Bula do Inseticida Clopanto
Bula do Inseticida Clopanto
CLOPANTO
COMPOSIÇÃO
Clorpirifós: [O,O-diethyl O-3,5,6-trichloro-2-pyridylphosphorothioate (chlorpyrifos)]......480,00 g/L (48,00% m/v)
Solvente de Nafta...................................................................................................535,2 g/L (53,52% m/v)
Outros Ingrediente...................................................................................................88,00 g/L (8,80% m/v)
GRUPO 1B INSETICIDA
TITULAR DO REGISTRO(*)
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 2948 - salas 1001, 1002 e 1003 - Bairro Flore CEP: 90560-002 - Porto Alegre/RS -
Fone: (51) 3237-6414
Fax: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Registro no órgão estadual n. 00001928/09 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FORMULADOR
QINGDAO RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Xinhe Eco-Chemical Science and Technology Industry Base, Qingdao, Shandong, China 266717
MANIPULADOR
PRENTISS QUÍMICA LTDA
Endereço: PR 423 - Km 24,5 Jardim das Acácias, Campo Largo - PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00 Registro no órgão estadual n.002669
REV20210525
IMPORTADOR:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Industrial, nº 1, Parque Industrial, CEP 85.525-000, Mariópolis/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20
Registro no órgão estadual n.1000322 ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua das Castanheiras n°200, galpão 85, sala 06, Bairro Jardim São Pedro, CEP 13187-065 - Hortolândia / SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01
Registro no órgão estadual n.1311 SAA/CDA/SP
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Antônio Amboni, 323 - Quadra 03 - Lote 06 - Parque Industrial - CEP: 85877-000
São Miguel do Iguaçu/PR - CNPJ: 18.858.234/0001-30
Registro no órgão estadual n.: 004001 - ADAPAR/PR
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua I, nº 557, Distrito Industrial, Setor A, Módulo 2, Galpão Argal, Sala 03, CEP 78.098-350, Cuiabá/MTCNPJ:
18.858.234/0003-00
Registro no órgão estadual n.: 18068 – INDEA/MT
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR 020, km 207, s/nº - Armazém 01 - Sala 01 - Módulo F - Alto da Lagoa - CEP: 47850-000
Luís Eduardo Magalhães/BA - CNPJ: 18.858.234/0004-82
Registro no órgão estadual n.: 102518 - ADAB/BA
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR 230, km 441,5, s/nº - Sala 03 - Zona Rural - CEP: 65800-000 - Balsas/MA
CNPJ: 18.858.234/0005-63
Registro no órgão estadual n.: 757 - AGED/MA
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
VIA ANEL VIARIO SN QD AREA LT 05-B GALPAO 02 MODULO C - JARDIM PARAISO ACRESCIMO - CEP:
74.984-321 – Aparecida de Goiania/GO
CNPJ: 18.858.234/0006-44
Registro no órgão estadual n.: 2183/2018 - AGRODEFESA/GO
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Adolfo Zieppe Filho, S/Nº Quadra 17 Setor 13 Anexo 1 - Distrito Industrial Carlos Agusto Fritz – CEP: 74.984-
321 – Carazinho/RS
CNPJ: 18.858.234/0007-25
Registro no órgão estadual n.: 0070/20– SEAPA/RS
REV20210525
CNPJ: 18.858.234/0008-06
REV20210525
Registro no órgão estadual n.: 1164 CDA/SP
ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rua Projetada, 150 - Bairro Distrito Industrial - CEP: 78098-970 - Cuiabá/MT
CNPJ: 10.409.614/0004-28
Registro no órgão estadual n.: 180/2018 INDEA/MT
REV20210525
CNPJ: 05.625.220/0013-68
Cadastro Estadual n. 65/20 - SEAPA/RS
PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1450, conj 801 - 8º. Andar, Vila Olímpia, CEP: 04548-005 – São Paulo/SP
CNPJ: 33.824.613/0001-00
Cadastro Estadual n. 4206 CDA/SP
GOPLAN S/A
Rua Antônio Lapa n° 606, EDA de Campinas, CEP: 13025-241 – Campinas/SP
CNPJ: 33.824.613/0001-00
Cadastro Estadual n.4296 CDA/SP
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rod PR 090, Lote 44-C-2, Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR
CNPJ: 10.409.614/0002-66
Cadastro Estadual n. 1000151 ADAPAR/PR
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Fidencio Ramos, 308 – Conj. 12 e 14 Torre A - Bairro: Vila Olimpia - CEP: 04.551-010 São Paulo/SP
CNPJ: 88.305.859/0001-50
Registro no órgão estadual n: 4292 CDA/SP
