Atividades do Inspetor de Soldagem Nível 1
Atividades do Inspetor de Soldagem Nível 1
INTRODUÇÃO
4- Indique a f esposta certa com r elação às atr ibuiçÕes do Bureau de Cer tificação do
SNQC-PS-IS.
a} Órgão encarregado de aplicar os exames de qualificação
b) Órgáo normativo
c) Órgão executivo
d) Órgáo encarregado do treinamento
1/2
Curso de inspetor de Soldagem
Nível 1
5- Das atividades a seguir, qual não é atr ibuição do Inspetor de Soldagem Nivel 1 ?
a) Executar medição de dureza
b) Avaliar resultados de ensaios não destrutivos
cj Verificar se os ensaios náo destrutivos foram executados por pessoal qualificado
õ) Verificar se a calibr açáo dos instrumentos de medição está dentro do prazo de validade
6- Das atividades a seguir’, qual é atr ibuição no Inspetor de Soldagem Nível 1 ’?’
a) Verificar se o consumível atende a especificação AWS aplicável
b} Ver ificar se a junta pr eparada para soldagem está de acordo com a norma técnica aplicável
c) Verificar se o tratamento térmico está sendo executado de acordo com o procedimento
aprov ado
d) Verificar se o pré-aquecimento está sendo executado de acordo com a norma aplicável
2/2
Mód ulo 2
T ERMINOLOGIA DE SOL DAGEM
1/11
Curso de Inspetor de Soldagem
Nível 1
2/11
Mód u lo 2
TERMIN OLOGIA DE SOLDAGEM
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Cur so de Inspetor de Soldagem
Nível 1
b) Ângulo do bTsel
c) Abertura da raiz
9- A difer enşa entre passe estr eito e passe oscilante é que o pr imeir o é efetua do
seguin do a lin ha de solda sem movimento later aI a pr'eciáveI e o outro é fei to com
oscilação transversa I em r elaşão à lin ha de solda: A fr ase acima está:
a) Totalmente correta
b) Err ada, porque náo hă difer ença entre passe estreito e oscil ante
c) Errada na definiçáo de passe oscilante
d) Err a da na definiçáo de passe estreito
e) Completamente er rada
a) I e IV
b) III e IV
c) 11 e IV
d) I e III
e) lhell
5/11
Cur so de I nspetor de Soldagem
Nível 1
13- Nas fig uras seguintes, identifique as descontinuidades e escr eva seus nomes
abaixo:
d)
a) b) )
17- Dentr'e as descontinuidades abaixo, quais säo comuns nos forjados e/ou
laminados:
a) Dupla-laminação
b) Dobra
c) Lasca
d) Mordedura
6/11
Mód u lo
2 TERMI NO LOGIA DE SOLDAG
EM
18- Nas fig uras seguintes, identifique as trincas e escreva seus nomes nas letras
cor respondentes da tabela de resposta:
k’
a)
b)
)
d)
e)
f)
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Curso de Inspetor de Soldagem
Nível 1
21 - Super fície exposta da solda, pelo lado por onde a solda foi executada:
a) Face do chanfro
b) Refor ço de solda
c) Raiz da solda
d} Face da solda
a) I - Nletal de solda; II — Nletal de base; III - Zona de ligação; IV - ZAT; V — Zona de fusão
b) I — Nletal de solda; It - Metal de base; III - Zona de fusão; IV — ZAT; V - Zona de ligação
c) I - Nletal de solda; II — Metal de base; III - Zona de ligação; IV - Zona de fusão; V - ZAT
d) I — Nletal de base; II - Metal de solda; IU — Zona de ligaçáo; IV — ZAT; V — Zona de fusão
23- Qual a definişão cor r eta para o ter mo “polar idade dir eta" ?
a) Tipo de ligaçáo elétrica com corrente contínua, onde a peça é considerada como pólo positivo
e o eletrodo no pólo negativo
b) Tipo de ligaçáo elétrica com corrente contínua, onde a peça é considerada como pólo
negativo e o eletrodo no pólo positivo
Tipo de ligação elétrica com corrente alternada, onde a peça é considerada como pólo
pcsï*ivo e o eletrodc no pü!c inegatïvo
d) Tipo de Iîgação elétrica com corrente alternada, onde a peça é considerada como pólo
negativo e o eletrodo no pólo positivo .
a) I — ângulo do chanfro; II — ângulo do bisel; III — a ber tur a da junta; IV - altura do bisel
b) I - ângulo do bisel II - ângulo do chanho; III - abertura da raiz; lV - altura da face
da raiz
) I — ângulo do bisel; Fl — Ângulo do chanfro; III — abertura da raiz; IV - profundidade de
preparação
d) I — â ngulo do chanfro; II — Ângulo do bisel; III — abertura da raiz; IV - profundTdade do bisel
! u
t deqUada.
d) Fusão pa cial
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PR Curso de Znspetor de Soldagem
Módulo 2
O TERMINOLOGIA DENível 1
SOLDAGEM
G
29- ” I de'ntifique as descontinuidades existentes nas figuras apr esentadas a seg uir,
escr evendo seus nomes na tabela de r espostas:
a)
d)
e)
f)
9)
a)
b)
)
d)
e)
f)
11/
11
Módulo 2
UN TERMINOLOGIA DE SOLDA GEM
D
30- Indique a resposta certa paraa terminologia da figur a a seguir:
a) I - gar ganta teórica; II — gar ganta efetiva; III - garganta real; IV - perna
b) I - garganta real; II - garganta efetiva; III - garganta teórica; IV — perna ou dimensão
c) I - garganta efetiva; II — garganta teórica; III - garganta real; IV - dimensão
d) I — garganta efetiva; II — garganta real; III - garganta teórica; IV — perna
a) Falta de fusão
b) Deposição insuficiente
c) Falta de material
d) Ângulo excessivo do reforço
Módulo 3
SIM BOLO GIA DE SOLDAGEM
1- Numere a segunda coluna de acordo com a ter minolog ia cor reta para os símbolos:
(1 0} Solda de revestimento
IdetaJ deposftâdo
1/13
T0 Módulo 3
D SIM BOLO GIA DE SOLDAGEM
Cur so de Knspetor de Soldagem
ITD Nîvel 1
1 /ă 6
z’
9/16' 9/16"
70’
4/13
Módulo 3
AN SI MBOLOGIA DE SOLDAGEM
D
Curso de Inspetor de Soldagem
Nível 1
” ” 5/13
Módulo 3
SI MBOLOGIA DE SOLDAGEM
20 O
PÃ Curso de Inspetor de Soldagem
O Nível I
G
4- *O”s símbolos de soldagem constituem um impor tante meio técnico em engenhar
ia para transmitir’ infor mações. Relacione os loca is padronizados para os vá r ios
elementos de um símbolo de soldagem, mostr ados na figur'a pelas letras de A a I, com
as descr ições listadas.
