AT H O S E N G E N H A R I A S
PLANO DE GERENCIAMENTO DE
RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
PGRSS
LABORATÓRIO CEACLIN- CENTRO DE ANÁLISES CLÍNICAS LTDA.
CIDADE DE ITAJAÍ – SC
10/2023- 10/2024
1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
Razão Social: Laboratório Ceaclin – Centro de análises clínicas ltda.
CNPJ: 82.129.859/0002-40
Endereço: Rua Samuel Heusi N° 463- S02 – Centro Itajai – CEP: 88.301-320
Telefone: (47) 3398-4766
2. INTRODUÇÃO
O plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é o documento
que contempla a estruturação técnica e legal das ações necessarias ao gerenciamento
dos resíduos e consequentemente, a adequação ambiental e sanitária do
estabelecimento, anglobando todas as ações relativas ao trato adequado desses
resíduos, desde sua geração até o destino final.
Desta forma, o Laboratorio Ceaclin – Centro de análises clínicas Ltda vem apresentar
suas ações inerente ao assunto. Destacando que este documento deve ser atualizado
anualmente ou quando alterada alguma característica exposta no presente PGRSS.
3. RESÍDUOS DE SERVIÇO DE SAÚDE
A resolução n° 358 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA – de 29 de
abril de 2005 define Resíduos de Serviço de Saúde (RSS) como aqueles provenientes
de qualquer unidade que execute serviços relacionados com o atendimento à saude
humana ou animal, inclusive os serviços de assistência domiciliar e de trabalho de
campo; laboratórios analíticos de produtos de saúde; necrotérios; funerárias e serviços
onde se realizem atividades de embalsamento (tanatopraxia e somatoconservação);
serviços de medicina legal; drogarias e farmácias inclusive as de manipulação;
estabelecimentos de ensino e pesquisa na área de saúde; centros de controle de
zoonoses; distribuidores de produtos farmacêuticos; importadores, distribuidores e
produtores de materiais e controles de diagnóticos in vitro; unidades móveis de
atendiemento à saude; serviços de acupuntura; serviços de tatuagem entre outros
similares.
Os resíduos hospitalares favorecem um ambiente para o aparecimento de vetores
como inseto e roedores, podendo gerar perigo a saúde humana e ao meio ambiente
quando indevidamente tratado, armazenado e transportado.
Se não forem manipulados adequadamente podem ocasionar aceidentes com graves
consequências para os trabalhadores, notadamente os perfuro cortantes, qu podem
transmitir doenças como hepatite e AIDS além do que podem contribuir para a infecção
hospitalar.
Os Geradores de RSS devem adotar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de
Serviço de Saúde que se constitui num conjunto de procedimentos de gestão,
planejados e implementados a partir de bases científicas, normativas legais e com o
objetivo de minimizar a produção de resíduos gerados, um encaminhamento seguro,
de forma eficiente visando à proteção dos funcionarios e pessoas que participam do
processo, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente.
Caberá ao resposável legal dos estabelecimento a responsabilidade pelo
gerenciamento do seus resíduos desde a geração até a disposição final, de forma a
atender aos requisitos ambientais e de saude pública sem prejuizo da
responsabilidade civil solidária, penal e administrativa de outros sujeitos envolvidos,
em especial os transportadores e depositários finais, como preveem a a Resolução
CONAMA 358/2005 e Lei n° 6.938/1981
Sendo assim, o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde é o
documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos,
observadas suas caracterisicas, no âmbito dos estabelecimento, contemplando os
aspetos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento,
transporte, tratamento e destinação final, bem como a proteção da saúde pública.
3.1. Classificação dos Resíduos de Serviço de Saúde
Os residuos dos serviços de saúde são classificados e agrupados em função dos riscos
potencias à saúde pública e ao meio ambiente, Abaixo a relação dos resíduos e suas
classificações, conforme a Resolução RDC ANVISA n° 222/2018 e Resolução
CONAMA n° 358/2005.
Grupo A: Resíduos com possível presença de agentes biológicos que, por suas
caracteristicas de maior virulência ou concentração, podem apresentar risco de
infecção.
RESÍDUOS INFECTANTES
Classifica Descrição (de acordo com a RDC ANVISA
ção 222/2018)
- Culturas e estoques de micro-organismos; resíduos de fabricação de
produtos biológicos, exceto os medicamentos hemoderivados; descarte
de vacinas de microrganismos vivos, atenuados ou inativados; meios de
cultura e instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou
mistura de culturas; resíduos de laboratórios de manipulação genética;
A1 - Resíduos resultantes da atividade de ensino e pesquisa ou atenção à
saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou certeza de
contaminação biológica por agentes classe de risco 4, microrganismos
com relevância epidemiológica e risco de disseminação ou causador de
doença emergente que se torne epidemiologicamente importante ou
cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido;
- Bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes
rejeitadas por contaminação ou por má conservação, ou com prazo de
validade vencido, e aquelas oriundas de coleta incompleta;
- Sobras de amostras de laboratório contendo sangue ou líquidos
corpóreos, recipientes e materiais resultantes do processo de
assistência à saúde, contendo sangue ou líquidos corpóreos na forma
livre.
- Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes
A2 de animais submetidos a processos de experimentação com inoculação
de microrganismos, bem como suas forrações, e os cadáveres de
animais suspeitos de serem portadores de microrganismos de
relevância epidemiológica e com risco de disseminação, que foram
submetidos ou não a estudo anatomopatológico ou confirmação
diagnóstica.
- Peças anatômicas (membros) do ser humano; produto de fecundação
A3 sem sinais vitais, com peso menor que 500 gramas ou estatura menor
que 25 centímetros ou idade gestacional menor que 20 semanas, que
não tenham valor científico ou legal e não tenha havido requisição pelo
paciente ou seus familiares.
- Kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores, quando
descartados;
- Filtros de ar e gases aspirados de área contaminada; membrana
filtrante de equipamento médico- hospitalar e de pesquisa, entre outros
similares;
- Sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes,
A4 urina e secreções, provenientesde pacientes que não contenham e nem
sejam suspeitos de conter agentes classe de risco 4, e nem apresentem
relevância epidemiológica e risco de disseminação, ou microrganismo
causador de doença emergente que se torne epidemiologicamente
importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido ou
com suspeita de contaminação com príons;
- Resíduos de tecido adiposo proveniente de lipoaspiração,
lipoescultura ou outro procedimento de cirurgia plástica que gere este
tipo de resíduo;
- Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à
saúde, que não contenha sangue ou líquidos corpóreos na forma livre;
- Peças anatômicas (órgãos e tecidos), incluindo a placenta, e
outros resíduos provenientes deprocedimentos cirúrgicos ou de
estudos anatomopatológicos ou de confirmação diagnóstica;
- Cadáveres, carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros
resíduos provenientes de animais não submetidos a processos de
experimentação com inoculação de microrganismos;
- Bolsas transfusionais vazias ou com volume residual pós transfusão.
- Órgãos, tecidos e fluidos orgânicos de alta infectividade para príons,
de casos suspeitos ou confirmados, bem como quaisquer materiais
A5
resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, suspeitos ou
confirmados, e que tiveram contato com órgãos, tecidos e fluidos de alta
infectividade para príons;
OBS: Tecidos de alta infectividade para príons são aqueles assim
definidos em documentos oficiais pelos órgãos sanitários competentes.
Materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como: lâminas de
barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas
E endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas; tubos
capilares; ponteiras de micropipetas e todos os utensílios de vidro
quebrados no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea etc.) e
outros similares que estejam contaminados com resíduo do GrupoA
(infectantes).
Grupo B:
Resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar riscos à saúde pública
ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade,
reatividade e toxicidade.
a. Produtos hormonais e produtos antimicrobianos, citostáticos; antineoplásticos;
imunossupressores; digitálicos; imunomoduladores; antirretrovirais; quando descartados
por serviços de saúde, farmácias, drogarias e distribuidores de medicamentos ou
apreendidos e os resíduos e insumos farmacêuticos dos medicamentos controlados pela
portaria MS 344/98 e suas alterações;
b. Resíduos de saneantes, desinfetantes; resíduos contendo metais pesados; reagentes
para laboratório, inclusive os recipientes contaminados por estes;
c. Efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores);
d. Efluentes dos equipamentos automatizados utilizados em análises clínicas;
e. Demais produtos considerados perigosos, conforme classificação da NBR 10.004 da
ABNT (tóxicos, corrosivos, inflamáveise reativos).
Grupo C:
Quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos,
em quantidades superiores aos limites de eliminação especificados nas normas da
Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN e para os quais a reutilização é imprópria
ou não prevista.
a. Enquadraram-se neste grupo quaisquer materiais resultantes de laboratórios de
pesquisa e ensino na área de saúde, laboratórios de análises clínicas e serviços de
medicina nuclear e radioterapia que contenham radionuclídeos em quantidade
superior aos limites de eliminação.
Grupo D:
Resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio
ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.
a. Papel do uso sanitário e fralda, absorventes higiênicos, peças descartáveis de
vestuário, resto alimentar de paciente, material utilizado em antissepsia e hemostasia
de venóclises, equipo de soro e outros similares não classificados em A 1;
b. Sobras de alimentos e do preparo de alimentos;
c. Resto alimentar de refeitório;
d. Resíduos provenientes das áreas administrativas;
e. Resíduos de varrição, flores, podase jardins;
f. Resíduos de gesso provenientes de assistência à saúde.
