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Conversa Transformadora no Consultório

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pois crie um texto no mesmo estilo desse, de um rapaz, numa sala escura e

clara ao mesmo tempo, de um consultório, com um psicólogo. os dois


passaram alí, quase 3 horas conversando, mas oq era pra ser sobre
problemas pessoais e de ansiedade, acabou sendo uma conversa sobre,
politica, sobre mulheres, sobre finanças, sobre futebol, sobre cidades e
viagens, sobre amizades, sobre negócios, sobre filosofia, sobre viver bem,
sobre amores, sobre paixões, descreva a sala do consultório o máximo que
vc conseguir, adicione detalhes como o piso em cerâmicas em formato de
xadrez, com peças verdes escuras e brilhantes de porcelana e peças
brancas brilhantes também de porcelana, adicione que conversaram sobre
infância, sobre sobrevivência, sobre filmes, sobre os animais na África, sobre
o estilo de vida dos japoneses, adicione que a sala tinha pelo menos 30
lâmpadas, cada uma numa cor diferente, na sala era diferente de um
consultório comum, pois a pessoa ficava extremamente avontade, e
sentava era num sofá, de cor verde esmeralda e com leve tons mais claros
por conta de seu design, o dr tinha aparencia de uns 70 anos, um senhor de
pele clara, cabelos já brancos e dois dentes de ouro, um bigode que
lembrava muito os anos da colonização do brasil, os mesmo bigodes
daqueles barões antigos, e também na branca, mais pro lado do cinza. tinha
uma voz calma e grave. E detalhe, esse rapaz, havia ido ao consultório, para
falar com o pscicologo, pois ele não estava a sentir-se bem mentalmente,
estava muito ansioso, e queria entender o porque disso tudo. O pscicologo
que aparentava ter 70 anos, ao falarem de amor e paixões, cotou em
detalhes sobre seus relaciomentos passados, incluindo namoros e
casamentos, pois teve 3 casamentos, o jovem rapaz ficara impressionado
com a riqueza de detalhes que a história era contada e ali sentira-se tão
bem como nunca antes, na mente dele, ele moraria alí dentro daquela sala,
pois quando saissse da sala, e passasse a sentir o calor externo passaria a
sentir-se mal como havia entrado, e na sala até em relação ao clima era
melhor, pois havia 4 aparelhos de ar condicionado, cada um mais potente
que o outro, e todos funcionando ao mesmo tempo, por isso que havia na
sala um guarda roupas, cheio de casacos dos mais variados tipos, pra
agradar todos os gostos, tinha desde casacos de couro, até mesmo os de
grife mais caros de paris, curioso o rapaz questiona o porque, ele diz que
era pra fazer com seus pacientes não passassem frio, e pudesse fazer isso
usando um dos casacos que estava lá, o que lhe agradasse mais e o
paciente nem precisaria pagar por isso, era uma técnica desenvolvida por
ele mesmo para fazer seus pacientes ficarem mais relaxados e mais
naturais durante a consulta e com isso se sentissem melhores para falar
tudo que precisaria ser dito. De pronto, o dr. Fala para o rapaz escolher um,
pois a sala começaria a ficar muito fria nos próximos 2 minutos, os ares-
condicionados estavam em 16°C mas a sensação era de -10°C. então o
rapaz se aproxima do guarda roupas e quando o abre, fica maravilhado com
a quantidade e diversidade, havia de todas as cores e modelos, ele fica
alguns segundos em silencio apenas olhando para as peças que estavam a
sua frente, o dr. o observava com um singelo sorriso, já sabendo que a
conversa com este rapaz poderia ser diferente de todas as que já havia tido
com pacientes anteriores. O rapaz então pega um casaco de couro em
listras pretas e brancas, que lembrava mais uma zebra, o dr. o questiona o
pq da escolha e diz que foi uma escolha bem peculiar, pois ninguém nunca
havia escolhido aquele casaco, o rapaz não sabe explicar e diz que não
escolheu o casaco, o casaco o escolheu, o dr acha aquela resposta o tanto
quanto intrigante, foi a partir daí que começaram a conversa falando de
animais, em especial os do continente africano, começando pela zebra, o
rapaz não estava entendo oq aquilo tinha haver com seu problema que
estava a sentir e que havia motivado a ir até o concultorio fazer a consulta,
mas estava gostando da conversa, quando de repente passram-se aalguns
minutos, e estavam lá os dois, rachando em risadas por conta da aparência
de um ornitorrinco, que parecia uma mistura de pato com esquilo, algo que
segundo o rapaz, era muito estranho. O jovem conversava e prestava
atenção em todos os detalhes da sala, que era completamente diferente de
todas as outras partes do consultório, até que então o rapaz nota uma
espécie de musica antiga, daquelas que se puxava um negocio pra cima e
colocava um disco do tamanho de um prato e deixava uma ponta o
aranhando para tocar a musica. E questiona se funciona, o dr. diz que sim e
faz uma pequena demonstração, coloca pra tocar uma musica de elvis
Presley, o rapaz sente como se tivesse nos anos 60 e sente vindo memorias
desta época, porém, memorias que ele sequer um dia viveu e acha
completamente estranho, dentro da sala havia também um quadro na
parede, da imagem de um homem, o rapaz pergunta quem é, o dr diz que
era o saudoso seu pai. O mais estranho é que o quadro era cores verdes e
brancos com tons de verde escuro, e a imagem parecia que estava vigiando
o rapaz, como se tivesse olhando para ele, e ele já estava ficando com
medo, mas de repente, aparece um rato na sala, no canto, logo atras da
mesa do doutor, ele diz para não se preocupar pois aquele rato era o ratinho
que ele cuidava e que ele sempre aparecia aquele horário para comer,
inclusive o pote de comida para o ratinho estava atras do rapaz, e então ele
pede para o rapaz pegar um pouco , não ter medo, e colocar para o ratinho,
quando ele abre a tampa do pote de vidro transparente, que continha
pequenas peças de ração para gato, o ratinho vem correndo para perto
dele, e próximo a seu pé, fica esperando pela sua comida. O rapaz então
questiona se o rato poderia comer aquela ração, pois era pra gatos, dr diz
que daí que os gatos e ratos não se dão bem, comem as mesmas coisas a
exceção deles mesmos, os ratos, senão estariam cometendo canibalismo,
então abaixa passa a mão cabeça do ratinho e coloca a comida perto do
rato, o ratinho então rapidamente come e vai embora novamente, então
doutor diz que depois ele iria voltar, pontualmente as 17horas, e que na
vida também é assim, depois que a gente a necessidade de alguém esse
alguém tende a ir embora e só volta quando sentir a necessidade de ter
aquilo novamente. Foi quando o dr. pegou uma folha de papel em branco
pra fazer uma anotação e também uma caneta, com bocal transparente e
bico fino, tinha umas listras brancas no seu seu corpo, e era de cor azul,
toda azulada, e as listras pareciam mais que tinham sofrido torção, estavam
contorcendo a caneta, que parecia ao mesmo tempo está abraçando a
caneta, em seguida eles começam a falar de abraços, e como isso pode ser
aliviador e ao mesmo tempo atormentador, então eles falam de todos os
tipos de abraços e quais envolvem quais sentimentos e elencam os
melhores e elegem um que segundo eles é o melhor dos abraços.

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