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ano 1 - trimestre 1
A ESCALA MAIOR
do re mi fa sol la si do
. tom . tom . 1/2 . tom . tom . tom . 1/2 .
------------------------------ -------------------------------
Isso acontece naturalmente a partir da nota DÓ. Para "montarmos" uma escala do
modo maior a partir de outras notas, precisaremos "ajustar" os meios-tons usando
os chamados "acidentes" musicais. Os acidentes são notas intermediárias entre as
notas que acabamos de mencionar. Exceto entre as notas cujos nomes terminam pela
letra "i", que são mi e si, temos, no sentido do grave para o agudo, uma nota
intermediária que recebe o mesmo nome da nota anterior mais o termo SUSTENIDO
(símbolo = #), que vem do italiano e quer dizer AUMENTADA. Assim sendo, temos
uma escala de 12 notas, sendo 7 já conhecidas e suas respectivas intermediárias:
LÁ SI DÓ RÉ MI FÁ SOL
A B C D E F G
Começando da nota sol, por exemplo, usaremos a nota F com # (F#), para termos o
semitom entre as últimas duas notas:
G A B C D E F# G
. tom . tom . 1/2 . tom . tom . tom . 1/2 .
------------------------------ ---------------------------------
Daqui concluimos que para "ser" do modo maior, uma escala precisa de duas
condições:
F G A Bb C D E F
. tom . tom . 1/2 . tom . tom . tom . 1/2 .
------------------------------------------------------------->
C C# D D# E F F# G G# A A# B C
C Db D Eb E F Gb G Ab A Bb B C
<------------------------------------------------------------
1. "Sentir", ouvindo cada uma, a presença dos meios tons entre as duas últimas
notas.
2. Sentir também a conclusão das escalas de G e F sem os respectivos acidentes
que as "tornam" maiores.
3. Sentir os meios tons entre as 3a. e 4a. notas.
Sobre cada nota da escala podem ser reunidas outras notas da mesma escala,
soando juntas. a essa reunião se dá o nome de acorde.
Os acordes são também indicados por letras seguidas ou não da letra "m"
minúscula.
DO RE MI FA SOL LA SI
C Dm Em F G Am Bo
G
A
F
G
E
F
D
E
C
D
G
A
terça terça
E F
quinta
quinta
C D
Observando bem, e voltando aos acidentes musicais, notamos que da nota C à nota
E temos um intervalo de terça. E também da nota E à nota G temos um intervalo de
terça também. Mas as distâncias medidas em semitons entre as notas dessas duas
terças são diferentes.
Por causa do maior número de meios tons entre essa duas terças, elas podem ser
chamadas de:
As notas que formam os acordes montados sobre cada nota da escala maior formam
sempre intervalos de terças:
acorde
C = C C# D D# E F F# G
Dm = D D# E F F# G G# A
Em = E F F# G G# A A# B
F = F F# G G# A A# B C
G = G G# A A# B C C# D
Am = A A# B C C# D D# E
Bo = B C C# D D# E F
Como se pode ver, a terça formada a partir da nota que dá origem a cada acorde
origina a forma deste mesmo acorde - se maior (sem letra "m" minúscula) ou
menor (com letra "m" minúscula).
O último acorde é formado por duas terças menores, uma exceção à regra, já que
os outros 6 acordes são formados por terças maiores ou menores.
TRUQUE: Você acha difícil memorizar todos os acordes do CAMPO HARMÔNICO maior,
ou de qualquer outra tonalidade? Vejamos:
NOTAS DE APOIO
C = começar, concluir
D = distanciar
E = encaminhar
F = forçar
G = gritar
A = acalmar
B = brigar
Sobre o acorde maior, as notas da escala maior que menos geram conflito são:
exemplo: acorde C
notas da escala C D E G A
Notas conflitantes: F B
................................................................................
..........................................................
Exercícios:
1) C F G
C / % / C / % / F / % / G / % / C / %
* (Vários instrumentos)
TRUQUE: Ouça seus músicos prediletos e a forma espetacular com que tocam as
notas de grande duração! Fique sempre atento.
Exemplos: 1) C D A C E G B A
2) D E G F B A E C
3) G B D E F C A
Não existe, entretanto, quaisquer restrições ao uso de uma mesma nota várias
vezes:
Ex.: C D D E E F C D G B
Ex.: C D D E E F C D
C
C
A
B
C A
C G
B F
E
D
C
B
C
A
G
F
E
A
D
C
E (salto)
1) A
A
G
C E
D
B
C
2) A
E G
C E
D
3) C
B B
G G
G
Exercício:
Fazer uma melodia para os acordes abaixo
C / F / C / G / Em / Am / G / C /
MODULAÇÃO
A modulação pode-se dar de um tom maior para outro tom maior, de um tom maior
para outro tom menor, ou de um tom para seu tom "vizinho".
