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Doenças Cardiovasculares: Pericardite e Miocardite

O documento aborda as condições cardiovasculares de pericardite, miocardite e endocardite, detalhando suas definições, classificações, etiologias, manifestações clínicas, diagnósticos e tratamentos. Cada condição é analisada em termos de cuidados de enfermagem e diagnósticos relevantes, enfatizando a importância do manejo adequado e monitoramento dos pacientes. A informação é baseada em diretrizes e estudos recentes, visando fornecer um entendimento abrangente sobre essas doenças cardíacas.

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Paulo Rodrigo
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Doenças Cardiovasculares: Pericardite e Miocardite

O documento aborda as condições cardiovasculares de pericardite, miocardite e endocardite, detalhando suas definições, classificações, etiologias, manifestações clínicas, diagnósticos e tratamentos. Cada condição é analisada em termos de cuidados de enfermagem e diagnósticos relevantes, enfatizando a importância do manejo adequado e monitoramento dos pacientes. A informação é baseada em diretrizes e estudos recentes, visando fornecer um entendimento abrangente sobre essas doenças cardíacas.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ

CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM ENFERMAGEM


CLÍNICA E CIRÚRGICA

PERICARDITE, MIOCARDITE E
ENDOCARDITE

Discentes: Daylane Oliveira, Francianne, Izabelle Santos, Paulo Rodrigo

Orientadora: Prof. Dra. Dirley Cardoso


LOCALIZAÇÃO DO CORAÇÃO
ANATOMIA DO CORAÇÃO
ANATOMIA DO CORAÇÃO
Conforme a Organização Pan-Americana da Saúde (2017) as
doenças cardiovasculares (DCV) constituem um conjunto de
condições que acometem o coração e os vasos sanguíneos.

Ministério da Saúde: Estratégia de Saúde


Cardiovascular (ECV) Portaria GM/MS nº 3.008
PERICARDITE

É uma inflamação do pericárdio. Pode ser de origem primária ou pode desenvolver-se


durante vários distúrbios clínicos e cirúrgicos. Pode ocorrer com ou sem derrame
entre as duas camadas de tecido.

Classificação:
Pericardite aguda (< 6 semanas);
Pericardite Subaguda: ocorre em
semanas/ meses após o evento
desencadeador
Pericardite crônica ou persistente:
(> 3 meses).
Pericardite constritiva:
(Montera et al., 2013; Chiabrando, 2020)
CLASSIFICAÇÕES

AGUDA SUBAGUDA CRÔNICA

Inflamação
Ocorre em semanas Derrame pericárdico
derrame pericárdico
ou meses; Tamponamento
possibilidade:
prolongamento da pericárdico
miopericardite e
aguda
tamponamento cardíaco
recidir ou evoluir
Pericardite constritiva
Crônica
Espessamentos inflamatórios e fibróticos
importantes do pericárdio.
Subaguda Os folhetos parietal e visceral aderem-se
mutuamente ou ao miocárdio.
compromete do enchimento ventricular,
Efusivo Constritivo diminuindo o volume de ejeção e o débito
cardíaco
congestão venosa sistêmica gerando ascite
elevação crônica da pressão venosa
sistêmica e da pressão venosa hepática
gerando cirrose cardíaca
Gera: Derrame Pleural
ETIOLOGIA

Doenças Inflamatórias Infecção Fúngica Uremia

Infarto do Miocárdio Doença Auto imune Trauma

Infecção Bacteriana
Síndrome (Dressler) Câncer

Radioterapia Fármacos Infecção Viral


Dor torácica.
MANIFESTAÇÕES Febre;
Atrito Pericárdico
CLÍNICAS Aumento da contagem de leucócitos;
Elevação do nível da proteína C reativa;
Dispneia;
Tamponamento cardíaco
Hipotensão arterial;
Edema Pulmonar
Taquipneia
Tosse Improdutiva
Fraqueza
Calafrio
Derrame pericárdico
DIAGNÓSTICO

História clínica;
Radiografia de Tórax, ecocardiograma;
Tomografia computadorizada e
ressonância magnética;
Eletrocardiograma (ECG);
Biópsia por pericardioscopia assistida
por vídeo.

