Inseticida Vertimec 84 SC: Uso e Aplicações
Inseticida Vertimec 84 SC: Uso e Aplicações
VERTIMEC 84 SC
VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ.
COMPOSIÇÃO:
(10E,14E,16E,22Z)-(1R,4S,5’S,6S,6’R,8R,12S, 13S,20R,21R,24S)-6'-[(S)-secbutyl]-21,24-
dihydroxy-5',11,13,22-tetramethyl-2-oxo-(3,7,19-trioxatetracyclo[[Link],8.020,24]pentacosa-
10,14,16, 22-tetraene-6-spiro-2'-(5',6'-dihydro-2'Hpyran)-12-yl 2,6-dideoxy-4-O-(2,6-dideoxy-3-O-
methyl-α-L-arabino-hexopyranosyl)-3-O-methyl-α-L-arabino-hexopyranoside (i) mixture with
(10E,14E,16E,22Z)-(1R,4S,5’S,6S,6’R,8R,12S,13S,20R,21R,24S)-21,24-dihydroxy-6’ isopropyl-
5',11,13,22-tetramethyl-2-oxo-3,7,19-trioxatetracyclo[[Link],8.020,24]pentacosa-10,14,16,22-
tetraene-6-spiro-2'-(5',6'-dihydro-2'Hpyran)-12-yl 2,6-dideoxy-4-O-(2,6- dideoxy-3-O-methyl-α-L-
arabino-hexopyranosyl)-3-O-methyl-α-L-arabino-hexo pyranoside (ii) (4:1)
(ABAMECTINA)............................................................................................ 84 g/L (8,4 % m/v)
Propilenoglicol.................................................................................................…...52,5 g/L (5,25 % m/v)
Outros Ingredientes: ............................................................................... 966 g/L (96,6 % m/v)
GRUPO 6 INSETICIDA
FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, s/nº, km
127,5 – Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP – Brasil - CNPJ:
60.744.463/0010-80 – Fone: (19) 3874-5800 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Crop Protection, LLC. - 4111, Gibson Road - 68107 - Omaha - Nebraska - EUA.
Syngenta Production France S.A.S. – Route de la Gare BP1, F30670 - Aigues-Vives – França.
Syngenta Korea Limited – 87, 11-gil, Seokam -ro, Iksan-si, Jeonbuk 570-330 - República da
Coreia.
1
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
Nº do Lote ou Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
INDÚSTRIA BRASILEIRA
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INSTRUÇÕES DE USO:
PRAGAS
CULTURAS NOME COMUM DOSES Nº MÁXIMO NÚMERO, ÉPOCA E
VOLUME DE CALDA
NOME DE INTERVALO DE
CIENTÍFICO APLICAÇÕES APLICAÇÃO
Ácaro-rajado: Pulverizar
quando forem constatadas
as primeiras infestações
Aplicação terrestre:
na área. Utilizar a dose
Ao redor de 150 -200 L/ha.
maior quando as
condições climáticas forem
Ácaro-rajado Aplicação aérea:
60-120 favoráveis ao
ALGODÃO Tetranychus 3 aplicações Baixo volume (BV): 10 a
mL/ha desenvolvimento dos
urticae 30 L/ha.
ácaros e quando a cultura
Baixo volume (BVO) com
apresentar maior
adição de 10% a 20% de
densidade foliar.
óleo vegetal: 5 a 12 L/ha.
INTERV. APLICAÇÃO:
Realizar até 3 aplicações
com intervalos de 7 dias.
Mosca- Mosca minadora: Iniciar as
minadora 100-200 aplicações no momento
Lyriomyza mL/ha em que forem observadas
huidobrensis as primeiras pontuações
ou presença de adultos na
cultura.
Traça-da-batata: Iniciar as
aplicações no início de Aplicação terrestre:
infestação, nos primeiros Em torno de 400 a 500
BATATA 3 aplicações
sinais de ataque na L/ha.
Traça-da-batata lavoura. Reaplicar
215
Phthorimaea somente caso seja
mL/ha
operculella necessário, após
monitoramento
populacional da praga.