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia Raposo Tavares, S/Nº, Km 172 – Bairro: Centro - CEP: 18.203-340 - Itapetininga/SP
CNPJ: 88.305.859/0004-00
Registro no órgão estadual n: 1161 CDA/SP
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA
Rodovia BR 435, Km 113, s/nº, Zona Rural, CEP: 76997-000, Cerejeiras/RO
CNPJ: 77.294.254/0022-19
Registro no órgão estadual n: 0001655 IDARON/RO
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA
Rodovia BR 364, s/nº, Zona Rural, CEP: 78098-970, Cuiabá/MT
CNPJ: 77.294.254/0050-72
Registro no órgão estadual n: 16789 INDEAT/MT
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA
Av Andre Antonio Maggi N° 303 Lot Parque Eldorado, Bairro Alvorada, CEP: 78.049-080, Cuiabá/Mt
CNPJ: 77.294.254/0001-94
Registro no órgão estadual n: 20435 INDEAT/MT
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
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ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE
REV20210525
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
Clopanto é um inseticida organofosforado com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas
culturas de algodão, batata, café, cevada, citros, feijão, maçã, milho, pastagem, soja, sorgo, tomate rasteiro para fins
industriais e trigo.
Pragas Volume
Cultura Nome comum Dose de calda Número, Época e Intervalo de Aplicação
(nome científico) (L/ha)
Algodão 300
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Lagarta-das-maçãs Quando houver 10% de infestação em 10
1,5 – 2,0 L/ha
(Heliothis virescens) plantas examinadas.
Lagarta-do-trigo
0,4 – 0,7 L/ha
(Pseudaletia sequax)
Aplicar quando aparecerem os primeiros
Pulgão-da-folha focos de infestação. Realizar de 1 a 2
Cevada 300
(Metopolophium dirhodum) aplicações, com intervalo de aplicação de
0,4 L/ha acordo com a reinfestação.
Pulgão
(Sitobion avenae)
REV20210525
2 aplicações com intervalo de
Cochonilha-pardinha 15 dias.
(Selenaspidus articulatus)
Lagarta-das-vagens (Michaelus
jebus) 1,25
Broca-da-vagem L/ha
Aplicar quando aparecerem as primeiras
(Etiella zinckenella) pragas. Realizar de 1 a 2 aplicações, com
Cigarrinha intervalo de aplicação de acordo com a
(Empoasca kraemeri) reinfestação.
0,8 L/ha
Feijão Tripes 200 a 400
(Thrips tabaci)
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Aplicar no período após a germinação até
60-70 dias de idade da cultura, 1 a 3
Curuquerê-dos-capinzais (Mocis
0,6 L/ha aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo
latipes)
entre as aplicações será em função da
reinfestação.
Percevejo-verde-pequeno
Lavoura de produção de grãos: controlar
(Piezodorus guildinii)
quando encontrar 4 percevejos (maiores que
0,5 cm) por batida de pano.
Lavoura de produção de sementes: controlar
Percevejo-marrom 1,5 L/ha
quando encontrar 2 percevejos (maiores que
(Euschistus heros) 0,5 cm) por batida de pano.
Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 20
Percevejo-da-soja dias.
(Nezara viridula)
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Aplicar no período após a germinação até
Lagarta-do-cartucho 60-70 dias de idade da cultura. Realizar de 1 a
0,5 – 0,75 L/ha
(Spodoptera frugiperda) 2 aplicações e o intervalo entre as aplicações
será em função da reinfestação.
Larva-minadora
Tomate 1 – 1,15 L/ha
(Lyriomyza huidobrensis)
rasteiro
com fins Mosca-branca Iniciar as aplicações, quando forem
industriais (Bemisia tabaci raça B) 800 a observados os primeiros sintomas de
Pulgão-verde 100 mL/100 L 1.000 infestação da praga. Fazer no máximo 4
(Myzus persicae) água aplicações com intervalo de 7 dias.
Pulgão-das-solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
REV20210525
Aplicar quando aparecerem os primeiros focos
Lagarta-do-cartucho de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O
0,75 L/ha
(Spodoptera frugiperda) intervalo entre as aplicações será em função
da reinfestação.
Via terrestre
Para as culturas de Algodão, Batata, Cevada, Feijão, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo e Trigo: Aplicar através de
pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipada com bicos tipo cone ou similares, procurando obter uma
pulverização uniforme.
