APROVADO EM
08-02-2011
INFARMED
RESUMO DAS CARATERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
1. NOME DO MEDICAMENTO
Niquitin Menta 1,5 mg, comprimido para chupar
2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA
Cada comprimido para chupar contém 1,5 mg de nicotina (na forma de resinato de
nicotina).
Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.
3. FORMA FARMACÊUTICA
Comprimido para chupar (pastilha).
Comprimido para chupar branco ou quase branco e oval, de superfícies convexas, com a
seguinte gravação cunhada num dos lados: L.
4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS
4.1 Indicações terapêuticas
Os comprimidos para chupar Niquitin Menta estão indicados para o tratamento da
dependência do tabaco através do alívio dos sintomas da abstinência de nicotina (ver
secção 5.1), incluindo os desejos incontroláveis associados à suspensão do hábito
tabágico. A cessação permanente do tabagismo é o eventual objectivo.
De preferência, os comprimidos para chupar Niquitin Menta deverão ser utilizados em
conjunto com um programa de apoio comportamental.
4.2 Posologia e modo de administração
Instruções de utilização:
A dosagem do comprimido para chupar dependerá dos hábitos tabágicos de cada
indivíduo.
O comprimido para chupar Niquitin Menta 1,5mg é indicado para fumadores que fumam
20 ou menos cigarros por dia.
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Deve colocar-se um comprimido para chupar na boca e deixá-lo dissolver.
Periodicamente, o comprimido para chupar deve ser movido dentro da boca de um lado
para o outro, repetidamente, até estar completamente dissolvido (aproximadamente 10
minutos). O comprimido para chupar não deve ser mastigado nem engolido inteiro.
Enquanto o comprimido para chupar estiver na boca, não é aconselhável comer nem
beber.
Aconselhamento e apoio de terapia comportamental aumentam a taxa de sucesso.
Adultos:
Os doentes deverão fazer todos os esforços para não fumar durante o tratamento com
Niquitin Menta.
Use um comprimido para chupar sempre que sentir um desejo intenso de fumar.
Diariamente deve ser usado um número suficiente de comprimidos para chupar,
usualmente 8 a 12, até um máximo de 15.
Continue a usar durante 6 semanas para cessar o hábito de fumar, e depois reduza
gradualmente o uso dos comprimidos para chupar. Quando o uso diário se limitar a 1 a 2
comprimidos para chupar, pare o tratamento.
Para ajudá-los a não voltar a fumar depois do tratamento, os doentes poderão usar um
comprimido para chupar nas situações em que se sintam fortemente tentados a fumar.
Os doentes que usarem os comprimidos para chupar mais de 9 meses devem ser
aconselhados a procurar ajuda junto de um profissional de saúde.
Crianças e Adolescentes:
Niquitin Menta só deverá ser usado por adolescentes (12 a 17 anos inclusive) quando
aconselhado por um profissional de saúde.
Niquitin Menta não está recomendado para uso em crianças com menos de 12 anos pela
falta de informação de segurança e eficácia.
4.3 Contra-indicações
- Hipersensibilidade à substância activa ou a qualquer um dos excipientes.
- Crianças com menos de 12 anos.
- Não fumadores
4.4 Advertências e precauções especiais de utilização
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Os riscos associados ao uso de terapia de substituição nicotínica são substancialmente
ultrapassados em todas as circunstâncias pelos riscos bem estabelecidos de continuar a
fumar.
Os fumadores dependentes com história recente de enfarte do miocárdio, angina instável
ou agravada, incluindo angina de Prinzmetal, arritimias cardíacas graves, hipertensão não
controlada ou acidente vascular cerebral recente: devem ser aconselhados a deixar de
fumar sem recorrer a intervenções farmacológicas (como o aconselhamento). Se tal não
resultar, o tratamento com Niquitin Menta poderá ser considerado. No entanto, uma vez
que a informação neste grupo de risco é limitada, a iniciação com este tratamento só
deverá fazer-se sob vigilância médica.
Diabetes Mellitus: os doentes com diabetes mellitus devem ser aconselhados a fazer a
monitorização dos seus níveis de açúcar de forma mais regular do que o habitual quando
se inicia a terapia de substituição nicotínica já que as catecolaminas libertadas pela
nicotina podem afectar o metabolismo dos hidratos de carbono.
Reacções alérgicas: susceptibilidade a angioedema e urticária
Deve ser realizada uma avaliação risco-benefício por um profissional de saúde adequado
para os doentes que sofrem de:
Disfunção renal e hepática: usar com precaução em doentes com disfunção hepática
moderada a grave e/ou disfunção renal grave já que a depuração da nicotina ou dos seus
metabolitos pode ser diminuída com o potencial aumento de efeitos adversos.
