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Introdução ao CLP na Indústria

O documento aborda a automação industrial com foco no Controlador Lógico Programável (CLP), incluindo conceitos básicos, histórico, arquitetura e funcionamento. Destaca a evolução dos CLPs desde sua origem na indústria automobilística até suas vantagens e estrutura básica. O conteúdo é voltado para um curso de automação industrial, com ênfase na programação e operação de sistemas de controle.

Enviado por

Fernando Sousa
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Introdução ao CLP na Indústria

O documento aborda a automação industrial com foco no Controlador Lógico Programável (CLP), incluindo conceitos básicos, histórico, arquitetura e funcionamento. Destaca a evolução dos CLPs desde sua origem na indústria automobilística até suas vantagens e estrutura básica. O conteúdo é voltado para um curso de automação industrial, com ênfase na programação e operação de sistemas de controle.

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LED- AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

LABORATÓRIO EDUCACIONAL DE
DESENVOLVIMENTO

C. CURRICULAR: AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL – CLP

Instrutor: José Elymarcos Roberto Sousa


Lopes
Formação: Licenciado em Eletricidade
CONTEÚDO / C.H. =
60
⦿ 1 – Conceitos Básicos
⦿ 2- Histórico,
⦿ 3- Arquitetura de um CLP,
⦿ 4- Funcionamento,
⦿ 5- Linguagem de programação,
⦿ 6- Lógicas de Relés,
⦿ 7- Endereçamento de Memórias,
⦿ 8- Entradas / Saídas Digitais,
⦿ 9- Temporizadores,
⦿ 10- Sub-rotinas.
CONCEITOS BÁSICOS

BIT , o que será?


CONCEITOS BÁSICOS

BIT É O MENOR ESPAÇO DE ARMAZENAMENTO


NA MEMÓRIA.
PODE ASSUMIR APENAS DOIS VALORES:

“1” (ENERGIZADO/ VERDADEIRO )

“0” (DESENERGIZADO/FALSO ).
CONCEITOS BÁSICOS

Bom BIT eu entendi...


mas o que é BYTE ?
CONCEITOS BÁSICOS

• BEM, BYTE É UM GRUPO DE BIT’S


ADJACENTES NORMALMENTE OPERADO
COMO UMA UNIDADE.
• EXISTEM OITO BIT’S EM UM BYTE.
• UM BYTE É CAPAZ DE ARMAZENAR E
MOSTRAR UM VALOR NUMÉRICO
EQUIVALENTE ENTRE 0 E 255
• 0 0 0 0 0 0 0 0 ATÉ 1 1 1 1 1 1 1 1
CONCEITOS BÁSICOS

Legal, BYTE é um conjunto


de 8 bit’s...
Mas o que é PALAVRA ?
CONCEITOS BÁSICOS

• PALAVRA É UMA UNIDADE DE MEMÓRIA


COMPOSTA DE 16 BIT’S INDIVIDUAIS.
• AS PALAVRAS OU PARTES DE PALAVRAS SÃO
USADAS NA PROGRAMAÇÃO DE INSTRUÇÕES
OU NA REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES
MATEMÁTICAS.

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
CONCEITOS BÁSICOS

O que é MNEMÔNICO?
CONCEITOS BÁSICOS

MNEMÔNICO SÃO SIGLAS QUE


REPRESENTAM NOMES EXTENSOS.

EX: UNIDADE CENTRAL DE


PROCESSAMENTO

O MNEMÔNICO PARA ESTE NOME É “ CPU ”


CONCEITOS BÁSICOS

O que é CMOSRAM ?
CONCEITOS BÁSICOS

CMOS É UMA TECNOLOGIA DE CONSTRUÇÃO DE


CHIP’S ELETRÓNICOS (circuitos integrados - CI).

RAM É MEMÓRIA DE ACESSO ALEATÓRIO,UMA


MEMÓRIA RÁPIDA E VOLÁTIL. É CONSTITUÍDA
DE BIT’S. SE RETIRARMOS A ALIMENTAÇÃO OS
DADOS SE PERDEM. É UMA MEMÓRIA DE
ESCRITA E LEITURA.
CONCEITOS BÁSICOS

O que é SOFTWARE ?
CONCEITOS BÁSICOS

• SÃO OS PROGRAMAS EM LINGUAGEM


LADDER ARMAZENADO NO CLP.

• SÃO OS PACOTES DE PROGRAMAÇÃO


EXECUTÁVEL, USADO PARA DESENVOLVER
OS PROGRAMAS EM LINGUAGEM
LADDER.
CONCEITOS BÁSICOS

O que posso entender


como HARDWARE ?
CONCEITOS BÁSICOS

• HARDWARE INCLUI TODOS OS


COMPONENTES FÍSICOS DO SISTEMA
DE CONTROLE.

• CONTROLADOR
• PERIFÉRICOS
• FIAÇÃO DE CONEXÃO
NOÇÕES DE ELETRÔNICA DIGITAL

• Definição – São circuitos que operam com


quantidades que só podem ser incrementadas ou
decrementadas em passos finitos. Em resumo; só
podem assumir valores discretos ou inteiros.

Eletrônica Analógica Eletrônica Digital

0
0
NOÇÕES DE ELETRÔNICA DIGITAL

• Circuitos Analógicos – operam com sinais que


podem assumir quaisquer valor entre dois
limites.

• Circuitos Digitais – operam com sinais que só


podem variar aos saltos.
INTRODUÇÃO

O Controlador Lógico Programável, ou


simplesmente CLP, tem revolucionado os
comandos e controles industriais desde seu
surgimento na década de 70.

Antes do surgimento dos CLPs as tarefas de


comando e controle de máquinas e processos
industrias eram feitas por relés eletromagnéticos,
especialmente projetados para este fim.
INTRODUÇÃO

O primeiro CLP surgiu na indústria


automobilística, até então um usuário em
potencial dos relés eletromagnéticos utilizados
para controlar operações sequenciadas e
repetitivas numa linha de montagem.

Este equipamento foi batizado nos Estados


Unidos como PLC (Programable Logic Control),
em português CLP (Controlador Lógico
Programável).
HISTORICO

A história dos CLP’s

Onde tudo começou


HISTORICO

O controlador programável teve sua origem


no setor da indústria automobilística americana,
especificamente na Hydromic Division da
General Motors, em 1968, devido a grande
dificuldade de se mudar a lógica de controle de
painéis de comando a cada mudança na linha
de montagem. Estas mudanças implicavam em
altos gastos de tempo e dinheiro.
HISTORICO

Nascia assim um equipamento


bastante versátil e de fácil utilização,
que vem se aprimorando
constantemente, diversificando cada
vez mais os setores industriais e suas
aplicações, o que justifica hoje um
mercado mundial estimado em 4
bilhões de dólares anuais.
SITUAÇÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA

No final da década de 60, as montadoras


controlavam as linhas de produção com milhares de
relês e um complexo sistema eletromecânico.

• Mudanças anuais nos modelos requeriam re-


desenvolvimento dos painéis e a fiação dos
relês, praticamente se trocava tudo.

