Setups 8
Setups 8
SETUPS UTILIZANDO
INDICADORES ASSOCIADOS
Colaboração de Caio Xatara MANUAL DE SETUPS
e Guilherme Rufni
Alexandre Wolwacz :: Stormer
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SETUPS UTILIZANDO
INDICADORES ASSOCIADOS
Capa
Évelyn Bisconsin - Porto DG
Revisão
Gabriela Koza
ISBN 978-85-60852-26-0
Inclui gráficos e tabelas.
CDU 336.76
336.761
MANUAL DE SETUPS
atividade profissional é a escolha de um sistema operacional que possa
ser utilizado em suas rotinas.
A escolha do prazo, do setup, do manejo de risco e da forma de
conduzir as operações é parte fundamental no projeto de vida de um
trader.
O mercado financeiro apresenta algumas dezenas de modos diferen-
tes de se ganhar dinheiro e algumas centenas de modos diferentes para
se perder dinheiro. Operações a favor da tendência, operações contra a
7
A expectativa
matemática
9
que se aumente o nível de acerto. As duas medidas instantaneamente DIMI-
NUEM a média de ganho/média de perda (payoff) do sistema.
2 - Payo alto – Para isso, precisamos de um estope curto, pois com esto-
pes curtos, quando erramos, perdemos pouco. Ao mesmo tempo, precisamos
de alvos longos. As duas medidas DIMINUEM nosso nível de acerto.
3 - Quantidade de sinais – Raramente teremos movimentos muito amplos
se apresentando seguidas vezes. Logo, alvos longos e muitos sinais não serão
encontrados juntos.
Afinal, os cenários são contraditórios. Para um setup ter alta média de ga-
nho, significa estopes curtos e alvos longos. Isso por si só já impede alto nível
de acerto. E, ainda mais, muitos sinais.
Os setups mais frequentes e rentáveis são os que têm baixo nível de acerto,
alta média de ganho/perda e sinais médios.
Ainda sobre os setups, podemos dividir o grupo de setups quanto aos indi-
cadores utilizados em sua construção ou quanto à filosofia sobre a qual o mo-
delo se instala.
Para fins didáticos, iremos dividir em cima dos indicadores usados na cons-
trução de cada um desses setups e, dentro disso, separar os modelos por sua
filosofia.
10
A losoa dos setups
Esse tipo de modelo tende a ter um nível de acerto maior. Porém, seus
ganhos são menores. A relação aqui de payoff (média de ganho/média de per-
da) não é das melhores.
3 . Padrões gráfcos:
Esse tipo de modelo tende a ter bom nível de acerto, alvos longos e pou-
quíssimos sinais.
11
4 . Rompimentos:
12
Breve glossário
Fator de lucro (proft actor) = o valor absoluto da divisão do lucro total bruto
auferido no período dividido pelas perdas totais brutas.
Fator de recuperação (recovery actor) = valor absoluto de todo lucro auferido
dividido pelo drawdown máximo.
Drawdown = a distância entre o topo até o fundo dentro de um gráfico de
curva de capital.
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SETUPS UTILIZANDO
INDICADORES ASSOCIADOS
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A MÉDIA MÓVEL ARITMÉTICA, OU SIMPLES
16
Sabem também que, dentro dos diversos períodos de tempo, as tendências
podem ser diferentes.
Então, quando colocamos duas médias, uma mais longa e uma mais curta,
usualmente teremos a mais longa mostrando a tendência de prazo mais afas-
tado e a mais curta mostrando a direção menor.
Quando colocamos uma média de 5 períodos e a observamos apontando
para cima, podemos basicamente ter uma ideia de que a tendência no prazo
mais curto é de alta.
Quando ao mesmo tempo colocamos uma média de 21 períodos e vemos
essa média apontando para baixo, temos a ideia de que no prazo mais longo a
tendência é de baixa.
Dessa forma, traduzindo a situação acima citada:
Estamos com uma direção de queda no prazo mais longo, mas no curtíssi-
mo prazo o mercado se direciona para cima. Provavelmente, apenas um repi-
que dos preços, que irá levar estes até a proximidade da média mais longa
(efeito ímã), para depois reiniciar a tendência de baixa mais longa.
