Vocabulário Internacional de Metrologia 2012
Vocabulário Internacional de Metrologia 2012
de Metrologia
Conceitos fundamentais e gerais e
termos associados (VIM 2012)
Inmetro
Rio de
Janeiro
Edição Luso-Brasileira
2012
© 2012 Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Inmetro
Américo Bernardes
Chefe do Centro de Capacitação
Desenvolvimento e Edição
Alciene Salvador
Coordenação Editorial
André Rocha
Capa
Inclui índice.
Traduzido de: International Vocabulary of Metrology: Basic and general concepts and
associated terms – JCGM 200:2012. 3rd. ed. 2012.
Traduzido por: grupo de trabalho luso-brasileiro ISBN: 978-85-86920-09-7.
CDD 025.4962
Serviço Público Federal
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v
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meses, em consulta pública
tendo em vista obter
contribuições para a sua
melhoria. Foi então editada uma
2ª edição do VIM, com base no
trabalho desenvolvido
internacionalmente pelo Grupo
de Trabalho, no qual
participaram oito organizações
consagradas e para a qual
contribuíram peritos nacionais,
individual e coletivamente, quer
através do Laboratório Nacional
de Metrologia, quer através do
Organismo Nacional de
Normalização.
Posteriormente, foi editada a 1ª
edição do VIM 2008, fruto da
tradução da 3ª edição
internacional do VIM por peritos
do Laboratório Central de
Metrologia do IPQ. Esta edição
após um período de três meses
em versão provisória foi objecto
de comentários e editada então
com distribuição gratuita em
versão eletrónica pelo IPQ,
através de download no seu sítio
[Link].
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A presente publicação deve ser referenciada como 1ª edição luso-brasileira do VIM 2012
ou, de forma mais resumida e informal, quando o contexto não permitir interpretações
equivocadas, como VIM3. Esta forma se refere à 3ª edição internacional do VIM. As
expressões “3ª edição” e “3ª edição do VIM”, que aparecem no corpo deste trabalho,
referem-se também à 3ª edição internacional do VIM.
Os tradutores
2.14
veracidade de medição ; justeza de medição
v
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- Na versão de Portugal justeza de medição ; veracidade de medição
justeza ; veracidade
2.14
v
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Tal ação tem como objetivo, a adaptação gradual da comunidade metrológica à grafia do
prefixo “kilo” no lugar de “quilo” e dos prefixos, de maneira geral, associados às unidades
de medida do SI. Por conta disso, este documento na versão em uso no Brasil não
tenciona, neste momento, impor tal forma de escrita, dando também a opção de se
continuar escrevendo prefixos associados às unidades de medida do SI na forma
convencionada e adotada ao longo de anos.
Para ampliar a utilização deste documento no âmbito dos países lusófonos e ainda do
Sistema Interamericano de Metrologia (SIM), foram incluídos, abaixo dos termos em
português, os correspondentes termos originais em inglês e francês, assim como em
espanhol da tradução feita pelo Centro Español de Metrología (CEM). No final do texto, além
do português, foram incluídos os índices alfabéticos em inglês, francês e espanhol. Os
termos em negrito são os termos preferenciais para utilização.
Estas inclusões foram autorizadas pelo Diretor do BIPM.
Na elaboração desta versão, mais que uma transcrição literal, buscou-se o objetivo
primordial de captar e transpor para o português os significados mais profundos dos
conceitos. Visando facilitar a compreensão daqueles que se valerão da presente versão,
procurou-se garantir que a rigorosa exegese dos termos viesse acompanhada também
pela clareza e fluência do texto. Na transposição dos termos escolheu-se, dentre as
diversas opções aventadas e discutidas, aquela que, ademais de parecer adequada
segundo seu uso na linguagem comum, guardasse também uma semelhança fonética ou
morfológica com o termo inglês original. Não é demais lembrar que isso nem sempre foi
possível, pelo menos no âmbito da capacidade e do esforço empenhados pela equipe. Em
alguns casos, tornou-se imperativo inclusive o recurso ao uso de neologismos, como o
adjetivo “definicional”, usado como qualificativo em “incerteza definicional”.
Este documento está disponível, gratuitamente, nos sítios do Inmetro
([Link]) e do IPQ ([Link]).
Desta página em diante, com exceção dos termos e índices nas outras línguas, o
documento é uma tradução tão fiel quanto possível do documento original do JCGM.
Esclarecimentos e complementos que os tradutores julgaram conveniente acrescentar
aparecem como notas dos tradutores.
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Conteúdo
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Em 1997, o Comitê Conjunto para Guias em Metrologia (JCGM), presidido pelo Diretor do
BIPM, foi formado pelas sete Organizações Internacionais que haviam preparado as
versões originais do Guia para a Expressão da Incerteza de Medição (GUM) e do Vocabulário
Internacional de Termos Fundamentais e Gerais de Metrologia (VIM). O JCGM foi composto
originalmente por representantes do Bureau Internacional de Pesos e Medidas (BIPM), da
Comissão Internacional de Eletrotécnica (IEC), da Federação Internacional de Química
Clínica e Medicina Laboratorial (IFCC), da Organização Internacional de Normalização
(ISO), da União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC), da União Internacional
de Física Pura e Aplicada (IUPAP) e da Organização Internacional de Metrologia Legal
(OIML). Em 2005, a Cooperação Internacional de Acreditação de Laboratórios (ILAC)
juntou-se oficialmente às sete organizações internacionais fundadoras.
O JCGM tem dois grupos de trabalho. O Grupo de Trabalho 1 (JCGM/WG1), sobre o GUM,
tem a tarefa de promover seu uso e de preparar Suplementos do GUM para ampliar seu
campo de aplicação. O Grupo de Trabalho 2 (JCGM/WG 2), sobre o VIM, tem a tarefa de
revisá-lo e de promover seu uso. O Grupo de Trabalho 2 é formado por até dois
representantes de cada organização-membro, complementado por um número limitado
de especialistas. Esta 3a edição internacional do VIM foi preparada pelo Grupo de
Trabalho 2.
Em 2004, uma minuta desta 3a edição internacional do VIM foi submetida, para
comentários e propostas, às oito organizações representadas no JCGM que, na maioria
dos casos, consultaram seus membros ou afiliados, incluindo numerosos Institutos
Nacionais de Metrologia. Os comentários foram estudados e discutidos, levados em
consideração, quando apropriado, e respondidos pelo JCGM/WG 2. Uma proposta final da
3a edição foi submetida em 2006 às oito organizações para comentários e aprovação.
Esta 3a edição do VIM foi aprovada por unanimidade pelas oito organizações-membro
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Introdução
Neste Vocabulário, assume-se que não há diferença fundamental nos princípios básicos
de medição em física, química, medicina laboratorial, biologia ou engenharia. Além disso,
foi feita uma tentativa para atender a necessidades conceituais de medição em campos
tais como bioquímica, ciência alimentar, ciência forense e biologia molecular.
Diversos conceitos que apareciam na 2 a edição internacional do VIM não aparecem nesta
3a edição porque não são mais considerados como básicos ou gerais. Por exemplo, o
conceito “tempo de resposta”, utilizado para descrever o comportamento temporal de um
sistema de medição, não está incluído. Para conceitos relacionados aos dispositivos de
medição que não são cobertos por esta 3 a edição internacional do VIM, recomenda-se que
o leitor consulte outros vocabulários, tal como o IEC 60050, Vocabulário Eletrotécnico
Internacional (IEV - sigla em inglês). Para conceitos relacionados à gestão da qualidade, a
acordos de reconhecimento mútuo relativos à metrologia ou à metrologia legal, o
leitor é direcionado para os documentos listados na bibliografia.
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Além disso, no GUM, bem como nos documentos da IEC, são dadas orientações sobre a
Abordagem de Incerteza no caso de uma única leitura de um instrumento calibrado,
situação normalmente encontrada na metrologia industrial.
Os documentos da IEC focalizam-se sobre medições com leituras únicas, que permitem
investigar se grandezas variam em função do tempo pela determinação da
compatibilidade de resultados de medição. A IEC trata também do caso de incertezas
definicionais não desprezáveis. A validade dos resultados de medição é altamente
dependente das propriedades metrológicas do instrumento, determinadas pela sua
calibração. O intervalo de valores atribuídos ao mensurando é o intervalo de valores de
padrões que teriam fornecido as mesmas indicações.
