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Assertividade para Jovens: Guia Prático

O documento aborda a assertividade como uma habilidade social essencial para a comunicação eficaz, destacando a importância de expressar opiniões e sentimentos de forma clara e respeitosa. Inclui dicas práticas para desenvolver essa habilidade, como usar palavras gentis e ouvir os outros. Além disso, apresenta atividades para refletir sobre comportamentos assertivos e a relação entre educação e violência nas escolas.

Enviado por

Eva Jane
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Assertividade para Jovens: Guia Prático

O documento aborda a assertividade como uma habilidade social essencial para a comunicação eficaz, destacando a importância de expressar opiniões e sentimentos de forma clara e respeitosa. Inclui dicas práticas para desenvolver essa habilidade, como usar palavras gentis e ouvir os outros. Além disso, apresenta atividades para refletir sobre comportamentos assertivos e a relação entre educação e violência nas escolas.

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PROJETO DE VIDA – 7º ANO - ASSERTIVIDADE  Se alguém pedir sua opinião, seja sincero, mas pense em como

dizer de um jeito que não machuque.


O QUE É SER UMA PESSOA ASSERTIVA?

A assertividade é uma habilidade social que envolve a capacidade


de expressar pensamentos, sentimentos e opiniões de forma clara,
direta e respeitosa. Ser assertivo significa comunicar-se de maneira
eficaz, sem ser agressivo ou passivo. É encontrar o equilíbrio entre
expressar suas necessidades e respeitar as dos outros.

Aqui vão algumas dicas para você praticar a assertividade:

1. Fale o Que Você Pensa: Não tenha medo de dizer o que


você acha. Se algo está te incomodando, é importante falar
sobre isso.
2. Use Palavras Gentis: Mesmo que você esteja chateado,
tente usar palavras educadas. Isso faz com que as pessoas
entendam melhor o que você está sentindo.
3. Olhe Nos Olhos: Quando você estiver falando com alguém,
olhe nos olhos dessa pessoa. Isso mostra que você está
falando sério e que respeita a outra pessoa.
4. Peça o Que Você Precisa: Se você precisar de ajuda ou
quiser alguma coisa, peça com educação. Por exemplo, ao
invés de dizer "Me dá isso!", você pode dizer "Você pode,
por favor, me passar isso?".
5. Respeite os Outros: Ser assertivo não significa ser
mandão. Respeite o que os outros pensam e sentem
também.
6. Seja Honesto: Diga sempre a verdade, mas faça isso de um
jeito que não machuque os sentimentos dos outros.
7. Escute os Outros: Preste atenção quando alguém estiver
falando com você. Isso também é parte de ser assertivo,
porque mostra que você se importa com o que a outra
pessoa está dizendo.

Conclusão:

 Quando alguém fizer algo que você não gostou, pense em uma
maneira educada de falar sobre isso.
pedir ajuda a outra pessoa.
Quando alguém é agressivo, fico assustado
e não consigo reagir.
PROJETO DE VIDA - ASSERTIVIDADE

1-Teste de Assertividade: responda espontaneamente e honestamente colocando uma X na 2-Observe as tirinhas abaixo e tente escrever o que os
coluna correspondente: Se pensa ou age desta forma a maior parte das vezes ou se faz ou pensa personagens deveriam ter falado para ter uma comunicação
raramente o que está descrito. assertiva.
Comportamentos Quase Com Rara
sempre frequência mente
Fico constrangido quando tenho de
enfrentar alguém para resolver um
problema.
Eu perco a paciência com facilidade, pois
sou do tipo “pavio curto”.
Quando alguém é irônico ou sarcástico
comigo, eu reajo da mesma forma com ele. O que o pinguim deveria ter falado?-
Prefiro que as pessoas percebam o que eu _________________________________
preciso ou desejo, do que eu ter de dizer-
lhes. ______________________________________________________________
É importante para mim obter o que eu
preciso e desejo, nem que com isso possa ____
magoar outra pessoa.
Não me incomodo em admitir meus erros
perante os outros.
Quando algo sai errado procuro colocar a
culpa em outra pessoa.
Para mim é importante conquistar a
simpatia das pessoas, mesmo que para isso
precise fazer coisas que normalmente não
faria.
Tenho habilidade em resolver
satisfatoriamente a maioria dos conflitos Qual foi o erro do pai do Cebolinha? Como ele deveria ter
com outras pessoas.
Tenho dificuldade em dizer não aos pedidos
falado?______
que as pessoas me fazem, e quando digo me
sinto culpado.
______________________________________________________________
Sou objetivo e sempre falo a verdade, doa a ____
quem doer.
Prefiro ficar quieto e não expressar minhas
opiniões.
Quando preciso, sinto-me à vontade em
2. Segundo o texto, o que há de diferente entre a vida de hoje e a de antigamente?
_________________________________________________________________________
________________________________________________________________________

3. A autora do texto é Marília Gehrke, de 17 anos. Qual a opinião dela sobre educação?
_______________________________________________________________________
________________________________________________________________________

Qual foi o erro do homem? Como ele poderia agir? 4. Segundo o texto, o que pode ter contribuído para o aumento da violência?
___________________ ________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
______________________________________________________________
____ 5. Na opinião de Marília Gehrke, qual o motivo do desrespeito nas escolas?
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PROJETO DE VIDA – 7º ANO - ASSERTIVIDADE ATRAVÉS DO ARTIGO DE OPINIÃO _________________________________________________________________________

