0% acharam este documento útil (0 voto)
43 visualizações8 páginas

Vingança de Evanns: A Jornada Sombria

Evanns, um homem que perdeu tudo, embarca em uma jornada de vingança após a destruição de sua vida. Ele enfrenta desafios físicos e emocionais, lutando contra lobos e cultivadores, enquanto busca poder para se vingar do assassino de sua família. Ao final, ele obtém um conhecimento poderoso, mas a um custo devastador, questionando se conseguirá usar esse poder sem perder sua humanidade.

Enviado por

pedro.hcs.msg
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
43 visualizações8 páginas

Vingança de Evanns: A Jornada Sombria

Evanns, um homem que perdeu tudo, embarca em uma jornada de vingança após a destruição de sua vida. Ele enfrenta desafios físicos e emocionais, lutando contra lobos e cultivadores, enquanto busca poder para se vingar do assassino de sua família. Ao final, ele obtém um conhecimento poderoso, mas a um custo devastador, questionando se conseguirá usar esse poder sem perder sua humanidade.

Enviado por

pedro.hcs.msg
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Início

Evanns fora um grande homem. Durante anos, viveu uma vida


próspera e tranquila, cercado por aqueles que amava. No entanto,
o destino é cruel, e aos sessenta anos, tudo lhe foi arrancado de
forma brutal. Sua família, seus sonhos, sua paz... tudo reduzido a
cinzas e memórias dolorosas. Agora, sem nada a perder, ele deixa
para trás a pequena vila onde viveu toda sua vida, embarcando em
uma jornada de vingança.
Ato 1 - Herói?
Evanns despertou com a garganta seca e a sensação incômoda de
umidade sob o corpo. A "cama", feita de folhas e terra, ainda
exalava o cheiro áspero de grama molhada. Ele franziu a testa,
desgostoso, e soltou um suspiro pesado.
— Droga... choveu de novo ontem — murmurou, com a voz rouca e
carregada de fadiga.
Seus olhos percorreram o chão ao redor, onde pequenas poças
refletiam o céu nublado. Faziam alguns dias desde que deixara sua
vila para trás, seguindo o rastro frio do assassino que destruíra sua
vida. Cada dia que passava, a dor em seu peito se misturava com a
fúria silenciosa que o impulsionava para frente. Ele sabia que o
caminho à frente seria longo e perigoso, mas não havia mais
espaço para hesitação.
Resignado, Evanns levantou-se com um gemido abafado. Os anos
pesavam sobre seus ombros, e cada articulação parecia protestar
contra o movimento. Ainda assim, a determinação brilhava em seus
olhos cansados. Ele não era mais o homem forte e destemido de
outrora, mas sua vontade permanecia inabalável.
Horas se passaram enquanto ele caminhava pela floresta densa,
seus passos pesados afundando na vegetação. Nenhum sinal de
vida, nenhuma pista, apenas o farfalhar do vento entre as árvores
antigas. O silêncio inquietante fez seus sentidos se aguçarem, e
então, ele ouviu. Um estalo distante, um rosnado gutural.
Seu coração acelerou. Com movimentos rápidos, puxou sua faca, a
lâmina gasta, mas ainda afiada. Ele sentiu a presença se
aproximando antes mesmo de ver os olhos ferozes brilhando na
penumbra. Uma matilha de lobos famintos emergiu das sombras, os
corpos esguios e ossudos revelando a fome que os consumia.
Ele tentou recuar, movendo-se com cautela para sair dali sem ser
notado, mas um galho sob seus pés traiu sua intenção. Num
instante, um dos lobos avançou e cravou as presas em sua perna. A
dor lancinante fez Evanns gritar, e em um reflexo desesperado, ele
golpeou em direção ao olho da criatura, mas errou. Outro lobo
saltou, cravando os dentes na outra perna. O sangue quente
escorria pelas feridas, e a dor ameaçava consumi-lo.
Evanns ofegava, sua visão turva pelo desespero. O peso da idade
cobrava seu preço, e por um momento ele se entregou à derrota. "É
o fim?" pensou, a escuridão se fechando ao seu redor. Mas então, a
imagem de sua família lhe veio à mente, e com ela, o ódio ardente
pelo assassino.
Com um grunhido de raiva, ele cravou a faca no torso do lobo que
segurava sua perna, sentindo a lâmina atravessar a carne e atingir
órgãos vitais. O animal soltou um uivo de dor e recuou. Outro lobo
saltou, mirando seus braços. Evanns girou a lâmina num último
impulso e cortou a boca da criatura, que recuou em um ganido.
Seu corpo gritava por descanso, mas ele não podia ceder. Com uma
última investida, fincou a faca no coração do primeiro lobo, que
tombou sem vida. Os outros lobos hesitaram por um instante antes
de atacarem juntos. Evanns, com os joelhos vacilantes, reuniu o
que restava de suas forças e correu, sentindo o ardor das feridas a
cada passo. Atravessou a mata, pulando troncos e desviando de
galhos baixos, até que os uivos ficaram para trás.
Por fim, quando o ar já lhe faltava nos pulmões, ele emergiu da
floresta. Seus olhos se arregalaram ao vislumbrar uma vila
deslumbrante, com construções elegantes e um ar de prosperidade.
Bandeiras tremulavam no vento, e ele reconheceu os símbolos de
seitas cultivadoras. Seu corpo, porém, não aguentou mais.
Cambaleando, ele desmaiou ali mesmo, às portas da vila.
Dois guardas conversavam alegremente quando o viram cair. Um
deles correu até ele, seu rosto tomado pela surpresa.
— Rápido! Vamos levá-lo para minha casa! — exclamou o guarda.
A esposa do guarda, ao ver o estado de Evanns, prontamente
cuidou de suas feridas, lavando e enfaixando suas pernas feridas. O
velho respirava com dificuldade, mas estava vivo.
A narrativa tomou um rumo intenso, e o desafio de Evanns se
aprofundou. Aqui está uma versão aprimorada e mais observadora
da história:

