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Bula do Inseticida Clopanto

CLOPANTO é um inseticida organofosforado registrado no MAPA, contendo 48% de clorpirifós. É classificado como pouco tóxico e muito perigoso ao meio ambiente, sendo necessário o uso de equipamentos de proteção individual. O produto é formulado como um concentrado emulsionável e é utilizado para controle de pragas agrícolas.

Enviado por

mateus henrique
Direitos autorais
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Bula do Inseticida Clopanto

CLOPANTO é um inseticida organofosforado registrado no MAPA, contendo 48% de clorpirifós. É classificado como pouco tóxico e muito perigoso ao meio ambiente, sendo necessário o uso de equipamentos de proteção individual. O produto é formulado como um concentrado emulsionável e é utilizado para controle de pragas agrícolas.

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BULA

CLOPANTO

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº24320

COMPOSIÇÃO
Clorpirifós: [O,O-diethyl O-3,5,6-trichloro-2-pyridylphosphorothioate (chlorpyrifos)]......480,00 g/L (48,00% m/v)
Solvente de Nafta...................................................................................................535,2 g/L (53,52% m/v)
Outros Ingrediente...................................................................................................88,00 g/L (8,80% m/v)

GRUPO 1B INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: Inseticida de ação de contato e ingestão
GRUPO QUÍMICO: Organofosforado.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO(*)
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 2948 - salas 1001, 1002 e 1003 - Bairro Flore CEP: 90560-002 - Porto Alegre/RS -
Fone: (51) 3237-6414
Fax: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Registro no órgão estadual n. 00001928/09 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO


CLORPIRIFÓS TÉCNICO RAINBOW, REGISTRO N. 19719
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, República Popular da China

FORMULADOR
QINGDAO RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Xinhe Eco-Chemical Science and Technology Industry Base, Qingdao, Shandong, China 266717

MANIPULADOR
PRENTISS QUÍMICA LTDA
Endereço: PR 423 - Km 24,5 Jardim das Acácias, Campo Largo - PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00 Registro no órgão estadual n.002669

REV20210525
IMPORTADOR:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Industrial, nº 1, Parque Industrial, CEP 85.525-000, Mariópolis/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20
Registro no órgão estadual n.1000322 ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua das Castanheiras n°200, galpão 85, sala 06, Bairro Jardim São Pedro, CEP 13187-065 - Hortolândia / SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01
Registro no órgão estadual n.1311 SAA/CDA/SP
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Antônio Amboni, 323 - Quadra 03 - Lote 06 - Parque Industrial - CEP: 85877-000
São Miguel do Iguaçu/PR - CNPJ: 18.858.234/0001-30
Registro no órgão estadual n.: 004001 - ADAPAR/PR
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua I, nº 557, Distrito Industrial, Setor A, Módulo 2, Galpão Argal, Sala 03, CEP 78.098-350, Cuiabá/MTCNPJ:
18.858.234/0003-00
Registro no órgão estadual n.: 18068 – INDEA/MT
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR 020, km 207, s/nº - Armazém 01 - Sala 01 - Módulo F - Alto da Lagoa - CEP: 47850-000
Luís Eduardo Magalhães/BA - CNPJ: 18.858.234/0004-82
Registro no órgão estadual n.: 102518 - ADAB/BA
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR 230, km 441,5, s/nº - Sala 03 - Zona Rural - CEP: 65800-000 - Balsas/MA
CNPJ: 18.858.234/0005-63
Registro no órgão estadual n.: 757 - AGED/MA
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
VIA ANEL VIARIO SN QD AREA LT 05-B GALPAO 02 MODULO C - JARDIM PARAISO ACRESCIMO - CEP:
74.984-321 – Aparecida de Goiania/GO
CNPJ: 18.858.234/0006-44
Registro no órgão estadual n.: 2183/2018 - AGRODEFESA/GO
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Adolfo Zieppe Filho, S/Nº Quadra 17 Setor 13 Anexo 1 - Distrito Industrial Carlos Agusto Fritz – CEP: 74.984-
321 – Carazinho/RS
CNPJ: 18.858.234/0007-25
Registro no órgão estadual n.: 0070/20– SEAPA/RS

CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA

Estrada dos Alpes, 855, JARDIM Belval, CEP: 06.423-080 – Barueri/SP

REV20210525
CNPJ: 18.858.234/0008-06

Cadastro Estadual n. 4300 CDA/SP


TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Santos Dumont 1307, Sala 4-a, 1º andar, Bairro Centro, CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu-PR
CNPJ: 05.280.269/0001-92
Registro no órgão estadual n.: 003046 ADAPAR/PR
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Projetada n°150, Armazém 1V, Bairro Distrito Industrial, CEP 78099-899, Cuiabá/MT
CNPJ: 05.280.269/0003-54
Registro no órgão estadual n.: 13.766.188-6 INDEA/MT
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Euripedes Menezes S/N, Quadra 004 Lote 014E, Bairro Parque Industrial Vice-Presidente José Alencar, CEP:
74.993 540, Aparecida de Goiânia/ GO
CNPJ: 05.280.269/0002-73
Registro no órgão estadual n.: 10.758.320-8 AGRODEFESA/GO
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Ronald Tkotz n° 9916, ARMZ 5 – Marginal BR 269, Distrito Industrial Doutor Jehovah Almeida Gomes, CEP:
86192-171, Cambé/PR
CNPJ: 05.280.269/0005-16
Registro no órgão estadual n.: 1007845 ADAPAR/PR
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Ronat Walter Sodre, n 2800, Sala 07, Parque Industrial, CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR
CNPJ: 05.280.269/0006-05
Registro no órgão estadual n.: 1007910 ADAPAR/PR
ALAMOS DO BRASIL LTDA.
Av. Senador Tarso Dutra, n°565, Torre 2, sala 1407, Bairro: Petrópolis, CEP: 90690-140 - Porto Alegre/RS
CNPJ: 07.118.931/0001-38
Cadastro Estadual nº 00001788/08 SEAPA/RS
ALAMOS DO BRASIL LTDA.
Avenida Brasil, 3100 -Sala 1 Fundos – Divinéia – CEP: 89870-000 – Pinhalzinho/SC
CNPJ: 07.118.931/0002-19
Registro no órgão estadual n.: 1716 CIDASC/SC
ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Avenida Sete de Setembro, 4923 - Bairro Batel - CEP: 85877-000 - Curitiba/PR
CNPJ: 10.409.614/0001-85
Registro no órgão estadual n.: 003483 ADAPAR/PR
ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, km 30,5 - Módulo 5h - Bairro dos Altos
CEP: 06421-400 - Barueri/SP - CNPJ: 10.409.614/0003-47

REV20210525
Registro no órgão estadual n.: 1164 CDA/SP
ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rua Projetada, 150 - Bairro Distrito Industrial - CEP: 78098-970 - Cuiabá/MT
CNPJ: 10.409.614/0004-28
Registro no órgão estadual n.: 180/2018 INDEA/MT

ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.


Rodovia BR 285, km 7870 - Bairro José Alexandre Zachia - CEP: 99042-890 - Passo Fundo/RS
CNPJ: 10.409.614/0006-90
Registro no órgão estadual n.: 93/17 SEAPA/RS
ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rodovia BR 050 s/nº, km 185, Galpão 10 - Bairro Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050
Uberaba/MG - CNPJ: 10.409.614/0005-09
Registro no órgão estadual n.: 002954466.0070 IMA/MG
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA
Av. Cristóvão Colombo, 2955 – Salas 703/704 – Bairro Floresta – CEP: 90.560-003 – Porto Alegre/RS
CNPJ: 05.625.220/0001-24 - Cadastro estadual n. 01448/04 – SEAPA/RS
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Rodovia BR 163, KM 116 S/N – ARMZ 2 Sala 06, Bairro: Parque Industrial Vetorasso, CEP: 78746-055 –
Rondonópolis/ MT
CNPJ: 05.625.220/0011-04
Cadastro estadual n. 17947 INDEA/MT
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
ROD PR 090, KM 374 S/N – Lote 44-C-2 Módulo I, Bairro: Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 06421-400– Ibiporã/
PR
CNPJ: 05.625.220/0011-04
Cadastro Estadual n. 1000021 ADAPAR/PR
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, KM 30.5 Módulo 2 N, Bairro: Jardim Maria Cristina, CEP: 86200-000 –
Barueri/ SP
CNPJ: 05.625.220/0012-87
Cadastro Estadual n. 4252 CDA/SP
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
BR 386, KM 173.5 S/N – Sala 5A, Bairro: Boa Vista, CEP: 99500-000– Carazinho/ RS
CNPJ: 05.625.220/0009-81
Cadastro Estadual n. 42/18 - SEAPA/RS
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Adolfo Zieppe Filho, S/N – Quadra 17 Setor 13 Anexo 01 Módulo G, Bairro: Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz,
CEP: 99500-000 – Carazinho/ RS

