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PGRSS para Drogaria Imperial Farma

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS) visa garantir o gerenciamento seguro e adequado dos resíduos gerados, em conformidade com a legislação vigente. Os objetivos incluem a proteção da saúde e do meio ambiente, a redução da periculosidade dos resíduos e a capacitação da equipe. O documento também identifica os responsáveis pela implementação do plano e descreve a estrutura física e organizacional do estabelecimento.

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O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS) visa garantir o gerenciamento seguro e adequado dos resíduos gerados, em conformidade com a legislação vigente. Os objetivos incluem a proteção da saúde e do meio ambiente, a redução da periculosidade dos resíduos e a capacitação da equipe. O documento também identifica os responsáveis pela implementação do plano e descreve a estrutura física e organizacional do estabelecimento.

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PGRSS

PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE


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Plano de Gerenciamento de Resíduos de serviço de


Saúde DATA:01/02/2025

1. INTRODUÇÃO
O plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS) compreende um conjunto
de procedimentos de planejamento e gestão formulados a partir de bases científicas e técnicas que
tem o intuito de proporcionar aos resíduos gerados o correto e seguro gerenciamento. O presente
PGRSS foi elaborado no intuito de atender os preceitos legais vigentes, sobretudo, o disposto do
Artigo 2° Parágrafo 1° da resolução RDC N° 222, de 28 de março de 2018 da Agência Nacional de
vigilância Sanitária do Ministério da Saúde (ANVISA), o qual determina a obrigatoriedade de
implementação de requisitos de Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviço de
Saúde.

2. OBJETIVOS GERAIS E ESPECIFICO

Proteger a saúde pessoal e a sanidade do meio ambiente, garantindo que os resíduos de serviços
de saúde (RSS), entre outros, tenham uma adequada disposição final de seus rejeitos e uma
eficiente aplicabilidade, principalmente, do princípio de 3R’s; além de:
• Reduzir o volume gerado e a periculosidade de resíduos infectantes, primordialmente, e
também dos outros tipos de resíduos
• Aumentar o nível de segurança dos funcionários, usuários e pacientes;
• Garantir adequadamente segregação dos resíduos, facilitando o reaproveitamento e o
descarte;
• Otimizar (recursos financeiros e pessoal) na coleta e transporte internos e externos dos
resíduos;
• Fomentar e argumentar a importância da implementação de um PGRSS no HU;
• Racionalizar o uso de recursos, evitando desperdícios, aprimorando a reutilização e
firmando acordos com recicladoras, etc.;
• Possibilitar um possível e eficiente gerenciamento de resíduos;
• Treinar e instruir toda a equipe quanto ao manejo adequado do RSS, enfatizando a
necessidade do comprimento das normas.

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3. RESPONSÁVEIS PELO ESTABELECIMENTO GERADOR E PELA


IMPLANTAÇÃO/EXECUÇÃO DO PLANO
• Responsável pelo PGRSS: Kleyslaine de Jesus Bragança - CRF: 23906/GO
• Direção da empresa:
1. Kleyslaine de Jesus Bragança (sócio majoritário);
2. Fernando Augusto Bragança (Primeiro Sócio);
3. Gabriel Lucas Pereira Bragança (Segundo Sócio).
4. IDENTIFICAÇÃO DO GERADOR
• Empresa: Drogaria Imperial Farma LTDA
• Localização: Quadra 86, Lote 27, Loja 01, Jardim Céu Azul
• CNPJ: 58.923.010/0001-89

• Objetivo social: COMÉRCIO VAREJISTA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS, SEM


MANIPULAÇÃO DE FÓRMULAS, COMÉRCIO VAREJISTA DE COSMÉTICOS,
PRODUTOS DE PERFUMARIA E DE HIGIENE PESSOAL, SERVIÇOS DE ANÁLISES
CLÍNICAS PARA OS EXAMES RÁPIDOS, SERVIÇOS PRESTADOS POR
PROFISSIONAIS DE SAÚDE PARA DEMAIS SERVIÇOS E PROCEDIMENTOS,
COMÉRCIO VAREJISTA DE DOCES, BALAS, BOMBONS E SEMELHANTES

• Responsável Legal: Kleyslaine de Jesus Bragança


• Responsável Técnico do estabelecimento: Kleyslaine de Jesus Bragança - CRF:
23906/GO

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5. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
• Horário de funcionamento:
Dia da semana: Horário:
Domingo 09:00 às 20:00
Segunda 09:00 às 21:00
Terça 09:00 às 21:00
Quarta 09:00 às 21:00
Quinta 09:00 às 21:00
Sexta 09:00 às 21:00
Sábado 09:00 às 21:00

• Tipo de estabelecimento: Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos privado, sem


manipulação de fórmulas.
• Tipos de serviços terceirizados: YN Resíduos Ambiental Ltda
• Número total de trabalhadores: 03
• Número de trabalhadores diretamente envolvidos no manejo de RSS: 02
• Área total: 50,34m²
• Área construída: 50,34m²

