Informática para Assistente em Administração
Informática para Assistente em Administração
Assistente em Administração
Informática
Obra
Autores
Edição: Setembro/2024
INFORMÁTICA........................................................................................................................6
CONCEITOS E FUNDAMENTOS DE MICROINFORMÁTICA............................................................... 6
AMBIENTE WINDOWS.......................................................................................................................................20
AMBIENTE LINUX..............................................................................................................................................35
WORD..................................................................................................................................................................58
EXCEL.................................................................................................................................................................75
POWERPOINT...................................................................................................................................................102
SERVIÇO DE INTERNET....................................................................................................................112
CONCEITOS BÁSICOS.....................................................................................................................................112
Antivírus........................................................................................................................................................... 142
Windows Defender.......................................................................................................................................... 143
Antispyware..................................................................................................................................................... 145
PROCEDIMENTOS DE BACKUP.......................................................................................................147
TIPOS DE NUVEM............................................................................................................................................180
GOOGLE WORKSPACE (ANTIGO G SUITE)......................................................................................180
AGENDA............................................................................................................................................................180
DRIVE................................................................................................................................................................183
MEET.................................................................................................................................................................186
DOCUMENTOS.................................................................................................................................................187
PLANILHAS......................................................................................................................................................194
EQUIPAMENTOS DE MICROINFORMÁTICA
Computador
O computador pessoal surgiu na década de 70, oferecido pela IBM com o sistema operacional
MS-DOS da Microsoft.
Na década de 80, este ganhou o mundo, quando diversos fabricantes passaram a oferecer
equipamentos compatíveis com o padrão PC. A Apple desenvolveu uma interface gráfica, a
IBM e Microsoft também.
No começo dos anos 90, com a abertura de mercado realizada pelo então presidente Fernando
Collor, o Brasil passou a adquirir equipamentos de primeiro mundo, e, também, a acessar a rede
mundial de computadores (a Internet).
De lá para cá, o nível de integração dos equipamentos só cresceu, e hoje podemos ter um com-
putador inteiro na palma da mão (tablets), ou com peso reduzido (notebooks), assim como os
tradicionais desktops em nossas mesas.
Com componentes internos (instalados na unidade de sistema) e componentes externos
(periféricos), os computadores desktop evoluíram em capacidade de processamento, memó-
ria, armazenamento e recursos.
Vamos conhecer algumas opções de construção de dispositivos computacionais:
MODELO DESCRIÇÃO
O computador de mesa, com teclado, mouse, monitor de vídeo e gabinete, é a
construção mais popular, quase um sinônimo de computador. Seus componentes
Desktop
internos estão instalados dentro do gabinete com fonte de alimentação, e os com-
ponentes externos (periféricos) são conectados através de portas de conexão
Os componentes internos, como a placa mãe, processador, memórias e discos de
Desktop
armazenamento, são instalados atrás do monitor, dispensando o gabinete e ofere-
All in One
cendo uma instalação com menos cabos e fios
Portátil, com alta integração entre os componentes, utiliza baterias para operação
Notebook
móvel desconectado da rede de energia elétrica
Notebook Semelhante ao notebook “comum”, geralmente oferece telas sensíveis ao toque
2 em 1 para operarem como tablets
Sem teclado físico ou mouse, toda a interação será realizada pela tela sensível ao
Tablet
toque
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MODELO ANÚNCIO
Computador Desktop Dell Vostro 3681-M20M 10ª Geração Intel Core i5 8GB 1TB
Desktop
Windows 10 + Monitor 21”
Desktop Computador All in One LG 21.5” Full HD Windows 10 Home Celeron 4GB RAM e
All in One 500GB HD
Notebook Acer Aspire 5 A515-54-57EN Intel Core i5 - 8GB 256GB SSD 15,6” Full HD
Notebook
LED Windows 10
Notebook Ultrafino Dell Inspiron i5402-M40S 14” Full HD 11ª Ger. Intel Core i7 16GB
Notebook
512GB SSD NVIDIA GeForce Windows 10
Notebook Notebook 2 em 1 Dell Inspiron 5406-M30S 14” Full HD Touch 11ª Geração Intel
2 em 1 Core i7 8GB 256GB SSD Windows 10
Tablet Samsung Galaxy Tab A7 10,4” 4G Wi-Fi 64GB - Android Octa-Core Câm. 8MP
Tablet
+ Selfie 5MP
COMPONENTE RECOMENDAÇÃO
Quanto mais nova for a tecnologia, melhor
Processador
Quanto mais memória cache o processador possuir, melhor
Quanto mais memória instalada, melhor
Memória RAM
Quanto mais rápidas forem as memórias (frequência), melhor
Discos de Quanto maior a capacidade de armazenamento, melhor
armazenamento Nos HDs, quanto maior a velocidade de rotação dos discos, melhor
de massa Nos SSDs, a tecnologia M.2 é melhor
apresentados, item por item. Importante ressaltar, entretanto, que essa tabela se aplica ao
modelo desktop e a alguns modelos com outras construções.
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COMPONENTE DESCRIÇÃO CONEXÃO DICA
Realiza cálculos matemáticos Embutido no processador Unidade lógica e
Co-processador Interno, incorporado ao aritmética1, a unidade de controle2 e a unidade
processador de registradores3
Memória rápida nível 1 (level
Cache L1 Próximo ao núcleo do processador
1)
Memória rápida nível 2 (level Na borda do processador, próximo à memória
Cache L2
2) RAM4
Alguns processado-
Na borda do proces-
Memória rápida nível 3 (level res novos possuem
Cache L3 sador, junto da me-
3) cache L3 (Level 3 —
mória RAM
nível 3)
Slots de expansão, Temporária, volátil,
Memória RAM Memória principal
banco de memórias acesso aleatório
Chip de memória Contém informações
BIOS Memória ROM
CMOS5 para o “boot”
Northbridge — ponte
norte, memórias e
processador Responsável pelo
Chip com informações para o
Chipset Southbridge — barramento (BUS) do
funcionamento da placa mãe
ponte sul, periféri- computador
cos e dispositivos
mecânicos
Recebe os componentes ATX (fonte ATX de
Placa mãe Motherboard
internos alimentação)
Escâner (e Digitalização)
6 Wireless — toda conexão sem fio é uma conexão wireless, incluindo o Wi-Fi, Infravermelho, rádio, satélite, etc.
7 Wi-Fi — Wireless Fidelity — conexão confiável sem fios. 9
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Segue, abaixo, uma tabela na qual encontram-se os principais tipos de scanner:
8 Na tela capacitiva, utilizada no iPhone e iPad, por exemplo, uma película é alimentada por uma tensão, e reage com a energia presente no corpo
humano, e a troca de elétrons produz um distúrbio de capacitância no local, sendo rápida e corretamente identificado. Tecnologia mais cara e difí-
cil de ser construída, presente em modelos top de linha.
9 A tela resistiva, presente em modelos de baixo custo de celulares, smartphones e tablets, com precisão em torno de 85%, resiste melhor a quedas e
10 variações de temperatura; necessita de contato físico para determinar a posição do toque, ao coincidir os pontos de diferentes camadas sobrepostas.
Transmissão
de vídeo Placas de captura/edição de vídeo e apa-
RCA
e áudio relhos de imagem
analógico
Transmissão
Placas de captura/edição de vídeo e apa-
RGB de vídeo
relhos de imagem
analógico
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CONECTOR IMAGEM USO QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?
Portal se-
Está caindo em desuso, por causa do USB
rial (DB15) Joystick
e joystick sem fio
Game port
Transferên-
Paralela cia de dados Impressoras e scanner mais antigos
paralelos
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CONECTOR IMAGEM QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?
z A memória RAM precisa de atualização de energia elétrica para manter os dados, até que
o dispositivo seja desligado;
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z A memória ROM contém informações gravadas pelo fabricante, mantidas por tempo
indeterminado, e as opções escolhidas pelo usuário (no programa SETUP de configuração
da BIOS), mantidas com uma bateria auxiliar modelos CR2025 ou CR2032;
z A memória flash, dos pendrives e discos SSDs, não precisa de alimentação contínua
para manter os dados e possibilita leitura e escrita superiores a qualquer outro meio de
armazenamento.
10 Existem modelos de disco rígido sem disco, como os SSD (Solid State Drive), que são uma memória flash.
14 11 A memória flash permite que a troca de informação seja mais rápida, e quando o dispositivo é desligado, poderá voltar rapidamente onde estava antes.
As impressoras poderão ser conectadas através de uma porta de conexão (como USB —
Universal Serial Bus) ou conexão wireless (Wi-Fi e Bluetooth).
z Modelos de Impressoras
CONEXÃO CARACTERÍSTICAS
Transmissão de dados por conectores LPT, usados nas primeiras impressoras matri-
Paralela ciais e jato de tinta
Velocidade baixa
Transmissão de dados por conectores COM, usados em impressoras e escâneres
Serial
Velocidade média
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CONEXÃO CARACTERÍSTICAS
Transmissão de dados por conectores USB, que permitem troca de dados em alta
velocidade e foram padrão para muitos modelos de impressoras jato de tinta, la-
USB
ser, térmicas e 3D
Altas velocidades de transmissão
Transmissão de dados por wireless, responsável por permitir a instalação do dis-
Wi-Fi positivo de impressão distante do dispositivo computacional
Altas velocidades de transmissão
Algumas impressoras oferecem conexão por Bluetooth, responsável por dispen-
Bluetooth sar configurações de rede, como nome e endereço IP, bastando “emparelhar” o
dispositivo para imprimir o que desejar
Transmissão por cabos de rede
Muitas impressoras permitem a instalação em uma rede de dados, para que seja
RJ-45
acessada por vários dispositivos Impressoras corporativas e impressão laser ofe-
recem este tipo de conector
QWERTY, cujo nome vem das primeiras teclas, é, atualmente, o layout de teclado para o
alfabeto latino mais utilizado em computadores e máquinas de escrever.
O Teclado Simplificado Dvorak, por sua vez, foi um layout de teclado desenvolvido pelos
designers August Dvorak e William Dealey, em 1920 e 1930, como uma alternativa para o
mais comum QWERTY. A imagem a seguir apresenta o layout DVORAK:
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TECLAS FUNÇÃO UTILIZAÇÃO
Alternar, Iniciar uma seleção em grupo, ou inverter a ação de um
Shift
selecionar comando
Tab Tabulação Próximo campo em uma caixa de diálogo
Enter/ Entrada de
Finalizar uma entrada de dados
Return dados
Acionar o menu Iniciar ou um comando no sistema
Windows Windows
operacional
Menu de
Menu Exibir as opções do menu de contexto para o item selecionado
contexto
Home Início Início da linha de texto ou início da seleção
End Fim Final da linha de texto ou final da seleção
PageUp Página acima Uma tela acima, na visualização
PageDown Página abaixo Uma tela abaixo, na visualização
Insert Inserir Ativar ou desativar a inserção de conteúdos
Delete Apagar Excluir itens selecionados
PrintScreen Cópia da tela Armazena na área de transferência uma cópia da tela
Pause Pausa a
Pausar a execução de comandos
Break execução
CapsLock Travar capitular Ativar ou desativar as letras maiúsculas na digitação
NumLock Travar números Ativar ou desativar o teclado numérico
Nas planilhas de cálculos, impede o rolamento da janela ao
ScrollLock Travar rolagem
mover com o cursor
F1 = Ajuda, única tecla padronizada em todos os programas
Teclas de
F1 a F12 Em cada local ou programa, cada tecla de função possui um
função
comando
namento e instalar cada sistema (Windows e Linux) em uma delas. O usuário também pode-
rá executar no formato de máquina virtual (virtual machine), conforme detalhado no tópico
“virtualização”.