Para entendermos o processo de mudança de tom, precisamos:
1) Conhecer como as diversas escalas precisam de determinados acidentes para
"serem"maiores. Assim como a escala de G precisa de ter a nota F alterada para
F#, outras escalas precisarão de mais notas alteradas por sustenidos para serem
consideradas de modo maior.
E há escalas que, a exemplo da de F , precisarão de ter notas alteradas por
bemóis.
Gb Ab Bb Cb Db Eb F = 6b
Db Eb F Gb Ab Bb C = 5b
Ab Bb C Db Eb F Gb = 4b
Eb F G Ab Bb C Db = 3b
Bb C D Eb F G A = 2b
F G A Bb C D E = 1b
C D E F G A B =
G A B C D E F# = 1#
D E F# G A B C# = 2#
A B C# D E F# G# = 3#
E F# G# A B C# D# = 4#
B C# D# E F# G# A# = 5#
F# G# A# B C# D# E# = 6#
IMPORTANTE: Na escala de Gb maior a nota Cb é a nota B e na escala de F# maior
a nota E# é a nota F, recebendo nomes "pro-forma".
Assim sendo, as escalas (e consequentemente os tons) de G e D são considerados
vizinhos, assim como as de F e Bb também.
Entre G e D , temos a nota F# em comum, podendo ser chamada de nota de passagem
em uma modulação.
Entre F e Bb, temos a nota Bb em comum, com o mesmo propósito.
Entre outras tonalidades haverá mais de uma nota em comum, como A e E (F#, C# e
G# em comum). Consulte a tabela de tonalidades para ver as notas em comum entre
tons vizinhos.
As notas que formam alguns acordes podem ser encontradas em seus respectivos
acordes relativos e anti-relativos
B
G G
E E E
C C
A
Am C Em
relativo principal anti-relativo
C tem 2 notas em comum com Am, inclusive a nota principal (C), e também tem duas
notas em comum com Em menos a nota principal (C), daí os nomes relativo (com a
nota principal) e anti-relativo (sem a principal) em relação ao acorde C.
O acorde relativo sempre está à distância de 6 notas do principal, no sentido
ascendente e de 3 no sentido descendente. O acorde anti-relativo sempre está a 3
notas do principal, no sentido ascendente, ou de 6 no sentido descendente.
RELATIVOS ANTI-RELATIVOS
Am C Em
Em G Bm
Bm D F#m
F#m A C#m
C#m E G#m
G#m B D#m
D#m F# A#m
A#m C# E#m
Dm F Am
Gm Bb Dbm
Cm Eb Gbm
Fm Ab Cm
Bbm Db Fm
RITMO 1
A propriedade do som que cuida do tempo é chamada de DURAÇÃO. A unidade ou
medida da duração de uma música é chamada COMPASSO. Quando ouvimos uma
composição, é natural sentirmos os inícios de cada compasso e batucarmos
baseados nesse acento, que determina o fim de um ciclo e começo de outro. Por
exemplo:
1. Unidades de tempo
2. Uma unidade de compasso
Essas variáveis são indicadas por uma FÓRMULA DE COMPASSO, que tem a forma de
uma fração, cujo NUMERADOR (no. de cima) indica quantas notas vão em cada
compasso e o DENOMINADOR (no. de baixo) indica quais notas serão estas. Ou
ainda, o numerador indica a UNIDADE DE TEMPO e o denominador a UNIDADE DE
COMPASSO.
Por unidade de compasso se entende a relação entre a nota de maior duração e
suas subdivisões:
Exemplo:
Dado um compasso de 4/4, a primeira figura o preencheria totalmente ou:
Os compassos podem ainda ser preenchidos por notas de menor duração de que a
unidade de
compasso, isto é, num compasso 4/4 podemos ter:
8 notas 8
2 notas 4 + 4 notas 8
1 nota 2 + 2 notas 4
1 nota 1
ano 1 - trimestre 2
A ESCALA MENOR
C D E F G A B C D E F G A
I II III IV V VI VII
= GRAUS DA ESCALA MAIOR
I II III IV V VI VII
= GRAUS DA ESCALA MENOR
Nesse formato a escala se parece com a sua relativa maior iniciada pela sexta
nota, tendendo sempre a terminar, pedir complemento na TÔNICA (primeira nota) da
escala maior, da qual ela é relativa menor. Por esta razão foi alterada sua
sétima nota, que passou a ficar a uma distância de meio tom da última nota,
dando origem à ESCALA MENOR HARMÔNICA:
. 1 TOM . 1/2 TOM . 1 TOM . 1 TOM . 1/2 TOM . 1 TOM e MEIO . 1/2 TOM .
