INSTITUTO PARAIBANO INFANTO-JUVENIL
ANA LETÍCIA MELO DE LUCENA, MARIA EDUARDA LIRA E MATEUS ALVES
TRABALHO DE HISTÓRIA
CULTURAS E REINOS AFRICANOS
JOÃO PESSOA
2024
ANA LETÍCIA MELO DE LUCENA, MARIA EDUARDA LIRA E MATEUS ALVES
TRABALHO DE HISTÓRIA
Culturas e Reinos Africanos
Trabalho apresentado pelo grupo ao professor
para obtenção de nota referente ao segundo
bimestre.
Orientador: Prof. Matheus Pereira
JOÃO PESSOA
2024
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO......................................................................................................................4
2 DESENVOLVIMENTO.........................................................................................................5
2.1 REINO KUSH.......................................................................................................................5
2.2 REINO AXUM......................................................................................................................6
2.3 REINO DO CONGO.............................................................................................................7
2.4 REINO MONOMOTAPA.....................................................................................................8
2.4 REINO BENIN.....................................................................................................................9
2.5 REINO DE GANA..............................................................................................................10
2.6 IMPÉRIO DO MALI...........................................................................................................11
2.7 IMPÉRIO SONGHAI..........................................................................................................12
3. CONCLUSÃO......................................................................................................................13
REFERÊNCIAS........................................................................................................................1
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1 INTRODUÇÃO
Ao longo dos séculos, as terras africanas abrigaram sociedades com estruturas políticas e
culturais diversas e complexas, desde os tempos mais remotos até o período pré-colonial.
Esses impérios e reinos se espalhavam por vastas regiões geográficas, indo do norte ao sul do
continente, do oeste ao leste.
Os impérios africanos se destacaram por apresentarem uma ampla diversidade de estruturas
sociais, econômicas e políticas. Esses impérios e reinos, além da sua riqueza material,
também se destacaram em cultura e intelecto. Muitos deles impulsionaram grandes avanços
em campos como arte, arquitetura, literatura e ciência, influenciando e refletindo até os dias
de hoje.
No entanto, a história dos reinos e impérios africanos é marcada por períodos de conflito
e competição interna e externa. Os conflitos sobre poder, propriedade de território eram
comuns, e muitos dos países africanos enfrentaram invasões estrangeiras e disputas territoriais
que eventualmente levaram ao declínio. Apesar dos desafios que enfrentaram ao longo dos
séculos, os reinos e governos africanos apresentam uma história rica e complexa que continua
a incentivar a aprendizagem e a compreensão da diversidade da cultura e da história do
continente africano.
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2 DESENVOLVIMENTO
2.1 REINO DE KUSH
O Reino de Kush, também conhecido como Antiga Núbia, foi um reino africano que existiu,
aproximadamente, entre 2.000 a.C. e 350 d.C., o qual se desenvolveu as margens do rio Nilo.
O comércio se baseava em vendas de peles de animais, metais preciosos, especiarias,
artesanato e povos escravizados, principalmente para o Egito Antigo. O poder político ficava
concentrado nas mãos de um rei, o qual era considerado um representante de deus ao povo.
Os cuchitas receberam forte influência política, principalmente através da dominação militar,
dos egípcios. Mesmo assim, desenvolveram sua própria cultura.
O Reino de Kush também teve influência na arte e arquitetura, os quais construíram templos,
dando ênfase as pirâmides, que era a marca do império, porém eram menores que as egípcias.
Os povos do sul da Núbia, eram denominados de sudaneses (atual Sudão e Sudão do Sul), a
região era conhecida como “terra dos negros” pois os povos que habitavam no território
tinham a pele mais escura do que as dos povos de Magreb (norte do continente).
As relações entre a Núbia e Egito sempre foram pacíficas. Por volta de 1530 a.C., a região sul
africana foi invadida e dominada pelos egípcios, mas com o enfraquecimento do império
Egípcio conseguiram sua autonomia. Em 747 a.C., o rei Piankhy conseguiu dominar o Alto
Egito, estabelecendo a 25° Dinastia Egípcia -os faraós núbios-. Uma das principais cidades do
reino era Meroé, terra dos meroítas.