Temos então um “desalinhamento” na direção das duas tendências. Elas
estão se contradizendo.
Quando temos uma média mais curta subindo na direção de uma média
mais longa, esse movimento usualmente representa apenas um repique (se a
mais longa estiver caindo) ou uma correção menor (se a mais longa estiver
subindo e a mais curta caindo).
Resumidamente falando, podemos ter:
1- As duas médias alinhadas na mesma direção = duas tendências fortes
no mesmo sentido.
2- A média mais curta desalinhada com a média mais longa = a média
mais curta representa uma correção da tendência mais longa.
A segunda situação pode levar a dois momentos de mercado:
A média mais curta recua até a mais longa, bate ali, sente e se realinha
com a mais longa, gerando sinal de compra ou de venda.
OU
A média mais curta vem e cruza, cortando a média mais longa.
17
Esse cruzamento é um antigo método de se operar no mercado. Oferece
bons resultados, dependendo da média utilizada. Basicamente, o que se vê
quando uma média mais curta rompe a mais longa é uma tentativa do merca-
do de mudar a direção da tendência mais longa.
O que podemos deduzir disso?
Que esse é um modelo que não vai funcionar muitas vezes, pois as tendên-
cias mais longas não mudam tão facilmente.
Porém, nas vezes que funcionar, estará comprando ou vendendo o início de
uma longa tendência, com isso, capturando um ótimo movimento. Dessa for-
ma, não é um setup que tenha elevado nível de acerto. Mas, tem quando
acerta e é bem remunerado.
Dependendo das médias, podemos ter ótimos níveis de acerto.
O modelo então é comprar no fechamento do candle que fez a média mais
curta cortar para cima a média mais lenta.
Vender no fechamento que fez a média mais curta cortar de cima para bai-
xo a mais lenta.
Para se ter uma rápida ideia: se usarmos a média de 22 aritmética como
média curta e a média de 50 como longa.
Trabalhando na ITSA4 gráfico diário, teríamos observado nos últimos 10
anos 16 sinais de compra sendo acionados. Temos poucos sinais, pois as mé-
dias são bem longas. Desses 16 sinais, 81,25% terminaram no lucro. O lucro
médio de cada um desses foi de 45,66%.
Tivemos 18,75 % dos trades no prejuízo, com prejuízo médio de 6,12%.
Se reduzirmos o período da média para 9 aritmética, mantendo a mais
longa, ficamos com mais sinais. Passamos a ter 25 sinais. Reduzimos nosso
nível de acerto para 72%, lucro médio de 39,16%.
18
Qual é o par mais efciente?
Sem dúvida que teremos um par mais eficiente. Mas não um par que seja
o mais eficiente em todos os prazos e em todos os papéis ao mesmo tempo.
Cada ativo terá um para melhor. Cada periodicidade gráfica, também.
A média geométrica
Uma média mais utilizada em cima de índices. É uma média móvel simples
das mudanças percentuais entre o dia prévio e o dia atual de um determinado
período de tempo.
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8 SETUPS UTILIZANDO
INDICADORES ASSOCIADOS
Sumário
22
Setup 204 – Fechamos abaixo da linha ............................................................ 65
Setup 209 – Saída quando o MACD linha cruzar abaixo da linha do zero...... 70
Setup 210 – Saída quando o MACD cruzar abaixo da linha de sinal .............. 70
Setup 216............................................................................................................. 81
23
Setup 218 - Sobrevendido em tendência de alta.............................................. 87
Conclusão...........................................................................................................109
Nota do autor
A maior parte dos setups desse capítulo é advinda de testes realizados por
mim a partir de ideias e métodos que pensei.
25
Setup 190
1- OBV;
2- IFR de 2 períodos.
Descrição:
A entrada inicial não tem estope. O estope é colocado quando o IFR de dois
períodos subir acima de 90, subindo ele pela mínima de cada candle até fechar
o trade ou atingir um alvo de lucro de 10%; o que ocorrer primeiro.
Figura 1
27
Observamos, então, o ponto de entrada ocorrendo no fechamento do dia
em que fizemos a mínima dos últimos sete dias e, ao mesmo tempo, com o
OBV subindo.
