Projeto Pedagógico Licenciatura Matemática
Projeto Pedagógico Licenciatura Matemática
CORNÉLIO PROCÓPIO
2014
1
Ministério da Educação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus Cornélio Procópio
Diretoria de Ensino e Graduação Profissional
Curso de Licenciatura em Matemática
CORNÉLIO PROCÓPIO
2013
2
Ministério da Educação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus Cornélio Procópio
Diretoria de Ensino e Graduação Profissional
Curso de Licenciatura em Matemática
Ministério da Educação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus Cornélio Procópio
Diretoria de Graduação e Educação Profissional
Reitor da UTFPR
Carlos Eduardo Cantarelli
Pró-Reitor de Graduação
Maurício Alves Mendes
Diretor Geral do Câmpus Cornélio Procópio
Devanil Antonio Francisco
Diretor de Graduação e Educação Profissional
Edson Luis Bassetto
Coordenador de Curso de Licenciatura em Matemática
Vinicius Araujo Peralta
3
Lista de Siglas
4
EaD – Educação a Distância
FUNTEF – Fundação de Apoio à Educação, Pesquisa e Desenvolvimento Científico
e Tecnológico (da Universidade Tecnológica Federal do Paraná)
IDH – Índice de Desenvolvimento Humano
IPARDES – Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social
LEM – Laboratório de Ensino de Matemática
LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais
MEC – Ministério da Educação
NDE – Núcleo Docente Estruturante
NUAPE – Núcleo de Acompanhamento Psicopedagógico e Assistência Estudantil
NUENS – Núcleo de Apoio ao Ensino
OCDE – Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico
PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional
PIBID – Projeto de Iniciação à Docência
PISA – Programa Internacional de Avaliação de Estudantes
PPC – Projeto Pedagógico do Curso
PPI – Projeto Pedagógico Institucional
PROEXT – Programa de Extensão Comunitária
SECCOORD – Secretaria das Coordenações
SEGEA – Secretaria de Gestão Acadêmica
TCC – Trabalho de Conclusão de Curso
TIC – Tecnologias da Informação e Comunicação
TT – Carga Horária Total
UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná
5
Lista de Tabelas
6
Sumário
APRESENTAÇÃO ............................................................................................................................... 11
6. INFRAESTRUTURA ....................................................................................................................... 99
6.1 SALAS DE AULA ........................................................................................................................................ 99
6.2 BIBLIOTECA .............................................................................................................................................. 99
6.3 LABORATÓRIOS ...................................................................................................................................... 101
6.3.1 Laboratórios de informática.................................................................................................. 101
6.3.2 Laboratório de Ensino de Matemática .................................................................................. 102
6.4 SALAS PARA OS DOCENTES ..................................................................................................................... 102
6.5 SALAS PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS........................................................................................ 102
6.6. OUTROS AMBIENTES DE FORMAÇÃO E CONVIVÊNCIA .............................................................................. 102
9
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA –
UTFPR – CORNÉLIO PROCÓPIO
10
APRESENTAÇÃO
11
1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Habilitação: Licenciatura.
Processo de seleção: a admissão dos alunos será feita por processo seletivo em conformidade
com as regras vigentes na UTFPR.
Número de vagas anuais previstas por turmas: duas entradas anuais. Para cada turma
semestral serão ofertadas 44 (quarenta e quatro) vagas, totalizando 88 (oitenta e oito) vagas
por ano.
Turno: noturno.
12
2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
II. propor os critérios para afastamento e licença dos docentes nas áreas específicas do
curso, quando não houver Conselho Departamental, respeitadas as regras existentes na
instituição;
17
VII. propor os ajustes no curso a partir dos resultados obtidos na autoavaliação e na
avaliação externa;
VIII. convidar consultores ad hoc para auxiliar nas discussões do PPC;
IX. levantar dificuldades na atuação do corpo docente do curso, que interfiram na
formação do perfil do egresso;
X. propor programas ou outras formas de capacitação docente, visando a sua formação
continuada.
18
VI. encaminhar à Departamento de Registros Acadêmicos - DIRAC1 do respectivo
Câmpus, o resultado da matrícula e da avaliação das Atividades Complementares;
VII. participar das reuniões necessárias para a operacionalização das ações referentes
às Atividades Complementares.
1
A partir de 2009 a DIRAC passou a ser designada por DERAC.
19
As atividades de TCC são desenvolvidas conforme regulamento próprio do Curso de
Licenciatura em Matemática do Câmpus Cornélio Procópio, elaborado e aprovado pelo
colegiado.
20
VIII. organizar um arquivo, a cada final de semestre letivo, dos contratos e planos de
Estágio Supervisionado Obrigatório já assinados, por disciplina, junto à coordenação
do Curso de Licenciatura em Matemática da UTFPR Câmpus de Cornélio Procópio.
IX. acompanhar e avaliar os Estágios não Obrigatórios por meio de instrumentos
definidos pela Diretoria de Graduação e Educação.
2.9.1 Justificativa
22
não conseguiu buscar alternativas econômicas para a agricultura. Como em outras regiões do
Paraná tal empobrecimento se refletiu também em outras áreas como na saúde e na educação.
Estudos feitos pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES
apud ARANTES, 2009) mostram que o Paraná embora apresente um Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) elevado considerando outros estados do país, ainda
apresenta muitos problemas em relação ao desenvolvimento de sua população. Tal estudo
mostra que o que ocorre no Paraná são regiões de altíssimo desenvolvimento, como as
próximas da capital ou no eixo Maringá-Londrina, ao lado de outras com índices muito
baixos. O alto índice do IDH nestas regiões acaba por “mascarar” os resultados, trazendo uma
falsa ideia do desenvolvimento do estado.
Como a educação é um dos componentes do IDH, em algumas regiões do estado os
jovens ficam sem alternativa, além de não encontrarem mais na agricultura sua fonte de
sobrevivência como tinham seus pais, veem-se ainda sem o conhecimento necessário para
enfrentar a nova realidade e buscar novos caminhos.
O Governo Federal tem criado universidades e desenvolvido vários mecanismos para
democratizar o acesso dos alunos à educação superior. Mas para chegar até a universidade,
com condições não só de ingresso, mas de nela permanecer e concluir os estudos, os alunos
precisam de uma boa formação básica.
Além da necessidade de ter uma boa formação Matemática para continuar seus
estudos, as pessoas precisam do conhecimento matemático para compreender e fazer uma
melhor leitura de mundo. A Matemática é um instrumento para compreendermos a sociedade
tecnológica em que vivemos. Dessa forma, a falta de acesso adequado ao conhecimento
matemático não só limita as possibilidades de acesso a níveis mais elevados de escolaridade,
mas deixa muitas pessoas sem os instrumentos necessários para a compreensão de parte do
mundo que as cerca, limitando assim o seu exercício da cidadania.
Segundo resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) de
2012, divulgados pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico
(OCDE) em 2013, o Brasil ocupou a 58ª posição em Matemática, a 55ª posição em Leitura e
59ª em Ciências, entre 65 países. Reverter esta situação não é uma tarefa fácil, tanto para o
poder público quanto para a sociedade. Problemas da realidade econômica e social se refletem
no ambiente escolar, trazendo muitos desafios para os professores, além disso, como coloca o
documento das Diretrizes Curriculares para os Cursos de Matemática, há todo um preconceito
historicamente construído em torno da disciplina, como algo difícil e cuja compreensão não é
destinada a todos, preconceito este que precisa ser superado.
23
O enfrentamento dessa situação não é apenas tarefa da escola, mas sim de toda
sociedade, mas sem dúvida o professor tem nela um papel primordial. Para isso é necessária
não somente uma formação inicial adequada, mas também um aprimoramento contínuo em
toda a carreira, pois o mundo muda constantemente, trazendo cada dia novos desafios para o
docente.
Diante deste quadro justifica-se a implantação do curso de Licenciatura em
Matemática do Câmpus Cornélio Procópio da Universidade Tecnológica Federal do Paraná,
pelos seguintes fatores:
- necessidade de formação de novos professores qualificados para o trabalho com a
Matemática. Professores com um sólido conhecimento sobre a área de conhecimento
que ministram, sobre as relações desta com outras áreas do conhecimento, sobre sua
construção histórica. É preciso que tais professores tenham uma visão da importância
científica e cultural deste conhecimento matemático. E que aliado a isso eles possuam
uma formação pedagógica adequada, para que possam efetivamente fazer a
transposição didática desse conhecimento para a sala de aula e contribuir para a
formação integral dos jovens e adolescentes que terão sob sua responsabilidade. A
formação de bons profissionais de ensino nas cidades distantes dos grandes eixos de
desenvolvimento contribui para a superação das desigualdades de oportunidades de
acesso à cultura e à cidadania;
- necessidade de formação continuada dos professores. É necessário ainda que tanto os
professores novos, quanto os mais experientes, possam ter acesso a momentos que
contribuam para o seu desenvolvimento profissional para que possam atualizar e rever
sua prática, por meio do acesso às novas metodologias e tecnologias disponíveis ao
ensino, bem como possam se preparar para exercer seu papel nestes novos cenários de
ensino. Tais momentos permitem que os professores encontrem um espaço para que
com os pares possam discutir os novos desafios que encontram na sala de aula, para
refletirem juntos, trocarem experiências e renovarem seu ânimo pela profissão.
Atividades como grupos de estudo e cursos de atualização, além de contribuírem na
formação do professor, podem ser um espaço de reflexão individual e coletiva sobre a
própria prática docente. Por meio da reflexão, o professor tem a oportunidade de
encontrar soluções mais adequadas para algumas questões de seu trabalho em sala de
aula. Nesse sentido, vem sendo desenvolvidos, na instituição, eventos e cursos de
formação com professores da Educação Básica, que abordem novas metodologias de
ensino da Matemática.
24
2.9.2 Objetivos do curso
25
Curriculares Nacionais (DCN) para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena;
- desenvolva uma visão crítica sobre a organização didático-pedagógica da escola;
- conheça as legislações vigentes na educação e se conscientize de seu papel social
como educador; comprometido com os valores éticos, democráticos, relacionados aos
direitos humanos e socioambientais;
- desenvolva a capacidade de compreender textos relacionados à Matemática, à
Educação e à Educação Matemática;
- desenvolva a capacidade de se expressar de forma clara nas formas escrita e oral, de
maneira que saiba elaborar textos ou ensaios teóricos ou relatos de suas experiências
sobre algum assunto relacionado a sua formação;
- tenha oportunidade de participar de projetos de ensino, pesquisa e extensão;
- tenha uma formação que proporcione um estreitamento das relações entre o seu
processo de formação inicial e o sistema de ensino da Educação Básica com vistas à
atuação profissional.
Além disso, pretende-se com este curso tornar a Universidade Tecnológica Federal do
Paraná, Câmpus de Cornélio Procópio, um local onde professores e graduandos do curso de
Licenciatura em Matemática possam dividir experiências, constituir novos conhecimentos na
área da educação matemática e matemática buscando o próprio desenvolvimento profissional
e de seus pares.
26
- capacidade de aprendizagem continuada, sendo sua prática profissional também
fonte de produção do conhecimento;
- habilidade de identificar, formular e resolver problemas na sua área de aplicação
utilizando rigor lógico científico na análise da situação-problemas;
- estabelecer relações entre a Matemática e outras áreas do conhecimento;
- conhecimento de questões contemporâneas;
- educação abrangente necessária ao entendimento do impacto das soluções
encontradas num contexto global e social;
- participar de programas de formação continuada;
- realizar estudos de pós-graduação;
- trabalhar na interface da Matemática com outros campos do saber;
- elaborar propostas de ensino-aprendizagem para Educação Básica;
- analisar, selecionar e produzir materiais didáticos;
- analisar criticamente propostas curriculares de Matemática para a Educação Básica;
- desenvolver estratégias de ensino que favoreçam a criatividade, a autonomia e a
flexibilidade no pensamento lógico matemático, buscando trabalhar com mais ênfase
nos conceitos do que nas técnicas, fórmulas e algoritmos;
- perceber a prática docente matemática como um processo dinâmico, carregado de
conflitos e incertezas, um espaço de criação e reflexão, onde novos conhecimentos são
gerados e modificados continuamente;
- contribuir para a realização de projetos coletivos na escola básica.
29
- tenha domínio dos conteúdos matemáticos que irá trabalhar em sala de aula e saiba
criar, bem como selecionar entre os já existentes, materiais e metodologias que lhe
possam ser utilizados para fazer a transposição didática destes conteúdos;
- conceba a matemática como uma construção humana, presente em várias culturas e
saiba interrelacioná-la com outros campos de conhecimento e da realidade do dia a
dia, mas também a valorize como ciência com suas peculiaridades, linguagem e rigor;
- encare sua carreira como uma contínua construção, a fim de buscar novos meios para
promover a própria formação;
- seja capaz de trabalhar de forma integrada com os professores ou professoras da sua
e de outras áreas em projetos que favoreçam uma aprendizagem multidisciplinar por
parte do aluno e conjuntamente com outros membros da comunidade escolar na busca
de soluções para os problemas da realidade escolar.
2.9.5.Área de atuação
30
3 ESTRUTURA CURRICULAR
31
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Universidade Tecnológica do Paraná-Campus CORNÉLIO PROCÓPIO
CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
M ATRIZ CURRICULAR
1.4 2.4 TECNOLOGIAS NO 3.4 METODOLOGIA E 4.4 METODOLOGIA E 5.4 6.4 7.4 8.4
PSICOLOGIA DA ESTÁGIO ESTÁGIO
FILOSOFIA GERAL 2 3 ENSINO DA 3 PRATICA DE ENSINO 2 PRATICA DE ENSINO 2 FÍSICA 1 5 7 7
EDUCAÇÃO SUPERVISIONADO C SUPERVISIONADO D
2/0 3/0 MATEMÁTICA 2/1 NA EDUCAÇÃO 1/0 NA EDUCAÇÃO 1/0 5/0 0/7 0/7
ES 61A 2 ES 62C 3 MA 63 F 3 BÁSICA
MA 64 F1 2 BÁSICA
MA 65 C2 2 FI 66 A 5 MA 67 E 7 MA 68 E 7
0 L 36 0 L 54 0 PE 54 17 PE 36 17 PE 36 3.1 0 C 90 6.6 0 SIC 126 6.6 0 SIC 126
3.8 4.8
DIDATICA DA MODELAGEM
2 4
MATEMATICA 1 MATEMÁTICA
Total aulas semanas 1/0 3/0
DI 63 A 2 MA 64 H 4
2.6 17 PE 36 2.3 17 PE 72
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
SIC 200 horas
LEGENDA
R - REFERÊNCIA NA MATRIZ
APS - ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS TIPO DE CONTEÚDO (TC)
32
AT/P - AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS (SEMANAIS) B - CONTEÚDOS BÁSICOS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 200 H
TS-TOTAL DE AULAS SEMANAIS C - CONTEÚDOS COMPLEMENTARES ATIVIDADES PRESENCIAIS 2173,3 H Matriz Curricular
CHT - CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL (HORAS) P - CONTEÚDOS PROFISSIONAIS ATIVIDADES NÃO PRESENCIAIS 151,7 H
APCC-ATIVIDADES PRATICAS COMP. CURRICULAR(SEMANAL) PE - CONTEÚDOS PROFISIONALIZANTES ESPECÍFICOS ESTÁGIO 405 H Licenciatura em matemática. [Link]
PR - PRÉ-REQUISITO SIC - ATIVIDADE DE SÍNTESE E INTEGRAÇÃO DE CONHECIMENTO Atividades de pesquisa TCC 120,0 H
TC - TIPO DE CONTEÚDO L - LICENCIATURA CARGA HORÁRIA TOTAL 3050 H Atualizado: 24/02/2014
A estrutura da matriz curricular, especificando as disciplinas por períodos bem como a
distribuição das atividades acadêmicas estão representadas nas Tabelas 1 a 8.
Cálculo Diferencial 51 0 4 17 72
Geometria Analítica 1 68 0 6 34 108
Educação Financeira 51 0 4 17 72
Tecnologias no Ensino de Matemática 34 17 3 0 54
Libras 1 24 10 2 0 36
33
Metodologia do Ensino de Matemática 0 0 2 34 36
Organização do Trabalho Pedagógico e Gestão
30 0 2 4 36
Escolar
Didática da Matemática 1 17 0 2 17 36
Cálculo Integral 51 0 4 17 72
Álgebra Linear 1 51 0 4 17 72
Educação Estatística 34 17 4 17 72
Metodologia e Prática de Ensino de Matemática
17 0 2 17 36
na Educação Básica 1
Libras 2 10 24 2 0 36
Laboratório de Matemática 17 0 3 34 54
Tendências em Educação Matemática 17 0 2 17 36
Modelagem Matemática 51 0 4 17 72
Álgebra 68 0 4 0 72
Álgebra Linear 2 51 0 4 17 72
Cálculo de Funções Reais de Várias Variáveis
68 0 5 17 90
Reais
Metodologia e Prática de Ensino de Matemática
17 0 2 17 36
na Educação Básica 2
Estágio Supervisionado A 0 102 6 0 108
Probabilidade e Estatística 68 0 4 0 72
34
Tabela 6 - Disciplinas do 6º período
Análise Matemática 1 51 0 4 17 72
Metodologia da Pesquisa em Educação 30 0 2 4 36
Equações Diferenciais 51 0 4 17 72
Física 1 85 0 5 0 90
Estágio Supervisionado B 0 119 7 0 126
Políticas Educacionais 34 0 2 0 36
Análise Matemática 2 68 0 4 0 72
Optativa 1 68 0 4 0 72
TCC1 0 72 0 0 72
Estágio Supervisionado C 0 119 7 0 126
História da Matemática 51 0 4 17 72
Cálculo Numérico 34 34 4 0 72
TCC2 0 72 0 0 72
Estágio Supervisionado D 0 119 7 0 126
Optativa 2 68 0 4 0 72
Optativa 3 68 0 4 0 72
35
Legenda:
AT – Atividade Teórica
AP – Atividade Prática
APS – Atividade Prática Supervisionada
APCC – Atividade Prática como Componente Curricular
TT – Carga Horária Total (em horas/aula, onde cada hora/aula corresponde a 50 minutos).
