Laudo de Inspeção Predial: Edifício Strauss
Laudo de Inspeção Predial: Edifício Strauss
EMPRESA CONTRATADA
CNPJ: 21.087.229/0001-85
RAZÃO SOCIAL: CRESPO CONSTRUÇÕES E PROJETOS LTDA
NOME FANTASIA: HENRIQUE CRESPO ENGENHARIA DIAGNÓSTICA
ENGENHEIRO CIVIL: CARLOS HENRIQUE CRESPO SANTOS
REGISTRO CREA: 0218087519AL
2
Sumário
1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES ...................................................................................... 4
2. TIPOLOGIA E PADRÃO CONSTRUTIVO............................................................................... 4
3. INTRODUÇÃO DO SERVIÇO: .................................................................................................. 5
4. ESCOPO DO SERVIÇO: ............................................................................................................ 5
5. NIVEL DA INSPEÇÃO: ............................................................................................................... 5
6. DILIGÊNCIAS: .............................................................................................................................. 6
7. TERMOS E DEFINIÇÕES: ......................................................................................................... 6
8. DOCUMENTAÇÃO DISPONIBILIZADA: ................................................................................. 9
9. ANÁLISE DA DOCUMENTAÇÃO ANALISADA: ................................................................. 11
10. CRITÉRIOS E METODOLOGIAS: ...................................................................................... 11
11. RELATO DO CLIENTE: ........................................................................................................ 16
12. MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NAS ÁREAS COMUNS: ..... 16
12.1 SISTEMA ESTRUTURAL ..................................................................................................... 16
12.2. SISTEMA DE INCÊNDIO E PÂNICO .......................................................................... 38
12.3. SISTEMA ELÉTRICO .......................................................................................................... 61
12.4. SISTEMA HIDROSSANITÁRIO ......................................................................................... 70
12.5. SISTEMA IMPERMEABILIZAÇÃO .................................................................................... 83
12.6. ESTRUTURA METÁLICA: ................................................................................................ 107
12.7. SISTEMA DE REVESTIMENTO: ..................................................................................... 112
12.8. SISTEMA GÁS .................................................................................................................... 144
[Link] SISTEMAS: .......................................................................................................... 147
12.10. TERMOGRAFIA NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO: ................................................... 175
13. MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NAS UNIDADES: ............... 189
14. AVALIAÇÃO DA MANUTENÇÃO: ................................................................................... 271
15. AVALIAÇÃO DO USO: ....................................................................................................... 271
16. CONSIDERAÇÕES FINAIS: .............................................................................................. 272
17. ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA - ART: ......................................... 273
18. REFERÊNCIAS: ................................................................................................................... 274
3
1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
4
3. INTRODUÇÃO DO SERVIÇO:
A inspeção predial é um processo que visa auxiliar na gestão da edificação e,
quando realizada com periodicidade regular, contribui com a mitigação de riscos
técnicos e econômicos associados à perda do desempenho. Sua periodicidade está
de acordo com às leis e regulamentos vigentes, bem como à eventual recomendação
do profissional da inspeção. Uma vez que a utilização da edificação é uma atividade
dinâmica, assim como sua exposição permanente a agentes degradantes, os
resultados da inspeção predial são referentes ao momento em que a inspeção foi
realizada e, portanto, são sempre associados à data da vistoria que a embasou.
4. ESCOPO DO SERVIÇO:
A atividade de inspeção predial estabelecida pela norma NBR16747 tem por
objetivo constatar o estado de conservação e funcionamento da edificação, seus
sistemas e subsistemas, por meio de análise fundamentalmente sensorial, de forma a
permitir um acompanhamento sistêmico do comportamento em uso ao longo da vida
útil, para que sejam mantidas as condições mínimas necessárias à segurança,
habitabilidade e durabilidade da edificação. Trata-se, portanto, de trabalho com
finalidade de instruir a gestão de uso, operação e manutenção da edificação.
O presente trabalho visa prover os administradores do condomínio de
informações técnicas relevantes quanto as condições de desempenho dos diversos
sistemas integrantes da edificação, classificar os mesmos dentro de níveis de
criticidade, além de orientar com relação as ações a serem desenvolvidas para
solucionar as diversas patologias que foram constatadas durante o processo de
inspeção.
Além das inspeções visuais e testes percussivos, foram utilizadas técnicas de
termografia, medições de umidade e pacômetria, para melhor subsidiar tecnicamente
o diagnóstico correto dos problemas da edificação.
Este trabalho também atende ao cumprimento da legislação municipal vigente
no município de Maceió/AL, atendendo desta forma as exigências da Lei 6.145/12.
5. NIVEL DA INSPEÇÃO:
Representa a classificação quanto à complexidade da vistoria e a elaboração
de seu laudo final, quanto à necessidade do número de profissionais envolvidos e a
profundidade nas constatações dos fatos.
5
A classificação do nível de inspeção adotado foi o NÍVEL 2, segundo a
classificação estabelecida em Normas de Inspeção Predial de domínio público tais
como o IBAPE (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia) e a Norma
de Procedimentos editada pelo Clube de Engenharia do estado de Alagoas, que
representa vistoria para a identificação de anomalias e falhas aparentes
eventualmente identificadas com o auxílio de equipamentos e/ou aparelhos, bem
como análises de documentos técnicos específicos, consoante à complexidade dos
sistemas construtivos existentes.
6. DILIGÊNCIAS:
O presente local foi vistoriado entre os dias 01/02/2024 – 22/04/2024, para
coligir todos os dados técnicos necessários para a elaboração do presente relatório.
7. TERMOS E DEFINIÇÕES:
ANOMALIA
Irregularidade, anormalidade, exceção à regra.
AVALIAÇÃO SENSORIAL
Avaliação dos atributos de um produto pelos órgãos dos sentidos para evocar, medir,
analisar e interpretar reações às características dos materiais como são percebidos
pelos cinco sentidos: visão, olfação, gustação, tato e audição
AVARIA
Dano causado a qualquer bem, ocasionado por defeito ou por outra causa externa a
ele.
CAPILARIDADE
Nos tijolos, nas argamassas e nos concretos porosos, em contato com uma superfície
úmida, a água sobe por veios ou canais por “ascensão capilar”, até atingir o equilíbrio,
que 6oderá variar a altura de acordo com os materiais envolvidos.
CARBONATAÇÃO
É o processo pelo qual o concreto sofre a agressão por dióxido de carbono presente
no meio, transformando o hidróxido de cálcio presente, em carbonato de cálcio mais
água, gerando a diminuição da alcalinidade da peça e a redução de volume (retração
por carbonatação).
6
COBRIMENTO
Capeamento da armação em uma peça de concreto armado.
CONFORMIDADE
Atendimento a padrões estabelecidos e que podem ser os seguintes: projetos e
memoriais descritivos; procedimentos executivos e de qualidade; boletins técnicos de
produtos e procedimentos; dados de fabricantes de produtos / sistema / equipamentos
/ máquinas; normas técnicas.
CONSERVAÇÃO
Ato de conservar, manter em bom estado, resistir ao desgaste causado pelo tempo.
CONTRAVERGA
Viga de concreto usada sob a janela para evitar a fissuração da parede.
CORROSÃO
Ataque das armações através de processo de deterioração eletroquímica.
DEPRECIAÇÃO
Ação ou efeito de depreciar. Baixar de preço ou de valor. Desvalorização.
DETERIORAÇÃO
Depreciação de um bem devido ao desgaste de seus componentes ou às falhas de
funcionamento de sistemas, em razão de uso ou manutenção inadequados.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO
Situação física de um bem em decorrência de sua idade e condições de manutenção.
ESTALACTITE
Depósitos brancos – bicarbonato de cálcio – formados nos tetos, provenientes,
geralmente, da cal livre do cimento, que reage com a água e o CO2 do ar. É
ocasionada, normalmente, por águas puras (chuva) que, por não conterem sais
dissolvidos, tendem a dissolver a cal.
ESTANQUEIDADE
Propriedade conferida pela impermeabilização, de impedir a passagem de fluídos.
EXAME
Inspeção, por meio de perito, sobre pessoa, coisas, móveis e semoventes, para
verificação de fatos ou circunstâncias que interessem à causa.
FALHA
Anomalia caracterizada pela perda precoce de desempenho de elementos e sistemas
construtivos com origem na Manutenção, Operação e Uso.
7
FISSURAS, TRINCAS E RACHADURAS
Manifestações patológicas observadas nas edificações, e/ou terrenos, que ocorrem
normalmente em alvenarias, lajes, vigas, pilares, pisos, muros dentre outros
elementos. Geralmente são causadas por acréscimos de tensões no elemento e seus
materiais componentes. Tais anomalias são indícios da ocorrência de que o elemento,
e seus materiais,foram condicionados a esforços superiores às suas capacidades
resistivas. A partir disso, a consequência deste fenômeno é uma abertura no elemento
cuja caracterização é conforme a espessura correspondente.
IMPERMEABILIZAÇÃO
Proteção mecânica das construções contra a passagem de fluídos.
INCÔMODO OU TRANSTORNO
Perturbação no uso do imóvel decorrente de ações externas com infringência do
direito de vizinhança, de instituição de servidão, etc...
INFILTRAÇÃO
Percolação de fluído através dos interstícios de corpos sólidos.
LAUDO
Documento escrito e fundamentado, emitido por um especialista indicado por
autoridade, relatando resultado de exames e vistorias, assim como eventuais
avaliações com ele relacionado.
LIXIVIAÇÃO
É o processo pelo qual o concreto sofre a extração dos compostos solúveis,
principalmente o hidróxido de cálcio presente no meio, através da dissolução deste
em presença de água, gerando a diminuição da alcalinidade da peça.
