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FITAXIN

FITAXIN® é um fitoativo natural que melhora sintomas de depressão leve e moderada, com resultados visíveis em 15 dias e menos efeitos colaterais em comparação com antidepressivos convencionais. Estudos clínicos mostraram uma melhora de até 57% nos sintomas de depressão após seis semanas de uso, com eficácia semelhante ao citalopram. O produto é derivado de Lavandula officinalis e Cuscuta chinensis, apresentando um perfil de segurança adequado.

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FITAXIN

FITAXIN® é um fitoativo natural que melhora sintomas de depressão leve e moderada, com resultados visíveis em 15 dias e menos efeitos colaterais em comparação com antidepressivos convencionais. Estudos clínicos mostraram uma melhora de até 57% nos sintomas de depressão após seis semanas de uso, com eficácia semelhante ao citalopram. O produto é derivado de Lavandula officinalis e Cuscuta chinensis, apresentando um perfil de segurança adequado.

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Até 57% melhora dos sintomas de depressão

DIFERENCIAIS DE FITAXIN®
• Menos efeitos colaterais
• Ação neuroprotetora
• Resultados observados em 15 dias de uso
• Produto 100% natural

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
FITAXIN® é um fitoativo exclusivo, obtido de Lavandula officinalis e Cuscuta
chinensis, destinado à melhora de quadros depressivos leves e moderados. Com a
tripla padronização em 5% de ácido rosmarínico, 5% de ácido cafeico e 10% de
flavonoides, apresenta ações sinérgicas antidepressivas que restauram o humor e o
equilíbrio mental, além de um perfil de segurança e tolerabilidade adequado em
relação aos antidepressivos convencionais.
INDICAÇÕES E AÇÕES FARMACOLÓGICAS

DEPRESSÃO

Considerando as indicações terapêuticas de FITAXIN®, é importante contextualizar


seu uso nos estados ou sintomas depressivos esporádicos e mais momentâneos e
na depressão propriamente dita, destacando que este fitoativo destina-se aos
quadros depressivos leves e moderados.

É comum o sentimento esporádico de tristeza ou letargia na população em geral, em


função de demandas externas e internas. Essas fases são partes normais da vida e
as pessoas, muitas vezes, se sentem melhor depois de um tempo. Este contexto é
diferente para quem sofre, efetivamente, de depressão. A tristeza e pensamentos
negativos duram mais tempo e obscurecem os pensamentos e ações. A depressão
pode surgir sem quaisquer eventos desencadeantes ou sem razão aparente, com
sentimentos gerais de desânimo, falta de valor nas próprias aquisições e prejuízo da
motivação e autoconfiança, o que prejudica as atividades e relações
([Link], 2020).

A depressão é uma condição comum, de curso crônico, recorrente e muito associada


à incapacitação funcional e comprometimento da saúde física. A morbi-mortalidade
associada pode ser prevenida (em torno de 70%) com o tratamento correto. A
prevalência é duas a três vezes mais frequente em mulheres que em homens,
considerando estudos em diferentes países, comunidades e pacientes que procuram
serviços psiquiátricos. Cerca de 80% dos indivíduos que receberam tratamento para
um episódio depressivo terão um segundo episódio, sendo de quatro episódios a
mediana ao longo da vida. A duração média da manifestação é entre 16 e 20
semanas e 12% dos pacientes têm um curso crônico sem remissão de sintomas
(FLECK et al., 2009).

Vários fatores contribuem para o estado depressivo em mulheres, como ciclo


menstrual, gravidez, aborto, pós-parto, pré-menopausa, menopausa e o estresse
das responsabilidades no trabalho e em casa. Em homens, a depressão muitas
vezes é mascarada pela ingestão de álcool, drogas ou relacionada com longas horas
de trabalho. Diferentemente das mulheres, o quadro depressivo é marcado pela
irritação, raiva e desencorajamento (NATIONAL INSTITUTE OF MENTAL HEALTH,
2020; CANALE; FURLAN, 2006).

