PCE
PLANO DE CONTROLE DE EMERGÊNCIA
AGROPECUÁRIA PIRES
Depósito De Agrotóxicos Em Casa Agropecuária
RIO RUFINO, SC
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ESTRUTURA DO PCE
1 – Identificação 3
2- Riscos que a empresa apresenta 4
3 – Objetivos 4
3.2 – Objetivo geral 5
3.3 – Objetivo específico 5
4 – Aplicação 6
5 – Competência 6
6 – Procedimento de manutenção do PCE 6
7 – Detalhamento 6
7.1 – Considera-se emergência 6
7.2 – Tipos de emergência 7
7.3 – Origens 7
8 – Considerações gerais 8
9 – Estrutura do Plano de Emergência 9
10 – Registros 10
11 – Plano de abandono 10
12 – Telefones de emergência 12
13 – Referências 14
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1. IDENTIFICAÇÃO
Empresa: GISLEIA MARCELINO PIRES
Endereço: Rua José Serafim dos Santos, n° 35
CEP.: 88.658-000
C.N.P.J.: 09.192.140/0001- 83
Código nacional segundo
42.40.00 Depósito de agrotóxicos em casa
resolução CONSEMA:
agropecuária
Potencial Poluidor/Degrador: Ar: P Água: M Solo: P Geral: M
Telefone: 49 3279 0125
Responsável pela elaboração Vinicius Marcelino Pires
do Plano:
Técnico em Agropecuária
N° CFTA: 12205106961
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2. RISCOS QUE A EMPRESA APRESENTA:
Depósito de Agrotóxicos
A empresa possui um depósito de agrotóxico de pequeno porte, onde é mantido em
local fechado, com porta, bacia de contenção, itens de segurança e exaustores para
circulação de ar.
2.1 LEVANTAMENTO DOS RISCOS
Risco Consequência
✓ Probabilidades de Incêndios; ✓ Queimaduras de colaboradores;
✓ Vazamentos de líquidos e pó de ✓ Intoxicação de colaboradores, e
embalagens danificadas; ar;
Interno ✓ Quebra de embalagens; ✓ Contaminação do meio
ambiente;
✓ Contaminação do Ar;
✓ Morte.
3 OBJETIVOS
3.1 Política de Ação em Emergências
Manter uma Política de proporcionar um controle efetivo de uma emergência, provendo
meios para controlar situações não convencionais que venham a colocar em risco a
integridade física dos trabalhadores, as instalações e/ou o meio ambiente, dentro dos
limites da empresa.
São prioridades para da empresa numa emergência:
✓ A vida das pessoas
✓ A segurança e o bem estar público, dos colaboradores e das instalações;
✓ Proteger o meio ambiente;
✓ Cumprir todas as leis e normas vigentes;
✓ A continuidade das operações;
✓ Proteção da reputação e a imagem da empresa;
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O cumprimento de todas as leis e normas pertinentes devem ser seguidas e
respeitadas durante todas as atividades para prevenir ou minimizar os incidentes ou
efeitos de sinistros que poderiam resultar numa situação de emergência.
Visamos também promover cooperação para responder eficientemente, de maneira
coordenada, as situações apresentadas. Para isso, o pessoal atuará reciprocamente
com as instituições de atendimento às emergências locais, do Estado, com os meios de
comunicação e com o público em geral.
3.2 Objetivo Geral
Proporcionar aos colaboradores a preparação e organização para uma resposta rápida,
eficiente e segura em situações de emergência, definir as ações de continuidade do
processo de trabalho da empresa salvaguardando seus ocupantes em caso de
ocorrência de uma situação perigosa.
Colaborar com a equipe de atendimento a emergências, para responder imediatamente
no contingente de um sinistro, dando ênfase a prioridades da empresa que são:
proteção efetiva da vida, a segurança e bem estar do público, dos colaboradores, a
preservação do meio ambiente, protegendo as instalações até o restabelecimento
seguro das operações.
3.3 Objetivos Específicos
✓ Formar a equipe que administrará a emergência;
✓ Definir relação e responsabilidades da equipe de atendimento a emergências;
✓ Atribuir tarefas a equipe;
✓ Definir os procedimentos a serem seguidos em caso de uma emergência;
✓ Documentar todos os recursos utilizados nas ações de controle e extinção da
Emergência;
✓ Estabelecer relacionamento com órgãos específicos para auxílio mútuo no
atendimento de uma emergência;
✓ Equipamentos a serem utilizados;
✓ Avaliar possíveis impactos a saúde e / ou ao meio ambiente.
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4 APLICAÇÃO
Este procedimento aplica-se a todos os funcionários, trabalhadores prestadores de
serviços, terceiros ou visitantes in loco na empresa.
5 COMPETÊNCIA
Compete ao proprietário a aprovação deste documento.
