Nintendo Entertainment System
O Nintendo Entertainment System (abreviado como
NES; popularmente chamado de Nintendinho no Nintendo Entertainment
Brasil[3][4]) é um console de videogame de 8 bits lançado System
pela Nintendo na América do Norte, Europa, Ásia,
Austrália e Brasil.
Originalmente lançado no Japão em 1983 com o nome de
Nintendo Family Computer, Family Computer, ou
apenas Famicom, o sistema foi redesenhado e recebeu o
novo nome para ser lançado no mercado americano em
1985. O NES/Famicom foi o videogame de maior sucesso
comercial na sua época, ajudou a indústria de videogames
a se recuperar da crise de 1983 e estabeleceu novos
padrões que seriam seguidos pela indústria. Também foi o
primeiro console a ser produzido por terceiros, o que
ajudou a divulgar o sistema em todo o mundo. O NES
também foi um dos primeiros consoles a se apoiar em
jogos feitos por terceiros (não só pela própria fabricante).
[5][6] Seu código de modelo é NES-001.
Em 2022, o NES encontra-se em 13.º lugar na lista de
consoles mais vendidos de todos os tempos, ficando atrás
do Nintendo DS, PlayStation 2, Game Boy, PlayStation,
Wii, Nintendo Switch e PlayStation Portable.[7]
Em cima: deck de controle do NES
(com controladores destacáveis).
História Em baixo: Unidade principal do
Japanese Family Computer ("Famicom")
(com controladores com fio).
Para dar continuidade ao sucesso dos seus jogos de arcade Desenvolvedor Nintendo Research &
lançados no começo dos anos 1980 a Nintendo planejava Development 2
lançar seu próprio console. A ideia inicial era um sistema Fabricante Nintendo
com processador de 16 bits e drive para disquetes, como Tipo Console de
essas especificações estavam fora da realidade da época o videogame
projeto foi redesenhado e em 15 de Julho de 1983 a Geração 3.ª geração
empresa lançou no Japão o Nintendo Family Computer. Lançamento (Como FamiCom no
O Famicom, como ficou conhecido, era um console com oriente e NES no
ocidente)
processador de 8 bits e funcionava com cartuchos. JP: 15 de julho de
Intencionalmente, o design do Famicom foi feito para que 1983
ele parecesse um brinquedo. Era claro, com duas cores KR: 1984
AN: 18 de outubro de
(vermelho e branco) e apresentava controles totalmente 1985
diferentes dos padrões da época. O console possuía uma
porta de expansão e muitos componentes seriam lançados BR: 25 de outubro de
1985[nota 1]
para conectar à porta.
EU: 1 de setembro
de 1986
Durante o seu primeiro ano o Famicom foi criticado por TW: 1987
alguns erros de programação o que fez a Nintendo AU: 1989
executar um recall de todos os consoles vendidos e parar NES Classic
temporariamente a sua produção. Mais tarde, já com o Edition:
JP/AUS: 10 de
problema solucionado, a Nintendo voltou a comercializar novembro de 2016
o Famicom se tornando o console mais vendido no Japão AN/EU: 11 de
no final de 1984. novembro de 2016
Preço JP¥ 14 800
Encorajada com o sucesso do Famicom no Japão a inicial US$ 89
Nintendo demonstrava grande interesse em lançar o Descontinuado AN: 14 de agosto de
sistema no mercado ocidental. A empresa tentou negociar 1995
AU: 2 de maio de
com a Atari o lançamento de seu console no mercado 2003
norte-americano, sob o nome de "Nintendo Advance JP: 25 de setembro
Video System", mas a Atari não demonstrou interesse, já de 2003
que estava trabalhando no seu próprio console de 8-bit. A BR/KR/TW: 2003
Nintendo resolveu então lançar o sistema sozinha e em Unidades 61,91 milhões[1]
vendidas
Junho de 1985 apresentou na feira Consumer Electronics
Show o Nintendo Entertainment System. O sistema foi Mídia Cartucho
totalmente redesenhado, apresentava um layout muito CPU Ricoh 2A03 8-bit
(baseado no MOS
mais sério e moderno, e ao contrário do que era feito Technology 6502
anteriormente a Nintendo apresentava o console como um Capacidade de Disquete (via
centro de entretenimento para enfatizar o poder do armazenamento Famicom Disk
System)
sistema.