Para controle de lagarta-do-cartucho em milho: Recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04, dirigindo a aplicação
para o cartucho da planta ou linha de plantio. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização
das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.
Para as culturas de Café, Citros, Maçã e Tomate: Aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores
tratorizados, adequados ao porte das culturas, visando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas. Para obter
maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.
PREPARO DE CALDA
Para se obter calda homogênea, deve-se observar os seguintes procedimentos:
agitar bem a embalagem do produto antes de vertê-lo no tanque;
encher o reservatório do pulverizador com água limpa, até a metade;
acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo;
completar o volume do reservatório com água limpa.
A aplicação deve ser sempre conduzida de modo a se obter cobertura uniforme do alvo, nas horas em que a temperatura
é mais amena (primeiras horas da manhã ou fim do dia).
Restrições de uso e recomendações especiais
Uso exclusivamente agrícola.
REV20210525
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
Aplicar somente as doses recomendadas.
Não aplicar o produto na presença de ventos fortes.
Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do produto.
Evitar aplicações sob condições de orvalho na cultura. Aplicar somente após seu desaparecimento.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão................................21dias
Batata (foliar).......................21 dias
Batata (solo)........................(1) dias
Café....................................21 dias
Cevada................................14 dias
Citros..................................21 dias
Feijão..................................25 dias
Maçã...................................14 dias
Milho (foliar).........................21 dias
Pastagem.............................13 dias
Soja....................................21 dias
Sorgo..................................21 dias
Tomate(*)............................21 dias
Trigo....................................21 dias
(*) Uso autorizado somente para tomate rasteiro com fins industriais.
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
LIMITAÇÕES DE USO
Uso exclusivo para culturas agrícolas;
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
REV20210525
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou
seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
GRUPO 1B INSETICIDA
Usar (CLOPANTO) ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
(janelas) de cerca de 30 dias.
Aplicações sucessivas de (CLOPANTO) podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do
(CLOPANTO), o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das (nome do grupo) não
deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do (CLOPANTO) ou outros produtos do Grupo 1B quando for
necessário;
Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle
biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo
de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR
([Link]), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ([Link]).
REV20210525
MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
I - Produto para uso exclusivamente agrícola;
II - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
III - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
IV - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
V - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
VI - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
VII - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
VIII - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de
animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
IX - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência;
X - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e animais;
XI - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com
tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe; luvas de nitrila; e
XII - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
conservação e descarte do EPI danificado.
REV20210525
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
I - Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
II - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita);
III - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado
o produto;
IV - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região;
V - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem
em contato, com a névoa do produto; e
VI - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas;
botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança, touca árabe, luvas
de nitrila.
REV20210525
Nocivo se ingerido
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou
receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água
corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave
a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Clorpirifós: Organofosforado
Grupo químico
Nafta Pesada: Hidrocarboneto Aromático
REV20210525
inibição da ACh é feita no início por uma ligação iônica temporária, mas a enzima é
gradativamente fosforilada por uma ligação covalente, em 24 a 48 horas (“envelhecimento
da enzima”) e quando isso ocorre, a enzima não mais se regenera, desaparecendo os
sintomas. Estudossugerem que a exposição a Clorpirifós produz uma diminuição
progressiva na capacidade neuronal associada à alteração da síntese e/ou função dos
microtúbulos afetando as proteínas associadas aos microtúbulos (microtubule-associated
proteins-MAP), fundamentais para a divisão celular e manutenção da estrutura celular.
Solvente de Nafta: Estudos conduzidos com ratos mostraram que os produtos derivados
do petróleo, por serem extremamente lipossolúveis, atravessam as membranas celulares.
Apresentam boa absorção pela via inalatória, atravessando a membrana alveolar e
atingindo a corrente sanguínea, sendo difundido para todo o organismo, incluindo o
Sistema Nervoso Central. A absorção pelo trato gastrintestinal é pequena. Os
hidrocarbonetos aromáticos são metabolizados no fígado por oxidação e posteriormente
conjugados com a glicina. Os derivados conjugados são eliminados pela urina e pelas
fezes.
REV20210525
Exposição ocular: Três coelhos foram expostos com 0,1 mL de substância teste
aplicado pura no saco conjuntival de cada animal, observou-se: hiperemia, irite,
quemose e presença de secreção. Houve regressão das reações oculares aos 7 dias
em 2 animais e em 14 dias em 1 animal. Não houve opacidade e nenhuma alteração
comportamental ou clínica durante o período de observação.
