TORA
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n° 18220
COMPOSIÇÃO:
diethyl (dimethoxythiophosphorylthio) succinate (MALATIONA)….................................….1000 g/L (100% m/v)
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve.................................................................21,75 g/L (2,17% m/v)
Outros Ingredientes.......................................................................................................123,25 g/L (12,32% m/v)
GRUPO 1B INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida
GRUPO QUÍMICO: Malationa: Organofosforado.
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve: Hidrocarboneto aromático.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Cristóvão Colombo, 2948 – salas 1001, 1002 e 1003, Floresta – Porto Alegre/RS –
CEP: 90560-002
Tel. (51) 3237-6414
CNPJ: 10.486.463/0001-69 – Inscrição Estadual: 096/3276190 - Registro Estadual n° 1928/09 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
MALATIONA TÉCNICA BRA - Registro MAPA nº 24419
LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO. LTD.
Dui Gou Gang Town - Chemical Industry Zone Lian Yun Gang City - Jiangsu Province - China
FORMULADORES/MANIPULADORES:
PRENTISS QUIMICA LTDA.
Rodovia PR 423 s/n km 24,5 – CEP: 83603-000 - Jardim das Acácias Campo Largo – PR CNPJ
00.729.422/0001-00
Número de registro do estabelecimento no Estado: 002669 – ADAPAR/PR
NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO. LTD.
Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo Zhejiang Province – China.
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Avenida Parque Sul, 2138 - Distrito Industrial I, Maracanaú/CE – CEP 61900-000
CNPJ: 07.467.822/0001-26
Número de registro do estabelecimento no Estado: 358/2021 SEMACE/CE
ZHEJIANG TIDE CROPSCIENCE CO, LTD.
nº 11 Linhai Road, Paojiang Industrial Zone, Shaoxing 312071, China
IMPORTADORES DO PRODUTO FORMULADO:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Industrial, nº 1, Parque Industrial, CEP 85.525-000, Mariópolis/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20
Registro no órgão estadual n:: 1000322 (ADAPAR/PR)
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua das Castanheiras n°200, galpão 85, sala 06, Bairro Jardim São Pedro, CEP 13187-065 - Hortolândia /
SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01
Registro no órgão estadual n: 1311 (CDA/SP)
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Santos Dumont, 1307 – sala 4A - 1° andar – Centro - CEP: 85851-040
Foz do Iguaçu/PR - CNPJ: 05.280.269/0001-92
Número de Registro do Estabelecimento no Estado: 003046 SEAB/PR
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Eurípedes Menezes, S/N, Armazém 1M, Sala J, QD 004, Lote 014E, Parque Industrial Vice Presidente
José Alencar, CEP 74.993-540 Aparecida de Goiânia/GO - CNPJ: 05.280.269/0002-73. Número de registro do
estabelecimento no Estado: 2542/2019 - AGRODEFESA/GO
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia PR 090, nº 5695, Armazém 1J, Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR -
CNPJ: 05.280.269/0005-16
Número de registro do estabelecimento no Estado: 1007845 ADAPAR/PR
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Ronat Walter Sodre, n.º 2800 - Sala 07, Parque Industrial, CEP: 86200-000 Ibiporã/PR CNPJ:
05.280.269/0006-05.
Número de registro do estabelecimento no Estado: 100993 ADAPAR/PR
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Projetada, nº 150, Armazém 1V, Distrito Industrial, CEP 78099-899 Cuiabá/MT CNPJ:
05.280.269/0003-54.
Número de registro do estabelecimento no Estado: 15485 – INDEA/MT
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, 4633 – Armazém 1G, Betel, CEP: 13.148-198 Paulínia/SP CNPJ
05.280.269/0004-35.
Número de registro do estabelecimento no Estado: 4815 – CDA/SP
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art.