Ato 2 – Herói, não...


Evanns despertou em uma cama simples, os músculos do corpo
desgastados pelas feridas e pela idade, mas ainda com a chama de
sua vingança alimentando cada respiração. O ambiente era
modesto, a casa acolhedora, mas ele sabia que não podia se
permitir fraquejar. As pernas, enfaixadas, pulsavam com a dor das
mordidas dos lobos, mas a vontade de seguir em frente era mais
forte que qualquer desconforto físico.
Ao tentar se levantar, a dor o fez gemer. Suas articulações rangiam
com o peso do tempo, e cada movimento parecia um desafio. No
entanto, não havia espaço para descanso. Ele sentiu a necessidade
de escapar daquela casa, de seguir sua jornada, de continuar
caçando aquele que destruiu sua vida.
Quando se aproximou da janela e tentou saltar para o lado de fora,
um grito interrompeu seus planos. Um guarda, corpulento e alerta,
o avistou imediatamente.
— Ei! Para onde pensa que vai, velhote?
Com um reflexo imediato, Evanns tentou correr, mas suas pernas
não o obedeceram. O guarda, com facilidade, o alcançou,
bloqueando sua fuga e encurralando-o em um beco estreito.
— Você será levado sob custódia por invadir casas alheias! — O tom
do guarda era de zombaria, mas Evanns não tinha tempo para
perder em palavras.
Em um impulso de sobrevivência, ele agarrou um punhado de terra
do chão e, com força e rapidez, lançou no rosto do guarda.
Aproveitando a distração, Evanns se lançou para a frente, correndo
o mais rápido que suas pernas feridas permitiam. A dor das feridas
era esmagadora, mas a adrenalina o impelia adiante, e ele
finalmente se viu fora do campo de visão do guarda.
Ele parou por um momento, respirando pesadamente, e olhou ao
redor. A cidade parecia ainda mais imensa e indiferente, e a
situação só piorava. O desafio não era apenas sobreviver, mas
crescer em força. Sabia que a única maneira de fazer isso
rapidamente era obtendo algum tipo de manual de cultivo das
seitas cultivadoras. Ele já ouvira rumores sobre a existência desses
livros que poderiam lhe conceder um poder extraordinário. Era o
que ele precisava.
Após um dia de buscas exaustivas, uma lembrança lhe veio à
mente. Alguns jovens, ele soubera, estavam se reunindo perto da
floresta para explorar uma caverna recém-descoberta. Rumores
diziam que havia uma herança deixada por um cultivador do
passado. Era sua chance. Porém, antes de seguir, ele sabia que
precisava de uma túnica adequada para se infiltrar nas seitas e
passar despercebido.
Andando pelas ruas da cidade, suas opções eram limitadas até que
encontrou uma túnica suja, jogada sobre o chão de uma viela. O
símbolo da lua negra estava estampado nela, um emblema que ele
reconheceu com um calafrio: a mesma marca do assassino que
destruiu sua família. Com um olhar furtivo para garantir que
ninguém o observava, Evanns pegou a túnica e vestiu-a, sentindo
que, de algum modo, estava mais próximo de seu destino, mas
também mais distante da humanidade.
Chegando à entrada da caverna, ele se deparou com um cenário
macabro. Os corpos dos jovens estavam espalhados ao redor,
mortos de maneira brutal. O cheiro de sangue fresco ainda pairava
no ar. Evanns, com o coração pesado, avançou cautelosamente,
buscando uma arma que pudesse ser útil. Seu olhar se fixou em um
machado jogado entre os corpos. Era grande e pesado, mas era a
única arma decente ali. Com determinação, ele o pegou, sentindo a
força que a lâmina poderia trazer a ele. Pesava, sim, mas seria útil
para o que estava por vir.
Adentrando a caverna, seus sentidos estavam aguçados. O local
estava escuro e abafado, e o som de seus próprios passos ecoava
pelas paredes rochosas. O ambiente parecia estar imbuído de uma
energia misteriosa, algo que ele ainda não conseguia entender, mas
que sabia que precisava dominar.
Foi então que o viu. Um homem de túnica negra, com a mesma lua
estampada no peito, estava diante dele. Evanns, ainda usando a
mesma túnica, sentiu uma chance de se aproximar. Talvez, apenas
talvez, ele poderia enganar esse inimigo.
Com um movimento suave, ele avançou, tomando cuidado para não
ser notado. O homem, no entanto, o avistou antes que pudesse dar
o golpe decisivo. Ele se preparou, e no momento em que Evanns o
atacou, o golpe foi apenas um arranhão, errando o ponto vital. O
fator surpresa se dissipou instantaneamente.
O cultivador com a lua negra reagiu com uma rapidez
impressionante. Ele desferiu um soco potente, infundido com seu
ki, fazendo Evanns cambalear para o lado, com a sensação de que
seus ossos estavam prestes a se partir. Mas a raiva e a necessidade
de vingança o mantiveram em pé.
Sem hesitar, ele girou o machado, mirando o torso do inimigo. A
lâmina encontrou seu alvo, e um grito de dor ecoou pela caverna. O
cultivador, furioso, tentou uma cotovelada fatal. Evanns desviou,
seus reflexos sendo impulsionados pela sobrevivência, e com um
movimento calculado, golpeou a cabeça do adversário.
O homem tombou, desmaiado, e Evanns ficou ali, respirando
pesadamente, suas mãos trêmulas segurando o machado. Ele sabia
que essa vitória era apenas um pequeno passo no caminho tortuoso
que o aguardava. Mas era um passo na direção certa.
A jornada de vingança de Lucien Evanns estava longe de terminar.
Ato 3 - O Preço do Poder