O que os sistemas operacionais têm em comum?
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z Plataforma para a execução de programas: eles oferecem recursos que são comparti-
lhados pelos programas executados, desenvolvidos para serem compatíveis com o sistema
operacional;
z Núcleo monolítico: arquitetura monobloco, onde um único processo centraliza e executa
as principais funções. No Windows, é o [Link].
z Interface gráfica: mesmo oferecendo uma interface de linha de comandos, a interface
gráfica é a mais utilizada e questionada em provas, com ícones que representam os itens
existentes no dispositivo;
z Multiusuário: os sistemas permitem que vários usuários utilizem o dispositivo, cada um
com sua respectiva conta e credenciais de acesso;
z Multiprocessamento: os sistemas possibilitam a execução de vários processos simulta-
neamente, gerenciando os recursos oferecidos pelo processador;
z Preemptivo: o sistema operacional poderá interromper processos durante a sua execução;
z Multitarefas: os sistemas operacionais possibilitam a execução de várias tarefas de forma
simultânea e concorrentes entre si, através do gerenciamento profundo da memória do
dispositivo;
z Interface com o hardware: o sistema operacional contém arquivos que atuam como tra-
dutores, possibilitando a comunicação do software com o hardware.
AMBIENTE WINDOWS
O sistema operacional Windows foi desenvolvido pela Microsoft para computadores pes-
soais (PC) em meados dos anos 1980, oferecendo uma interface gráfica baseada em janelas,
com suporte para apontadores como mouses, touch pad (área de toque nos portáteis), canetas
e mesas digitalizadoras.
Atualmente, o Windows é oferecido na versão 10, que possui suporte para os dispositivos
apontadores tradicionais, além de tela touch screen e câmera (para acompanhar o movimen-
to do usuário, como no sistema Kinect do videogame Xbox).
Em concursos públicos, as novas tecnologias e suportes avançados são raramente questio-
nados. As questões aplicadas nas provas envolvem os conceitos básicos e o modo de operação
do sistema operacional em um dispositivo computacional padrão (ou tradicional).
O sistema operacional Windows é um software proprietário, ou seja, não tem o núcleo
(kernel) disponível, e o usuário precisa adquirir uma licença de uso da Microsoft.
Importante!
As bancas costumam priorizar o conhecimento básico das configurações do sistema ope-
racional. O usuário não encontrará muitas questões sobre a “parte prática”, como ocorre
com outras organizadoras de concursos.
Do momento em que ligamos o computador até o momento em que a interface gráfica está
completamente disponível para uso, uma série de ações e configurações são realizadas, tanto
nos componentes de hardware como nos aplicativos de software. Acompanhe a seguir essas
20 etapas.
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HARDWARE SOFTWARE
Interface gráfica
Aplicativos
z POST — power on self test: autoteste da inicialização. Instruções definidas pelo fabricante
para verificação dos componentes conectados;
z BIOS — basic input output system: sistema básico de entrada e saída. Informações grava-
das em um chip CMOS (complementary metal oxidy semiconductor) que podem ser confi-
guradas pelo usuário usando o programa SETUP (executado quando pressionamos DEL
ou outra tecla específica no momento em que ligamos o computador, na primeira tela do
autoteste — POST);
z Kernel: núcleo do sistema operacional. O Windows tem o núcleo fechado e inacessível para
o usuário. O Linux tem núcleo aberto e código-fonte disponível para ser utilizado, copiado,
estudado, modificado e redistribuído sem restrição. O kernel do Linux está em constante
desenvolvimento por uma comunidade de programadores, e, para garantir sua integridade
e qualidade, as sugestões de melhorias são analisadas e aprovadas (ou não) antes de serem
disponibilizadas para download por todos;
z Gerenciador de BOOT: o Linux tem diferentes gerenciadores de boot, mas os mais conhe-
cidos são o LILO e o Grub;
z GUI – graphics user interface: interface gráfica, porque o sistema operacional oferece tam-
bém a interface de comandos (prompt de comandos ou linha de comandos).
Quando o sistema Windows não consegue iniciar de forma correta, é possível recuperar o
acesso por meio de ferramentas de inicialização. Para acesso a esses recursos, pode ser neces-
INFORMÁTICA
z Restauração do sistema: a cada vez que o Windows foi iniciado com sucesso, um ponto
de restauração foi criado. A cada instalação de software ou alterações significativas das
configurações, um ponto de restauração é criado. Em caso de instabilidade, o usuário pode
retornar o Windows para um ponto de restauração previamente criado;
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z Reparação do sistema: se arquivos do sistema foram seriamente modificados ou se tor-
naram inacessíveis, o Windows não iniciará e não conseguirá recuperar para um ponto de
restauração. O Windows permite a criação de um disco de recuperação do sistema, que o
restaura para as configurações originais;
z Histórico de arquivos: a cada alteração, o Windows armazena cópias dos arquivos origi-
nais e grava os novos dados no local. Depois, caso necessário, o usuário poderá acessar o
histórico de arquivos e retornar para uma cópia anterior do mesmo item;
z Versões anteriores (ou cópias de sombra): alterações de conteúdos de pastas são moni-
toradas pelo Windows. O usuário poderá acessar no menu de contexto, item Propriedades,
guia Versões anteriores, as cópias anteriores da mesma pasta, restaurando e descartando
as alterações posteriores.
z Usuário: poderá executar os programas que foram instalados pelo administrador, mas
não poderá desinstalar ou alterar as configurações;
z Convidado ou visitante: poderá acessar apenas os itens liberados previamente pelo admi-
nistrador. Essa conta geralmente permanece desativada nas configurações do Windows,
por questões de segurança.
No Windows, as permissões NTFS podem ser atribuídas em Propriedades, guia Segurança. Por
meio de permissões como Controle Total, Modificar, Gravar, entre outras, o usuário poderá defi-
nir o que será acessado e executado por outros usuários do sistema. As permissões do sistema de
arquivos NTFS não são compatíveis diretamente com o sistema operacional Linux, e, caso tenha-
mos dois sistemas operacionais ou dois dispositivos na rede com sistemas diferentes, um servidor
Samba será necessário, para realizar a “tradução” das configurações.
O Windows oferece a interface gráfica (a mais usada e questionada) e pode oferecer uma inter-
face de linha de comandos para digitação. O Prompt de Comandos é a representação do sistema
operacional MS-DOS (Microsoft Disk Operation System), que era a opção padrão de interface para
o usuário antes do Windows.
O Windows 10 oferece o prompt de comandos “básico” e tradicional, acionado pela digitação
de CMD seguido de Enter, na caixa de diálogo Executar (aberta pelo atalho de teclado Windows +
R = Run). Além dele, existe o Windows Power Shell, que é a interface de comandos programável,
acessível pelo menu do botão Iniciar.
Para conhecer as configurações do dispositivo, o usuário pode acessar:
W X
z Botão Iniciar: permite acesso aos aplicativos instalados no computador, com os itens
recentes no início da lista e os demais itens classificados em ordem alfabética. Combina os
blocos dinâmicos e estáticos do Windows 8 com a lista de programas do Windows 7;
z Pesquisar: com novo atalho de teclado, permite localizar, a partir da digitação de termos,
itens no dispositivo, na rede local e na internet. Atalho de teclado: Windows + S (Search);
z Cortana: assistente virtual. Auxilia em pesquisas de informações no dispositivo, na rede
local e na internet;
z Visão de Tarefas: permite alternar entre os programas em execução e abre novas áreas
de trabalho. Atalho de teclado: Windows + Tab;
z Microsoft Edge: navegador de internet padrão do Windows 10. Ele está configurado com
o buscador padrão Microsoft Bing, mas pode ser alterado;
z Microsoft Loja: loja de apps para o usuário baixar novos aplicativos para Windows;
z Windows Mail: aplicativo para correio eletrônico, que carrega as mensagens da conta
Microsoft e pode se tornar um hub de e-mails com adição de outras contas;
z Barra de Acesso Rápido: ícones fixados de programas para acessar rapidamente;
z Fixar Itens: em cada ícone, ao clicar com o botão direito (secundário) do mouse, será mos-
trado o menu rápido, que permite fixar arquivos abertos recentemente, bem como o ícone
do programa na barra de acesso rápido;
z Central de Ações: centraliza as mensagens de segurança e manutenção do Windows,
como as atualizações do sistema operacional. Atalho de teclado: Windows + A (Action). A
Central de Ações não precisa ser carregada pelo usuário, ela é carregada automaticamente
quando o Windows é inicializado;
z Mostrar Área de Trabalho: visualizar rapidamente a área de trabalho, ocultando as jane-
las que estejam em primeiro plano. Atalho de teclado: Windows + D (Desktop);
z Bloquear o computador: com o atalho de teclado Windows + L (Lock), o usuário pode bloquear
o computador. Poderá bloquear pelo menu de controle de sessão, acionado pelo atalho de tecla-
do Ctrl + Alt + Del;
z Gerenciador de Tarefas: para controlar os aplicativos, processos e serviços em execução.
Atalho de teclado: Ctrl + Shift + Esc;
z Minimizar todas as janelas: com o atalho de teclado Windows + M (Minimize), o usuário
pode minimizar todas as janelas abertas, visualizando a área de trabalho;
z Criptografia com BitLocker: o Windows oferece o sistema de proteção BitLocker, que
criptografa os dados de uma unidade de disco, protegendo contra acessos indevidos. Para
uso no computador, uma chave será gravada em um pen drive, e, para acessar o Windows,
ele deverá estar conectado;
z Windows Hello: sistema de reconhecimento facial ou biometria, para acesso ao computa-
dor sem a necessidade de uso de senha;
z Windows Defender: aplicação que integra recursos de segurança digital, como o firewall,
antivírus e antispyware.
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Importante!
As bancas podem priorizar o conhecimento de novos recursos dos softwares constantes
nos editais.
No Windows, algumas definições sobre o que está sendo executado podem variar, segun-
do o tipo de execução. Confira:
z Alt + Tab: alterna entre os aplicativos em execução, exibindo uma lista de miniaturas
deles para o usuário escolher. A cada toque em Alt + Tab, a seleção passa para o próximo
item, retornando ao começo quando passar por todos;
z Alt + Esc: alterna diretamente para o próximo aplicativo em execução, sem exibir nenhu-
ma janela de seleção;
z Ctrl + Alt + Tab: alterna entre os aplicativos em execução como o Alt + Tab, mas a tela
permanece em exibição, podendo se usar as setas de movimentação para escolha do
programa;
z Windows + Tab: mostra a Visão de Tarefas, para escolher programas em execução ou
outras áreas de trabalho abertas.