4. CLASSIFICAÇÃO E GERAÇÃO DOS RESÍDUOS
Na tabela 01 está relacionada à classificação dos resíduos gerados;
Na tabela 02 seguem as informações das quantidades geradas de cada grupo,
conforme resíduos identificados na tabela 01
5. SEGREGAÇÃO E ACONDICIONAMENTO
Acondicionamento consiste no ato de embalar os resíduos segregados, em sacos ou
recipientes que evitem vazamento e resistam às ações de punctura e ruptura. A
capacidade dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível com a geração
diária de cada tipo de resíduo, conforme a Resolução RDC nº 306/2004.
5.1 Grupo A
Os sacos para acondicionamento dos resíduos do Grupo A devem estar contidos em
recipientes de material lavável, resistente á punctura, ruptura e vazamento, impermeável,
com tampa provida de sistema de abertura sem contato manual, com cantos
arrendondados. Devem ser resistentes a tombamento e devem ser respeitados os limites
de peso de cada invólucro. Os sacos devem estar identificados com a simbologia da
substância infectante. É proibido o esvaziamento dos sacos ou seu reaproveitamento.
- Acondicionamento: Saco leitoso, substituídos quando atingem 2/3 de sua capacidade
ou pelo menos 01 vez a cada 24horas.
- Armazenamento: Recipiente estaque com tampa, de fácil higienização.
- Identificação: Símbolo de substância infectante constate na NBR – 7500 da ABNT, com
rótulosde fundo branco, desenho e contornos pretos.
5.2 Grupo B
Os resíduos neste grupo, gerados em quantidade reduzida, são descartados na rede de
esgoto com diluição, observando que os produtos químicos que compõem a mistura não
são nocivos a saúde pública e ao meio ambiente, na concentração descartada, de acordo
com a Ficha de Informação de Segurança do Produto Químico – FISPQ.
5.3 Grupo D
Os resíduos comuns deverão ser armazenados em recipientes com tampa e de fácil
higienização, com utilização de sacos pretos resistentes a modo de evitar derramamento
durante o manuseio. Estes resíduos abrangem papel de uso sanitário, fraldas e
absorventes, peças descartáveis de vestuário, resto alimentar, material de anti-sepsia,
varrição, podas etc.
5.4 Grupo E e A1
Os resíduos perfuro cortantes infectantes do grupo A1 e os resíduos do grupo E devem ser
acondicionados separadamente, no local de sua geração, imediatamente após o uso, em
recipiente rígido, estanque, resistente à ruptura, punctura e vazamento, impermeável, com
tampa, contendo a simbologia de substância infectante.
A tabela 3 apresenta o acondicionamento dos resíduos.
TABELA
6. COLETA E ARMAZENAMENTO
Consiste no transladodos dos resíduos dos pontos de geração até o local destinado ao
armazenamento temporário ou armazenamento externo com a finalidade de
apresentação para a coleta.
De acordo com a RDC 306/2004 da ANVISA, o transporte interno de resíduos deve ser
realizado atendendo roteiro previamente definido e em horários não coicidentes com
maior fluxo de pessoas ou atividades. Deve ser feito separadamente de acordo com o
grupo de resíduos e em recipientes específicos a cada grupo de resíduos.
Os procedimentos a serem seguidos nesta etapa são:
a. O transporte de recipientes deve ser realizado sem esforço excessivo ou risco de
acidente ao funcionário que realizará este serviço;
b. As ações devem ser realizadas de forma a não permitir o rompimento dos recipientes.
No caso de acidente ou derramamento, deve-se imediatamente realizar a limpeza e
disinfecção simultânea do local, e notificar a chefia da unidade.
6.1 Procedimentos de coleta interna
a. Grupo A : Luva, algodão, swab, frascos com sobras de fezes e urinas, papel com sobras
de fezes e placas de meio de cultura descartável descontaminada.
Setor: Sala de coleta de Laboratório
Frequência mínima: Uma vez ao dia
Horário Prioritário: Ao final do expediente
EPI: Luva cirurgica de látex
Responsável: Auxiliar de laboratório
b. Grupo A: Sobras de amostras de sangue submetidas a tratamento interno.