Os principais fatores de risco que predispõem à depressão são: gênero feminino,


história de ansiedade e transtornos alimentares, parentes de primeiro grau com
histórico de depressão, história ou uso atual de drogas ou álcool, história ou abuso
sexual atual ou violência doméstica e presença de doenças cardíacas (infarto do
miocárdio, aterosclerose da artéria coronária e arritmias), doença cerebrovascular
(após acidente vascular cerebral ou ataque isquêmico transitório), diabetes, doença
pulmonar crônica ou renal, câncer e dor crônica (MCCARTER, 2008).Os principais
sintomas da depressão estão esquematizados na tabela 1.
Tabela 1: Classificação dos sintomas da depressão (adaptado de MALHI; MANN, 2018).

De forma geral, os sistemas de neurotransmissão monoaminérgica (serotonina - 5-


HT, noradrenalina - NA e dopamina - DA) interagem na regulação das diversas
emoções humanas e comportamentos relacionados (Figura 1). Muitas pesquisas
apoiam o papel da disfunção dos sistemas serotoninérgico, noradrenérgico e
dopaminérgico nos processos neurobiológicos envolvidos no transtorno de
depressão maior (TDM) e transtornos de ansiedade (TA). As alterações fisiológicas
subjacentes à sinalização anormal de 5-HT, NA e DA podem ser devidas à liberação
pré-sináptica reduzida desses neurotransmissores ou transduções de sinal
aberrantes, contribuindo para alterações na regulação ou função dos receptores
e/ou processamento do sinal intracelular prejudicado. Estudos mostraram
concentrações alteradas de metabólitos de 5-HT, NA e DA em regiões do cérebro
que regulam o humor e motivação, em pacientes com TDM ou TA (LIU et al., 2018).
Figura 1: Funções da serotonina, noradrenalina e dopamina na regulação das emoções,
depressão e ansiedade (LIU et al., 2018).

Há um destaque para a serotonina na fisiopatologia e também como alvo para


tratamento da depressão. Este neurotransmissor regula processos fisiológicos,
como sono, apetite e humor e com 7 famílias de receptores (5-HT 1-7), responsáveis
pelas ações biológicas. A partir da experimentação pré-clínica e uso de agonistas e
antagonistas seletivos ou preferenciais, estudos demonstraram o envolvimento de
quase todos os subtipos de receptores de serotonina em efeitos antidepressivos
(ZMUDZKA et al., 2018).
FITAXIN® E A ATIVIDADE ANTIDEPRESSIVA NATURAL DE
Lavandula officinalis e Cuscuta chinensis

GENERALIDADES

A terapêutica convencional da depressão com fármacos sintéticos ainda é associada


a efeitos colaterais e intolerância ao tratamento. As plantas medicinais possuem
potencial para o desenvolvimento de antidepressivos. A aceitação de medicamentos
fitoterápicos para estes transtornos mentais cresceu, como resultado das pesquisas
e das melhorias em sua qualidade. A diversidade química, padronização de extratos,
dados científicos sobre eficácia e segurança, preservação de medicamentos e
legislação específica são importantes para o desenvolvimento da fitomedicina
antidepressiva (FAJEMIROYE et al., 2016).

Lavandula officinalis

Conhecida popularmente por lavanda ou alfazema, possui uma variedade de


propriedades terapêuticas e curativas, que vão desde a indução do relaxamento ao
tratamento de infecções parasitárias, queimaduras, picadas de insetos e espasmos.
Há evidências crescentes sugerindo que o óleo de lavanda pode ser eficaz no
tratamento de vários distúrbios neurológicos e vários estudos animais e humanos
sugerem propriedades antidepressivas, ansiolíticas, estabilizadoras do humor,
sedativas, analgésicas e anticonvulsivas e neuroprotetoras (KOULIVAND et al.,
2013).
Como mecanismo para a ação antidepressiva, os ativos da espécie agem como
antagonistas do receptor NMDA do glutamato, que o principal neurotransmissor
excitatório do sistema nervoso central dos mamíferos, empacotado em vesículas
sinápticas por meio de transportadores vesiculares de glutamato (vGLuTs) para ser
liberado na fenda sináptica na despolarização neuronal. Foi demonstrado que o
estresse e os glicocorticoides alteram a expressão e/ou atividade de proteínas
vesiculares na neurotransmissão do glutamato. Compondo sua ação multialvo, a
lavanda também atua como inibidora da recaptação de serotonina (LÓPEZ et al.,
2017; NICIU et al., 2015).

