0% acharam este documento útil (0 voto)
4 visualizações5 páginas

História e Ensino da Tabela Periódica

O documento discute a história e a importância da tabela periódica na educação e nas avaliações de química, destacando sua criação por Mendeleiev em 1869 e as contribuições de outros cientistas. A tabela periódica é essencial no ensino básico e em exames vestibulares, onde seu uso é enfatizado na interpretação de informações em vez da memorização. A evolução da tabela, que atualmente contém 118 elementos, reflete o processo contínuo de construção do conhecimento científico.

Enviado por

sarinhahjane
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
4 visualizações5 páginas

História e Ensino da Tabela Periódica

O documento discute a história e a importância da tabela periódica na educação e nas avaliações de química, destacando sua criação por Mendeleiev em 1869 e as contribuições de outros cientistas. A tabela periódica é essencial no ensino básico e em exames vestibulares, onde seu uso é enfatizado na interpretação de informações em vez da memorização. A evolução da tabela, que atualmente contém 118 elementos, reflete o processo contínuo de construção do conhecimento científico.

Enviado por

sarinhahjane
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

TABELA PERIÓDICA: PERCURSO HISTÓRICO, SEU USO NO ENSINO E NAS AVALIAÇÕES DE QUÍMICA

FÁBIO MERÇON

Palavras iniciais: 150 anos de criação da tabela periódica


A presença e a importância da tabela periódica nos contextos escolares são indiscutíveis. O estudo
da classificação periódica dos elementos químicos integra componentes curriculares da educação
básica, e esse tema costuma englobar a compreensão da própria construção da tabela, além do
estudo das propriedades periódicas. Muitas vezes, porém, não se conhece a história desse instrumento
fundamental.
Como se sabe, a tabela periódica é um quadro que sistematiza todos os elementos químicos
conhecidos, concentrando diversas informações sobre cada um deles. Ela foi apresentada em 1869
pelo cientista russo Dimitri Ivanovich Mendeleiev, tendo sido um trabalho reconhecido pela grande
capacidade de organização e de representação de dados científicos em detalhes. A tabela de
Mendeleiev foi a base para a tabela periódica moderna. Devido à importância desse feito, a UNESCO
proclamou 2019 como o Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos [International
Year of the Periodic Table of Chemical Elements – IYPT 2019].
Breve panorama histórico da criação de uma tabela periódica
Em meados do século XIX, cerca de 60 elementos químicos já haviam sido identificados pelos
cientistas. Tratava-se de uma época em que as descobertas envolvendo as ciências naturais cresciam
em ritmo intenso. Além da perspectiva de novos elementos químicos virem a ser descobertos, havia a
necessidade organizar sistematicamente aqueles já conhecidos.
De acordo com Partington (1989), na busca de um modelo que permitisse organizar e classificar
os elementos químicos de acordo com suas semelhanças, propostas foram apresentadas. Em 1817,
Johann Wolfgang Döbereiner foi o autor de uma organização dos elementos em grupos de três de
acordo com suas semelhanças, classificação conhecida como tríades de Döbereiner. Apesar de seu
pioneirismo, tal classificação só se aplicava a um número reduzido de elementos. Em 1862, Alexandre-
Émile Béguyer de Chancourtois propôs uma organização em um modelo em espiral, tal qual um
parafuso, na ordem crescente das massas atômicas dos elementos. Esse modelo ficou conhecido como
parafuso telúrico de Chancourtois. Em 1864, John Alexander Reina Newlands propôs uma classificação
na qual as propriedades dos elementos se repetiam a cada grupo de oito elementos ordenados de
forma crescente em suas massas atômicas. Por sua semelhança com a escala de notas musicais, essa
classificação foi batizada como lei das oitavas de Newlands.
Em seguida, dois trabalhos independentes, realizados pelos cientistas Julis Lothar Meyer e Dimitri
Ivanovich Mendeleiev, trouxeram propostas semelhantes de classificação dos elementos químicos
em uma tabela. Segundo Strathern (2002), a tabela proposta por Mendeleiev (figura 1) ganhou mais
destaque: além de ter sido publicada antes, em abril de 1869, enquanto a de Meyer foi publicada
em janeiro de 1870, o estudo de Mendeleiev demonstrou ser mais meticuloso e detalhista, propondo
interpretações para inconsistências na ordem dos elementos químicos e deixando espaços vazios para
elementos químicos que ainda viriam a ser descobertos.

