17/12/2020 Roteiro de Estudos
Design Thinking
Roteiro de
Estudos
Autor: Me. Vagner Basqueroto Martins
Revisor: Marcones Silva
Encontrar soluções para situações das mais diversas faz parte do cotidiano da humanidade
desde sempre, pois isso é parte de nossa constante curiosidade por conseguir alcançar
melhores resultados, seja por satisfação pessoal, seja para o ganho de algo, tempo, dinheiro,
status. Dessa forma, o Design Thinking e seus conceitos se encaixam bem nesse cenário de
busca e prática de soluções.
O Design Thinking, como poderá ser visto ao longo do conteúdo aqui tratado, possui em sua
essência a constante busca por inovação na solução de problemas, utilização de métodos e
ferramentas criativas e organização de ideias, de modo a alcançar resultados surpreendentes
de forma simples e objetivas, garantindo a melhoria de vida para as pessoas, tendo em vista
que o ponto-chave para a resolução de problemas está no foco nas pessoas.
Caro(a) estudante, ao ler este roteiro você vai:
entender que inovar é preciso;
conhecer as de nições de Design Thinking;
compreender o Design Thinking e suas etapas;
re etir soluções centradas no usuário;
aprender sobre Case-Based Learning (CBL).
Introdução
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Em sua de nição, o Design Thinking pode ser traduzido ou conceituado como o pensamento
estratégico do design, por buscar, pelas suas ações e práticas, trazer soluções criativas para a
resolução dos mais variados tipos de situações ou problemas de modo inovador e
estrategicamente elaborado. Tal forma de desenvolvimento de projetos pode ser vista de
forma mais consistente a partir do escritório de design IDEO, que é uma consultoria
internacional de design e inovação, desde 1991, localizada em Palo Alto, na Califórnia, e tem
entre seus fundadores os nomes mais proeminentes dessa linha de pensamento e forma de
trabalhar: David Kelley e Tim Brown.
Dentre as diversas características importantes do Design Thinking, a que mais se destaca é a
forma de trabalhar e desenvolver as situações com foco nas pessoas, de maneira que todos
os esforços e estratégias do Design Thinking partilham da premissa que o ser humano é o
centro das atenções, pois é quem utilizará serviços e produtos desenvolvidos, trazendo,
assim, outro ponto interessante que é a multiplicidade de disciplinas e conhecimentos que
podem ser aplicados nas soluções propostas e desenvolvidas.
Inovar é Preciso
Inovar é um conceito e pode ser descrito também como uma ação que está sempre
acontecendo, a nal de contas tudo evolui, é recriado e constantemente alterado, por uma
série de razões que fogem ao nosso controle e que não nos permitem car parados. Dessa
forma, inovar pode ser também descrito como a criação do novo, da alteração daquilo que se
apresenta no momento e, assim, antecipado para as pessoas nas mais diferentes
possibilidades, de produtos a serviços, experiências e procedimentos que serviram a grandes
grupos, bem como para apenas um indivíduo. A inovação é democrática e possibilita que
todas as pessoas, mesmo em momentos distintos, tenham acesso ao novo (AMARAL et al.,
2011).
E mesmo sendo democrático, como já abordado, acontece em diferentes momentos para as
pessoas, assim como para as empresas, o que nem sempre é bom, pois podemos não estar
preparados para as mudanças e sermos pegos de surpresa. Isso acontece, pois mudanças
nem sempre são aparentemente boas ou fáceis de serem assimiladas, e o mesmo acontece
no cenário de inovação, em que a maior parte de novos negócios ou soluções não é efetivada,
devido ao alto índice de complexidade que processos de inovação impõem aos que o querem
empreender, como apontam Keeley et al. (2013), a rmando que 96% dos novos produtos
fracassam no mercado norte-americano.