Feocromocitoma e hipertiroidismo não controlado: usar com precaução em doentes com
hipertiroidismo não controlado ou feocromocitoma já que a nicotina causa a libertação
das catecolaminas.
Doença gastrointestinal: a nicotina ingerida pode exacerbar os sintomas nos doentes que
sofrem de esofagite, úlcera gástrica ou péptica. As formulações de terapia de substituição
nicotínica devem ser usadas com precaução nestas condições. Foram notificados casos de
estomatite.
Perigo em crianças pequenas: as doses de nicotina toleradas por adultos e adolescentes
fumadores podem produzir intoxicação grave em crianças pequenas que pode ser fatal.
Os medicamentos contendo nicotina não devem ser deixados em locais onde possam ser
utilizados incorrectamente, manuseados ou ingeridos por crianças.
Deixar de fumar: os hidrocarbonetos aromáticos policíclicos presentes no fumo do tabaco
induzem o metabolismo dos fármacos catalizados pelo CYP 1A2 (e possivelmente pelo
CYP 1A1). Quando um fumador deixa de fumar, tal pode resultar num metabolismo mais
lento e num consequente aumento do nível sanguíneo destes fármacos.
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Dependência transferida: a dependência transferida é rara e é simultaneamente menos
prejudicial e mais fácil de quebrar do que a dependência do tabagismo.
Durante a tentativa para deixar de fumar, os doentes não devem alternar Niquitin Menta
com gomas para mascar de nicotina já que os dados da farmacocinética indicam uma
maior disponibilidade de nicotina a partir de Niquitin Menta em comparação com as
gomas para mascar.
4.5 Interacções medicamentosas e outras formas de interacção
Não foram definitivamente estabelecidas interacções clinicamente relevantes entre a
terapia de substituição nicotínica e outros fármacos. Contudo, é possível que a nicotina
potencie os efeitos hemodinâmicos da adenosina.
4.6 Gravidez e aleitamento
Gravidez
Fumar durante a gravidez está associado a riscos como atraso do crescimento intra-
uterino, parto prematuro ou nascimento de nados mortos. Deixar de fumar é a medida
mais efectiva para melhorar a saúde da fumadora grávida e do seu bebé. Considera-se que
o melhor será a abstinência precoce.
O ideal será conseguir deixar de fumar sem recorrer a uma Terapia de Substituição de
Nicotina. No entanto, se a mulher não conseguir deixar de fumar sozinha, pode
recomendar-se a terapia de substituição nicotínica para auxiliar a tentativa de cessação. O
risco para o feto do uso de uma terapia de substituição nicotínica é inferior ao esperado
com o fumo do tabaco pois a concentração plasmática máxima é inferior e não há
exposição aos hidrocarbonetos policíclicos e ao monóxido de carbono.
Contudo, como a nicotina passa para o feto afectando os movimentos respiratórios e tem
um efeito dose-dependente na circulação placentária/fetal, a decisão sobre o uso de
terapia de substituição nicotínica deve ser feita durante a gravidez o mais cedo possível.
O objectivo será usar a terapia de substituição nicotínica durante apenas 2-3 meses.
Os medicamentos de dose intermitente poderão ser preferíveis já que estes aportam uma
dose diária inferior à dos sistemas transdérmicos. No entanto, os sistemas transdérmicos
podem ser preferíveis se a mulher sofrer de náuseas durante a gravidez.
Amamentação
A nicotina do tabaco e da terapia de substituição nicotínica é encontrada no leite materno.
No entanto, a quantidade de nicotina à qual o lactente está exposto através da terapia de
substituição nicotínica é relativamente baixa e menos prejudicial que o fumo em segunda
mão que, de outra forma, estaria exposto.
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O ideal será conseguir deixar de fumar sem recorrer a uma Terapia de Substituição de
Nicotina durante o aleitamento. No entanto, se a mulher não conseguir deixar de fumar
sozinha, pode recomendar-se a terapia de substituição nicotínica para auxiliar a tentativa
de cessação.
Em comparação com os sistemas transdérmicos, o uso de terapia de substituição
nicotínica de dose intermitente, poderá minimizar a quantidade de nicotina presente no
leite materno já que o intervalo entre amamentar e administração da terapia de
substituição nicotínica pode mais facilmente ser prolongado. A mulher deverá
experimentar amamentar imediatamente antes de tomar o medicamento.
4.7 Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas
Não são conhecidos os efeitos de Niquitin Menta sobre a capacidade de conduzir e
utilizar máquinas. No entanto, os doentes a usar Terapia de Substituição Nicotínica
devem ser alertados para o facto da cessação tabágica poder causar alterações
comportamentais.
