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Economia Cafeeira e Modernização no Brasil

O documento aborda a importância da economia cafeeira durante o Segundo Reinado no Brasil, destacando seu papel central na modernização conservadora do país. A produção de café, que se tornou o principal produto de exportação, foi marcada pela manutenção de estruturas de poder e desigualdade social, além de ser impulsionada por fatores como a demanda externa e a disponibilidade de mão de obra escravizada. O texto também menciona a transição para uma economia mais empresarial, especialmente no Oeste Paulista, e as consequências socioeconômicas da expansão cafeeira.

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Economia Cafeeira e Modernização no Brasil

O documento aborda a importância da economia cafeeira durante o Segundo Reinado no Brasil, destacando seu papel central na modernização conservadora do país. A produção de café, que se tornou o principal produto de exportação, foi marcada pela manutenção de estruturas de poder e desigualdade social, além de ser impulsionada por fatores como a demanda externa e a disponibilidade de mão de obra escravizada. O texto também menciona a transição para uma economia mais empresarial, especialmente no Oeste Paulista, e as consequências socioeconômicas da expansão cafeeira.

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Etapa Ensino Médio

História

Economia no
Segundo Reinado:
café e modernização
conservadora
2a SÉRIE
Aula 13 – 3º bimestre
Conteúdo Objetivos
● Economia cafeeira; • Analisar a importância da economia
cafeeira no Brasil para a economia do
● Modernização no Segundo Reinado;
Segundo Reinado. • Analisar criticamente o processo de
modernização no contexto do Segundo
Reinado, identificando seus aspectos
conservadores, como a manutenção das
estruturas de poder.
• Inferir as consequências socioeconômicas
da modernização, incluindo a
desigualdade social e as relações laborais
resultantes da expansão da economia
cafeeira.
Para começar
Elixir do mundo moderno
“A fruta vermelha que nasce da flor branca do pé
de café foi descoberta por volta do ano 525 no
interior da Etiópia. Os etíopes se alimentavam de Cerimônia do café na
sua polpa doce, por vezes macerada, ou misturada Etiópia.
em banha, para refeição.
O café da Etiópia atravessou o mar Vermelho e foi levado para a península
Arábica, onde era consumido como bebida após a torrefação. Impregnado na
cultura do mundo islâmico, o café foi incluído até mesmo na legislação turca,
segundo a qual as esposas podiam pedir divórcio caso os maridos não
provessem a casa com uma cota de café. Porém, o uso excessivo do café,
libertador de emoções, levou o governador de Meca a proibi-lo em casas
públicas e mosteiros em 1511.” (MARTINS, 2010).
Para começar
● Você gosta de um
cafezinho ao
acordar? O brasileiro
costuma ter o hábito
de tomar café logo
cedo?
● Na história de nosso
país, qual é (foi) a
importância do café?
O você que sabe
sobre isso? Escravizados fotografados numa fazenda de
café, Marc Ferrez (c. 1882). E a obra de
Candido Portinari, O lavrador de café (1934).
Foco no conteúdo
A economia cafeeira
“Na década de 1830, os sinais de crise na
agricultura escravista tradicional eram evidentes.
Plantação de Café, 1834.
As exportações de produtos clássicos - açúcar, Desenho de Johann Jacob
tabaco e algodão – enfrentaram sérios Steinmann.
problemas:
● a concorrência do açúcar antilhano e a produção de açúcar de
beterraba na Europa;
● as pressões inglesas contra o tráfico de escravizados desestimulavam
a produção do tabaco (o produto era utilizado, em parte, na aquisição
de escravizados na África);
● o algodão norte-americano, produzido nos estados sulistas, já
dominavam o mercado mundial”. (BERUTTI; MARQUES, 2016).
Foco no conteúdo
“Por outro lado, as possibilidades de industrialização eram bastante
difíceis em virtude de uma série de fatores:

● a renovação dos tratados de 1810 com a Grã-Bretanha, em 1827;


● a ausência de um mercado interno consolidado e significativo;
● a insuficiência de capitais;
● a falta de tradição manufatureira;
● as dificuldades decorrentes da precariedade dos meios de
transporte;
● a ausência de uma mentalidade empresarial”.