6 PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO DO PCE
Uma das condições essenciais para garantir a eficácia de um Plano de Emergência é a
sua correta e perfeita atualização.
Para o efeito, são indispensáveis que sejam comunicadas previamente aos
responsáveis pelo Plano de Emergência quaisquer alterações ao nível das condições
físicas da edificação ou da organização dos meios humanos que afetam à segurança;
entre as situações passíveis de exigir atualização do plano.
Salientam-se as seguintes:
✓ Alterações na estrutura física da empresa;
✓ Modificações nas vias de acesso a empresa;
✓ Alterações nas saídas e vias de evacuação;
✓ Instalação de novos equipamentos técnicos;
✓ Alterações na sinalização interna da empresa;
✓ Organização do sistema de segurança;
7 DETALHAMENTO
7.1 Considera-se Emergência:
Para efeitos deste procedimento, será considerada emergência, qualquer anormalidade
que coloque em risco parcial ou total ao sistema, a integridade física do trabalhador
e/ou o patrimônio da empresa, e que exija a intervenção imediata de recursos humanos
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e materiais, organizados e devidamente treinados, para enfrentar com rapidez e
eficiência, as situações de emergência.
Geralmente este estado é originado pela possibilidade de ocorrer um evento ou pela
ocorrência intempestiva e imprevisível do mesmo.
A magnitude, abrangência e as características do evento podem requerer, para os
atendimentos, a ativação de recursos e a estrutura disponível na Empresa para essa
finalidade; a concorrência de Órgãos Específicos e/ou de Ordem Técnica, bem como a
convocação e a participação de profissionais especializados e, de certa forma, a
contribuição da comunidade e dos clientes atendidos.
7.2 Tipos de emergências:
✓ Incêndio em instalações e/ou equipamentos;
✓ Vazamento de produtos de embalagens danificadas;
✓ Incêndio em instalações circunvizinhas ao setor de depósito de agrotóxicos;
✓ Desabamento de estrutura física;
✓ Incêndio em qualquer um dos veículos que estejam no estacionamento e
descarregando ou carregando no Pátio da empresa;
7.3 Origens:
Estes eventos teriam as seguintes origens:
a) De Origem Técnica
✓ Por falha na construção das instalações da rede e equipamentos;
✓ Devido a anomalias e defeitos, de ordem construtiva ou de conservação e
manutenção de equipamentos e instalações;
✓ Devido a recebimento de produtos que foram danificados durante o
transporte;
✓ Incêndio em qualquer um dos veículos que estejam no estacionamento e
descarregando ou carregando no Pátio da empresa;
✓ Contaminação de ambientes públicos por derrame dos materiais de
embalagens danificadas.
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b) De Origem Social
✓ Em conseqüência de atentados ao patrimônio com ações predadoras em
instalações e equipamentos;
✓ Como resultado de atos de desordem civil;
✓ Devido a atos de terrorismo, sabotagem e similares.
c) De Ordem Natural
✓ Devido a alagamento e deslizamentos de terrenos;
✓ Devido a afundamento de terreno na área da empresa;
✓ Devido a anomalias esporádicas de origem atmosféricas, como raios;
8 CONSIDERAÇÕES GERAIS
✓ As ações de combate e controle às emergências terão prioridade sobre as
demais atividades da empresa enquanto permanecer a situação;
✓ A coordenação geral deste PEC para o combate, controle e extinção da
emergência será exercida em tempo integral e com dedicação exclusiva;
✓ A área de abrangência, contemplada neste plano, envolve toda empresa;
✓ Qualquer acidente que apresente agressão ao meio ambiente deve ser
comunicado, via relatório específico, às autoridades competentes: Instituto de
Meio Ambiente de Santa Catarina;
✓ O Relatório do acidente deve ser elaborado pelo responsável técnico da
empresa.;
• Em casos de emergências com lesões corporais, encaminhar a vítima aos
hospitais relacionados neste PCE;
• A empresa divulgará e implantará este PCE, distribuindo cópias aos
participantes;
✓ Deve treinar todo o pessoal envolvido, revisar, manter atualizado e realizar
exercícios de simulados;
✓ As avarias decorrentes da emergência devem ser atendidas, imediatamente.
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9 ESTRUTURA DO PLANO DE EMERGÊNCIAS
A estruturação do PCE baseia-se num pilar onde devem fluir as ações chaves de
gestão, tendo como objetivo organizar e definir responsabilidades e atribuições no
controle e extinção da emergência. São eles:
OPERACIONAL
Este pilar têm suas atribuições divididas em níveis de acordo com a especificidade de
cada área, permitindo que a ocorrência seja administrada de maneira eficiente, visando
todas as prioridades anteriormente definidas, oferecendo todos os recursos
necessários ao controle e extinção da emergência.