Com movimentos ágeis, Evanns desarma o cultivador inconsciente e o


amarra firmemente usando tiras rasgadas de sua própria túnica. Seus
dedos, calejados pelo tempo, trabalham com precisão metódica enquanto
assegura os nós. O homem não acordaria tão cedo, mas Evanns não podia
se dar ao luxo de correr riscos.
Adentrando mais profundamente na caverna, a escuridão parecia engoli-lo.
O ar tornava-se mais denso a cada passo, carregado com uma energia
antiga e misteriosa. Seus olhos, adaptando-se à penumbra, começaram a
detectar sutis alterações no terreno – pedras soltas estrategicamente
posicionadas, fendas suspeitas nas paredes, cordas quase invisíveis
cruzando o caminho.

"Armadilhas", murmurou para si mesmo, seu corpo tenso com a descoberta.

O trajeto transformou-se em uma dança mortal. Cada passo exigia cautela


absoluta. Uma pedra mal colocada poderia significar sua morte. Evanns
avançava lentamente, seu corpo já exausto protestando contra o esforço
adicional. Várias vezes precisou se contorcer em ângulos impossíveis para
evitar mecanismos letais, suas articulações rangendo em protesto.

Após o que pareceu uma eternidade, o túnel começou a se alargar. A


atmosfera mudou sutilmente, e uma luz tênue e etérea começou a se
infiltrar pelas paredes. Ali, diante dele, erguia-se uma estrutura que parecia
desafiar a própria natureza da caverna – um templo de pedra branca, suas
paredes polidas refletindo uma luminosidade sobrenatural.

O coração de Evanns acelerou quando seus olhos encontraram o objeto de


sua busca. No centro do templo, sobre um pedestal ornamentado,
repousava um livro antigo, envolvido por correntes que pareciam pulsar
com vida própria. A visão era hipnótica, atraindo-o como uma mariposa para
a chama.

Seus dedos trêmulos mal haviam tocado a superfície do livro quando o ar


explodiu ao seu redor. Um golpe brutal atingiu suas costas, lançando-o ao
chão com força devastadora. Girando com dificuldade, seus olhos
encontraram seu agressor – uma estátua humanóide, sua superfície de
pedra emanando uma aura ancestral de poder.

O machado pesava em suas mãos enquanto ele se levantava, ignorando a


dor que percorria seu corpo. A estátua avançou com uma velocidade
impossível para algo feito de pedra. Evanns esperou até o último momento,
reunindo suas forças para um golpe preciso na perna do construto. O
impacto reverberou por seus braços, mas a lâmina encontrou seu alvo,
estilhaçando a pedra.
Aproveitando o desequilíbrio momentâneo de seu oponente, Evanns girou o
machado novamente, desta vez mirando o torso da estátua. O golpe foi
certeiro, e o guardião ancestral se desfez em uma chuva de fragmentos.