A partir do século II a.C. surgiram as “candaces” no Reino de Kush. Eram mulheres da
nobreza que governavam o reino de forma independente, ou seja, sem a interferência de
nobres do sexo masculino.
Em meados de 350 a.C. o reino foi dominado pelo Império Axum, em decorrência de crises
por escassez de minérios e a competição do Mar Vermelho.
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2.2 REINO DE AXUM
Após conquistar imensos territórios, o reino de Axum assumiu o controle das importantes
rotas comerciais do sul da Península Arábica, Arábia meridional, Núbia e Etiópia, que
cortavam o Mar Vermelho. Além disso, possuía terras férteis que permitiram a prática da
agricultura e criação de gado. Com o objetivo de gerenciar e supervisionar o comércio na
região, o reino de Axum criou sua própria moeda e estabeleceu relações comerciais com a
Índia e a China.
Um dos acontecimentos mais importantes de Axum foi a conversão ao cristianismo do rei
Ezana, a Igreja Axumita reuniu características de diversas religiões, como o judaísmo.
Uma das características marcantes desse período é a criação das onze Igrejas, esculpidas
diretamente em rochas no solo. Essas construções religiosas são consideradas parte do
patrimônio histórico da humanidade e representam a tradição da Igreja Ortodoxa Etíope.
Além das Igrejas, diversas outras estruturas do antigo reino de Axum merecem destaque,
como os obeliscos, as imponentes torres de pedra, as tumbas e outros templos que remontam à
época anterior à adoção do cristianismo.
O declínio de Axum iniciou-se nos séculos VIII e IX, por conta dos califados que passaram a
dominar as rotas comerciais marítimas e das invasões de povos vizinhos. Contudo, o
cristianismo permaneceu como religião dos povos da região.
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2.3 REINO DO CONGO
A "origem" do Reino do Congo detém ao século XIV, quando as tribos congolesas, região
central da África, uniram-se sob a liderança de seu primeiro rei Nímia Luqueni, marcando o
início da formação do reino. Nímia Luqueni é considerado o fundador do reino. Ele é
conhecido por seu papel na unificação das tribos congolesas e por estabelecer as bases para a
futura organização política do reino. A consolidação do Reino do Congo como uma entidade
política distinta ocorreu gradualmente ao longo dos séculos seguintes.
A organização social do Reino do Congo era uma sociedade dividida em diferentes camadas
sociais, que são hierarquicamente organizados, com uma aristocracia que detinha privilégios e
um sistema de castas que definia a posição social das pessoas. A nobreza tinha acesso a
recursos e benefícios, enquanto as camadas mais baixas da sociedade enfrentavam restrições
sociais.
A economia do reino era predominantemente agrícola, com ênfase na produção de alimentos
como mandioca, milho e óleo de palma. Além disso, o comércio desempenhava um papel
importante na economia, com o Reino do Congo exportando produtos como marfim, tecidos e
minerais.
A arte do Reino do Congo era rica e diversificada, eles refletiam as suas crenças e culturas
através da arte.
O declínio do Reino do Congo começou a se manifestar aos poucos no final do século XIX, à
medida que a região se tornava alvo da colonização europeia. Os belgas, em particular,
exerceram controle sobre partes do território congolês, resultando no declínio da soberania do
Reino do Congo.
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2.4 REINO MONOMOTAPA
O Império Monomotapa, estabelecido pelo povo xona no século XIII, surgiu como uma
potência na região do planalto do Zimbábue. Graças à sua localização ao sul do rio Zambeze e
à ausência da mosca tsé-tsé, que tornava a terra imprópria para muitos animais, os xonas
foram capazes de ocupar e prosperar naquela área. Eles desenvolveram técnicas agrícolas
avançadas e se destacaram na criação de gado, aproveitando as terras férteis e os rios da
região. As cidades- estado do litoral Índico, como Sofala, Quiloa, Mogadíscio e Socotorá,
desempenharam um papel importante no comércio marítimo da região. Dominando técnicas
agrícolas, pesca, metalurgia e construção naval, essas cidades tornaram-se prósperos centros
comerciais, construção naval, essas cidades tornaram-se prósperos centros comerciais,
especialmente após a chegada dos muçulmanos no século XIII. Apesar da atividade mercantil
lucrativa, a maioria da população era composta por agricultores, pescadores, criadores de
gado e ferreiros, que mantiveram as cidades durante períodos de crise. Sua sociedade era
organizada em torno da adoração de Muári, o deus supremo.