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6. ESTRUTURA FÍSICA

DESCRIÇÃO DOS AMBIENTES

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ÁREA EXTERNA:
• FUNÇÃO: Acesso de clientes ao estabelecimento;
• ÁREA: Sem delimitação;
• PISO: Calçada Sul em concreto de 4,30m até o limite da rua e calçada Oeste em concreto de
4,00m até o limite da rua;
• PAREDE: Alvenaria comum com pintura acrílica branca e vermelha;
• TETO: Laje com pintura epóxi branca com projeção de 1,20m;
• EQUIPAMENTOS/MOBILIÁRIO: Não possui;
• VENTILAÇÃO: Natural;

ÁREA DE DISP. E ARMAZEN. DE PRODUTOS:


• Dispensação de medicamentos sujeitos ao controle especial;
• FUNÇÃO: Atendimento de clientes, exposição, separação de produtos para entrega, guarda de
medicamentos sujeitos ao controle especial;
• ÁREA: 48,151m²;
• PISO: Granitina Sintética;
• PAREDE: Parede Leste em Drywall com pintura epóxi branca, parede Sul de divisa com Sala
Administrativa e Sala de Aplicação de Injetáveis em Drywall com pintura epóxi branca e as
demais em alvenaria comum com pintura epóxi branca;
• TETO: Forro de gesso com pintura epóxi branca;
• EQUIPAMENTOS/MOBILIÁRIO: Gôndolas, balcão de atendimento, balcão de caixa, prateleiras
de exposição de medicamentos e perfumaria, armário para medicamentos sujeitos ao controle
especial;
• VENTILAÇÃO: Portas de acesso;

SANITÁRIO PÚBLICO ACESSÍVEL


• FUNÇÃO: Sanitário público, adaptado à pessoa com deficiência;

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• ÁREA: 3,234m²;
• PISO: Granitina Sintética;
• PAREDE: Parede Leste em alvenaria comum com pintura epóxi branca e as demais em
Drywall com pintura epóxi branca;
• TETO: Forro de gesso com pintura epóxi branca;
• EQUIPAMENTOS/MOBILIÁRIO: Vaso sanitário, lavatório de louça e barras de apoio;
• VENTILAÇÃO: Exaustor Mecânico;

BANHEIRO DE FUNCIONÁRIOS
• FUNÇÃO: Sanitário para funcionários;
• ÁREA: 3,055m²;
• PISO: Cerâmica;
• PAREDE: Parede Sul em Drywall com pintura epóxi branca revestida em cerâmica até 1,00m,
parte da parede Leste em Drywall com pintura epóxi branca revestida em cerâmica até 1,00m e
as demais em alvenaria comum com pintura epóxi branca revestida em cerâmica até 1,00m;
• TETO: Forro de gesso com pintura epóxi branca;
• EQUIPAMENTOS/MOBILIÁRIO: Vaso sanitário, lavatório de louça e box com chuveiro;
• VENTILAÇÃO: Exaustor Mecânico;

DML
• FUNÇÃO: Depósito de materiais de limpeza;
• AREA: 2,870m²;
• PISO: Cerâmica;
• PAREDE: Alvenaria comum com pintura epóxi branca revestida em cerâmica até 1,20m;
• TETO: Forro de gesso com pintura epóxi branca;
• EQUIPAMENTOS/MOBILIÁRIO: Tanque de louça, Prateleira de DML;
• VENTILAÇÃO: Exaustor Mecânico;
SALA ADMINISTRATIVA

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• FUNÇÃO: Sala para administrador, arquivo de notas, boletos e documentos, guarda de


pertences dos funcionários;
• ÁREA: 3,330m²;
• PISO: Granitina Sintética;
• PAREDE: Parede Sul em alvenaria comum com pintura epóxi branca e as demais em Drywall
com pintura epóxi branca;
• TETO: Forro de gesso com pintura epóxi branca;
• EQUIPAMENTOS/MOBILIÁRIO: Mesa de escritório, cadeiras, armário para funcionários;
• VENTILAÇÃO: Ar-condicionado;

SALA DE APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS


• FUNÇÃO: Aplicação de injetáveis;
• ÁREA: 4,626m²;
• PISO: Granitina Sintética;
• PAREDE: Parede Sul e Leste em alvenaria comum com pintura epóxi branca e as demais em
Drywall com pintura epóxi branca;
• TETO: Forro de gesso com pintura epóxi branca;
• EQUIPAMENTOS/MOBILIÁRIO: Cadeira para cliente, bancada em granito com lavatório,
armário de injetáveis, lixeira para resíduos infectantes;
• VENTILAÇÃO: Ar-condicionado;
CIRCULAÇÃO
• FUNÇÃO: Passagem e acesso ao Banheiro de Funcionários e DML;
• ÁREA: 6,791m²;
• PISO: Granitina Sintética;
• PAREDE: Parede Leste e parte da parede Norte de divisa com DML em alvenaria comum com
pintura epóxi branca e decalque lavável as demais em Drywall com pintura epóxi branca com
decalque lavável;
• TETO: Forro de gesso com pintura epóxi branca;
• EQUIPAMENTOS/MOBILIÁRIO: Não possui;

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• VENTILAÇÃO: Acesso sem obstrução;

OBSERVAÇÕES
• O sistema de climatização de ar do ambiente área de dispensação e armazenamento de
produtos, atende aos requisitos da RDC 44/2009; • Abrigo de resíduos conforme a RDC
222/2018;

7. ESTRUTURA ADMINISTRATIVA/ORGANIZACIONAL

TITULAR

FARMACÊUTICO DIRETOR TÉCNICO

CAIXA

• Atribuições:
1. Proprietário / responsável legal:
I- Prover os recursos financeiros, humanos e materiais necessários ao funcionamento do
estabelecimento;

Il- Prover as condições necessárias para o cumprimento das Boas Práticas Farmacêuticas,
assim como das demais normas sanitárias federais, estaduais e municipais vigentes e aplicáveis
as farmácias e drogarias,

III - Assegurar as condições necessárias à promoção do uso racional de medicamentos no


estabelecimento;

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IV -Prover as condições necessárias para capacitação e treinamento de todos os profissionais


envolvidos nas atividades do estabelecimento.

