Promoções dos Militares Estaduais no Ceará
Promoções dos Militares Estaduais no Ceará
htm
VOLTAR
O texto desta Lei não substitui o publicado no Diário Oficial.
LEI N.º 15.797, DE 25.05.15
(Republicado por incorreção no D.O. de 28.05.15)
CAPÍTULO I
DAS DIRETRIZES E DEFINIÇÕES
Art. 1º A promoção, direito do militar estadual, consiste na elevação na carreira, tendo por
objetivo o estímulo ao constante aprimoramento funcional com resultado no alcance dos graus
hierárquicos superiores nas corporações militares.
CAPÍTULO II
DAS PROMOÇÕES
Seção I
Das Modalidades
1 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
Seção II
Do Quadro de Acesso Geral
Art. 6º Para fins de promoção por antiguidade e merecimento, deve o militar figurar
no Quadro de Acesso Geral, cujo ingresso requer o preenchimento dos seguintes requisitos,
cumulativamente:
I - interstício no posto ou na graduação de referência;
II - curso obrigatório estabelecido em lei;
III - serviço arregimentado;
IV - mérito.
§ 1º O interstício de que trata o inciso I deste artigo, a ser completado até a data
em que efetivada a promoção, é o tempo mínimo de efetivo serviço considerado em cada posto
ou graduação, descontado o tempo não computável, da seguinte forma:
I – para oficiais:
a) para o posto de 1° Tenente – 5 (cinco) anos no posto de 2° Tenente;
b) para o posto de 1º Tenente QOAPM e QOABM – 3 (três) anos no posto de 2º
Tenente QOAPM e QOABM;
c) para o posto de Capitão – 5 (cinco) anos no posto de 1° Tenente;
d) para o posto de Capitão QOAPM e QOABM – 2 (dois) anos no posto de 1°
Tenente QOAPM e QOABM;
e) para o posto de Major – 6 (seis) anos no posto de Capitão;
f) para o posto de Major QOAPM e QOABM – 2 (dois) anos no posto de Capitão
QOAPM e QOABM;
g) para o posto de Tenente-Coronel – 5 (cinco) anos no posto de Major;
h) para o posto de Coronel – 3 (três) anos no posto de Tenente-Coronel;
II – para praças:
a) para a graduação de Cabo – 7 (sete) anos na graduação de Soldado;
b) para a graduação de 3° Sargento – 5 (cinco) anos na graduação de Cabo;
c) para a graduação de 2° Sargento – 3 (três) anos na graduação de 3° Sargento;
d) para a graduação de 1° Sargento – 3 (três) anos na graduação de 2° Sargento;
e) para a graduação de Subtenente – 4 (quatro) anos na graduação de 1°
Sargento.
§ 2° O curso obrigatório de que trata o inciso II, disposto no caput deste artigo, a
ser concluído, com aproveitamento, até a data de encerramento das alterações, é o que
possibilita o acesso e a promoção do oficial e da praça aos sucessivos postos e graduações de
carreira, nas seguintes condições:
I – para oficiais:
a) para acesso e para nomeação no posto de 2º Tenente: Curso de Formação de
Oficiais – CFO ou Curso de Formação Profissional - CFP, para os integrantes do QOPM, QOSPM,
QOCplPM e QOCPM, na Polícia Militar, e QOBM e QOCBM, no Corpo de Bombeiros Militar, sob
2 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
3 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
4 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
5 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
Seção III
Do Procedimento da Promoção
Art. 9º Elaborado o Quadro de Acesso Geral, serão promovidos 60% (sessenta por
cento) dos militares incluídos na relação de habilitados para graduação ou posto, dos quais
metade ascenderá por antiguidade e a outra metade por merecimento.
Parágrafo único. Na apuração do quantitativo de promoções, nos termos do caput,
proceder-se-á ao arredondamento para o número inteiro seguinte, sempre que da incidência do
percentual previsto resultar número fracionado.
Art. 10. O militar estadual ingresso em Quadro de Acesso Geral por 2 (duas) vezes,
que não conseguir ascender, será automaticamente, na promoção seguinte, promovido ao
6 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
posto ou à graduação subsequente, bastando que, nesta próxima promoção, figure em Quadro
de Acesso Geral, observado o percentual do § 1º do art. 11.
Art. 11. As promoções de que trata esta Lei, à exceção dos postos de Coronel e
Major QOA, independerão de vagas e ocorrerão com observância ao percentual previsto no
caput do art. 9º.