B
A
5- Dos símbolos a seg uir, indique o cor reto e escr eva o seu significado:
a) b)
Significado:
6- A seta "quebr ada" ou em "zig-zag" significa que a mesma aponta par'a um membro
específico da junta que deve ser chanfr'ado:
( } Falso
( ) Verdadeiro
Œ Módulo 3
Ó SI MBOLOGIA DE SOLDAG EM
us
US
LP
t”2
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Curso de Inspetor de Soldagem
IN Nívei 1
PM+LP
135
10/13
Mód u Io 3
SIM BOLOGIA DE SO LDAG EM
LP 150
Proc 217
GOIVAGEM
5/8' (3/4'l
B0°
US + LP
US
2-5
Œ Curso de I nspetor de Soldagem
Ó Nível i
12/13
Módulo 3
SIM BOLOGIA DE SOLDAG EM
13/13
Módulo 4
CONSUMIVEIS DE SOLDAGEM
5- Os elementos de liga introduzidos no metal de solda pelo processo arco elétr ico
manuai da Especificação A5.5 são provenientes:
a) Da alma do eletrodo
b) Do revestimento ,
c) Nenhuma das respostas é correta
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Cur so de Inspetor de Soldagem
fN Nível 1
D
8 Coloque V quando a afirmativa for Ver da deifa e F quando FaIsa:
( Trincas longitudinais finas no revestimento dos eletrodos sáo toleradas desde que esse
revestimento permaneça aderido à alma
( ) A classificação ASSE adota a classificação AWS apenas para a qualificação de
procedimentos de soldagem
( ) O grupo F (F-number) agrupa os metais de adiçáo segundo a maior ou menor dificuldade
que elesapresentaram na operação da soldagem
( ) A ordem de retirada das embalagens do estoque deve ser controlada para evitar que as
mais recentes sejam utilizadas primeiramente
9- Quais dos consumíveis aba ixo são indicados para soldagem de aço car'bono pelo
pr ocesso arco-submerso:
a} F74-ER502
b) F70-E7C:r
c) F6AZ-EM12
d) F6Z-E6010
e) F62-E80 18-B3
10- Os eletrodos tubulares para soldagem a arco, de aços cromo e cromo níquel
resistentes à col rosão são classificados tendo como base:
@ / m J mz tz k c i i W D O t T’D ÇO M MW i i ic La i W c W W i W o ..
3/9
Módulo 4
CONSUMIVEIS DE SOLDAGEM
13- Os eletrodos r evestidos de aço car bono e os de aço cat bono de baixa-liga
difer enciam-se entre si, quanto ao cr itér io de classificaşão:
a) Pelo tipo de corrente elétrica
b) Pelas propr iedades mecânicas do metal de solda
c) Pela composição quimica da alma do eletrodo
d) Pela posição de soldagem
e) Pela composição química do revestimento
15- Com base nas letras da pr’imeir’a coluna, marque o significado cor r'espondente na
seg unda coluna:
a} R ( ) Consumível na forma de eletrodo nu ou vareta, utìlìzado nos processos
de soldagem MAG, f'4IG e TIG
b) ER ( ) Refere-se ao eletrodo nu de aço carbono utilizado na soldagem a arco
16- Identifique, pelo dois últimos dîgitos do eletr odo E7018, as car acter ísticas de seu
r evestimento:
a) Revestimento constituído de substâncias formadoras de escória
b) Re vestimento celulósico contendo silîcato de potássio para estabilizar o arco
c) Revestimento à base de óxido de titânio com sìlicato de potássio, permitindo sua utilizaçáo
em qualquer tipo de corrente elétrica
d) Revestimento produtor de escória fina e arco penetrante com transferência de metal por
salpico
e) Re vestimento à base de óxido de titânîo, calcár io, silicatos e pó de ferro e produtor de
arco estável
3/9
Curso de Inspetor de Soldagem
solda
4/9
Módulo 4
CONSUMIVEIS DE Nível i
SOLDAGEM
19- Qual é o consumível, dentre os citados a seg uir, cuja temper atura mínima pat a o
ensaio de impacto é -29º C (vinte e nove g raus Celsius negativos)?
a) F64-EMSK
b) F6Z-EL8
c) F74-EU2
d) F6P2-EL8 K
e) F70-EM15K
21- O aço de ba ixo ca r bon o do tipo eler vescente com o quaI é fa br ica da a a lma dos
eletr cios r e vestidos .‘a’vot eca a:
a) Soldagem com corrente alternada
b) Transferência de metal para a solda, notadamente na posição sobre-ca beça
c) lonizaçáo do ar circundante à poça de fusáo
d) Adiçáo de elementos desoxidantes e de liga para a poça de fusáo
e) Soldage m com alta taxa de deposição
22- Assina le as afirmativas corr etas quanto ao exame visual e dimensional dos
consumíveis:
a As especificações AWS recomendam que a embalagem deva conter, de forma Seg ivel, as
indicações referentes ao número da corrida, numero do lote, diâmetro do eletrodo,
especificação e classificação AWS e nome de fabricante.
b) Todos os eletrodos revestidos devem dispor de identificação individual escrita na parte
revestida ou, caso o diâmetro do revestimento não permita, uma identificação colorida na
extremidade da ponha de pega, que seja devidamente indicada na embalagem
c) Códipo de cores adotado pelos fabricantes nacionais é aquele estabelecido pela NEí'4A e
recomendado pela AWS
d) Trincas, falta de aderência e redução localizada são defeitos e descontinuidade do
revestimento
e) Sinais de oxidação em varetas e eletrodos nus podem ser aceitos
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Módulo 4
-«..