(BERUTTI; MARQUES, 2016).


“Para se ter uma ideia da gravidade da crise que abalou a economia
brasileira em meados do século XIX, considere-se que, entre 1822 e
1860, a balança de comércio apresentou saldos positivos em apenas
nove anos.

Entretanto, por volta de 1830, a economia brasileira, pelo menos no que


diz respeito ao seu modelo agrário-exportador, reintegrou-se nos
quadros da economia capitalista mundial, com a emergência de uma
nova cultura: o café, reproduzindo-se, assim, o que o historiador Caio
Prado Júnior, em tese formulada nas décadas de 1930 e 1940 e hoje
clássica, definiu como ‘o sentido da colonização’.

Para o autor, verificou-se a permanência de um modelo de economia


voltado ‘para fora’, cujas origens remontam ao colonialismo, e que tinha
como características básicas o latifúndio monocultor agroexportador e o
trabalho escravizado”. (BERUTTI; MARQUES, 2016).
Foco no conteúdo
“Ao longo do século XIX, o café tornou-se o principal produto da economia
brasileira e, como as lavouras do período colonial, baseou-se na grande
propriedade de monocultura escravista e sua produção tinha por objetivo
atender à demanda do mercado externo.
Na década de 1830, o café foi responsável por
43,8% do total das exportações brasileiras e, na
última década da monarquia, por 61,5%. A
Proclamação da República, em 1889, ampliou
ainda mais a participação do setor cafeeiro na
economia exportadora. Por volta de 1930, esse
setor respondia por aproximadamente 70% das
exportações”. (BERUTTI; MARQUES, 2016).
Escravizados na colheita do café, Rio de Janeiro, 1882.
Marc Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles.
Foco no conteúdo

Fazenda do Secretário, em
Vassouras (RJ), um dos mais
iconográficos exemplos do
período áureo do Vale do Paraíba.
Chegou a possuir cerca de 500
mil pés de café e mais de 350
escravos.

Litogravura de Louis-Jullien
Jacottet, 1861. Domínio público,
Biblioteca Nacional Digital.
“No princípio do século XIX (até por volta de 1840), o café era produzido
principalmente no Vale do Rio Paraíba, onde surgiram e se
desenvolveram importantes municípios, como Vassouras, Resende,
Valença e Taubaté, devido aos lucros proporcionados pelo novo produto.
o êxito da economia cafeeira se deve aos seguintes fatores favoráveis em
seus dois principais polos produtores:

● Primeiramente no Vale do Paraíba e, em um segundo momento, no


Oeste Paulista, devido às suas ‘terras roxas’. Na realidade, trata-se de
terra vermelha, chamada de roxa (vermelha) por imigrantes italianos
que trabalharam nas lavouras de café.
● Ausência de concorrentes significativos ao longo do século XIX;
● Disponibilidade de capitais, especialmente após a Lei Eusébio de
Queirós de 1850, uma vez que recursos até então aplicados no tráfico
de escravizados foram investidos no setor cafeeiro”.(BERUTTI;
MARQUES, 2016).
Foco no conteúdo
● “Mão de obra disponível em grande quantidade,
a princípio de escravizados e posteriormente de
imigrantes europeus.
● Proximidade entre as áreas de produção e os
portos do Rio de Janeiro, principal escoadouro da
produção cafeeira do Vale do Paraíba, e de
santos, núcleo exportador do Oeste Paulista.
● Implantação de uma infraestrutura ferroviária
ligando as áreas de produção aos núcleos
exportadores, que contou com investimentos
externos, notadamente britânicos.
Fotografia de Christiano
● Existência de um mercado externo em Jr. Escravizada colhendo
expansão”. (BERUTTI; MARQUES, 2016). café no Oeste Paulista,
1865.
Foco no conteúdo
“A partir de 1865-1885, o principal núcleo
produtor passou a ser o Oeste Paulista, que se
tomou uma das regiões mais dinâmicas da
economia brasileira. A produção de café no Oeste
Paulista destacou-se por ser uma atividade mais
empresarial, dando origem a uma burguesia
cafeeira, mais empreendedora e que se valeu
principalmente da mão de obra do imigrante.
Por outro lado, a expansão dos cafezais deu
continuidade a um processo que havia se iniciado
no primeiro século da colonização portuguesa: a
destruição sistemática dos recursos naturais e Imigrantes em colheita de
em especial da Mata Atlântica”. (BERUTTI; café em uma fazenda de
MARQUES, 2016). São Paulo c. 1900.
Na prática