Nota dos tradutores: O documento original Guide to the expression of uncertainty in measurement (GUM) foi publicado em
1993, corrigido e reimpresso em 1995. A primeira edição no Brasil foi publicada em 1997 e teve uma edição
revisada em agosto de 2003. Em Portugal não foi traduzido.
O BIPM disponibiliza gratuitamente a última edição do GUM, em inglês e francês, nos acessos -
[Link] - e - [Link] - respectivamente.
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Convenções
Regras de terminologia
Para facilitar a compreensão das diferentes relações entre os vários conceitos dados
neste Vocabulário, foram introduzidos diagramas conceituais. Eles são apresentados no
anexo A.
Número de referência
Sinônimos
Negrito
Os termos que designam um conceito a ser definido são impressos em negrito. No texto
de um determinado item, os termos correspondentes a conceitos definidos em outra
parte do VIM são também impressos em negrito na primeira vez que aparecem.
Aspas
Neste documento, as aspas duplas (“…") são utilizadas para citações ou para pôr em
evidência uma palavra ou um conjunto de palavras.
Símbolo decimal
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Nota dos tradutores: A palavra em português “medida” tem múltiplos significados. Assim, neste Vocabulário
(como nas edições anteriores), é utilizada a palavra “medição” para significar o ato da medição e a palavra
“medida”, em regra, está associada ao resultado da medição.
Nesta versão, adotou-se a palavra “medida” para compor apenas quatro termos. São eles: unidade de medida,
unidade de medida fora do sistema, rastreabilidade metrológica a uma unidade de medida e medida
materializada.
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O símbolo := significa “é por definição igual a”, como indicado nas séries ISO 80000 e IEC 80000.
Intervalo
O termo “intervalo” e o símbolo [a; b] são utilizados para designar o conjunto dos
números reais x tal que a ≤ x ≤ b, onde a e b > a são números reais. O termo “intervalo” é
utilizado aqui como “intervalo fechado”. Os símbolos a e b indicam as extremidades do
intervalo [a; b].
EXEMPLO [-4; 2]
Amplitude do intervalo
Amplitude
NOTA Em inglês, o termo “span” é algumas vezes utilizado para este conceito.
x
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Âmbito
Este Vocabulário pretende ser uma referência comum para cientistas e engenheiros
– incluindo físicos, químicos, cientistas médicos – assim como professores e técnicos
envolvidos no planear e realizar medições, independentemente do nível de
incerteza de medição e do campo de aplicação. Ele também se propõe a ser uma
referência para organismos governamentais e intergovernamentais, associações
comerciais, organismos de acreditação, agências reguladoras e associações
profissionais.
1
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1 Grandezas e unidades
1.1 (1.1)
grandeza
quantity
grandeur
magnitud
Propriedade dum fenômeno dum corpo ou duma substância, que pode ser expressa
quantitativamente sob a forma dum número e duma referência.
NOTA 3 As séries ISO 80000 e IEC 80000 Quantities and units fornecem os símbolos
das grandezas. Os símbolos das grandezas são escritos em itálico. Um dado símbolo
pode indicar diferentes grandezas.
2
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1
Nota dos tradutores: uso em Portugal “protão”, no Brasil “próton”.
2
Nota dos tradutores: uso em Portugal “resistência”, no Brasil “resistor”.
3
Nota dos tradutores: uso em Portugal “quantidade de matéria”, no Brasil
“quantidade de substância”.
4
Nota dos tradutores: uso em Portugal “ião”, no Brasil “íon”.
3
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1.3 (1.2)
sistema de grandezas
system of quantities
système de grandeurs
sistema de magnitudes
NOTA Grandezas ordinais, tais como dureza Rockwell C, geralmente não são
consideradas como pertencentes a um sistema de grandezas porque estão
relacionadas a outras grandezas mediante relações meramente empíricas.
1.4 (1.3)
grandeza de base
base quantity
grandeur de base
magnitud de base ; magnitud básica
EXEMPLO
O conjunto de grandezas de base do Sistema Internacional de Grandezas (cuja
sigla em inglês é ISQ) é dado em 1.6.
4
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NOTA 3 “Número de entidades” pode ser considerado como uma grandeza de base
em qualquer sistema de grandezas.
1.5 (1.4)
grandeza derivada
derived quantity
grandeur dérivée
magnitud derivada
1.6
Sistema Internacional de Grandezas
ISQ
International System of Quantities ; ISQ
Système international de grandeurs ; ISQ
Sistema Internacional de Magnitudes ; ISQ
NOTA 1 Este sistema de grandezas está publicado nas séries ISO 80000 e IEC 80000
Quantities and units.
1.7 (1.5)
dimensão duma grandeza
dimensão ; dimensional duma grandeza
quantity dimension ; dimension of a quantity ; dimension
dimension ; dimension d'une grandeur
dimensión de una magnitud ; dimensión
T l l
ou
2 g T C(g)
5
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5 1a edição luso-brasileira do VIM 2012 (JCGM
Nota dos tradutores: uso em Portugal “massa volúmica”, no Brasil “massa específica”.
6
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onde 2π
C(g) g
Logo C(g) L 1/ 2 T .
dim
NOTA 1 Uma potência dum fator é o fator elevado a um expoente. Cada fator é a
dimensão duma grandeza de base.
NOTA 3 Para estabelecer a dimensão duma grandeza, não se leva em conta o seu
caráter escalar, vetorial ou tensorial.
1.8 (1.6)
grandeza adimensional
grandeza de dimensão um ; grandeza sem dimensão
quantity of dimension one ; dimensionless quantity
grandeur sans dimension ; grandeur de dimension un
magnitud de dimensión uno ; magnitud adimensional
7
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NOTA 2 As unidades de medida e os valores de grandezas adimensionais são
números, mas tais grandezas contém mais informação do que um simples número.
6
Nota dos tradutores: no VIM 2012 original está referida a norma ISO 31-0:1992,
entretanto substituída pela ISO 80000-1:2009.
8
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NOTA 3 Algumas grandezas adimensionais são definidas como razões entre duas
grandezas da mesma natureza.
1.9 (1.7)
unidade de medida
unidade
measurement unit ; unit of measurement ; unit
unité de mesure ; unité
unidad de medida ; unidad
Grandeza escalar real, definida e adotada por convenção, com a qual qualquer outra
grandeza da mesma natureza pode ser comparada para expressar, na forma dum
número, a razão entre as duas grandezas.
NOTA 1 As unidades de medida são designadas por nomes e símbolos atribuídos por
convenção.
1.10 (1.13)
unidade de base
base unit
unité de base
unidad de base ; unidad básica
Unidade de medida que é adotada por convenção para uma grandeza de base.
7
Nota dos tradutores: uso em Portugal “a mole”, no Brasil “o mol”.
9
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8 1a edição luso-brasileira do VIM 2012 (JCGM
Nota dos tradutores: uso em Portugal “kilograma”, no Brasil “kilograma” ou “quilograma”.
9
Nota dos tradutores: uso em Portugal “centimetro”, no Brasil “centimetro” ou “centímetro”.
10
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NOTA 2 Uma unidade de base pode também servir para uma grandeza derivada
de mesma dimensão.
1.11 (1.14)
unidade derivada
derived unit
unité dérivée
unidad derivada ; unidad de medida de una magnitud derivada
1.12 (1.10)
unidade derivada coerente
coherent derived unit
unité dérivée cohérente
unidad derivada coherente
NOTA 3 Uma unidade derivada pode ser coerente com respeito a um sistema de
grandezas, mas não a um outro.
11
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10 1a edição luso-brasileira do VIM 2012 (JCGM
Nota dos tradutores: uso em Portugal “kilometro”, no Brasil “kilometro” ou “quilômetro”.
12
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1.13 (1.9)
sistema de unidades
system of units
système d’unités
sistema de unidades
1.14 (1.11)
sistema coerente de unidades
coherent system of units
système cohérent d’unités
sistema coherente de unidades
1.15 (1.15)
unidade de medida fora do sistema
unidade fora do sistema
off-system measurement unit ; off-system unit
unité hors système
unidad fuera del sistema
1.16 (1.12)
Sistema Internacional de Unidades
SI
International System of Units ; SI
Système international d’unités ; SI
Sistema internacional de Unidades ; Sistema SI ; SI
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Nota dos tradutores: uso em Portugal “eletrão-volt”, no Brasil
13
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Prefixo
Fator
Nome Símbolo
10
24 yotta Y
10
21 zetta Z
10
18 exa E
10
15 peta P
10
12 tera T
109 giga G
6
10 mega M
103 kilo12 k
2
10 hecto h
101 deca da
10
-1 deci d
10
-2 centi c
10
-3 mili m
10
-6 micro µ
10
-9 nano n
10
-12 pico p
10
-15 femto f
10
-18 atto a
10
-21 zepto z
10
-24 yocto y
9
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Nota dos tradutores: uso em Portugal “kilo”, no Brasil “kilo” ou “quilo”.
