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Regimento Interno do Condomínio Buganville VIII

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Rafael Severo
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CONDOMÍNIO RESIDENCIAL BUGANVILLE VIII

REGIMENTO INTERNO CONDOMINIAL

CAPÍTULO I - DEFINIÇÃO DO CONDOMÍNIO


Art. 1º - O presente Regulamento Interno do Condomínio Residencial Buganville VIII, inscrito no CNPJ
32.179.429/0001-84, aprovado em Assembleia Geral do dia 21/02/2024, dispõe sobre a estrutura e
normas do Condomínio, elaboradas para a preservação e manutenção da ordem, da boa convivência,
comodidade, tranquilidade, conservação e segurança do Condomínio.

Parágrafo único – O presente regimento aplica-se aos proprietários, locatários,


cessionários/procuradores, comodatários, visitantes, convidados, prestadores de serviço e
funcionários do Condomínio, onde estão obrigados ao rigoroso cumprimento das disposições da Lei e
deste Regulamento, sendo as infrações punidas de acordo com as legislações vigentes e as cláusulas
aqui contidas.

Art. 2º - As unidades, no todo ou em parte, destinam-se exclusivamente a fins residenciais, sendo


expressamente proibido o uso, locação ou cessão para atividades profissionais, comerciais ou
industriais de qualquer natureza, para depósito de qualquer objeto, para "república de estudantes",
assim como para qualquer fim escuso ou ilícito ou que venha a afetar de forma prejudicial aos demais
condôminos.

CAPÍTULO II - DOS DEVERES


São deveres de todos os condôminos:
Art. 3º - Zelar e fazer zelar pela integridade material das edificações da área comum, bem como
contribuir para o custeio de qualquer obra de manutenção ou melhoramento de interesse geral do
condomínio cuja execução seja aprovada em Assembleia.

Art. 4º - É dever dos condôminos zelar pela manutenção da limpeza da guarita do Condomínio,
inclusive acondicionando o lixo contido nas caixas de Correios individuais em lixeiras.

Art. 5º - Cada condômino é responsável por sua própria Caixa do Correios, bem como o recebimento
de suas correspondências, como cartas, boletos, contas, etc., zelando assim pela organização e
limpeza.

Art. 6º - Reparar, por iniciativa própria e às suas custas, os danos causados por si, seus familiares,
serviçais, visitantes ou ocupantes, bem como por ocasião de mudanças nas dependências comuns do
Condomínio.

Art. 7º - Manter as portas fechadas de suas unidades, já que em nenhuma hipótese o Condomínio
será responsabilizado por furtos/roubos no interior dos lotes residenciais.

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Art. 8º - Guardar silêncio a qualquer horário em respeito ao sossego de todos os condôminos, devendo
guardar maior cautela das 22h às 08h, evitando a produção de ruídos que possam perturbar o sossego
e o bem-estar dos outros moradores, independente de não haver questionamento de terceiros.

Parágrafo único – Sempre e independente do horário, o uso de aparelhos sonoros ou musicais no


interior das unidades habitacionais deve ser feito de modo a não perturbar o sossego e o bem-estar
dos demais moradores, sejam eles do condomínio, sejam eles de condomínios vizinhos.

Art. 9º - Cumprir os horários para as entradas e saídas de mudanças, bem como de materiais, móveis
e outros, sendo que estes, só poderão ser feitas mediante autorização expressa do Síndico e/ou gestor
do condomínio.

Art. 10º - Em casos de viagem ou ausência prolongada, os condôminos deverão fechar o registro de
gás e água, informando ao Síndico do condomínio o endereço de seus familiares ou pessoa de
confiança onde poderão ser localizados para os casos de emergência. O cumprimento dessa regra
visa a segurança da vida e do patrimônio de todos, e o descumprimento dessa regra gerará
responsabilidade total do condômino infrator por possíveis danos ou prejuízos ao Condomínio e aos
demais condôminos.

Art. 11º - Manter as torneiras das unidades fechadas constantemente quando não estejam em uso
normal, mesmo quando falte água, a fim de evitar que desperdício de água e/ou prejudique outras
residências e até mesmo a área comum do condomínio.

§1 - Sempre que constatados vazamentos ou infiltrações em sua unidade residencial, o condômino


deverá providenciar reparo imediato e em caso de extrema gravidade, deverá ainda informar à
administração do Condomínio, bem como proceder com ressarcimento a possíveis prejuízos causados
a vizinhos ou ao Condomínio.

