1 Rigidez da Viga
Momentos são posi vos no sen do an -horário.
Rotações são posi vas no sen do an -horário.
Forças são posi vas na direção posi va de y^.
Deslocamentos são posi vos na direção posi va de y^.
Matriz de Rigidez da Viga Baseada na Teoria de Euler-Bernoulli
Exemplo de Montagem de Matrizes de Rigidez de Viga
CC
Carregamento Distribuído Exemplo 4.6
Condição de contorno
Matriz simplificada após cc
Exemplo 4.2
para os deslocamentos, obtemos (Matriz inversa)
Cc
F(e) forças nodais globais efe vas
para obter as corretas forças nodais globais
as forças nodais globais (e momentos) nos nós de suporte (nós 1, 3 e 5)
podem ser interpretadas como forças de reação, e as forças nodais globais
nos nós 2 e 4 são as forças nodais aplicadas.
Carga concentrada - Exemplo 4.7
Exemplo 4.3
Elemento de Viga com Ar culação Nodal - Exemplo 4.10
Cc
Carga distribuída e concentrada - Exemplo 4.8
Energia Potencial para Derivar Equações de Elementos de Viga
energia potencial total = energia de deformação + energia
potencial das forças
método de equivalência de trabalho Exemplo 4.9
Cc d1y=0, Ø1=0, d3y=0 e Ø3=0 Galerkin’s Method – Beam Element 220
w: carregamento transversal.
Residuo:
Integral por partes para reduzir a integração
𝒅𝒗 𝒅𝒖
𝒖 𝒅𝒙 = 𝒖𝒗 − 𝒗 𝒅𝒙
𝒅𝒙 𝒅𝒙
Usando as Eqs. (6.2.32) e (6.2.34), obtemos a matriz B como
Método dos resíduos ponderados (Solução de EDO’s por
aproximação)
onde usamos A=2 pol2 na Eq. (6.2.62).
Psi = 0
f’ = aproximação de f. e wi (x): n funções de peso
No Galerkin: wi (x) = Ni(x): Usando a Eq. (6.1.8) para condições de tensão plana
,
Ni(0) = .... 0 Ni(1) = .... 0
Capítulo 6 - Desenvolvimento das Equações de Rigidez para Tensão Plana
e Deformação Plana
Tensão Plana é um estado de tensão onde a tensão normal e as tensões de
cisalhamento perpendiculares ao plano são zero. Em placas finas no plano
x-y, sujeitas a trações de super cie T, a tensão normal σz e as tensões CASO FOSSE ESTADO PLANO DE DEFORMAÇÕES:
cisalhantes τxz e τyz são consideradas zero. Membros finos, com pequena
dimensão z comparada às dimensões no plano x e y, e cargas atuando
apenas no plano x-y, podem ser considerados em estado de tensão plana.
Deformação Plana é um estado de deformação em que a deformação
normal ao plano x-y (εz e as deformações cisalhantes (γxz e γyz) são zero.
Este conceito é aplicável a corpos longos, com área de seção transversal
constante, sujeitos a cargas que atuam nas direções x e/ou y, sem variação
na direção z. Subs tuindo as Eqs. (6.2.62) e (6.2.63) na Eq. (6.2.52),
Exemplo 6.1 Avalie a matriz de rigidez para o elemento mostrado na Figura
6-11. As coordenadas são mostradas em unidades de polegadas. Assuma
condições de tensão plana. Seja E=30×106 psi, ν=0,25 e espessura t=1 pol.
Assuma que os deslocamentos nodais do elemento foram determinados
como u1=0,0 v1=0,0025 pol., u2=0,0012 pol., v2=0,0 u3=0,0 e v3=0,0025
pol. Determine as tensões no elemento.
Realizando o produto triplo de matrizes, temos
Figura 6–11 Elemento de tensão plana
para avaliação da matriz de rigidez
Usamos a Eq. (6.2.52) para obter a matriz de rigidez do elemento. Para Para avaliar as tensões, usamos a Eq. (6.2.36).
avaliar k, primeiro usamos as Eqs. (6.2.10) para obter os β′s e ϒ′s da seguinte
forma:
Subs tuindo as Eq. (6.2.62) e (6.2.63), juntamente com os deslocamentos
nodais fornecidos, na Eq. (6.2.36), obtemos
Resolvendo (6.2.65),
Figura 6–16 Placa fina subme da a tensão de tração
Finalmente, as tensões principais e o ângulo principal são ob dos
subs tuindo os resultados das Eqs. (6.2.66) nas Eqs. (6.1.2) e (6.1.3) da
seguinte forma:
Figura 6–17 Placa discre zada
Montagem da Matriz de Rigidez Montamos a matriz de rigidez global pela
superposição das matrizes de rigidez dos elementos individuais. Pela Eq.