§ 1º Nas promoções da praça Soldado, deverá ser observado o número mínimo de
permanência na citada graduação de 40% (quarenta por cento) do efetivo de Soldado existente
na Corporação respectiva.
§ 2º Efetuadas as promoções, o posto ou a graduação do militar promovido será
transformado para o posto ou a graduação que passar a ocupar.
Art. 12. As promoções serão anuais, para as quais se levarão em consideração as
alterações ocorridas na vida funcional do oficial ou praça, e acontecerão nas datas e segundo
processamento estabelecidos em decreto.
Art. 13. O disposto nesta Seção não se aplica à promoção aos postos de Coronel e
de Major QOA.
Art. 13-A. Antes da concessão da promoção, será o militar submetido pela perícia
oficial a exame toxicológico custeado pelo Estado, sendo excluído do processamento em caso
de resultado positivo para o consumo de drogas ilícitas. (nova redação dada pela lei n.°19.129,
de 19.12.24)
§ 1.º Caso o laudo médico a que se refere o caput deste artigo dê resultado positivo
para o uso de drogas ilícitas, o militar será encaminhado para tratamento. (nova redação dada
pela lei n.°19.129, de 19.12.24)
§ 2.º Impedido o militar de ser promovido em razão do disposto neste artigo,
poderá voltar a concorrer regularmente nas promoções subsequentes, uma vez concluído o
tratamento clínico psicossocial com laudo favorável. (nova redação dada pela lei n.°19.129, de
19.12.24)
Seção IV
Da Promoção por Antiguidade e por Merecimento
7 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
8 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
promoções.
§ 2º Às Comissões de Promoção competem, dentre outras atribuições previstas em
regimento interno:
I - ter pleno conhecimento da legislação atinente às promoções;
II - organizar e submeter à aprovação do Comandante-Geral o Quadro de Acesso e
as propostas para as promoções por antiguidade e merecimento;
III - propor a agregação de militar estadual que deva ser transferido ex officio para
a reserva, segundo o disposto nesta Lei;
IV - emitir parecer sobre recurso referente a processamento de promoção;
V - organizar a relação de militares estaduais impedidos de ingresso em Quadro de
Acesso;
VI - propor ao Comandante-Geral a elaboração de Quadro de Acesso extraordinário;
VII - fixar prazos para remessa de documentos;
VIII - processar os requerimentos interpostos, e solucioná-los, quando não for o
caso de encaminhamento à Procuradoria-Geral do Estado;
IX - constar as respectivas deliberações em atas, sob pena de nulidade.
§ 3º As deliberações das Comissões de Promoção serão publicadas em boletim
interno e suas decisões serão tomadas, por maioria simples de votos, ficando o presidente
dispensado de votar, exceto nos casos de empate, quando proferirá voto de qualidade.
§ 4º Caso não exista número suficiente de oficiais para compor as comissões, por
qualquer causa legal, elas poderão funcionar com até 3 (três) membros, observado o disposto
no § 3º.
Art. 18. A promoção ao posto de Coronel ocorrerá pelo critério de merecimento,
observados os demais preceitos estabelecidos nesta Lei.
§ 1º A promoção prevista no caput se efetivará por escolha do Governador do
Estado dentre os Tenentes-Coronéis constantes de lista elaborada pela Corporação respectiva.
§ 2º A lista a que se refere este artigo, para promoção por merecimento, conterá
relação com nomes equivalentes ao dobro do número de vagas abertas para o posto de
Coronel, devendo, no mínimo, contar com 5 (cinco) nomes.
§ 3º A lista de Tenentes-Coronéis, habilitados para promoção por merecimento,
realizada semestralmente, terá por base a ordem de antiguidade, tendo por limite quantitativo
o dobro de Coronéis previsto em lei específica, conforme estabelecido em decreto, e
observados os arts. 6º e 7º desta Lei.
§ 4º Verificada a existência de vaga no posto de Coronel, o Comandante-Geral de
cada Corporação encaminhará ao Secretário da Segurança Pública e Defesa Social a relação
dos Tenentes-Coronéis devidamente habilitados, por ordem de merecimento, com posterior
remessa ao Governador para escolha e promoção na forma estabelecida em decreto.
§ 5º A promoção de que trata o caput não observará a data a que faz referência o
art. 12 desta Lei.