§2 - Caso o condômino não realize o reparo imediatamente conforme o parágrafo anterior, será
facultado ao Condomínio realizar o reparo bem como lançar no boleto da taxa condominial da unidade
as despesas em razão do vazamento/infiltração.

Art. 12º - Realizar o cadastro junto a administração do condomínio, devendo informar cada morador
residente no imóvel. O cadastro será feito por meio do preenchimento de “Ficha Cadastral”, que
contenha todas as informações pertinentes à identificação dos condôminos. Além disso, deverá ainda
ser disponibilizada cópia do documento pessoal do proprietário e locatário (quando houver), locatário,
cessionário/procurador ou comodatário, bem como, do documento que comprove a titularidade e o
direito de posse do imóvel, devendo manter o cadastro sempre atualizado, por se tratar de questão de
segurança.

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§1 - No caso de imóveis locados ou cedidos deverá o proprietário do imóvel ou responsável legal
comunicar à Administração o seu domicílio e telefone para contato, bem como informação de sinistro
ou coisas de seu interesse.

§2 - O condômino responderá pelos ônus que o Condomínio venha a ter para realizar atualização
cadastral da unidade que a não promoveu voluntariamente.

§3 - Não procedendo o proprietário, locatário ou cessionário com os descritos neste regulamento, esse
não poderá alegar em juízo ou fora dele a não recepção de informações e/ou correspondências de
seu interesse ou de quaisquer prejuízos nesse sentido.

Art. 13º - Contribuir financeiramente para o custeio de ações e coisas comuns, através do pagamento
de sua respectiva quota-parte e de taxa de melhoria destinada à manutenção, aquisição, conservação,
modernização, reparação ou reconstrução das coisas comuns.

Art. 14º - Contribuir de forma igualitária em todos os rateios extraordinários aprovados pela
Assembleia Geral.

Art. 15º - Zelar pelo fiel cumprimento deste regulamento, levando ao conhecimento da Administração
qualquer irregularidade observada.

Art. 16º - Manter sempre fechados os portões de entrada do condomínio, sendo dever coletivo, o zelo
pela segurança.

Art. 17º - Registrar as reclamações, sugestões e anormalidades em livro próprio em posse da


administração do Condomínio. Ainda poderão ser dirigidas por meio web oficialmente disponibilizado
pelo Síndico. Os casos não previstos neste Regulamento serão resolvidos pelo Síndico, ad referendum
da Assembleia Geral.

Parágrafo único – Tais registros deverão ser anotados em prazo não superior a 24 (vinte e quatro)
horas após o ocorrido, para as devidas providências, não abstendo em casos especiais ou
impossibilidade de comunicação naquele momento, o registro em prazo posterior ao estipulado neste
caput.

Art. 18º - Prestigiar e fazer cumprir as decisões do Corpo Diretivo e Assembleia Geral e a esta
comparecer, a fim de que as decisões tomadas expressem, na realidade, a vontade condominial.

Art. 19º - Se portar dentro do Condomínio na mais rigorosa moralidade, decência e respeito.

Art. 20º - Permitir a entrada em sua unidade, do Síndico bem como das pessoas que os
acompanharem, desde que se torne necessária à inspeção e execução de medidas que se relacionem
com o interesse coletivo, com aviso prévio de 24 (vinte e quatro) horas, salvo situação emergencial.

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Art. 21º - Ressarcir prejuízos causados por si, dependentes, convidados, hóspedes, visitantes, às
coisas comuns do condomínio, seus condôminos ou a terceiros, na área interna do condomínio, sendo
esses, provocados pelo mau uso ou descuido na conservação, manutenção ou condução de veículos,
ciclomotores, bicicletas, ou ainda qualquer outro meio de locomoção ou acessório de sua respectiva
propriedade ou posse.

Art. 22º - Em caso de imóvel locado, o proprietário deverá fazer constar no contrato de locação a
obrigação do locatário de respeitar e fazer cumprir o presente Regimento Interno, bem como, a
Convenção do Condomínio, não ficando, o proprietário, isento das responsabilidades quando
Condômino, no caso dessas não serem assumidas pelo locatário.

Art. 23º - Dirigir-se com respeito e consideração aos funcionários, membros da administração, Síndico
e Subsíndico e demais condôminos em relação aos assuntos inerentes ao cumprimento deste
Regimento Interno, Convenção do Condomínio ou em razão destes, a fim de manter o bom convívio
coletivo e harmonioso.