A B C D E F
G# A
O que se observa da escala menor melódica é sua semelhança com duas escalas:
A B C D + E F# G# A
----------------------- -------------------------
A MENOR E MAIOR
Harmônica: sobe com o sétimo grau alterado (+ meio tom) e desce natural
Melódica: sobe com os graus 6 e 7 alterados (+ meio tom) e desce natural
A B C D E F G A
-- -- --
Dessa forma sobre cada uma das notas teremos os seguintes acordes:
notas acorde
Primeiro acorde: A C E Am
Segundo acorde: B D F Bo
Terceiro acorde: C E G C
Quarto acorde: D F A Dm
Quinto acorde: E G B Em
Sexto acorde: F A C F
Sétimo acorde: G B D G
Primeiro acorde: A C E Am
Segundo acorde: B D F Bo
Terceiro acorde: C E G# C5+
Quarto acorde: D F A Dm
Quinto acorde: E G# B E
Sexto acorde: F A C F
Sétimo acorde: G# B D G#o
Primeiro acorde: A C E Am
Segundo acorde: B D F# Bm
Terceiro acorde: C E G# C5+
Quarto acorde: D F# A D
Quinto acorde: E G# B E
Sexto acorde: F# A C F#
Sétimo acorde: G# B D G#o
natural
Im IIo III IVm V7 VI VII7
A Bo C Dm Em F G
harmônico
Im IIo III5+ IVm V7 VI VII7
Am Bo C5+ Dm E F G#o
melódico
Im IIo III5+ IV V7 VI VII7
Am Bm C5+ D E F#o G#o
(encore)
OS INTERVALOS E AS DISSONÂNCIAS
C D E F G A B
1 2 3 4 5 6 7
T 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
C D E F G A B C D E F G A etc..
SEGUNDAS
TERÇAS
SEXTAS
SÉTIMAS
NONAS
DÉCIMAS-SEGUNDAS
QUARTAS
QUINTAS
OITAVAS
DÉCIMAS-PRIMEIRAS
DÉCIMAS-TERCEIRAS
A partir daí, divisões em mais partes não dão resultado e exato, e convencionou-
se aproximar dois resultados, denominados MAIOR e MENOR. Dessa forma, o primeiro
grupo de intervalos admite os dois tipos, de acordo com a diminuição ou
ampliação do intervalo:
Exemplo:
SEGUNDA DIMINUTA = C até Dbb (dó até ré dobrado bemol)
SEGUNDA MENOR = C até Db (dó até ré bemol)
SEGUNDA MAIOR = C até D (dó até ré)
SEGUNDA AUMENTADA = C até D# (dó até ré sustenido)
Podemos dizer então que estes intervalos se QUALIFICAM de quatro formas, como
mostra o exemplo anterior.
C6 = C E G A
Outros exemplos:
C = Tônica
D = Segunda Maior
E = Terça Maior
F = Quarta Justa
G = Quinta Justa
A = Sexta Maior
B = Sétima Maior
C = Oitava Justa
D = Nona Maior
E = Décima Justa
F = Décima Primeira Maior
G = Décima Segunda Justa
A = Décima Terceira Maior
C# D# F# G# A# C# D# F# G#
C D E F G A B C D E F G A
Db Eb Gb Ab Bb Db Eb Gb Ab
T 2 3 4 4+ 5 5+ 6 7+ 8 9 9+
10 11 11+ 12 12+ 13
C C# D D# E F F# G G# A A# B C C# D D# E F
F# G G# A
Db Eb Gb Ab Bb Db Eb
Gb Ab
2- 3- 5- 6- 7o 7 9-
11- 13-
INTERPRETAÇÃO DE CIFRAS
IMPORTANTE:
O acorde dissonante MAIOR deverá ter a TERÇA MAIOR ou a DÉCIMA MAIOR
O acorde dissonante MENOR deverá ter a TERÇA MENOR ou a DÉCIMA MENOR
CUIDADO!