2. Farmacêutico Diretor Técnico Assistente:


É responsável pela supervisão. São inerentes ao profissional farmacêutico as seguintes
atribuições:
I. Conhecer, interpretar, cumprir e estabelecer condições para cumprimento da
legislação em vigor.
II. Especificar, selecionar, inspecionar e armazenar, criteriosamente, os
medicamentos.
III. Qualificar fornecedores, estabelecer critérios e supervisionar o processo de
aquisição.
IV. Avaliar a prescrição médica quanto a sua adequação, concentração e
compatibilidade físico-química dos seus componentes, dose e via de
administração.
V. Assegurar que os rótulos dos produtos dispensados apresentem, de maneira clara
e precisa, todas as informações legalmente exigidas.
VI. Assegurar condições adequadas de dispensação, conservação e transporte da
medicação.
VII. Organizar e operacionalizar as áreas e atividades da farmácia.
VIII. Participar, promover e registrar as atividades de treinamento operacional e de
educação continuada, garantindo a atualização dos seus colaboradores, bem
como para todos os profissionais envolvidos na dispensação.
IX. Supervisionar e promover auto inspeção nas rotinas operacionais de
dispensação.
X. Guardar as substâncias sujeitas a controle especial cumprindo com as exigências
da portaria SVS/MS n° 344/98.
XI. Prestar assistência farmacêutica necessária aos pacientes, objetivando o uso
racional e seguro dos medicamentos, informando, sempre que necessário o modo

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de usar, possíveis riscos, efeitos colaterais, interações com medicamentos e


alimentos e outras informações pertinentes à utilização correta dos produtos ao
paciente.

3. Balconista:

I. Primeiro atendimento ao cliente é feito pelo atendente. Tem que ser simpático, atencioso,
saber ouvir e ter boa comunicação.

II. É importante entender qual a necessidade do cliente.

III. Efetuar a primeira conferência das receitas.

IV. Conferir o produto antes da entrega ao cliente.

V. Fazer a entrega e último contato com o cliente.

VI. Quando necessário, solicitar a presença do farmacêutico.

VII. Manter sempre a área de exposição de produtos em ordem e abastecida.

VIII. Manter balcões e estantes sempre limpos.

IX. Cuidar para que pisos, paredes, janelas estejam sempre limpos, solicitando
imediatamente a presença do auxiliar de serviços gerais sempre que necessário.

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X. Ficar atenta sobre a iluminação e ventilação.

XI. Em hipótese alguma dar informações ao cliente sobre os medicamentos, substancias,


ações e efeitos. Na insistência do mesmo solicitar a presença do farmacêutico.

4. Caixa:

I. Responsável por todo o fluxo de caixa, entrada e saída da drogaria;

II. Emissão de cupom fiscal;

III. Emissão de nota fiscal;

IV. Atendimento ao cliente;

V. Limpeza e armazenamento de perfumaria.

8. PRECAUÇÕES
É importante que se obedeça ao que está estabelecido do PGRSS para contribuir na
preservação ao meio ambiente e minimizar os riscos ligados ao Plano de Gerenciamento de
Resíduos de Serviço de Saúde.
O treinamento e uso de EPIs são extremamente importantes para que os profissionais estejam
capacitados para executar o PGRSS de forma correta e com o mínimo de risco possível dos
profissionais.
O fornecimento de equipamentos de proteção é dever da empresa, enquanto o colaborador deve
se comprometer a utilizar os dispositivos protetores corretamente e sempre manusear resíduos
com cuidado e responsabilidade. Para evitar tais riscos, os funcionários devem proteger as
áreas do corpo expostas ao contato com os resíduos, com o uso obrigatório de uniforme, como o
uso de sapatos fechados e calça, e EPI’s a ser fornecido pela empresa como luvas e mascaras
descartáveis.