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1.17 (1.16)
múltiplo duma unidade
multiple of a unit
multiple d’une unité
múltiplo de una unidad
Unidade de medida obtida pela multiplicação duma dada unidade de medida por um
inteiro maior que um.
do segundo.
Fator Prefixo
Nom Símbol
e o
10
(28 ) yobi Yi
10
(27 ) zebi Zi
10
(26 ) exbi Ei
10
(25 ) pebi Pi
10
(24 ) tebi Ti
10
(23 ) gibi Gi
10
(22 ) mebi Mi
10
(21 ) kibi Ki
1.18 (1.17)
submúltiplo duma unidade
submultiple of a unit
sous-multiple d’une unité
submúltiplo de una unidad
Unidade de medida obtida pela divisão duma dada unidade de medida por um
inteiro maior que um.
10
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Nota dos tradutores: uso em Portugal “milimetro”, no Brasil “milimetro” ou “milímetro”.
11
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1.19 (1.18)
valor duma grandeza
valor
quantity value ; value of a quantity ; value
valeur d’une grandeur ; valeur
valor de una magnitud ; valor
Conjunto, formado por um número e por uma referência, que constitui a expressão
quantitativa duma grandeza.
NOTA 3 O valor duma grandeza pode ser representado por mais duma
forma (ver EXEMPLOS 1, 2 e 8).
12
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1.20 (1.21)
valor numérico duma grandeza
valor numérico
numerical quantity value ; numerical value of a quantity ; numerical value
valeur numérique ; valeur numérique d'une grandeur
valor de una magnitud ; valor
NOTA 2 Para grandezas que têm uma unidade de medida (isto é, aquelas diferentes
das grandezas ordinais), o valor numérico {Q} duma grandeza Q é frequentemente
representado como {Q} = Q/[Q], onde [Q] representa a unidade de medida.
1.21
álgebra das grandezas
quantity calculus
algèbre des grandeurs
álgebra de magnitudes
Conjunto de regras e operações matemáticas aplicadas a outras grandezas que não sejam as
grandezas ordinais.
1.22
equação das grandezas
quantity equation
équation aux grandeurs
ecuación entre magnitudes
13
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1.23
equação das unidades
unit equation
équation aux unités
ecuación entre unidades
1.24
fator de conversão entre unidades
conversion factor between units
facteur de conversion entre unités
factor de conversión entre unidades
1.25
equação de valores numéricos
numerical value equation ; numerical quantity value equation
équation aux valeurs numériques
ecuación entre valores numéricos
Relação matemática entre valores numéricos, baseada numa dada equação das grandezas
e unidades de medida especificadas.
EXEMPLO 1 Para as grandezas no EXEMPLO 1 do item 1.22, {Q1} = ζ {Q2} {Q3} onde
{Q1}, {Q2} e {Q3} representam os valores numéricos de Q1, Q2 e Q3,
respectivamente, na condição de que sejam expressos em unidades de base ou
em unidades derivadas coerentes ou em ambas.
1.26
grandeza ordinal
ordinal quantity
grandeur ordinale ; grandeur repérable
magnitud ordinal
decrescente das suas expressões quantitativas, mas para a qual não há qualquer
relação algébrica entre estas grandezas.
1.27
escala de valores
quantity-value scale ; measurement scale
échelle de valeurs ; échelle de mesure
escala de valores ; escala de medida
1.28 (1.22)
escala ordinal
ordinal quantity-value scale ; ordinal value scale
échelle ordinale ; échelle de repérage
escala ordinal de una magnitud ; escala ordinal
NOTA Uma escala ordinal pode ser estabelecida por medições, conforme um
procedimento de medição.
1.29
escala de referência convencional
conventional reference scale
échelle de référence conventionnelle
escala de referencia convencional
1.30
propriedade qualitativa
nominal property
propriété qualitative ; attribut
propiedad cualitativa ; cualidad
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em química.
polipeptídeo.
NOTA 1 Uma propriedade qualitativa tem um valor que pode ser expresso em
palavras, por meio de códigos alfanuméricos ou por outros meios.
NOTA 2 O valor duma propriedade qualitativa não deve ser confundido com o
valor nominal duma grandeza.
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2 Medição
2.1 (2.1)
medição
measurement
mesurage ; mesure
medición ; medida
NOTA 3 A medição pressupõe uma descrição da grandeza que seja compatível com
o uso pretendido dum resultado de medição, segundo um procedimento de medição e
com um sistema de medição calibrado que opera de acordo com o procedimento de
medição especificado, incluindo as condições de medição.
2.2 (2.2)
metrologia
metrology
métrologie
metrología
2.3 (2.6)
mensurando ; mensuranda14
measurand
mesurande
mensurando
NOTA 2
Na 2a edição do VIM e na IEC 60050-300:2001, o mensurando é definido como a
“grandeza particular submetida à medição”. Na 2a edição do Brasil, a grandeza era
adjetivada de específica, em vez de particular.
14
Nota dos tradutores: uso em Portugal “mensuranda”, no Brasil “mensurando”.
17
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2.4 (2.3)
princípio de medição
measurement principle ; principle of measurement
principe de mesure
principio de medida
2.5 (2.4)
método de medição
measurement method ; method of measurement
méthode de mesure
método de medida
300:2001.
2.6 (2.5)
procedimento de medição
measurement procedure
procédure de mesure ; procédure opératoire
procedimiento de medida
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incerteza- alvo.
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2.7
procedimento de medição de referência
reference measurement procedure
procédure de mesure de référence ; procédure opératoire de référence
procedimiento de medida de referencia
2.8
procedimento de medição primário
procedimento de referência primário ; procedimento de medição de referência primário
primary reference measurement procedure ; primary reference procedure
procédure de mesure primaire ; procédure opératoire primaire
procedimiento de medida primario ; procedimiento primario
NOTA 2 O CCQM (5ª Reunião de 1999) definiu dois conceitos subordinados, que
podem ser denominados "procedimento de medição primário direto" e
"procedimento de medição primário de razões”.
2.9 (3.1)
resultado de medição
measurement result ; result of measurement
résultat de mesure ; résultat d’un mesurage
resultado de medida ; resultado de una medición
20
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2.10
valor medido duma grandeza
valor medido
measured quantity value ; value of a measured quantity ; measured value
valeur mesurée
valor medido de una magnitud ; valor medido
NOTA 1 Para uma medição envolvendo indicações repetidas, cada indicação pode
ser utilizada para fornecer um valor medido correspondente. Este conjunto de
valores medidos individuais pode ser utilizado para calcular um valor medido
resultante, como uma média ou uma mediana, geralmente com uma menor
incerteza de medição associada.
NOTA 3 Nos casos em que a amplitude dos valores verdadeiros, tidos como
representativos do mensurando, não é pequena em relação à incerteza de medição,
um valor medido duma grandeza é frequentemente uma estimativa duma média ou
duma mediana do conjunto de valores verdadeiros.
2.11 (1.19)
valor verdadeiro duma grandeza
valor verdadeiro
true quantity value ; true value of a quantity ; true value
valeur vraie ; valeur vraie d’une grandeur
valor verdadero de una magnitud ; valor verdadero
21
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2.12
valor convencional duma grandeza
valor convencional
conventional quantity value ; conventional value of a quantity ; conventional value
valeur conventionnelle ; valeur conventionnelle d’une grandeur
valor convencional de una magnitud ; valor convencional
= 100,003 47 g.
NOTA 2 Um valor convencional duma grandeza é algumas vezes uma estimativa dum
valor verdadeiro.
2.13 (3.5)
exatidão de medição
exatidão
measurement accuracy ; accuracy of measurement ; accuracy
exactitude de mesure ; exactitude
exactitud de medida ; exactitud
2.14
veracidade de medição ; justeza de medição15
veracidade ; justeza
measurement trueness ; trueness of measurement ; trueness
justesse de mesure ; justesse
veracidad de medida ; veracidad
Grau de concordância entre a média dum número infinito de valores medidos repetidos e um
valor de referência.