INTERV. APLICAÇÃO:
Fazer até 3 aplicações
com intervalo de 7 dias.
Bicho mineiro e Ácaro
Bicho-mineiro vermelho: Realizar
Leucoptera aplicações foliares no
coffeella período de intenso
crescimento vegetativo,
preferencialmente até
Aplicação terrestre:
CAFÉ 85 mL/ha 1 aplicação fevereiro, ou quando
400 L/ha.
necessário no início da
Ácaro-vermelho infestação nas primeiras
Oligonychis ilicis folhas com sintomas de
ataque.
INTERV. APLICAÇÃO:
Realizar 1 aplicação.
Ácaro-da-falsa-ferrugem:
Monitorar a população de Aplicação terrestre:
ácaros e iniciar Ao redor de 1000 - 2000
pulverizações com frutos L/ha.
Ácaro-da-falsa- do tamanho de azeitona a
4-6
ferrugem bolas de ping pongue. Aplicação aérea:
CITROS mL/100L 3 aplicações
Phyllocoptruta INTERV. APLICAÇÃO: Baixo volume (BV): 10 a
água
oleivora Realizar no máximo 3 30 L/ha.
aplicações com intervalos Baixo volume (BVO) com
de 30 dias. adição de 10% a 20% de
óleo vegetal: 5 a 12 L/ha.
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PRAGAS
CULTURAS NOME COMUM DOSES Nº MÁXIMO NÚMERO, ÉPOCA E
VOLUME DE CALDA
NOME DE INTERVALO DE
CIENTÍFICO APLICAÇÕES APLICAÇÃO
precipitações e períodos
de temperatura elevada.
INTERV. APLICAÇÃO: Se
houver reinfestação,
reaplicar com intervalo
mínimo de 7 dias.
Mosca-minadora: Aplicar
no início da infestação,
quando constatado a
presença de insetos
adultos e os primeiros
Mosca-
16-20 sintomas de minas nas
minadora Aplicação terrestre:
TOMATE mL/100L 3 aplicações folhas. Em casos de altas
Lyriomyza 1000 L/ha.
água infestações utilizar maior
huidobrensis
dose.
INTERV. APLICAÇÃO:
Realizar no máximo 3
aplicações com intervalos
de 7 dias.
Adicione óleo mineral ou vegetal na proporção de 0,25% v/v.
4
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Tecnologia de aplicação:
Utilizar pulverizadores costais, tratorizados ou Autopropelidos, equipados com barra e
bicos hidráulicos, obedecendo os seguintes parâmetros:
1. Diâmetro de gotas de tamanho médio (DMV) -------------------- 200 a 400 m.
2. Cobertura foliar ----------------------------------------------------------- 20 a 30 gotas/cm2.
3. Tipo de bicos recomendados: Bicos de jato plano Teejet XR; Teejet DG; Twinjet; Turbo
Teejet TT, bicos cônicos, ou similares de diferentes fabricantes.
4. Espaçamento entre os bicos ------------------------------------------ 50 cm.
5. Pressão do líquido no bico -------------------------------------------- 40 a 80 psi.
Algodão:
5
Parâmetros meteorológicos recomendados durante a aplicação:
1. Velocidade do vento calmo ------------------------------------ Entre 3,0 km/h a 20 km/h.
2. Temperatura atmosférica ------------------------------------------------- Abaixo de 30o C.
3. Umidade relativa do ar ----------------------------------------------------- Acima de 50%.
Citros:
6
Soja:
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que
empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.
Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
CULTURAS INTERVALO DE
SEGURANÇA
Algodão 21 dias
Batata 14 dias
Café 14 dias
Citros 7 dias
Soja 14 dias
Tomate 3 dias
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as
culturas.
Informar aos apicultores próximos antes de aplicar este produto.
Reduzir deriva para que não atinja áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas
em fase de florescimento.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique,
antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas
tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no
Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou
importador.
GRUPO 6 INSETICIDA
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Com a finalidade de manter sempre susceptíveis as populações de pragas que possuem
potencial de desenvolvimento da resistência para este grupo químico, recomenda-se:
Aplicar Vertimec 84 SC usando uma “janela de aplicação” para evitar a exposição das
gerações consecutivas da praga ao mesmo modo de ação. Esta janela para os inseticidas
do grupo 6 é definido como o período de atividade residual proporcionado pelas aplicações
sequenciais ou isolada dos inseticidas deste grupo.