ATIVIDADE – AGORA É A SUA VEZ DE ESCREVER UM ARTIGO DE OPINIÃO


Na aula anterior você aprendeu o que é ser uma pessoa assertiva. A pessoa assertiva
tem a habilidade de expressar emoções ou opiniões de maneira firme diante de outras
 O TÍTULO É: EDUCAÇÃO E VIOLÊNCIA NA EREF PINTOR LAURO VILLARES.
pessoas, sem mostrar hostilidade ou agressão.
 ESCREVA DE FORMA ASSERTIVA: EXPRESSE SUA OPINIÃO DE FORMA DIRETA, NÃO
SEJA AGRESSIVO, DEFENDA SUA OPINIÃO.
 O TEXTO DEVERÁ TER NO MÍNIMO 15 LINHAS, INCLUINDO SEU NOMEP E DEVE TER
Educação e violência PARÁGRAFOS.
 NO FINAL DEVERÁ ESCREVER SEU NOME COMO MARÍLIA FEZ.
Às vezes, escutamos nossos pais falando que antigamente tudo era bem diferente:
eles brincavam nas ruas, não tinha violência e havia muito menos apologia a ela. Os tempos
mudaram. Violência é rotina e muitos princípios têm sido colocados à prova. Atitudes
violentas envolvendo jovens aparecem sempre na mídia.
Muitas crianças e adolescentes veem brigas dentro de casa e até na novela. Nesse (título)
contexto, professores, que têm obrigação de passar conhecimento, acabam tendo que
educar. Mas a educação vem de casa, junto com o caráter psicológico de cada um. E acho
que aí está a causa de tanto desrespeito nas escolas: a culpa não é dos professores nem dos
alunos, mas da falta de diálogo sobre o que é certo e errado.
A educação que os pais passam para seus filhos é essencial para formar uma pessoa. É
importante reunir a família e jogar limpo numa conversa no meio da mesa!

Autora: Marília Gehrke, 17 anos.


Revista Capricho, 26 de abril de 2009.

1. Qual o assunto principal do texto?


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Common questions

Com tecnologia de IA

The author of Source 2 suggests addressing increased violence among youth through improved family education and open dialogue about right and wrong behavior. She emphasizes that the role of parents in teaching morality and setting positive examples is essential in preventing disrespectful and violent behavior. The lack of such guidance and open conversation is seen as a root cause of discontent and aggression among young people .

Teachers can foster assertive communication in students by creating a classroom environment that encourages open and respectful dialogue. They can model assertiveness by practicing clear and direct communication themselves, teach conflict resolution strategies, and provide students with opportunities to express their opinions and needs in a safe setting. Additionally, integrating lessons on the importance of balancing self-expression with respect for others can further develop students' assertive communication skills .

Assertiveness training could potentially reduce school violence by equipping students with the skills necessary to express their frustrations and resolve disagreements non-violently. By teaching students to communicate effectively without aggression, they can navigate conflicts peacefully, reducing the likelihood of escalation into violence. Emphasizing respect for self and others can also foster a more harmonious school environment .

Practicing assertiveness contributes to conflict resolution by enabling individuals to express their needs and perspectives clearly without aggression or passivity, which facilitates mutual understanding. Assertiveness helps in addressing issues directly and respectfully, reducing potential for misunderstandings and fostering a respectful dialogue. Additionally, by being honest and polite when expressing their views, assertive individuals can help de-escalate tensions and reach satisfactory solutions for all parties involved .

Assertive communication involves expressing one’s needs, thoughts, and feelings in a direct, honest, and respectful way, aiming for mutual respect and understanding without offending the other party. Aggressive communication, on the other hand, often disregards the feelings and rights of others, utilizing hostile, dominating, or disrespectful tactics to achieve its intent, which can lead to conflict and deteriorated relationships .

The key components of assertiveness as a social skill include the ability to express thoughts, feelings, and opinions clearly, directly, and respectfully. Assertiveness involves effective communication without being aggressive or passive, balancing the expression of one's own needs while respecting others' needs. Techniques to practice assertiveness include speaking one's mind, using polite language, maintaining eye contact, making respectful requests, being honest, and listening to others .

Potential challenges of being assertive in a group setting include the possibility of facing dominant personalities, the risk of being misunderstood or perceived as aggressive, and the difficulty in ensuring that all voices are heard. These challenges can be overcome by setting clear group norms for communication, encouraging active listening, and rotating leadership roles to ensure balanced participation. Individuals need to maintain focus on shared goals while respecting diverse viewpoints and facilitating inclusive discussions .

Maintaining the balance between expressing one's own needs and respecting others' needs in assertive communication requires practicing empathy and active listening. It involves being self-aware and understanding the dynamics of the situation to ensure that communications are clear and respectful. Practitioners of assertiveness should be conscious of non-verbal cues and emotional intelligence, ensuring that their communication does not infringe on the other person's rights or belittle their feelings .

Indirect communication can lead to misunderstandings in social interactions as it often relies on implicit cues and assumptions which can be misinterpreted. Without clear, direct articulation of thoughts and needs, listeners may infer incorrect intentions or emotions, resulting in confusion or conflict. Lack of clarity can also lead to unmet needs or unresolved issues, as parties involved may be unsure of the true message being conveyed .

Family education plays a crucial role in shaping attitudes towards assertiveness and violence by laying the foundational psychological character and moral framework within which individuals learn to express themselves. The lack of dialogue about right and wrong within families can lead to disrespect in educational settings, as family norms heavily influence a person’s likelihood to engage in assertive versus aggressive behaviors. According to Marília Gehrke, the absence of clear guidance from parents on such topics is a contributing factor to increased violence among youths .

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