fig.1) e os parafusos (2-Fig.1). Aperte os parafusos
no torque recomendado.
APÓS A MANUTENÇÃO MANOBRE O ATUADOR DE MODO A
VERIFICAR SE O MOVIMENTO É REGULAR E SE NÃO HÁ
PERDAS DE ÓLEO DOS VEDANTES.
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b3) Troca de óleo do grupo de comando hidráulico (v. Fig.3)
Quando for preciso trocar o óleo:
1) Tire a vareta de nível (1) da tampa do reservatório (22).
2) Desaperte a tampa (27) e a arruela (9) para descarregar todo o óleo.
3) Se no óleo descarregado do reservatório houver sujidade e/ou lama,
desmonte o tubo do reservatório desaparafusando as duas porcas cegas
(2) e limpe as superfícies internas do reservatório antes de colocar o óleo
novo. Se necessário, substitua os vedantes (21) do reservatório.
4) Recoloque a tampa (27) e a arruela (9) na chapa (11) e aperte.
5) Coloque o novo óleo no reservatório pelo furo da vareta de nível (1) na
tampa (22).
6) Recoloque a vareta de nível (1).
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Verificação do nível de óleo no reservatório (v. Fig.3)
Durante a manobra do atuador, o reservatório do óleo deve estar fechado
(não em contato com a atmosfera). Para evitar a cavitação, verifique o nível
de óleo no reservatório do modo abaixo descrito:
1) Desaparafuse a vareta de nível (1).
2) Desloque o atuador na posição aberta.
3) Verifique se o nível de óleo no reservatório (4) está em correspondência
com a referência da vareta “NÍVEL MAX”.
4) Sem reaparafusar a vareta de nível, desloque o atuador na posição
fechada com o comando pneumático ou com a bomba manual.
5) Aparafuse e aperte a vareta de nível.
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Características do óleo hidráulico
O óleo utilizado pela BIFFI para a lubrificação em temperatura normal e
recomendado para as reintegrações é o seguinte:
Fabricante: AGIP
Tipo: ARNICA 22
Viscosidade a 40°C: 20.8 cST
Viscosidade a 100°C: 4.8 cST
Índice de viscosidade ASTM: 165
Ponto de combustão: 160°C
Ponto de fluidez: -58°C
Peso específico: 0,897 kg/dm3
Código de referência DIN 51525: H - LP 25
Código de referência ISO CT131/SC6: HM
Código de referência ISO 3448: ISO VG 22
Óleo equivalente: ESSO NUTO 22
BP ENERGOL SHF 22
SHELL TELLUS OIL 22
CHEVRON EPHYDRAULIC OIL 22
IDRELF 22
MOBIL D.T.E. 11
Em caso de condições especiais de serviço ou temperaturas fora da faixa,
consulte a BIFFI.
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Lubrificação do cinematismo
Em caso de normal utilização, a lubrificação do cinematismo de corrediça
do atuador é "vitalícia". Em caso de manobras particularmente pesadas e
frequentes, poderia ser necessário efetuar uma reintegração periódica da
lubrificação: é recomendável passar uma camada abundante de massa
lubrificante nas superfícies em contato entre a corrediça e as buchas, nas
fendas das asas da corrediça, nos patins e na barra de guia. Para efetuar esta
operação, desmonte a tampa do cinematismo. Nos atuadores de maiores
dimensões, a lubrificação pode ser efetuada por meio de furos de inspeção
da tampa, depois de ter removido as tampas.
A massa lubrificante utilizada pela BIFFI para a lubrificação em
temperatura normal e recomendada para as reintegrações é a seguinte:
Fabricante: AGIP
Tipo: GR MU/EP2
Consistência NLGI: 2
Penetração manipulada (dmm): 280
Ponto de gotejamento ASTM (°C): 185
Grau ISO: X2
Massa lubrificante equivalente: ESSO BEACON EP2
BP GREASE LTX2
SHELL ALVANIA GREASE R2
ARAL ARALUB HL2
CHEVRON DURALITH GREASE EP2
CHEVRON SPHEEROL AP2
TEXACO MULTIFAK EP2
MOBILPLEX 47
PETROMIN GREASE EP2
Em caso de condições especiais de serviço ou temperaturas fora da faixa,
consulte a BIFFI.
