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Inseticida Vertimec 84 SC: Uso e Aplicações

O documento apresenta informações sobre o produto VERTIMEC 84 SC, um inseticida, acaricida e nematicida registrado no MAPA, com composição baseada em abamectina. Ele detalha a dosagem, instruções de uso, modos de aplicação e recomendações de segurança, incluindo a obrigatoriedade do uso de equipamentos de proteção individual. O produto é classificado como extremamente tóxico e perigoso ao meio ambiente.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Inseticida Vertimec 84 SC: Uso e Aplicações

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<Logomarca do produto>

VERTIMEC 84 SC
VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ.

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº 25519

COMPOSIÇÃO:
(10E,14E,16E,22Z)-(1R,4S,5’S,6S,6’R,8R,12S, 13S,20R,21R,24S)-6'-[(S)-secbutyl]-21,24-
dihydroxy-5',11,13,22-tetramethyl-2-oxo-(3,7,19-trioxatetracyclo[[Link],8.020,24]pentacosa-
10,14,16, 22-tetraene-6-spiro-2'-(5',6'-dihydro-2'Hpyran)-12-yl 2,6-dideoxy-4-O-(2,6-dideoxy-3-O-
methyl-α-L-arabino-hexopyranosyl)-3-O-methyl-α-L-arabino-hexopyranoside (i) mixture with
(10E,14E,16E,22Z)-(1R,4S,5’S,6S,6’R,8R,12S,13S,20R,21R,24S)-21,24-dihydroxy-6’ isopropyl-
5',11,13,22-tetramethyl-2-oxo-3,7,19-trioxatetracyclo[[Link],8.020,24]pentacosa-10,14,16,22-
tetraene-6-spiro-2'-(5',6'-dihydro-2'Hpyran)-12-yl 2,6-dideoxy-4-O-(2,6- dideoxy-3-O-methyl-α-L-
arabino-hexopyranosyl)-3-O-methyl-α-L-arabino-hexo pyranoside (ii) (4:1)
(ABAMECTINA)............................................................................................ 84 g/L (8,4 % m/v)
Propilenoglicol.................................................................................................…...52,5 g/L (5,25 % m/v)
Outros Ingredientes: ............................................................................... 966 g/L (96,6 % m/v)

GRUPO 6 INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: INSETICIDA / ACARICIDA / NEMATICIDA, DE CONTATO E INGESTÃO
GRUPO QUÍMICO: AVERMECTINAS
TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):


Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Av. Nações Unidas, 18.001, CEP: 04795-900, São
Paulo/SP, Brasil, Fone: (11) 5643-2322, Fax: (11) 5643-2353, CNPJ: 60.744.463/0001-90 –
Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


ABAMECTIN TÉCNICO SYN – Registro MAPA nº 9114:
North China Pharmaceutical Group Aino Co., Ltd. – 31 Xingye Street, Economic & Technical
Development Zone - Shijianzhuang - 052165 - Hebei – China.

ABAMECTIN TÉCNICO SYNGENTA HV – Registro MAPA nº 10214:


Inner Mongolia New Veyong Bio-Chemical Co., Ltd. – Dalate Region – 014300 – Wangaizhao
Town - Inner Mongolia - China.

FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, s/nº, km
127,5 – Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP – Brasil - CNPJ:
60.744.463/0010-80 – Fone: (19) 3874-5800 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Crop Protection, LLC. - 4111, Gibson Road - 68107 - Omaha - Nebraska - EUA.
Syngenta Production France S.A.S. – Route de la Gare BP1, F30670 - Aigues-Vives – França.
Syngenta Korea Limited – 87, 11-gil, Seokam -ro, Iksan-si, Jeonbuk 570-330 - República da
Coreia.

1
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.

