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Patologia e Normas de Impermeabilização

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834-43

DOMINANDO A

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Módulo 06
Aula 01
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Patologia de
Impermeabilização
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INTRODUÇÃO

IMPERMEABILIZAÇÃO
NESSE MÓDULO IREMOS ABORDAR SOBRE:

[Link]
[Link]ÁVEL
[Link]
[Link]
[Link] – TIPOS E CLASSIFICAÇÕES
[Link]ÇÃO
[Link]ÇÕES PATOLÓGICAS
[Link]
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INTRODUÇÃO
NORMA 9575/2010 : IMPERMEABILIZAÇÃO
– SELEÇÃO E PROJETO
•Conjunto de operações e técnicas construtivas, composto por uma ou mais camadas que
tem por finalidade proteger as construções contra a ação deletéria de fluidos, de vapores e
da umidade.

•Em resumo, a Norma de Impermeabilização estabelece exigências mínimas e


recomendações relacionadas à seleção e projeto de impermeabilização, visando atender aos
requisitos mínimos de proteção da construção contra passagem de fluidos, salubridade,
segurança e conforto do usuário, garantindo a estanqueidade dos elementos construtivos
que a requeiram.

•A Norma se aplica às edificações e construções em geral, em execução ou sujeitas a


acréscimo ou reconstrução, ou ainda àquelas submetidas a reformas.
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INTRODUÇÃO

•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

Elaboração e Responsabilidade Técnica

O projeto básico de impermeabilização deve ser realizado para obras de construção civil de
uso público, coletivo e privado por profissional legalmente habilitado.

O projeto executivo de impermeabilização bem como o serviços decorrentes devem ser


realizados por profissionais legalmente habilitados
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INTRODUÇÃO

•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

Projeto

O projeto deve ser desenvolvido em conjunto e compatibilizado com os demais projetos de


construção ,tais como arquitetura (projeto básico e executivo), estrutural, hidráulico-
sanitário, águas pluviais, gás, elétrico, revestimento, paisagismo e outros, de modo a serem
previstas as correspondentes especificações em termos de tipologia, dimensões, cargas,
ensaios e detalhes construtivos.
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INTRODUÇÃO

•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

Projeto

Estudo preliminar:
a) relatório contendo a qualificação das áreas;
b) planilha contemplando os tipos de impermeabilização aplicáveis ao empreendimento, de
acordo com os conceitos do projetista e incorporador contratante.
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INTRODUÇÃO
•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

Projeto

Projeto executivo de impermeabilização:


a)plantas de localização e identificação das impermeabilizações, bem como dos locais de
detalhamento construtivo;
b) Detalhes específicos e genéricos que descrevam graficamente todas as soluções de
impermeabilização;
c) Detalhes construtivos que descrevam graficamente as soluções adotadas no projeto de
arquitetura;
d) Memorial descritivo de materiais e camadas de impermeabilização;
e) Memorial descritivo de procedimentos de execução;
f) planilha de quantitativos de materiais e serviços.
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INTRODUÇÃO
•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

REQUISITOS

Os sistemas de impermeabilização a serem adotados devem atender a umaou


Mais das seguintes exigências:

a)resistir às cargas estáticas e dinâmicas atuantes sob e sobre a impermeabilização, tais


como:
- puncionamento: ocasionado pelo impacto de objetos que atuam perpendicularmente ao
plano da impermeabilização;
- fendilhamento: ocasionado pelo dobramento ou rigidez excessiva do sistema
impermeabilizante ou pelo impacto de objetos pontuais sobre qualquer sistema;
- Ruptura por tração: ocasionada por esforços tangenciais ao plano de impermeabilização
devido à ação da frenagem ou aceleração de veículos ou pela movimentação do substrato;
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INTRODUÇÃO
•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