4.8 Efeitos indesejáveis
A terapia de substituição nicotínica pode causar reacções adversas similares às associadas
à nicotina administrada por outros meios, incluindo o tabagismo. Estas podem ser
atribuídas aos efeitos farmacológicos da nicotina, alguns dos quais são dose-dependentes.
Nas doses recomendadas, não foram descritos efeitos adversos graves com Niquitin
Menta. O uso abusivo de Niquitin Menta por indivíduos não habituados a inalar fumo do
tabaco pode conduzir a náuseas, debilidade ou cefaleias.
Determinados sintomas notificados, como depressão, irritabilidade, ansiedade, aumento
do apetite e insónia, poderão estar relacionados com os sintomas de privação associados à
cessação do hábito de fumar. Os doentes que estão a deixar de fumar por qualquer forma
poderão vir a sofrer de cefaleias, tonturas, distúrbios do sono, tosse ou constipação.
Doenças do sistema imunitário
Muito raras (<1/10000): reacções anafilácticas
Perturbações do foro psiquiátrico
Frequentes (>1/100; 1/10): irritabilidade , ansiedade, distúrbios do sono incluindo sonhos
anormais
Pouco frequentes (>1/1000; < 1/100): nervosismo, depressão
Doenças do sistema nervoso
Frequentes (>1/100; 1/10): tonturas, cefaleias
Cardiopatias
Pouco frequentes (>1/1000; < 1/100): palpitações, aumento da frequência cardíaca
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Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Frequentes (>1/100; 1/10): tosse, garganta irritada
Doenças gastrointestinais
Muito frequentes (>1/10): náusea, boca/garganta e língua irritadas
Frequentes (>1/100; 1/10): vómitos, diarreia, desconforto gastrointestinal, flatulência,
soluços, azia, dispepsia
Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas
Pouco frequentes (>1/1000; < 1/100): rash
Afecções musculoesqueléticas e tecidos conjuntivos
Frequentes (>1/100; 1/10): artralgia, mialgia
Perturbações gerais e alterações no local de administração
Pouco frequentes (>1/1000; 1/100): fadiga, mal estar, dor no peito
4.9 Sobredosagem
Sintomas: A dose letal mínima de nicotina num adulto não-tolerante foi estimada em 40 a
60 mg. Mesmo pequenas quantidades de nicotina podem ser perigosas para as crianças e
revelarem-se fatais. A suspeita de uma intoxicação por nicotina numa criança deve ser
considerada uma emergência médica e tratada imediatamente. Os sintomas de
intoxicação aguda com nicotina incluem náusea, salivação, dor abdominal, diarreia,
sudação, cefaleias, tonturas, perturbações auditivas e marcada fraqueza. Em casos
extremos, estes sintomas podem ser seguidos por hipotensão, pulsação rápida ou fraca ou
irregular, dificuldades respiratórias, prostração, colapso circulatório e convulsões
terminais.
Tratamento de uma sobredosagem: Qualquer administração de nicotina deve parar de
imediato e o doente deve receber tratamento sintomático. Se necessário, deve instituir-se
respiração artificial com oxigénio. O carvão activado reduz a absorção gastrointestinal de
nicotina.
5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS
5.1 Propriedades farmacodinâmicas
Grupo Farmacoterapêutico: 2.13.3 – Sistema Nervoso Central. Outros medicamentos com
acção no Sistema Nervoso Central. Medicamentos para tratamento da dependência de
drogas.
Código ATC: N07BA01
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A nicotina é um agonista dos receptores da nicotina no sistema nervoso periférico e
central e tem efeitos pronunciados no SNC e cardiovascular. Quando consumida através
dos produtos à base de tabaco revelou ser viciante e a abstinência está relacionada com os
desejos incontroláveis de fumar e sintomas de privação. Estes desejos incontroláveis de
fumar e sintomas de privação incluem desejo intenso de fumar, depressão do humor,
insónia, irritabilidade, frustração ou raiva, ansiedade, dificuldade de concentração,
agitação, aumento do apetite e aumento de peso. Desejos incontroláveis de fumar e
sintomas de privação são mais intensos durante as primeiras semanas de tentativa de
privação. Os comprimidos para chupar substituem alguma da nicotina fornecida pelo
tabaco e estudos clínicos com medição da intensidade dos desejos incontroláveis de
fumar e dos sintomas de privação mostraram que ajudam a aliviar estes sintomas quando
estão no seu pico máximo.