4° do Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)
Produto Inflamável
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
COR DA FAIXA: AZUL (Azul PMS Blue 293 C)
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
TORA é um inseticida organofosforado, com ação de contato e ingestão, apresentado sob a forma de
concentrado emulsionável, indicado para o controle das seguintes pragas:
CULTURAS, PRAGAS CONTROLADAS, DOSES DE APLICAÇÃO, ÉPOCA DE APLICAÇÃO, VOLUME DE
CALDA, MODO E NÚMERO DE APLICAÇÃO:
PRAGA DOSE VOLUME
NOME COMUM INGREDIENTE DE NÚMERO DE
PRODUTO ÉPOCA DE APLICAÇÃO
CULTURA (NOME ATIVO CALDA APLICAÇÃO
COMERCIAL
CIENTÍFICO) (g i.a./ha) (L/ha)
Aplicar quando encontrar em
média 1 (uma) lagarta por
planta quando a cultura não
Curuquerê tiver "maçãs" abertas.
0,75 a 1,5
(Alabama 750 a 1500
L/ha Aplicar quando encontrar em
argillacea)
média 2 (duas) lagartas por
planta e a cultura já possuir 100 a
"maçãs" abertas. 300
(Aplicação
Iniciar as aplicações quando
Terrestre) Máximo de 3
encontrar 5% das estruturas
Bicudo aplicações
ALGODÃO 1,0 a 2,0 de frutificação danificadas,
(Anthonomus 1000 a 2000 por ciclo da
L/ha fazendo baterias de três
grandis) cultura
aplicações com intervalo de
20 a 40
7 dias entre aplicações.
(Aplicação
Aplicar quando forem Aérea)
observados pulgões vivos ou
Pulgão das ao se observarem folhas
0,5 a 1,0
inflorescências 500 a 1000 encarquilhadas pela ação do
L/ha
(Aphis gossypii) inseto no monitoramento.
Manter o monitoramento e
reaplicar caso necessário.
Cigarrinha do Efetuar uma aplicação no
pedúnculo início da infestação das
(Aethalion pragas. Repetir a aplicação
reticulatum) em caso de reinfestação.
Fazer a aplicação quando
cerca de 2% dos frutos do
Bicho furão 150 mL/100 L
150 talhão estiverem atacados.
(Ecdytolopha água Repetir caso for necessário.
aurantiana)
Utilizar o volume máximo de
calda por 2000 L/ha. 2000
(Aplicação
Efetuar uma aplicação no
Tripes Terrestre)
início da infestação das
(Heliothrips Máximo de 3
pragas. Repetir a aplicação
haemorrhoidalis) aplicações
CITROS em caso de reinfestação.
por ciclo da
As aplicações devem ser cultura
iniciadas durante a fase de 20 a 40
Mosca das frutas 200 mL/ 100 L inchamento do fruto, quando (Aplicação
200
(Ceratitis capitata) de água se constatar a presença da Aérea)
mosca através do
monitoramento.
Aplicar quando for
constatada a presença da
praga (adultos e/ou ninfas).
Psilídio 150 mL/100 L Utilizar volume de calda de
150
(Diaphorina citri) de água 2000 L/ha. Caso seja
necessário, fazer mais uma
aplicação, respeitando-se o
intervalo de segurança.
Aplicar quando for
Pulgão lanígero constatada a praga. Se
(Eriosoma necessário, alternar as
lanigerum) aplicações com inseticidas
de outros modos de ação.
600 a Máximo de 3
Piolho de São 100 mL/100 L 1000 aplicações
MAÇÃ José 100
de água (Aplicação por ciclo da
(Quadraspidiotus cultura
Terrestre)
perniciosus) Pulverizar no início do
aparecimento das pragas.
Besouro de
Limeira
(Sternocolaspis
quatuordecimcostata)
Iniciar as aplicações durante
Mosca das frutas
200 mL/100 L a fase de inchamento do
(Anastrepha
200 fruto, quando se constatar a
obliqua) de água
presença da mosca através
(Ceratitis capitata)
do monitoramento.
Pulgão da falsa
crespeira 100 mL/100 L Pulverizar no início do
100 600 a Máximo de 3
(Anuraphis de água aparecimento da praga.
800 aplicações
PÊSSEGO schwartzi)
(Aplicação por ciclo da
A aplicação deve ser feita no Terrestre) cultura
início da infestação da
praga. Como o inseto tem
Mariposa oriental 150 mL/100 L preferência de atacar os
(Grapholita 150
de água ponteiros novos e os frutos
molesta)
do pessegueiro, a
pulverização deve ser
focada nessas regiões.