Atribuições do gerente administrativo
✓ Trabalhar em conjunto com os seus funcionários;
✓ Fazer contatos com hospitais citados neste PCE;
✓ Disponibilizar EPI’s;
✓ Deslocar-se imediatamente para o local da emergência;
✓ Providenciar dispositivos de sinalização para o local da emergência;
✓ Inspecionar frente de trabalho da Equipe de Reparos fazendo monitoramento
de EPI’s;
✓ Disponibilizar EPI’s adequados para o Grupo de Resposta e demais grupos
envolvidos na emergência, se necessário;
✓ Monitorar exposição ocupacional das equipes (toxicidade, desgastes físicos,
exposição ao sol, etc.);
✓ Prever o melhoramento das ações de combate à emergência;
Atribuições dos Funcionários de Ação Direta e Reparo
O Grupo de Ação Direta deve ser composto pelos funcionários da empresa, tendo
como função.
✓ Deslocar-se imediatamente para o local da emergência;
✓ Seguir as orientações da gerencia;
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✓ Manter a Coordenação atualizada sobre o desenrolar das ações de reparos;
✓ Desenvolver ações necessárias ao controle da emergência, conforme
procedimentos operacionais específicos;
✓ Realizar as operações necessárias à eliminação das causas da emergência
(ação preventiva);
✓ Contribuir com informações relevantes para a elaboração do relatório final da
Emergência.
✓ Executar os reparos nos locais avariados, inclusive equipamentos e/ou
acessórios;
✓ Acondicionar o material perigoso em recipientes para posterior encaminhamento
ao aterro industrial;
✓ Executar as ações de reparos conforme os procedimentos específicos, dispondo
de ferramentas e equipamentos auxiliares no combate a emergência (Kit de
emergência) utilizando os EPI’s adequados;
10 REGISTROS
✓ Em todo tipo de emergência ocorrida, todos os envolvidos devem contribuir com
a elaboração de um Relatório detalhando todos os fatos e ações desenvolvidas;
✓ Deve ser realizada uma avaliação de todas as ações realizadas no controle e
extinção da emergência;
11 PLANO DE ABANDONO
Abandono de área
✓ É a Saída organizada de todos os ocupantes de uma determinada área crítica da
empresa, devido a uma situação de Emergência, que possa oferecer perigo a
integridade física dessas pessoas;
Abandono de área total
✓ É a Remoção total ou parcial das pessoas que estejam na empresa, para um
lugar seguro, no caso de situações de Emergências internas ou externas, que
coloquem em risco a integridade física dessas pessoas;
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Área de segurança
✓ É o Local para onde serão removidos os funcionários, em caso de abandono da
empresa para todas as situações de Emergências que necessitem abandono do
local. O Local de Segurança será definido pelo Gerente de acordo com a
Emergência em curso;
AVISO DE ABANDONO DE ÁREA
OS FUNCIONÁRIOS DEVEM DESLIGAR OS EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS –
ABANDONAR O LOCAL – NÃO TRANCAR AS PORTAS
SEGUIR PARA AS ÁREAS DE SEGURANÇA CONFORME ORIENTAÇÃO
DO GERENTE
SITUAÇÃO NORMALIZADA RETORNO AO LOCAL DE TRABALHO
✓ Somente poderão dirigir-se ao local da Emergência os funcionários
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12 TELEFONES DE EMERGENCIA
✓ CORPO DE BOMBEIRO:
Telefone: 193
✓ HOSPITAL
Endereço: Rua José Ribeiro 91, Centro, Rio Rufino
Telefone: (49) 3279 0067
✓ CASAN.
Endereço: Rua Adolfo Konder, 999- Centro, Urubici/SC
Telefone: (47) 3524-0156
✓ CELESC - COMPANHIA DE ELETRICIDADE DE SANTA CATARINA
Endereço: Rua Frontino Vieira Souza, 43, Bom Retiro/SC
Telefone: (47) 3277 0137
✓ CENTRO DE CONTROLE DE INTOXICAÇÃO
✓ Florianópolis/ SC, Centro de Informações Toxicológicas de Santa Catarina
Fone: (48) 331.9535/ 331.9173 (Tel. CIT)
(48) 99902-2683 – Imagens do agente tóxico e/ou local de infecção podem ser
enviadas por aplicativo WhatsApp, após contato prévio com a equipe de plantão.
Atendimento: 0800 643 52 52 - Fax: (48) 331.9083 (CIT)
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14 REFÊRENCIAS
Normas Regulamentadoras do MTE, aprovadas pela Portaria 3.214 de 08 de junho de
1978 e suas atualizações.
Resolução CONAMA No. 316, de 29 de outubro de 2002.
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Vinicios Marcelino Pires
Técnico Agrícola
CFTA: 12205106961
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Agropecuária Pires
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