REV20210525
CNPJ: 05.625.220/0013-68
Cadastro Estadual n. 65/20 - SEAPA/RS
PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1450, conj 801 - 8º. Andar, Vila Olímpia, CEP: 04548-005 – São Paulo/SP
CNPJ: 33.824.613/0001-00
Cadastro Estadual n. 4206 CDA/SP
GOPLAN S/A
Rua Antônio Lapa n° 606, EDA de Campinas, CEP: 13025-241 – Campinas/SP
CNPJ: 33.824.613/0001-00
Cadastro Estadual n.4296 CDA/SP
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rod PR 090, Lote 44-C-2, Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR
CNPJ: 10.409.614/0002-66
Cadastro Estadual n. 1000151 ADAPAR/PR
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Fidencio Ramos, 308 – Conj. 12 e 14 Torre A - Bairro: Vila Olimpia - CEP: 04.551-010 São Paulo/SP
CNPJ: 88.305.859/0001-50
Registro no órgão estadual n: 4292 CDA/SP
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia Raposo Tavares, S/Nº, Km 172 – Bairro: Centro - CEP: 18.203-340 - Itapetininga/SP
CNPJ: 88.305.859/0004-00
Registro no órgão estadual n: 1161 CDA/SP
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA
Rodovia BR 435, Km 113, s/nº, Zona Rural, CEP: 76997-000, Cerejeiras/RO
CNPJ: 77.294.254/0022-19
Registro no órgão estadual n: 0001655 IDARON/RO
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA
Rodovia BR 364, s/nº, Zona Rural, CEP: 78098-970, Cuiabá/MT
CNPJ: 77.294.254/0050-72
Registro no órgão estadual n: 16789 INDEAT/MT
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA
Av Andre Antonio Maggi N° 303 Lot Parque Eldorado, Bairro Alvorada, CEP: 78.049-080, Cuiabá/Mt
CNPJ: 77.294.254/0001-94
Registro no órgão estadual n: 20435 INDEAT/MT

No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

REV20210525
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Conforme a classificação toxicológica.

REV20210525
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO
Clopanto é um inseticida organofosforado com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas
culturas de algodão, batata, café, cevada, citros, feijão, maçã, milho, pastagem, soja, sorgo, tomate rasteiro para fins
industriais e trigo.

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, INTERVALO DE SEGURANÇA E VOLUME DE CALDA, ÉPOCA, NÚMERO E


INTERVALO DE APLICAÇÃO

Pragas Volume
Cultura Nome comum Dose de calda Número, Época e Intervalo de Aplicação
(nome científico) (L/ha)

Quando houver 10% das plantas atacadas.


Pulgão-das-inflorescências (Aphis
0,3 – 0,5 L/ha Realizar 1 a 3 aplicações com intervalo de 1 a
gossypii)
2 semanas.

Quando houver 2 lagartas/planta.


Curuquerê
0,7 L/ha Realizar 1 a 3 aplicações com intervalo de 1 a
(Alabama argillacea)
2 semanas.

Quando houver 40% das plantas com sinais


Ácaro-branco
1,5 L/ha de ataque, 1 a 3 aplicações. Intervalo de
(Polyphagotarsonemus latus)
aplicação: 1 a 2 semanas.

Broca-da-raiz 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações.


0,8 – 2,0 L/ha
(Eutinobothrus brasiliensis) Intervalo de aplicação de 1 semana.

Algodão 300

Em amostragem com o uso de armadilhas,


com feromônio sexual, quando constatar 15
machos/dia.
Em lavoura só com flores (50 a
70 dias da emergência) examinar 2 flores por
planta em 10 plantas amostradas. Aplicar
Lagarta-rosada
1,5 – 2,0 L/ha quando houver 10% de flores com lagartas.
(Pectinophora gossypiella)
Em lavoura com maçãs pequenas (após 70
dias da emergência) examinar duas maçãs do
ponteiro/planta em 10 plantas. Aplicar quando
houver 5% das maçãs atacadas. Em todos os
casos, realizar de 1 a 3 aplicações com
intervalo de 1 a 2 semanas.

REV20210525
Lagarta-das-maçãs Quando houver 10% de infestação em 10
1,5 – 2,0 L/ha
(Heliothis virescens) plantas examinadas.

Monitorar a lavoura desde o plantio,


observando também se a praga já estava
presente na cultura anterior. Realizar a
Lagarta-rosca
1,5 L/ha aplicação quando aparecerem as primeiras
(Agrotis ipsilon)
plântulas cortadas.
Realizar no máximo 3 aplicações com
intervalo de 7 dias.
Batata 300

O controle da larva deve ser feito


Larva-alfinete imediatamente após o plantio e antes do
3,0– 4,0 L/ha
(Diabrotica speciosa) fechamento do sulco. Realizar 1 aplicação,
por ciclo da cultura.

Aplicar quando 20% das folhas estiverem


Bicho-mineiro-do-café
1,0 – 1,5 L/ha contaminadas. Realizar no máximo 2
(Leucoptera coffeella)
aplicações com intervalo de 30 dias.

Aplicar quando o grau de infestação for maior


Café Broca-do-café 500 ou igual a 5% nos grãos provenientes da
(Hypothenemus hampei) primeira florada. Realizar no máximo 2
aplicações com intervalo de 30 dias.
1,5 L/ha

Aplicar quando aparecerem as primeiras


Cochonilha
pragas. Realizar de 1 a 2 aplicações com
(Planococcus minor)
intervalo de 22 dias.