Vários recursos presentes no sistema operacional Windows podem auxiliar nas tarefas do
dia a dia. Procure praticar as combinações de atalhos de teclado por dois motivos: elas agili-
zam o seu trabalho cotidiano e elas caem em provas de concursos.
4 — Maximizar
2 — Barra ou linha de título
3 — Minimizar 5 — Fechar
1 — Barra de menus
Área de trabalho
do aplicativo
INFORMÁTICA
z 1 — Barra de menus: são apresentados os menus com os respectivos serviços que podem
ser executados no aplicativo;
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z 2 — Barra ou linha de título: mostra o nome do arquivo e o nome do aplicativo que está
sendo executado na janela. Por meio dessa barra, conseguimos mover a janela quando ela
está maximizada. Para isso, clique na barra de título, mantenha o clique e arraste e solte
o mouse. Assim, você estará movendo a janela para a posição desejada. Depois, é só soltar
o clique;
z 3 — Botão minimizar: reduz uma janela de documento ou aplicativo para um ícone. Para
restaurar a janela para seu tamanho e posição anteriores, clique nesse botão ou clique
duas vezes na barra de títulos;
z 4 — Botão maximizar: aumenta uma janela de documento ou aplicativo para preencher
a tela. Para restaurar a janela para seu tamanho e posição anteriores, clique nesse botão
ou clique duas vezes na barra de títulos;
z 5 — Botão fechar: fecha o aplicativo ou o documento. Solicita que você salve quaisquer
alterações não salvas antes de fechar. Alguns aplicativos, como os navegadores de inter-
net, trabalham com guias ou abas, que possuem o seu próprio controle para fechar a guia
ou aba. Atalho de teclado: Alt + F4;
z 6 — Barras de rolagem: são as barras sombreadas ao longo do lado direito e inferior de
uma janela de documento. Para deslocar-se para outra parte do documento, arraste a cai-
xa ou clique nas setas da barra de rolagem.
O disco de armazenamento de dados tem o seu tamanho identificado em bytes. São milhões,
bilhões e até trilhões de bytes de capacidade. Os nomes usados são do Sistema Internacional
de Medidas (SI) e estão listados na escala a seguir.
Exabyte
Petabyte (EB)
Terabyte (PB)
Gigabyte (TB)
Megabyte (GB) Trilhão
Kilobyte (MB) Bilhão
(KB) Milhão
Byte
(B) Mil
Ainda não temos discos com capacidade na ordem de petabytes (PB — quatrilhão de bytes)
vendidos comercialmente, mas quem sabe um dia? Hoje, essas medidas muito altas são usa-
das para identificar grandes volumes de dados na nuvem, em servidores de redes, em empre-
sas de dados etc.
1 byte representa uma letra, ou número, ou símbolo. Ele é formado por 8 bits, que são
sinais elétricos (que valem zero ou um). Os dispositivos eletrônicos utilizam o sistema binário
para representação de informações.
A palavra “Nova”, quando armazenada no dispositivo, ocupará 4 bytes. São 32 bits de
informação gravada na memória.
A palavra “Concursos” ocupará 9 bytes, que são 72 bits de informação.
Os bits e bytes estão presentes em diversos momentos do cotidiano. Um plano de dados
de celular oferece um pacote de 5 GB, ou seja, poderá transferir até cinco bilhões de bytes no
período contratado. A conexão wi-fi de sua residência está operando em 150 Mbps, ou 150
megabits por segundo, que são 18,75 MB por segundo, e um arquivo com 75 MB de tamanho
levará quatro segundos para ser transferido do seu dispositivo para o roteador wireless.
Quando os computadores pessoais foram apresentados para o público, a árvore foi usa-
da como analogia para explicar o armazenamento de dados, criando o termo “árvore de
diretórios”.
INFORMÁTICA
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Documentos
Imagens
Folhas
Músicas
Flores
Vídeos
Frutos
Árvore de diretórios.
O Windows 10 usa o Explorador de Arquivos (que antes era Windows Explorer) para o
gerenciamento de pastas e arquivos. Ele é usado para as operações de manipulação de infor-
mações no computador, desde o básico (formatar discos de armazenamento) até o avançado
(organizar coleções de arquivos em Bibliotecas).
O atalho de teclado Windows + E pode ser acionado para executar o Explorador de
Arquivos.
Como o Windows 10 está associado a uma conta Microsoft (e-mail Live, ou Hotmail, ou
MSN, ou Outlook), o usuário tem disponível um espaço de armazenamento de dados na
nuvem Microsoft OneDrive. No Explorador de Arquivos, no painel do lado direito, o ícone
OneDrive sincroniza os itens com a nuvem. Ao inserir arquivos ou pastas no OneDrive, eles
serão enviados para a nuvem e sincronizados com outros dispositivos que estejam conecta-
dos na mesma conta de usuário.
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Arquivos ocultos, arquivos de sistema, arquivos de somente leitura... os atributos dos
itens podem ser definidos pelo item Propriedades no menu de contexto. O Explorador de
Arquivos pode exibir itens que tenham o atributo oculto, desde que ajuste a configuração
correspondente.
Extensões de Arquivos
O Windows 10 apresenta ícones que representam arquivos, de acordo com a sua extensão.
A extensão caracteriza o tipo de informação que o arquivo armazena. Quando um arquivo
é salvo, uma extensão é atribuída para ele, de acordo com o programa que o criou. É possí-
vel alterar essa extensão, porém corremos o risco de perder o acesso ao arquivo, que não
será mais reconhecido diretamente pelas configurações definidas em Programas Padrão do
Windows.
Confira, na tabela a seguir, algumas das extensões e ícones mais comuns em provas de
concursos.
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EXTENSÃO ÍCONE FORMATO
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Modos de Exibição do Windows 10
Área de Transferência
Um dos itens mais importantes do Windows não é visível como um ícone ou programa.
A Área de Transferência é um espaço da memória RAM, que armazena uma informação de
cada vez. A informação armazenada poderá ser inserida em outro local, e ela acaba traba-
lhando em praticamente todas as operações de manipulação de pastas e arquivos.
Ao acionar o atalho de teclado Ctrl + X (Recortar), estamos movendo o item selecionado
para a memória RAM, para a Área de Transferência.
No Windows 10, se quiser visualizar o conteúdo da Área de Transferência, acione o atalho
de teclado Windows + V (View).
Ao acionar o atalho de teclado Ctrl + C (Copiar), estamos copiando o item para a memória
RAM, para ser inserido em outro local, mantendo o original e criando uma cópia.
Ao acionar o atalho de teclado PrintScreen, estamos copiando uma “foto da tela inteira”
para a Área de Transferência, para ser inserida em outro local, como em um documento do
Microsoft Word ou edição pelo acessório Microsoft Paint.
Ao acionar o atalho de teclado Alt + PrintScreen, estamos copiando uma “foto da janela
atual” para a Área de Transferência, desconsiderando outros elementos da tela do Windows.
Ao acionar o atalho de teclado Ctrl + V (Colar), o conteúdo que está armazenado na Área
INFORMÁTICA
Importante!
A área de transferência é um dos principais recursos do Windows, que permite o uso de
comandos, realização de ações e controle das ações que serão desfeitas.
Ao nomear arquivos e pastas, algumas regras precisam ser conhecidas para que a opera-
ção seja realizada com sucesso:
z o Windows não é case sensitive. Ele não faz distinção entre letras minúsculas ou letras
maiúsculas. Um arquivo chamado “[Link]” será considerado igual ao nome
“[Link]”;
z o Windows não permite que dois itens tenham o mesmo nome e a mesma extensão quan-
do estiverem armazenados no mesmo local;
z o Windows não aceita determinados caracteres nos nomes e extensões. São caracteres
reservados, para outras operações, que são proibidos na hora de nomear arquivos e pas-
tas. Os nomes de arquivos e pastas podem ser compostos por qualquer caractere disponí-
vel no teclado, exceto os caracteres * (asterisco, usado em buscas), ? (interrogação, usado
em buscas), / (barra normal, significa opção), | (barra vertical, significa concatenador de
comandos), \ (barra invertida, indica um caminho), “ (aspas, abrange textos literais), : (dois-
-pontos, significa unidade de disco), < (sinal de menor, significa direcionador de entrada)
e > (sinal de maior, significa direcionador de saída);
z existem termos que não podem ser usados, como CON (console, significa teclado), PRN
(printer, significa “impressora”) e AUX (indica um auxiliar), por referenciar itens de har-
dware nos comandos digitados no prompt de comandos. (por exemplo, para enviar para
a impressora um texto por meio da linha de comandos, usamos TYPE [Link] > PRN).
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OPERAÇÕES COM TECLADO
Atalhos de teclado Resultado da operação
Não é possível recortar e colar na mesma pas-
Ctrl + X e Ctrl + V na mesma pasta
ta. Será exibida uma mensagem de erro
Recortar (da origem) e colar (no destino). O
Ctrl + X e Ctrl + V em locais diferentes
item será movido
Copiar e colar. O item será duplicado. A cópia
Ctrl + C e Ctrl + V na mesma pasta receberá um sufixo (“Copia”) para diferenciar
do original
Copiar (da origem) e colar (no destino). O item
Ctrl + C e Ctrl + V em locais diferentes
será duplicado, mantendo o nome e extensão
Deletar, apagar, enviar para a Lixeira do Windo-
ws, podendo recuperar depois, se o item esti-
Tecla Delete em um item do disco rígido
ver em um disco rígido local interno ou externo
conectado na CPU
Será excluído definitivamente. A Lixeira do
Windows não armazena itens de unidades
Tecla Delete em um item do disco removível
removíveis (pendrive), ópticas ou unidades
remotas
Independentemente do local onde estiver o
Shift + Delete
item, ele será excluído definitivamente
Renomear. Trocar o nome e a extensão do
item. Se houver outro item com o mesmo
nome no mesmo local, um sufixo numérico
F2
será adicionado para diferenciar os itens.
Não é permitido renomear um item que esteja
aberto na memória do computador
Lixeira
Um dos itens mais questionados em concursos públicos é a Lixeira do Windows. Ela arma-
zena os itens que foram excluídos de discos rígidos locais, internos ou externos conectados
na CPU.
Ao pressionar o atalho de teclado Ctrl + D, ou a tecla Delete (DEL), o item é removido do
local original e armazenado na Lixeira.
Quando o item está na Lixeira, o usuário pode escolher a opção “Restaurar” para retorná-
-lo para o local original. Se o local original não existe mais, pois suas pastas e subpastas foram
removidas, a Lixeira recupera o caminho e restaura o item.
Os itens armazenados na Lixeira poderão ser excluídos definitivamente, escolhendo a
opção “Esvaziar Lixeira” no menu de contexto ou faixa de opções da Lixeira.
INFORMÁTICA
Quando acionamos o atalho de teclado Shift + Delete, o item será excluído definitivamen-
te. Pelo Windows, itens excluídos definitivamente ou apagados após esvaziar a Lixeira não
poderão ser recuperados. É possível recuperar com programas de terceiros, mas isto não é
considerado no concurso, que segue a configuração padrão.
Os itens que estão na Lixeira podem ser arrastados com o mouse para fora dela, restauran-
do o item para o local onde o usuário liberar o botão do mouse.