Cuscuta chinensis

Os ativos presentes nesta espécie vegetal incluem flavonoides, lignanas, ácido


cinâmico e polissacarídeos. Estes compostos foram sugeridos como responsáveis
pela atividade antidepressiva. Polifenois e flavonoides têm mostrado múltiplas ações
farmacológicas, incluindo antioxidante, antineoplásica e antidepressivos. Alguns
estudos sugeriram que o efeito antioxidante pode justificar a ação antidepressiva,
pois estresse oxidativo pode desempenhar um papel importante na patogênese
neurológica e psiquiátrica de doenças como depressão (KIANI et al., 2018).
ESTUDOS CLÍNICOS
Um estudo clínico foi realizado em homens e mulheres com idades entre 18 e 46
anos e portadores de depressão leve e moderada (escala de Hamilton - mínimo de
18), com avaliações em três e seis semanas. Os ativos de FITAXIN® demonstraram
efeito antidepressivo importante (Figura 2), iniciado na 3ª semana, com 33% de
melhora dos sintomas avaliados pela Escala de Hamilton e com os melhores
resultados na 6ª semana, com 57% de melhora, correspondendo a um efeito de
magnitude comparável ao citalopram, um antidepressivo convencional (FIROOZEEI
et al., 2020).

Figura 3: Efeitos antidepressivos em pacientes com depressão leve e moderada, do tratamento com
citalopram e com os ativos de FITAXIN® em 3 e 6 semanas (adaptado de FIROOZEEI et al., 2020).
No mesmo estudo, a resposta ao tratamento foi definida como redução do score
da Escala de Hamilton maior ou igual a 50% da linha de base. Ambas as
intervenções (citalopram e ativos de FITAXIN®) melhoraram a depressão, da 3ª para
a 6ª semana (p < 0,001) e de forma semelhante entre os dois grupos. Na 6ª semana,
dos 25 participantes de cada grupo, 18 (72%) responderam positivamente ao
citalopram e 19 (76%) aos ativos de FITAXIN®, o que demonstra uma ação
antidepressiva semelhante (tabela 2). Já a remissão da depressão foi definida
como uma pontuação da Escala de Hamilton igual ou menor que 7, ao final da 6ª
semana de tratamento. No grupo do citalopram, 15 pacientes (60%) e no grupo dos
ativos de FITAXIN®, 10 pacientes (40%) tiveram remissão, num comportamento
também semelhante estatisticamente entre os dois grupos (tabela 3) FIROOZEEI et
al., 2020).

Tabela 2: Resposta ao tratamento na 3ª e 6ª semanas em relação ao tempo basal (antes


do tratamento) para citalopram e ativos de FITAXIN®
Grupo Grupo
Escala de Hamilton Citalopram Lavandula + Cuscuta
P value *
Depressão N (%) N (%)
N = 25 N = 25
3ª semana 4 (16%) 2 (8%) 0,67

6ª semana 18 (72%) 19 (76%) 0,75

Valor de p ** < 0,001 < 0,001

*Resultado dos testes do Chi-quadrado ou Fisher. ** Resultado do teste de McNemar para comparar a
resposta ao tratamento entre a 3ª e 6ª semanas em cada grupo de intervenção.
Tabela 3: Comparação entre as taxas de remissão da depressão entre os grupos
citalopram e ativos de FITAXIN® .

Grupo Grupo
Citalopram Lavandula + Cuscuta P value
Taxa de remissão
N (%) N (%) *
n = 25 n = 25
6ª semana 15 (60%) 10 (40%) 0,258

*Resultado do teste do Chi-quadrado

Foi observado, de forma geral e preliminar, que o uso dos ativos de FITAXIN não
causaram efeitos colaterais importantes, o que confere um bom perfil de segurança
e tolerabilidade ao tratamento (tabela 4) (FIROOZEEI et al., 2020)
Tabela 4: Comparação dos efeitos adversos relatados pelos pacientes nos grupos
citalopram e os ativos de FITAXIN®(FIROOZEEI et al., 2020).