NOTA 1 A veracidade de medição não é uma grandeza e, portanto, não pode ser
expressa numericamente. Porém, a norma ISO 5725 apresenta características para
o grau de concordância.
22
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15
Nota dos tradutores: uso em Portugal “justeza de medição”, no Brasil “veracidade
de medição”.
23
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2.15
precisão de medição ; fidelidade ou precisão de medição16
precisão ; fidelidade ou
precisão measurement precision ;
precision fidélité de mesure ; fidélité
precisión de medida ; precisión
2.16 (3.10)
erro de medição
erro
measurement error ; error of measurement ; error
erreur de mesure ; erreur
error de medida ; error
NOTA 2 Não se deve confundir erro de medição com erro de produção ou erro humano.
2.17 (3.14)
erro sistemático
systematic measurement error ; systematic error of measurement ; systematic error
erreur systématique
error sistemático de medida ; error sistemático
24
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16 1a edição luso-brasileira do VIM 2012 (JCGM
Nota dos tradutores: uso em Portugal “fidelidade ou precisão de medição”, no
Brasil “precisão de medição”.
25
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aleatório. 2.18
tendência de medição ; erro de justeza17
measurement bias ; bias
biais de mesure ; biais ; erreur de justesse
sesgo de medida ; sesgo
NOTA 3 O erro aleatório é igual à diferença entre o erro de medição e o erro sistemático.
2.21 (3.6)
repetibilidade de medição
repetibilidade
measurement repeatability ; repeatability
répétabilité de mesure ; répétabilité
repetibilidad de medida ; repetibilidad
26
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17 1a edição luso-brasileira do VIM 2012 (JCGM
Nota dos tradutores: uso em Portugal “erro de justeza”, no Brasil “tendência de medição”.
27
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2.22
condição de precisão intermediária ; condição de fidelidade ou precisão intermédia18
intermediate precision condition of measurement ; intermediate precision condition
condition de fidélité intermédiaire
condición de precisión intermedia de una medición ; condición de precisión intermedia
2.23
precisão intermediária de medição ; fidelidade ou precisão intermédia de medição19
precisão intermediária ; fidelidade ou precisão intermédia
intermediate measurement precision ; intermediate precision
fidélité intermédiaire de mesure ; fidélité intermédiaire
precisión intermedia de medida ; precisión intermedia
2.25 (3.7)
reprodutibilidade de medição
reprodutibilidade
measurement reproducibility ; reproducibility
reproductibilité de mesure ; reproductibilité
reproducibilidad de medida ; reproducibilidad
18
Nota dos tradutores: uso em Portugal “condição de fidelidade ou precisão
intermédia”, no Brasil “condição de precisão intermediária”.
28
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Nota dos tradutores: uso em Portugal “fidelidade ou precisão intermédia de
medição”, no Brasil “precisão intermediária de medição”.
29
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2.26 (3.9)
incerteza de medição
incerteza
measurement uncertainty ; uncertainty measurement ; uncertainty
incertitude de mesure ; incertitude
incertidumbre de medida ; incertidumbre
2.27
incerteza definicional
definitional uncertainty
incertitude définitionnelle
incertidumbre debida a la definición ; incertidumbre intrínseca
2.28
avaliação do Tipo A da incerteza de medição
avaliação do Tipo A
Type A evaluation of measurement uncertainty ; Type A evaluation
évaluation de type A de l’incertitude ; évaluation de type A
evaluación tipo A de la incertidumbre de medida ; evaluación tipo A
30
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Avaliação duma componente da incerteza de medição por uma análise estatística dos
valores medidos, obtidos sob condições definidas de medição.
31
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NOTA 2 Ver, por exemplo, o Guia ISO/IEC 98-3 para informações sobre análise estatística.
NOTA 3 Ver também o Guia ISO/IEC 98-3:2008, 2.3.2, a ISO 5725, a ISO 13528, a
ISO/TS 21748 e a ISO 21749.
2.29
avaliação do Tipo B da incerteza de medição
avaliação do Tipo B
Type B evaluation of measurement uncertainty ; Type B evaluation
évaluation de type B de l’incertitude ; évaluation de type B
evaluación tipo B de la incertidumbre de medida ; evaluación tipo B
2.30
incerteza-padrão
standard measurement uncertainty ; standard uncertainty of measurement ; standard uncertainty
incertitude-type
incertidumbre típica de medida ; incertidumbre estándar de medida ; incertidumbre típica ; incertidumbre estándar
2.31
incerteza-padrão combinada
combined standard measurement uncertainty ; combined standard uncertainty
incertitude-type composée
incertidumbre típica combinada de medida ; incertidumbre típica combinada ; incertidumbre estándar combinada
2.32
incerteza-padrão relativa
relative standard measurement uncertainty
incertitude-type relative
incertidumbre típica relativa de medida ; incertidumbre estándar relativa de medida ; incertidumbre estándar relativa
32
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2.33
balanço de incerteza
planilha de
incerteza uncertainty
budget
bilan d’incertitude
contribuciones a la incertidumbre
2.34
incerteza-alvo
incerteza de medição pretendida
target measurement uncertainty ; target uncertainty
incertitude cible ; incertitude anticipée
incertidumbre objetivo ; incertidumbre límite
2.35
incerteza de medição expandida
incerteza expandida
expanded measurement uncertainty ; expanded uncertainty
incertitude élargie
incertidumbre expandida de medida ; incertidumbre expandida
Produto duma incerteza-padrão combinada por um fator maior do que o número um.
2.36
intervalo de abrangência ; intervalo expandido20
coverage interval
intervalle élargi
intervalo de cobertura
20
Nota dos tradutores: uso em Portugal “intervalo expandido”, no Brasil “intervalo
33
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de abrangência”.
34
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2.37
probabilidade de abrangência ; probabilidade de expansão21
coverage probability
probabilité de couverture
probabilidad de cobertura
NOTA 2 Não é recomendável que este conceito seja confundido com o conceito
estatístico de nível de confiança, embora o termo “confidence level” seja utilizado
em inglês no GUM.
2.38
fator de abrangência ; fator de expansão22
coverage factor
facteur d’élargissement
factor de cobertura
2.39 (6.11)
calibração
calibration
étalonnage
calibración
Operação que estabelece, sob condições especificadas, numa primeira etapa, uma
relação entre os valores e as incertezas de medição fornecidos por padrões e as
indicações correspondentes com as incertezas associadas; numa segunda etapa,
utiliza esta informação para estabelecer uma relação visando a obtenção dum
resultado de medição a partir duma indicação.
NOTA 1 Uma calibração pode ser expressa por meio duma declaração, uma função
de calibração, um diagrama de calibração, uma curva de calibração ou uma tabela de
calibração. Em alguns casos, pode consistir duma correção aditiva ou multiplicativa
da indicação com uma incerteza de medição associada.
NOTA 2 Convém não confundir a calibração com o ajuste dum sistema de medição,
frequentemente denominado de maneira imprópria de “auto-calibração”, nem com
a verificação da calibração.
21
Nota dos tradutores: uso em Portugal “probabilidade de expansão”, no Brasil
“probabilidade de abrangência”.
22
Nota dos tradutores: uso em Portugal “fator de expansão”, no Brasil “fator de abrangência”.
35
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2.40
hierarquia de calibração
calibration hierarchy
hiérarchie d’étalonnage
jerarquía de calibración
NOTA 3 Para esta definição, a “referência” pode ser uma definição duma unidade
de medida por meio de sua realização prática, um procedimento de medição, ou um
padrão.
NOTA 4 Uma comparação entre dois padrões pode ser considerada como uma
calibração se ela for utilizada para verificar e, se necessário, corrigir o valor e a
incerteza de medição atribuídos a um dos padrões.
2.41 (6.10)
rastreabilidade metrológica
rastreabilidade
metrological traceability
traçabilité métrologique
trazabilidad metrológica
Propriedade dum resultado de medição pela qual tal resultado pode ser relacionado a
uma referência através duma cadeia ininterrupta e documentada de calibrações,
cada uma contribuindo para a incerteza de medição.
NOTA 1 Para esta definição, a “referência” pode ser uma definição duma unidade
de medida por meio de sua realização prática, ou um procedimento de medição que
inclui a unidade de medida para uma grandeza não-ordinal, ou um padrão.
NOTA 3 A especificação da referência deve incluir a data em que ela foi utilizada no
estabelecimento da hierarquia de calibração, juntamente com qualquer outra
informação metrológica relevante sobre a referência, tal como a data em que foi
realizada a primeira calibração da hierarquia de calibração.