lND CONSUMIVEIS DE SOLDAGEM
23- Marque as posições de soldagem indicadas pelo 3º dígito da classificação genér ica:
HORIZONTAL
PLANA HORIZONTAL VERTICAL SOBRE-CABEÇA
(Solda em ângulo)
EXX1X (A) (D) (G) (3) ( M)
EXX2X (B) (E) (H} (K) (N)
EXX4X (C) (F) (t) (L) (O)
27- Indique, entre os consumíveis abaixo, aquele que somente pode ser’ empr egado
em cor r ente contínua, polar'idade inversa:
a) E-XXX.3
b) E-XXX2
c) E-XXX8,
d) E-XXX 1
e) E—XXX5
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Curso de I nspetor de Soldagem
Nível 1
28- I dentifique as car acter'ísticas principa is dos r'evestimentos dados pelo 4º dígito da
classe EXXX4:
a) Adição de Na e K
b) Revestimento contendo substâncias for mador as de escória
c) Utiliza qualquer tipo de corrente elétrica
d) Utilizado na soldagem de juntas com preparação deficìente
e) Provoca media deposição de Hz dissolvido no metal de solda
f) Depósitos mais resistentes, compar a dos aos revestimentos celulósicos ,
g) Depósitos menos ducteis, compar ados aos r evestimentos celulósicos
h) Baixa Taxa de deposição (peso do metal de solda por peso da alma)
29- Assina le, dentr e os consumîveis abaixo, aquele indica do para a soldagem de aşo
de baixa-liga:
a) R45
b) E7018
c) EH14
d) E8016- B2
e) EN15K
30- Assinale o eletrodo e fundente (fluxo) indicados par'a limite de r esistência à tração
entre 72000 psi e 95000 psi:
a) F6PZ-EL12
b) F7AO-EL8K
31- ldentifique o tipo de corrente em função da forma genér ica do consumível EXXX-X5
(SFA 5.4}:
a) Corrente contínua com o eletrodo ligado ao pólo positivo
b) Corrente alternada ou continua com o eletrodo ligado ao pólo negativo
c) Corrente alternada apenas
d) Corrente contínua com o eletrodo ligado ao pólo negativo
32- Assinale dentre os consumíveis abaixo, aquele indicado para a soldagem de aço
cromo r esistente à cor r'osäo:
a) R65
b) ER308 to
c) E7018.
d) E801û-B2
e) EH14
33- Na fot ma genér ica da especificação AWS AS.5, o ter ceiro e quarto dígitos indicam:
a) Posiçáo de soldagem
b) Natureza do revestimento
c) Temperatura do ensaio de impacto
d) Penetração do arco
e) Tipo de corrente
f) Tipo do arco
g) Comportamento da escória ,
ń} Teor de hidrogênio
6/9
Módu lo 4
CONSUMIV EIS DE SOLDAGEM
34- Quais as letr as listadas aba ixo que, j untas, designam o eletr ado utilizado no
pr ocesso de soldagem MAG?
a) EH ,
b) EL
c) R
d) ER
e) FXX-EXX
36- Os eletrodos nus para soldagem a arco e var etas de solda, de aços cf omo e cromo-
níquel r esistentes à cor’r'osão, são aplicáveis:
a) Apenas no processo MIG
b} Apenas aos processos MIG e NAG
c) Apenas ao processo TIG
d) Apenas ao processo a Arco Submerso
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Curso de Inspetor de Soldagem
Nível 1
8/9
40- Pa ra eletrodos r evestidos de baixo hidrogênio a estufa por tátil deve manter a
temperatur a mínima de:
a) 50° C
b) 80° C
c) 1 00° C
d) 150° C
e) 5° C acima do ambiente
44- As especificações AWS estabelecem condições a serem seg uidas pelo fabr icante
quanto a:
a) Fabricação e condições de aceitação
b) Composição química e propriedades mecânicas do metal da solda
c} Exame radiográfico do metal da solda
d) Embalagem e identificação
e) Todas as respostas estão corretas
45- Dentre os consumíveis abaixo, assinale aquele indicado para soldagem de aço de
baixa-liga:
a) E7u16
b) E8016-B1
c) ER347
d) R65
e) RM15K
48- Com r ela ção aos eletrodos de classificação AWS E-XXX3, podemos afir ma r que
os mesmos:
a) Evitam a fissuração sob cordão na solda de aços temperáveis
b) Apresentam um elevado teor de hidrogênio dissolvido
c) Sáo muito utilizados na soldagem de oleodutos e gasodutos
d) Produzem soldas com elevada tenacidade ao entalhe
e) Podem ser utilizados com qualquer tipo de corrente elétr ica
8/9
Módulo 5
G PROCESSOS DE SOLDAGEM
D
I - Indique a(s) alter'nativa(s) er r’ada(s):
a) O processo de soldagem eletro-escória utiliza um eletrodo consumível
b) O arco elétrico do processo de soldagem eletro-escória serve para fundir o eletrodo e metal
de base durante todo o processo
c) O fluxo pranulado utilizado é adicionado durante todo o processo de soldagem eletro-escória
d) Uma desvantagem do processo de soldagem eletro-escória é que o mesmo náo pode ser
utilizado para soldagem de peças espessas
e) O processo de soldagem eletro-escória é um processo automatizado
3- indique at SP ãti ’ açãO(ões) cor retas(s] r eler ente ao processo de soldagem eletro-
escór ia:
a) É limitado à posição vertical
b) Requer tratamento térmico de normalização devido ao superaquecimento
c) A corrente de soldagem passa do eletrodo para o metal base através da escória, por
condução elétrica
d) A soldagem em chapas finas de aluminio apresenta cordões com excelente acabamento
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Curso de Inspetor de Soldagem
Nível 1
7- Numer e a 2a. coluna de acordo com a 1 a., levando-se em consider ação a soldagem
pelo pr'ocesso eletro-escória:
1- Falta de fusáo ( ) Ocorre devido ao resfriamento da sapatas
2- Inclusão de escória ( ) Ocorre quando a solda é interrompida e reiniciada novamente
3- Porosidade ( ) Soldagem com alto grau de r estrição
4- Sobreposição ( ) Ocorre devido à umidade nos componentes
5- Trlnca ( ) Falta de ajuste nas sapatas
8- No processo de soldagem e arco submerso, a cor rente aIter nada tem como pr'incipal
caracter ística:
a) Alta penetração
b) Baixa penetração
%§ @cWüW/ T W WWQi M i i TOÇ i icLÜLW„
d) Grande aquecimento do eIetr'odo
e) Grande aquecimento do metal de base
9- No pr ocesso a arco submer'so, a utilização de eletr odo de aIto Mn, com fluxo de
alto Mn, pode resultar em:
a) Solda com baixa dureza
b) Solda com bom acabamento
c) Solda com porosidade
d) Solda com trincas
e) NRA
2/9
Mód ulo 5
UN PROCESSOS DE SOLDAGEM
D
12“’A falta de penetração no pr'ocesso de soldagem a arco submer'so é causada por:
a) Excesso de fluxo
b) Alta energia de soldagem
c) Limpeza inadequada
d) Velocidade inadequada
e) Alinhamento incor reto entre o eletrodo e a junta