Ao atingir IFR2 acima de 90, subimos estope para a mínima do dia que fez
isso; seguimos subindo esse modelo até o alvo de 10%.
Em dez anos:
Tabela 1
28
Agora fica mais atraente ainda; um drawdown muito confortável. Boas
ferramentas de diagnóstico.
Em cinco anos:
Tabela 3
Tivemos um profit per bar muito bom, com elevado nível de acerto.
Tabela 4
Ganhamos mais dinheiro que o buy and hold e nos arriscamos muito menos.
Trinta e quatro sinais em cinco anos nos oferecem algo em torno de sete sinais
por ano.
29
Tabela 5
Tabela 6
30
Observamos um bom desempenho desse modelo no setor elétrico e de
energia. O desempenho no setor de lojas não foi dos melhores. Notamos que
esse modelo funciona tanto melhor nos ativos mais voláteis, já que representa
um sistema de alta volatilidade.
Tabela 7
31
operação, nosso megan ratio subiu para 0,21%, o que representa uma melhor
utilização do nosso dinheiro no tempo.
Tabela 8
Tabela 9
32
Tabela 10
Tabela 11
Tabela 12
33
Ferramentas interessantes.
34
Setup 191
Williams WR
Ele acaba sendo plotado com uma faixa que vai do zero ao -100, sendo
-100 o mais sobrevendido possível, e próximo de -10 já entrando na faixa do
sobrecomprado.
Trade:
35
Validação no diário:
Tabela 13
Esses resultados são para dez anos, na PETR4, sem nenhum tipo de ajuste
ideal. Estamos usando 5 fechamentos consecutivos em alta.
Tabela 14
Agora, quero ver como esse sistema desempenhou nos últimos 5 anos,
usando R$100.000,00 para operar, entrando com 90% do capital disponível
em cada entrada.
36
Tabela 15
Tabela 16
Hmm... mantivemos um ganho maior que o buy and hold, e nosso drawdown
foi menor que este.
37
Um anualizado muito fraco, claro, que, como todos os sistemas de
volatilidade, teve poucos sinais no ano com alto acerto, porém o baixo número
nos deixou líquidos no mercado por muito tempo e isso cortou a rentabilidade.
Esse é um modelo de volatilidade, e a PETR4 em si não é um exemplo de ativo
perfeito para esse tipo de sistema. Podemos e devemos usar esse tipo de
sistema em VÁRIOS ativos ao mesmo tempo, para melhorar o número de sinais
e com isso obter uma rentabilidade melhor.
Tabela 17
38
Tabela 18
Vamos ver como seria NATU3 nos últimos cinco anos, com 90% de capital
entrando em cada operação:
Tabela 19
39
Tabela 20
40
Tabela 21
Tabela 22
41
Setup 192
Williams curto
Autor:AlexandreWolwacz
Ou seja:
A outra entrada com o ativo indo para acima do sobrecomprado ocorre por
força de rompimentos e é uma compra de força.
43
Figura 2
Vemos duas compras na PETR, uma pelo Williams acima de -5 e outra pelo
Williams abaixo de -95.
Modelo de volatilidade.
44
Tabela 24
Note que foram 17 trades em dez anos, com um ótimo nível de acerto. Sem
dúvida, nossa rentabilidade foi fraca pelo baixo número de sinais. Já falamos sobre
a forma de tentar melhorar isso (ampliando o número de papéis operados).
45
Vejamos o drawdown.
Tabela 26
Tabela 28
46
o desvio padrão das Bandas de Bollinger. Ao invés de usarmos 2 desvios
padrões da média de 20, poderíamos trabalhar com 1,61 desvio padrão. Se
fizermos isso, teremos um número muito maior de trades, com um nível de
acerto menor obviamente.
47
Setup 193
Williams WR% e
envelopes
Autor:AlexandreWolwacz
Figura 3
49
Validação no diário nos últimos cinco anos na PETR4:
Tabela 29
Boa volatilidade.
Tabela 30
50
Vamos ver em dez anos de PETR4:
Tabela 31
Clássico. Óbvio que o modelo vai melhor para os ativos designados para
isso. Gostei desse modelo: simples, fácil, direto e com ótimo nível de acerto.