Grupo Grupo
Efeitos Adversos Citalopram Lavandula + Cuscuta
N (%) N (%)
Constipação 0 1 (4%)

Sonolência 5 (20%) 3 (12%)

Xerostomia 2 (8%) 0

Nauseas 0 1 (4%)

Dores de cabeça 2 (8%) 0

Insônia 2 (8%) 1 (4%)

Gastrite 2 (8%) 0

Redução da Libido 3 (12%) 0


POSOLOGIA E MODO DE USAR
Ingerir uma dose de 500 mg de FITAXIN®, duas vezes ao dia.

ANÁLISE DE FITAXIN EM MÚLTIPLAS FORMULAÇÕES


- Comprimidos

- Cápsulas

- Sachê

- Suspensão

- Shot

1. Comprimidos de Fitaxin® 250mg em


DiluTAB® DC
CONCENTRAÇÃO QUANTIDADE 120
INSUMO Feq / FC
(mg/comprimido) COMPRIMIDOS
Fitaxin® 250 mg - 30 g
DiluTAB® DC qsp 300 mg - 30 g

PROCEDIMENTO DE MANIPULAÇÃO DOS COMPRIMIDOS.


1. Calcule a quantidade necessária de cada insumo requerido na prescrição.
2. Pese/meça com exatidão cada insumo.
3. Misture geometricamente o IFA com o excipiente, homogeinizando bem.
4. Tamise a mistura de pós (Tamis n° 35 mesh).
5. Realize a compressão direta, regulando para o peso final de 500 mg. (Usar matriz e
punções 13 mm.).
6. Faça o peso médio.
7. Envase e rotule.

EMBALAGEM RECOMENDADA/CONDIÇÕES
VALIDADE
DE ARMAZENAMENTO
- Temperatura ambiente - 180 dias
- Frasco de vidro âmbar com algodão dentro
ou blíster.

OBSERVAÇÕES
- Considerar nos cálculos uma sobrecarga mínima de 20% para a compensação de perda no
processo de preparo.
- Durante a manipulação, trabalhar em ambiente com temperatura e umidade relativa do ar
menor ou igual a 45%.

DESCRIÇÃO FÍSICA DO PRODUTO FINAL


Características organolépticas (cor, odor, aspecto): Comprimido bege claro com pontos
marrons, sabor e odor característico de produto fitoterápico.

2. Cápsulas de Fitaxin® 500mg em DiluCAP®


Hygro
CONCENTRAÇÃO QUANTIDADE 60
INSUMO Feq / FC
(mg/cápsula) CÁPSULAS
Fitaxin® 500 mg - 30 g
DiluCAP® Hygro qsp 1 cápsula nº 000 - qsp 60 cápsulas nº
000

PROCEDIMENTO DE MANIPULAÇÃO DAS CÁPSULAS


1. Calcule a quantidade necessária de cada insumo requerido na prescrição.
2. Pese/meça com exatidão cada insumo.
3. Transfira para a MedCaps e reserve.
4. Complete com o excipiente no MedCaps para cápsula número 000 e a quantidade de
cápsulas desejável.
5. Passe todo produto pelo tamis n° 40 mesh.
6. Transfira para o grau e homogenize.
7. Realize o procedimento de encapsulação.
8. Envase e rotule.

EMBALAGEM RECOMENDADA/
VALIDADE
CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO
- Temperatura ambiente - 180 dias
- Frasco branco opaco com algodão e sílica.

OBSERVAÇÕES
Considerar nos cálculos uma sobrecarga mínima de 20% para a compensação de perda no
processo de preparo

DESCRIÇÃO FÍSICA DO PRODUTO FINAL


Características organolépticas (cor, odor, aspecto): Cápsulas brancas opacas com odor
característico, pó fino bege.