NOTA 4 Para medições com mais duma grandeza de entrada num modelo de medição,
cada valor de entrada deveria ter sua própria rastreabilidade e a hierarquia de
calibração envolvida pode formar uma estrutura ramificada ou uma rede. O esforço
envolvido no estabelecimento da rastreabilidade metrológica para cada valor da
grandeza de entrada deve ser correspondente à sua contribuição relativa para o
resultado de medição.
NOTA 6 Uma comparação entre dois padrões pode ser considerada como uma
calibração se ela for utilizada para verificar e, se necessário, corrigir o valor e a
incerteza de medição atribuídos a um dos padrões.
36
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NOTA 7 O ILAC considera que os elementos necessários para confirmar a
rastreabilidade metrológica são uma cadeia de rastreabilidade ininterrupta a um
padrão internacional ou a
37
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NOTA 3 Uma comparação entre dois padrões pode ser considerada como uma
calibração se ela for utilizada para verificar e, se necessário, corrigir o valor e a
incerteza de medição atribuídos a um dos padrões.
2.43
rastreabilidade metrológica a uma unidade de medida
rastreabilidade metrológica a uma unidade ; rastreabilidade a uma unidade de medida
metrological traceability to a measurement unit ; metrological traceability to a unit
traçabilité métrologique à une unité de mesure ; traçabilité métrologique à une unité
trazabilidad metrológica a una unidad de medida ; trazabilidad metrológica a una unidad
2.44
verificação
verification
vérification
verificación
38
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NOTA 5 A verificação não deve ser confundida com calibração. Nem toda
verificação é uma validação.
2.45
validação
validation
validation
validación
2.46
comparabilidade metrológica
comparabilidade metrológica de resultados de medição
metrological comparability of measurement results ; metrological comparability
comparabilité métrologique
comparabilidad metrológica de resultados de medida ; comparabilidad metrológica
2.47
compatibilidade metrológica
compatibilidade metrológica de resultados de medição
metrological compatibility of measurement results ; metrological compatibility
compatibilité de mesure ; compatibilité métrologique
compatibilidad metrológica de resultados de medida ; compatibilidad metrológica
39
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Propriedade dum conjunto de resultados de medição correspondentes a um mensurando
especificado, tal que o valor absoluto da diferença entre os valores medidos de todos os
40
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2.48
modelo de medição
modelo matemático da medição
measurement model ; model of measurement ; model
modèle de mesure ; modèle
modelo de medición ; modelo
Relação matemática entre todas as grandezas que se sabe estarem envolvidas numa
medição.
NOTA 1 Uma forma geral dum modelo de medição é a equação h(Y, X1, ..., Xn) = 0,
onde Y, a grandeza de saída no modelo de medição, é o mensurando, cujo valor deve
ser deduzido da informação sobre as grandezas de entrada no modelo de medição
X1, ..., Xn.
2.49
função de medição
measurement function
fonction de mesure
función de medición
NOTA 1 Se um modelo de medição h(Y, X1, ..., Xn) = 0 pode ser escrito
explicitamente como Y = f(X1, ..., Xn), onde Y é a grandeza de saída no modelo de
medição, a função f é a função de medição. Mais geralmente, f pode simbolizar um
algoritmo que fornece, para os valores das grandezas de entrada x1, ..., xn, um valor
da grandeza de saída único correspondente y = f (x1, ..., xn).
NOTA 2 Uma função de medição também é utilizada para calcular a incerteza de medição
associada ao valor medido de Y.
2.50
grandeza de entrada num modelo de medição
grandeza de entrada
input quantity in a measurement model ; input quantity
grandeur d’entrée dans un modèle de mesure ; grandeur d’entrée
41
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magnitud de entrada en un modelo de medición ; magnitud de entrada
42
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Grandeza que deve ser medida, ou grandeza cujo valor pode ser obtido de outro
modo, para calcular um valor medido de um mensurando.
2.51
grandeza de saída num modelo de medição
grandeza de saída
output quantity in a measurement model ; output quantity
grandeur de sortie dans un modèle de mesure ; grandeur de sortie
magnitud de salida en un modelo de medición ; magnitud de salida
2.52 (2.7)
grandeza de influência
influence quantity
grandeur d’influence
magnitud de influencia
Grandeza que, numa medição direta, não afeta a grandeza efetivamente medida, mas
afeta a relação entre a indicação e o resultado de medição.
43
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Compensação dum efeito sistemático estimado.
44
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NOTA 1 Ver o ISO/IEC Guide 98-3:2008, 3.2.3, para uma explicação do conceito
de “efeito sistemático”.
45
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3 Dispositivos de medição
3.1 (4.1)
instrumento de medição
measuring instrument
instrument de mesure ; appareil de mesure
instrumento de medida
3.2 (4.5)
sistema de medição
measuring system
système de mesure
sistema de medida
3.3 (4.6)
instrumento de medição indicador
instrumento indicador
indicating measuring instrument
appareil de mesure indicateur ; appareil indicateur
instrumento de medida con dispositivo indicador ; instrumento indicador
Instrumento de medição que fornece um sinal de saída contendo informações sobre o valor
da grandeza medida.
NOTA 2 Um sinal de saída pode ser apresentado na forma visual ou acústica. Ele
também pode ser transmitido a um ou mais dispositivos.
3.4 (4.6)
instrumento de medição mostrador ; instrumento de medição afixador24
displaying measuring instrument
appareil de mesure afficheur ; appareil afficheur
instrumento de medida con dispositivo visualizador ; instrumento visualizador
23
Nota dos tradutores: uso em Portugal “alimentação”, no Brasil “insumo”.
24
Nota dos tradutores: uso em Portugal “instrumento de medição afixador”, no
Brasil “instrumento de medição mostrador”.
46
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3.5 (4.17)
escala dum instrumento de medição mostrador ; escala dum instrumento de medição
afixador25
scale of a displaying measuring instrument
échelle d’un appareil de mesure afficheur ; échelle
escala de un instrumento de medida con dispositivo visualizador ; escala de un instrumento visualizador
3.6 (4.2)
medida materializada
material measure
mesure matérialisée
medida materializada
3.7 (4.3)
transdutor de medição
measuring transducer
transducteur de mesure
transductor de medida
3.8 (4.14)
sensor
sensor
capteur
sensor
25
Nota dos tradutores: uso em Portugal “escala dum instrumento de medição
afixador”, no Brasil “escala dum instrumento de medição mostrador”.
26
Nota dos tradutores: em Portugal usa-se também “massa marcada”.
47
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3.9 (4.15)
detector
detector
détecteur
detector
3.10 (4.4)
cadeia de medição
measuring chain
chaîne de mesure
cadena de medida
Série de elementos dum sistema de medição que constitui um único caminho para o sinal, do
sensor até o elemento de saída.
3.11 (4.30)
ajuste dum sistema de medição
ajuste
adjustment of a measuring system ; adjustment
ajustage d’un système de mesure ; ajustage
ajuste de un sistema de medida ; ajuste
Conjunto de operações efetuadas num sistema de medição, de modo que ele forneça
indicações prescritas correspondentes a determinados valores duma grandeza a ser medida.
NOTA 2 O ajuste dum sistema de medição não deve ser confundido com
calibração, a qual é um pré-requisito para o ajuste.
NOTA 3 Após um ajuste dum sistema de medição, tal sistema geralmente deve
ser recalibrado.
3.12
ajuste de zero
zero adjustment of a measuring system ; zero adjustment
réglage de zéro
ajuste de cero de un sistema de medida ; ajuste de cero
Ajuste dum sistema de medição de modo que o mesmo forneça uma indicação igual a
zero correspondente a um valor igual a zero da grandeza a ser medida.
48
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27
Nota dos tradutores: uso em Portugal “ajuste de desvio”, no Brasil “ajuste de defasagem”.
49
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4.1 (3.2)
indicação
indication
indication
indicación
NOTA 1 Uma indicação pode ser representada na forma visual ou acústica ou pode
ser transferida a um outro dispositivo. A indicação é frequentemente dada pela
posição dum ponteiro sobre um mostrador para saídas analógicas, por um número
apresentado num mostrador ou impresso para saídas digitais, por uma configuração
codificada para saídas em código ou por um valor atribuído a medidas
materializadas.
