Guia Prático de Gestão de Riscos ANTT
Guia Prático de Gestão de Riscos ANTT
Riscos em Processos
Escritório de Processos Organizacionais
2022
ii
Sumário
01 Introdução 02
Gestão de Riscos 02
04 Competências
Arcabouço Legal 05
Framework 19
20 Referências
Introdução
Diante de todo o aperfeiçoamento de mecanismos de Capítulo IV - Dos Órgãos Específicos Singulares
governança demandados pela Administração, a gestão de Seção I - Da Superintendência de Governança, Gestão
riscos se destaca como um de seus principais componentes, Estratégica e de Pessoal
uma vez que atua no sentido de otimizar e aprimorar os
processos de tomada de decisão, com reflexos na melhor Art. 28. À Superintendência de Governança, Gestão
alocação de recursos e no aumento da eficiência e eficácia no Estratégica e de Pessoal compete:
tratamento das incertezas inerentes às atividades da (...)
organização. IV - coordenar e implantar ações visando o desenvolvimento
institucional, em especial a gestão de riscos, por processos,
A gestão de riscos no setor público brasileiro emerge em projetos, compliance e governança;
decorrência de demandas da sociedade pela eficácia,
eficiência e efetividade das instituições públicas na entrega de Isto posto, a publicação da Segunda Edição do Guia de Gestão
bens, serviços e resultados que representem respostas de Riscos configura-se, a partir de agora em um processo de
efetivas e úteis às necessidades de interesse público (BRASIL, início de consolidação onde gradualmente se aprimora a
2017). Nesse contexto, o desempenho das organizações capacidade de identificação de riscos em potencial e o
públicas em entregar valor e alcançar os seus objetivos de respectivo estabelecimento de respostas.
forma otimizada torna-se fundamental (BRASIL, 2018).
Por este motivo, a Gestão de Riscos possibilitará a percepção
No âmbito da Agência Nacional de Transportes Terrestres – do aumento da eficácia, da eficiência e da efetividade em
ANTT, esta prática se iniciou no ano de 2017, a partir dos processos da ANTT, buscando a melhor utilização de recursos,
estudos para elaboração da Política de Gestão de Riscos da a melhor gestão de seus processos e consequentemente
Agência Nacional de Transportes Terrestres - PGR/ANTT, aperfeiçoando os serviços ofertados aos cidadãos.
seguida da instituição do Comitê de Governança, Riscos e
Controle – CGRC [2]. Posteriormente foi estabelecida a
Metodologia de Avaliação e Tratamento de Riscos - MATR.
Gestão de Riscos
Risco "Produtos e resultados gerados, preservados ou
entregues pelas atividades de uma organização que
As antigas civilizações gregas, romanas e judaicas representem respostas efetivas e úteis às necessidades
acreditavam que antever o futuro era um dom imputado ou às demandas de interesse público e modifiquem
apenas a oráculos os quais detinham o monopólio sobre todo aspectos do conjunto da sociedade ou de alguns grupos
específicos reconhecidos como destinatários legítimos
o conhecimento humano e a capacidade de realizar previsões
de bens e serviços públicos." (BRASIL, 2017)
sobre eventos futuros.
Gestão de Riscos
IV - integrar as informações relacionadas a riscos e Ser implantada por meio de ciclos de revisão e
controles de gestão ao processo do Planejamento melhoria contínua. A implantação da gestão de riscos
Estratégico da ANTT e outros processos institucionais; deve ser um processo gradual e progressivo, com
V - promover o constante aprimoramento dos revisões periódicas, a partir de mudanças
processos de tomada de decisão e do tratamento organizacionais e/ou no ambiente externo e dos
adequado dos impactos negativos decorrentes da resultados das avaliações do funcionamento do sistema
ocorrência de evento; e de gestão de riscos.
VI - aumentar a probabilidade de alcance dos objetivos
estratégicos da ANTT, reduzindo os riscos a níveis Considerar a importância dos fatores humanos e
aceitáveis. culturais. A percepção sobre os riscos e seus impactos
no alcance dos objetivos depende das características
Cabe destacar que os princípios elencados pelo Manual de das pessoas responsáveis pela gestão desses riscos e
da cultura de determinado órgão ou área da instituição
Gestão de Riscos do Tribunal de Contas da União – TCU, são
em que esses riscos são avaliados. Nesse sentido, uma
bastante semelhantes àqueles definidos para a gestão de
boa gestão de riscos deve considerar a influência dos
riscos da ANTT:
fatores humanos e da cultura organizacional na
identificação, na avaliação e no tratamento dos riscos.