§ 6º Em caso de empate na pontuação final para a promoção do militar estadual ao
posto de Coronel, o desempate se dará observando os seguintes critérios, em ordem de
precedência:
I – resultado no relatório individual de promoção;
II – antiguidade no posto;
III – tempo de serviço na respectiva corporação;
IV – idade.
§ 7º Inexistindo Tenentes-Coronéis, com interstício para compor a lista, o
quantitativo previsto poderá ser preenchido com Tenentes-Coronéis que possuam, no mínimo,
um ano no posto, observando-se a ordem de antiguidade e o disposto nos arts. 6º e 7º desta
Lei.
Art. 19. As vagas a serem preenchidas para a promoção aos postos de Coronel
QOPM e QOBM e de Major QOAPM e Major QOABM serão provenientes de:
I - agregação, em conformidade com o previsto na Lei nº 13.729, de 13 de janeiro
9 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
de 2006;
II - passagem à situação de inatividade;
III - demissão;
IV - falecimento;
V - aumento de efetivo, conforme dispuser a Lei.
Parágrafo único. As vagas serão consideradas abertas:
I – na data do ato de agregação, salvo se, no próprio ato, for estabelecida outra
data;
II – na data do início do processo de reserva ex officio, por um dos motivos
especificados na Lei n.º 13.729, de 13 de janeiro de 2006;
III – na data oficial do falecimento;
IV – conforme disposição na Lei de aumento de efetivo.
Seção V
Da Quota Compulsória
Seção VI
Da Promoção a Coronel Comandante-Geral
10 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
Seção VII
Da Promoção em Ressarcimento de Preterição
Seção VIII
Da Promoção Requerida
Art. 23. A promoção requerida será efetivada a pedido do militar interessado que
atenda às condições do art. 3º, § 5º, e do art. 7º desta Lei.
§ 1º O militar estadual promovido nos termos do caput será transferido para a
reserva remunerada ex officio, devendo contribuir, mensalmente e por 5 (cinco) anos, após a
inativação, para o Sistema Único de Previdência Social do Estado do Ceará - SUPSEC, com um
acréscimo de contribuição previdenciária, além da que normalmente lhe é devido recolher na
inatividade, equivalente ao montante resultado da aplicação do índice legalmente previsto para
esta contribuição incidente sobre a diferença entre o valor de seus proventos considerando o
posto ou a graduação anterior à promoção requerida e o valor dos proventos considerando
aquele posto ou a graduação com base na qual concedida a reserva.
§ 2º A promoção de que trata o caput, além das condições já previstas nesta Lei,
deverá observar o seguinte:
I - para a promoção requerida ao posto de Coronel, deve o militar interessado ter
constado na lista de Tenentes-Coronéis, habilitados para promoção por merecimento, realizada
semestralmente;
II - o número de promoções requeridas por semestre fica limitado a 1/3 (um terço)
do efetivo previsto na lista de Tenentes-Coronéis, habilitados para promoção por merecimento.
§ 3º Decreto será editado prevendo o período, por semestre, em que deverá o
Tenente-Coronel protocolizar requerimento para promoção de que trata este artigo, bem
dispondo sobre o período necessário para que a Comissão de Promoção de Oficiais avalie os
requerimentos.
11 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
CAPÍTULO III
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 24. Não haverá promoção do militar por ocasião da passagem à inatividade.
Art. 25. O efetivo da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará
observará o quantitativo disposto no anexo I desta Lei.
Parágrafo único. O quantitativo de vagas para Cadete do 1.º Ano, Aluno-a-Oficial
e Aluno-Soldado das Corporações Militares equivalerá ao número de cargos vagos
de 2º Tenente e de Soldado, conforme o caso, observado o disposto no § 3.º do art.
11 da Lei n.º 13.729, de 11 de janeiro de 2006. (Incluído pela Lei n.º 17.478, de
27/05/2021)
Art. 26. A Lei nº 13.729, de 13 de janeiro de 2006, passa a vigorar com as
seguintes alterações:
“Art. 3º …
I - ...
b) os Cadetes e Alunos-Soldados de órgãos de formação de militares estaduais;
Art. 15. ...
§ 2º Após o Curso de Formação de Oficiais, ou Curso de Formação Profissional, se
considerado aprovado, o candidato será nomeado 2º Tenente, por ato do Governador do
Estado.
Art. 17. ...