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Anexos: (se previstos)
SEÇÃO
F
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manual de uso e manutenção
LINE BREAK
FECHAMENTO AUTOMÀTICO
POR ROPTURA DE LINHA
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MAN 615
Manual de uso e manutenção
1 10/10/2003 Revisão Montagna Stoto
0 05/05/1999 Emissão Lazzarini Aliani
Rev. Data Descrição Realizado Aprovado
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"Line break"
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ÍNDICE
SEÇÃO A ___________________________________________ 2
Introdução___________________________________________________2
SEÇÃO B ___________________________________________ 3
Princípio de funcionamento (v. figura 1) __________________________3
SEÇÃO C ___________________________________________ 4
Descrição do funcionamento do dispositivo "LINE BREAK" ________4
(v. figura 0)___________________________________________________4
SEÇÃO D ___________________________________________ 6
Curvas a avaliar para o funcionamento do "LINE BREAK" _________6
a) Evolução da pressão diferencial com o passar do tempo, para duas taxas
diferentes de perda de carga da tubagem, para um mesmo diâmetro de
orifício e mesma pressão inicial da tubagem (v. figura 2) _____________6
b) Evolução da pressão diferencial com o passar do tempo para dois
diâmetros de orifício diferentes, para uma mesma taxa de perda de carga
da conduta do gás e mesma pressão inicial (v. figura 3) ______________8
c) Evolução da pressão diferencial com o passar do tempo, para duas
pressões iniciais diferentes da conduta do gás, para uma mesma taxa de
perda de carga e mesmo diâmetro de orifício (v. figura 4) ___________10
d) Valores máximos de pressão diferencial que resultam de taxas de perda de
carga diferentes, de pressões iniciais da conduta do gás diferentes e de
diâmetros de orifício diferentes (v. figura 5) ______________________12
SEÇÃO E __________________________________________14
Calibragem do dispositivo "LINE BREAK"______________________14
a) Exemplo de calibragem do dispositivo (v. figura 7)_________________16
SEÇÃO F __________________________________________18
Verificação da calibragem e do funcionamento do dispositivo "LINE
BREAK" mediante grupo de comando portátil ___________________18
SEÇÃO G __________________________________________19
Anexos: (se previstos)_________________________________________19
NOTA:
A BIFFI Italia elaborou o conteúdo deste manual de instruções com
extremo cuidado, todavia não se responsabiliza por eventuais erros nele
contidos, nem por danos devidos ao uso do mesmo.
As informações deste manual são de propriedade reservada da BIFFI Italia
e podem sofrer alterações sem aviso prévio.
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"Line break"
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Introdução
As condutas de gás devem ser equipadas com dispositivos automáticos de
segurança para fechar as válvulas em caso de ruptura das tubagens e para
parar os vazamentos de gás que poderiam provocar danos às pessoas e
coisas, além de grandes prejuízos econômicos.
A ruptura de uma tubagem provoca uma perda de carga, cuja intensidade
depende de vários fatores, entre os quais:
⇒ diâmetro e comprimento da tubagem
⇒ dimensões da ruptura
⇒ temperatura e pressão do gás
⇒ caudal
⇒ distância entre o ponto da ruptura e a válvula na qual está montado o
SEÇÃO atuador, completo de dispositivo "LINE BREAK": quanto maior for a
distância, menor é a taxa de perda de carga que atua no "LINE BREAK".
A As perdas de carga se verificam também durante o normal funcionamento
da conduta do gás e são provocadas por alterações no funcionamento das
estações de compressão ou pelo aumento da quantidade de gás exigido pelas
filiais e pelos utentes.
Um método particularmente fiável para identificar a ruptura de uma
tubagem consiste em ler o valor "anormal" da taxa de perda de carga
(DP/DT) superior aos valores normais, verificados durante o normal
funcionamento da tubagem.
O dispositivo "LINE BREAK" BIFFI, que permite o fechamento automático
das válvulas em caso de ruptura da conduta do gás, baseia-se no princípio da
determinação da taxa de perda de carga (DP/DT) através da medição da
diferença de pressão entre a tubagem e o reservatório de referência, já que
este último está ligado à conduta por meio de um orifício calibrado.
