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Projeto Executivo: Usina de Concreto

PROJETO EXECUTIVO DE USINA DE CONCRETO
Direitos autorais
© All Rights Reserved
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PROJETO EXECUTIVO (PE)

USINA DE CONCRETO

24 de setembro de 2024
Chapadão do Sul - MS
SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO ............................................................................................ 6
2. OBJETIVO....................................................................................................... 6
3. LEGISLAÇÃO VIGENTE .................................................................................. 6
4. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO ................................................ 8
4.1. Croqui de Localização ...................................................................... 10
5. SISTEMAS DE CONTROLE AMBIENTAL (SCA) ............................................. 12
6. SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO ................................................... 12
6.1. Memorial Descritivo ............................................................................ 12
6.2. Memorial de Cálculo ......................................................................... 17
7. ABRIGO DE RESÍDUOS (PGR) ...................................................................... 22
7.1. Memorial de Cálculo ......................................................................... 22
7.1.1. Volume de Resíduos Gerados ........................................................ 24
8. CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................... 25
9. RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO ........................................................... 25
10. REFERÊNCIAS ............................................................................................. 26
11. ANEXOS ..................................................................................................... 27

2
LISTA DE FIGURAS

Figura 1: Localização da instalação do empreendimento. ..................... 11


Figura 2: Funcionamento da Fossa (ou Tanque) séptico. ......................... 16
Figura 3: Exemplo de caixa de gordura comercializada em PVC. .......... 21
Figura 4: Exemplo de contentor de resíduos. ............................................. 24

LISTA DE TABELAS

Tabela 1 - Profundidade útil mínima e máxima, por faixa de volume útil.


......................................................................................................................... 15
Tabela 2: Contribuição de esgoto (c) e lodo fresco (Lf) por tipo de prédio
e ocupante. (Adaptado a Norma Brasileira ABNT NBR n° 7.229/1993). ... 18
Tabela 3: Período de Detenção dos despejos, por faixa de contribuição
diária. (Adaptado a Norma Brasileira ABNT NBR n° 7.229/1993)............... 19
Tabela 4: Taxa de acumulação total de lodo (K), em dias, por intervalo
entre limpezas e temperatura do mês mais frio. (Adaptado a Norma
Brasileira ABNT NBR n° 7.229/1993). .............................................................. 19
Tabela 5: Geração diária de resíduos comuns. .................................... 23
Tabela 6: Estimativa de geração de resíduos sólidos. ............................... 23

LISTA DE GRÁFICO

Gráfico 1: Porcentagem de resíduos gerados no município de Chapadão


do Sul/MS. .................................................................................................................... 23

3
LISTA DE ANEXOS

Anexo 1 – Planta do sistema de Tratamento d efluentes

4
DADOS CADASTRAIS
Requerente
Razão Social: CONCRETEIRA MPA LTDA
CNPJ: 24.868.397/0001-04
Endereço: R. Cinco, n° 1739
Bairro: Centro
CEP: 79.560-000
Cidade/UF: Chapadão do Sul/MS

Empresa Responsável
Razão Social: MINAENG CONSULTORIA E PROJETOS LTDA
CNPJ: 53.015.587/0001-41
Endereço: Av. 4, n° 364
Bairro: Vila Nova Campo Grande
CEP: 79104-270
Cidade/UF: Campo Grande/MS
Telefone: (67) 99804-5212

Equipe técnica
Nome: Emeline P. F. de Miranda Lima
Formação Profissional: Engenheira Sanitarista e Ambiental
Registro Profissional: CREA/MS 64999/D
Visita Técnica
Função: Elaboração
ART n° 1320240123171

5
1. APRESENTAÇÃO
O Projeto Executivo (PE) apresenta todas as unidades que
compõem a atividade objeto do licenciamento ambiental, com
detalhamento e especificações técnicas das unidades que compõem o
Sistema de Controle Ambiental (SCA).
Este PE irá evidenciar o memorial de cálculo referente ao
dimensionamento das unidades do SCA, como o sistema de
esgotamento sanitário em atendimento a ABNT NBR n°7.229/93 e
n°13.969/97, bem como do Armazenamento de Resíduos Sólidos em
atendimento a Lei n° 12.305/2010.

2. OBJETIVO
Atendimento à solicitação da Secretaria de Desenvolvimento
Econômico e Meio Ambiente (SEDEMA) em atenção ao Processo de
Regularização do Licenciamento Ambiental, que exige o Projeto
Executivo (PE) para obtenção da Licença Ambiental de Operação
referente a atividade de “6.26.2 – Usina de Concreto e/ou Asfalto. Área
útil acima de 1.000 m² até 10.000 m².” de acordo com as legislações
ambientais vigentes.