Fomentar a inovação e a ação empreendedora O sucesso ou fracasso da gestão de riscos depende da
responsáveis. Ao realizar algo que nunca foi feito antes cultura organizacional.
ou que implique riscos, identificar, avaliar e tratar esses
riscos aumenta a chance de sucesso. Mesmo que a Ser dirigida, apoiada e monitorada pela alta
iniciativa não tenha sucesso por algum motivo, estará́ administração. A alta administração tem a
documentado que o gestor tinha consciência dos riscos responsabilidade de conduzir o processo de
e adotou as providências necessárias para mitigá-los, implantação, de manter o sistema funcionando com
o que demonstra uma gestão responsável. eficiência e economicidade.
Competências
Conforme disposto na Deliberação ANTT n.º 87/2017, por
meio da qual foi aprovada a política de Gestão de Riscos da
Agência Nacional de Transportes Terrestres, destacamos I - estabelecer as diretrizes, estratégia da organização e
inicialmente as competências e responsabilidades de todos os a Estrutura de Gestão de Riscos; e
atores envolvidos no processo de Gestão de Riscos da II - assegurar a efetividade da estratégia e da Estrutura
de Gestão de Riscos da organização.
Autarquia. Parágrafo Único. O Diretor-Geral se comprometerá com
a disponibilização dos recursos necessários para auxiliar
o Comitê de Governança, Riscos e Controle na
efetivação da Gestão de Riscos na ANTT.
ETOR GERAL
máximo de até 60 dias a partir da publicação desta
DIR Deliberação.
IA COLE
TOR GIA I - elaborar e aprovar normas, metodologia, plano de
TÉ
PO CN
Riscos da ANTT às regulamentações, leis, códigos,
COMITÊ DE
CI
D
ONTROLE
ON
COR
Arcabouço Legal
NBR ISO
31000:2009
Deliberação ANTT IN CGU/MPOG
n.º 72/2019 n.º 1/2016
PROCESSOS
ETAPAS
GESTÃO DE RISCOS
As seis etapas para uma gestão de riscos adequada
ESTABELECIMENTO DE CONTEXTO
1 Compreensão do ambiente externo e interno no qual o objeto de gestão de riscos se encontra
inserido.
2 AVALIAÇÃO DE RISCOS
Identificação e a descrição dos riscos relacionados aos objetivos e resultados envolvendo a
identificação de possíveis fontes de risco.
3 ANÁLISE DE RISCOS
Desenvolvimento da compreensão sobre o risco e à determinação do nível do risco
4 COMUNICAÇÃO E CONSULTA
Identificação das partes interessadas e ao compartilhamento de informações relativas à gestão de riscos
TRATAMENTO DE RISCOS
5 Planejamento e a realização de ações para modificar o nível do risco por meio de medidas de
resposta ao risco que mitiguem, transfiram ou evitem esses riscos
2
compreender o ambiente externo e interno no qual o objeto
de gestão de riscos se encontra inserido e em identificar
parâmetros e critérios a serem considerados no processo de
gestão de riscos.
2
PRODUTO
Processo autuado SEI com a formalização da demanda à
unidade, anuência do respectivo titular da unidade e a
formalização do gestor do risco
ARN
ESC TRTI O/ SDU
ITÓ ARR
E P O CTE S S O S O R G A N I Z A C I O N A I S ANTT/SUESP
10
PRODUTO
Análise descritiva consolidada dos processos críticos
prioritários da unidade que serão avaliados sob a ótica da
gestão de riscos
PRODUTO
Matriz SWOT para cada processo e projeto identificados
como críticos.