Lagarta-do-trigo
0,4 – 0,7 L/ha
(Pseudaletia sequax)
Aplicar quando aparecerem os primeiros
Pulgão-da-folha focos de infestação. Realizar de 1 a 2
Cevada 300
(Metopolophium dirhodum) aplicações, com intervalo de aplicação de
0,4 L/ha acordo com a reinfestação.
Pulgão
(Sitobion avenae)

Aplicar no início do aparecimento da praga,


promovendo uma boa cobertura das plantas.
Cochonilha-de-carapaça 100 – 150 2.000
Citros Caso ocorra uma maior infestação, utilizar a
(Parlatoria cinerea) mL/100 L água
dose maior, reaplicando quando houver
necessidade, fazer no máximo

REV20210525
2 aplicações com intervalo de
Cochonilha-pardinha 15 dias.
(Selenaspidus articulatus)

Realizar monitoramento de armadilhas


caça-moscas e iniciar a aplicação quando
aparecer uma média de 1 mosca por garrafa
Mosca-das-frutas 200 mL/ (armadilha). Reaplicar quando a praga atingir
Citros 2.000
(Ceratitis capitata) 100 L água este nível populacional novamente,
principalmente na fase de mudança de cor do
fruto. Realizar de 1 a 2 aplicações com
intervalo de 35 dias.

Lagarta-das-vagens (Michaelus
jebus) 1,25
Broca-da-vagem L/ha
Aplicar quando aparecerem as primeiras
(Etiella zinckenella) pragas. Realizar de 1 a 2 aplicações, com
Cigarrinha intervalo de aplicação de acordo com a
(Empoasca kraemeri) reinfestação.
0,8 L/ha
Feijão Tripes 200 a 400
(Thrips tabaci)

Aplicar no início da infestação, reaplicando


Mosca-branca quando necessário, fazer no máximo 2
1 – 1,25 L/ha
(Bemisia tabaci raça B) aplicações com intervalo de 15 dias. Caso
ocorra maior infestação, utilizar a dose maior.

O monitoramento deve ser feito com


armadilhas de feromônio, na proporção de 1 a
Lagarta-enroladeira-da-folha 100 – 150 2 por 5 ha. Aplicar quando atingir o nível de
Maçã 1.000
(Bonagota cranaodes) mL/100 L água controle: 20 machos/armadilha/semana.
Realizar 2 a 3 aplicações com intervalo de 10
dias.

Aplicar no início das raspagens das folhas


Lagarta-do-cartucho
0,4 – 0,6 L/ha pelas lagartas. Realizar 1 a 2 aplicações com
(Spodoptera frugiperda)
intervalo de 30 dias

Milho 300 a 400


Aplicar no período após a germinação até 30
Lagarta-rosca dias de idade da cultura, com jato dirigido à
1,0 L/ha
(Agrotis ipsilon) base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo
de aplicação: 1 a 2 semanas.

REV20210525
Aplicar no período após a germinação até
60-70 dias de idade da cultura, 1 a 3
Curuquerê-dos-capinzais (Mocis
0,6 L/ha aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo
latipes)
entre as aplicações será em função da
reinfestação.

Aplicar no período após a germinação até


Broca-do-colo uma altura aproximada de 35 cm, com jato
1,0 L/ha
(Elasmopalpus lignosellus) dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações.
Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.

Iniciar a aplicação quando aparecerem as


Cigarrinha-das-pastagens (Deois primeiras pragas. Realizar de 1 a 2
Pastagem 1,0 L/ha 300
flavopicta) aplicações. O intervalo entre as aplicações
será em função da reinfestação.

Quando forem encontradas 20% de plantas


Broca-das-axilas
0,8 L/ha com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações.
(Epinotia aporema)
Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.

Iniciar a aplicação quando forem encontradas


Lagarta-da-soja 20 lagartas/metro linear. Realizar de 1 a 2
0,25 – 1,0 L/ha
(Anticarsia gemmatalis) aplicações, com o intervalo de aplicação em
função da reinfestação.
Soja 300

Percevejo-verde-pequeno
Lavoura de produção de grãos: controlar
(Piezodorus guildinii)
quando encontrar 4 percevejos (maiores que
0,5 cm) por batida de pano.
Lavoura de produção de sementes: controlar
Percevejo-marrom 1,5 L/ha
quando encontrar 2 percevejos (maiores que
(Euschistus heros) 0,5 cm) por batida de pano.
Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 20
Percevejo-da-soja dias.
(Nezara viridula)

Mosca-do-sorgo Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido.


Sorgo 0,62 L/ha 300
(Stenodiplosis sorghicolla) Se necessário, repetir após 4 dias.

REV20210525
Aplicar no período após a germinação até
Lagarta-do-cartucho 60-70 dias de idade da cultura. Realizar de 1 a
0,5 – 0,75 L/ha
(Spodoptera frugiperda) 2 aplicações e o intervalo entre as aplicações
será em função da reinfestação.

Aplicar preventivamente a partir do início do


Broca-pequena-do-fruto 800 a
1,5 L/ha florescimento, reaplicando a cada 7 dias, caso
(Neoleucinodes elegantalis) 1.000
haja necessidade.