Raramente é possível notar a linha da gordura


pericárdica fazendo a silhueta cardíaca.
Tomografia
Ecocardiograma
computadorizada

Maior sensibilidade e especificidade que o


Confirma presença, quantidade, localização do líquido Ecocardiograma para o diagnóstico de derrame
pericárdico loculado e de espessamento pericárdico
TRATAMENTO

Analgésicos;
Anti-inflamatórios;
Corticosteróides;
Repouso;
Dieta hipossódica;
Determinar e tratar a causa;
Drenagem por pericardiocentese,
drenagem em cirurgia aberta ou
pericardioscopia.
PERICARDIOCENTESE
Indicações:
Tamponamento Cardíaco
Derrame pericárdico > 20 mm
Suspeita de pericardite purulenta ou tuberculosa

Contraindicações:
Suspeita de dissecção de aorta
Se o diagnóstico pode ser feito por métodos
menos invasivos ou o derrame não é grande e está
diminuindo com anti-inflamatórios

Contraindicações relativas:
Coagulopatia não corrigida
Plaquetopenia (<50 mil/mm3)
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
1. Dor Aguda: Relacionada à inflamação do pericárdio, evidenciada por queixas de dor
torácica intensa, que pode ser exacerbada pela respiração profunda.

2. Alteração da Perfusão Tissular: Devido à possível presença de derrame pericárdico,


evidenciada por sinais de hipotensão, taquicardia e dificuldade respiratória.

3. Ansiedade: Relacionada à preocupação com a condição de saúde, evidenciada por agitação,


inquietude e expressões verbais de medo.

4. Ineficácia da Ventilação Pulmonar: Relacionada à dor torácica e à limitação da mobilidade


torácica, evidenciada por alteração nos padrões respiratórios e baixa saturação de oxigênio.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM

1. Avaliação Inicial 4. Cuidados com o Conforto


Histórico Clínico Repouso
Exame Físico Posicionamento
Apoio Emocional
2. Monitoramento
5. Educação do Paciente
Sinais Vitais
Informar sobre a doença
Avaliação da dor
Reconhecimento de sinais de alerta

3. Administração de medicamento
6. Prevenção de Complicações
Anti-inflamatórios Monitorar Sinais de Tamponamento
Corticosteróides Cardíaco
MIOCARDITE
Doença inflamatória do miocárdio;

Manifesta maior prevalência no sexo masculino,


principalmente adulto jovem, sendo uma das
principais causas de morte súbita em pessoas com
menos de 40 anos de idade e em crianças.

Na América do Sul e, especialmente, em algumas


regiões do Brasil, a miocardite tem como maior
prevalência o agente etiológico Trypanosoma
cruzi.
CLASSIFICAÇÕES

AGUDA SUBAGUDA CRÔNICA


delimitada até o delimitada entre o Delimitada 15 até
terceiro dia de quarto ao décimo o 90 dia após a
inoculação quarto dia de inoculação
inoculação
ETIOLOGIA