O centro político e econômico do império era o Grande Zimbábue, onde residia o chefe do
povo xona e sua corte. As vilas eram cercadas por muralhas feitas de grandes blocos de pedra,
conhecidas como zimbábues, que serviam como proteção para as casas construídas com dagas
e sapés. O comércio desempenhava um papel crucial na economia do império, especialmente
após a descoberta do ouro na região. O ouro do Grande Zimbábue era negociado com as
cidades-estado do litoral Índico, como Quiloa e Sofala, em troca de bens de luxo como
porcelana chinesa, vidro sírio e contas variadas.
No entanto, o Império Monomotapa enfrentou uma série de desafios que levaram à sua
decadência. O crescimento populacional descontrolado, a seca de alguns rios e o surgimento
da mosca tsé-tsé contribuíram para a crise. O chefe Niatsimba Mutota, em busca de novas
terras, liderou uma migração para o norte, levando parte da população consigo. O império
fragmentou- se em unidades políticas menores e entrou em declínio, um processo que foi
acelerado pela chegada dos europeus.
O contato com os europeus trouxe mudanças significativas para essas cidades, especialmente
no que diz respeito à dinâmica sociopolítica. No entanto, foi no século XVII que essas
comunidades viram uma transformação drástica, com um grande número de habitantes sendo
escravizados e vendidos para a América por meio do comércio transatlântico de escravos.
Esse período marcou o declínio final das grandes cidades-estados do litoral Índico e o fim de
uma era de prosperidade e intercâmbio cultural na região.
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2.5 REINO DO BENIN
O Reino de Benin começou a ser formado entre os séculos XII e XIII. A história de sua
formação é articulada por um misto de investigações arqueológicas e mitos, haja vista que os
mitos fundadores da tradição oral de Benin estão associados aos mitos fundadores da cidade
de Ifé. Conta-se que Ifé foi fundada por Odudua, um orixá da criação, a mando do deus
supremo, Olorum. Benin, por sua vez, teria sido fundado por Oraniã, orixá das profundezas da
Terra, filho de Odudua.
O Reino do Benin era situado na parte sul do litoral oeste africano em uma região que hoje é o
sul da Nigéria (o estado moderno do Benin fica mais adiante no litoral oeste e tem seu nome
derivado da Baía do Benin). O território é uma mistura de florestas tropicais, florestas secas e
manguezais. Formado no século XIII EC como um estado propriamente dito, o Reino do
Benin foi povoado pelo povo edo.
O reino se expandiu devido ao comércio local, em que Benin desempenhava o papel de
intermediário, facilitando a circulação de produtos como algodão e pedras semipreciosas que
não eram produzidos internamente. Além disso, outros bens comercializados entre os povos
da região oeste da África eram peixe, sal, inhame e gado. As relações comerciais eram tão
bem estabelecidas que há registros do uso de moedas locais, como manilhas, fios e varas
feitas de metais como cobre, latão e bronze. Búzios, trazidos da Pérsia e das Maldivas,
também eram utilizados como meio de troca em Benin antes do contato com os europeus,
indicando o comércio com os reinos da savana no norte africano, que teriam obtido esses itens
por meio de rotas terrestres.
Outras nações europeias além de Portugal ficaram interessadas na África Ocidental ao final do
século XVI EC, incluindo os britânicos, os franceses e os holandeses. Os britânicos,
determinados a afrouxar o controle do comércio dos reis do Benin, conquistaram o reino em
1897 EC, que já havia sido severamente enfraquecido por uma longa série de disputas
dinásticas e guerras civis. Entretanto, os reis não foram completamente suplantados e os
descendentes da dinastia real do Benin ainda tem o título de Obá, exercendo uma função
consultiva no governo da Nigéria. O nome Benin também vive, pois foi reinstaurado pela
colônia francesa de Dahomey quando declarou independência em 1975 EC para tornar-se a
República do Benin.
