zawraq
Há milhões de anos, estudiosos afirmam que houve uma
guerra santa entre o Deus-Sol Azgher e a Deusa da Noite
Tenebra e, que por consequência disso foram gerados o dia e
a noite no mundo de Arton. Talvez isso seja mais uma forma
de provar algo que nem mesmo algumas das divindades do
Panteão saibam ao certo, mas algumas fábulas vindas de ilha
de Tamu-ra podem trazer histórias um tanto diferentes dessa.
Na ilha de Jade existe a
Família Celestial, que nada
mais é que uma visão
variada de como os povos
dessa ilha consideram o
Panteão de Arton. Eles
vivem harmoniosamente,
exatamente como as
divindades aclamadas pelo
povo do Reinado. Mas lá
temos uma peculiaridade,
Tai’Yang-sama, o Príncipe
do Sol e Yumeno-hime, a
Princesa dos Sonhos. Uma
antiga fábula conta que
eles se apaixonaram e por
desafiarem Lin-Wu eles
foram condenados a nunca
mais se tocarem. Isso fez com
que Tai’Yang-sama cuidasse do
dia e Yumeno-hime da noite.
Não se sabe ao certo se isso é
verdade ou não, pois no Reinado
é dito que eles estavam em
guerra para saber quem cuidaria
do dia e da noite.
Por mais que essas duas lendas possam ser ou não verdade, o
que sabemos é que Azgher e Tenebra cuidam respectivamente
da metade de um dia. Sendo um o vigilante em toda sua vastidão
cobrindo o mundo com o calor de um sol e a outra jogando
todo o seu manto de sombra e estrelas.
Durante a passagem do véu noturno dizem que a mãe da
noite deixou um presente nas terras ao norte para o Deus-Sol.
Um de seus filhos que ela carinhosamente deu a alcunha de
zawraq.
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Talvez para irritar ainda mais o seu provável inimigo, ou até
mesmo uma forma de homenagear um grande amigo do Deus-
Sol, zawraq são fiéis aos seus ideais assim como o grande juiz
Khalmyr. Isso fez com que eles se tornassem grandes líderes
em suas pequenas vilas ou até mesmo grandes mediadores do
mundo dos vivos para com o plano divino Solaris, terra do Deus-
Sol.
Há relatos que o processo
de mumificação existente
nas tribos do Deserto da
Perdição foi criado por eles
e alguns zawraq que foram
corrompidos pelo seu ego
ou amargura criaram as
múmias existentes nas
tumbas abandonadas
naquelas regiões.
Todos são fisicamente
parecidos, com um corpo
humanoide e uma cabeça
de chacal. Muitos são
confundidos com henges
advindos da ilha de Jade ou
das terras longínquas de
Moreania, mas para pessoas
originárias do Deserto da
Perdição eles são únicos.
Habilidades de Raça
For +4, Con -2, Int -2, Sab+2.
Visão no Escuro: 18m.
Mordida: 1d4+For.
Mortificação: O zawraq caminha no vale da não-vida. Sendo
imune a qualquer efeito de morte, velhice, necromancia e doenças.
Assim como os osteon, zawraq devem descansar sob a luz da lua
por oito horas para recuperar os seus PV e PM em condições
normais (zawraq não são afetados por condições boas ou ruins
de descanso) e caso não o faça sofrerá as mesmas condições de
fome.
Juiz dos Mortos: O zawraq, sempre que sofre um ataque de
um morto-vivo ele inflige 2d4 de dano no primeiro ataque do
adversário. Esse dano não pode ser regenerado ou curado até o
próximo nascer do Sol.
Além disso, sempre que o zawraq matar efetivamente uma
criatura, ela é incapaz de reviver até que Azgher julgue que
poderia voltar ao mundo dos vivos ou não.
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Saudar a Morte: Ao receber um ataque que poderia deixar
seus PV a zero, o zawraq pode executar uma reação. Gastando
2 PM o inimigo que executou o ataque e vivencia a morte que
seria causada, com isso deixando o adversário com a condição
pasmo por 2d4 rodadas. Criaturas imunes a controle mental
são imunes a essa habilidade.
Douglas “Pica Pau” Dias
Rafael Villanova
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