Nº do Lote ou Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS


EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

INDÚSTRIA BRASILEIRA

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA I - EXTREMAMENTE TÓXICO


CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da Faixa: Vermelho Vivo

2
INSTRUÇÕES DE USO:

PRAGAS
CULTURAS NOME COMUM DOSES Nº MÁXIMO NÚMERO, ÉPOCA E
VOLUME DE CALDA
NOME DE INTERVALO DE
CIENTÍFICO APLICAÇÕES APLICAÇÃO
Ácaro-rajado: Pulverizar
quando forem constatadas
as primeiras infestações
Aplicação terrestre:
na área. Utilizar a dose
Ao redor de 150 -200 L/ha.
maior quando as
condições climáticas forem
Ácaro-rajado Aplicação aérea:
60-120 favoráveis ao
ALGODÃO Tetranychus 3 aplicações Baixo volume (BV): 10 a
mL/ha desenvolvimento dos
urticae 30 L/ha.
ácaros e quando a cultura
Baixo volume (BVO) com
apresentar maior
adição de 10% a 20% de
densidade foliar.
óleo vegetal: 5 a 12 L/ha.
INTERV. APLICAÇÃO:
Realizar até 3 aplicações
com intervalos de 7 dias.
Mosca- Mosca minadora: Iniciar as
minadora 100-200 aplicações no momento
Lyriomyza mL/ha em que forem observadas
huidobrensis as primeiras pontuações
ou presença de adultos na
cultura.
Traça-da-batata: Iniciar as
aplicações no início de Aplicação terrestre:
infestação, nos primeiros Em torno de 400 a 500
BATATA 3 aplicações
sinais de ataque na L/ha.
Traça-da-batata lavoura. Reaplicar
215
Phthorimaea somente caso seja
mL/ha
operculella necessário, após
monitoramento
populacional da praga.
INTERV. APLICAÇÃO:
Fazer até 3 aplicações
com intervalo de 7 dias.
Bicho mineiro e Ácaro
Bicho-mineiro vermelho: Realizar
Leucoptera aplicações foliares no
coffeella período de intenso
crescimento vegetativo,
preferencialmente até
Aplicação terrestre:
CAFÉ 85 mL/ha 1 aplicação fevereiro, ou quando
400 L/ha.
necessário no início da
Ácaro-vermelho infestação nas primeiras
Oligonychis ilicis folhas com sintomas de
ataque.
INTERV. APLICAÇÃO:
Realizar 1 aplicação.
Ácaro-da-falsa-ferrugem:
Monitorar a população de Aplicação terrestre:
ácaros e iniciar Ao redor de 1000 - 2000
pulverizações com frutos L/ha.
Ácaro-da-falsa- do tamanho de azeitona a
4-6
ferrugem bolas de ping pongue. Aplicação aérea:
CITROS mL/100L 3 aplicações
Phyllocoptruta INTERV. APLICAÇÃO: Baixo volume (BV): 10 a
água
oleivora Realizar no máximo 3 30 L/ha.
aplicações com intervalos Baixo volume (BVO) com
de 30 dias. adição de 10% a 20% de
óleo vegetal: 5 a 12 L/ha.

Ácaro-rajado: Iniciar o Aplicação terrestre:


monitoramento e controle Entre 150 e 200 L/ha.
a partir do início de
formação das vagens, Aplicação aérea:
Ácaro-rajado 45-60
SOJA 2 aplicações quando a praga tem maior Baixo volume (BV): 10 a
Tetranychus mL/ha
preferência pela cultura da 30 L/ha.
urticae
soja. Seu ataque é Baixo volume (BVO) com
favorecido em condições adição de 10% a 20% de
ambientais de baixas óleo vegetal: 5 a 12 L/ha.