• Os painéis eram pesados e difíceis de instalar,


modificar e consertar, enquanto fiação e
documentação disponíveis se tornavam
volumoso e dispendioso.
• Em adição, o custo de trocar um relê estava
se tornando altíssimo.
O PRIMEIRO CLP

• Em 1968, um grupo de engenheiros da Bedford


Associates em Bedford, Massachusetts,
desenvolveu um produto que resolvia o
inerente problema dos painéis de controle a
relê.
• Baseados no projeto de Richard Morley, a
solução era um controlador que utilizava um
circuito de estado sólido com lógica relê ladder
para programá-lo.

• Um controlador de lógica sequencial que


controlava a lógica da fábrica e os processos
sequenciais, chamado “084”.

• Ele foi chamado de “084”, pois foi o octagésimo


quarto projeto da Bedford Associates.
O BERÇO DA MODICON
⦿ Para desenvolver o mercado do “084”, estes
mesmos engenheiros da Bedford Associates,
inauguraram uma companhia chamada de
MODICON. (MOdular DIgital CONtrol)

• O primeiro “084”foi instalado em Março de


1969 na divisão da General Motors Hydra-
Matic em Ypsilanti, Michigan.
1969
• Ele eliminou a necessidade da troca de todo o
sistema de controle, cada vez que se mudava
uma linha de produto. Novas instruções eram
simplismente programadas.
• Ele era usado para controlar um grande
número de operações, incluindo, corte de
metais,montagem, teste de transmissões etc
1970
DEFINIÇÃO

O QUE É UM CONTROLADOR LÓGICO


PROGRAMÁVEL (CLP)?
DEFINIÇÃO

Definição segundo a ABNT


(Associação Brasileira de Normas
Técnicas)

É um equipamento eletrônico
digital com hardware e software
compatíveis com aplicações
industriais.
DEF.: AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Conjunto de técnicas utilizados para tornar


automático os processos industriais, assim
estes se tornam mais rápidos e eficientes,
gerando maior produtividade e
consequentemente maiores lucros.
NÍVEIS DE UMA PLANTA DE AUTOMAÇÃO

IHM

CLP

PAINEL DE
INVERSORES E
SOFTSTARTERS EXPANSÃO DE I/O

MOTORES NO
CAMPO MOTOR 1 MOTOR 2 MOTOR 3 MOTOR 4 MOTOR 5 MOTOR 6
VANTAGENS DO CLP
· menor espaço
· menor consumo de energia elétrica
· reutilizáveis
· programáveis
· maior confiabilidade
· maior flexibilidade
· maior rapidez na elaboração dos projetos
· interfaces de comunicação com outros CLPs
e computadores
ARQUITETURA DE UM CLP
ARQUITETURA DE UM CLP

1 2 3 4 5 IHM

3 4
CPU
Dispositivos de entrada

E
S

Dispositivos de Saída
N
T A
R Í
2 D
A
D A
A S
S
MEMÓRIAS
INPUT OUTPUT

1 Fonte de Alimentação
CICLO DE VARREDURA (SCAN)
CICLO DE VARREDURA (SCAN)

Esta rotina de operação recebe o


nome de Scan, e é executado
ciclicamente pela CPU, o tempo de
cada ciclo depende do tamanho do
programa e do número de pontos de
Entradas e Saídas
CICLO DE VARREDURA (SCAN)

Escreve na memória
imagem de entrada

Lê as Entradas
Executa o programa
do usuário

Inicio do ciclo
Processa pedidos de
comunicação

Atualiza as saídas
Faz diagnostico da
CPU
Escreve na memória
imagem de saída
CICLO DE VARREDURA (SCAN)

Inicio do ciclo

Lê as Entradas

7
8
Escreve na memória 6
imagem de entrada
Executa o programa Scan:
do usuário LOOP 1 É o tempo que a CPU
Processa pedidos de demora para executar 5
comunicação um ciclo de varredura.
Faz diagnostico da
CPU 2
4
Escreve na memória

3
imagem de saída

Atualiza as saídas
CICLO DE VARREDURA (SCAN)

Iníci
4 Housekeeping o
1 Varredura
de entradas
3 Varredura
de saídas

Varredura do
2
programa
DESCRIÇÃO DO CICLO DE OPERAÇÃO :

1 - Varredura das entradas: A


CPU lê todas as entradas e
guarda as informações em uma
memória especial, denominada
Memória Imagem de entrada;
DESCRIÇÃO DO CICLO DE OPERAÇÃO :

2 - Varredura do Programa: As
informações da memória imagem de
entrada são processadas de acordo com
o programa realizado pelo usuário e de
acordo com a lógica do programa muda
os estados das saídas e guarda estas
informações em outra memória especial
denominada memória imagem de saída.
DESCRIÇÃO DO CICLO DE OPERAÇÃO :

3 - Varredura das Saídas : As


saídas são atualizadas de
acordo com a memória imagem
de saída.
4 – Overhead/Housekeeping :
A CPU lê todas as
comunicações disponíveis e
atualiza o diagnóstico.
ESTRUTURA BASICA DE UM CLP

O CLP é composto basicamente por 3 partes


principais :
1 - ENTRADAS ;
2 - SAÍDAS ;
3 - CPU (Unidade Central de Processamento)
CP
U

Entrada Saída
s s
ESTRUTURA BASICA DE UM CLP
Podemos apresentar a estrutura de um CLP dividida
em três partes: entrada, processamento e saída.
ESTRUTURA DO CLP

PROCESSADOR MEMÓRI
Executa a rotina de funcionamento
do CLP
A
Armazena informações do sistema
operacional,
do usuário e do processo ( módulos de E
eS)

Barramento de dados
Estabelece a comunicação de dados entre os
módulos

MÓDULO DE
ENTRADAS E SAÍDAS
Recebem os sinais Emite sinais para o
do processo ( processo (
sensores, micro- solenóides ,
switch, Botões) motores ,
resistências)
Porta de
comunicação

E
S
N Unidade A
T
R Central Í
D
A de processamento A
D
A (CPU) S C
R
S

Barreira
Barreira MEMÓRIA De
De Isolação
Isolação Programa Dados

Baixa tensão

Alimentação AC ou Alimentação DC
Tabela
Imagem Tabela
das Imagem
das Módulo de
entradas
Ru saídas Saída
Scan ou Varredura
Módulo de n
Entrada I Processad Q
or Q4.
I0. Programab
Controlad
0 0
1 10 0
1 10 0
I0. le
or Q4.
1 0 0 Logic
Lógico 0 0 1
I0. Q4.
0 0 Controller
Programá 0 0
2
I0. PLC 2
Q4.
120Vc
Modos
3
I0.
0 0 CLP
vel
Memóri 1 1 3
Q4.
aOperaç
de 0 0 I0.
a 5Vc Q4.0 0 0
4 Q4.0 4
ão I0. 0
c Q4.
5 0 0 ( 0 0 5
I0. I0. ) Q4.
6 0 0 Q4.3
Q4.3 0 0 6
I0. 2 Q4.
7 0 0 ( 0 0 7
)
Tempo de varredura 4 µs por
MÓDULOS DE
Os módulosENTRADA
de entrada são
interfaces entre os sensores localizados
no campo e a lógica de controle de um
controlador programável.
Estes módulos são constituídos de
cartões eletrônicos, cada qual com
capacidade para receber um certo
número de variáveis.
MÓDULOS DE
ENTRADA
Pode ser encontrado uma variedade muito
grande de tipos de cartões, para atender as
mais variadas aplicações nos ambientes
industriais. Os elementos que informam a
condição de grandeza aos cartões, são do tipo:

