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Laudo de Inspeção Predial: Edifício Strauss

O laudo de inspeção predial do Edifício Strauss, realizado pelo engenheiro Carlos Henrique Crespo Santos, visa avaliar o estado de conservação e funcionamento da edificação, conforme normas técnicas e legislação municipal. A inspeção incluiu análises visuais e técnicas, identificando patologias e orientando sobre ações corretivas necessárias. O documento fornece informações detalhadas sobre a tipologia, padrões construtivos e condições de manutenção do imóvel.

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Laudo de Inspeção Predial: Edifício Strauss

O laudo de inspeção predial do Edifício Strauss, realizado pelo engenheiro Carlos Henrique Crespo Santos, visa avaliar o estado de conservação e funcionamento da edificação, conforme normas técnicas e legislação municipal. A inspeção incluiu análises visuais e técnicas, identificando patologias e orientando sobre ações corretivas necessárias. O documento fornece informações detalhadas sobre a tipologia, padrões construtivos e condições de manutenção do imóvel.

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LAUDO DE INSPEÇÃO PREDIAL

CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO STRAUSS

ENGENHEIRO CIVIL: CARLOS HENRIQUE CRESPO SANTOS


CREA: 0218087519AL
Contratante: CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO STRAUSS
Data: 24/04/2024

A HENRIQUE CRESPO ENGENHARIA DIAGNÓSTICA, em atendimento à


solicitação do CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO STRAUSS, no Município de Maceió -
Alagoas, procedeu à inspeção do imóvel mais adiante descrito, cujos resultados vão
em seguida expostos através do presente documento, o presente documento foi
realizado de acordo com a ABNT NBR 16747 de 2020 e a lei municipal de Maceió nº
6145 de 2012.

EMPRESA CONTRATADA
CNPJ: 21.087.229/0001-85
RAZÃO SOCIAL: CRESPO CONSTRUÇÕES E PROJETOS LTDA
NOME FANTASIA: HENRIQUE CRESPO ENGENHARIA DIAGNÓSTICA
ENGENHEIRO CIVIL: CARLOS HENRIQUE CRESPO SANTOS
REGISTRO CREA: 0218087519AL

2
Sumário
1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES ...................................................................................... 4
2. TIPOLOGIA E PADRÃO CONSTRUTIVO............................................................................... 4
3. INTRODUÇÃO DO SERVIÇO: .................................................................................................. 5
4. ESCOPO DO SERVIÇO: ............................................................................................................ 5
5. NIVEL DA INSPEÇÃO: ............................................................................................................... 5
6. DILIGÊNCIAS: .............................................................................................................................. 6
7. TERMOS E DEFINIÇÕES: ......................................................................................................... 6
8. DOCUMENTAÇÃO DISPONIBILIZADA: ................................................................................. 9
9. ANÁLISE DA DOCUMENTAÇÃO ANALISADA: ................................................................. 11
10. CRITÉRIOS E METODOLOGIAS: ...................................................................................... 11
11. RELATO DO CLIENTE: ........................................................................................................ 16
12. MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NAS ÁREAS COMUNS: ..... 16
12.1 SISTEMA ESTRUTURAL ..................................................................................................... 16
12.2. SISTEMA DE INCÊNDIO E PÂNICO .......................................................................... 38
12.3. SISTEMA ELÉTRICO .......................................................................................................... 61
12.4. SISTEMA HIDROSSANITÁRIO ......................................................................................... 70
12.5. SISTEMA IMPERMEABILIZAÇÃO .................................................................................... 83
12.6. ESTRUTURA METÁLICA: ................................................................................................ 107
12.7. SISTEMA DE REVESTIMENTO: ..................................................................................... 112
12.8. SISTEMA GÁS .................................................................................................................... 144
[Link] SISTEMAS: .......................................................................................................... 147
12.10. TERMOGRAFIA NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO: ................................................... 175
13. MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NAS UNIDADES: ............... 189
14. AVALIAÇÃO DA MANUTENÇÃO: ................................................................................... 271
15. AVALIAÇÃO DO USO: ....................................................................................................... 271
16. CONSIDERAÇÕES FINAIS: .............................................................................................. 272
17. ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA - ART: ......................................... 273
18. REFERÊNCIAS: ................................................................................................................... 274

3
1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

CLIENTE: CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO STRAUSS


CNPJ: 45.574.727/0001-10
ENDEREÇO: Rua Hamilton de Barros Soutinho, 385 - Jatiúca, Maceió - AL, 57035-
690.

Foto: Localização da edificação


Fonte: Google Earth

2. TIPOLOGIA E PADRÃO CONSTRUTIVO

O Edifício STRAUSS é um prédio residencial, composto de uma torre com fins


exclusivamente residencial.
PADRÃO CONSTRUTIVO
PRÉDIO TIPOLOGIA
DO SISTEMA ESTUTURAL

UMA TORRE 1 SUBSOLO + 1 PILOTIS + ESTRUTURAS EM


RESIDENCIAL 1 PAV GARAGEM + 13 CONCRETO ARMADO
PAVIMENTOS + COBERTA

Tabela 01: Tipologia da edificação

4
3. INTRODUÇÃO DO SERVIÇO:
A inspeção predial é um processo que visa auxiliar na gestão da edificação e,
quando realizada com periodicidade regular, contribui com a mitigação de riscos
técnicos e econômicos associados à perda do desempenho. Sua periodicidade está
de acordo com às leis e regulamentos vigentes, bem como à eventual recomendação
do profissional da inspeção. Uma vez que a utilização da edificação é uma atividade
dinâmica, assim como sua exposição permanente a agentes degradantes, os
resultados da inspeção predial são referentes ao momento em que a inspeção foi
realizada e, portanto, são sempre associados à data da vistoria que a embasou.
4. ESCOPO DO SERVIÇO:
A atividade de inspeção predial estabelecida pela norma NBR16747 tem por
objetivo constatar o estado de conservação e funcionamento da edificação, seus
sistemas e subsistemas, por meio de análise fundamentalmente sensorial, de forma a
permitir um acompanhamento sistêmico do comportamento em uso ao longo da vida
útil, para que sejam mantidas as condições mínimas necessárias à segurança,
habitabilidade e durabilidade da edificação. Trata-se, portanto, de trabalho com
finalidade de instruir a gestão de uso, operação e manutenção da edificação.
O presente trabalho visa prover os administradores do condomínio de
informações técnicas relevantes quanto as condições de desempenho dos diversos
sistemas integrantes da edificação, classificar os mesmos dentro de níveis de
criticidade, além de orientar com relação as ações a serem desenvolvidas para
solucionar as diversas patologias que foram constatadas durante o processo de
inspeção.
Além das inspeções visuais e testes percussivos, foram utilizadas técnicas de
termografia, medições de umidade e pacômetria, para melhor subsidiar tecnicamente
o diagnóstico correto dos problemas da edificação.
Este trabalho também atende ao cumprimento da legislação municipal vigente
no município de Maceió/AL, atendendo desta forma as exigências da Lei 6.145/12.

5. NIVEL DA INSPEÇÃO:
Representa a classificação quanto à complexidade da vistoria e a elaboração
de seu laudo final, quanto à necessidade do número de profissionais envolvidos e a
profundidade nas constatações dos fatos.

5
A classificação do nível de inspeção adotado foi o NÍVEL 2, segundo a
classificação estabelecida em Normas de Inspeção Predial de domínio público tais
como o IBAPE (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia) e a Norma
de Procedimentos editada pelo Clube de Engenharia do estado de Alagoas, que
representa vistoria para a identificação de anomalias e falhas aparentes
eventualmente identificadas com o auxílio de equipamentos e/ou aparelhos, bem
como análises de documentos técnicos específicos, consoante à complexidade dos
sistemas construtivos existentes.

6. DILIGÊNCIAS:
O presente local foi vistoriado entre os dias 01/02/2024 – 22/04/2024, para
coligir todos os dados técnicos necessários para a elaboração do presente relatório.

7. TERMOS E DEFINIÇÕES:
ANOMALIA
Irregularidade, anormalidade, exceção à regra.
AVALIAÇÃO SENSORIAL
Avaliação dos atributos de um produto pelos órgãos dos sentidos para evocar, medir,
analisar e interpretar reações às características dos materiais como são percebidos
pelos cinco sentidos: visão, olfação, gustação, tato e audição
AVARIA
Dano causado a qualquer bem, ocasionado por defeito ou por outra causa externa a
ele.
CAPILARIDADE
Nos tijolos, nas argamassas e nos concretos porosos, em contato com uma superfície
úmida, a água sobe por veios ou canais por “ascensão capilar”, até atingir o equilíbrio,
que 6oderá variar a altura de acordo com os materiais envolvidos.
CARBONATAÇÃO
É o processo pelo qual o concreto sofre a agressão por dióxido de carbono presente
no meio, transformando o hidróxido de cálcio presente, em carbonato de cálcio mais
água, gerando a diminuição da alcalinidade da peça e a redução de volume (retração
por carbonatação).

6
COBRIMENTO
Capeamento da armação em uma peça de concreto armado.
CONFORMIDADE
Atendimento a padrões estabelecidos e que podem ser os seguintes: projetos e
memoriais descritivos; procedimentos executivos e de qualidade; boletins técnicos de
produtos e procedimentos; dados de fabricantes de produtos / sistema / equipamentos
/ máquinas; normas técnicas.
CONSERVAÇÃO
Ato de conservar, manter em bom estado, resistir ao desgaste causado pelo tempo.
CONTRAVERGA
Viga de concreto usada sob a janela para evitar a fissuração da parede.
CORROSÃO
Ataque das armações através de processo de deterioração eletroquímica.
DEPRECIAÇÃO
Ação ou efeito de depreciar. Baixar de preço ou de valor. Desvalorização.
DETERIORAÇÃO
Depreciação de um bem devido ao desgaste de seus componentes ou às falhas de
funcionamento de sistemas, em razão de uso ou manutenção inadequados.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO
Situação física de um bem em decorrência de sua idade e condições de manutenção.
ESTALACTITE
Depósitos brancos – bicarbonato de cálcio – formados nos tetos, provenientes,
geralmente, da cal livre do cimento, que reage com a água e o CO2 do ar. É
ocasionada, normalmente, por águas puras (chuva) que, por não conterem sais
dissolvidos, tendem a dissolver a cal.
ESTANQUEIDADE
Propriedade conferida pela impermeabilização, de impedir a passagem de fluídos.
EXAME
Inspeção, por meio de perito, sobre pessoa, coisas, móveis e semoventes, para
verificação de fatos ou circunstâncias que interessem à causa.
FALHA
Anomalia caracterizada pela perda precoce de desempenho de elementos e sistemas
construtivos com origem na Manutenção, Operação e Uso.

7
FISSURAS, TRINCAS E RACHADURAS
Manifestações patológicas observadas nas edificações, e/ou terrenos, que ocorrem
normalmente em alvenarias, lajes, vigas, pilares, pisos, muros dentre outros
elementos. Geralmente são causadas por acréscimos de tensões no elemento e seus
materiais componentes. Tais anomalias são indícios da ocorrência de que o elemento,
e seus materiais,foram condicionados a esforços superiores às suas capacidades
resistivas. A partir disso, a consequência deste fenômeno é uma abertura no elemento
cuja caracterização é conforme a espessura correspondente.
IMPERMEABILIZAÇÃO
Proteção mecânica das construções contra a passagem de fluídos.
INCÔMODO OU TRANSTORNO
Perturbação no uso do imóvel decorrente de ações externas com infringência do
direito de vizinhança, de instituição de servidão, etc...
INFILTRAÇÃO
Percolação de fluído através dos interstícios de corpos sólidos.
LAUDO
Documento escrito e fundamentado, emitido por um especialista indicado por
autoridade, relatando resultado de exames e vistorias, assim como eventuais
avaliações com ele relacionado.
LIXIVIAÇÃO
É o processo pelo qual o concreto sofre a extração dos compostos solúveis,
principalmente o hidróxido de cálcio presente no meio, através da dissolução deste
em presença de água, gerando a diminuição da alcalinidade da peça.
MANCHAS
São diferenças de tonalidades em uma peça ou em elemento como piso, parede, viga,
pilar, muro, dentre outros, originadas por consequência de irregularidades no
funcionamento da construção.
MANUTENÇÃO
Conjunto de atividades a serem realizadas para conservar ou recuperar a capacidade
funcional da edificação e de suas partes constituintes de atender as necessidades e
segurança dos seus usuários.
PATOLOGIAS

8
Danos e anomalias encontrados na edificação, e/ou terreno, que deixam o elemento
em situação diferente da inicialmente concebida.
PAVIMENTO
Conjunto de edificações cobertas ou descobertas situadas entre os planos de dois
pisos sucessivos ou entre o do último piso e a cobertura.
PILAR
Elemento estrutural vertical de concreto, madeira, aço, pedra ou alvenaria.
PILOTIS
Conjunto de colunas de sustentação do prédio que deixa livre o pavimento térreo.
PLATIBANDA
Moldura contínua, mais larga do que saliente, que contorna uma construção acima
dos flechais, formando uma proteção ou camuflagem do telhado.
RUPTURA
Seccionamento integral ou parcial de um elemento ou componente que reduz
significativamente sua capacidade de resistência.
VÍCIOS
Anomalias que afetam o desempenho de produtos ou de serviços, ou os tornam
inadequados aos fins a que se destinam, causando transtornos ou prejuízos materiais
ao consumidor. Podem decorrer de falha de projeto ou de execução, ou ainda da
informação defeituosa sobre sua utilização ou manutenção.
VIDA ÚTIL
Intervalo de tempo ao longo do qual a edificação e suas partes constituintes atendem
aos requisitos funcionais para os quais foram projetadas, obedecidos os planos de
operação, uso e manutenção previstos.

8. DOCUMENTAÇÃO DISPONIBILIZADA:
Para melhor entendimento do histórico e funcionamento da edificação foram
solicitados documentos administrativos, técnicos, manutenção e operação da mesma.

Abaixo estão listados os documentos disponibilizados ou não com base na


tabela da NBR 16747:

9
DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS E TÉCNICOS

Renovação /
Documentação Possui? Observações
Atualização

Inscrição do condomínio na Receita S


-
Federal (CNPJ)
Manual de Uso, Operação e
Manutenção (Manual do Proprietário - S
e do Síndico)
Plano de Manutenção e Operação e Quando
S
Controle e seus relatórios (PMOC) necessário
Projetos legais - S
Memorial descritivo dos sistemas
- NV
construtivos
Atestado de Regularidade do Corpo
Anualmente NV
de Bombeiros (LEI Nº 4183)
Relatório de manutenção dos NV
Anualmente
extintores
Relatório de manutenção das NV
Anualmente
mangueiras dos hidrantes
Relatório de inspeção das NV
6 meses
mangueiras dos hidrantes
Relatório de Inspeção Anual de S
Anualmente
Elevadores (RIA)
Atestado do Sistema de Proteção a S
Anualmente
Descarga Atmosférica – SPDA
Atestado de medição ôhmica 5 anos NV
Certificado de limpeza e NV
6 meses
desinfecção dos reservatórios
Relatório do acompanhamento de NV
-
rotina da Manutenção Geral
Relatórios dos acompanhamentos
das manutenções dos sistemas NV
-
específicos (elevador, gerador,
bomba, ar condicionado, etc)
Laudos de vistorias/inspeções N
5 anos
anteriores
Apólice de seguro de incêndio ou
outro sinistro que causa destruição Anualmente NV
(obrigatório – Lei n° 4.591)
Legenda: (S) Sim (N) Não (NV) Não Verificado
Tabela 02: Documentações administrativas e técnicas

10
9. ANÁLISE DA DOCUMENTAÇÃO ANALISADA:
As documentações solicitadas durante esta inspeção possuem como objetivo
a adequada classificação e análise dos sistemas prediais englobados neste serviço.

Destaca-se que não foi verificado o alvará do corpo de bombeiros valido. Na


eventual inexistência deste documento, o condomínio fica exposto a penalidades em
caso de fiscalização do Corpo de Bombeiros.

Por fim, ressalta-se a importância dos cuidados com o arquivo, com a


necessidade de preservação da documentação e transferência formal a cada
mudança de síndico.

10. CRITÉRIOS E METODOLOGIAS:


A inspeção predial está baseada no “check-up” da edificação, que tem como
resultado a análise técnica do fato ou da condição relativa à habitabilidade, mediante
a verificação “in loco” de cada sistema construtivo, estando à mesma voltada para o
enfoque da segurança e da manutenção predial, de acordo com as diretrizes da
Norma de Inspeção Predial do IBAPE e da Norma de Manutenção em Edificações -
NBR 5674, e a Norma de Inspeção predial NBR 16747 da ABNT.

A metodologia empregada na presente vistoria constou de visitas “in loco” ao


imóvel para observação sensorial dos problemas que por ventura se apresentam na
edificação, constatações de não conformidades, possibilidade de prováveis vícios de
construção e levantamento fotográfico para posterior emissão de laudo técnico.

Consoante os bons procedimentos técnicos recomendados para as vistorias do


gênero, foram adotadas as seguintes medidas:

• Documentação solicitada e documentação disponibilizada.


• Análise da documentação disponibilizada.

• Anamnese.
• Vistoria da edificação.
• Coordenação dos dados técnicos apurados.
• Ordenação das prioridades (plano de manutenção predial).
• Avaliação da manutenção.

11
As irregularidades constatadas devem ser classificadas em anomalias ou falhas
considerando os seguintes conceitos:

• As anomalias caracterizam-se pela perda de desempenho de um elemento,


subsistema ou sistema construtivo e são ainda divididas em:
1. Endógena ou construtiva: Quando perda de desempenho decorre
das etapas de projeto e/ou execução.
2. Exógena: Quando a perda de desempenho se relaciona a fatores
externos à edificação, provocados por terceiros.
3. Funcional: Quando a perda de desempenho se relaciona ao
envelhecimento natural e consequente término da vida útil.

• As falhas caracterizam-se pela perda de desempenho de um elemento,


subsistema ou sistema construtivo, decorrentes do uso, operação e
manutenção.
Devido ao fato da inspeção predial se tratar de uma avaliação sensorial é
possível que o profissional não consiga classificar as anomalias e falhas em sua
totalidade. Devendo neste caso incluir nas recomendações uma análise mais
aprofundada e específica da irregularidade.
As irregularidades prediais, representadas por anomalias construtivas, falhas
de manutenção e de uso indevido ou prejudicado, são organizadas em ordem lógica
segundo prioridades de segurança, seguindo:
• Prioridade 1: Ações necessárias quando a perda de desempenho compromete
a saúde e/ou a segurança dos usuários, e/ou a funcionalidade dos sistemas
construtivos, com possíveis paralisações; comprometimento de durabilidade
(vida útil) e/ou aumento expressivo de custo de manutenção e de recuperação.
Também devem ser classificadas no patamar “Prioridade 1” as ações
necessárias quando a perda de desempenho, real ou potencial, pode gerar
riscos ao meio ambiente.
• Prioridade 2: Ações necessárias quando a perda parcial de desempenho (real
ou potencial) tem impacto sobre a funcionalidade da edificação, sem prejuízo
à operação direta de sistemas e sem comprometer a saúde e segurança dos
usuários.

12
• Prioridade 3: Ações necessárias quando a perda de desempenho (real ou
potencial) pode ocasionar pequenos prejuízos à estética ou quando as ações
necessárias são atividades programáveis e passíveis de planejamento, além
de baixo ou nenhum comprometimento do valor da edificação. Neste caso, as
ações podem ser feitas sem urgência porque a perda parcial de desempenho
não tem impacto sobre a funcionalidade da edificação, não causa prejuízo à
operação direta de sistemas e não compromete a saúde e segurança do
usuário.

A Matriz GUT foi criada por Kepner e Tregoe e publicada no ano de 1977 sob
o título “Análise de Problema e Tomada de Decisão”. Trata-se de uma ferramenta de
gerenciamento de riscos, utilizada para a tomada de decisões através de três
enfoques: Gravidade, Urgência e Tendência, cujas iniciais dão nome ao método
(VERZOLA; MARCHIORI; ARAGON, 2014).