3
PRAGAS
CULTURAS NOME COMUM DOSES Nº MÁXIMO NÚMERO, ÉPOCA E
VOLUME DE CALDA
NOME DE INTERVALO DE
CIENTÍFICO APLICAÇÕES APLICAÇÃO
precipitações e períodos
de temperatura elevada.
INTERV. APLICAÇÃO: Se
houver reinfestação,
reaplicar com intervalo
mínimo de 7 dias.
Mosca-minadora: Aplicar
no início da infestação,
quando constatado a
presença de insetos
adultos e os primeiros
Mosca-
16-20 sintomas de minas nas
minadora Aplicação terrestre:
TOMATE mL/100L 3 aplicações folhas. Em casos de altas
Lyriomyza 1000 L/ha.
água infestações utilizar maior
huidobrensis
dose.
INTERV. APLICAÇÃO:
Realizar no máximo 3
aplicações com intervalos
de 7 dias.
Adicione óleo mineral ou vegetal na proporção de 0,25% v/v.

4
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Pulverização terrestre: Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:

Algodão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de


calda ao redor de 150 - 200 L/ha.
Batata: Pulverização foliar. A aplicação do produto deverá feita sob a forma de
pulverização com equipamento costal manual, atomizador costal ou tratorizado. Aplicar
volume de calda em torno de 400 a 500 L/ha para se obter uma boa cobertura das plantas.
Café: Pulverização foliar. Utilizar atomizador costal manual ou pulverizador tratorizado
provido de bicos de jato cônicos, com espaçamento, vazão e pressão de trabalho
corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do equipamento para uma vazão / volume
de calda de 400 L/ha.
Citros: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal manual, atomizador costal ou
tratorizado através de turbo atomizador com volume de aplicação ao redor de 1000 - 2000
L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.
Adicionar óleo mineral ou vegetal à calda de pulverização na proporção de 0,25% v/v,
conforme preconizado pela prática agrícola na cultura.
Soja: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com volume de calda entre 150 e
200 L/ha.
Tomate: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal manual, atomizador costal, ou
equipamento tratorizado com volume de aplicação de 1000 L/ha.

Tecnologia de aplicação:
Utilizar pulverizadores costais, tratorizados ou Autopropelidos, equipados com barra e
bicos hidráulicos, obedecendo os seguintes parâmetros:
1. Diâmetro de gotas de tamanho médio (DMV) -------------------- 200 a 400 m.
2. Cobertura foliar ----------------------------------------------------------- 20 a 30 gotas/cm2.
3. Tipo de bicos recomendados: Bicos de jato plano Teejet XR; Teejet DG; Twinjet; Turbo
Teejet TT, bicos cônicos, ou similares de diferentes fabricantes.
4. Espaçamento entre os bicos ------------------------------------------ 50 cm.
5. Pressão do líquido no bico -------------------------------------------- 40 a 80 psi.

Pulverização aérea: Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:

Algodão:

Aplicação a baixo volume (BV)


1. Volume de calda ---------------------------------------------------------- 10 a 30 L/ha.
2. Diâmetro mediano Volumétrico de gotas (DMV) ----------------- 200 a 400 µm.
3. Largura da faixa de aplicação (IPANEMA) ------------------------- 15 m.
4. Altura de voo --------------------------------------------------------------- 2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo --------------------------------------------------------- 20 a 30 gotas/cm2.
Aplicação a baixo volume (BVO) com adição de 10% a 20% de óleo vegetal
1. Volume de calda ------------------------------------------------------------ 5 a 12 L/ha.
2. Diâmetro mediano volumétrico de gotas (DMV) -------------------- 100 a 200 µm.
3. Largura da faixa de aplicação ------------------------------------------- 15 a 18 m.
4. Altura de voo ----------------------------------------------------------------- 2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo ----------------------------------------------------------- 20 a 30 gotas /cm2.
Obs.: Para aplicação em BVO, diluir inicialmente o produto na água e posteriormente
acrescentar um emulsificante e o óleo e agitar vigorosamente e verificar se a calda tem
estabilidade suficiente para aplicação.