Art. 24º - Realizar a manutenção periódica de limpeza da fossa séptica, independentemente de estar
vazando ou não. Tal ação visa a segurança estrutural do Condomínio, evitando transtornos futuros,
como afundamento de garagens e/ou via principal, por exemplo.

Parágrafo único – Em caso de vazamento, o condômino disporá de até 24h, desde o conhecimento do
ocorrido, para realizar a devida limpeza. Caso não ocorra, o Condomínio, na pessoa do Síndico,
contratará empresa especializada para esgotamento da fossa e incluirá o valor gasto no boleto de taxa
condominial do mês subsequente.

CAPÍTULO III - DAS PROIBIÇÕES


Art. 25º - É expressamente proibido nas dependências do Condomínio:

§1 - Lançar quaisquer objetos, cuspir e lançar papéis, cinzas ou pontas de cigarros, latas e/ou garrafas
de bebida, restos de alimentos, ou qualquer outro resíduo nas áreas comuns do Condomínio.

§2 - Jogar nos vasos sanitários, pias, tanques, bueiros e tubulação de águas pluviais objetos que
possam causar o seu entupimento.

§3 - Possuir ou usar materiais ou instalações que possam afetar à saúde, segurança e tranquilidade
dos demais condôminos, bem como que possam onerar as despesas do seguro do Condomínio.

§4 - Proceder qualquer obra ou reparos nas unidades habitacionais ou em razão delas de modo que
produza ruídos e qualquer outro tipo de incômodo aos demais condôminos fora dos horários
permitidos.

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§5 - Praticar jogos de qualquer natureza nas áreas comuns do Condomínio, bem como aglomerações
ou reuniões nestes locais, exceto as que visarem o interesse coletivo do Condomínio.

§6 - Ficam proibidos jogos de futebol, vôlei, queimada (e demais jogos com bola) na via principal do
Condomínio, bem como o ato de empinar pipas, papagaios, balões ou similares nas áreas comuns.
Os jogos de futebol devem ser realizados apenas em local apropriado, como quadra de futebol ou
poliesportiva, se houver.

§7 - Utilizar os empregados do Condomínio (caso houver) para serviços particulares durante o horário
de expediente do mesmo.

§8 - Guardar ou depositar nas áreas comuns ou áreas limítrofes das unidades autônomas, explosivos,
inflamáveis ou agentes químicos corrosivos, substâncias odoríferas, bem como, materiais que causem
perigos potenciais e que exponham risco à saúde, segurança ou tranquilidade aos demais
condôminos, ou ainda, acarretem o aumento das taxas de seguro de condôminos e/ou Condomínio.

§9 - Remover, em qualquer hipótese, os equipamentos de segurança contra incêndio (caso haja),


salvo para recarga, quando autorizado pela administração.

§10 - Uso de churrasqueiras movidas a carvão vegetal ou elétricas nas áreas comuns do Condomínio.

§11 - Pisar ou brincar nas partes que compõem o jardim (caso houver), bem como nele intervir
adicionando ou removendo plantas ou ainda mudando-lhe o arranjo à revelia da administração.

§12 - Estender roupas e tapetes, bem como depositar objetos, móveis, materiais de construção, lixo
ou outros materiais em qualquer área de uso comum ou área privada com visibilidade para o interior
do condomínio (caso houver), inclusive parapeito, na frente ou ao lado das escadas e/ou calçadas.

§13 - Sujar, danificar, afixar cartazes ou avisos nas áreas comuns, exceto os de origem legal, com
prévia anuência, por escrito, do Síndico, sendo consideradas áreas comuns, também a fachada
exterior do Condomínio.

§14 - O uso de aparelhos sonoros ou musicais nas partes comuns do condomínio, mesmo que esses
estejam no interior das residências, voltados para a parte frontal dessas.

§15 - O uso de som automotivo nas áreas comuns do condomínio e interior dos lotes residenciais,
independente do automóvel ou ciclomotor estarem em trânsito.

§16 - São vedados ao condômino, seus familiares, serviçais, visitantes ou ocupantes proceder a atos
de gritaria, algazarra, exercer profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições
legais.

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§17 - Utilizar a via principal e todas as demais partes comuns do Condomínio para qualquer serviço
doméstico, depósito de guarda de qualquer material, utensílio ou objeto, sendo proibido o
estacionamento de pessoas nestas partes comuns, quer a sós, quer em grupos.