Alguns autores escrevem C13, C11+, C11 etc.. Entendemos que para tais notas (ou
graus) estarem no acorde, algum elemento de ligação se faz necessário. Mesmo não
estando indicados na cifragem, se tomarmos os acordes de um campo harmônico,
veremos que para existir C13, esta décima terceira nota por ser o grau mais
afastado da tríade, necessita no mínimo de uma sétima para que se perceba o
acorde e sua respectiva função, logo;
Em termos, a regra é não deixar intervalos mais extensos do que uma QUINTA entre
notas de um acorde, o que tende a desestabilizar o acorde, fazendo com que ele
soe como dois blocos completamente isolados. Na música moderna não há rigide na
interpretação desta regra, podendo-se praticar um intervalo de sétima ou de
oitava entre as notas (VOZES) de um acorde, como por exemplo:
C Bb E A
T 7 10 13
------------ ----------- ------------
7 4+ 4 = distância entre as VOZES
DÓ = C = C+ = C maj = dó maior
dó = C- = Cm = C min = dó menor
SUS 4: T 4 7 9 ou T 7 9 11 Cifra: C4
C D E F G A B C D E F G A B C
1 3 5 7+ 9 11 13
Então teremos:
Notas Acorde
C E G B D F A C7+/9/11/13
D F A C E G B Dm7/9/11/13
E G B D F A C Em7/9-/11/13-
F A C E G B D F7+/9/11+/13
G B D F A C E G7/9/11/13
A C E G B D F Am7/9/11/13-
B D F A C E G Bm5-/7/9-
Am7/9/11/13-
Bm5-/7/9-/11/13-
C7+/9/11/13
Dm7/9/11/13
Em7/9-/11/13-
F7+/9/11+/13
G7/9/11/13
Menor Harmônico
Am7+/9/11/13-
Bm7/9-/11/13-
C5+/7+/9/11/13
Dm7/9/11+/13
E7/9-/11/13-
F7+/9+/11+/13
G#dim
Menor Melódico
Am7+/9/11/13
Bm7/9-/11/13
C5+/7+/9/11+/13
D7/9/11+/13
E7/9/11/13-
F#m5-/7/9/11/13-
G#m5-/7/9-/11/13-
TESTE
1)C 4+/7/9 :
2)Cm 7+/9
3)C 5-/7/13
4)Co :
5)Cm5b/7 :
6)C7 ALT :
7)Csus :
8)Cadd 9 :
Como regra geral pode-se omitir a a QUINTA (ou a 12a.) e a OITAVA. JAMAIS faça
isso se o acorde tiver 5- ou 5+, ou ainda 12- e 12+. Exemplos:
C7/9 (T 3 ou T 10) : T 3 7 9 ou T 7 9 10
(a quinta ou a décima-segunda poderia estar incluída sem necessidade de apontá-
las na cifra: é só tocar!)
C7/9 (T 3 5) : T 3 5 7 9
C7/9 (T 3 5 8 10 12) : T 3 5 7 8 9 10 12
(se for possível tocá-las todas em seu instrumento.)
Em geral os acordes possuem até 6 notas incluídas duas repetições ou dobras, daí
a necessidade de se omitir notas repetidas. Exemplo:
T 3 5 7 8 9 10 12
C E G Bb C D E G
LEI: Quanto mais notas diferentes tem um acorde mais denso ele se torna, devido
ao ratio de frequências das notas que o compõem.
Notas duplicadas (iguais) tendem a tornar o acorde mais leve e com um sustain
(prolongamento das notas) mais acentuado. Exemplo:
Maior = Alegre
Menor = Triste
Dominante = Indefinição, pedindo complemento
Dominante Alterado = Tensão, irritação, pedindo complemento
Diminuto = Muito triste, angustiante
Meio-Diminuto = Sonolento, triste
Sus4 = Alerta
Com Nona Maior = Suave
Sugestão: Procure termos da natureza para associar ao som que os acordes sugere,
tais como: o mar, ondas, vento, chuva etc..
G Eo / C G
alegre angústia alegre alegre = sequência levemente triste
I IIm IIIm IV V7
VIm VIIo
C7+ Dm7 Em7 F7+ G7
Am7 Bo
TÔNICA SUPERTÔNICA MEDIANTE SUBDOMINANTE DOMINANTE
SUPERDOMINANTE SENSÍVEL
T ST M SD D
SPD S
Todos os acordes em uma peça (música) TONAL estão sujeitos às funções TÔNICA,
SUBDOMINANTE e DOMINANTE, como se fossem PRESIDENTE, VICE-PRESIDENTE e DIRETOR
FINANCEIRO de uma empresa.
I T
C
IV V S D F
G
1) T -> D -> T
2) T -> S -> T
3) T -> S -> D -> T
4) T -> D -> S -> T
5) D -> S -> T
6) D -> T -> S -> T
7) SD -> D -> T
8) SD -> T -> D -> T
Como já vimos, acordes RELATIVOS MENORES são aqueles que têm duas notas em comum
com o seu respectivo acorde RELATIVO MAIOR, e estão a uma distância de UM TOM E
MEIO abaixo do acorde maior. E chamamos de ANTI-RELATIVOS os acordes que estão
DOIS TONS acima do seu também respectivo acorde ANTI-RELATIVO MAIOR.
Tais acordes servem como AUXILIARES e/ou SUBSTITUTOS das FUNÇÕES PRINCIPAIS da
tonalidade: os acordes MAIORES. Serão assim representados:
I IV
V
ARRANJO
Original: C G / Am F / C G / F C
Com relativos: C Gsus / Am F6/9 / Em7 G / Dm7 C6/9
TRUQUE: Alguns autores de métodos adotam outra terminologia para os acordes das
sequências em uma determinada tonalidade:
Na tonalidade menor:
Im
IVm V7
_____VI
A ESCALA MAIOR
do re mi fa sol la si do
. tom . tom . 1/2 . tom . tom . tom . 1/2 .