5
Parâmetros meteorológicos recomendados durante a aplicação:
1. Velocidade do vento calmo ------------------------------------ Entre 3,0 km/h a 20 km/h.
2. Temperatura atmosférica ------------------------------------------------- Abaixo de 30o C.
3. Umidade relativa do ar ----------------------------------------------------- Acima de 50%.

Equipamentos de pulverização para Avião Ipanema:


1. Para aplicação a baixo volume (BV) 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de voo 110 mph
(milhas por hora), utilizar:
 37 Bicos hidráulicos da série “D” – Disco D10 conjugado com difusor DC45,
pressão de 2,0 bar, com jato posicionado à 90o ou
 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com angulo das pás entre 55 a 65o
e com o VRU selecionado no orifício N.o 14 e pressão de 3,5 bar.
2. Para aplicação a baixo volume com óleo (BVO) a 5,0 L/ha , faixa de 18 m e de vôo a
110 mph utilizar;
 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás a 45o e com o
VRU selecionado no orifício N.o 7 com pressão de 1,5 bar.

Citros:

Aplicação a baixo volume (BV)


1. Volume de calda ---------------------------------------------------------- 10 a 30 L/ha.
2. Diâmetro mediano Volumétrico de gotas (DMV) ----------------- 200 a 400 µm.
3. Largura da faixa de aplicação (IPANEMA) -------------------------- 15 m.
4. Altura de voo --------------------------------------------------------------- 2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo --------------------------------------------------------- 20 a 30 gotas/cm2.
Aplicação a baixo volume (BVO) com adição de 10% a 20% de óleo vegetal
1. Volume de calda ------------------------------------------------------------ 5 a 12 L/ha.
2. Diâmetro mediano volumétrico de gotas (DMV) --------------------- 100 a 200 µm.
3. Largura da faixa de aplicação ------------------------------------------- 15 a 18 m.
4. Altura de voo ----------------------------------------------------------------- 2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo ----------------------------------------------------------- 20 a 30 gotas /cm2.

Obs.: Para aplicação em BVO, diluir inicialmente o produto na água e posteriormente


acrescentar um emulsificante e o óleo e agitar vigorosamente e verificar se a calda tem
estabilidade suficiente para aplicação.

Parâmetros meteorológicos recomendados durante a aplicação:


1. Velocidade do vento calmo ------------------------------------ Entre 3,0 km/h a 20 km/h.
2. Temperatura atmosférica ------------------------------------------------- Abaixo de 30o C.
3. Umidade relativa do ar ----------------------------------------------------- Acima de 50%.

Equipamentos de pulverização para Avião Ipanema:


1. Para aplicação a baixo volume (BV) a 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de voo 110
mph (milhas por hora), utilizar:
 37 Bicos hidráulicos da série “D” – Disco D-10 conjugado com difusor DC-45,
pressão de 2,0 bar, com jato posicionado à 90o ou
 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com angulo das pás entre 55 a 65o
e com o VRU selecionado no orifício N.o 14 e pressão de 3,5 bar.
2. Para aplicação baixo volume com óleo (BVO) a 5,0 L/ha, faixa de 15 m e de voo a 110
mph utilizar;
 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás a 45o e com o
VRU selecionado no orifício N.o 7 com pressão de 1,5 bar.

6
Soja:

Aplicação a baixo volume (BV)


1. Volume de calda --------------------------------------------------------10 a 30 L/ha.
2. Diâmetro mediano Volumétrico de gotas (DMV) -------------- 200 a 400 µm.
3. Largura da faixa de aplicação (IPANEMA) --------------------------------- 15 m.
4. Altura de voo ------------------------------------------------------------------- 2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo ----------------------------------------------- 20 a 30 gotas/cm2.
Aplicação a baixo volume (BVO) com adição de 10 a 20% de óleo vegetal
1. Volume de calda ---------------------------------------------------------- 5 a 12 L/ha.
2. Diâmetro mediano volumétrico de gotas (DMV) --------------- 100 a 200 µm.
3. Largura da faixa de aplicação ------------------------------------------------- 15 m.
4. Altura de voo ------------------------------------------------------------------ 2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo ----------------------------------------------- 20 a 30 gotas /cm2.
Obs.: Adicionar sempre o óleo, diluindo inicialmente o produto na água e posteriormente
acrescentar um emulsificante e o óleo e agitar vigorosamente e verificar se a calda tem
estabilidade suficiente para aplicação.