ELEMENTO DISCRETO: Trabalha com dois


níveis definidos;
ELEMENTO ANALÓGICO: Trabalha dentro de
uma faixa de valores.
MÓDULOS DE
ENTRADA
Módulo de Entrada discreta (digital)
Recebem o sinal do campo fazendo a interface
entre os dispositivos de campo e o CLP. Quanto
ao sinal recebido do campo são de dois tipos
discreto e analógico.
Tornam compatíveis os níveis de tensão que
chegam do campo (Ex: 220V, 127V, etc...) e o
nível utilizado pela CPU (Ex: 5Vcc).
Isolam e filtram os Sinais e Ruídos indesejáveis
(EMI).
ENTRADAS ( INPUT “I” )

LED Nível Lógico

CPU

+
Retificador Filtro Detecção de Isolador ótico
Nível
Sensor

~ -
220v
DISPOSITIVOS DE ENTRADA

BOTOEIRAS
CHAVE E
PRESSOSTATO N C
FLUXOSTATO T
TERMOSTATO R
P
A
FIM DE CURSO D
TECLADO A U
CHAVE BCD S
FOTOCÉLULA
OUTROS
DISPOSITIVOS DE ENTRADA

SENSOR
INDUTIVO
CHAVES-FIM-DE-CURSO

CHAVES-FIM-DE-CURSO
CHAVES E BOTOEIRAS
Módulos de Entradas e Saídas (I/O)

Ladder A1 K A2
INPUT MII MIO OUTPUT 1
00 1 00
00
21 22
01 1 01
02 0 02
03 0
1 1 11
03
04 0 04
21 22 05 0 05
06 0 06
S1 07 0 07
10 0 10
11 0 11
13 14 0
12 12
13 0 13
S1 14 0 14
15 0 15
16 0 16
13 14
17 0 17

+ - COM COM
+ -
VCC=110V VCC=110V
• SINAL DIGITAL : Também conhecido como
sinal lógico ( ou discreto ) , tem este nome
porque só permite dois estados lógicos :

• 0 = desligado / “aberto” ( sem sinal elétrico)

• 1 = ligado / “fechado” ( com sinal elétrico)


• Os sinais digitais costumam ser em :
24 VCC , 110 VCA e 220 VCA.

Exemplo de sinal digital :

• Botão Atuado = “1” Ligado ( enviando sinal


elétrico para o CLP )

• Botão Não Atuado = “0” Desligado ( não envia


sinal elétrico para o CLP )
SAÍDAS ( OUTPUT
“O”)
São pontos de conexão onde ligamos os
dispositivos de campo que são acionados
pelo CLP (contatores que ligam motores,
sinalizadores, válvulas, solenóides,
inversores de frequência, vazão, etc.), este
acionamento é feito através do envio de
sinais elétricos do CLP para os dispositivos
de campo.
MÓDULO DE SAÍDA
Módulo de Saída Discreta(digital):
Os módulos de saídas fazem a interface entre o CLP e os
Atuadores (contatores, lâmpadas,alarmes,etc...).
Quanto ao sinal enviado ao campo, os cartões são de dois tipos:
Discretos e Analógicos.
LED nível lógico
Atuador
CPU
INPUT
Isolador ótico Driver Nível Relé

F
~_ N
COM Fonte
MÓDULO DE SAÍDA DISCRETA A
TRANSISTOR

Atuador
CPU
INPUT
+

Isolador ótico

_
+
vcc

COM Fonte
MÓDULO DE SAÍDA DISCRETA A TRIAC

L+
COM
CPU
+
Isolador ótico
~ Fonte
_
CARGA
Output _
+
R

Led Sinalizador
L-
DISPOSITIVOS DE SAÍDA

CONTATORE
S

COLUNAS
LUMINOSAS

INVERSORES DE
FREQUÊNCIA
SINALIZADORE
S
ATUADORES DISCRETOS

VÁLVULA SOLENÓIDE
C S CONTATOR
A SINALIZADOR
P Í RELÉ
D SIRENE
U A DISPLAY
S
HARDWARE DO CLP

Um CLP é formado por:

❑ CPU (Central Processing Unit);


❑ Memórias;
❑ Fonte de alimentação;
❑ Bateria;
❑ Módulos de entradas/saídas;
❑ Módulos especiais;
❑ Base (rack).
CPU ( UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO )

É o centro do sistema. Constituída


por um circuito eletrônico complexo
composto de microprocessadores, e
memórias programáveis pelo usuário.
Esta programação é baseada na lógica
de comandos elétricos, realizada de
modo simplificado e amigável, através
de um micro-computador.
MODOS DE OPERAÇÃO DA CPU

De maneira geral, as CPU’s


apresentam dois modos de
operação:

– Programação (Stop).
– Remoto (Permite alterar o
programa on line)
– Execução (Run).
Modos de operação da CPU

Programação (Stop): neste modo a


CPU não executa o programa do
usuário e não atualiza os estados
das saídas. A função principal
desse modo é permitir a
transferência e/ou a alteração do
programa do usuário e a
configuração de parâmetros da
CPU.
Modos de operação da CPU

Execução (Run): neste modo a CPU


executa o programa do usuário para
realizar o controle desejado. Alguns
CLP’s permitem a alteração do
programa mesmo estando neste
modo.
Modos de operação da CPU

Programa ( ON LINE ): neste modo a CPU


executa o programa do usuário e também
pode atualizar os estados das saídas e/ou
entradas. A função principal desse modo é
permitir a transferência e/ou a alteração
do programa do usuário e a configuração
de parâmetros da CPU on line, ou seja com
o programa sendo executado.
MEMÓRIAS DO CLP

Tipos de memórias utilizadas no CLP


são:

RAM

ROM

EEPROM

Flash EEPROM.
MEMÓRIAS DO CLP

EPROM: Onde fica gravado o programa


monitor elaborado pelo Fabricante que faz
o start-up do controlador , armazena dados
e gerencia a sequência de operações. Este
tipo de memória não é Acessível ao usuário.

RAM (Memória do usuário): Armazena o


programa aplicativo do Usuário.
MEMÓRIAS DO CLP

Memória de Dados: Encontram-se aqui


dados referentes ao Processamento do
programa do usuário, isto é uma tabela
de valores manipuláveis,
Temporizadores, contadores etc...).
Memória-Imagem das entradas e
Saídas: Memória que reproduz o
estado dos periféricos de I/O do campo.
MEMÓRIAS DO CLP

RAM – Random Acess Memory – é um tipo


de memória volátil, ou seja, perde os dados com
a falta de alimentação.
Sua principal característica consiste no fato de
que os dados podem ser gravados e alterados
rapidamente e facilmente.
No CLP, acompanhada de uma bateria ou um
capacitor, é utilizada para armazenar dados
temporariamente.
MEMÓRIAS DO CLP

ROM – Read Only Memory – são memórias


especialmente projetadas para manter
armazenadas informações, que, sob hipótese
alguma, poderão ser alteradas.
Desta forma, é uma memória somente para
leitura e seus dados não se perdem caso ocorra
falta de energia.
Nesse elemento são armazenados os dados do
programa de controle do funcionamento do
CLP(Firmware), gravados pelo fabricante.
MEMÓRIAS DO CLP