Iniciar as aplicações assim
que for constatada a
presença da praga.
Reaplicar em caso de
Pulgão da couve reinfestação.
(Brevicoryne Em caso de pressão elevada
brassicae) 400 a Máximo de 3
150 mL/100 L e condições favoráveis para
600 aplicações
REPOLHO 150 disseminação do inseto,
de água (Aplicação por ciclo da
intercalar as aplicações com
Terrestre) cultura
inseticidas de diferentes
mecanismos de ação.
Vaquinha verde
Aplicar no início da
amarela
infestação, reaplicando caso
(Diabrotica
necessário.
speciosa)
Aplicar quando se detectar
desfolha de cerca de 30% no
período vegetativo da
Lagarta da soja
cultura, e/ou desfolha de
(Anticarsia
15% no período reprodutivo,
gemmatalis)
ou presença de 20 a 30 100 a 200
lagartas grandes (>1,5 cm) (Aplicação
por pano de batida. Terrestre) Máximo de 3
Aplicar quando se detectar aplicações
SOJA 1,0 L/ha 1000
de 2 a 4 percevejos por pano por ciclo da
de batida (ninfas grandes e 20 a 40 cultura
adultos). Sob nível (Aplicação
Percevejo Marrom populacional maior ou no Aérea)
(Euschistus heros) caso de reinfestação,
realizar aplicação em bateria
ou então intercalando com
produto de diferente
mecanismo de ação.
Aplicar quando for constado
Vaquinha verde
100 mL/100 L dano nas folhas e tiver
amarela
100 presença da praga.
(Diabrotica de água
Reaplicar em caso de
speciosa)
reinfestação.
Pulverizar quando os frutos
Broca pequena do
150 mL/100 L estiverem pequenos.
fruto 400 a Máximo de 3
150 Garantir boa cobertura do
(Neoleucinodes de água 600 aplicações
TOMATE produto, principalmente no
elegantalis) (Aplicação por ciclo da
local da postura (sépalas).
Terrestre) cultura
Aplicar quando forem
observadas formas aladas,
ou na presença de colônias
Pulgão verde 100 mL/100 L nas folhas. Reaplicar em
100
(Myzus persicae) de água caso de reinfestação,
intercalando com produtos
de diferentes mecanismos
de ação.
i.a.: ingrediente ativo
MODO DE APLICAÇÃO:
Utilizar equipamento manual ou motorizado terrestre e pulverização aérea.
PULVERIZAÇÃO TERRESTRE
Algodão, Citros, Maçã, Pêssego, Repolho, Soja e Tomate:
- Utilizar pulverizador costal (manual ou motorizado) ou pulverizador tratorizado, munido de barra
com bicos tipo leque ou cônicos recomendados para inseticidas de contato, ou outros tipos de
equipamentos.
- Regular o equipamento de acordo com as indicações do fabricante dos bicos, visando obter uma
cobertura uniforme de toda a parte aérea das plantas.
- Diâmetro de gotas: ajustar para cada volume de aplicação (litros de calda/ha) para proporcionar a
adequada densidade de gotas sob condições climáticas adequadas.
- Manter em funcionamento, durante toda a aplicação, o sistema de agitação do produto no interior do
tanque.
- Nas culturas de citros, maçã e pêssego utilizar turbo atomizador, equipado com os bicos apropriados.
- Também é possível empregar pistolas modelo FIX, com pressão de trabalho em torno de 300
libras/pol2 e vazão de 1,5 a 2,2 litros/min.
PULVERIZAÇÃO AÉREA
Algodão, Citros e Soja:
- Para todas as culturas indicadas utilizar aeronaves equipadas com barra e bicos tipo cônico com
pontas de D6 a D12 disco (core) inferior a 45º ou atomizador rotativo Micronair;
- Volume de aplicação: 20 a 40 litros/ha;
- Altura de voo: com barra de 4 a 5 m do alvo desejado;
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15m;
- Tamanho/densidade de gotas: 100 - 120 micra com mínimo de 40 gotas/cm²;
- Manter em funcionamento, durante toda a aplicação, o sistema de agitação do produto no interior do
tanque.