Ofegante, ele se voltou para o livro. Suas mãos tocaram as correntes, e uma
sensação gélida percorreu seu corpo. Era como se algo estivesse sendo
arrancado de sua própria essência. Seu rosto, já marcado pelo tempo,
começou a enrugar ainda mais. Cabelos embranqueceram em questão de
segundos, e uma fadiga profunda penetrou até seus ossos.

Quando finalmente conseguiu abrir o livro, uma torrente de conhecimento


invadiu sua mente. Símbolos, técnicas, segredos há muito esquecidos – tudo
fluía para dentro dele com uma força avassaladora. Era conhecimento
demais para um corpo mortal suportar.

As pernas de Evanns cederam, e a escuridão o envolveu. Seu último


pensamento, antes de perder a consciência, foi para sua família. O preço do
poder era alto, mas ele pagaria qualquer preço para ter sua vingança.

O velho guerreiro jazia imóvel no chão do templo antigo, seu corpo agora
aparentando setenta anos, mas sua mente repleta de segredos que
poderiam mudar o destino do mundo. A questão que permanecia era: seria
ele capaz de despertar e usar esse conhecimento, ou o preço tinha sido alto
demais?

Ato 4 - Morto?

A consciência retornou lentamente para Evanns, como ondas quebrando em


uma praia distante. Algo estava diferente. Profundamente diferente. O
silêncio era absoluto – não havia batidas de coração, nem o suave ritmo da
respiração. Apenas... vazio.

Seus dedos se moveram primeiro, raspando contra a pedra fria do chão. O


som era estranho, um clique seco de osso contra pedra. Quando finalmente
abriu os olhos – ou o que restava deles – não havia mais a familiar limitação
da visão humana. Em vez disso, duas orbes de luz azulada brilhavam nas
órbitas vazias de seu crânio, permitindo que ele enxergasse o mundo de
uma maneira completamente nova.

Evanns ergueu as mãos diante do rosto e observou, com uma mistura de


horror e fascinação, os dedos esqueléticos que haviam substituído sua
carne. Sua pele, músculos, tudo havia desaparecido, deixando apenas ossos
brancos e reluzentes, unidos por uma energia sobrenatural que emanava do
próprio livro.

"O que... o que eu me tornei?" sua voz era agora um sussurro sepulcral,
ecoando de forma oca através de sua mandíbula descarnada.

Levantou-se com um movimento fluido, surpreendentemente ágil sem o


peso da carne e do sangue. A túnica negra com o símbolo da lua ainda
cobria seus ossos, dançando ao redor de sua forma esquelética como se
movida por uma brisa inexistente. O conhecimento obtido do livro pulsava
em sua mente – ou no que restava dela – com uma clareza cristalina.

Um riso amargo escapou de sua mandíbula. Irônico que sua busca por poder
para vingar sua família o tivesse transformado em algo que eles
possivelmente temeriam. Mas isso importava agora? A morte já não era
mais um obstáculo – ele havia atravessado essa fronteira e retornado como
algo mais. Algo além da mortalidade.

Seus dedos ossudos acariciaram a capa do livro antigo, sentindo a energia


que ainda fluía dele. O preço havia sido alto: sua humanidade. Mas agora
ele tinha todo o tempo do mundo para caçar o assassino de sua família. Não
precisava mais de comida, água ou descanso. Não sentia mais dor ou
cansaço. Era uma máquina de vingança, movida apenas por sua
determinação inabalável.

"Você pode ter matado o homem que eu era," murmurou para o vazio da
caverna, sua voz carregando um poder novo e terrível, "mas criou algo
muito pior."

Evanns caminhou em direção à saída da caverna, seus passos não fazendo


qualquer som contra o chão de pedra. O machado, ainda manchado com
fragmentos da estátua, encontrava-se caído próximo ao pedestal. Ele o
recolheu, e a arma pareceu responder à sua nova natureza, uma tênue aura
azulada envolvendo a lâmina.

O cultivador que ele havia amarrado ainda estaria lá fora, e seria o primeiro
a testemunhar sua transformação. Talvez dele, Evanns pudesse extrair
informações sobre o paradeiro de seu verdadeiro alvo. E se o homem
morresse de medo ao ver sua nova forma... bem, isso seria apenas um
bônus.
Um sorriso impossível pareceu se formar em seu crânio descarnado
enquanto avançava pela caverna. As armadilhas que antes o haviam
desafiado agora pareciam triviais – afinal, que dano poderiam causar a
alguém que já estava morto?

A vingança tinha um novo rosto agora. Ou melhor, a ausência de um.

Você também pode gostar