------------------------------ -------------------------------
Isso acontece naturalmente a partir da nota DÓ. Para "montarmos" uma escala do
modo maior a partir de outras notas, precisaremos "ajustar" os meios-tons usando
os chamados "acidentes" musicais. Os acidentes são notas intermediárias entre as
notas que acabamos de mencionar. Exceto entre as notas cujos nomes terminam pela
letra "i", que são mi e si, temos, no sentido do grave para o agudo, uma nota
intermediária que recebe o mesmo nome da nota anterior mais o termo SUSTENIDO
(símbolo = #), que vem do italiano e quer dizer AUMENTADA. Assim sendo, temos
uma escala de 12 notas, sendo 7 já conhecidas e suas respectivas intermediárias:
LÁ SI DÓ RÉ MI FÁ SOL
A B C D E F G
Começando da nota sol, por exemplo, usaremos a nota F com # (F#), para termos o
semitom entre as últimas duas notas:
G A B C D E F# G
. tom . tom . 1/2 . tom . tom . tom . 1/2 .
------------------------------ ---------------------------------
Daqui concluimos que para "ser" do modo maior, uma escala precisa de duas
condições:
F G A Bb C D E F
. tom . tom . 1/2 . tom . tom . tom . 1/2 .
------------------------------------------------------------->
C C# D D# E F F# G G# A A# B C
C Db D Eb E F Gb G Ab A Bb B C
<------------------------------------------------------------
1. "Sentir", ouvindo cada uma, a presença dos meios tons entre as duas últimas
notas.
2. Sentir também a conclusão das escalas de G e F sem os respectivos acidentes
que as "tornam" maiores.
3. Sentir os meios tons entre as 3a. e 4a. notas.
Sobre cada nota da escala podem ser reunidas outras notas da mesma escala,
soando juntas. a essa reunião se dá o nome de acorde.
Os acordes são também indicados por letras seguidas ou não da letra "m"
minúscula.
DO RE MI FA SOL LA SI
C Dm Em F G Am Bo
G
A
F
G
E
F
D
E
C
D
Observando bem, e voltando aos acidentes musicais, notamos que da nota C à nota
E temos um intervalo de terça. E também da nota E à nota G temos um intervalo de
terça também. Mas as distâncias medidas em semitons entre as notas dessas duas
terças são diferentes.
Por causa do maior número de meios tons entre essa duas terças, elas podem ser
chamadas de:
As notas que formam os acordes montados sobre cada nota da escala maior formam
sempre intervalos de terças:
acorde
C = C C# D D# E F F# G
Dm = D D# E F F# G G# A
Em = E F F# G G# A A# B
F = F F# G G# A A# B C
G = G G# A A# B C C# D
Am = A A# B C C# D D# E
Bo = B C C# D D# E F
Como se pode ver, a terça formada a partir da nota que dá origem a cada acorde
origina a forma deste mesmo acorde - se maior (sem letra "m" minúscula) ou
menor (com letra "m" minúscula).
O último acorde é formado por duas terças menores, uma exceção à regra, já que
os outros 6 acordes são formados por terças maiores ou menores.
TRUQUE: Você acha difícil memorizar todos os acordes do CAMPO HARMÔNICO maior,
ou de qualquer outra tonalidade? Vejamos:
NOTAS DE APOIO
C = começar, concluir
D = distanciar
E = encaminhar
F = forçar
G = gritar
A = acalmar
B = brigar
Sobre o acorde maior, as notas da escala maior que menos geram conflito são:
exemplo: acorde C
notas da escala C D E G A
Notas conflitantes: F B
................................................................................
..........................................................
Exercícios:
1) C F G
escala C escala de F escala de G
C / % / C / % / F / % / G / % / C / %
* (Vários instrumentos)
TRUQUE: Ouça seus músicos prediletos e a forma espetacular com que tocam as
notas de grande duração! Fique sempre atento.
Exemplos: 1) C D A C E G B A
2) D E G F B A E C
3) G B D E F C A
Não existe, entretanto, quaisquer restrições ao uso de uma mesma nota várias
vezes:
Ex.: C D D E E F C D G B
Ex.: C D D E E F C D
C
C
A
B
C A
C G
B F
E
D
C
B
C
A
G
F
E
A
D
C
E (salto)
1) A
A
G
C E
D
B
C
2) A
E G
C E
D
3) C
B B
A
G G
G
Exercício:
Fazer uma melodia para os acordes abaixo
C / F / C / G / Em / Am / G / C /
MODULAÇÃO
A modulação pode-se dar de um tom maior para outro tom maior, de um tom maior
para outro tom menor, ou de um tom para seu tom "vizinho".
Para entendermos o processo de mudança de tom, precisamos:
1) Conhecer como as diversas escalas precisam de determinados acidentes para
"serem"maiores. Assim como a escala de G precisa de ter a nota F alterada para
F#, outras escalas precisarão de mais notas alteradas por sustenidos para serem
consideradas de modo maior.
E há escalas que, a exemplo da de F , precisarão de ter notas alteradas por
bemóis.