• EEPROM – Erasable Electrical


Programable Read Only Memory – são
dispositivos de memória que, apesar de não
voláteis, oferecem a mesma flexibilidade de
reprogramação existente nas RAM.
• Elas apresentam duas limitações:
– O processo de regravação de seus dados que só
pode ser efetuado após a limpeza da célula;
– A vida útil de uma EEPROM é limitada pelo número
de reprogramações (da ordem de dez mil operações
limpeza/escrita).
MEMÓRIAS DO CLP

Flash EEPROM: é uma memória do tipo


EEPROM que permite que múltiplos endereços
sejam apagados ou escritos numa só operação.
Dessa forma, a gravação é mais rápida que a
EEPROM. Apesar de possuir uma vida útil
menor que a EEPROM (mínimo de 10.000
operações de limpeza/escrita), tem substituído
gradualmente esta última.
FONTE DE ALIMENTAÇÃO DO CLP

• Baterias são usadas nos CLP’s para manter o


relógio em tempo real, reter parâmetros ou
programas (memórias do tipo RAM), guardar
configurações de equipamentos, etc...
• As baterias do CLP normalmente são
recarregáveis e do tipo longa vida (chegando a
10 anos de vida útil). Podendo manter os dados
sem energia elétrica até por 30 dias.
• Dependendo do CLP pode-se utilizar um
capacitor no lugar da bateria.
LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO

• A Classificação das linguagens de


programação,conforme IEC-61131-3
(Comité internacional de eletrotécnica):
Classes Linguagens IEC 61131-3
IL (Instruction List) Lista de Instruções
Textuais
ST(Structured Text) Texto Estruturado

LD(Diagrama Ladder) Diagrama de Relés

Gráficas FBD(Function Block Diagrama) Diagrama de Bloco de Funções

SFC(Sequencial Flow Chart) Sequenciamento Gráfico de


Funções
LD- DIAGRAMA LADDER

Ésta linguagem originou-se da lógica de relés ou


diagramas em ladder (escada).
Possui duas linhas verticais e paralelas nas
extremidades, representando a alimentação do
“circuito elétrico virtual (pólo positivo e pólo
negativo)”.
Um degrau (rung) é formado por um conjunto de
instruções de entrada (contatos NA e NF) que
habilitam ou tornam verdadeira uma instrução na
saída (bobina).
LD- DIAGRAMA LADDER

As seqüências de causa e efeito orientam-se


da esquerda para direita e de cima para
Baixo. A ativação das bobinas de saída
depende da habilitação de todas as linhas
horizontais, que por sua vez depende da
afirmação (verdadeiro)dos contatos á sua
esquerda.
LD- DIAGRAMA LADDER

Alimentação + Alimentação -

out

Contato NA
Contato NF Bobina

Fluxo virtual de corrente


Estrutura de um Degrau (rung)do diagrama ladder
LD- DIAGRAMA LADDER

Fabricante Contato Normalmente Contato normalmente


Aberto (NA) fechado(NF)

IEC 61131-3

Allen-Bradeley(RocKwell)

Siemens(step7)

GE fanuc
LD- DIAGRAMA LADDER

Fabricante Bobina Bobina Negada

IEC 61131-3 ( ) ( )

Allen-Bradeley(RocKwell) Inexistente

Siemens(step7) ( ) Inexistente

GE Fanuc ( ) ( )
PROGRAMAÇÃO

O programador de CLP realiza um


projeto de comando elétrico na tela do
micro computador e o transfere para CPU,
com isso a parte de fiação fica reduzida
apenas aos dispositivos de campo
conectados no CLP, sendo toda a lógica de
funcionamento e intertravamento do
comando programada no CLP.
PROGRAMAÇÃO
INSTRUÇÕES BÁSICAS DO CLP DIAGRAMA ELÉTRICO

INSTRUÇÃO DE CONTATO ABERTO

INSTRUÇÃO DE CONTATO FECHADO

INSTRUÇÃO DE BOBINA
ENDEREÇAMENTO

Quando programamos o CLP


temos que informar à CPU aonde
fisicamente (no CLP ) estão conectados
os dispositivos de campo para que a
mesma possa receber ou enviar sinais
elétricos para eles.
ENDEREÇAMENTO

Cada ponto de Conexão das


Entradas e Saídas do CLP recebe um
nome especial, que chamamos de
Endereço, este deve ser utilizado
pelo usuário na programação da
CPU. Este endereço depende do CLP
que estamos utilizando.
ENDEREÇAMENTO
L1
K1
S1 S0

E
N
K1
S
T
R
K1 A
Í
A
D
D
A
A
S
S h
1
h
K1
1
ENDEREÇAMENTO
• A cada instrução de entrada,saída ou relé
interno,está associado a um endereço que
indica a localização do mesmo na memória
do CLP.
• Este endereço é um operando identificado
por letras e números,cuja notação e diferente
para cada fabricante. EX:
Allen-Bradley(RSLogix500) Siemens(S7-200)

I:0/0 O:0/0 B3:0/0 I0.0 Q0.0 M0.0


ENDEREÇAMENTO - ALLEN-BRADLEY

ALLEN-BRADLEY (RSLOGIX500)

Input Output Binary

Word Word Word


Bit Bit Bit

I:0/0 O:0/0 B3:0/0


Entrada Saída Memória Interna
ENDEREÇAMENTO - ALLEN-BRADLEY

I:0 Endereço
Digita-se I:0/0 Aparece
I:0 I:0 0 O:0
N.° do bit

out
0 0 0
O:0

0 I:0
I:0 B3:0
out
0 0 0
B3:0

0
ENDEREÇAMENTO / S7-200 - SIEMENS

Siemens(S7-200)

Input Output Binary

Word Word Word


Bit Bit Bit

I0.0 Q0.0 M0.0


Entrada Saída Memoria Interna
ENDEREÇAMENTO / S7-200 - SIEMENS

I0.0 Endereço. N° do bit

Digita-se I0.0 Aparece

I0.0 I0.1 Q0.0


out

Q0.0

I0.2 I0.3 M0.0


out

M0.0
LÓGICA DE RELÉS
Linguagem ladder

L1 f4
+ Vcc - Vcc
RT
S0 K1
S RT S1
0
K1
S
K1 K1
1
K1 h
1

A1
K
1 h1
N A2
CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS
BOBINAS AUXILIARES

O CLP disponibiliza ao
usuário bobinas internas auxiliares
para elaboração da lógica do
programa, estas funcionam como os
relés auxiliares nos comandos
elétricos, porém estes estão internos
no CLP, não precisam de fiação nem
ocupam espaço físico no painel
elétrico.
ESPECIFICAÇÕES DO CLP

O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA


ESPECIFICAR UM CLP?

[Link], Tipo e Localização da E/ S


2.Número de pontos de entrada e saída
[Link]ção AC ou DC
[Link] ou Analógico
TI POS DE CLP

Tipos:
CLP (Controlador Lógico Programável):
Quanto a configuração do hardware Existem
dois tipos de clp no mercado:
Não
esqueçam!!!