Controladores 1 a 2 gamepads
O NES foi lançado oficialmente nos EUA no dia 18 de Jogo mais Super Mario Bros.
Outubro de 1985 apenas em Nova York, para teste de vendido (Pack in): 40,24
milhões (em 13 de
aceitação do público. Foram disponibilizadas inicialmente setembro de 2010)
[2]
50.000 unidades que se esgotaram rapidamente, o que
levou a Nintendo a lançar o console no resto do país em Antecessor Color TV Game
Fevereiro do ano seguinte. Mais tarde o console foi Sucessor Super Nintendo
lançado oficialmente na Europa, Austrália e Brasil. O Entertainment
System
sistema, apesar da concorrência com o Sega Master
System, manteve-se na liderança dos mercados japonês e
americano durante uma década.
Nos anos 1990 devido a renovação tecnológica o sistema foi substituído por consoles mais modernos. A
Nintendo norte-americana continuou dando suporte ao console até 1995 quando sua produção foi
encerrada. No oriente, a Nintendo japonesa produziu uma nova versão do Famicom (chamada de
Famicom AV) e manteve seu suporte de assistência técnica até outubro de 2003, quando oficialmente
descontinuou o sistema por não haver mais peças de reposição. Isso deu ao sistema um tempo oficial de
vida de 20 anos, o maior entre todos os consoles lançados até hoje.[5][6]
Acessórios
Controle
O controle possuía um formato de paralelepípedo, com os botões
A, B, SELECT e START, também possuía botões direcionais em
formato de cruz, sendo o primeiro console caseiro a vir com o
recurso, o controle foi desenhado por Gunpei Yokoi, que também
já tinha utilizado os botões direcionais em alguns jogos do Game
& Watch.
O NES-101, segunda versão do console, vinha com um controle
mais arredondado, semelhante ao do SNES, contudo, foram O controle do NES, o primeiro a
mantidas as mesmas posições dos botões. vir com botões direcionais,
praticamente definiu o formato
dos controles de todos os
Outros acessórios consoles posteriores.
Outros controles incluem:
▪ Famicom 3D System - Acessório que consistia em
um óculos com telas de cristal líquido que
simulavam a sensação de profundidade da tela.
▪ Family BASIC - Acessório que consistia em um
cartucho e um teclado que servia para fazer
programas utilizando a linguagem BASIC.
▪ Family Computer Disk System - Acessório que
permitia uso de disquetes no console.
▪ Family Computer Network System - Acessório que O Famicom Network System.
permitia conexão com uma rede privada.
▪ NES Advantage - Controle estilo arcade focado
para jogos de luta.
▪ NES Max - Controle com formato mais anatômico e com botões turbo.
▪ NES Satellite e NES Four Score - Acessórios do tipo multitap, servia para conectar
mais controles ao console.
▪ NES Zapper - pistola de luz para jogos de tiro.
▪ R.O.B. - Sigla para Robotic Operating Buddy, um robô autônomo para os jogos
Gyromite e Stack-Up.
▪ U-Force - Acessório que consistia com sensores que detectava a presença de
movimentos.
▪ Power Glove - Luva com controle e sensores de movimento, ficou notável por ser
um dos objetos de interesse no filme The Wizard.
▪ Power Pad - Um tapete feito pela Bandai para jogos como Stadium Events, Dance
Aerobics, Super Team Games entre outros.
Jogos
O NES se tornou um sistema extremamente difundido graças a jogos da Nintendo que lançaram franquias
bem-sucedidas, como Mario, Metroid, Donkey Kong e Zelda.
O console também teve grande colaboração de terceiros, com as japonesas Capcom, Konami e Square
começando séries como Mega Man (Capcom), Castlevania e Contra (Konami) e Final Fantasy (Square)
no console. A Nintendo também tinha um contrato de exclusividade com seus colaboradores (garantindo
que as empresas só trabalhariam no NES).[5][6]
O jogo mais vendido é Super Mario Bros., com 40 milhões de cópias, mas acompanhando o console (às
vezes num cartucho que incluía Duck Hunt). Super Mario Bros. 3 é o jogo separado mais vendido na
história do console, com 17 milhões de cópias.