- Condições climáticas: efetuar observações locais visando evitar deriva e evaporação do produto.
Evitar aplicar nas horas mais quentes e na presença de ventos fortes.
- Umidade relativa do ar: em torno de 60%;
- Velocidade do vento: no máximo 10 km/hora;
- Providenciar sempre cobertura uniforme de pulverização das plantas.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão 7 dias
Citros 7 dias
Maçã 7 dias
Pêssego 7 dias
Repolho 7 dias
Soja 21 dias
Tomate 3 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Não há restrições de uso além de seguir criteriosamente as recomendações de uso do produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: (De
acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA/MS).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide modo de aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo
desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas -
IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos
inseticidas:
• Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado
em gerações consecutivas da praga.
• Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
• Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a
Inseticidas.
• Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. Controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa
de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para
o IRAC-BR ([Link]), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
([Link]).
GRUPO 1B INSETICIDA
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de
Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2, óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas
também entre em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara
com filtro combinado classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
o final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após
a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão
impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos,
avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Nocivo se inalado.
Nocivo se ingerido.
ATENÇÃO
Pode ser nocivo em contato
com a pele.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Inalação: ATENÇÃO: NOCIVO SE INALADO. Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um
local aberto e ventilado.
Ingestão: ATENÇÃO: NOCIVO SE INGERIDO. Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando
houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
Pele: ATENÇÃO: PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa
e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente
e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Olhos: Em caso de contato com os olhos, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR TORA (MALATIONA 1000 EC)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico
Malationa: Organofosforado (OP)
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve: Hidrocarboneto aromático.
Classe toxicológica
CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Dérmica, inalatória, oral e mucosa.
Toxicocinética Malationa: é absorvida através da pele, pelo trato respiratório e gastrointestinal,
e muitas vezes sua absorção é favorecida pelos solventes presentes na
formulação. As principais vias de exposição são a respiratória e a cutânea. A
absorção cutânea é maior em temperaturas elevadas ou quando existem lesões
na pele. Após absorvida a Malationa e seus produtos de biotransformação são
rapidamente distribuídos por todos os tecidos. Não existem evidências de
bioacumulação. Para ser ativa com agente anticolinesterásico, a Malationa
precisa de sua conversão para Malaoxona (1000 vezes mais ativo) pelo sistema
mono oxidase microssomial hepático. No entanto, a Malationa é menos tóxica
para humanos que a maioria dos agentes anticolinesterásicos, devido a sua
metabolização no fígado a compostos menos tóxicos e mais polares (que são
eliminados facilmente do organismo) ser mais rápida que sua conversão a
Malaoxona. Em ratos a eliminação ocorre principalmente através da urina (80 –
90%) e das fezes (6%), sendo que 80 a 90% da dose absorvida são eliminadas
em 48 horas. Uma pequena proporção destas substâncias e de suas formas
ativas (oxons) é eliminada sem modificação na urina.
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve: A principal via de exposição
para a maioria dos indivíduos é a inalação. Hidrocarbonetos aromáticos de
cadeia curta tendem a atravessar a membrana alveolar para a circulação
sanguínea e são transportados em minutos para o sistema nervoso central, ao
contrário de compostos de cadeia longa que exercem seu efeito de forma local.
Esses compostos de cadeia longa são metabolizados aos álcoois
correspondentes e a excreção se dá principalmente por via urinária, com um
tempo de meia-vida de aproximadamente 46 horas. A eliminação das
substâncias de cadeia curta em humanos e animais é usualmente rápida e
ocorre principalmente através do trato respiratório. A absorção pode ocorrer
através da superfície da pele ou via folículos pilosos, porém assim como a
ingestão, contribui pouco para toxicidade em relação a outras vias de exposição,
como a via inalatória.
Toxicodinâmica Malationa: inativa as enzimas acetilcolinesterase (AChE) na fenda sináptica,
elevando os níveis de acetilcolina, causando síndrome colinérgica aguda com
o surgimento de sinais e sintomas muscarínicos e nicotínicos, no Sistema
Nervoso Central (SNC) em processo que leva de 24 a 48 horas.