Infecciosa

Não Infecciosa

Idiopática
FISIOPATOLOGIA

RESPOSTA NECROSE DE
INFECÇÃO IMUNOLÓOGICA MIÓCITOS

INSUFICIÊNCIA FIBROSE
INFLAMAÇÃO
CARDÍACA MIOCÁRDICA
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
Insuficiência cardíaca: fadiga, dispneia e edema.
Sobrecarga hídrica com estertores
pulsos venosos jugulares elevados
Morte Súbita: arritmia e síncope ou palpitações súbitas
inflamação pericárdica: dor torácica, precordial ou subesternal, pode
irradiar-se para pescoço, linha do trapézio (especialmente à esquerda)
ou ombros.
Febre
Mialgias
Exantema e linfonodos aumentados
Cardiomiopatia Dilatada
Necrose miocárdica
Baixo débito cardíaco
Dilatação e disfunção ventricular assintomática
Lipotimia
Taquicardia
TRATAMENTO
dieta hipossódica:
repouso
miocardite infecciosa: terapia de suporte para insuficiência cardíaca e arritmias associadas.
O tratamento da insuficiência cardíaca é feito com diuréticos e nitratos para alívio dos
sintomas. Nos casos da insuficiência cardíaca fulminante, bomba de balão intraaórtica
(BBIA), dispositivos de assistência ventricular esquerda (DAVE) ou transplantação podem
ser necessários(Brian D. Hoit, 2022).
Tratam-se as arritmias atriais e ventriculares com terapia antiarrítmica. Pode-se tratar
bloqueio cardíaco com estimulação temporária, mas pode exigir a inserção de marca-passo
permanente se as anormalidades de condução persistirem. (Brian D. Hoit, 2022).
miocardite por hipersensibilidade: interrupção imediata do fármaco causador
miocardite por hipersensibilidade: terapia com corticoides.
Transplante cardíaco
DIAGNÓSTICO

Eletrocardiograma; Hemograma completo (HC)


Ecocardiograma; Cateterismo Cardíaco
Ressonância Biópsia do tecido miocárdico
Exames bioquímicos de rotina:
Magnética Cardíaca
culturas, testes autoimunes, HIV,
Enzimas cardíacas:
infecção por SARS-CoV-2,
anormais, troponina fixação de complemento para
cardíaca como a CK- histoplasmose ou teste para a
MB, proteína C doença de Lyme (em áreas
reativa, isoenzimas. endêmicas) e testes de anticorpos
contra coxsackievírus, vírus da
influenza e estreptococos.
DIAGNOSTICOS DE ENFERMAGEM

Débito cardíaco Perfusão tecidual Intolerância à Risco de desequilíbrio


diminuído periférica ineficaz atividade de eletrólitos

Volume de sangue Diminuição da Dificuldades para completar Especialmente se estiver em


bombeado pelo coração é oxigenação dos tecidos atividades diárias devido ao tratamento com
insuficiente para atender periféricos, geralmente comprometimento do débito medicamentos como
às necessidades do corpo associada à redução do cardíaco e à fadiga diuréticos.
débito cardíaco e resultante da miocardite
vasoconstrição.

(SOARES et al., 2021).


CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Taquicardia, febre e sinais de Sinais e sintomas relacionados à


1 2 insuficiência cardíaca e arritmias
intoxicação digitálica

Monitoramento dos sinais vitais, da Orientar o paciente acerca da


3 oxigenação, ingestão hídrica e do
4 necessidade de adesão terapêutica e
balanço hidroeletrolítico do paciente; estratégias não-farmacológicas.
administração de medicamentos
prescritos

(HINKLE & CHEEVER, 2020).


ENDOCARDITE
DEFINIÇÃO E FISIOPATOLOGIA

A endocardite infecciosa (EI) é uma infecção do revestimento


interno do coração (endocárdio), geralmente das válvulas,
causada pela entrada de patógenos no sangue. Os principais
agentes são bactérias, como Staphylococcus aureus e
estreptococos do grupo viridans, podendo incluir fungos em
casos raros (SANTOS et al., 2020).