3. LEGISLAÇÃO VIGENTE
As legislações ambientais aplicáveis no âmbito federal, estadual e
municipal referenciadas e baseadas na elaboração deste Relatório,
consistem:
• Lei Federal nº 6.938, de 31 de agosto de 1981: “Dispõe sobre a Política Nacional
do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá
outras providências.”
• Lei Federal n° 9.433, de 08 de janeiro de 1997: "Institui a Política Nacional de
Recursos Hídricos, cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos
Hídricos, regulamenta o inciso XIX do art. 21 da Constituição Federal, e altera o
art. 1º da Lei nº 8.001, de 13 de março de 1990, que modificou a Lei nº 7.990, de
28 de dezembro de 1989." • Lei Federal n° 9.985, de 18 de julho de 2000:
"Regulamenta o art. 225, § 1o, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, institui
o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e dá outras
providências."

6
• Lei Federal nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998: “Dispõe sobre as sanções
penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio
ambiente, e dá outras providências.”
• Lei Federal nº 10.257, de 10 de julho de 2001: “Regulamenta os Artigos 182 e 183
da Constituição Federal, estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá
outras providências.”
• Decreto Federal nº 6.514, de 22 de julho de 2008: “Dispõe sobre as infrações e
sanções administrativas ao meio ambiente, estabelece o processo
administrativo federal para apuração destas infrações, e dá outras
providências.”
• Lei Federal n° 12.305, de 02 de agosto de 2010: "Institui a Política Nacional de
Resíduos Sólidos, altera a Lei n◦9.605, de 12 de fevereiro de 1998 e dá outras
providências.
• Norma Brasileira n° 9.814 de maio de 1987 da ABNT: “Execução de rede
coletora de esgoto sanitário.”
• Norma Brasileira n° 7.229 de setembro de 1993 da ABNT: “Projeto, construção e
operação de sistemas de tanques sépticos.”
• Norma Brasileira n° 13.969 de setembro de 1997 da ABNT: “Tanques séptico –
Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos
– Projeto, construção e operação.”
• Norma Brasileira nº 10.004, de 31 de maio de 2004: “Dispõe sobre a classificação
dos resíduos sólidos.”
• Resolução Conama nº 001, de 23 de janeiro de 1986: “Estabelece as definições,
as responsabilidades, os critérios básicos e as diretrizes gerais para uso e
implementação da Avaliação de Impacto Ambiental como um dos
instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente.”
• Resolução Conama nº 237, de 19 de dezembro de 1997: “Dispõe sobre o
Licenciamento Ambiental, e dá outras providências.”
• Resolução CONAMA n° 369, de 28 de março de 2006: “Dispõe sobre os casos
excepcionais, de utilidade pública, interesse social ou baixo impacto
ambiental, que possibilitam a intervenção ou supressão de vegetação em Área
de Preservação Permanente - APP.”
• Resolução CONAMA nº 429, de 28 de fevereiro de 2011: “Dispõe sobre a
metodologia de recuperação das Áreas de Preservação Permanente - APPs.”
• Lei Estadual nº 2.080, de 13 de janeiro de 2000: “Estabelece princípios,
procedimentos, normas e critérios referentes à geração, acondicionamento,
armazenamento, coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos
sólidos no Estado de Mato Grosso do Sul visando o controle da poluição, da
contaminação e a minimização de seus impactos ambientais, e dá outras
providências.”

7
• Decreto Estadual nº 12.909, de 29 de dezembro de 2009: “Regulamenta a Lei
Estadual n° 3.709, de 16 de julho de 2009, que fixa a obrigatoriedade de
compensação ambiental para empreendimentos e atividades geradoras de
impacto ambiental negativo não mitigável, e dá outras providenciais.”
• Deliberação CECA/MS nº 36, de 27 de junho de 2012: “Dispõe sobre a
classificação dos corpos de água superficiais e estabelece diretrizes ambientais
para o seu enquadramento, bem, como, estabelece diretrizes, condições e
padrões de lançamentos de efluentes no âmbito do Estado do Mato Grosso do
Sul, e dá outras providências.”
• Decreto Estadual 13.990, de 2 de julho de 2014: “Regulamenta a outorga de
direito de uso dos recursos hídricos, de domínio do Estado de Mato Grosso do
Sul.”
• Resolução SEMADE nº 09, de 13 de maio de 2015: “Estabelece normas e
procedimentos para o licenciamento ambiental Estadual, e dá outras
providências.”
• Resolução SEMAGRO nº 679, de 09 de setembro de 2019: “Altera, revoga e
acrescenta dispositivos da Resolução SEMADE nº 9, de 13 de maio de 2015 que
estabelece normas e procedimentos para o licenciamento ambiental
estadual, e dá outras providências.”
• Termo de Cooperação Técnica n° 05/2021 “celebram entre si, o Instituto de
Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul – IMASUL e o município de Chapadão
do Sul, por meio da Secretaria Municipal Desenvolvimento Econômico e Meio
Ambiente, para os fins que especifica”.
• 1° Termo Aditivo de Cooperação Técnica n° 05/2021 “celebram entre si, o
Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul – IMASUL e o município de
Chapadão do Sul, por meio da Secretaria Municipal Desenvolvimento
Econômico e Meio Ambiente, para os fins que especifica”.

4. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
O empreendimento trata-se uma usina de concreto que funcionará
de forma a produzir o concreto usinado, também conhecido como
Concreto Dosado em Central (CDC), através de um processo
monitorado e com controle total da dosagem de materiais e tempo de
mistura.
O presente empreendimento contará com as seguintes estruturas:
armazenamento de agregados e cimento; armazenamento de aditivos;
armazenamento e alimentação de água; área de produção; área
administrativa; banheiros; entre outros que sejam pertinentes.

8
A área do terreno é de aproximadamente 36.471 m², sendo o
administrativo 755 m², a área de armazenamento de agregados e
cimento de 1.049 m² e a área de produção sendo aproximadamente de
2.858 m². Logo a área útil do empreendimento (área construída e área
ocupada pelas estruturas) é de 4.662 m².
Trata-se de uma empresa que terá como atividade principal a
produção de concreto usinado para uso de atividades básicas ou
complementares da construção civil. A Usina de Concreto funcionará 08
horas/dia, durante 05 dias na semana, sendo no sabado funcionamento
até 12h. Ocasionalmente poderá funcionar em regime de hora extra de
acordo com a demanda do contratante, sempre de acordo com as
legislações trabalhistas.
O processo de produção do concreto inicia-se com o transporte dos
agregados até o pátio da Dosadora, os quais serão descarregados em
locais específicos (baias). Estes materiais serão acondicionados
temporariamente na forma de pilhas de estocagem, até que se proceda
o abastecimento da usina, o qual é realizado por pá carregadeira.
Concluído o processo de abastecimento do silo de agregados, a
brita juntamente com a areia são pesadas, conforme tabelas pré-fixadas
para cada tipo de concreto, sendo então enviadas por intermédios de
correias transportadoras para o interior do balão dos caminhões
betoneiras. O saco do cimento é lançado em uma cuba onde é rasgado,
abastecendo a tubulação da rosca tipo sem fim. Finalmente, o cimento
é então transportado até a descarga para o interior do balão dos
caminhões betoneiras.
Os caminhões betoneiras então começam a realizar a mistura dos
materiais. Durante a queda das matérias primas nos caminhões
betoneiras, ocorre um jateamento de água através de uma cortina de
água ao redor do funil da betoneira, minimizando a geração de poeira,
originada pela queda dos materiais.
A água, juntamente com os aditivos é enviada sob pressão no
interior dos caminhões. Finalizada a mistura e homogeneização no interior

9
dos caminhões betoneiras, o concreto estará pronto para ser
transportado para o local de aplicação.
A limpeza dos caminhões betoneiras após o descarregamento do
concreto ocorrerá dentro de local adequado. Estimasse que a produção
mensal seja em torno de 90 m³/dia e 2.000 m³ por mês.
A área da usina de concreto possui toda a infraestrutura básica
suficiente para a operação do empreendimento. O fornecimento da
energia elétrica é realizado pela concessionária do município, Energisa
S/A., e o fornecimento de água é realizado pela Sanesul S/A.
Os esgotos sanitários provenientes dos banheiros serão recolhidos e
conduzidos para o sistema de tratamento do tipo fossa séptica e
sumidouro. Este sistema, através do processo de infiltração, permite um
seguro tratamento atendendo assim, aos padrões estabelecidos pela
legislação ambiental vigente.
Com relação aos resíduos sólidos gerados no empreendimento, será
implementado o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – PGRS no
intuito de gerenciar os resíduos sólidos gerados de forma ambientalmente
adequada.

4.1. Croqui de Localização


Partindo da Prefeitura Municipal de Chapadão do Sul localizada na
Av. Onze, 1045, Chapadão do Sul. Siga na direção sudoeste na Av. Onze
em direção a R. 24 por 170 m. Vire à esquerda na R. 26 e siga por 500 m.
Vire à direita na R. Cinco e siga por 400 m. O empreendimento estará à
esquerda. A Figura 1 evidencia a localização do empreendimento.