REQUISITOS

Os sistemas de impermeabilização a serem adotados devem atender a umaou


Mais das seguintes exigências:

a)resistir às cargas estáticas e dinâmicas atuantes sob e sobre a impermeabilização, tais


como:
- desgaste: ocasionado pela abrasão devido à ação de movimentos dinâmicos ou pela ação
do intemperismo;
- descolamento: ocasionado por perda de aderência;
- esmagamento: redução drástica da espessura ocasionada por carregamentos ortogonais
ao plano de impermeabilização;
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INTRODUÇÃO
•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

REQUISITOS

Os sistemas de impermeabilização a serem adotados devem atender a umaou


Mais das seguintes exigências:

b) resistir aos efeitos dos movimentos de dilatação e retração do substrato e revestimentos


ocasionados por variações térmicas, tais como:

-fendilhamento: ocasionado pelo dobramento ou rigidez excessiva do sistema


impermeabilizante ou pelo impacto de objetos pontuais sobre qualquer sistema;
-ruptura por tração: ocasionada por esforços tangenciais ao plano de impermeabilização
devido à ação da frenagem aceleração de veículos ou pela movimentação do substrato;
-descolamento: ocasionado por perda de aderência.
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INTRODUÇÃO
•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

REQUISITOS

Os sistemas de impermeabilização a serem adotados devem atender a umaou


Mais das seguintes exigências:

c) resistir à degradação ocasionada por influências climáticas, térmicas, químicas ou


biológicas;

- desgaste: ocasionado pela abrasão devido à ação de movimentos dinâmicos ou pela ação
do intemperismo;
- descolamento: ocasionado por perda de aderência.
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INTRODUÇÃO
•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

REQUISITOS

Os sistemas de impermeabilização a serem adotados devem atender a umaou


Mais das seguintes exigências:

d) resistir às pressões hidrostáticas, de percolação, coluna d'água e umidade de solo, bem


como descolamento ocasionado por perda de aderência;

e) apresentar aderência, flexibilidade, resistência e estabilidade físico-mecânica compatíveis


com as solicitações previstas nos demais projetos;

f) resistir ao ataque e agressão de raízes de plantas ornamentais.


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INTRODUÇÃO

• Ou sejaaaa…

• Dito isso, Para que a impermeabilização seja realizada da forma correta, precisamos ter
atenção em alguns pontos, e é isso o que vamos entender nesse módulo.

ATÉ A PRÓXIMA AULA!!!


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Módulo 06
Aula 02
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INTRODUÇÃO
•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

Detalhes Construtivos

O projeto executivo de impermeabilização deve atender aos seguintes detalhes construtivos:

a) A inclinação do substrato das áreas horizontais deve ser definida após estudos de
escoamento, sendo no mínimo de 1% em direção aos coletores de água. Para calhas e áreas
internas é permitido o mínimo de 0,5%;

b) os coletores devem ter diâmetro que garanta a manutenção da seção nominal dos tubos
prevista no projeto hidráulico após a execução da impermeabilização, sendo o diâmetro
nominal mínimo 75 mm. Os coletores devem ser rigidamente fixados à estrutura. Este
procedimento também deve ser aplicado aos coletores que atravessam vigas invertidas;
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INTRODUÇÃO
•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

Detalhes Construtivos

c) deve ser previsto nos planos verticais encaixe para embutir a impermeabilização, para o
sistema que assim o exigir, a uma altura mínima de 20 cm acima do nível do piso acabado
ou 10 cm do nível máximo que a água pode atingir;

d) Nos locais limites entre áreas externas impermeabilizadas e áreas internas, deve haver
diferença de cota de no mínimo 6 cm e ser prevista a execução de barreira física no limite da
linha interna dos contra marcas, caixilhos e batentes, para perfeita ancoragem da
impermeabilização, com declividade para a área externa. Deve-se observar a execução de
arremates adequados ao tipo de impermeabilização adotada e selamentos adicionais nos
caixilhos, contramarcas, batentes e outros elementos de interferência;
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INTRODUÇÃO
•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