3. Sachê de Fitaxin® 500mg em Baseffer®


Guaraná
CONCENTRAÇÃO QUANTIDADE 30
INSUMO Feq / FC
(mg/sachê) SACHÊS
Fitaxin® 500 mg - 15 g
Baseffer® qsp 1 sachê 5g - 135 g
Guaraná

PROCEDIMENTO DE MANIPULAÇÃO DOS SACHÊS


1. Calcule a quantidade necessária de cada insumo requerido na prescrição.
2. Pese/meça com exatidão cada insumo.
3. Passe por um tamis nº40 mesh e transfira para um gral.
4. Triture e misture geometricamente todo produto.
5. Envase um a um com peso médio de 5g.
6. Faça a selagem, retirando todo ar, antes para evitar umidade.
7. Rotule.

EMBALAGEM
RECOMENDADA/CONDIÇÕES DE VALIDADE
ARMAZENAMENTO
- Temperatura ambiente - 180 dias
- Sachê em papel laminado.

OBSERVAÇÕES
- Considerar nos cálculos uma sobrecarga mínima de 20% para a compensação de perda no
processo de preparo.
- Durante a manipulação, trabalhar em ambiente com temperatura e umidade relativa do
ar menor ou igual a 45%.

DESCRIÇÃO FÍSICA DO PRODUTO FINAL


Características organolépticas (cor, odor, aspecto): Pó levemente granulado bege claro
apresentando pontos brancos, com odor de guaraná.
Palatabilidade: Ótimo sabor.
4. Sachê de Fitaxin® 500mg em Refreska®
Laranja
CONCENTRAÇÃO QUANTIDADE 30
INSUMO Feq / FC
(mg/sachê) SACHÊS
Fitaxin® 500 mg - 15 g
Refreska® Laranja qsp 1 sachê 5g - 135 g

PROCEDIMENTO DE MANIPULAÇÃO DOS SACHÊS


1. Calcule a quantidade necessária de cada insumo requerido na prescrição.
2. Pese/meça com exatidão cada insumo.
3. Passe por um tamis nº40 mesh e transfira para um gral.
4. Triture e misture geometricamente bem todo produto.
5. Envase um a um com peso médio de 5g.
6. Faça a selagem, retirando todo ar, antes para evitar umidade.
7. Rotule.

EMBALAGEM
RECOMENDADA/CONDIÇÕES DE VALIDADE
ARMAZENAMENTO
- Temperatura ambiente - 180 dias
- Sachê em papel laminado.

OBSERVAÇÕES
- Considerar nos cálculos uma sobrecarga mínima de 20% para a compensação de perda
no processo de preparo.
- Durante a manipulação, trabalhar em ambiente com temperatura e umidade relativa do
ar menor ou igual a 45%.

DESCRIÇÃO FÍSICA DO PRODUTO FINAL


Características organolépticas (cor, odor, aspecto): Pó fino bege claro com odor de
laranja.
Palatabilidade: Ótimo sabor.
5. Suspensão de Fitaxin® 250mg/mL em
SyrSpend®
CONCENTRAÇÃO QUANTIDADE 100
INSUMO Feq / FC
(mg/mL) mL
Fitaxin® 250 mg - 25 g
Aroma Natural de 2,5 mg - 0,25 g
Menta
Esteviosídeo 1 mg - 0,1 g
SyrSpend* qsp 1 mL - qsp 100 mL

PROCEDIMENTO DE MANIPULAÇÃO DO SYRSPEND


1. Calcule a quantidade necessária de cada insumo requerido na prescrição.
2. Pese o Syrspend® e o Sorbato de Potássio em um cálice.
3. Misture geometricamente os pós.
4. Adicione a água purificada até o volume final.
5. Deixe hidratar por aproximadamente 2 – 3 horas, homogeneizando regularmente.
6. Meça o pH para título de conferência.
7. Envase e rotule em um frasco de vidro âmbar.