33
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A Lixeira do Windows tem o seu tamanho definido em 10% do disco rígido ou 50 GB.
O usuário poderá alterar o tamanho máximo reservado para a Lixeira, poderá desativá-la
excluindo os itens diretamente e configurar lixeiras individuais para cada disco conectado.
O sistema operacional Linux é uma opção ao sistema operacional Windows, com outras
características próprias.
O sistema operacional Linux é mais utilizado em sistemas de baixo custo e possui diferen-
tes distribuições para diferentes modelos de computadores. Por ser um sistema de código
aberto, deu origem a outros sistemas como o iOS (Apple) e o Android (Google).
Por ser um sistema operacional livre e licenciável, possui a licença GNU GPL para distri-
buição. O projeto GNU foi lançado no começo dos anos 1980 e atualmente é patrocinado pela
FSF (Free Software Foundation). Muitos usuários descobrem que, no contexto de softwares
livres, ser livre não significa ser gratuito. Ao contrário do termo freeware, que identifica uma
categoria de softwares gratuitos para utilização, o termo free no Linux está relacionado às
liberdades de uso.
35
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z geralmente instalado em dispositivos com Windows, o Linux oferece gerenciador de boot
(bootloader) para gerenciar a inicialização, exibindo um menu para o usuário escolher
qual sistema operacional será usado na sessão atual;
z LILO e GRUB são os gerenciadores de boot mais comuns nas distribuições Linux;
z o Linux é um sistema operacional do tipo case sensitive, ou seja, diferencia letras maiúscu-
las de letras minúsculas nos nomes de arquivos, diretórios e comandos.
Kernel (núcleo)
Shell (interpretador)
Terminal
(linha de comandos)
Interface gráfica
Distribuições Linux
DeMuDi Europa
Finnix EUA
Insigne GNU Brasil
KeeP OS Brasil
Knoppix Alemanha
Linspire EUA
MeNTOPPIX Indonésia
MEPIS EUA
Rxart Argentina
Satux Brasil
Symphony OS
SUSE Linux Enterprise Server (SLES) é uma distribuição Linux desenvolvida pela empresa
SUSE, que é uma das pioneiras no mercado de Linux corporativo. O SLES é uma plataforma
para servidores Linux segura, adaptável e fácil de gerenciar, que permite que desenvolvedo-
res e administradores implantem cargas de trabalho essenciais para os negócios no local, na
nuvem e na borda.
O SLES oferece suporte para diversas arquiteturas, como x86, Arm, Power e z Systems,
integrando-se com as principais soluções de virtualização, contêineres, armazenamento,
rede e segurança. O SLES também conta com o suporte e a consultoria da SUSE, que é reco-
nhecida pela qualidade e pela inovação.
SUSE Linux Enterprise Server 15 SP2 é a versão mais recente do SLES, lançada em julho de
2020. Essa versão traz diversas melhorias e novidades, como:
z suporte para IBM Secure Execution e Secure Boot, que garantem proteção contra ameaças
externas para instalações do IBM Z;
z suporte para uma instalação off-line completa e segura, que permite implantar o SLES em
ambientes sem acesso à internet ou com restrições de segurança;
z suporte para o gerenciador de pacotes Zypper, que permite instalar, atualizar e remover
pacotes de forma rápida e eficiente;
z suporte para o ambiente gráfico GNOME 3.34, que oferece uma interface de usuário moder-
na, intuitiva e personalizável;
z suporte para o sistema de arquivos Btrfs, que oferece recursos como snapshots, compres-
são, deduplicação e RAID;
z suporte para o sistema de inicialização GRUB2, que permite configurar e gerenciar o pro-
cesso de boot do sistema.
Diretórios Linux
INFORMÁTICA
Importante!
Diretórios e comandos Linux são os itens mais importantes em concursos atualmente.
Conceitos e características do sistema operacional Linux já foram amplamente questiona-
dos nas provas anteriores.
Os diretórios são denominados com algumas letras que indicam o seu conteúdo. Confira
na tabela a seguir.
Os comandos são grafados com letras minúsculas, assim como os nomes dos diretórios.
Diretórios e comandos são algumas letras do nome do conteúdo ou ação realizada, que é um
termo em inglês.
A seguir, uma tabela mais completa, com quase todos os diretórios de uma distribuição
padrão Linux.
38
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DIRETÓRIO DESCRIÇÃO E COMENTÁRIOS
/ Raiz do sistema, o diretório que “guarda” todos os outros diretórios
Arquivos/comandos utilizados durante a inicialização do sistema e por usuários
/bin
(após a inicialização). O termo BIN é referência ao tipo de informação, binário
Arquivos utilizados durante a inicialização do sistema. Boot é uma expressão
/boot
comum a vários sistemas para indicar a inicialização
/dev Drivers de controle de dispositivos. DEV vem de device, dispositivo
/etc Arquivos de configurações do computador
/etc/
Arquivos de configuração do sistema para os dispositivos
sysconfig
/etc/passwd Dados dos usuários, senhas criptografadas... Password = senha
Sistemas de arquivos montados no sistema (file system table — tabela do sis-
/etc/fstab tema de arquivos). O sistema de arquivos do Linux pode ser EXT3, EXT4, entre
outros
/etc/group Grupos
/etc/include Header para programação em C, através do comando include
/etc/inittab Arquivo (tabela) de configuração do init
Contém os arquivos e estruturas que serão copiadas para um novo usuário do
/etc/skel
sistema
Pasta pessoal dos usuários comuns. Equivale às bibliotecas do sistema
/home
Windows
/lib Bibliotecas compartilhadas. LIB vem de library, biblioteca
/lib/
Módulos externos do kernel usados para inicializar o sistema
modules
Subdiretório em que os dispositivos de mídia inseridos no computador são
/media
montados (media, de mídia)
/misc Arquivos variados (misc de miscelânea)
Ponto de montagem de sistemas de arquivos (CD, floppy, partições...) MNT vem
/mnt
de mount, montagem
Sistema de arquivos virtual com dados sobre o sistema. PROC vem de
/proc
procedure
/root Diretório pessoal do root. Equivalente a pasta raiz da unidade de inicialização C:
Arquivos/comandos especiais (geralmente não são utilizados por usuários
/sbin
comuns)
/tmp Arquivos temporários
Unix System Resources. Contém arquivos de todos os programas para o uso
/usr
INFORMÁTICA
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DIRETÓRIO DESCRIÇÃO E COMENTÁRIOS
/usr/man Manuais
/usr/info Informações
/usr/X11R6 Arquivos do X Window System e seus aplicativos
Contém arquivos que são modificados enquanto o sistema está rodando
/var
(variáveis)
/var/lib Bibliotecas
Contém os arquivos que armazenam informações, mensagens de erros dos pro-
/var/log
gramas, relatórios diversos, entre outros tipos de logs
Diretórios Linux.
Dica
Existem sites na internet que oferecem emuladores de Linux, para treinamento. Acesse
[Link] para conhecer algumas opções.
Conceitos Básicos de Operação com Arquivos nos Sistemas Operacionais: Linux (Ubuntu
Versão 14 ou Superior)
COMANDO DESCRIÇÃO
Executa tarefas que precisam de permissões
sudo
administrativas ou de root
Lista todos os arquivos e diretórios dentro de
ls
um sistema de arquivos
cat Lista o conteúdo dos arquivos na saída padrão
tac nome_do_arquivo Mostra o conteúdo em ordem reversa
cat > nome_do_arquivo Cria um novo arquivo
Copia arquivos ou diretórios de um local para
cp
outro
mv Move ou renomeia os arquivos
rm [nome_do_arquivo] Deleta um arquivo num diretório
touch [nome_do_arquivo] Cria um novo arquivo e modifica o timestamp
Encontra um arquivo num sistema de banco de
locate
dados
head [nome_do_arquivo] Mostra as primeiras 10 linhas de um texto
40
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COMANDO DESCRIÇÃO
Procura por um arquivo num diretório
find
específico e executa as instruções seguintes
Compara o conteúdo de dois arquivos
diff linha por linha e exibe as partes que não
correspondem
Encontra uma palavra específica num arquivo
grep
de texto
tail [nome_do_arquivo] Exibe as últimas 10 linhas de um texto
tar Comprime múltiplos arquivos num arquivo TAR
gunzip Extrai um arquivo GZ
gzip [nome_do_arquivo] Comprime um arquivo com a extensão GZ
Modifica as permissões de leitura, escrita e
chmod
execução de um arquivo ou diretório
Modifica ou transfere a propriedade de um
chown
arquivo
wget Baixa arquivos da internet
Exibe uma linha de texto ou um trecho de
echo
código na saída padrão
zip Comprime arquivos dentro de um arquivo ZIP
unzip Extrai um arquivo ZIP
Recupera pacotes de instalação de fontes
apt-get
autenticadas
nano É um editor de texto pré-instalado
vi É um editor de texto incorporado
alias Cria um atalho
unalias Remove um alias existente
Mostra o número de palavras, linhas e bytes de
wc
um arquivo
ln -s /caminho/para/nome_do_arquivo
Cria um link simbólico para um arquivo
[nome_do_link]
jed É um editor de arquivos
more [nome_do_arquivo] Mostra o conteúdo de um arquivo
gpg -c [nome_do_arquivo] Criptografa um arquivo
gpg [nome_do_arquivo.gpg] Descriptografa um arquivo
INFORMÁTICA
Comandos Linux
Os comandos são denominados com algumas letras que indicam a tarefa que eles reali-
zam. Confira na tabela a seguir:
A seguir, uma tabela mais completa, com quase todos os comandos questionados pelas
bancas organizadoras quando temos o item Linux no conteúdo programático.
42
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COMANDO DESCRIÇÃO EXEMPLO AÇÃO
O [Link] será concatena-
Concatenar, juntar ou cat [Link] >> [Link]
do com [Link]
mostrar. Exibir o con- cat [Link] [Link] >>
cat Os [Link] e [Link] serão
teúdo de arquivos ou [Link]
unidos em [Link]
direcioná-lo para outro cat [Link]
Exibirá [Link]
Muda para o diretório /
cd Mudar diretório cd /home
home
Copiar arquivos e Copia o arquivo [Link]
cp cp [Link] /home
diretórios para o diretório /home
O comando cut pode ser
Lê o conteúdo de um
usado para mostrar apenas
ou mais arquivos e
cut cut [Link] seções específicas de um
tem como saída uma
arquivo de texto ou da saí-
coluna vertical.
da de outros comandos
Comparar e mostrar as
Mostra a diferença entre os
diff diferenças entre arqui- diff [Link] [Link]
dois arquivos
vos e diretórios
exit Sair do usuário atual exit Sair do usuário atual
Exibe o [Link] (comando
Seleciona uma linha de
cat [Link] | grep cat no modo type), com
grep texto que contenha o
Nishimura destaque para as linhas
texto pesquisado
que contenham Nishimura
id Informa o usuário atual id Informa o usuário atual
Permite listar e con-
Listar todas as interfaces
figurar as interfaces
(all)
ifconfig de rede (placas de ifconfig-a
No Windows, o comando é
rede) conectadas no
ipconfig
computador
Desligar ou reiniciar o init 0 Desligar
init
computador init 6 Reiniciar
Cria um atalho para o arqui-
ln Criar links de arquivos ln [Link]
vo [Link]
Lista os arquivos e diretó-
Listar arquivos e
ls ls rios existentes no diretório
diretórios
atual
Eliminar um processo
kill kill 998 Eliminar o processo 998
em execução
Cria o diretório novo, dentro
mkdir Criar diretório mkdir /home/novo
do diretório /home
INFORMÁTICA
43
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COMANDO DESCRIÇÃO EXEMPLO AÇÃO
Listam os processos
em execução, e com o
Listar os processos em
ps número poderá elimi- ps
execução
ná-lo com o comando
kill
pwd Exibe o diretório atual pwd Mostra onde estou
rm Deletar arquivos rm [Link] Apaga o arquivo [Link]
Remove o diretório novo
rmdir Remover diretórios rmdir novo
que está no local atual
Ordena o conteúdo de Ordena o conteúdo do ar-
sort sort [Link]
um arquivo quivo [Link]
Executar comandos
Executa o comando ps
sudo como superusuário. sudo ps
como superusuário
Válido por 10 min.