❑ Compacto
❑ Modular
TI POS DE CLP

CLP Compacto :
Sua configuração física não pode ser [Link],Módulos de
Entradas e saída, fonte... Ficam encapsuladas em invólucro
único.
HARDWARE DO CLP

CLP Modular:
Este CLP pode ser montado de acordo com a
necessidade do usuário ou sistema a ser implementado.
ENDEREÇAMENTO DE INPUT

I 0 / ___
___:___ 1
I = ENTRADA BIT ( 0-9 )

NÚMERO DO GRUPO
QUANTIDADE DE RACK
ENDEREÇAMENTO DE OUTPUT

o 0 / ___
___:___ 0
O = SAÍDA BIT ( 0-5 )

NÚMERO DO GRUPO
MINEMONICOS

• MNEMÔNICO SÃO SIGLAS PARA NOMES


EXTENSOS

• EX: CONTROLADOR LOGICO PROGAMAVEL

• O MNEMÔNICO PARA ESTE NOME É “ CLP ”


MINEMONICOS

XIC – EXAMINE IF CLOSED – CONTATO ABERTO

XIO – EXAMINE IF OPEN – CONTATO FECHADO

OTE – OUTPUT ENERGIZED – BOBINA

OTL – OUTPUT LATCH - BOBINA SET

OTU – OUTPUT UNLATCH - BOBINA RESET


MINEMONICOS

OSR – ONE SHOT RISING - Borda de Subida ou


Flanco de Pulso Positivo

TON – TIMER ON DELAY – TEMPORIZADOR AO


TRABALHO

TOF – TIMER OFF DELAY – TEMPORIZADOR AO


REPOUSO

RTO – RETENTIVE TIMER ON – TEMPORIZADOR


MINEMONICOS

CTU - COUNTER UP – COTADOR CRESCENTE

CTD - COUNTER DOWN - CONTADOR


DESCRECENTE

EQU – EQUAL – IGUAL

NEQ – NOT EQUAL – DIFERENTE

GRT – GREATER THAN – MAIOR QUE


MINEMONICOS

GEQ – GREATER THAN OR EQUAL TO – MAIOR OU


IGUAL

LES – LESS THAN - MENOR

LEQ - LESS THAN OR EQUAL – MENOR OU IGUAL

LIM – LIMITE

MOV - MOVE
INSTRUÇÕES TIPO RELÉ

Contato NA – Contato Normalmente Aberto


Simbologia:
--| |--
XIC – EXAMINE IF CLOSE ( Examine se fechado)
Esta instrução confirma a entrada do CLP, ou
seja, se a entrada do CLP for verdadeira (1)
esta instrução também será verdadeira (1), se
a entrada do CLP, for falsa(0) esta instrução
tambem será falsa (0).
INSTRUÇÕES TIPO RELÉ

Contato NF – Contato Normalmente Fechado


Simbologia:
--| |--
XIO – EXAMINE IF OPEN ( Examine se abrir)
Esta instrução, nega a entrada do CLP, ou seja,
se a entrada do CLP for verdadeira (1) esta
instrução será falsa(0), se a entrada do CLP, for
falsa(0) esta instrução será verdadeira (1).
INSTRUÇÕES TIPO BOBINAS

Bobina

Simbologia:
—( )— OTE – OUTPUT ENERGIZED ( Energizado
na saída)
Esta instrução será verdadeira (1) se toda
a linha que a antecede for verdadeira (1).
BORDA DE SUBIDA

Essa instrução torna a linha verdadeira durante


uma varredura com uma transição de falsa para
verdadeira da condição anterior à atual da linha.

As aplicações para esta instrução incluem iniciar


eventos acionados por um botão de comando,
como por exemplo, “congelar” valores exibidos
muito rapidamente.
BORDA DE SUBIDA

OSR – Borda de Subida ou Flanco de Pulso Positivo

Simbologia:
OS
R
ONE SHOT RISING
I:0
] [ Storage Bit ? Endereço da Instrução
2
Output Bit ? Endereço de Saída
BORDA DE SUBIDA

Quando a instrução de entrada passa de falsa


para verdadeira, a instrução OSR condiciona a
linha de forma que a saída fique verdadeira
durante uma varredura do programa. A saída
passa a falsa e assim permanece durante várias
varreduras até que a entrada realize uma nova
transição de falsa para verdadeira.
GRAFICO - BORDA DE SUBIDA

STB

OP
BORDA DE SUBIDA

OS
R
ONE SHOT RISING
I:0 O:
] [ Storage Bit B3:0/0 (0 )
2 0
Output Bit B3:2/0

Recomenda-se não utilizar um endereço de


saída juntamente com a instrução OSR,
devido a pequena duração do tempo de
uma varredura.
BORDA DE SUBIDA

A instrução OSR não poderá ser usada dentro de


uma Branch conforme figura a seguir.

OS
I: R O:
ONE SHOT RISING
]0 [ 0( )
2 Storage Bit B3:0/0 0
Output Bit B3:2/0

O:
(0 )
1
BORDA DE SUBIDA

A linha é verdadeira, porque a instrução


OSR esta fora do Branch.
OS
R O:
I:0 ONE SHOT RISING
] [ 0( )
2 0
Storage Bit B3:0/0
Output Bit B3:2/0 O:
(0 )
1
BORDA DE SUBIDA

O OSR envia um pulso a saída a cada vez


que for energizada.

OS
I:0 R
ONE SHOT RISING
] [
2 Storage Bit B3:0/0
Output Bit B3:2/0
BORDA DE SUBIDA

B3:0 O:
] [ 0( )
0 3

Contato para sinalizar a instrução alimentada.


B3:2 O:
] [ 0( )
0 4

Contato responsável em enviar pulso a carga ao


alimentar o OSR.
INSTRUÇÕES TIPO BOBINAS

Bobina SET
Simbologia:
--( L )--, OTL – OUTPUT LATCH (Liga Saída)

Esta instrução ao receber um pulso irá se


tornar verdadeira (1), memorizando este
estado, mesmo que o sinal que a habilitou
retorne ao nivel lógico baixo (0). Esta
instrução dispensa o contato de selo.
INSTRUÇÕES TIPO BOBINAS

Bobina RESET

Simbologia:
--( U )--, OTU – OUTPUT UNLATCH (Desliga Saída)

Esta instrução possui a função única e


exclusiva de desabilitar a bobina SET.
INSTRUÇÃO CONTATO NA

S1
Ladder A1 K A2
INPUT MII MIO OUTPUT 1
13 14
00 0 00
01 0 0 0V
01
02 0 0 00 0 02
03 0 0 03
04 0 0 04
05 0 0 05
06 0 0 06
07 0 0 07
10 0 0 10
11 0 0 11
12 0 0 12
13 0 0 13
14 0 0 14
15 0 0 15
16 0 0 16
17 0 0 17

+ - COM COM
+ -
VCC=110V VCC=110V
INSTRUÇÃO CONTATO NA

S1
Ladder A1 K A2
INPUT MII MIO OUTPUT 1
13 14
00 1 00
220V
01 0 0 01
02 0 1 1 0 02
03 0 0 03
04 0 0 04
05 0 0 05
06 0 0 06
07 0 0 07
10 0 0 10
11 0 0 11
12 0 0 12
13 0 0 13
14 0 0 14
15 0 0 15
16 0 0 16
17 0 0 17