Parâmetros meteorológicos recomendados durante a aplicação:


1. Velocidade do vento calmo ------------------------- Entre 3,0 km/h a 15 km/h.
2. Temperatura atmosférica -------------------------------- Abaixo de 30o C.
3. Umidade relativa do ar ------------------------------------- Acima de 50.

Equipamentos de pulverização para Avião Ipanema:


1. Para aplicação a baixo volume (BV) a 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de voo 110
mph (milhas por hora), utilizar:
 37 Bicos hidráulicos da série “D” – Disco D-10 conjugado com difusor DC-45,
pressão de 2,0 bar, com jato posicionado à 90o ou
 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com angulo das pás entre 55 a 65o
e com o VRU selecionado no orifício N.o 14 e pressão de 3,5 bar.
2. Para aplicação baixo volume com óleo (BVO) a 5,0 L/ha, faixa de 15 m e de voo a 110
mph utilizar;
 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás a 45o e com o
VRU selecionado no orifício N.o 7 com pressão de 1,5 bar.

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que
empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.
Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última


aplicação e a colheita):

CULTURAS INTERVALO DE
SEGURANÇA
Algodão 21 dias
Batata 14 dias
Café 14 dias
Citros 7 dias
Soja 14 dias
Tomate 3 dias

7
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as
culturas.
Informar aos apicultores próximos antes de aplicar este produto.
Reduzir deriva para que não atinja áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas
em fase de florescimento.

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique,
antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas
tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no
Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou
importador.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM


UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


Vide “Modo de Aplicação”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU


TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,


TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO


DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

GRUPO 6 INSETICIDA

Alguns insetos-praga podem desenvolver resistência a produtos de um determinado grupo


químico após seu uso repetido de forma indiscriminada. Como o grau de desenvolvimento da
resistência não pode ser previsto, o uso deste produto deve estar em conformidade com
estratégias de manejo da resistência estabelecida para a cultura e sua área de uso.
A Syngenta apoia as ações para o uso correto de produtos para garantir que estes tenham
vida longa no controle das pragas descritas na bula.
Vertimec 84 SC é a base do ativo classificado como grupo 6 (Avermectinas) na classificação
de Modo de Ação do IRAC.

8
Com a finalidade de manter sempre susceptíveis as populações de pragas que possuem
potencial de desenvolvimento da resistência para este grupo químico, recomenda-se:
 Aplicar Vertimec 84 SC usando uma “janela de aplicação” para evitar a exposição das
gerações consecutivas da praga ao mesmo modo de ação. Esta janela para os inseticidas
do grupo 6 é definido como o período de atividade residual proporcionado pelas aplicações
sequenciais ou isolada dos inseticidas deste grupo.
 Em seguida da janela dos inseticidas do Grupo 6, rotacionar com um bloco de aplicações
de produtos eficientes com diferentes modos de ação antes de retornar o uso de
aplicações adicionais dos inseticidas do Grupo 6.
 O período total de exposição de todo o “Grupo 6 - Avermectinas” aplicado ao longo do
ciclo da cultura (do plantio à colheita) não deverá exceder mais do que 50% do ciclo da
cultura.