14- Colo que V quan do a afir mativa for Ver'da deir'a e F quando Faisa:
( ) O processo de soldagem com eletrodo revestido é a uniáo de metais pelo aquecimento e
fusão oriundo de um arco elétrico entre um eletrodo revestido e o metal de base na junta a
ser soldada
( ) A escória é for mada pelo revestimento do eletrodo e das impurezas do metal de base
) A soldagem com eletrodo revestlúo rião ê mu1to u3aúa, úeviúu às perôas peias pontas que
são jogadas fora e por ser o pr ocesso muito lento devido à baixa taxa de deposição e de
remoção de escória
( ) Em corrente contínua polaridade dir eta, conecta-se o cabo negativo à peça e o eletrodo ao
positivo; o bombar deio de elétrons dá-se na peça, a qual será a parte mais quente
( ) O revestimento dos eletrodos contém silicatos de Na e K, que ionizam a atmosfera do arco,
facilitando assim a passagem da corrente elétrica
16- Numere a 2a. coluna de acotdo com a 1a., levando-se em consider ação as causas
das descontinuidades induzidas pelo processo de soldagem a arco elétr ico manual
com eletrodo revestido:
a) Porosidade ( ) Limpeza deficiente entre passes
b) Inclusão ( ) Fissuraçáo a frio ou pelo hidrogênio
c) Falta de fusáo ( ) Corrente baixa, soldagem rápida ou lenta demais
d) Plordedura ( ) Eletrodos úmidos e limpeza inadequada
e) TrTnca interlamelar ( ) Erros do soldador
f) Trinca ( ) Tensões elevadas, gera das pela contração da solda,
trinca em forma de degraus
3/9
Cur'so de Inspetor de Soldagem
Nível 1
18- Numer'e a 2a. coluna de acordo com a i^., levando-se em consider ação o pr'ocesso
de soldagem a gás:
a) Chama normal ( ) Dardo arredondado
b) Chama oxidante ( ) Incorpora carbono à solda
c) Chama redutora ( ) Ruído característico
( ) Relação entre volume de acetileno e oxigênio igual a um
( ) Na soldagem de aço carbono, fornece uma junta
porosa e quebradiça
20- Assinale o item que pode ser supr imido do equipamento para a soldagem por
eletro-gás, utilizando arame tubular autopt otegido (self-shield):
a) Alimentador do arame
b) Fonte de energia
c) Pistola de soldagem
d) Suprimento de gás
21- No oxicot te podemos afir mar que a chama de pré-aquecimento tem como função:
a) Aumentar a temper atur a do aço até o seu ponto de ignição para o corte
b) Aumentar a energia sob a forma de calor à peça, para manter a reação do corte
c) Fornecer uma proteção entre o jato de oxigênio de corte e a atmosfera
õ) Expuisar da pafte superior õa super fície õo aço quaiquer óxido, carepa, tinta ou outras
substâncias estranhas, que podem retardar a progressão normal da ação do corte
22- Refer ente ao processo de corte com eletrodo de carvão podemos afir'mar’ que:
a) O processo pode usado em aços e em alguns metais náo-ferrosos
b) O processo utiliza um eletrodo não-consumível
c) O processo utiliza um jato de gás para expulsar as impurezas da superfície da peça a ser
cortada
d) É muito utilizado para goiv agem de soldas .
e) É limitado para as posições plana, horizontal e vertical
4/9
Módulo 5
PROCESSOS DE SOLDAGEM
23- Numere a 2a. coluna de acordo com a 1 a.., levando-se em consideração o processo
de corte a gás:
a) Acetileno ( ) Utiliz ando em cortes subaquáticos, em grandes
profundidades
b) Gás Natural ( ) Alto poder calorífico , e é estocado de
for'ma líquida, facilmente transportável
c) Propano ( ) Armazenamento em recipiente pressurizado no
estado líquido, chama altamente oxidante
d) Gasolina ( ) Largamente usado como gás combustível para
oxicorte e para soldagem
e) Metil acetileno- ( ) Seu principal componente é o metano e sua
propadieno estabilizado eficiência é bastante limitada
24- No pr'ocesso de soldagem eletr'o-gás pode apa recer' pol osidade quando:
a) Cor rentes de ar inter ferem no gás de proteção
b) O gás estiver contaminado
c) A taxa de deposição for alta demaTs.
d) Há vazamentos de água das sapatas.
26- Com r elação ao tf atamento tér'mico de alívio de tensões, podemos afit mar que:
a) Tem como objetivo principal possibilitar ao hidrogênio difundir-se para fora da solda ,
b) A taxa de aquecimento deve ser uniforme e controlada, para dar um baixo gradTente
térmico
c) A temperatura de tratamento (temperatura do patamar) deve ser controlada e oscilar
apenas dentro de limites pré-determinados
d) A taxa de resfriamento deve ser uniforme e controlada, pois o resfriamento náo
uniforme pode gerar tensões residuais e a taxa de resfriamento alta pode temperar o
material
28- Indique o processo de soldagem no qual a limpeza do chanfro e bor'das deve ser ao
metal br ilhante:
a) NltG/MAG ,
b) Eletrodo revestido,
c) TIG
d) Arco submerso
e) N R A
5/9
Curso de Inspetot de Soldagem
Nivel 1
33- No ar co submer'so o sopro magnético pode ser reduzido com o uso de:
a) Corrente contínua com polaridade direta
b) Corrente contínua com polar idade inversa
c) Corrente alternada
34- Em r ela ção às técnicas de pr'é ou pós-aquecimento, podemos afir mar que:
a) O aquecimento por r esistência elétrica é contínuo e uniforme
b) Depois de iniciado o aquecimento por resistência elétrica não há possibilidade de ajustar a
temperatura ,
c} O aquecimento por chama apr esenta, como vantagem, uma distribuição bastante uniforme
de temperatura
d) Uma vantagem do aquecimento por material exotórmico é de ser o mesmo aplicável para
pré- aquecimento em todos os materiais
6/9
Módulo 5
N PROCESSOS DE SOLDAGEI•I
D
35- ”Ass*inaIe a(s) vantagem(ns} do argônio em r elação ao hélio como gás de proteção
no TIG:
a) Tensáo do arco mais alta
b} Nlenor vazão de gás para uma boa proteção
c) Mais fácil a abertura do arco
d) Nlais efetivo par'a soldagem de materiais espessos
e) Menor custo
b) Arco Submerso
c) Eletrodo Revestido
e) MIG
38- Numete a 2a. coluna de acor'do com a ia., levando-se em consider ação as
car acterísticas dos gases abaixo:
a) Argônio ( ) Permite maior penetração (produz + calor)
b) Hélio ( ) Permite melhor abertur a do arco devido ao seu poder
ionizante ( ) O arco é mais estável
( ) Densidade menor, exigindo maior vazão.