A aplicação do método se dá através da atribuição de notas para a gravidade,


urgência e tendência em cada manifestação patológica (anomalias e falhas) verificada
na inspeção. As notas são 1, 3, 6, 8 e 10, sendo a primeira menos grave e a última
mais grave.

A coordenação de dados se dá por meio de textos explicativos auxiliados de


uma tabela de apoio classificando as constatações por grau de relevância (com valor
máximo igual a 1000) pela metodologia GUT (gravidade, urgência e tendência).

De modo que as análises serão divididas de acordo com os arquivos anexos


segmentados em áreas e cômodos da edificação.

Como explicam Costa e Zancan (2012), para adequar o método à inspeção


predial, “deve-se atribuir pesos a cada anomalia existente e fazer a multiplicação entre
eles obtendo-se assim, o total de pontos”. Gomide, Pujadas e Fagundes Neto (2009)
propuseram a adaptação do sistema GUT para manutenção predial, conforme Tabela
abaixo:

13
GRAU GRAVIDADE PESO
Risco de morte, risco de
desabamento/colapso pontual
ou generalizado, iminência de
incêndio, impacto irrecuperável
com perda excessiva do
Total desempenho e funcionalidade, 10
comprometimento irrecuperável da
vida útil do sistema causando
danos grave à saúde dos usuários
ou ao meio ambiente. Prejuízo
financeiro muito alto
Risco de ferimentos aos
usuários, danos reversíveis ao
meio ambiente ou ao edifício.
Impacto recuperável com o
comprometimento parcial do
Alta 8
desempenho e funcionalidade (vida
útil) do sistema que afeta
parcialmente a saúde dos usuários
ou o meio ambiente. Prejuízo
financeiro alto
Risco à saúde dos usuários,
desconfortos na utilização dos
sistemas, deterioração passível
de restauração/reparo, podendo
Média provocar perda de funcionalidade 6
com prejuízo à operação direta de
sistemas ou componentes. Danos
ao meio ambiente passíveis de
reparo. Prejuízo financeiro médio
Sem risco à integridade física
dos usuários, sem risco ao meio
ambiente, pequenos incômodos
estéticos ou de utilização,
pequenas substituições de
Baixa 3
componentes ou sistemas, reparos
de manutenção planejada para
recuperação ou prolongamento de
vida útil. Prejuízo financeiro
pequeno
Nenhum risco à saúde, à
integridade física dos usuários, ao
meio ambiente ou ao edifício.
Nenhuma Mínima depreciação do patrimônio. 1
Eventuais trocas de componentes,
nenhum comprometimento do valor
imobiliário
GRAU URGÊNCIA PESO

14
Incidente em ocorrência,
Total intervenção imediata passível de 10
interdição do imóvel.
Incidente prestes a ocorrer,
Alta 8
intervenção urgente
Incidente previsto para breve,
Média 6
intervenção em curto prazo
Indício de Incidente futuro,
Baixa 3
intervenção programada
Incidente imprevisto, indicação
Nenhuma de acompanhamento e 1
manutenção programada
GRAU TENDÊNCIA PESO
Progressão imediata. Vai piorar
Total rapidamente, pode piorar 10
inesperadamente
Progressão em curto prazo. Vai
Alta 8
piorar em pouco tempo
Progressão em médio prazo. Vai
Média 6
piorar em médio prazo
Provável progressão em longo
Baixa 3
prazo. Vai demorar a piorar
Não vai progredir. Não vai piorar,
Nenhuma 1
estabilizado
Tabela 03: Matriz de avaliação GUT

Através da aplicação dos métodos é possível classificar a ordem de prioridade


resultante de cada um deles, assim é definida a ordem em que os reparos devem ser
realizados pelo responsável da edificação. Após a análise e aplicação dos métodos
nas manifestações patológicas, os resultados foram organizados em ordem crescente
e apresentados na tabela abaixo onde é possível verificar que as prioridades de reparo
foram distintas.

ANOMALIA/FALHA PRAZO RANQUEAMENTO PRIORIDADE

GUT = 1.000. Imediato. 1° 1

Urgente, início
GUT => 800. 2°
em até 3 meses. 1

Médio, início em
GUT = > 480. 3°
até 6 meses. 1

15
ANOMALIA/FALHA PRAZO RANQUEAMENTO PRIORIDADE
Médio-longo,
GUT => 288. realizar em até 4°
2
12 meses.

Longo, realizar
GUT < 288. em até 24 5°
3
meses.

Tabela 04: Prazos, ranqueamento, prioridade

11. RELATO DO CLIENTE:


Os principais relatos do cliente foram os seguintes:

• Desplacamento de concreto no subsolo;


• Infiltrações nos apartamentos;
• Erros construtivos.

12. MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NAS ÁREAS


COMUNS:
12.1 SISTEMA ESTRUTURAL
O processo de degradação das estruturas não depende apenas de fatores
externos. As características do concreto armado e do concreto protendido afetam o
desempenho e a durabilidade das estruturas que compõem. Dessa maneira, Metha e
Monteiro (1994) apud Souza e Ripper (1998) afirmam que a impermeabilidade do
concreto é a primeira forma de impedir o contato de agentes agressores e o início de
qualquer processo físico-químico de deterioração. Para os autores, a deterioração da
peça estrutural está diretamente ligada à porosidade do concreto e a condição
ambiental que essa estrutura está sujeita. Dessa maneira, quanto mais poroso o
concreto maior a possibilidade de transporte interno de água, gases e outros agentes
agressivos que, consequentemente, aceleram o processo de degradação tanto do
concreto quanto da armadura

A corrosão das armaduras é uma das principais patologias observadas em


estruturas de concreto armado. Essa anomalia consiste na oxidação do aço das
armaduras, ou seja, na transformação do aço metálico em ferrugem que causa um

16
aumento de volume de seis a dez vezes na parte afetada da armadura (GEYER e
BRANDÃO, 2007). Devido a essa expansão, há formação de fissuras que atingem a
superfície do concreto, deixando a armadura cada vez mais exposta à ação de
agentes nocivos externos. Posteriormente, ocorre o desplacamento da camada de
cobrimento de concreto da armadura.

Helene (1992) afirma que a presença de oxigênio é fundamental para que


ocorram as 36 reações químicas que resultam no hidróxido ferroso, de cor amarelada
e de cor avermelhada, que constituem a ferrugem, sendo assim evidente a corrosão
do aço. O outro processo corrosivo é a carbonatação que ocorre em estruturas de
concreto armado úmidas que estão expostas ao gás carbônico (CO2). Possan (2010)
explica o processo de deterioração através da ação química de dissolução do gás
carbono (CO2) presente na atmosfera pela água presente na estrutura de concreto,
essa ação resulta na formação do carbonato de cálcio (CaCO2) e consequente reduz
o pH do concreto, originalmente entre 12,5 e 14, para valores inferiores a 9. O autor
ainda afirma que devido à concentração de gás carbônico (CO2) na atmosfera e por
causa da porosidade e fissuração da estrutura de concreto, o processo de
carbonatação pode atingir a armadura. A redução do pH devido ao processo
carbonatação reduz a estabilidade química da película passivadora das barras de aço.
Essa película funciona como uma barreira protetora, formada de óxidos e
hidróxidos aderente que há na superfície do metal que resiste à corrosão. Com a
despassivação das barras de aço, a armadura se torna vulnerável aos ataques de
agentes agressivos. O processo de carbonatação está ligado com o ambiente em que
a estrutura está inserida, com a maneira como o concreto foi lançado, adensado e
curado. Fatores como o tipo de cimento utilizado na estrutura e umidade do ambiente
também influenciam esse processo de degradação. Cascudo (1997) explica que maior
a carbonatação, quanto maior for o fator água/cimento. A carbonatação é responsável
pela despassivação da armadura da estrutura de concreto armado. No entanto, como
dito anteriormente, o processo de corrosão das barras de aço só será iniciado caso
haja as seguintes condições presentes: umidade, diferença de potencial, agentes
agressivos e oxigênio ao redor da armadura. Os autores Souza e Ripper (1998)
afirmam que os primeiros aspectos patológicos da corrosão das armaduras são a
diminuição da capacidade de resistência da armadura e a diminuição da área de aço.

17
A figura a seguir mostra as fases do processo de corrosão em uma barra de
armadura.

Para a norma NBR 6118 (ABNT, 2014) a durabilidade das estruturas de


concreto depende da qualidade e da espessura do concreto utilizado no cobrimento
da armadura, determinando a resistência dessa estrutura à maioria dos fatores de
degradação (GEYER e BRANDÃO,2007). O quadro a seguir mostra a relação entre a
classe de agressividade e o cobrimento necessário à estrutura de acordo com a NBR
6118 (ABNT, 2014):

18
MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NO SISTEMA:
NÃO CONFORMIDADE Corrosão das armaduras
REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Mancha ferruginosa Foto – Centro da armadura

RESERVATÓRIO SUPERIOR

Foto – Armadura do reservatório rompida

19
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (8)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Estrutural Áreas comuns USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (640)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no subsolo e reservatório superior, observou-se a presença de desplacamento


do concreto gerado pela corrosão das armaduras e baixo cobrimento.
A corrosão das armaduras é um processo de deterioração que ocorre quando o aço das armaduras
COMENTÁRIOS entra em contato com agentes corrosivos, como a umidade e o oxigênio, resultando em danos
estruturais e comprometendo a segurança das construções.
De acordo com a ABNT NBR 6118/2014, o grau de agressividade do pilar e laje do reservatório é IV
devido aos respingos de maré (pilar) e superfície exposta a ambientes agressivos (reservatório) ,
portanto deve o cobrimento das armaduras deveria ser 50mm.
[Link]ção do concreto que envolve as armaduras afetadas;
RECOMENDAÇÕES [Link]álise da progressão da frente de carbonatação;
PARA TRATAMENTO [Link]ção ou tratamento das armaduras utilizando tinta com alto teor de zinco;
[Link] a proteção da estrutura com graute ou argamassa estrutural.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

20
NÃO CONFORMIDADE Dano nos pilares

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Danos na parte superior do pilar Foto – Danos na parte superior do pilar

Foto – Danos na parte superior do pilar Foto – Tipologia do dano retirado do livro: THOMAZ.
Ercio. Trincas em edificios: Causas, prevenção e
recuperação.

21
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (8)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (10)


Estrutural Subsolo USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (800)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no subsolo, observou-se o desplacamento das bordas dos pilares localizados
próximos a lateral esquerda da edificação.
COMENTÁRIOS
A não conformidade pode ser ocasionada devido ao esmagamento da cabeça do pilar por deficiência
de estribos.

RECOMENDAÇÕES
Solicitar parecer técnico da construtora referente ao dano no pilar
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

2 1 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Junta descontinua

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Junta descontinua Foto – Junta descontinua

22
Foto – Junta descontinua Foto – Calçada - Junta descontinua

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Subsolo
Estrutural USO ( )
Calçada
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ( )

As falhas no arremate das juntas de concretagem permitem a propagação das tensões existentes na
COMENTÁRIOS
região e ocasionam o surgimento de fissuras.

RECOMENDAÇÕES
Realizar o arremate das juntas de concretagem.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

23
NÃO CONFORMIDADE Fissura no piso tátil

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Junta descontinua

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Estrutural Calçada USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ( )

Idem ao relato anterior, a ausência da continuidade da junta de concretagem localizada na calçada da


COMENTÁRIOS
edificação, região do piso tátil direcional estão permitindo a formação de fissuras no trecho.

RECOMENDAÇÕES
Realizar o arremate das juntas de concretagem.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

24
NÃO CONFORMIDADE Fissuras na laje

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissuras na laje Foto – Fissuras na laje

Foto – Fissuras na laje Foto – Fissuras na laje

25
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Estrutural Subsolo USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (360)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no subsolo, foram identificadas diversas fissuras na laje do piso ocasionada pela
pressão exercida com o aumento do lençol freático.
COMENTÁRIOS
Observa-se a presença de manchas na laje no qual ratificam o efeito de capilaridade pelo lençol
freático.

RECOMENDAÇÕES
Realizar o fechamento das fissuras com resinas especiais de poliuretano.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

4 2 CONSTRUTORA

26
RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS PARA TRATAMENTO:

Etapa 01 – Remoção do substrato de concreto contaminado:

O procedimento padrão para a recuperação das áreas contaminadas por


corrosão das armaduras consiste em retirar todo o concreto deteriorado até quese
obtenha a exposição completa de uma superfície do concreto sã e íntegra.
Imaginemos uma área contaminada exposta de um elemento de concreto
armado conforme mostrado na Figura abaixo.

Figura – Região deteriorada de um elemento de concreto armado

A primeira providência deve ser o estabelecimento de um contorno geométrico


linear bem definido da área a ser recuperada, conforme mostrado na Figura abaixo.

Figura - Delimitação da área de reparo estrutural

Essa delimitação geralmente é feita com a utilização de um equipamento de

27
serra com disco diamantado que estabelece um bordo reto com pelo menos 5mm. De
profundidade, como mostrado na Figura abaixo.

Figura – Delimitação geométrica da borda da recuperação

Uma vez delimitada a área a ser tratada passa-se à remoção do concreto


contaminado.
Especial cuidado deve ser tomado para que o processo de remoção não seja
muito agressivo a ponto de introduzir microfissuras na massa de concreto
decorrentes da energia empregada. Caso isso aconteça, todas as partículas sólidas
aderidas, assim como pós e poeiras devem ser completamente [Link] etapa
está indicada esquematicamente na Figura abaixo. Deve-se também realizar testes
de carbonatação do concreto, de forma a retirar o concreto que jáesteja carbonatado
no entorno da armação.

Figura – Remoção cuidadosa do material contaminado

Observar que deve ser exposta toda a armadura eventualmente corroída,


significando que deve ser removido de 1,5 a 2 cm. Do concreto situado abaixo (por
detrás) das barras expostas. Esta providência tem por objetivo garantir um bom
acesso que permita a correta limpeza das barras da armadura assim comopermitir o
completo envolvimento e passivação da mesma quando colocado o material de

28
reparo.
Não deve ser permitida, sob qualquer pretexto, a retirada do material apenas nas
laterais das barras da armadura corroída, deixando a sua parte posterior ainda imersa
no concreto contaminado.
Caso isso aconteça será inevitável a formação de uma pilha de corrosão
eletroquímica, gerada pela diferença dos materiais, uma vez que parte inferior do
concreto funcionará como ânodo e a parte nova, recuperada, funcionará comocátodo,
originando um processo de corrosão muito mais acelerado e agressivo que o
anteriormente detectado.
A conformação ideal para o desmonte é a mostrada esquematicamente na
Figura abaixo.

Figura – Exposição correta das armaduras corroídas

Caso ocorram manifestações de corrosão muito próximas umas das outras é de


todo conveniente que as áreas de reparos sejam agrupadas em uma única áreade
geometria bem definida, conforme pode ser observado nas figuras abaixo.
Nesse caso não se deve fazer uma delimitação de áreas limítrofes como
indicado, que mostra uma configuração não recomendada, pois deixa filetes de
material antigo entre as áreas de material novo.
A conformação indicada é a mostrada esquematicamente, onde as áreas
limítrofes foram englobadas em uma única área bem delimitada.

29
Figura – Ocorrência de áreas de degradação muito próximas

Figura – Delimitação de áreas de reparo não recomendada

Figura – Geometria indicada para áreas de recuperação contíguas

Etapa 02 – Limpeza e passivação das armaduras:


Se constatada uma redução (perda) de seção transversal da armadura após a
operação de limpeza das mesmas da ordem de 15% da seção original da barra é

30
recomendável a colocação de armadura suplementar para que seja recomposta a
seção de aço originalmente utilizada. Essa nova armadura deverá estar
convenientemente ancorada, seguindo rigorosamente as recomendações das normas
estruturais. Caso a nova armadura esteja previamente imprimada o comprimento de
ancoragem a ser adotado deve ser aumentado. Essa substituição é mostrada
esquematicamente na Figura abaixo.

Figura – Complementação de seção de armadura

Apesar de permitida pelas normas técnicas estruturais a utilização de solda para


diminuir o comprimento de ancoragem, se possível, deve ser feita com cuidados
especiais para que as altas temperaturas envolvidas no processo não alterem tanto
as características do aço como a qualidade do concreto. Antes desse procedimento é
recomendável a constatação de que o aço existente admite os procedimentos de
solda.
A limpeza das armaduras é fator fundamental para o resultado da recuperação
proposta.
Para tanto, todo o produto de corrosão aderido às superfícies das barras das
armaduras deverá ser completamente retirado antes que sejam colocados os
materiais de reparo.
Viabilizam-se os procedimentos de eliminação da corrosão baseados em
limpeza rigorosa utilizando lixas, escovas de aço, e mesmo jatos de areia ou limalhas.
No caso em foco devem ser feitos uma escovação intensa (escova de aço) e lixamento.
Em hipótese alguma deve ser utilizado zarcão para a pintura das armaduras de
concreto armado.
As figuras abaixo abaixo mostram alguns dos procedimentos mais usuais para

31
a limpeza da corrosão das barras da armadura tais como escovas de aço, lixas e
espátulas.

Figura – Procedimento de limpeza da armadura

Figura – Procedimento de limpeza da armadura

Após a limpeza das armaduras é feita a “passivação” das mesmas com a


utilização de primer anticorrosivo à base de zinco.
A Figura abaixo indica como deve ser feita a passivação da armadura. É
fundamental que a parte inferior das barras da armadura estejam totalmente
imprimadas paraque a passivação tenha êxito.

Figura - Passivação das barras de armadura

32
Terminada a etapa correspondente à passivação das armaduras tratadas contra
a corrosão passa-se à próxima etapa, que é a da construção da ponte de aderência.

Etapa 03 – Construção da ponte de aderência:

Sempre é aconselhável a construção de uma ponte de aderência nos reparos de


áreas com manifestação de corrosão das armaduras. A ponte de aderência, além de
permitir uma completa aderência entre o reparo e o substrato de concreto funciona
também como uma barreira de proteção para a região do reparo.
A primeira etapa dessa construção é a limpeza cuidadosa da superfície que vai
receber a ponte de aderência, conforme indicado na Figura abaixo.

Figura - Nova limpeza para execução da ponte de aderência

Após a limpeza, e imediatamente antes de se aplicar a ponte de aderência, as


superfícies interessadas deverão ser umedecidas. Deve ocorrer saturação da
superfície sem que, entretanto, ocorram encharcamentos, conforme mostrado na
Figura abaixo.
Em faces inferiores muitas vezes usa-se a aplicação de estopas ou sacos de
aniagem molhados para conseguir o objetivo de saturar a superfície do concretoonde
se aplicará à ponte de aderência.

Figura – Saturação para receber a ponte de aderência

33
Finalmente deve ser construída a ponte de aderência conforme mostrado na
Figura abaixo.

Figura- Execução da ponte de aderência

O ideal é a utilização de uma ponte de aderência cimentícia (de preferência) ou


epoxídica (neste último caso é muito importante que a aplicação da camada seguinte
seja feita dentro do período de atividade da resina epóxi).
A etapa seguinte consiste na reparação da área afetada para a recomposição da
geometria original da peça.

Etapa 04 – Reconstituição da seção da peça:

Finalmente, a última etapa de recuperação consistirá na recomposição da seção


de modo a se completar o reparo estrutural.

Deve ser verificado o cobrimento da armadura para adequação a norma vigente


ABNT NBR 6118/2023.

34
Tabela 6.1 da ABNT NBR 6118/2023 – Classe de agressividade ambiental (CAA

Tablea 7.2 da ABNT NBR 6118/2023 – Correspondência entre a classe de agressividade ambiental e o
cobrimento nominal para DELTAc=10mm

35
Mais uma vez é recomendado o umedecimento da interface de contato de
reparo, conforme indicado na Figura abaixo.

Figura – Umedecimento da interface de contato

A superfície deverá ser saturada, mas de modo a permanecer superficialmente


seca, sem encharcamentos, conforme mostrado.