Desligar ou reiniciar o shutdown -r +10 Reinicia em 10 minutos
shutdown
computador shutdown -h +5 Desliga em 5 minutos
Exibir as últimas linhas Exibe as 10 últimas linhas
tail tail [Link]
de um arquivo de [Link]
Cria um arquivo que
tar Empacotar arquivos tar [Link] contém os outros, sem
compactar
Criar e modificar data
do arquivo. Se o ar-
Criar o arquivo vazio teste.
touch quivo não existe, ele touch [Link]
txt com a data atual
é criado vazio, com a
data atual
Cria um novo usuário
ou atualiza as infor- Criar o usuário fernando,
useradd mações padrão de um useradd fernando com os arquivos definidos
usuário no sistema em /etc/skel
Linux
Entra em modo de visuali-
Visualizar um arquivo
vi vi [Link] zação e edição do arquivo
no editor
[Link]
Comandos Linux.
Todos os sistemas operacionais possuem recursos para a realização das mesmas tarefas.
Não é correto afirmar que um sistema é melhor que outro, sendo que eles são equivalentes
em funcionalidades.
A interface que não é gráfica, ou seja, de caracteres, sempre existiu nos computadores.
Mas entre o Windows e Linux existem diferenças, tanto operacionais como de comandos.
Confira um comparativo de comandos entre o Linux e o Windows.
44
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Ajuda man, help ou info /?
Data e Hora date, cal ou hwclock date e time
Espaço em disco df dir
Processos em execução ps
Finalizar processo kill
Qual o diretório atual? pwd cd
Subir um nível cd .. cd..
Diretório raiz cd / cd \
Voltar ao diretório anterior cd –
Diretório pessoal cd ~
Copiar arquivos cp copy
Mover arquivos mv move
Renomear mv ren
Listar arquivos ls dir
Apagar arquivos rm del
Apagar diretórios rm deltree
Criar diretórios mkdir md
Alterar atributos attrib
Alterar permissões chmod
Alterar proprietário (dono) chown
Alterar grupo chgrp
Comparar arquivos e pastas diff comp
Empacotar arquivos tar
Compactar arquivos gzip compact
Alterar a senha passwd
Concatenar, juntar e mostrar cat
Mostrar, visualizar vi type
Pausa na exibição de páginas more ou less more
Interfaces de rede ifconfig ipconfig
Caminho dos pacotes tracert route
INFORMÁTICA
Importante!
Este é um tópico novo em concursos públicos, que tem questionado sobre a estrutura e
características dos sistemas embarcados ou móveis. Com a aplicação de outras provas
de concursos com este item, a tendência é que sejam questionadas funcionalidades prá-
ticas dos aparelhos.
46
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Sistema Operacional Android
Versões do Android
Os nomes das versões Android se tornaram uma tradição. No início (2008), o Android 1.0
— Astro foi lançado junto ao aparelho HTC Dream.
Houve a intenção de nomear as versões com nomes de robôs e androides, e o próximo
seria chamado de Bender (de Futurama, animação da Fox Channel), mas a emissora não
autorizou o uso.
As diferentes versões de Android têm, desde a versão 1.5, nomes de sobremesas ou bolos
(em inglês) e seguem uma lógica de ordem alfabética:
z 1.5: Cupcake;
z 1.6: Donut;
z 2.0-2.1: Éclair;
z 2.2: FroYo (Frozen Yogurt);
z 2.3: Gingerbread;
z 3.0-3.2: Honeycomb;
z 4.0: Ice Cream Sandwich;
z 4.1-4.2-4.3: Jelly Bean;
z 4.4: KitKat (autorizado pela Nestlé, mudou o foco do sistema para o usuário, explorando
a experiência do usuário (User Experience) com elementos e fatores que gerassem uma
avaliação positiva);
z 5.0 (5.0.1 e 5.0.2): Lollipop;
z 6.0 (6.0.1): Marshmallow;
z 7.0 (7.1, 7.1.1 e 7.1.2): Nougat;
z 8.0 (8.1): Oreo (utilizando uma nova arquitetura de software);
z 9.0: Pie;
z 10: Android 10 ou versão Q (recursos de biometria e imagens aprimorados);
z 11: Android 11 ou versão R (última versão, lançada em fevereiro de 2020).
INFORMÁTICA
Características do Android
Quando o usuário adquire um aparelho com o sistema operacional Android, ele precisa-
rá fazer login em uma conta Google para ter acesso aos recursos do dispositivo. A conta de
usuário poderá ter correio eletrônico gratuito, dados de aplicações, financeiros, localização,
navegação, privacidade, segurança, entre outras informações. 47
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Possui código fonte aberto, disponível para ser baixado, estudado, modificado e distribuí-
do. É um sistema operacional muito popular e flexível, tanto quanto os sistemas embarcados
Arduíno em aparelhos de automação.
O Android utiliza Java, mas contém vários módulos desenvolvidos em HTML5. O desenvol-
vedor de aplicativos Android pode usar o JME para desenvolvimento de recursos, que serão
publicados e distribuídos na Google Play (loja de apps). Ao contrário da Apple, os desenvolve-
dores podem distribuir seu app em outros locais fora da loja oficial, criando um problema de
segurança para os usuários.
Os usuários podem, mas não devem, fazer download de aplicativos para Android a partir
de qualquer fonte, porém o recomendado é que se utilize a loja virtual oficial. Apps baixados
fora das lojas oficiais podem conter malwares (como spywares, cavalos de Troia, adwares
etc.) que comprometerão a privacidade do usuário.
Uma das principais características (e vantagens) do Android é o acesso imediato aos recur-
sos da Google, como Google Cloud Print (para imprimir remotamente), Google Fotos (para
armazenamento de cópia das imagens e vídeos do aparelho), Google Drive (armazenamento
de dados na nuvem), entre outros.
As configurações e preferências são armazenadas na Conta Google, podendo ser compar-
tilhadas em outros dispositivos que estejam conectados na mesma conta.
O Google Assistente é o assistente virtual para o sistema, que permite realizar tarefas com
comandos de voz.
O iOS é um sistema operacional desenvolvido pela Apple que pode ser encontrado no iPho-
ne, iPad e iPod Touch da empresa, considerando que os seus notebooks utilizam o MacOS e os
relógios inteligentes o watchOS.
iOS: o “i” vem da expressão “internet”, enquanto o OS significa “Operating System”, (“siste-
ma operacional”, em português).
Diferentemente do Android, seu núcleo é fechado, apesar de ter sido desenvolvido a partir
do Linux, e todos os controles são disponibilizados pela Apple.
A loja de aplicativos Apple Store (ou apenas App Store) disponibiliza aplicações que foram
verificadas pela empresa antes de serem publicadas. Assim, é considerada mais segura, por
ter camadas extras de validação antes da distribuição.
Versões do iOS
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Ao contrário do Android, que é personalizável de muitas formas, inclusive com relação
às atualizações do sistema, o iOS pode ser considerado um sistema muito mais fechado, com
poucas personalizações e atualizações mandatórias (que devem ser instaladas).
A principal característica do iOS não está na sua interface ou em seus recursos acessíveis
pelo usuário, mas naquilo que existe por trás de tudo: as camadas iOS.
Camadas iOS
São quatro camadas, semelhante a outros sistemas operacionais, porém com nomes bem
diferentes. Usaremos aqui o diagrama utilizado no Linux, e poderemos perceber que, essen-
cialmente, são os mesmos recursos, porém com novos nomes.
Core OS (núcleo)
Core Services (Foundation)
Media
z Camada Core OS: como o kernel/núcleo, encapsula o ambiente e interfaces de baixo nível,
e as aplicações não têm acesso por questões de segurança;
z Camada Core Services (Foundation): fundação ou base do sistema. Esta camada contém
os recursos que serão usados pelos aplicativos nativos do sistema iOS, como Safari, Casa,
Saúde, Traduzir e iTunes;
z Camada Media: camada de mídia, que faz a renderização (transformação) de gráficos,
áudio e vídeo. Nesta camada estão os recursos de manipulação dos conteúdos da interface;
z Camada Cocoa Touch (UIKit — User Interface Kit): interface com o usuário, como mul-
titarefa, notificações e acessibilidade.
para o seu sistema operacional, que às vezes não possui correspondente na outra plataforma.
Se o usuário precisa de uma aplicação iOS no Android, caso não exista, não poderá fazer a
emulação de forma plena.
O Android tem sua própria JVM, que se chama Dalvik (até Android 4.0) e ART (Android
RunTime), na versão 5 e superiores. A máquina virtual Dalvik permite a execução de códigos
originalmente desenvolvidos em Java dentro da plataforma Android. O XCode é o ambiente
de desenvolvimento nativo do sistema iOS, que não utiliza máquina virtual.
49
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A arquitetura do iOS é composta por camadas: Cocoa Touch, Media, Core Services e Core
OS. Os programas desenvolvidos para iOS utilizam a linguagem Swift e Object C (obsoleta).
Nos sistemas operacionais da Apple, estão incluídos métodos para o gerenciamento de
itens armazenados no iCloud. O iCloud é a nuvem da Apple, que armazena em uma conta
cloud (nuvem) arquivos, fotos e configurações de um aparelho com iOS. Arquivos e diretórios
existentes na nuvem serão sincronizados e poderão ser acessados por usuários do iOS tanto
no iPhone e iPad como no iMac e PCs.
O serviço iCloud está associado a equipamentos Apple (iPad, iMac, entre outros) e possui
limitação de espaço. Existem opções gratuitas de armazenamento no iCloud e outras pagas,
com mais espaço, mas nenhuma opção ilimitada.
O smartphone que executa Android possui um sistema embarcado associado a um login
de contas Google. O aplicativo instalado no aparelho não precisa utilizar a conta Google, que
geralmente é usada apenas para acesso do usuário ao dispositivo e sincronização de confi-
gurações. O aplicativo, caso possua esta funcionalidade, poderá capturar e enviar arquivos
armazenados na memória interna, no cartão SD (memória expandida) e nuvem (Google Dri-
ve), independentemente das permissões de contas Google.