+ - COM COM
+ -
VCC=110V VCC=220V
INSTRUÇÃO CONTATO NF

S1
Ladder A1 K A2
INPUT MII MIO OUTPUT 1
13 14
00 0 00
01 0 0 0V
01
02 0 1 11 0 02
03 0 0 03
04 0 0 04
05 0 0 05
06 0 0 06
07 0 0 07
10 0 0 10
11 0 0 11
12 0 0 12
13 0 0 13
14 0 0 14
15 0 0 15
16 0 0 16
17 0 0 17

+ - COM COM
+ -
VCC=110V VCC=110V
INSTRUÇÃO CONTATO NF

Ladder A1 K A2
INPUT MII MIO OUTPUT 1
13 14
00 1 00
01 1 0V
01
02 0 02
0 0
03 0 03
04 0 04
05 0 05
06 0 06
07 0 07
10 0 10
11 0 11
12 0 12
13 0 13
14 0 14
15 0 15
16 0 16
17 0 17

+ - COM COM
+ -
VCC=110V VCC=110V
TEMPORIZADORES
Existem aplicações que devem ocorrer
durante um certo tempo ou depois de um
certo tempo.

Os temporizadores são instruções que


após contar um tempo pré-determinado
habilita ou desabilita um dispositivo,
através da comuta de seus contatos.
TEMPORIZADORES
No CLP temos os seguintes temporizadores:

TON: Timer ON (temporizador na energização).

TOF: Timer OFF (temporizador na


desenergização).

RTO: Retentive Timer On: (temporizador na


energização retentivo).
TEMPORIZADORES
Temporizador TON – Retardo ao Ligar

Simbologia:
TO
N
TIMER ON ( EN )
I:0 DELAY
] [ Time
4 r
Time
( DN )
Base
Prese
t
Accu
m
TEMPORIZADORES
Temporizador TON

Esta instrução habilita um dispositivo


após trasncorrido o tempo de
contagem pré-determinado pelo
operador, comutando assim os seus
contados.
TEMPORIZADORES

TON

TIMER ON DELAY
( EN )
I:
Timer
0] [ T4:0
4
Time Base
( DN )

Preset

Accum
ORGANIZAÇÃO DA MEMÓRIA

O 0 SAÍDA
I 1 ENTRADA
S 2 STATUS
B 3 BINÁRIO
T 4 TEMPORIZA.

DADOS

EN TT DN ESTADO SOMENTE OS BITS


PRESET
T4: PALAVRA

ACUMULADO PALAVRA
0
TEMPORIZADORES
TON

I: TIMER ON DELAY ( EN )
]0 [ Timer
4 T4:
Time Base 0
1. ( DN )
Preset 0
Accum

EXISTEM TRES BASES DE TEMPO PARA TEMPORIZADORES


1. 0 SEGUNDO
0.01 SEGUNDOS
0.001 SEGUNDOS
TEMPORIZADORES
TON

I: TIMER ON DELAY ( EN )
0] [ Timer T4:
4
Time Base 0
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 0

O valor de preset multiplicado pela base


de tempo, determina o valor total da
operação do temporizador. O maior valor
para o preset é de 32.767 positivo.
TEMPORIZADORES

O valor 32.767 é igual a14 2 positivo.

000000000000000
0 32.768
2
15
2 1

2 0
2 32.767 é o ∑ de todos
14

os bits anteriores
TEMPORIZADORES
TON

I: TIMER ON DELAY ( EN )
]0 [ Timer T4:
4
Time Base 0
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 00

O valor de acumulado será incrementado de acordo


com a base de tempo estipulado para o mesmo, no
momento em que a condição de entrada for satisfeita,
lembrando que depois da operação ou durante a
mesma se a condição passar a ser falsa o valor de
acumulado é zerado dos bits de controle.
TEMPORIZADORES

TON
I: TIMER ON DELAY ( EN )
]0 [ Timer T4:
4 0
Time Base 1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 01
TEMPORIZADORES

TON
I: TIMER ON DELAY ( EN )
0] [ Timer T4:
4
Time Base 0
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 02

ATENÇÃO
TEMPORIZADORES

TON

I: TIMER ON DELAY ( EN )
0] [ Timer T4:
4
Time Base 0
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 03
TEMPORIZADORES

TON

I: TIMER ON DELAY ( EN )
0] [ Timer T4:
4
Time Base 0
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 04
TEMPORIZADORES
TON

I: TIMER ON DELAY ( EN )
0] [ Timer T4:
4
Time Base 0
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 0120

BITS DE CONTROLE
TEMPORIZADORES
ENABLE (EN) – Habilitado ou Alimentado:
Enquanto a condição de entrada for verdadeira
(1) este bit se tornará verdadeiro (1) caso
contrário, será falso (0).

DONE (DN) - Acionado : Quando o valor do


acumulado for igual ao valor presetado este bit se
tornará verdadeiro (1) permanecendo assim até a
condição de entrada passar para nivel lógico
baixo (0), ou o temporizador ser resetado.
TEMPORIZADORES
TON

I: TIMER ON DELAY ( EN )
0] [ Timer T4:
4
Time Base 0
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 0120

T4:0 O:
] [ 0( )
EN 3

O:
T4:0
] [ 0( )
DN 4
TEMPORIZADORES
Temporizador RTO – Retenção no tempo
transcorrido.

Simbologia:
RTO
I:0 TIMER ON ( EN )
] [ DELAY
Time
4 r
Time ( DN )
Base
Prese
t
Accu
m
TEMPORIZADORES
Temporizador RTO
Esta instrução possui basicamente a
mesma função do temporizador TON,
com a única diferença de reter a
contagem de tempo mesmo o
temporizador desalimentado, voltando
a contagem do ponto de onde parou.
TEMPORIZADORES
RT
O
RETENTIVE TIMER ON ( EN )
I: Timer
0] [ T4:
2 Time Base 1
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 00
TEMPORIZADORES
RT
O
RETENTIVE TIMER ON ( EN )
I: Timer
0] [ T4:
2 Time Base 1
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 01
TEMPORIZADORES
RT
O
RETENTIVE TIMER ON ( EN )
I: Timer
0] [ T4:
2 Time Base 1
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 02
TEMPORIZADORES
RT
O
RETENTIVE TIMER ON ( EN )
I: Timer
0] [ T4:
2 Time Base 1
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 03
TEMPORIZADORES
RT
O
RETENTIVE TIMER ON ( EN )
I: Timer
0] [ T4:
2 Time Base 1
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 04
TEMPORIZADORES
RT
O
RETENTIVE TIMER ON ( EN )
I: Timer
0] [ T4:
2 Time Base 1
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 04
TEMPORIZADORES
RT
O
RETENTIVE TIMER ON ( EN )
I: Timer
0] [ T4:
2 Time Base 1
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 05
TEMPORIZADORES
RT
O
RETENTIVE TIMER ON ( EN )
I: Timer
0] [ T4:
2 Time Base 1
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 06
TEMPORIZADORES
RT
O
RETENTIVE TIMER ON ( EN )
I: Timer
0] [ T4:
2 Time Base 1
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 0120
TEMPORIZADORES
RT
O
RETENTIVE TIMER ON ( EN )
I: Timer
0] [ T4:
2 Time Base 1
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 0120