10
Figura 1: Localização da instalação do empreendimento.

11
5. SISTEMAS DE CONTROLE AMBIENTAL (SCA)
Os sistemas de controle ambiental (SCA) que se aplicam ao
empreendimento são:
• Sistema de Esgotamento Sanitário;
• Resíduos Sólidos;

6. SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO

6.1. Memorial Descritivo


O sistema de tratamento de efluentes do empreendimento é
componente do Sistema de Controle Ambiental (SCA) sendo composto
por tanque séptico e sumidouro, de acordo com as normas da ABNT NBR
n°7.229/93 e n°13.969/97. Este sistema é exigido quando não há
disponibilidade de rede de esgoto pública.

6.1.1. Caracterização do Sistema de Tratamento


O sistema de tratamento de efluentes será individual composto por
tanque séptico seguido de sumidouro, o esgoto gerado será
integramente formado por efluente doméstico. Este efluente é
constituído pelas instalações hidrossanitárias de banheiro, cozinha, ralos
secos e sifonados, podendo ser compostos por águas negras (água dos
vasos sanitários) e águas cinzas (águas provenientes de lavagens, como
ralos das pias e chuveiros).

6.1.2. Caixa de Gordura


Segundo a NBR n° 8160/1999, as caixas de gordura são unidades
componentes do sistema predial de esgoto sanitário destinadas a reter
as gorduras, graxas e óleos contidos no esgoto, impedindo que este
escoe pela rede, podendo obstrui-la. Sua separação ocorre por
diferença de densidade entre óleo e água, o que garante que o óleo
seja retido na parte superior da caixa de gordura, devendo ser removido
periodicamente para o garantir a eficiência do sistema.

12
Desta forma, este tipo de unidade deve ser utilizado quando o
efluente contiver resíduos gordurosos, o que ocorre em cozinhas. As
seguintes características são necessárias para possibilitar a retenção e
posterior remoção da gordura, segundo da NBR n° 8160/99:
• Capacidade de acumulação da gordura entre cada operação
de limpeza;
• Dispositivos de entrada e saída convenientemente projetados
para possibilitar que o afluente e o efluente escoem
normalmente;
• Altura entre a entrada e a saída suficiente para reter a gordura,
evitando-se o arraste do material juntamente com o efluente;
• Vedação adequada para evitar a penetração de insetos,
pequenos animais, águas de lavagem de pisos ou de águas
pluviais.

A NBR n° 8160/99, preconiza que as caixas de gordura são


recomendadas quando os efluentes contiverem resíduos gordurosos,
dessa forma, faz-se necessária a instalação dessas caixas para que o
sistema de tratamento de esgoto residencial composto por fossa séptica
seguida de sumidouro não seja prejudicado e contenha bom
funcionamento, manutenção adequada e maior vida útil.

6.1.3. Tanque Séptico


Segundo a NBR n° 7.229/93 da ABNT, estabelece que fossas sépticas
ou tanques sépticos são câmaras convenientemente construídas para
deter os despejos por um período preestabelecido, de modo a permitir a
decantação dos sólidos em suspensão. Os sólidos sedimentáveis vão
para o fundo do tanque, onde sofrem decomposição anaeróbico e se
acumulam.
Os materiais mais leves ficam na superfície do líquido, formando uma
escuma e para evitar que os óleos e graxas ou outros materiais
sobrenadantes saiam junto com o líquido clarificado coloca-se um
anteparo na saída da fossa. O líquido clarificado pode sofrer infiltração
se as condições do terreno forem satisfatórias.

13
O efluente deve ser tratado e disposto de modo que as condições
seguintes sejam atendidas:
• Nenhum manancial destinado ao abastecimento domiciliar corra
perigo de contaminação;
• Não sejam prejudicadas as condições próprias à vida nas águas
receptoras;
• Não venham a ser percebidos odores desagradáveis, presença de
insetos e outros inconvenientes;
• Não haja poluição do solo capaz de afetar direta ou indiretamente
pessoas e animais.

A fossa séptica é projetada de modo a receber todo o esgoto


gerado pelo empreendimento, cujas características se assemelham as
do esgoto doméstico, desde que atenda às seguintes condições:
• Instalações que gerem esgotos, até 75.000 litros dias, que a razão de
150/litros/pessoas x dia, em casa de residência, corresponderia a 500
pessoas;
• Só é admissível o uso de fossas séptica para edificações providas de
suprimento de água;
• São encaminhadas as fossas sépticas todos os despejos oriundos de
cozinhas, lavanderias domiciliares, chuveiros, lavatórios, bacias
sanitárias, duchas higiênicas, banheiras, mictórios e ralos de pisos de
compartimentos internos;
• Despejos de cozinha deverão passar por caixas de gordura antes de
serem encaminhados às fossas sépticas.