Com a administração de Atropina ocorre a diminuição do organofosforado no
receptor e, consequentemente, aumenta os níveis de acetilcolina retirando o
processo tóxico.
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve: Não são conhecidos os
mecanismos de toxicidade do produto para humanos. Em geral, após
absorção, hidrocarbonetos de cadeia curta são preferencialmente oxidados
pela enzima CYP450 a mono ou di-álcoois secundários na posição ômega-1.
Hidrocarbonetos de cadeia média e longa são oxidados a álcoois primários no
átomo de C terminal. Isômeros ramificados são oxidados em ambas as
posições, os compostos alicíclicos no anel a álcoois secundários. Após, uma
conjugação do grupamento OH com ácido glicurônico ou oxidações adicionais
a cetonas ou aldeídos e ácidos geralmente ocorrem para posterior eliminação
pelo organismo. Ácidos graxos n-alquilados originários do processo também
estão sujeitos a oxidação.
Sintomas e sinais Toxicidade Aguda: Os efeitos podem ocorrer minutos a horas após a exposição.
clínicos Efeitos sistêmicos podem aparecer minutos após a inalação de
vapores/aerossóis. Os sintomas duram entre 24-48 h.
Grupos de risco: menores de 18 anos, grávidas, etilistas, portadores de
doenças do SNC (epilepsia), psiquiátricas, endócrinas, pulmonares (asma,
tuberculose, doenças crônicas), hepáticas, renais, gastrointestinais (úlcera,
gastroenterocolite) e oftálmicas (conjuntivite crônica e ceratite).
Quadro de manifestações clínicas segundo local afetado e tipo de receptor:
Alvo (receptor) Sítios Afetados Sinais e Sintomas
Hipersecreção (sialorréia,
Glândulas
SN autônomo lacrimejamento e transpiração).
Exócrinas
Parassimpático
Fibras nervosas Miose puntiforme, ptose
pós- Olhos palpebral, visão turva, hiperemia
ganglionares- conjuntival e “lágrimas de
receptores sangue”.
muscarínicos
Sistema Náuseas, vômitos, diarreia, dor
Gastrointestinal abdominal, rigidez, tenesmo e
incontinência fecal.
Hipersecreção brônquica,
SN Para rinorréia, rigidez torácica,
(Muscarínico) Sistema broncoespasmo,
Respiratório tosse, dispneia, bradipnéia e
cianose.
Bradicardia, hipotensão,
Sistema Cardio
hipovolemia e choque.
Sistema Urinário Incontinência urinária.
Sistema Taquicardia e hipertensão
SN Para/Sim
(podem ser alterados pelos
(nicotínicos) Cardiovascular efeitos muscarínicos).
Fasciculações, hiporreflexia,
Somático- motor fraqueza, paralisia, tônus
Músculos
(nicotínicos) flácido/rígido, cólicas, tremores,
Esqueléticos agitação, hiperatividade motora,
parada respiratória e óbito.
Sonolência, letargia, confusão
mental, fadiga, labilidade
emocional, perda de
Cérebro Sistema Nervoso concentração, cefaleia, coma,
Central ataxia, tremores, convulsões,
“respiração de Cheyne Stokes” e
depressão dos centros
respiratório e cardiovascular.
Óbito: Deve-se à insuficiência respiratória (por broncoconstrição
hipersecreção pulmonar, paralisia da musculatura e depressão do centro
respiratório), depressão do SNC, crises convulsivas e arritmia. Mortalidade
tardia é associada à insuficiência respiratória secundária a infecção
(pneumonia/sepse), complicações da ventilação mecânica prolongada e
tratamento intensivo ou por arritmia ventricular tardia.
Toxicidade crônica:
Síndrome Aparece 1 – 4 dias após a resolução da crise aguda.
Intermediária É caracterizada por paresia dos músculos
respiratórios, face, pescoço e regiões proximais dos
membros, pares cranianos, e hiporreflexia. A crise cede
após 4-21 dias de assistência ventilatória, mas pode
durar meses.
Neuropatia Aparece em 14 – 28 dias após exposições agudas e
Retardada intensas e é desencadeada por dano aos axônios de
(rara) nervos periféricos e centrais. Ocorrem paresias ou
paralisias simétricas de extremidades, sobretudo
inferiores, durando semanas a anos.