Outras práticas do manejo da resistência de pragas incluem:


 Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
disponível e apropriado;
 Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
 Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
aplicação de inseticidas;
 Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR ([Link]), ou para o Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento ([Link]).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:


Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, manejo da irrigação e
outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

9
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
 Produto para uso exclusivamente agrícola.
 O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
 Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
 Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
 Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
 Não utilize equipamento com vazamento ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios
e válvulas com a boca.
 Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: Macacão, botas de borracha, óculos, máscara com filtro mecânico, óculos,
touca árabe e luvas de nitrila.
 Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos, ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
 Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um
profissional habilitado.
 Caso ocorra contato acidental com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
 Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
 Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de proteção individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:


 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
 Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
 Utilize equipamento de proteção individual – EPI: Macacão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado; óculos; touca árabe e luvas de
nitrila.
 Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção
individual (EPI) recomendados.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


 Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
 Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator
aplique o produto contra o vento.
 Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
 Não permita que os animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na
área em que estiver sendo aplicado o produto.

10
 Utilize equipamento de proteção individual – EPI: Macacão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado; óculos; touca árabe e luvas de
nitrila.
 Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela plantação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


 Sinalizar a área com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
 Evite o máximo possível o contato com área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em
áreas tratadas logo após a aplicação.
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
 Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
 Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
 Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: Touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
 Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
 Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
 Após a cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
 Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
 Não reutilizar a embalagem vazia.
 No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: Macacão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
 Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela plantação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

11
PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE IMEDIATAMENTE UM SERVIÇO MÉDICO DE
EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário
agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-
la.

Pele: ATENÇÃO: PRODUTO LEVEMENTE IRRITANTE À PELE. Em caso de contato, tire toda
a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele
com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS – VERTIMEC 84 SC

Grupo químico Abamectina: Avermectina


Classe
I – Extremamente tóxico
toxicológica
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Abamectina: A abamectina é uma mistura das avermectinas B1a (≥ 80%) e
B1b (≤ 20%). Quando doses únicas de avermectina B1a a 0,5 mg/kg p.c. e 5
mg/kg p.c. foram administradas a ratos por via oral, sua absorção foi rápida e
quase completa pelo trato gastrointestinal (86%). A distribuição ocorreu nos
principais tecidos e órgãos, sendo as maiores concentrações de resíduos
localizadas na gordura. As principais reações envolvidas na biotransformação
da avermectina B1a são desmetilação, hidroxilação, clivagem do anel
oleandrosil e reações de oxidação. A substância é rapidamente eliminada,
quase que exclusivamente pelas fezes por excreção não biliar, ou seja, a
recirculação enterohepática não desempenha papel importante no processo de
excreção.
O perfil toxicológico da avermectina B1b foi investigado em estudo comparativo
de distribuição e mostrou-se essencialmente o mesmo que o da avermectina
B1a.
Toxicodinâmica Abamectina: A abamectina atua como agonista do ácido gama amino butírico
(GABA) e glutamato. Ela mimetiza a ação do GABA, competindo pelos mesmos
receptores no neurônio pós-sináptico das células musculares e nervosas de
invertebrados. A ligação ao receptor resulta em aumento da permeabilidade da
célula aos íons cloreto, o que essencialmente bloqueia a passagem dos
impulsos nervosos, levando à paralisia e morte. Em mamíferos, esse modo de
ação é pouco relevante, uma vez que os canais iônicos mediados por GABA
são presentes apenas no cérebro e, devido ao alto peso molecular da
abamectina, esta dificilmente atravessa a barreira hematoencefálica.
Adicionalmente, os canais de cloreto controlados por glutamato não estão
presentes nos nervos e nas células musculares dos mamíferos.