Setor: Laboratório
Frequência mínima: Quando atingir a capacidade da embalagem
Horário Prioritário: Ao final do expediente
EPI: Luva cirurgica de látex
Responsável: Auxiliar de laboratório
c. Grupo A: Perfuro cortantes
Setor: Sala de coleta
Frequência mínima: Quando atingir a capacidade da embalagem
Horário Prioritário: Ao final do expediente
EPI: Luva cirurgica de látex
Responsável: Auxiliar de laboratório
d. Grupo B: Reagente vencido
Setor: Laboratório
Frequência mínima: Eventual
Horário Prioritário: Ao final do expediente
EPI: Luva cirurgica de látex
Responsável: Auxiliar de laboratório
e. Grupo D:
Setor: Todas as áreas
Frequência mínima: Uma vez ao dia
Horário Prioritário: Ao final do expediente
EPI: Luva cirurgica de látex
Responsável: Auxiliar de laboratório
f. Grupo E:
Setor: Laboratório
Frequência mínima: Quando atingir a capacidade de 2/3 da embalagem
Horário Prioritário: Ao final do expediente
EPI: Luva cirurgica de látex
Responsável: Auxiliar de laboratório
6.2 Armazenamento temporário
O armazenamento temporário dos resíduos A e E são realizados em abrigo interno, o qual é
uma sala de depósito, com porta fechada e trancada, piso impermeável, ventilação e
identificação. O mesmo deve ser higienizado uma vez por semana e o efluente deste
processo é encaminhado à rede de esgoto sanitário municipal. A coleta é realizada pelo
SERVIOESTE SOLUÇÕES AMBIENTAIS LTDA com contrato em anexo, sendo destinado todo o
conjunto de resíduos.
Os resíduos do grupo D são acondicionados em lixeiras externa ao laboratório, em local de
fácil acesso à empresa responsável pela coleta. A coleta é realizada pela coleta pública três
vezes ao dia.
7. DESTINAÇÃO
Os resíduos são destinados a empresa de coleta licenciada, que procede desinfecção,
destruição ou tratamento conforme preveem nomativas legislação. Os controles de
movimentação de resíduos serão feito pelo sistema MTR do IMA – Instituto do meio
ambiente, posteriormente apresentadas ao órgão ambiental.
8. RECOMENDAÇÕES EM SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL
Conforme as Resoluções RDC – ANVISA nº306/2014 e CONAMA n º358/2005, deverão
ser implantadas e mantidas as seguintes medidas:
a. Devem ser usadas luvas durante o manuseio dos resíduos;
b. Devem-se lavar as mãos ainda enluvadas após a coleta interna dos resíduos, retirando
as luvas colocando-as em local apropriado. Antes de colocar as luvas devem-se lavar
as mãos e depois retira-las.
c. Havendo ruptura das luvas, devem-se dercartá-las imediatamente.
d. Estes EPI’s devem ser lavados e desinfetados diariamente ou descartados. E sempre
que houver contaminação com material infectante, devem ser substituídos
imediatamente.
Medidas a serem implantadas e mantidas para prevenção de acidentes e exposição de
trabalhador a agentes biológicos:
a. Usar luvas sempre, após retirá-las realizar a lavagem das mãos;
b. Realizar assepsia das mãos sempre que houver contato de pele com sangue e
secreções;
c. Retirar as luvas e lavar as mãos sempre que exercer outra atividade não
relacionada ao contato com os resíduos;
d. Não fumar e não alimentar-se durante o manuseio dos resíduos;
e. Manter o ambiente sempre limpo;
Em caso de acidentes com perfuro cortantes, as seguintes medidas deverão ser tomadas.
a. Lavar bem o lcal com solução de detergente neutro
b. Aplicar solução antisséptica de 30 segundos a 2 minutos
c. Notificar imediatamente o responsável pelo laboratório e encaminhar para o pronto
atendimento se necessário.
9. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO DO PLANO
Marcelo Ferreira Barros
E-mail: maferbar@[Link]
Telefone: 47 98468-1279
Dados do responsável técnico:
__________________________
Marcelo Ferreira Barros
Engenheiro Segurança do Trabalho
Engenheiro Clínico Hospitalar
Engenheiro Produção Mecânica
CREA 148995-9 SC
Itajaí – 30 de Setembro 2023
TERMO DE COMPROMISSO
Laboratório Ceaclin Centro de Análises Clínicas LTDA, inscrito no CNPJ nº
82.129.859/0002-40, declara através deste documento que se compromete em
realizar todas as medidas descritas no presente Plano de Gerenciamento de Resíduos
de Serviço de Saúde – PGRSS. E que qualquer alteração nas atividades e rotinas que
afetam o andamento do gerenciamento dos resíduos deve-se comunicar ao técnico
para revisão e alteração, se necessário, do PGRSS.
Itajaí 30 de Setembro de 2023
Laboratório Ceaclin Centrode Análises ClínicasLtda
CNPJ 82.129.859/0002-40