Dessa forma, a inovação que antes era buscada nos diferenciais tecnológicos dos produtos
ou serviços já não é o su ciente e precisa de outros aspectos além desse, o que torna sua
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efetivação algo mais complexo e necessário para produtos e serviços, assim como para os
pro ssionais do mercado. Por isso, os conceitos e técnicas do Design Thinking vêm se
tornando aliados indispensáveis nessa busca constante por inovação que o mercado nos
impõe diariamente (KEELEY et al., 2013).
Assim, mesmo não sendo fácil perceber, empresas de todos os tipos conseguiram entender
que processos de inovação focados em tecnologia e produtividade passaram a ser pré-
requisitos para qualquer negócio e que quem quisesse possuir diferenciais deveria buscar
outros tipos de inovação, como no relacionamento com clientes/usuários, fornecedores e
toda a cadeia ligada ao negócio na busca de melhores soluções aos desa os diários e formas
de relacionamento.
É justamente em um novo cenário que os negócios precisam ser inovadores, e, assim, o
Design Thinking surge como algo essencial para essa busca, com uma abordagem centrada
no ser humano, o elemento principal de qualquer negócio, agindo de maneira multidisciplinar
e colaborativa na concepção de produtos, serviços, ideias e processos, que tragam inovações
jamais antes vistas, das mais simples até mesmo às de alto nível de complexidade (VIDAL,
2017).
Portanto, é possível veri car como a inovação é intrinsecamente ligada ao Design Thinking, de
forma a car claro como soluções podem ser mais facilmente encontradas com a utilização de
processos e ferramentas de forma organizada e centrada nas pessoas.
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LIVRO
Criatividade e Inovação
Autor: Academia Pearson
Editora: Pearson
Ano: 2011
Comentário: nesse livro, são abordadas as principais teorias
em torno da criatividade, com enfoque na psicologia e
neurologia, assim como de aspectos da cultura e gestão da
inovação. São temas que ganham cada vez mais espaço nas
discussões nos negócios e na academia, tratando de assuntos
vitais para os negócios idealizados para universitários, com
textos claros, mantendo a consistência teórica. Foque no
capítulo 3, que trata da inovação
ARTIGO
Combinando o Design Thinking e a Criatividade no Processo de Inovação Aberta
Autores: Bruna Haubert, Dusan Schreiber e Cristiano Max Pereira Pinheiro
Ano: 2019
Comentário: um dos conceitos de inovação que tem surgido na atualidade é o aberto, que
acaba sendo uma alternativa para as empresas utilizarem na busca por destaque, ou
diferencial. Esse conceito funciona de forma colaborativa, com o compartilhamento de ideias,
riscos e na soma de benefícios dessas características, como a redução de custos no
desenvolvimento de projetos, ao utilizar técnicas oriundas do Design Thinking para o
processo de inovação.
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De nições de Design Thinking
Você já deve ter presenciado, ou visto em algum lme, a instalação da pedra fundamental de
uma obra. No Design, podemos fazer uma analogia com seu fundamento, que é o bem-estar
das pessoas no seu dia a dia, nos produtos e serviços que utilizam e nas formas como se
relacionam com o meio ao seu redor, diferente do que se vê na publicidade, que associa o
design quase que exclusivamente com as questões estéticas. Dessa forma, o Design Thinking
é a síntese da forma como designers pensam, traduzido na forma de procedimentos,
métodos e conceitos, utilizando-se de ferramentas para obter resultados surpreendentes
para a solução de situações e problemas (BROWN, 2017).
Portanto, o Design Thinking é, em suma, o pensamento estratégico do design, ou a forma
como o design é pensado e posto em prática, como a abstração de como os pro ssionais de
design articulam os pensamentos e ações na busca por soluções. Ou ainda pode ser
nomeado como o modelo mental, que utiliza conceitos que corriqueiramente estão à margem
daquilo que é praticado de maneira usual, mas que podem ser aplicados por todo o tipo de
pro ssional, como de ne Brown (2017).
O pro ssional de design tem como missão solucionar problemas de forma criativa e
inovadora, e é justamente essa articulação entre como se exerce a pro ssão e necessidade de
pessoas e negócios que faz com que esses conceitos sejam tão bem utilizados no Design
Thinking por pro ssionais de outras áreas. O objetivo é promover soluções inovadoras, das
mais complexas às mais simples, que promovam o bem-estar das pessoas (DAVIS, 2010).