Figura – Condição correta de saturação

A Figura acima mostra uma condição ideal de umedecimento (saturação) da


interface, em que ocorre a umidade, mas não se verifica o encharcamento da
superfície, diferentemente do que é mostrado na Figura abaixo, onde a superfície se
encontra encharcada, condição que nunca pode ocorrer para esta etapa do reparo
estrutural.

Figura – Condição inaceitável de saturação com encharcamento

36
Saturada a interface pode-se passar à recomposição do substrato de concreto
na área da reparação, conforme mostrado na Figura abaixo.

Figura – Recomposição da seção

Para a recomposição da seção os produtos utilizados devem atender aos


seguintes requisitos básicos:
• Ter boa Capacidade de aderência.
• Possuir retração compensada.
• Ter módulo de elasticidade compatível com o sistema de reparo.
• Possuir baixa permeabilidade.
• Ter resistência mecânica compatível com a do elemento no qual irá atuar
• Ter suficiente resistência à agressividade do meio ambiente.
• Ter suficiente resistência a ataques químicos.

Para a recomposição das seções dos reparos recomendamos a utilização de


graut de 30 Mpa.
É muito importante considerar que o reparo em superfícies verticais e em faces
inferiores deve ser feito em camadas, conforme a orientação do fornecedor do
produto. Quando a superfície é horizontal, face superior de lajes ou topos de vigas os
produtos indicados admitem a aplicação em uma só camada.

Etapa 05 – Cura da peça estrutural recuperada:

37
Após a recomposição da seção é essencial que seja procedida a sua cura, que
deve durar pelo menos 07 dias, se a peça não for revestida ao fim de 72 horas. Esse
procedimento é mostrado na Figura abaixo.

Figura – Cura final do reparo

Muitas vezes, pela própria posição da peça de concreto, não será possível a cura
pelos processos mais convencionais como a imersão, o lançamento de água
pulverizada continuamente e (ou) o contato com esponja saturada. Neste caso
recomenda-se a adoção da cura química com produto apto a não criar uma barreira
de aderência posterior para os revestimentos ou outros acabamentos.

12.2. SISTEMA DE INCÊNDIO E PÂNICO


Os sistemas de prevenção contra incêndio e pânico são fundamentais para
garantir a segurança das pessoas bem como a integridade física das instalações de
uma edificação. É primordial que todas as etapas de um projeto de prevenção e
combate a incêndio e pânico estejam em consonância com as legislações aplicáveis,
além de ser de suma importância para a liberação de alvarás para o funcionamento.
O presente tópico do laudo tem o de avaliar à prevenção e neutralização de
possíveis fatalidades relacionadas a incêndio e pânico. Para tanto, avaliou-se o
sistema de combate a incêndio e pânico da edificação, de acordo com o tipo da
ocupação e sua utilização em atendimento à legislação vigente que estabelece as
medidas necessárias para atendimento de forma preventiva como: saídas de
emergência, extintores, sinalização, hidrantes, iluminação, etc. A metodologia contou
visitas técnicas in-loco e relatórios fotográfico.

Os sistemas e dispositivos de prevenção contra incêndio e pânico são


obrigatórios para todas as edificações de uso coletivo. Assim, a avaliação dos

38
sistemas de prevenção de incêndio e pânico de empreendimentos faz-se necessária
e as adequações desses sistemas aos requisitos normativos vigentes são de extrema
relevância.

MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NO SISTEMA:


NÃO CONFORMIDADE Ausência da sinalização nas faces dos pilares
REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Sinalização na face do pilar Foto – Exemplo de sinalização das faces

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (10)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (10)


Incêndio e pânico Subsolo USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no subsolo, observou-se a presença de extintores nos pilares sem a devida
sinalização.
COMENTÁRIOS A não conformidade dificulta a visualização do equipamento em situações emergenciais.
De acordo com a IT 20/2021 do CBM/AL, “Quando o equipamento encontrar-se instalado em pilar,
devem ser sinalizadas todas as faces do pilar que estiverem voltadas para os corredores de circulação
de pessoas ou veículos;”.

39
RECOMENDAÇÕES
Realizar a sinalização dos extintores conforme a IT 20/2021 do CBM/AL.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

1 1 CONDOMÍNIO

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Subsolo Foto – Subsolo

Foto – Subsolo Foto – Subsolo

40
Foto – Subsolo Foto – Subsolo

Foto – Subsolo Foto – Pilotis

Foto – Pilotis Foto – Pilotis

41
Foto – Pilotis Foto – Recepção

Foto – Pavimento garagem Foto – Pavimento garagem

Foto – Pavimento garagem Foto – Casa de máquinas

42
Foto – 13º andar Foto – 13º andar

Foto – 12º andar Foto – 12º andar

Foto – 11º andar Foto – 11º andar

43
Foto – 10º andar Foto – 10º andar

Foto – 9º andar Foto – 9º andar

Foto – 8º andar Foto – 8º andar

44
Foto – 7º andar Foto – 7º andar

Foto – 6º andar Foto – 6º andar

Foto – 5º andar Foto – 5º andar

45
Foto – 3º andar Foto – 3º andar

Foto – 2º andar Foto – 2º andar

Foto – 1º andar Foto – 1º andar

46
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (10)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (3)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (10)


Incêndio e pânico Áreas comuns USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (300)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção nas áreas comuns observou-se que os extintores se encontram com teste
COMENTÁRIOS programado para o mês de outubro e novembro de 2024.
O subsolo possui um extintor de com prazo para recarga em julho de 2024.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção nos extintores conforme a ABNT NBR 12962/2016.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

4 2 CONDOMÍNIO

47
NÃO CONFORMIDADE Extintor sobrepressurizado

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Extintor conforme Foto – Extintor próximo a copa

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (10)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (10)


Incêndio e pânico Áreas comuns USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção nas áreas comuns da edificação, observou-se que o extintor próximo a copa
COMENTÁRIOS
(pilotis) se encontra sobre pressurizado.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção nos extintores a fim de garantir a pressurização correta.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

1 1 CONDOMÍNIO

48
NÃO CONFORMIDADE Sinalização inadequada na rota de fuga

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Recepção

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (10)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (10)


Incêndio e pânico Recepção USO (x)

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção na recepção, observou-se a presença de uma sinalização inadequada indicando


a rota de fuga em direção ao subsolo.
COMENTÁRIOS
A não conformidade pode ocasionar a confusão em situações emergenciais e pode ocasionar o
direcionamento incorreto.

RECOMENDAÇÕES
Avaliar o projeto de incêndio o motivo da placa indicando rota de fuga.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

1 1 CONDOMÍNIO

49
REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Sinalização dos elevadores

Os elevadores da edificação se encontram devidamente sinalizados conforme a IT 20/2021 do


COMENTÁRIOS
CBM/AL.

50
REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Subsolo Foto – Subsolo

Foto – Subsolo Foto – Pilotis

Foto – Recepção Foto – Pilotis

51
Foto – Pavimento garagem Foto – Pavimento garagem

Foto – 13º andar Foto – 12º andar

Foto – 11º andar Foto – 10º andar

52
Foto – 9º andar Foto – 8º andar

Foto – 7º andar Foto – 6º andar

Foto – 5º andar Foto – 4º andar

53
Foto – 3º andar Foto – 2º andar

Foto – 1º andar

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (10)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (3)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (10)


Incêndio e pânico Áreas comuns
USO ( )

FALHA OPERAÇÃO ( ) TOTAL (300)

MANUTENÇÃO (x)

COMENTÁRIOS As mangueiras dos hidrantes da edificação estão com recarga programada para novembro de 2024.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a manutenção e testes na mangueira conforme a ABNT NBR 12779/2009.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

4 2 CONDOMÍNIO

54
NÃO CONFORMIDADE Ausência sinalização de piso dos equipamentos combate a incêndio

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Subsolo – Sinalização de piso Foto – Subsolo – Sinalização de piso

Foto – Pilotis – Sinalização de piso Foto – Pilotis – Sinalização de piso

55
Foto – Pav. Garagem – Sinalização de piso Foto – Pav. Garagem – Sinalização de piso

Foto – Exemplo sinalização de piso

56
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (10)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)


Subsolo FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (10)
Incêndio e pânico Pilotis USO ( )
Pavimento garagem
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)

MANUTENÇÃO (X)

Durante a inspeção foi verificado a ausência da sinalização de piso dos equipamentos de combate a
incêndio, como: extintores, hidrantes e alarmes de incêndio.
COMENTÁRIOS De acordo com a IT 20/2021 do CBM/AL, “Quando se tratar de hidrante e extintor de incêndio
instalados em garagem, área de fabricação, depósito e locais utilizados para movimentação de
mercadorias e de grande varejo deve ser implantada também a sinalização de piso”

RECOMENDAÇÕES
Realizar a sinalização de piso conforme a IT 20/2021 do CBM/AL.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

1 1 CONDOMÍNIO

RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS PARA TRATAMENTO:

ILUMINACAO

O sistema de iluminação de emergência, como os demais, exige profissional


ou empresa habilitados para o seu manejo. Porém, cada aparelho também deve
apresentar de forma sintética algumas instruções de manutenção que podem ser
executadas pelo usuário como a verificação das baterias, dos fusíveis ou disjuntores,
nível de eletrólito e garantia das baterias.

A manutenção desse sistema se dá de acordo com a NBR 10898:2013 –


Sistema de iluminação de emergência. Segundo a norma, todas as vistorias
realizadas, sejam elas quinzenais, mensais, semestrais e/ou anuais, devem ser
registradas no caderno de controle de segurança como um contrato de manutenção
que apresenta a periodicidade das verificações e prever reparos ou trocas dos
equipamentos. Qualquer falha encontrada no sistema deve ser anotada no mesmo

57
caderno e corrigida em até 48h. Com todos os equipamentos sempre atendendo as
especificações fornecidas pelo fabricante.

HIDRANTE E BOMBA

De acordo com a NBR 13714:2000 – Sistema de hidrantes e de mangotinhos


para combate a incêndio, o sistema de hidrantes e mangotinhos exige vistoria
periódica a cada três meses, podendo esta ser realizada pela brigada de incêndio da
edificação ou pessoal treinado para a função. A finalidade desta vistoria é realizar uma
inspeção visual, como também registrar a identificação de todo pessoal envolvido com
a utilização e preservação do sistema. E independente desta vistoria alguns itens
como as bombas de incêndio e seus demais acessórios, além dos dispositivos de
alarme, devem ser postos em funcionamento a cada quinze dias por pelo menos
quinze minutos, com exceção dos alarmes sonoros que podem ser bloqueados assim
que forem acionados.

Além da vistoria periódica o sistema de hidrantes e mangotinhos também


requer de um plano de manutenção próprio, que exige periodicidade máxima anual,
porém que varia com a carência de cada equipamento, e realização de alguns testes
que não são feitos durante a vistoria periódica.

SINALIZAÇÃO

A sinalização de emergência tem como finalidade reduzir o risco de ocorrência


de incêndio, alertando para os riscos existentes e garantir que sejam adotadas ações
adequadas à situação de risco, que orientem as ações de combate e facilitem a
localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da
edificação em caso de incêndio.

As sinalizações básicas de emergência destinadas à orientação e salvamento,


alarme de incêndio e equipamentos de combate a incêndio devem possuir efeito
fotoluminescente, necessário avaliar o Anexo B da IT 20/2021 do Corpo de Bombeiros
de Alagoas e sinalizar todos os itens identificados no laudo.

58
Abrigo de mangueira e Indicação de abrigo da
hidrante mangueira de incêndio
com ou sem hidrante no
seu interior.

Sinalização de solo para Usando para indicar a


equipamentos de localização dos
combate a incêndio equipamentos de
(hidrante e extintores). combate a incêndio e
Símbolo: quadrado (1,00 alarme, para evitar a sua
m x 1,00 m) Fundo: obstrução.
vermelha (0,70 m x 0,70
m) Borda: amarela
(largura = 0,15 m).
Indicação de Em locais que
procedimentos em caso necessitem a
de incêndio informação sobre
procedimentos em caso
de incêndio Junto a
quadros elétricos,
registro geral de gás
canalizado e central de
alarme.
Símbolo: retangular Nas paredes, pilares,
Fundo: amarelo Listras vigas, cancelas, muretas
pretas inclinadas a 45°. e outros elementos que
podem constituir um
obstáculo à circulação
de pessoas e veículos.
Utilizada quando o
ambiente interno ou
externo possui sistema

59
de iluminação de
emergência.
Comando manual de Ponto de acionamento
alarme ou bomba de de alarme de incêndio,
incêndio bomba de incêndio e
outros equipamentos
(ventiladores,
exaustores etc). Deve vir
sempre acompanhado
de uma mensagem
escrita, designando o
equipamento acionado
por aquele ponto
Número do pavimento. Indicação do pavimento,
no interior da escada,
patamar e porta corta-
fogo (lado da escada).

Proibido utilizar elevador Nos locais de acesso


em caso de incêndio. aos elevadores comuns
e montacargas.

Extintor de incêndio Indicação de localização


dos extintores de
incêndio.

60
Necessário realizar vistoria do Corpo de Bombeiros de Alagoas para
avaliar os demais itens necessários para adequação e regularização do AVCB.

Necessário realizar vistoria e teste da bomba de incêndio de forma


periódica com empresa especializada a cada 1 mês para garantir seu bom
funcionamento e desempenho de acordo com a ABNT NBR 5674/2012.

12.3. SISTEMA ELÉTRICO


A NBR 5410 estabelece condições a que as instalações elétricas de baixa
tensão devem satisfazer, a fim de garantir a segurança de pessoas e animais, o
funcionamento adequado da instalação e a conservação dos bens.

As instalações elétricas devem passar por manutenções periódicas, onde a


periodicidade delas deve ser adequada a cada tipo de instalação, a falta de
manutenção nas instalações pode ocasionar sobrecargas, curtos-circuitos, choques,
incêndios, entre outros.

O problema dos acidentes envolvendo eletricidade está associado, na maioria


das vezes, com instalações elétricas que não guardam conformidade com as normas
Brasileiras. Por isso é sempre importante chamar atenção para um correto projeto e
adequada execução de instalações elétricas baseadas nas normas que definem os
requisitos mínimos de segurança e qualidade.

A técnica da termografia permite retratar um perfil térmico de forma gráfica dos


elementos de uma instalação elétrica. Com isso, é possível, obter um mapeamento
para estabelecer um plano de reforma às patologias das instalações elétricas
encontradas, garantindo a segurança, o uso e a qualidade das atividades
desenvolvidas nos limites da edificação, descrevendo as causas elétricas e as
soluções imediatas transformando a reforma das instalações em uma prevenção de
problemas futuros e maiores gastos para a manutenção

A inspeção elétrica é subdividida em duas, inspeção visual e ensaios elétricos.


A inspeção visual é destinada a verificar se os componentes que compõem a
instalação estão em conformidade com as normas aplicáveis, se foram corretamente
selecionados e instalados segundo a NBR 5410/2010, e se não exibem danos
aparentes que possam vir a comprometer o funcionamento adequado e segurança da
instalação.

61
Ao realizar a inspeção visual, devem ser verificadas as medidas de proteção
contra choques elétricos e efeitos térmicos, seleção e instalação das linhas elétricas,
seleção, ajuste e localização dos dispositivos de proteção, presença e localização de
dispositivos de Faculdade de Tecnologia e seccionamento e comando, adequação
dos componentes e das medidas de proteção às condições de influências externas
existentes, identificação dos componentes, presença das instruções, sinalizações e
advertências requeridas, execução das conexões e acessibilidade.

MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NO SISTEMA:

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Quadro condomínio Imagem termográfica

62
Foto – Quadro elevador - Recepção Imagem termográfica

Foto – Recepção – Quadro 2 Imagem termográfica

63
Foto – Recepção – Quadro 1 Imagem termográfica

Foto – Pavimento garagem Imagem termográfica

Foram realizadas inspeções através da câmera termográfica FLIR E75 nos quadros de comando e
COMENTÁRIOS
distribuição e não foi possível identificar nenhuma anormalidade (sobrecargas).

64
NÃO CONFORMIDADE Luminárias não vedada
REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Luminária deck piscina Foto – Luminária deck piscina

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Elétrica Pilotis USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no pilotis, observou-se que as luminárias localizadas no deck da piscina não estão
vedadas.
COMENTÁRIOS A ausência de vedação no perimetro das luminárias externa permite a percolação de água para o
interior do equipamento. A presença de umidade pode aumentar rapidamente a corrente em um
circuito, o que na maioria dos aparelhos modernos causará um curto circuito assim que o fusível for
queimado.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a vedação no encontro das luminárias com a parede.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONDOMÍNIO

65
REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

Durante a inspeção nos medidores elétricos, não foi possível identificar nenhuma não conformidade
COMENTÁRIOS
através da inspeção com termografia.

66
NÃO CONFORMIDADE Ausência obturador e identificação precária

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Subsolo – Ausência do obturador Foto – Subsolo - Quadro Condomínio - Ausência do


obturador

Foto – Subsolo - Ausência do obturador Foto – Pav. Garagem – Identificação do disjuntor

67
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (8)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (10)


Subsolo
Elétrico USO ( )
Pavimento Garagem
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (800)

MANUTENÇÃO (X)

Durante a inspeção no subsolo e pavimento garagem, observou-se que os quadros de distribuição se


encontram com legenda precária e ausência dos obturadores.

A não conformidade da legenda pode ocasionar o desgaste da fita crepe instalada e ocasionar o
COMENTÁRIOS desligamento de determinado circuito de forma equivocada.

A não conformidade da ausência dos obturadores permite o acesso acidental aos componentes
internos dos quadros, aumentando o risco de choques elétricos. Os obturadores também protegem os
disjuntores contra danos externos, garantindo a integridade e funcionamento adequado ao sistema

1. Recomenda-se a implantação de sinalização com etiquetas numeradas acima do disjuntor e


RECOMENDAÇÕES tabela dos circuitos com identificação das áreas na tampa do quadro;
PARA TRATAMENTO
2. Realizar o fechamento de todos os espaços vazios do quadro de distribuição com obturadores.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

2 1 CONDOMÍNIO

68
REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

69
A inspeção visual ou termográfica é imprescindível para garantir o bom funcionamento das
instalações. Uma célula fotovoltaica que deixa de produzir eletricidade tem a temperatura mais
COMENTÁRIOS elevada, devido ao sobreaquecimento que acontece antes de o sistema falhar, em alguns pontos das
placas solares foi possível identificar um diferencial térmico de até 5,9ºC, recomenda-se solicitar a
visita de um técnico a fim de avaliar o painel.