36
3.2.2 Atividade Prática
Assim, a prática na matriz curricular dos cursos de formação não pode ficar reduzida
a um espaço isolado, que a reduz como algo fechado em si mesmo e desarticulado
do restante do curso. Isso porque não é possível deixar ao futuro professor a tarefa
de integrar e transpor o conhecimento sobre o ensino para o conhecimento na
situação de ensino e aprendizagem, sem ter oportunidade de participar de uma
reflexão coletiva e sistemática sobre esse processo. (Parecer n°. 009/2001 –
CNE/CP, de 8 de maio 2001)
38
Dessa forma, essas atividades constituem parte de algumas disciplinas de conteúdo
científico e pedagógico da estrutura curricular conforme constam na Tabela 9. Assim, não
ficarão reduzidas a um espaço isolado a desarticulado do restante do curso.
39
Tabela 9 – Carga Horária da Atividade Prática como Componente Curricular
40
6 Equações Diferenciais 17
7 História da Matemática 17
Disciplinas do 1 o Período
Fundamentos de Matemática 1
Carga horária: AT(85) AP(00) APS(06) APCC(17) TT(108)
Pré-requisito: não tem
Ementa: Estudo axiomático da teoria dos conjuntos; conjunto dos números naturais; teoria
elementar dos números naturais; construção dos números naturais; teoria da demonstração;
conjunto dos números inteiros; teoria elementar dos números inteiros; construção dos
números inteiros; equações diofantinas lineares; congruências; congruências lineares;
sistemas de congruências; construção dos números racionais; operações com números
racionais; relação de ordem.
41
Bibliografia Básica
[1] HEFEZ, Abramo. Elementos de aritmética. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Sociedade Brasileira de
Matemática, 2006. 169p. ISBN 9788585818258.
[2] SANTOS, J. Plínio de O. Introdução à teoria dos números. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: IMPA, c2003.
198 p. (Matemática universitária) ISBN 9788524401428.
[3] POLCINO MILIES, César; COELHO, Sônia Pitta. Números: uma introdução à matemática. 3. ed.
São Paulo: Edusp, c2001. 240 p. (Acadêmica ; 20) ISBN 8531404584
Bibliografia Complementar
[1] IEZZI, Gelson; MURAKAMI,Carlos. Fundamentos de matemática elementar: conjuntos, funções. 8.
ed. São Paulo: Atual, 2004. v. 1.
[2] DOMINGUES, Hygino H.; IEZZI, Gelson. Álgebra Moderna. 4. ed. São Paulo: Atual, 2003.
[3] GONÇALVES, Adilson. Introdução à Álgebra. 5. ed. Rio de Janeiro: IMPA-CNPq, 2006. 194p.
[4] NETO, Antonio C. M., Tópicos de Matemática Elementar: Números Reais, 2º ed, Rio de Janeiro:
SBM, 2013. v. 1.
[5] NETO, Antonio C. M., Tópicos de Matemática Elementar: Teoria dos Números, 2º ed, Rio de
Janeiro: SBM, 2012. v. 5.
Geometria 1
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(06) APCC(34) TT(108)
Pré-requisito: não tem
Ementa: Tópicos elementares de geometria plana; conceitos primitivos; axiomas de
incidência; axiomas de ordem; axiomas sobre medição de ângulos; axiomas sobre medição de
segmentos; figuras planas; figuras planas regulares; área de superfícies planas.
Bibliografia Básica
[1] WAGNER, E.; CARNEIRO, José Paulo Q. Construções geométricas. [Link]. Rio de Janeiro, RJ:
Sociedade Brasileira de Matemática, 2007. 110 p. (Coleção do Professor de matemática) ISBN 978-
85-244-0084-1.
[2] REZENDE, Eliane Quelho Frota; QUEIROZ, Maria Lúcia Bontorim de. Geometria euclidiana plana
e contruções geométricas. 2. ed. São Paulo: UNICAMP, 2008. 260 p. ISBN 9788526807549.
[3] BARBOSA, João Lucas Marques. Geometria euclidiana e plana. [Link]. Rio de Janeiro, RJ:
Sociedade Brasileira de Matemática, 2012. 260 p. (Coleção do professor de Matemática) ISBN
9788585818029.
Bibliografia Complementar
[1] BRAGA, Theodoro. Desenho linear geométrico. 14. ed. São Paulo: Ícone, 1997. 229 p. (Coleção
ciência e tecnologia ao alcance de todos) ISBN 8527404974.
[2] IEZZI, Gelson et al. Fundamentos de matemática elementar. 8. ed. São Paulo: Atual, 2004-2005. v. 9
[3] LIMA, Elon Lages. Matemática e ensino. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Sociedade Brasileira de
Matemática, 2007. 207 p. (Coleção do Professor de Matemática) ISBN 9788585818159.
[4] LIMA, Elon Lages. Medida e forma em geometria. 4. ed. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de
Matemática, 2009. (Coleção do professor de matemática)
[5] Euclides. Os elementos. 1. ed. São Paulo, SP: Ed. UNESP, 2009. 593 p. ISBN 9788571399358.
42
Lógica Matemática
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(04) APCC(00) TT(72)
Pré-requisito: não tem
Ementa: Sistematização da lógica Matemática; estruturação do cálculo proposicional;
operações lógicas fundamentais; relações de equivalência e de implicação Lógica. Álgebra
proposicional; teoria da argumentação e análise inferencial no cálculo proposicional; cálculo
dos predicados; quantificação; funções proposicionais Quantificadas.
Bibliografia Básica
[1] ALENCAR FILHO, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. 21. ed. São Paulo: Nobel, 2002. 203
p.
[2] FEITOSA, Hércules de Araújo; PAULOVICH, Leonardo. Um prelúdio à lógica. São Paulo, SP: Ed.
UNESP, 2005. 225 p.
[3] SÉRATES, Jonofon. Raciocínio lógico: lógico matemático, lógico quantitativo, lógico numérico,
lógico analítico, lógico crítico. [Link]. Brasília: Jonofon, 2 v
Bibliografia Complementar
[1] SÉRATES, Jonofon. Raciocínio lógico: lógico matemático, lógico quantitativo, lógico numérico,
lógico analítico, lógico crítico. [Link]. Brasília: Jonofon, v.1.
[2] DIAS, Carlos Magno Corrêa. Lógica matemática: introdução ao cálculo proposicional. Curitiba:
C.M.C. Dias, 1999.
[3] DIAS, Carlos Magno Corrêa. Silogística: introdução à lógica categórica. Curitiba: C.M.C. Dias,
2000.
[4] IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de matemática elementar. São Paulo: Atual,
2010. v. 1.
[5] NAHRA, Cinara; WEBER, Ivan Hingo. Através da lógica. [Link]. Petrópolis: Vozes, 2001. 174 p.
Filosofia geral
Carga Horária: AT(34) AP(00) APS(02) APCC(0) TT(36)
Pré-requisito: não tem
Mito, filosofia e ciência; historia da filosofia: evolução do pensamento humano através dos
tempos; relevância da filosofia para a sociedade contemporânea e para o exercício da
profissão.
Bibliografia Básica
[1] ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires (Autor). Filosofando: introdução
à filosofia. 4. ed. rev. São Paulo: Moderna, 2009. 479 p. ISBN 9788516063924.
[2] CORDI, Cassiano. Para filosofar. 5. ed. São Paulo: Scipione, c2007. 328 p. ISBN 9788526267053
(PR).
[3] REALE, Miguel. Introdução à filosofia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 306 p. ISBN
9788502036079.
Bibliografia Complementar
43
[1] ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Temas de filosofia. 3. ed. rev.
São Paulo: Moderna, c2005. 344 p. ISBN 8516021653 (LP).
[2] CHALITA, Gabriel. Vivendo a filosofia. [Link]. 424p. ISBN 850810566-5
[3] CHAUÍ, Marilena de Sousa. Convite à filosofia. 14. ed. São Paulo: Ática, 2011. 520 p. ISBN
9788508134694.
[4] MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein . 2. ed. 13.
reimpressão. Rio de Janeiro, RJ: Zahar, 2007. 303 p. ISBN 9788571104051.
[5] COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 16. ed. São Paulo, SP:
Saraiva, 2010. 304 p. ISBN 9788502057876
Bibliografia Básica
[1] WAGNER, E.; CARNEIRO, José Paulo Q. Construções geométricas. [Link]. Rio de Janeiro, RJ:
Sociedade Brasileira de Matemática, 2007. 110 p. (Coleção do Professor de matemática) ISBN 978-
85-244-0084-1.
[2] BRAGA, Theodoro. Desenho linear geométrico. 14. ed. São Paulo: Ícone, 1997. 229 p. (Coleção
ciência e tecnologia ao alcance de todos) ISBN 8527404974.
[3] PRINCIPE JUNIOR, Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva. São Paulo: Nobel, 1983. 2 v.
ISBN 85-213-0163-4 (v.1).
Bibliografia Complementar
[1] LIMA, Elon Lages SOCIEDADE BRASILEIRA DE MATEMÁTICA. Medida e forma em
geometria. 4. ed. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, c2009. 98 p. ((Coleção do
professor de matemática))
[2] REZENDE, Eliane Quelho Frota; QUEIROZ, Maria Lúcia Bontorim de. Geometria euclidiana plana
e contruções geométricas. 2. ed. São Paulo: UNICAMP, 2008. 260 p. ISBN 9788526807549.
[3] CESAR, Paulo. Introdução à geometria espacial. 4. ed. Rio de Janeiro, RJ: Sociedade Brasileira de
Matemática, c1999. 93 p. (Coleção professor de matemática ; 10) ISBN 8524400854.
[4] MONTENEGRO, Gildo A. Geometria descritiva. São Paulo, SP: Edgard Blücher, 1991.
[5] LIMA NETO, Sérgio. Construções Geométricas: exercícios e soluções. Rio de Janeiro: SBM, 2009.
Disciplinas do 2 o Período
Fundamentos de Matemática 2
Carga horária: AT(85) AP(00) APS(06) APCC(17) TT(108)
Pré-requisito: Fundamentos de Matemática 1
Ementa: Teorema chinês de restos; aritmética módulo m; trigonometria; números complexos;
polinômios; análise combinatória; binômio de Newton.
44
Bibliografia Básica
[1] HEFEZ, Abramo. Elementos de aritmética. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Sociedade Brasileira de
Matemática, 2006. 169p. ISBN 9788585818258.
[2] CARMO, Manfredo Perdigão; MORGADO. Augusto Cesar; WAGNER, Eduardo. Trigonometria
Números Complexos. 3 ed. Rio de Janeiro:SBM, 2005. 122p
[3] IEZZI, Gelson et al. Fundamentos de matemática elementar. 7. ed. São Paulo: Atual, 2004. v.6 ISBN
9788535717525.
Bibliografia Complementar
[1] LIMA, Elon Lages (et all). A Matemática do Ensino Médio. 9 ed. Rio de Janeiro: SBM, 2006. v.1
[2] IEZZI, Gelson et al. Fundamentos de matemática elementar. 8. ed. São Paulo: Atual, 2004-2005. v.3
ISBN 9788535704570.
[3] IEZZI, Gelson et al. Fundamentos de matemática elementar. 7. ed. São Paulo: Atual, 2004. v.5 ISBN
9788535704617.
[4] IEZZI, Gelson et al. Fundamentos de matemática elementar. 8. ed. São Paulo: Atual, 2004-2005. v.1
ISBN 9788535704556.
[5] ÁVILA, Geraldo. Variáveis complexas e aplicações. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2000. 271p.
ISBN 9788521612179.
Geometria 2
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(06) APCC(34) TT(108)
Pré-requisito: não tem
Ementa: Tópicos elementares de geometria espacial; geometria de posição; figuras
geométricas espaciais; áreas e volumes de figuras geométricas espaciais; noções elementares
de geometria não-euclidianas.
Bibliografia Básica
[1] IEZZI, Gelson et al. Fundamentos de matemática elementar. 6. ed. São Paulo: Atual, 2005. v.10
ISBN 9788535717587.
[2] REZENDE, Eliane Quelho Frota; QUEIROZ, Maria Lúcia Bontorim de. Geometria euclidiana plana
e contruções geométricas. 2. ed. São Paulo: UNICAMP, 2008. 260 p. ISBN 9788526807549.
[3] CESAR, Paulo. Introdução à geometria espacial. 4. ed. Rio de Janeiro, RJ: Sociedade Brasileira de
Matemática, c1999. 93 p. (Coleção professor de matemática ; 10) ISBN 8524400854.
Bibliografia Complementar
[1] LIMA, Elon Lages. Meu professor de matemática e outras histórias. 5. ed. Rio de Janeiro: Sociedade
Brasileira de Matemática, 2006. 206 p (Coleção do Professor de Matemática) ISBN 85-85818-06-9.
[2] BARROS, Abdenago Alves de; ANDRADE, Plácido Francisco. Introdução à Geometria Projetiva.
Rio de Janeiro: SBM, 2010
[3] BARBOSA, Ruy Madsen. Descobrindo a geometria fractal: para a sala de aula. 3. ed. Belo
Horizonte: Autêntica, 2005. 142 p. (Coleção Tendências em Educação Matemática)
[4] JANOS, Michel. Geometria fractal. Rio de Janeiro , RJ: Ciência Moderna, 2008. xi, 100 p. ISBN
9788573937152.
[5] COUTINHO, Lázaro, Convite à geometria não euclidiana. 2ª ed. Rio de Janeiro: Interciência. 2001.
45
Funções reais de uma variável real
Carga horária: AT(51) AP(00) APS(04) APCC(17) TT(72)
Pré-requisito: não tem
Ementa: Conjunto dos números reais; relação de ordem; intervalos numéricos; valor absoluto;
desigualdades polinomiais e exponenciais; relações; funções; funções inversas; funções
transcendentes.
Bibliografia Básica
[1] DEMANA, Franklin D.; WAITS, Bert K. Pré-cálculo. São Paulo, SP: Pearson Addison-Wesley,
2009. xviii, 380 p. ISBN 9788588639379.
[2] MEDEIROS , Z. ( coord) PRÉ-CÁLCULO. 2. ed. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2010. xiv, 538
p. ISBN 9788522107353.
[3] GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2001-2002. v. 1
ISBN 8521612591.
Bibliografia Complementar
[1] IEZZI, Gelson et al. Fundamentos de matemática elementar. 8. ed. São Paulo: Atual, 2004-2005. v.1
ISBN 9788535704556.
[2] IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de matemática elementar 2:
logaritmos. 10. ed. São Paulo: Atual, 2013. 218 p. ISBN 85-7056-266-7.
[3] IEZZI, Gelson et al. Fundamentos de matemática elementar. 8. ed. São Paulo: Atual, 2004-2005. v.3
ISBN 9788535704570
[4] LIMA, Elon Lages. Logaritmos. 4. ed. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2009.
118 p. (Coleção do professor de matemática) ISBN 9788585818050.
[5] STEWART, James. Cálculo. 5. ed. São Paulo, SP: Thomson Learning, 2006. v.1 ISBN 8522104794
[6] LIMA, Elon Lages; CESAR, Paulo; WAGNER, E.; MORGADO, A. C. A matemática do ensino
médio. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ: Sociedade Brasileira de Matemática, 2006. v. 1 (Coleção do
Professor de Matemática ; 13) ISBN 85-851810-7 .
Psicologia da Educação
Carga Horária: AT(51) AP(00) APS(03) APCC(0) TT(54)
Pré-requisito: não tem
As principais teorias da psicologia aplicadas à educação escolar; processos psicológicos da
aprendizagem e abordagens cognitivas e sócio-interacionistas; psicologia do
desenvolvimento: do nascimento à morte; reflexão sobre temas contemporâneos do campo da
educação (pluralidade cultural e orientação sexual).
46
Bibliografia Básica
[1] CARRAHER, Terezinha Nunes; CARRAHER, David William; SCHLIEMANN, Analúcia; REGO,
Lucia Lins Browne; LIMA, José Maurício de Figueiredo. Aprender pensando: contribuições da
psicologia cognitiva para a educação. 19. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. 127 p. ISBN
9788532603968.
[2] COLL, César; PALACIOS, Jesús; MARCHESI, Álvaro. Desenvolvimento psicológico e educação.
2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. v.3 (Biblioteca Artmed).
[3] LA TAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Kohl de; DANTAS, Heloysa de Lima. Piaget, Vygotsky,
Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 24. ed. São Paulo, SP: Summus, c1992. 117 p. ISBN
9788532304124.
Bibliografia Complementar
[1] AQUINO, J. G.(Org.). AUTORIDADE e autonomia na escola: alternativas teóricas e práticas. 4. ed.
São Paulo, SP: Summus, 1999. 229 p. ISBN 8532306799.
[2] COLL, César; MONEREO, Carles; POZO, Juan Ignacio (Autor). Psicologia da aprendizagem no
ensino médio. Porto Alegre: Artmed, 2003. 204 p. (Biblioteca [Link] da educação)
ISBN 85-363-0219-4
[3] FRANCISCO FILHO, Geraldo. A psicologia no contexto educacional. 2. ed. São Paulo: Átomo,
2005. 121 p. ISBN 85-87585-31-2.