O dispositivo pode ser facilmente calibrado para ser adaptado às dimensões
e às características de funcionamento da conduta do gás. O sistema não
necessita de fonte de alimentação elétrica externa e utiliza exclusivamente o
gás da tubagem.
Para calibrar o dispositivo, deve-se considerar a taxa mínima de perda de
carga provocada pela ruptura da conduta (que deve assegurar o acionamento
do "LINE BREAK") e a taxa máxima, verificada durante o normal
funcionamento (que não deve provocar o acionamento do "LINE BREAK").
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Principio de funcionamento
(v. figura 1)
A ruptura da conduta do gás provoca um aumento da velocidade do gás e,
de consequência, um aumento da perda de carga pela válvula; todavia, não é
possível utilizar este valor como sinal para o acionamento do dispositivo
central porque a perda de carga é extremamente limitada, dado que a válvula
está completamente aberta.
No caso em que um reservatório de referência esteja ligado à conduta do gás
por um orifício calibrado com válvula de retenção, quando a pressão da
conduta do gás aumenta, a pressão no reservatório compensa imediatamente
a pressão da conduta, através da válvula de retenção. Pelo contrário, quando
a pressão da conduta diminui, a pressão no reservatório de referência fica
mais alta da pressão da conduta do gás.
Maior a taxa de perda de carga na tubagem, menor o diâmetro do orifício;
SEÇÃO maior o volume do reservatório de referência, maior a diferença de pressão
B
entre o reservatório de referência e a tubagem.
Tal pressão diferencial é medida por um dispositivo de membrana que,
quando a pressão diferencial supera o ponto de regulação, comanda o
fechamento da válvula e impede a sua abertura.
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Descrição do funcionamento do dispositivo "LINE BREAK"
(v. figura 0)
O dispositivo "LINE BREAK" está ligado à conduta do gás à jusante da
válvula respeito à direção do fluxo do gás para evitar o fechamento
involuntário da válvula quando esta é manobrada em abertura pelo efeito da
pressão diferencial (partimos, de fato, do pressuposto que a pressão à
montante seja sempre maior/igual à pressão à jusante).
A válvula de bloqueio (601) pode isolar a ligação à conduta do gás.
O gás utilizado para o dispositivo é filtrado no filtro (610).
A conduta do gás é ligada ao reservatório de referência (31) pela válvula de
retenção com orifício (625).
Quando a pressão da conduta do gás aumenta, a válvula de retenção se abre
SEÇÃO e a pressão do reservatório de referência compensa imediatamente aquela
C
da conduta do gás. Pelo contrario, quando a pressão da conduta do gás
diminui, a válvula de retenção fica fechada e a ligação entre a conduta e o
reservatório de referência é feita somente pelo orifício: deste modo, a
pressão no reservatório de referência fica mais elevada daquela da conduta
do gás.
A conduta do gás e o reservatório de referência estão ligados às duas
câmaras da válvula de membrana (645) e a pressão diferencial atua na
membrana.
Maior a taxa de perda de carga, maior a pressão diferencial.
Quando a pressão diferencial supera o valor de calibragem da válvula (645),
esta última dispara e manda uma sinalização de pressão. O valor de
calibragem da pressão diferencial da válvula (645) é regulável mediante a
calibragem da mola de tração desta última.
A sinalização de pressão que provém da válvula de membrana comanda o
acionamento do atuador em fechamento e impede a abertura. A sinalização
pneumática guia a válvula (681) que corta a ligação proveniente da válvula
(709 PO) e liga à atmosfera a guia da válvula "a ser aberta" (709DO). A
sinalização pneumática que provém da válvula (645), coloca sob pressão,
por meio da válvula (632), a guia da válvula "a ser fechada" (709DC).
Após o acionamento do fechamento de emergência comandado pelo
dispositivo "LINE BREAK", deve-se restabelecer manualmente a válvula
(681) para ativar a manobra de abertura.
A válvula de bloqueio (632E) permite prevenir a manobra de fechamento
comandada pelo "LINE BREAK": isto torna-se necessário quando a
calibragem ou a prova de trabalho do dispositivo são feitas durante o normal
funcionamento da tubagem e portanto não é possível fechar a válvula da
tubagem nem, de consequência, parar o fluxo do gás.