Observe o mapa e analise os dados disponíveis.


Registre suas análises por escrito!

Quais os argumentos da fonte 1 para o investimento no


Brasil da cultura do café?
A partir de que núcleo o café se expandiu? Que direção
seguiu? Qual era a participação do café brasileiro na
produção mundial na segunda metade do século XIX?
FONTE 1. O café
“A coffea arabica fora introduzida no Brasil no começo do século XVIII. Por
volta de 1790, a exploração comercial da planta era bem-sucedida nas
encostas próximas ao Rio de Janeiro. Em 1830, os cafezais cobriam vastas
áreas do Vale do Paraíba, atravessando os limites da província de São Paulo
e alcançando Jacareí. Não é difícil compreender por que a cultura do café
substituiu a da cana-de-açúcar nas grandes propriedades. Em primeiro lugar,
a demanda mundial de café era bastante mais acentuada do que a do açúcar
em quase toda a primeira metade do século XIX. Além disso, os custos de
produção eram um pouco mais baixos. O café exigia menos mão de obra [...]
e a cana tinha de ser replantada a cada três anos, geralmente, enquanto um
cafeeiro poderia durar 30 ou 40. [...] Finalmente, o café resultava em maior
margem de lucro, afora o custo do transporte até o porto de Santos. Seu
valor por quilo era superior, e era menos sujeito a deterioração no processo
de transporte. [...] Somente após 1840 se deu início ao plantio em larga
escala de café no Oeste Paulista, de Campinas até Rio Claro.” (DEAN, 1977).
Fonte 2. Expansão no Sudeste da lavoura
cafeeira, séculos XIX e XX

Fonte 3. Porcentagem do
café brasileiro na produção
mundial
1820-1829 – 18% 1870-1879 – 49%

1830-1839 – 30% 1880-1889 – 56%

1840-1849 – 40% 1890-1899 – 63%

1850-1859 – 52% 1900-1904 – 63%

1860-1869 – 49%

(NORMANO, 1939).