CONCENTRAÇÃO QUANTIDADE 100


INSUMO Feq / FC
(%p/v) mL
SyrSpend FS PH4 5% - 13,0 g
Dry
Sorbato de Potássio 0,2% - 0,4 g
Água Purificada qsp 100 mL - 86,6 mL

PROCEDIMENTO DE MANIPULAÇÃO DA SUSPENSÃO


1. Calcule a quantidade necessária de cada insumo requerido na prescrição.
1. Pese o ativo, transferindo-o em seguida para dentro do grau.
2. Triture os pós.
3. Adicione aos poucos o veículo até o volume final, homogeneizando adequadamente a cada
adição.
4. Adicione o edulcorante e o flavorizante.
5. Meça o pH.
6. Envase e Rotule.

EMBALAGEM RECOMENDADA/CONDIÇÕES
VALIDADE
DE ARMAZENAMENTO
- Temperatura ambiente - 30 dias
- Frasco de vidro âmbar.

OBSERVAÇÕES
Considerar nos cálculos uma sobrecarga mínima de 20% para a compensação de perda no
processo de preparo

DESCRIÇÃO FÍSICA DO PRODUTO FINAL


Características organolépticas (cor, odor, aspecto): Suspensão marrom com pontos
brancos suspensos, odor característico do flavorizante de menta.
Palatabilidade: Sabor agradável.

6. Suspensão de Fitaxin® 250mg/mL em


SystemUp®
CONCENTRAÇÃO QUANTIDADE 100
INSUMO Feq / FC
(mg/mL) mL
Fitaxin® 250 mg - 25 g
Taumatina 5 mg - 0,5 g
Flavorizante de 5 mg - 0,5 g
Marshmallow
SystemUp 200 mg - 20 g
Sorbitol 70% qsp 1 mL - qsp 100 mL

PROCEDIMENTO DE MANIPULAÇÃO DA SUSPENSÃO


1. Calcule a quantidade necessária de cada insumo requerido na prescrição.
2. Pese/meça com exatidão cada insumo.
3. Passe por um tamis nº42 mesh o IFA e a Taumatina.
4. Em um gral, triture os pós, utilizando uma pequena quantidade do System UP como agente
levigante, até formar uma pasta fina.
5. Em seguida adicione o restante do System UP.
6. Após a dispersão dos pós, adicione aos poucos misturando bem o Sorbitol 70%.
7. Transferir a mistura do gral para um cálice, com auxílio de uma espátula tipo “pão-duro”.
8. Ajuste o volume final com o sorbitol.
9. Envase e rotule.

EMBALAGEM RECOMENDADA/CONDIÇÕES
VALIDADE
DE ARMAZENAMENTO
- Temperatura ambiente - 30 dias
- Frasco de vidro âmbar.

OBSERVAÇÕES
Considerar nos cálculos uma sobrecarga mínima de 20% para a compensação de perda no
processo de preparo

DESCRIÇÃO FÍSICA DO PRODUTO FINAL


Características organolépticas (cor, odor, aspecto): Suspensão marrom com discreta
espuma bege claro em sua superfície e pontos brancos suspensos, apresentando com odor
característico de fitoterápico.
Palatabilidade: Sabor aceitável.
7. Shot de Fitaxin® 500mg/10ml
CONCENTRAÇÃO (1 QUANTIDADE PARA
INSUMO Feq / FC
FLACONETE) 30 FLACONETES
Fitaxin® 500 mg - 15 g
Base para Shot qsp 1 Flaconete (10 - qsp 300 mL
mL)

PROCEDIMENTO DE MANIPULAÇÃO DA BASE PARA SHOT


1. Calcule a quantidade necessária de cada insumo requerido na prescrição.
2. Pese o Benzoato de Sódio e o Sorbato no béquer.
3. Adicione qs de água até completa solubilização.
4. Em outro béquer, pese o sorbitol e a glicerina.
5. Adicione o benzoato e o sorbato já solubilizado ao béquer com sorbitol e glicerina.
6. Pese a taumatina e adicione ao béquer.
7. Transfira a mistura para um cálice.
8. Complete o volume final com o veículo.
9. Pese o ácido cítrico e incorpore à solução.
10. Envase e rotule.