Efeitos crônicos: Estudos de mutações genéticas e cromossômicas não
demonstraram efeito genotóxico relacionado ao produto.
Solvente de Nafta: Irritação da pele e mucosas, causando vermelhidão, ressecamento e
dermatite de contato. Em contato com os olhos, pode causar irritação e dor. A inalação de
vapores pode causar irritação do trato respiratório, tosse, dispneia, tontura e dores de
cabeça. A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, dor abdominal, náusea,
vômito e diarreia. A aspiração pode causar pneumonite química. Exposição crônica pode
desenvolver reações hematológicas, hepatológicas, renais, neuropsiquiátricas e
neurológicas. Podem causar depressão do Sistema Nervoso Central em caso de
exposições agudas.
REV20210525
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico. Não há
antídoto específico.
Tratamento geral: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para
a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao
tratamento medicamentoso e a descontaminação. Descontaminação: Visa limitar a
absorção e os efeitos locais.
Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão
neutro. Remover a vítima para local ventilado.
Em caso de contato com a pele, lavar com água corrente em abundância e sabão. O
profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água,
por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
Em caso de ingestão recente, não proceder à lavagem gástrica (pela presença de
hidrocarbonetos). Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e
25-50 g em crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Em caso de inalação, ir para local arejado. Em caso de dificuldade respiratória
Tratamento
administrar oxigênio.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas pérveas, se
necessário através de entubação orotraqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção
especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina,
hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se
necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar
pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24
horas após o desaparecimento dos sintomas.
Específico e antídotos: Atropina: agente antimuscarínico – é usada para reverter os
sintomas muscarínicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 – 4,0 mg em dose de ataque
(adultos), e 0,5 mg/kg em crianças, EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As
preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de
0,25 ou 0,50 mg/mL. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é
clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorréia e na
constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação
atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados
sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou
mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contraindica a atropinização.
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia. Não
deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático. A atropina não reativa a
REV20210525
enzima colinesterase nem acelera a metabolização do produto, mas é um bom agente em
intoxicações por organofosforados e carbamatos.
Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardiorrespiratória e oximetria de
pulso.
A ação letal dos organofosforados pode ser comumente atribuída a insuficiência
respiratória, pelos mecanismos de: bronco constrição, secreção pulmonar excessiva,
falência da musculatura respiratória e consequente depressão do centro respiratório por
hipóxia. Devido a esta complicação, manter a monitoração e tratamento sintomático.
É indicado supervisão do paciente por pelo menos 48 horas.
Oximas-Pralidoxima: É um antídoto específico para organofosforados, mas deve ser
usado somente associado à atropina. Trata intoxicações moderadas/graves sendo mais
efetivo se administrado nas primeiras 48 horas. Administrar até 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas.
Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de
sangue heparinizado prévia a sua administração, para estabelecimento da efetividade do
tratamento. Age em todos sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente em
SNC). Não reativa a colinesterase plasmática.
Dose de ataque:
Adultos: 1-2 g preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC, em doses não
maiores que 200 mg/minuto, diluídos em Soro Fisiológico, podendo ser repetida a partir de
2 horas após a primeira administração, não ultrapassando a dose máxima de 12 g/dia.
Crianças: 20 a 40 mg/kg preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC (não
exceder 4 mg/kg/min).
Deve ser iniciada nas primeiras 24 horas, para ser mais efetiva, mas pode ser realizada
mais tarde, em especial para compostos lipossolúveis.
Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com Benzodiazepínicos sob orientação
médica.
REV20210525
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique o Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
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Efeitos crônicos:
Ratos foram alimentados por 2 anos com uma dieta diária contendo clorpirifós em doses de até 10 mg/Kg/dia. Os
principais efeitos observados nas doses maiores foram diminuição no ganho e depressão na colinesterase. O nível sem
efeito observável foi de 0,1 mg/Kg/dia.
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Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento
de produtos vazados;
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas – ABNT;
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte
a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em
um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções
do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento
para evitar intoxicação.
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção
Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
REV20210525
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante
30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque
de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato
de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
REV20210525
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens lavadas.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
REV20210525
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao
abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
REV20210525
RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:
Restrição de uso no estado do Paraná para os alvos Myzus persicae e Macrosiphum euphorbiae em tomate
rasteiro industrial, O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e
federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a
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