(MEC, 1996).
Na prática Correção
Quais os argumentos da fonte 1 para o investimento no Brasil
da cultura do café?
● Demanda mundial: o café possuía uma demanda global muito
maior do que o açúcar durante a primeira metade do século
XIX.
● Custos de produção mais baixos: em comparação com a cana-
de-açúcar, o café tinha custos de produção um pouco mais
baixos. Isso ocorria em virtude de exigir menos mão de obra
para ser cultivado. Enquanto a cana-de-açúcar precisava ser
replantada a cada três anos, os cafeeiros podiam durar até 30
ou 40 anos, o que reduzia os custos de replantio.
Na prática Correção
Continuação…
● Margem de lucro maior: o café oferece uma margem de lucro
superior em comparação com a cana-de-açúcar. Além disso, o
café era menos suscetível à deterioração durante o transporte.
● Expansão geográfica: inicialmente, o cultivo do café foi bem-
sucedido nas encostas próximas ao Rio de Janeiro. No entanto,
como também observado no mapa, a cultura do café se
expande para vastas áreas do Vale do Paraíba, ultrapassando
os limites da província de São Paulo e alcançando Jacareí.
Posteriormente, o plantio em larga escala de café também foi
iniciado no Oeste Paulista, de Campinas até Rio Claro. Essa
expansão geográfica demonstra a viabilidade e o potencial
econômico da cultura do café.
Na prática Correção
A partir de que núcleo o café se expandiu? Que direção seguiu?
Qual era a participação do café brasileiro na produção mundial na
segunda metade do século XIX?
A partir do Rio de Janeiro o café se expandiu para o Vale do
Paraíba e a Zona da Mata Mineira (de 1840 a 1870), centro-
oeste paulista (de 1870 a 1930) e norte do Paraná e sudeste do
Mato Grosso do Sul (depois de 1930). A Mata Atlântica, que,
originalmente, cobria essa região, foi destruída com a
expansão cafeeira. Na segunda metade do século XIX, o café
brasileiro correspondia a cerca de 50% da produção mundial.
Foco no conteúdo
Capitalismo em sociedade escravista: a Era Mauá
“O fim do tráfico atlântico estimulou o investimento de capitais em
diversas atividades econômicas - o que, de certo modo, sinalizava a
entrada do país na era industrial. Começaram a ser construídas as
ferrovias, o que também fazia crescer a influência do capitalismo
britânico no Brasil escravista. A primeira ferrovia foi inaugurada em 30 de
abril de 1854, no Rio de Janeiro, com 14 quilômetros de extensão,
ligando o porto de Estrela, na Baía da Guanabara, à raiz da serra onde se
localiza a cidade de Petrópolis. Daí em diante, as vias férreas
proliferaram: Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, regiões
produtoras de café, foram cortadas por uma expressiva malha ferroviária.
A maioria das ferrovias foi construída com empréstimos tomados na
Inglaterra ou com o investimento direto de ingleses”. (VAINFAS, 2018).
Foco no conteúdo

Grande viaduto da Grota Funda e Construção da Estrada de Ferro


Santos – Jundiaí. c. 1864. Fotografias de Militão Augusto de Azevedo
Foco no conteúdo
“As ferrovias brasileiras favoreciam a economia
cafeeira escravista facilitando e barateando o
transporte do café do interior para os portos. As
províncias açucareiras do nordeste, sobretudo
Pernambuco e Bahia, também entraram na era das
ferrovias, mas em menor escala. Os novos
investimentos não se limitavam às ferrovias.
Cabine do Telégrafo no Morro
Um pequeno trecho de telégrafo elétrico foi do Castelo. A primeira linha
inaugurado em 1852; já em 1873, começou telegráfica do Brasil era
a funcionar a transmissão por cabo subterrânea e possuía 4,3 mil
submarino, permitindo a comunicação entre metros de extensão.
Brasil e Europa e também entre diversas Construída por determinação
províncias”. (VAINFAS, 2018). de D. Pedro II.
Foco no conteúdo Visconde de
Mauá —
litografia de
“Um sistema de gás canalizado para S. A. Sisson
iluminação pública foi inaugurado no Rio de ao final da
Janeiro em 1854; quase duas décadas depois, década de
1 O mil residências, 5 mil estabelecimentos 1850.
públicos e 6 mil lampiões de rua utilizavam
esse gás. Essas mudanças rio Brasil seriam
impensáveis sem a atuação do empresário
lrineu Evangelista de Souza, o Barão de
Mauá. Na década de 1840, ele passou a se
dedicar a vários empreendimentos”.
(VAINFAS, 2018).
Fábrica de gás (gasômetro) na rua do Aterrado
hoje av. Presidente Vargas em meados do século
XIX no Rio de Janeiro.
Na prática
Leia o texto nos slides a seguir e, em dupla,
discuta coletivamente! Escreva suas
reflexões tendo em vista a seguinte
problematização:
● A expansão da cafeicultura e a mudança
do eixo econômico para o Sudeste trouxe
uma modernização para o país?
TEXTO I. Em busca da modernização capitalista
“1850 não assinalou no Brasil apenas a metade do século. Foi o ano de
várias medidas que tentavam mudar a fisionomia do país,
encaminhando-o para o que então se considerava modernidade.
Extinguiu-se o tráfico de escravos, promulgou-se a Lei de Terras [...] e
foi aprovado o primeiro Código Comercial. [...] Entre outros pontos,
definiu os tipos de companhias que poderiam ser organizadas no país e
regulou suas operações. Assim como ocorreu com a Lei de Terras, tinha
como ponto de referência a extinção do tráfico. A liberação de capitais
resultante do fim da importação de escravos deu origem a uma intensa
atividade de negócios e de especulação. Surgiram bancos, indústrias,
empresas de navegação a vapor etc. [...]. Esboçavam-se assim, nas
áreas mais dinâmicas do país, mudanças no sentido de uma
modernização capitalista; ou seja, nasciam as primeiras tentativas para
se criar um mercado de trabalho, da terra e dos recursos disponíveis”.
(FAUSTO, 1999).
Na prática Correção
● A expansão da cafeicultura e a mudança do eixo econômico para o
Sudeste trouxe uma modernização para o país?