Figura 1 – Classificação periódica dos elementos proposta por


Mendeleiev

REVISTA DO VESTIBULAR EDIÇÃO ESPECIAL 1


A tabela proposta por Mendeleiev difere em alguns aspectos da tabela periódica moderna. A primeira
diferença é a troca da posição entre grupos e períodos. Os atuais grupos dispostos na vertical foram
apresentados na horizontal por Mendeleiev, enquanto os atuais períodos horizontais foram dispostos
verticalmente. Outra significativa diferença é que com a descoberta das partículas subatômicas e a
definição de elemento químico a partir do número atômico, em 1913, Henry Gwyn Jeffreys Moseley
modificou as propostas anteriores e postulou a lei da periodicidade química, na qual as propriedades
dos elementos químicos na tabela periódica é função de seus números atômicos (KOTZ et al., 2013).
A elaboração do sistema de classificação periódica dos elementos químicos é um exemplo do
processo de construção do conhecimento científico. Cada cientista citado anteriormente contribuiu
para que se chegasse à tabela periódica moderna – que continua sendo uma obra inacabada. Se,
no início do século XIX, eram conhecidos cerca de 60 elementos, ao final do século XX, a tabela já
havia incorporado mais de 110 elementos. Em 2016, a IUPAC (União Internacional de Química Pura e
Aplicada) reconheceu quatro novos elementos, já incorporados à tabela, que atualmente conta com
118 elementos químicos, e surgem os primeiros resultados de experimentos referentes à obtenção do
elemento químico de número atômico 119.
A tabela periódica no ensino de química e em concursos
Como dissemos, a classificação periódica dos elementos químicos faz parte dos estudos da educação
básica, sendo portanto parte também dos exames vestibulares. No Vestibular da Uerj, esse tema está
contemplado nos conteúdos programáticos de ciências da natureza para os Exames de Qualificação,
sendo abordado no eixo interdisciplinar “os constituintes fundamentais da matéria”, item “elementos
químicos”, subitem “classificação periódica e propriedades periódicas”. Já nos conteúdos para o
Exame Discursivo de química, o tema é contemplado no item “classificação periódica dos elementos”,
subitens “famílias e períodos” e “propriedades periódicas”.
A tabela periódica é um instrumento de consulta; logo, ela deve estar junto com o aluno nos momentos
de estudo e também nos de avaliação. É fato que, há algumas décadas, alguns professores valorizavam
a memorização da ordem dos elementos na tabela. Atualmente, há um consenso da importância não da
memorização, mas sim da interpretação das informações que ela contém. Assim, os principais concursos
e vestibulares passaram a incluir a tabela periódica nas provas de química.
Apesar de não haver um padrão de tabela periódica para provas, vestibulares e concursos, número
atômico, massa atômica e eletronegatividade são as informações comumente apresentadas nas tabelas.
Em determinadas situações, também são destacados o símbolo e o nome do elemento químico, a
separação entre metais e ametais e as massas atômicas, de modo a facilitar, por exemplo, cálculos.
Tanto o Exame de Qualificação quanto o Exame Discursivo do Vestibular da Uerj apresentam tabela
periódica (ver figura 2). Ao longo dos anos, ela é atualizada, à medida que novos elementos químicos
são reconhecidos pela IUPAC.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18

IA VIII A
1 2,1 2

H II A III A IV A VA VI A VII A He
1 4
3 1,0 4 1,5 5 2,0 6 2,5 7 3,0 8 3,5 9 4,0 10

Li Be B C N O F Ne
7 9 11 12 14 16 19 20
11 0,9 12 1,2 13 1,5 14 1,8 15 2,1 16 2,5 17 3,0 18