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2.6 REINO DE GANA
A região de Sahel, localizada ao sul do Saara, foi ocupada pelos sudaneses. Na região era
praticada atividades agrícolas, onde se desenvolveram diversos reinos, como o de Gana.
A região de Gana prosperou devido a cobrança de tributos de comerciantes que atravessavam
a região saariana. O gana, como era chamado o líder do povo soniekê, tinha o controle sobre
os povos e recolhia esses impostos em ouro sobre as mercadorias que circulavam no local. As
diversas taxações e o controle das minas de ouro fizeram com que o Reino ficasse conhecido
como “reino de ouro”.
Segundo o escrito de al-Barkri (viajante mulçumano) existia a circulação de mulçumanos. Na
capital, Cumbi-Salé havia cerca de 12 mesquitas, o que indica que existia uma pacificidade
entre as religiões locais.
O Reino prosperou devido ao exército bem preparado, região geográfica e pelo fato de que os
berberes precisavam pagar pelo transporte de mercadorias com bois, pois os mesmos
utilizavam dromedários, que não resistiam ao clima de savana.
O primeiro estágio de declínio do Reino de Gana começou quando a Cumbi-Salé foi invadida
pelos Almorávidas vindos do norte da África do Norte, provavelmente um revide pela
tentativa dos governantes de Gana ao forçarem a presença dos mesmos no comercio na região
de Sahel. Com a concorrência das mais importantes cidades, a região do Reino de Gana
começou a declinar.
Os berberes, da dinastia dos Almorávidas, atacaram e conquistaram a capital, o que resultou
numa divisão no reino, a parte norte era controlada pelos mulçumanos e a parte sul,
comandada pelo povo soniekê. Porém, o Reino de Gana se recusou a se converter ao Islã e
entrou em diversas guerras até o final do século XII, quando os últimos territórios foram
incorporados ao reino de Mali.
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2.7 IMPÉRIO DO MALI
Após anos de disputas entre os sonikês e os almorávidas, e depois da guerra com os sossos,
que chegaram a dominar a região, Mali se tornou independente e adotou o islamismo como
religião oficial. Os mandigas conseguiram se restabelecer e conquistar a antiga região do
império de Gana, sob o comando de Sundiata Keita, que recebeu o título de mansa.
O império do Mali era um estado unificado, composto de diversos povos, incluindo os sonikês
e sossos. Os povos conquistados tinham uma economia relativa e pagavam impostos ao poder
central, e alguns eram submetidos a violência e controlados pelo mansa.
A riqueza de Mali era proveniente pela fertilidade da região, o qual havia o cultivo de
alimentos e a criação de animais. O ouro extraído por Mali sustentava grande parte do
comércio no Mediterrâneo assim como o domínio de minas de ouro próximos à capital.
Como a região era comandada por mulçumanos, o comercio do império foi favorecido pois os
berberes mulçumanos preferiam comerciar com clientes da mesma religião.
O ápice de Mali se deu no século XIV no governo de Mussa, onde expandiu os domínios da
região e empreendeu a peregrinação à Meca.
Devido ao fato de que o território era extenso, Mali começou a se dissolver por disputas e
questões administrativas, o que enfraqueceu o poder do mansa.
O império foi conquistado pelo Império de Songhai entre os séculos XVI e XVII.
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2.8 IMPÉRIO SONGHAI
Até o fim do século XIV, a cidade de Gao e seu povo, os songhai, estavam sob domínio do
Império do Mali, porém, com o seu declínio, a cidade se tornou independente. A população
de Songhai expulsou os tuaregues da região e dominou outros territórios dos rios Senegal e
Níger.
O governo do Império de Songhai era mais centralizado, mas o governante era um monarca
absoluto. Os reinos dominados não eram autônomos, e estavam submetidos ao controle dos
reis, que regulavam e fiscalizavam o comércio.