Assim, é possível entender o Design Thinking como um conjunto de conhecimentos, métodos
e ferramentas reunidas para a criação de soluções que tenham as pessoas como centro dos
esforços, os quais devem convergir para a melhoria de suas vidas por meio de produtos,
serviços e procedimentos dos mais diversos.
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LIVRO
Isto é Design Thinking de Serviços: Fundamentos,
Ferramentas, Casos
Autores: Marc Stickdorn e Jakob Schneider
Editora: Bookman
Ano: 2014
Comentário: esse livro traz informações e de nições
interessantes acerca do que é Design Thinking, suas aplicações
e prática por meio das técnicas e estudos de casos diversos.
Desse modo, é uma ótima opção de leitura para conhecer mais
sobre essa área do estudo que vai muito além do design e seus
pro ssionais. O ideal é que você leia da página 48 até a 55
(“Marketing: conexão com pessoas”) e da página 160 até a 163
(“Mapa de jornada do usuário”).
Design Thinking e suas Etapas
O Design Thinking usa em suas abordagens aos problemas uma perspectiva voltada ao ser
humano como foco de suas atenções e esforços, e, por isso, consegue entregar soluções
inovadoras para todo o tipo de situação, tendo em vista que são as pessoas que estão
sofrendo com algum tipo de problema, portanto faz sentido recorrer a elas para encontrar as
soluções.
Assim, o processo acontece em fases, ou etapas, e, diante de uma já vasta literatura acerca do
assunto, é possível encontrar uma série de variações, mas que, de modo geral, variam entre
quatro a sete fases. É possível uni car etapas para acontecerem num mesmo momento ou
fazer de modo separado. As principais etapas são: empatia, de nição, ideação, prototipação e
teste.
Para solucionar um problema, é preciso entender o que está acontecendo, e, assim, é
importante se colocar no lugar de quem está passando por uma determinada situação, uma
vez que isso pode garantir o sucesso das propostas desenvolvidas de forma mais efetiva. Ou
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seja, é necessário que tenhamos uma postura empática frente ao problema e às pessoas para
que nossa perspectiva esteja alinhada com o público-alvo da solução. Ainda assim, é preciso
buscar soluções simples mesmo para problemas complexos, entendendo os detalhes. Desse
modo, podemos a rmar que a fase inicial do Design Thinking é a de empatia (AMBROSE;
HARRIS, 2011).
A sequência do processo é composta pela geração de ideias, de forma livre, em que todos os
atores do processo podem participar com foco no mesmo objetivo, o de propor soluções,
esquemas, referências e tudo mais que possa contribuir para um mesmo caminho, com
liberdade e sem uma preocupação formal de como executar. Essa é uma etapa mais
conceitual, o que permite “viagens” no processo, pois ainda não estamos numa fase de riscos
ou que necessite que tenhamos, por exemplo, uma ideia de custos de produção,
caracterizando-se por uma fase mais de de nições de que caminhos seguir (CAVALCANTI;
FILATRO, 2016).
Dessa forma, na continuidade do processo, chegamos no momento de ideação, em que é
preciso elaborar de forma mais consistente como executar as propostas trazidas e, assim,
realizar o desenvolvimento das mais promissoras, levando em consideração todos os pontos
possíveis para um melhor desenvolvimento e solução para o problema. Podemos ainda
elaborar esquemas de desenvolvimento, divisão de tarefas, ferramentas e procedimentos que
serão adotados, composições visuais e aspectos estruturais e de funcionamento quando for
um produto, serviço ou a mescla dos dois (CRUZ, 2013).