Outros Efeitos Pode ocorrer um déficit residual de natureza
sobre o SNC neuropsiquiátrica com depressão, ansiedade,
irritabilidade e comprometimento da memória,
concentração e iniciativa.
Outros Efeitos Nefropatia por imunocomplexos tem sido descrita
depois de semanas de exposição. A Malationa
produziu mutações em três tipos diferentes de
células humanas em cultura, incluindo leucócitos e
linfócitos, mas sem relação à dose. Não é considerada
carcinogênica para humanos (grupo 3 IARC). É
suspeita de ser um desregulador endócrino.
As impurezas da Malationa Técnica, tais como o O,S,S-trimetil-
fosforoditiolato (TMPD) e a Isomalationa, potencializam fortemente a
toxicidade em mamíferos. Essa potencialização é atribuída à inibição da
carboxilesterasa sérica e hepática. Outra impureza, O,S,S-trimetil-
fosforotioato (TMP), provou ser altamente tóxica (mortalidade).
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve: A exposição ao vapor ou
ao líquido pode produzir dermatite, irritação das mucosas e do trato
respiratório. Tosse, sensação de sufocamento, dificuldade respiratória e
engasgo são frequentemente notados após a ingestão e a exposição aos
vapores. Em casos mais graves, pode ocorrer pneumonite química com
edema pulmonar e presença de infecção com características espumosas e
hemorrágicas provenientes do pulmão, evoluindo possivelmente a uma
pneumonia bacteriana em casos complicados. Desconforto epigástrico,
náusea, vômito, diarreia são sintomas gastrintestinais que podem
desaparecer em até 48 horas após a ingestão em casos sem complicações.
Depressão do sistema nervoso central, letargia, vertigem, dor de cabeça,
fadiga, tontura, convulsões e coma também podem ser observados em
exposições prolongadas.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação e de quadro clínico compatível,
associado ou não à queda na atividade da enzima COLINESTERASE no sangue
(Duvidoso = 30%, deve ser repetido; Intoxicação leve = 50 – 60%; Intoxicação
moderada = 60 – 90%; Intoxicação grave = 100%).
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o
paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à
Diagnóstico confirmação laboratorial.
A dosagem basal e periódica da colinesterase sanguínea em manipuladores do
produto é obrigatória. A atividade de colinesterase é derivada da ação de duas
enzimas: a) Colinesterase Eritrocitária ou Autil-colinesterase – AcchE ou
“Colinesterase Verdadeira” (na membrana dos eritrócitos; correlaciona mais com
a clínica) e b) Colinesterase Plasmática ou Butiril-colinesterase – BuChe ou
“Pseudocolinesterase” (mais sensível).
Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas
para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser realizadas
concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação:
- O cuidado fundamental é o controle das vias aéreas, adequada oxigenação e
aplicação de respiração assistida, quando necessário.
- Desde que o produto atua rapidamente, interromper a exposição tão logo os
sintomas apareçam pode prevenir a intoxicação grave.
1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas,
cavidades e orifícios) e cabelos com bastante água fria e sabão;
Tratamento
2. Após exposição ocular irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água
por, no mínimo, 15 minutos evitando contato com a pele e mucosas;
3. Em caso de ingestão recente (menos de uma hora) e em grande quantidade,
proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias
aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por
intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes. Após a lavagem
gástrica, administrar Carvão Ativado (50 -100 g em adultos; 25 – 50 g em
crianças de 1 a 12 anos; e 1 g/kg em menores de um ano) diluído em água na
proporção de 30 g de carvão para 240 mL de água;
4. Não induzir vômito devido ao risco de aspiração;
5. Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas
permeáveis, usar intubação orotraqueal quando necessário, aspirar secreções e
oxigenar. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e
arritmias. Quando necessário, instituir respiração assistida. Monitorar
oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, etc.;
6. Convulsões: Indicado Benzodiazepínicos IV: Diazepam: em adultos 5 – 10
mg; em crianças 0,2 – 0,5 mg/kg. Repetir a cada 10 a 15 minutos ou Lorazepam:
em adultos 2 – 4 mg; em crianças 0,05 – 0,1 mg/kg. Considerar Fenobarbital ou
Propofol se houver ocorrência de convulsões.