(6.2.52), a matriz de rigidez para um elemento é
6.3 Tratamento de Forças de Corpo e Super cie
Para o elemento 1, temos as coordenadas xi=0, yi=0, xj=20, yj=10, xm=0 e
ym=10,
Figura 6–18 Elemento 1 da placa discre zada
A pode ser ob do de forma equivalente pela fórmula das coordenadas
Figura 6–13 (a) Elementos com tração superficial uniforme atuando em uma
nodais da Eq. (6.2.9).
borda e (b) elemento um com tração superficial uniforme ao longo da borda
1-3
Exemplo 6.2
Para uma placa fina subme da à tração superficial mostrada na Figura 6-16,
determine os deslocamentos nodais e as tensões do elemento. A espessura
da placa t=1 polegada, E=30×106 psi, e ν=0.30.
Discre zação
Para ilustrar a solução do método de elementos finitos para a placa,
primeiro discre zamos a placa em dois elementos, como mostrado na
Figura 6-17. Deve-se entender que a espessura da malha não fornecerá um
comportamento previsto tão preciso da placa quanto uma malha mais fina,
par cularmente perto da borda fixa. No entanto, como estamos realizando
uma solução manual, usaremos uma discre zação grosseira para
simplicidade (mas sem perder a generalidade do método). Na Figura 6-17,
a tração superficial original de tração na Figura 6-16 foi conver da em forças
nodais da seguinte forma:
Com ν=0,3 e E=30×106 psi, obtemos
Eqs. (6.5.12) e (6.5.19), expandidas para a ordem de, e rearranjadas de
acordo com o aumento dos graus de liberdade nodal da matriz total K (onde
fatoramos uma constante 5), obtemos
Elemento 1
Elemento 2
onde os rótulos acima das colunas indicam a ordem nodal dos graus de
liberdade na matriz de rigidez do elemento 1.
Para elemento 2. coordenadas xi=0, yi=0, xj=20, yj=0, xm=20 e ym=10.
Usando a superposição das matrizes de rigidez dos elementos
Subs tuindo [K] em {F}=[K]{d} da Eq. (6.5.2), temos
eliminando linhas e colunas correspondentes às linhas e colunas da matriz
de deslocamento iguais a zero
O ângulo principal é então
CAP 8 -Desenvolvimento das Equações do Triângulo de Deformação Linear
Consideramos o desenvolvimento da matriz de rigidez e das equações para
um elemento triangular de ordem superior, conhecido como triângulo de
deformação linear (LST). Este elemento é comumente u lizado em muitos
Agora determinamos as tensões em cada elemento usando a Eq. (6.2.36): programas de computador devido às suas vantagens sobre o triângulo de
deformação constante (CST) descrito anteriormente.
O elemento LST possui seis nós e doze graus de liberdade de deslocamento
desconhecidos, com funções de deslocamento quadrá cas. Os
procedimentos para desenvolver as equações do LST seguem os mesmos
para o elemento 1 passos do CST, mas a quan dade de equações aumenta para doze, tornando
a solução manual impra cável, o que exige o uso de um computador.
Uma vez derivadas as equações, os resultados de problemas resolvidos
usando o LST serão comparados com os do CST, ilustrando as vantagens dos
elementos de ordem superior e aprimorando a compreensão dos
procedimentos de elementos finitos.
8.1 Derivação da Matriz de Rigidez e Equações do Elemento Triangular de
Deformação Linear
Para derivar a matriz de rigidez do LST, seguimos os mesmos passos usados
para o CST, mantendo grande parte da notação. O elemento triangular
considerado possui seis nós, com três nós adicionais nos pontos médios dos
lados, facilitando o cálculo das coordenadas dos pontos médios a par r das
coordenadas dos nós de canto.
Passo 1: Selecionar Tipo de Elemento
para o elemento 2
Os deslocamentos nodais
Determinamos essas tensões principais para o elemento 2 (as do elemento Passo 2 Selecionar uma Função de Deslocamento
1 serão semelhantes) como
Novamente, o número de coeficientes ai(12) é igual ao número total de
graus de liberdade para o elemento. A compa bilidade de deslocamento
entre elementos adjacentes é sa sfeita porque três nós estão localizados
ao longo de cada lado e uma parábola é definida por três pontos em seu
caminho. Como os elementos adjacentes estão conectados em nós comuns,
a compa bilidade de deslocamento nas fronteiras será man da.
