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Capital Corporativo e Dicotomia Centro-Periferia

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Francieli Aparecida, Leticia Almeida, Raiane Carmo

Capital corporativo e
a reestruturação da
dicotomia centro X
periferia

Rafael Jambeiro

2024
Francieli Aparecida, Leticia Almeida, Raiane Carmo

Capital corporativo e
a reestruturação da
dicotomia centro X
periferia

Trabalho solicitado pela


professora Renata, da matéria
de Sociologia 3°AV.

Rafael Jambeiro

2024
O capitalismo corporativo é um termo muito utilizado em ciências sociais
e economia para descrever uma economia capitalista caracterizada pela
presença de corporações burocráticas e hierárquicas, que possuem um alto
poder cultural e social. Uma grande parte da economia dos Estados Unidos e
seu mercado de trabalho cai dentro do controle das corporações. No mundo
desenvolvido, as corporações dominam o mercado, compreendendo 50% ou
mais de todas as empresas. As empresas que não são corporações contêm a
mesma estrutura burocrática das corporações, mas há normalmente um único
proprietário ou grupo de proprietários que são susceptíveis a falência e
processos criminais relacionados com o seu negócio. As corporações têm
responsabilidade limitada e permanecem menos regulamentadas e
responsáveis que as empresas individuais. O capital corporativo pode ser
apresentado pelo número de empresas atuantes na sociedade. O capitalismo
corporativo tem sido criticado pela quantidade de poder e influência que as
corporações e os grandes grupos de interesse empresariais têm sobre a política
governamental, incluindo as políticas das agências reguladoras e influenciando
as campanhas políticas. Muitos cientistas sociais têm criticado as corporações
por não agir em prol dos interesses do povo, e sua existência parece contornar
os princípios da democracia, que pressupõe relações de poder igualitárias entre
os indivíduos de uma sociedade.
Todo o planejamento das cidades tem como base a questão centro
periferia, uma vez que o capitalismo se desenvolveu reproduzindo essa relação.
O desequilíbrio entre esses dois polos (centro e periferia) interfere em como a
cidade é planejada. A dicotomia centro X periferia acontece a partir do
distanciamento da periferia com as oportunidades de trabalho e o movimento
pendular que é colocado em prática na transição de um espaço periférico na ida
e volta diária dos centros e regiões onde se concentram as oportunidades de
trabalho, estudo, etc. Por fim, No Rio de Janeiro, um exemplo muito comum
dessa dicotomia está na segregação em relação ao espaço nas zonas nobres
como o Centro e a Zona Sul X o subúrbio assim como a Baixada Fluminense.
ALGUNS EXEMPLOS
• Os países centrais vivem em abundancia e riquezas, já os países
periféricos vivem em pobreza e em dificuldades, geralmente com poucas
liberdades.
• As metrópoles movimentam a maior parte das riquezas, enquanto as
cidades menores quase não têm movimento de dinheiro, tornando-as
dependentes das cidades grandes.
• Os bairros de elite também concentram riquezas, enquanto as periferias
não concentram nada de bom, só pessoas boas.
• Os países centrais recebem alguns imigrantes e refugiados, porém, para
trabalhar muito e ganhar menos do que a população nativa daqueles
países.
• Os países em conflitos sociais mundiais são geralmente países centrais,
já os países em conflitos sociais locais são países com combates internos,
como as guerras nos países do Oriente Médio.

CONCLUSÃO:
Com base na nossa pesquisa, entendemos que o capitalismo corporativo
é um termo utilizado para falar em como grandes empresas têm grande poder e
impacto social e cultural no mundo, e o que movimenta mais dinheiro. O
capitalismo naturalmente já divide centro x periferia em sua estrutura, e aa
dicotomia traz mais afastamentos do centro x periferia com base, mas
oportunidades de trabalho já que as corporativas só têm sede em centros, ou
seja, a maior oportunidade de trabalhos não acontece em periferias, fazendo
elas não movimentarem dinheiro.

REFERENCIA:
[Link]
[Link]
[Link]

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