Assim, após um certo nível de desenvolvimento, chega nalmente o momento de tornarmos
as ideias e esquemas em algo tangível, ou que possa ser visto e entendido com começo, meio
e m por pessoas fora do projeto. E podemos nomear essa etapa como prototipagem, que
consiste em construir o produto ou serviço, seja com materiais mais simples para uma
simulação, seja com a utilização daqueles que poderão ser utilizados no produto nal. Esse
tipo de decisão faz parte da forma como o projeto deve ser conduzido, de atenção aos
detalhes, como orçamento, prazos e contexto de desenvolvimento e aplicação.
O objetivo central da prototipagem está na veri cação de como as pessoas irão reagir e
interagir com os protótipos que forem construídos, com os materiais utilizados e
funcionalidades propostas, tendo em vista problemas e potencialidades, no sentido de
conseguir, de forma rápida, chegar a resultados expressivos, e com baixo custo de produção
(AMARAL et al., 2011).
Finalmente, chegamos à fase que pode ser considerada a “cereja do bolo”, pois é justamente
na fase de testes que podem ser veri cadas as qualidades e os problemas do projeto
proposto. Assim, de maneira rápida e barata, é possível seguir caminhos diferentes, ou
manter a sequência do que estiver sendo desenvolvido, a partir dos retornos vindos das
pessoas que participarem dessa etapa de validação, como também pode ser nomeada a fase
de testes.
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LIVRO
Sprint. O método usado no Google para testar e
Aplicar Novas Ideias em Apenas Cinco Dias
Autores: Jake Knapp, John Zeratsky e Braden Kowitz
Editora: Intrínseca
Ano: 2017
Comentário: o livro trata do Design Thinking sob uma ótica
desenvolvida dentro da Google, com a possibilidade de aplicar
seus conceitos e ferramentas em apenas cinco dias, ou seja,
tornando o processo altamente aplicável. E o destaque vai para
uma parte inicial denominada “Preparando o terreno”, que traz
três aspectos importantes para qualquer projeto que utilize os
conceitos do Design Thinking, os quais são: o desa o, a equipe
e o tempo e espaço.
ARTIGO
A Metodologia Design Thinking: Estratégia Gerencial para Empreendimentos
Autor: Pedro Vieira Souza Santos et al.
Ano: 2017
Comentário: esse artigo traz conceitos e informações interessantes acerca do Design
Thinking, com especial atenção aos itens 4.1 e 4.2, que tratam das etapas do Design Thinking,
conforme abordado nesta parte do roteiro de estudo, e contêm uma série de tipos de
nomenclatura, assim como quanto à quantidade de etapas, além de um complemento sobre
inovação para negócios.
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Soluções Centradas no Usuário
As pessoas devem estar no centro de qualquer desenvolvimento, e isso deve ser observado
em qualquer projeto que estejamos desenvolvendo, pois as soluções que criamos são para as
pessoas, ou seja, clientes/usuários que utilizam produtos e serviços diariamente.
Assim, podemos entender por que o Design Thinking tem a centralidade de seus conceitos,
técnicas e ferramentas nas pessoas, pois é por meio de suas experiências, frustrações e
conquistas que podemos alcançar resultados cada vez melhores de desenvolvimento
projetual naquilo que é desenvolvido. Isso acontece porque é dado às pessoas o
protagonismo no processo, indo ao encontro do que já foi exposto, com relação à empatia, o
que torna o processo mais assertivo e constante (BROWN, 2017).
Portanto, cada detalhe é importante no sentido de conseguir chegar às soluções cada vez
mais especí cas, mas que atendam às demandas de grupos maiores, tornando produtos e
serviços em algo que possa ser realizado e produzido em escala, o que otimiza e potencializa
possíveis ganhos de sinergia.
Podemos assim entender que, desde a fase de empatia, até chegarmos à etapa de testes,
colocar as pessoas no centro do processo de criação e desenvolvimento dos projetos
contribui para que consigamos alcançar resultados mais e cientes e de forma mais otimizada,
com possibilidades altamente conectadas com a realidade, sem perder o foco naquilo que
realmente importa, ou seja, resolver problemas pelos quais as pessoas estão passando ou
necessidades que nem sabem que possuem (AMBROSE; HARRIS, 2011).