Antídotos:
Sulfato de Atropina: Só deverá ser administrado na vigência de sintomatologia
e por pessoal qualificado. Age apenas nos sintomas muscarínicos, agudos ou
crônicos. A Atropina não reativa a enzima Colinesterase nem acelera a
metabolização do produto, mas é um bom agente em intoxicações por
organofosforados e carbamatos.
Dose em adultos: 2 – 5 mg a cada 10 – 15 minutos;
Dose em crianças: 0,05 mg/kg a cada 10 – 15 minutos, via IV ou IM (se a IV não
for possível), ou via tubo endotraqueal.
Utiliza-se nebulização com Atropina para tratar angústia respiratória (diminui as
secreções bronquiais e melhora a oxigenação). A atropinização poderá ser
requerida por horas ou dias. A Atropina não deve ser suspensa abruptamente
pelo risco de recirculação do produto e retorno da sintomatologia, devendo ser
espaçada até a retirada total.
Oximas-Pralidoxima (2-PAM): É o antídoto específico para organofosforados,
mas deve ser usado somente associado à Atropina. Trata intoxicações
moderadas / graves, sendo mais efetivo se administrado nas primeiras 48 horas.
Administrar até 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Os
organofosforados inibem a Achase por fosforilação. A pralidoxima reativa a
Achase por remover o grupo fosforil deslocando o organofosforado, o que
justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia sua administração,
para estabelecimento da efetividade do tratamento. Age nos sítios afetados
(muscarínicos, nicotínicos e no SNC).
Dose em adultos: Bolo de 1 – 2 g de 2-PAM/100 Ml de solução salina 0,9% em
15 a 30 minutos. Seguir com infusão de 0,5 – 1 g/hora em solução a 2,5%. Dose
em crianças: Iniciar com 20 – 50 mg/kg (máximo: 2 g/dose) em solução salina
0,9% a 5%, e seguir com infusão de 10 – 20 mg/kg/h.
A dose inicial pode ser repetida em uma hora e logo a cada 3 – 8 horas se
persistirem as fasciculações / fraqueza.
Recomendável infusão contínua. Porém, a variabilidade nas respostas clínicas
obitdas após a sua utilização e a ausência de um regime de dosagem definido
faz com que as oximas levantem controvérsias em relação a sua eficácia. É
indicada a hospitalização do paciente por pelo menos 24 horas para observar a
recorrência de sintomas durante a atropinização.
CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS
SOCORROS:
- EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto. Usar
equipamento de reanimação manual (Ambú).
- Usar equipamento de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e
inalatório com o produto.
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração. As
seguintes drogas são contraindicadas: outros agentes colinérgicos,
Contraindicações succinilcolina, morfina, teofilina, fenotiazinas e reserpina.
Aminas adrenérgicas devem ser usadas apenas quando há marcada
hipotensão.
Efeitos das
Interações químicas Efeito sinérgico com outros organofosforados ou carbamatos.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
ATENÇÃO Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@[Link]
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide dados relativos à “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro de informações médicas.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
• DL50 oral em ratos: > 300 mg/kg pc.
• DL50 dérmica em ratos: > 4.000 mg/kg pc.
• CL50 inalatória em ratos (4 h) = 2,711 mg/L
• Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: os três animais apresentaram eritema na avaliação de 1 hora
com regressão em 24 horas, finalizando o estudo em 72 horas.
• Corrosão/Irritação ocular em coelhos: no estudo foi observado irite no animal 1 na avaliação de 1 hora,
hiperemia nos três animais nas avaliações de 1, 24 e 48 horas; quemose na avaliação de 1 hora nos
três animais e no animal 1 na avaliação de 24 horas. Houve regressão das reações na avaliação de
72 horas.
• Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
• Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos:
Malationa: O NOEL é igual a 5 ppm em ensaio crônico conduzido com ratos.