12.4. SISTEMA HIDROSSANITÁRIO


O sistema hidrossanitário predial está associado não só ao conforto e bem estar
dos usuários de uma edificação, mas à sua higiene e saúde. Isso porque o
armazenamento e a distribuição da água no prédio é uma das partes que constituem
esse sistema. E qualquer negligência em relação a sua manutenção pode tornar essa
água imprópria para consumo.
Os sistemas hidrossanitários são uma reunião de subsistemas, sendo eles:
• Sistema de água fria: responsável por armazenar e distribuir a água fria na
edificação mantendo o padrão de potabilidade da água. Ou seja, é função
desse sistema garantir que a água recebida da concessionária mantenha a
qualidade. Garantindo que o seu consumo e ingestão sejam seguros à saúde
humana.
• Sistema de água quente: responsável por gerar, armazenar e distribuir água
quente.
• Sistema de esgoto sanitário: é função do sistema coletar e conduzir o esgoto
até um destino adequado. Além disso, deve ser projetado de forma a evitar a
contaminação da água potável.
• Sistema de águas pluviais: coleta e transporta a água da chuva até a rede
pública de drenagem. Esse sistema deve ser totalmente separado do sistema
de esgoto sanitário.
Cada um desses sistemas é projetado segundo normas específicas. A norma
de desempenho – NBR 15575 – trata dos requisitos mínimos para a elaboração de
um projeto hidrossanitário como um todo. Os requisitos de desempenho devem ser
atendidos para suprir as necessidades dos usuários, sendo entre outras, quanto a
estabilidade, estanqueidade, higiene e durabilidade do sistema.
Segundo Ilha (2009), são características inerentes aos Sistemas Prediais
Hidráulicos e Sanitários (SPHS) a complexidade funcional intrínseca e a inter‐relação
dinâmica dos seus diversos subsistemas, além da enorme variedade de materiais,
componentes e equipamentos constituintes (tubos, conexões, registros, válvulas,

70
acessórios, reservatórios, bombas, tanques, equipamentos de controle e medição,
etc.). Tais peculiaridades podem dar origem a uma enorme diversidade de
manifestações patológicas nas edificações. Em geral, patologias frequentes nos
SPHS do edifício não envolvem sérios riscos à vida ou à saúde dos seus usuários.
Porém, elas costumam causar transtornos, aborrecimentos e desconfortos, em geral
associados aos sintomas comuns de suas manifestações. São exemplos vazamentos,
ruídos ou obstruções frequentes em tubulações, mau cheiro e refluxos em sistemas
prediais de esgoto sanitário e de águas pluviais, insuficiência de pressões e vazões
nos aparelhos sanitários, oscilações na temperatura de utilização de água quente,
entre outros. Poucas são as manifestações patológicas decorrentes do uso em termos
relativos. A maior parte decorre de causas sistêmicas e de falhas de manutenção
Amorim (1989) ressalta que, depois de posta de colocada em uso uma edificação, os
sistemas prediais hidráulicos e sanitários entram em equilíbrio com os seus usuários,
sendo um dos subsistemas do edifício que com eles mais se relaciona, razão pela
qual o seu mau funcionamento costuma causar‐lhes problemas sérios ao bem estar
físico e psicológico.

Em suma, tem sido elevada a incidência de manifestações patológicas nos


SPHS das edificações por múltiplas razões, entre as quais a grande diversidade
característica de materiais e componentes, recentes avanços no setor ainda não
suficientemente assimilados pelo meio técnico, grande complexidade funcional,
eventuais riscos implícitos à saúde e à vida dos usuários, manutenção deficiente ou
irregular, falhas nos componentes, processos de desgaste e envelhecimento natural
dos materiais utilizados e condições de exposição inapropriadas.

71
MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NO SISTEMA:

NÃO CONFORMIDADE Vazamento nas conexões


REGISTRO FOTOGRÁFICO

VAZAMENTO 01 – BOMBA DE RECALQUE

Foto – Tubulação de recalque do RI Foto – Danos na bomba de recalque

Foto – Vazamento na conexão sucção do RI Foto – Manchas escorrimento d’água

72
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

73
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

74
VAZAMENTO 02 – CASA DE MÁQUINAS (COBERTURA)

Foto – Vazamento na conexão Foto – Vazamento na conexão

Foto – Vazamento na conexão

75
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

76
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

77
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Hidráulica Subsolo USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (360)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção na casa de bombas (subsolo) e casa de máquinas (cobertura) observou-se a


COMENTÁRIOS presença de vazamento nas tubulações de água fria.
Vale ressaltar que além de aumentar o custo d’água do condomínio, o vazamento da casa de bombas
(subsolo) está permitindo a formação de manchas na parede do reservatório inferior.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção nos trechos a fim de sanar os vazamentos e reduzir custos com conta d’água.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

4 2 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Ausência da tampa de proteção do ralo


REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Ralos desprotegidos

78
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Hidrossanitário Cobertura USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)

MANUTENÇÃO (x)

COMENTÁRIOS Os ralos localizados na calha da cobertura se encontram desprotegidos, a não conformidade pode
ocasionar a obstrução total/parcial da tubulação.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a implantação das proteções no ralo, recomenda-se do tipo hemisférico abacaxi.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Registros não identificados

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Subsolo – Registro não identificado Foto – Próximo a vaga 1212– Registro não identificado

79
Foto – Tubulações acima RI– Registro não identificado Foto – Próximo bomba drenagem– Registro não
identificado

Foto – Pav. Garagem– Registro não identificado

80
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (3)


Subsolo
Hidrossanitário USO ( )
Pavimento garagem
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (30)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no subsolo e pavimento garagem, foram observados diversos registros sem a
devido sinalização.

De acordo com a norma NBR 5626/2020, que trata das instalações prediais de água fria, é
COMENTÁRIOS recomendado que os registros sejam identificados de forma clara e visível, indicando sua função e o
setor ao qual pertencem. Essa identificação facilita a localização e o isolamento rápido em caso de
necessidade de reparos ou manutenção, evitando transtornos e minimizando o tempo de interrupção
do abastecimento de água

RECOMENDAÇÕES
Realizar a sinalização dos registros conforme a ABNT NBR 5626/2020.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONDOMÍNIO

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Tubulação da casa de máquinas

81
As tubulações localizadas abaixo do reservatório superior se encontram devidamente sinalizadas e
COMENTÁRIOS
identificadas.

NÃO CONFORMIDADE Pressão superior ao permitido

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Manômetro Foto – Manômetro

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Hidráulico Subsolo USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção na edificação, não foi possível identificar a presença da válvula redutora de
pressão.

A não conformidade foi observada a partir da altura da edificação no qual seria necessário a
implantação da VRP (Válvula redutora de pressão).
COMENTÁRIOS Foi realizado o ensaio através do manômetro para avaliar a pressão estática da tubulação do subsolo
e observou-se a pressão de 52mca.

De acordo com a ABNT NBR 5626/1998 (Norma vigente no momento da construção), item [Link]
“Em condições estáticas (sem escoamento), a pressão da água em qualquer ponto de utilização da
rede predial de distribuição não deve ser superior a 400kPa.”

82
A não conformidade da ausência da VRP e pressão máxima superior ao estabelecido pela norma,
pode ocasionar rompimentos e trincas nas tubulações hidráulicas.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a implantação da VRP.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS PARA TRATAMENTO:

AUSÊNCIA DA PROTEÇÃO DO RALO:

Para os ralos da cobertura, recomenda-se a implantação dos ralos hemisféricos


abacaxi, visando evitar o entupimento da tubulação de descarte.

Foto: Ralo hemisférico abacaxi implantado na calha

12.5. SISTEMA IMPERMEABILIZAÇÃO


Segundo a NBR 9575/2010, impermeabilização é conjunto de operações e
técnicas construtivas (serviços), composto por uma ou mais camadas, que tem por
finalidade proteger as construções contra a ação deleteria de fluidos, de vapores e
da umidade.
Picchi (1986) afirma que a impermeabilização é considerada um serviço
especializado dentro da construção civil, sendo um setor que exige uma razoável

83
experiência, no qual detalhes assumem um papel importante e onde a mínima
falha, mesmo localizada, pode comprometer todo o serviço. Além disso, há a
necessidade de acompanhamento da rápida evolução dos materiais e sistemas, o
que propicia o surgimento de projetistas especializados.
A impermeabilização é de fundamental importância na durabilidade das
construções, pois os agentes trazidos pela água e os poluentes existentes no ar
causam danos irreversíveis a estrutura e prejuízos financeiros difíceis de serem
contornados. A impermeabilização é fator importantíssimo para a segurança da
edificação e para a integridade física do usuário.
Existem no Brasil diversos produtos impermeabilizantes, de qualidade e
desempenho variáveis, de diversas origens e métodos de aplicação,
normalizados ou não, que devem ter suas características profundamente
estudadas, para permitira escolha de um adequado sistema de impermeabilização.
Deve-se sempre procurar conhecer todos os parâmetros técnicos e ações
físicas e químicas envolvidas no processo para a escolha adequada do sistema
impermeabilizante.
A principal função dos sistemas de impermeabilização, que se tornam cada
vez mais elaborados é o de proteger as edificações dos malefícios de infiltrações,
eflorescências e vazamentos causados pela água.
Utilizando as fases sugeridas por Cruz (2003) pode-se citar três etapas: a
primeira etapa refere-se a ações anteriores a impermeabilização, como a
preparação da regularização e dos caimentos, bem como cuidados com detalhes
construtivos, a segunda etapa que é o processo de impermeabilização
propriamente dito, e as etapas posteriores, tais como isolamento térmico, quando
especificado, e proteção mecânica, quando necessária.
Qualquer parte de uma obra que se destine a receber uma
impermeabilização deve receber cuidados especiais para o sucesso da mesma, a
preparação da superfície é muito importante para o êxito da impermeabilização.
Para Bértolo (2001) uma impermeabilização bem executada pode ser
prejudicada por falhas na concretagem, má execução do revestimento ou
chumbamento inadequado de peças e equipamentos. Nesses casos é inevitável o
aparecimento de patologias, não havendo outra solução a não ser procurar
orientação adequada e, se necessário, reimpermeabilizar a área de forma correta.

84
As patologias de impermeabilização de uma forma geral apresentam-se
com características próprias e sistematizadas conforme asdescrições a seguir:
• Carbonatação: Nas superfícies expostas das estruturas de concreto, a
alcalinidade pode ser reduzida com o tempo, acarretando a despassivação da
armadura da estrutura, essa redução ocorre pela ação principalmente do gás
carbônico presente na atmosfera
• Corrosão: Ataque de natureza eletroquímica nas barras da estrutura, em que
a presença de umidade, conduz a formação de óxidos/hidróxidos de ferro. A
corrosão só ocorre nas seguintes condições:
1. Deve existir um eletrólito (representado pela água)
2. Deve existir uma diferença de potencial (obtido pela tração nas barras
deaço)
3. Deve existir oxigênio (ar atmosférico)

• Degradação do concreto: ocorre devido a ação da água provocando a


dissolução de sais e lixiviamento dos mesmos.
• Degradação do forro de gesso: Decomposição do revestimento executado em
placas de gesso, devido à ação da água, provocando a dissolução de sais e
lixiviamento dos mesmos, vindo a manifestar-se na superfície como bolor,
descascamento da pintura e desagregamento do revestimento entre outros.
• Desagregação da argamassa: A desagregação inicia-se na superfície dos
elementos de concretos com uma mudança da coloração, seguida de um
aumento de fissuras que surgem pela perda do caráter aglomerante do
cimento, devido ao ataque, principalmente de sulfatos e cloretos, deixando os
agregados livres da união que lhes proporciona a pasta.
• Desagregação de tijolos maciços: Formação de pó de coloração avermelhada
e na forma de escamas, seguida de camadas alternadamente ao interior da
peça, devido ao ataque de sulfatos e exagerada pressão hidrostática interna.
• Eflorescências: Formação de depósitos de sais cristalizados originados pela
migração de água, rica em sais, do interior dos componentes de alvenaria
e/ou concreto. São identificados por coloração geralmente esbranquiçada.

85
• Gotejamento de água: Umidade excessiva que se concentra em um ponto da
superfície por tensão superficial, caindo por gravidade ao atingir determinado
volume.
• Mancha de umidade: Uma parte circunscrita da superfície que se apresenta
impregnada de água, apresentando cor diferente do restante da mesma.
• Vegetação: é o crescimento de plantas em determinados pontos da estrutura,
geralmente em locais com fissuras e presença de umidade.
• Vesículas: São as formações de bolhas na pintura, que apresentam em eu
interior nas cores branca, preta e vermelha acastanhado.

MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NO SISTEMA:

NÃO CONFORMIDADE Mancha de infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Área da manifestação Foto – Mancha de infiltração

86
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

87
FACHADA POSTERIOR

Foto – Infiltração Foto – Infiltração

Foto – Região entre muros Foto – Região entre muros

88
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

89
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

90
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

91
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

92
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (6)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Subsolo (Acima vaga 1107
Impermeabilização USO ( )
e muro posterior)

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (216)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no subsolo, região acima da vaga 1107 e região posterior, foi possível identificar
a presença de infiltração.

COMENTÁRIOS A não conformidade foi possível de ser comprovada através da câmera termográfica FLIR E75.

Vale ressaltar que a infiltração se da principalmente pelas falhas na impermeabilização entre muros
do condomínio com o vizinho.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a impermeabilização entre muros.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Infiltração no subsolo

REGISTRO FOTOGRÁFICO

INFILTRAÇÃO 01

Foto – Infiltração

93
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

94
INFILTRAÇÃO 02

Foto – Subsolo – Acima vaga garagem 1101

Foto termográfica

95
Foto termográfica (Imagem digital)

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Impermeabilização Subsolo (Vaga 704 e 1101) USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no subsolo, observou-se a presença de uma mancha de infiltração.


A não conformidade foi possível ser identificada e classificada através da câmera termográfica FLIR
COMENTÁRIOS E75 como ATIVA.
Vale ressaltar que a passagem d’água pela laje entre pilotis e subsolo pode ocasionar o processo de
carbonatação do concreto e corrosão das armaduras devido a água servir como catalisador da
manifestação patológica.

Recomenda-se realizar uma abertura de janela de inspeção no forro a fim de avaliar as possíveis
RECOMENDAÇÕES
causas da infiltração, vale ressaltar que as falhas entre muro do condomínio Strauss com o vizinho da
PARA TRATAMENTO
direita podem estar permitindo infiltrações no ponto.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

96
NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração

Foto termográfica

97
Foto termográfica (Imagem digital)

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (8)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Escada emergência 13º
Impermeabilização USO ( )
andar

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção na escada de emergência, observou-se a presença de uma mancha de infiltração


no teto, a não conformidade foi possível ser classificada como ATIVA através da câmera termográfica
FLIR E75.
COMENTÁRIOS
Vale ressaltar que a passagem d’água pelo concreto aumenta a probabilidade de carbonatação do
concreto e corrosão das armaduras, gerando então desplacamento que podem cair nos pavimentos
iniciais.

RECOMENDAÇÕES Recomenda-se avaliar a área entre telhado-laje da cobertura a fim de identificar possíveis falhas que
PARA TRATAMENTO estejam permitindo o fluxo d’água para a região para posterior correção.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

98
NÃO CONFORMIDADE Danos na proteção mecânica

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissuras na proteção mecânica Foto – Fissuras na proteção mecânica

Foto – Fissuras na proteção mecânica Foto – Fissuras na proteção mecânica

99
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Impermeabilização Cobertura USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção na cobertura, foi possível identificar a presença de danos a proteção mecânica e
fissuras no qual permite o acumulo de sujidade matéria orgânica e danos na impermeabilização.
COMENTÁRIOS De acordo com a ABNT NBR 9574/2008 item 5.23 “As juntas de dilatação devem ser divisores de
água, com cotas mais elevadas no nivelamento do caimento, bem como deve-se prever arremate
específico, incluindo rebatimento de sua abertura na proteção mecânica e pisos posteriores.”

RECOMENDAÇÕES Recomenda-se realizar a demolição e recomposição de toda proteção mecânica com a aberturas de
PARA TRATAMENTO juntas de movimentação de acordo com ABNT NBR 9574 /2008.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Ausência da impermeabilização nos rufos

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Rufos não impermeabilizados Foto – Rufos não impermeabilizados

100
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Impermeabilização Cobertura USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção na cobertura, observou-se a ausência da impermeabilização dos rufos, a não


conformidade pode permitir a percolação d’água e infiltrações nas áreas internas da edificação.
COMENTÁRIOS De acordo com a ABNT NBR 9575/2010 “A impermeabilização deve ser projetada de modo a: proteger
os elementos e componentes construtivos que estejam expostos ao intemperismo, contra a açáo de
agentes agressivos presentes na atmosfera;”

RECOMENDAÇÕES
Realizar a impermeabilização de acordo com a ABNT NBR 9574/2008.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Ausência proteção da caixa de inspeção

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Caixa gordura Foto – Caixa de esgoto

101
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Impremeabilização Calçada USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (180)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção nas caixas de inspeção localizadas na calçada da edificação (gordura e esgoto),
COMENTÁRIOS observou-se a ausência do acabamento e impermeabilização das paredes, a não conformidade
permite a livre passagem d’água e pode ocasionar infiltrações no subsolo.

RECOMENDAÇÕES
Realizar o acabamento e impermeabilização das caixas de acordo com a ABNT NBR 9574/2008.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Acúmulo d’água

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Acúmulo d’água Foto – Acúmulo d’água

102
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Impermeabilização Pilotis USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (360)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no pilotis, observou-se a ausência do caimento para os ralos, a não conformidade
permite o acúmulo d’água em regiões sem o devido ponto de escoamento.
COMENTÁRIOS De acordo com a ABNT NBR 9575 item 6.4 a) “a inclinação do substrato das áreas horizontais deve
ser definida após estudos de escoamento, sendo no mínimo de 1% em direção aos coletores de água.
Para calhas e áreas internas é permitido o mínimo de 0,5%”

RECOMENDAÇÕES
Adequar o caimento para os ralos conforme a ABNT NBR 9575/2010.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Sujidade na fachada

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Sujidade

103
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA () GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Revestimento Fachada USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (180)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção na fachada, foi possível identificar presença de sujidade, de acordo com a ABNT
COMENTÁRIOS
NBR 5674/2024, recomenda-se a lavagem da fachada a cada 3 anos.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a lavagem na fachada da edificação.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONDOMÍNIO

RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS PARA TRATAMENTO:

A manutenção da impermeabilização é importante para o não aparecimento


de patologias. O usuário final do imóvel precisa estar ciente da utilização e
manutenção do mesmo para evitar danificar a impermeabilização.
São providências para a manutenção da impermeabilização, que devem ser
tomadas pelo usuário do imóvel.
• Executar inspeções periódicas;
• Evitar perfurações sem um posterior reparo;
• Executar limpeza interna nos reservatórios;
• Reparar vazamentos de tubulações furadas ou rachadas;
• Executar limpeza de ralos para evitar o entupimento;
• Quando houver troca de revestimentos, cuidar para não haver ruptura da
impermeabilização;
• Cuidar os ralos para evitar quebras;
• Executar reparo das fissuras de movimentação;
• Evitar o entupimento do sistema de drenagem.

104
IMPERMEABILIZAÇÃO DE RALOS:
Ralos são pontos muito vulneráveis e necessitam de maior atenção. E,
principalmente ralos tratados manualmente, com o próprio produto impermeabilizante,
são ainda mais suscetíveis a falhas humanas e, consequentemente a vazamentos.
A forma recomendável para realizar as impermeabilizações nas regiões dos
ralos devem necessariamente ser executadas por profissionais especializados, e
cumprir fielmente os passos abaixo descritos.
Deve-se cortar um pedaço de manta de 30 x 30cm, colocar sobre os ralos,
cortar o material em forma de “x” no vão do ralo e virar as pontas para dentro. Após a
aplicação da manta na superfície inteira, fazer outro corte na manta em forma de “x”,
dobrando as pontas de manta em direção ao interior do ralo. Dessa forma, nos vãos
de escoamento, a manta se estabilizará com uma dupla camada.
O que se observa nestes pontos é que houve falha de execução, onde ocorre
infiltração pela região compreendida entre o corpo do ralo e o concreto que o envolve,
pois ali se forma uma junta fria que permite a percolação das águas.

Figura - Execução da impermeabilização no ralo

IMPERMEABILIZAÇÃO DE TUBULAÇÕES EMERGENTES:


De forma análoga ao que ocorre nos ralos, as passagens de tubulações entre
pavimentos aonde ocorrem a presença de água, merece atenção especial pois estas

105
regiões têm grandes possibilidades de permitir a passagem de água, quando não são
tomados os devidos cuidados na impermeabilização destas regiões.
A NBR 9575 – 2010 define que “toda a tubulação que atravesse a
impermeabilização deve ser fixada na estrutura e possuir detalhes específicos de
arremate e reforços da impermeabilização”. De fato, quando a tubulação atravessa a
impermeabilização gera por consequência uma região crítica em torno dela, onde
existe uma abertura na camada impermeabilizante.
Nos casos de sistemas de mantas, deve ser feito um arremate com manta
aplicando primeiro uma manta na base do tubo com o corte do tipo pizza e então é
aplicada outra manta em parte de sua superfície utilizando-se o corte margarida como
ilustra a Figura abaixo.