Gb Ab Bb Cb Db Eb F = 6b
Db Eb F Gb Ab Bb C = 5b
Ab Bb C Db Eb F Gb = 4b
Eb F G Ab Bb C Db = 3b
Bb C D Eb F G A = 2b
F G A Bb C D E = 1b
C D E F G A B =
G A B C D E F# = 1#
D E F# G A B C# = 2#
A B C# D E F# G# = 3#
E F# G# A B C# D# = 4#
B C# D# E F# G# A# = 5#
F# G# A# B C# D# E# = 6#
As notas que formam alguns acordes podem ser encontradas em seus respectivos
acordes relativos e anti-relativos
B
G G
E E E
C C
A
Am C Em
relativo principal anti-relativo
C tem 2 notas em comum com Am, inclusive a nota principal (C), e também tem duas
notas em comum com Em menos a nota principal (C), daí os nomes relativo (com a
nota principal) e anti-relativo (sem a principal) em relação ao acorde C.
O acorde relativo sempre está à distância de 6 notas do principal, no sentido
ascendente e de 3 no sentido descendente. O acorde anti-relativo sempre está a 3
notas do principal, no sentido ascendente, ou de 6 no sentido descendente.
RELATIVOS ANTI-RELATIVOS
Am C Em
Em G Bm
Bm D F#m
F#m A C#m
C#m E G#m
G#m B D#m
D#m F# A#m
A#m C# E#m
Dm F Am
Gm Bb Dbm
Cm Eb Gbm
Fm Ab Cm
Bbm Db Fm
RITMO 1
1. Unidades de tempo
2. Uma unidade de compasso
Essas variáveis são indicadas por uma FÓRMULA DE COMPASSO, que tem a forma de
uma fração, cujo NUMERADOR (no. de cima) indica quantas notas vão em cada
compasso e o DENOMINADOR (no. de baixo) indica quais notas serão estas. Ou
ainda, o numerador indica a UNIDADE DE TEMPO e o denominador a UNIDADE DE
COMPASSO.
Por unidade de compasso se entende a relação entre a nota de maior duração e
suas subdivisões:
Exemplo:
Dado um compasso de 4/4, a primeira figura o preencheria totalmente ou:
8 notas 8
2 notas 4 + 4 notas 8
1 nota 2 + 2 notas 4
1 nota 1
ano 1 - trimestre 2
A ESCALA MENOR
C D E F G A B C D E F G A
I II III IV V VI VII
= GRAUS DA ESCALA MAIOR
I II III IV V VI VII
= GRAUS DA ESCALA MENOR
Nesse formato a escala se parece com a sua relativa maior iniciada pela sexta
nota, tendendo sempre a terminar, pedir complemento na TÔNICA (primeira nota) da
escala maior, da qual ela é relativa menor. Por esta razão foi alterada sua
sétima nota, que passou a ficar a uma distância de meio tom da última nota,
dando origem à ESCALA MENOR HARMÔNICA:
. 1 TOM . 1/2 TOM . 1 TOM . 1 TOM . 1/2 TOM . 1 TOM e MEIO . 1/2 TOM .
A B C D E F
G# A
O que se observa da escala menor melódica é sua semelhança com duas escalas:
A B C D + E F# G# A
----------------------- -------------------------
A MENOR E MAIOR
Harmônica: sobe com o sétimo grau alterado (+ meio tom) e desce natural
Melódica: sobe com os graus 6 e 7 alterados (+ meio tom) e desce natural
A B C D E F G A
-- -- --
Dessa forma sobre cada uma das notas teremos os seguintes acordes:
notas acorde
Primeiro acorde: A C E Am
Segundo acorde: B D F Bo
Terceiro acorde: C E G C
Quarto acorde: D F A Dm
Quinto acorde: E G B Em
Sexto acorde: F A C F
Sétimo acorde: G B D G
Primeiro acorde: A C E Am
Segundo acorde: B D F Bo
Terceiro acorde: C E G# C5+
Quarto acorde: D F A Dm
Quinto acorde: E G# B E
Sexto acorde: F A C F
Sétimo acorde: G# B D G#o
Primeiro acorde: A C E Am
Segundo acorde: B D F# Bm
Terceiro acorde: C E G# C5+
Quarto acorde: D F# A D
Quinto acorde: E G# B E
Sexto acorde: F# A C F#
Sétimo acorde: G# B D G#o
natural
Im IIo III IVm V7 VI VII7
A Bo C Dm Em F G
harmônico
Im IIo III5+ IVm V7 VI VII7
Am Bo C5+ Dm E F G#o
melódico
Im IIo III5+ IV V7 VI VII7
Am Bm C5+ D E F#o G#o
(encore)
OS INTERVALOS E AS DISSONÂNCIAS
C D E F G A B
1 2 3 4 5 6 7
T 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
C D E F G A B C D E F G A etc..
