Triunfe
Triunfe
COMPOSIÇÃO:
Enxofre ...................................................................................................................... 149,53 g/L (9,79% m/m)
Carbonato de cobre ................................................................................................. 534,55 g/L (35,01% m/m)
Ingredientes inertes.................................................................................................... 842,92 g/L (55,2% m/m)
FABRICANTE/FORMULADOR DO PRODUTO:
VITTIA S.A.
Avenida Marginal Esquerda, n° 2000 — Bairro: Distrito Industrial
Cidade: São Joaquim da Barra, CEP: 14600-000
CNPJ: 45.365.558/0006-13
Certificado de registro – CDA/SP: 4.135
Nº do lote ou partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER. É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE. É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
Produto registrado para as culturas do café, soja, algodão, citros e tomate.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 4: Produto Pouco Tóxico
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Produto MUITO PERIGOSO ao
meio ambiente – CLASSE II
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO: O produto Triunfe é um fungicida à base de cobre (Cu) e enxofre (S), que possui
mecanismos de ação preventivo e curativo sobre o controle de fungos e bactérias. Sua aplicação deve ser
realizada via foliar, sendo a primeira aplicação de forma preventiva, quando as condições forem favoráveis
para o surgimento dos primeiros sintomas da doença.
Realizar 4 pulverizações
via foliar, sendo a primeira
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aplicação realizada de
maneira preventiva, e as
Tomate Pinta Preta 1,0 a 1,5 L/ha demais aplicações em
(Alternaria solani) intervalos de 07 dias cada.
Recomenda-se a adição
de adjuvante à calda de
pulverização. Utilizar o
volume de calda de 400
L/ha.
Realizar 4 aplicações, via
foliar, sendo a primeira
aplicação realizada de
maneira preventiva e as
demais realizadas em
Citros Cancro-cítrico 1,5 a 2,0 L/ha intervalos de 21 dias cada.
(Xanthomonas citri subsp. citri) Recomenda-se a adição
de adjuvante à calda de
pulverização. Utilizar o
volume de calda de 2.000
L/ha.
CAFÉ: Realizar 5 aplicações, sendo a primeira aplicação realizada de maneira preventiva e as demais,
realizadas em intervalos de 30 dias cada, via pulverização foliar. Recomenda-se a adição de adjuvante Naft®
(50 mL/100 L água) à calda de pulverização. Utilizar o volume de calda de 400 L/ha.
ALGODÃO: Realizar 4 aplicações, sendo a primeira aplicação realizada de maneira preventiva, em estádio
V6 e as demais realizadas em intervalos de 14 dias cada, via pulverização foliar. Recomenda-se a adição de
adjuvante Naft® (0,25 a 50 mL/100 L água) à calda de pulverização. Utilizar o volume de calda de 150 L/ha.
TOMATE: Realizar 4 pulverizações via foliar, sendo a primeira aplicação realizada de maneira preventiva, e
as demais aplicações em intervalos de 07 dias cada. Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de
pulverização. Utilizar o volume de calda de 400 L/ha.
CITROS: Realizar 4 aplicações, sendo a primeira aplicação realizada de maneira preventiva e as demais
realizadas em intervalos de 21 dias cada, via pulverização foliar. Recomenda-se a adição de adjuvante à
calda de pulverização. Utilizar o volume de calda de 2.000 L/ha.
MODO DE APLICAÇÃO:
APLICAÇÃO TERRESTRE: A aplicação deve ser realizada através de pulverizador costal, barra tratorizado
ou turbo atomizador, calibrado para trabalhar com pressão e volume de calda constante. Devem ser
equipados com pontas de pulverização que reduzam as perdas por deriva e promovam uma cobertura
homogênea, conforme as recomendações do fabricante.
APLICAÇÃO AÉREA: Para as aplicações foliares, utilizar aeronave agrícola equipada com pontas de
pulverização ou atomizadores rotativos, que promovam uma cobertura homogênea, conforme as
recomendações do fabricante.