MANCHAS
São diferenças de tonalidades em uma peça ou em elemento como piso, parede, viga,
pilar, muro, dentre outros, originadas por consequência de irregularidades no
funcionamento da construção.
MANUTENÇÃO
Conjunto de atividades a serem realizadas para conservar ou recuperar a capacidade
funcional da edificação e de suas partes constituintes de atender as necessidades e
segurança dos seus usuários.
PATOLOGIAS
8
Danos e anomalias encontrados na edificação, e/ou terreno, que deixam o elemento
em situação diferente da inicialmente concebida.
PAVIMENTO
Conjunto de edificações cobertas ou descobertas situadas entre os planos de dois
pisos sucessivos ou entre o do último piso e a cobertura.
PILAR
Elemento estrutural vertical de concreto, madeira, aço, pedra ou alvenaria.
PILOTIS
Conjunto de colunas de sustentação do prédio que deixa livre o pavimento térreo.
PLATIBANDA
Moldura contínua, mais larga do que saliente, que contorna uma construção acima
dos flechais, formando uma proteção ou camuflagem do telhado.
RUPTURA
Seccionamento integral ou parcial de um elemento ou componente que reduz
significativamente sua capacidade de resistência.
VÍCIOS
Anomalias que afetam o desempenho de produtos ou de serviços, ou os tornam
inadequados aos fins a que se destinam, causando transtornos ou prejuízos materiais
ao consumidor. Podem decorrer de falha de projeto ou de execução, ou ainda da
informação defeituosa sobre sua utilização ou manutenção.
VIDA ÚTIL
Intervalo de tempo ao longo do qual a edificação e suas partes constituintes atendem
aos requisitos funcionais para os quais foram projetadas, obedecidos os planos de
operação, uso e manutenção previstos.
8. DOCUMENTAÇÃO DISPONIBILIZADA:
Para melhor entendimento do histórico e funcionamento da edificação foram
solicitados documentos administrativos, técnicos, manutenção e operação da mesma.
9
DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS E TÉCNICOS
Renovação /
Documentação Possui? Observações
Atualização
10
9. ANÁLISE DA DOCUMENTAÇÃO ANALISADA:
As documentações solicitadas durante esta inspeção possuem como objetivo
a adequada classificação e análise dos sistemas prediais englobados neste serviço.
• Anamnese.
• Vistoria da edificação.
• Coordenação dos dados técnicos apurados.
• Ordenação das prioridades (plano de manutenção predial).
• Avaliação da manutenção.
11
As irregularidades constatadas devem ser classificadas em anomalias ou falhas
considerando os seguintes conceitos:
12
• Prioridade 3: Ações necessárias quando a perda de desempenho (real ou
potencial) pode ocasionar pequenos prejuízos à estética ou quando as ações
necessárias são atividades programáveis e passíveis de planejamento, além
de baixo ou nenhum comprometimento do valor da edificação. Neste caso, as
ações podem ser feitas sem urgência porque a perda parcial de desempenho
não tem impacto sobre a funcionalidade da edificação, não causa prejuízo à
operação direta de sistemas e não compromete a saúde e segurança do
usuário.
A Matriz GUT foi criada por Kepner e Tregoe e publicada no ano de 1977 sob
o título “Análise de Problema e Tomada de Decisão”. Trata-se de uma ferramenta de
gerenciamento de riscos, utilizada para a tomada de decisões através de três
enfoques: Gravidade, Urgência e Tendência, cujas iniciais dão nome ao método
(VERZOLA; MARCHIORI; ARAGON, 2014).
13
GRAU GRAVIDADE PESO
Risco de morte, risco de
desabamento/colapso pontual
ou generalizado, iminência de
incêndio, impacto irrecuperável
com perda excessiva do
Total desempenho e funcionalidade, 10
comprometimento irrecuperável da
vida útil do sistema causando
danos grave à saúde dos usuários
ou ao meio ambiente. Prejuízo
financeiro muito alto
Risco de ferimentos aos
usuários, danos reversíveis ao
meio ambiente ou ao edifício.
Impacto recuperável com o
comprometimento parcial do
Alta 8
desempenho e funcionalidade (vida
útil) do sistema que afeta
parcialmente a saúde dos usuários
ou o meio ambiente. Prejuízo
financeiro alto
Risco à saúde dos usuários,
desconfortos na utilização dos
sistemas, deterioração passível
de restauração/reparo, podendo
Média provocar perda de funcionalidade 6
com prejuízo à operação direta de
sistemas ou componentes. Danos
ao meio ambiente passíveis de
reparo. Prejuízo financeiro médio
Sem risco à integridade física
dos usuários, sem risco ao meio
ambiente, pequenos incômodos
estéticos ou de utilização,
pequenas substituições de
Baixa 3
componentes ou sistemas, reparos
de manutenção planejada para
recuperação ou prolongamento de
vida útil. Prejuízo financeiro
pequeno
Nenhum risco à saúde, à
integridade física dos usuários, ao
meio ambiente ou ao edifício.
Nenhuma Mínima depreciação do patrimônio. 1
Eventuais trocas de componentes,
nenhum comprometimento do valor
imobiliário
GRAU URGÊNCIA PESO
14
Incidente em ocorrência,
Total intervenção imediata passível de 10
interdição do imóvel.
Incidente prestes a ocorrer,
Alta 8
intervenção urgente
Incidente previsto para breve,
Média 6
intervenção em curto prazo
Indício de Incidente futuro,
Baixa 3
intervenção programada
Incidente imprevisto, indicação
Nenhuma de acompanhamento e 1
manutenção programada
GRAU TENDÊNCIA PESO
Progressão imediata. Vai piorar
Total rapidamente, pode piorar 10
inesperadamente
Progressão em curto prazo. Vai
Alta 8
piorar em pouco tempo
Progressão em médio prazo. Vai
Média 6
piorar em médio prazo
Provável progressão em longo
Baixa 3
prazo. Vai demorar a piorar
Não vai progredir. Não vai piorar,
Nenhuma 1
estabilizado
Tabela 03: Matriz de avaliação GUT
Urgente, início
GUT => 800. 2°
em até 3 meses. 1
Médio, início em
GUT = > 480. 3°
até 6 meses. 1
15
ANOMALIA/FALHA PRAZO RANQUEAMENTO PRIORIDADE
Médio-longo,
GUT => 288. realizar em até 4°
2
12 meses.
Longo, realizar
GUT < 288. em até 24 5°
3
meses.
16
aumento de volume de seis a dez vezes na parte afetada da armadura (GEYER e
BRANDÃO, 2007). Devido a essa expansão, há formação de fissuras que atingem a
superfície do concreto, deixando a armadura cada vez mais exposta à ação de
agentes nocivos externos. Posteriormente, ocorre o desplacamento da camada de
cobrimento de concreto da armadura.
17
A figura a seguir mostra as fases do processo de corrosão em uma barra de
armadura.
18
MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NO SISTEMA:
NÃO CONFORMIDADE Corrosão das armaduras
REGISTRO FOTOGRÁFICO
RESERVATÓRIO SUPERIOR
19
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (640)
MANUTENÇÃO ( )
3 1 CONSTRUTORA
20
NÃO CONFORMIDADE Dano nos pilares
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Danos na parte superior do pilar Foto – Danos na parte superior do pilar
Foto – Danos na parte superior do pilar Foto – Tipologia do dano retirado do livro: THOMAZ.
Ercio. Trincas em edificios: Causas, prevenção e
recuperação.
21
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (800)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção no subsolo, observou-se o desplacamento das bordas dos pilares localizados
próximos a lateral esquerda da edificação.
COMENTÁRIOS
A não conformidade pode ser ocasionada devido ao esmagamento da cabeça do pilar por deficiência
de estribos.
RECOMENDAÇÕES
Solicitar parecer técnico da construtora referente ao dano no pilar
PARA TRATAMENTO
2 1 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
22
Foto – Junta descontinua Foto – Calçada - Junta descontinua
MANUTENÇÃO ( )
As falhas no arremate das juntas de concretagem permitem a propagação das tensões existentes na
COMENTÁRIOS
região e ocasionam o surgimento de fissuras.
RECOMENDAÇÕES
Realizar o arremate das juntas de concretagem.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
23
NÃO CONFORMIDADE Fissura no piso tátil
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES
Realizar o arremate das juntas de concretagem.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
24
NÃO CONFORMIDADE Fissuras na laje
REGISTRO FOTOGRÁFICO
25
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (360)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção no subsolo, foram identificadas diversas fissuras na laje do piso ocasionada pela
pressão exercida com o aumento do lençol freático.
COMENTÁRIOS
Observa-se a presença de manchas na laje no qual ratificam o efeito de capilaridade pelo lençol
freático.
RECOMENDAÇÕES
Realizar o fechamento das fissuras com resinas especiais de poliuretano.
PARA TRATAMENTO
4 2 CONSTRUTORA
26
RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS PARA TRATAMENTO:
27
serra com disco diamantado que estabelece um bordo reto com pelo menos 5mm. De
profundidade, como mostrado na Figura abaixo.
28
reparo.
Não deve ser permitida, sob qualquer pretexto, a retirada do material apenas nas
laterais das barras da armadura corroída, deixando a sua parte posterior ainda imersa
no concreto contaminado.
Caso isso aconteça será inevitável a formação de uma pilha de corrosão
eletroquímica, gerada pela diferença dos materiais, uma vez que parte inferior do
concreto funcionará como ânodo e a parte nova, recuperada, funcionará comocátodo,
originando um processo de corrosão muito mais acelerado e agressivo que o
anteriormente detectado.