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Sintomas e sinais Abamectina: As exposições inalatória e dérmica são consideradas as mais
clínicos relevantes.
Nas intoxicações leves a moderadas podem ocorrer náuseas, vômitos, dor
abdominal, diarreia, tontura, sonolência, leve taquicardia e prurido, rash
cutâneo e urticária. Em casos graves os efeitos sistêmicos incluem acidose
metabólica, hipotensão, pneumonia aspirativa, insuficiência respiratória,
convulsões e coma.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
animais de experimentação tratados com a formulação à base de abamectina,
VERTIMEC 84 SC:
Exposição oral: O único animal testado com a dose máxima de 2000 mg/kg
p.c. apresentou hipoatividade, decúbito e foi a óbito quatro horas após o
tratamento. Os três animais testados com a dose intermediária de 550
mg/kg/p.c. morreram no dia do tratamento. Sinais clínicos observados incluíram
hipoatividade, postura anormal e tremores. Já os animais tratados com a dose
de 175 mg/kg p.c. não apresentaram mortalidade e os sinais clínicos
observados foram coloração facial, hipoatividade, postura anormal, piloereção,
tremores e redução do volume fecal, sendo que um animal apresentou marcha
anormal, salivação, coloração ano-genital e aparência debilitada.
Exposição inalatória: Animais tratados com 0,054 mg/L apresentaram como
sinais clínicos de toxicidade, hipoatividade, tremores, decúbito e postura
encurvada, 2 animais morreram. Todos os ratos expostos a 0,53 mg/L vieram a
óbito, tendo exibido sinais clínicos incluindo hipoatividade, tremores, coloração
facial, respiração anormal, decúbito. Um estudo adicional de toxicidade aguda
inalatória revelou que os animais tratados com as doses 0,43 e 0,26 mg/L
apresentaram tremores, dispneia e houve 100% de mortalidade.
Exposição cutânea: Não houve mortalidade entre os animais testados em
estudo de toxicidade cutânea, e os sinais clínicos observados incluíram
respiração irregular, hipoatividade e/ou volume fecal reduzido, os animais
afetados se recuperaram em 72 horas. Em estudo de irritação dérmica, todos
os animais apresentaram eritema leve, reversível em 48 horas. O produto não
foi considerado sensibilizante cutâneo.
Exposição ocular: Não se observou efeitos oculares em nenhum dos animais
testados.
Exposição crônica: Considerado não-mutagênico, teratogênico ou
carcinogênico para seres humanos. À luz dos conhecimentos atuais, não é
considerado desregulador endócrino e não interfere com a reprodução. Vide
item “efeitos crônicos” abaixo.
Outros componentes Propilenoglicol é um composto orgânico utilizado em diversas áreas industriais,
incluindo alimentícia e cosmética e como ingrediente inerte em formulações de
agroquímicos. Em estudos em animais para verificar o perfil de toxicidade
aguda, o propilenogicol apresentou baixa toxicidade aguda, com valor de DL50
oral em rato de 8000-46000mg/Kg, não foi classificado como irritante ocular ou
dérmico e não apresentou efeitos de sensibilizante; sendo classificado
toxicologicamente como categoria IV – componente de mínima preocupação
toxicológica e ambiental.
Entretanto, a exposição crônica ou prolongada, via ocular e dérmica pode
causar irritação ocular leve com hiperemia e irritação dérmica leve. Distúrbios
gastrintestinais, náuseas e vômitos foram observados após a ingestão. A
exposição crônica pode causar acidose láctica, hipoglicemia, estupor e
convulsões; lesão renal e hepática foram observado apenas em animais.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
imediatamente.

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Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o
quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser
dada ao suporte respiratório.

Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,


frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória,
hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.

Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a


absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças
de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção
de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando
administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos
casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias
aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico
(paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com
cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o
paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral
para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou
dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a
ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e
ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato
com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.

Antídoto: Não há antídoto específico.

Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar


respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
É prudente que se evite drogas que estimulem o efeito do GABA (barbitúricos,
benzodiazepinas, ácido valproico), devido à ação agonista da abamectina.