Mesmo que a condição de entrada passe a ser falsa o


valor de acumulado ficará retido. Dessa forma será
necessário se utilizar de uma instrução denominada por
resete ( RES ), no endereço do temporizador
TEMPORIZADORES
RT
O
RETENTIVE TIMER ON ( EN )
I: Timer
0] [ T4:
2 Time Base 1
1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 0120

T4:1 T4:1
] [ ( res )
DN
TEMPORIZADORES
Temporizador TOF – Retardo ao Desligar

Simbologia:
TO
F
TIMER ON ( EN )
I:0
] [ DELAY
Time
4 r
Time ( DN )
Base
Pres
et
Accu
m
TEMPORIZADORES

Temporizador TOF

Esta instrução comuta os contatos


imediatamente após sua habilitação
(alimentação), voltando a sua condição
inicial após ser desalimentado.
TEMPORIZADORES
TOF
TIMER OFF DELAY ( EN )
I: Timer T4:
]0 [
Time Base 2
1 1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 00

O temporizador ao repouso necessita que a condição


da linha passe de verdadeira (1) para falsa (0), neste
momento o temporizador passa a incrementar o
acumulado de acordo com a base de tempo definida no
time base.
TEMPORIZADORES
TOF
TIMER OFF DELAY ( EN )
I: Timer T4:
]0 [
Time Base 2
1 1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 00

Observe que o bit DONE já esta energizado, ou


seja, um (1) e irá a zero (0) quando o valor de
acumulado for igual ao valor presetado.
TEMPORIZADORES
TOF
TIMER OFF DELAY ( EN )
I: Timer T4:
]0 [
Time Base 2
1 1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 01
TEMPORIZADORES
TOF
TIMER OFF DELAY ( EN )
I: Timer T4:
]0 [
Time Base 2
1 1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 02
TEMPORIZADORES
TOF
TIMER OFF DELAY ( EN )
I: Timer T4:
]0 [
Time Base 2
1 1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 03
TEMPORIZADORES
TOF
TIMER OFF DELAY ( EN )
I: Timer T4:
]0 [
Time Base 2
1 1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 04
TEMPORIZADORES
TOF
TIMER OFF DELAY ( EN )
I: Timer T4:
]0 [
Time Base 2
1 1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 05
TEMPORIZADORES
TOF
TIMER OFF DELAY ( EN )
I: Timer T4:
]0 [
Time Base 2
1 1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 06
TEMPORIZADORES
TOF
TIMER OFF DELAY ( EN )
I: Timer T4:
]0 [
Time Base 2
1 1. ( DN )
Preset 0
12
Accum 0120
CONTROLE DE FLUXO DO PROGRAMA

No programa Ladder, se for necessário,


que o LAD3 (novo ladder criado pelo
programador) seja executado é
necessário programar a instrução JSR
no LAD2, para que o programa contido
no LAD3 seja executado, caso contrário
não será executado.
CONTROLE DE FLUXO DO PROGRAMA

O JSR é uma instrução de saída. É um


pulso para a sub rotina. É uma
instrução de comando para o
processador escanear um novo LADDER
CONTROLE DE FLUXO DO PROGRAMA

Simbologia:

JSR
JUMP TO SUB ROUTIME

SBR File Number U:


3
CRIAR UM NOVO LADDER

O lader 2 já está configurado no


processador, já os novos ladder´s não
estão configurados se este não for
configurado o processador não o
reconhece, logo não pode processar.
CRIAR UM NOVO LADDER

Para criar uma nova área de trabalho,


ou seja, um LAD3, segue-se os
seguintes passos.
1 – Acessar com o botão direito do
mouse Program Filles.
2 – Em Program fille acessar New
3 – Em New é só configurar o novo
ladder criado.
Novo Lader

Nome do Exercício

Descrição do exercício
NOVO LADDER CRIADO
CONTADORES

São elementos que se prestam a contar


eventos cujo a ocorências lhes é informada,
aplicando-se um sinal do tipo borda ascendente
ou pulso positivo a uma entrada destinada para
este fim.
CONTADORES

TIPOS DE CONTADORES

COUNTER UP (CTU): Contador crescente

COUNTER DOWN (CTD): Contador decrescente


CONTADORES

BITS DE ESTADO DO CONTADOR


DN (DONE) - O valor do acumulador é maior
ou igual ao Preset
CU (COUNTER UP) - É habilitado quando as
condições da linha são verdadeiras
OV (OVERFLOW) - O valor do acumulador é
maior que -32767
UV (UNDERFLOW) - O valor do acumulador
é maior que +32767
CONTADORES
CTU
COUNTER
( CU )
I: UP
Counter
]0 [ C5:
1 0
Prese ( DN )
t
Accum

Dentro da organização de memória do CLP,


existe um arquivo destinado para
contadores.
ORGANIZAÇÃO DA MEMÓRIA

O 0 SAÍDA
I 1 ENTRADA
S 2 STATUS
B 3 BINÁRIO
T 4 TEMPORIZA.
C 5 CONTADOR.
DADOS

CU CD DN OV UN SOMENTE OS BITS

C5:0 PRESET
ACUMULADO (ACC)
PALAVRA
PALAVRA
CONTADOR CRESCENTE

Simbologia:
CTU
COUNTER UP
( CU
Counter )
Preset ( DN )
Accum
CONTADOR CRESCENTE

CTU
COUNTER UP
( CU )
I: Counter C5:
]0 [
1 Preset 010
( DN )
Accum 0
1

A cada transição de falsa (0) para verdadeira (1)


da linha, o valor do acumulado incrementará.
CONTADOR CRESCENTE

CTU
COUNTER UP
( CU )
I: Counter C5:
]0 [
1 Preset 010
( DN )
Accum 0
2
CONTADOR CRESCENTE

CTU
COUNTER UP
( CU )
I: Counter C5:
]0 [
1 Preset 010
( DN )
Accum 0
3
CONTADOR CRESCENTE

CTU
COUNTER UP
( CU )
I: Counter C5:
]0 [
1 Preset 010
( DN )
Accum 0
4
CONTADOR CRESCENTE

CTU
COUNTER UP
( CU )
I: Counter C5:
]0 [
1 Preset 010
( DN )
Accum 0
100

Quando o valor do acumulado for igual ao


valor presetado o bit DONE irá para nivel lógico
alto (1).
CONTADOR CRESCENTE

CTU
COUNTER UP
( CU )
I: Counter C5:
]0 [
1 Preset 010
( DN )
Accum 0
101

Mesmo que o valor de acumulado tenha atingido o


valor presetado se a condição de entrada transicionar de
falsa(0) para verdadeira (1) o contador continuará
incrementando até o valor de 32.767 positivo.
CONTADOR CRESCENTE
CTU
COUNTER UP
( CU )
I: Counter C5:
]0 [
1 Preset 010
( DN )
Accum 0
32.767

Quando o valor de acumulado estiver em 32.767, se


a condição de entrada continuar transicionando, então o
valor de acumulado gira para o maior valor negativo
-32.768 e passará o bit de OVERFLOW (OV) para 1
permanecendo até o contador ser resetado.
CONTADOR CRESCENTE

CTU
COUNTER UP
( CU )
I: Counter C5:
]0 [
1 Preset 010
( DN )
Accum 0
- 32.767
CONTADORES