12 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
13 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
Esquema II
CÍRCULOS ESCALA HIERÁRQUICA
SUBTENENTES E SUBTENENTE
PRIMEIRO, PRIMEIRO
PRAÇAS SEGUNDO E GRADUAÇÕES SEGUNDO E
TERCEIROS TERCEIRO
SARGENTOS SARGENTO
CABOS E CABO
SOLDADOS SOLDADO
Art. 28. Os atuais Subtenentes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiro, que tenham
concluído, com aproveitamento, o Curso de Habilitação de Oficiais, realizado na Academia
Estadual de Segurança Pública, serão nomeados ao posto de 1º Tenente QOAPM e 1º Tenente
QOABM, a contar da data da publicação desta Lei, cuja data da solenidade será estipulada pelo
respectivo Comandante-Geral.
Art. 29. Os candidatos aprovados nos concursos para Oficial PM e BM, regidos pelos
Editais n.ºs 01 SSPDS/AESP – 1º Tenente BMCE e 01 SSPDS/AESP – 1º Tenente PMCE, de 18
de novembro de 2013, serão nomeados ao posto de 1º Tenente QOPM e 1º Tenente QOBM,
após conclusão, com aproveitamento, do Curso de Formação Profissional.
Parágrafo único. O interstício para promoção ao posto de Capitão QOPM e Capitão
QOBM, para os militares de que trata este artigo, será de 8 (oito) anos, e o tempo
arregimentado, de 7 (sete) anos. (Revogado pela Lei n.º 17.478, de 17.05.2021)
Art. 29-A. Os militares estaduais ingressos no serviço ativo por meio dos concursos
de que trata o art. 29 desta Lei, apenas poderão figurar no Quadro de Acesso às promoções do
posto de Major QOPM e QOBM ao de Tenente-Coronel QOPM e QOBM quando contarem com,
pelo menos, 21 (vinte e um) anos na carreira de Oficial QOPM e QOBM, sem prejuízo do
atendimento às condições previstas na Seção II, Capítulo I desta Lei. (Incluído pela Lei n.º
17.478, de 27/05/2021)
Art. 30. Excepcionalmente, para a promoção que ocorrerá em 2015, será garantida
aos atuais oficiais a promoção segundo os critérios abaixo, independentemente dos limites
estabelecidos no art. 9º desta Lei:
I - ao posto de Tenente-Coronel QOPM/QOBM, o Major que tenha cumprido, no
mínimo, 20 (vinte) anos na carreira;
II - ao posto de Major QOPM/QOBM, o Capitão que tenha cumprido, no mínimo, 15
(quinze) anos na carreira;
14 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
15 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
janeiro de 2006.
Art. 34. Fica assegurado aos atuais Capitães e Majores, na data da publicação
desta Lei, cumprir os interstícios previstos no Título IV da Lei nº 13.729, de 13 de janeiro de
2006, até a promoção ao posto de Tenente-Coronel, desde que possuam no mínimo 12 (doze)
anos de carreira.
Art. 34-A. Os oficiais militares que, aprovados em concurso público para ingresso
na carreira, hajam concluído, com êxito, o Curso de Formação de Oficiais antes da publicação
desta Lei, independente do cumprimento de estágio supervisionado ou da data de sua
realização, nos termos do art. 34 da Lei n.º 13.729, de 13 de janeiro de 2006, terão direito à
promoção ao posto de 1.º Tenente. (Incluído pela Lei n.º 18.011, de 01/04/2022)
Art. 35. O militar estadual que for promovido, ou que deixar de ingressar em
inatividade ex officio, ou que retornar ao serviço ativo, tudo por ordem judicial, não ocupará
vaga no respectivo quadro, ficando como excedente até o trânsito em julgado da decisão.
Art. 36. Os oficiais e as praças das corporações militares serão designados para as
funções em consonância com os princípios da conveniência e da oportunidade, visando ao
interesse institucional, observado o disposto nos artigos 43, 44 e 45 da Lei nº 13.729, de 13 de
janeiro de 2006.
Art. 37. Fica extinto o cargo de provimento em comissão de Comandante-Geral da
Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Estado.
Art. 38. O soldo do Coronel Comandante-Geral da PMCE e do CBMCE observará o
disposto no anexo II, desta Lei.
Art. 39. Além do soldo a que se refere o art. 38, o Coronel Comandante-Geral fará
jus à Gratificação pelo Exercício de Comando, no valor previsto também no anexo II, desta Lei,
incorporável à inatividade desde que sobre ela contribua o militar para o SUPSEC por, no
mínimo, 2 (dois) anos.