Pirataria
Devido a sua popularidade, o NES/Famicom tornou-se um dos videogames mais clonados da história. Os
clones são cópias não-oficiais do hardware do NES e que conseguem executar jogos originalmente
desenvolvidos para ele. Já foram catalogados mais de 300 clones em todo o mundo e alguns ainda são
produzidos até hoje. Muitos países onde o NES não foi lançado oficialmente só conheceram o sistema
através dos clones. A antiga União Soviética teve o Dendy Junior, um clone que imita o desenho do
Famicom. Com a tecnologia atual é possível reproduzir todas as funções do NES em apenas um único
chip, o que permitiu a criação de alguns clones portáteis como o Pocket Famicom.
Os jogos também foram um forte alvo da pirataria, tendo sido apreendidos milhões de cartuchos
pirateados ou não-licenciados ao longo dos anos. Mesmo o sistema de proteção desenvolvido pela
Nintendo, que utilizava o chip 10NES para a verificação do cartucho no momento do boot, não foi
suficiente para inibir as cópias ilegais. O caso mais famoso é o da Tengen, linha de acessórios criada
pela Atari e que lançou diversos jogos não-licenciados para NES. A Tengen desenvolveu o chip Rabbit,
clone do chip 10NES da Nintendo, que permitia que seus jogos funcionassem no NES. Então, vieram
outras empresas como a Color Dreams e a Codemasters, para fazer jogos não licenciados para o NES.
Clones no Brasil
O NES só apareceu com frequência no Brasil em 1993. Antes disso muitos fabricantes brasileiros
lançaram diversos clones com cartuchos próprios e suporte técnico.[5][6] Os primeiros clones surgiram em
1989, como o Top Game VG-8000, produzido pela CCE, o Dynavision II, produzido pela Dynacom,
o Phantom System, produzido pela Gradiente e o BIT System, um console semelhante ao NES,
produzido pela Dismac. Enquanto o primeiro e o segundo utilizavam slot de cartuchos de 60 vias
compatível com o Famicom, os dois últimos utilizavam slots de 72 vias compatíveis com o NES.
Em 1990 vieram o Super Charger da IBCT, o Hi-Top Game da Milmar e o Top Game VG-9000 da
CCE, sendo que o primeiro utilizava o slot de 60 vias, e os restantes utilizando o slot de 72 vias. Algum
tempo depois, a CCE lançou o Top Game VG-9000T (o T era de Turbo) e apresentava um controle com
botões turbo e com design parecido com o do Phantom System só que de cabeça para baixo
(provavelmente para fugir de futuros processos oriundos da Gradiente) e ainda tinha a curiosa vantagem
de ser "dual-slot", ou seja, também possuía um slot de 60 vias para os cartuchos japoneses. Seguindo a
CCE, a Dynacom lança em 1991 uma versão revisada de seu Dynavision II, o Dynavision III, com o
sistema dual-slot. Em 1992 outro clone curioso é lançado: o Geniecom. Desenvolvido por uma empresa
homônima, o aparelho possuía um Game Genie embutido, possibilitando aos jogadores trapacear nos
jogos sem a necessidade de comprar o acessório separadamente. Alguns outros clones foram lançados
posteriormente (até nos dias atuais), mas sem muita expressividade.
Atualmente os maiores clones de NES no Brasil são os consoles Dynavision Xtreme, Wi Vision (mais
tarde renomeado para Dynavision Black e depois tem sua versão branca, o Dynavision White) e o PC
Game da empresa Dynacom e o Polystation que é vendido geralmente por camelôs e lojas de 1,99.
Também há um reprodutor de DVD que usa ROMs de NES chamado DVD Game, da empresa Britânia.
O aparelho rodava ROMs de NES e vem com dois controles. O DVD executa as ROMs de NES gravadas
num CD (na verdade, um CD com 27 jogos de NES de pouca capacidade). Pode-se baixar e gravar as
ROMs num CD e rodar no DVD. O DVD Game pode rodar até ROMs piratas de NES. O DVD Game
tinha uma paleta de cores um pouco maior do que a do NES, proporcionando uma pequena melhoria nos
gráficos.
Outro DVD player que também roda ROMs de NES foi criado pela Philco, mas nem todas as ROMs de
NES são compatíveis. Jogos de 4 Mbits, por exemplo, ficam muito lentos. Provavelmente por causa da
pouca capacidade de executar games com paginação de memória mais complexa.