Para resetar o contador utilize-se da


instrução de RESETE.
C5:0
( RES )

Para o resete atuar é necessário que o


acumulado seja informado ao contador.
CONTADOR DECRESCENTE

Simbologia:
CTD
COUNTER DOWN
( CD )
Counter
Preset ( DN )
Accum
CONTADOR DECRESCENTE

CTD
COUNTER DOWN
( CD )
I: Counter C5:1
]0 [
1 Preset - 100 ( DN )
Accum 0
CONTADOR DECRESCENTE

CTD
COUNTER DOWN
( CD )
I: Counter C5:1
0] [
1 Preset - 100 ( DN )
Accum -1
CONTADOR DECRESCENTE

CTD
COUNTER DOWN
( CD )
I: Counter C5:1
0] [
1 Preset - 100 ( DN )
Accum -2
CONTADOR DECRESCENTE

CTD
COUNTER DOWN
( CD )
I: Counter C5:1
0] [
1 Preset - 100 ( DN )
Accum -3
CONTADOR DECRESCENTE

CTD
COUNTER DOWN
( CD )
I: Counter C5:1
0] [
1 Preset - 100 ( DN )
Accum -100

Quando o valor do acumulado se tornar igual ao


valor presetado o bit de DONE irá a 0.
CONTADOR DECRESCENTE

CTD
COUNTER DOWN
( CD )
I: Counter C5:1
0] [
1 Preset - 100 ( DN )
Accum -101

Se a condição de entrada continuar


transicionando o valor do acumulado irá
decrescer até atingir o maior valor negativo
-32.768
CONTADOR DECRESCENTE
CTD
COUNTER DOWN
( CD )
I: Counter C5:1
]0 [
1 Preset - 100 ( DN )
Accum -32.767

Quando o maior valor negativo para o acumulado for


atingido, e se a condição de entrada continuar
transicionando o bit de UNDERFLOW (UN) irá a 1, e o
acumulado gira para o valor máximo positivo 32.767 e
continuará a ser decrementado.
CONTADOR DECRESCENTE
CTD
COUNTER DOWN
( CD )
I: Counter C5:1
]0 [
1 Preset - 100 ( DN )
Accum 32.767
COMPARADORES
São dispositivos combinacionais de
entrada, ou seja, são elementos
destinados a ativar uma saida de
acordo com o tipo de comparação
realizada.
Os comparadores sempre comparam a
fonte A (SOURCE A) com a fonte B
(SOURCE B).
COMPARADORES

OS TIPOS DE COMPARADORES EXISTENTES SÃO:

Igual (EQU)
Diferente (NEQU)
Maior que (GRT)
Menor que (LES)
Menor ou igual a (LEQ)
Maior ou igual a (GEQ)
Limite (LIM)
COMPARADORES

EQU – Esta instrução faz a


comparação entre dois valores
Source A e Source B, tornado a
linha verdadeira quando estes
valores são iguais entre si.
COMPARADORES

Simbologia:
EQU
EQUAL (A = B)

Source A N7:0

Source B 6

N7:0 - MANIPULA E ARMAZENA VALORES INTEIROS (PALAVRAS)


COMO PRESSÃO , NIVEL, TEMPERATURA.
COMPARADORES

NEQ - Esta Instrução testa se o primeiro


valor não é igual ao segundo.
Se Source A e Source B são diferentes, a
lógica da linha se torna verdadeira.

Source A deve ser um endereço. Source B


pode ser uma constante do programa ou
um endereço.
COMPARADORES

Simbologia:
NEQ
NOT EQUAL (A ≠
B)
Source A N7:0
( )
Source B 6
COMPARADORES

GRT – Esta instrução faz a comparação


entre dois valores armazenados, sendo
um armazenado na fonte A com outro
na fonte B. Quando o valor contido em
A for maior do que o armazenado em B
a instrução torna a linha verdadeira.
COMPARADORES

Simbologia: GRT

GREATER THAN (A>B)

Source A N7:0
( )
Source B 6
COMPARADORES

LES – Esta instrução faz a comparação


entre dois valores armazenados,
sendo um na fonte A com outro na
fonte B. Quando o valor de A for
menor que o valor de B, a linha torna-
se verdadeira.
COMPARADORES

Simbologia:
LES
LESS THAN (A < B)

Source A N7:0
( )
Source B 6
COMPARADORES

LEQ – Esta Instrução testa se o


primeiro valor é menor ou igual ao
segundo. Se o valor da Source A é
menor ou igual Source B, a lógica da
linha se torna verdadeira.
COMPARADORES

Simbologia:
LEQ
LESS THAN OR EQUAL (A ≤
B)
Source A N7:0
( )
Source B 6
COMPARADORES

GEQ – Esta instrução testa se o


primeiro valor é maior ou igual ao
segundo. Se o valor da Source A é
maior ou igual ao valor da Source B, a
lógica da linha se torna verdadeira.
COMPARADORES

Simbologia:
GEQ
GREATER THAN OR EQUAL (A ≥
B)
Source A N7:0
( )
Source B 6
COMPARADORES

LIM – Esta instrução habilita a saída


após o limite inferior (Low Limit) ser
atingido e desabilita a saída após o
limite superior (High Limit) ser
ultrapassado.
COMPARADORES

Simbologia: LIM
LIMITE TESTE

Low Limite
( )
Teste

High Limite
COMPARADORES
LIM
LIMITE TESTE
Low Limite

Teste LIMITE INFERIOR - MENOR


VALOR A SER INSERIDO
High Limite
PARA SER COMPARADO

INSTRUÇÃO A SOFRER
COMPARAÇÃO DENTRO DO LIMITE SUPERIOR -
LIME ESTABELECIDO. MAIOR VALOR A SER
INSERIDO PARA SER
COMPARADO
COMPARADORES

Caso se tenha a necessidade de a


saída não fique ativa dentro da faixa
escolhida de comparação é só mudar o
LOW LIMIT pelo HIGH LIMIT, então a
saída fica desabilitada dentro da faixa
escolhida e habilita fora desta faixa
CONTADOR E COMPARADORES
CONTADOR E COMPARADORES
CONTADOR E COMPARADORES
CONTADOR E COMPARADORES
CONTADOR E COMPARADORES
CONTADOR E COMPARADORES
CONTADOR E COMPARADORES

6
CONTADOR E COMPARADORES
EXERCICOS
Tarefa1: Partida Direta Simples com
sinalização.
Tarefa2: Partida Direta com Reversão Simples e
sinalização.
Tarefa3: PDS com uma botoeira .
Tarefa4: PDRS com apenas uma botoeira.
Tarefa5: Partida Direta Simples com sinalização
utilizando bobinas set e reset .
Tarefa6: Partida Direta com reversão Simples e
sinalização utilizando bobinas set e reset.
EXERCICOS
Tarefa7: Partida sequencial com permanencia para
tres motores de acionamento decrescente.
Tarefa8: Circuito Oscilador com duas lampadas/Sinaleiro
de garagem.
Tarefa9: Semaforo Simples.
Tarefa10: Partida Estrela/Triangulo com temporizador
TON.
Tarefa11: Partida Estrela/Triangulo com temporizador
TOF.
Tarefa12: Construir um circuito em linguagem LADER
que funcione como relógio digital.

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