2
A etapa de Avaliação de Riscos compreende o Podem estar associadas a deficiências nos processos, nos
reconhecimento e a descrição dos riscos relacionados aos recursos e na infraestrutura disponíveis, na estrutura
objetivos e resultados de um objeto de gestão de riscos, organizacional ou em aspectos econômicos, sociais, políticos,
envolvendo a identificação de possíveis fontes de riscos. entre outros. Assim, as causas são definidas com base em
uma FONTE (material, circunstancial, temporal) e em uma
2.1. Identificação dos eventos de
VULNERABILIDADE (inexistências, inadequações ou
risco
deficiências na fonte).
Os riscos caracterizam-se pela possibilidade de ocorrência de
eventos que possam impactar o cumprimento de objetivos. PRODUTO
Esses eventos por sua vez podem ser definidos a partir da
ocorrência ou mudança em um conjunto de circunstâncias, Preenchimento do template de gestão de risco do processo.
podendo originar-se de uma ou várias causas ou resultar em
consequências únicas ou diversas (BRASIL, 2016). Dessa
forma, os riscos de um processo são definidos a partir dos
eventos de risco, ou seja, de situações, fatos ou
circunstâncias que podem ou não ocorrer e impactar os
objetivos do processo e consequentemente os objetivos da 2.3. Identificação dos efeitos do
Autarquia. Nessa primeira etapa, serão considerados os risco
eventos de riscos sem a avaliação prévia dos controles
Após identificar as causas dos eventos, busca-se analisar
internos já existentes, ou seja, serão identificados os riscos
quais os impactos e/ou resultados da materialização dos
inerentes ao processo.
eventos sobre os objetivos do processos e institucionais. Os
PRODUTO
2.2. Identificação das causas do
risco Preenchimento do template de gestão de risco do processo.
AVALIAÇÃO DE RISCOS
2 Identificação e a descrição dos riscos relacionados aos objetivos e
resultados envolvendo a identificação das respectivas fontes de risco.
2
2.4. Definição das categorias de RISCO LEGAL: eventos derivados de alterações legislativas ou
risco normativas que podem comprometer as atividades do órgão
ou entidade;
Em conformidade com o art. 18 da IN Conjunta MP/CGU
RISCO FINANCEIRO/ORÇAMENTÁRIO: eventos que podem
01/2016, ao efetuar a identificação e avaliação dos riscos,
comprometer a capacidade do órgão ou entidade de contar
devem ser consideradas algumas categorias de risco de
com os recursos orçamentários e financeiros necessários à
forma a contribuir para avaliação mais objetiva do impacto
realização de suas atividades, ou eventos que possam
nos objetivos institucionais. Dessa forma, os riscos podem
comprometer a própria execução orçamentária, como atrasos
ser classificados quanto às seguintes categorias:
no cronograma de licitações; e,
ORIGEM DO RISCO RISCOS DE INTEGRIDADE: risco associado a eventos que
RISCO EXTERNO: associado ao ambiente onde a Autarquia podem afetar a probidade da gestão dos recursos públicos e
atua. Em geral, a Agência não possui controle direto sobre os das atividades da organização, causados pela falta de
eventos relacionados a esse risco. Apesar disso, ações honestidade e desvios éticos.
podem ser tomadas quando necessário;
RISCO INTERNO: associado à própria estrutura da ANTT, seus PRODUTO
processos, governança, quadro de pessoal, recursos, entre
outros. A Agência pode e deve agir diretamente de forma Preenchimento do template de gestão de risco do projeto ou
proativa. do processo.
CONTROLE DO RISCO
RISCO INERENTE: aquele a que a Agência está exposta sem
considerar quaisquer controles internos que possam reduzir a
probabilidade de sua ocorrência ou seu impacto; 2.5. Nomeação do gestor de risco
RISCO RESIDUAL: risco a que a Autarquia está exposta após a
implementação de controles internos para o tratamento do Como último passo da etapa de avaliação de riscos, serão
risco. nomeados os gestores de risco para cada um dos riscos de
projetos e processos mapeados.
TIPO DO RISCO
RISCO OPERACIONAL: eventos que podem comprometer as O gestor de risco será responsável por:
atividades do órgão ou entidade, normalmente associados a orientar e acompanhar as ações de mapeamento,
falhas, deficiência ou inadequação de processos internos, avaliação e mitigação dos riscos;
pessoas, infraestrutura e sistemas; assegurar o gerenciamento dos riscos de seus processos
RISCO DE IMAGEM/REPUTAÇÃO: eventos que podem de acordo com a política de gestão de riscos da ANTT;
comprometer a confiança da sociedade (ou de parceiros, de monitorar os riscos ao longo do tempo para manutenção
clientes ou de fornecedores) em relação à capacidade do dos mesmos em níveis adequados;
órgão ou da entidade em cumprir sua missão institucional; garantir a disponibilidade de informações sobre os riscos
em todos os níveis da Autarquia.