Larva-minadora
Tomate 1 – 1,15 L/ha
(Lyriomyza huidobrensis)
rasteiro
com fins Mosca-branca Iniciar as aplicações, quando forem
industriais (Bemisia tabaci raça B) 800 a observados os primeiros sintomas de
Pulgão-verde 100 mL/100 L 1.000 infestação da praga. Fazer no máximo 4
(Myzus persicae) água aplicações com intervalo de 7 dias.

Pulgão-das-solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)

Aplicar quando aparecerem os primeiros focos


Lagarta-do-trigo de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O
0,7 – 1,0 L/ha
(Pseudaletia sequax) intervalo entre as aplicações será em função
da reinfestação.

Aplicar quando 10% das plantas


Pulgão-da-folha apresentarem colônias em formação. Realizar
0,3 L/ha
(Metopolophium dirhodum) de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as
aplicações será em função da reinfestação.

Aplicar na fase inicial da cultura. Realizar de 1


Broca-do-colo
1,25 L/ha a 2 aplicações com intervalo de 1 a 2
(Elasmopalpus lignosellus)
semanas.

Trigo 300 Realizar a aplicação assim que se observarem


Lagarta-rosca os primeiros sintomas de infestação. Realizar
1,5 L/ha
(Agrotis ipsilon) de 1 a 2 aplicações com intervalo de 1 a 2
semanas.

Aplicar quando o nível de pulgão for de ate


Pulgão-da-espiga 10/perfilho. Realizar de 1 a 2 aplicações. O
0,2 – 0,3 L/ha
(Rhopalosiphum graminum) intervalo entre as aplicações será em função
da reinfestação.

Aplicar quando forem encontrados mais de 10


Pulgão pulgões/espiga. Realizar de 1 a 2 aplicações.
0,4 – 0,5 L/ha
(Sitobion avenae) O intervalo entre as aplicações será em função
da reinfestação

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Aplicar quando aparecerem os primeiros focos
Lagarta-do-cartucho de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O
0,75 L/ha
(Spodoptera frugiperda) intervalo entre as aplicações será em função
da reinfestação.

Aplicar quando aparecerem os primeiros focos


Lagarta-do-trigo
1,0 L/ha de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações
(Pseudaletia adultera)
com intervalo de 30 dias.

MODO DE APLICAÇÃO E EQUIPAMENTOS


Aplicar através de equipamentos tratorizados com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do
cartucho em milho onde se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura), procurando obter gotas
de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.

 A pressão recomendada é de 150 a 300 Ib/pol


 Velocidade de Aplicação: 4,5 Km/h
 Temperatura: < 300°C
 Umidade Relativa: > 50%

Via terrestre
Para as culturas de Algodão, Batata, Cevada, Feijão, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo e Trigo: Aplicar através de
pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipada com bicos tipo cone ou similares, procurando obter uma
pulverização uniforme.
Para controle de lagarta-do-cartucho em milho: Recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04, dirigindo a aplicação
para o cartucho da planta ou linha de plantio. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização
das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.
Para as culturas de Café, Citros, Maçã e Tomate: Aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores
tratorizados, adequados ao porte das culturas, visando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas. Para obter
maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.

PREPARO DE CALDA
Para se obter calda homogênea, deve-se observar os seguintes procedimentos:
 agitar bem a embalagem do produto antes de vertê-lo no tanque;
 encher o reservatório do pulverizador com água limpa, até a metade;
 acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo;
 completar o volume do reservatório com água limpa.
A aplicação deve ser sempre conduzida de modo a se obter cobertura uniforme do alvo, nas horas em que a temperatura
é mais amena (primeiras horas da manhã ou fim do dia).
Restrições de uso e recomendações especiais
 Uso exclusivamente agrícola.

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 Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
 Aplicar somente as doses recomendadas.
 Não aplicar o produto na presença de ventos fortes.
 Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do produto.
 Evitar aplicações sob condições de orvalho na cultura. Aplicar somente após seu desaparecimento.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão................................21dias
Batata (foliar).......................21 dias
Batata (solo)........................(1) dias
Café....................................21 dias
Cevada................................14 dias
Citros..................................21 dias
Feijão..................................25 dias
Maçã...................................14 dias
Milho (foliar).........................21 dias
Pastagem.............................13 dias
Soja....................................21 dias
Sorgo..................................21 dias
Tomate(*)............................21 dias
Trigo....................................21 dias
(*) Uso autorizado somente para tomate rasteiro com fins industriais.
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s)
recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO
 Uso exclusivo para culturas agrícolas;
 Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS

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A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou
seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.

GRUPO 1B INSETICIDA

O inseticida (CLOPANTO) pertence ao grupo 1B (inibidores da acetilcolinesterase – Organofosforados) e o uso repetido


deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações
resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do CLOPANTO como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é
necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
 Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo
de ação efetivos para a praga alvo.