[4] GOULART, Iris Barbosa. Piaget: experiências básicas para utilização pelo professor. 26. ed.
Petrópolis: Vozes, 2010. 189 p. ISBN 9788532603869.
[5] OLIVEIRA, V. B.; BOSSA, N. A. (Orgs.). AVALIACÃO psicopedagógica do adolescente. 12. ed.
Petropolis: Vozes, 2010 285 p. ISBN 9788532619556.
História da Educação
Carga Horária: AT(34) AP(00) APS(02) APCC(0) TT(36)
Pré-requisito: não tem
Grandes tendências do pensamento filosófico e suas implicações na Educação; principais
correntes do pensamento pedagógico a partir da modernidade; História da Educação no Brasil
a partir do século XX.
Bibliografia Básica
[1] MONTEIRO, A. Reis. História da educação: do antigo direito de edução ao novo direito à educação .
São Paulo: Cortez, 2006. 200 p. ISBN 8524911735.
[2] SHIROMA, Eneida Oto; MORAES, Maria Célia Marcondes; EVANGELISTA, Olinda. Política
educacional. 4. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2011. 126 p. ISBN 9788598271446.
[3] SOUZA, Neusa Maria Marques de (Org). História da educação: antigüidade, idade média, idade
moderna, contemporânea. São Paulo: Avercamp, 2006. 146 p. ISBN 9788589311311.
Bibliografia Complementar
47
[1] ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da educação e da pedagogia: geral e Brasil. 3. ed., rev. e
ampl. São Paulo, SP: Moderna, 2006. 384 p. ISBN 8516050203.
[2] LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar:
políticas, estrutura e organização . 10. ed. São Paulo: Cortez, 2011. 407 p. (Docência em formação.
Saberes pedagógicos) ISBN 9788524909443.
[3] ROMANELLI, Otaíza de Oliveira. História da educação no Brasil (1930-1973). 36. ed. Petrópolis:
Vozes, 2010. 279 p. ISBN 9788532602459.
[4] SAVIANI, Dermeval. Da nova LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional . 4. ed.
Campinas, SP: Autores Associados, 2011. 317 p. (Educação contemporânea) ISBN 978-85-7496-
202-3.
[5] FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 41. ed. Petrópolis: Vozes, 2013. 291 p.
ISBN 9788532605085.
Didática Geral
Carga Horária: AT(24) AP(00) APS(02) APCC(10) TT(36)
Pré-requisito: não tem
Pressupostos teóricos, históricos, filosóficos e sociais da Didática. Dimensões político-sociais,
técnicas e humanas da Didática e suas implicações no processo de ensino e aprendizagem.
Planejamento e avaliação educacional; A relação professor/aluno no contexto da sala de aula.
Bibliografia Básica
[1] FOUCAULT, M. Vigiar e Punir, 41 ed. Petrópolis, Vozes: 2013.
[2] HAYDT, Regina Célia Cazaux. Curso de didática geral. 8. ed. São Paulo: Ática, 2008. 327 p.
[3] AQUINO, J.G. (Org.). Autoridade e Autonomia na Escola. São Paulo: Summus, 1999.
Bibliografia Complementar
[1] LIBÂNEO, J.C.; OLIVEIRA, J.F.; TOSCHI, M.S. Educação Escolar: Políticas, Estrutura e
Organização, 10 ed. São Paulo, Cortez: 2011.
[2] LIBÂNEO, J. C. Didática, 33ª. Reimpressão.São Paulo, Cortez: 1994.
[3] LUCKESI, Cipriano. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico . [Link]. São Paulo,
SP: Cortez, 2011. 448 p.
[4] HOFFMANN, J. Avaliação Mediadora, 3 ed. Porto Alegre: Educação e Realidade, 1994.
[5] VEIGA, I. P. A. (Org.). Lições de Didática, 5 ed. Campinas: Papirus, 2012.
Disciplinas do 3 o Período
Cálculo Diferencial
Carga horária: AT(51) AP(00) APS(04) APCC(17) TT(72)
Pré-requisito: Funções reais de uma variável real.
Ementa: Limites. Continuidade. Derivadas. Diferenciais. Teoremas fundamentais.
48
Bibliografia Básica
[1] GUIDORIZZI, Hamilton Luiz Um curso de cálculo, vol.1, [Link]. Rio de Janeiro: LTC, 2001-2002.
[2] STEWART, James Cálculo, vol. 1, 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
[3] THOMAS, Georg B. Cálculo. vol. 1, 11a. ed., Rio de Janeiro: Pearson, 2009.
Bibliografia Complementar
[1] LEITHOLD, Louis O cálculo com geometria analítica, v.1, 3 ed. São Paulo: Harbra, 1994.
[2] ANTON, H., BIVENS, I. e DAVIS, S. Cálculo. v. 1. Trad. Claus I. Doering. 8. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2007.
[3] DEMANA, Franklin D.; WAITS, Bert K. Pré-cálculo. São Paulo, SP: Pearson Addison-Wesley,
2009. xviii, 380 p. ISBN 9788588639379.
[4] FLEMMING, Diva Marilia, GONÇALVES, Mirian Buss Cálculo A, 6 ed. São Paulo, SP : Pearson
Prentice Hall, 2007.
[5] MEDEIROS, Z. (coord) PRÉ-CÁLCULO. 2. ed. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2010. xiv, 538 p.
ISBN 9788522107353.
Geometria Analítica 1
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(06) APCC(34) TT(108)
Pré-requisito: não tem
Ementa: Sistemas de coordenadas cartesianas, coordenadas polares, esféricas e cilíndricas,
sistemas lineares em duas ou três variáveis, álgebra vetorial no plano e no espaço, estudo
analítico de retas e planos, distâncias, cônicas; superfícies
Bibliografia Básica
[1] CAMARGO, lvan de; BOULOS, P. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2005.
[2] STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Makron, 1987.
[3] WINTERLE, Paulo. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Makron, 2000.
Bibliografia Complementar
[1] ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.
[2] BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1986.
[3] SCHWERTL, Simone Leal. Construções Geométricas e Geometria Analítica. 1. ed. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2012.
[4] POOLE, David. Álgebra linear. São Paulo: Pioneira, 2004.
[5] STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
Educação Financeira
Carga horária: AT(51) AP(00) APS(04) APCC(17) TT(72)
Pré-requisito: não tem
Ementa: Proporcionalidade, juros, taxas e descontos; inflação e atualização monetária;
equivalência de capitais; séries de pagamentos; depreciação e amortização; imposto de renda;
49
planejamento financeiro; analise de investimentos; previdência social e previdência privada;
mercado financeiro; mercado de ações.
Bibliografia Básica
[1] CRESPO. Antonio Arnot. Matemática Financeira Fácil. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
[2] HAZZAN, Samuel; POMPEO, José Nicolau. Matemática financeira. 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2007.
[3] PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira objetiva e Aplicada. 9 ed. Rio de Janeira:
Elsevier, 2011.
Bibliografia Complementar
[1] WAGNER, Eduardo; MORGADO, Augusto Cesar de Oliveira; ZAN, Sheila. Progressões e
Matemática Financeira. Rio de Janeiro: SBM, 2001
[2] FERREIRA, Ricardo. Educação Financeira das crianças e adolescentes. São Paulo: Escolar Editora,
2013.
[3] GIMENES, Cristinano Marchi. Matemática Financeira com HP 12 C e Excel: uma abordagem
descomplicada. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
[4] VIEIRA SOBRINHO, José Dutra. Matemática financeira. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2001.
[5] DEGENSZAJN, David; IEZZI, Gelson; HAZZAN, Samuel. Fundamentos de Matemática Elementar
- Matemática Comercial, Financeira, Estatística. v. 11. 8 ed. São Paulo: Atual, 2004.
Libras 1
Carga horária: AT(24) AP(10) APS(02) APCC(00) TT(36)
Pré-requisito: não tem
Línguas de sinais e minoria linguística; as diferentes línguas de sinais; status da língua de
sinais no Brasil; cultura surda; organização linguística da Libras para usos informais e
cotidianos: vocabulário; morfologia; sintaxe e semântica; a expressão corporal como elemento
linguístico.
Bibliografia Básica
[1] HONORA, Márcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de língua brasileira de sinais:
desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo, SP: Ciranda Cultural, 2011.
ISBN 9788538017998.
[2] GESSER, Audrei. Libras? que língua é essa? : crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e
da realidade surda. 1. ed. São Paulo, SP: Parábola, 2009. (Série estratégias de ensino; 14) ISBN
9788579340017.
[3] QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, Lodenir. Língua de sinais brasileira: estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Bibliografia Complementar
50
[1] QUADROS, Ronice Müller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre:
Artmed, 1997.
[2] VELOSO, Éden; MAIA, Valdeci. Aprenda libras com eficiência e rapidez. Curitiba, PR: Ed. Mãos
Sinais, 2012. ISBN 9788560683178 (broch.).
[3] SKLIAR, Carlos (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças . 5 ed. Porto Alegre: Mediação 2011.
[4] MARQUEZAN, Reinoldo. O deficiente no discurso da legislação. Campinas, SP: Papirus, 2009. 160
p. (Série Educação especial)
[5] DOMINGUES, Celma dos Anjos. A Educação especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos
com deficiência visual: baixa visão e cegueira. Brasília, DF: Ministerio da Educação. Secretaria de
Educação Especial, Fortaleza, CE: Universidade Federal do Ceará, 2010. 60 p. (Coleção A Educação
especial na perspectiva da inclusão escolar)
Bibliografia Básica
[1] BORBA, M. C.; PENTEADO, M. G. Informática e Educação Matemática. [Link]. Belo Horizonte:
Autêntica, 2003. 100 p. (Coleção Tendências em Educação Matemática).
[2] BORBA, M. C.; MALHEIROS, A. P. S.; ZULATTO, R. B. A. Educação a Distância online. Belo
Horizonte: Autêntica, 2007. 160 p. (Coleção Tendências em Educação Matemática).
[3] KENSKI, V. M. Tecnologias e ensino presencial e a distância. [Link]. Campinas: Papirus, 2003. (Série
Prática Pedagógica).
Bibliografia Complementar
[1] PAIS, L. C. Educação Escolar e as tecnologias da informática. São Paulo: Autêntica Editora, 2005.
(Coleção Trajetória).
[2] SELVA, Ana Coelho Vieira. O uso da calculadora nos anos iniciais do ensino fundamental. Belo
Horizonte: Autêntica Editora, 2010. (Tendências em Educação Matemática, 21)
[3] LEVINE, David M.; BERENSON, Mark L.; STEPHAN, David. Estatística: teoria e aplicações
usando microsoft excel em português. Rio de Janeiro: LTC, c2000. 811p
[4] ANDRADE, Lenimar Nunes de. Introdução à computação algébrica com o Maple. Rio de Janeiro:
Sociedade Brasileira de Matemática, 2004. 334p. (Textos universitários)
[5] MATSUMOTO, Élia Yathie. MATLAB® R2013a: teoria e programação : guia prático. 1. ed. São
Paulo (SP): Érica, 2013
51
Metodologia do Ensino de Matemática
Carga horária: AT(00) AP(00) APS(02) APCC(34) TT(36)
Pré-requisito: não tem
Ementa: Organização do processo ensino-aprendizagem da Matemática; concepções e
desenvolvimento de currículo de Matemática visando à construção da cidadania e
interdisciplinaridade; planejamento do ensino da Matemática como seleção e organização de
conteúdos; metodologia e técnicas de ensino aplicadas à Matemática; situações didáticas e
material didático.
Bibliografia Básica
[1] CARVALHO, Dione Lucchesi de. Metodologia do ensino da matemática. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2009.
[2] Nasser, L e Tinoco, L.: Argumentação e provas no Ensino de Matemática. Projeto Fundão, UFRJ
[3] FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Práticas interdisciplinares na escola. 10 ed. São Paulo: Cortez,
2005.
Bibliografia Complementar
[1] D’AMBROSIO, U. Educação matemática: da teoria à prática. Campinas: Papirus, 1997.
[2] TOMAZ, V. S.; DAVID, M. M. M. S. Interdisciplinaridade e aprendizagem da matemática em sala
de aula. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. (Coleção tendências em educação matemática).
[3] BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais do ensino médio. Brasília: MEC, 1999.
[4] LORENZATO, Sérgio. Para aprender matemática. 3 ed. São Paulo: Autores associados, 2010.
[5] ESTEBAN, Maria Teresa. Escola, currículo e avaliação. 4. ed. São Paulo, SP: Cortez, 2013. 167 p.
(Cultura, memória e currículo;v.5)
52
Bibliografia Básica
[1] CARNEIRO, M.A. LDB Fácil. 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2013.
[2] LIBÂNEO, J.C.; OLIVEIRA, J.F.; TOSCHI, M.S. Educação Escolar: Políticas, Estrutura e
Organização, 10 ed. São Paulo, Cortez, 2011.
[3] OLIVEIRA, D. A.; ROSAR, M. F. F. Política e Gestão da Educação, 3ª. Ed. Belo Horizonte,
Autêntica, 2010.
Bibliografia Complementar
[1] ARANHA, M. L. A. História da Educação e da Pedagogia, 3ª. Ed.São Paulo, Moderna, 2012.
[2] MASCHIO, M. T. F.; QUAGLIO, P. Organização da Educação Brasileira: níveis e modalidades.
Marília, Edições M3T, 2009.
[3] PARO, V.H. Gestão Democrática da Escola Pública, 3ª. Ed. São Paulo: Ática, 2000.
[4] SAVIANI, D. Da nova LDB ao FUNDEB, 4ª. Ed. Revista. Campinas, Autores Associados, 2011.
[5] VEIGA, I.P.A. Projeto Político Pedagógico da Escola, 29ª. Ed. Campinas: Papirus, 2013.
Didática da Matemática 1
Carga horária: AT(17) AP(00) APS(02) APCC(17) TT(36)
Pré-requisito: Didática geral
Ementa: O conhecimento matemático e o ensino da Matemática; objetivos e valores do ensino
da Matemática; transposição didática, contrato didático, situações didáticas, obstáculo
epistemológico, registro de representação, campos conceituais, engenharia didática;
matemática e as práticas de ensino, pesquisas contextualizadas; planejamento didático para a
Matemática; modalidades de Avaliação.
Bibliografia Básica
[1] BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais do ensino médio. Brasília: MEC, 1999.
[2] MACHADO, Silvia Dias Alcântara. Educação Matemática uma (nova) introdução. 3. ed. São Paulo:
Educ, 2012.
[3] PAIS, Luiz Carlos. Didática da matemática: uma análise da influencia francesa. 3. ed. Belo
Horizonte: Autêntica, 2011.
Bibliografia Complementar
[1] VALENTE, Wagner Rodrigues (Org.). Avaliação em matemática: história e perspectivas atuais.
Campinas: Papirus, 2008.
[2] LORENZATO, Sérgio. Para aprender matemática. 3 ed. São Paulo: Autores associados, 2010.
[3] MACHADO, Silvia Dias Alcântara Machado. Aprendizagem em matemática: registros de
representação semiótica. 7. ed. Campinas: Papirus, 2010.
[4] CURY, Helena. N. Análise de erros: o que podemos aprender com as respostas de nossos alunos.
Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
[5] DAMORE, Bruno. Elementos de didática da matemática. São Paulo: Livraria da Física, 2007.
53
Disciplinas do 4 o Período
Cálculo Integral
Carga horária: AT(51) AP(00) APS(04) APCC (17) TT(72)
Pré-requisito: Cálculo Diferencial
Ementa: Integração indefinida; integração definidas; teoremas fundamentais; integração
imprópria.
Bibliografia Básica
[1] GUIDORIZZI, Hamilton Luiz Um curso de cálculo, vol.1, [Link]. Rio de Janeiro: LTC, 2001-2002.
[2] STEWART, James Cálculo, vol. 1, 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
[3] THOMAS, Georg B. Cálculo. vol. 1, 11a. ed., Rio de Janeiro: Pearson, 2009.
Bibliografia Complementar
[1] LEITHOLD, Louis O cálculo com geometria analítica, v.1, 3 ed. São Paulo: Harbra, 1994.
[2] ANTON, H., BIVENS, I. e DAVIS, S. Cálculo. v. 1. Trad. Claus I. Doering. 8. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2007.
[3] LARSON, R.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo. Vol 1. 8 ed. Rio de Janeiro:
Mcgraw Hill 2006.
[4] SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. v.1. 2. ed. São Paulo: Makron Books do
Brasil,1995.
[5] FLEMMING, Diva Marilia, GONÇALVES, Mirian Buss Cálculo A, 6 ed. São Paulo, SP : Pearson
Prentice Hall, 2007.
Álgebra Linear 1
Carga horária: AT(51) AP(00) APS(04) APCC(17) TT(72)
Pré-requisito: Geometria Analítica
Ementa: Matrizes; determinantes; sistemas de equações lineares; espaços vetoriais;
transformações lineares.
Bibliografia Básica
[1] COELHO, Flávio Ulhoa; LOURENÇO, Mary Lilian. Um curso de álgebra linear. 2. ed. rev. e ampl.
São Paulo (SP): EDUSP, 2013. 261 p.
[2] BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1986.
[3] STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
Bibliografia Complementar
54
[1] ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Matemática avançada para engenharia. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2009. v 2. ISBN 9788577804597
[2] ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.
[3] LIMA, Elon Lages. Álgebra Linear. 8 ed, Rio de Janeiro, IMPA, 2012.
[4] POOLE, David. Álgebra linear. São Paulo: Pioneira, 2004.