§18 - Utilização da quadra esportiva (se houver) ou parquinho para eventos próprios, festas e afins por
exemplo, sem a devida autorização da Administração.

§19 - Mexer, ligar e/ou desligar o motor dos portões de acesso, bem como a configuração de controles
sem a devida autorização da Administração do Condomínio.

§20 - Deixar crianças soltas pelas áreas comuns do Condomínio, incluindo o parquinho infantil e
quadra de esporte (se houver), sem a supervisão de um adulto legalmente responsável.

§21 - A circulação de animais domésticos soltos nas áreas comuns do Condomínio,


independentemente do porte ou se é dócil ou não.

§22 - Usar a buzina em qualquer espécie, salvo para evitar acidente.

§23 - Estacionar impedindo ou dificultando as manobras de entrada e saída de outros veículos.

§24 - Acionar motor de motocicletas (arranques) nas dependências do Condomínio de forma a


produzir ruídos que perturbem o sossego dos demais condôminos.

§25 - O uso da água ou energia da área comum do condomínio para fins particulares (lavagem de
carro, por exemplo), assim como materiais de limpeza e afins.

§26 - As garagens de veículos e/ou demais áreas comuns do Condomínio não deverão ser utilizadas
como lava-jatos ou lavagem de veículos de terceiros.

§27 - A aceleração de veículos em movimento ou parados provocando ruídos e emitindo gases


incômodos e prejudiciais à saúde física e mental dos moradores.

§28 - Possuir e manter no interior do Condomínio aparelhos que causem interferências em rádios,
televisores, etc., bem como que causem sobrecarga de energia a fim de causar transtornos aos demais
condôminos.

§29 - Jogar ou manter lixos de qualquer tipo nas áreas privativas das unidades térreas sejam
proprietários da unidade térrea, seja moradores vizinhos de cima ou dos lados.

CAPÍTULO IV - DOS PORTÕES DE ACESSO AO CONDOMÍNIO


Art. 26º - Ficam vedadas aglomerações nos portões de entrada do Condomínio ou reuniões de
qualquer caráter, exceto aquelas expressamente permitidas pela administração do Condomínio.

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Art. 27º - Os portões de pedestres e veículos deverão ser mantidos sempre fechados a fim de
proporcionar segurança aos demais condôminos. O condômino que deixar quaisquer dos portões
abertos, assumirá responsabilidade pelos danos ou prejuízos advindos de sua conduta ou omissão.

§1 - A configuração de controles de acesso ao Condomínio deverá ser realizada apenas pela


Administração ou pessoa determinada para esse fim.

§2 - Em caso de falta de energia elétrica ou pane no motor do portão de automóveis e/ou pedestres,
o Síndico deve ser avisado imediatamente, o qual tomará as medidas cabíveis.

§3 - É terminantemente proibida a utilização do portão de veículos para passagem de pedestres.

CAPÍTULO V - DO TRÂNSITO DE VEÍCULOS


Art. 28º - Fica vedado o estacionamento de veículos de visitantes na via interna comum do Condomínio
em dias de reuniões particulares ou coletivas dos condôminos.

Parágrafo Único – Só será permitido o estacionamento de veículos estranhos na via interna comum
do condomínio a visitantes, em casos esporádicos, sendo autorizados até dois veículos por residência,
desde que não atrapalhe o livre acesso de moradores, bem como o condomínio não se
responsabilizará por quaisquer danos causados a esses.

Art. 29º - O estacionamento de bicicletas será restrito ao interior dos lotes e/ou residenciais.

Parágrafo único – O Condomínio não será responsável por danificação ou furto/roubo de bicicletas ou
qualquer outro objeto acondicionado na área comum.

Art. 30º - Ao entrar ou sair do Condomínio, o condômino deverá aguardar o fechamento total do portão.

Art. 31º - Qualquer dano causado por um veículo a outro, bens particulares ou à estrutura física do
Condomínio, esse será de inteira responsabilidade do proprietário do veículo causador do dano ou
proprietário da unidade habitacional, desde que, esse tenha autorizado o uso da vaga por terceiros,
devendo esse ressarcir o prejuízo causado na melhor forma acordada entre as partes, cabendo ao
Condomínio, caso seja necessário, auxiliar na apuração das responsabilidades.

