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Princípios da Gestão Pública Eficiente

O documento descreve os cinco princípios da Administração Pública: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, conforme o artigo 37 da Constituição Federal de 1988. Cada princípio orienta a atuação dos gestores públicos, garantindo que suas ações sejam legais, imparciais, éticas, transparentes e eficientes. A observância desses princípios é fundamental para a responsabilidade e a qualidade dos serviços prestados à sociedade.

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Princípios da Gestão Pública Eficiente

O documento descreve os cinco princípios da Administração Pública: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, conforme o artigo 37 da Constituição Federal de 1988. Cada princípio orienta a atuação dos gestores públicos, garantindo que suas ações sejam legais, imparciais, éticas, transparentes e eficientes. A observância desses princípios é fundamental para a responsabilidade e a qualidade dos serviços prestados à sociedade.

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ATIVIDADE EXTRA ESTUDO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Nomes: Kauanne Cristine, Kauanne Victoria, Raíne Isabelle e Sabrina Eloá – 2° ADM.
2
• Descreva resumidamente os princípios que embasam as práticas da gestão pública.

O gestor público deve estar atento a alguns fundamentos que norteiam o bom desempenho
de sua atividade no setor público. Os cinco princípios básicos da Administração Pública
(legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) estão presentes no artigo
37 da Constituição Federal de 1988 e condicionam o padrão que as organizações
administrativas devem seguir.

1. Legalidade

Significa que a administração pública está sujeita aos princípios legais, ou seja, as leis ou
normas administrativas contidas na Constituição. Neste caso, só é possível fazer o que a lei
autoriza.
Quando a administração pública afasta-se ou desvia-se da legalidade, ela é exposta à
responsabilidade civil e criminal, conforme o caso. Desta forma, a lei acaba distribuindo
responsabilidades aos gestores.
Trazendo essa lógica para o cotidiano, um administrador público em um processo de
licitação, por exemplo, deverá proceder de maneira já estabelecida e em hipótese nenhuma
de forma diferente.

2. Impessoalidade

Em sua essência, diz respeito à necessidade de o Estado agir de modo imparcial perante
terceiros, não podendo beneficiar nem causar danos a pessoas específicas, mas sempre
buscando chegar à comunidade ou um grupo amplo de cidadãos. Além disso, vincula-se ao
entendimento de que os atos dos funcionários públicos são sempre imputados ao órgão
para o qual oficiam, de forma que o ato de um agente é na verdade o ato de um órgão.

3. Moralidade

Esse princípio evita que a Administração Pública se distancie da moral e obriga que a
atividade administrativa seja pautada não só pela lei, mas também pela boa-fé, lealdade e
probidade.
Trata de obedecer não somente a lei jurídica, mas também a lei ética da própria instituição,
ou seja, o administrador público precisa seguir padrões éticos.

4. Publicidade

Diz respeito à divulgação oficial do ato para conhecimento público. O princípio da


publicidade é requisito da eficácia e da moralidade. Sendo assim, todo ato administrativo
deverá ser publicado, com exceção dos que possuem sigilo nos casos de segurança
nacional, investigações policiais ou de interesse superior da Administração, conforme
previstos na lei.
Dados pessoais de servidores, por exemplo, constituem tipo de informação que não pode
ser divulgada.

5. Eficiência
Este princípio exige que a atividade administrativa seja exercida de maneira eficiente, com
rendimento funcional. A eficiência exige resultados positivos para o serviço público e um
atendimento satisfatório, em tempo razoável.

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