Relançamento
Em 10 de novembro (Japão e Austrália) e 11 de novembro
(Estados Unidos e Europa) de 2016, a Nintendo fez o lançamento
do console NES Classic Edition. O aparelho tem um design
inspirado no aparelho original lançado em determinadas regiões
(sendo essas a japonesa e a americana). Com 30 jogos embutidos,
que também variam de região, foi lançado pelo valor de US$ 80
nos Estados Unidos, e com apenas um controle no pacote, mas que NES-101, segundo modelo do
pode ser comprado a parte. O controle possui compatibilidade com NES lançado em 1993.
os consoles Wii e Wii U, o que tira dele a compatibilidade com os
controles do console original. Seus jogos rodam via emulação e
com opções de jogo inexistentes no aparelho original (por conta de limitações técnicas), como save states,
mais espaço para guardar o progresso no jogo, e etc.
Especificações técnicas[8]
▪ CPU: Processador de 8-bit desenvolvido pela Ricoh baseado na arquitetura MOS
6502, com hardware de som customizado e um controlador de DMA restrito.
▪ Diferenças regionais
▪ A versão NTSC, chamada de RP2A03, funciona com a frequência de
1,79 MHz; esta CPU também foi utilizada nos hardwares do PlayChoice-10
e Nintendo Vs..
▪ A versão PAL, chamada de RP2A07, funciona com a frequência de
1,66 MHz.
▪ RAM principal: 2 KiB + memória RAM expandida (se presente no cartucho).
▪ ROM: Até 48 KiB para a ROM, RAM expandida e I/O do cartucho; a técnica de
bank switching pode expandir consideravelmente este limite.
▪ Áudio: Cinco canais sonoros.
▪ 2 canais de onda quadrada com ciclos de trabalho variáveis (25%, 50%,
75%, 87,5%), controle de volume de 16 níveis, suporte a pitch-bend via
hardware e frequências que variam de 54 Hz a 28 kHz.
▪ 1 canal de onda triangular de volume fixo, com frequências variando de
27 Hz a 56 kHz.
▪ 1 canal de ruído-branco com controle de volume de 16 níveis e suporte a
dois modos (ajustando-se as entradas de um LFSR - Linear Feedback Shift
Register) em 16 frequências pré-programadas.
▪ 1 canal de modulação de código delta pulse (DPCM) de 6-bit, utilizando
codificação delta de 1-bit com 16 taxas de amostragem pré-programadas,
variando de 4.2 kHz a 33.5 kHz; também capaz de reproduzir som PCM
padrão utilizando valores individuais de 7-bit em intervalos temporizados.
▪ Unidade de processamento de imagem (PPU): Processador de vídeo
customizado da Ricoh
▪ Diferenças regionais
▪ A versão NTSC, chamada de RP2C02, funciona com a frequência de
5,37 MHz e possui saída de vídeo composto.
▪ A versão PAL, chamada de RP2C07, funciona com a frequência de
5,32 MHz e possui saída de vídeo composto.
▪ A versão encontrada no PlayChoice-10, chamada de RP2C03, funciona
com a frequência de 5,37 MHz e possui saída RGB (em frequências NTSC).
▪ As versões encontradas no Nintendo Vs. Series, chamadas de RP2C04 e
RP2C05, funcionam com a frequência de 5,37 MHz e possuem saída RGB
(em frequências NTSC) utilizando paletas de cor irregulares, a fim de
prevenir a troca fácil das ROMs dos jogos.
▪ Paleta: 48 cores 5 cinzas na paleta básica; o vermelho, verde e azul podem
ser escurecidos individualmente em regiões específicas da tela, utilizando-se
código cuidadosamente temporizado.
▪ Cores na tela: 25 cores em uma varredura (cor de fundo + 4 conjuntos de 3
cores de tiles + 4 conjuntos de cores de 3 sprites), não incluindo o de-
emphasis cromático.
▪ Sprites suportados pelo hardware
▪ Máximo de sprites na tela: 64 (sem recarregar os sprites do meio da tela).
▪ Tamnho dos sprites: 8×8 ou 8×16 pixels (selecionados de maneira global
para todos os sprites).
▪ Número máximo de sprites em uma varredura: 8, utilizando um sinalizador
para indicar quando sprites adicionais são pulados (para permitir ao
software rotacionar as prioridades dos sprites, causando flicker).