Em seguida da janela dos inseticidas do Grupo 6, rotacionar com um bloco de aplicações
de produtos eficientes com diferentes modos de ação antes de retornar o uso de
aplicações adicionais dos inseticidas do Grupo 6.
O período total de exposição de todo o “Grupo 6 - Avermectinas” aplicado ao longo do
ciclo da cultura (do plantio à colheita) não deverá exceder mais do que 50% do ciclo da
cultura.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
Não utilize equipamento com vazamento ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios
e válvulas com a boca.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: Macacão, botas de borracha, óculos, máscara com filtro mecânico, óculos,
touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos, ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um
profissional habilitado.
Caso ocorra contato acidental com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de proteção individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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Utilize equipamento de proteção individual – EPI: Macacão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado; óculos; touca árabe e luvas de
nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela plantação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
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PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE IMEDIATAMENTE UM SERVIÇO MÉDICO DE
EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário
agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-
la.
Pele: ATENÇÃO: PRODUTO LEVEMENTE IRRITANTE À PELE. Em caso de contato, tire toda
a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele
com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
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Sintomas e sinais Abamectina: As exposições inalatória e dérmica são consideradas as mais
clínicos relevantes.
Nas intoxicações leves a moderadas podem ocorrer náuseas, vômitos, dor
abdominal, diarreia, tontura, sonolência, leve taquicardia e prurido, rash
cutâneo e urticária. Em casos graves os efeitos sistêmicos incluem acidose
metabólica, hipotensão, pneumonia aspirativa, insuficiência respiratória,
convulsões e coma.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
animais de experimentação tratados com a formulação à base de abamectina,
VERTIMEC 84 SC:
Exposição oral: O único animal testado com a dose máxima de 2000 mg/kg
p.c. apresentou hipoatividade, decúbito e foi a óbito quatro horas após o
tratamento. Os três animais testados com a dose intermediária de 550
mg/kg/p.c. morreram no dia do tratamento. Sinais clínicos observados incluíram
hipoatividade, postura anormal e tremores. Já os animais tratados com a dose
de 175 mg/kg p.c. não apresentaram mortalidade e os sinais clínicos
observados foram coloração facial, hipoatividade, postura anormal, piloereção,
tremores e redução do volume fecal, sendo que um animal apresentou marcha
anormal, salivação, coloração ano-genital e aparência debilitada.
Exposição inalatória: Animais tratados com 0,054 mg/L apresentaram como
sinais clínicos de toxicidade, hipoatividade, tremores, decúbito e postura
encurvada, 2 animais morreram. Todos os ratos expostos a 0,53 mg/L vieram a
óbito, tendo exibido sinais clínicos incluindo hipoatividade, tremores, coloração
facial, respiração anormal, decúbito. Um estudo adicional de toxicidade aguda
inalatória revelou que os animais tratados com as doses 0,43 e 0,26 mg/L
apresentaram tremores, dispneia e houve 100% de mortalidade.
Exposição cutânea: Não houve mortalidade entre os animais testados em
estudo de toxicidade cutânea, e os sinais clínicos observados incluíram
respiração irregular, hipoatividade e/ou volume fecal reduzido, os animais
afetados se recuperaram em 72 horas. Em estudo de irritação dérmica, todos
os animais apresentaram eritema leve, reversível em 48 horas. O produto não
foi considerado sensibilizante cutâneo.
Exposição ocular: Não se observou efeitos oculares em nenhum dos animais
testados.
Exposição crônica: Considerado não-mutagênico, teratogênico ou
carcinogênico para seres humanos. À luz dos conhecimentos atuais, não é
considerado desregulador endócrino e não interfere com a reprodução. Vide
item “efeitos crônicos” abaixo.