4.2
indicação do branco
blank indication ; background indication
indication du blanc ; indication d’environnement
Indicación de blanco ; Indicación de fondo
4.3 (4.19)
intervalo de indicações
indication interval
intervalle des indications
intervalo de indicaciones
4.4 (5.1)
intervalo nominal de indicações
intervalo nominal
nominal indication interval ; nominal interval
intervalle nominal des indications ; intervalle nominal ; calibre
intervalo nominal de indicaciones ; intervalo nominal
50
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4.5 (5.2)
amplitude de medição
amplitude nominal
range of a nominal indication interval
étendue de mesure ; étendue nominale
amplitud de un intervalo nominal de indicaciones ; amplitud nominal
Valor absoluto da diferença entre os valores extremos dum intervalo nominal de indicações.
4.6 (5.3)
valor nominal
nominal quantity value ; nominal value
valeur nominale
valor nominal
4.7 (5.4)
intervalo de medição
measuring interval ; working interval
intervalle de mesure
intervalo de medida
Conjunto de valores de grandezas da mesma natureza que pode ser medido por um
dado instrumento de medição ou sistema de medição com incerteza de medição
instrumental especificada, sob condições determinadas.
NOTA 2 O limite inferior dum intervalo de medição não deve ser confundido com
limite de detecção.
51
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4.8
condição de regime estável
condição de regime
permanente steady-state
operating condition
condition de régime établi ; condition de régime permanent
condición de régimen estacionario
4.9 (5.5)
condição estipulada de funcionamento
rated operating condition
condition assignée de fonctionnement
condición nominal de funcionamiento
Condição de funcionamento que deve ser cumprida durante uma medição para que um
instrumento de medição ou um sistema de medição funcione como projetado.
4.10 (5.6)
condição limite de funcionamento
condição limite
limiting operating condition
condition limite de fonctionnement ; condition limite
condición límite de funcionamiento
4.11 (5.7)
condição de funcionamento de referência
condição de referência
reference operating condition ; reference condition
condition de fonctionnement de référence ; condition de référence
condición de funcionamiento de referencia ; condición de referencia
52
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4.12 (5.10)
sensibilidade dum sistema de medição
sensibilidade
sensitivity of a measuring system ; sensitivity
sensibilité
sensibilidad de un sistema de medida ; sensibilidad
NOTA 2 A variação do valor da grandeza medida deve ser grande quando comparada à
resolução.
4.13
seletividade dum sistema de medição
seletividade
selectivity of a measuring system ; selectivity
sélectivité
selectividad de un sistema de medida ; selectividad
53
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necessariamente da mesma natureza.
54
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4.14
resolução
resolution
résolution
resolución
Menor variação da grandeza medida que causa uma variação perceptível na indicação
correspondente.
4.15 (5.12)
resolução dum dispositivo mostrador ; resolução dum dispositivo afixador28
resolution of a displaying device
résolution d’un dispositif afficheur
resolución de un dispositivo visualizador
Menor diferença entre indicações mostradas que pode ser significativamente percebida.
4.16 (5.11)
limiar de mobilidade
mobilidade
discrimination threshold
seuil de discrimination ; seuil de mobilité ; mobilité
umbral de discriminación ; movilidad
Maior variação do valor duma grandeza medida que não causa variação detectável na
indicação correspondente.
4.17 (5.13)
zona morta
dead band
zone morte
zona muerta
Intervalo máximo no qual o valor duma grandeza medida pode ser variado em
ambas as direções sem produzir uma mudança detectável na indicação
correspondente.
28
Nota dos tradutores: uso em Portugal “resolução dum dispositivo afixador”, no
Brasil “resolução dum dispositivo mostrador”.
55
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4.19 (5.14)
estabilidade dum instrumento de medição
estabilidade
stability of a measuring instrument ; stability
stabilité ; constance
estabilidad de un instrumento de medida ; estabilidad
EXEMPLO 2 Pela variação duma propriedade ao longo dum dado intervalo de tempo.
4.20 (5.25)
tendência instrumental ; erro de justeza instrumental29
instrumental bias
biais instrumental ; erreur de justesse d'un instrument
sesgo instrumental ; sesgo
4.22
variação devida a uma grandeza de influência
variation due to an influence quantity
variation due à une grandeur d’influence
variación debida a una magnitud de influencia
29
Nota dos tradutores: uso em Portugal “erro de justeza instrumental”, no Brasil
56
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“tendência instrumental”.
57
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4.23 (5.17)
tempo de resposta a um degrau ; tempo de resposta a um escalão30
step response time
temps de réponse à un échelon
tiempo de respuesta a un escalón
4.24
incerteza de medição instrumental
incerteza instrumental
instrumental measurement uncertainty
incertitude instrumentale
incertidumbre instrumental
4.25 (5.19)
classe de exatidão
accuracy class
classe d’exactitude
clase de exactitud
30
Nota dos tradutores: uso em Portugal “tempo de resposta a um escalão”, no Brasil
“tempo de resposta a um degrau”.
58
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Nota dos tradutores: no Brasil admite-se o uso dos termos “erro máximo
permissível”, “erro máximo tolerado” e “limite de erro”.
59
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NOTA 2 O termo “tolerância” não deve ser utilizado para designar erro máximo admissível.
4.27 (5.22)
erro no ponto de controle
datum measurement error ; datum error
erreur au point de contrôle
error en un punto de control
4.28 (5.23)
erro no zero
zero error
erreur à zéro
error en cero
medição. 4.29
incerteza de medição no zero
null measurement uncertainty
incertitude de mesure à zéro
incertidumbre de medida en el cero
4.30
diagrama de calibração
calibration diagram
diagramme d’étalonnage
diagrama de calibración
60
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4.31
curva de calibração
calibration curve
courbe d’étalonnage
curva de calibración
NOTA Uma curva de calibração expressa uma relação biunívoca que não fornece um
resultado de medição, pois ela não contém informação a respeito da incerteza de medição.
61
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5 Padrões de medição
5.1 (6.1)
padrão de medição
padrão
measurement standard ; etalon
étalon
patrón de medida ; patrón
NOTA 1 A “realização da definição duma dada grandeza” pode ser fornecida por um
sistema de medição, uma medida materializada ou um material de referência.
NOTA 3 O termo “realização” é empregado aqui no sentido mais geral. Designa três
procedimentos de “realização”. O primeiro, a realização stricto sensu, é a realização
física da unidade de medida a partir da sua definição. O segundo, chamado
“reprodução”, consiste, não em realizar a unidade a partir da sua definição, mas em
construir um padrão altamente reprodutível baseado num fenômeno físico, por
exemplo, o emprego de laseres estabilizados em frequência para construir um
padrão do metro, o emprego do efeito Josephson para o volt ou o emprego do efeito
Hall quântico para o ohm. O terceiro procedimento, chamado “adoção”, consiste em
adotar uma medida materializada como padrão. É o caso do padrão de 1 kg.
63
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5.2 (6.2)
padrão de medição internacional
padrão internacional
international measurement standard
étalon international
patrón internacional de medida ; patrón internacional
5.3 (6.3)
padrão de medição nacional
padrão nacional
national measurement standard ; national standard
étalon national
patrón nacional de medida ; patrón nacional
Padrão de medição reconhecido por uma entidade nacional para servir dentro dum
Estado ou economia, como base para atribuir valores a outros padrões de medição
de grandezas da mesma natureza.
5.4 (6.4)
padrão de medição primário
padrão primário
primary measurement standard ; primary standard
étalon primaire
patrón primario de medida ; patrón primario
64
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5.5 (6.5)
padrão de medição secundário
padrão secundário
secondary measurement standard ; secondary standard
étalon secondaire
patrón secundario de medida ; patrón secundario
5.6 (6.6)
padrão de medição de referência
padrão de referência
reference measurement standard ; reference standard
étalon de référence
patrón de medida de referencia ; patrón de referencia
5.7 (6.7)
padrão de medição de trabalho
padrão de trabalho
working measurement standard ; working standard
étalon de travail
patrón de medida de trabajo ; patrón de trabajo
5.8 (6.9)
padrão de medição itinerante
padrão itinerante
travelling measurement standard ; travelling standard
étalon voyageur
patrón viajero de medida ; patrón viajero
65
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5.9 (6.8)
dispositivo de transferência
transfer measurement device ; transfer device
dispositif de transfert
dispositivo de transferencia
5.10
padrão de medição intrínseco
padrão intrínseco
intrinsic measurement standard ; intrinsic standard
étalon intrinsèque
patrón intrínseco de medida ; patrón intrínseco
NOTA 4 O adjetivo “intrínseco” não significa que tal padrão possa ser
implementado e utilizado sem cuidado especial ou que ele seja imune a influências
internas e externas.