Na Mg III B IV B VB VI B VII B VIII B IB II B AI Si P S CI Ar


23 24 27 28 31 32 35,5 40
19 0,8 20 1,0 21 1,3 22 1,4 23 1,6 24 1,6 25 1,5 26 1,8 27 1,8 28 1,8 29 1,9 30 1,6 31 1,6 32 1,8 33 2,0 34 2,4 35 2,8 36

K Ca Sc Ti V Cr Mn Fe Co Ni Cu Zn Ga Ge As Se Br Kr
39 40 45 48 51 52 55 56 59 58,5 63,5 65,5 70 72,5 75 79 80 84
37 0,8 38 1,0 39 1,2 40 1,4 41 1,6 42 1,6 43 1,9 44 2,2 45 2,2 46 2,2 47 1,9 48 1,7 49 1,7 50 1,8 51 1,9 52 2,1 53 2,5 54

Rb Sr Y Zr Nb Mo Tc Ru Rh Pd Ag Cd In Sn Sb Te I Xe
85,5 87,5 89 91 93 96 (98) 101 103 106,5 108 112,5 115 119 122 127,5 127 131
55 0,7 56 0,9 57-71 72 1,3 73 1,5 74 1,7 75 1,9 76 2,2 77 2,2 78 2,2 79 2,4 80 1,9 81 1,8 82 1,8 83 1,9 84 2,0 85 2,2 86

Cs Ba lantanídeos Hf Ta W Re Os Ir Pt Au Hg TI Pb Bi Po At Rn
133 137 178,5 181 184 186 190 192 195 197 200,5 204 207 209 (209) (210) (222)
87 0,7 88 0,9 89-103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118

Fr Ra actinídeos Rf Db Sg Bh Hs Mt Ds Rg Cn Nh Fl Mc Lv Ts Og
(223) (226) (267) (268) (269) (270) (269) (278) (281) (281) (285) (286) (289) (288) (293) (294) (294)

NÚMERO ELETRONE- 57 1,1 58 1,1 59 1,1 60 1,1 61 1,1 62 1,2 63 1,2 64 1,2 65 1,2 66 1,2 67 1,2 68 1,2 69 1,2 70 1,2 71 1,3
actinídeos lantanídeos

ATÔMICO GATIVIDADE
La Ce Pr Nd Pm Sm Eu Gd Tb Dy Ho Er Tm Yb Lu
139 140 141 144 (145) 150 152 157 159 162,5 165 167 169 173 175
SÍMBOLO 89 1,1 90 1,3 91 1,5 92 1,7 93 1,3 94 1,3 95 1,3 96 1,3 97 1,3 98 1,3 99 1,3 100 1,3 101 1,3 102 1,3 103 1,3
Figura 2 – Tabela periódica utilizada
MASSA ATÔMICA
APROXIMADA
Ac Th Pa U Np Pu Am Cm Bk Cf Es Fm Md No Lr no Exame Discursivo do
227 232 231 238 237 (244) (243) (247) (247) (251) (252) (257) (258) (259) (262)
Vestibular 2019

2 REVISTA DO VESTIBULAR EDIÇÃO ESPECIAL


A tabela periódica nas questões do Vestibular da Uerj
Dada sua importância, portanto, questões que façam uso da tabela periódica são recorrentes,
como evidencia uma breve consulta às provas do Vestibular da Uerj. São questões com diferentes
abordagens das informações que a tabela pode fornecer. Vejamos alguns exemplos de questões dos
Exames de Qualificação, brevemente comentadas.

O suco gástrico contém um ácido, produzido pelas células da parede do estômago, que
desempenha papel fundamental para a eficiência do processo digestório no ser humano.

