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Instalações de Média Tensão e Equipamentos

O documento aborda instalações de média tensão, incluindo equipamentos como transformadores, disjuntores, chaves seccionadoras e para-raios. Ele detalha as classificações, tipos e funções de cada equipamento, além de suas características operacionais e de segurança. O texto também menciona a importância de normas como a ABNT NBR 5419 para proteção contra descargas atmosféricas.

Enviado por

Richard Trajano
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Instalações de Média Tensão e Equipamentos

O documento aborda instalações de média tensão, incluindo equipamentos como transformadores, disjuntores, chaves seccionadoras e para-raios. Ele detalha as classificações, tipos e funções de cada equipamento, além de suas características operacionais e de segurança. O texto também menciona a importância de normas como a ABNT NBR 5419 para proteção contra descargas atmosféricas.

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IMTs

Instalações de Média Tensão


Pra hoje
Introdução
Iniciar o estudo dos
equipamentos
O que é uma instalação elétrica?
SEP
SEP
O que são subestações?
O que são subestações?
O que são subestações?
Transformadores
Transformadores
Transformadores
Transformadores
Transformadores
Classificação de
Transformadores
Classificação de
Transformadores
Classificação de
Transformadores
Perdas no transformador
Perdas no transformador
Perdas no transformador
Perdas no transformador
Transformador de Corrente
(TC)

Transformador para instrumento cujo enrolamento


primário é ligado em série em um circuito elétrico e
reproduz, no seu circuito secundário, uma corrente
proporcional à do seu circuito primário, com sua posição
fasorial substancialmente mantida.
Transformador de Corrente
(TC)

Os transformadores de corrente são classificados em dois


tipos:

• Transformadores de Corrente para Serviço de Medição.


• Transformadores de Corrente para Serviço de Proteção.
Transformador de Corrente
(TC)
Tipos construtivos:

• Transformadores de Corrente tipo Enrolado


• Transformadores de Corrente tipo Barra
Transformador de Corrente tipo Janela
Transformador de corrente tipo bucha
Transformador de Corrente tipo Núcleo Dividido
ETC
Transformador de Corrente
(TC)
Transformador de Corrente Tipo Enrolado
Transformador de corrente, cujo enrolamento
primário, constituído de uma ou mais espiras, envolve
mecanicamente o núcleo do transformador.
Transformador de Corrente
(TC)
Transformador de Corrente Tipo Barra
Transformador de corrente cujo enrolamento primário é
constituído por uma barra, montada permanentemente
através do seu próprio núcleo.
Transformador de Corrente
(TC)
Transformador de Corrente Tipo Janela
Transformador de corrente sem primário próprio,
construído com uma abertura através do núcleo, por onde
passa um condutor que forma o circuito primário.
Transformador de Corrente
(TC)
Transformador de Corrente Tipo Bucha
Transformador de corrente tipo janela projetado para ser
instalado sobre uma bucha de um equipamento elétrico.
Transformador de Corrente
(TC)
Transformador de Corrente Tipo com Núcleo Dividido
Transformador de corrente tipo janela em que parte do
núcleo é separável ou basculante, para facilitar o
enlaçamento do condutor primário.
Transformador de Potência (TP)

Esses transformadores são utilizados para


gerar, transmitir e distribuir energia, têm
potência de 5 até 300 MVA e operam em tensão
de até 765 kV
Disjuntor
Disjuntor
Disjuntor a sopro magnético

Disjuntores a sopro magnético são utilizados em média


tensão, até 24 kV. A extinção do arco elétrico é feita no
ar e transferido para a câmara de extinção, que possui
várias fendas. Essas fendas têm a função de eliminar o
arco.
Disjuntor a grande volume de
óleo (GVO)
Empregam o óleo mineral, elemento que apresenta uma grande capacidade
de ruptura do arco elétrico. Os disjuntores a óleo são utilizados em média e
alta tensão, até 230 kV. A extinção do arco em óleo mineral pode acontecer
de duas formas: pelo efeito do hidrogênio ou pelo efeito do fluxo líquido.
Disjuntor a grande volume de
óleo (GVO)
A principal vantagem dos disjuntores GVO é a alta capacidade de
interromper correntes de curto-circuito, e as principais desvantagens são: a
necessidade de realizar manutenção com uma grande freqüência para
filtragem do óleo; a possibilidade de incêndio e o grande volume de óleo a
ser utilizado.
Disjuntor a pequeno volume de
óleo (PVO)
Surgiram com o intuito de substituir os GVO. Os disjuntores PVO utilizam o
efeito de fluxo líquido para eliminar o arco elétrico, sendo empregados em
baixa, média e alta tensão até 138 kV, com a condição da corrente de
interrupção ser inferior a 20 kA. Como as correntes de interrupção variam
entre 31,5 kA, 40 kA e 50 kA, devem-se utilizar várias câmaras em série com
uso de capacitores de equalização, aumentando assim a complexidade do
equipamento.
Disjuntor a pequeno volume de
óleo (PVO)
As principais vantagens dos PVO são a redução no dimensionamento do
equipamento e o aperfeiçoamento das características elétricas e de
desempenho em relação ao GVO. A manutenção é simples, prática e é
confiável. Todavia, eles não são aplicáveis em extra alta tensão
Disjuntores a vácuo