5.11 (6.12)
conservação dum padrão
manutenção dum padrão
conservation of a measurement standard ; maintenance of measurement standard
conservation d’un étalon ; maintenance d’un étalon
conservación de un patrón de medida ; mantenimiento de un patrón de medida
66
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propriedades metrológicas pré-definidas ou a calibração, armazenamento em
condições adequadas e cuidados específicos para a sua utilização.
67
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5.12
calibrador ; ---32
calibrator
---
calibrador
5.13 (6.13)
material de referência
MR
reference material ; RM
matériau de référence ; MR
material de referencia ; MR
EXEMPLO 1 Substância cujo ponto triplo é conhecido numa célula de ponto triplo.
68
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32
Nota dos tradutores: não há uso generalizado em Portugal, no Brasil "calibrador".
33
Nota dos tradutores: uso em Portugal “ADN”, no Brasil “DNA”.
69
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NOTA 6 Numa dada medição, um dado material de referência pode ser utilizado
apenas para calibração ou para garantia da qualidade.
5.14 (6.14)
material de referência certificado
MRC
certified reference material ; CRM
matériau de référence certifié ; MRC
material de referencia certificado ; MRC
70
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5.15
comutatividade dum material de referência ; comutatibilidade dum material de
referência34
commutability of a reference material
commutabilité d’un matériau de référence
conmutabilidad de un material de referencia
5.16
dado de referência
reference data
donnée de référence
dato de referencia
NOTA 2 Em inglês, “data” é uma forma plural cujo singular é “datum”. “Data” é
utilizado normalmente no sentido singular no lugar de “datum”.
5.17
dado de referência normalizado
standard reference data
donnée de référence normalisée
dato de referencia normalizado
34
Nota dos tradutores: uso em Portugal “comutatibilidade dum material de
71
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referência”, no Brasil “comutatividade dum material de referência”.
72
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5.18
valor de referência duma grandeza
valor de referência
reference quantity value ; reference value
valeur de référence
valor de referencia de una magnitud ; valor de referencia
Valor duma grandeza utilizado como base para comparação com valores de
grandezas da mesma natureza.
73
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Anexo A
(informativo)
Diagramas conceituais
Convém lembrar, entretanto, que um dado conceito pode ser descrito por muitas
características e somente as características essenciais delimitadoras estão
incluídas na definição.
A área disponível numa página limita o número de conceitos que podem ser
apresentados de forma legível, mas todos os diagramas estão em princípio inter-
relacionados a outros diagramas, como se indica em cada diagrama por referências
entre parênteses.
As relações empregadas são de três tipos como definido na ISO 704 e na ISO 1087-
1. Dois são hierárquicos, isto é, têm conceitos superiores e subordinados; o terceiro
é não-hierárquico.
onde uma ramificação curta com três pontos indica que um ou mais conceitos
específicos existem, mas não estão incluídos na representação, e uma linha grossa
inicial de uma árvore indica uma dimensão terminológica separada. Por exemplo,
74
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Uma par de linhas próximas indica que existem vários conceitos partitivos de um
dado tipo e uma linha tracejada mostra que seu número é indeterminado. Por
exemplo:
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Figura A.1 — Esquema conceitual para a parte do Capítulo 1 relativa ao termo “grandeza”
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Figura A.3 — Esquema conceitual para a parte do Capítulo 2 relativa ao termo “medição”
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Figura A.4 — Esquema conceitual para a parte do Capítulo 2 relativa ao termo “valor
duma grandeza”
80
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Figura A.5 — Esquema conceitual para a parte do Capítulo 2 relativa ao termo “precisão
de
81
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Figura A.6 — Esquema conceitual para a parte do Capítulo 2 relativa ao termo “incerteza
de
82
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83
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Figura A.8 — Esquema conceitual para a parte do Capítulo 2 relativa ao termo “valor
medido duma grandeza”
84
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Figura A.9 — Esquema conceitual para a parte do Capítulo 3 relativa ao termo “sistema
de medição”
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5) Em revisão como ISO 80000-10, Quantities and units — Part 10: Atomic and nuclear physics.
6) Em revisão como ISO 80000-10, Quantities and units — Part 10: Atomic and nuclear physics.
7) Em revisão como ISO 80000-2, Quantities and units — Part 2: Mathematical signs
and symbols to be used in the natural sciences and technology.
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8) Em revisão como ISO 80000-11, Quantities and units — Part 11: Characteristic numbers.
9) Em revisão como ISO 80000-12, Quantities and units — Part 12: Solid state physics.
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[33] ISO Guide 31:2000, Reference materials — Contents of certificates and labels
[35] ISO Guide 35:2006, Reference materials — General and statistical principles
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Supplement 1: Propagation of distribution using the Monte Carlo method
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93
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Lista de Siglas
Fundamentais e
Gerais e Termos Associados (this publication) - VIM
Saúde
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2.29 B
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erro
1a edição medição
luso-brasileira do VIM 2012 (JCGM
instrumental 4.24 incerteza
máximo de medição no zero 4.29 incerteza de
permissí medição pretendida 2.34 incerteza
vel 4.26 definicional 2.27
erro incerteza expandida 2.35
máximo incerteza instrumental 4.24
tolerado incerteza-padrão 2.30
4.26 incerteza-padrão combinada 2.31
erro no ponto de controle 4.27 incerteza-padrão relativa 2.32
erro no zero 4.28 indicação 4.1
erro sistemático 2.17 indicação do branco 4.2
escala de referência convencional 1.29 instrumento de medição 3.1
escala de valores 1.27 instrumento de medição mostrador; instrumento
escala dum instrumento de de medição afixador 3.4
medição mostrador; escala dum instrumento de medição indicador
instrumento de medição afixador 3.3 instrumento indicador 3.3
3.5 escala ordinal 1.28 intervalo de abrangência; intervalo expandido 2.36
estabilidade 4.19 intervalo de indicações
estabilidade dum 4.3 intervalo de medição
instrumento de medição 4.7 intervalo nominal 4.4
4.19 exatidão 2.13 intervalo nominal de indicações 4.4
exatidão de medição 2.13 ISQ 1.6
grandeza 1.1
grandeza
adimensi
onal 1.8
grandeza
de base
1.4
grandeza
de
dimensã
o um 1.8
grandeza
de
entrada
2.50
grandeza de entrada num modelo de medição 2.50
grandez
a de
influênci
a 2.52
grandez
a de
saída
2.51
grandeza de saída num modelo de medição 2.51
grandeza derivada 1.5
grandez
a
ordinal
1.26
grande
za sem
dimens
ão 1.8
incerteza 2.26
incerteza-alvo 2.34
incerteza de medição 2.26
incerteza de
medição expandida
2.35 incerteza de
96
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L repetibilidade 2.21
repetibilidade de medição
limiar de mobilidade 2.21 reprodutibilidade 2.25
4.16 limite de detecção reprodutibilidade de medição 2.25
4.18 limite de erro 4.26 resolução 4.14
resolução dum dispositivo mostrador; resolução
M dum dispositivo afixador 4.15
resultado de medição 2.9
manutenção dum padrão 5.11
material de referência 5.13 S
material de referência certificado 5.14
medição 2.1 seletividade 4.13
medida materializada 3.6 seletividade dum sistema de medição
mensurando; mensuranda 4.13 sensibilidade 4.12
2.3 método de medição 2.5 sensibilidade dum sistema de medição 4.12
metrologia 2.2 sensor 3.8
mobilidade 4.16 SI 1.16
modelo de medição 2.48 sistema coerente de unidades 1.14
modelo matemático da medição 2.48 sistema de grandezas
MR 5.13 1.3 sistema de medição
MRC 5.14 3.2 sistema de unidades
múltiplo duma unidade 1.17 1.13
Sistema Internacional de Grandezas
N 1.6 Sistema Internacional de Unidades
1.16 submúltiplo duma unidade 1.18
natureza 1.2
natureza duma grandeza 1.2 T
R Z
97
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calibration 2.39
calibration curve 4.31
calibration diagram 4.30
calibration hierarchy 2.40
calibrator 5.12
certified reference material
5.14 coherent derived unit
1.12 coherent system of units
1.14
combined standard measurement uncertainty
2.31 commutability of a reference material 5.15
combined standard uncertainty 2.31
conservation of a measurement standard
5.11 conventional quantity value 2.12
conventional reference scale 1.29
conventional value 2.12
conventional value of a quantity
2.12 conversion factor between
units 1.24 correction 2.53
coverage factor 2.38
coverage interval 2.36
coverage probability 2.37
CRM 5.14
error 2.16
error of measurement
2.16 etalon 5.1
expanded measurement uncertainty
2.35 expanded uncertainty 2.35
98
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input quantity 2.50
1a edição 6luso-brasileira do VIM 2012 (JCGM
input quantity in a measurement model 2.50 limiting operating condition 4.10
instrumental bias 4.20
instrumental drift 4.21 M
instrumental
measurement maintenance of a measurement standard 5.11
uncertainty 4.24 material measure 3.6
intermediate maximum permissible error
measurement precision 4.26
2.23 intermediate maximum permissible measurement error 4.26
precision 2.23 measurand 2.3
intermediate precision condition 2.22 measured quantity value
intermediate precision condition of measurement 2.10 measured value 2.10
2.22 measurement 2.1
international measurement accuracy 2.13
measurement measurement bias 2.18
standard 5.2 measurement error 2.16
International measurement function 2.49
System of measurement method 2.5
Quantities 1.6 measurement model 2.48
International measurement precision 2.15
System of Units measurement principle 2.4
1.16 intrinsic measurement procedure 2.6
measurement measurement repeatability 2.21
standard 5.10 measurement reproducibility 2.25
intrinsic standard measurement result 2.9
5.10 measurement scale 1.27
ISQ 1.6 measurement standard 5.1
measurement trueness 2.14
K measurement uncertainty 2.26
measurement unit 1.9
kind 1.2 measuring chain 3.10
kind of quantity 1.2 measuring instrument 3.1
measuring interval 4.7
L measuring system 3.2
measuring transducer 3.7
l method of measurement
i 2.5 metrological
m comparability 2.46
i metrological comparability of
t measurement results 2.46
metrological compatibility 2.47
o metrological compatibility of measurement results 2.47
f metrological traceability 2.41
metrological traceability chain 2.42
d metrological traceability to a measurement unit 2.43
e metrological traceability to a unit 2.43
t metrology 2.2
e model 2.48
c model of measurement 2.48
t
i
o
n
4
.
1
8
l
i
m
i
t
o
f
e
r
r
o
r
4
.
2
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biais 2.18
biais de mesure 2.18
biais instrumental 4.20
bilan d'incertitude 2.33
calibre 4.4
capteur 3.8
chaîne de mesure 3.10
chaîne de traçabilité
2.42
chaîne de traçabilité métrologique 2.42
classe d'exactitude 4.25
commutabilité d'un matériau de référence 5.15
comparabilité métrologique
2.46 compatibilité de mesure
2.47 compatibilité
métrologique 2.47
condition assignée de fonctionnement 4.9
condition de fidélité intermédiaire 2.22
condition de fonctionnement de référence
4.11 condition de référence 4.11
condition de régime établi 4.8
condition de régime
permanent 4.8 condition de
répétabilité 2.20 condition de
reproductibilité 2.24 condition
limite 4.10
condition limite de
fonctionnement 4.10
conservation d'un étalon
5.11 constance 4.19
correction 2.53
courbe d'étalonnage 4.31
échelle 3.5
échelle de mesure 1.27
échelle de référence conventionnelle
1.29 échelle de repérage 1.28
échelle de valeurs 1.27
échelle d'un appareil de mesure afficheur 3.5
échelle ordinale 1.28
102
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erreur à zéro 4.28
1a edição alon
luso-brasileira do VIM 2012 (JCGM
international 5.2
erreur aléatoire 2.19 étalon intrinsèque 5.10
erreur étalon national 5.3
au point étalon primaire 5.4
de étalon secondaire 5.5
contrôle étalon voyageur 5.8
4.27 étalonnage 2.39
erreur étendue de mesure 4.5
de étendue nominale 4.5
justess évaluation de type A
e 2.18 2.28
erreur de justesse d'um instrument 4.20 évaluation de type A de l'incertitude
erreu 2.28 évaluation de type B 2.29
r de évaluation de type B de l'incertitude
mes 2.29 exactitude 2.13
ure exactitude de mesure 2.13
2.16
erreu F
r
maxi facteur de conversion entre unités 1.24
male facteur d'élargissement 2.38
tolér fidélité 2.15
ée fidélité de mesure 2.15
4.26 fidélité intermédiaire
erreu 2.23
r fidélité intermédiaire de mesure 2.23
syst fonction de mesure 2.49
émat
ique G
2.17
étalon 5.1 grandeur 1.1
é grandeur de base 1.4
t grandeur de dimension un
a 1.8 grandeura de sortie
l 2.51
o grandeur de sortie dans un modèle de mesure
n 2.51 grandeur d'entrée 2.50
grandeur d'entrée dans un modèle de mesure 2.50
d grandeur dérivée 1.5
e grandeur d'influence 2.52
grandeur ordinale 1.26
r grandeur repérable 1.26
é grandeur sans dimension 1.8
f
é H
r
e hiérarchie d'étalonnage 2.40
n
c I
e
incertitude 2.26
5 incertitude anticipée 2.34
. incertitude cible 2.34
6 incertitude de mesure 2.26
incertitude de mesure à zéro
é 4.29 incertitude définitionnelle
t 2.27
a incertitude élargie 2.35
l incertitude instrumentale 4.24
o incertitude-type 2.30
n incertitude-type composée 2.31
incertitude-type relative 2.32
d indication 4.1
e indication d'environnement 4.2
indication du blanc 4.2
t
r
a
v
a
i
l
5
.
7
é
t
103
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réglage de zéro
3.12 répétabilité
2.21
répétabilité de mesure 2.21
reproductibilité 2.25
reproductibilité de mesure
2.25 résolution 4.14
résolution d'un dispositif afficheur 4.15
résultat de mesure 2.9
résultat d'un mesurage
2.9
sélectivité 4.13
sensibilité 4.12
104
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seuil de discrimination
1a edição luso-brasileira do VIM 2012 (JCGM
4.16 seuil de mobilité
4.16
SI 1.16
sous-multiple d'une unité 1.18
stabilité 4.19
système cohérent d'unités 1.14
système de grandeurs 1.3
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106
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escala de un instrumento de
1a edição en
luso-brasileira
vacío 4.2
do VIM 2012 (JCGM
medida con dispositivo visualizador instrumento de medida 3.1
3.5 instrumento de medida con dispositivo indicador 3.3
escala de un instrumento visualizador 3.5 instrumento de medida con dispositivo visualizador
escal 3.4 instrumento indicador 3.3
a de instrumento visualizador
valor 3.4 intervalo de cobertura
es 2.36 intervalo de
1.27 indicaciones 4.3 intervalo
escal de medida 4.7 intervalo
a nominal 4.4
ordin intervalo nominal de indicaciones 4.4
al ISQ 1.6
1.28
escala ordinal de J
una magnitud 1.28
estabilidad 4.19 jerarquía de calibración 2.40
estabilidad de un
instrumento de medida 4.19 L
evaluación tipo A 2.28
evaluación tipo A de la límite de detección 4.18
incertidumbre de medida 2.28
evaluación tipo B 2.29 M
evaluación tipo B de la
incertidumbre de medida 2.29 magnitud 1.1
exactitud 2.13 magnitud básica 1.4
exactitud de medida 2.13 magnitud de dimensión uno
1.8 magnitud adimensional
F 1.8
incertidumbre 2.26
incertidumbre debida a
la definición 2.27
incertidumbre de
medida 2.26
incertidumbre de
medida en el cero 4.29
incertidumbre
estándar de medida
2.30
incertidumbre estándar
combinada de medida 2.31
incertidumbre estándar
relativa 2.32
incertidumbre estándar
relativa de medida 2.32
incertidumbre expandida
2.35
incertidumbre expandida de medida 2.35
incertidumbre instrumental 4.24
incertidumbre intrínseca 2.27
incertidumbre límite 2.34
incertidumbre objetivo 2.34
incertidumbre
típica 2.30
incertidumbre
típica
combinada 2.31
incertidumbre típica
combinada de medida 2.31
incertidumbre típica de medida
2.30 incertidumbre típica
relativa 2.32
incertidumbre típica relativa de medida 2.32
indicac
ión 4.1
Indicac
ión de
fondo
4.2
Indica
ción
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1a edição luso-brasileira do VIM 2012 (JCGM
108
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