O uso do sistema de tanque sépticos somente é indicado para:


• Área desprovida de rede pública coletora de esgoto;
• Alternativa de tratamento de esgoto em áreas providas de rede
coletora local;
• Retenção prévia dos sólidos sedimentáveis quando da utilização de
rede coletora com diâmetros e/ou declividade reduzidos para
transporte de efluente livre de sólidos sedimentáveis.

14
O sistema de funcionamento deve preservar a qualidade das águas
superficiais e subterrâneas, mediante estrita observância relativas à
estanqueidade e distâncias. É vedado o encaminhado ao tanto séptico
de:
• Águas pluviais;
• Despejos capazes de causar interferência negativa em qualquer fase
do processo de tratamento ou a elevação excessiva da vazão do
esgoto afluente, como os provenientes de piscinas e de lavagem de
reservatórios de água.

➢ Medidas Internas Mínimas


As medidas internas dos tanques devem observar o que segue:
• Profundidade útil: varia entre os valores mínimos e máximos
recomendados na Tabela 4 – NBR n° 7.229/93, de acordo com o
volume útil;
• Diâmetro interno mínimo: 1,10 m;
• Largura interna mínima: 0,80 m;
• Relação comprimento/largura (para tanques prismáticos
retangulares): mínimo 2:1; máximo 4:1.

A Tabela 1 mostra a variação de profundidade mínima e máxima


conforme resultado do volume útil.
Tabela 1 - Profundidade útil mínima e máxima, por faixa de volume útil.
PROFUNDIDADE ÚTIL PROFUNDIDADE ÚTIL
VOLUME ÚTIL (M3)
MÍNIMA (M) MÁXIMA (M)
Até 6,0 1,20 2,20
De 6,0 a 10,0 1,50 2,50
Mais e 10,0 1,80 2,80
Fonte: NBR 7.229/93 da ABNT.

➢ Dispositivo de Entrada e Saída


Os dispositivos de entrada e saída, constituídos por três sanitários ou
septos, devem observar as seguintes relações de medidas:

15
• Dispositivo de entrada: parte emersa, pelo menos 5 cm acima da
geratriz superior do tubo de entrada, e parte imersa aprofundada até
5 cm acima do nível correspondente à extremidade inferior do
dispositivo de saída;
• Dispositivo de saída: parte emersa nivelada, pela extremidade
superior, ao dispositivo de entrada, e parte imersa medindo um terço
da altura útil do tanque a partir da geratriz inferior do tubo de saída;
• As geratrizes inferiores dos tubos de entrada e saída são desniveladas
em 5 cm;
• Entre a extremidade superior dos dispositivos de entrada e saída e o
plano inferior da laje de cobertura do tanque, deve ser preservada
uma distância mínima de 5 cm.

A Figura 2 exemplifica o funcionamento do Tanque séptico.

Figura 2: Funcionamento da Fossa (ou Tanque) séptico.

6.1.4. Sumidouro
Segundo a NBR n° 13.969/1997 da ABNT, define sumidouro como
sendo “poço escavado no solo, destinado à depuração e disposição
final do esgoto no nível subsuperficial”. Também é conhecido como poço
absorvente, e seu uso é indicado somente para locais em que o nível de
lençol freático é profundo. Não possui laje de fundo é sua principal
característica é permitir a penetração dos efluentes do tanque séptica

16
no solo. Dessa forma, a função do sumidouro é devolver o líquido para a
natureza através do solo. Por meio desta conexão lenta o efluente é
devolvido para o solo de maneira segura e sem prejudicar o meio
ambiente.
Os critérios e as considerações principais seguem relativas as valas
de infiltração, assim para o dimensionamento, são adotadas parâmetros
de vala de infiltração. No entanto, sendo o sumidouro unidade
geralmente verticalizada, é frequente a ocorrência de diversas camadas
com características distintas, necessitando, normalmente, de se
proceder a apuração da capacidade de infiltração para cada
camada, para depois obter a capacidade média de percolação
(Kmédio).
O sumidouro pode ser cilíndrico ou prismático e possuir suas paredes
formadas por blocos cerâmicos ou placas pré-moldadas, dispostos de
forma a permitir a infiltração dos efluentes líquidos no solo. Suas
dimensões são determinadas conforme a capacidade de absorção do
solo, e sua altura conforme o nível do lençol freático. Para absorver os
efluentes que saem do tanque séptico, o sumidouro utiliza a capacidade
de infiltração natural do terreno.