Figura - Detalhes da impermeabilização com manta em tubos passantes

ENGASTAMENTO DA IMPERMEABILIZAÇÃO:
A norma prevê que nos planos verticais, deve-se executar um encaixe para
embutir a impermeabilização, a uma altura mínima de 20 cm acima do nível do piso
acabado ou 10 cm do nível máximo que a água pode atingir. Na Figura abaixo é
apresentado o modo de execução do rodapé, em que deve-se executar um rebaixo
de pelo menos 3 cm na parede com uma altura de pelo menos 20 cm de altura, para
o encaixe da impermeabilização. Recomenda-se utilizar uma tela galvanizada para
evitar a fissuração do revestimento executado acima da impermeabilização e evitar o
deslocamento da manta.

106
Figura - Execução do engastamento vertical

12.6. ESTRUTURA METÁLICA:


OXIDAÇÃO

A oxidação é o início do processo de degradação do metal e deve ser tratada logo que
surge, para não dar origem à corrosão e à ferrugem. A oxidação em metais começa
quando a superfície desprotegida (sem pintura, por exemplo, ou avariada por riscos
ou impactos) entra em contato direto com o ar, vapor d’água ou água. E como remover
a oxidação de metais? Se a oxidação já surgiu, o primeiro passo é removê-la de forma
mecânica ou com ajuda de produtos químicos, depois, é necessário voltar a proteger
a superfície com um revestimento, como tinta, por exemplo, evitando que o metal
tenha contato direto com o oxigênio.

CORROSÃO

A corrosão de estruturas metálicas começa após a oxidação. Em um círculo vicioso,


ocorre um maior desprendimento do metal, que vai ficando cada vez mais exposto
aos danos causados pelo contato com a atmosfera. O material começa a mudar de
cor e aparecem pontos, manchas e depósitos sobre a superfície. No caso de
estruturas pintadas, mas com a camada protetora danificada por impacto ou risco, o
problema tende a se espalhar sob tinta, e o revestimento começa a estufar, trincar e
rachar.

107
Percebida a corrosão, evita-se seu alastramento através da remoção da parte
atingida, seja de forma mecânica com lixamento ou jateamento, ou com ajuda de
produtos químicos, em seguida, é preciso proteger novamente da área atingida com
um novo revestimento, como a tinta.

FERRUGEM

Quando já estão oxidados e corroídos, os metais ferrosos – como aço e o ferro fundido
– começam a gerar o hidróxido de ferro, a camada avermelhada conhecida como
ferrugem. A ferrugem compromete ainda mais a resistência do metal e, dependendo
de sua amplitude, inviabiliza a recuperação. Mas é possível resolver o problema
quando a ferrugem se concentra nas partes superficiais das peças. E qual o
melhor produto para remover ferrugem de metal? A resposta depende do método
escolhido. A remoção da ferrugem pode acontecer de forma mecânica (com lixamento
ou jateamento) ou com ajuda de soluções químicas, que remove a ferrugem de forma
prática, rápida e sem esforço para o usuário.

MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NO SISTEMA:

NÃO CONFORMIDADE Corrosão na escada de acesso reservatório superior

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Corrosão na escada Foto – Corrosão na escada

108
Foto – Corrosão na escada Foto – Corrosão na escada

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (8)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Acesso reservatório
Estrutura metálica USO ( )
superior

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (640)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção na cobertura da edificação, observou-se a presença que a estrutura da escada de


acesso ao reservatório superior se encontra em processo de corrosão.
COMENTÁRIOS A corrosão é um processo de deterioração do material que produz alterações prejudiciais e
indesejáveis nos elementos. Sendo o produto da corrosão um elemento diferente do material original,
a liga acaba perdendo suas qualidades essenciais, tais como resistência mecânica, elasticidade,
ductilidade, estética, etc.

RECOMENDAÇÕES Realizar o lixamento e pintura da escada de acesso reservatório superior a fim de aumentar a vida útil
PARA TRATAMENTO e evitar ferimentos aos mantenedores prediais.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONDOMÍNIO

109
NÃO CONFORMIDADE Oxidação na tampa do reservatório

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Tampa RI Foto – Tampa RS

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (8)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Reservatório inferior
Estrutura metálica USO ( )
Reservatório superior
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (640)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção nos reservatórios (inferior e superior), observou-se que as tampas se encontram
em processo de oxidação.

COMENTÁRIOS A corrosão é um processo de deterioração do material que produz alterações prejudiciais e


indesejáveis nos elementos. Sendo o produto da corrosão um elemento diferente do material original,
a liga acaba perdendo suas qualidades essenciais, tais como resistência mecânica, elasticidade,
ductilidade, estética, etc.

RECOMENDAÇÕES
Realizar o lixamento e pintura das tampas para maior proteção.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONDOMÍNIO

110
NÃO CONFORMIDADE Oxidação nos cabos de aço

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Oxidação no cabo de aço

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Cobertura
Estrutura metálica USO ( )
Haste franklin
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO (x)

COMENTÁRIOS Os cabos de aço que sustentam a haste Franklin se encontram em processo de oxidação.

RECOMENDAÇÕES
Realizar o lixamento da oxidação e pintura com material protetivo.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONDOMÍNIO

111
12.7. SISTEMA DE REVESTIMENTO:
Um dos problemas mais encontrados em obras pelos construtores são as
patologias cerâmicas associadas às fachadas e pisos. Principalmente quando, no
caso do revestimento cerâmico ou de qualquer revestimento aderido, põe em risco a
vida de pessoas. Embora as vantagens do produto sejam inegáveis - as cerâmicas
apresentam grande durabilidade e menor necessidade de manutenção quando
comparadas a outras soluções - ultimamente a ocorrência de casos de descolamentos
de placas tornou-se alvo de discussões no setor.

Os revestimentos cerâmicos em muitas ocasiões não são devidamente


planejados, quer pela elaboração de um projeto específico, com o detalhamento das
interferências, propriedades dos materiais, normalizações pertinentes, juntas de
dilatação, tolerâncias e controles, metodologia de execução, bem como da execução
deficiente e sem atender e respeitar as características dos materiais e componentes
da edificação. Aliado a isto se observa falhas na seleção e recebimento de materiais,
na preparação da argamassa de assentamento, na execução dos serviços de
assentamento e acabamento final, desta forma, ocasionando patologias.

As manifestações patológicas nos revestimentos cerâmicos podem ter origem


na fase de projeto - quando são escolhidos materiais incompatíveis com as condições
de uso, ou quando os projetistas desconsideram as interações do revestimento com
outras partes do empreendimento, ou na fase de execução - quando os assentadores
não dominam a tecnologia de execução, ou quando os responsáveis pela obra não
controlam corretamente o processo de produção.

As manifestações patológicas são evidenciadas por alguns sinais que, embora


muitas vezes apareçam em alguns componentes, podem ter origem em outros
componentes de revestimento. Quando há destacamento da placa cerâmica, isto não
significa necessariamente que o problema foi causado pela própria placa, o problema
pode ter sido causado, por exemplo, por falta de treinamento de mão-de-obra, que
não respeitou o tempo em aberto da massa colante

112
DESTACAMENTO

Os destacamentos são caracterizados pela perda de aderência das placas


cerâmicas do substrato, ou da argamassa colante, quando as tensões surgidas no
revestimento cerâmico ultrapassam a capacidade de aderência das ligações entre a
placa cerâmica e argamassa colante e/ou emboço. Devido à probabilidade de
acidentes envolvendo os usuários e os custos para seu reparo, esta patologia é
considerada mais séria. O primeiro sinal desta patologia é a ocorrência de um som
cavo (oco) nas placas cerâmicas (quando percutidas), ou ainda nas áreas em que se
observa o estufamento da camada de acabamento (placas cerâmicas e rejuntes),
seguido do destacamento destas áreas, que pode ser imediato ou não.

Segundo Bauer (1997), os descolamentos podem apresentar extensão


variável, sendo que a perda de aderência pode ocorrer de diversas maneiras: por
empolamento, em placas, ou com pulverulência. Geralmente estas patologias ocorrem
devido a um aumento de tensões. As causas destes problemas são:

• Instabilidade do suporte, devido à acomodação do edifício como um todo.


• Deformação lenta (fluência) da estrutura de concreto armado, variações
higrotérmicas e de temperatura, características um pouco resilientes dos
rejuntes.
• Ausência de detalhes construtivos (contravergas, juntas de dessolidarização).
• Utilização da argamassa colante com um tempo em aberto vencido;
assentamento sobre superfície contaminada. • Imperícia ou negligência da mão
-de -obra na execução e/ou controle dos serviços (assentadores, mestres e
engenheiros).

BOLOR

O termo bolor ou mofo é entendido como a colonização por diversas


populações de fungos filamentosos sobre vários tipos de substrato, citando-se
inclusive as argamassas inorgânicas (SHIRAKAWA, 1995). O termo emboloramento,
de acordo com Allucci (1988) constitui-se numa “alteração observável
macroscopicamente na superfície de diferentes materiais, sendo uma conseqüência
do desenvolvimento de microrganismos pertencentes ao grupo dos fungos”. O

113
desenvolvimento de fungos em revestimentos internos ou de fachadas causa
alteração estética de tetos e paredes, formando manchas escuras indesejáveis em
tonalidades preta, marrom e verde, ou ocasionalmente, manchas claras
esbranquiçadas ou amareladas (SHIRAKAWA, 1995).

DETERIORACAO DAS JUNTAS

Apesar de afetar diretamente as argamassas de preenchimento das juntas de


assentamento (rejuntes) e de movimentação, compromete o desempenho dos
revestimentos cerâmicos como um todo, já que estes componentes são responsáveis
pela estanqueidade do revestimento cerâmico e pela capacidade de absorver
deformações.

Os sinais de que está ocorrendo uma deterioração das juntas são: perda de
estanqueidade da junta e envelhecimento do material de preenchimento. A perda da
estanqueidade pode iniciar-se logo após a sua execução, através de procedimentos
de limpeza inadequados. Estes procedimentos de limpeza podem causar deterioração
de parte do material aplicado (uso de ácidos e bases concentrados), que, somados
ataques de agentes atmosféricos agressivos e/ou solicitações mecânicas por
movimentações estruturais, podem causar fissuração (ou mesmo trincas) bem como
infiltração de água. Pode acontecer, também, que a junta esteja preenchida apenas
superficialmente, formando uma capa frágil que pode desagregar-se após alguns
meses da entrega da obra. Esta situação pode acontecer em casos onde a junta é
muito estreita (ex.: porcelanatos) ou quando o rejunte perde a trabalhabilidade
rapidamente devido à temperatura ambiente elevada.

114
Figura: Juntas na edificação

JUNTAS DE ASSENTAMENTO

As juntas de assentamento são as juntas posicionadas entre todas as peças


cerâmicas componentes dos painéis de fachada. A junta de assentamento será
dimensionada para absorver as deformações localizadas das peças cerâmicas. Estas
juntas também têm a função de maquiar possíveis desvios da peça cerâmica em
relação ao tamanho, esquadro e paralelismo.

Figura: Junta de assentamento

115
JUNTAS DE MOVIMENTAÇÃO

As juntas de movimentação têm a função de dividir os painéis de assentamento


em panos menores para que não ocorra o acúmulo das deformações nas peças
cerâmicas. As juntas de dilatação deverão ser previstas conforme NBR 13755/2017.

Observa-se ausência de juntas de movimentação em toda fachada, diminuindo assim


a resistência aos efeitos cumulativos, fatores climáticos e fissuras.

A principal função das juntas de movimentação é subdividir as superfícies


revestidas com peças cerâmicas de modo a formar painéis que suportem os efeitos
cumulativos das movimentações transmitidas pelo edifício, adequando assim as
solicitações impostas à resistência dos materiais empregados. Estas juntas servem
também para separar o revestimento cerâmico de outros elementos construtivos da
fachada que se movimentam de forma distinta (Medeiros, 1999).

As juntas de movimentação e assentamento são responsáveis por absorver as


deformações que venham a ocorrer em qualquer camada do revestimento. Essas
deformações são comuns devido as mudanças de temperatura, absorção de líquidos,
dentre outras causas.

De acordo com a NBR 13755:1996 é recomendado a execução de juntas


horizontais a cada 3 metros ou a cada pé direito e juntas verticais a cada 6 metros,
porém, com a atualização da norma para a NBR 13755:2017 se torna obrigatório o
projeto de revestimento de fachada (PRF), com todas as suas características na
presente norma além da paginação das placas em função dos tamanhos dos panos e
presença de juntas de movimentação.

Vale ressaltar que a falta da junta de movimentação aumenta a possibilidade


de destacamento do revestimento cerâmico no edifício devido a falta da flexibilidade
na fachada.

116
Figura: Junta de movimentação

JUNTAS DE DESSOLIDARIZAÇÃO

As juntas de dessolidarização são juntas empregadas no assentamento das


peças cerâmicas sempre que ocorrerem, nas fachadas, mudança de direção no
assentamento ou mudança de material empregado na mesma.

É o espaço regular cuja função é subdividir o revestimento do piso para aliviar


tensões provocadas pela movimentação da base ou do próprio revestimento.

Figura: Junta de Dessolidarização

117
MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NO SISTEMA:
NÃO CONFORMIDADE Falhas nas juntas de assentamento
REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Falha no rejuntamento Foto – Falha no rejuntamento

Foto – Falha no rejuntamento Foto – Falha no rejuntamento

118
Foto – Falha no rejuntamento

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Piscina USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO (x)

O desgaste natural do rejunte ocorre devido a diversos fatores, como a exposição aos raios
COMENTÁRIOS ultravioleta do sol, variações de temperatura, umidade e ação de agentes químicos presentes no
ambiente (piscina). Com o tempo, o rejunte pode perder sua resistência, flexibilidade e aderência,
resultando em trincas, fissuras e até mesmo desprendimento do revestimento cerâmico.

[Link] a remoção dos rejuntes com falhas e aplicação de um novo rejunte (próprio para piscina);
RECOMENDAÇÕES
PARA TRATAMENTO 2. Recomenda-se chamar empresa especializada em piscinas a fim de avaliar a dureza cálcica.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONDOMÍNIO

119
NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração

Foto termográfica

120
Foto termográfica (Imagem digital)

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Casa de máquinas USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção na casa de máquinas, observou-se a presença de infiltração ocasionada devido


COMENTÁRIOS
as falhas na fachada da edificação.

Realizar vistoria na fachada a fim de identificar todas as falhas (revestimento com som cavo, falha na
junta de movimentação e junta de assentamento).
RECOMENDAÇÕES Vale ressaltar que a infiltração é na altura da junta de movimentação onde de acordo com a ABNT
PARA TRATAMENTO NBR 13755/2017 item 4.11.1 a) “Além disto, os selantes devem apresentar uma série de propriedades
que lhes garantam bom desempenho pelo tempo previsto em projeto, não sendo este menor que cinco
anos”.
RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONDOMÍNIO

121
NÃO CONFORMIDADE Ausência da junta de dessolidarização

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Trecho deck piscina

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Piscina USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção na região do deck da piscina, observou-se a ausência da junta de


dessolidarização, a não conformidade “trava” o revestimento não permitindo a sua livre movimentação,
COMENTÁRIOS ocasionando trincas e descolamentos de revestimento cerâmicos.
De acordo com a NBR 13753 (ABNT, 1996), “devem-se projetar juntas de dessolidarização nos
encontros entre o revestimento de piso e parede, para aliviar as tensões provocadas pelas
movimentações do revestimento e/ou substrato"

RECOMENDAÇÕES
Realizar a abertura de juntas de dessolidarização de acordo com a ABNT NBR 13753/1996.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

122
NÃO CONFORMIDADE Ausência da junta de movimentação

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Deck piscina

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Pilotis (piscina) USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no deck da piscina, observou-se a ausência de juntas de movimentação, a não


conformidade contribui com a manifestação de fissuras nas juntas de assentamento e revestimentos
descolados.
COMENTÁRIOS De acordo com a norma NBR 13753 (ABNT, 1996), “as juntas de movimentação devem ser
executadas nas áreas internas, (sempre que a área do piso for igual ou maior que 32 m² ou sempre
que uma das dimensões do revestimento for maior que 8 m) e nas áreas externas (sempre que a área
for igual ou maior que 20 m², ou sempre que uma das dimensões do revestimento for maior que 4m).”
RECOMENDAÇÕES
Realizar a abertura de juntas de movimentação conforme a ABNT NBR 13753/1996.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

123
NÃO CONFORMIDADE Ausência do fato de forma

REGISTRO FOTOGRÁFICO

PILOTIS

Foto – Aberturas laterais Foto – Ausência fator de forma

Foto – Falhas na junta movimentação

124
PAVIMENTO GARAGEM - MOVIMENTAÇÃO

Foto – Falhas na junta movimentação Foto – Ausência fator de forma

PAVIMENTO GARAGEM - DESSOLIDARIZAÇÃO

Foto – Aberturas laterais Foto – Ausência corpo de apoio

125
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (3)


Pilotis
Revestimento USO ( )
Pavimento garagem
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (30)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no pilotis e pavimento garagem, foram realizadas a abertura de duas janelas de
inspeção na região das juntas de movimentação e dessolidarização e chegou-se a seguinte conclusão:
• Corpo de apoio com tamanho inadequado.
COMENTÁRIOS A não conformidade permite o 3º ponto de ancoragem do selante (na base) fazendo com que a
movimentação da superfície descole uma das bordas para evitar restrição.
• Fator de forma inadequado.
As juntas possuem baixa espessura aumentando a velocidade de desgaste do material de forma
prematura.
1. Refazer as juntas de movimentação utilizando material de apoio que preencha por completo os
RECOMENDAÇÕES espaços vazios permtindo somente dois pontos de ancoragem.
PARA TRATAMENTO
2. Recomenda-se o fator de forma para o selante de 1:1 ou 2:1.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Falha na junta de movimentação

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Pilotis, muro entre frontal e esquerda Foto – Rampa acesso pavimento garagem

126
Foto – Rampa acesso pavimento garagem Foto – Próximo vaga 605

Foto – Próximo vaga 205 Foto – Próximo vaga 1001

127
Foto – Próximo vaga 302 Foto – Próximo vaga 302

Foto – Próximo vaga 508

128
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Pilotis
Revestimento USO ( )
Pavimento garagem
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no pilotis e pavimento garagem, observou-se a presença de diversas juntas de


movimentação desgastadas/ressecadas.
COMENTÁRIOS
A não conformidade contribui com o descolamento do revestimento e acumulo d’água nos trechos no
qual o selante se encontra com falha.

RECOMENDAÇÕES Realizar manutenção nos selantes das juntas de movimentação de acordo com a ABNT NBR
PARA TRATAMENTO 13753/1996.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Junta de dessolidarização com falha

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Pilotis-Falha na junta de dessolidarização Foto – Calçada – Falha na junta dessolidarização

129
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Pilotis
Revestimento USO ( )
Calçada
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (360)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção na junta de dessolidarização localizada na lateral esquerda, pavimento pilotis e


calçada, observou-se a presença de falhas e descolamento em toda sua borda.
COMENTÁRIOS
A não conformidade permite o acumulo d’água é pode ocasionar a proliferação de matéria orgânica
no trecho.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção nas juntas de dessolidarização conforme a ABNT NBR 13753/1996.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

4 2 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Retalhos de revestimento

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Retalhos revestimento Foto – Retalhos revestimento

130
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓçGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (1)


Revestimento Platibanda USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (10)

MANUTENÇÃO ( )

A platibanda da edificação se encontra com revestimentos diferentes, não conformes com o padrão
COMENTÁRIOS
oferecido pela construtora.