2
A etapa de Análise de Riscos se refere ao desenvolvimento da 3.4. Nível de risco inerente
compreensão sobre o risco e à determinação do nível do
risco. O nível de risco inerente (NRI) é o produto da probabilidade
(P) e do Impacto (I).
3.1. Introdução à análise de riscos
A análise de riscos é o processo de compreensão da natureza Inicialmente, o nível de risco é determinado sem levar em
do risco e determinação do nível de risco a partir da consideração os controles internos que podem reduzir a
identificação de sua probabilidade de ocorrência e do nível de probabilidade ou impacto dos riscos identificados.
potencial impacto em caso de materialização do risco (ABNT,
2018). Dessa forma, é possível observar o nível de risco inerente ao
processo e a mudança do nível de risco após a aplicação dos
A análise de riscos compreende a seguinte relação: controles.
AMEAÇAS OPORTUNIDADES
MUITO
MÉDIA MÉDIA ALTA ALTA ALTA BAIXA BAIXA BAIXA MÉDIA MÉDIA
ALTA
PROBABILIDADE
ALTA BAIXA MÉDIA MÉDIA ALTA ALTA BAIXA BAIXA MÉDIA MÉDIA ALTA
MODERADA BAIXA BAIXA MÉDIA ALTA ALTA BAIXA BAIXA MÉDIA ALTA ALTA
BAIXA BAIXA BAIXA MÉDIA MÉDIA ALTA BAIXA MÉDIA MÉDIA ALTA ALTA
MUITO
BAIXA BAIXA BAIXA BAIXA MÉDIA MÉDIA ALTA ALTA ALTA ALTA
BAIXA
IMPACTO
Para algumas causas há controle efetivo para mitigação do risco, porém
Mediano 0,7
para outras não há controle
5 5 10 15 20 25
4 4 8 12 16 20
PROBABILIDADE
3 3 6 9 12 15
2 2 4 6 8 10
1 1 2 3 4 5
1 2 3 4 5
IMPACTO
A Etapa de Comunicação e Consulta abrange a identificação A atividade de Comunicação e Consulta se refere, portanto,
2
das partes interessadas e o compartilhamento de ao fluxo de informações que deve abranger as partes
informações relativas à gestão de riscos sobre determinado interessadas, tanto interna quanto externamente, durante
objeto, observada a classificação da informação quanto ao todas as fases do Processo de Gestão de Riscos, de maneira
sigilo. a proporcionar a exata compreensão dos fundamentos das
decisões e as razões pelas quais ações específicas são
Conforme dispõe a Política de Gestão de Riscos da Agência, requeridas.
um dos principais objetivos da Gestão de Riscos da ANTT é
assegurar que os responsáveis pela tomada de decisões, em PRODUTO
todos os níveis institucionais, tenham acesso tempestivo a
informações relativas aos riscos aos quais a ANTT encontra- Hotsite da Gestão de Riscos da Agência atualizado e Painéis
se exposta. para consultas por interessados com informações atualizadas;
[Link]
2
A Etapa de Tratamento de Riscos compreende o planejamento O Plano de Gestão de Riscos de Processos deverá ter no
e a realização de ações para modificar o nível do risco, o qual mínimo os seguintes componentes:
pode ser modificado por meio de medidas de resposta ao
risco que mitiguem, transfiram ou evitem esses riscos. a) Descrição das ações em ordem de prioridade;
5.1. Plano de Gestão de Riscos de b) Tipo de ação:
Processos preventiva;
mitigadora;
O tratamento de riscos abrange o planejamento e a execução
contingencial.
de ações preventivas, mitigadoras ou contingenciais, que
c) Responsável pela implementação das ações;
resultem na diminuição da probabilidade e/ou do impacto dos
d) Descrição de como serão implementadas;
riscos identificados, caso estes se materializem. Para a
e) Indicação dos responsáveis;
definição dessas ações, devem ser considerados
f) Prazo: início e término;
os seguintes aspectos:
2
acompanhamento regular de todas atividades do Processo de
Gestão de Riscos, e identificação de oportunidades de
melhoria do referido processo.