Os aplicativos geralmente são disponibilizados com manifestos. Os manifestos são infor-
mações sobre o desenvolvimento deles, que, seguindo a ideia da licença GNU GPL (Linux)
da origem do Android, informa as características do aplicativo, os recursos atualizados e as
transações que ele executa no aparelho do usuário.
IOS ANDROID
Exclusivo para os dispositivos da Motorola, LG, Samsung, Xiaomi, en-
Hardware
marca tre outras
Desde o iPhone 8, os carregadores Desde 2014, possui gerenciadores
Tempo de bateria
são de alta potência de bateria
Os novos aparelhos já estão A maioria dos aparelhos usa a ver-
Atualizações com o iOS 14, e os recentes são são 7 (Nougat), sendo a versão 9
atualizados (Pie) a mais recente
Um aplicativo Android deve ser de-
Um aplicativo para iPhone utiliza-se
Desenvolvimento senvolvido em linguagens específi-
da linguagem Swift e Objective-C
cas: Kotlin e Java
Integração com
outros Total entre aparelhos da Apple Baixa e complexa
dispositivos
Segurança Aplicativos fechados Aplicativos personalizáveis
50
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Cada sistema operacional é desenvolvido seguindo uma arquitetura que o faz executar
com uma determinada combinação específica de hardware. É muito comum observar em
notebooks o selo Windows, indicando que aquele hardware foi testado e é compatível com o
sistema operacional da Microsoft. Apesar de existirem muitos fabricantes de processadores
(CPU) e de memórias, o sistema operacional Windows só poderá rodar em determinados
modelos.
Se o usuário precisa utilizar outro sistema operacional, ele deverá utilizar algum recurso
que permita alternar entre as suas necessidades.
A primeira opção é o particionamento do disco rígido do dispositivo computacional e a
instalação de um sistema operacional em cada partição. Em um computador com Windows, o
Linux poderá ser instalado. O gerenciador de boot ou inicialização permitirá que, no momen-
to em que ele for ligado, o usuário escolha um ou outro sistema para utilização.
Obviamente, esse método não permite a execução simultânea dos sistemas, e, caso o
usuário precise trocar de sistema, precisará fechar todas as suas aplicações e reiniciar o
computador.
As opções que conheceremos agora são os emuladores, virtualização e paravirtualização
de sistemas.
A primeira forma de uso são os emuladores.
Eles são o oposto da máquina real, pois simulam um sistema que talvez nem exista mais.
Implementam todas as instruções realizadas pela máquina real em um ambiente abstrato de
software. Os emuladores de games arcade são um exemplo de como eles podem ser execu-
tados em uma plataforma atual de software, apesar de terem sido desenvolvidos e escritos
para uma plataforma que não existe mais.
Eles enganam, fazendo com que todas as operações da máquina real sejam implementa-
das em um software. Interpretam um código que foi desenvolvido para outra plataforma.
Os emuladores são restritos aos códigos que forem escritos, logo, sua aplicação é um pouco
restrita.
Os emuladores de terminal Linux, que podem ser usados para estudos e treinamento, são
opções on-line que demonstram o uso e especialmente as limitações desse tipo de utilização.
O usuário que acessa o emulador on-line Linux tem acesso apenas aos comandos que foram
previamente programados nele. Se o usuário tentar executar comandos que o emulador não
conhece, não obterá resultado algum.
Outra forma é a virtualização.
As máquinas virtuais (VM — virtual machine) criam uma camada para compatibilizar
diferentes plataformas. Essa camada é chamada de virtualização. Esse recurso é muito popu-
lar devido às suas características de implementação e utilização por qualquer usuário com
um pouco de conhecimento técnico de informática.
São softwares que podem ser utilizados para fazer os recursos parecerem diferentes do
que realmente são. Será uma duplicata eficiente e isolada de uma máquina real.
INFORMÁTICA
A IBM define uma máquina virtual como uma cópia totalmente protegida e isolada de um
sistema físico. Na década de 60, era uma abstração de software que enxerga um sistema físico
(máquina real).
Como a máquina virtual é separada por sandbox (caixa de areia, um espaço isolado que
acessa de forma controlada os recursos disponíveis) do restante do sistema, o software den-
tro dela não pode adulterar o computador host ou hospedeiro. As máquinas virtuais também
podem ser usadas para outras finalidades, como a virtualização de servidores.
51
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VMWare, Virtual Box, Microsoft Azure e Hyper-V são alguns exemplos de máquinas virtuais
disponíveis atualmente.
Quando elas são executadas, o usuário tem acesso a ambos os sistemas simultaneamente. Por-
tanto, ao contrário do uso de múltiplos boots, o usuário poderá acessar dados dos dois sistemas
ao mesmo tempo. Poderá acessar seus arquivos no Windows do computador e os arquivos do
Linux que estiver sendo executado em uma máquina virtual.
Ao executar máquinas virtuais, é possível definir a quantidade de recursos que serão oferta-
dos para as aplicações, como memória e processadores. Servidores Microsoft Hyper-V, por exem-
plo, podem disponibilizar até quatro processadores para uma máquina virtual Linux.
Os gerenciadores de virtualização procuram organizar o que será disponibilizado e como será
disponibilizado. Quando os hypervisors (gerenciadores de virtualização) executam diretamente
o hardware, são conhecidos como nativos ou baremetal. Quando o hypervisors é uma aplicação
como a máquina Virtual Java (JVM), que está executando no hardware para construir outro har-
dware virtualizado, dizemos que é do tipo hosted (hospedado).
A paravirtualização é a máquina virtual de uma máquina virtual.
Algumas vezes, a camada de virtualização não é suficiente para a execução de uma aplicação
especializada. Em um sistema Windows, podemos virtualizar uma máquina Linux e ainda conti-
nuar executando emuladores na camada do Windows.
A paravirtualização acaba combinando os recursos de virtualização e emulação, para que
todos os recursos estejam disponíveis.
Em uma máquina virtual, todos os recursos estarão sob controle da virtualização aplicada. Em
um emulador, todos os recursos estarão sob controle da emulação aplicada.
Na paravirtualização, além do controle aplicado pela virtualização ou emulação, os recursos
originais da máquina real continuarão disponíveis, evitando, assim, o processamento dedicado
para um recurso, sendo que outros poderão ser executados também pelo usuário.
REFERÊNCIAS
O que é software livre? Projeto GNU — Free Software Foundation, [s.d.]. Disponível em:
https:// [Link]/philosophy/[Link]. Acesso em: 27 nov. 2020.
THE story of Ubuntu. Ubuntu, [s.d.]. Disponível em: [Link] Acesso em:
15 dez. 2023.
A maioria dos usuários utiliza o sistema operacional do computador e, por vezes, acaba
estendendo a sua utilização aos programas e aplicativos instalados. Muitas pessoas acredi-
tam que o Microsoft Office e o Google Chrome fazem parte do sistema operacional Windows,
o que não é verdade.
O sistema operacional tem duas funções básicas:
z máquina virtual;
z gerenciador de recursos.
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Dica
Todo sistema operacional executará uma série de processos para atender às solicitações
do hardware, dos programas e do usuário. Suas funções são inúmeras, mas em provas de
concursos as questões envolvem as duas principais funções básicas deles.
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PRIMEIRA QUARTA GE-
SEGUNDA GERA- TERCEIRA GERAÇÃO
GERAÇÃO RAÇÃO (1980–
ÇÃO (1955–1965) (1965–1980)
(1945–1955) ATUALMENTE)
Utilizavam circuitos
Utilizavam
integrados (de deze- Circuitos inte-
Tecnologia válvulas (mui- Utilizavam
nas a centenas de grados em larga
dos circuitos ta energia e transistores
milhões de transisto- escala
calor)
res num chip)
Plugues (físi- Processamen-
Processa- Estações de
cos e cartões to em lote de Multiprogramação
mento trabalho
de leitura) comandos
z Processo ou Tarefa
z Multiprogramação
z Multiprocessamento
É uma propriedade que identifica o sistema operacional que consegue distribuir a exe-
cução em vários núcleos do processador, apesar de compartilharem uma memória. Vários
processos serão executados paralelamente pelos núcleos do processador, e, ao final do tempo
de execução, os resultados serão combinados e apresentados como um só para o usuário.
É um processo que provê a interface do usuário com o sistema operacional. Ele efetua a
leitura do teclado/mouse à espera de comandos, interpreta-os e passa seus parâmetros para
o sistema operacional.
INFORMÁTICA
55
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z Chamadas de Sistema (System Calls)
Elas constituem a interface entre os programas e o sistema operacional. São funções que
podem ser ligadas com aplicativos, provendo serviços como leitura do clock, operações de
entrada/saída, comunicação interprocessos etc.
Dica
Todo sistema operacional é multitarefa, multiusuário e multiprocessamento.
Um pacote de aplicativos para escritório é, sem dúvida, um dos mais úteis aplicativos que
um computador pode ter instalado. Independentemente do perfil de utilização do usuário,
alguns dos aplicativos disponíveis em um pacote como o Microsoft Office atendem a diferen-
tes tarefas cotidianas, das mais simples até as mais complexas.
A Microsoft chama o pacote Office de “suíte de produtividade” e tem como “concorrente”
o LibreOffice.
O Microsoft Office tem alguns aplicativos que trocaram de nome ao longo do tempo. Atual-
mente, está na versão Office 365, que disponibiliza recursos via internet (computação nas
nuvens), com armazenamento de arquivos no Microsoft OneDrive.
Serviços adicionais de comunicação, como o Microsoft Outlook e o Microsoft Teams, fazem
parte do pacote Microsoft Office 365.
As extensões dos arquivos editáveis produzidos pelos pacotes de produtividade são apre-
sentadas na tabela a seguir.
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MICROSOFT OFFICE
Até a versão 2003, os arquivos produzidos pelo Microsoft Office eram identificados com
extensões de três letras, como DOC, XLS e PPT. Algumas questões de concursos ainda apresen-
tam essas extensões nas alternativas das questões.
Na versão 2007, o padrão XML (eXtensible Markup Language) foi implementado para ofe-
recer portabilidade aos documentos produzidos. As extensões dos arquivos passaram a ser
identificadas com quatro letras, como DOCX, XLSX e PPTX.
Com o avanço dos recursos de computação na nuvem, o Office foi disponibilizado na versão
on-line, que, posteriormente, foi chamada 365, sendo a versão atual do pacote.
Com um novo formato de licenciamento, com assinaturas mensais e anuais em lugar da ven-
da de licenças de uso, a instalação do Office 365 no computador disponibiliza a última versão
do pacote para escritórios.
Do ponto de vista prático, qual versão do Microsoft Office usar ou estudar?
Para algumas bancas, você deve ter a última versão disponível. Elas questionam as novi-
dades das últimas versões disponíveis. Já outras questionam sobre uma versão indiferente. O
mais importante será o conceito envolvido e sua aplicação na formatação de arquivos.
LIBREOFFICE
O pacote Star Office deu origem ao Open Office, com código aberto, livre e gratuito. O for-
mato de arquivo (ODF — Open Document Format) é usado para os arquivos produzidos, como
ODT (text — documento de texto), ODS (sheet — planilha de cálculos) e ODP (presentation —
apresentação de slides).