Disjuntores a vácuo são aplicados principalmente em média tensão. O


processo de extinção do arco ocorre devido à formação de uma nuvem
metálica que é originada pela evaporação do metal que compõe os contatos.
Após a interrupção do arco, esse material é depositado nos contatos, e a
rigidez dielétrica entre eles é recomposta.
Disjuntores a vácuo

Esse tipo de disjuntor apresenta várias vantagens tais com: um curto tempo
do arco, a capacidade de executar religamentos rápidos, não apresenta
gases ou elementos inflamáveis, os contatos não sofrerem desgastes
significativos, possuem uma elevada vida útil. Todavia, disjuntores a vácuo
apresentam a desvantagem da complexidade construtiva, além de não ser
trivial a manutenção do vácuo na câmara de extinção.
Disjuntores a SF6

São utilizados em média e alta tensão. Esse gás apresenta as seguintes


características: não é corrosivo, não é tóxico, não é combustível, é incolor,
inodoro e apresenta estabilidade nas suas moléculas. Além disso, por
possuir elevada eletronegatividade, apresenta uma grande capacidade de
interrupção de correntes elevadas.
Disjuntores a SF6

Dois tipos:
Dupla pressão: envolve duas câmaras de compressão sendo uma para
armazenar o gás e outra para extinguir
Única pressão: uma câmara só que faz tudo isso
Chaves Seccionadoras
Chaves Seccionadoras

As chaves seccionadoras são dispositivos destinados a realizar manobras de


seccionar e isolar um circuito elétrico. Em condições normais e com seus
contatos fechados, elas devem manter a condução de sua corrente nominal,
inclusive de curto circuito até a abertura do disjuntor, sem
sobreaquecimento.
Chaves Seccionadoras

Basicamente a seccionadora é uma extensão do condutor que,


se desloca quando acionado, abrindo e fechando através dos
contatos fixo e móvel. Normalmente em média
tensão seu controle é manual através de alavanca ou bastão.
Chaves Seccionadoras
A “chave seccionadora primária” é o sistema utilizado para
interromper de modo
visível a continuidade elétrica de um circuito.
É comandável sob tensão, mas sem corrente (porque possui
poder de
interrupção); é utilizável em subestações para isolamento, bem
como em redes
aéreas de distribuição urbana e rural visando seccionar
alimentadores.
Chaves Seccionadoras

Ainda, pode ser unipolar ou tripolar, para uso interno ou


externo, operada
manualmente ou por telecomando.
Podemos classificar as seccionadoras de Média Tensão em
função de suas
características de operação.
Chaves Seccionadoras
Chave seccionadora sem carga
Cada fase é munida de um isolador para sustentação do contato
fixo e outro para sustentação do braço de acionamento (varão),
um eixo rotativo, que quando acionado através de uma alavanca
manual, provoca o fechamento ou abertura simultânea das três
facas (contatos móveis).
Esse tipo de seccionadora pode, também, ser dotada de fusíveis
(fase a fase)
que, quando queimado, interrompe a alimentação da respectiva
fase, porém, sem provocar a abertura da seccionadora.
Chaves Seccionadoras
Chave faca unipolar
A operação de abertura e fechamento é realizada manualmente
através de um bastão isolante, cada fase é acionada
individualmente.
Chaves Seccionadoras
Chave fusível
Também conhecida como chave Mattews, executa tanto a função
normal de comando sem carga, quanto a de proteção perante um
curto-circuito, pela queima do fusível que, em condições normais,
também faz a vez de contato móvel. A operação desta chave é
idêntica à da chave faca unipolar.
Chaves Seccionadoras
Chave seccionadora sob carga
Também chamada de interruptor tripolar de média tensão, possui um dispositivo
destinado a abrir e fechar um circuito sob carga. É projetada para ser instalada
em ambiente abrigado. O arco elétrico é dissipado dentro de uma câmara e os
contatos são acionados com o auxílio de molas para acelerar a abertura e
fechamento.
Esse tipo de seccionadora pode, também, operar com fusíveis (fase a fase) que,
quando queimam, provocam o acionamento de um disparador (espoleta) que, por
sua vez, aciona o dispositivo de abertura da chave, seccionando o circuito.
Chaves Seccionadoras
Em instalações onde a chave seccionadora está localizada próxima do disjuntor
(em geral de 3 a 5m) aplica-se usualmente a seccionadora seca, visto que o
próprio disjuntor desempenha a função de proteção contra sobrecorrente. Nas
instalações onde se dispõe o disjuntor distante da seccionadora (em geral acima
de 5m), recomenda-se a utilização de seccionadoras com fusíveis para proteção,
inclusive dos cabos condutores e, até mesmo, para melhoria da seletividade. As
chaves seccionadoras que operam sem carga são, em geral, dispostas entre
disjuntores e para isolação dos circuitos. Utiliza-se, normalmente, a chave
seccionadora sob carga em circuito de alimentação de transformadores de
pequeno porte.
Isoladores
Isoladores são elementos sólidos cuja função é isolar os condutores em relação a
estrutura suporte ou de outro condutor, além de poderem suportar os esforços
produzidos pelos condutores.
Isoladores
Podem ser classificados em isoladores de apoio, pois se apoiam os condutores e
os isoladores de suspensão, que, uma vez fixados à estrutura, permitem o livre
deslocamento relativamente à vertical. Quanto aos materiais mais empregados
temos a cerâmica, o vidro e a fibra de vidro.
Cabos de potência
Dentre os tipos de cabos utilizados nas referidas estruturas, podemos diferir
entre cabos de potência para média e alta tensão, os quais podem ser elétricos ou
isolados.
Cabos de potência
Por cabo elétrico temos o conjunto, isolado ou não, de fios metálicos
encordoados (dispostos helicoidalmente), não isolados entre si; cabos,
usualmente são mais flexíveis do que os fios.

Quanto aos cabos isolados podemos travar diferenciações do ponto de vista


construtivo pelas características dos condutores (material, número de fios
elementares, forma, seção etc.), que condicionam em grande parte a capacidade
de condução; pela qualidade e espessura do isolante, que com o tipo de isolante,
definem as características de isolamento do cabo e, portanto, a sua capacidade
de funcionamento em uma rede de determinadas características (tensão,
frequência e outras); pelo tipo de blindagem e por fim pelo tipo de proteção.
Para-raios
O para-raios, é uma haste metálica, normalmente com algumas pontas, ligada
por um condutor até a terra. Como a terra é um mar de elétrons vai fazer com
que elétrons estejam presentes na ponta do para-raios. Como a energia elétrica
sempre flui pelo caminho mais fácil, o raio irá atingir esse para-raios que será
direcionado para a terra. Dessa forma protegendo a estrutura do prédio como
todos os equipamentos elétricos e a vida das pessoas que vivem nele. No Brasil é
normatizado pela ABNT NBR 5419 / 2005 que normatiza os sistemas de proteção
de descargas atmosféricas (SPDA).
Para-raios
Basicamente, ele é um resistor não linear que muda sua resistência conforme o
nível de tensão aplicado. Ele é construído para não permitir a interrupção de
transmissão de energia, mas faz com que a tensão estabiliza no nível desejado,
permitindo o escoamento para a terra, das altas correntes induzidas,
provenientes das descargas atmosféricas.
Para-raios
Os pára-raios assumem o comportamento de uma chave fechada no período em
que as tensões excedem o seu limite, ou seja, fechando um curto entre a fase e a
terra no período de influencia da descarga e cortando o fluxo quando a corrente
volta ao normal.
Terminal primário ou terminação
Os pára-raios assumem o comportamento de uma chave fechada no período em
que as tensões excedem o seu limite, ou seja, fechando um curto entre a fase e a
terra no período de influencia da descarga e cortando o fluxo quando a corrente
volta ao normal.
Pra hoje
Terminar o estudo dos
equipamentos
Pára-raios
Tensão nominal: É a máxima tensão eficaz, de freqüência nominal, aplicável entre
os terminais do pára-raios e na qual este deve operar corretamente (ABNT).

Frequência nominal: É a frequência utilizada no projeto do pára-raios a qual deve


coincidir com a frequência da rede a que será ligado.

Corrente de descarga nominal: É o valor de crista da corrente de descarga com


forma de onda de 8/20 μs, utilizado para classificar um pára-raios. É também a
corrente de descarga para iniciar a corrente subsequente no ensaio de ciclo de
operação.
Pára-raios
Corrente subseqüente: É a corrente fornecida pelo sistema que percorre o pára-
raios depois da passagem da corrente de descarga (ABNT).

Tensão disruptiva de impulso atmosférico: É o maior valor da tensão atingida


antes do centelhamento do pára-raios, quando uma tensão de impulso
atmosférico, de forma de onda e polaridade dadas, é aplicada entre os terminais
do pára-raios (ABNT).

Tensão disruptiva à freqüência industrial: É o valor eficaz da tensão de ensaio de


freqüência industrial que, aplicado aos terminais do pára-raios, causa
centelhamento dos centelhadores série (ABNT).
Pára-raios
Corrente subseqüente: É a corrente fornecida pelo sistema que percorre o pára-
raios depois da passagem da corrente de descarga (ABNT).

Tensão disruptiva de impulso atmosférico: É o maior valor da tensão atingida


antes do centelhamento do pára-raios, quando uma tensão de impulso
atmosférico, de forma de onda e polaridade dadas, é aplicada entre os terminais
do pára-raios (ABNT).

Tensão disruptiva à frequência industrial: É o valor eficaz da tensão de ensaio de


frequência industrial que, aplicado aos terminais do pára-raios, causa
centelhamento dos centelhadores série (ABNT).
Pára-raios
Tensão disruptiva de impulso normalizada: É o menor valor de crista de uma
tensão de impulso normalizada que, aplicado a um pára-raios, provoca
centelhamento em todas as aplicações (ABNT).

Tensão residual: É a tensão que aparece entre os terminais de um pára-raios,


durante a passagem da corrente de descarga (ABNT).
Bucha de passagem

O papel de uma bucha de passagem é oferecer uma ótima isolação elétrica, em


situações que pedem uma mudança de local. Essa bucha possui propriedades
únicas e é bastante adaptável, podendo ser utilizada em diversos
estabelecimentos, independente de sua demanda e de suas atividades realizadas.
Bucha de passagem
É ideal para equipamentos elétricos, principalmente aqueles utilizados para
redes subterrâneas, como por exemplo, as cabines primárias. Essa bucha é
utilizada com um condutor que auxilia na transição de um transformador. Há
buchas BPB, BPE e BPL e cada uma delas atua em diferentes tipos de
necessidades.
Bucha de passagem
BPB: Bucha de passagem em resina epóxi. Uso interno.
BPE: Bucha de passagem em porcelana. Uso Interno/Externo.
BPL: Bucha de passagem em porcelana. Uso Interno/Externo. Aguenta tensões
mais altas que a BPE.
Bucha de passagem
BPB: Bucha de passagem em resina epóxi. Uso interno.
BPE: Bucha de passagem em porcelana. Uso Interno/Externo.
BPL: Bucha de passagem em porcelana. Uso Interno/Externo. Aguenta tensões
mais altas que a BPE.
Relé primário de ação direta
Os relés primários de ação direta são normalmente utilizados em subestação de
consumidor de pequeno e médio portes (3.000 kVA). Nesses relés, a corrente de
carga age diretamente sobre a sua bobina de acionamento, cujo deslocamento de
êmbolo, imerso no campo magnético formado por essa corrente, faz movimentar
o mecanismo de acionamento do disjuntor
Relé primário de ação direta
Quando as correntes de carga envolvidas são muito grandes, a bobina de
acionamento do relé pode ser alimentada através do secundário de um
transformador de corrente
Relé primário de ação direta
Ao contrário dos relés de ação direta, existem os relés de ação indireta, cuja
bobina de acionamento está ligada diretamente ao secundário dos
transformadores de corrente; o comando de disparo do disjuntor é feito, porém,
através da energização de sua bobina de abertura por um sistema de corrente
contínua.
Fusíveis limitadores de corrente
São dispositivos extremamente eficazes na proteção de circuitos de média tensão
devido às suas excelentes características de tempo e corrente.

São utilizados na proteção de transformadores de força acoplados, em geral, a um


seccionador interruptor, ou ainda na substituição do disjuntor geral de uma
subestação de consumidor de pequeno porte, quando associados a um
seccionador interruptor automático.
Fusíveis limitadores de corrente
A principal característica desse dispositivo de proteção é a sua capacidade de
limitar a corrente de curto-circuito devido aos tempos extremamente reduzidos
em que atua. Além disso, possui uma elevada capacidade de ruptura, o que torna
este tipo de fusível adequado para aplicação em sistemas onde o nível de curto-
circuito é de valor muito alto.
Fusíveis limitadores de corrente
Fusíveis limitadores de corrente
Fusíveis limitadores de corrente
Os fusíveis se compõem, geralmente, de vários elementos metálicos ligados em
paralelo, apresentando, ao longo do seu comprimento, seções estreitas. Estão
envolvidos, no interior de um corpo cilíndrico de porcelana, por uma homogênea
camada de areia de quartzo de granulometria bastante reduzida e que se
constitui no meio extintor. Desta forma, quando o elemento fusível queima, o
arco decorrente desta ação funde a areia de quartzo que envolve o local da
ruptura, resultando num corpo sólido que ocupa o espaço aberto entre as
extremidades que ficam do lado da fonte e da carga, garantindo a interrupção da
continuidade do circuito elétrico.
Trabalho
Esquemas básicos de proteção
de instalações de MT
Estudos de casos de instalações
industriais
Valor: 20 pontos

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