51
Tipo entrada quando:
1- IFR2 abaixo de 5 ou
3- Estocástico D abaixo de 20 ou
4- Williams acima de -5
A resposta é sim e não. Usar mais osciladores traria maior número de sinais.
Se você abrir uma única posição de cada vez, não irá aumentar o número de
sinais. Se você usar múltiplas posições abertas, aumentaria, mas em si não
melhoraria a rentabilidade do que uma posição por vez usando 90% do capital
disponível; pelo menos, foi isso que os back testes demonstraram.
52
Testando o Chande Momentum abaixo de 50.
Vemos que na PETR4, o Chande nos últimos cinco anos promoveu melhor
rentabilidade, seguido de perto pelo 193 clássico.
Tabela 35
53
Setup 194
Ferramentas:
Volume fnanceiro.
Descrição:
Gráfico de 5 minutos.
55
A dificuldade de um modelo como esse reside em dois pontos:
Figura 4
56
Setup 195
Comprando o recuo da
tendência de alta
Autor:AlexandreWolwacz
Esse setup é um seguidor de tendência, mas que não usa as médias como
seu referencial.
Ferramentas:
Descrição:
57
Figura 5
Esse modelo acaba tendo uma entrada de volatilidade, mas uma saída pelo
seguidor de tendência, no caso o CCI.
58
Tabela 37
Vejamos como teriam sido os últimos cinco anos operando esse modelo
na PETR4:
Tabela 38
Tabela 39
59
Muito atraentes as ferramentas.
Tabela 40
Bom anualizado.
Tabela 41
60
Drawdown contido em relação ao buy and hold. Note o sharpe.
61
Sempre que tivermos mais lucros, podemos esperar alguma subida no
drawdown.
Tabela 44
Muito bem, aqui usamos um modelo baseado no CCI para realizar a saída.
62
SETUP 196
1 - Sairemos quando a média de 20 virar para baixo
SETUP 197
2 - Sairemos quando os preços echarem abaixo do envelope de 5% abaixo da
média de 20 aritmética
SETUP 198
3 - MACD linha cruzando abaixo da linha de sinal
SETUP 199
4 - Saída com o Chande Momentum Oscilator acima de 50
SETUP 200
5 - Saída quando o DI+ de 14 cruzar abaixo do DI– de 14 períodos
SETUP 201
6 - Cruzamento da média de 9 contra a média de 21 aritmética
SETUP 202
7 - Virada da média de 9 aritmética para baixo
SETUP 203
8 - Preços cruzam para abaixo da média de 20 aritmética
PETR4 nos últimos cinco anos, diário, R$100.000,00 entrando com 90%
do capital em cada entrada.
Tabela 46
Modelo 195 foi muito bem. Por APD, teríamos apenas ele e o 198.
63
PDGR3 nos últimos cinco anos, diário:
Tabela 47
Vemos que nesse setor mais direcional, o modelo 202 e o modelo 198
tiveram ótimos resultados.
64
Setup 204
Autor:AlexandreWolwacz
Sistema:
1 - Preços de echamento.
Descrição:
65
Os trades são usualmente longos aqui.
Tabela 51
66
Mas, para trades mais longos.
Resultados na AMBV4:
Tabela 52
Tabela 53
67
Drawdown baixo.
Tabela 54
Tabela 55
68
Resultados em dez anos na PETR4 semanal, com 90% do capital em cada
trade acionado, iniciando com R$50.000,00.
Tabela 56
Tabela 57
69
O.k., vamos testar sistemas de saída diferentes, com os setups listados a
seguir, que seguem o padrão do Setup 204, mas com variações específicas.