A conformação ideal para o desmonte é a mostrada esquematicamente na
Figura abaixo.
29
Figura – Ocorrência de áreas de degradação muito próximas
30
recomendável a colocação de armadura suplementar para que seja recomposta a
seção de aço originalmente utilizada. Essa nova armadura deverá estar
convenientemente ancorada, seguindo rigorosamente as recomendações das normas
estruturais. Caso a nova armadura esteja previamente imprimada o comprimento de
ancoragem a ser adotado deve ser aumentado. Essa substituição é mostrada
esquematicamente na Figura abaixo.
31
a limpeza da corrosão das barras da armadura tais como escovas de aço, lixas e
espátulas.
32
Terminada a etapa correspondente à passivação das armaduras tratadas contra
a corrosão passa-se à próxima etapa, que é a da construção da ponte de aderência.
33
Finalmente deve ser construída a ponte de aderência conforme mostrado na
Figura abaixo.
34
Tabela 6.1 da ABNT NBR 6118/2023 – Classe de agressividade ambiental (CAA
Tablea 7.2 da ABNT NBR 6118/2023 – Correspondência entre a classe de agressividade ambiental e o
cobrimento nominal para DELTAc=10mm
35
Mais uma vez é recomendado o umedecimento da interface de contato de
reparo, conforme indicado na Figura abaixo.
36
Saturada a interface pode-se passar à recomposição do substrato de concreto
na área da reparação, conforme mostrado na Figura abaixo.
37
Após a recomposição da seção é essencial que seja procedida a sua cura, que
deve durar pelo menos 07 dias, se a peça não for revestida ao fim de 72 horas. Esse
procedimento é mostrado na Figura abaixo.
Muitas vezes, pela própria posição da peça de concreto, não será possível a cura
pelos processos mais convencionais como a imersão, o lançamento de água
pulverizada continuamente e (ou) o contato com esponja saturada. Neste caso
recomenda-se a adoção da cura química com produto apto a não criar uma barreira
de aderência posterior para os revestimentos ou outros acabamentos.
38
sistemas de prevenção de incêndio e pânico de empreendimentos faz-se necessária
e as adequações desses sistemas aos requisitos normativos vigentes são de extrema
relevância.
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)
MANUTENÇÃO (x)
Durante a inspeção no subsolo, observou-se a presença de extintores nos pilares sem a devida
sinalização.
COMENTÁRIOS A não conformidade dificulta a visualização do equipamento em situações emergenciais.
De acordo com a IT 20/2021 do CBM/AL, “Quando o equipamento encontrar-se instalado em pilar,
devem ser sinalizadas todas as faces do pilar que estiverem voltadas para os corredores de circulação
de pessoas ou veículos;”.
39
RECOMENDAÇÕES
Realizar a sinalização dos extintores conforme a IT 20/2021 do CBM/AL.
PARA TRATAMENTO
1 1 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
40
Foto – Subsolo Foto – Subsolo
41
Foto – Pilotis Foto – Recepção
42
Foto – 13º andar Foto – 13º andar
43
Foto – 10º andar Foto – 10º andar
44
Foto – 7º andar Foto – 7º andar
45
Foto – 3º andar Foto – 3º andar
46
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (300)
MANUTENÇÃO (x)
Durante a inspeção nas áreas comuns observou-se que os extintores se encontram com teste
COMENTÁRIOS programado para o mês de outubro e novembro de 2024.
O subsolo possui um extintor de com prazo para recarga em julho de 2024.
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção nos extintores conforme a ABNT NBR 12962/2016.
PARA TRATAMENTO
4 2 CONDOMÍNIO
47
NÃO CONFORMIDADE Extintor sobrepressurizado
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)
MANUTENÇÃO (x)
Durante a inspeção nas áreas comuns da edificação, observou-se que o extintor próximo a copa
COMENTÁRIOS
(pilotis) se encontra sobre pressurizado.
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção nos extintores a fim de garantir a pressurização correta.
PARA TRATAMENTO
1 1 CONDOMÍNIO
48
NÃO CONFORMIDADE Sinalização inadequada na rota de fuga
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Recepção
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES
Avaliar o projeto de incêndio o motivo da placa indicando rota de fuga.
PARA TRATAMENTO
1 1 CONDOMÍNIO
49
REGISTRO FOTOGRÁFICO
50
REGISTRO FOTOGRÁFICO
51
Foto – Pavimento garagem Foto – Pavimento garagem
52
Foto – 9º andar Foto – 8º andar
53
Foto – 3º andar Foto – 2º andar
Foto – 1º andar
MANUTENÇÃO (x)
COMENTÁRIOS As mangueiras dos hidrantes da edificação estão com recarga programada para novembro de 2024.
RECOMENDAÇÕES
Realizar a manutenção e testes na mangueira conforme a ABNT NBR 12779/2009.
PARA TRATAMENTO
4 2 CONDOMÍNIO
54
NÃO CONFORMIDADE Ausência sinalização de piso dos equipamentos combate a incêndio
REGISTRO FOTOGRÁFICO
55
Foto – Pav. Garagem – Sinalização de piso Foto – Pav. Garagem – Sinalização de piso
56
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
MANUTENÇÃO (X)
Durante a inspeção foi verificado a ausência da sinalização de piso dos equipamentos de combate a
incêndio, como: extintores, hidrantes e alarmes de incêndio.
COMENTÁRIOS De acordo com a IT 20/2021 do CBM/AL, “Quando se tratar de hidrante e extintor de incêndio
instalados em garagem, área de fabricação, depósito e locais utilizados para movimentação de
mercadorias e de grande varejo deve ser implantada também a sinalização de piso”
RECOMENDAÇÕES
Realizar a sinalização de piso conforme a IT 20/2021 do CBM/AL.
PARA TRATAMENTO
1 1 CONDOMÍNIO
ILUMINACAO
57
caderno e corrigida em até 48h. Com todos os equipamentos sempre atendendo as
especificações fornecidas pelo fabricante.
HIDRANTE E BOMBA
SINALIZAÇÃO
58
Abrigo de mangueira e Indicação de abrigo da
hidrante mangueira de incêndio
com ou sem hidrante no
seu interior.
59
de iluminação de
emergência.
Comando manual de Ponto de acionamento
alarme ou bomba de de alarme de incêndio,
incêndio bomba de incêndio e
outros equipamentos
(ventiladores,
exaustores etc). Deve vir
sempre acompanhado
de uma mensagem
escrita, designando o
equipamento acionado
por aquele ponto
Número do pavimento. Indicação do pavimento,
no interior da escada,
patamar e porta corta-
fogo (lado da escada).
60
Necessário realizar vistoria do Corpo de Bombeiros de Alagoas para
avaliar os demais itens necessários para adequação e regularização do AVCB.
61
Ao realizar a inspeção visual, devem ser verificadas as medidas de proteção
contra choques elétricos e efeitos térmicos, seleção e instalação das linhas elétricas,
seleção, ajuste e localização dos dispositivos de proteção, presença e localização de
dispositivos de Faculdade de Tecnologia e seccionamento e comando, adequação
dos componentes e das medidas de proteção às condições de influências externas
existentes, identificação dos componentes, presença das instruções, sinalizações e
advertências requeridas, execução das conexões e acessibilidade.
REGISTRO FOTOGRÁFICO
62
Foto – Quadro elevador - Recepção Imagem termográfica
63
Foto – Recepção – Quadro 1 Imagem termográfica
Foram realizadas inspeções através da câmera termográfica FLIR E75 nos quadros de comando e
COMENTÁRIOS
distribuição e não foi possível identificar nenhuma anormalidade (sobrecargas).
64
NÃO CONFORMIDADE Luminárias não vedada
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO (x)
Durante a inspeção no pilotis, observou-se que as luminárias localizadas no deck da piscina não estão
vedadas.
COMENTÁRIOS A ausência de vedação no perimetro das luminárias externa permite a percolação de água para o
interior do equipamento. A presença de umidade pode aumentar rapidamente a corrente em um
circuito, o que na maioria dos aparelhos modernos causará um curto circuito assim que o fusível for
queimado.
RECOMENDAÇÕES
Realizar a vedação no encontro das luminárias com a parede.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONDOMÍNIO
65
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto termográfica
Durante a inspeção nos medidores elétricos, não foi possível identificar nenhuma não conformidade
COMENTÁRIOS
através da inspeção com termografia.
66
NÃO CONFORMIDADE Ausência obturador e identificação precária
REGISTRO FOTOGRÁFICO
67
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
MANUTENÇÃO (X)
A não conformidade da legenda pode ocasionar o desgaste da fita crepe instalada e ocasionar o
COMENTÁRIOS desligamento de determinado circuito de forma equivocada.
A não conformidade da ausência dos obturadores permite o acesso acidental aos componentes
internos dos quadros, aumentando o risco de choques elétricos. Os obturadores também protegem os
disjuntores contra danos externos, garantindo a integridade e funcionamento adequado ao sistema
2 1 CONDOMÍNIO
68
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto termográfica
69
A inspeção visual ou termográfica é imprescindível para garantir o bom funcionamento das
instalações. Uma célula fotovoltaica que deixa de produzir eletricidade tem a temperatura mais
COMENTÁRIOS elevada, devido ao sobreaquecimento que acontece antes de o sistema falhar, em alguns pontos das
placas solares foi possível identificar um diferencial térmico de até 5,9ºC, recomenda-se solicitar a
visita de um técnico a fim de avaliar o painel.