[5] KOLMAM, Bernard; HILL, David R. Introdução à álgebra linear com aplicações. 8a. edição, Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
Educação Estatística
Carga horária: AT(34) AP(17) APS(04) APCC(17) TT(72)
Pré-requisito: não tem
Ementa: Conceitos básicos de estatística; técnicas de amostragem; medidas de posição;
dispersão; assimetria; curtose; teoria das probabilidades; tratamento da informação.
Bibliografia Básica
[1] BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística básica. 4. ed. São Paulo: Atual, 1987.
[2] MEYER, P. L. Probabilidade: aplicações a estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1983.
[3] FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de Estatística. 6 ed. São Paulo:
Atlas, 1996.
Bibliografia Complementar
[1] MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. 2.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
[2] MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica. 7. ed. São Paulo: Makron, c1999.
[3] SPIEGEL, M. R. Estatística. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1993.
[4] TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
[5] DEVORE, Jay L. Probabilidade e estatística para engenharia e ciências. 1 ed. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2006.
55
Bibliografia Básica
[1] PAIS, L. C. Ensinar e aprender Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
[2] D’AMBROSIO, U. Educação matemática: da teoria à prática. Campinas: Papirus, 1997.
[3] CARVALHO, Ana Márcia Tucci de. Fundamentos teóricos do pensamento matemático. Curitiba:
IESDE, 2010.
Bibliografia Complementar
[1] PIMENTA, S.G.; LIMA, M. S. L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.
[2] PAIS, Luiz Carlos. Didática da matemática: uma análise da influencia francesa. 3. ed. Belo
Horizonte: Autêntica, 2011.
[3] PARRA, C.; SAIZ, I. (org.). Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1996.
[4] FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 20. ed. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 2001.
[5] NACARATO, A. M. PAIVA, M. A. V. A formação do professor que ensina Matemática. Belo
Horizonte: Autêntica, 2006.
Libras 2
Carga horária: AT(10) AP(24) APS(02) APCC(00) TT(36)
Pré-requisito: Libras 1
A educação de surdos no Brasil; cultura surda e a produção literária; emprego de Libras em
situações discursivas formais: vocabulário; morfologia; sintaxe e semântica; prática do uso da
Libras em situações discursivas mais formais.
Bibliografia Básica
[1] QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, Lodenir. Língua de sinais brasileira: estudos
lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
[2] QUADROS, Ronice Müller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre:
Artmed, 1997.
[3] MARQUEZAN, Reinoldo. O deficiente no discurso da legislação. Campinas, SP: Papirus, 2009. 160
p. (Série Educação especial)
Bibliografia Complementar
[1] GESSER, Audrei. Libras? que língua é essa? : crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e
da realidade surda . 1. ed. São Paulo, SP: Parábola, 2009. (Série estratégias de ensino ; 14) ISBN
9788579340017.
[2] DOMINGUES, Celma dos Anjos. A Educação especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos
com deficiência visual: baixa visão e cegueira. Brasília, DF: Ministerio da Educação. Secretaria de
Educação Especial, Fortaleza, CE: Universidade Federal do Ceará, 2010. 60 p. (Coleção A Educação
especial na perspectiva da inclusão escolar)
[3] BOSCO, Ismênia Carolina Mota Gomes; MESQUITA, Sandra Regina Stanziani Higino; MAIA,
Shirley Rodrigues. A educação especial na perspectiva da inclusão escolar: surdocegueira e
deficiência múltipla . Brasília, DF: Ministerio da Educação. Secretaria de Educação Especial;
Fortaleza, CE: Universidade Federal do Ceará, 2010. 48 p. (Coleção a Educação Especial na
perspectiva da Inclusão Escolar)
[4] ALVEZ, Carla Barbosa; FERREIRA, Josimário de Paula; DAMÁZIO, Mirlene Macedo. A educação
especial na perspectiva da inclusão escolar: abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com
surdez. Brasília, DF: Ministerio da Educação. Secretaria de Educação Especial, Fortaleza, CE:
56
Universidade Federal do Ceará, 2010. 24 p. (Coleção A educação especial na perspectiva da inclusão
escolar)
[5] SKLIAR, Carlos (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças . 5. ed. Porto Alegre: Mediação
2011.
Laboratório de Matemática
Carga horária: AT(17) AP(00) APS(03) APCC(34) TT(54)
Pré-requisito: não tem
Ementa: Conceitos da Matemática abordados em atividades de laboratório de Matemática;
análise e criação de materiais lúdicos e didáticos que auxiliem a aprendizagem; confecção de
modelos concretos; tecnologias assistivas no âmbito do ensino e aprendizagem da
Matemática.
Bibliografia Básica
[1] LORENZATO, Sergio.O Laboratório de Ensino de Matemática na formação de professores. 3 ed.São
Paulo:Autores associados, 2012.
[2] SÁNCHEZ HUETE, Juan Carlos; FERNÁNDEZ BRAVO, José A. O ensino da matemática:
fundamentos teóricos e bases psicopedagógicas. Porto Alegre, RS: Artmed, 2006.
[3] MENDES, Iran Abreu. Matemática e investigações em sala de aula: tecendo redes cognitivas na
aprendizagem. 2 ed.São Paulo: Livraria da Física, 2009.
Bibliografia Complementar
[1] Muniz, Cristiano Alberto - Brincar e jogar - Enlaces teóricos e metodológicos no campo da educação
matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. - (Coleção Tendências em Educação Matemática)
[2] TOMAZ, V. S.; DAVID, M. M. M. S. Interdisciplinaridade e aprendizagem da matemática em sala
de aula. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. (Coleção tendências em educação matemática).
[3] POLYA, George. A arte de resolver problemas: um novo aspecto do método matemático . Rio de
Janeiro, RJ: Interciência, 2006.
[4] MIGUEL, Antonio; MIORIM, Maria Ângela. História na educação matemática: propostas e desafios.
2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. (Coleção tendências em educação matemática ; 10)
[5] BORBA, M. C.; PENTEADO, M. G. Informática e Educação Matemática. [Link]. Belo Horizonte:
Autêntica, 2003. 100 p. (Coleção Tendências em Educação Matemática).
57
Bibliografia Básica
[1] PONTE, João Pedro da; BROCARDO, Joana; OLIVEIRA, Helia. Investigações matemáticas na sala
de aula. 2. ed. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2009. 157 p. (Tendências em educação matemática ;
v. 7)
[2] KRULIK, Stephen; REYS, Robert E. A resolução de problemas na matemática escolar. São Paulo,
SP: Atual, 1997. 343 p.
[3] D'AMBRÓSIO, Ubiratan - Etnomatemática - Elo entre tradições. Belo Horizonte: Autêntica, 2002
Bibliografia Complementar
[1] Muniz, Cristiano Alberto - Brincar e jogar - Enlaces teóricos e metodológicos no campo da educação
matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. - (Coleção Tendências em Educação Matemática)
[2] TOMAZ, V. S.; DAVID, M. M. M. S. Interdisciplinaridade e aprendizagem da matemática em sala
de aula. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. (Coleção tendências em educação matemática).
[3] POLYA, George. A arte de resolver problemas: um novo aspecto do método matemático . Rio de
Janeiro, RJ: Interciência, 2006.
[4] MIGUEL, Antonio; MIORIM, Maria Ângela. História na educação matemática: propostas e desafios.
2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. (Coleção tendências em educação matemática ; 10)
[5] BORBA, M. C.; PENTEADO, M. G. Informática e Educação Matemática. [Link]. Belo Horizonte:
Autêntica, 2003. 100 p. (Coleção Tendências em Educação Matemática).
Modelagem Matemática
Carga horária: AT(51) AP(00) APS(04) APCC(17) TT(72)
Pré-requisito: Funções reais de uma variável real
Ementa: Modelos e modelagem matemática. Modelagem matemática no âmbito educacional.
Técnicas de modelagem. Evolução de modelos. Atividades de modelagem matemática
voltadas à sala de aula.
Bibliografia Básica
[1] ALMEIDA, L. M. W.; SILVA, K. P; VERTUAN, R. E. Modelagem Matemática na educação básica.
São Paulo: Contexto, 2012.
[2] BASSANEZI, R. C. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia. 3. ed.
São Paulo: Contexto, 2011.
[3] BIEMBENGUT, M. S.; HEIN, N. Modelagem Matemática no ensino. 5. ed. São Paulo: Contexto,
2011.
Bibliografia Complementar
[1] ALMEIDA, L. M. W; ARAÚJO, J. L.; BISOGNIN, E. Práticas de Modelagem Matemática na
Educação Matemática: relatos de experiências e propostas pedagógicas. Londrina: EDUEL, 2011.
[2] MEYER, J. F. C. A.; CALDEIRA, A. D.; MALHEIROS, A. P. S. Modelagem em Educação
Matemática. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2011. – (Coleção Tendências em Educação
Matemática).
[3] CAMPOS, Celso Ribeiro; WODEWOTZKI, Maria Lúcia Lorenzetti; JACOBINI, Otávio Roberto.
Educação estatística: teoria e prática em ambientes de modelagem matemática . Belo Horizonte, MG:
Autêntica, 2011. 143 p. (Tendências em educação matemática.)
[4] AGUIRRE, Luis Antonio. Introdução à identificação de sistemas: técnicas lineares e não-lineares
aplicadas a sistemas reais. [Link]. Belo Horizonte, MG: UFMG, 2007.
[5] BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de
valores de contorno. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2010.
58
Disciplinas do 5 o Período
Álgebra
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(04) APCC(00) TT(72)
Pré-requisito: Fundamentos de Matemática 2
Ementa: Anéis. Corpos. Ideais. Anéis de polinômios. Grupos.
Bibliografia Básica
[1] DOMINGUES, Hygino H.; IEZZI, Gelson. Álgebra Moderna. 4. ed. São Paulo: Atual, 2003.
[2] GONÇALVES, Adilson. Introdução à Álgebra. 5. ed. Rio de Janeiro: IMPA-CNPq, 2006. 194p.
[3] LANG, Serge. Álgebra para Graduação. 2. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008.
Bibliografia Complementar
[1] GARCIA, Arnaldo; LEQUAIN, Yves. Elementos de Álgebra. 6. ed. Rio de Janeiro: IMPA, c2012.
363p.
[2] HEFEZ, Abramo. Elementos de aritmética. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Sociedade Brasileira de
Matemática, 2006. 169p.
[3] MAIO, Waldemar de. Álgebra: estruturas algébricas básicas e fundamentos da teoria dos números.
Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2007. xii , 192 p.
[4] MONTEIRO, L. H. Jacy (Luiz Henrique Jacy). Elementos de álgebra. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1971. 552 p. (Coleção elementos de matemática)
[5] SANTOS, J. Plínio de O. Introdução à teoria dos números. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: IMPA, c2003.
198 p. (Matemática universitária) ISBN 9788524401428.
Álgebra Linear 2
Carga horária: AT(51) AP(00) APS(04) APCC(17) TT(72)
Pré-requisito: Álgebra Linear 1
Ementa: Espaços com produto interno; autovalores e autovetores; diagonalização; formas
canônicas; formas bilineares.
Bibliografia Básica
[1] COELHO, Flávio Ulhoa; LOURENÇO, Mary Lilian. Um curso de álgebra linear. 2. ed. rev. e ampl.
São Paulo (SP): EDUSP, 2013. 261 p.
[2] STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
[3] BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1986.
Bibliografia Complementar
[1] ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.
[2] POOLE, David. Álgebra linear. São Paulo: Pioneira, 2004.
[3] LIMA, Elon Lages. Álgebra Linear. Rio de Janeiro, SBM
[4] BUENO, Hamilton Prado. Álgebra Linear: um segundo curso. Rio de Janeiro: SBM
[5] KOLMAM, Bernard; HILL, David R. Introdução à álgebra linear com aplicações. 8a. edição, Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
59
Cálculo de Funções Reais de Várias Variáveis Reais
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(05) APCC(17) TT(90)
Pré-requisito: Cálculo Integral
Ementa: Funções vetoriais de variável real; conceitos topológicos no espaço R 2 e no espaço
R3; funções reais de várias variáveis reais; limite; continuidade; derivadas direcionais e
parciais; diferenciabilidade; integração múltipla; seqüências e séries numéricas; séries de
Taylor.
Bibliografia Básica
[1] GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo, vol.2. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
[2] LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. vol.2. 3 ed. São Paulo: Harbra, 1994.
[3] GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo, vol.4. 3 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
Bibliografia Complementar
[1] STEWART, James. Cálculo. Vol. 2. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
[2] ANTON, H., BIVENS, I. e DAVIS, S. Cálculo. vol. 2. Tradução: Claus I. Doering. 8 ed. Porto
Alegre: Bookman, 2007.
[3] THOMAS, George Brinton. Cálculo de George B. Thomas, vol. 2. 11 ed. Trad. Cláudio H. Asano.
São Paulo: Pearson Addison, 2009.
[4] GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo, vol.3. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
[5] SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. Vol. 2. 2. ed. Rio de Janeiro: Makron,1995.
Bibliografia Básica
[1] CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Os estágios nos cursos de licenciatura. São Paulo, SP:
Cengage Learning, 2012. xiv, 149 p.
[2] PAIS, L. C. Ensinar e aprender Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
[3] D’AMBROSIO, U. Educação matemática: da teoria à prática. Campinas: Papirus, 1997.
Bibliografia Complementar
60
[1] FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 47. ed. São Paulo: Paz
e Terra, 2011.
[2] PICONEZ, S. C. B. (org) A prática de ensino e o estágio supervisionado. 7 ed. Campinas, SP:
Papirus, 2001.
[3] PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática. 11. ed.
São Paulo, SP: Cortez, 2012.
[4] PAIS, L. C. Didática da Matemática: uma análise da influência francesa. 2. Ed. Belo Horizonte:
Autêntica, 2002.
[5] NACARATO, A. M. PAIVA, M. A. V. A formação do professor que ensina Matemática. Belo
Horizonte: Autêntica, 2006.
Estágio Supervisionado A
Carga horária: AT(00) AP(102) APS(06) APCC(00) TT(108)
Pré-requisito: não tem
Ementa: Observação do ambiente escolar. Contato com o corpo docente, equipe pedagógica e
administrativa da escola, para observação de aspectos relacionados à gestão escolar. Análise
de: projetos pedagógicos de escolas, planos de ensino. Observação passiva de uma sala de
aula e reflexão coletiva sobre as situações encontradas. Planejamento e execução de micro
aula com posterior análise
Bibliografia Básica
[1] MOREIRA, Plínio Cavalcanti; DAVID, Maria Manuela Martins Soares. A formação matemática do
professor: licenciatura e prática docente escolar. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
[2] PICONEZ, S. C. B. (org) A prática de ensino e o estágio supervisionado. 7 ed. Campinas, SP:
Papirus, 2001.
[3] SANTIAGO, Anna Rosa Fontella. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível.
29. ed. Campinas: Papirus, 2013. 192 p. (Magistério : formação e trabalho pedagógico)
Bibliografia Complementar
[1] LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico social dos conteúdos.
23 ed. São Paulo: Loyola, 2009.
[2] TOMAZ, V. S.; DAVID, M. M. M. S. Interdisciplinaridade e aprendizagem da matemática em sala
de aula. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. (Coleção tendências em educação matemática).
[3] CURY, Helena. N. Análise de erros o que podemos aprender com as respostas de nossos alunos.
Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
[4] PAIS, L. C. Ensinar e aprender Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
[5] TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 7 ed. Petrópolis, RJ: Editora Vozes,
2002.
[6] HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito & desafio: uma perspectiva construtivista. 40 ed. Porto
Alegre: Mediação, 2010.
61
Probabilidade e Estatística
Carga Horária: AT(68) AP(00) APS(04) APCC(00)TT(72)
Pré-requisito: Educação Estatística
Ementa: Elementos de Probabilidade. Variáveis Aleatórias. Distribuição de Probabilidade.
Inferência Estatística. Estimação. Testes de Hipóteses. Controle Estatístico de Processo
(CEP). Análise da Variância.
Bibliografia Básica
[1] MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. 2.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
[2] BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística básica. 4. ed. São Paulo: Atual, 1987.
[3] MEYER, P. L. Probabilidade: aplicações a estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1983.
Bibliografia Complementar
[1] BOLFARINE, Heleno; SANDOVAL, Mônica Carneiro. Introdução à inferência estatística. 2 ed. Rio
de Janeiro: SBM, 2010.
[2] SPIEGEL, M. R. Estatística. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1993.
[3] OLIVEIRA, Francisco Estevam Martins de. Estatística e probabilidade: teoria, exercicios proposto. 2
ed., São Paulo: Atlas, 1999
[4] MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica. 7. ed. São Paulo: Makron, c1999.
[5] COSTA NETO, P. L. O. Estatística. 2. ed. São Paulo: E. Blücher, 2002.
Disciplinas do 6 o Período
Análise Matemática 1
Carga horária: AT(51) AP(00) APS(04) APCC(17) TT(72)
Pré-requisito: Fundamentos de Matemática 1 e Fundamentos de Matemática 2
Ementa: Conjunto dos números naturais e axiomas de Peano; operações e relações no
conjunto dos números naturais; conjuntos finitos; conjuntos infinitos; conjuntos enumeráveis
e não-enumeráveis; construção dos números reais; conjunto dos números reais como corpo
ordenado e completo; conceitos topológicos da reta.
Bibliografia Básica
[1] LIMA, Elon Lages. Análise real: funções de uma variável. 11. ed. Rio de Janeiro: Instituto de
Matemática Pura e Aplicada, 2012. v. 1 ISBN 9788524400483.