 Usar (CLOPANTO) ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
(janelas) de cerca de 30 dias.

 Aplicações sucessivas de (CLOPANTO) podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.

 Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do
(CLOPANTO), o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das (nome do grupo) não
deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.

 Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do (CLOPANTO) ou outros produtos do Grupo 1B quando for
necessário;

 Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;

 Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle
biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
 Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
 Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo
de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
 Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR
([Link]), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ([Link]).

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MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS
I - Produto para uso exclusivamente agrícola;
II - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
III - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
IV - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
V - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
VI - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
VII - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
VIII - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de
animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
IX - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência;
X - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e animais;
XI - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com
tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe; luvas de nitrila; e
XII - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA


I - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de
nitrila;
II - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados; e
III - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos

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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
I - Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
II - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita);
III - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado
o produto;
IV - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região;
V - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem
em contato, com a névoa do produto; e
VI - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas;
botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança, touca árabe, luvas
de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO


I - Sinalizar a área tratada com os dizeres 'PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA' e manter os avisos até o final do
período de reentrada;
II - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do
término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação;
III - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
IV - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita);
V - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação;
VI - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
VII - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas
VIII - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
IX - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
X - Não reutilizar a embalagem vazia;
XI - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas;
botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança, touca árabe, luvas de nitrila;
XII - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: luvas de nitrila;
óculos de segurança com proteção lateral; máscara com filtro mecânico classe P2; avental impermeável; botas de
borracha; macacão com tratamento hidro-repelente; e
XIII - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.

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Nocivo se ingerido

Pode ser nocivo em contato com a pele


ATENÇÃO
Nocivo se inalado

Provoca irritação ocular grave

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou
receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água
corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave
a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES PRO CLOPANTO-


INFORMAÇÕES MÉDICAS

Clorpirifós: Organofosforado
Grupo químico
Nafta Pesada: Hidrocarboneto Aromático

Classe toxicológica Categoria 4: Produto pouco tóxico

Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Clorpirifós: O mecanismo de ação é por inibição da enzima Acetilcolinesterase, o que


impede a inativação do neurotransmissor acetilcolina (ACh), permitindo assim, sua ação
mais intensa e prolongada nas sinapses nervosas (superestimulação colinérgica). Isso
Toxicocinética afeta a transmissão dos estímulos nervosos causando efeitos muscarínicos (SN
parassimpático), nicotínicos (SN simpático e motor) e no sistema nervoso central (SNC). A
duração dos efeitos é determinada pelas propriedades do produto (solubilidade em lipídeo,
estabilidade da união à acetilcolinesterase e se o envelhecimento da enzima já ocorreu). A

REV20210525
inibição da ACh é feita no início por uma ligação iônica temporária, mas a enzima é
gradativamente fosforilada por uma ligação covalente, em 24 a 48 horas (“envelhecimento
da enzima”) e quando isso ocorre, a enzima não mais se regenera, desaparecendo os
sintomas. Estudossugerem que a exposição a Clorpirifós produz uma diminuição
progressiva na capacidade neuronal associada à alteração da síntese e/ou função dos
microtúbulos afetando as proteínas associadas aos microtúbulos (microtubule-associated
proteins-MAP), fundamentais para a divisão celular e manutenção da estrutura celular.
Solvente de Nafta: Estudos conduzidos com ratos mostraram que os produtos derivados
do petróleo, por serem extremamente lipossolúveis, atravessam as membranas celulares.
Apresentam boa absorção pela via inalatória, atravessando a membrana alveolar e
atingindo a corrente sanguínea, sendo difundido para todo o organismo, incluindo o
Sistema Nervoso Central. A absorção pelo trato gastrintestinal é pequena. Os
hidrocarbonetos aromáticos são metabolizados no fígado por oxidação e posteriormente
conjugados com a glicina. Os derivados conjugados são eliminados pela urina e pelas
fezes.

Clorpirifós: Inibe a enzima acetilcolinesterase através de sua fosforilação, causando


acúmulo de acetilcolina e consequente superestimulação das terminações nervosas,
Mecanismos de
tornando inadequada a transmissão de seus estímulos às células musculares,
toxicidade
glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Central (SNC).
Solvente de Nafta: Depressor do sistema nervoso central.

Não há informações sobre evolução do quadro clínico em humanos.