70
acessórios, reservatórios, bombas, tanques, equipamentos de controle e medição,
etc.). Tais peculiaridades podem dar origem a uma enorme diversidade de
manifestações patológicas nas edificações. Em geral, patologias frequentes nos
SPHS do edifício não envolvem sérios riscos à vida ou à saúde dos seus usuários.
Porém, elas costumam causar transtornos, aborrecimentos e desconfortos, em geral
associados aos sintomas comuns de suas manifestações. São exemplos vazamentos,
ruídos ou obstruções frequentes em tubulações, mau cheiro e refluxos em sistemas
prediais de esgoto sanitário e de águas pluviais, insuficiência de pressões e vazões
nos aparelhos sanitários, oscilações na temperatura de utilização de água quente,
entre outros. Poucas são as manifestações patológicas decorrentes do uso em termos
relativos. A maior parte decorre de causas sistêmicas e de falhas de manutenção
Amorim (1989) ressalta que, depois de posta de colocada em uso uma edificação, os
sistemas prediais hidráulicos e sanitários entram em equilíbrio com os seus usuários,
sendo um dos subsistemas do edifício que com eles mais se relaciona, razão pela
qual o seu mau funcionamento costuma causar‐lhes problemas sérios ao bem estar
físico e psicológico.
71
MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NO SISTEMA:
72
Foto termográfica
73
Foto termográfica
74
VAZAMENTO 02 – CASA DE MÁQUINAS (COBERTURA)
75
Foto termográfica
76
Foto termográfica
77
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (360)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção nos trechos a fim de sanar os vazamentos e reduzir custos com conta d’água.
PARA TRATAMENTO
4 2 CONDOMÍNIO
78
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)
MANUTENÇÃO (x)
COMENTÁRIOS Os ralos localizados na calha da cobertura se encontram desprotegidos, a não conformidade pode
ocasionar a obstrução total/parcial da tubulação.
RECOMENDAÇÕES
Realizar a implantação das proteções no ralo, recomenda-se do tipo hemisférico abacaxi.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Subsolo – Registro não identificado Foto – Próximo a vaga 1212– Registro não identificado
79
Foto – Tubulações acima RI– Registro não identificado Foto – Próximo bomba drenagem– Registro não
identificado
80
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
MANUTENÇÃO (x)
Durante a inspeção no subsolo e pavimento garagem, foram observados diversos registros sem a
devido sinalização.
De acordo com a norma NBR 5626/2020, que trata das instalações prediais de água fria, é
COMENTÁRIOS recomendado que os registros sejam identificados de forma clara e visível, indicando sua função e o
setor ao qual pertencem. Essa identificação facilita a localização e o isolamento rápido em caso de
necessidade de reparos ou manutenção, evitando transtornos e minimizando o tempo de interrupção
do abastecimento de água
RECOMENDAÇÕES
Realizar a sinalização dos registros conforme a ABNT NBR 5626/2020.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
81
As tubulações localizadas abaixo do reservatório superior se encontram devidamente sinalizadas e
COMENTÁRIOS
identificadas.
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção na edificação, não foi possível identificar a presença da válvula redutora de
pressão.
A não conformidade foi observada a partir da altura da edificação no qual seria necessário a
implantação da VRP (Válvula redutora de pressão).
COMENTÁRIOS Foi realizado o ensaio através do manômetro para avaliar a pressão estática da tubulação do subsolo
e observou-se a pressão de 52mca.
De acordo com a ABNT NBR 5626/1998 (Norma vigente no momento da construção), item [Link]
“Em condições estáticas (sem escoamento), a pressão da água em qualquer ponto de utilização da
rede predial de distribuição não deve ser superior a 400kPa.”
82
A não conformidade da ausência da VRP e pressão máxima superior ao estabelecido pela norma,
pode ocasionar rompimentos e trincas nas tubulações hidráulicas.
RECOMENDAÇÕES
Realizar a implantação da VRP.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONSTRUTORA
83
experiência, no qual detalhes assumem um papel importante e onde a mínima
falha, mesmo localizada, pode comprometer todo o serviço. Além disso, há a
necessidade de acompanhamento da rápida evolução dos materiais e sistemas, o
que propicia o surgimento de projetistas especializados.
A impermeabilização é de fundamental importância na durabilidade das
construções, pois os agentes trazidos pela água e os poluentes existentes no ar
causam danos irreversíveis a estrutura e prejuízos financeiros difíceis de serem
contornados. A impermeabilização é fator importantíssimo para a segurança da
edificação e para a integridade física do usuário.
Existem no Brasil diversos produtos impermeabilizantes, de qualidade e
desempenho variáveis, de diversas origens e métodos de aplicação,
normalizados ou não, que devem ter suas características profundamente
estudadas, para permitira escolha de um adequado sistema de impermeabilização.
Deve-se sempre procurar conhecer todos os parâmetros técnicos e ações
físicas e químicas envolvidas no processo para a escolha adequada do sistema
impermeabilizante.
A principal função dos sistemas de impermeabilização, que se tornam cada
vez mais elaborados é o de proteger as edificações dos malefícios de infiltrações,
eflorescências e vazamentos causados pela água.
Utilizando as fases sugeridas por Cruz (2003) pode-se citar três etapas: a
primeira etapa refere-se a ações anteriores a impermeabilização, como a
preparação da regularização e dos caimentos, bem como cuidados com detalhes
construtivos, a segunda etapa que é o processo de impermeabilização
propriamente dito, e as etapas posteriores, tais como isolamento térmico, quando
especificado, e proteção mecânica, quando necessária.
Qualquer parte de uma obra que se destine a receber uma
impermeabilização deve receber cuidados especiais para o sucesso da mesma, a
preparação da superfície é muito importante para o êxito da impermeabilização.
Para Bértolo (2001) uma impermeabilização bem executada pode ser
prejudicada por falhas na concretagem, má execução do revestimento ou
chumbamento inadequado de peças e equipamentos. Nesses casos é inevitável o
aparecimento de patologias, não havendo outra solução a não ser procurar
orientação adequada e, se necessário, reimpermeabilizar a área de forma correta.
84
As patologias de impermeabilização de uma forma geral apresentam-se
com características próprias e sistematizadas conforme asdescrições a seguir:
• Carbonatação: Nas superfícies expostas das estruturas de concreto, a
alcalinidade pode ser reduzida com o tempo, acarretando a despassivação da
armadura da estrutura, essa redução ocorre pela ação principalmente do gás
carbônico presente na atmosfera
• Corrosão: Ataque de natureza eletroquímica nas barras da estrutura, em que
a presença de umidade, conduz a formação de óxidos/hidróxidos de ferro. A
corrosão só ocorre nas seguintes condições:
1. Deve existir um eletrólito (representado pela água)
2. Deve existir uma diferença de potencial (obtido pela tração nas barras
deaço)
3. Deve existir oxigênio (ar atmosférico)
85
• Gotejamento de água: Umidade excessiva que se concentra em um ponto da
superfície por tensão superficial, caindo por gravidade ao atingir determinado
volume.
• Mancha de umidade: Uma parte circunscrita da superfície que se apresenta
impregnada de água, apresentando cor diferente do restante da mesma.
• Vegetação: é o crescimento de plantas em determinados pontos da estrutura,
geralmente em locais com fissuras e presença de umidade.
• Vesículas: São as formações de bolhas na pintura, que apresentam em eu
interior nas cores branca, preta e vermelha acastanhado.
REGISTRO FOTOGRÁFICO
86
Foto termográfica
87
FACHADA POSTERIOR
88
Foto termográfica
89
Foto termográfica
90
Foto termográfica
91
Foto termográfica
92
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (216)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção no subsolo, região acima da vaga 1107 e região posterior, foi possível identificar
a presença de infiltração.
COMENTÁRIOS A não conformidade foi possível de ser comprovada através da câmera termográfica FLIR E75.
Vale ressaltar que a infiltração se da principalmente pelas falhas na impermeabilização entre muros
do condomínio com o vizinho.
RECOMENDAÇÕES
Realizar a impermeabilização entre muros.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
INFILTRAÇÃO 01
Foto – Infiltração
93
Foto termográfica
94
INFILTRAÇÃO 02
Foto termográfica
95
Foto termográfica (Imagem digital)
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ( )
Recomenda-se realizar uma abertura de janela de inspeção no forro a fim de avaliar as possíveis
RECOMENDAÇÕES
causas da infiltração, vale ressaltar que as falhas entre muro do condomínio Strauss com o vizinho da
PARA TRATAMENTO
direita podem estar permitindo infiltrações no ponto.
3 1 CONSTRUTORA
96
NÃO CONFORMIDADE Infiltração
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Infiltração
Foto termográfica
97
Foto termográfica (Imagem digital)
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES Recomenda-se avaliar a área entre telhado-laje da cobertura a fim de identificar possíveis falhas que
PARA TRATAMENTO estejam permitindo o fluxo d’água para a região para posterior correção.
3 1 CONSTRUTORA
98
NÃO CONFORMIDADE Danos na proteção mecânica
REGISTRO FOTOGRÁFICO
99
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção na cobertura, foi possível identificar a presença de danos a proteção mecânica e
fissuras no qual permite o acumulo de sujidade matéria orgânica e danos na impermeabilização.
COMENTÁRIOS De acordo com a ABNT NBR 9574/2008 item 5.23 “As juntas de dilatação devem ser divisores de
água, com cotas mais elevadas no nivelamento do caimento, bem como deve-se prever arremate
específico, incluindo rebatimento de sua abertura na proteção mecânica e pisos posteriores.”
RECOMENDAÇÕES Recomenda-se realizar a demolição e recomposição de toda proteção mecânica com a aberturas de
PARA TRATAMENTO juntas de movimentação de acordo com ABNT NBR 9574 /2008.