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9. DEFINIÇÕES
• Abrigo externo: ambiente no qual ocorre o armazenamento externo dos coletores de
resíduos;
• Abrigo temporário: ambiente no qual ocorre o armazenamento temporário dos coletores
• de resíduos;

• Acondicionamento: ato de embalar os resíduos segregados em sacos ou recipientes que


evitem vazamentos, e quando couber, sejam resistentes às ações de punctura, ruptura e
tombamento, e que sejam adequados física e quimicamente ao conteúdo acondicionado;

• Armazenamento temporário: guarda temporária dos coletores de resíduos de serviços


de saúde, em ambiente próximo aos pontos de geração, visando agilizar a coleta no
interior das instalações e otimizar o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto
destinado à apresentação para coleta externa;

• Aterro de resíduos perigosos – Classe I: local de disposição final de resíduos perigosos


no solo, sem causar danos ou riscos à saúde pública, minimizando os impactos
ambientais e utilizando procedimentos específicos de engenharia para o confinamento
destes;

I. Classe de risco 1 (baixo risco individual e para a comunidade): agentes biológicos


conhecidos por não causarem doenças no homem ou nos animais adultos sadios;
II. Classe de risco 2 (moderado risco individual e limitado risco para a comunidade): inclui
os agentes biológicos que provocam infecções no homem ou nos animais, cujo
potencial de propagação na comunidade e de disseminação no meio ambiente é
limitado, e para os quais existem medidas terapêuticas e profiláticas eficazes;
III. Classe de risco 3 (alto risco individual e moderado risco para a comunidade): inclui os
agentes biológicos que possuem capacidade de transmissão por via respiratória e que
causam patologias humanas ou animais, potencialmente letais, para as quais existem
usualmente medidas de tratamento ou de prevenção. Representam risco se

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disseminados na comunidade e no meio ambiente, podendo se propagar de pessoa a


pessoa;
IV. Classe de risco 4 (elevado risco individual e elevado risco para a comunidade):
classificação do Ministério da Saúde que inclui agentes biológicos que representam
grande ameaça para o ser humano e para os animais, implicando grande risco a quem
os manipula, com grande poder de transmissibilidade de um indivíduo a outro, não
existindo medidas preventivas e de tratamento para esses agentes;

• Coleta e transporte externos: remoção dos resíduos de serviços de saúde do abrigo


externo até a unidade de tratamento ou outra destinação, ou disposição final
ambientalmente adequada, utilizando-se de técnicas que garantam a preservação das
condições de acondicionamento;
• Coletor: recipiente utilizado para acondicionar os sacos com resíduos;
• Destinação final ambientalmente adequada: destinação de resíduos que inclui a
reutilização, a reciclagem, a compostagem, a recuperação e o aproveitamento energético
ou outras destinações admitidas pelos órgãos competentes do Sistema Nacional do Meio
Ambiente (Sisnama), do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) e do Sistema
Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa), entre elas a disposição final
ambientalmente adequada, observando normas operacionais específicas de modo a
evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos
ambientais adversos;
• Disposição final ambientalmente adequada: distribuição ordenada de rejeitos em aterros,
observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde
pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos;
• Equipamento de proteção individual (EPI): dispositivo ou produto de uso individual
utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a
segurança e a saúde no trabalho;

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• Equipamento de proteção coletiva (EPC): dispositivos ou produtos de uso coletivo


utilizados pelo trabalhador, destinados à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a
segurança e a saúde no trabalho e de terceiros;
• Gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde: conjunto de procedimentos de gestão,
planejados e implementados a partir de bases científicas, técnicas, normativas e legais,
com o objetivo de minimizar a geração de resíduos e proporcionar um encaminhamento
seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhadores e a preservação da
saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente;
• Identificação dos resíduos de serviços de saúde: conjunto de medidas que permite o
reconhecimento dos riscos presentes nos resíduos acondicionados, de forma clara e
legível em tamanho proporcional aos sacos, coletores e seus ambientes de
armazenamento;
• Licença sanitária: documento emitido pelo órgão sanitário competente dos Estados,
Distrito Federal ou dos Municípios, contendo permissão para o funcionamento dos
estabelecimentos que exerçam atividades sob regime de vigilância sanitária;
• Manejo dos resíduos de serviços de saúde: atividade de manuseio dos resíduos de
serviços de saúde, cujas etapas são a segregação, acondicionamento, identificação,
transporte interno, armazenamento temporário, armazenamento externo, coleta interna,
transporte externo, destinação e disposição final ambientalmente adequada dos resíduos
de serviços de saúde;
• Periculosidade: qualidade ou estado de ser perigoso;
• Plano de gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde (PGRSS): documento que
aponta e descreve todas as ações relativas ao gerenciamento dos resíduos de serviços
de saúde, observadas suas características e riscos, contemplando os aspectos referentes
à geração, identificação, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento,
transporte, destinação e disposição final ambientalmente adequada, bem como as ações
de proteção à saúde pública, do trabalhador e do meio ambiente;
• Resíduos de serviços de saúde (RSS): todos os resíduos resultantes das atividades
exercidas pelos geradores de resíduos de serviços de saúde;

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• Resíduo sólido: material, substância, objeto ou bem descartado, resultante de atividades


humanas em sociedade, a cuja destinação se propõe proceder ou se está obrigado a
proceder, nos estados sólido ou semissólido, bem como gases contidos em recipientes e
líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de
esgotos ou em corpos d’água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente
inviáveis em face da melhor tecnologia disponível;
• Resíduos de serviços de saúde do Grupo A: resíduos com a possível presença de
agentes biológicos que, por suas características, podem apresentar risco de infecção;
• Resíduos de serviços de saúde do Grupo B: resíduos contendo produtos químicos que
podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas
características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade;
• Resíduos de serviços de saúde do Grupo D: resíduos que não apresentam risco
biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados
aos resíduos domiciliares;
• Resíduos de serviços de saúde do Grupo E: resíduos perfurocortantes ou escarificastes,
tais como: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas
endodônticas, fios ortodônticos cortados, próteses bucais metálicas inutilizadas, pontas
diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas, tubos capilares, micropipetas, lâminas e
lamínulas, espátulas e todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório;
• Sala de utilidades: ambiente destinado à limpeza, desinfecção e guarda dos materiais e
roupas utilizados na assistência ao usuário do serviço e guarda temporários de resíduos;
• Transporte interno: traslado dos resíduos dos pontos de geração até o abrigo temporário
ou o abrigo externo.