Sendo assim, podemos entender que, além dos pontos explicitados, ter as pessoas no centro
do processo nos dá a oportunidade de mapear os caminhos percorridos, nos momentos de
interação, tomada de decisões e, também, como as pessoas interagem entre si a partir das
experiências que são submetidas ao uso dos produtos e serviços, e que podem ser
convertidos em informações e dados para soluções posteriores e potencialidades futuras.
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ARTIGO
Design Thinking e Ciência da Fábrica: Uma Abordagem Centrada no Usuário por
Meio do Roleplaying Game
Autores: Thiago Schaedler Uhlmann, André Luiz Battaiola e Adriano Heemann
Ano: 2014
Comentário: esse artigo traz uma importante contribuição aplicando os conceitos de Design
Thinking com foco no usuário, com a utilização de um jogo para a obtenção de dados acerca
de usuários. É interessante que você veja como os usuários são o foco no desenvolvimento
desse material.
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Case-Based Learning (CBL)
Podemos a rmar que a aprendizagem baseada em casos, ou, como podemos veri car no
original em inglês Case Based Learning (CBL), tem sido considerada uma maneira interessante
no objetivo de dominar conhecimentos, pois se baseia no estudo de casos acontecidos de
forma a contribuir para o planejamento de como abordar novas situações a partir das
experiências vividas anteriormente. Também tem se provado valioso, no sentido de servir
como mapa daquilo que não funcionou em situações análogas, provendo subsídios
consistentes para formulações esquematizadas que sirvam para soluções reais (STANLEY,
2019).
É possível entender o CBL como um método no qual o aprendizado acontece de forma fácil e
prática, utilizando situações e desenvolvimentos bem estruturados, com um alto nível de
informações que poderão servir como base para a veri cação dos problemas enfrentados,
das soluções encontradas, ou seja, dos pontos fracos, que não deverão ser repetidos, e das
qualidades que servirão de guia, ou mapa, para novas soluções e possibilidades de
desenvolvimento, direcionando as etapas para o projeto que estiver em pauta. Dessa forma,
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teoria e conceitos andam alinhados com a prática, objetivando encontrar o caminho mais
adequado e a solução ideal para o problema apresentado (THISTLETHWAITE et al., 2012).
Assim, podemos veri car que essa abordagem pode se encaixar perfeitamente nos conceitos
e técnicas do Design Thinking, de forma a promover de maneira ágil e e caz soluções que
levem em consideração as pessoas como centro da resolução dos problemas, no sentido de
tornar seu cotidiano melhor.
ARTIGO
Uma Revisão sobre as Principais Metodologias de Ensino e suas Diferenças
Autor: Ana Luiza Mendes et al.
Ano: 2015
Comentário: o presente artigo traz uma série de de nições de novas formas de metodologias
de ensino-aprendizagem que podem contribuir com a forma que pensamos no ensino e
aplicações na resolução de problemas, tendo em vista que novas possibilidades e técnicas
são apresentadas diariamente.
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Conclusão
Um dos maiores desa os para pro ssionais envolvidos no desenvolvimento de projetos é
entender como as pessoas que estão passando por determinada situação pensam e se
sentem. Isso pode até assustar, pois são informações que podem fazer com que um projeto
tenha ou não sucesso, que seja ou não aceito pelo público.
Tal desa o passa ainda por aspectos como os de orçamento, tempo para o desenvolvimento,
expertise da equipe envolvida, além de situações fora da rota, que podem acontecer ao longo
do caminho de desenvolvimento do projeto. Situações que podem ser vistas como
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oportunidades, ou obstáculos difíceis de serem vencidos. Mas, independentemente do
exposto, podemos veri car que o Design Thinking existe para nos ajudar a chegarmos a
resultados surpreendentes de forma a contribuir com o bem-estar das pessoas por meio de
um processo bem de nido e e caz, através de seus conceitos e técnicas, conforme abordado
ao longo deste conteúdo.
Referências Bibliográ cas
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