Fisiopatologia: A infecção se inicia quando patógenos se fixam


em uma lesão endotelial, formando vegetações compostas por
fibrina, plaquetas e colônias bacterianas. Essas vegetações
podem levar à destruição do tecido cardíaco, embolia (quando
fragmentos se deslocam para outros órgãos), e insuficiência
cardíaca grave (CORRÊA et al., 2024).
CLASSIFICAÇÕES
TIPOS CLÍNICOS

Endocardite Aguda: Endocardite Subaguda:

Evolução rápida e agressiva, com Sintomas mais vagos e de evolução lenta,


sintomas graves como febre alta, como febre intermitente, fadiga e perda de
calafrios, e insuficiência cardíaca. O peso, geralmente causada por patógenos
principal patógeno é o Staphylococcus menos virulentos, como os estreptococos do
aureus. Essa forma requer tratamento grupo viridans. Costuma afetar pacientes
médico urgente (CORRÊA et al., 2024). com valvopatias ou próteses valvares
(SANTOS et al., 2020).
CLASSIFICAÇÕES
LOCALIZAÇÃO

Valva Nativa: Acomete válvulas cardíacas


naturais. Mais comum em pacientes sem
histórico de cirurgias cardíacas.

Valva Protética: Acomete próteses valvares


e dispositivos implantados, com maior risco
de complicações (CORRÊA et al., 2024).

Usuários de Drogas Intravenosas: Afeta


principalmente a valva tricúspide, com
menor taxa de mortalidade (SANTOS et al.,
2020).
Endocardite Aguda:
Febre alta, calafrios,;
Sudorese;
Rápida deterioração do estado geral;
Sinais de insuficiência cardíaca.

SINAIS & Endocardite Subaguda:


Febre intermitente;
Cansaço extremo;
SINTOMAS Perda de peso
Sintomas vagos que podem retardar o diagnóstico.

Outros sintomas comuns:


Embolizações sépticas (complicações em
órgãos como pulmões, cérebro e rins);
Lesões cutâneas como manchas de Janeway;
Nódulos de Osler (SANTOS et al., 2020).
DIAGNÓSTICO
Critérios de Duke Modificados: utilizados para confirmar a endocardite.
Critérios maiores incluem hemoculturas positivas e evidências em
ecocardiografia (vegetações ou abscessos) (CORRÊA et al., 2024).

Critérios menores: fatores predisponentes (doença cardíaca prévia, uso de


drogas intravenosas), febre acima de 38°C, fenômenos vasculares (embolia,
aneurismas micóticos) e imunológicos (nódulos de Osler, lesões de Roth)
(SANTOS et al., 2020).

Nódulos de Osler Lesões de Roth


DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM

Risco de Infecção Fadiga


Relacionado à: presença de Relacionado à: infecção crônica e estado
bacteremia e vegetações sépticas. debilitado do paciente.

Risco de Embolia Débito cardíaco diminuído


Relacionado à: possibilidade de Relacionado à: destruição das válvulas
fragmentos das vegetações cardíacas cardíacas e comprometimento da função
se desprenderem e causarem cardíaca.
embolização em outros órgãos, como
pulmões, cérebro ou rins.

(CORRÊA et al., 2024) e (SANTOS et al., 2020)


TRATAMENTO

Intervenção Cirúrgica Cuidados de Suporte


Terapia Antibiótica
Cerca de 50% dos casos podem O acompanhamento inclui
O tratamento deve ser iniciado
necessitar de cirurgia, monitoramento de sinais vitais e
imediatamente, com antibióticos
especialmente quando há funções cardíacas, prevenindo
de amplo espectro (penicilinas,
insuficiência cardíaca grave, complicações como insuficiência
cefalosporinas, vancomicina)
abscessos ou grandes vegetações cardíaca e embolizações sépticas
ajustados conforme resultados
com risco de embolização. A
das hemoculturas. O tratamento
substituição da válvula afetada é (SANTOS et al., 2020).
é administrado por 4 a 6 semanas,
a principal intervenção cirúrgica
de forma intravenosa, devido à
dificuldade de penetração nas
(CORRÊA et al., 2024).
vegetações cardíacas

(SANTOS et al., 2020).


CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Monitoramento Contínuo: Controle regular da Cuidados com Higiene Oral: A boa higiene oral é
frequência cardíaca, pressão arterial e temperatura essencial para prevenir infecções. Pacientes devem ser
para detecção precoce de deterioração (SANTOS et orientados sobre a importância da higiene e o uso de
al., 2020). antibióticos profiláticos antes de procedimentos
dentários (SANTOS et al., 2020).
Administração de Antibióticos: Garantir a
administração correta dos antibióticos no horário Promoção do Repouso: Planejamento de atividades e
prescrito, monitorando para reações adversas e períodos de descanso adequados para minimizar a
adesão ao tratamento (CORRÊA et al., 2024). fadiga e o estresse cardíaco (NANDA, 2021).

Educação do Paciente e Família: Orientar sobre a importância do


tratamento contínuo e sinais de complicações, além de enfatizar a
profilaxia antibiótica em cirurgias e procedimentos odontológicos
(CORRÊA et al., 2024).
REFERÊNCIAS
1. ACKERMAN, M. J. et al. Nursing Diagnoses in Medical-Surgical Nursing. 6. ed. St. Louis: Elsevier, 2020.

2. ALL, J. E. Guyton E Hall Tratado de Fisiologia Médica. 13. ed. [s.l.] Elsevier Editora Ltda, 2017.

3. American Heart Association. (2021). Pericarditis: Diagnosis and Treatment.

4. CARVALHO, L. do C. et al. Os agentes desencadeantes das diversas formas de Pericardite: uma abordagem cardiológica. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, v. 11, n. 5, p. e49311528588, 2022.

5. CORRÊA, Júlia d’Ávila et al. Endocardite: epidemiologia, manifestações clínicas e tratamento. Journal of Social Issues and Health Sciences, Teresina, v. 1, n. 5, p. 1-7, 2024.

6. CORRÊA, J. D'Á.; AL., E. Endocardite: epidemiologia, manifestações clínicas e tratamento. Zenodo, 2024. Disponível em: <[Link] Acesso em: 17 set. 2024.

7. Doenças cardiovasculares: principal causa de morte no mundo pode ser prevenida. Disponível em: <[Link]

causa-de-morte-no-mundo-pode-ser-prevenida>. Acesso em: 17 set. 2024.

8. Estratégia de Saúde Cardiovascular. Disponível em: <[Link] Acesso em: 17 set. 2024.

9. FRADE, G. L. F. et al. Miocardite: uma revisão da literatura. Revista Brasileira de Desenvolvimento, v. 8, n. 10, p. 65386–65397, 2022.

10. HINKLE, JANICE L.; CHEEVER, KERRY H. Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. v. 1. ISBN 978-85-277-3694-7.

11. HOIT, Brian D. Pericárdio e pericardite. Case Western Reserve University School of Medicine. Revisado/corrigido: jun. 2022.

12. HOIT, B. D. Miocardite. Disponível em: <[Link] Acesso em: 17 set. 2024.

12. LOPEZ, J. A., PÉREZ, R. S. (2022). "Pericarditis: A Review of Nursing Interventions." Nursing in Critical Care.

13. MONTERA, M. W. et al. I Diretriz Brasileira de Miocardites e Pericardites. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 4, p. 01-36, 2013.

14. MONTERA, M. W. et al. Diretriz de Miocardites da Sociedade Brasileira de Cardiologia –2022. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 1, p. 143–211, jul. 2022.

15. MCPHERSON, C. et al. (2020). "Nursing Management of Pericarditis." Journal of Cardiac Nursing.

16. NANDA INTERNATIONAL. Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2021-2023. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2021.

17. SANTOS, Jéssica Moreira et al. Desafios da endocardite infecciosa: uma revisão integrativa. Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research, v. 32, n. 3, p. 75-83, 2020.

18. SOARES, Vivian Lavor; POLTRONIERI, Nadja Van Geen; KOBAYASHI, Rika Miyahara; SIMONETTI, Sérgio Henrique; GASPAR, Adrielly Raymundo. Intervenções de enfermagem ao paciente com

miocardite pós COVID-19: estudo dirigido. Revista da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, São Paulo, v. 31, supl.

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