▪ Memória interna da GPU: 256 bytes de memória de RAM para as posições/
atributos dos sprites ("OAM") e 28 bytes de memória (para permitir a seleção
das cores de fundo e dos sprites) em barramentos separados dentro da GPU.
▪ Memória externa da GPU (Memória de vídeo): 2 KiB de memória RAM na placa
do NES para mapeamento e atributos de tiles + 8 KiB de memória ROM ou
RAM no cartucho para padrões de tile (com o bankswitching, teoricamente
qualquer quantidade poderia ser usada, mas com aumento nos custos de
produção).
▪ Scrolling layers: 1 layer, embora a rolagem horizontal pudesse ser alterada
em uma base individual para cada linha (bem como a rolagem vertical,
utilizando técnicas mais avanças de programação).
▪ Resolução: 256×240 pixels, embora a maioria dos jogos NTSC utilizasse
apenas 256×224 já que as 8 linhas de varredura do topo e da base não eram
visíveis na maioria dos televisores (devido ao overscan); para se obter largura
de banda adicional para a memória de vídeo, a tela podia ser desativada
antes que o raster atingisse a parte inferior.
▪ Saída de vídeo
▪ NES: saída RCA composto e saída por modulador RF.
▪ Famicom e NES 2: apenas saída por modulador RF.
▪ AV Famicom: apenas saída de vídeo composto, através de conector
proprietário da Nintendo, inicialmente introduzido pelo Super Famicom/
SNES.
▪ Nintendo Vs. Series: saída de vídeo RGB invertida.
▪ PlayChoice 10: saída de vídeo RGB invertida.
Ver também
▪ Lista de jogos do Nintendo 8 bits
▪ Lista de jogos da Famicom
▪ NES Classic Edition
▪ Nintendo
▪ Super Nintendo Entertainment System
Notas
1. Apesar de o NES ter sido lançado por importadoras em 1985, sua fabricação
nacional se deu somente em março de 1993.
Referências
1. «Consolidated Sales Transition by Region» ([Link]
storical_data/pdf/consolidated_sales_e1509.pdf) (PDF). Nintendo. Consultado em 2
de agosto de 2019
2. Stuart, Keith (13 de setembro de 2010). «Super Mario Bros: 25 Mario facts for the
25th anniversary» ([Link]
p/13/games-gameculture). The Guardian (em inglês). Consultado em 2 de
novembro de 2018
3. «Lista reúne os jogos mais 'bizarros' do NES, o Nintendinho» ([Link]
[Link]/noticias/2016/07/lista-reune-os-jogos-mais-bizarros-do-nes-o-nintendin
[Link]). techtudo. 17 de julho de 2016. Consultado em 25 de outubro de 2023.
"O NES, conhecido como Nintendo Entertainment System ou "Nintendinho", foi
um dos consoles mais importantes da história dos videogames"
4. Ronaldo Gogoni. «Famicom, NES, Nintendinho: 30 anos de vida, 20 anos de Brasil
(oficialmente)» ([Link]
nos/). Meio Bit. Consultado em 25 de outubro de 2023
5. Ronaldo Gogoni. «Famicom, NES, Nintendinho: 30 anos de vida, 20 anos de Brasil
(oficialmente)» ([Link]
anos/). Tecnoblog. Consultado em 20 de setembro de 2020
6. Daniel Lemes. «A história do NES (Famicom)» ([Link]
storia-dos-videogames-nes-e-famicom/). Memória Bit. Consultado em 20 de
setembro de 2020
7. Sirani, Jordan (7 de novembro de 2022). «Where Switch, PS5 Rank Among the
Best-Selling Video Game Consoles of All Time» ([Link]
t-selling-video-game-consoles-nintendo-playstation-ps5-xbox). IGN (em inglês).
Consultado em 2 de dezembro de 2022
8. Gameinfo. «Nintendo (NES)- A ressureição da indústria pelas mãos da Nintendo
(oficialmente)» ([Link] Consultado em 20 de
setembro de 2020
Ligações externas
▪ «Site oficial da Nintendo» ([Link]
▪ «Famiclones» ([Link] - Site com fotos de mais de
300 clones de NES/Famicom.
Obtida de "[Link]
title=Nintendo_Entertainment_System&oldid=69308268"