A válvula de descarga (632B) é um dispositivo de segurança que libera na
atmosfera os eventuais vazamentos de gás da válvula (645) e evita que a
válvula (709DC) seja manobrada involuntariamente, com o consequente
fechamento involuntário do atuador.
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Curvas a avaliar para o funcionamento do "LINE BREAK"
Em caso de perda de carga na conduta do gás, se verifica também uma
diminuição da pressão no reservatório de referência, mas com um certo
atraso, já que a ligação é feita pelo orifício calibrado.
A diferença entre as duas pressões aumenta com o passar do tempo até o
momento em que atinge o valor máximo (dP MAX) e depois diminui.
O valor da pressão diferencial é uma função da taxa de perda de carga da
conduta do gás, do diâmetro do orifício e do valor de pressão da conduta do
gás.
a) Evolução da pressão diferencial com o passar do tempo, para duas
taxas diferentes de perda de carga da tubagem, para um mesmo
SEÇÃO diâmetro de orifício e mesma pressão inicial da tubagem (v. figura 2)
D
As curvas representadas na figura 2 mostram como a diferença de pressão
entre o reservatório de referência e a conduta do gás cresce com o aumento
da taxa de perda de carga.
As curvas mostram ainda que, para um mesmo diâmetro de orifício, o
tempo "t0" necessário para atingir o valor "dP max" é o mesmo para todas
as taxas de perda de carga e depende exclusivamente do diâmetro do
orifício.
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Figure 2
GASLINE PRESSURE (BAR)
50
PG2
45
40
PG1
35
30
25
0 1 2 3 4 5
TIME (MINUTES)
DIFFERENTIAL PRESSURE (BAR)
1
0,9 dP1
dP2 max
0,8
0,7
0,6
0,5
0,4 dP2
dP1 max
0,3
0,2
0,1
0
to
0 1 2 3 4 5
TIME (MINUTES)
CURVES OF PRESSURE DROPS AND OF DIFFERENTIAL PRESSURES
WITH DIFFERENT PRESSURE DROP RATES
BY SAME ORIFICE DIAMETER
AND SAME INITIAL GASLINE PRESSURE
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b) Evolução da pressão diferencial com o passar do tempo para dois
diâmetros de orifício diferentes, para uma mesma taxa de perda de
carga da conduta do gás e mesma pressão inicial (v. figura 3)
As curvas da figura 3 mostram como, para uma mesma taxa de perda de
carga, a diferença de pressão entre o reservatório de referência e a conduta
do gás aumenta com o diminuir do diâmetro do orifício: os valores de
pressão diferencial dP2 são maiores respeito a dP1, já que o diâmetro do
orifício 2 é menor respeito ao do orifício 1.
As curvas mostram ainda que o tempo necessário para atingir o valor dP
max da pressão diferencial aumenta com a diminuição do diâmetro do
orifício.
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Figure 3
GASLINE PRESSURE (BAR)
45
40
35
30
25
0 1 2 3 4 5
TIME (MINUTES)
DIFFERENTIAL PRESSURE (BAR)
1
dP2 (ORIFICE 2)
0,9
dP2 max
0,8
0,7
0,6
0,5
0,4 dP1 (ORIFICE 1)
dP1 max
0,3
0,2
0,1
0
0 1 t1 2 t2 3 4 5
TIME (MINUTES)
The orifice diameter 2 is smaller than the orifice diameter 1
CURVAS DAS PERDAS DE CARGA E DAS PRESSÕES
DIFERENCIAIS
PARA DIÂMETROS DE ORIFÍCIO DIFERENTES,
PARA UMA MESMA TAXA DE PERDA DE CARGA E MESMA
PRESSÃO INICIAL DA CONDUTA DO GÁS
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c) Evolução da pressão diferencial com o passar do tempo, para duas
pressões iniciais diferentes da conduta do gás, para uma mesma taxa
de perda de carga e mesmo diâmetro de orifício (v. figura 4)
As curvas da figura 4 mostram como, com a mesma taxa de perda de carga,
a diferença de pressão entre o reservatório de referência e a conduta do gás
aumenta com a diminuição da pressão inicial: o valor da diferença de
pressão dP2 é superior ao valor de dP1, já que a pressão inicial da curva 1 é
mais elevada respeito à da curva 2.