10. IDENTIFICAÇÃO, QUANTIFICAÇÃO E DESTINO FINAL DOS RESÍDUOS:

LOCAL DE GERAÇÃO RESIDUOS EFLUENTES EMISSOES


SOLIDOS LIQUIDOS GASOSAS

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LOJA X X NÃO SE APLICA


ÁREA ADMINISTRATIVA X NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA
DML X X NÃO SE APLICA
SANITÁRIOS X NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA
CIRCULAÇÃO NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA

Os resíduos gerados pertencem aos grupos (B, D e E)

PESO ESTIMADO EM
DESCRIÇÃO DOS Freqüência da
CLASSIFICAÇÃO KILOGRAMAS
RESÍDUOS coleta
(KG/COLETA)*
A NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA
MEDICAMENTOS APROXIMADAMENTE
B BIMESTRAL
VENCIDOS 2KG
C NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA
D LIXO COMUM SACO DE 30 LITROS TODOS OS DIAS
AGULHAS USADOS DESCARPACK BIMESTRAL
E
NA APLICAÇÃO 14 LITROS

11. PROCEDIMENTOS
RSS devem ser segregados no momento de sua geração, conforme classificação por grupos,
em função do risco presente. O acondicionamento dos resíduos segregados deve ocorrer em
sacos ou recipientes que evitem vazamentos, e quando couber, sejam resistentes às ações de
punctura, ruptura e tombamento, e que seja adequado física e quimicamente ao conteúdo

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acondicionado. Devem ser respeitados os limites de peso de cada saco, assim como o limite de
2/3 (dois/terços) de sua capacidade, garantindo-se sua integridade e fechamento. É proibido o
esvaziamento ou reaproveitamento dos sacos.

12. SEGREGAÇÃO, ACONDICIONAMENTO E IDENTIFICAÇÃO:

GRUPO TIPO DE RESÍDUO ACONDICIONAMENTO


A NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA

B RESÍDUOS CONTENDO OS MEDICAMENTOS SÃO SEPARADOS EM


PRODUTOS QUÍMICOS QUE SACO BRANCO LEITOSO, CONFORME A
APRESENTAM PORTARIA N° 344/98. DEPOIS SERÃO
PERICULOSIDADE À SAÚDE ARMAZENADOS EM RECIPIENTE DE PLÁSTICO,
PÚBLICA OU AO MEIO RIGIDO E COM TAMPA, COM IDENTIFICAÇÃO.
AMBIENTE (MEDICAMENTOS)
C NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA

PAPELÃO, PAPEIS, COPOS


DESCARTÁVEIS, MATERIAIS CAIXA DE PAPELÃO, LIXEIRAS OU SACO DE
PLÁSTICOS, LIXO ORGÂNICO, LIXO PRETO.
D
CLIPS E RESÍDUOS
DOMÉSTICOS E OUTROS.
SÃO DESCARTADOS DENTRO DO
AGULHAS USADOS NA DESCARPACK, SENDO TROCADO QUANDO
E APLICAÇÃO ACOPLADO NA PREENCHINO NO ESPAÇO DE 2/3 (DOIS
SERINGA USADO TERÇOS) DA CAPACIDADE TOTAL, OU QUANDO
FOR O MOMENTO DE RECOLHIMENTO
BIMESTRAL

SUBSTÂNCIAS/PRODUTOS CONTROLADA (O)S:


Os medicamentos da portaria n° 344/98 e os antimicrobianos, após o isolamento dos vencidos e
avaria, são gerados uma nota fiscal no sistema da farmácia para da baixa no SNGPC. Deve-se
elaborar uma relação, em duas vias, constando o nome do produto, apresentação, o número do
lote e a quantidade. Depois deve ser feita uma comunicação (por oficio) à vigilância sanitária

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municipal (VISA) para conferencia, sendo realizada o acondicionamento de acordo como descrito
no item 12. Após à pesagem, a informação da mesma é transferida para a nota fiscal para
cobrança do serviço. Após estes procedimentos são recolhidos e transportados por empresa
especializada na coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de serviços de
saúde. Após esse procedimento, é gerado um manifesto de recolhimento no qual pe apresentado
a VISA.

A. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS GERADOS

TIPO DE RESÍDUO SÍMBOLO/FRASE


GRUPO DE ALERTA

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PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE
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Saúde DATA:01/02/2025

INFECTANTE: ALGODÃO
A

QUÍMICOS: MEDICAMENTOS QUÍMICOS


B VENCIDOS, AMPOLAS COM RESÍDUO DE
HORMÔNIO, TONER DE IMPRESSORA.