6.2. Memorial de Cálculo


Conforme sondagem realizada no local, obteve-se o coeficiente
de infiltra de 53,67 Litros/m².dia.

6.2.1. Dimensionamento do Tanque Séptico


De acordo com a norma ABNT NBR n° 7229/1993, para o cálculo da
contribuição dos despejos, consideramos:
• O número de pessoas a serem atendidas;
• O volume de contribuição, igual a 80% do consumo local de água ou
na falta de dados locais relativos ao consumo de água, igual às
vazões de contribuição e de lodo fresco, constantes na Tabela 2;
• Nos prédios em que existam simultaneamente ocupantes
permanentes e temporários, a vazão total de contribuição resulta da
soma das vazões correspondentes a cada tipo de ocupante;

17
• Os tanques sépticos devem ainda serem projetados para períodos
mínimos de detenção conforme determinado na

• Tabela 3;
• As taxas de acumulação diária de lodo, de acordo com o intervalo
de limpeza considerado para o tanque e temperatura média do mês
mais frio da região, sendo representados na Tabela 4.

Tabela 2: Contribuição de esgoto (c) e lodo fresco (Lf) por tipo de prédio e ocupante.
(Adaptado a Norma Brasileira ABNT NBR n° 7.229/1993).

Contribuição Contribuição de
Ocupantes Tipo de prédio Unidade
de Esgoto (C) Lodo Fresco (Lf)
Residência
Litros/Pessoa 160 1
(padrão alto)
Residência
Litros/Pessoa 130 1
(padrão médio)
Permanente Residência
Litros/Pessoa/dia 100 1
(padrão baixo)
Hotel (exceto lavanderia e
Litros/Pessoa/dia 100 1
cozinha)

Alojamento Provisório Litros/Pessoa/dia 80 1

Fábricas em geral Litros/Pessoa/dia 70 0,30

Escritório Litros/Pessoa/dia 50 0,20

Edifícios Públicos ou
Litros/Pessoa/dia 50 0,20
Comerciais

Temporário Escolas Litros/Pessoa/dia 50 0,20

Bares Litros/Pessoa/dia 6 0,10

Restaurantes e Similares Refeição/dia 25 0,10

Cinemas e teatros Lugar/dia 2 0,02


Bacia
Sanitários Públicos 480 4,0
Sanitária/dia

18
Tabela 3: Período de Detenção dos despejos, por faixa de contribuição diária.
(Adaptado a Norma Brasileira ABNT NBR n° 7.229/1993).

Tempo de Detenção
Contribuição Diária (L)
Dias Horas
Até 1500 1,00 24
De 1501 à 3000 0,92 22
De 3001 à 4500 0,83 20
De 4501 à 6000 0,75 18
De 6001 à 7500 0,67 16
De 7501 à 9000 0,58 14
Mais que 9000 0,50 12

Tabela 4: Taxa de acumulação total de lodo (K), em dias, por intervalo entre limpezas e
temperatura do mês mais frio. (Adaptado a Norma Brasileira ABNT NBR n° 7.229/1993).

Intervalo de Limpeza Valor de K por faixa de temperatura ambiente (t) em ºC


(anos) t ≤ 10 10 ≤ t ≤ 20 T > 20
1 94 65 57
2 134 105 97
3 174 145 137
4 214 185 177
5 254 225 217

➢ Volume do Tanque Séptico


O volume útil total do tanque séptico é calculado pela fórmula:
Equação 1: Volume total do tanque séptico.
𝑉 = 1000 + 𝑁 . [(𝐶 𝑥 𝑇) + 𝐾 . (𝐿𝑓)]
Onde:
• V é o volume útil, em Litros;

19
• N é o número de pessoas ou unidades de contribuição;
• C é a contribuição de despejos, em Litro/[Link] (Tabela 2, pg. 18)
(5 funcionários x 70 L/pessoa/dia = 350 L/dia);
• T é o período de detenção, em dias (

• Tabela 3, pg. 19);


• K é a taxa de acumulação de lodo digerido, em dias, equivalente ao
tempo de acumulação de lodo fresco (Tabela 4, pg. 19);
• Lf é a contribuição de lodo fresco, em litro/pessoa. dia (Tabela 2, pg.
18).

Logo temos que:


• N = 5 usuários;
• T = 1 dia (

• Tabela 3, pg. 19);

• K = 105 (Tabela 4, pg. 19);


• Lf = 0,30.