As curvas mostram ainda que os tempos necessários para atingir os valores
máximos "dP1 max" e "dP2 max" das pressões diferenciais são os mesmos e
dependem exclusivamente do diâmetro do orifício.
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Figure 4
GASLINE PRESSURE (BAR)
60
55
1
50
45
40
35 2
30
25
0 1 2 3 4 5
TIME (MINUTES)
DIFFERENTIAL PRESSURE (BAR)
0,8 dP2
dP2 max
0,7
0,6
dP1
0,5 dP1 max
0,4
0,3
0,2
0,1
0,0 to
0 1 2 3 4 5
TIME (MINUTES)
CURVES OF PRESSURE DROPS BY SAME PRESSURE
DROP RATE BUT WITH DIFFERENT GASLINE INITIAL
PRESSURES AND OF DIFFERENTIAL PRESSURES
BY SAME ORIFICE DIAMETER
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d) Valores máximos de pressão diferencial que resultam de taxas de
perda de carga diferentes, de pressões iniciais da conduta do gás
diferentes e de diâmetros de orifício diferentes. (v. figura 5)
As curvas da figura 5 mostram os valores máximos da diferença de pressão
entre o reservatório de referência e a conduta do gás, em função da taxa de
perda de carga, com três valores diferentes de pressão inicial da conduta do
gás (35, 55 e 75 bar), compreendidos na faixa da pressão normal de serviço
da conduta.
Foram traçadas as curvas relativas a 4 diâmetros diferentes de orifício: 0,5,
0,7, 0,9 e 1,25 mm.
As taxas de perda de carga são calculadas como valor médio durante um
minuto.
As curvas permitem identificar o diâmetro do orifício, o qual deve ser
utilizado para calibrar o "LINE BREAK" nas efetivas condições de serviço
da conduta do gás (pressão, taxa de perda de carga em caso de ruptura da
conduta).
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Calibragem do dispositivo "LINE BREAK"
(v. figuras 5 e 6)
Para calibrar o "LINE BREAK" deve-se conhecer as condições de serviço
da conduta do gás:
⇒ faixa da pressão do gás;
⇒ valor da taxa mínima de perda de carga em caso de ruptura da conduta do
gás, medido na parte da conduta em que a válvula está instalada, para
pressões de serviço da tubagem mínima, normal e máxima;
⇒ valor da taxa máxima de perda de carga, medido na parte da conduta em
que a válvula está instalada, durante o normal funcionamento, para
pressões de serviço da tubagem mínima, normal e máxima.
SEÇÃO
A calibragem do dispositivo serve para evitar a intervenção do "LINE
E
BREAK" em caso de taxas de perda de carga que se verifiquem durante o
normal funcionamento da tubagem e assegurar, pelo contrário, a sua
intervenção em caso de taxas de perda de carga provocadas pela ruptura da
conduta do gás.
É necessário que a taxa de perda de carga, que se manifesta nas normais
condições de serviço, seja sempre inferior à taxa de perda de carga
provocada pela ruptura da conduta, à mesma pressão de serviço.
Para efetuar a calibragem do dispositivo, deve-se determinar um valor da
taxa de perda de carga que provoca a intervenção do dispositivo: tal valor
deve ser superior a todas as taxas de perda de carga que se podem verificar
durante as normais condições de serviço, mas inferior a todas as taxas de
perda de carga provocadas pela ruptura da conduta. Uma vez definidas a
taxa de perda de carga e a respectiva pressão de serviço, é possível
determinar o diâmetro do orifício com a ajuda das curvas da figura 5: no
eixo das abcissas (BAR/MIN) fixa-se o ponto que corresponde ao valor da
taxa de perda de carga escolhido para a calibragem. Traça-se uma linha
vertical que sobe até a interseção com a curva dos valores máximos da
pressão diferencial relativos à pressão de serviço selecionada. Do ponto de
interseção traça-se uma linha horizontal que atravessa o eixo das ordenadas
no ponto do valor máximo de pressão diferencial, que pode ser utilizado
para a calibragem da válvula de membrana. O valor da pressão diferencial
deve ficar na faixa de 0,2 a 1 bar.