RECOMENDAÇÕES
Remoção dos revestimentos para adequação com um só tipo de revestimento.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Falha na junta de movimentação

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Falha no selante Foto – Falha no selante

131
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA () GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Pilotis – Acima casa de
Revestimento USO ( )
bomba piscina

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO (X)

Durante a inspeção na região acima da casa de bombas, observou-se a presença de falha no selante
COMENTÁRIOS da junta de movimentação, a não conformidade permite a passagem d’água e pode ocasionar
infiltrações e manchas (eflorescências) na parede.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção no selante conforme a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Falha no selante da junta de dessolidarização

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Falha no selante Foto – Falha no selante

132
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA () GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Pilotis USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no perimetro posterior do pilotis, observou-se a presença de falhas na junta de


COMENTÁRIOS dessolidarização, a não conformidade além de poder ocasionar o descolamento do revestimento de
piso, está ocasionando manchas no revestimento (eflorescências).

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção nas juntas de dessolidarização conforme a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Erro executivo durante assentamento do revestimento

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Ausência do esmagamento do cordão Foto – Ausência do esmagamento do cordão

133
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (X) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Parede externa acima da
Revestimento USO ( )
porta do salão de festas

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no pilotis, observou-se a presença de descolamento do revestimento cerâmico na


parede externa.
Ao realizar a remoção do revestimento foi possível identificar a ausência do rompimento dos cordões
da argamassa conforme a ABNT NBR 13755/2017.
COMENTÁRIOS De acordo com a ABNT NBR 13755/2017 item 6.6.4 d) “ajustar a placa até que seja atingido o
preenchimento mínimo do tardoz. Esta tarefa pode ser realizada com auxilio de percussão (por
exemplo, martelo de borracha), vibração (com auxilio das mãos ou vibrador elétrico ou pelo
posicionamento da placa fora da posição final em pelo menos a distância entre dois cordões de
argamassa, arrastando-a em seguida ao local definitivo”.

RECOMENDAÇÕES Realizar o desbaste da argamassa antiga e assentamento do revestimento de acordo com a ABNT
PARA TRATAMENTO NBR 13755/2017.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

134
NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infi[ltração Foto – Falha no rejuntamento

Foto termográfica

135
Foto termográfica (Imagem digital)

Foto – Infiltração Foto – Falha no rejuntamento

136
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

137
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA () GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Subsolo
Revestimento USO ( )
Fachada lateral esquerda
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no subsolo, foi possível identificar a presença de infiltração na parede esquerda,
COMENTÁRIOS
a não conformidade é ocasionada devido as falhas presentes no muro da edificação.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção no rejuntamento do muro.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Fissura devido ausência da junta de movimentação

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura no rejunte Foto – Fissura no rejunte

138
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

139
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Rampa acesso pavimento
Revestimento USO ( )
garagem

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção na rampa de acesso ao pavimento garagem, foi possível identificar a presença de
uma fissura desenvolvendo na região entre estrutura-alvenaria, trecho do encunhamento, a não
conformidade é ocasionada devido a ausência da junta de movimentação na fachada.
De acordo com a ABNT NBR 13755/2017 item [Link] b) “A junta de movimentação tem a função de
subdividir as superfícies revestidas com placas cerâmicas de modo a formar painéis que suportem os
efeitos cumulativos das movimentações transmitidas pelo edifício e pelo fatores climáticos
COMENTÁRIOS (temperatura, umidade), adequando assim as solicitações impostas a resistências dos materiais
empregados.
De acordo com a ABNT NBR 13755/2017 [Link] “No caso de juntas horizontais em estruturas
reticuladas de concreto com vedação em alvenaria, convém que sejam posicionadas a cada
pavimento, coincidindo com a interface alvenaria/estrutura (fundo de viga), uma vez que esta tende a
ser a região mais suscetível a movimentos diferenciais.”
Através da termografia foi possível comprovar que a fissura se desenvolve na região de interface.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a abertura da junta de movimentação na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

140
NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração Foto -Falha no selante

Foto – Ausência corpo de apoio

141
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

142
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA () GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento
Subsolo USO ( )
Impermeabilização
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO (X)

Durante a inspeção no subsolo, observou-se a presença de infiltração na região da junta estrutural


próximo a piscina.

A não conformidade pode ter início nas seguintes possibilidades:


COMENTÁRIOS • Falha na impermeabilização entre muros (Fato comprovado que segue causando infiltrações
no perimetro da edificação);
• Falha no selante da junta estrutural.

RECOMENDAÇÕES Realizar manutenção no selante da junta estrutural (Condomínio);


PARA TRATAMENTO Impermeabilizar a região entre muros (Construtora).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

CONDOMÍNIO
3 1
CONSTRUTORA

143
12.8. SISTEMA GÁS
Empreendimentos que têm sistema de gás encanado oferecem uma série de
vantagens para os moradores. Além do fornecimento constante, a solução não exige
o armazenamento de botijão dentro da residência. No entanto, para garantir os
benefícios, é indispensável que o projeto seja elaborado por profissional capacitado,
e a execução da instalação seja feita por equipe técnica especializada.

Além de seguir o projeto, a instalação deve ser realizada de maneira a facilitar


futuras manutenções. Nem sempre o shaft é a melhor alternativa devido ao risco de
confinamento. Nesse caso, é preciso prever algumas ventilações que evitarão o
acúmulo de gás em caso de vazamentos, sendo importante estudar cada caso.

A norma sugere a realização de teste de estanqueidade com o objetivo de


aferir a segurança do sistema. Para isso, a tubulação precisa ser submetida a uma
pressão cinco vezes maior do que o normal. É preciso deixar a instalação
pressurizada durante certo período, garantindo que não existam vazamentos. É
importante destacar que o escopo do contrato não prever a realização do teste
de estanqueidade (verificação sensitiva).

A ABNT NBR 13.206 — Tubo de Cobre Leve, Médio e Pesado, sem Costura,
para Condução de Fluidos – Requisitos — norteia a escolha do encanamento que
deve ser empregado em sistemas de distribuição de gás. Atualmente, os canos de
cobre substituem os materiais de aço galvanizado ou ferro fundido usados em
instalações antigas. Já nas áreas externas, os mais empregados são os tubos de
polietileno de alta densidade (PAD).

Além das tubulações, o sistema de gás encanado conta com outros


componentes, como conexões (cotovelos, luvas, Ts), medidores de consumo e
limitadores de pressão. Há ainda os dispositivos para fechamento mecânico (shut off)
e o sistema de regulagem para controle de pressão, já que os equipamentos e as
tubulações trabalham com níveis diferentes

144
NÃO CONFORMIDADE Reguladores de gás vencidos

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Próximo vaga 112 – Venc. 2016 Foto – Coluna 9 e 4 – Venc. 2022

Foto – Coluna 5 e 8 – Venc; 2019 Foto – Coluna 2- Venc. 2022

145
Foto – Coluna 3 e 10 – Venc; 2016 Foto – Coluna 2- Venc. 2022

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (10)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (10)


Gás Subsolo USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no subsolo, observou-se a presença de reguladores de gás vencidos.


O tempo de utilização dos reguladores não deve ultrapassar 5 anos, prazo validade determinado pelo
fabricante, em atendimento a Portaria 6 do INMETRO e ABNT NBR 15590/2008.
COMENTÁRIOS O uso desses equipamentos fora da validade pode provocar um mau funcionamento, o registro quando
está vencido, pode quebrar e ocasionar um vazamento.
Vale ressaltar que o habite-se saiu em 18/11/2021 onde vários reguladores já se encontravam
vencidos.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a substituição dos reguladores.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

1 1 CONSTRUTORA

146
[Link] SISTEMAS:
NÃO CONFORMIDADE Manchas de escorrimento no subsolo

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Abertura frontal

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Demais Subsolo USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no subsolo, observou-se a presença de escorrimento d’água nas paredes devido
COMENTÁRIOS a ausência de detalhes arquitetônicos como pingadeiras, nesse caso, um perfil em “L” instalado na
parte inferior da viga para cortar os pingos e direcionar a água para fora.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a implantação da ´pingadeira em “L” abaixo da viga.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONDOMÍNIO

147
NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura inclinada na região da esquadria Foto – Fissura

Foto – Contraverga abaixo da esquadria Foto – Contraverga com transpasse insuficiente

148
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

149
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Vedação
Casa de máquinas USO ( )
Demais
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção na casa de máquinas, observou-se a presença de fissura inclinada na região da


esquadria.
A não conformidade é ocasionada devido a ausência de elemento estrutural na região abaixo da
COMENTÁRIOS esquadria (contraverga) para absorção e distribuição dos esforços de maneira uniforme.
Foi realizado ensaio através do detector de metais e não foi possível observar o transpasse da
contraverga.
De acordo com a ABNT NBR 8545/1984 item [Link] “As vergas e contra-vergas devem exceder a
largura do vão de pelo menos 20cm de cada lado e devem ter altura mínima de 10cm.”

RECOMENDAÇÕES
Realizar a implantação de uma verga no trecho da porta transpassando 20% do tamanho do vão.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Sujidade no reservatório

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Sujidade no reservatório Foto – Sujidade no reservatório

150
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Demais Reservatório superior USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (360)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no reservatório superior, observou-se a presença de sujidade.


De acordo com especialistas, o mais indicado é que a limpeza da caixa d'água seja realizada no
COMENTÁRIOS mínimo a cada 6 meses, ou no máximo a cada 12 meses. Ainda que o reservatório possua algum
revestimento antibacteriano, que possa prolongar um pouco este período, o ideal é não deixar que a
limpeza passe de um ano

RECOMENDAÇÕES
Realizar a limpeza do reservatório de forma periódica.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

4 2 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Sujidade na calha e ralos

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Calha do subsolo Foto – Sujidade nas tubulações dos ralos

151
Foto – Sujidade na calha

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Demais Subsolo USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (360)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no subsolo, observou-se a presença de sujidade nas calha e tubulação de


COMENTÁRIOS descarte .

A não conformidade pode ocasionar o entupimento da tubulação e transbordamento d’água da calha.

RECOMENDAÇÕES Realizar a limpeza da calha de forma periódica, recomenda-se a implantação de telas de proteção na
PARA TRATAMENTO calha a fim de evitar a passagem de sujidade.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

4 2 CONDOMÍNIO

152
NÃO CONFORMIDADE Sujidade no reservatório da bomba submersa

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Bombas submersa Foto – Sujidade

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Caixa de drenagem
Demais USO ( )
Subsolo
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (180)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção nas caixas de drenagem, observou-se a presença de sujidade, a não


COMENTÁRIOS
conformidade pode ocasionar o entupimento e danos a bomba.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a limpeza da caixa de forma periódica.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONDOMÍNIO

153
NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

Foto – Pacômetro identificando elemento estrutural Foto – Pacômetro não identificando elemento
estrutural

154
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Demais Pilotis USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção na muro posterior da edificação, observou-se a presença de fissura linear na


região de interface entre viga-alvenaria.
COMENTÁRIOS Devido aos materiais possuírem capacidades diferentes de movimentações higrotérmicas é comum
a presença de fissuras lineares na região crítica.
Vale ressaltar que há garantia de 5 anos contra defeitos na junção entre componentes de diferentes
materiais.

RECOMENDAÇÕES Realizar a abertura de uma janela de inspeção a fim de comprovar o trecho que desenvolve a fissura,
PARA TRATAMENTO confirmando, recomenda-se a implantação de tela eletrosoldada galvanizada.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Sujidade nas caixas de inspeção

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Caixa gordura Foto – Caixa gordura (Próximo esquina)

155
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Demais Calçada USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (180)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção nas caixas de inspeção localizadas na calçada da edificação (esgoto e gordura),
COMENTÁRIOS observou-se a presença de sujidade, a não conformidade pode ocasionar o entupimento e retorno de
mal cheiro pelas tubulações.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a limpeza da caixa de forma periódica.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Shaft exposto

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Shaft exposto

156
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Demais Cobertura USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção na cobertura, observou-se que o shaft de passagens das tubulações se encontra
totalmente exposto.
COMENTÁRIOS
A não conformidade permite o encharcamento da alvenaria e pode ocasionar infiltrações nos
apartamentos.

RECOMENDAÇÕES
Realizar o fechamento do shaft.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Instalações provisória

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Suporte provisório

157
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Casa de máquinas -
Demais USO ( )
Cobertura

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção na casa de máquinas da cobertura, observou-se a presença de um suporte


COMENTÁRIOS provisório que sustenta a tubulação de água pressurizada.

A não conformidade pode ocasionar o rompimento na tubulação/conexão caso o suporte caia.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a implantação de um suporte fixo.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Transpasse insuficiente da contraverga

REGISTRO FOTOGRÁFICO

HALL 13

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

158
Foto – Detector de metais

HALL 12

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

159
Foto – Detector de metais

HALL 11

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

160
Foto – Detector de metais

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Halls
Vedação USO ( )
13º, 12º e 11º andar.
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção nos halls da edificação, observou-se a presença de fissura verticais nos cantos
COMENTÁRIOS inferiores da janela.

A não conformidade é ocasionada devido a ausência/insuficiência de reforços na região.

RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada no local.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

161
NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Detector de metais Foto – Fissura linear vertical

162
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Hidrossanitário Hall 13º andar USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no hall do 13º pavimento, observou-se a presença de fissura linear vertical, a não
COMENTÁRIOS conformidade possivelmente é ocasionada devido a ausência de reforços na região fragilizada para
passagem das instalações hidrossanitárias..

RECOMENDAÇÕES Realizar uma janela de inspeção a fim de avaliar a progressão da fissura, confirmando, realizar o
PARA TRATAMENTO reforço no perimetro da fissura.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Detector identificando contraverga Foto – Detector não identificando contraverga no inicio
da fissura

163
Foto – Alinhamento da fissura

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Salão de festas USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no alv de festas, observou-se a presença de fissura no canto inferior da janela
COMENTÁRIOS ocasionada devido a ausência/insuficiência de reforços na região.

Vale ressaltar que a fissura inicia-se inclinada até o encontro da contraverga.

RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada no local.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

164
NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura abaixo da rampa acesso Pv. Garagem Foto – Fissura abaixo da rampa acesso Pv. Garagem

Foto – Detector identificando alvenaria

165
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Pilotis USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ( )

A ausência/insuficiência do encunhamento na região abaixo da rampa de acesso ao pavimento


COMENTÁRIOS
garagem está ocasionando a formação de fissuras lineares na interface entre os materiais.

RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e implantar espuma expandida na região do encunhamento.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Escada hidráulica insuficiente

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Mancha no tet Foto – Projeto da piscina

166
Foto: trecho retirado do manual da escada ALBACETE

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Demais Apto. 1310 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção na piscina, observou-se a presença de escada hidráulica como sistema de


circulação da piscina, ao analisar os projetos da edificação, observou-se que o volume da piscina é
superior a 70m³.
COMENTÁRIOS
Vale ressaltar que a escada drenante suporta piscinas com volume até 60m³ (Informação retirada da
escada da ALBACETE, necessário verificar a ficha técnica da escada instalada para confirmar a
capacidade), sendo então necessário a instalação de uma nova escada.

RECOMENDAÇÕES
Redimensionar o sistema de circulação e filtragem da piscina.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

167
NÃO CONFORMIDADE Ausência vedação das esquadrias

REGISTRO FOTOGRÁFICO

HALL 13º ANDAR

Foto – Ausência da vedação Foto – Ausência da vedação

Foto – Água minando

168
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

169
ESCADA ENTRE 13º ANDAR E CASA DE MÁQUINAS

Foto – Infiltração

Foto termográfica

170
Foto termográfica (Imagem digital)

HALL 12º ANDAR

Foto – Ausência da vedação da esquadria

171
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

172
HALL 11º ANDAR

Foto – Ausência da vedação da esquadria

ESCADA EMERGÊNCIA ENTRE 1º ANDAR E PAVIMENTO GARAGEM

Foto – Infiltração Foto – Ausência na vedação da esquadria

173
Foto termográfica

Foto termográfica (Imagem digital)

174
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Halls
Esquadria USO ( )
Escada de emergência
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção na região dos halls e escada de emergência, observou-se a presença de


COMENTÁRIOS
infiltrações com inicio na ausência na vedação das esquadrias.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a vedação da esquadria com selante a fim de evitar a passagem d’água.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

12.10. TERMOGRAFIA NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO:


O laudo e inspeção termográfica trata de uma ferramenta de avaliação
preventiva para identificar infiltrações, fissuras, vícios construtivos no concreto,
sobrecarga em componentes e instalações elétricas. A Técnica consiste em medir a
temperatura de determinados pontos por meio da radiação infravermelha, ou seja, o
termógrafo é capaz de detectar e diagnosticar altas temperaturas nos mais variados
componentes permitindo identificar regiões, ou pontos, onde a temperatura encontra-
se alterada com relação a um padrão preestabelecido, constituindo-se, assim, em uma
poderosa ferramenta no diagnóstico de falhas ou problemas no sistema inspecionado.

Todo laudo e inspeção termográfica deve ser feito por um Técnico


Especializado que inspecionará todas as áreas de acordo com a perícia contratada e
irá detalhar quais são os pontos que necessitam de manutenção, intervenções, etc.
Considerando as inúmeras patologias que a termografia pode identificar, é de extrema
importância que todos os consumidores tenham um Laudo Termográfico atualizado,
o que acaba gerando uma redução nos custos com manutenção, mão de obra e maior
aproveitamento do tempo.

175
Principais vantagens:

• Identificar infiltrações e vazamentos invisíveis;


• Identificar sobrecarga em circuitos elétricos;
• Identificação de manifestações patológicas em concretos;
• Identificação de revestimento desprendido da alvenaria;
• Redução de manutenções corretivas;
• Identificar defeitos ou anomalias antes de ocorrer uma falha do sistema
produtivo;
• Aumentar a segurança e confiabilidade dos sistemas;
• Diminuir a frequência e duração das intervenções conetivas emergenciais;
• Aumentar a eficiência e eficácia da manutenção e reduzir os custos associados;
• Aumentar a vida útil dos equipamentos e instalações;
• Reduzir custos operacionais;
• Reduzir os riscos de incêndio devido a defeito em equipamentos ou
instalações;
• Análise de áreas de alto risco.

Nossa empresa fornece serviços de elaboração de Laudos Termográficos,


feitos por profissionais altamente experientes e capacitados, além disso, possui
ilustrações com termogramas e registros fotográficos detalhados a fim de tornar a
manutenção mais fácil e eficaz.

Todos os serviços seguem a Legislação Brasileira e as normas da ABNT


(Associação Brasileira de Normas Técnicas). São realizados com equipamentos e
ferramentas de primeira linha, todos aprovados pelo INMETRO

176
NÃO CONFORMIDADE Revestimentos descolados
REGISTRO FOTOGRÁFICO

Imagem termográfica

Imagem digital

177
Imagem termográfica

Imagem digital

178
Imagem termográfica

Imagem digital

179
Imagem termográfica

Imagem digital

180
Imagem termográfica

Imagem digital

181
Imagem termográfica

Imagem digital

182
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (10)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (10)


Revestimento Fachada USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)

MANUTENÇÃO (x)

Através da análise termográfica com uso da câmera FLIR E75, foi possível identificar áreas (setas
pretas) com possíveis revestimentos descolados ocasionados devido ao diferencial térmico entre a
COMENTÁRIOS área com revestimento aderido e não aderido que permite a entrada de ar entre o revestimento e o
substrato fazendo com que a região esquente/esfrie mais (a depender da carta solar) do que a área
aderida.
As setas e quadrados vermelhos demonstram as áreas com falha no rejuntamento.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada de acordo com a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

1 1 CONDOMÍNIO

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Imagem termográfica

183
Imagem digital

Através da análise termográfica com uso da câmera FLIR E75, foi possível identificar todos os
COMENTÁRIOS elementos estruturais da fachada (pilar e viga), a avaliação é de extrema importância para avaliar o
posicionamento correto das juntas de movimentação da fachada da edificação conforme a ABNT
NBR 13755/2017.