SEGUNDAS
TERÇAS
SEXTAS
SÉTIMAS
NONAS
DÉCIMAS-SEGUNDAS
QUARTAS
QUINTAS
OITAVAS
DÉCIMAS-PRIMEIRAS
DÉCIMAS-TERCEIRAS
A partir daí, divisões em mais partes não dão resultado e exato, e convencionou-
se aproximar dois resultados, denominados MAIOR e MENOR. Dessa forma, o primeiro
grupo de intervalos admite os dois tipos, de acordo com a diminuição ou
ampliação do intervalo:
Exemplo:
SEGUNDA DIMINUTA = C até Dbb (dó até ré dobrado bemol)
SEGUNDA MENOR = C até Db (dó até ré bemol)
SEGUNDA MAIOR = C até D (dó até ré)
SEGUNDA AUMENTADA = C até D# (dó até ré sustenido)
Podemos dizer então que estes intervalos se QUALIFICAM de quatro formas, como
mostra o exemplo anterior.
C6 = C E G A
Outros exemplos:
C = Tônica
D = Segunda Maior
E = Terça Maior
F = Quarta Justa
G = Quinta Justa
A = Sexta Maior
B = Sétima Maior
C = Oitava Justa
D = Nona Maior
E = Décima Justa
F = Décima Primeira Maior
G = Décima Segunda Justa
A = Décima Terceira Maior
C# D# F# G# A# C# D# F# G#
C D E F G A B C D E F G A
Db Eb Gb Ab Bb Db Eb Gb Ab
Assim sendo, os números a serem acrescentados na CIFRAGEM das dissonâncias são
os seguintes:
T 2 3 4 4+ 5 5+ 6 7+ 8 9 9+
10 11 11+ 12 12+ 13
C C# D D# E F F# G G# A A# B C C# D D# E F
F# G G# A
Db Eb Gb Ab Bb Db Eb
Gb Ab
2- 3- 5- 6- 7o 7 9-
11- 13-
INTERPRETAÇÃO DE CIFRAS
IMPORTANTE:
O acorde dissonante MAIOR deverá ter a TERÇA MAIOR ou a DÉCIMA MAIOR
O acorde dissonante MENOR deverá ter a TERÇA MENOR ou a DÉCIMA MENOR
CUIDADO!
Alguns autores escrevem C13, C11+, C11 etc.. Entendemos que para tais notas (ou
graus) estarem no acorde, algum elemento de ligação se faz necessário. Mesmo não
estando indicados na cifragem, se tomarmos os acordes de um campo harmônico,
veremos que para existir C13, esta décima terceira nota por ser o grau mais
afastado da tríade, necessita no mínimo de uma sétima para que se perceba o
acorde e sua respectiva função, logo;
Em termos, a regra é não deixar intervalos mais extensos do que uma QUINTA entre
notas de um acorde, o que tende a desestabilizar o acorde, fazendo com que ele
soe como dois blocos completamente isolados. Na música moderna não há rigide na
interpretação desta regra, podendo-se praticar um intervalo de sétima ou de
oitava entre as notas (VOZES) de um acorde, como por exemplo:
C Bb E A
T 7 10 13
------------ ----------- ------------
7 4+ 4 = distância entre as VOZES
NO MUNDO DAS CIFRAS
DÓ = C = C+ = C maj = dó maior
dó = C- = Cm = C min = dó menor
SUS 4: T 4 7 9 ou T 7 9 11 Cifra: C4
Cada acorde do campo harmônico maior não se restringe apenas à tríade, podendo
ser ampliados, "empilhando-se" terças sobre as tríades, sempre se 3 em 3 notas:
C D E F G A B C D E F G A B C
1 3 5 7+ 9 11 13
Então teremos:
Notas Acorde
C E G B D F A C7+/9/11/13
D F A C E G B Dm7/9/11/13
E G B D F A C Em7/9-/11/13-
F A C E G B D F7+/9/11+/13
G B D F A C E G7/9/11/13
A C E G B D F Am7/9/11/13-
B D F A C E G Bm5-/7/9-
Am7/9/11/13-
Bm5-/7/9-/11/13-
C7+/9/11/13
Dm7/9/11/13
Em7/9-/11/13-
F7+/9/11+/13
G7/9/11/13
Menor Harmônico
Am7+/9/11/13-
Bm7/9-/11/13-
C5+/7+/9/11/13
Dm7/9/11+/13
E7/9-/11/13-
F7+/9+/11+/13
G#dim
Menor Melódico
Am7+/9/11/13
Bm7/9-/11/13
C5+/7+/9/11+/13
D7/9/11+/13
E7/9/11/13-
F#m5-/7/9/11/13-
G#m5-/7/9-/11/13-
TESTE
1)C 4+/7/9 :
2)Cm 7+/9
3)C 5-/7/13
4)Co :
5)Cm5b/7 :
6)C7 ALT :
7)Csus :
8)Cadd 9 :
Como regra geral pode-se omitir a a QUINTA (ou a 12a.) e a OITAVA. JAMAIS faça
isso se o acorde tiver 5- ou 5+, ou ainda 12- e 12+. Exemplos:
C7/9 (T 3 ou T 10) : T 3 7 9 ou T 7 9 10
(a quinta ou a décima-segunda poderia estar incluída sem necessidade de apontá-
las na cifra: é só tocar!)