Apesar da expansão da cafeicultura e da mudança do eixo


econômico para o Sudeste, não houve uma transformação
estrutural no Brasil. A cafeicultura coexistiu com outras
atividades agrícolas e, em vez de promover uma redistribuição
de terras e recursos, manteve a estrutura fundiária concentrada
nas mãos dos grandes proprietários de terras (no contexto, os
“barões do café”), controlando a maior parte dos recursos, da
política e dos novos investimentos.
Na prática Correção
Continuação…
Embora a extinção do tráfico de escravos e a promulgação da Lei
de Terras em 1850 tenham sido avanços na direção da
modernização capitalista, essas medidas também foram
conservadoras, já que mantiveram uma estrutura de poder e
propriedade, não promovendo uma redistribuição mais equitativa
de terras e recursos.
Aplicando
O crescimento da produção cafeeira alterou a sociedade
brasileira do século XIX, sem modificar a estrutura econômica
herdada do período colonial.

● Leia o texto no slide a seguir (que pode


subsidiar sua análise) e elabore um texto
dissertativo-argumentativo.

● Utilize os conhecimentos da aula e não se


esqueça de justificar a afirmativa acima,
ressaltando as alterações ocorridas e os
elementos estruturais de permanência!
A expansão da cafeicultura: destruição de recursos
naturais e concentração de renda

“A cafeicultura possibilitou ao Brasil a expansão territorial e o povoamento


do interior à custa da derrubada das matas, de queimadas e da morte de
indígenas. Estimulou o uso da mão de obra escrava, mas soube se adaptar
aos novos tempos, introduzindo o trabalho livre com o imigrante [...]. A
riqueza e o poder político trazidos pelo café possibilitaram a mudança do
eixo econômico do Nordeste para o Sudeste e a Proclamação da República.
No entanto, não se pode afirmar que a cultura cafeeira foi responsável por
uma mudança na estrutura econômica do Brasil, pois ela conviveu com
outras atividades econômicas [...]. E, como as demais atividades, baseou-
se no latifúndio exportador, com grande número de trabalhadores. Enfim,
foi [...] uma cultura dependente dos interesses internacionais e
concentradora de renda.” (TOLEDO; GANCHO, 2003).
O que aprendemos hoje?
● Analisamos a importância da economia cafeeira no
Brasil para a economia do Segundo Reinado;

● Analisamos criticamente o processo de modernização


no contexto do Segundo Reinado, identificando seus
aspectos conservadores, como a manutenção das
estruturas de poder.