Art. 32º - O Condomínio não se responsabilizará por estragos de qualquer natureza, furto/roubo,
incêndio etc. ocorridos nas dependências do condomínio, mas poderá adotar medidas necessárias à
apuração das responsabilidades, caso seja solicitado, bem como acionamento do seguro (se houver
– onde neste caso será descontado do prêmio do seguro o valor para pagamento da franquia).

Art. 33º - Não é permitido manter nas áreas comuns veículos que apresentem problemas mecânicos,
vazamentos ou que permanecem parados em condição de abandono.

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Parágrafo único – Cabe ao proprietário ao constatar qualquer irregularidade com o seu veículo ou o
de sua responsabilidade, tais como, vazamentos de óleo e combustível, descarga aberta e outras que
venham se revelar prejudiciais ao Condomínio, e providenciar os reparos necessários no veículo,
limpeza e/ou recuperação da área afetada imediatamente, sob pena de sanções previstas nas normas
do Condomínio e/ou por legislação vigente.

Art. 34º - A via de acesso destina-se exclusivamente ao trânsito de veículos de pequeno porte,
bicicletas, ciclomotores e pedestres, pertencentes aos seus moradores ou proprietários, não podendo
a guarda nessas, ou que ultrapasse a sua área limítrofe (garagem do interior dos lotes residenciais),
bem como não afete a circulação de pedestres pela calçada ou veículos na via.

Art. 35º - Por se tratar de uma via interna do condomínio de grande fluxo de pedestres, principalmente
crianças, recomenda-se a todos os condutores de veículos, ciclomotores e bicicletas, por ocasião de
entrada ou saída, respeitar o uso de velocidade máxima equivalente a 20 km/h, bem como o
acendimento dos faróis, a fim de evitar acidentes.

CAPÍTULO VI - DO USO DA LIXEIRA


Art. 36º - Acondicionar o lixo em sacos plásticos e depositá-lo na lixeira central, localizada na fachada
frontal, na parte exterior do Condomínio, fechando-a em seguida por meio da grade. Apresentando
vazamento de resíduos, caberá ao próprio condômino efetuar a remoção e limpeza. O lixo reciclável
poderá ser acondicionado separadamente e colocado ao lado do respectivo recipiente, evitando assim
a obstrução ou queda na parte comum do condomínio e/ou calçada. A partir do momento em que
houver disposição de espaço para lixo reciclável, será dever de cada condômino o acondicionamento
nos locais destinados. Não obstante, ficará a critério da administração qualquer alteração, de acordo
com as necessidades do Condomínio.

§1 - É terminantemente proibido o uso da lixeira central para acondicionamento de outros objetos a


não serem os denominados lixos caseiros. Entulho, restos de construção, móveis, ferragens, carcaças
de animais, eletroeletrônicos, entre outros, não são considerados lixos caseiros, e sendo constatado
pela Administração o seu descarte na lixeira, está passivo ao condômino que descumprir as sanções
previstas no capítulo de penalidades deste regulamento.

§2 - O descarte de lixo doméstico nas lixeiras afixadas nas áreas comuns do Condomínio.

CAPÍTULO VII - DA SEGURANÇA


Art. 37º - Não é permitida a entrada de pessoas estranhas ao Condomínio, salvo os visitantes dos
condôminos, cabendo a estes dar acesso aos seus condôminos com as cautelas exigidas pelas
normas condominiais e caso haja porteiro os visitantes deverão aguardar na portaria até que o porteiro
(se houver) tenha obtido a necessária autorização para a entrada desses, devendo ainda deixar
registrado o horário de entrada e documento de identificação.

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Art. 38º - No caso de prestadores de serviços esporádicos deverão registrar horário de entrada e
saída, bem como documento de identificação na portaria, podendo o porteiro (se houver), checar a
empresa cujo prestador de serviços é vinculado.

Art. 39º - A entrada e permanência de veículos de visitantes serão de inteira responsabilidade do


condômino, não cabendo ao Condomínio a responsabilização em caso de sinistros de qualquer
natureza.

Art. 40º - O Condomínio não se responsabilizará por furtos ou roubos a acessórios ou objetos no
interior das residências ou de veículos, mas poderá, caso seja necessário, auxiliar nas medidas
necessárias à apuração dos fatos.