O projeto [Link] desenvolveu e ofereceu o pacote com recursos especificamente úteis
para os brasileiros. É comum ver essa informação no conteúdo programático dos editais de
concursos, além de nas questões que já foram aplicadas pelas bancas.
O LibreOffice é o pacote atual, disponível para download e instalação em diversas plata-
formas. Está na versão 7 (dezembro de 2020) e conta com recursos semelhantes aos das ver-
sões anteriores, com uma interface redesenhada (clean), seguindo a tendência minimalista
de outras aplicações (site Google, ícones do Microsoft Office, ícones de aplicativos no smart-
phone etc.).
Do ponto de vista prático, qual versão do LibreOffice usar ou estudar?
Para concursos de algumas bancas, você deverá ter a última versão disponível. No site do
INFORMÁTICA
LibreOffice, você poderá fazer o download gratuito. Para outras bancas organizadoras, no
entanto, é recomendável verificar se o edital pede uma versão específica (como LibreOffice
5) ou se pede várias versões (LibreOffice 5 ou superior).
Se for uma versão específica, serão questionados ícones e atalhos de teclado apenas dela.
Se for uma versão específica com o “ou superior” complementando, então serão questiona-
dos os recursos válidos para todas as versões (você poderá usar a última versão disponível
para estudos).
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Grande parte das questões de concursos públicos procuram questionar as diferenças entre
os aplicativos. Questiona-se, por exemplo, a respeito de um recurso que é acionado com um
atalho de teclado no Microsoft Word, mas que, no LibreOffice Writer, tem um atalho de tecla-
do diferente.
WORD
Os documentos produzidos com o editor de textos Microsoft Word têm a seguinte estrutu-
ra básica:
z documentos — arquivos DOCX criados pelo Microsoft Word 2007 e superiores. Os documen-
tos são arquivos editáveis pelo usuário, que podem ser compartilhados com outros usuários
para edição colaborativa;
z os modelos (template), com extensão DOTX, contêm formatações que serão aplicadas
aos novos documentos criados a partir deles. O modelo é usado para a padronização de
documentos;
z o modelo padrão do Word é [Link] (Document Template Macros — modelo de
documento com macros). As macros são códigos desenvolvidos em Visual Basic for Appli-
cations (VBA) para a automatização de tarefas.
z páginas — unidades de organização do texto, segundo a orientação, o tamanho do papel e
as margens. As principais definições estão na guia “Layout”, mas você também encontrará
algumas definições na guia “Design”;
z seção — divisão de formatação do documento em que cada parte tem a sua configura-
ção. Sempre que forem usadas configurações diferentes, como margens, colunas, tamanho
da página, orientação, cabeçalhos, numeração de páginas, entre outras, as seções serão
usadas;
z parágrafos — formados por palavras e marcas de formatação. Finalizados com Enter, con-
têm formatação independente do parágrafo anterior e do parágrafo seguinte;
z linhas — sequência de palavras que pode ser um parágrafo, ocupando uma linha de tex-
to. Se for finalizada com “Quebra de Linha”, a configuração atual permanece na próxima
linha;
z palavras — formadas por letras, números, símbolos, caracteres de formatação etc.
Os arquivos produzidos nas versões anteriores do Word são abertos e editados nas versões
atuais. Arquivos de formato DOC são abertos em “Modo de Compatibilidade”, com alguns
recursos suspensos. Para usar todos os recursos da versão atual, você deverá “Salvar como”
(tecla de atalho F12) no formato DOCX.
Os arquivos produzidos no formato DOCX poderão ser editados pelas versões antigas do
Office, desde que se instale um pacote de compatibilidade, disponível para download no site
da Microsoft.
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Os arquivos produzidos pelo Microsoft Office podem ser gravados no formato PDF. O Micro-
soft Word, desde a versão 2013, conta com o recurso “Refuse PDF”, que permite editar um
arquivo PDF como se fosse um documento do Word.
O Microsoft Word pode gravar o documento no formato ODT, do LibreOffice, assim como
é capaz de editar documentos produzidos no outro pacote de aplicativos.
Durante a edição de um documento, o Microsoft Word:
z faz a gravação automática dos dados editados enquanto o arquivo não tem um nome ou
local de armazenamento definidos. Depois, se necessário, o usuário poderá “Recuperar
documentos não salvos”;
z faz a gravação automática de autorrecuperação dos arquivos em edição que tenham nome
e local definidos, permitindo recuperar as alterações que não tenham sido salvas;
z as versões do Office 365 oferecem o recurso de “Salvamento automático”, associado à con-
ta Microsoft, para armazenamento na nuvem Microsoft OneDrive. Como na versão on-li-
ne, a cada alteração o salvamento será realizado.
O formato de documento RTF (Rich Text Format) é padrão do acessório do Windows cha-
mado WordPad, e, por ser portável, também poderá ser editado pelo Microsoft Word.
Em questões sobre pacotes de aplicativos nas provas elaboradas por algumas bancas,
extensões de arquivos são amplamente questionadas.
Ao iniciar a edição de um documento, o modo de exibição selecionado na guia Exibir
é “Layout de Impressão”. O documento será mostrado na tela da mesma forma que será
impresso no papel.
O Modo de Leitura permite visualizar o documento sem outras distrações, como a Faixa
de Opções com os ícones. Nesse modo, parecido com Tela Inteira, a barra de título continua
sendo exibida.
O modo de exibição “Layout da Web” é usado para visualizar o documento como ele seria
exibido se estivesse publicado na internet como página web.
Em “Estrutura de Tópicos”, apenas os estilos de títulos serão mostrados, auxiliando na
organização dos blocos de conteúdo.
O modo “Rascunho”, que antes era modo “Normal”, exibe o conteúdo de texto do docu-
mento sem os elementos gráficos (imagens, cabeçalho, rodapé) existentes nele.
Os modos de exibição estão na guia “Exibir”, que faz parte da Faixa de Opções. Ela é o prin-
cipal elemento da interface do Microsoft Office.
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Para mostrar ou ocultar a Faixa de Opções, o atalho de teclado Ctrl + F1 poderá ser aciona-
do. Na versão 2007, ela era fixa e não podia ser ocultada. Atualmente, ela pode ser recolhida
ou exibida, de acordo com a preferência do usuário.
A Faixa de Opções contém guias, que organizam os ícones em grupos.
Recortar
Copiar
Área de Transferência
Colar
Diminuir fonte
Folha de Rosto
Quebra de Página
Imagem
Formas
Importante!
Algumas bancas organizadoras não costumam utilizar imagens em suas provas. Elas prio-
rizam o conhecimento do candidato acerca dos conceitos dos softwares. Já outras ban-
cas priorizam o conhecimento do candidato acerca do uso dos recursos para a produção
de arquivos (parte prática dos programas).
As guias têm uma organização lógica, sequencial, das tarefas que serão realizadas no
documento, desde o início até a visualização do resultado final.
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BOTÃO/
DICA
GUIA
Arquivo Comandos para o documento atual. Salvar, Salvar como, Imprimir, Salvar e enviar
Página Tarefas iniciais. O início do documento, acesso à Área de Transferência, formatação
Inicial de fontes, parágrafos. Formatação do conteúdo da página
Tarefas secundárias. Adicionar um objeto que ainda não existe no documento. Tabe-
Inserir
la, Ilustrações, Instantâneos
Layout da Configuração da página. Formatação global do documento, formatação da página
Página
Design Reúne formatação da página e plano de fundo
Referências Índices e acessórios. Notas de rodapé, notas de fim, índices, sumários etc.
Correspon- Mala direta. Cartas, envelopes, etiquetas, e-mails e diretório de contatos
dências
Correção do documento. Ortografia e gramática, idioma, controle de alterações,
Revisão
comentários, comparar, proteger etc.
Exibir Visualização. Podemos ver o resultado de nosso trabalho
A edição e formatação de textos consiste em aplicar estilos, efeitos e temas tanto nas fontes
como nos parágrafos e nas páginas.
Os estilos fornecem configurações padronizadas para serem aplicadas aos parágrafos.
Essas formatações envolvem as definições de fontes e parágrafos, sendo úteis para a criação
dos índices ao final da edição do documento. Os índices são gerenciados através das opções
da guia Referências.
No Microsoft Word, estão disponíveis na guia Página Inicial, e, no LibreOffice Writer, no
menu Estilos.
Com a ferramenta Pincel de Formatação, o usuário poderá copiar a formatação de um
local e aplicar em outro local no mesmo documento ou em outro arquivo aberto. Para usar
a ferramenta, selecione o “modelo de formatação no texto”, clique no ícone da guia Página
Inicial e clique no local onde deseja aplicar a formatação.
O conteúdo não será copiado, somente a formatação.
Se efetuar duplo clique no ícone, você poderá aplicar a formatação em vários locais até
pressionar a tecla Esc ou iniciar uma digitação.
Seleção
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MOUSE TECLADO AÇÃO SELEÇÃO
Botão principal – Dois cliques na palavra Seleciona a palavra
Botão principal – Três cliques na palavra Seleciona o parágrafo
Botão principal – Um clique na margem Seleciona a linha
Botão principal – Dois cliques na margem Seleciona o parágrafo
Botão principal – 3 cliques na margem Seleciona o documento
Seleciona até o início da
– Shift + Home Selecionar até o início
linha
Seleciona até o final da
– Shift + End Selecionar até o final
linha
Seleciona até o início
– Ctrl + Shift + Home Selecionar até o início
do documento
Seleciona até o final do
– Ctrl + Shift + End Selecionar até o final
documento
Botão principal Ctrl Seleção individual Palavra por palavra
Seleção de um ponto
Botão principal Shift Seleção-Bloco
até outro local
Botão principal
Ctrl + Alt Seleção-Bloco Seleção vertical
pressionado
Botão principal Seleção vertical, inician-
Alt Seleção-Bloco
pressionado do no local do cursor
Teclas de atalhos e seleção com mouse são importantes tanto nos concursos como no dia a
dia. Experimente praticar no computador. No Microsoft Word, se você digitar =rand(10,30)
no início de um documento em branco, ele criará um texto “aleatório” com 10 parágrafos de
30 frases em cada um. Agora, você pode praticar à vontade.
As fontes são arquivos True Type Font (.TTF) gravadas na pasta Fontes do Windows. Elas
aparecem para todos os programas do computador.
Nomes de fontes como Calibri (fonte-padrão do Word 2019), Arial, Times New Roman,
Courier New e Verdana são os mais comuns. Atalho de teclado para formatar a fonte: Ctrl +
Shift + F.
A caixa de diálogo Formatar Fonte poderá ser acionada com o atalho Ctrl + D.
Ao lado, um número indica o tamanho da fonte: 8, 9, 10, 11, 12, 14 e assim sucessivamente.
Se quiser, digite o valor específico para o tamanho da letra.
Atalhos de teclado: pressione Ctrl + Shift + P para mudar o tamanho da fonte pelo atalho.
Diretamente pelo teclado, pressione Ctrl + Shift + < para diminuir a fonte e Ctrl + Shift + > para
aumentar o tamanho da fonte.
Estilos são formatos que modificam a aparência do texto, como negrito (atalho Ctrl + N),
itálico (atalho Ctrl + I) e sublinhado (atalho Ctrl + S).