Temos que:

𝑉 = 1000 + [𝑁 . (𝐶 𝑥 𝑇) + 𝐾 . (𝐿𝑓)]
𝑉 = 1000 + [5 . (70 𝑥 1) + 105 . (0,3)]
𝑽 = 𝟏. 𝟑𝟖𝟏, 𝟓 𝑳𝒊𝒕𝒓𝒐𝒔 ≅ 𝟏, 𝟑𝟖 𝒎³

20
A partir do volume útil e de acordo com a Tabela 1, a profundidade
do tanque varia de 1,20 a 2,20 metros. Para tanto, será adotado a
profundidade útil de 2,00 metros, como supramencionado seu formato
será prismático retangular, dessa forma, temos que:
Comprimento (l) x Largura (b) x Profundidade (h) = Volume útil (V)
1,80 x 1,50 x 2,00 ≌ 5,4 m3

6.2.2. Dimensionamento da Caixa de Gordura


Conforme previsto pela NBR n° 8160:199, o dimensionamento de
uma caixa de gordura se dá pela equação:
Equação 2: Volume total da caixa de gordura.
𝑉 = 2 𝑥 𝑁° 𝑑𝑒 𝑟𝑒𝑓𝑒𝑖çõ𝑒𝑠 + 20

Sabendo que o número de refeições equivale a quantidade de


usuário (5) tem que:
𝑉 = 2 𝑥 5 + 20
𝑽 = 𝟑𝟎 𝑳𝒊𝒕𝒓𝒐𝒔

Recomenda-se que as especificações apresentadas sejam


consideradas para efeito de se adotar caixa de gordura comercial,
produzida em PVC, desde que as características do produto estejam de
acordo com as dimensões relacionadas anteriormente, vigentes na
norma. A vantagem da utilização desta, é a praticidade na instalação e
de manutenção, uma vez que já possui as conexões adequadas e cesto
de remoção do resíduo.

21
Figura 3: Exemplo de caixa de gordura comercializada em PVC.
(Fonte: Tigre)

6.2.3. Dimensionamento do Sumidouro


• VOLUME DE CONTRIBUIÇÃO
A norma NBR 13.969/97 da ABNT, para o projeto do sistema de
disposição final dos despejos - sumidouro, é necessário obter o volume de
contribuição de esgoto para cálculo da área das paredes, sendo dado
pela fórmula:
𝑽𝒐𝒍. 𝒄𝒐𝒏𝒕𝒓𝒊𝒃𝒊çã𝒐 (𝑽𝒆)
𝑳
= 𝑵ú𝒎𝒆𝒓𝒐 𝒅𝒆 𝒑𝒆𝒔𝒔𝒐𝒂𝒔 𝒙 𝑪𝒐𝒏𝒕𝒓𝒊𝒃𝒊çã𝒐 𝒅𝒆 𝑫𝒆𝒔𝒑𝒆𝒋𝒐𝒔 ( . 𝒅𝒊𝒂)
𝒉𝒂𝒃

Assim para a casa principal temos as seguintes condições:


• Número de pessoas (N) = 5
• Contribuição de despejos (C) = 70 litros/dia

Assim temos que:


𝑙𝑖𝑡𝑟𝑜𝑠
𝑉𝑜𝑙. 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑖𝑏𝑖çã𝑜 (𝑉𝑒) = 5 𝑥 70
𝑑𝑖𝑎
Ve = 1,381,5 litros/[Link] = 1,38 m3/hab. Dia

22
Considerando que a geração de efluentes será mínima, o sumidouro
terá diâmetro de 1,2 m com profundidade de 1,80 metros atendendo de
forma satisfatória a destinação dos efluentes no solo.

7. ABRIGO DE RESÍDUOS (PGR)


O abrigo temporário é o local o qual são destinados provisoriamente
os resíduos até a ocasião da coleta para sua destinação ou disposição
final, sendo de suma importância sua construção. Ele possuirá dois
módulos, sendo um para os rejeitos e orgânicos não compostáveis, e
outro compartimento para os recicláveis, contendo contêineres em seu
interior para a segregação entre papelão e papel, vidro, plástico e
metais.

7.1. Memorial de Cálculo


Com relação aos resíduos comuns, sabe-se que a geração per capita
é de 1,06 kg/hab./dia, para cada habitante de acordo com o Plano
Municipal de Saneamento Básico de Chapadão do Sul/MS (2014).
Sabendo que o quadro de funcionários contará com 5 pessoas no total,
pode-se obter o seguinte:

Tabela 5: Geração diária de resíduos comuns.

DESCRIÇÃO QUANTITATIVO
Geração Per Capita (kg/dia) 1,06
Número de Funcionários (hab) 5
TOTAL (Kg/[Link]): 5,30

Dessa forma, com relação aos resíduos comuns, pode-se obter o total
gerado por dia de resíduos comuns é de 5,30 kg/[Link]. logo, teremos
a quantidade estimada e rejeitos, orgânicos e recicláveis. A tabela
abaixo apresenta as estimativas de resíduos gerados na operação do
empreendimento de acordo com a porcentagem de resíduos gerados.

