0% acharam este documento útil (0 voto)
12 visualizações7 páginas

Modelo OSI: Estrutura e Funções

Enviado por

Alphonse Junior
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
12 visualizações7 páginas

Modelo OSI: Estrutura e Funções

Enviado por

Alphonse Junior
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

MODELO OSI

INTRODUCAO
As redes de computadores estão cada vez mais no dia a dia das pessoas, que estão
conhecendo e adotando a interligação dos seus
equipamentoscomo uma medida econômica e necessária(as vezes indispensável) para o
bom funcionamento da empresa.
Elas estão divididas em
três categorias conforme sua abrangência geográfica:
· Rede local (LAN - Local Area Network) - tem o objetivo de interligar computadores
localizados na mesma sala, edifício ou
campus, possuindo uma distância máxima de alguns quilômetros entre as estações mais
distantes. Normalmente as redes locais
possuem uma taxa de transferência de dados maior do que 1 Mbps e são propriedade de
uma única organização; Rede metropolitana (MAN - Metropolitan Area Network) -
temo objetivo de interligar computadores dentro da mesma cidade
e arredores, possuindo distâncias até aproximadamente 100 Km;
·
Rede de longa distância (WAN - Wide Area Network) - tem o objetivo de interligar
computadores distantes um do outro, ou
seja, computadores localizados em cidades, estados ou mesmo países diferentes.
Normalmente as redes de longa distância são
oferecidas por empresas de telefonia, não possuindo uma faixa de velocidades específica.

A ISO foi criada em Genebra, na Suíça, em 1947

A ISO tem como objetivo principal aprovar normas internacionais em todos os campos
técnicos, como normas técnicas, classificações de países, normas de procedimentos e
processos
MODELO OSI

O Modelo OSI (Open System Interconnection) é um modelo de rede de


computador referência da ISO dividido em camadas de funções, criado em 1971 e
formalizado em 1983, com objetivo de ser um padrão, para protocolos de
comunicação entre os mais diversos sistemas em uma rede local (Ethernet), garantindo a
comunicação entre dois sistemas computacionais. O Modelo OSI é um modelo de
referência da ISO que tinha com principal objectivo ser um modelo standard,
para protocolos de comunicação entre os mais diversos sistemas, e assim garantir a
comunicação end-to-end
Este modelo divide as redes de computadores em 7 camadas, de forma a se obter camadas
de abstração. Cada protocolo implementa uma funcionalidade assinalada a uma
determinada camada. O Modelo OSI permite comunicação entre máquinas heterogêneas
e define diretivas genéricas para a construção de redes de computadores (seja de curta,
média ou longa distância) independente da tecnologia utilizada

As camadas são empilhadas na seguinte ordem:


7. Camada de aplicação;
6. Camada de apresentação;
5. Camada de sessão;
4. Camada de transporte;
3. Camada de rede;
2. Camada de enlace de dados;
1. Camada física.
Camada Física

A camada física define especificações elétricas e físicas dos dispositivos. Em especial,


define a relação entre um dispositivo e um meio de transmissão, tal como um cabo de
cobre ou um cabo de fibra óptica. Isso inclui o layout de pinos, tensões, impedância da
linha, especificações do cabo, temporização, hubs, repetidores, adaptadores de rede,
adaptadores de barramento de host (HBA usado em redes de área de armazenamento) e
muito mais. A camada física é responsável por definir se a transmissão pode ser ou não
realizada nos dois sentidos simultaneamente. Sendo a camada mais baixa do modelo OSI,
diz respeito a transmissão e recepção do fluxo de bits brutos não-estruturados em um
meio físico. Ela descreve as interfaces elétricas, ópticas, mecânicas e funcionais para o
meio físico e transporta sinais para todas as camadas superiores.

Camada de Ligação de Dados ou Enlace de Dados

A camada de ligação de dados também é conhecida como de enlace ou link de dados.


Esta camada detecta e, opcionalmente, corrige erros que possam acontecer no nível
físico. É responsável por controlar o fluxo (recepção, delimitação e transmissão de
quadros) e também estabelece um protocolo de comunicação entre sistemas diretamente
conectados.
Camada de Rede

A camada de rede fornece os meios funcionais e de procedimento de transferência de


comprimento variável de dados de sequências de uma fonte de acolhimento de uma rede
para um host de destino numa rede diferente (em contraste com a camada de ligação de
dados que liga os hosts dentro da mesma rede), enquanto se mantém a qualidade de
serviço requerido pela camada de transporte. A camada de rede realiza roteamento de
funções, e também pode realizar a fragmentação e remontagem e os erros de entrega de
relatório. Roteadores operam nesta camada, enviando dados em toda a rede estendida e
tornando a Internet possível.
A camada de rede pode ser dividida em três subcamadas:
Sub-rede de acesso - considera protocolos que lidam com a interface para redes, tais
como X.25;
Sub-rede dependente de convergência - necessária para elevar o nível de uma rede de
trânsito, até ao nível de redes em cada lado;
Sub-rede independente de convergência - lida com a transferência através de múltiplas
redes. Controla a operação da sub rede roteamento de pacotes, controle de
congestionamento, tarifação e permite que redes heterogêneas sejam interconectadas.