Parágrafo único. Na hipótese de não possuir o Coronel Comandante-Geral o
período mínimo para incorporação a que se refere o caput, levará para os proventos percentual
da Gratificação pelo Exercício de Comando proporcional ao tempo que permaneceu na chefia da
Corporação.
Art. 40. Os ocupantes do cargo de provimento em comissão de Comandante-Geral,
na data da publicação desta Lei, poderão incorporar a gratificação a que se refere o art. 39,
desde que contem, no mínimo, com 12 (doze) meses de contribuição sobre ela para o SUPSEC.
§ 1º Para completar o tempo de incorporação a que se refere o caput, poderá o
militar aproveitar o período de exercício do cargo em comissão de Comandante-Geral, desde
que recolha para a previdência estadual, retroativamente e considerando o intervalo que deseja
aproveitar, contribuição previdenciária incidente sobre o valor atribuído por lei, no momento da
reserva ex officio, à Gratificação pelo Exercício de Comando.
§ 2º No caso de o militar de que trata este artigo, mesmo se utilizando da regra do
§ 1º, não possuir o tempo necessário à incorporação prevista no caput, poderá incorporar a
Gratificação pelo Exercício de Comando na integralidade, recolhendo, após a inatividade, para o
SUPSEC, e no intuito de completar o requisito temporal, valor a maior a título de contribuição
previdenciária, tendo por base de cálculo o quanto atribuído em lei à referida gratificação, no
momento da reserva.
Art. 41. As promoções de que trata esta Lei, previstas para o ano de 2015, serão
efetivadas até a data de 24 de dezembro.
Art. 41-A. Os cursos exigidos para as promoções aos postos de Major QOCPM e
QOCBM e Coronel QOCPM e QOCBM, nos termos das alíneas “b” e “d” do inciso I do § 2.º do
art. 6.º desta Lei, não serão exigidos para fins de promoção dos militares que, na data de
publicação da Lei n.º 17.478, de 17 de maio de 2021, integravam o extinto Quadro de Oficiais
de Saúde da Polícia Militar do Ceará. (Incluído pela Lei n.º 18.011, de 01/04/2022)
Art. 42. Ficam revogadas as disposições em contrário, em especial o Título IV, §§
4º e 5º, do art. 24, §2º do art. 25, §3º do art. 30, art. 46, inciso II do art. 49, §1º do art. 50,
alíneas “b”, “c” e “d” do inciso II, do art. 182, e anexos I, II e III da Lei nº 13.729, de 13 de
16 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
janeiro de 2006, e as Leis nºs 13.767, de 28 de abril de 2006, 13.765, de 20 de abril de 2006,
13.781, de 21 de junho de 2006, e 14.931, de 2 de junho de 2011.
Art. 43. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
PALÁCIO DA ABOLIÇÃO, DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ, em
Fortaleza, 25 de maio de 2015.
CORONEL e CORONEL 24
COMANDANTE-GERAL
OFICIAL 829
SOMA 853
b) QUADRO DE OFICIAIS DA SAÚDE – QOSPM. (Revogado pela Lei n.º 17.478, de 17/05/2021)
CORONEL MÉDICO 01
CORONEL DENTISTA 01
CORONEL FARMACÊUTICO 01
OFICIAL 47
SOMA 50
17 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
c) QUADRO DE OFICIAIS CAPELÃES – QOCPL. (Revogado pela Lei n.º 17.478, de 17/05/2021)
OFICIAL 09
SOMA 09
MAJOR 09
OFICIAL 227
SOMA 236
SOMA 16.403
EFETIVOS
OFICIAIS PM 1.148
PRAÇAS PM 16.403
CORONEL e CORONEL 09
COMANDANTE-GERAL
OFICIAL 300
SOMA 309
18 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
CORONEL QOC 01
OFICIAL QOC 38
SOMA 39
MAJOR QOA 04
OFICIAL QOA 82
SOMA 86
SOMA 3.269
EFETIVOS
OFICIAIS BM 434
PRAÇAS BM 3.269
19 of 20 1/19/2025, 11:13 AM
LEI N [Link]
ANEXO II, A QUE SE REFEREM OS ARTS. 38 E 39 DA LEI N.º 15.797, DE 25 DE MAIO DE 2015.
Soldo R$ 10.873,72
20 of 20 1/19/2025, 11:13 AM