C RADIATIVO: NÃO POSSUIMOS

RESÍDUOS COMUNS: PAPELÃO, PAPÉIS, COPOS


DESCARTÁVEIS, MATERIAIS PLÁSTICOS, LIXO
D
ORGANICO, CLIPS, RESÍDUOS DOMÊSTICOS.

E PERFUROCORTANTE: AGULHA

B. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS GERADOS COM RELACAO AOS 3R (Redução,


Reutilização e Reciclagem).

GRUPO TIPO DE RESÍDUO TIPO DE DESTINO

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PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE
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A NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA


B MEDICAMENTOS VENCIDOS REDUÇÃO
C NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA
D LIXO COMUM REUTILIZAR
E AGULHAS REDUÇÃO

C. COLETA INTERNA:
Da fonte de geração para o local de armazenamento externo: Serão armazenados no abrigo de
metal, tipo cesta, localizado no recuo frontal do terreno, até serem recolhidos e transportados pelo
serviço de coleta de lixo urbana da prefeitura municipal.

Grupo A – abrigo temporário


Hora de Coleta: NÃO SE APLICA
Freqüência: .....................................
EPI’s: .......................................
Números de Funcionários: .....................................

Grupo B – SACO BRANCO LEITOSO, ARMAZENADOS EM RECIPIENTE DE PLÁSTICO,


RIGIDO E COM TAMPA, COM IDENTIFICAÇÃO
Hora de Coleta: 08:00 ÀS 18:00
Freqüência: BIMESTRAL
EPI’s: LUVAS E GALOCHA.
Números de Funcionários: 2

Grupo C – abrigo temporário


Hora de Coleta: NÃO SE APLICA
Freqüência: .....................................

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EPI’s: .......................................
Números de Funcionários: .....................................

Grupo D – Lixo Comum


Hora de Coleta: DIURNO
Frequência: TODOS OS DIAS
EPI’s: LUVAS E BOTAS
Números de Funcionários: 1
Grupo E – Perfurocortantes
Hora de Coleta: 08:00 ÀS 18:00
Freqüência: BIMESTRAL
EPI’s: LUVAS E GALOCHA.
Números de Funcionários: 2

D. ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO:
GRUPO B: São armazenados em recipientes de plástico rígido e estanque com tampa
rosqueada e identificado, compatível com as características físico-químicas do resíduo ou
produto a ser descartado.
GRUPO D: São armazenados em sacos pretos resistentes de modo a evitar derramamento
durante seu manuseio. Ficam armazenados nas lixeiras até atingirem 2/3, ou seja, 80% de sua
capacidade, depois são levados e armazenados no abrigo der metal, tipo cesta, localizado no
recuo frontal do terreno, até serem recolhidos e transportados pelo serviço de coleta de lixo
urbana da prefeitura municipal.
GRUPO E: São armazenados em um Matéria-prima produzida em papelão ondulado pardo onda
"B", tabuleiro resinado, cinta e fundo de papelão rígido, sacola de polietileno de alta densidade
"PEBD". Após atingir a linha pontilhada, será identificado e armazenado em um espaço
destinado a armazenar o flexpell com os perfurocortantes até o recolhimento por parte da
empresa GYN Resíduos Ambiental Ltda, conforme legislação ambiental vigente.

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E. TRATAMENTO INTERNO:
Os resíduos serão devidamente separados e armazenados em local próprio, para que a
empresa coletora de resíduos possa fazer a coleta. Para os lixos comum, serão armazenados
em sacos pretos diariamente e colocados em lixeira comum que será recolhido para prefeitura
do município. No entanto não haverá nenhum tipo de tratamento com os resíduos e lixos,
somente a separação e armazenamento para sua devida coleta pelas empresas e órgãos
responsáveis.

F. TRANSPORTE DO ABRIGO TEMPORÁRIO PARA O ABRIGO EXTERNO:


Grupo D – Lixo Comum
Hora de Coleta: Diurno
Frequência: Todos os dias.
EPI’s: luvas e botas
Números de Funcionários: 1

G. ARMAZENAMENTO EXTERNO:
O único armazenamento externo de RSS a ser feito no estabelecimento e o do grupo D, que
serão armazenados no abrigo de metal, tipo cesta, localizado no recuo frontal do terreno, até
serem recolhidos e transportados pelo serviço de coleta de lixo urbana da prefeitura
municipal.

H. COLETA E TRANSPORTE EXTERNO DOS RESIDUOS DOS GRUPOS .....................:

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Grupo NOME ENDEREÇO TELEFONE CNPJ Licença


FANTASIA ambiental

NÃO SE NÃO SE NÃO SE APLICA NÃO SE NÃO SE


A APLICA APLICA APLICA APLICA

Sediada na
GYN Avenida
Resíduos Guatacazes,
B Ambiental Qd 28, Lt 08E 13 974215019 39.155.953/0 2020000170
Ltda – 8 a 12 a 30, 001-64 02717
Jardim
Eldorado,
Aparecida de
Goiânia-GO
NÃO SE NÃO SE NÃO SE APLICA NÃO SE NÃO SE
C APLICA APLICA APLICA APLICA

COLETA SERVIÇO SERVIÇO SERVIÇO


SELETIVA VALPARAÍSO PRESTADOS PRESTADOS PRESTADOS
PELA PELA PELA
D PREFEITURA DO PREFEITURA PREFEITURA
VALPARAÍSO DO DO
VALPARAÍSO VALPARAÍSO