5.2 Propriedades farmacocinéticas
O comprimido para chupar Niquitin Menta dissolve-se totalmente na cavidade oral, sendo
que toda a quantidade de nicotina contida no comprimido para chupar fica disponível
para absorção bucal ou ingestão (engolida). A dissolução completa do comprimido para
chupar Niquitin Menta é atingida em 10 minutos. Quando doseada a cada hora, o pico e o
vale das concentrações plasmáticas em estado estacionário são de 18,4 e 15,0 ng/ml,
respectivamente.
Uma vez que a ligação da nicotina às proteínas plasmáticas é baixa (4,9%), o volume de
distribuição da nicotina é elevado (2,5 l/kg). A distribuição de nicotina nos tecidos é
dependente do pH, encontrando-se as concentrações mais elevadas de nicotina no
cérebro, estômago, rins e fígado.
A nicotina é extensivamente metabolizada num variado número de metabolitos, todos
eles menos activos que o composto original. A metabolização da nicotina ocorre
principalmente no fígado, mas também no pulmão e no rim. A nicotina é metabolizada
essencialmente para cotinina, mas também para N’-Oxido nicotina. A cotinina tem uma
semi-vida de 15 a 20 horas e os seus níveis sanguíneos são dez vezes superiores à
nicotina. A cotinina é depois oxidada para trans-3-hidroxicotinina, que é o metabolito da
nicotina presente em maior quantidade na urina. Tanto a nicotina como a cotinina são
submetidas a glocuronidação.
A semi-vida de eliminação da nicotina é de cerca de 2 horas (variação de 1 a 4 horas). A
depuração total da nicotina varia de cerca de 62 a 89 l/h. Estima-se que a depuração não
renal da nicotina seja de cerca de 75% da depuração total. A nicotina e seus metabolitos
são excretados quase exclusivamente na urina. A excreção renal da nicotina inalterada
depende muito do pH da urina, sendo que a excreção é maior com um pH ácido.
5.3 Dados de segurança pré-clínica
A toxicidade geral da nicotina é bem conhecida e é tida em consideração na posologia
recomendada. A nicotina não demonstrou ser mutagénica em ensaios apropriados. Os
resultados dos ensaios de carcinogenicidade não forneceram evidência clara sobre o
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efeito tumorogénico da nicotina. Nos estudos realizados em animais grávidos, a nicotina
demonstrou uma toxicidade materna, e consequente toxicidade fetal, ligeira. Outros
efeitos incluíam atraso do crescimento pré e pós natal e atrasos e alterações no
desenvolvimento pós-natal do SNC.
Estes efeitos só foram evidentes após exposição a níveis de nicotina mais elevados que
aqueles que resultam da utilização, na posologia recomendada, de Niquitin Menta. Não
foram estabelecidos os efeitos sobre a fertilidade.
A comparação entre a exposição sistémica necessária para relacionar os efeitos adversos
dos testes pré-clínicos com aqueles associados ao uso recomendado de Niquitin Menta
indica que o risco potencial é baixo e ultrapassado pelo benefício demonstrável da terapia
de substituição nicotínica na cessação tabágica. Contudo, Niquitin Menta só deve ser
usado por mulheres grávidas sob supervisão médica se outras formas de tratamento não
tiverem resultado.
6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS
6.1 Lista dos excipientes
Manitol (E421)
Alginato de sódio
Goma xantana
Bicarbonato de potássio
Policarbofilo de cálcio
Carbonato de sódio anidro
Acessulfame potássico
Aroma para dissimulação de sabor 031431
Aroma de hortelã-pimenta 022173
Aroma de mentol 020184
Estearato de magnésio
6.2 Incompatibilidades
Não aplicável.
6.3 Prazo de validade
3 anos
6.4 Precauções especiais de conservação
Conservar abaixo de 30ºC. Conservar na embalagem de origem para proteger da
humidade.
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6.5 Natureza e conteúdo do recipiente
Recipiente e tampa de polipropileno à prova de crianças que incorpora um exsicante de
malha/rede molecular (aluminosilicato de sódio), contendo 20 comprimidos para chupar.
As embalagens podem conter 1 ou 3 recipientes.
É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.
6.6 Precauções especiais de eliminação <e manuseamento>
Não existem requisitos especiais.
7. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO
GlaxoSmithKline Consumer Healthcare
Produtos para a Saúde e Higiene, Lda.
R. Dr. António Loureiro Borges, 3
Arquiparque Miraflores
1495-131 Algés
8. NÚMERO(S) DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO
Caixa com 20 comprimidos para chupar:
Caixa com 60 comprimidos para chupar:
9. DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO DA AUTORIZAÇÃO DE
INTRODUÇÃO NO MERCADO
10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO