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Fundamentos de Segurança da Informação

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Iago
Direitos autorais
© All Rights Reserved
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Sumário

AULA 00 - CONCEITOS INTRODUTÓRIOS DE INFORMÁTICA....................3

AULA 01 - REDE DE COMPUTADORES......................................................13

AULA 02 – NAVEGADORES.........................................................................47

AULA 03 - COMPUTAÇÃO EM NUVEM E BACKUP.....................................58

AULA 04 - CORREIO ELETRÔNICO.............................................................62

AULA 05 - SISTEMA OPERACIONAL WINDOWS........................................68

AULA 06 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO................................................75

AULA 7 – PACOTE OFFICE E LIBRE OFFICE.............................................87

AULA 08 - LINUX.........................................................................................104
AULA 06 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Fundamentos da segurança da informação

Confidencialidade: garantia de que o acesso à informação seja obtido somente por


pessoas autorizadas

Integridade: salvaguarda da exatidão e completeza da informação e dos métodos de


processamento.

Disponibilidade: garantia de que os usuários autorizados obtenham acesso à informação


e aos ativos correspondentes sempre que necessário

Autenticidade: Garante que a informação ou o usuário dela seja autêntico

Outros critérios de classificação da informação:

Não repúdio (irretratabilidade): Não é possível ao autor negar (no


sentido de dizer que não foi ele quem fez) uma operação ou serviço
que modificou ou criou uma informação; não é possível negar o envio
ou recepção de uma informação ou dado.

Legalidade: Garante a legalidade (jurídica) da informação; a


aderência de um sistema à legislação; e as características das
informações que possuem valor legal dentro de um processo de
comunicação, onde todos os ativos estão de acordo com as cláusulas
contratuais pactuadas ou com a legislação nacional ou internacional
vigente

Privacidade: Foge do aspecto de confidencialidade, pois uma


informação pode ser considerada confidencial, mas não privada. Uma
informação privada deve poder ser vista / lida / alterada somente pelo
seu dono. Garante ainda, que a informação não será disponibilizada
para outras pessoas

Auditoria: Rastreabilidade dos diversos passos de um negócio ou


processo, identificando os participantes, os locais e horários de cada
etapa. A auditoria aumenta a credibilidade da empresa e é
responsável pela adequação da empresa às políticas legais e
internas.

Mecanismos de segurança

IDS: Sistema de detecção de intrusão. É como se fosse um alarme da rede. Monitora


atividades mal-intencionadas ou que viole determinadas políticas.

Atenção!! Apenas alerta o administrador da rede.

IPS: Sistema de prevenção de intrusão. É uma extensão do IDS, logo, possui o mesmo
objetivo. Entretanto, o IPS é capaz de impedir ou bloquear ativamente as intrusões
detectadas e não apenas avisar o administrador.
DMZ: Zona desmilitarizada. Rede de perímetro que disponibiliza serviços na fronteira
externa entre uma rede local e uma rede que não seja confiável, como a internet.

É usada para separar os serviços de empresas que podem ser


externos dos serviços privados da organização.

Está intimamente ligado aos sistemas firewall. Normalmente utiliza


dois firewall, um para separar a rede externa da DMZ e outro para
separar a DMZ da rede interna.

Criptografia: Criptografia é a prática de codificar e decodificar dados. Quando os dados


são criptografados, é aplicado um algoritmo para codificá-los de modo que eles não
tenham mais o formato original e, portanto, não possam ser lidos

Criptografia simétrica: Utiliza uma chave secreta utilizada tanto para


codificar quanto para decodificar informações.

Garante apenas o princípio da confidencialidade

Criptografia assimétrica: Utiliza um conjunto de duas chaves, uma


pública, que pode ser de conhecimento geral, e uma privada, de uso
restrito ao usuário. Elas formam um par exclusivo em que
necessariamente ao se criptografar informações com uma chave
pública, somente a chave privada correspondente do par é capaz de
descriptografar essas informações e vice-versa.

Garante o princípio da confidencialidade e da


autenticidade.

VPN: Rede virtual privada. Rede de acesso restrito de uma organização que utiliza uma
rede pública para transmitir seus dados de forma criptografada por tunelamento. Permite
o acesso remoto de uma rede mediante altos níveis de segurança. Permite até mesmo o
compartilhamento de dispositivos de hardware e software. Usa o protocolo IPSec.

Assinatura digital: é uma tecnologia que permite dar garantia de Autenticidade,


Integridade e Irretratabilidade a arquivos eletrônicos, através da aplicação de operações
criptográficas e da utilização de chaves

Certificado digital: Documento eletrônico assinado digitalmente por uma terceira parte
confiável e que cumpre a função de associar uma entidade a um par de chaves
criptográficas com o intuito de tornar as comunicações mais confiáveis.

Autoridade certificadora: Entidade responsável por emitir certificados digitais

É uma espécie de Cartório Digital.

Autoridade de registro: Recebe e valida o encaminhamento de solicitações de emissão


ou revogação de certificados digitais e identificação de seus solicitantes de forma
presencial.
Firewall: Recurso utilizado para impedir invasões ao sistema ou rede. É como se fosse
um muro, parede ou ‘’ barreira de fogo’’. Bloqueia e permite o acesso de acordo com as
políticas de segurança implantadas.

Pode ser formado por software ou hardware. O formado por hardware


é considerado mais seguro.

Na prática, firewalls são utilizados para:

Registrar tentativas de acesso indevidas a um


computador ou rede;

Bloquear o envio de informações coletadas por


invasores e códigos maliciosos;

Bloquear tentativas de invasão e exploração de


vulnerabilidades, identificando a origem das tentativas;

Analisar continuamente o conteúdo das conexões,


filtrando códigos maliciosos e barrando a comunicação
entre um invasor e um código malicioso já instalado;

Evitar que um código malicioso já instalado se propague,


impedindo que vulnerabilidades em outros
computadores sejam exploradas.

Existem diversos tipos de firewall:

Firewall de filtragem de pacotes: Analisa as


informações dos cabeçalhos dos pacotes. Analisa o IP
de origem, destino e tipos de serviços.

Firewall de pacotes baseados em estados: Faz tudo


que a filtragem de pacotes também faz (analisa o
protocolo, porta e lista negra/branca), mas grava essas
informações em uma sessão, depois analisa apenas se
o pacote recebido é de uma sessão já ativa.

Firewall de proxy: Faz tudo que os outros fazem e


ainda serve como intermediário entre a rede e o mundo
exterior. Pode exigir autenticação do usuário.

Firewall em modo restritivo: Impede todas as


transmissões de dados que não sejam expressamente
permitidas.

Firewall em modo permissivo: Permite todas as


transmissões de dados que não sejam expressamente
proibidas.

Antivírus: Também é chamado de antimalware, pois atualmente eles são capazes de


proteger contras os diversos tipos de malware, não só contra vírus.
Previne, procura, detecta e remove softwares maliciosos

Exemplos de antivírus: Avast, Bitdefender, Norton, Panda,


Kaspersky, McAfee, Avira, Comodo, AVG, Windows Defender

Existem técnicas de detecção de vírus, as três mais conhecidas são:

Por assinatura: Antivírus de primeira geração. Detecta


os vírus já conhecidos e que estão incluídos em sua
assinatura. Logo, não é capaz de reconhecer novos
vírus.

Por heurística: Antivírus de segunda geração.


Capacidade de detectar novos vírus que ainda eram
desconhecidos. Isso se deve ao fato dele ser capaz de
detectar comportamentos e anomalias que se
assemelham ao comportamento de um vírus.

Por interceptação de atividade: Antivírus de terceira


geração. Trata-se de uma tecnologia que identifica um
vírus por suas ações, em vez de sua estrutura em um
programa infectado. É diferente da heurística porque só
funciona com programas em execução, enquanto a
heurística analisa o próprio arquivo sem a necessidade
de executá-lo.

Nem sempre o antivírus acerta a detecção. Existe a possibilidade de


falsos-positivos e falsos-negativos.