Sediada na
Avenida
GYN Guatacazes,
Resíduos Qd 28, Lt 08E

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PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE
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E Ambiental – 8 a 12 a 30, 13 974215019 39.155.953/0 2020000170


Ltda Jardim 001-64 02717
Eldorado,
Aparecida de
Goiânia-GO

Os medicamentos da portaria 344/98 e os antimicrobianos, após o isolamento dos vencidos e


avaria, são gerados uma nota fiscal no sistema da farmácia para da baixa no SNGPC.
Deve-se elaborar uma relação em duas vias, constando o nome do produto, a apresentação, o
número do lote e a quantidade. Depois deve ser feita uma comunicação (por oficio) à Vigilância
Sanitária Municipal (VISA) para conferência, é realizado o acondicionamento de acordo com o
item 12. Depois e feita à pesagem, a informação da mesma é transferida para nota fiscal para
cobrança do serviço. Após estes procedimentos são recolhidos e transportados por empresa
especializada na coleta transporte, tratamento e destinação final de resíduos de serviços de
saúde, após isso é gerado o manifesto de recolhimento no qual é apresentado a VISA.

I. DESTINO FINAL DOS RSS


GRUPO TIPO DE RESÍDUO DESTINO FINAL
A NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA
B MEDICAMENTOS VENCIDOS INCINERAÇÃO
C NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA
D LIXO COMUM ATERRO SANITÁRIO
E AGULHAS INCINERAÇÃO

Os medicamentos da portaria 344/98 e os antimicrobianos, após o isolamento dos vencidos e


avaria, são gerados uma nota fiscal no sistema da farmácia para da baixa no SNGPC. Deve-se
elaborar uma relação, em duas vias, constando o nome do produto a apresentação, o número do
lote e a quantidade. Depois deve ser feita uma comunicação (por oficio) à Vigilância Sanitária
Municipal (VISA) para conferência, é realizado o acondicionamento de acordo com o item 12.

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Depois e feita à pesagem, a informação da mesma é transferida para nota fiscal para cobrança do
serviço. Após estes procedimentos são recolhidos e transportados por empresa especializada na
coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de serviços de saúde, após isso é
gerado o manifesto de recolhimento no qual é apresentado a VISA.

J. TRATAMENTO EXTERNO:
Etapa da destinação que consiste na aplicação de processo que modifique as características
físicas, químicas ou biológicas dos resíduos, reduzindo ou eliminando o risco de danos ao meio
ambiente ou à saúde pública.

K. HIGIENIZAÇÃO DAS LIXEIRAS


A limpeza das lixeiras será realizada por todos os funcionários, na parte externa da drogaria com
água e detergente neutro, logo em seguida será higienizada com álcool 70° e será colocada uma
sacola plástica na parte interna da lixeira, logo após a limpeza das lixeiras será lavado o local
que foi feito. Frequência será feita de 2 a 3 vezes por mês.

L. MAPEAMENTO DOS RISCOS ASSOCIADOS ÀS RSS:


Serão utilizados indicadores abaixo para monitorar e avaliar o PGRRS com o objetivo de
acompanhar a eficácia do PGRSS implantado:

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M. SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR


Realizar exame médico ocupacional (admissionais, demissionais, de retorno de afastamento
pelo inss ou mudanças de posto de trabalho) dos trabalhadores.

N. AÇÕES TOMADAS CASO OCORRA CONTAMINAÇÃO:


Orienta-se lavar o local com água e sabão, em casos de exposição percutânea.
Em casos de exposições de mucosas, a lavagem deve ser feita com água ou solução. Em casos
de exposições fisiológica: Encaminhar para o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA)
localizado Avenida Principal, S/N° - Área Especial Valparaiso II - CAIS – II.

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O. CONTROLES AMBIENTAIS:
A limpeza e sanitização do piso são feitas diariamente com pano úmido e sanitizante (sem varrer).
As bancadas são limpas com álcool 70º antes do início dos trabalhos do dia e ao final do
expediente. As paredes e tetos são limpos uma vez por mês. O lixo acumulado nas lixeiras de
todos os setores é retirado no final dos trabalhos do dia, sendo transferido para o local de coleta.
Avaliando a presença de possíveis pontos de entrada de pragas, devendo estes ser eliminados
por meio de contrato com uma empresa especializada em desinsetização e desratização, que
deverá apresentar literatura técnica dos ativos utilizados nos procedimentos, bem como,
selecionar o defensivo químico adequado, aprovado pela autoridade sanitária, e a tecnologia de
aplicação O controle químico deve ser aplicado de forma planejada, racional e seletiva,
objetivando diminuir a exposição aos agentes químicos. Repetir periodicamente a aplicação
conforme orientação da empresa especializada ou sempre que necessário relatar as operações
efetuadas, registrando-as.