Outros componentes Propilenoglicol é um composto orgânico utilizado em diversas áreas industriais,
incluindo alimentícia e cosmética e como ingrediente inerte em formulações de
agroquímicos. Em estudos em animais para verificar o perfil de toxicidade
aguda, o propilenogicol apresentou baixa toxicidade aguda, com valor de DL50
oral em rato de 8000-46000mg/Kg, não foi classificado como irritante ocular ou
dérmico e não apresentou efeitos de sensibilizante; sendo classificado
toxicologicamente como categoria IV – componente de mínima preocupação
toxicológica e ambiental.
Entretanto, a exposição crônica ou prolongada, via ocular e dérmica pode
causar irritação ocular leve com hiperemia e irritação dérmica leve. Distúrbios
gastrintestinais, náuseas e vômitos foram observados após a ingestão. A
exposição crônica pode causar acidose láctica, hipoglicemia, estupor e
convulsões; lesão renal e hepática foram observado apenas em animais.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
imediatamente.
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Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o
quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser
dada ao suporte respiratório.
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Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para abamectina em
interações químicas humanos.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Correio Eletrônico da Empresa: [Link]@[Link]
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: 310,20 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: 0,054 – 0,53 mg/L (4 horas).
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não se observou efeitos oculares em nenhum dos
animais testados.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Todos os animais apresentaram eritema leve,
reversível em 48 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não foi considerado sensibilizante.
EFEITOS CRÔNICOS:
Abamectina: A carcinogenicidade da abamectina foi investigada em estudos conduzidos em
ratos e camundongos, tratados por via oral nas doses de 0,75; 1,5 e 2 mg/kg p.c./dia (ratos) e
2, 4 e 8 mg/kg p.c./dia (camundongos). Os efeitos observados em ratos foram tremores
corporais e aparência debilitada na maior dose (2 mg/kg p.c./dia) e aumento de peso em todos
os níveis de dose (NOAEL 1,5 mg/kg p.c./dia); em camundongos se observou tremores
corporais nas fêmeas tratadas em todos os níveis de doses, mortalidade de duas fêmeas nos
níveis mais altos de doses, aumento na mortalidade de machos e redução no ganho de peso
de fêmeas tratados com a maior dose (8 mg/kg p.c./dia) (NOEL 4 mg/kg p.c./dia). Esses
resultados não indicam efeito carcinogênico. Estudos in vitro, com células bacterianas e de
mamíferos, e um estudo in vivo, em células da medula óssea de camundongos, não indicaram
mutagenicidade para abamectina. No estudo de 2 gerações em ratos tratados com abamectina
em doses de 0,05; 0,12 e 0,4 mg/kg p.c./dia, a substância induziu toxicidade neonatal,
manifestada como aumento da mortalidade e retardo do crescimento, e um aumento na
incidência de anomalia transitória na retina em proles de F1 e F2 (lesão considerada como
reversível, relacionada ao retardo de crescimento). O NOAEL reprodutivo foi > 0,4 mg/kg p.c./dia,
enquanto que o NOAEL fetal foi 0,12 mg/kg p.c./dia. A toxicidade no desenvolvimento foi
investigada por estudos em ratos e coelhos tratados com abamectina nas doses de 0,4; 0,8 e
1,6 mg/kg p.c./dia (ratos) e 0,5; 1 e 2 mg/kg p.c./dia (coelhos). A abamectina não induziu
toxicidade ao desenvolvimento de ratos em níveis de doses que induzam toxicidade materna
(NOAEL materno 1,6 mg/kg p.c./dia; NOAEL para desenvolvimento > 1,6 mg/kg p.c./dia).
Entretanto, no coelho, o aumento da incidência de fenda palatina, onfalocele e deformidades
nos pés ocorreram em um pequeno número de ninhadas tratadas em um nível de dose indutora
de toxicidade materna (NOEL para desenvolvimento e NOEL materno 1 mg/kg p.c./dia). Não
foram observados efeitos teratogênicos nos estudos acima descritos.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
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3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO
DE CULTIVOS LTDA – Plantão Syngenta 24 horas – telefone de emergência: 0800
704 4304.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetores e máscara com filtro).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser
mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo
para a sua devolução e destinação final.
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO 2 ou pó
químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
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Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
18
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
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