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve: Os resultados de um estudo de neurotoxicidade
subcrônica (3 meses) e estudo de toxicidade crônica de um ano (6 horas/dia, 5 dias/semana) indica que os
efeitos da exposição inalatória a solventes hidrocarbonetos aromáticos C9 em termos de toxicidade
sistêmica são leves. Redução transitória de peso, porém sem efeitos neuropatológicos ou
neurocomportamentais no grupo exposição na dose mais elevada (6500 mg/m3) foram observados. Não
estão disponíveis testes de toxicidade crônica com hidrocarbonetos aromáticos C9 pela via oral. Ensaios
de toxicidade oral dose-repetida em períodos de 14 dias a 3 meses com compostos de estrutura química
similar evidenciam efeitos como aumento no peso do fígado e rins, alterações na contituição química do
sangue, aumento da salivação e decréscimo do ganho de peso corporal. As alterações de peso nos órgãos
parece estar associada a uma fução adaptativa do organismo e não está acompanhada de efeitos
histopatológicos. As alterações sanguíneas parecem esporádicas e sem padrão associado. Resultados de
um estudo de toxicidade reprodutiva e no desenvolvimento para três gerações de ratos indicam efeitos
limitados de hidrocarbonetos aromáticos C9 pela via inalatória. Em cada uma das três gerações (F0, F1 e
F2), os ratos foram expostos ao produto via inalatória a doses de 0, 100, 500 ou 1500 ppm, por um período
de 10 semanas antes e duas semanas durante o acasalamento por 6 horas/dia, 5 dias/semana. Os machos
F0 demonstraram decréscimo estatisticamente e biologicamente significativo na média de peso corporal
em torno de 15% nas doses de 1500 ppm, para fêmeas F0 o decréscimo foi de 13%, para machos F1 o
decréscimo foi de 22% e para fêmeas F1 foi de 13% e efeitos na atividade locomotora. Para a geração F2
o decréscimo no peso corporal foi estatisticamente muito menor que os controles, em torno de 33% para
machos e 28% para fêmeas. Baseado nestes resultados, o LOAEC para toxicidade sistêmica é estimado
em 495 ppm (2430 mg/m3). Não foram observadas alterações patológicas nos órgãos reprodutivos dos
animais das gerações F0, F1 e F2. Nenhum efeito foi registrado na morfologia dos espermatozóides,
período gestacional, número de sítios de implantação ou perdas pós-implantação em qualquer uma das
gerações. Também não foram observadas diferenças estatisticamente ou biologicamente significantes em
qualquer um dos parâmetros reprodutivos, incluindo número de acasalamentos, índice de copulação,
intervalo de copulação, número de ninhadas, número de ninhadas vivas ou fertilidade dos machos nas
gerações F0 e F2. A fertilidade dos machos foi reduzida nos ratos da geração F1 na dose de 1500 ppm,
entretanto, devido à ausência de efeitos sobre as gerações F0 e F2, esta alteração pode não ser atribuída
diretamente à substância teste. Entre as fêmeas, nenhum efeito reprodutivo foi observado nas gerações
F0 e F1 expostas a 1500 ppm. Devido à excessiva mortalidade na geração F2 nesta dose, uma completa
avaliação não foi possível. Entretanto, nenhum sinal claro de toxicidade reprodutiva foi observado. Desta
forma, excluindo-se a análise da mais elevada concentração devido à excessiva mortalidade dos animais,
o valor de NOAEC reprodutivo é considerada 495 ppm. Um potencial efeito no desenvolvimento (redução
no peso médio e no ganho de peso dos filhotes) foi observado na concentração que foi também associada
à toxicidade materna.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o
produto no período de maior visitação das abelhas; - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses
recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequada disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. pelo
telefone da empresa (11) 3047-1140 (horário comercial) ou pelos telefones de emergência 0800 892 0479
/ (11) 4349-1359 / (21) 3958-1449.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d´água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado.
Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação
final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a
favor do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo- a na posição
vertical durante 30 segundos.
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos.
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
- Faça esta operação três vezes.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador. - Acione o mecanismo
para liberar o jato de água.
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador. - Inutilize a embalagem plástica ou
metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador. - Inutilize a embalagem plástica
ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento
das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao
abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pela Agência de Defesa
Agropecuária do Paraná - ADAPAR, o produto TORA possui restrição de uso para o alvo Diaphorina citri na
cultura de Citros.