Detalhes Construtivos

e) Toda instalação que necessite ser fixada na estrutura, no nível da impermeabilização,


deve possuir detalhes específicos de arremate e reforços da impermeabilização;

f) Toda a tubulação que atravesse a impermeabilização deve ser fixada na estrutura e


possuir detalhes específicos de arremate e reforços da impermeabilização;

g) As tubulações hidráulica, elétrica, de gás e outras que passam paralelamente sobre a laje
devem ser executadas sobre a impermeabilização e nunca sob ela. Estas tubulações,
quando aparentes, devem ser executadas no mínimo 10 cm acima do nível do piso acabado,
depois de terminada a impermeabilização e seus complementos;
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INTRODUÇÃO
•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

Detalhes Construtivos

h) quando houver tubulações embutidas na alvenaria, deve ser prevista proteção adequada
para a fixação da impermeabilização;

i) as tubulações externas às paredes devem ser afastadas entre elas ou dos planos verticais
no mínimo 1Ocm;

j) As tubulações que transpassam as lajes impermeabilizadas devem ser rigidamente


fixadas à estrutura;

k) Quando houver tubulações de água quente embutidas ou sistema de aquecimento de


pisos, deve ser prevista isolação térmica adequada destas para execução da
impermeabilização;
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INTRODUÇÃO
•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

Detalhes Construtivos

l) Todo encontro entre planos verticais e horizontais deve possuir detalhes específicos da
impermeabilização;

m) os planos verticais a serem impermeabilizados devem ser executados com elementos


rigidamente solidarizados às estruturas, até a cota final de arremate da impermeabilização,
prevendo-se os reforços necessários;

n) A impermeabilização deve ser executada em todas as áreas sob o enchimento. Recomenda-se


também executá-la sobre o enchimento. Devem ser previstos, em ambos os níveis, pontos de
escoamento defluidos;

o) as arestas e os cantos vivos das áreas a serem impermeabilizadas devem ser arredondados
sempre que a impermeabilização assim requerer;
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INTRODUÇÃO
•Ainda sobre a Norma 9575/2010:

Detalhes Construtivos

p) as proteções mecânicas, bem como os pisos posteriores, devem possuir juntas de retração e
trabalho térmico preenchidos com materiais deformáveis, principalmente no encontro de
diferentes planos;

q) As juntas de dilatação devem ser divisoras de água, com cotas mais elevadas no nivelamento
do caimento, bem como deve ser previsto detalhamento específico, principalmente quanto ao
rebatimento de sua abertura na proteção mecânica e nos pisos posteriores;

r) todas as áreas onde houver desvão devem receber impermeabilização na laje superior e
recomenda-se também na laje inferior;

s) nos locais onde a impermeabilização for executada sobre contra piso, este deve estar
perfeitamente aderido ao substrato.
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Módulo 06
Aula 03
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
• De acordo com a NBR 9575 (2010), o tipo adequado de impermeabilização a ser empregado na
construção civil deve ser determinado segundo a solicitação imposta pelo fluido nas partes
construtivas que requeiram estanqueidade. A solicitação pode ocorrer de quatro formas distintas,
conforme a seguir:

a) imposta pela água de percolação;


b) imposta pela água de condensação;
c) imposta pela umidade do solo;
d) imposta pelo fluido sob pressão unilateral ou bilateral.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
• Existe atualmente dois tipos de sistemas de impermeabilização: o rígido e o flexível.

1. Impermeabilização rígida

→ Argamassa Impermeável;
→ Cristalizantes;
→ Resinas Epóxi;
→ Hidrofugantes / Hidrorepelentes.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
• Existe atualmente dois tipos de sistemas de impermeabilização: o rígido e o flexível.

2. Impermeabilização flexível

→ Argamassas Poliméricas;
→ Manta asfáltica;
→ Membranas.
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INTRODUÇÃO
VAMOS ENTENDER MELHOR SOBRE CADA TIPO
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO

1. Impermeabilização rígida

Acontece por meio da inclusão de aditivos químicos


hidrófobos, ou seja, produtos químicos que repelem a
água, isso tudo deve ser somado a escolha correta da
granulometria dos agregados que são adicionados na
argamassa para reduzir a porosidade do elemento.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO

1. Impermeabilização rígida

Essa argamassa é aplicada diretamente sobre a base,


chamamos de camada estanque. Possui baixa
capacidade de absorver fissuras e trincas. Indicada pra
áreas que nao sofrem deformações, vibrações,
exposição solar ou movimentação térmica..