[2] FIGUEIREDO, Djairo G. Análise I. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
[3] LIMA, Elon L. Curso de Análise, vol. I. 14. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2012.
Bibliografia Complementar
62
[1] MATHEMATICAL ASSOCIATION OF AMERICA. Números: racionais e irracionais. Rio de
Janeiro: SBM 1984.
[2] ÁVILA, Geraldo S. S. Análise Matemática para a Licenciatura. 3. ed. São Paulo: Edgard Blücher,
2006.
[3] MUNIZ NETO, Antonio Caminha. Tópicos de Matemática Elementar: Introdução à Análise, V. 3.
Rio de Janeiro: SBM, 2012.
[4] THOMAS, Georg B. Cálculo. vol. 1, 11a. ed., Rio de Janeiro: Pearson, 2009.
[5] HONIG, Chaim Samuel. Aplicações da Topologia à Análise. São Paulo: Livraria da Física, 2012.
226p.
Bibliografia Básica
[1] LUDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em Educação, 2ª. Ed. São Paulo, EPU, 2013.
[2] MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de Metodologia Científica. 3 ed. São Paulo,
Atlas, 1991.
[3] SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico, 23ª. Ed., 7ª. reimpr. São Paulo: Cortez, 2013.
Bibliografia Complementar
[1] BASTOS, L. R.; PAIXÃO, L.; FERNANDES, L. M.; DELUIZ, N. Manual para a elaboração de
projetos e relatórios de pesquisas, teses, dissertações e monografias, 6ª. Ed. Rio de Janeiro, LTC,
2004.
[2] ECO, U. Como se faz uma Tese, 24ª. Ed. São Paulo: Perspectiva, 2012.
[3] FAZENDA, I. C. A. Metodologia de Pesquisa Educacional, 12ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2010.
[4] TACHIZAWA, Takeshy; MENDES, Gildásio. Como fazer monografia na prática. 12. ed. Rio de
Janeiro: FGV, 2006.
[5] OLIVEIRA NETTO, A. A. Metodologia da Pesquisa Científica: guia para a apresentação de
trabalhos científicos, 3ª. Ed. Florianópolis, Visual Books, 2008.
Equações Diferenciais
Carga horária: AT(51) AP(00) APS(04) APCC(17) TT(72)
Pré-requisito: Cálculo Integral
Ementa: Equações diferenciais ordinárias de primeira ordem. Equações diferenciais
ordinárias lineares de segunda ordem. Conceitos elementares sobre equações diferenciais
parciais
63
Bibliografia Básica
[1] BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de
valores de contorno. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, c2010. xiv, 607 p. ISBN 9788521617563.
[2] ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Equações diferenciais. 3. ed. São Paulo, SP: Pearson
Makron Books, c2001. v. 1. ISBN 8534612919
[3] FIGUEIREDO, Djairo Guedes de; NEVES, Aloisio Freiria. Equações diferenciais aplicadas. 3. ed.
Rio de Janeiro, RJ: IMPA, 2008. 307 p. (Matemática universitária) ISBN 9788524402821.
Bibliografia Complementar
[1] ZILL, Dennis G. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. 2. ed. São Paulo, SP:
Cengage Learning, 2011. xii, 410 p. ISBN 9788522110599.
[2] ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Equações diferenciais. 3. ed. São Paulo, SP: Pearson
Makron Books, c2001. v.2 ISBN: 9788534611411.
[3] IÓRIO, Valéria de Magalhães. EDP um curso de graduação. 2. ed. 246 p. ISBN 978852440065-0.
[4] SIMMONS, George Finlay; KRANTZ, Steven G. Equações diferenciais: teoria, técnica e prática.
São Paulo: McGraw-Hill, 2008. 529 p. ISBN 9788586804649.
[5] BRONSON, Richard; COSTA, Gabriel B. (Autor). Equações diferenciais. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2008. 400 p. (Coleção Schaum) ISBN 9788577801831.
Física 1
Carga horária: AT(85) AP(00) APS(05) APCC(00) TT(90)
Pré-requisito: Cálculo Diferencial
Ementa: Sistemas de unidades; análise dimensional; teoria de erros; vetores; cinemática; 3 leis
de Newton; lei de conservação da energia; sistemas de partículas; colisões; movimento de
rotação; conservação do momento angular; atividades de laboratório.
Bibliografia Básica
[1] HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 9. ed. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, c2012. v. 1. ISBN 9788521619031.
[2] TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física: para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio de Janeiro, RJ:
LTC, c2009. v. 1. ISBN 9788521617105.
[3] NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de física básica. 4. ed. São Paulo: E. Blücher, 2000. v. 1. ISBN
9788521202981
Bibliografia Complementar
[1] ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. São Paulo, SP: E. Blücher,
c1972. v. 1. ISBN 9788521200390.
[2] MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica: dinâmica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, c1999. xvi, 506 p.
ISBN 8521611765.
[3] BOULOS, Paulo; ZAGOTTIS, Décio Leal. Mecânica e cálculo: um curso integrado. [Link]. São Paulo:
Edgard Blücher, 2000. 267p. ISBN 8521202709.
[4] FEYNMAN, Richard Phillips. Feynman: lições de física. Porto Alegre: Bookman, 2008. v. 1. (176
p. : il. ; 24 cm) ISBN 9788577802555.
[5] RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003-2004. v. 1. ISBN 8521613520.
64
Estágio Supervisionado B
Carga horária: AT(00) AP(119) APS(07) APCC(00) TT(126)
Pré-requisito: Estágio Supervisionado A
Elaboração de execução de projeto envolvendo o trabalho de matemática de forma inovadora.
Confecção de relatório sobre as atividades desenvolvidas. Apresentação do relatório e
reflexão coletiva sobre as situações encontradas.
Bibliografia Básica
[1] PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática. 11. ed.
São Paulo, SP: Cortez, 2012.
[2] PONTE, João Pedro da. Investigações matemáticas na sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica,
2003.
[3] SANTIAGO, Anna Rosa Fontella. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível.
29. ed. Campinas: Papirus, 2013. 192 p. (Magistério : formação e trabalho pedagógico)
Bibliografia Complementar
[1] TOMAZ, V. S.; DAVID, M. M. M. S. Interdisciplinaridade e aprendizagem da matemática em sala
de aula. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. (Coleção tendências em educação matemática).
[2] MUNIZ, Cristiano Alberto - Brincar e jogar - Enlaces teóricos e metodológicos no campo da
educação matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. - (Coleção Tendências em Educação
Matemática)
[3] PONTE, João Pedro da; BROCARDO, Joana; OLIVEIRA, Helia. Investigações matemáticas na sala
de aula. 2. ed. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2009.(Tendências em educação matemática ; v. 7)
[4] MIGUEL, Antonio; MIORIM, Maria Ângela. História na educação matemática: propostas e desafios.
2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. (Coleção tendências em educação matemática ; 10)
[5] ESTEBAM, M. T., O que sabe quem erra? reflexões sobre avaliação e fracasso escolar. 2 ed,
DP&A.
Políticas Educacionais
Carga Horária: AT(34) AP(00) APS(02) APCC(0) TT(36)
Pré-requisito: não tem
As políticas educacionais, a legislação e suas implicações para a organização da atividade
escolar; análise das relações entre educação; estado e sociedade; estudo da organização da
educação brasileira: dimensões históricas, políticas, sociais, econômicas e educacionais;
análise da educação na Constituição Federal de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (Lei 9394/96).
Bibliografia Básica
65
[1] SAVIANI, D. Da nova LDB ao FUNDEB, 4ª. Ed. Revista. Campinas, Autores Associados, 2011.
[2] SHIROMA, E. O.; MORAES, M. C. M.; EVANGELISTA, O. Política Educacional, 4ª. Ed., 1ª.
reimpr. Rio de Janeiro, Lamparina, 2011.
[3] SOUZA, P. N. P. Como entender e aplicar a Nova LDB. São Paulo, Pioneira, 1997.
Bibliografia Complementar
[1] VEIGA, I.P.A. Projeto Político Pedagógico da Escola, 29ª. Ed. Campinas: Papirus, 2013.
[2] ARANHA, M. L. A. História da Educação e da Pedagogia, 3ª. Ed.São Paulo, Moderna, 2012.
[3] PARO, V.H. Gestão Democrática da Escola Pública, 3ª. Ed. São Paulo: Ática, 2000.
[4] LIBÂNEO, J.C.; OLIVEIRA, J.F.; TOSCHI, M.S. Educação Escolar: Políticas, Estrutura e
Organização, 10ª. Ed. São Paulo, Cortez, 2011.
[5] FÁVERO, O. A Educação nas Constituintes Brasileiras, 3ª. Ed. Campinas: Autores Associados,
2005.
Disciplinas do 7 o Período
Análise Matemática 2
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(04) APCC(00) TT(72)
Pré-requisito: Análise Matemática 1
Ementa: Limite; continuidade; derivadas.
Bibliografia Básica
[1] LIMA, Elon L. Curso de Análise, vol. I. 14. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2012.
[2] LIMA, Elon Lages. Análise real: funções de uma variável. 11. ed. Rio de Janeiro: Instituto de
Matemática Pura e Aplicada, 2012. v. 1 ISBN 9788524400483.
[3] FIGUEIREDO, Djairo G. Análise I. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
Bibliografia Complementar
[1] ÁVILA, Geraldo S. S. Análise Matemática para a Licenciatura. 3. ed. São Paulo: Edgard Blücher,
2006.
[2] HONIG, Chaim Samuel. Aplicações da Topologia à Análise. São Paulo: Livraria da Física, 2012.
226p.
[3] SARRICO, Carlos. Análise Matemática: Leitura e Exercícios. Ed. Gradiva, 2002.
[4] THOMAS, Georg B. Cálculo. vol. 1, 11a. ed., Rio de Janeiro: Pearson, 2009.
[5] ÁVILA, Geraldo S. S. Introdução à Análise Matemática. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1999.
História da Matemática
Carga horária: AT(51) AP(00) APS(04) APCC(17) TT(72)
Pré-requisito: não tem
Ementa: Origens da Matemática; a Matemática no Egito, na Mesopotâmia e na Grécia; a
Matemática árabe; a Matemática no renascimento; a Matemática nos séculos XVII, XVIII e
XIX; a Matemática no Brasil.
66
Bibliografia Básica
[1] SILVA, Clóvis Pereira. A Matemática no Brasil: história de seu desenvolvimento. 3 ed. ver. São
Paulo Editora Edgard Blücher, 2003.
[2] GARBI, Gilberto Geraldo. A rainha das ciências: um passeio histórico pelo maravilhoso mundo da
matemática. 5. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2010. xv, 468 p. ISBN 8588325616.
[3] CAJORI, F. Uma História da Matemática. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2007
Bibliografia Complementar
[1] GARBI, Gilberto Geraldo. O romance das equações algébricas: genialidade, trama, glória e tragédia
no fascinante mundo da álgebra. 4. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2010.
[2] BOYER, Carl B.; MERZBACH, Uta C. História da matemática. São Paulo, SP: E. Blücher, 2012.
[3] MIGUEL, A.; BRITO, A. J.; CARVALHO, D. L.; MENDES, I. A. História da Matemática em
Atividades Didáticas. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2009.
[4] IFRAH, G. Os números: a história de uma grande invenção. Rio de Janeiro, Editora Globo, 1989.
[5] GUNDLACH, Bernard H. et al. Tópicos de história da matemática para uso em sala de aula. v. 3.
São Paulo: Atual, c1993.
[6] GUNDLACH, Bernard H. et al. Tópicos de história da matemática para uso em sala de aula. v. 5.
São Paulo: Atual, c1993.
TCC1
Carga horária: AT(00) AP(72) APS(00) AP(00) TT(72)
Pré-requisito: 7 o Período.
Ementa: Elaboração de proposta de trabalho científico e/ou tecnológico, envolvendo temas
abrangidos pelo curso.
Bibliografia Básica
[1] SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. e atual. São Paulo:
Cortez, 2002.
[2] GOLDENBERG, Mirian. A Arte de pesquisar. 11. ed. Rio de Janeiro: Record, 2009.
[3] UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Sistema de Bibliotecas. Normas para
elaboração de trabalhos acadêmicos. Curitiba: UTFPR, 2009.
Bibliografia Complementar
[1] RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos : contém capítulo sobre
normas da ABNT. 6. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2011.
[2] MANUAL para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa teses, dissertações e monografias. 6.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
[3] KÖCHE, José Carlos. Pesquisa científica: critérios epistemológicos. Petrópolis, RJ: Vozes; Caxias
do Sul, RS: EDUCS, 2005.
[4] OLIVEIRA NETTO, A. A. Metodologia da Pesquisa Científica: guia para a apresentação de
trabalhos científicos, 3 ed. Florianópolis, Visual Books, 2008.
[5] BASTOS, L. R.; PAIXÃO, L.; FERNANDES, L. M.; DELUIZ, N. Manual para a elaboração de
projetos e relatórios de pesquisas, teses, dissertações e monografias, 6 ed. Rio de Janeiro, LTC, 2004.
67
Estágio Supervisionado C
Carga horária: AT(00) AP(119) APS(07) APCC(00) TT(126)
Pré-requisito: Estágio Supervisionado B
Apresentação dos elementos de um relatório de estágio. Definição do campo de estágio,
atividades de inserção na comunidade escolar- observação participante, planejamento e
desenvolvimento de regência em sala de ensino fundamental. Elaboração e apresentação de
relatório de estágio.
Bibliografia Básica
[1] FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas . São Paulo, SP:
Ed. UNESP, 2009.
[2] CARVALHO, Ana Márcia Tucci de. Fundamentos teóricos do pensamento matemático. Curitiba:
IESDE, 2010.
[3] GIMENO SACRISTÁN, José; PÉREZ GÓMEZ, Angel I. Compreender e transformar o ensino. 4.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. 396 p. (Biblioteca Artmed)
Bibliografia Complementar
[1] Nasser, L e Tinoco, L.: Argumentação e provas no Ensino de Matemática. Projeto Fundão, UFRJ
[2] TOMAZ, V. S.; DAVID, M. M. M. S. Interdisciplinaridade e aprendizagem da matemática em sala
de aula. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. (Coleção tendências em educação matemática).
[3] MIGUEL, Antonio; MIORIM, Maria Ângela. História na educação matemática: propostas e desafios.
2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. (Coleção tendências em educação matemática ; 10)
[4] FONSECA, Maria da Conceição F. R. Educação matemática de jovens e adultos: especificidades,
desafios e contribuições . 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. 118 p. (Tendências em educação
matemática)
[5] HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito e desafio. 13. ed. Porto Alegre: Educação e Realidade, 1994.
128 p.
Disciplinas do 8 o Período
Cálculo Numérico
Carga Horária: AT(34) AP(34) APS(04) APCC(00) TT(72)
Pré-requisito: Cálculo Integral
Ementa: Noções básicas sobre erros. Zeros reais de funções reais. Resolução de sistemas de
equações lineares. Interpolação. Ajuste de curvas. Integração numérica. Solução numérica de
equações diferenciais ordinárias.
68
Bibliografia Básica
[1] RUGGIERO, M. A. R.; LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2.
ed. São Paulo: Makron, 1996
[2] FRANCO, Neide Bertholdi. Cálculo Numérico. São Paulo: Pearson, 2006
[3] ARENALES, S.; DAREZZO, A. Cálculo Numérico: aprendizagem com apoio de software. São
Paulo: Thomson Learning, 2008.
Bibliografia Complementar
[1] BARROSO, Leônidas Conceição et al. Cálculo numérico com aplicações. 2. ed. São Paulo: Harbra,
1987.
[2] BURIAN, Reinaldo; LIMA, Antonio Carlos de; HETEM JUNIOR, Annibal. Cálculo numérico. Rio
de Janeiro, RJ: LTC, 2007. 153 p.
[3] SPERANDIO, Décio; MENDES, João Teixeira; SILVA, Luiz Henry Monken e. Cálculo numérico:
características matemáticas e computacionais dos métodos numéricos. São Paulo: Prentice-Hall,
2003. 354 p.
[4] CHAPRA, S. C.; CANALE, R. P. Métodos numéricos para engenharia. 5. ed. São Paulo: McGraw-
Hill, 2008.
[5] BURDEN, R. L.; FAIRES, J. D. Análise numérica. Tradutor Ricardo Lenzi Tombi; revisor técnico
Leonardo Freire Mello. São Paulo: Pioneira, 2003.
TCC 2
Carga horária: AT(00) AP(72) APS(00) APCC(00) TT(72)
Pré-requisito: TCC 1
Ementa: Desenvolvimento e finalização do trabalho iniciado na disciplina Trabalho de
Conclusão de Curso 1. Redação de monografia e apresentação do trabalho.
Bibliografia Básica
[1] UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Sistema de Bibliotecas. Normas para
elaboração de trabalhos acadêmicos. Curitiba: UTFPR, 2009.
[2] FAZENDA, I. C. A. Metodologia de Pesquisa Educacional, 12ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2010.
[3] GOLDENBERG, Mirian. A Arte de pesquisar. 11. ed. Rio de Janeiro: Record, 2009.
Bibliografia Complementar
[1] MANUAL para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa teses, dissertações e monografias. 6.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
[2] OLIVEIRA NETTO, A. A. Metodologia da Pesquisa Científica: guia para a apresentação de
trabalhos científicos, 3 ed. Florianópolis, Visual Books, 2008.
[3] SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. e atual. São Paulo:
Cortez, 2002.
[4] RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos : contém capítulo sobre
normas da ABNT. 6. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2011.
[5] MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 2. ed. São
Paulo, SP: Atlas, 1994.