( ) É usado em soldagem de peças finas
( ) É mais barato.
7/9
Cur so de Inspetor de Soldagem
Nîvel 1
41- No processo MAG, utiliza mos o CO como gás protetor; durante a soldagem,
através de decomposição e r'eações químicas, ter emos ao final CO + Fe; o monóxido de
car bono poderá ficar’ r'etido na poça de fusao pr ovocando a for mação de poros, que
podem ser evitados:
a) Modificando o diâmetro do eletrodo
b) Adicionando elementos desoxidantes
c) Nlodificando o gas para hélio
44- Com r elaşão ao tr atamento tér mico de aIívio de tensöes, podemos afir'mar que:
a) Tern como objetivo principal possibilitar ao hidrogênîo dîfundir-se para fora da solda
b) A taxa de aquecimento deve ser uniforme e controlada, para dar um baìxo
gradiente térmico
c) A temperatura de tratamento (temperatura do patamar) deve ser controlada e oscilar apenas
dentfo de limites pré-determinados
d} A Taxa de resfriamento deve ser uniforme e controlada, pois o resfriamento náo-
uniforme pode gerar tensões residuais e a Taxa de resfriamento alta pode temperar o
8/9
material
Módulo 5
9/9
UN PROCESSOS DE SOLDAGEM
D
45““Em‘ r elação ao corte a plasma, podemos afir'mar que:
a) O calor utilizado no corte a plasma é de aproximadamente 1500°C
b) A remoção do material fundido é feita por meio de um jato de alta velocidade de gás
ionizado quente
c) O corte a plasma é utilizado para cortar aços e metais não-ferrosos numa faixa de espessura
de média para grande
d) O maior uso do corte a plasma é o de cortar peças com elementos de liga, que produzem
óxidos refratários
e) O corte a plasma é utiliz ado tanto manualmente quanto automaticamente
10/
9
Módulo 5
ŠUlłOrİO
METALURGIA
DA SOLDAGEM
EXERCICI
11/
9
Módulo 6
METALURGIA DA SOLDAGEM
2- A micr o-estr utura obtida num aço carbono de médio teor de car bono, que tenha
sofr'ido r'esfr iamento brusco, denomina-se:
a) Austenita
b) Perlita
c) Cementita
d) Ferrita
e) Martensita
4- A(s} micro-estr utura(s) encontrada(s) num aço de 0,8% de car'bono, r'esfr iado
lentamente, é(são):
a) Ferrita e bainita
b) Apenas ferrita
c) Martensita e perlita
d) Perlita
e) N .R A
5- A quantidade máx ima de car'bono que a ferrita pode dissolver’ em solução sólida é:
a) 0,025%
b) 2, 0%
c) t, 2%
d) 0,80/o
e) N R A
1/8
Cur so de Inspetor de Soldagem
lND Nível 1
2/8
Mód ulo 6
METALURGIA DA SOLDAGEM
12- Quais dos problemas abaixo näo säo ca racterísticos da soldagem dos aços
inoxidáveis austeníticos:
a) Sensitização ou corrosão intergr anular
b) Corrosáo sob tensáo na pr esença de cloretos
c) Pr esença de fase sigma entre 500º e 900º C
d) Fissur ação à quente dos depósitos totalmente austeníticos
e) Soldas com baixa resistência à fr atur a por serem austeníticas
14- A(s) microestt utura(s) encontrada(S) à temper atur a ambiente num aço de 0,4 /o
de car bono, resfr iado lentamente, é(säo):
a) Ferrita e cementita
b) Apenas cementita
c) Ferrita e perlita.
d) Martensita e perlita
e) Perlîta e bainita superior
15- A(s) micr oestr ueura(a) encoritrada(s) à temperatur'a ambiente num aşo de 1,2°/a
de car bono, r esfr iado lentamente, é(são):
a) Perlita e cementita
b) Apenas cementita
c) Ferrita e perlita
d) Martensita e perlita
e) Apenas per lita
16- Descr'eva as tr ansfot maçÕes que ocor î'em numa liga com 0,3°/a de car bono,
I esfr iado lentamente, abaixo de 1600º C:
17- Descf eva as transfor maçóes que ocor rem numa tiga com 0,8"/a de car bono,
resfr iado lentamente, abaixo de 1600º C:
3/8
Curso de Inspetor de Soldagem
UND Nível i
18- ’QuaI a difer ença entr e os sistemas cr ista finos cubico de corpo centrado e cúbico de
face centrada’7
21- Quanto maiof o teor’ de car bono num aço car bono, maior será a sua resistência
mecânica. Explique por' quê:
22- O sistema cr'istalino cúbico de cor'po centr ado difer'encia -se do sistema cúbico de
face centrada da seguinte maneira:
õ y M üüi Liiõ ilü Itoriõ úO SiStE ô CÚÜ üonLúiT\ Ú átoiTio s, ô úis| Obtus nos vúrtices e 1 no centro õo
cubo; o CFC contem 9 átomos dispostos nas faces do cubo
b) A célula unitár ia do sistema CCC contém 14 átomos e a do sistema CFC contém 9 átomos ,
c) A célula unitária do sistema cristalino CCC, contém 9 átomos, 8 dispostos nos vértices e 1 no
centro do cubo; o CFC contém 14 átomos dispostos nos vértices e no centro das faces do
cubo
d) A célula unitária do sistema CCC contém 14 átomos dispostos nos vértices e no centro das
faces; o CFC contém 8 útomos dispostos nos ért:'céus e no c=ntro das faces
e) NRA
23- A quantidade máxima de carbono que a austenita pode dissolver em solução sólida
na temperatur a de 1147º C é:
a) 0,025%
b) 2, 0%
c) 1,2%
d) 0,8%
e) NRA
25- Qual o mecanismo de for mação dos gfãos dur ante a solidificação 7
4/
8
METAL URGIA DA SOLDAG EM
S6- \Jrr› detet minado mater ial, após resfriameni:o rápido, apr'esentou numa certa
região átomos de elementos de liga separ'ados, acar r etando compor'tamento mecânico
nâo homogêneo, quando submetido a esfor ços de natur eza mecânica aqueceu-se,
então, o mater ial a uma temperatur a adequada e observou-se propr'iedades mecânicas
mais homogêneas. Explique detalhadamente o porquê do fenômeno descrito acima:
5/8
Cur so de Inspetor de Soldagem
Nível i
41- É possível obter -se mar tensita par a qua Iquer tipo de a ço? Por’ quê?