C7/9 (T 3 5) : T 3 5 7 9
C7/9 (T 3 5 8 10 12) : T 3 5 7 8 9 10 12
(se for possível tocá-las todas em seu instrumento.)
Em geral os acordes possuem até 6 notas incluídas duas repetições ou dobras, daí
a necessidade de se omitir notas repetidas. Exemplo:
T 3 5 7 8 9 10 12
C E G Bb C D E G
C E Bb D ou C Bb D E
LEI: Quanto mais notas diferentes tem um acorde mais denso ele se torna, devido
ao ratio de frequências das notas que o compõem.
Notas duplicadas (iguais) tendem a tornar o acorde mais leve e com um sustain
(prolongamento das notas) mais acentuado. Exemplo:
Toque no seu instrumento, simultâneamente e sem efeitos eletrônicos, as notas C,
B e D e verifique, com a ajuda de um cronômetro, sua duração. A seguir faça o
mesmo com C, G e C e C, E e C. A duração dos dois últimos casos será maior.
Maior = Alegre
Menor = Triste
Dominante = Indefinição, pedindo complemento
Dominante Alterado = Tensão, irritação, pedindo complemento
Diminuto = Muito triste, angustiante
Meio-Diminuto = Sonolento, triste
Sus4 = Alerta
Com Nona Maior = Suave
Sugestão: Procure termos da natureza para associar ao som que os acordes sugere,
tais como: o mar, ondas, vento, chuva etc..
G Eo / C G
alegre angústia alegre alegre = sequência levemente triste
I IIm IIIm IV V7
VIm VIIo
C7+ Dm7 Em7 F7+ G7
Am7 Bo
TÔNICA SUPERTÔNICA MEDIANTE SUBDOMINANTE DOMINANTE
SUPERDOMINANTE SENSÍVEL
T ST M SD D
SPD S
Todos os acordes em uma peça (música) TONAL estão sujeitos às funções TÔNICA,
SUBDOMINANTE e DOMINANTE, como se fossem PRESIDENTE, VICE-PRESIDENTE e DIRETOR
FINANCEIRO de uma empresa.
I T
C
IV V S D F
G
1) T -> D -> T
2) T -> S -> T
3) T -> S -> D -> T
4) T -> D -> S -> T
5) D -> S -> T
6) D -> T -> S -> T
7) SD -> D -> T
8) SD -> T -> D -> T
Como já vimos, acordes RELATIVOS MENORES são aqueles que têm duas notas em comum
com o seu respectivo acorde RELATIVO MAIOR, e estão a uma distância de UM TOM E
MEIO abaixo do acorde maior. E chamamos de ANTI-RELATIVOS os acordes que estão
DOIS TONS acima do seu também respectivo acorde ANTI-RELATIVO MAIOR.
Tais acordes servem como AUXILIARES e/ou SUBSTITUTOS das FUNÇÕES PRINCIPAIS da
tonalidade: os acordes MAIORES. Serão assim representados:
I IV
V
ARRANJO
Original: C G / Am F / C G / F C
TRUQUE: Alguns autores de métodos adotam outra terminologia para os acordes das
sequências em uma determinada tonalidade:
Im
IVm V7
Menor Harmônica
Im IVm Im V7 Im
1) Am Dm Am E7 Am
IIm V7 Im
2) Bm E7 Am
Im IVm VI V7 Im
3) Am Dm F E7 Am
Im IVm III II V7 Im
4) Am Dm C Bm E7 Am
Im VI VII Im
5) Am F G#o Am
Im IV VI V VII I
6) Am Dm F E7 G#o Am
Menor Melódica
Im
IV V7
Im IV Im V7 Im
1) Am D Am E7 Am
IIm V7 Im
2) Bm E7 Am
Im IV VIo V7 Im
3) Am D F#o E7 Am
Im IV III IIm V7 Im
4) Am D C5+ Bm E7 Am
Im IVo(#) VIIo(#) Im
5) Am F#o G#o Am
Im IV VIo V7 VIIo Im
6) Am D F#o E7 G#o Am
Am Natural: ( A B C D E F G A)
Am Harmônica: ( A B C D E F G# A)
Am Melódica: ( A B C D E F# G# A)
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R: Votorantin, n. 413 B. Barcelona
cep: 09550-300 São Caetano do Sul
Flávio Castellano
R: Independência, n. 557/ Apto 24 B. Bela Vista
cep: 09040 Santo André44ÿÿ‰4444ÿÿ 44µ €444444ó4444w44\ï