184
NÃO CONFORMIDADE Fissuras na diagonal na alvenaria
REGISTRO FOTOGRÁFICO

Imagem termográfica

Imagem digital

185
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (10)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (10)


Revestimento Fachada USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção através do uso do drone térmico, foi possível identificar a presença de fissuras
inclinadas no pavimento abaixo da laje de cobertura.
COMENTÁRIOS A não conformidade possivelmente é ocasionada devido as seguintes possibilidades:
1. Deformação na viga de suporte;
2. Retração na laje de cobertura.
1. Solicitar parecer técnico da construtora referente as fissuras na fachada, vale ressaltar que as
fissuras estão permitindo infiltrações nas áreas internas das unidades;
RECOMENDAÇÕES
PARA TRATAMENTO 2. Recomenda-se realizar o acompanhamento da fissura a fim de avaliar se está ATIVA ou INATIVA
para então definir o tratamento ideal.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

1 1 CONSTRUTORA

186
NÃO CONFORMIDADE Fissura na fachada
REGISTRO FOTOGRÁFICO

Imagem termográfica

Imagem digital

187
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Fachada USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção através do uso do drone térmico, foi possível identificar a presença de fissura
desenvolvendo na região da junta de assentamento.
As fissuras estão permitindo a presença de eflorescências na fachada e pode ocasionar infiltrações
nas áreas internas.
COMENTÁRIOS “As fissuras causadas por variações de temperatura decorrem, de modo geral, das tensões oriundas
dos movimentos de dilatação e contração que ocorrem nas estruturas das construções quando estas
se encontram expostas às alterações de temperatura sazonais e diárias.” MAGALHÃES, Ernani
Freitas. Fissuras em Alvenarias: Configurações típicas e levantamento de incidências no
Estado do Rio Grande do Sul. 2004. 177f. Dissertação de Mestrado – Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, Porto Alegre, 2004.
1. Solicitar parecer técnico da construtora referente as fissuras na fachada
RECOMENDAÇÕES
PARA TRATAMENTO 2. Recomenda-se realizar o acompanhamento da fissura a fim de avaliar se está ATIVA ou INATIVA
para então definir o tratamento ideal.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

188
13. MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NAS UNIDADES:

NÃO CONFORMIDADE Mancha no forro de gesso

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Mancha de umidade Foto – Tubulação frigorígena

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (3)


Demais Apto. 101 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (30)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de mancha de umidade no forro de


COMENTÁRIOS
gesso, a não conformidade é ocasionada devido a falha na tubulação frigorígena.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção com empresa especializada a fim de sanar a manifestação.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 APARTAMENTO

189
NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

QUARTO 2

Foto – Fissura Foto – Detector identificando contraverga

BANHEIRO SUITE

Foto – fissura Foto – Detector identificando contraverga

190
Foto – Exemplo de projeto de alvenaria contemplando tela como reforço nas quinas da
esquadria

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 101 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de uma fissura incialmente inclinada


na quina inferior da janela. A não conformidade é ocasionada devido a ausência de reforços na
COMENTÁRIOS
quina da esquadria, vale ressaltar que os últimos e primeiros pavimentos tendem a movimentar mais
que os demais, necessitando de tratamentos especiais.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


RECOMENDAÇÕES ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
PARA TRATAMENTO galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).
RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

191
NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

Foto – Detector identificando pilar Foto – Detector identificando alvenaria

192
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 101 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de fissuras lineares e verticais na união


dos materiais diferentes como alvenaria-pilar.
COMENTÁRIOS
A não conformidade é ocasionada principalmente devido a ausência de reforços na região que
ocasionam as fissuras com as movimentações e trabalhabilidade da edificação.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Fissuras

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura na parede Foto – Alinhamento da fissura

193
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Estrutural Apto. 103 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, foi possível identificar a presença de três fissuras paralelas e
inclinadas na parede do quarto.
COMENTÁRIOS
A não conformidade possivelmente é ocasionada devido a trabalhabilidade da estrutura.

Vale ressaltar que através da mediatriz as fissuras apontam movimentação no centro da viga.

RECOMENDAÇÕES
Realizar análise com engenheiro estrutural.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

194
Foto – Identificação do pilar Foto – Identificação da alvenaria

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 103 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de fissuras lineares e verticais na união


dos materiais diferentes como alvenaria-pilar.
COMENTÁRIOS
A não conformidade é ocasionada principalmente devido a ausência de reforços na região que
ocasionam as fissuras com as movimentações e trabalhabilidade da edificação.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

195
NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

Foto – Detector identificando viga Foto – Detector identificando alvenaria

196
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (1)


Vedação Apto. 106 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (10)

MANUTENÇÃO ()

Nos encontros de materiais com coeficientes de dilatações diferentes, há a presença de fissuras


COMENTÁRIOS
lineares e horizontais na região entre estrutura-alvenaria/isolamento térmico.

RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e realizar reforço pontual na interface.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Umidade no teto

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Manchas de infiltração

197
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Demais Apto. 112 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO (x)

As falhas no isolamento da tubulação frigorígena estão permitindo o gotejamento e manchas no forro


COMENTÁRIOS
de gesso.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na rede frigorígena.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 APARTAMENTO

NÃO CONFORMIDADE Umidade no canto da parede

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Danos na esquadria Foto – Falha no rejunte

198
Foto – Selante aplicado sobre o antigo Foto – Selante aplicado sobre o antigo

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Demais Apto. 112 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de umidade no canto da parede entre


banheiro e quarto.
COMENTÁRIOS A não conformidade é ocasionada devido as falhas presentes na região do box, como: Falha na
vedação na região da porta do box (vale ressaltar que foi aplicado selante sobre selante) e falha na
junta de assentamento,

RECOMENDAÇÕES [Link] todo selante da porta do box e aplicação de um novo no local;


PARA TRATAMENTO 2. Realizar manutenção na junta de assentamento do banheiro.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 APARTAMENTO

199
NÃO CONFORMIDADE Ausência na declividade para o ralo

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Ausência na declividade, acúmulo d’água

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (X) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Impermeabilização Apto. 112 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no banheiro do quarto suite, observou-se a presença de um acumulo d’água no


sentido contrário do ralo.
COMENTÁRIOS De acordo com a ABNT NBR 9575/2010 item 6.4 a) “a inclinação do substrato das áreas horizontais
deve ser definida após estudos de escoamento, sendo no mínimo de 1% em direção aos coletores de
água”.

RECOMENDAÇÕES
Realizar o caimento para os coletores d’água conforme a ABNT NBR 9575/2010.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

200
NÃO CONFORMIDADE Mancha no forro de gesso

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Mancha Foto – Alinhamento do ralo

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (1)


Demais Apto. 205 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (10)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de uma mancha no teto do banheiro, a


COMENTÁRIOS
não conformidade não foi possível de identificar durante a inspeção no apartamento.

RECOMENDAÇÕES Recomenda-se a abertura de uma janela de inspeção no forro de gesso a fim de avaliar a região entre
PARA TRATAMENTO laje-forro.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 APARTAMENTO

201
NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Impermeabilização Apto. 304 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento 304, observou-se a presença de infiltração no teto da laje técnica,
a não conformidade é ocasionada principalmente devido a falha na impermeabilização na laje técnica
do apartamento 404.
COMENTÁRIOS A garantia para estanqueidade na impermeabilização é de 5 anos.
Vale ressaltar que a percolação d’água pelo concreto contribui com o carreamento do hidróxido de
cálcio responsável por manter o ph do concreto, ocasionando sua carbonatação e posterior corrosão
das armaduras.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a impermeabilização da laje técnica conforme a ABNT NBR 9574/2008.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

202
NÃO CONFORMIDADE Mancha de umidade

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Mancha de umidade Foto – Umidade no ambiente 74,4%

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA (x) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Demais Apto. 304 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de mofo no teto, a não conformidade é


ocasionada principalmente pela alta umidade no ambiente.
COMENTÁRIOS Entretanto, existem diversas atividades externas que contribuem para o aumento da umidade
relativa, como: Banhos quentes, lavar roupa, áreas litorâneas, evaporação da água do mar e
umidade ocasionada pelas árvores.

RECOMENDAÇÕES
Recomenda-se o uso de desumidificadores de ar.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 APARTAMENTO

203
NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

Foto – Detector identificando alvenaria Foto – Detector identificando viga

204
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (1)


Vedação Apto. 707 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (10)

MANUTENÇÃO ()

Nos encontros de materiais com coeficientes de dilatações diferentes, há presença de fissuras


COMENTÁRIOS
lineares e horizontais na região entre estrutura-alvenaria/isolamento térmico.

RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e realizar reforço pontual na interface.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Fissura acima da esquadria

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Detector de metais

205
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 707 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de uma fissura incialmente inclinada na


quina superior da janela em direção a região do encunhamento (trecho entre viga-alvenaria).
COMENTÁRIOS
A não conformidade é ocasionada devido a ausência de reforços e viga em um nível superior a
janela, fazendo com que a trabalhabilidade da edificação cause fissuras na região.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Ausência do caimento no banheiro

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Acúmulo d’água Foto – Acúmulo d’água

206
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (X) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Demais Apto. 804 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no banheiro social, observou-se a presença de um acumulo d’água no sentido


contrário do ralo.
COMENTÁRIOS De acordo com a ABNT NBR 9575/2010 item 6.4 a) “a inclinação do substrato das áreas horizontais
deve ser definida após estudos de escoamento, sendo no mínimo de 1% em direção aos coletores de
água”.

RECOMENDAÇÕES
Realizar o caimento para os coletores d’água conforme a ABNT NBR 9575/2010.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Revestimento com tonalidade diferente

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Tonalidade do revestimento

207
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Revestimento Apto. 808 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de um revestimento com tonalidade


diferente dos demais.
COMENTÁRIOS
A não conformidade possivelmente é ocasionada devido ao diferente lote utilizado na unidade, vale
ressaltar que o revestimento da sala está com a mesma tonalidade do revestimento da varanda.

RECOMENDAÇÕES
Substituir o revestimento por outro do mesmo lote e tonalidade.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Fissura no forro de gesso

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura no forro de gesso Foto – Fissura no forro de gesso

208
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (3)


Demais Apto. 808 USO (x)

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (30)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no quarto principal, observou-se a presença de uma fissura no forro de gesso, a
COMENTÁRIOS
não conformidade foi possivelmente foi ocasionada devido a instalação do móvel.

RECOMENDAÇÕES
Realizar emassamento e pintura do forro.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 APARTAMENTO

NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Medição de umidade Foto – Infiltração

209
Foto – Falha no selante Foto – Ausência vedação

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação
Apto. 1001 USO ( )
Revestimento
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no apartamento 1001, observou-se a presença de umidade no canto da parede,


COMENTÁRIOS a não conformidade é ocasionada devido a falha no selante e ausência do selante externo na
esquadria. (Necessário avaliar se foi realizado a vedação interna).

1. Realizar manutenção no selante, vale ressaltar que de acordo com a ABNT NBR 13755/2017, a
RECOMENDAÇÕES garantia mínima do selante é de 5 anos, conforme item 4.11.1.
PARA TRATAMENTO 2. Registro fotográfico com a vedação interna da esquadria (Construtora), caso não seja constatado,
realizar a vedação da esquadria pelo lado externo com selante.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

210
NÃO CONFORMIDADE Umidade abaixo da janela

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração Foto – Medição de umidade

Foto – Falha no rejunte

211
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Apto. 1001 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de infiltração ocasionada pelas


seguintes possibilidades:
COMENTÁRIOS
• Falha no rejuntamento da fachada;
• Falha na vedação da esquadria.

1. Realizar manutenção na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017 (Condomínio);


RECOMENDAÇÕES
PARA TRATAMENTO 2. Registro fotográfico com a vedação interna da esquadria (Construtora), caso não seja constatado,
realizar a vedação da esquadria pelo lado externo com selante. (Construtora).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

CONDOMÍNIO
3 1
CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Fissura na interface entre alvenaria-pilar

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

212
Foto – Detector identificando alvenaria Foto – Detector identificando pilar

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1001 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de fissuras lineares e verticais na união


dos materiais diferentes como alvenaria-pilar.
COMENTÁRIOS
A não conformidade é ocasionada principalmente devido a ausência de reforços na região que
ocasionam as fissuras com as movimentações e trabalhabilidade da edificação.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

213
NÃO CONFORMIDADE Umidade no forro

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Mofo no banheiro Foto – Umidade relativa 71,6%

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA (x) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Demais Apto. 1002 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de mofo no teto, a não conformidade é


ocasionada principalmente pela alta umidade no ambiente.
COMENTÁRIOS Entretanto, existem diversas atividades externas que contribuem para o aumento da umidade relativa,
como: Banhos quentes, lavar roupa, áreas litorâneas, evaporação da água do mar e umidade
ocasionada pelas árvores.

RECOMENDAÇÕES
Recomenda-se o uso de desumidificadores de ar.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 APARTAMENTO

214
NÃO CONFORMIDADE Falhas na fachada

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Falha no selante Foto – Falha no rejunte

Foto – Parede interna Foto – Medição de umidade

215
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Apto. 1008 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no quarto do apartamento 1008, observou-se a presença de falhas no selante e


COMENTÁRIOS junta de assentamento, vale ressaltar que as falhas ainda não estão ocasionando infiltrações nas
áreas internas do apartamento, mas caso não seja sanada, irá infiltrar.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Revestimento quebrado

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Revestimento quebrado

216
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Apto. 1008 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de um revestimento quebrado na


COMENTÁRIOS fachada, de acordo com relato do morador, o revestimento se encontra quebrado desde a entrega da
edificação.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a substituição do revestimento quebrado.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Revestimento com tonalidade diferente

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Tonalidade do revestimento diferente Foto – Tonalidade do revestimento diferente

217
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Revestimento Apto. 1008 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de revestimento com tonalidade


diferente dos demais.
COMENTÁRIOS
A não conformidade possivelmente é ocasionada devido ao diferente lote utilizado na unidade, vale
ressaltar que o revestimento da sala está com a mesma tonalidade do revestimento da varanda.

RECOMENDAÇÕES
Substituir o revestimento por outro do mesmo lote e tonalidade.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

218
Foto – Detector identificando alvenaria Foto – Detector identificando pilar

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1011 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de fissuras lineares e verticais na união


COMENTÁRIOS dos materiais diferentes como alvenaria-pilar.
A não conformidade é ocasionada principalmente devido a ausência de reforços na região que
ocasionam as fissuras com as movimentações e trabalhabilidade da edificação.
Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.
ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

219
NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração Foto – Mancha de escorrimento d’água

Foto – Medidor de umidade na altura da caixa Foto – Medidor de umidade acima da caixa

220
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Demais Apto. 1011 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de infiltração e manchas de


escorrimento d’água na parede do quarto.
Através do medidor de umidade observou-se a alta umidade na região da caixa de passagem do dreno
COMENTÁRIOS do ar.
Vale ressaltar que não foi possível identificar a presença de umidade acima da caixa.
A não conformidade possivelmente é ocasionada devido a ausência da declividade da caixa, fazendo
com que a água do dreno retorne e infiltre no apartamento.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a abertura na região da caixa de passagem e avaliar sua declividade.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Ausência na vedação do gancho e janela

REGISTRO FOTOGRÁFICO

SALA TV

Foto – Infiltração Foto – Medição de umidade

221
Foto – Esquadria e gancho

QUARTO

Foto – Infiltração Foto – Medição de umidade

222
Foto – Esquadria e gancho

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Esquadria Apto. 1012 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (180)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no apartamento, foi relatado a presença de umidade nas paredes abaixo das
janelas.

Ao avaliar a fachada não foi possível identificar falhas no qual permitiriam a infiltração nos
COMENTÁRIOS apartamentos. Entretanto, a região do peitoril se encontra com diversas perfurações não vedadas no
qual podem estar contribuindo com a umidade no apartamento.

Vale ressaltar que não foi possível identificar a presença de vedação da esquadria no lado externo,
necessário solicitar a construtora relatório fotográfico sobre a vedação interna da esquadria.

1. Realizar a vedação dos ganchos (Apartamento);


RECOMENDAÇÕES
PARA TRATAMENTO 2. Registro fotográfico com a vedação interna da esquadria (Construtora), caso não seja constatado,
realizar a vedação da esquadria pelo lado externo com selante.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

APARTAMENTO
5 3
CONSTRUTORA

223
NÃO CONFORMIDADE Fissura na amarração dos materiais

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

Foto – Identificação da alvenaria Foto – Identificação do pilar

224
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1101 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de fissuras lineares e verticais na união


dos materiais diferentes como alvenaria-pilar.
COMENTÁRIOS
A não conformidade é ocasionada principalmente devido a ausência de reforços na região que
ocasionam as fissuras com as movimentações e trabalhabilidade da edificação.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Fissura na quina superior da janela

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Detector de metais

225
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1101 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de uma fissura incialmente inclinada na


quina superior da janela em direção a região do encunhamento (trecho entre viga-alvenaria).
COMENTÁRIOS
A não conformidade é ocasionada devido a ausência de reforços e viga em um nível superior a janela,
fazendo com que a trabalhabilidade da edificação cause fissuras na região.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Detector de metais

226
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Demais Apto. 1101 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de uma fissura inclinada na parede.

COMENTÁRIOS Através do detector de metais não foi possível identificar a presença de materiais com elementos
diferentes no trecho, a não conformidade possivelmente é ocasionada devido a abertura para
passagem das instalações elétricas.

RECOMENDAÇÕES Realizar a abertura de uma janela de inspeção no apartamento a fim de identificar a causa da
PARA TRATAMENTO manifestação

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Mancha no forro de gesso

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Mancha no forro

227
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA (x) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (6)


Demais Apto. 1103 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de mofo no teto, a não conformidade é


ocasionada principalmente pela alta umidade no ambiente.
COMENTÁRIOS Entretanto, existem diversas atividades externas que contribuem para o aumento da umidade relativa,
como: Banhos quentes, lavar roupa, áreas litorâneas, evaporação da água do mar e umidade
ocasionada pelas árvores.

RECOMENDAÇÕES
Recomenda-se o uso de desumidificadores de ar.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 APARTAMENTO

NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura

228
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Demais Apto. 1107 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no quarto, observou-se a presença de fissura linear vertical, a não conformidade
COMENTÁRIOS
possivelmente é ocasionada devido a movimentação nas emendas das placas.

RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e implantar tela como reforço.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Mancha de umidade Foto – Medidor de umidade

229
Durante a inspeção no apartamento 1107, observou-se a presença de manchas de umidade abaixo
da condensadora de ar.

A não conformidade possivelmente foi ocasionada devido a falha na declividade da caixa de passagem
COMENTÁRIOS
do dreno.

Vale ressaltar que através do medidor de umidade não foi possível identificar umidade no local,
classificando a infiltração como INATIVA.

RECOMENDAÇÕES
Avaliar se a mancha irá progredir, caso avance, realizar a remoção do split para avaliar o caimento.
PARA TRATAMENTO

NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração Foto – Medição de umidade

230
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Apto. 1201 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de infiltrações na parede do quarto suíte,


COMENTÁRIOS a não conformidade foi possível de ser comprovada através do medidor de umidade FLIR MR 176
com 69% de umidade.
A infiltração é ocasionada devido as falhas na fachada da edificação (Fissuras).

RECOMENDAÇÕES
PARA TRATAMENTO Realizar manutenção na fachada conforme as instruções informadas no laudo termográfico.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração Foto – Medidor de umidade

231
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento
Apto. 1201 USO ( )
Esquadria
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no apartamento 1201, observou-se a presença de infiltração ocasionada devido a


falha na fachada.
COMENTÁRIOS A não conformidade é ocasionada devido as seguintes possíveis causas:
1. Falha na fachada da edificação;
2. Ausência da vedação da esquadria.

RECOMENDAÇÕES 1. Realizar manutenção na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017;


PARA TRATAMENTO 2. Solicitar a construtora relatório sobre a vedação da esquadria.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Amarelo – nivel da viga

232
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1201 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de uma fissura incialmente inclinada na


quina superior da janela em direção a região do encunhamento (trecho entre viga-alvenaria).
COMENTÁRIOS
A não conformidade é ocasionada devido a ausência de reforços e viga em um nível superior a
janela, fazendo com que a trabalhabilidade da edificação cause fissuras na região.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

233
Foto – Detector identificando alvenaria Foto – Detector identificando estrutura

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1201 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no apartamento 1201, observou-se a presença de fissura linear no canto da


COMENTÁRIOS parede.
Através do detector de metais, observou-se a fissura desenvolve na região entre pilar-alvenaria.

RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e realizar reforços na ligação entre pilar-alvenaria.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

234
NÃO CONFORMIDADE Matéria orgânica próximo ao ralo

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Matéria orgânica próximo ao ralo

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Demais Apto. 1205 USO (x)

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento 1205, observou-se a presença de matéria orgânica na região do


COMENTÁRIOS ralo, a não conformidade é ocasionada devido a obstrução da passagem e livre escoamento d’água
na tubulação de drenagem.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a implantação de calços na máquina.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 APARTAMENTO

235
NÃO CONFORMIDADE Fissura linear horizontal

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

Foto – Detector não identificando armadura Foto – Detector identificando armadura

236
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (1)


Vedação Apto. 1207 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (10)

MANUTENÇÃO ()

Nos encontros de materiais com coeficientes de dilatações diferentes, há a presença de fissuras


COMENTÁRIOS
lineares e horizontais na região entre estrutura-alvenaria/isolamento térmico.

RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e realizar reforço pontual na interface.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Ausência do caimento

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Acúmulo d’água no box Foto – Percolação e umidade no pé da parede

237
Foto – Medição de umidade

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Impermeabilização Apto. 1210 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no banheiro social, observou-se a presença de um acumulo d’água no sentido


contrário do ralo.
COMENTÁRIOS De acordo com a ABNT NBR 9575/2010 item 6.4 a) “a inclinação do substrato das áreas horizontais
deve ser definida após estudos de escoamento, sendo no mínimo de 1% em direção aos coletores
de água”.
Vale ressaltar que a manifestação está ocasionando umidade e danos no pé da parede.

RECOMENDAÇÕES
Realizar o caimento para os coletores d’água conforme a ABNT NBR 9575/2010.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

238
NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

INFILTRAÇÃO 01 - VARANDA

Foto – Infiltração Foto – Alinhamento do ralo

Foto – Alinhamento do ralo

239
INFILTRAÇÃO 02 – BANHEIRO SUITE

Foto – Infiltração Foto – Alinhamento do ralo

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Impermeabilização Apto. 1211 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de infiltração no apartamento 1211, a


COMENTÁRIOS
não conformidade é ocasionada devido as falhas na impermeabilização.

RECOMENDAÇÕES
Realizar impermeabilização no apartamento superior conforme a ABNT NBR 9574/2008.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

240
NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

Foto – Detector identificando alvenaria Foto – Detector identificando pilar

241
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1211 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de fissuras lineares e verticais na união


dos materiais diferentes como alvenaria-pilar.
COMENTÁRIOS
A não conformidade é ocasionada principalmente devido a ausência de reforços na região que
ocasionam as fissuras com as movimentações e trabalhabilidade da edificação.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração Foto – Fachada

242
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Apto. 1211 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de infiltração no canto da parede do


COMENTÁRIOS
quarto, a não conformidade é ocasionada devido as falhas presentes na fachada da edificação.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Detector de metais

243
Foto – Detector de metais

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1211 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de uma fissura incialmente inclinada na


quina superior da janela em direção a região do encunhamento (trecho entre viga-alvenaria).
COMENTÁRIOS
A não conformidade é ocasionada devido a ausência de reforços e viga em um nível superior a janela,
fazendo com que a trabalhabilidade da edificação cause fissuras na região.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

244
NÃO CONFORMIDADE Eflorescências na varanda

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Eflrorescência Foto – Falha no rejunte

Foto – Falha no rejunte

245
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Apto. 1301 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de manchas de eflorescências.


COMENTÁRIOS Eflorescência se dá pelo processo de lixiviação onde a água carreia os sais presentes no cimento e
ao chegar no lado externo, evapora, fazendo com que o sais se solidifiquem.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada de acordo com a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

4 3 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração Foto – Infiltração

246
Foto – Medidor de umidade

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Apto. 1301 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de infiltrações na parede do quarto suíte,


a não conformidade foi possível de ser comprovada através do medidor de umidade FLIR MR 176
COMENTÁRIOS com 60,2% de umidade.

A infiltração é ocasionada devido as falhas na fachada da edificação (Fissuras).

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada conforme as instruções informadas no laudo termográfico.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

247
NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração Foto – Medição de umidade

Foto – Falhas na fachada

248
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Apto. 1301 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO (X)

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de infiltrações ocasionadas devido as


falhas na fachada da edificação.
COMENTÁRIOS
Através do medidor de umidade FLIR MR 176 foi possível comprovar e classificar a umidade como
ATIVA com 18,5% de umidade.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Fissura na quina da esquadria

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Identificação da contraverga

249
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1301 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de uma fissura incialmente inclinada na


quina inferior da janela. A não conformidade é ocasionada devido a ausência de reforços na quina da
COMENTÁRIOS
esquadria, vale ressaltar que os últimos e primeiros pavimentos tendem a movimentar mais que os
demais, necessitando de tratamentos especiais.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

250
Foto – Detector identificando alvenaria Foto – Detector identificando estrutura

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1301 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de fissuras lineares e verticais na união


dos materiais diferentes como alvenaria-pilar.
COMENTÁRIOS
A não conformidade é ocasionada principalmente devido a ausência de reforços na região que
ocasionam as fissuras com as movimentações e trabalhabilidade da edificação.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

251
NÃO CONFORMIDADE Fissura e infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração Foto – Medição de umidade

Foto – Falha no selante Foto – Detector não identificando armadura

252
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação
Apto. 1301 USO ( )
Revestimento
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de infiltração no quarto.


Através da analise com medidor de umidade FLIR MR 176 foi possível identificar e classificar a
COMENTÁRIOS infiltração como ATIVA com 26,2% de umidade.
Outro fato observado através do detector de metais foi a ausência do transpasse da contraverga.
A falha no selante também contribui com a infiltração no apartamento.
1 Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.
ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
RECOMENDAÇÕES
PARA TRATAMENTO INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

2. Realizar manutenção no selante danificado (consturora)

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

INFILTRAÇÃO 01 - CORREDOR

Foto – 0% umidade no meio da parede Foto – 55,4% umidade no ‘pé’ da parede

253
INFILTRAÇÃO 02 – TRECHO ENTRE SALA E VARANDA

Foto – 0% umidade no meio da parede Foto – 52,9% umidade no ‘pé’ da parede

INFILTRAÇÃO 03 – QUARTO

Foto – Umidade no ‘pé’ da parede Foto – 79,7% umidade no ‘pé’ da parede

254
Foto – 0% de umidade no meio da parede

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Impermeabilização Apto. 1301 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO ( )

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de infiltração no pé da parede.


COMENTÁRIOS Através da análise com uso do medidor de umidade, observou-se que a infiltração não tinha inicio no
andar superior, se mantendo apenas no nível próximo ao piso.

RECOMENDAÇÕES Solicitar parecer técnico a construtora referente a infiltração, vale ressaltar que garantia sobre
PARA TRATAMENTO impermeabilização é de 5 anos.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

255
NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Fissura no lado interno Foto – Fissura no lado externo

Foto – Detector identificando contraverga Foto – Fissura na interface

256
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1306 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de uma fissura incialmente inclinada


na quina inferior da janela. A não conformidade é ocasionada devido a ausência de reforços na
COMENTÁRIOS
quina da esquadria, vale ressaltar que os últimos e primeiros pavimentos tendem a movimentar mais
que os demais, necessitando de tratamentos especiais.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Fissura

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto - Fissura após a pintura Foto – Viga em balanço na região

257
Foto – Identificação do elemento estrutural Foto – Fissura antes da pintura

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (8)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (10)


Estrutural Apto. 1306 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (800)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de uma fissura desenvolvendo no


COMENTÁRIOS
elemento estrutural, a não conformidade não foi possível de identificar a causa durante a inspeção.

RECOMENDAÇÕES
Realizar inspeção com engenheiro estrutural a fim de avaliar a causa da fissura e tratamento ideal.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

2 1 CONSTRUTORA

258
NÃO CONFORMIDADE Mancha no forro de gesso

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Mancha no teto Foto – Medição de umidade

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Demais Apto. 1310 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de manchas de infiltração no forro de


gesso.

Através do medidor de umidade foi possível identificar e classificar a umidade no teto como ATIVA.
COMENTÁRIOS De acordo com relato obtido do morador, houve um problema de vazamento na bomba de
pressurização no qual permitiu infiltrações no banheiro do apartamento.

Vale ressaltar que foi possível identificar falhas nas tubulações na casa de bombas da cobertura no
qual também contribuem com a infiltração no apartamento.

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na parte hidráulica a fim de sanar o vazamento.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONDOMÍNIO

259
NÃO CONFORMIDADE Ausência do caimento para o ralo

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Ausência na declividade Foto – Acúmulo de água

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (X) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Impermeabilização Apto. 1311 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção na varanda, observou-se a presença de um acúmulo d’água no piso devido a


ausência da declividade para os ralos.
COMENTÁRIOS De acordo com a ABNT NBR 9575/2010 item 6.4 a) “a inclinação do substrato das áreas horizontais
deve ser definida após estudos de escoamento, sendo no mínimo de 1% em direção aos coletores
de água”.

RECOMENDAÇÕES
Realizar o caimento para os coletores d’água conforme a ABNT NBR 9575/2010.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

260
NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Matéria orgânica Foto – Manchas de umidade

Foto – Falha na fachada Foto – Falha na fachada

261
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Apto. 1311 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO (X)

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de infiltrações e matéria orgânica no


COMENTÁRIOS ambiente interno da edificação ocasionada devido as falhas presentes na fachada da edificação
(rejunte).

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONDOMÍNIO

NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração Foto – Medição de umidade no topo da parede

262
Foto – Medição de umidade no meio da parede Foto – Fachada

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (6)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Apto. 1311 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)

MANUTENÇÃO (x)

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de infiltrações na parede do quarto. A


não conformidade foi possível de ser classificada como ATIVA com 61,2% de umidade.
COMENTÁRIOS
Através da inspeção termográfica, foi possível identificar diversas falhas na fachada da edificação
(mesma parede no qual está infiltrando no apartamento).

RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

3 1 CONDOMÍNIO

263
NÃO CONFORMIDADE Fissura na interface dos materiais diferentes

REGISTRO FOTOGRÁFICO

FISSURA 1

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

Foto – Identificação do complemento Foto – Identificação do pilar

264
FISSURA 2

Foto – Fissura Foto – Alinhamento da fissura

Foto – Identificação da alvenaria Foto – Identificação do pilar

265
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1311 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de fissuras lineares e verticais na união


dos materiais diferentes como alvenaria-pilar.
COMENTÁRIOS
A não conformidade é ocasionada principalmente devido a ausência de reforços na região que
ocasionam as fissuras com as movimentações e trabalhabilidade da edificação

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração Foto – Medição de umidade

266
Foto – Falha na fachada

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Revestimento Apto. 1311 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO (X)

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de umidade no canto da janela, a não


COMENTÁRIOS conformidade é ocasionada devido a falha na junta de assentamento e ausência do selante externo
na esquadria. (Necessário avaliar se foi realizado a vedação interna).

1. Realizar manutenção na junta de assentamento da fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017;


RECOMENDAÇÕES
PARA TRATAMENTO 2. Registro fotográfico com a vedação interna da esquadria (Construtora), caso não seja constatado,
realizar a vedação da esquadria pelo lado externo com selante.

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

CONDOMÍNIO
5 3
CONSTRUTORA

267
NÃO CONFORMIDADE Perfuração na fachada

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Perfuração na fachada Foto – Perfuração na fachada

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA ( ) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Impermeabilização Apto. 1311 USO (X)

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de perfurações na fachada para


COMENTÁRIOS instalação das telas de proteção, a não conformidade quando não vedada permite a percolação d’água
e infiltrações nas áreas internas dos apartamentos.

RECOMENDAÇÕES
Realizar a vedação dos ganchos com selante.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 APARTAMENTO

268
NÃO CONFORMIDADE Ausência na declividade para os ralos

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Ausência na declividade Foto – Acúmulo d’água

SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (3)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Impermeabilizaçaõ Apto. 1311 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no banheiro do quarto suite, observou-se a presença de um acumulo d’água no


sentido contrário do ralo.
COMENTÁRIOS De acordo com a ABNT NBR 9575/2010 item 6.4 a) “a inclinação do substrato das áreas horizontais
deve ser definida após estudos de escoamento, sendo no mínimo de 1% em direção aos coletores de
água”.

RECOMENDAÇÕES
Realizar o caimento para os coletores d’água conforme a ABNT NBR 9575/2010.
PARA TRATAMENTO

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

269
NÃO CONFORMIDADE Infiltração

REGISTRO FOTOGRÁFICO

Foto – Infiltração Foto – Presença da contraverga

Foto – Medição de umidade

270
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT

ENDÓGENA (x) GRAVIDADE (1)

ANOMALIA EXÓGENA ( ) URGÊNCIA (10)

FUNCIONAL ( ) TENDÊNCIA (8)


Vedação Apto. 1311 USO ( )

OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)

MANUTENÇÃO ()

Durante a inspeção no apartamento, observou-se a presença de uma fissura incialmente inclinada na


quina inferior da janela. A não conformidade é ocasionada devido a ausência de reforços na quina da
COMENTÁRIOS
esquadria, vale ressaltar que os últimos e primeiros pavimentos tendem a movimentar mais que os
demais, necessitando de tratamentos especiais.

Necessário avaliar se as fissuras se encontram ATIVA ou INATIVA.


ATIVAS: Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada de 1,24mm 25x25 com
RECOMENDAÇÕES
galvanização de 150g/m² transpassando para ambos os lados; (Construtora)
PARA TRATAMENTO
INATIVAS: Realizar a pintura do apartamento conforme o manual de uso operação e manutenção
(Condomínio).

RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE

5 3 CONSTRUTORA

14. AVALIAÇÃO DA MANUTENÇÃO:


A avaliação da manutenção da edificação se dá com base em critérios e
condições previstas no projeto, construção e no manual de uso, operação e
manutenção da edificação. Foram levados em consideração o plano de manutenção
e seu cumprimento, além das condições de uso que o edifício é submetido.

Após esta análise foi concluído que a manutenção é IRREGULAR, sugere-se


que o condomínio promova ações para atendimento a NBR 5674.

15. AVALIAÇÃO DO USO:


O uso da edificação pode ser classificado como uso regular ou irregular.
Verifica-se que as condições de uso do condomínio são coerentes com as instruções
técnicas pertinentes, logo classifica-se como uso REGULAR.

271
16. CONSIDERAÇÕES FINAIS:
O condomínio necessita realizar vistorias técnicas periódicas, a cada 5 anos,
em observância a Lei municipal n° 6145. Além do caráter legal, há benefícios para a
segurança das pessoas, manutenção do imóvel, economia a longo prazo, aumento da
vida útil e valorização patrimonial.

Recomendamos que todas as ações a serem tomadas tenham um


acompanhamento técnico de um profissional que possa representar o condomínio
para o acompanhamento e fiscalização das soluções a serem implementadas, de
forma a dar um suporte na verificação das soluções que serão aplicadas, conforme
dispostas nos itens 12 e 13 deste laudo.

Os níveis de prioridade para execução dos serviços acima especificados são


os atribuídos pelo responsável pela inspeção predial, dentro da metodologia cientifica
que está descrita no presente laudo, no entanto, caso haja alguma facilidade de
execução de uma manutenção ou determinado serviço antes de outro de prioridade
superior, sem que isto cause qualquer prejuízo de qualquer ordem, ele pode ser
realizado.

Recomenda-se a documentação de todas as manutenções realizadas em livro


de manutenções, e sempre que possível com fotos/vídeos.

_________________________________________
Adélia Maria Acioli Lopes
Engenheira Civil

___________________________________________
Matheus Barros Aguiar de Lima
Engenheiro Civil

_________________________________________
Carlos Henrique Crespo Santos
Diretor Técnico – Engenheiro Civil

272
17. ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA - ART:

273
18. REFERÊNCIAS:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9575 -


Impermeabilização - seleção e projeto, 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9574 - Execução de


impermeabilização. Rio de janeiro, 2008.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 16747 – Inspeção


predial – Diretrizes, conceitos, terminologia e procedimento, 2020.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5410 – Instalações


elétricas de baixa tensão, 2008.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5626 – Sistema predial


de água fria e água quente – Projeto, execução, operação e manutenção, 2020.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5674 – Manutenção de


edificações – Requisitos para o sistema de gestão de manutenção, 2012.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118 – Projeto de


estruturas de concreto, 2023.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12962- Extintores de


incêndio - Inspeção e manutenção, 2016.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10898 – Sistema de


iluminação de emergência, 2013.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 17240 – Sistema de


detecção e alarme de incêndio – Projeto, instalação, comissionamento e manutenção
de sistemas de detecção de incêndio – Requisitos, 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13714. – Sistema de


hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio, 2000.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14276 – Brigada de


incêndio – Requisitos, o treinamento para brigadistas, 2006.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12779 – Mangueira de


incêndio – inspeção, manutenção e cuidados, 2009.

274
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13755 – Revestimento
cerâmicos de fachadas e paredes externas com utilização de argamassa colante –
Projeto, execução, inspeção e aceitação - projeto, 2017.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13753 –Revestimento


de piso interno ou externo com placas cerâmicas e com utilização de argamassa
colante - Procedimento, 1996.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13754 – Revestimento


de paredes internas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante -
Procedimento, 1996.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14718 – Esquadrias –


Guarda-corpo para edificação – Requisito, procedimentos e método de ensaio, 2019.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 17170 – Edificações –


Garantias – Prazos recomendados e diretrizes, 2022.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8160 – Sistemas


prediais de esgoto sanitário – Projeto e execução, 1999.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9077 – Saídas de


emergências em edifícios, 2001.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15575 – Desempenho


de edificações habitacionais, 2021.

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE ALAGOAS. Instruções técnicas em vigor.


2021.

RIGHI, GEOVANE VENTURINI. Estudo dos sistemas de impermeabilização:


patologias, prevenções e correções - Análise de casos, 2009.

PICI, F.A. Impermeabilização de coberturas. São Paulo: Editora Pini, 1986.

CRUZ, J.H.P. Manifestações patológicas de impermeabilizações com uso de


sistema não aderido de mantas asfálticas: avaliação e analise com auxílio de
sistema multimídia. 2003.

BÉRTOLO, T. A prova d’água. Téchne, São Paulo, 2001.

275
VERÇOZA, E.J. Impermeabilização na construção. Porto Alegre: Editora Sagra,
1983.

CARVALHO, E.M.; ALMEIDA, L.S. CHECK-LIST PARA INSPEÇÕES PREDIAIS


RESIDENCIAIS DE MÚLTIPLOS PAVIMENTOS: DESENVOLVIMENTO E
APLICAÇÃO. XIX COBREAP, [S. l.], p. 1-34, 21 ago. 2017.

VERZOLA, Simone Nunes. MARCHIORI, Fernanda Fernandes. ARAGON, José


Octávio. Proposta de Lista de Verificação para Inspeção Predial X Urgência das
Manutenções. XV Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído. Maceió,
2014.

FERRAZ, L.S. AVALIAÇÃO DAS PATOLOGIAS NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS


DE BAIXA TENSÃO. FATECS, 2016.

CONAB. Instalações elétricas nos condomínios. Conab, 17 Maio 2011.

ABRAFATI. Tintas e Vernizes: Ciência e Tecnologia. 2 ed. V.2 São Paulo: FIESP,
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INSTITUTO DE PESQUISA TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO. IPT.


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BEZERRA, A.M.M. Manual técnico para gestão e manutenção de instalações de


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AECWEB. GLP OU GN: Sistema de gás encanado precisa ser bem projetado. 20
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AZEVEDO, G.A; BRITO, J.C.H. Alvenaria de vedação em blocos cerâmicos. UFP,


março de 2014.

THOMAZ, Ercio. Trincas em Edifícios: Causas, prevenção e recuperação. São


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276

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