23
Gráfico 1: Porcentagem de resíduos gerados no município de Chapadão do Sul/MS.
Fonte: PMSB, 2014.

Tabela 6: Estimativa de geração de resíduos sólidos.


Composição dos resíduos Porcentagem (%) Quantitativo Diário (kg/dia)
Rejeitos (sanitários) 7,97 0,422
Orgânicos (Matéria orgânica) 55,54 2,944
Recicláveis (vidro, metais, plástico,
36,49 1,934
papel papelão, tetra park, outros)
Total 100 5,30

7.1.1. Volume de Resíduos Gerados


O empreendimento possui estimativa de 5 funcionários.
Quantidade de resíduos gerados por dia = 5,30 Kg/dia;
Densidade dos resíduos = 230 Kg/m³.

Equação 3: Volume de resíduos gerados no empreendimento.


5,30 𝐾𝑔/𝑑𝑖𝑎
𝑉𝑜𝑙 =
230 𝐾𝑔/𝑚³
𝑽𝒐𝒍 = 𝟎, 𝟎𝟐𝟑 𝒎𝟑 /𝒅𝒊𝒂

24
Destaca-se que o empreendimento já se encontra em operação,
logo os resíduos sólidos serão coletados pela prefeitura ou empresa
atuante no município e encaminhados até sua destinação final
adequada.
Considerando o baixo volume de resíduos no empreendimento, o
armazenamento externo poderá ser feito em contentores devidamente
identificadas e exclusivas para cada tipo de resíduo, sendo um contentor
para recicláveis e outro para rejeitos/orgânicos.

Figura 4: Exemplo de contentor de resíduos.

8. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A partir dos resultados apresentados no dimensionamento da fossa
séptica seguido do sumidouro estes estão de acordo com as NBRs
n° 7.229/93 da ABNT e n° 13.969/97.
O armazenamento temporário de resíduos sólidos foi dimensionado
de forma a atender a geração de resíduos sólidos do empreendimento
conforme preconiza a Lei Federal n° 12.305/2010.
Portanto, pode-se constatar que o empreendimento está de acordo
com as normas e legislações ambientais vigentes, e é compatível com as
exigências do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (IMASUL)
para concessão da Licença Ambiental de Operação (LO)

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9. RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO

Campo Grande – MS, 24 de setembro de 2024.

_______________________________
Emeline P. F. de Miranda Lima
Engenheira Sanitarista e Ambiental
CREA: 64999/MS

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10. REFERÊNCIAS
ANDRADE, J.C.; ABREU, [Link] Análise química de resíduos sólidos para
monitoramento e estudos agroambientais. Editora IAC, Campinas, 2006, 176p.

ANDRADE, L. H. DE., Tratamento de efluente de indústria de laticínios por duas


configurações de biorreator com membranas e nanofiltração visando o reuso.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de
Engenharia. 2011. 214 f.

ASSESSORIA & CONSULTORIA GUEDES EIRELI - ME. Prefeitura Municipal de


Inocência (org.). PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO PMSB: inocência.
Inocência, 2017. 322 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10.004 Resíduos -


Classificação. Rio de Janeiro, 2010.

BRAILE, P. M., CAVALCANTI, J.E.W.A. 1993. Manual de Tratamento de Águas


Residuárias Industriais. São Paulo: CETESP – Companhia de Tecnologia de
Saneamento Ambiental, 764 p.

BRASIL. 2005. Resolução CONAMA nº 430, de 13 de maio de 2011. Dispõe sobre


as condições e padrões de lançamento de efluentes, complementa e altera a
Resolução n°357 de 17 de março de 2005, do CONAMA. Brasília: 2011.

BRASIL. Lei Federal 12.305 de 2 de agosto de 2010 – Institui a Política Nacional de


Resíduos Sólidos. Brasil, 2010.

DECRETO 6.514, DE 22 DE JULHO DE 2008, que dispõe sobre as infrações e


sanções administrativas ao meio ambiente, estabelece o processo
administrativo federal para apuração destas infrações, e dá outras
providências.

SCARLATO, F. C.; PONTIN, J. Do nicho ao lixo: ambiente, sociedade e educação.


Consultoria Sérgio de Almeida Rodrigues. 18ª ed. São Paulo, 2009.

SOUZA, M. F.; NICODEMO, L. P. Plano de Gerenciamento de Resíduos Aplicado


em uma Agroindústria Canavieira. 4° Fórum Internacional de Resíduos Sólidos,
2013.

27
11. ANEXOS

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