69
Estágio Supervisionado D
Carga horária: AT(00) AP(119) APS(07) APCC(00) TT(126)
Pré-requisito: Estágio Supervisionado B
Definição do campo de estágio, atividades de inserção na comunidade escolar- observação
participante, planejamento e desenvolvimento de regência em sala de ensino médio.
Elaboração e apresentação de relatório de estágio.
Bibliografia Básica
[1] CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Os estágios nos cursos de licenciatura. São Paulo, SP:
Cengage Learning, 2012
[2] MENDES, Iran Abreu. Matemática e investigações em sala de aula: tecendo redes cognitivas na
aprendizagem. 2. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2009. 214 p. ISBN 978857861018-0.
[3] FERREIRA, Viviane Lovatti. Metodologia do ensino de matemática: história, currículo e formação
de professores. São Paulo, SP: Cortez, 2011
Bibliografia Complementar
[1] ALRO, Helle; SKOVSMOSE, Ole. Diálogo e aprendizagem em educação matemática. 2. ed. Belo
Horizonte, MG: Autêntica, 2010. 158p. (Coleção Tendências em Educação Matemática) ISBN
9788575262177.
[2] LIMA, Elon Lages. Meu professor de matemática e outras histórias. 5. ed. Rio de Janeiro: Sociedade
Brasileira de Matemática, 2006. 206 p (Coleção do Professor de Matemática)
[3] GARBI, Gilberto Geraldo. O romance das equações algébricas: genialidade, trama, glória e tragédia
no fascinante mundo da álgebra. 4. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2010.
[4] GIMENO SACRISTÁN, José; PÉREZ GÓMEZ, Angel I. Compreender e transformar o ensino. 4.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. 396 p. (Biblioteca Artmed)
[5] SANTIAGO, Anna Rosa Fontella. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível.
29. ed. Campinas: Papirus, 2013. 192 p. (Magistério : formação e trabalho pedagógico)
Disciplinas Optativas
Análise Matemática 3
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(04) APCC(00) TT(72)
Pré-requisito: Análise Matemática 2
Ementa: Integral de Riemann; sequências e séries de funções.
Bibliografia Básica
[1] LIMA, Elon L. Curso de Análise, vol. I. 14. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2012.
[2] LIMA, Elon Lages. Análise real: funções de uma variável. 11. ed. Rio de Janeiro: Instituto de
Matemática Pura e Aplicada, 2012. v. 1 ISBN 9788524400483.
[3] FIGUEIREDO, Djairo G. Análise I. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
70
Bibliografia Complementar
[1] ÁVILA, Geraldo S. S. Análise Matemática para a Licenciatura. 3. ed. São Paulo: Edgard Blücher,
2006.
[2] MUNIZ NETO, Antonio Caminha. Tópicos de Matemática Elementar: Introdução à Análise V.
3. Rio de Janeiro: SBM, 2012.
[3] SARRICO, Carlos. Análise Matemática: Leitura e Exercícios. Ed. Gradiva, 2002.
[4] THOMAS, Georg B. Cálculo. vol. 1, 11a. ed., Rio de Janeiro: Pearson, 2009.
[5] ÁVILA, Geraldo S. S. Introdução à Análise Matemática. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1999.
Bibliografia Básica
[1] ZILL, Dennis G.; SHANAHAN, Patrick D. Curso introdutório à análise complexa com aplicações. 2.
ed. Rio de Janeiro , RJ: LTC, 2011. xi, 377 p. ISBN 9788521618096.
[2] ÁVILA, Geraldo. Variáveis complexas e aplicações. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2000. 271p.
ISBN 9788521612179.
[3] KREYSZIG, Erwin. Matemática superior para engenharia. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2009. v 2.
ISBN 9788521616443.
Bibliografia Complementar
[1] CHURCHILL, Ruel Vance. Variáveis complexas e suas aplicações. São Paulo: UNIVERSIDADE
DE SÃO PAULO - USP (ECONOMIA): McGraw-Hill do Brasil, 1975. 276 p.
[2] ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Matemática avançada para engenharia. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2009. v 3. ISBN 9788577805624.
[3] OLIVEIRA, Edmundo Capelas de; RODRIGUES JÚNIOR, Waldyr A. (Waldyr Alves). Funções
analíticas e aplicações. 1. ed. São Paulo, SP: Livraria da Física, 2006. 222 p.
[4] CARMO, Manfredo Perdigão do; MORGADO, A. C; WAGNER, E. Trigonometria números
complexos. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Sociedade Brasileira de Matemática, c2005. 165 p. (Coleção do
professor de matemática ; 6) ISBN 9788585818081.
[5] ANDRADE, Fernando Prado de. Números complexos e multivetores no plano. Londrina: F. P. de
Andrade, 2001. 175 p. ISBN 8590117529.
Cálculo Vetorial
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(04) APCC(00) TT(72)
Ementa: Campos Vetoriais. Integrais de Linha. Teorema de Green. Integrais de Superfície. O
Teorema de Stokes. O Teorema da Divergência.
71
Bibliografia Básica
[1] GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2001-2002. v.3.
ISBN 9788521612575.
[2] ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Matemática avançada para engenharia. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2009. v 2. ISBN 9788577804597
[3] THOMAS, George Brinton. Cálculo de George B. Thomas. 11. ed. São Paulo, SP: Pearson Addison-
Wesley, c2009. v 2. ISBN 9788588639362.
Bibliografia Complementar
[1] KREYSZIG, Erwin. Matemática superior para engenharia. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2009. v 1.
ISBN 9788521616436.
[2] ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.v 2.
ISBN 9788560031801.
[3] STEWART, James. Cálculo. 6. ed. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2009. v 2. ISBN
9788522106615.
[4] LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo, SP: HARBRA, c1994. v 2.
ISBN 8529402065
[5] SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Makron,
c1995. v 2. ISBN 8534603103.
Bibliografia Básica
[1] LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional na Tomada de decisão, 4ª. ed., Prentice Hall
Brasil, 2009.
[2] ARENALES, M; ARMENTANO, V; MORABITO, R.; YANASSE, H. Pesquisa operacional, Ed.
Campus, 2006.
[3] GOLDBARG, M.C. e LUNA, H.P.L . Otimização Combinatória e Programação Linear –
Modelos e Algoritmos . Editora CAMPUS, 2ª Edição - 2005.
Bibliografia Complementar
[1] BAZARAA, M.S.; JARVIS, J.J.; SHERALI, H.D. Linear Programming and Network Flows,
Wiley, 2004.
[2] ANDRADE, E.L. Introdução à Pesquisa Operacional – métodos e modelos para análise de
decisões. LTC Livros Técnicos e Científicos, 2009.
[3] PIZZOLATO, N. D.; GANDOLPHO, A. A. Técnicas de Otimização. LTC Livros Técnicos e
Científicos, 2009.
[4] HADLEY, G. Programação Linear. Editora Guanabara 2, 1982.
[5] LUENBERGER, D. G., YE, YINYU. Linear and Nonlinear Programming. 3a. ed. Springer
Verlag Pod, 2008.
72
Modelagem e Mercado Financeiro
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(04) APCC(00) TT(72)
Pré-requisito: Cálculo diferencial
Bibliografia Básica
[1] NOCEDAL, Jorge & WRIGHT, Stephen J. Numerical optimization. [Link]. Nova Iorque, Springer,
2006.
[2] ASSAF, Alexandre Neto Mercado Financeiro. São Paulo: Atlas, 2003.
[3] LUENBERGER, David G & YE, Yinyu. Linear and nonlinear programming. [Link]. Nova
Iorque, Springer, 2008.
Bibliografia Complementar
[1] GOLDBARG, Marco Cesar; LUNA, Henrique Pacca L. Otimização combinatória e programação
linear: modelos e algoritmos. Rio de Janeiro: Campus, 2000 649p. ISBN 85-352-0541-1
[2] ANDREZO, Andrea Fernandes; LIMA, Iran Siqueira. Mercado financeiro: aspectos históricos e
conceituais. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. xv, 367 p. ISBN 9788522446230.
[3] MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica. 7. ed. São Paulo: Makron, c1999. 2 v. ISBN 85-
346-1062-2 (v.1)
[4] RUGGIERO, Marcia A. Gomes; LOPES, Vera Lucia da Rocha. Cálculo numérico: aspectos
teóricos e computacionais. 2. ed. São Paulo, SP: Makron, c1997. xvi, 406 p. ISBN 8534602042.
[5] STEWART, James. Cálculo. 6. ed. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2009.
Topologia
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(04) APCC(00) TT(72)
Pré-requisito: Análise Matemática I
Bibliografia Básica
[1] LIMA, Elon Lages. Espaços Métricos. CPE Rio de Janeiro: IMPA – CNPq, 1977.
[2] LIMA, Elon Lages. Elementos de Topologia Geral. Coleção Textos Universitários. Rio de janeiro:
SBM, 2012.
[3] HONIG, Chaim Samuel. Aplicações da Topologia à Análise. São Paulo: Livraria da Física, 2012.
226p.
Bibliografia Complementar
[1] MUNKRES, James. Topology. Prentice-Hall, 2000.
[2] ZÄNICH, Klaus. Topology. (Undergraduate texts in mathematics) Springer-Verlag, 2012. 202p.
[3] MENDELSON, Bert. Introduction to Topology. New York: Dover, 1990. 224p.
[4] WILLARD, Stephen. General Topology. New York: Dover, 2004. 384p.
[5] LIPSCHUTZ, Seymour. Schaums Outline of General Topology. McGraw-Hill, 2011. 256p.
73
Tópicos em Educação Matemática
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(04) APCC(00) TT(72)
Ementa: Em aberto.
Bibliografia Básica
À definir.
Bibliografia Complementar
À definir
Bibliografia Básica
À definir.
Bibliografia Complementar
À definir
Bibliografia Básica
À definir.
Bibliografia Complementar
À definir.
74
Tópicos Especiais em Matemática
Carga horária: AT(68) AP(00) APS(04) APCC(00) TT(72)
Ementa: Em aberto.
Bibliografia Básica
À definir.
Bibliografia Complementar
À definir.
Modelagem Matemática II
Carga horária: AT{51) AP(OO) APS(04) APCC(17) TT(72)
Pré-requisito: Equações diferenciais.
Ementa: Análise de modelos clássicos e do conteúdo matemático correspondente: equações
diferenciais; equações de diferenças; ajuste de curvas; máximos e mínimos de funções.
Elaboração de modelos matemáticos. Modelagem no Ensino Superior.
Bibliografia Básica
[1] BASSANEZI, R. C. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia. 3.
ed. São Paulo: Contexto, 2011.
[2] BOYCE, W. E; DIPRIMA, R. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de
contorno. Trad. Váleria de Magalhães. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
[3] GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. v. 1.
Bibliografia Complementar
[1] BASSANEZI, R. C. Temas e Modelos. Santo André: Universidade Federal do ABC, 2011.
[2] FIGUEIREDO, Djairo Guedes de; NEVES, Aloisio Freiria. Equações diferenciais aplicadas.
Instituto de Matemática Pura e Aplicada, CNPq, 1997.
[3] ZILL, D. G. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. Trad. Cyro de Carvalho
Patarra. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
[4] STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. v. 1.
[5] BIEMBENGUT, M. S.; HEIN, N. Modelagem Matemática no ensino. 5. ed. São Paulo: Contexto,
2011
75
Avaliação da aprendizagem e análise de erros
Carga horária: AT(51) AP(OO) APS(04) APCC{17) TT(72)
Pré-requisito: Didática da Matemática 1; Metodologia de Ensino de Matemática.
Ementa: A avaliação da aprendizagem em sala de aula. A avaliação como prática de
investigação. O erro como fonte de aprendizagem. Instrumentos de avaliação da
aprendizagem escolar.
Bibliografia Básica
[1] BARLOW, M. Avaliação escolar: mitos e realidades. Porto Alegre: Artmed, 2006.
[2] ESTEBAN, M. T. O que sabe quem erra? Reflexões sobre avaliação e fracasso escolar. 3. Ed.
Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
[3] HADJI, C. Avaliação, regras do jogos: das intenções aos instrumentos. Porto: Ed. Porto, 1994.
Bibliografia Complementar
[1] BURIASCO, R.L.; CYRINO, M. C. C. T.; SOARES, M. T. C. Manual para correção das provas
com questões abertas de matemática AVA – 2002. Curitiba: SEED/CAADI, 2004.
[2] ESTEBAN, M. T. Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. 5. Ed. Rio de Janeiro:
DP&A, 2003.
[3] ESTEBAN, M. T. Escola, currículo e avaliação. [Link]. São Paulo: Cortez, 2008.
[4] Brasil. Ministério de Educação e Cultura. Departamento de Ensino Fundamental; RAMOS, Cosete.
Avaliação de materiais de ensino-aprendizagem: testagem e validação . Brasilia,DF: Dep. de Doc.
e Divulgação, 1978. 117p
[5] VALENTE, Wagner Rodrigues. Avaliação em matemática: história e perspectivas atuais. 2. ed.
Campinas, SP: Papirus, 2012. 142 p. (Magistério : formação e trabalho pedagógico) ISBN
9788530808600.
[6] VALENTE, Wagner Rodrigues. Avaliação em matemática: história e perspectivas atuais. 2. ed.
Campinas, SP: Papirus, 2012. 142 p. (Magistério : formação e trabalho pedagógico) ISBN
9788530808600.
Bibliografia Básica
[1] BRANCO, G.C. Foucault: Filosofia & Política, 1ª. Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.
[2] NOGUEIRA, M.A.; NOGUEIRA, C.M.M. Bordieu & a Educação, 3ª. Ed. Belo Horizonte,
Autêntica, 2009.
[3] PASSOS, I.C.F. (Org.). Poder, normalização e violência, 2ª. Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.
Bibliografia Complementar
76
[1] AQUINO, J.G. (Org.) Autoridade e Autonomia na Escola: alternativas teóricas e práticas, 4ª. Ed.
São Paulo: Summus, 1999.
[2] FOUCAULT, M. Microfísica do Poder, 25ª. Ed. Rio de Janeiro: Graal, 2011.
[3] FOUCAULT, M. Vigiar e Punir, 40ª. Ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
[4] HADDAD, S.; GRACIANO, M. A Educação entre os Direitos Humanos, 1ª. Ed. Campinas:
Autores Associados, 2006.
[5] VEIGA-NETO, A. Foucault & a Educação, 2ª. Ed., 1ª. reimpr. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
Bibliografia Básica
À definir.
Bibliografia Complementar
À definir
77
Conforme o Inciso IV do artigo primeiro da Resolução n°. 2 – CNE/CP, de 19 de
fevereiro de 2002, a carga horária das atividades complementares, considerada como outras
formas de atividades Acadêmico-Científico-Culturais, deverá ser de 200 (duzentas) horas
obrigatórias que integralizarão a carga horária total do curso.
Os procedimentos para as atividades complementares estão previstos no Regulamento
das Atividades Complementares do curso de Licenciatura em Matemática elaborado e
aprovado pelo Colegiado em consonância com o Regulamento de Atividades
Complementares da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, presente na Resolução nº
61/06 – COEPP, de 01 de setembro de 2006 e ratificado pela Resolução nº 56/07 – COEPP,
de 22 de junho de 2007.
O Estágio proposto para o curso não pretende ser um ato isolado, e sim um passo de
aprofundamento do aluno em sua reflexão e construção de conhecimento sobre o ser
professor. Após ter contato com a prática, sejam por narrativas, estudos de caso, situações
simuladas, entre outros, bem como refletir sobre os aspectos pedagógicos tanto nas disciplinas
de conteúdo específico como nas metodológicas, o aluno terá a oportunidade de vivenciar
uma experiência sendo ele um ator direto da situação estudada. Ele deverá interagir com os
outros atores do espaço escolar e se confrontar com as situações que se apresentam dando-
lhes respostas em tempo real. O estágio permite ao aluno testar hipóteses sobre o fazer
docente, construídas ao longo de toda sua vida acadêmica, refletir sobre elas e as aperfeiçoar
ou modificar. São proporcionadas ao aluno oportunidades de análise sobre as ações realizadas
por ele em sua prática docente, promovendo assim a reflexão sobre a prática, elemento
importante no desenvolvimento profissional.
As atividades de Estágio compreendem os 5º, 6º, 7º e 8º períodos. A escolha destes
períodos atende a Resolução n°. 1 – CNE/CP, de 18 de fevereiro de 2002, que indica que o
78
estágio ocorra na segunda metade do curso. O planejamento, a execução, o acompanhamento
e a avaliação do estágio ocorrem em conformidade com regulamento específico do curso de
Licenciatura em Matemática desenvolvido de acordo com o Regulamento da Universidade
Tecnológica Federal do Paraná e com as exigências complementares das Diretrizes
Curriculares para a Formação de Professores para a Educação Básica e Licenciatura (Parecer
n°. 009/2001 – CNE/CP, de 8 de maio 2001, e Resolução n°. 1 – CNE/CP, de 18 de fevereiro
de 2002).
O Estágio tem um total de 405 horas, sendo dividido em: Estágio Supervisionado A,
Estágio Supervisionado B, Estágio Supervisionado C e Estágio Supervisionado D, atendendo
assim ao parecer anteriormente citado que estabelece carga horária mínima de 400 horas de
estágio. A quantidade de horas destinada a cada um dos estágios está apresentada na Tabela
10.
O Estágio foi elaborado como sugere o Parecer n°. 1.302/2001 - CNE/CES, aprovado
em 06 de novembro de 2011, ou seja, “uma sequência de ações em que o futuro professor vai
se tornando responsável por tarefas em ordem crescente de complexidade”. A inserção na
prática ocorre de forma gradual e com o acompanhamento de um professor formador que
trabalha em conjunto com o professor regente de sala na qual o estágio se desenvolve.
