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Guia Prático de RCP e DEA

O documento aborda a reanimação cardiopulmonar (RCP) e a importância do atendimento imediato em casos de parada cardiorrespiratória (PCR). Destaca a sequência de ações a serem tomadas, como verificar a responsividade, chamar ajuda e iniciar compressões torácicas, além de explicar os ritmos elétricos cardíacos e o uso do desfibrilador externo automático (DEA). Também menciona as diferenças na abordagem da PCR em adultos e pediatria.

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Guia Prático de RCP e DEA

O documento aborda a reanimação cardiopulmonar (RCP) e a importância do atendimento imediato em casos de parada cardiorrespiratória (PCR). Destaca a sequência de ações a serem tomadas, como verificar a responsividade, chamar ajuda e iniciar compressões torácicas, além de explicar os ritmos elétricos cardíacos e o uso do desfibrilador externo automático (DEA). Também menciona as diferenças na abordagem da PCR em adultos e pediatria.

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REANIMAÇÃO

CARDIOPULMONAR
RCP - DEA
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA

• A parada cardiorrespiratória (PCR) ou cessão dos batimentos


cardíacos útil e movimentos respiratórios/ventilatórios.

• Em muitas situações em que o coração para de bater, ainda


teria boas condições de recuperar seu funcionamento e
manter a vida se recebesse um atendimento eficaz nos
primeiros minutos.

• Podemos definir então como Reanimação cardiopulmonar


(RCP) o conjunto de manobras realizadas com o objetivo de
manter, artificialmente, o fluxo arterial ao cérebro e outros
órgão vitais.
IMPORTATE

• Uma vitima em parada cardiorrespiratória,


o tempo é um fator fundamental.

• Durante alguns minutos após a PCR


ainda existe oxigênio nos pulmões e na
corrente sanguínea para manter a vida.
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
São sinais de parada cardiorrespiratória

• Inconsciência – Ausência de responsividade

• Ausência de Pulso (carotídeo) – Apenas para profissionais


treinados. (de 05 a 10 segundos)

• Ausência de movimentos respiratórios ou gasping


(ventilação não efetiva).
RCP – REANIMAÇÃO
CARDIOPULMONAR
1. Cheque a responsividade ( consciência), se inconsciente checar
pulo e expansão torácica simultaneamente (C A B)
2. Grite por ajuda, ligue 192 e peça um DEA no local (gerenciar
cena)
3. Exponha o tórax e comece mediatamente compressões
torácicas.
4. Utilize o DEA assim que possível.
5. Mantenha a RCP ate a chegada do Serviço medico de
Emergência.
SEQUÊNCIA FUNDAMENTAL PARA SALVAR UMA VIDA
RITIMOS ELÉTRICOS
CARDÍACOS EM PCR
• Fibrilação Ventricular – é uma arritmia grave onde não
existe sincronização da contração com a fibras cardíacas. O
comando para os batimentos cardíacos que normalmente
começa no nodo sinusal, passa se originar em vários
pontos ventriculares.

• Taquicardia Ventricular sem Pulso – é a sucessão rápida de


batimentos ectópicos ventriculares que pode levar a
ausência de pulso (frequência cardíaca).

IMPORTANTE
Ritmos que recebem a desfibrilação ( choque )
RITIMOS ELÉTRICOS
CARDÍACOS EM PCR
• Atividade elétrica sem pulso (AESP) –
identificação de ritmo organizado no monitor,
porem não existe acoplamento do ritmo elétrico
com a pulsação efetiva (contração), e não há
debito cardíaco (FC).
• Assistolia – é definida pela cessão de qualquer
atividade elétrica cardíaca ou mecânica dos
ventrículos.

IMPORTANTE
Ritmos que NÃO recebem a desfibrilação ( choque )
COMPRESSÕES CARDÍACAS
• Frequência das compressões - de 100 a 120 compressões
por minuto
• Profundidade de 5 a 6 cm (adulto).
• Comprima rápido, comprima forte.
• Permita o retorno completo do tórax.
• Minimize as interrupções das compressões.
• Alternar os socorristas que aplicam a compressão a cada 2
min.
• A vitima deve estar em decúbito dorsal em superfície
rígida.
• 30 compressões para duas ventilações (material
adequado).
COMPRESSÕES CARDÍACAS
VENTILAÇÃO

• Efetue 2 ventilação com Bolsa Válvula Mascara.


• Elevação visível do tórax.
• Evitar hiperventilação.
• Usar material de barreira para ventilação Boca a boca.

Importante
Somente realizar ventilações usando matérias adequados
Não realizar boca a boca sem material de barreira
DESFIBRILADOR EXTERNO
AUTOMÁTICO - DEA
DESFIBRILADOR EXTERNO
AUTOMÁTICO - DEA
• Esta é a intervenção-chave para aumentar os
índices de sobrevivência uma PCR.

• O DEA é um aparelho que analise o ritmo do coração e emite uma


descarga elétrica para reverter um ritmo desordenado (fibrilação
ventricular ou taquicardia Ventricular sem pulso)

• Essa situação é a principal causa de PCR em adultos ocorre em quase


90% dos casos de PCRs não traumáticas.
DESFIBRILADOR EXTERNO
AUTOMÁTICO - DEA
• No caso do desfibrilador automático e
semiautomáticos, o próprio aparelho analisa o ritmo e
desfibrila automaticamente, ou recomenda que o operador (
pode ser leigo treinado) faça a desfibrilação.
IMPORTANTE
• A desfibrilação do coração deve ocorrer o mais
precocemente possível num caso de PCR no adulto,
preferencialmente antes dos 8 minutos após o início da PCR.
PCR NA PEDIATRIA
São sinais de parada cardiorrespiratória:

• Inconsciência – Ausência de responsividade (estimulo


em região planta do pé)
• Ausência de Pulso ou pulso igual ou menos de 60
BPM (braquial) – Apenas para profissionais treinados.
(de 05 a 10 segundos)
• Ausência de movimentos respiratórios ou gasping
(ventilação não efetiva).
PCR NA PEDIATRIA - RCP

• Taxa de 30:2 com 01 socorrista.


• Taxa de 15:2 com 02 socorrista.
• Sequencia de 100 a 120 compressões por minutos.
• Alternar socorrista que aplica as compressões a cada 2 minutos
(5 ciclos).
• Uso do DEA assim que possível (se não houver pás pediátricas ou
atenuador de voltagem, usar pás adultos anterior e posterior).
• Compressões na linha mamilar com apenas 2 dedos. (indicador e
dedo médio com 1 socorrista ou dois polegares com 2
socorristas).
PCR NA PEDIATRIA - RCP
Vamos praticar ?

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