QUESTÃO O ânion do ácido produzido no estômago corresponde ao elemento químico pertencente ao

31
grupo 17 e ao terceiro período da tabela de classificação periódica.
Esse ácido é denominado:
(A) nítrico
(B) sulfúrico
(C) clorídrico
(D) fluorídrico

Vestibular 2016: a partir de um pequeno texto com um tema contextualizador sobre suco gástrico,
deve-se identificar o ácido cujo ânion corresponde ao elemento químico pertencente ao grupo 17 e ao
terceiro período da tabela de classificação periódica. Essa identificação é feita diretamente na tabela,
levando à conclusão de que o elemento químico é o cloro e o ácido que o contém é o ácido clorídrico.

O rompimento da barragem de contenção de uma mineradora em Mariana (MG) acarretou o


derramamento de lama contendo resíduos poluentes no rio Doce. Esses resíduos foram gerados
na obtenção de um minério composto pelo metal de menor raio atômico do grupo 8 da tabela
de classificação periódica. A lama levou 16 dias para atingir o mar, situado a 600 km do local
do acidente, deixando um rastro de destruição nesse percurso. Caso alcance o arquipélago de
Abrolhos, os recifes de coral dessa região ficarão ameaçados.

QUESTÃO O metal que apresenta as características químicas descritas no texto é denominado:

30 (A) ferro
(B) zinco
(C) sódio
(D) níquel

Vestibular 2017: para identificar o metal de menor raio atômico do grupo 8 da tabela periódica, é
preciso que se identifiquem inicialmente quais elementos estão presentes nesse grupo. A partir disso,
discrimina-se qual deles apresenta o menor raio atômico, uma propriedade periódica decorrente da
posição do elemento químico em seu grupo na tabela.

QUESTÃO Recentemente, quatro novos elementos químicos foram incorporados à tabela de classificação

38 periódica, sendo representados pelos símbolos Uut, Uup, Uus e Uuo.


Dentre esses elementos, aquele que apresenta maior energia de ionização é:
(A) Uut
(B) Uup
(C) Uus
(D) Uuo

REVISTA DO VESTIBULAR EDIÇÃO ESPECIAL 3


Vestibular 2017: aqui, mais uma propriedade periódica, no caso a energia de ionização, é abordada,
ao se solicitar o elemento de maior energia de ionização, presente no grupo 7 da tabela.

Questão Recentemente, cientistas conseguiram produzir hidrogênio metálico, comprimindo hidrogênio

40
molecular sob elevada pressão. As propriedades metálicas desse elemento são as mesmas dos
demais elementos do grupo 1 da tabela de classificação periódica.
Essa semelhança está relacionada com o subnível mais energético desses elementos, que
corresponde a:
(A) ns1
(B) np2
(C) nd3
(D) nf 4

Vestibular 2019: elementos químicos presentes em um mesmo grupo da tabela periódica possuem
propriedades comuns, em decorrência da configuração eletrônica da camada de valência. Logo, a
consulta à tabela é procedimento fundamental para a solução desse tipo de questão, já que permite
observar os elementos pertencentes ao grupo considerado e, a partir da distribuição eletrônica de cada
um, concluir que todos apresentam o mesmo subnível mais energético ns1.
A tabela periódica também é um recurso fundamental nos Exames Discursivos, como se observa a seguir.

QUESTÃO Na premiação das Olimpíadas, o primeiro, o segundo e o terceiro colocados em cada competição

01 recebem, respectivamente, medalha de ouro (Au), de prata (Ag) e de bronze. Sabe-se que o bronze
é uma liga metálica formada, entre outros elementos químicos, por cobre (Cu) e estanho (Sn).
Considerando os metais citados, escreva o símbolo daquele que possui maior massa atômica e
o nome daquele que pertence ao grupo 14 da tabela de classificação periódica.
Em seguida, apresente duas fórmulas: a do cátion divalente do metal de menor raio atômico do
grupo 11 da tabela de classificação periódica e a do cloreto composto pelo metal correspondente
à medalha da segunda colocação.