O que garantiu o poderio de Songhai, foi seu exército bem preparado e comandado por Askya
Mohammed. O exército tinha vantagem em relação aos povos dominados, pois importavam
cavalos para as tropas e a utilização de metais nas armaduras.
No início do império, a religião islâmica não foi adotada. O Rei Sooni Ali era contra o
islamismo, porém rei Mohammed I era um convertido ao Islã, o qual chegou a fazer a
peregrinação para Meca, onde recebeu o título de Califa do Sudão. Mohammed impôs a lei
islâmica ao seu povo, os trabalhos do rei se tornariam uma parte importante da reforma
islâmica que varreu a região a partir do século XVIII EC. Uma elite urbana se desenvolveu, a
qual predominantemente islâmica. As cidades eram atraídas por mercadores ricos e estudiosos
do Alcorão.
O controle das rotas comerciais, territórios e minas de sal eram disputados com os povos
vizinhos. O Império Songai começou a declinar, a partir do século XVI EC. A sucessão de
líderes e guerras civis pelo direito de sucessão que arruinava o império desde a morte do rei
Mohammed I. O líder marroquino Ahmad al-Mansur Saadi, conhecido como “O Conquistador
de Ouro”, enviou tropas a Songhai. A partir disso, o império declinou e se fragmentou e
encerrou o período dos grandes impérios na África Subsaariana.
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3. CONCLUSÃO
Os grandes impérios do Oeste Africano, como o Império do Mali, o Império Songhai e o
Império Gana, tiveram um papel fundamental na história e no desenvolvimento da região.
Suas trajetórias são marcadas por períodos de grande riqueza, intensa atividade comercial e
avanços culturais.
Esses impérios serviram como centros de poder político, econômico e cultural, contribuindo
para a propagação do conhecimento, da arte e da religião tanto dentro da África Ocidental
como além de suas fronteiras. Por exemplo, o Império do Mali, com sua sede em Timbuktu,
destacou- se como um importante centro de estudos islâmicos durante a Idade Média, atraindo
estudiosos, mercadores e peregrinos de diversas partes da região e do mundo islâmico.
Entretanto, esses impérios também enfrentaram desafios, como conflitos internos, pressões
externas e mudanças nas rotas comerciais. Porém, por questões de conflitos, mudanças de
rotas comerciais e invasões, os impérios entraram em declínio e se fragmentaram.
Apesar de não existirem mais, os impérios africanos tiveram suma importância na cultura,
arquitetura, e religião atualmente. Contudo, é necessário o estudo dos impérios citados para
compreender a cultura da África e sua contribuição mundialmente.
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REFERÊNCIAS
1. CAMPOS, Tiago Soares. Reino do Congo: história, duração, declínio. Mundo Educação.
Disponível em: [Link] Acesso
em: 11 maio 2024.
2. CARTWRIGHT, Mark. Império de Gana. World History, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em: 10 maio 2024.
3. CARTWRIGHT, Mark. Império Songai. World History, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em: 11 maio 2024.
4. CARTWRIGHT, Mark. O Reino de Benin. World History, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em: 11 maio 2024.
4. DIGITAL, Sae. Livro 2: Linguagens e Ciências Humanas. 1. ed. Curitiba: Sae Digital,
2024. 316-329 p. ISBN 978-85-535-2671.
5. FERNANDES, Cláudio. "O reino de Axum". Brasil Escola Disponível em:
[Link] Acesso em 13 de maio de 2024.
6. FERNANDES, Claúdio. Reino de Benin. Características do Reino de Benin. Mundo
Educação. Disponível em: [Link]
Acesso em: 11 maio 2024.
7. MACHADO RAMOS, Jefferson Evandro. Reino de Cuxe: história, política, religião,
resumo e arte. Sua pesquisa, 2023.
Disponível em: [Link] Acesso
em: 13 maio 2024.
8. MARTINS DE AGUIAR, Lilian Maria. O Império de ouro no Reino de Gana. Mundo
Educação. Disponível em: [Link]
[Link]. Acesso em: 10 maio 2024.
9. TEORIAS, de Overdose. Império Monomotapa. Overdose de Teorias. Disponível em:
[Link] Acesso em: 11 maio
2024.
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