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APLICAÇÃO VIA DRONE: Para as aplicações foliares, utilizar drones de pulverização agrícola com pontas
de pulverização ou atomizadores rotativos, que promovam uma cobertura homogênea, conforme
as recomendações do fabricante. Aplicar volume de calda de no mínimo 20 L/ha. Para esta
modalidade de aplicação recomenda-se o uso do adjuvante Naft® na dose de 50 a 100 mL/ha. Seguir as
recomendações de tecnologia de aplicação recomendadas pelo agrônomo responsável
PREPARO DA CALDA:
- Colocar água limpa de boa qualidade no tanque do pulverizador, de forma que o pH final da calda
seja adequado para a aplicação do produto (PH maior ou igual 5,5 e menor que 7).
- A aplicação deve ser realizada logo após o preparo da calda de pulverização e o equipamento utilizado deve
realizar a agitação constante da calda.
- O volume de calda deve ser adequado, garantindo a cobertura total da área aplicada, seguindo os
parâmetros mais indicados para a cultura tratada.
- Recomenda-se o adjuvante Naft® a calda de pulverização na dose de 0,025 a 0,05%. Após o preenchimento
de água no tanque até 75% da sua capacidade. O Naft® deverá ser o primeiro produto a ser adicionado.
- Verificar a compatibilidade biológica de produtos químicos utilizados em mistura. As aplicações deverão ser
realizadas nos horários mais frescos do dia ou com céu nublado, com umidade relativa do ar acima de 60%.
A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
- Evitar efetuar pulverizações nas horas mais quentes do dia (temperatura superior a 30 ºC).
-Aplicar com velocidade média do vento entre 3 a 10 km/h. Nunca aplicar sem vento.
- Para aplicação aérea pulverizar com velocidade média do vento entre 3 a 10 km/h na direção perpendicular
em relação à faixa de aplicação.
- Evitar efetuar pulverizações em condições de inversões térmicas ou de calmaria total que possam ocorrer
no início do dia, fim de tarde ou após chuvas prolongadas intensas.
- Escolha o volume de calda de acordo com a cultura a ser aplicada. As aplicações devem ser realizadas
evitando a deriva do produto para áreas vizinhas.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Para culturas de pequeno porte ou viveiros em cultivos protegidos como estufas ou sistema de túneis baixos,
sistema semi-hidropônico ou por gotejamento, utilizar pulverizador manual, pressurizado, motorizado ou
tratorizados dotados com pontas de pulverização de jato cônico vazio, com pressão de trabalho suficiente (60
a 120 libras/pol2) para proporcionar tamanho de gotas adequado (105 a 235 micrômetros) à boa cobertura
das plantas.
Para culturas de porte arbóreo/arbustivo utilizar pulverizador manual, pressurizado, motorizado, tratorizado
ou atomizador, dotados com pontas de pulverização de jato cônico vazio, com pressão de trabalho (60 a 120
libras/pol2) suficiente para proporcionar tamanho de gotas adequado (105 a 235 micrômetros) à boa cobertura
das plantas. Para culturas conduzidas em espaldeira utilizar pulverizador manual, pressurizado, motorizado,
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turbo atomizadores ou pulverizadores de pistola com pressão de trabalho suficiente para proporcionar
tamanho de gotas entre 105 a 235 micrômetros com densidade maior que 100 gotas/cm2.
Para culturas anuais utilizar pulverizadores terrestre com pontas de pulverização jato cone vazio, jato leque
duplo ou jato leque tridimensional com pressão de trabalho, velocidade de deslocamento do pulverizador e
volume de calda conforme recomendação técnica para garantir um espectro de gotas considerado fina (105
a 235 micrômetros) para proporcionar uma boa cobertura nas plantas (maior que 60 gotas/cm²). Evitando
sempre altas pressões de trabalho do pulverizador.
Pulverizar com altura da barra adequada em relação a parte aérea da planta para evitar o risco de deriva.