Vestibular 2017: dentre 3 elementos químicos de um grupo, por meio da consulta à tabela, identificam-
se o de maior massa atômica e o pertencente ao grupo 14 da tabela de classificação periódica.

QUESTÃO Com os símbolos dos vários elementos químicos conhecidos, é possível formar palavras. Considere
02 que uma empresa, utilizando uma sequência de cinco símbolos de elementos químicos, criou um
logotipo para divulgar a marca de seu produto. Observe:

C Ho Co La Te

A partir do logotipo e com base na tabela periódica, identifique o símbolo do metal de transição
interna que apresenta menor número atômico. Em seguida, nomeie o elemento de maior energia
de ionização do grupo do telúrio.
Ainda considerando o logotipo, classifique, quanto à polaridade, o tipo de ligação formada
entre o elemento de maior eletronegatividade e o hidrogênio. Classifique, também, o tipo de
geometria do composto de menor massa molar formado por esses dois elementos.

Vestibular 2018: aqui, também consultando-se a tabela, identificam-se, dentro de um conjunto


definido de elementos, o metal de transição de menor número atômico e o elemento de maior energia
de ionização do grupo do telúrio.

4 REVISTA DO VESTIBULAR EDIÇÃO ESPECIAL


Questão O meteorito do Bendegó foi um dos poucos itens do acervo do Museu Nacional que não sofreu

01 danos após o incêndio ocorrido em 2018. A resistência do meteorito às altas temperaturas


deve-se a seus principais componentes químicos, cujas temperaturas de fusão são apresentadas
na tabela abaixo.
Componente Temperatura de fusão (ºC)

Fe 1538

Co 1495

Ni 1455

Nomeie a ligação interatômica presente entre esses componentes do meteorito e nomeie,


também, aquele com maior temperatura de fusão.
Em seguida, indique o símbolo do componente de maior massa atômica e o subnível de maior
energia do átomo do níquel no estado fundamental.

Questão Pesquisas recentes visando à obtenção do elemento químico ununênio (Uun), de número atômico

03
119, baseiam-se no princípio da formação de um átomo a partir da fusão entre átomos menores.
Considere um experimento de fusão completa, em um acelerador de partículas, entre átomos
do titânio-48 e de outro elemento químico, resultando no Uun como único produto.
Indique o número atômico e o símbolo do outro elemento utilizado no experimento de fusão
completa com o titânio.
Em seguida, determine a quantidade de nêutrons do titânio-48 e escreva o símbolo do elemento
de maior raio atômico pertencente ao mesmo grupo do titânio na tabela de classificação periódica.

Vestibular 2019: mais uma vez, a consulta à tabela permite identificar o elemento de maior massa
atômica entre Fe, Co e Ni, na questão 01, e aquele de maior raio atômico pertencente ao grupo do
titânio, na questão 03.
Palavras finais
Com este texto, pretendemos não só destacar a importância da tabela periódica, presente no
cotidiano de cientistas, engenheiros, químicos e outros profissionais, além dos próprios estudantes,
mas também prestar uma pequena homenagem aos 150 anos dessa proposta que representou grande
avanço para os estudos de química. Consultar uma tabela periódica dentro de uma escola, ou durante
uma prova de vestibular, significa, no percurso da história, colocar em movimento uma série de pesquisas
e de achados científicos que trouxeram tantos benefícios à humanidade.
Referências Bibliográficas
KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; WEAVER, G. Química geral e reações químicas. Vol. 1. Massachusetts:
Cengage Learning, 2013.
PARTINGTON, J. R. A short history of chemistry. New York: Dover Publications, 1989.
STRATHERN, P. O sonho de Mendeleiev. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002.
Outras fontes
[Link]
[Link]
[Link]

SOBRE O AUTOR
Fábio Merçon é professor de química do Instituto de Química da Universidade do Estado do Rio de
Janeiro (IQ-Uerj).

REVISTA DO VESTIBULAR EDIÇÃO ESPECIAL 5

Você também pode gostar