A organização dos estágios em disciplinas proporciona ao aluno-estagiário
oportunidade de compartilhar e refletir com os pares as experiências vivenciadas em sala de
aula mediada pelo professor responsável pela disciplina, além dos outros professores
orientadores. A divisão de atividades em cada disciplina de estágio oportuniza ao aluno-
estagiário atuar junto aos diversos públicos que compõem a Educação Básica, como
estabelece o Artigo 61 do Parecer n°. 009/2001 – CNE/CP, de 8 de maio 2001.
79
No Estágio Supervisionado A, o aluno se ambientaliza em uma escola, procurando
conhecer sua estrutura, o seu projeto pedagógico, regulamento didático pedagógico e as
atribuições dos vários agentes escolares, bem como as regras e procedimentos da escola. O
estagiário faz uma observação, em aula de Matemática, numa turma da Educação Básica.
Durante o período de observação, ele deve estar atento ao planejamento de ensino do
professor regente, observando: conteúdo, estratégias utilizadas, atuação tendo em vista
atender as diversidades dos alunos, procedimentos de avaliação e recuperação de uma unidade
curricular e a integração do trabalho do professor dentro do projeto pedagógico da escola.
Durante a disciplina também são realizadas atividades de microensino, nas quais o aluno
planeja e executa aulas, que são apresentadas aos colegas. As aulas do microensino são
filmadas, para análise posterior, pelo próprio aluno que executou as aulas, os colegas, o
professor da disciplina e professores convidados.
O Estágio Supervisionado B, quando ocorrer em instituição diferente daquela em que
o aluno fez o Estágio Supervisionado A, esse deve inicialmente fazer uma ambientação na
escola, tal como foi indicado no Estágio Supervisionado A. Nesse estágio, sob a supervisão e
orientação do professor orientador de estágio, o aluno deve elaborar e aplicar projetos na
comunidade escolar que envolvam o ensino da Matemática, tais como: oficinas, feiras,
gincanas, minicursos, olimpíadas, entre outros. O projeto deve ser aplicado em um grupo de
alunos da Educação Básica.
No Estágio Supervisionado C, o aluno deve elaborar e aplicar uma proposta de ensino
no campo de estágio, para um conteúdo específico do Ensino Fundamental preparando planos
de aulas referentes aos conteúdos abordados, aplicando a proposta planejada, avaliando os
resultados e incluindo mecanismos de recuperação do conteúdo. O planejamento deve levar
em conta as características dos alunos com os quais o estagiário está trabalhando e os
princípios e objetivos do projeto político pedagógico da escola. Caso a sala de aula apresente
algum aluno com necessidades especiais, o aluno estagiário deve incluir em seu planejamento,
as estratégias para promover a inclusão.
Finalmente, no Estágio Supervisionado D, o aluno deve elaborar e aplicar uma
proposta de ensino no campo de estágio, para um conteúdo específico do Ensino Médio, de
maneira análoga ao que é proposto no Estágio Supervisionado C.
Ao final de cada estágio, o aluno deve entregar e apresentar um relatório que contenha
a descrição e a sua reflexão pessoal sobre as atividades desenvolvidas.
Os procedimentos e as normatizações para realização dos estágios constam de
regulamento próprio elaborado e aprovado pelo colegiado de curso.
80
3.2.10 Trabalho de Conclusão de Curso
- desenvolver nos alunos a capacidade de aplicação dos conceitos e das teorias adquiridas
durante o curso de forma integrada através da execução de um projeto;
- desenvolver nos alunos a capacidade de planejamento e a disciplina para resolver problemas
dentro das áreas de sua formação específica;
- despertar o interesse pela pesquisa como meio para a resolução de problemas;
- estimular o espírito empreendedor nos alunos através da execução de projetos que levem ao
desenvolvimento de produtos que possam ser patenteados e/ou comercializados;
- intensificar a extensão universitária através da resolução de problemas existentes no setor
produtivo e na sociedade de maneira geral;
- estimular a construção do conhecimento coletivo;
- estimular a interdisciplinaridade;
O TCC concentra carga horária de 144 h/aula, que se estende idealmente por dois
semestres (7o e 8º), compondo oficialmente duas disciplinas obrigatórias da Matriz Curricular
do Curso de Licenciatura em Matemática: Trabalho de Conclusão de Curso 1 (TCC1) e
Trabalho de Conclusão de Curso 2 (TCC2).
Na disciplina TCC1 as etapas de ação serão assim esquematizadas: disponibilização
aos alunos do Regulamento para a elaboração do TCC; elaboração por parte dos alunos de um
Projeto de Pesquisa na área de Educação Matemática, Matemática ou Matemática Aplicada
que deverão ser desenvolvidos, posteriormente, na disciplina de TCC2.
A disciplina TCC2 caracteriza-se pela execução de Projeto de Pesquisa aprovado na
disciplina TCC1, defesa final e entrega de monografia e/ou artigo científico acompanhado de
um relatório de pesquisa.
81
Os procedimentos para a realização do TCC obedecem ao Regulamento do Trabalho
de Conclusão de Curso próprio, elaborado em consonância com o Regulamento de Trabalho
de Conclusão de Curso da UTFPR (Resolução nº. 120/06 – COEPP, de 07 de dezembro de
2006) e aprovado pelo colegiado de curso.
82
3.4.1 Iniciação Científica, Iniciação à Docência e Projetos de Extensão
85
4. ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS E DIVERSAS DIMENSÕES DA
AVALIAÇÃO NESTE CURSO DE LICENCIATURA
86
Conforme Pimenta (2002, p. 18), espera-se que os cursos de Licenciatura contribuam
para a formação do professor, ou que colaborem:
[...] para o exercício de sua atividade docente, uma vez que professorar não é uma
atividade burocrática para a qual se adquire conhecimentos e habilidades técnico-
mecânicas. Dada a natureza do trabalho docente, que é ensinar como contribuição ao
processo de humanização dos alunos historicamente situados, espera-se da
licenciatura que desenvolva nos alunos conhecimentos e habilidades, atitudes e
valores que lhes possibilitem permanentemente irem construindo seus saberes-
fazeres docentes a partir das necessidades e desafios que o ensino como prática
social lhes coloca no cotidiano.
87
matemático com outras ciências e com o cotidiano. Além disso, naquelas disciplinas cujos
conteúdos possuírem relação com a Educação Básica caberá o trabalho sobre os variados
aspectos da transposição didática dos mesmos para sala de aula, que poderá ser feita por meio
da execução e avaliação das Atividades Práticas como Componente Curricular (APCC).
Nas disciplinas deste curso, as metodologias procuram enfatizar a reflexão
relacionando teoria e prática, problematizando situações e tarefas com as quais o licenciado
deverá se confrontar em sua atuação. A teoria vinda de pesquisas aplicadas na área de
Educação Matemática e Educação subsidiará a reflexão sobre a prática dos licenciandos,
resultantes de vivências em sala de aula, quer como alunos, quer como estagiários. Essa
abordagem visa conduzir o licenciando a compreender que o conhecimento teórico advindo
das pesquisas subsidia a prática e a prática refletida se torna conhecimento. Também serão
propostas atividades visando desenvolver as habilidades de expressão escrita e oral, em que os
alunos possam expressar e socializar suas reflexões sobre as práticas docentes e os problemas
do cotidiano escolar.
Os procedimentos descritos anteriormente propiciam o desenvolvimento da pesquisa
como elemento fundamental e norteador da formação do professor. Esses contribuem para a
construção da prática investigativa pelo licenciado, que é componente fundamental para que
este seja capaz de analisar criticamente e aprimorar o próprio trabalho, bem como problemas
que emergem no contexto escolar.
88
Considera-se que a avaliação visa uma apreciação qualitativa permanente sobre os
dados relevantes da proposta desenvolvida no curso de Licenciatura em Matemática, no
sentido de fomentar ações para a melhoria da preparação dos profissionais formados para o
mercado de trabalho e a vida cidadã.
Assim, a visão que se tem do ato avaliativo não é apenas a medida do
aproveitamento que o aluno obteve nas diversas disciplinas do curso, por diversos
mecanismos e instrumentos, para transformar o padrão de medida utilizada em nota ou
conceito e a utilização dos resultados identificados para aprovar ou reprovar. O que se busca
é um novo sentido para a avaliação, que passa pelos princípios da avaliação diagnóstica que
envolve aspectos quantitativos e qualitativos.
Os quantitativos são construídos pelos vários instrumentos, que são utilizados no
processo de ensino e de aprendizagem, na relação professor/aluno/conhecimento e em
atividades do Currículo do Curso. Esses aspectos são demonstrados nos resultados de provas,
testes, entre outros. Os aspectos qualitativos envolvem aqueles relacionados à formação de
habilidades previstas no perfil do egresso, não só de natureza científica, mas também
relativas ao exercício da profissão, destacando-se aqui a questão da responsabilidade e do
compromisso de cunho pessoal e coletivo.
Com este propósito, a avaliação é parte componente do processo de formação e se dá
em vários níveis: avaliação do processo de ensino e de aprendizagem, que poderá incluir além
da avaliação realizada pelo professor, a autoavaliação do aluno; avaliação de desempenho do
professor; avaliação do curso.
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem do aluno pode ser realizada em
dois âmbitos: a realizada pelo professor e a autoavaliação do aluno. No desenvolvimento das
disciplinas do curso de Licenciatura em Matemática, os professores procuram utilizar
instrumentos diversificados para avaliação, de acordo com as especificidades das disciplinas.
Buscam incluir formas, pelas quais os alunos se autoavaliem, identificando suas necessidades
para poderem empreender o esforço necessário para superação das mesmas, dividindo a
responsabilidade e investindo no próprio desenvolvimento profissional.
Possibilidades de avaliação de competências profissionais, segundo o MEC (Parecer
n°. 009/2001 – CNE/CP, de 8 de maio 2001: 34):
[...] identificação e análise de situações educativas complexas e/ou problemas em
uma dada realidade; elaboração de projetos para resolver problemas identificados
num contexto observado; elaboração de uma rotina de trabalho semanal a partir de
indicadores oferecidos pelo formador; definição de intervenções adequadas,
alternativas às que forem consideradas inadequadas; planejamento de situações
didáticas consonantes com um modelo teórico estudado; reflexão escrita sobre
89
aspectos estudados, discutidos e/ou observados em situação de estágio; participação
em atividades de simulação; estabelecimento de prioridades de investimento em
relação à própria formação.
90
A avaliação do curso é feita semestralmente por reuniões conjuntas entre os membros
do NDE e os do Colegiado do Curso para avaliar o Projeto Pedagógico e sua concretização,
bem como, propor ações que contribuam para sua efetivação.
São realizadas reuniões entre o grupo de formadores para refletir sobre o desempenho
das turmas e os processos formativos do curso como um todo e para favorecer a integração
das ações desenvolvidas, buscando a interdisciplinaridade, a complementariedade e a
superação da divisão entre as disciplinas em: disciplinas de conteúdos específicos e
disciplinas de conteúdos pedagógicos, conforme aponta o Parecer n°. 009/2001 – CNE/CP, de
8 de maio 2001.
91
5. A CONCEPÇÃO DO CURSO E A RELAÇÃO COM OS DOCUMENTOS
OFICIAIS
92
Formação de Professores de Educação Básica, em Nível Superior, Curso de Licenciatura, de
Graduação Plena.
Quanto à coerência entre formação oferecida e a prática esperada, essa se dá não
somente pelo conteúdo apresentado nas disciplinas, mas também na forma de construção do
conhecimento a respeito deste conteúdo. Considerando as características de cada conteúdo,
procura-se utilizar metodologias, tecnologias e materiais, apresentados pelas tendências atuais
em Educação Matemática. Dessa forma, busca-se articular os conteúdos trabalhados às suas
práticas, preparar os alunos para o uso de tecnologias, metodologias e materiais inovadores. O
conteúdo, assim desenvolvido, atende as exigências da coerência entre a formação do
professor e a prática que dele se espera, levando em consideração o princípio da simetria
invertida na formação do professor.
Quanto ao princípio da pesquisa com foco no processo de ensino e aprendizagem,
diferentemente de muitos que acreditam que ensinar e aprender matemática sejam um dom,
este curso é concebido no propósito de que ensinar é contribuir para que outros aprendam,
sendo um processo que exige competência. Competência essa que se fundamenta não
somente no domínio de conhecimentos matemáticos, mas também em conhecimentos
advindos da didática, da epistemologia e de pesquisas em Educação Matemática, e assim
como toda ciência evolui, o conhecimento de todo professor também deve evoluir.
No curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Tecnológica Federal do
Paraná, Câmpus Cornélio Procópio, procura-se formar o professor para que este também seja
um pesquisador dos processos de ensino e aprendizagem e os use para refletir sobre sua
atuação, se tornando um pesquisador da própria prática. O trabalho, neste sentido, se dá quer
em disciplinas específicas sobre pesquisa em Educação Matemática, quer pela participação
dos alunos em atividades de extensão e pesquisa.
93
5.2.1. As relações do Projeto Pedagógico com o PDI
94
A Dimensão 3 do PDI trata da “responsabilidade social da instituição, considerada
especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao
desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da
produção artística e do patrimônio cultural” (UTFPR, 2013, p. 27). Nessa direção, a
Instituição aderiu a algumas políticas públicas como o ingresso no Curso por meio do SISU, a
reserva de vagas para alunos de escolas públicas, indígenas e afrodescendentes, bem como as
diversas políticas de assistência estudantil, que têm contribuído no processo de inclusão
social. Além disso, a Monitoria e os Projetos de Nivelamento, bem como os Plantões de
Atendimento aos alunos (P. Aluno), contribuem para que tal inclusão se efetive como
permanência no Curso e o aluno tenha oportunidade não só de ingressar na universidade, mas
de nela permanecer e concluir seu Curso no prazo regulamentar.
Por outro lado, o Curso objetiva não só gerar a inclusão social dentro da universidade,
mas formar professores agentes dessa inclusão. Nesse sentido, coloca como uma das
características do egresso “a consciência do papel social do educador e da importância de sua
atuação para tornar o conhecimento matemático acessível a todos”.
A dimensão 4 do PDI trata da comunicação com a sociedade, tanto em nível interno,
quanto externo. No Curso, tal comunicação se estabelece por meio dos projetos de extensão e
de ensino, desenvolvidos por alunos e professores. Projetos esses que abrem as portas da
universidade para alunos e professores das escolas da região. Nessa direção, a Semana
Acadêmica da Matemática, aberta a comunidade externa, procura ser um meio de divulgação
da produção acadêmica junto à comunidade e uma oportunidade de formação continuada para
os professores da região.
Quanto à dimensão 7, de infraestrutura, o PDI coloca como uma de suas metas o
desenvolvimento de objetos de aprendizagem para Educação a Distância (EaD) e para o
ensino presencial. O Curso procura que os alunos não só conheçam vários dos objetos de
aprendizagem já existentes, mas também procurem criar e desenvolver novos objetos para o
ensino presencial e a distância por meio das Atividades Práticas como Componente Curricular
(APCC), bem como pelas disciplinas de Laboratório de Matemática e Tecnologias no Ensino
da Matemática.
Quanto à contribuição na concretização da dimensão 8, sobre o planejamento e a
avaliação, o PPC deste Curso prevê, além dos processos de avaliação docente pelo discente,
que o próprio Curso também seja objeto de avaliação por meio de reuniões específicas do
Colegiado e do Núcleo Docente Estruturante (NDE) para reavaliar continuamente a execução
do Projeto a fim de propor ações que contribuam para o seu aprimoramento.
95
O PPC prevê ainda reuniões entre os grupos de formadores para avaliar o desempenho
das turmas e os processos formativos do curso como um todo e para favorecer a integração
das ações desenvolvidas. Busca-se a interdisciplinaridade, a complementaridade e a superação
da divisão entre as disciplinas. Procura-se ainda promover a reflexão por meio de questões
que tratem, entre outros assuntos, de Direitos Humanos, da contribuição da Cultura de
Indígenas e de Afrodescendentes e das questões vinculadas ao Meio Ambiente e a
Sustentabilidade.
96
- Promover a mobilidade acadêmica, contribuindo para que alunos deste Câmpus
possam frequentar parte de seu curso, quer em outros Câmpus da UTFPR, quer em
outras instituições de ensino, nacionais e internacionais.
- Articular ensino, pesquisa e extensão.
- Promover a contínua revisão e atualização do Curso de forma a atender as demandas
profissionais e sociais.
98
6. INFRAESTRUTURA
6.2 Biblioteca
99
Tabela 12 - Acervo da biblioteca
100
-cadastrar usuários;
-controlar o empréstimo de livros por meio do sistema informatizado;
-capacitar presencialmente os usuários.
6.3 Laboratórios
101
6.3.2 Laboratório de Ensino de Matemática
Cada docente conta com ambiente de trabalho individual constituído por armário,
mesa e cadeira para o desenvolvimento de suas atividades.
O Projeto de Iniciação à Docência (PIBID) tem sala própria, A041, com armários de
madeira para os alunos guardarem materiais em geral, mesa de reunião, mesas de estudo,
lousa e 5 computadores.
O programa de Extensão PROEXT/2014 conta com uma sala, locada no Hotel
Tecnológico. A sala têm mesas para estudo, três computadores e acesso a internet.
Outros ambientes que podem ser utilizados pelos acadêmicos durante graduação
constam na Tabela 14.