Para culturas anuais também é possível utilizar aeronaves agrícola podendo adotar pontas de pulverização
ou atomizadores rotativos com pressão de trabalho, altura de voo, velocidade de deslocamento da aeronave
e volume de calda conforme recomendação técnica para garantir um espectro de gotas considerada fina (105
a 235 micrômetros) para proporcionar uma boa cobertura nas plantas (maior que 60 gotas/cm²).
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este ingrediente ativo.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. A fim de prevenir a degradação do produto,
recomenda-se realizar a aplicação do produto sempre no final da tarde, evitando os horários mais quentes do
dia.
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Qualquer agente de controle pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o alvo desenvolver algum
mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a bactericidas
e fungicidas pode-se prolongar a vida útil dos produtos.
• Qualquer produto para controle de fungos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado
em gerações sucessivas da mesma doença, ou seja, é essencial utilizar este produto em rotação ou
associação com fungicidas de grupos químicos diferentes e com fungicidas sítios específicos a fim de
garantir o manejo adequado da resistência das doenças controladas por esse produto.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para
o manejo de resistência;
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES
DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS;
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS
EM PRIMEIROS SOCORROS;
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM
PRIMEIROS SOCORROS;
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos;
- Utilize equipamento de proteção individual: use macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas da calça por cima das botas, máscara com
filtro mecânico classe P2 ou P3, luvas de nitrila, botas de borracha e óculos de segurança com proteção
lateral;
- Manuseie o produto em local arejado.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Classe
Categoria 4: Produto Pouco Tóxico
Toxicológica
Vias de
Oral, inalatória e dérmica.
Absorção
Todas as pessoas que manipulam produtos de proteção de culturas são avaliadas por
Sintomas e exames médicos regulares. Não há parâmetros específicos disponíveis para o
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Sinais Clínicosmonitoramento do efeito do enxofre. Sintomas inespecíficos de toxicidade decorrentes da
exposição à poeira contendo enxofre podem ocorrer como irritação dos olhos e da pele,
indisposição, rinite crônica, tosse, irritação e coceira na garganta, dor de cabeça e náusea.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. Ao apresentar sinais e
sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o
Diagnóstico
início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriais
específicos.
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Não são conhecidos
mecanismos de toxicidade em humanos e/ou animais de experimentação. O enxofre é um
elemento essencial, necessário em altas doses, e considerado seguro para humanos. Está
Toxicocinética naturalmente presente e abundante em diversos alimentos. Já o a toxicologia de cobre
adquirida pode resultar da ingestão ou absorção de cobre em excesso (p. ex., pela
ingestão de alimento ou bebida ácida que tenha tido contato prolongado com recipiente de
cobre). Pode ocorrer gastroenterite autolimitada com náuseas, vômito e diarreia.
Antídoto: não existe antídoto específico. Realizar tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas
devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade. O profissional de saúde deve
Tratamento
estar protegido, utilizando principalmente luvas. Demais recomendações devem seguir
protocolos de atendimento ao intoxicado do estabelecimento de saúde e/ou orientações
da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT).
Não deve ser armazenado próximo a descargas elétricas, fogo ou chamas. Guarde em local
Contraindicações fresco, seco, bem ventilado, separado de clorados, nitratos, outros materiais oxidantes e
hidrocarbonetos.
Efeitos das
interações Não são conhecidos
químicas
EFEITOS AGUDOS:
DL 50 oral para ratos: 500 mg/kg
DL 50 dérmica para ratos: > 2000 mg/kg
Irritação ocular: Nas condições do teste, o produto não foi classificado nas categorias do GHS.
Irritação dérmica: o produto não promoveu lesões na pele de coelhos e foi considerado não irritante.
EXPOSIÇÃO CRÔNICA:
Seguindo os critérios da norma de referência OECD 203 (2019), pode-se inferir que a toxicidade crônica para
peixes em estágio larval será, pelo menos, igual ou superior ao teste agudo.
Nos resultados obtidos não foi possível calcular o valor crônico (VC). A referência de informações são os
testes com mamíferos para verificar os efeitos agudos.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBEALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução
pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa
embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a
devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O
usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente
(Embalagens padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos canais de distribuição.
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