Setup 205
Saída quando o ativo echar acima do envelope de 5% da média de 20
Setup 206
Saída quando o ativo echar abaixo do envelope inerior de 5% abaixo da
média de 20
Setup 207
Saída quando o ativo echar acima da média de 20
Setup 208
Saída no echamento do candle que fzer a média de 9 virar para baixo
Setup 209
Saída quando o MACD linha cruzar abaixo da linha do zero
Setup 210
Saída quando o MACD cruzar abaixo da linha de sinal
Setup 211
Saída quando os preços cruzarem acima da banda superior da Bollinger
Setup 212
Saída quando os preços cruzarem abaixo da banda inerior da Bollinger
Setup 213
Saída quando o IFR de 2 or para acima de 90
Setup 214
Saída quando o estocástico lento D% estiver acima de 80
70
PETR4 diário, em dez anos:
Tabela 58
Semanal:
Tabela 59
71
Apesar de os resultados serem bons e lucrativos, os níveis de APD não são
elevados.
VALE5 semanal:
Tabela 61
BBDC4 diário:
Tabela 62
Semanal:
Tabela 63
72
WOW, para tudo... Vemos que, no diário, o 212 foi um dos melhores
métodos de saída... Veja como no semanal ficou como um dos piores.
Semanal:
Tabela 65
73
Setup 215
Rompendo a
acumulação
Autor:AlexandreWolwacz
Ferramentas:
IFR de 14 períodos.
Descrição:
75
Tabela 66
Tabela 67
76
VALE em dez anos:
Tabela 68
Tabela 69
Isso não significa que o trader não tenha passado por algum calor durante
as operações.
Pelo que vimos, os traders que usaram esse modelo passaram o crash de
2008 comprados nos principais ativos, e venderam somente quando o IFR 14
foi para acima de 80, em 2009.
77
Vejamos o resultado para gráfico semanal:
Tabela 71
78
Hmm, vemos um modelo que é praticamente igual ao buy and hold. Tem
um drawdown levemente menor que o buy and hold, rentabilidade similar. Isso
se repetiu em dezenas de ativos do mercado. É justo, porque esse sistema
deixa o trader a maior parte do tempo dentro do mercado.
79
Setup 216
Gráfico diário:
Tabela 72
81
Tabela 73
À primeira vista, parece que não mudou muito. Porém, note, diminuímos o
número de sinais, aumentamos fortemente o profit factor e o payoff, significando
que a compra com o IFR 14 baixo ofereceu uma melhoria importantíssima no
modelo.
82
Setup 217
Tabela 74
83
Tabela 75
Muito bem, vamos comparar isso sem o uso do estocástico que teoricamente
estaria nos garantindo a compra em um melhor momento.
Tabela 76
84
Tabela 77
85
Setup 218
Sobrevendido em
tendência de alta
Autor:AlexandreWolwacz
Descrição:
Com o MACD linha acima da linha do zero, iremos esperar um dia que leve
o IFR5 abaixo de 45.
87
Validação no diário:
Tabela 78
Tabela 79
Ótimo drawdown.
88
Validação PETR4 semanal:
Tabela 80
Note como nos dois períodos o tempo de duração dos trades que deram
errado foi mais que o dobro do tempo de duração médio dos trades no lucro.
PETR4, 60 minutos:
89
Tabela 82
Wow! Olhe o profit per bar desse modelo. E observe o nível de acerto e a
média de lucro nos trades certos.
Tabela 83
O legal desse modelo é que nos orienta as compras apenas dentro das
tendências mais fortes de alta, deixando-nos de fora dos mercados frágeis.
90
Setup 219
Deslocamento na
tendência
Autor:AlexandreWolwacz
Validação no diário:
Tabela 84
91
Tabela 85
Validação no semanal:
Tabela 87
92
Tabela 88
93
Como esse é um sistema de volatilidade dentro da tendência de alta,
podemos ver que nos ativos mais voláteis ficamos com resultados bem
interessantes.
Tabela 91
Mas, será que, nos últimos anos, não houve uma mudança nessa
disposição?