Para evitar que o antivírus apague algum programa que ele julgou
como sendo vírus mas que na verdade não era, existe a possibilidade
de colocar o possível malware em quarentena, que é uma área virtual
onde o antivírus armazena arquivos identificados como possíveis
vírus enquanto ele aguarda uma confirmação de identificação.

Proxy: Servidor intermediário. Ele recebe as requisições dos computadores clientes e


solicita o acesso a estes recursos em outros servidores.

O proxy mascara o seu Endereço IP – reduzindo as chances de um


ataque ou interceptação na comunicação.

Honeypot: ‘’Pote de mel’’. É um ambiente preparado pelo usuário para enganar possíveis
atacantes. É como uma armadilha, que atrai o invasor para um ambiente que parece ser
valioso mas que na verdade só possui informações falsas e inúteis.

É possível instalar sistemas nesses honeypots que são capazes de


monitorar o comportamento do invasor e até mesmo descobrir de
onde vem o ataque.
Raid: Conjunto redundante de discos independentes. Trata-se de uma técnica para
melhorar a segurança, a disponibilidade, o desempenho e a tolerância a falhas no
armazenamento de dados em discos (rígidos ou sólidos).

É uma cópia de dados de um sistema e seus discos para outro


sistema com um conjunto independente de discos. Existem vários
níveis de raid:

Raid 0: Conhecido como Stripe. Não garante


confiabilidade, os dados são subdivididos em segmentos
consecutivos. Não permite falhas e é composto por no
mínimo 2 discos. É considerado o RAID mais rápido.

Raid 1: Conhecido como Mirror. É mais confiável, 100%


redundante, rápido para ler, lento para escrever.
Necessita de pelo menos 2 discos. Não é por paridade,
é espelhamento.

Raid 2: Permite uma única falha. Utiliza algoritmo de


detecção de erro (ECC)

Raid 4: Composto por pelo menos 3 discos, apenas 1


deles guarda a paridade. Baixo nível de tolerância.

Raid 5: Composto por pelo menos 3 discos, 1 deles


pode falhar. É similar ao raid 4, mas guarda a paridade
em todos os discos. Alto nível de tolerância.

Raid 6: Similar ao 5, mas usa o dobro de bits de


paridade. Permite até 2 falhas; é composto por 4 discos.
A paridade é dupla, ou seja, utiliza 2 discos de paridade.

Raid 10: Junção entre o raid 0 e 1. Divide os dados em


segmentos e espelha as unidades. Combina a
segurança do raid 1 com o desempenho do raid 0.
Possui 4 discos, 2 podem falhar simultaneamente, desde
que não seja no mesmo espelho. É seguro e veloz.

MALWARES E ATAQUES

Malware: Código, programa ou software malicioso. Desenvolvido para realizar ações


danosas e atividades maliciosas em um computador ou rede.

Vírus: Programa malicioso que se propaga inserindo cópias de si mesmo e se tornando


parte de outros programas e arquivos.

Não é um programa autossuficiente, ou seja, depende de um arquivo


hospedeiro e de sua execução para se propagar/funcionar.
O principal objetivo de um vírus é replicar-se e contaminar o maior
número possível de programas, de maneira a comprometer outros
sistemas.

Pode ser propagado por meios de e-mails, arquivos baixados da


internet e mídias removíveis, como o pen drive, por exemplo.

Componentes de um vírus:

Mecanismo de infecção: Meios pelos quais os vírus se


espalham ou se propagam.

Mecanismo de ativação: Evento/condição que irá


determinar quando a carga útil do vírus será ativada.

Pode ser uma data ou alguma ação do


usuário (normalmente é por ação do
usuário)

Carga útil: É o que o vírus faz. É a ação que ele foi


programado para executar, sendo normalmente uma
ação danosa.

Variações dos vírus:

Vírus de boot: Infecta os setores de inicialização do


sistema. Ataca o MBR-Setor 0 (parte inicial do disco
rígido). Podem afetar inclusive dispositivos móveis de
armazenamento, como pendrives. Possuem alto poder
de destruição

Vírus de macro: São os que infectam arquivos criados


por programas do pacote office, os quais utilizam
linguagem de macro. Ele infecta documentos, não
programas.