3 1 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
100
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES
Realizar a impermeabilização de acordo com a ABNT NBR 9574/2008.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
101
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (180)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção nas caixas de inspeção localizadas na calçada da edificação (gordura e esgoto),
COMENTÁRIOS observou-se a ausência do acabamento e impermeabilização das paredes, a não conformidade
permite a livre passagem d’água e pode ocasionar infiltrações no subsolo.
RECOMENDAÇÕES
Realizar o acabamento e impermeabilização das caixas de acordo com a ABNT NBR 9574/2008.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
102
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (360)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção no pilotis, observou-se a ausência do caimento para os ralos, a não conformidade
permite o acúmulo d’água em regiões sem o devido ponto de escoamento.
COMENTÁRIOS De acordo com a ABNT NBR 9575 item 6.4 a) “a inclinação do substrato das áreas horizontais deve
ser definida após estudos de escoamento, sendo no mínimo de 1% em direção aos coletores de água.
Para calhas e áreas internas é permitido o mínimo de 0,5%”
RECOMENDAÇÕES
Adequar o caimento para os ralos conforme a ABNT NBR 9575/2010.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Sujidade
103
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (180)
MANUTENÇÃO (x)
Durante a inspeção na fachada, foi possível identificar presença de sujidade, de acordo com a ABNT
COMENTÁRIOS
NBR 5674/2024, recomenda-se a lavagem da fachada a cada 3 anos.
RECOMENDAÇÕES
Realizar a lavagem na fachada da edificação.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONDOMÍNIO
104
IMPERMEABILIZAÇÃO DE RALOS:
Ralos são pontos muito vulneráveis e necessitam de maior atenção. E,
principalmente ralos tratados manualmente, com o próprio produto impermeabilizante,
são ainda mais suscetíveis a falhas humanas e, consequentemente a vazamentos.
A forma recomendável para realizar as impermeabilizações nas regiões dos
ralos devem necessariamente ser executadas por profissionais especializados, e
cumprir fielmente os passos abaixo descritos.
Deve-se cortar um pedaço de manta de 30 x 30cm, colocar sobre os ralos,
cortar o material em forma de “x” no vão do ralo e virar as pontas para dentro. Após a
aplicação da manta na superfície inteira, fazer outro corte na manta em forma de “x”,
dobrando as pontas de manta em direção ao interior do ralo. Dessa forma, nos vãos
de escoamento, a manta se estabilizará com uma dupla camada.
O que se observa nestes pontos é que houve falha de execução, onde ocorre
infiltração pela região compreendida entre o corpo do ralo e o concreto que o envolve,
pois ali se forma uma junta fria que permite a percolação das águas.
105
regiões têm grandes possibilidades de permitir a passagem de água, quando não são
tomados os devidos cuidados na impermeabilização destas regiões.
A NBR 9575 – 2010 define que “toda a tubulação que atravesse a
impermeabilização deve ser fixada na estrutura e possuir detalhes específicos de
arremate e reforços da impermeabilização”. De fato, quando a tubulação atravessa a
impermeabilização gera por consequência uma região crítica em torno dela, onde
existe uma abertura na camada impermeabilizante.
Nos casos de sistemas de mantas, deve ser feito um arremate com manta
aplicando primeiro uma manta na base do tubo com o corte do tipo pizza e então é
aplicada outra manta em parte de sua superfície utilizando-se o corte margarida como
ilustra a Figura abaixo.
ENGASTAMENTO DA IMPERMEABILIZAÇÃO:
A norma prevê que nos planos verticais, deve-se executar um encaixe para
embutir a impermeabilização, a uma altura mínima de 20 cm acima do nível do piso
acabado ou 10 cm do nível máximo que a água pode atingir. Na Figura abaixo é
apresentado o modo de execução do rodapé, em que deve-se executar um rebaixo
de pelo menos 3 cm na parede com uma altura de pelo menos 20 cm de altura, para
o encaixe da impermeabilização. Recomenda-se utilizar uma tela galvanizada para
evitar a fissuração do revestimento executado acima da impermeabilização e evitar o
deslocamento da manta.
106
Figura - Execução do engastamento vertical
A oxidação é o início do processo de degradação do metal e deve ser tratada logo que
surge, para não dar origem à corrosão e à ferrugem. A oxidação em metais começa
quando a superfície desprotegida (sem pintura, por exemplo, ou avariada por riscos
ou impactos) entra em contato direto com o ar, vapor d’água ou água. E como remover
a oxidação de metais? Se a oxidação já surgiu, o primeiro passo é removê-la de forma
mecânica ou com ajuda de produtos químicos, depois, é necessário voltar a proteger
a superfície com um revestimento, como tinta, por exemplo, evitando que o metal
tenha contato direto com o oxigênio.
CORROSÃO
107
Percebida a corrosão, evita-se seu alastramento através da remoção da parte
atingida, seja de forma mecânica com lixamento ou jateamento, ou com ajuda de
produtos químicos, em seguida, é preciso proteger novamente da área atingida com
um novo revestimento, como a tinta.
FERRUGEM
Quando já estão oxidados e corroídos, os metais ferrosos – como aço e o ferro fundido
– começam a gerar o hidróxido de ferro, a camada avermelhada conhecida como
ferrugem. A ferrugem compromete ainda mais a resistência do metal e, dependendo
de sua amplitude, inviabiliza a recuperação. Mas é possível resolver o problema
quando a ferrugem se concentra nas partes superficiais das peças. E qual o
melhor produto para remover ferrugem de metal? A resposta depende do método
escolhido. A remoção da ferrugem pode acontecer de forma mecânica (com lixamento
ou jateamento) ou com ajuda de soluções químicas, que remove a ferrugem de forma
prática, rápida e sem esforço para o usuário.
REGISTRO FOTOGRÁFICO
108
Foto – Corrosão na escada Foto – Corrosão na escada
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (640)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES Realizar o lixamento e pintura da escada de acesso reservatório superior a fim de aumentar a vida útil
PARA TRATAMENTO e evitar ferimentos aos mantenedores prediais.
3 1 CONDOMÍNIO
109
NÃO CONFORMIDADE Oxidação na tampa do reservatório
REGISTRO FOTOGRÁFICO
MANUTENÇÃO (x)
Durante a inspeção nos reservatórios (inferior e superior), observou-se que as tampas se encontram
em processo de oxidação.
RECOMENDAÇÕES
Realizar o lixamento e pintura das tampas para maior proteção.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONDOMÍNIO
110
NÃO CONFORMIDADE Oxidação nos cabos de aço
REGISTRO FOTOGRÁFICO
MANUTENÇÃO (x)
COMENTÁRIOS Os cabos de aço que sustentam a haste Franklin se encontram em processo de oxidação.
RECOMENDAÇÕES
Realizar o lixamento da oxidação e pintura com material protetivo.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONDOMÍNIO
111
12.7. SISTEMA DE REVESTIMENTO:
Um dos problemas mais encontrados em obras pelos construtores são as
patologias cerâmicas associadas às fachadas e pisos. Principalmente quando, no
caso do revestimento cerâmico ou de qualquer revestimento aderido, põe em risco a
vida de pessoas. Embora as vantagens do produto sejam inegáveis - as cerâmicas
apresentam grande durabilidade e menor necessidade de manutenção quando
comparadas a outras soluções - ultimamente a ocorrência de casos de descolamentos
de placas tornou-se alvo de discussões no setor.
112
DESTACAMENTO
BOLOR
113
desenvolvimento de fungos em revestimentos internos ou de fachadas causa
alteração estética de tetos e paredes, formando manchas escuras indesejáveis em
tonalidades preta, marrom e verde, ou ocasionalmente, manchas claras
esbranquiçadas ou amareladas (SHIRAKAWA, 1995).
Os sinais de que está ocorrendo uma deterioração das juntas são: perda de
estanqueidade da junta e envelhecimento do material de preenchimento. A perda da
estanqueidade pode iniciar-se logo após a sua execução, através de procedimentos
de limpeza inadequados. Estes procedimentos de limpeza podem causar deterioração
de parte do material aplicado (uso de ácidos e bases concentrados), que, somados
ataques de agentes atmosféricos agressivos e/ou solicitações mecânicas por
movimentações estruturais, podem causar fissuração (ou mesmo trincas) bem como
infiltração de água. Pode acontecer, também, que a junta esteja preenchida apenas
superficialmente, formando uma capa frágil que pode desagregar-se após alguns
meses da entrega da obra. Esta situação pode acontecer em casos onde a junta é
muito estreita (ex.: porcelanatos) ou quando o rejunte perde a trabalhabilidade
rapidamente devido à temperatura ambiente elevada.
114
Figura: Juntas na edificação
JUNTAS DE ASSENTAMENTO
115
JUNTAS DE MOVIMENTAÇÃO
116
Figura: Junta de movimentação
JUNTAS DE DESSOLIDARIZAÇÃO
117
MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NO SISTEMA:
NÃO CONFORMIDADE Falhas nas juntas de assentamento
REGISTRO FOTOGRÁFICO
118
Foto – Falha no rejuntamento
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO (x)
O desgaste natural do rejunte ocorre devido a diversos fatores, como a exposição aos raios
COMENTÁRIOS ultravioleta do sol, variações de temperatura, umidade e ação de agentes químicos presentes no
ambiente (piscina). Com o tempo, o rejunte pode perder sua resistência, flexibilidade e aderência,
resultando em trincas, fissuras e até mesmo desprendimento do revestimento cerâmico.