Parágrafo único – Em caso de incidentes, como furto e roubo de objetos, bem como sanar dúvidas
quanto à realização de um fato ou averiguação de denúncia, o Síndico poderá acessar as imagens
das câmeras de segurança para notificar e/ou multar o responsável.

Art. 41º - No caso de sinistro de qualquer natureza, inclusive os sucedidos envolvendo a segurança
em geral do Condomínio, causados pelo veículo infrator, responsabilizar-se-á o condômino
relacionado ao veículo infrator.

CAPÍTULO VIII - DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS


Art. 42º - Será permitida a criação de animais domésticos de pequeno, médio e grande porte, de
temperamento dócil, desde que não prejudique a segurança, o sossego e a saúde dos demais
condôminos, devendo ficar restritos à área da unidade habitacional do condômino e em quantidade
razoável.

Art. 43º - Os proprietários dos animais deverão comprovar a saúde desses por meio de atestado
emitido por veterinários e carteira de vacinação sempre que for solicitado pela Administração do
Condomínio.

Art. 44º - Quanto ao trânsito de animais pelas áreas comuns do Condomínio, o animal de
temperamento dócil e de pequeno/médio porte deverá usar coleira, enquanto o de grande porte e/ou
agressivo, além da coleira, deverá obrigatoriamente fazer uso de focinheira. O condômino responsável
pelo animal deverá portar consigo sacos plásticos ou similares para que se faça recolhimento de fezes
e outras sujeiras provocadas pelo animal, que deverão ser descartadas em locais apropriados.

CAPÍTULO IX - DAS MUDANÇAS E OBRAS / REPAROS


Art. 45º - Para as entradas e saídas de mudanças, bem como de materiais, móveis e outros só poderão
ser realizadas de segunda-feira a sábado, no horário das 08h às 18h e aos domingos no horário das
10h às 14h.

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Art. 46º - O condômino deverá orientar o condutor do veículo de transporte da mudança ou entrega de
móveis e/ou eletroeletrônicos no sentido de não obstruir o livre acesso de veículos e pedestres às
residências, calçadas e via, bem como deverá permanecer junto ao veículo, providenciando o seu
deslocamento sempre que for necessário.

Art. 47º - Os dias e horários autorizados para a realização de obras e reparos, inclusive o uso de
furadeira, é de segunda a sábado das 08h às 18h e aos domingos de 08h as 14h para pequenos
reparos, salvo em casos emergenciais devidamente autorizados via documento escrito, pela
administração do Condomínio.

CAPÍTULO X - DO USO DAS ÁREAS DE LAZER


Art. 48º - O horário de funcionamento do parquinho infantil, e outros espaços como quadra de
esportes, playground e similares (quando houver), é das 09h às 21h.

Parágrafo único - A utilização do parquinho infantil é vedada a crianças de até 10 anos de idade.

CAPÍTULO XI - DAS PENALIDADES


Art. 49º - Pela transgressão das normas ou pela falta de cumprimento das obrigações previstas neste
Regulamento Interno, o condômino infrator estará sujeito às seguintes sanções:

§1 - Advertência por escrito, sendo que a mesma terá validade por um ano, não podendo o
transgressor reincidir na infração.

§2 - Multa, correspondente ao valor de uma taxa condominial ordinária, e em caso de reincidência, o


valor será cobrado em dobro, além de ser, o infrator, obrigado a abster-se da prática do ato e, quando
for o caso, desfazer a obra ou instalação.

Art. 50º - As violações das normas sobre sossego, barulho, salubridade, mudança, obras, reformas e
cadastro, caberão aplicação de multa direta sem a necessidade de notificação prévia.

Parágrafo Único – No caso específico de perturbação do sossego, em especial entre horários das 22h
e 08h, em qualquer dia da semana, o condômino poderá ser multado em até 10 (dez) vezes o valor de
uma taxa condominial ordinária, conforme Artigo 1336 do Código Civil, e em caso de reincidência,
poderá ser multado em 100% o valor da primeira, conforme Artigo 1337, parágrafo único.

Art. 51º - O pagamento de multa não abstém o condômino de ressarcir eventuais danos ao
Condomínio ou a terceiros, condôminos ou não, bem como não o exime de suas responsabilidades
decorrentes da Lei.

Parágrafo único – As multas aplicadas por infração das normas deste Regimento serão cobradas no
boleto da taxa condominial do mês seguinte a sua aplicação.