Passo 4: Derivar a Matriz de Rigidez do Elemento e Equações Determinamos
a matriz de rigidez de maneira semelhante à usada na Seção 6.2 usando a
Eq. (6.2.50) repe da aqui como
Figura 8–2 Relação entre o po de elemento triangular plano e os
coeficientes polinomiais baseados em um triângulo de Pascal.
As funções de deslocamento gerais, Eqs. (8.1.2), expressas em forma
matricial, são agora
Passos 5–7 Os Passos 5–7, que envolvem a montagem da matriz de rigidez
global e das equações, a determinação dos deslocamentos nodais globais
subs tuindo as coordenadas em u e v da seguinte forma:
desconhecidos e o cálculo das tensões, são idên cos aos da Seção 6.2 para
o CST. No entanto, em vez de tensões constantes em cada elemento, agora
temos uma variação linear das tensões em cada elemento. A prá ca comum
era usar as tensões centroidais dos elementos. A prá ca atual é usar a
média das tensões nodais dos elementos.
8.2 Exemplo de Determinação de Rigidez do LST
Para ilustrar alguns dos procedimentos delineados na Seção 8.1 para derivar
uma matriz de rigidez LST, considere o seguinte exemplo. A Figura 8–3
mostra um LST específico e suas coordenadas. O triângulo tem uma
dimensão de base b e altura h, com nós localizados nos pontos médios dos
lados.
expressões gerais de deslocamento em termos das funções de forma e dos
graus de liberdade nodais como
Passo 3 Definir as Relações Deformação=Deslocamento e
Tensão=Deformação As deformações do elemento são novamente dadas Figura 8–3 Triângulo LST para a avaliação de uma matriz de rigidez
por Usando as primeiras seis equações da Eq. (8.1.5), calculamos os coeficientes
a1 até a6 avaliando o deslocamento u em cada uma das seis coordenadas
conhecidas de cada nó da seguinte forma:
Eq. (8.1.11) resulta em uma variação linear de deformação no elemento.
Portanto, o elemento é chamado de triângulo de deformação linear (LST).
Resolvendo as Eqs. (8.2.1) simultaneamente para os ai, obtemos
temos {Ɛ} em termos dos deslocamentos nodais como
Subs tuindo as Eqs. (8.2.2) na expressão de deslocamento para (u) das Eqs.
(8.1.2), temos
De maneira semelhante, resolvendo para a7 até a12 ao avaliar o
deslocamento v em cada um dos seis nós e, em seguida, subs tuindo os
resultados na expressão para v das Eqs. (8.1.2), obtemos
Usando as Eqs. (8.2.3) e (8.2.4), podemos expressar as expressões gerais de
Deformação:
deslocamento em termos das funções de forma como
onde as funções de forma são ob das coletando os coeficientes que
mul plicam cada termo ui na Eq. (8.2.3). Por exemplo, coletando todos os
termos que mul plicam u1 a Eq. (8.2.3), obtemos N1. Essas funções de
forma são então dadas por
Tensão:
Matriz de rigidez:
Usando a Eq. (8.2.5) na Eq. (8.1.10) e realizando as diferenciações indicadas
em u e v, obtemos
onde B está na forma da Eq. (8.1.17), com os β's e γ's resultantes na Eq.
(8.1.17) dados por
Forças de corpo:
Forças de superfície:
Esses β's e γ's são específicos para o elemento na Figura 8–3.
Especificamente, usando as Eqs. (8.1.1) e (8.1.17) na Eq. (8.2.7), obtemos
Elemento retangular de tensão no plano
A matriz de rigidez para um elemento de espessura constante pode ser
ob da subs tuindo as Eqs. (8.2.8) na Eq. (8.1.17) para obter B, depois
subs tuindo B na Eq. (8.1.16) e usando cálculo para configurar a integração
apropriada. A expressão explícita para a matriz de rigidez 12 × 12, sendo
extremamente trabalhosa de obter, não é fornecida aqui.
CAP - 10: Formulação isoparamétrica
Base = 2b
Elemento de barra e matriz de rigidez:
Altura = 2h
s = coordenada axial da barra. Sempre enumerar no sentido anti-horário
[B] é uma matriz de cada nó. n1(x1 ; y1)
Deformação:
Deformações:
Ni,s => 1 =1, 2, 3 e 4. ,s derivada em s
Tensão:
Matriz de rigidez:
Matriz de rigidez:
Forças:
Elemento plano no sistema (s-t)
Forças de corpo:
Forças de superfície:
Função de deslocamento:
Método dos resíduos ponderados
Exemplo:
Integração numérica, Gauss e Newton
Quadratura Gaussiana:
Y = y(x), polinômio de grau 2n-1. yi = y(xi)
Matriz de Rigidez (elemento retangular) pela integral de Gauss