Clorpirifós: Efeitos com base em estudos agudos com animais.
 Exposição Oral: Em ratos tratados com a dose de 500 mg/kg de peso corpóreo não
foram observados sinais clínicos. Na dose de 300 mg/kg pc, os animais apresentaram
ausência de grooming, tremores e emaciação. Dois animais vieram a óbito. Na dose de
2000 mg/kg pc, foi observado prostração, dispneia, tremores, ataxia, dor abdominal,
diarreia. Todos os animaisforam submetidos à necrópsia após a eutanásia ou após o
óbito. Pontos hemorrágicos foram observados no pulmão das fêmeas tratadas na dose
Sintomas e sinais de 50 mg/kg pc. Na dose de 300 mg/kg pc, uma fêmea apresentou congestão
clínicos pulmonar e hepática e espessamento de parede gástrica. Na dose de 2000 mg/kg pc,
foram observados focoshemorrágicos no pulmão em um animal.
 Exposição dérmica: Em ratos tratados com dose de 4000 mg/kg peso corpóreo, foi
observado escamação e não houve mortalidade nos animais tratados. A substância
teste não é sensibilizante dérmico.
 Exposição inalatória: ratos expostos ao produto via câmara “nose only” na
concentração de 2,093 mg/L, não foi observado sinais clínicos durante toda a
exposição. Não houve mortalidade. Durante a necropsia foi observado alterações
macroscópicas nos pulmões (focos hemorrágicos).

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 Exposição ocular: Três coelhos foram expostos com 0,1 mL de substância teste
aplicado pura no saco conjuntival de cada animal, observou-se: hiperemia, irite,
quemose e presença de secreção. Houve regressão das reações oculares aos 7 dias
em 2 animais e em 14 dias em 1 animal. Não houve opacidade e nenhuma alteração
comportamental ou clínica durante o período de observação.
 Efeitos crônicos: Estudos de mutações genéticas e cromossômicas não
demonstraram efeito genotóxico relacionado ao produto.
Solvente de Nafta: Irritação da pele e mucosas, causando vermelhidão, ressecamento e
dermatite de contato. Em contato com os olhos, pode causar irritação e dor. A inalação de
vapores pode causar irritação do trato respiratório, tosse, dispneia, tontura e dores de
cabeça. A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, dor abdominal, náusea,
vômito e diarreia. A aspiração pode causar pneumonite química. Exposição crônica pode
desenvolver reações hematológicas, hepatológicas, renais, neuropsiquiátricas e
neurológicas. Podem causar depressão do Sistema Nervoso Central em caso de
exposições agudas.

O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico


compatível, associados ou não a queda na atividade das colinesterases.
Queda em 25% ou mais de sua atividade original indica exposição importante. Queda de
50% é geralmente associada com exposição intensa. A pseudocolinesterase é um
indicador sensível, mas não específico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para se
normalizar.
A identificação das substâncias e seus metabólitos em sangue e urina pode evidenciar
Diagnóstico exposição, mas não são facilmente realizáveis.
Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas
hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), RX tórax (edema pulmonar e
aspiração).
Convém considerar a possibilidade de associação do organofosforado a outros tóxicos, o
que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente
imediatamente, não condicionando o início do tratamento a confirmação laboratorial.

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Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico. Não há
antídoto específico.
Tratamento geral: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para
a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao
tratamento medicamentoso e a descontaminação. Descontaminação: Visa limitar a
absorção e os efeitos locais.
 Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão
neutro. Remover a vítima para local ventilado.
 Em caso de contato com a pele, lavar com água corrente em abundância e sabão. O
profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
 Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água,
por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
 Em caso de ingestão recente, não proceder à lavagem gástrica (pela presença de
hidrocarbonetos). Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e
25-50 g em crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
 Em caso de inalação, ir para local arejado. Em caso de dificuldade respiratória
Tratamento
administrar oxigênio.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas pérveas, se
necessário através de entubação orotraqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção
especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina,
hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se
necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar
pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24
horas após o desaparecimento dos sintomas.
Específico e antídotos: Atropina: agente antimuscarínico – é usada para reverter os
sintomas muscarínicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 – 4,0 mg em dose de ataque
(adultos), e 0,5 mg/kg em crianças, EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As
preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de
0,25 ou 0,50 mg/mL. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é
clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorréia e na
constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação
atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados
sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou
mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contraindica a atropinização.
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia. Não
deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático. A atropina não reativa a

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enzima colinesterase nem acelera a metabolização do produto, mas é um bom agente em
intoxicações por organofosforados e carbamatos.
Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardiorrespiratória e oximetria de
pulso.
A ação letal dos organofosforados pode ser comumente atribuída a insuficiência
respiratória, pelos mecanismos de: bronco constrição, secreção pulmonar excessiva,
falência da musculatura respiratória e consequente depressão do centro respiratório por
hipóxia. Devido a esta complicação, manter a monitoração e tratamento sintomático.
É indicado supervisão do paciente por pelo menos 48 horas.
Oximas-Pralidoxima: É um antídoto específico para organofosforados, mas deve ser
usado somente associado à atropina. Trata intoxicações moderadas/graves sendo mais
efetivo se administrado nas primeiras 48 horas. Administrar até 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas.
Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de
sangue heparinizado prévia a sua administração, para estabelecimento da efetividade do
tratamento. Age em todos sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente em
SNC). Não reativa a colinesterase plasmática.
Dose de ataque:
Adultos: 1-2 g preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC, em doses não
maiores que 200 mg/minuto, diluídos em Soro Fisiológico, podendo ser repetida a partir de
2 horas após a primeira administração, não ultrapassando a dose máxima de 12 g/dia.
Crianças: 20 a 40 mg/kg preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC (não
exceder 4 mg/kg/min).
Deve ser iniciada nas primeiras 24 horas, para ser mais efetiva, mas pode ser realizada
mais tarde, em especial para compostos lipossolúveis.
Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com Benzodiazepínicos sob orientação
médica.