Ambiente Área(m2)
Ambulatório 40,46
Consultório Odontológico 22,80
Convivência 337,50
Restaurante Universitário 525,83
Pátio exterior superior 539
Hall de entrada 756,40
Quadra de esportes 1200
Sala de dança 104,90
Sala de xadrez 35,80
Campo de futebol 4.099,52
Sanitários 323
102
Além destes o Câmpus Cornélio Procópio possui um auditório com área de
aproximadamente 484 m2 com palco de 88,74 m2, dois camarins com banheiros, 269 lugares,
sistema de som e microfones, computador (com acesso à Internet) e projetor multimídia, tela
de projeção com controle elétrico, antena parabólica e climatizadores de ambiente onde são
realizados eventos e palestras entre outros.
7. CORPO DOCENTE
Regime
Professor Titulação de Graduação
Trabalho
Doutor em
Anderson Paião dos Santos DE Licenciatura em Matemática
Matemática
Doutor em
André Luís Machado Martinez Matemática DE Licenciatura em Matemática
Aplicada
Doutor em
Bacharelado em Engenharia
Antonio Olimpio Júnior Educação DE
Civil
Matemática
Mestre em
Licenciatura em Ciências com
Armando Paulo da Silva Engenharia de DE
habilitação em Matemática
Produção
Mestre em
Ensino de
Bárbara Nivalda Palharini Alvim Sousa Licenciatura e Bacharelado em
Ciências e DE
Robim Matemática
Educação
Matemática
Mestre em Licenciatura e Bacharelado em
Bruno Costa Coscarelli DE
Matemática Matemática
Mestre em
Matemática
Claudia Brunosi Medeiros DE Bacharelado em Matemática
Aplicada e
Computacional
Mestre em
Cristiane Aparecida Pandeza Martinez Matemática DE Licenciatura em Matemática
Aplicada
103
Mestre em
Danielle Costa Silva Matemática DE Licenciatura em Matemática
Aplicada
Licenciatura em Pedagogia e
Doutor em
David da Silva Pereira DE em Geografia; Bacharelado em
Ciência Política
Direito e em Geografia
Mestre em
Débora Ap. Francisco Albanez DE Licenciatura em Matemática
Matemática
Mestre em
Devanil Antonio Francisco Engenharia de DE Licenciatura em Matemática
Produção
Doutora em
Elenice Weber Stiegelmeier Engenharia DE Licenciatura em Matemática
Elétrica
Doutora em
Ensino de
Licenciatura em Ciências com
Eliane Maria de Oliveira Araman Ciências e DE
habilitação em Matemática
Educação
Matemática
Mestre em
Elizabeth Maria Giacobbo Engenharia de DE Licenciatura em Matemática
Produção
Mestre em
Emilio Augusto Coelho Barros DE Bacharelado em Estatística
Saúde Pública
Mestre em
Evandro Estevão Marquesone Matemática DE Licenciando em Matemática
Aplicada
Mestre em Licenciatura e Bacharelado em
Gabriela Castro da Silva Cavalheiro DE
Matemática Matemática
Doutora em
Glaucia Maria Bressan Engenharia DE Licenciatura em Matemática
Elétrica
Doutor em
Ensino de
Licenciatura em Matemática
Jader Otávio Dalto Ciências e DE
Educação
Matemática
Mestre em
Joselene Marques Ciência DE Licenciatura em Matemática
Ambiental
Doutor em
Josimar da Silva Rocha DE Bacharelado em Matemática
Matemática
Mestre em
Ensino de
Maria Lúcia de Carvalho Fontanini Ciências e DE Licenciatura em Matemática
Educação
Matemática
Doutor em
Ensino de
Marcelo Souza Motta DE Licenciatura em Matemática
Ciências e
Matemática
Mestre em
Rafael Prado da Silva Matemática DE Bacharelado em Matemática
Aplicada e
104
Computacional
Mestre em
Matemática Licenciatura e Bacharelado em
Renata Mascari DE
Aplicada e Matemática
Computacional
Mestre em
Roberto Molina de Souza Saúde na DE Bacharelado em Estatística
Comunidade
Rosangela Teixeira Guedes Mestre em
DE Licenciatura em Matemática
Matemática
Mestre em
Matemática
Thiago de Souza Pinto DE Licenciatura em Matemática
Aplicada e
Computacional
Mestre em
Matemática
Valter Henrique Biscaro Raposo DE Bacharelado em Matemática
Aplicada e
Computacional
Mestre em
Matemática Licenciatura e Bacharelado em
Vinícius Araujo Peralta DE
Aplicada e Matemática
Computacional
105
Nas tabelas 17 e 18 são apresentados, respectivamente, os docentes que podem
ministrar cada uma das disciplinas obrigatórias e optativas que compõe a matriz curricular do
curso de Licenciatura em Matemática.
106
Bárbara N. P. Alvim Sousa Robim
3 Tecnologias no Ensino de Matemática Marcelo Souza Motta
Antônio Olímpio Junior
3 Libras 1 Débora Gonçalves Ribeiro Dias
3 Antônio Olímpio Junior
Metodologia do Ensino de Matemática
Bárbara N. P. Alvim Sousa Robim
3 Organização do Trabalho Pedagógico e
David da Silva Pereira
Gestão Escolar
3 Antônio Olímpio Junior
Didática da Matemática 1
Maria Lúcia de Carvalho Fontanini
Anderson Paião dos Santos
4 Cálculo Integral André Luís Machado Martinez
Cristiane Aparecida Pendeza Martinez
4 Glaucia Maria Bressan
Álgebra Linear 1
Rosangela Teixeira Guedes
4 Emílio Augusto Coelho Barros
Educação Estatística
Roberto Molina de Souza
4 Metodologia e Prática de Ensino de Marcelo Souza Motta
Matemática na Educação Básica 1 Barbara N. P. Alvim Sousa Robim
4 Libras 2 Débora Gonçalves Ribeiro Dias
Eliane Maria Araman
4 Laboratório de Matemática
Marcelo Souza Motta
Barbara N. P. Alvim Sousa Robim
4 Modelagem Matemática
Débora Ap. Francisco Albanez
Barbara N. P. Alvim Sousa Robim
4 Tendências em Educação Matemática
Jader Otávio Dalto
Anderson Paião dos Santos
5 Álgebra
Josimar da Silva Rocha
Rosangela Teixeira Guedes
5 Álgebra Linear 2 Anderson Paião dos Santos
Glaucia Maria Bressan
Renata Mascari
Cálculo de Funções Reais de Várias
5 Vinicius Araujo Peralta
Variáveis Reais
Rafael Prado da Silva
Metodologia e Prática de Ensino de Barbara N. P. Alvim Sousa Robim
5
Matemática na Educação Básica 2 Jader Otávio Dalto
Eliane Maria de Oliveira Araman
5 Estágio Supervisionado A
Marcelo Souza Motta
Emílio Augusto Coelho Barros
5 Probabilidade e Estatística
Roberto Molina de Souza
André Luis Machado Martinez
6 Análise Matemática 1 Josimar da Silva Rocha
Vinicius Araujo Peralta
Antônio Olímpio Junior
6 Metodologia da Pesquisa em Educação Armando Paulo da Silva
David da Silva Pereira
Renata Mascari
6 Equações Diferenciais
Vinicius Araujo Peralta
107
Rafael Prado da Silva
6 Física 1 Cícero Rafael Cena da Silva
Jader Otávio Dalto
6 Estágio Supervisionado B
Antônio Olímpio Junior
6 Políticas Educacionais David da Silva Pereira
André Luis Machado Martinez
7 Analise Matemática 2 Josimar da Silva Rocha
Vinicius Araujo Peralta
Bruno Costa Coscarelli
7 História da Matemática Eliane Maria de Oliveira Araman
Maria Lucia de Carvalho Fontanini
Eliane Maria de Oliveira Araman
7 Estágio Supervisionado C
Marcelo Souza Motta
Glaucia Maria Bressan
7 TCC 1
Vinicius Araujo Peralta
André Luís Machado Martinez
8 Cálculo Numérico
Glaucia Maria Bressan
Glaucia Maria Bressan
8 TCC2
Vinicius Araujo Peralta
Jader Otávio Dalto
8 Estágio Supervisionado D
Antônio Olímpio Junior
Disciplina Professor
André Luis Machado Martinez
Análise Matemática 3 Josimar da Silva Rocha
Vinicius Araujo Peralta
Rosangela Teixeira Guedes
Funções de Variáveis Complexas
Vinicius Araujo Peralta
Rosangela Teixeira Guedes
Cálculo Vetorial
Renata Mascari
André Luís Machado Martinez
Tópicos em Pesquisa Operacional Elenice Weber Stiegelmeier
Glaucia Maria Bressan
Modelagem e Mercado Financeiro André Luís Machado Martinez
Topologia Anderson Paião dos Santos
Eliane Maria de Oliveira Araman
Tópicos em Educação Matemática
Marcelo Souza Motta
Antônio Olímpio Junior
Tópicos Especiais em Educação Matemática
Jader Otávio Dalto
Modelagem Matemática II Bárbara N. P. Alvim Souza Robim
Avaliação da Aprendizagem e Análise de erros Jader Otávio Dalto
Armando Paulo da Silva
Temas contemporâneos em Educação
David da Silva Pereira
Tópicos Especiais em Educação Armando Paulo da Silva
108
David da Silva Pereira
Bruno Costa Coscarelli
Tópicos em Matemática
Josimar da Silva Rocha
André Luís Machado Martinez
Tópicos Especiais em Matemática Aplicada Elenice Weber Stiegelmeier
Glaucia Maria Bressan
109
8 PESSOAL TÉCNICO DE APOIO
O pessoal técnico de apoio atua por meio de órgãos que auxiliam os gestores e os
professores na consecução dos objetivos do PPC.
110
8.4 Secretaria das Coordenações (SECOORD)
Este departamento conta com três servidores efetivos e dois estagiários que auxiliam
nas atividades de implantação, estruturação e execução de recursos didáticos, os quais
englobam os recursos audiovisuais da UTFPR.
Dentre as atividades do DERDI no cotidiano acadêmico, estão reserva de salas
teóricas e laboratórios para os professores e demais servidores, confecção das carteirinhas de
identidade estudantil e o controle dos equipamentos de som e vídeo.
Além disso, o DERDI promove ações que buscam otimizar a utilização destes recursos
de forma planejada, visando contribuir com a organização e o desenvolvimento das atividades
envolvidas com o ensino, a pesquisa e a extensão da UTFPR.
Trata-se da Diretoria que promove e favorece a relação dos Cursos com empresas e
com a Comunidade. Atua ainda como facilitadora da relação da Universidade com o público
interno e externo por meio de ações que refletem a relevância da Instituição na região do
Norte Pioneiro.
Na interlocução com os Cursos de Graduação e, em especial, com o Curso de
Licenciatura em Matemática, exerce um papel importante de apoio e coordenação das
atividades de:
- Extensão Universitária por meio do Departamento de Extensão (DEPEX).
111
- Estágios Supervisionados, obrigatórios e não-obrigatórios, para os alunos e Cursos
de Qualificação dos servidores por meio do Departamento de Estágios e Cursos de
Qualificação Profissional (DEPEC).
- Atendimento dos alunos em mobilidade internacional por meio do serviço local do
Departamento de Relações Internacionais (DERINT).
112
9. CONSIDERAÇÕES FINAIS
113
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Decreto nº. 2.080, de 26 de novembro de 1996. Dá nova redação ao artigo 8o. do
decreto número 87.497, de 18 de agosto de 1982, que regulamenta a lei número 6.494, de 7 de
dezembro de 1977, que dispõe sobre os estágios de estudantes de estabelecimentos de ensino
superior e de ensino profissionalizante do 2o. Grau e Supletivo. 1996.
BRASIL. Decreto nº. 87.497, de 18 de agosto de 1982. Regulamenta a Lei número 6.494, de
7 de dezembro de 1977, nos limites que especifica e dá outras providências. 1982.
BRASIL. Decreto nº. 3.860, de 09 de julho de 2001. Dispõe sobre a organização do ensino
superior e sobre a avaliação de cursos e instituições. 2001.
BRASIL. Lei nº. 11.184, de 7 de outubro de 2005. Dispõe sobre a transformação do Centro
Federal de Educação Tecnológica do Paraná em Universidade Tecnológica Federal do Paraná
e de outras providências. 2005.
BRASIL. Lei nº. 6.494, de 7 de dezembro de 1977. Dispõe sobre estágio de estudantes de
estabelecimentos de ensino superior e de ensino profissionalizante do 2o. grau e supletivo, e
dá outras providencias. 1977.
114
BRASIL. Lei nº. 8.859, de 23 de março de 1994. Modifica dispositivo da lei número 6.494,
de 7 de dezembro de 1977, estendendo aos alunos de ensino especial o direito à participação
em atividades de estágio.
Pisa 2009 Brasil está entre os países que mais evoluíram mas ainda está....Publicado em
07/12/2010. O globo educação. Disponível em: [Link]
brasil-esta-entre-os-paises-que-mais-evoluiram-na-educacao-mas-ainda-ocupa-as-
[Link] em 10 de jun de 2013.
115
DOCUMENTOS INSTITUCIONAIS
116
ANEXOS
117
A2. Portaria da composição atual
118
A3. Portaria de substituição de membro da composição atual.
119
Anexo B – Projetos De Iniciação Científica, Ensino e Extensão
120
B1.2. Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (PIBID) - 2014-
2017
121
E como nos cursos de licenciatura em Matemática trabalhos de conclusão de curso
tem sido
escritos baseado no Estudo da Geometria não Euclidiana e como essa geometria necessita
de construção de materiais manipuláveis, esse estudo permitirá, além da construção
desses materiais, que os alunos façam a integração com áreas como a Geografia, Cartografia
e Náutica.
123
ensino de Matemática de modo a favorecer os processos de aprendizagem dos conceitos em
Matemática.
O projeto é financiado pelo MEC.
Coordenadora: Professora [Link] Nivalda Palharini
Professores Colaboradores: Joselene Marques, Milton Kist e Vinícius Araújo Peralta.
Bolsistas: o projeto fornece duas para alunas do curso de Licenciatura em Matemática
124
B.2.3 Projeto Espaço Jovem Musical
Período de execução: maio de 2014 à agosto de 2014 (todo semestre é renovado por
conta da troca de alunos)
Número de alunos: 2 voluntários
Público alvo: jovens e adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, e crianças em
contra-turno escolar
Valor de recurso captado:
demais informações pertinentes: O Projeto Espaço Jovem Musical tem o objetivo de atuar
junto ao Projeto Espaço Jovem Evolução e ao Lar São Vicente promovendo o contato com a
música, seja ela com o estudo de um instrumento musical, com o repertório que o instrumento
abrange, seja com possíveis apresentações dos alunos, que desta forma elevarão sua auto-
estima sendo protagonistas da arte.
Público alvo: O curso é aberto para todos os alunos da UTFPR câmpus Cornélio
Procópio.
125
B3. Projetos de Pesquisa:
126
Coordenação: Prof. Josimar da Silva Rocha
Modalidade: PIBIC/Iniciação Científica
Período de execução: 06/2014 a 06/2015
Alunos bolsistas/voluntaries envolvidos: a definer
Público alvo: alunos do curso de Licenciatura em Matemática
Descrição do projeto:
Neste projeto classificaremos as Álgebras definidas por equações de segundo grau sobre
os números reais escrevendo todos os procedimentos necessários para a classificação. Os
alunos envolvidos divulgarão todas as técnicas empregadas através de seminários, palestras, o
que servirá de incentivo para que outras pessoas possam entender e trabalhar outras
classificações envolvendo Álgebras definidas por polinômios sobre corpos quaisquer
abordando diversos problemas em aberto sobre Álgebras algébricas.
Objetivos e Metas
- Classificar Álgebras Associativas definidas por Equações Quadráticas;
- Obter propriedades que caracterizam as Álgebras Associativas classificadas;
- Elaboração de um texto matemático em formato artigo sobre Álgebras Associativas
definidas
por Equações Quadráticas;
- Contribuir para o desenvolvimento científico do Estado do Paraná na área de Álgebra.
127
Professores envolvidos: Daniele Costa Silva, Renata Mascari (bolsista), Elenice
Weber
Descrição: Tendo por objetivo incentivar alunas de ensino médio a ingressarem nos
cursos de Matemática e motivar alunas de graduação em Matemática à pesquisa e ao
desenvolvimento de novas tecnologias, este projeto propõe o estudo de métodos de
otimização, desenvolvidos na Pesquisa Operacional, para a modelagem matemática e
resolução de problemas que envolvam processos produtivos, a fim de incentivar e contribuir
para a capacitação de estudantes do sexo feminino na sua inserção em cargos de destaque na
indústria e para seu ingresso na pesquisa.
128
B3.7 Métodos de Otimização para Resolução de Problemas com Apoio
Computacional
Descrição: Este trabalho tem como objetivos despertar o interesse de alunos de ensino
médio pela carreira do engenheiro e pela pesquisa científica e motivar alunos de graduação
em Engenharia Elétrica ao desenvolvimento da pesquisa e à conclusão do curso, por meio da
articulação entre a teoria Matemática, em especial as Séries e as Transformadas de Fourier, as
Transformadas de Laplace e as Equações Diferencias, e as suas aplicações na Engenharia
Elétrica, como circuitos elétricos integrados, Sistemas de Controle e Análise de Sinais. Neste
sentido, os alunos e os professores envolvidos desenvolvem a resolução de problemas
relacionados aos Sistemas de Controle, aos Circuitos Elétricos e ao Processamento de Sinais
com detalhamento teórico da resolução, preenchendo a lacuna temporal existente entre a
teoria estudada nas séries iniciais e as aplicações das ferramentas matemáticas, geral mente
estudadas nas séries finais dos cursos.
130