[Link] a remoção dos rejuntes com falhas e aplicação de um novo rejunte (próprio para piscina);
RECOMENDAÇÕES
PARA TRATAMENTO 2. Recomenda-se chamar empresa especializada em piscinas a fim de avaliar a dureza cálcica.
3 1 CONDOMÍNIO
119
NÃO CONFORMIDADE Infiltração
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Infiltração
Foto termográfica
120
Foto termográfica (Imagem digital)
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO (x)
Realizar vistoria na fachada a fim de identificar todas as falhas (revestimento com som cavo, falha na
junta de movimentação e junta de assentamento).
RECOMENDAÇÕES Vale ressaltar que a infiltração é na altura da junta de movimentação onde de acordo com a ABNT
PARA TRATAMENTO NBR 13755/2017 item 4.11.1 a) “Além disto, os selantes devem apresentar uma série de propriedades
que lhes garantam bom desempenho pelo tempo previsto em projeto, não sendo este menor que cinco
anos”.
RANQUEAMENTO PRIORIDADE RESPONSABILIDADE
3 1 CONDOMÍNIO
121
NÃO CONFORMIDADE Ausência da junta de dessolidarização
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES
Realizar a abertura de juntas de dessolidarização de acordo com a ABNT NBR 13753/1996.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONSTRUTORA
122
NÃO CONFORMIDADE Ausência da junta de movimentação
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ( )
3 1 CONSTRUTORA
123
NÃO CONFORMIDADE Ausência do fato de forma
REGISTRO FOTOGRÁFICO
PILOTIS
124
PAVIMENTO GARAGEM - MOVIMENTAÇÃO
125
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção no pilotis e pavimento garagem, foram realizadas a abertura de duas janelas de
inspeção na região das juntas de movimentação e dessolidarização e chegou-se a seguinte conclusão:
• Corpo de apoio com tamanho inadequado.
COMENTÁRIOS A não conformidade permite o 3º ponto de ancoragem do selante (na base) fazendo com que a
movimentação da superfície descole uma das bordas para evitar restrição.
• Fator de forma inadequado.
As juntas possuem baixa espessura aumentando a velocidade de desgaste do material de forma
prematura.
1. Refazer as juntas de movimentação utilizando material de apoio que preencha por completo os
RECOMENDAÇÕES espaços vazios permtindo somente dois pontos de ancoragem.
PARA TRATAMENTO
2. Recomenda-se o fator de forma para o selante de 1:1 ou 2:1.
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Pilotis, muro entre frontal e esquerda Foto – Rampa acesso pavimento garagem
126
Foto – Rampa acesso pavimento garagem Foto – Próximo vaga 605
127
Foto – Próximo vaga 302 Foto – Próximo vaga 302
128
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES Realizar manutenção nos selantes das juntas de movimentação de acordo com a ABNT NBR
PARA TRATAMENTO 13753/1996.
3 1 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
129
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção nas juntas de dessolidarização conforme a ABNT NBR 13753/1996.
PARA TRATAMENTO
4 2 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
130
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (10)
MANUTENÇÃO ( )
A platibanda da edificação se encontra com revestimentos diferentes, não conformes com o padrão
COMENTÁRIOS
oferecido pela construtora.
RECOMENDAÇÕES
Remoção dos revestimentos para adequação com um só tipo de revestimento.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
131
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO (X)
Durante a inspeção na região acima da casa de bombas, observou-se a presença de falha no selante
COMENTÁRIOS da junta de movimentação, a não conformidade permite a passagem d’água e pode ocasionar
infiltrações e manchas (eflorescências) na parede.
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção no selante conforme a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
132
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção nas juntas de dessolidarização conforme a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
133
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES Realizar o desbaste da argamassa antiga e assentamento do revestimento de acordo com a ABNT
PARA TRATAMENTO NBR 13755/2017.
3 1 CONSTRUTORA
134
NÃO CONFORMIDADE Infiltração
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto termográfica
135
Foto termográfica (Imagem digital)
136
Foto termográfica
137
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
MANUTENÇÃO (x)
Durante a inspeção no subsolo, foi possível identificar a presença de infiltração na parede esquerda,
COMENTÁRIOS
a não conformidade é ocasionada devido as falhas presentes no muro da edificação.
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção no rejuntamento do muro.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
138
Foto termográfica
139
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção na rampa de acesso ao pavimento garagem, foi possível identificar a presença de
uma fissura desenvolvendo na região entre estrutura-alvenaria, trecho do encunhamento, a não
conformidade é ocasionada devido a ausência da junta de movimentação na fachada.
De acordo com a ABNT NBR 13755/2017 item [Link] b) “A junta de movimentação tem a função de
subdividir as superfícies revestidas com placas cerâmicas de modo a formar painéis que suportem os
efeitos cumulativos das movimentações transmitidas pelo edifício e pelo fatores climáticos
COMENTÁRIOS (temperatura, umidade), adequando assim as solicitações impostas a resistências dos materiais
empregados.
De acordo com a ABNT NBR 13755/2017 [Link] “No caso de juntas horizontais em estruturas
reticuladas de concreto com vedação em alvenaria, convém que sejam posicionadas a cada
pavimento, coincidindo com a interface alvenaria/estrutura (fundo de viga), uma vez que esta tende a
ser a região mais suscetível a movimentos diferenciais.”
Através da termografia foi possível comprovar que a fissura se desenvolve na região de interface.
RECOMENDAÇÕES
Realizar a abertura da junta de movimentação na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONSTRUTORA
140
NÃO CONFORMIDADE Infiltração
REGISTRO FOTOGRÁFICO
141
Foto termográfica
142
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
MANUTENÇÃO (X)
CONDOMÍNIO
3 1
CONSTRUTORA
143
12.8. SISTEMA GÁS
Empreendimentos que têm sistema de gás encanado oferecem uma série de
vantagens para os moradores. Além do fornecimento constante, a solução não exige
o armazenamento de botijão dentro da residência. No entanto, para garantir os
benefícios, é indispensável que o projeto seja elaborado por profissional capacitado,
e a execução da instalação seja feita por equipe técnica especializada.
A ABNT NBR 13.206 — Tubo de Cobre Leve, Médio e Pesado, sem Costura,
para Condução de Fluidos – Requisitos — norteia a escolha do encanamento que
deve ser empregado em sistemas de distribuição de gás. Atualmente, os canos de
cobre substituem os materiais de aço galvanizado ou ferro fundido usados em
instalações antigas. Já nas áreas externas, os mais empregados são os tubos de
polietileno de alta densidade (PAD).
144
NÃO CONFORMIDADE Reguladores de gás vencidos
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Próximo vaga 112 – Venc. 2016 Foto – Coluna 9 e 4 – Venc. 2022
145
Foto – Coluna 3 e 10 – Venc; 2016 Foto – Coluna 2- Venc. 2022
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES
Realizar a substituição dos reguladores.
PARA TRATAMENTO
1 1 CONSTRUTORA
146
[Link] SISTEMAS:
NÃO CONFORMIDADE Manchas de escorrimento no subsolo
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO (x)
Durante a inspeção no subsolo, observou-se a presença de escorrimento d’água nas paredes devido
COMENTÁRIOS a ausência de detalhes arquitetônicos como pingadeiras, nesse caso, um perfil em “L” instalado na
parte inferior da viga para cortar os pingos e direcionar a água para fora.
RECOMENDAÇÕES
Realizar a implantação da ´pingadeira em “L” abaixo da viga.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONDOMÍNIO
147
NÃO CONFORMIDADE Fissura
REGISTRO FOTOGRÁFICO
148
Foto termográfica
149
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES
Realizar a implantação de uma verga no trecho da porta transpassando 20% do tamanho do vão.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
150
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (360)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES
Realizar a limpeza do reservatório de forma periódica.
PARA TRATAMENTO
4 2 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
151
Foto – Sujidade na calha
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (360)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES Realizar a limpeza da calha de forma periódica, recomenda-se a implantação de telas de proteção na
PARA TRATAMENTO calha a fim de evitar a passagem de sujidade.
4 2 CONDOMÍNIO
152
NÃO CONFORMIDADE Sujidade no reservatório da bomba submersa
REGISTRO FOTOGRÁFICO
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES
Realizar a limpeza da caixa de forma periódica.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONDOMÍNIO
153
NÃO CONFORMIDADE Fissura
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Pacômetro identificando elemento estrutural Foto – Pacômetro não identificando elemento
estrutural
154
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES Realizar a abertura de uma janela de inspeção a fim de comprovar o trecho que desenvolve a fissura,
PARA TRATAMENTO confirmando, recomenda-se a implantação de tela eletrosoldada galvanizada.
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
155
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (180)
MANUTENÇÃO (x)
Durante a inspeção nas caixas de inspeção localizadas na calçada da edificação (esgoto e gordura),
COMENTÁRIOS observou-se a presença de sujidade, a não conformidade pode ocasionar o entupimento e retorno de
mal cheiro pelas tubulações.
RECOMENDAÇÕES
Realizar a limpeza da caixa de forma periódica.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
156
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção na cobertura, observou-se que o shaft de passagens das tubulações se encontra
totalmente exposto.
COMENTÁRIOS
A não conformidade permite o encharcamento da alvenaria e pode ocasionar infiltrações nos
apartamentos.
RECOMENDAÇÕES
Realizar o fechamento do shaft.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
157
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES
Realizar a implantação de um suporte fixo.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
HALL 13
158
Foto – Detector de metais
HALL 12
159
Foto – Detector de metais
HALL 11
160
Foto – Detector de metais
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção nos halls da edificação, observou-se a presença de fissura verticais nos cantos
COMENTÁRIOS inferiores da janela.
RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada no local.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
161
NÃO CONFORMIDADE Fissura
REGISTRO FOTOGRÁFICO
162
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção no hall do 13º pavimento, observou-se a presença de fissura linear vertical, a não
COMENTÁRIOS conformidade possivelmente é ocasionada devido a ausência de reforços na região fragilizada para
passagem das instalações hidrossanitárias..
RECOMENDAÇÕES Realizar uma janela de inspeção a fim de avaliar a progressão da fissura, confirmando, realizar o
PARA TRATAMENTO reforço no perimetro da fissura.
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Detector identificando contraverga Foto – Detector não identificando contraverga no inicio
da fissura
163
Foto – Alinhamento da fissura
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção no alv de festas, observou-se a presença de fissura no canto inferior da janela
COMENTÁRIOS ocasionada devido a ausência/insuficiência de reforços na região.
RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e implantar tela eletrosoldada galvanizada no local.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
164
NÃO CONFORMIDADE Fissura
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Fissura abaixo da rampa acesso Pv. Garagem Foto – Fissura abaixo da rampa acesso Pv. Garagem
165
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e implantar espuma expandida na região do encunhamento.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
166
Foto: trecho retirado do manual da escada ALBACETE
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES
Redimensionar o sistema de circulação e filtragem da piscina.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
167
NÃO CONFORMIDADE Ausência vedação das esquadrias
REGISTRO FOTOGRÁFICO
168
Foto termográfica
169
ESCADA ENTRE 13º ANDAR E CASA DE MÁQUINAS
Foto – Infiltração
Foto termográfica
170
Foto termográfica (Imagem digital)
171
Foto termográfica
172
HALL 11º ANDAR
173
Foto termográfica
174
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES
Realizar a vedação da esquadria com selante a fim de evitar a passagem d’água.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONSTRUTORA
175
Principais vantagens:
176
NÃO CONFORMIDADE Revestimentos descolados
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Imagem termográfica
Imagem digital
177
Imagem termográfica
Imagem digital
178
Imagem termográfica
Imagem digital
179
Imagem termográfica
Imagem digital
180
Imagem termográfica
Imagem digital
181
Imagem termográfica
Imagem digital
182
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)
MANUTENÇÃO (x)
Através da análise termográfica com uso da câmera FLIR E75, foi possível identificar áreas (setas
pretas) com possíveis revestimentos descolados ocasionados devido ao diferencial térmico entre a
COMENTÁRIOS área com revestimento aderido e não aderido que permite a entrada de ar entre o revestimento e o
substrato fazendo com que a região esquente/esfrie mais (a depender da carta solar) do que a área
aderida.
As setas e quadrados vermelhos demonstram as áreas com falha no rejuntamento.
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada de acordo com a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO
1 1 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Imagem termográfica
183
Imagem digital
Através da análise termográfica com uso da câmera FLIR E75, foi possível identificar todos os
COMENTÁRIOS elementos estruturais da fachada (pilar e viga), a avaliação é de extrema importância para avaliar o
posicionamento correto das juntas de movimentação da fachada da edificação conforme a ABNT
NBR 13755/2017.
184
NÃO CONFORMIDADE Fissuras na diagonal na alvenaria
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Imagem termográfica
Imagem digital
185
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (1000)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção através do uso do drone térmico, foi possível identificar a presença de fissuras
inclinadas no pavimento abaixo da laje de cobertura.
COMENTÁRIOS A não conformidade possivelmente é ocasionada devido as seguintes possibilidades:
1. Deformação na viga de suporte;
2. Retração na laje de cobertura.
1. Solicitar parecer técnico da construtora referente as fissuras na fachada, vale ressaltar que as
fissuras estão permitindo infiltrações nas áreas internas das unidades;
RECOMENDAÇÕES
PARA TRATAMENTO 2. Recomenda-se realizar o acompanhamento da fissura a fim de avaliar se está ATIVA ou INATIVA
para então definir o tratamento ideal.
1 1 CONSTRUTORA
186
NÃO CONFORMIDADE Fissura na fachada
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Imagem termográfica
Imagem digital
187
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção através do uso do drone térmico, foi possível identificar a presença de fissura
desenvolvendo na região da junta de assentamento.
As fissuras estão permitindo a presença de eflorescências na fachada e pode ocasionar infiltrações
nas áreas internas.
COMENTÁRIOS “As fissuras causadas por variações de temperatura decorrem, de modo geral, das tensões oriundas
dos movimentos de dilatação e contração que ocorrem nas estruturas das construções quando estas
se encontram expostas às alterações de temperatura sazonais e diárias.” MAGALHÃES, Ernani
Freitas. Fissuras em Alvenarias: Configurações típicas e levantamento de incidências no
Estado do Rio Grande do Sul. 2004. 177f. Dissertação de Mestrado – Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, Porto Alegre, 2004.
1. Solicitar parecer técnico da construtora referente as fissuras na fachada
RECOMENDAÇÕES
PARA TRATAMENTO 2. Recomenda-se realizar o acompanhamento da fissura a fim de avaliar se está ATIVA ou INATIVA
para então definir o tratamento ideal.
3 1 CONSTRUTORA
188
13. MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS IDENTIFICADAS NAS UNIDADES:
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (30)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção com empresa especializada a fim de sanar a manifestação.
PARA TRATAMENTO
5 3 APARTAMENTO
189
NÃO CONFORMIDADE Fissura
REGISTRO FOTOGRÁFICO
QUARTO 2
BANHEIRO SUITE
190
Foto – Exemplo de projeto de alvenaria contemplando tela como reforço nas quinas da
esquadria
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
5 3 CONSTRUTORA
191
NÃO CONFORMIDADE Fissura
REGISTRO FOTOGRÁFICO
192
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
193
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ()
Durante a inspeção no apartamento, foi possível identificar a presença de três fissuras paralelas e
inclinadas na parede do quarto.
COMENTÁRIOS
A não conformidade possivelmente é ocasionada devido a trabalhabilidade da estrutura.
Vale ressaltar que através da mediatriz as fissuras apontam movimentação no centro da viga.
RECOMENDAÇÕES
Realizar análise com engenheiro estrutural.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
194
Foto – Identificação do pilar Foto – Identificação da alvenaria
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
5 3 CONSTRUTORA
195
NÃO CONFORMIDADE Fissura
REGISTRO FOTOGRÁFICO
196
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (10)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e realizar reforço pontual na interface.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
197
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na rede frigorígena.
PARA TRATAMENTO
5 3 APARTAMENTO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
198
Foto – Selante aplicado sobre o antigo Foto – Selante aplicado sobre o antigo
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO (x)
5 3 APARTAMENTO
199
NÃO CONFORMIDADE Ausência na declividade para o ralo
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Realizar o caimento para os coletores d’água conforme a ABNT NBR 9575/2010.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
200
NÃO CONFORMIDADE Mancha no forro de gesso
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (10)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES Recomenda-se a abertura de uma janela de inspeção no forro de gesso a fim de avaliar a região entre
PARA TRATAMENTO laje-forro.
5 3 APARTAMENTO
201
NÃO CONFORMIDADE Infiltração
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Infiltração
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ()
Durante a inspeção no apartamento 304, observou-se a presença de infiltração no teto da laje técnica,
a não conformidade é ocasionada principalmente devido a falha na impermeabilização na laje técnica
do apartamento 404.
COMENTÁRIOS A garantia para estanqueidade na impermeabilização é de 5 anos.
Vale ressaltar que a percolação d’água pelo concreto contribui com o carreamento do hidróxido de
cálcio responsável por manter o ph do concreto, ocasionando sua carbonatação e posterior corrosão
das armaduras.
RECOMENDAÇÕES
Realizar a impermeabilização da laje técnica conforme a ABNT NBR 9574/2008.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONSTRUTORA
202
NÃO CONFORMIDADE Mancha de umidade
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Recomenda-se o uso de desumidificadores de ar.
PARA TRATAMENTO
5 3 APARTAMENTO
203
NÃO CONFORMIDADE Fissura
REGISTRO FOTOGRÁFICO
204
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (10)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e realizar reforço pontual na interface.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
205
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ( )
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
206
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Realizar o caimento para os coletores d’água conforme a ABNT NBR 9575/2010.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
207
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Substituir o revestimento por outro do mesmo lote e tonalidade.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
208
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (30)
MANUTENÇÃO ( )
Durante a inspeção no quarto principal, observou-se a presença de uma fissura no forro de gesso, a
COMENTÁRIOS
não conformidade foi possivelmente foi ocasionada devido a instalação do móvel.
RECOMENDAÇÕES
Realizar emassamento e pintura do forro.
PARA TRATAMENTO
5 3 APARTAMENTO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
209
Foto – Falha no selante Foto – Ausência vedação
MANUTENÇÃO ( )
1. Realizar manutenção no selante, vale ressaltar que de acordo com a ABNT NBR 13755/2017, a
RECOMENDAÇÕES garantia mínima do selante é de 5 anos, conforme item 4.11.1.
PARA TRATAMENTO 2. Registro fotográfico com a vedação interna da esquadria (Construtora), caso não seja constatado,
realizar a vedação da esquadria pelo lado externo com selante.
5 3 CONSTRUTORA
210
NÃO CONFORMIDADE Umidade abaixo da janela
REGISTRO FOTOGRÁFICO
211
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO (x)
CONDOMÍNIO
3 1
CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
212
Foto – Detector identificando alvenaria Foto – Detector identificando pilar
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ( )
5 3 CONSTRUTORA
213
NÃO CONFORMIDADE Umidade no forro
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Recomenda-se o uso de desumidificadores de ar.
