EXERCÍCIOS FONOARTICULATÓRIOS
1. Enfie e retire a língua.
2. Estique a língua e
mova-a rapidamente.
3. Mova a língua de um
lado para o outro, da
esquerda para a direita e
vice-versa.
4. Passe a língua de um
lado para o outro dentro
dos dentes (escove os
dentes).
5. Abaixe a língua
tentando tocar a barba.
6. Levante a língua
tentando tocar o nariz.
7. Estique a língua e forme
um sulco ou um pequeno
cubo com ela.
8. Estufe as bochechas (ou bochechas) colocando a
língua dentro da boca de um lado para o outro.
EXERCÍCIOS LIPAIS
1. Separe os lábios e mova-os para frente e para trás
como Fazendo A…O…
2. Estique os lábios para frente e para trás dizendo U...E...
3. Faça um beijo…. Sorriso
4. Morda os lábios alternadamente
5. Vibre os lábios.
EXERCÍCIOS DE LINGUAGEM
1. Estique a língua e mova-a para cima e para baixo
2. Leve para os lados
3. Passe a língua pelos lábios em movimentos circulares
4. Passe a língua pelos dentes
5. Empurre as bochechas com a ponta da língua
6. Dobre para cima e para baixo
7. Mostre a língua e vibre-a fortemente
EXERCÍCIOS DE SOPRO
Exercício 1: Sopro simples. A princípio podemos começar
simplesmente soprando Federica. Primeiro sem inflar as
bochechas e depois inflá-las. Podemos cobrir o nariz para
que todo o ar saia pela boca.
Exercício 2: Soprando nas mãos. Primeiro sopraremos na
mão da nossa filha para que ela sinta a força do ar. A
seguir pediremos que ela sopre na própria mão, para que
sinta a mesma sensação de antes. Podemos realizar o
exercício com diferentes intensidades, primeiro soprar
suavemente e depois com mais força, isso o ajudará a
discriminar a força do seu golpe.
EXERCÍCIOS ARTICULATÓRIOS PARA ESTIMULAÇÃO DE LINGUAGEM E FONEMAS EM CRIANÇAS
DE 0 A 6 ANOS
É importante que pais e professores discriminem se existe algum atraso de
linguagem no menino ou na menina é necessário conhecer as principais
características do desenvolvimento da linguagem de acordo com a idade da
criança; Alguns demonstram dificuldade na articulação correta dos fonemas
(sons), isso é chamado de “dislalias”, os pais identificam quando ouvem que a
criança omite, substitui ou altera alguns sons específicos em sua fala, neste
caso deve ser descartado. problemas de audição ou problemas de cavidade
oral.
Pais e professores devem ter em mente que as crianças adquirem fonemas de
acordo com a idade. Por exemplo, uma criança que diz “lete” quando se refere a
“leite” ou “calo” em vez de “carro” provavelmente não desenvolveu habilidades
articulatórias que lhe permitam pronunciar corretamente os fonemas das
consoantes “ch” e “r”. . Por outro lado, não está descartada a existência de
outros fatores como problemas orgânicos ou superproteção familiar e modelos
de pronúncia inadequados, fatores que influenciam os problemas de
linguagem.
Ao nível da articulação, considera-se geralmente que nos primeiros seis anos a
criança adquire progressivamente o sistema fonológico da língua espanhola.
*IDADES DE AQUISIÇÃO DO TELEFONE
IDADES DE
TELEFONEMAS
AQUISIÇÃO
/m/, /n/, /ñ/, /p/, /k/, /f/, /y/, /l/, /t/, /c/, /ua/,
3 anos
/ue/.
/b/, /g/, /r/, /bl/, /pl/, /ie/ 4 anos
/fl/, /kl/, /br/, /gr/, /gr/, /au/, /ei/ 5 anos
/rr/, /s/, /x/, /d/, /g/, /fr/, /pr/, /tr/, /dr/, /eo/ 6 anos
*Este é um gráfico padrão de desenvolvimento fonológico que pode variar
dependendo da origem do falante.
Intervenção em problemas de linguagem
Para uma intervenção adequada é necessário o apoio da família para fornecer
estimulação de linguagem adequada, realizar exercícios respiratórios e
práxicos, bem como a orientação e orientação de um especialista em
fonoaudiologia.
Exercícios de praxia:
A articulação dos fonemas está relacionada ao desenvolvimento motor da
criança, portanto o objetivo das praxias é exercitar a motricidade fina que afeta
os órgãos de articulação, para que a criança adquira a agilidade e coordenação
necessárias para falar de forma correta.
EXERCÍCIOS FONOARTICULATÓRIOS
Exercícios de sopro:
Tocar uma corneta ou apitos.
Aproveite o banho para soprar as bolhas de sabão.
Inflar balões.
Faça bolinhas de papel e peça que as soprem em uma superfície plana
como um jogo.
Exercícios labiais:
Aperte os lábios e solte-os sem abrir a boca.
Separe um pouco e junte os lábios rapidamente.
Sorria sem abrir a boca e depois ria.
Projete seus lábios para a direita e para a esquerda.
Pressione os lábios com força.
Segure um lápis com o lábio superior como bigode.
Estufe as bochechas e, ao apertá-las com as mãos, faça-as explodir com os
lábios.
Abra e feche a boca como se estivesse bocejando.
Exercícios de linguagem
Coloque a língua para fora o máximo possível e coloque-a de volta na
boca em movimentos repetidos em ritmos diferentes.
Mova a ponta da língua lateralmente, para o lado esquerdo e direito.
Estique a língua e levante-a o máximo possível e depois abaixe-a o
máximo possível.
Dentro da boca, mova a língua em todas as direções.
Toque a parte interna das bochechas com a ponta da língua.
Movimentos de rotação da língua, acompanhando toda a superfície dos
lábios, primeiro em uma direção e depois na direção oposta.
Movimentos rápidos de saída e entrada da língua, vibrando no lábio
superior.
Cartuche a língua dobrando as laterais dela.
Alternativamente, coloque a língua para fora e para dentro, primeiro
lentamente e depois rapidamente.
exercícios de mandíbula
Abra e feche a boca.
Finja mascar chiclete.
Imite o movimento do bocejo.
Recomendações:
Lembre-se que o desenvolvimento fonêmico de cada criança é variável,
mas as idades máximas de aquisição devem ser consideradas conforme
tabela sugerida.
Os exercícios propostos devem ser motivadores para a criança, portanto
o educador deve utilizar estratégias atrativas ou materiais como apitos,
bolhas, lençóis ou espelhos para imitar movimentos práxicos.
É importante que a criança realize estes exercícios de forma divertida,
pois a motivação do jogo é a principal aliada para atingir os objetivos
propostos;
Devem ser breves o suficiente para evitar o cansaço da criança.
Procure um especialista ou terapeuta quando tiver dúvidas sobre o
desenvolvimento normal da linguagem da criança. Ele será a pessoa mais
indicada para detectar qualquer problema ou anomalia e nos orientar
sobre quais as terapias mais adequadas.