46- Por que na soldagem dos aços inoxidáveis austeníticos é desejável um per centual
de ler r'ita 7
50- Considerando-se um aço com 0,3°/o C, qual das estr uturas seguintes apr esenta o
maior limite de r esistência: bainita, per'Iita ou ter'r ita alta’*
6/8
Módulo 6
META LURGIA DA SO LDAG
EM
52- Por que o pr'ocedimento de solda gem fix a a ternper atu f'a de inter passe máxima?
53- Na soldagem por eletrodo revestido, quad o parâ metr o ma is fácil do soldador
controlar’ para va r iar’ a ener gia de soIdagem’2
58- Por’ que não é possível usar a alma metálica do eletrodo r evestido no processo
TAG?
6:t- Øuai é a razäo de soidas pr ovisót'ias de montagem exigir'em contr ole de qualidade
de soldagem e de exame não destt utivos?
62- Por’ que não se deve per mitir repetiçÕes de tr ata mentos tér micos de aIívio de
tensäo par'a u ma mesma junta soldada?
64- Por que na soldagem dos aços ïnoxidáveis austeníticos é desejável um per centual
de ferr'ita?
65- Qual das tr'ês zonas de soldagem geralmente apresenta menor tenacidade2 Por'
quê2
7/8
Curso de Inspetor de Soldagem
Nível 1
66- Por que os metais que se cr istalizam no sistema CFC são em ger'aI mais dúteis do
que os que se cr'istalizam no sistema CCC*
67- Quala descontinuidade que pode ocor r'er na zona fundida, quando soldada por’
ar co submerso com teor de Mn do fluxo insuficiente? Pol quê?
7O- Qua is das opçóes tr ad uzem uma medida preventiva da fissur'ação pelo hidr ogênio’7
a) Uso de eletrodos celulósicos
b) Escolha de metal de adiçáo com menor resistência possível
c) Scldar cem o •ma ior número possível de dispositivos de mcntaçem
d) Soldar com o ma ior tensionamento possível
e) Todas as opções estão corretas
ONTROLE
DE DEFOR AÇOE
EXE
Módulo 7
CONTROLE DE DEFORMAÇÕES
3- 0 empenamento na soldagem de chapas finas de aço car bono setá evitado quando
se utiliza:
aJ Dispositivos auxiİiares de fixaçäo e montagem (cachorros)
b) Processos de soldagem que propiciem um maior aporte de calor
c) 0 pré-aquecimento na soldagem
d) Chapas acima de sua espessura crítica
1/3
Curso de Inspetof de Soldagem
AN Nível 1
D
7- Dentr e os r ecur sos descr'itos aba ixo, indique aquele(s) que dever á(ao) minimizaI
as defor maçÕes devido à solda gem:
a) Executar semp re a soldagem com o reforço max imo permitido
b) Usar semp r e que possível chanfro em V
c) Utilizar processos de sol dagem que tenham altas velocidades de avanço da poça em fusáo
d) Usar sempre chanfros e processos que propiciem a menor zona fundida
10- Na soldagem de uma junta de topo de duas chapas de aço catbono, o metal de
adiçäo a ser’ empr egado poderá ser escolhido dentro de três opçöes apr'esentadas
abaixo. Tendo em vista minimizar defor maçöes, escolha o metal de adiçäo mais
indicado:
a) Metal de Adição 1
b) Metal de Adição 2
c) Metal de Adìçáo 3
d) Qualquer um dos metais de adiçáo
2/3
Módulo 7
CONTROLE DE DEFORMAÇÕES
11- A fabr icação do casco de um detel minado tr ocador de calor’ com chapas de aço
ca r bono envolve as seguintes oper açÕes: oxi-corte, esmerilhamento, calandragem,
soldagem, usinagem e tr atamento tér'mico.
Indique a seqüência desejável de oper açÕes pat'a minimizar’ deformações:
a) Oxi-corte, esmerilhamento, calandragem, soldagem, usinagem e tr atamento tér mico
b) Oxi-corte, esmerílhamento, calandragem, usinagem, tr atamento térmico e soldagem
c) Oxi-corte, esmerílhamento, calandragem, soldagem, tr atamento térmico e usinagem
d) Oxi-corte, esmerílhamento, calandragem, tratamento térmico, soldagem e usinagem
12- Para a soldagem de um junta de topo em aço car bono são pr opostos tr'ês
processos de soldagem, cujas curvas de r'epar tição térmica estão desenhadas abaixo.
Assinale o processo que menor’ deformação dever'á provocar:
a) Processo A
b) Processo B,
c} Processo C
d) A defor maçáo será igual nos três processos
13- Qual das variáveis abaixo deve constar’ obr igatoriamente de um procedimento de
corr eçÕo de defor'mação por meio do aquecimento localizado:
a) Tipo de gás combustível empregado
b) Tipo de maçarico a ser empregado
c) forma úa regiã0 a ser aquecida
d) Temperatura máxima da região a ser aquecida
e) Todas as alternativas anteriores
14- Descr eva um procedimento para cor r'eção de pequenas deformações angulares
ocor'r idas na soldagem de uma tubulação de aço car bono 6= 8" (203 mm), espessura
de 12,7 mm, confor me croqui abaixo:
3/3
sultorio
METAIS DE BASE
EXERCICI
Módulo 8
METAIS DE BASE
2- Qual o dígito r epresentado por’ letr'a maiúscula que identifica uma especificação
ASTM de metais fer’r’osos*
4- O que é Especificação?
5- O que é Classificação’7
ó- Descreva de for ma sucinta a maneir'a cor reta de localizar, na coleção ASTM, uma
especificação do seguinte assunto: “Exame por meio de ultra-som em juntas
soldadas”.
7- Descr eva de for ma sucinta o modo cor reto de se localizar na coleção ASTM a
especificação A 370:
1/4
Curso de Inspetor de Soldagem
Nível 1
11- A fil ma projetista contr atada por’ uma indústr ia química especificou o uso de
chapa de aço-liga, com teor de molibdênio, par'a o corpo de uma caldeir a estacionár'ia
da fábr'ica. Conhecendo detalhes do pt ojeto, o cliente sabia que o limite de f esistência
a sef atendido pela chapa do vaso dever ia situar-se entre 75 a 95 ksi. Solicita-se:
a) A especificação da chapa e o seu grau
c) Em funçáo de duas paradas por ano, para inspeção das tubulações internas, o projetista
especificou o requisito suplementar S 7, S 8 e S 14 Pede-se informar quais os ensaios
mecânicos obrigatórios e suplementares e seus valores de aceitação.
e) Considerando que a Ordem de Compra emitida para a usina não especificou o tratamento
térmico, como deverá proceder a inspeção contratada pelo cliente?