PARA TRATAMENTO
5 3 APARTAMENTO
214
NÃO CONFORMIDADE Falhas na fachada
REGISTRO FOTOGRÁFICO
215
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
216
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Realizar a substituição do revestimento quebrado.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
217
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Substituir o revestimento por outro do mesmo lote e tonalidade.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
218
Foto – Detector identificando alvenaria Foto – Detector identificando pilar
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ( )
5 3 CONSTRUTORA
219
NÃO CONFORMIDADE Infiltração
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Medidor de umidade na altura da caixa Foto – Medidor de umidade acima da caixa
220
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES
Realizar a abertura na região da caixa de passagem e avaliar sua declividade.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
SALA TV
221
Foto – Esquadria e gancho
QUARTO
222
Foto – Esquadria e gancho
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (180)
MANUTENÇÃO (x)
Durante a inspeção no apartamento, foi relatado a presença de umidade nas paredes abaixo das
janelas.
Ao avaliar a fachada não foi possível identificar falhas no qual permitiriam a infiltração nos
COMENTÁRIOS apartamentos. Entretanto, a região do peitoril se encontra com diversas perfurações não vedadas no
qual podem estar contribuindo com a umidade no apartamento.
Vale ressaltar que não foi possível identificar a presença de vedação da esquadria no lado externo,
necessário solicitar a construtora relatório fotográfico sobre a vedação interna da esquadria.
APARTAMENTO
5 3
CONSTRUTORA
223
NÃO CONFORMIDADE Fissura na amarração dos materiais
REGISTRO FOTOGRÁFICO
224
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
225
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
226
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
COMENTÁRIOS Através do detector de metais não foi possível identificar a presença de materiais com elementos
diferentes no trecho, a não conformidade possivelmente é ocasionada devido a abertura para
passagem das instalações elétricas.
RECOMENDAÇÕES Realizar a abertura de uma janela de inspeção no apartamento a fim de identificar a causa da
PARA TRATAMENTO manifestação
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
227
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (60)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES
Recomenda-se o uso de desumidificadores de ar.
PARA TRATAMENTO
5 3 APARTAMENTO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Foto – Fissura
228
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
Durante a inspeção no quarto, observou-se a presença de fissura linear vertical, a não conformidade
COMENTÁRIOS
possivelmente é ocasionada devido a movimentação nas emendas das placas.
RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e implantar tela como reforço.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
229
Durante a inspeção no apartamento 1107, observou-se a presença de manchas de umidade abaixo
da condensadora de ar.
A não conformidade possivelmente foi ocasionada devido a falha na declividade da caixa de passagem
COMENTÁRIOS
do dreno.
Vale ressaltar que através do medidor de umidade não foi possível identificar umidade no local,
classificando a infiltração como INATIVA.
RECOMENDAÇÕES
Avaliar se a mancha irá progredir, caso avance, realizar a remoção do split para avaliar o caimento.
PARA TRATAMENTO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
230
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
PARA TRATAMENTO Realizar manutenção na fachada conforme as instruções informadas no laudo termográfico.
3 1 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
231
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
MANUTENÇÃO (x)
5 3 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
232
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
233
Foto – Detector identificando alvenaria Foto – Detector identificando estrutura
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e realizar reforços na ligação entre pilar-alvenaria.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
234
NÃO CONFORMIDADE Matéria orgânica próximo ao ralo
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Realizar a implantação de calços na máquina.
PARA TRATAMENTO
5 3 APARTAMENTO
235
NÃO CONFORMIDADE Fissura linear horizontal
REGISTRO FOTOGRÁFICO
236
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (10)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Escarear a fissura e realizar reforço pontual na interface.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
237
Foto – Medição de umidade
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Realizar o caimento para os coletores d’água conforme a ABNT NBR 9575/2010.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
238
NÃO CONFORMIDADE Infiltração
REGISTRO FOTOGRÁFICO
INFILTRAÇÃO 01 - VARANDA
239
INFILTRAÇÃO 02 – BANHEIRO SUITE
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Realizar impermeabilização no apartamento superior conforme a ABNT NBR 9574/2008.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONSTRUTORA
240
NÃO CONFORMIDADE Fissura
REGISTRO FOTOGRÁFICO
241
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
242
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
243
Foto – Detector de metais
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ( )
5 3 CONSTRUTORA
244
NÃO CONFORMIDADE Eflorescências na varanda
REGISTRO FOTOGRÁFICO
245
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada de acordo com a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO
4 3 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
246
Foto – Medidor de umidade
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada conforme as instruções informadas no laudo termográfico.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONSTRUTORA
247
NÃO CONFORMIDADE Infiltração
REGISTRO FOTOGRÁFICO
248
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO (X)
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017
PARA TRATAMENTO
3 1 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
249
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
250
Foto – Detector identificando alvenaria Foto – Detector identificando estrutura
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
5 3 CONSTRUTORA
251
NÃO CONFORMIDADE Fissura e infiltração
REGISTRO FOTOGRÁFICO
252
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
MANUTENÇÃO ()
3 1 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
INFILTRAÇÃO 01 - CORREDOR
253
INFILTRAÇÃO 02 – TRECHO ENTRE SALA E VARANDA
INFILTRAÇÃO 03 – QUARTO
254
Foto – 0% de umidade no meio da parede
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO ( )
RECOMENDAÇÕES Solicitar parecer técnico a construtora referente a infiltração, vale ressaltar que garantia sobre
PARA TRATAMENTO impermeabilização é de 5 anos.
5 3 CONSTRUTORA
255
NÃO CONFORMIDADE Fissura
REGISTRO FOTOGRÁFICO
256
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
257
Foto – Identificação do elemento estrutural Foto – Fissura antes da pintura
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (800)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Realizar inspeção com engenheiro estrutural a fim de avaliar a causa da fissura e tratamento ideal.
PARA TRATAMENTO
2 1 CONSTRUTORA
258
NÃO CONFORMIDADE Mancha no forro de gesso
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO (x)
Através do medidor de umidade foi possível identificar e classificar a umidade no teto como ATIVA.
COMENTÁRIOS De acordo com relato obtido do morador, houve um problema de vazamento na bomba de
pressurização no qual permitiu infiltrações no banheiro do apartamento.
Vale ressaltar que foi possível identificar falhas nas tubulações na casa de bombas da cobertura no
qual também contribuem com a infiltração no apartamento.
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na parte hidráulica a fim de sanar o vazamento.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONDOMÍNIO
259
NÃO CONFORMIDADE Ausência do caimento para o ralo
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Realizar o caimento para os coletores d’água conforme a ABNT NBR 9575/2010.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
260
NÃO CONFORMIDADE Infiltração
REGISTRO FOTOGRÁFICO
261
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO (X)
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017
PARA TRATAMENTO
3 1 CONDOMÍNIO
REGISTRO FOTOGRÁFICO
262
Foto – Medição de umidade no meio da parede Foto – Fachada
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (480)
MANUTENÇÃO (x)
RECOMENDAÇÕES
Realizar manutenção na fachada conforme a ABNT NBR 13755/2017.
PARA TRATAMENTO
3 1 CONDOMÍNIO
263
NÃO CONFORMIDADE Fissura na interface dos materiais diferentes
REGISTRO FOTOGRÁFICO
FISSURA 1
264
FISSURA 2
265
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
5 3 CONSTRUTORA
REGISTRO FOTOGRÁFICO
266
Foto – Falha na fachada
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO (X)
CONDOMÍNIO
5 3
CONSTRUTORA
267
NÃO CONFORMIDADE Perfuração na fachada
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Realizar a vedação dos ganchos com selante.
PARA TRATAMENTO
5 3 APARTAMENTO
268
NÃO CONFORMIDADE Ausência na declividade para os ralos
REGISTRO FOTOGRÁFICO
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (240)
MANUTENÇÃO ()
RECOMENDAÇÕES
Realizar o caimento para os coletores d’água conforme a ABNT NBR 9575/2010.
PARA TRATAMENTO
5 3 CONSTRUTORA
269
NÃO CONFORMIDADE Infiltração
REGISTRO FOTOGRÁFICO
270
SISTEMA AMBIENTE CLASSIFICAÇÃO MATRIZ GUT
OPERAÇÃO ( )
FALHA TOTAL (80)
MANUTENÇÃO ()
5 3 CONSTRUTORA
271
16. CONSIDERAÇÕES FINAIS:
O condomínio necessita realizar vistorias técnicas periódicas, a cada 5 anos,
em observância a Lei municipal n° 6145. Além do caráter legal, há benefícios para a
segurança das pessoas, manutenção do imóvel, economia a longo prazo, aumento da
vida útil e valorização patrimonial.
_________________________________________
Adélia Maria Acioli Lopes
Engenheira Civil
___________________________________________
Matheus Barros Aguiar de Lima
Engenheiro Civil
_________________________________________
Carlos Henrique Crespo Santos
Diretor Técnico – Engenheiro Civil
272
17. ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA - ART:
273
18. REFERÊNCIAS:
274
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13755 – Revestimento
cerâmicos de fachadas e paredes externas com utilização de argamassa colante –
Projeto, execução, inspeção e aceitação - projeto, 2017.
275
VERÇOZA, E.J. Impermeabilização na construção. Porto Alegre: Editora Sagra,
1983.
ABRAFATI. Tintas e Vernizes: Ciência e Tecnologia. 2 ed. V.2 São Paulo: FIESP,
2005.
AECWEB. GLP OU GN: Sistema de gás encanado precisa ser bem projetado. 20
de outubro de 2018.
276