Como aditivos químicos para argamassas


industrializadas, e como misturas aplicadas na forma
de pintura.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO

1. Impermeabilização rígida

• Reservatórios, piscinas e
caixas d’água (enterrados);
• Fundações (alicerces);
• Poços de elevadores;
• Subsolos;
• Pisos em contato com o solo;
• Paredes de encosta;
• Muros de arrimo.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO

1. Impermeabilização rígida

1.1 Argamassa Impermeável

São argamassas de cimento e areia que


adquirem propriedades impermeáveis com
mistura de aditivos que repelem a agua
(Hidrofugantes), líquidos ou em pó.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO

1. Impermeabilização rígida

1.1 Argamassa Impermeável

Devem ser aplicados em locais não sujeitos a


trincas e a fissuração, no emboço de
revestimento de baldrames, paredes e no
assentamento de alvenarias em contato com o
solo.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO

1. Impermeabilização rígida

1.2 Cristalizantes

O cristalizante é um silicato que, quando


misturado com a água e com toda a
alcalinidade do cimento, acaba se
transformando em hidrosilicato.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO

1. Impermeabilização rígida

1.2 Cristalizantes

Ou seja, uma parte do pó se transforma na


presença de água, transformando-se num outro
produto, que tem como principais características
ser um cristal insolúvel em água, que bloqueia
os poros da argamassa.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO

1. Impermeabilização rígida

1.3 Resinas Epóxi

Impermeável a agua e ao vapor, é um


revestimento com grande resistência mecânica
e química. A base de resinas epóxi,
bicomponente, com ou sem adições, é indicado
para a impermeabilização e proteção
anticorrosiva de estruturas de concreto,
metálicas e argamassas.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO

1. Impermeabilização rígida

1.4 Hidrofugantes / Hidrorepelentes

Penetram na porosidade do substrato alterando


as características de absorção de água pelos
capilares da superfície, formando uma proteção
contra os agentes agressores, reduzindo a
lixiviação, não criando filme, o que permite a
passagem de vapores de água, facilitando o
equilíbrio interno e externo.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO

1. Impermeabilização rígida

1.4 Hidrofugantes / Hidrorepelentes

Entre os compostos que entram na formulação


dos hidrofugantes estão os silicones, silanos,
siloxanos e silanos/siloxanos. Não alteram ou
alteram muito pouco as características do
substrato.
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Módulo 06
Aula 04
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INTRODUÇÃO

TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO

2. Impermeabilização flexível

Em oposto ao sistema de impermeabilização rígida, o sistema de impermeabilização flexível,


é indicado para estruturas sujeitas a movimentação, forte exposição solar, variações
térmicas e vibrações.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

→ Lajes de cobertura;
→ Terraços;
→ Calhas de concreto;
→ Áreas frias: banheiros, cozinhas;
→ Áreas de serviço;
→ Abóbadas;
→ Reservatórios elevados.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.1 Argamassa Polimérica

2.1.1 Semi-flexível

2.1.2 Flexível
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.1 Argamassa Polimérica

2.1.1 Semi-flexível

Tem a propriedade de penetrar na porosidade superficial do substrato e promover uma


cristalização superficial, apresentando, inclusive, resistência a pressões hidrostáticas
negativas. Sua aplicação se destina às estruturas com pequeno ou nenhum grau de
movimentação, ou seja, estruturas predominantemente rígidas, como reservatórios
enterrados de concreto armado ou alvenaria armada, pisos de áreas habitacionais
molhadas, muros de arrimo, baldrames, entre outros. Também conhecida como CIMENTO
POLIMERICO.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.1 Argamassa Polimérica

2.1.2 Flexível

São destinadas a estruturas que podem apresentar pequena movimentação, como


reservatórios elevados, tanques, piscinas entre outras aplicações. Resistem a elevadas
pressões hidrostáticas (normalmente cerca de 25 mca) e a recomendação geral é a de
utilizar armadura em tela industrial de poliéster.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.2 Manta Asfáltica

É um sistema flexível pré-fabricado, formado por um elemento estruturante


central - filamentos de poliéster ou véu de fibra de vidro, que conferem ao
produto grande resistência mecânica - recoberto em ambas as faces por um
composto asfáltico.