2/4
Módulo 8
METAIS DE BASE
13- Um caso de pressão, a ser utilizado me baixas temperatur as, necessita de flanges
laminados de aço-liga contendo 8^/o Ni. Estes flanges, por’ imposição de pr'ojeto, possuem, em
suas seçóes maior'es, 75 e 130 mm. A partir’ dessas informações, indaga-se:
a) Qual o tipo de forjado quanto ao teor de Ni?
b) Qual a norma aplicável para verificação dos métodos de ensaios das chapas 7
c) Localize essa norma. De acordo com ela, como deve ser feita a identificação das chapas*
3/4
ŠUlÎOfİO
SAIOS MECANICOS
E
MACROGRAFICOS
EXERCICI
Módulo 9
UND ENSAIOS MECÂNICOS E
MACROGRÁFICOS
1 - Tr ês fator es básicos contr'ib uem par a o tipo de fr atur a fr ág il por cliva gem. Ex plique
sucinta mente de que maneir'a um desses tr ês fator es contr ibui par'a ocor r ên cia da
fr atur a fr'ágil. Sã o eles:
a) Estado triaxial de tensões
b) Alta taxa de deformações
c) Baixas temperaturas
7- QuaI a difer ença entr e o ens a io de im pacto Char'py e o ens aio de queda livr e 7
1/15
Curso de Inspetor’ de Soldagem
Nível 1
13- Cite qual é o caso em que se utiliza o cor po de prov a Charpy de tamanho r eduzido..
l4- Explique, sucintamente, a cor r'elação entre a ener gia absor vida e a aItur'a atingida
pelo pêndulo após a r uptura do corpo de prova.
b) A finalidade do ensaio.
2/15
Mód ulo
ENSAIOS MECÂ NICOS E MACROGRÁFICOS
9
20- For am ensa ia dos, em qued a liv r'e, dois cor pos de pr ova: x e y, de um mesm o
matef iaI. O CP x foi submetido a um tf'abaIho mecâ nico a fr io e o CP y foi r'ecoz ido.
Supo ndo a aItur a constante, como se r ela ciona m as car gas de i m pacto seleciona das
para os ens aios dos dois cor pos de pr ova:
a) Fx > Fy
b) dx< Fy
c) Fx = by
d) NRA
21- Observe na fig ura a seguir’, a or ientação dos cor pos de pr'ova X e Y, retir'ados de
uma mesma chapa. Após o ensa io, a temperatura NDT dos corpos de pr'ova X e Y
esta rá r elacionada da seguinte maneir a:
2 2- For'am ensaiados em queda livre dois mateiiais distintos. Antes do ensaio, foi
t ealízada uma microg r afia dos dois mater iais, verClicando-se r•a micf o-estr\Jtur'a de x,
30°/o do constituinte fer’r’ita e 7O% do agr egado ler r'ita + cementita. A micro-estr’utur’a
de Y apresentou-se com 90°/o do constituinte fer r ita e 10°/o do agregado ler r ita +
cementita. Pode-se supor que após o ensaio:
a} O CP X api esentará a transição ductil frágil com o abaixamento da temperatura, mais
marcadamente do que o CP Y
b) O C'P X apresentará a transição dúctil frágil com o abaixamento da temperatura, menos
marcadamente do que o CP Y
c) Os dois apresentaráo transição ductíl frágil de maneira idêntica com o abaixamento da
temperatura
d) As temperaturas NDT de X e Y serão iguais
3/15
Cur so de Inspetor de Soldagem
Nîvel 1
25- 0s cor pos de prova utilizados na medição de dureza devem atender a requisitos
de, por exemplo, pr epar açao de super fície, espessur'a minima e posicionamento.
3ustifique cada um desses I equisitos
26- 0s métodos de dur'eza que se baseïam na medição da pr'ofundidade de impr essão säo:
a) Apenas o método Brinell
b) Apenas o método Vickers
c) 0s métodos Rockwell e Brinell
28- Na mediçäo de dur eza Br'inell, de aços, penetr ador es esfér icos de 5 e 10 mm
de diâmetro for'am utilizados associados, r'espectivamente, às cargas de:
a) 750 a 3000 kgf
b) 1250 e 1 00 kgf
c) 3000 e 15,625 kgf
d) 62,5 e 1000 kgf
29- Quais os tipos de penetr adores utilizados no ensaio de dur eza Rockwell nor mal 2
30- A r epr'esentação de uma medição de dur'eza Br'inell pode ter a for ma:
a} 100HB 10
b} 100HB
c) 100HB 100
d) NRA
4/15
Mód ulo
..„
MMD
, .„:
ENSAIOS MECÂ NICOS E MACROGRÁ
9 FICOS
33- Cite qua I o meio utilizado para confer ência de usinagem do r aio do enta Ihe num
cor po de prova Char py A.
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Œ Curso de Inspetor de Soldagem
Ó Nível 1
EN
40- ”A ener'gia absor'vida pelo pêndulo em oscilaçäo livr e, de uma máquina de impacto,
deve ser’:
a) Somada ao valor obtido
b) Nlultîplicada pelo valor obtido
c) Dividida pelo valor obtido
d) Não considerada
e) Diminuída do resultado
42- Dos mater iais abaixo, cite aquele que pode apr esentar’ mudanças de
comporta mento (de dúctil para fr ágil), quando submetîdo a ensaio de impacto à
temğeratur'a !nfer'íor’ a Û° C:
a) Fe yofundbdo
c) Aço austenítico
d) Aço ferrítico
e) Nenhuma das respostas é ver dadeira
43- Assinale a afir mativa cor reta em relaşão ao ensaio de impacto Char py:
a) Um alto valor indicado no mostrador da máquina de ensaio corr esponde a um material de
excessiva fragilidade
b) Um valor baixo indicado no mostrador da máquina de ensaio estã relacionado à fragilidade
excessiva do CP e alta absorção de energia
c) Um valor alto indicado no mostrador da máquina de ensaio está r elacionado a uma
elevada tenacidade do CP e alta absorção de energia
d) Não há possibilidade de se relacionar fragilidade, tenacidade e energia absorvida com o
valor indicado no mostrador da máquina de ensaio
e) NRA
44- o valor mais alto t30 hgf.m) indicado no mostr'ador’ da máquina de ensaio de
impacto é r'efer ente à:
a) Energia do pêndulo na parte mais baixa da trajetória
b) Energia do pêndulo na parte mais alta da trajetória ,
c} Energia do pêndulo em qualquer instante da trajetória
d) Energia do pêndulo após a r'uptura de qualquer corpo de prova
e) Náo há relação entre o valor máximo indicado e a trajetór ia do pêndulo
6/15
Mód u lo
ENSA1OS MECÂ NZ COS E MACROGRÁ
9 FICOS
45- Cite os cr itér ios utilizados na avaliaçäo dos r esultados do ensaio de ïmpacto.