Vejamos como seria a lista por rentabilidade apenas nos últimos cinco
anos:
94
Tabela 92
Tabela 93
95
BBDC4, diário, R$100.000,00, entrando com 90% do capital em cada
trade nos últimos dez anos:
Tabela 94
96
No gráfico semanal BBDC4, dez anos:
Tabela 96
97
Nos últimos cinco anos, na BOVA11:
Tabela 98
Tabela 99
98
CMIG4, diário, dez anos, iniciando com R$100.000,00, 90% em cada trade:
Tabela 100
99
No semanal, CMIG4:
Tabela 102
CSNA3, diário, dez anos, com R$100.000,00, cada trade com 90% do
capital:
Tabela 103
100
CSNA3, diário, em cinco anos:
Tabela 104
101
dez anos:
Tabela 106
102
LAME4 diário, 90% do capital por trade em dez anos:
Tabela 108
103
PETR4 no diário, 90% do capital por trade executado em dez anos:
Tabela 110
104
TLPP4, gráfico diário, em dez anos:
Tabela 112
105
USIM5, diário, dez anos:
Tabela 114
106
VALE5 diário, dez anos:
Tabela 116
Na VALE5 semanal:
Tabela 117
107
Conclusão
Agora perceba: conhecer muitos sistemas não traduz que isso será
rentável.
Para isso, cada pessoa precisará identificar qual o sistema a que melhor
se adapta.
Dos setups vistos neste livro, eu gostei muito do setup 216 e do setup 192.
Ambos bastante interessantes.
109
No Capítulo 1, o modelo que mais me chamou atenção foi a variante do
setup 4. Compra na superação da máxima dos últimos 4 dias, com estope
sendo colocado no preço mais baixo dos últimos 13 dias. Esse modelo se for
bem ajustado para o ativo que está sendo empregado oferece simplicidade,
praticidade e rentabilidade bem surpreendentes. A forma de otimizar os prazos
seria na minha opinião usar a raiz quadrada dos três dígitos que compõem o
valor nominal da empresa. Exemplo: R$ 44,10 – raiz quadrada de 441 = 21.
Esse modelo nos oferece rapidamente o ciclo que o ativo opera, conforme
explicado no livro “Matemática, o tempo e o mercado de ações”.
110
Nos modelos de volatilidade, o setup 182 chamou a atenção.
Espero que isso não tenha ocorrido, e sei que os amigos poderão ler e reler
o que está escrito e procurar por aqueles modelos que melhor se adaptam as
suas personalidades.
Eu, no final deste livro, encontrei meu sistema. E estou definido por ele.
Digo que todo o processo de criação me ajudou de forma intensa nas definições
e na forma de ver o mercado.
Sabendo que não cheguei nem perto de cobrir as enormes áreas de formas
diferentes de se trabalhar e de seus setups, espero que o processo de estudo e
o desejo de conhecer tenham sido semeados. Que outros manuais, melhores,
mais sistemáticos sejam feitos.
111
Para conhecer todos os nossos produtos, acesse [Link].
Este livro foi composto em fontes Gotham Rounded, Franklin Gothic Demi e FrnkGothITC
Bk BT e impresso na gráfica Edelbra, em lux cream 70g, em julho de 2011.
“O mercado financeiro me atraiu de forma tão intensa que rapi-
damente me vi estudando horas e horas o tema, pesquisando e
lendo tudo que foi escrito sobre o assunto e trocando ideias com
as poucas pessoas que conhecia que operavam no mercado.
Identifiquei que a maneira mais rápida de “entender” um gráfico
é participando da sua elaboração. Não são os computadores,
tampouco os indicadores sofisticados que me colocavam em
maior contato com o mercado, mas sim um papel milimetrado,
um lápis e a reflexão obrigatória a que o ato de desenhar o gráfi-
co me obrigava. Desenhando as máximas, as mínimas, as aber-
turas e os fechamentos, seu cérebro identifica o que está se re-
velando: a luta entre oferta e demanda, a força dominante e a
localização dos pontos de melhor entrada. Com o tempo e estu-
do, os padrões foram se mostrando.
De forma absolutamente minuciosa, detalhista e analítica, fui ob-
servando, catalogando e estruturando os setups que identifiquei
ao longo de minha vida dentro do mercado. Há muitos setups,
alguns podem ser validados estatisticamente e outros não. Espe-
ro que esse trabalho possa ser valiosa fonte de informação e co-
nhecimento. Uma revisão bibliográfica extensa e generosa mostra
os setups de grandes autores. Realizei, também, uma revisão
estatística do desempenho de modelos operacionais. Espero que
o leitor possa, de forma prática e objetiva, vivenciar o amplo pra-
zer que tive na construção desse manual.”
Alexandre Wolwacz :: Stormer