● Inferimos as consequências socioeconômicas da


modernização, incluindo a desigualdade social e as
relações laborais resultantes da expansão da economia
cafeeira.
Tarefa SP
Localizador: 99215

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Referências
Slide 3 – MARTINS, A. L. Revista de História da Biblioteca Nacional, n. 57, jun. 2010.
Slides 5 a 8 – BERUTTI, F. C.; MARQUES, A. Caminhos do homem. Curitiba: Base Editorial,
2016.
Slides 10 a 12 – BERUTTI, F. C; MARQUES, A. Caminhos do homem. Curitiba: Base Editorial,
2016.
Slide 14 – DEAN, W. Rio Claro: um sistema brasileiro de grande lavoura 1820-1920. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1977. p. 42-45.
Slide 15 – Porcentagem do café brasileiro na produção mundial. In: NORMANO, J. F. Evolução
econômica. São Paulo: Nacional/Brasiliana, 1939. p. 54.
Slides 19, 21, 22 – VAINFAS, R. et al. História: conecte live. São Paulo: Saraiva, 2018.
Slides 24 – FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 1999.
Slide 28 – TOLEDO, V. V. de; GANCHO, C. V. Sua majestade o café. São Paulo: Moderna,
2003. p. 77-78.
LEMOV, Doug. Aula nota 10 3.0: 63 técnicas para melhorar a gestão da sala de aula. Porto
Alegre: Penso, 2023.
Referências
Lista de imagens e vídeos
Slide 3 – Café pelo mundo: Etiópia. Cerimônia do café. Disponível em: [Link]
Acesso em: 3 jul. 2023.
Slide 4 – Escravizados fotografados numa fazenda de café, Marc Ferrez (c.1882). Disponível em:
[Link] Acesso em: 3 jul. 2023; O lavrador de café, Candido Portinari(1934).
Disponível em: [Link] Acesso em: 3 jul. 2023.
Slide 5 – Plantação de Café, 1834. Desenho de Johann Jacob Steinmann. Disponível em:
[Link] Acesso em: 30 jun. 2023.
Slide 8 – Marc Ferrez/Coleção Gilberto Ferrez. Acervo Instituto Moreira Salles. Escravizados em
terreiro de uma fazenda de café. Vale do Paraíba, c. 1882. Disponível em:
[Link]
[Link]. Acesso em: 3 jul. 2023.
Slide 9 – Plantação de Café, 1834. Desenho de Johann Jacob Steinmann. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 30 jun. 2023.
Referências
Lista de imagens e vídeos
Slide 11 – Fotografia de Christiano Jr. Escravizada colhendo café no Oeste Paulista,
1865. Disponível em: [Link] Acesso em: 7 jul. 2023.
Slide 12 – Fazenda de café em SP e a utilização da mão de obra do imigrante. Foto de
Frank & Frances Carpenter, c. 1900. Domínio público, Congresso dos Estados Unidos.
Disponível em: [Link] Acesso em: 7 jul. 2023.
Slide 15 – Mapa – Atlas histórico escolar. Rio de Janeiro: MEC, 1996. Expansão no
sudeste da lavoura cafeeira, séculos XIX e XX. Disponível em:
[Link] Acesso em: 7 jul. 2023.
Slide 20 – Grande viaduto da Grota Funda. Militão Augusto de Azevedo. São Paulo – SP
– Brasil – 1864 circa. Instituto Moreira Salles. Disponível em: [Link]
Acesso em: 10 jul. 2023; Construção da Estrada de Ferro Santos – Jundiaí. Fotografia
de Militão Augusto de Azevedo. São Paulo – SP – Brasil – 1864 circa. Instituto Moreira
Salles. Disponível em: [Link] Acesso em: 10 jul. 2023.
Referências
Lista de imagens e vídeos
Slide 21 – Cabine do Telégrafo no Morro do Castelo. Biblioteca Nacional.
Disponível em: [Link] Acesso em: 10 jul. 2023.
Slide 22 – Visconde de Mauá — litografia de S. A. Sisson ao final da década de
1850. Disponível em: [Link] Acesso em: 10 jul. 2023; Fábrica
de gás (gasômetro) na rua do Aterrado hoje av. Presidente Vargas em meados
do século XIX no Rio de Janeiro. Disponível em: [Link] Acesso
em: 10 jul. 2023.
Gifs e imagens ilustrativas elaboradas especialmente para este material a
partir do Canvas. Disponível em: [Link] Acesso em: 10
jul. 2023.
Material
Digital

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