Norma NBR 9952/2007


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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.3 Membranas Moldadas in-loco

É obtida pela aplicação, a frio ou a quente, de sucessivas demãos de um impermeabilizante líquido (Asfalto e outros) na superfície a
ser tratada, que forma, depois de seco, uma membrana flexível e sem emendas. Os produtos desse sistema variam em relação à
flexibilidade, à resistência aos raios solares e aos procedimentos de aplicação, entre outros aspectos. Sua aplicação é sempre feita
através de camadas, intercaladas com: véu de fibra de vidro (NBR 9227), tela de fibra de vidro, véu e tela de poliéster, tela de
poliamida (nylon) feltro asfáltico (NBR 9228) ou geotêxtis.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.3 Membranas Moldadas in-loco

2.3.1 Asfaltos Moldados a Quente

Consiste da moldagem de uma membrana impermeabilizante por


meio de sucessivas demãos de asfalto derretido intercaladas com
telas ou mantas estruturantes. Ideal para áreas de pequenas
dimensões e lajes medias com muitos recortes. Produtividade baixa.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.3 Membranas Moldadas in-loco

2.3.2 Soluções e emulsões asfálticas

Produtos compostos por misturas de asfalto, modificados ou não


por polímeros, em agua ou solventes. São aplicados a frio como
primers ou como impermeabilização de áreas molháveis internas,
estruturadas com telas. O tempo de cura maior que os demais
sistemas.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.3 Membranas Moldadas in-loco

2.3.3 Membranas de poliuretano

Bi componente aplicado a frio, com grande estabilidade química,


aderência a diversos tipos de superfícies, elasticidade e resistência a
altas temperaturas. Indicado para ambientes mais agressivos.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.3 Membranas Moldadas in-loco

2.3.4 Membrana de Poliureia

Aplicado em forma de spray com equipamento de pulverização.


Indicado para áreas onde a velocidade de liberação é crítica, cura
rápida (em minutos).Grande elasticidade e resistência química e
mecânica.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.3 Membranas Moldadas in-loco

2.3.5 Membrana Acrílica

Formada por resina acrílica normalmente dispersa em agua,


executada em varias demãos intercaladas com estruturante (telas
de poliéster) . Resistente a raios UVs, deve ser aplicada em
superfícies expostas e não transitáveis e com inclinação maior que
3%
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.3 Membranas Moldadas in-loco

2.3.6 Resina Termoplástica

São Impermeabilizantes flexíveis bicomponente, compostos por uma


parte liquida (resina acrílica) e outra pó (cimento aditivado). Pode
ser estruturado ou não (telas de poliéster). Não é resistente a
pressões negativas.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.3 Membranas Moldadas in-loco

2.3.7 Manta liquida

É um impermeabilizante à base de resinas sintéticas que confere


uma membrana contínua super elástica e flexível (200% de
alongamento). Produzido com alto teor de resinas modificadas com
silano.
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INTRODUÇÃO
TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO
2. Impermeabilização flexível

2.3 Membranas Moldadas in-loco

2.3.8 Argamassa Elastomérica ou pintura Elastomérica

São Impermeabilizantes flexíveis bi-componente ou


monocomponente, composto por resina acrílica, borrachas, silicones,
etc (elastômeros). Pode ser estruturado ou não (telas de poliéster).
Não é resistente a pressões negativas. Resultam em uma
membrana impermeável com excelentes características de
aderência e elasticidade.

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