Framework
DIRETOR GERAL
DIRETORIA COLEGIADA
1 ESTABELECIMENTO DE CONTEXTO
Definir
estratégia de
Atuação
Gerenciar
portfólio de 2 AVALIAÇÃO DE RISCOS
riscos
Avaliar nível de
3 ANÁLISE DE RISCOS
maturidade em
gestão
de riscos Atualizar
arcabouço
4 COMUNICAÇÃO E CONSULTA
legal
Atualizar Plano
Anual de Gestão 5 TRATAMENTO DE RISCOS
de Riscos em
Processos
GESTÃO DE RISCOS
RESULTADOS
CADEIA DE VALOR
Referências
BRASIL. Controladoria-Geral da União. Metodologia de gestão de riscos. Brasília, 2018. Disponível em:
<[Link] riscos>
BRASIL. Controladoria-Geral da União. Portaria no 57, de 4 de janeiro de 2019. Altera a Portaria CGU no 1.089, de 25 de abril
de 2018, que estabelece orientações para que os órgãos e as entidades da administração pública federal direta, autárquica e
fundacional adotem procedimentos para a estruturação, a execução e o monitoramento de seus programas de integridade e
dá outras providências. Brasília, 2019.
BRASIL. Decreto 9.203, de 22 de novembro de 2017. Dispõe sobre a política de governança da administração pública federal
direta, autárquica e fundacioanal. Brasília, 2017.
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Manual de Gestão de Integridade, Riscos e Controles
Internos da Gestão. Brasília, 2017. Disponível em: <[Link]
2
interno/manual-de-girc/viewf>
BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e Controladoria-Geral da União. Instrução Normativa Conjunta no
1, de 10 de maio de 2016. Dispõe sobre controles internos, gestão de riscos e governança no âmbito do Poder Executivo
Federal. Brasília, 2016.
BRASIL. Tribunal de Contas da União. 10 passos para a boa gestão de riscos. Brasília, 2018. Disponível em:
<[Link]
riscos/>
BRASIL. Tribunal de Contas da União. Gestão de Riscos: Avaliação da Maturidade. Brasília, 2018. Disponível em:
<[Link] /gestao-de-riscos/>
BRASIL. Tribunal de Contas da União. Manual de Gestão de Riscos do TCU. Brasília, 2018. Disponível em:
<[Link]
BRASIL. Tribunal de Contas da União. Referencial básico de Gestão de Riscos. Brasília, 2018. Disponível em
<[Link] de-riscos/>.
BRASIL. Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios. Guia de Gestão de Riscos e Controles do TJDFT. Brasília, 2019.
Disponível em: <[Link] /governanca-e-gestao-estrategica/gestao-de-
riscos/[Link]>
BRASIL. Universidade de Brasília. Guia de Gestão de Riscos, 2020. Disponível em:
<[Link]
BRASIL. Universidade de Brasília. Conselho de Administração. Resolução no 0004/2019, de 25 de março de 2019. Dispõe
sobre Governança, Gestão de Riscos e Controles Internos no âmbito da Universidade de Brasília - UnB. Brasília: Conselho de
Administração, 2019. Disponível em: <[Link]
INTERNATIONAL ELECTROTECHNICAL COMMISSION - IEC. ISO/IEC 31010: Risk management - Risk assessment techniques.
Genebra, 2019.
THE COMMITTEE OF SPONSORING ORGANIZATIONS OF THE TREADWAY COMMISSION - COSO. Internal Control: Integrated
Framework, COSO, 2013. Disponível em: <[Link]
[Link]>.
THE COMMITTEE OF SPONSORING ORGANIZATIONS OF THE TREADWAY COMMISSION - COSO. Enterprise Risk
Management: Integrating with Strategy and Performance: Executive Summary. COSO, 2017. Disponível em:
<[Link] [Link]>
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR ISO 31000: Gestão de Riscos - Diretrizes. Rio de Janeiro,
2018.