No caso da calibragem da válvula de membrana, convém escolher um valor
de pressão diferencial não superior a 90% do valor definido pelo
procedimento anteriormente ilustrado, de modo a assegurar a intervenção do
dispositivo.
O tempo necessário para a intervenção do dispositivo depende do diâmetro
do orifício utilizado.
No caso da calibragem do dispositivo, deve-se instalar o orifício com o
diâmetro escolhido e regular a válvula de membrana na pressão diferencial
selecionada.
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No caso da calibragem da válvula de membrana (v. figura 6), deve-se
afrouxar o parafuso de bloqueio "A", que impede a rotação do anel de
calibragem.
Rode o anel "B" até a borda atingir a posição que corresponde ao valor de
pressão diferencial selecionado, indicado na escala da placa "C".
Figura 6
CALIBRAGEM DA VÁLVULA DE MEMBRANA
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a) Exemplo de calibragem do dispositivo (v. figura 7)
Suponhamos que a pressão do gás na tubagem seja de 55 bar, que a taxa
máxima de perda de carga durante o normal funcionamento seja de 0,5
bar/min e que a taxa mínima de perda de carga provocada por uma ruptura
da conduta seja de 1,5 bar/min.
Decidimos calibrar o dispositivo de modo que intervenha com uma taxa de
perda de carga de 1 bar/minuto.
Com a ajuda das curvas da figura 5, que são reproduzidas também na figura
7, é possível verificar que, para obter uma pressão diferencial compreendida
entre 0,2 e 1 bar, o orifício a utilizar é aquele com um diâmetro de 0,5 mm.
No eixo das abcissas (BAR/MIN) fixa-se o ponto que corresponde ao valor
da taxa de perda de carga = 1 bar/min.
Traçamos uma linha vertical que sobe até cortar a curva dos valores
máximos de pressão diferencial, relativos à pressão de serviço de 55 bar.
Do ponto de interseção traçamos uma linha horizontal que atravessa o eixo
das ordenadas no ponto da pressão diferencial de 0,7 bar.
Para certificar a intervenção do dispositivo, calibramos a válvula de
membrana na pressão diferencial de 0,6 bar.
Para a calibragem do dispositivo, deve-se instalar um orifício com um
diâmetro de 0,5 mm. e regular a válvula de membrana com um valor de
pressão diferencial de 0,6 bar.
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Figure 7
GASLINE PRESSURE (BAR)
55
54
1
0,5 BAR/MIN
53
52
2
1 BAR/MIN
51
50
49
1,5 BAR/MIN 3
48
47
0 1 2 3 4 5
TIME (MINUTES)
DIFFERENTIAL PRESSURE (BAR)
ORIFICE ø 0,5 ORIFICE ø 0,7
1,1 35 55 75 35 55 75
1
0,9
0,8
0,7
0,6
0,5
0,4
0,3
0,2
0,1
0
0 1 2 3
AVERAGE PRESSURE DROP RATE
(BAR/MINUTE)
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Verificação da calibragem e do funcionamento do dispositivo
"LINE BREAK" mediante grupo de comando portátil
As verificações relativas ao funcionamento e à calibragem do dispositivo (se
o cliente especificar as condições de serviço) são feitas no departamento de
ensaios da BIFFI; o certificado de inspeção é fornecido com o "LINE
BREAK".
Se for preciso verificar no local o correto funcionamento do dispositivo
"LINE BREAK", deve-se verificar se o dispositivo comanda a manobra de
fechamento da válvula e inibe a sua abertura quando a pressão do gás desce
para uma taxa superior respeito àquela fixada para a calibragem do
dispositivo; neste caso, é possível utilizar um grupo de comando portátil,
fornecido pela BIFFI.
Pode-se ainda utilizar este grupo de comando para verificar o valor de
SEÇÃO pressão diferencial na qual foi calibrada a válvula de membrana do
dispositivo "LINE BREAK".
F
As operações relativas às verificações acima mencionadas estão descritas
na documentação "DT 5006 E" relativa ao "GRUPO ELETRÔNICO
PORTÁTIL COM MANÔMETRO DIGITAL".
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Anexos: (se previstos)
SEÇÃO
G
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instruction and operating manual
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