Isso porque grande parte das informações


em um sistema de computador se encontra
na forma de documentos

Vírus de arquivos/programas: É o vírus mais


tradicional no cotidiano das pessoas. Ele infecta
arquivos executáveis, sobrescrevendo o código original
e causando danos quase sempre irreparáveis.

É um vírus que pode se replicar inúmeras


vezes, mas nunca se modifica, logo, o
antivírus pode facilmente localizá-lo por
uma sequência de bits característica.

Essa sequência também é chamada de


assinatura do vírus.
Ex: .exe, .com, .bin, .dll

Vírus de script: Infectam programas/arquivos escritos


em linguagem script, como VBScript e JavaScript. Pode
ser automaticamente executado, dependendo da
configuração do navegador Web e do programa leitor de
e-mails do usuário

Vírus Multipartite: Misto dos vírus de Boot e de


Programas.

Eles infectam ambos: arquivos de


programas e setores de boot, o que os
tornam muito mais eficazes na tarefa de se
espalhar, contaminando outros arquivos
e/ou discos.

São também mais difíceis de serem


detectados e removidos.

Vírus stealth: Vírus que utiliza técnicas que buscam


evitar sua detecção por programas antivírus

Vírus polimórfico: Vírus que se transformam a cada


infecção. Desse modo, impede sua detecção pelo
método de antivírus chamado de assinatura. Sua
transformação é baseada em criptografia.

Convém lembrar que, apesar de não ser


detectado pelo método de assinatura, o
método de antivírus baseado em heurística
ainda consegue detectá-lo.

Vírus metamórficos: Variação do polimórfico. Esse


vírus consegue reescrever, editar e converter seu código
a cada interação.

É capaz de mudar seu comportamento e


sua aparência e, desse modo, consegue
evitar sua detecção até mesmo pelo
método heurística

Bot: Programa que dispõe de mecanismos de comunicação com o invasor que permitem
que ele seja controlado remotamente.

O computador infectado é chamado de zumbi, justamente pelo fato de


ser controlado remotamente sem o conhecimento de seu dono.

A propagação de um bot ocorre automaticamente, explorando


vulnerabilidades
Os bots são usados principalmente para ataques DoS ou DDoS, para
furto de dados e envios de spam

Botnet: Rede formada por computadores zumbis. Possui alto nível de


capacidade danosa.

Worm: Também conhecido como verme, é um malware que se propaga automaticamente,


enviando cópias de si mesmo.

Sua ação maliciosa mais comum consiste em consumir muitos


recursos, devido à grande quantidade de cópias de si mesmo que
costumam propagar

Diferente do vírus, o worm não precisa de um hospedeiro para se


propagar. Ele se propaga através da execução direta de suas cópias
e também explorando vulnerabilidades existentes em programas
instalados em computadores.

Esse processo de propagação é conhecido como scanning.

Por propagar diversas cópias de si mesmo e utilizar muitos recursos,


o worm pode afetar o desempenho do computador, deixando-o muito
lento.

Etapas do processo de propagação:

1. Identificação dos computadores alvo (scanning)


2. Envio de cópias. (spreading)
3. Ativação das cópias (activation)
4. Reinício do processo

Os worms são capazes de entrar em uma máquina sem qualquer


interação do usuário.

Ransomware: Programa que torna inacessível os dados armazenados no computador.


Geralmente se utiliza de criptografia para isso.

O objetivo desse malware é impossibilitar o usuário de ter acesso aos


seus arquivos e, então, exigir um pagamento de resgate para
reestabelecer o acesso ao usuário. É uma espécie de extorsão virtual.

Não é capaz de se propagar sozinho.

Existem diversos tipos de meios de infecção, os quais podem ser via


links de email e redes sociais, através de arquivos baixados na
internet, via páginas maliciosas e etc.

Ransomware crypto: Impede o acesso aos dados armazenados no


computador, geralmente por criptografia.

Ransomware locker: Impede o acesso ao computador. O usuário


tenta colocar sua senha e o acesso é negado. Logo em seguida é
cobrado um resgate para liberar o acesso ao próprio dono do
equipamento.

Phishing: Site, mensagem ou email falso que se parece muito com o original. Dessa
forma, o usuário informa seus dados pessoais crendo ser o site verdadeiro, mas, na
verdade, está sofrendo um furto de dados.

Pharming: É considerado um tipo de phishing. Nesse caso, ocorre o


redirecionamento da navegação para um site falso. Para fazer isso, os
atacantes alteram o serviço DNS (sistema de nome de domínio).

Ex: você digita o nome do site corretamente, entretanto,


esse site é redirecionado para outro, falso.

Advance Free Fraud: Fraude por antecipação de recursos. É o caso em que


determinada pessoa pede algum adiantamento de recursos para disponibilizar ou entregar
algum conteúdo futuro, ou promete algum tipo de retorno financeiro através de um
investimento atual, mas que na verdade não se passa de uma fraude. Depois de
conseguir enganar a vítima e roubar seus recursos, o atacante desaparece.

Man in the middle: ‘’Ataque do homem do meio’’. O atacante intercepta dados que estão
sendo trocados entre duas partes sem que as vítimas percebam.

Depois do atacante interceptar a mensagem, ele pode modificá-la e a


encaminhar para outra parte.

Desse modo, enquanto a pessoa X pensa trocar informações


diretamente com a pessoa Y, a mensagem na verdade está passando
primeiro pela pessoa Z, que altera a mensagem conforme seus
objetivos.

Backdoor: ‘’Portas dos fundos’’. Permite o retorno de um invasor ao computador


comprometido

Trapdoors: Enquanto o backdoor é instalado na máquina da vítima, sem que a mesma


saiba, para obter acesso ao seu sistema, o Trapdoor é desenvolvido pelo próprio
programador ao deixar uma falha em seu próprio programa para explorá-la futuramente,
quando seu software estiver em uso em um determinado lugar

Sniffing: Interceptação de tráfego. É um farejador que é colocado em uma rede a procura


de dados importantes para o atacante.

Podem capturar tudo o que passa por eles, inclusive senhas e nomes
de usuários não criptografados.

Quando o sniffer ‘’fareja’’ um dado que julga ser importante, ele


intercepta e o envia ao atacante.

Um modo de se proteger desse tipo de ataque é com a utilização de


criptografia, pois se o atacante conseguir furtar determinado dado, ele
não irá entendê-lo.
Pode ser usado de forma legítima, para detectar problemas, analisar e
monitorar o desempenho das atividades do sistema.

Spoofing: Técnica de mascaramento.

IP Spoofing: Mascaramento do endereço IP, utilizado para realizar um acesso de forma


que pareça ser de um IP, mas que, na verdade, é de outro IP.

Exemplo: Um hacker pode utilizar esse método para realizar ataques


a uma instituição, de modo que, caso haja alguma investigação, o IP
que encontrarão como sendo do hacker é na verdade de outra
pessoa.

Email Spoofing: Altera os campos do email. Dessa forma, um email


que pareça ser de determinada pessoa ou instituição na verdade
provém de outra origem.

Hijackers: Também chamado de sequestradores. É um software que modifica as


configurações de um navegador da web sem a permissão do usuário. O objetivo é vender
os cliques que o usuário faz nessas páginas, o que gera lucro para o criador do hijacker.

Seu objetivo pode ser apresentar publicações e propagandas


indesejadas, substituir o navegador padrão e substituir a página inicial
de pesquisa (exemplo: Hao123)

Defacement: Pichação, desconfiguração de páginas. Ataques utilizados para alterar o


conteúdo de um site ou página da web.

Cavalo de Troia: Conhecido também como trojan ou trojan-horse. É um programa


malicioso que se transveste de programa legítimo para infectar o computador.

Esse malware, além de executar as funções para as quais ele


aparentemente foi projetado, também executa outras funções
maliciosas sem que o usuário tenha conhecimento.

Ele não se replica

O cavalo de troia é muito usado para espionagem

Trojan downloader: Instala outros códigos maliciosos, obtidos de


sites da internet.

Trojan dropper: Instala outros códigos maliciosos, embutidos no


próprio código do trojan.

Trojan backdoor: Inclui backdoors no computador, possibilitando


acesso remoto do atacante ao computador infectado.

Trojan DoS: Instala ferramentas de negação de serviço e as utiliza


para deferir ataques.
Trojan destrutivo: Altera ou apaga arquivos, formata discos e pode
até mesmo deixar o computador fora de operação.

Trojan clicker: Redireciona a navegação do usuário para sites


específicos, tendo como objetivo aumentar a quantidade de acesso a
estes sites.

Trojan proxy: Instala servidor de proxy, fazendo com que seja


possível que o computador infectado seja utilizado para navegação
anônima e também para enviar arquivos de spam

Trojan spy: Instala spyware no computador para coletar informações


pessoais, como senhas, logins, CPF, número de cartão de crédito e
etc.

Trojan banker: Instala programa spyware que seja específico para


sites de Internet Banking com o intuito de coletar dados bancários do
usuário

Spyware: Programa espião. Capaz de monitorar as atividades de um sistema e enviar


para terceiros. Precisa ser explicitamente executado pelo usuário para infectar uma
máquina.

Existe spyware de uso legítimo: quando é instalado em


conformidade com a lei.

Ex: quando Polícia Federal investiga crimes com


autorização para monitorar determinado computador.

Keylogger: Captura teclas digitadas no teclado físico do computador


– não capta as teclas do teclado virtual.

Screenlogger: Armazena a posição do cursor (mouse) através de


printscreen toda vez que é feito um clique em algum lugar na tela

Adware: Projetado para mostrar propagandas. É considerado


spyware quando ele monitora as atividades do usuário e com isso
passa a mostrar propagandas direcionadas àquele usuário

Rootkit: Conjunto de programas que assegura e mantém a presença de um invasor em


um computador comprometido sem o conhecimento do usuário.

Ele é capaz de se passar pelo usuário dono do computador e, com


isso, enganar os sistemas de detecção de malwares

Não comprometem arquivos ou pastas – em vez disso, eles alteram


tudo o que o sistema operacional informa de acordo com as
necessidades do criador.

Hoax: Conhecido também como boato. Mensagem que possui conteúdo alarmante e
falso. Geralmente tem como remetente ou aponta como autora alguma instituição,
empresa importante ou órgão governamental.
Ataque DoS: Ataque de negação de serviço. Ataque que faz uso de um computador pra
tirar de operação outros computadores ou redes de internet.

Um ataque de negação de serviço (DoS) é uma tentativa em tornar os recursos de um


sistema indisponíveis para seus utilizadores.

Alvos típicos são servidores web, e o ataque tenta tornar as páginas hospedadas
indisponíveis na rede.

Ataque DDoS: O DDoS é um ataque coordenado que faz uso de vários computadores
para tirar um serviço de operação. Esse ataque normalmente ocorre via botnets (rede de
computadores zumbis)

É uma variante do DoS.

Engenharia Social: Conjunto de práticas utilizadas para obter acesso a informações


importantes ou sigilosas em organizações/sistemas através da persuasão e
aproveitamento da ingenuidade ou confiança das pessoas.

Ataque por força bruta: Utilizado para descobrir nomes de usuários, logins e senha
através de tentativas e erros. Nesse ataque, o invasor tenta adivinhar as informações de
login do usuário através de várias tentativas.

Um modo de proteção para esse tipo de ataque é restringir as


tentativas em 3 ou 5 vezes, e a partir dai, bloquear o sistema para
novas tentativas.

Treckware: Rastreia a atividade do sistema. Reúne informações do sistema ou rastreia os


hábitos do usuário retransmitindo essas informações a terceiros.

São instalados com o consentimento do usuário (por isso, não é


considerado um software malicioso) e podem estar contidos em
pacotes de outro software instalado pelo usuário.
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