Camada de Transporte

A camada de transporte é responsável por receber os dados enviados pela camada de


sessão e segmentá-los para que sejam enviados a camada de rede, que por sua vez,
transforma esses segmentos em pacotes. No receptor, a camada de Transporte realiza o
processo inverso, ou seja, recebe os pacotes da camada de rede e junta os segmentos para
enviar à camada de sessão.
Isso inclui controle de fluxo, ordenação dos pacotes e a correção de erros, tipicamente
enviando para o transmissor uma informação de recebimento, garantindo que as
mensagens sejam entregues sem erros na sequência, sem perdas e duplicações.
A camada de transporte separa as camadas de nível de aplicação (camadas 5 a 7) das
camadas de nível físico (camadas de 1 a 3). A camada 4, Transporte, faz a ligação entre
esses dois grupos e determina a classe de serviço necessária como orientada à conexão,
com controle de erro e serviço de confirmação ou sem conexões e nem confiabilidade.
O objetivo final da camada de transporte é proporcionar serviço eficiente, confiável e de
baixo custo. O hardware e/ou software dentro da camada de transporte e que faz o serviço
é denominado entidade de transporte.
A ISO define o protocolo de transporte para operar em dois modos:

Orientado à conexão
Não-Orientado à conexão.
Como exemplo de protocolo orientado à conexão, temos o TCP, e de protocolo não
orientado à conexão, temos o UDP. É óbvio que o protocolo de transporte não orientado à
conexão é menos confiável. Ele não garante - entre outras coisas - a entrega das TPDU,
nem tão pouco a ordenação das mesmas. Entretanto, onde o serviço da camada de rede e
das outras camadas inferiores é bastante confiável - como em redes locais - o protocolo
de transporte não orientado à conexão pode ser utilizado, sem o overhead inerente a uma
operação orientada à conexão

Camada de Sessão

Responsável pela troca de dados e a comunicação entre hosts, a camada de Sessão


permite que duas aplicações em computadores diferentes estabeleçam uma comunicação,
definindo como será feita a transmissão de dados, pondo marcações nos dados que serão
transmitidos. Se porventura a rede falhar, os computadores reiniciam a transmissão dos
dados a partir da última marcação recebida pelo computador receptor
Camada de Apresentação

A camada de Apresentação, também chamada camada de Tradução, converte o formato


do dado recebido pela camada de Aplicação em um formato comum a ser usado na
transmissão desse dado, ou seja, um formato entendido pelo protocolo usado. Um
exemplo comum é a conversão do padrão de caracteres (código de página) quando o
dispositivo transmissor usa um padrão diferente do ASCII. Pode ter outros usos,
como compressão de dados e criptografia. Os dados recebidos da camada 7 estão
descomprimidos, e a camada 6 do dispositivo transmissor fica responsável por comprimir
esses dados.
Ela trabalha transformando os dados em um formato no qual a camada de aplicação possa
aceitar, minimizando todo tipo de interferência.

Camada de Aplicação

A camada de aplicação corresponde às aplicações (programas) no topo da camada OSI


que serão utilizadas para promover uma interação entre a máquina-usuário (máquina
destinatária e o usuário da aplicação). Esta camada também disponibiliza os recursos
(protocolo) para que tal comunicação aconteça, por exemplo, ao solicitar a recepção de e-
mail através do aplicativo de e-mail, este entrará em contato com a camada de Aplicação
do protocolo de rede efetuando tal solicitação (POP3 ou IMAP).
Tudo nesta camada é relacionado ao software. Alguns protocolos utilizados nesta camada
são: HTTP, SMTP, FTP, Telnet, SIP, RDP, IRC, SNMP, NNTP, POP3,
IMAP, BitTorrent, DNS, ICMP.
Aplicação: Funções especialistas (transferência de arquivos, envio de e-mail, terminal
virtual).
Apresentação: Formatação dos dados, conversão de códigos e caracteres (compressão e
criptografia).

Sessão: Negociação e conexão com outros nós, analogia.

Transporte: Oferece métodos para a entrega de dados ponto-a-ponto.

Rede: Roteamento de pacotes em uma ou várias redes.

Enlace: Detecção de erros.

Física: Transmissão e recepção dos bits brutos através do meio físico de transmissão.

Você também pode gostar