P. CAPACITAÇÃO
Todos os nossos profissionais são treinados no período de experiencia por 3 meses para
realizar as atividades de seu cargo de acordo com sua capacidade. É mantido programa de
educação continuada para os trabalhadores contemplando temas:
• Prática de segregação dos RSS.
• Localização dos ambientes de armazenamento de RSS
• Definições, tipo, classificação e risco no manejo dos RSS:
• Responsabilidades e tarefas.
• Identificação dos grupos de RSS
• Utilização dos coletores dos RSS.
• Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e coletiva (EPC):
- Biossegurança;
- Orientações quanto à higiene pessoal e dos ambientes;
- Providências a serem tomadas em caso de acidentes e de situações emergenciais,

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Q. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO.
O monitoramento será feito pelo responsável técnico, quando necessário, para averiguar se as
atividades estão sendo realizadas de acordo com as práticas estabelecidas no Plano de
Gerenciamento de Resíduos da RDC 222. O Monitoramento diário será de responsabilidade do
responsável técnica.

Taxa de geração de resíduos do Grupo (Z)= Quantidade (Kg) de resíduos do grupo (Z) X 100
Quantidade total (Kg) de RSS
Exemplo:
A tabela abaixo demonstra a forma de cálculo dos indicadores:
NOME DO INDICADOR FÓRMULA APLICÁVEL
Taxa de geração de resíduos NÃO SE APLICA
do Grupo A
Taxa de geração de resíduos 2 (Kg) X 100 (Aproximado)
do Grupo B 8,5
Taxa de geração de resíduos NÃO SE APLICA
do Grupo C
Taxa de geração de resíduos 5 (Kg) X 100 (Aproximado)
do Grupo D 8,5
Taxa de geração de resíduos 1,5 (Kg) X 100 (Aproximado)
do Grupo E 8,5

Os resultados dos cálculos obtidos devem ser registrados no formulário de monitoramento.

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R. REGISTROS DA QUALIDADE
1- formulário de monitoramento:

ITEM A SER AVALIADO INDICADORES RESULTADOS

RESÍDUO DO GRUPO A NÃO SE APLICA 0%


TAXA DE GERAÇÃO DE
RESPIDUOS DO GRUPO E
RESÍDUO DO GRUPO B 23,5%

RESÍDUO DO GRUPO C NÃO SE APLICA 0%

RESÍDUO DO GRUPO D TAXA DE GERAÇÃO DE 58,82%


RESPIDUOS DO GRUPO D

RESÍDUO DO GRUPO E TAXA DE GERAÇÃO DE 17,64%


RESPIDUOS DO GRUPO E

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2- Registro de treinamento sobre o PRGSS

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S. REFERÊNCIAS

• RESOLUÇÃO CONAMA 283 DE 12 DE JULHO DE 2001.


• LEI FEDERAL Nº 9605/98 – Dispõe sobre crimes ambientais.
• Resolução CONAMA Nº 01/86 – Estabelece definições, responsabilidade, critérios
básicos, e diretrizes da avaliação do impacto ambiental, determina que aterros sanitários,
processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos são passíveis de avaliação.
• Resolução CONAMA Nº 05/88 – Especifica licenciamento de obras de unidade de
transferências, tratamento e disposição final de resíduos sólidos de origens domésticas, públicas,
industriais e de origem hospitalar.
• NBR 10.004/87 – Classifica os resíduos sólidos quanto aos seus riscos potenciais ao
meio ambiente e à saúde pública.
• NBR 7.500/87 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de
resíduos sólidos.
• NBR 12.235/92 – Armazenamento de resíduos sólidos perigosos definidos na NBR
10004 – procedimentos.
• NBR 12.807/93 – Resíduos de serviços de saúde – terminologia.
• NBR 12.808/93 – Resíduos de serviços de saúde – classificação.
• NBR 12.809/93 – Manuseio de resíduos de serviços de saúde – procedimentos.
• NBR 12.810/93 – Coleta de resíduos de serviços de saúde – procedimentos.
• NBR 9.190/93 – Sacos plásticos para acondicionamento de lixo – classificação.
• NBR 9.191/93 – Sacos plásticos para acondicionamento de lixo – especificação.
• NBR 9.195/93 – Sacos plásticos para acondicionamento de lixo – determinação da
resistência à queda livre.
• NBR 13.055/93 – Sacos plásticos para acondicionamento de lixo – Determinação para a
capacidade volumétrica.
• NBR 13.056/93 – Filmes plásticos para saco para acondicionamento de lixo.

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• NBR 12.890/93 – Coleta, varrição e acondicionamento de resíduos sólidos urbanos -


terminologia.
• NBR 11.175/90 – Fixa as condições exigíveis de desempenho do equipamento para
incineração de resíduos sólidos perigosos.
• LEI MUNICIPAL Nº 014/03 – Código de obras e posturas do Município de Goiânia.
• Resolução RDC 222/2018-PGRSS.
• Portaria 344/98-Medicamentos sujeitos ao controle especial
• Portaria 06/99-Medicamentos sujeitos ao controle especial
• Ministério da saúde. Saúde Ambiental e Gestão de Resíduos de serviços de saúde. Brasília
(DF). Ministério da Saúde, 2002
• PINTO, H.M.B. Gerenciamento de Resíduos Sólidos em Farmácias Magistrais. Goiania,GO,
2004. 118p.

T. HISTÓRICO DE APROVAÇÕES
Elaboração: Revisão: Aprovação:

Data: Data: Data:


04/02/20255 04/02/20255 04/02/20255
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