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Art. 52º - Em caso de atraso no pagamento das taxas condominiais, após 60 (sessenta) dias de
vencido e enviada notificação à unidade inadimplente, o Condomínio poderá incluir o condômino
inadimplente nos serviços de proteção ao crédito SPC/Serasa, encaminhar protesto de cobrança
extrajudicial e judicial, sendo que o inadimplente arcará com todas as despesas de honorários de
cobrança administrativa, extrajudiciais e judiciais, taxas cartoriais, custas processuais e honorários
advocatícios.

Art. 53º - Caberá ao condômino causador de possível dano efetuar os reparos necessários ou
reembolsar o Condomínio e/ou os condôminos das despesas em que este estiver ocorrido com a
reposição de áreas ou objetos danificados.

Art. 54º - Os casos omissos neste Regimento Interno, na Convenção Condominial ou na Lei de
Condomínios serão resolvidos pelo Corpo Diretivo e, se necessário, pela Assembleia específica para
tal finalidade. Para todos os fins e sujeições legais ou convencionais, são antes de tudo, condôminos
em igualdade de condições com os demais, portanto, sem quaisquer privilégios quais não os previstos
ou concedidos por deliberação de Assembleia Geral.

Art. 55º - Não será aceita em qualquer hipótese, por quem quer que seja, alegação de
desconhecimento das normas estabelecidas neste regulamento, pois o mesmo será disponibilizado e
amplamente divulgado entre proprietários e inquilinos por meios tecnológicos (Sistema da
administradora, WhatsApp e e-mail, se cadastrado).

CAPÍTULO XII - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS


Art. 56º - Toda e qualquer obra ou reforma nas unidades residenciais realizada por condôminos, que
venham a causar qualquer reflexo na estrutura da edificação deverá ser precedida de ART (Anotação
de Responsabilidade Técnica) nos moldes estabelecidos pela NBR 16.280, devendo a ART ser
entregue em conjunto com projeto executivo da obra e/ou reforma e a RRT (Registro de
Responsabilidade Técnica). A presente norma visa resguardar a garantia do Condomínio junto à
Construtora.

Parágrafo único – A construção da cobertura das garagens obedecerá a padrões de materiais,


tamanhos e cores pré-definidas em Assembleia, sendo de responsabilidade do condômino tomar
ciência dos requisitos com o Síndico.

Art. 57º - Os contratos de locação deverão ser acompanhados de um exemplar deste regulamento,
cuja infringência motivará a justa rescisão do contrato por parte do proprietário do imóvel.

Art. 58º - O presente Regulamento só poderá ser modificado ou alterado em Assembleia Geral
específica, com voto favorável de maioria dos votos válidos dos condôminos presentes na Assembleia.

Art. 59º - Compete a todos os condôminos fazer cumprir o presente Regimento Interno, levando ao
conhecimento da Administração toda e qualquer transgressão.

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Art. 60º - contratos de locação, alienação ou cessão do uso das suas unidades a terceiros, cabe aos
proprietários fazer incluir uma cláusula que obrigue o fiel cumprimento deste Regimento Interno, que
é mantido para a comodidade, tranquilidade, higiene e segurança geral, devendo por isso, ser
rigorosamente cumprido por todos os condôminos e moradores, seus empregados e pessoas sob sua
responsabilidade.

Art. 61º - Fica a Administração obrigada a manter atualizada a ficha de cadastro dos moradores,
contando para tal, com a colaboração obrigatória dos condôminos.

Art. 62º - O Condomínio não será responsabilizado por quaisquer incidentes decorrentes da lavagem
de veículos por morador em sua garagem veicular. Ressalta-se que a água e a energia utilizadas para
a realização do serviço deverá ser do próprio morador, e não das áreas comuns do Condomínio.

Art. 63º - Qualquer reclamação ou sugestão deverá ser dirigida ao Síndico ou Conselho
Fiscal/Consultivo, por escrito, através de carta, em livro próprio ou ainda por correio eletrônico e-mail
divulgado pelo síndico.

Art. 64º - Das penalidades impostas pela Administração, cabe recurso ao Conselho Fiscal/Consultivo
e deste à Assembleia Geral, não tendo os recursos efeito suspensivo.

Art. 65º - Para todos os efeitos, reger-se-á este condomínio pela Convenção, pelo Regimento Interno
e pelas Assembleias Gerais, além da Legislação específica sobre condomínios.

Valparaíso de Goiás – GO, 20 de Fevereiro de 2024.

Síndico

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