CONCENTRAÇÃO QUANTIDADE 300


INSUMO Feq / FC
(%p/v) mL
Sorbitol 70% 15% - 45g
Glicerina 5% - 15 g
Benzoato de Sódio 0,1% - 0,3 g
Sorbato de Potássio 0,2% - 0,6 g
Taumatina 0,015% - 0,045 g
Ácido Cítrico Anidro 0,4% - 1,2 g
Flavorizante 0,7% - 2,1 g
Água Purificada qsp 100 - 235,6 m

PROCEDIMENTO DE MANIPULAÇÃO DO SHOT


1. Calcule a quantidade necessária de cada insumo requerido na prescrição.
2. Pese o Fitaxin® e transfira para um cálice.
3. Adicione aos poucos a base para shot ao cálice até a formação de uma pasta.
4. Complete o volume final com o veículo.
5. Envase e rotule.

EMBALAGEM RECOMENDADA/CONDIÇÕES
VALIDADE
DE ARMAZENAMENTO
- Temperatura ambiente - 30 dias
- Flaconete

OBSERVAÇÕES
Considerar nos cálculos uma sobrecarga mínima de 20% para a compensação de perda no
processo de preparo

DESCRIÇÃO FÍSICA DO PRODUTO FINAL


Características organolépticas (cor, odor, aspecto): Líquido marrom com odor
característico do flavorizante utilizado.
Palatabilidade: Sabor Aceitável
CONTRAINDICAÇÕES
A administração oral de FITAXIN®, nas doses recomendadas, apresenta boa
tolerabilidade. Não deve ser usado em crianças, gestantes e lactantes. Deve ser
usado com cautela e com acompanhamento por profissional de saúde, em pacientes
que já fazem uso de medicamentos antidepressivos convencionais.

*Material destinado ao profissional da área de saúde (médico, nutricionista ou


farmacêutico).

REFERÊNCIAS

CANALE A; FURLAN MMDP. Depressão. Arquivos do Mudi. 2006; 11(1): 23-31.

FAJEMIROYE JO. Treatment of anxiety and depression: medicinal plants in retrospect.


Fundam Clin Pharmacol. 2016; 30(3): 198-215.

FIROOZEEI TS et al. Lavender and dodder combined herbal syrup versus citalopram in
major depressive disorder with anxious distress: a double-blind randomized trial. J Integr
Med. 2020; 18(5): 409-415.

FLECK MP et al. Revisão das diretrizes da Associação Médica Brasileira para o tratamento
da depressão (versão integral). Rev. Bras. Psiquiatr. 2009; 31 (supl.1): S7-S17.
[Link] [INTERNET]. Institute for Quality and Efficiency in Health Care
(IQWiG); 2006. Depression: Overview. Last Update: June 18, 2020. Disponível em
[Link] Acesso em 21/05/2021.

KIANI A et al. Effects of Cuscuta chinensis Lam. versus fluoxetine for treatment of major
depression: a double-blind, randomized controlled trial. Indo Am J Pharm Sci. 2018; 5(1):
278-87.

KOULIVAND PH et al. Lavender and the nervous system. Evid Based Complement Altern
Med. 2013; 2013: Article ID 681304, 10 pages.

LIU Y et al. Emotional roles of mono-aminergic neurotransmitters in major depressive


disorder and anxiety disorders. Front. Psychol. 2018. Disponível em
[Link] Acesso em 21/05/2021.

LÓPEZ V et al. Exploring pharmacological mechanisms of lavender (Lavandula angustifolia)


essential oil on central nervous system targets. Front Pharmacol. 2017; 8(19): 1-8.

MALHI MD; MANN JJ. Depression. The Lancet. 2018; 392(10161): P2229-P2312.

MCCARTER T. Depression overview. Am Health Drug Benefits. 2008; 1(3): 44-51.

NATIONAL INSTITUTE OF MENTAL HEALTH. Depression in women: 5 things you


should know. 2020. Disponível em:
[Link]
depressioninwomen_153310.pdf. Acesso em 01/04/2021.
NICIU MJ et al. Glutamate and its receptors in the pathophysiology and treatment of major
depressive disorder. J Neural Transm. 2014; 121(8): 907-924.

ZMUDZKA E et al. Serotonin receptors in depression and anxiety: Insights from animal
studies. Life Sci. 2018; 210: 106-124.

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