14
Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para abamectina em
interações químicas humanos.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Correio Eletrônico da Empresa: [Link]@[Link]

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:


Vide quadro acima, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: 310,20 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: 0,054 – 0,53 mg/L (4 horas).
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não se observou efeitos oculares em nenhum dos
animais testados.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Todos os animais apresentaram eritema leve,
reversível em 48 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não foi considerado sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS:
Abamectina: A carcinogenicidade da abamectina foi investigada em estudos conduzidos em
ratos e camundongos, tratados por via oral nas doses de 0,75; 1,5 e 2 mg/kg p.c./dia (ratos) e
2, 4 e 8 mg/kg p.c./dia (camundongos). Os efeitos observados em ratos foram tremores
corporais e aparência debilitada na maior dose (2 mg/kg p.c./dia) e aumento de peso em todos
os níveis de dose (NOAEL 1,5 mg/kg p.c./dia); em camundongos se observou tremores
corporais nas fêmeas tratadas em todos os níveis de doses, mortalidade de duas fêmeas nos
níveis mais altos de doses, aumento na mortalidade de machos e redução no ganho de peso
de fêmeas tratados com a maior dose (8 mg/kg p.c./dia) (NOEL 4 mg/kg p.c./dia). Esses
resultados não indicam efeito carcinogênico. Estudos in vitro, com células bacterianas e de
mamíferos, e um estudo in vivo, em células da medula óssea de camundongos, não indicaram
mutagenicidade para abamectina. No estudo de 2 gerações em ratos tratados com abamectina
em doses de 0,05; 0,12 e 0,4 mg/kg p.c./dia, a substância induziu toxicidade neonatal,
manifestada como aumento da mortalidade e retardo do crescimento, e um aumento na
incidência de anomalia transitória na retina em proles de F1 e F2 (lesão considerada como
reversível, relacionada ao retardo de crescimento). O NOAEL reprodutivo foi > 0,4 mg/kg p.c./dia,
enquanto que o NOAEL fetal foi 0,12 mg/kg p.c./dia. A toxicidade no desenvolvimento foi
investigada por estudos em ratos e coelhos tratados com abamectina nas doses de 0,4; 0,8 e
1,6 mg/kg p.c./dia (ratos) e 0,5; 1 e 2 mg/kg p.c./dia (coelhos). A abamectina não induziu
toxicidade ao desenvolvimento de ratos em níveis de doses que induzam toxicidade materna
(NOAEL materno 1,6 mg/kg p.c./dia; NOAEL para desenvolvimento > 1,6 mg/kg p.c./dia).
Entretanto, no coelho, o aumento da incidência de fenda palatina, onfalocele e deformidades
nos pés ocorreram em um pequeno número de ninhadas tratadas em um nível de dose indutora
de toxicidade materna (NOEL para desenvolvimento e NOEL materno 1 mg/kg p.c./dia). Não
foram observados efeitos teratogênicos nos estudos acima descritos.

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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE


PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

 Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

X Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

 Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos).


 Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes.
 Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos
benéficos. Não aplique o produto do período de maior visitação de abelhas.
 Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
 Não utilize equipamentos com vazamentos.
 Aplique somente as doses recomendadas.
 Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
 A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
 Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água
para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de
água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
 Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes
às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO


E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
 Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
 O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
 A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
 O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
 Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
 Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
 Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente
embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
 Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR
9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
 Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

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3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
 Isole e sinalize a área contaminada.
 Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO
DE CULTIVOS LTDA – Plantão Syngenta 24 horas – telefone de emergência: 0800
704 4304.
 Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetores e máscara com filtro).
 Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
 Piso pavimentado: Recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser
mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo
para a sua devolução e destinação final.
 Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
 Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
 Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO 2 ou pó
químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE


E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):


Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
 Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
 Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
 Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
 Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
 Faça esta operação três vezes;
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

. Lavagem sob pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
 Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
 Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
 Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
 A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;

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 Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes


procedimentos:
 Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
 Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da
embalagem, por 30 segundos;
 Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.

. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

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- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento
onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM


VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA


DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

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A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO


DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

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