Não são indicadas a diálise e hemoperfusão.


O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Contraindicações Drogas contraindicadas: Morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina.
Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas devido a
possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca.

Efeitos das interações


Podem ocorrer interações químicas com outros organofosforados ou carbamatos.
químicas

Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento


ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
ATENÇÃO
(RENACIAT/ANVISA/MS)

REV20210525
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique o Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).

Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010-450


Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Correio Eletrônico da Empresa: rainbowchem@[Link]

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório


Ação: Clorpirifós é um inseticida organofosforado o qual age como um inibidor da colinesterase, por contato, ingestão ou
através de sua fase vapor.
Absorção: O produto é rapidamente absorvido pela pele e pelos olhos. Estudos conduzidos com o produto técnico
demonstraram que após administração de clorpirifós radiomarcado, através de dose oral única ou múltiplas doses, entre
96,8% e 98,5% da radioatividade foi recuperada. A maior parte da dose (83,9% a 91,7%) foi excretada na urina. Outros
5,5% a 11,5% foram eliminados nas fezes. Não foi encontrada radioatividade no ar expirado. Menos de 0,2% da
radioatividade permaneceu nos tecidos e carcaças de ratos machos e fêmeas mortos 72 e 144 horas após doseamento,
respectivamente.
Excreção: O produto é excretado em sua maior parte pela urina e em menor quantidade pelas fezes.
Estudo de metabolismo conduzido com clorpirifós radiomarcado demonstrou que o material administrado foi eliminado na
urina com uma meia vida de 8 e 9 horas nos 3 primeiros dias após doseamento com 0,5 mg/kg e com meias vidas de 12,4
horas em ratos machos e 23,2 horas em ratos fêmeas após dose de 25 mg. Galinhas poedeiras receberam administração
de clorpirifós num nível de dose de 20 ppm por 10 dias. O exame dos tecidos e amostras de gema e clara de ovo e das
fezes, 12 horas após a última dose revelaram o total de resíduos como ppm de clorpirifós. Foram identificados 0,20 na
gordura, 0,15 da gema do ovo, 0,13 na pele, 0,05 no fígado, 0,05 na clara e 0,02 nos músculos.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:


Efeitos agudos:
 DL50 oral aguda em ratos: 500 mg/kg.
 DL50 dérmica aguda em ratos: > 2000 - 5000 mg/kg.
 CL50 inalatória em ratos: 3,317 mg/L
 Corrosão/irritação cutânea: Não Irritante. Não foram observados eritema ou edema nos animais tratados a 24, 48 e 72
horas após a remoção dos curativos.
 Corrosão/irritação ocular: Os animais de experimentação apresentaram sinais clínicos de irritação leve como
Opacidade, Vermelhidão e Quemose. Entretanto, todos os sinais de toxicidade voltaram ao normal em até 7 dias após
a exposição do produto.
 Sensibilização cutânea: O produto não é sensibilizante.
 Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames)
nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

REV20210525
Efeitos crônicos:
Ratos foram alimentados por 2 anos com uma dieta diária contendo clorpirifós em doses de até 10 mg/Kg/dia. Os
principais efeitos observados nas doses maiores foram diminuição no ganho e depressão na colinesterase. O nível sem
efeito observável foi de 0,1 mg/Kg/dia.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:


Este produto é:
 - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
 - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
 - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
 - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos);
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no
período de maior visitação das abelhas;
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza;
 Não utilize equipamento com vazamentos;
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
 Aplique somente as doses recomendadas;
 Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água;
 A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA


ACIDENTES:
 Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada;
 O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais;
 A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível;
 O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
 Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO;
 Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças;

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 Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento
de produtos vazados;
 Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas – ABNT;
 Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


 Isole e sinalize a área contaminada;
 Contate as autoridades locais competentes e a empresa Rainbow Defensivos Agrícolas LTDA. - telefones de
emergência: (11) 3526-3526 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020.
 Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e
máscara com filtros).

 Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte
a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em
um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções
do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
 Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento
para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE


EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção
Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

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Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
 Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante
30 segundos;
 Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
 Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
 Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
 Faça esta operação três vezes;
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
 Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
 Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
 Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
 Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque
de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
 Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato
de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em
caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

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Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao
abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao
abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa
Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E


RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone
indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com
câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

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RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:

Restrição de uso no estado do Paraná para os alvos Myzus persicae e Macrosiphum euphorbiae em tomate

rasteiro industrial, O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e

federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a

cultura são permitidos localmente.

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