49- Dois cor pos de pr ova de mesmas dim ensöes submeter am-se a ensa io de
dobr amento guiado. O CP X foi ensa iado com um cutelo de diâmetr'o duas vezes menor
que o utilizado par'a o ensa io do CP Y. Mantendo-se inalter adas as dem ais condiçôes de
execuşäo do ensa io, pode-se concluir’ que:
a) Com a utiliz açáo de um cut°lo duas vezes ma ior para o CP Y, o m=smo ri1o t=v° ccndiçõ=s
de ser ensaiado
b) O CP Y sofre ma ior alonga mento na zona de traçáo do que o CP X
c) O CP X apr esentou maio r deformaçáo na regiáo de traçáo do que o CP Y
d) Existem duas alter nativas corr etas
e) Nada se pode afirmar
50- Um cor po de prova soldado, tipo transversa I de face, foi submetido ao ensaio de
dobr amento. Na avaliaçäo dos r esultados do ensaio, o inspetor de soldagem pr'ocurou
obser'var:
a) Descontinuidade na zona de traçáo, na face da solda do corpo de prova
b) Descontinuidades na zona de compressão, na face da solda do corpo de prova
c) Descontinuidades na zona de tração, na raiz da solda do cor po de prova
d) Dobras de laminaçáo na chapa, na zona de tração do corpo de prova
e) NRA
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Cur so de Inspetor de Soldagem
Nível 1
56- O gráfico tr açado pela máquina num ensaio de traşão tern como abscissas as
defor'maçöes e como or denadas as cafgas F. Esse gráfico tern a mesma forma do
dia gr ama tensão a - defor maçao E. Explique por quê.
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Curso de Inspetor de Soldagem
Nível
6O- Justifique, cor r igindo, as alternativas falsas indicadas na questão anter ior’.
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? Módulo 9
FÕ ENSAIOS MECÂ NICOS E MACROGRÁ FICOS
63- Cite e descr'eva cada uma das 4 etapas necessár ias pa ra o cálculo do alonga mento.
64- Disserte sobre a impor tância dos ensaios mecânicos no caso dos metais em ger'al e
no caso específico de soldas.
65- Os dados a seguir for am obtidos dur'ante um ensaio de tr'ação de um aço de baixo
car bono, de 0,5 in de diâmetro e 2 in de compf imento, na r egião de r efer ência:
Ca rga (b) Alongamento (in) Carga (b) Alongamento (in)
500 0,00016 6300 0,0200
1000 0,00032 7000 0,0600
1500 0,00052 7500 0,0800
2000 0,00072 8500 0,1200
259ü ” 0,0ü0ô9 9óú0 0,16U0
3000 0,00105 10000 0,2600
3500 0,00122 10100 0,3000
4000 0,00138 10200 0,5000
4500 0,00154 10050 0,5800
5000 0,00175 9650 0,7000
5500 0,00191 9100 0,7600
6000 " 0,00204 8100 0,7600
Responda:
a) Qual o valor de tensão cor r espondente ao limite de resistência à tração do material?
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Curso de Inspetor de Soldagem
Nível 1
67- Associe a carga total de cada linha com o tipo de dureza Rockwell.
Pré-ca r ga Suplemento de Carga Tota I Grupo de Dureza
( Kgf) carga (kgf) Rockwell
10 OS 15
03 1Z 45
03 57 60
10 35 45
10 50 60
10 140 150
10 90 1 00
03 27 30
68- Cite as cargas que podem ser utilizadas empregando-se a dureza Rockwell normal.
ó9- Chega-se ao r esultado de um ensaio de dut eza Rockwell pr'imeir amente fazendo-
se a mediçao:
a) Da profundidade da impressáo
Dj Das õiagonais ôa impressao
c) Do diâmetro da impressáo
d) Diâmetro do penetrador
e) Duas alternativas estão corretas
71 - Cite dois tipos de aços nos quais se aplicaa r elaçäo entr'e dur'eza e limite de
r esistência à tr açao.
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Mód ulo
AND ENSAIOS MECÂ NICOS E MACROGRÁFICOS
9
74- Utilizando-se de dur ômetr os por táteis, par a medição de dureza Br inelf, chega -
se aos r esultados atr'avés:
a} Da medição da reaçáo provocada no penetrador após o alivio da pré-carga
b) Da comparação das diagonais das impressões
c) Da medição da profundidade das impr essões
d) Da comparaçáo dos diâmetros das impressões
e) Ha duas alternativas corretas
75- Cite quais säo os dois tipos de infor'maçöes que podem apar ecer' gr avadas numa
bar ra padr ăo, utilizada num dur omêtr o portátil par'a deter minaçäo da dur'eza Br'inell.
76- Cite duas condiçöes de ensaio que podem tomaf impr ecisos os r esultados
encontr ados nas tabelas de conversäo de dureza.
79- Definir os tipos de heter ogeneidades pr esentes numa macr oestr utura.
80- Que cuidados deveräo ser tornados na pr epar açao de cor'pos de prova par'a um
ensaio macrogr áfico?
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Curso de Inspetor’ de Soldagem
Nível 1
^.- homo ë ?=•'to o t=gïs1r’o dos =nsaïos rr'•ac• og• üfïcos pe•o mü.ono Je Daur ›ann•
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Módulo 9
UN ENSAIOS MECÂNICOS E MACROGRÁFICOS
D
87- ‘ Os desenhos a seguif ‹epr esentam cor pos de prova par a ensaio de dobr'a mento,
obtidos a partif de uma j unta soldada. Consider ando-se a região hachurada dos
desenhos como o Iado que ser á ensa iado, indicar em cada desenho (que devef á ser’
r ept oduzido na continuidade do texto, à mão livre}:
a) O tipo de ensaio de dobramento, com relação à orientação do corpo de prova
b) Com a seta 1 m, o Iado que sofr er á tração, do corpo de prova
c) Com a seta 2 m, o lado em que será aplicado o cutelo no corpo de prova
d) Se o formato do CP não estiver correto, explicar (desenhando e/ou escrevendo) como
deveria ser esse corpo de prova
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