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Já os efeitos modificam a fonte em si, como texto tachado (risco simples sobre as palavras),
subscrito (como na fórmula H2O — atalho Ctrl + igual) e sobrescrito (como em km2 — atalho
Ctrl + Shift + mais).
A diferença entre estilos e efeitos é que os estilos podem ser combinados, como negrito-i-
tálico, itálico-sublinhado, negrito-sublinhado ou negrito-itálico-sublinhado, enquanto os
efeitos são concorrentes entre si.
“Concorrentes entre si” significa que o usuário escolhe o efeito tachado ou tachado duplo,
nunca os dois simultaneamente. O mesmo para os efeitos TODAS MAIÚSCULAS, versalete,
sobrescrito e subscrito.
Sombra é um efeito independente, que pode ser combinado com outros. Já as opções de
efeitos Contorno, Relevo e Baixo Relevo não, devem ser individuais.
Por fim, temos o sublinhado. Ele é um estilo simples, mas se comporta como efeito den-
tro de si mesmo. Temos, então, sublinhado simples, sublinhado duplo, tracejado, pontilhado,
somente palavras (sem considerar os espaços entre as palavras) etc. São os estilos de subli-
nhado, que se comportam como efeitos.
esquerda;
centralizado;
direita; e
justificado.
2 2 4 6 8 10 12 14 16
Muitos recursos de formatação não são impressos no papel, mas estão no documento. Para
visualizar os caracteres não imprimíveis e controlar melhor o documento, você pode acionar
o atalho de teclado Ctrl + * (Mostrar tudo).
– – Âncoras de objetos
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CARACTERES NÃO IMPRIMÍVEIS NO EDITOR MICROSOFT WORD
Tecla(s) Ícone Ação Visualização
Tabelas
As tabelas são estruturas de organização muito utilizadas para um leiaute adequado do tex-
to, semelhante a colunas, com a vantagem de que não criam seções exclusivas de formatação.
As tabelas seguem as mesmas definições de uma planilha de Excel, ou seja, têm linhas e
colunas e são formadas por células, que poderão conter também fórmulas simples.
Ao inserir uma tabela, seja ela vazia, a partir de um desenho livre, ou convertida a partir
de um texto, uma planilha de Excel ou um dos modelos disponíveis, será apresentada a barra
de ferramentas adicional na Faixa de Opções.
Um texto poderá ser convertido em tabela e voltar a ser um texto se tiver os seguintes
marcadores de formatação: ponto e vírgula, tabulação, Enter (parágrafo) ou outro específico.
Algumas operações são exclusivas das tabelas, como Mesclar Células (para unir célu-
las adjacentes em uma única), Dividir Células (para dividir uma ou mais células em várias
outras) e alinhamento do texto combinando elementos horizontais tradicionais (esquerda,
centro e direita) com verticais (topo, meio e base).
O editor de textos Microsoft Word oferece ferramentas para manipulação dos textos orga-
nizados em tabelas.
O usuário poderá organizar as células nas linhas e colunas da tabela, mesclar (juntar), divi-
dir (separar), visualizar as linhas de grade, ocultar as linhas de grade, entre outras opções.
Caso a tabela avance em várias páginas, temos a opção Repetir Linhas de Cabeçalho, atri-
buindo, no início da tabela da próxima página, a mesma linha de cabeçalho que foi usada na
tabela da página anterior.
As tabelas do Word têm algumas características que são diferentes daquelas das tabelas do
Excel. Geralmente, esses itens são aqueles questionados em provas de concursos.
Por exemplo, no Word, quando o usuário está digitando em uma célula, ocorrerá mudança
automática de linha se o cursor for posicionado embaixo. No Excel, o conteúdo “extrapola”
os limites da célula; diante disso, é preciso alterar as configurações na planilha ou a largura
da coluna manualmente.
Confira, na tabela a seguir, algumas das diferenças do Word para o Excel.
WORD EXCEL
INFORMÁTICA
Índices
Os índices serão criados a partir dos estilos utilizados durante o texto, como Título 1, Títu-
lo 2, e assim por diante. Se não forem usados, posteriormente o usuário poderá “Adicionar
66
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Texto” no índice principal (Sumário), Marcar Entrada (para inserir um índice) e até remover
depois de inserido.
Os índices suportam Referências Cruzadas, que permitem ao usuário navegar entre os
links do documento de forma semelhante ao realizado no documento na web. Ao clicar em
um link, o usuário vai para o local escolhido. Ao clicar no local, retorna para o local de origem.
Importante!
A guia Referências é uma das opções mais questionadas em concursos públicos por dois
motivos: envolve conceitos de formatação do documento exclusivos do Microsoft Word
e é utilizada pelos estudantes na formatação de TCCs (trabalhos de conclusão de curso).
Ortografia e Gramática
Tanto o Microsoft Word quanto o LibreOffice Writer têm ferramentas robustas para corre-
ção ortográfica e gramatical.
No Word, a correção é feita em tempo real, sublinhando palavras e frases que podem con-
ter erros ortográficos ou gramaticais. O usuário pode personalizar o dicionário, adicionando
termos específicos ou ignorando palavras que não necessitam de correção.
Já o Writer também oferece correção automática, mas com o diferencial de permitir a ins-
talação de dicionários adicionais, facilitando a verificação em múltiplos idiomas.
Desenhos e Cliparts
Proteção de Documentos
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LIBREOFFICE WRITER
A interface da versão 6 é mais “leve” que a interface da versão 5. O fundo cinza escuro deu
lugar a um fundo cinza claro, com redesenho dos ícones, ficando mais parecido com o Word
2016.
A versão 7 adaptou alguns ícones para o padrão Português Brasil (antes, o negrito era B;
agora, é N).
O LibreOffice Writer é integrado com os demais programas do pacote, permitindo a inser-
ção de fórmulas avançadas de cálculos do LibreOffice Calc em uma tabela do documento de
textos, por exemplo.
O LibreOffice Writer grava documentos com a extensão ODT, mas também poderá gravar
em outros formatos, como DOCX, RTF, TXT e PDF. Os formatos que são gravados pelo progra-
ma também poderão ser abertos por ele.
Importante!
O que é possível fazer no Word, é possível fazer no Writer. Quase tudo tem correspondente
entre os aplicativos. Alguns atalhos de teclado são diferentes, assim como os nomes de
alguns comandos, mas a maioria dos itens é igual.
O botão é usado para fazer a verificação ortográfica (atalho F7). Para realizar a auto-
verificação ortográfica, o atalho é Shift + F7. A autoverificação ortográfica é para correção
automática de todos os erros do documento segundo as configurações predeterminadas pelo
editor de textos Writer.
O recurso de Ortografia e Gramática, acionado pela tecla F7, permite identificar erros de
ortografia (uma palavra de cada vez, sublinhado ondulado vermelho) ou gramática (várias
palavras, sublinhado ondulado verde).
Já a autocorreção é um recurso diferente, que permite substituir erros comuns, como a
ausência de maiúscula no início de uma frase, e corrigir o uso acidental da tecla CapsLock
(invertendo a digitação entre maiúscula e minúscula), a acentuação na palavra “não” (quan-
do digitamos “naõ”) e, principalmente, a substituição de símbolos por palavras, definidos
pelo usuário, no menu Ferramentas, Opções de Autocorreção.
Os documentos do LibreOffice Writer têm a seguinte estrutura básica, semelhante aos con-
ceitos do Microsoft Word:
z Documentos: arquivos ODT (Open Document Text). Os documentos são arquivos editáveis
pelo usuário. Os modelos, com extensão OTT (Open Template Text), contêm formatações
que serão aplicadas aos novos documentos criados a partir deles;
z Páginas: unidades de organização do texto, segundo o tamanho do papel e margens. Defi-
nições estão no menu Formatar, item Estilo da Página..., guia Página;
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z Seção: divisão de formatação do documento, em que cada parte tem a sua configuração.
Sempre que forem usadas configurações diferentes, como margens, colunas, tamanho etc.,
as seções serão usadas. Disponível no menu Inserir, item Seção...;
z Parágrafos: formados por palavras e marcas de formatação. Finalizados com Enter, con-
têm formatação independente do parágrafo anterior e do parágrafo seguinte;
z Linhas: sequências de palavras que podem ser um parágrafo, ocupando uma linha de
texto. Se forem finalizadas com Quebra de Linha, a configuração de formatação atual per-
manece na próxima linha;
z Palavras: formadas por letras, números, símbolos, caracteres de formatação etc. Podemos
definir a formatação do texto no menu Formatar, item Texto (nas versões anteriores, era
Caractere). Além disso, podemos escolher em Texto. A novidade na versão 5 é que o menu
Texto já exibe, na lista, todos os estilos e efeitos disponíveis no editor.
A edição e formatação de textos consiste em aplicar estilos, efeitos e temas tanto nas fontes
como nos parágrafos e nas páginas. O LibreOffice Writer tem todos esses recursos, como o
Microsoft Word.
A seguir, conheça alguns exemplos. Cada texto contém a explicação sobre o efeito ou estilo
ou configuração aplicados.
As fontes são arquivos True Type Font (.TTF) gravadas na pasta Fontes do Windows. Elas
aparecem para todos os programas do computador.
Nomes de fontes como Liberation Serif (fonte padrão do Writer 7), Arial, Times New
Roman, Courier New e Verdana são os mais comuns.
Ao lado do nome da fonte, um número indica o tamanho da fonte: 8, 9, 10, 11, 12, 14 e
assim sucessivamente. Se quiser, digite o valor específico que deseja.
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Maiúsculas e Minúsculas são chamadas de “Circular Caixa”. Pressione Shift + F3 para alter-
nar pelo teclado.
As formatações de fontes e parágrafos podem ser removidas pelo ícone “Limpar formata-
ção Direta” (Ctrl + M), disponível na barra de formatação de Caracteres:
Na sequência, temos os estilos e efeitos de textos.
Assim como no Microsoft Word, os estilos podem ser combinados e os efeitos são concor-
rentes entre si. Diferem nos atalhos de teclado (em inglês) e no nome de alguns recursos.
Estilos são formatos que modificam a aparência do texto, como negrito (atalho de teclado
Ctrl + B — bold), itálico (atalho de teclado Ctrl + I), sublinhado (atalho de teclado Ctrl + U —
underline) e sublinhado duplo (atalho de teclado Ctrl + D — double).
Já os efeitos modificam a fonte em si, como texto tachado (riscado simples sobre as pala-
vras), subscrito (como na fórmula H2O — atalho de teclado Ctrl + Shift + B) e sobrescrito
(como em km2 — atalho de teclado Ctrl + Shift + P).
O LibreOffice Writer faz o mesmo que o Microsoft Word, mas com comandos diferentes e
atalhos de teclado de palavras em inglês.
Ademais, o LibreOffice Writer tem algumas opções diferenciadas em relação ao Word. No
Writer, acesse o menu Formatar, Texto.
Confira, na tabela a seguir, alguns exemplos comparativos entre o Writer e o Word.
ATALHO
ATALHO WORD RESULTADO
WRITER
Sublinhado Ctrl + U
Ctrl + S Exemplo de Texto
(simples) (underline)
Ctrl + D
Sublinhado duplo — Ctrl + Shift + D — Exemplo de Texto
(double)
Exemplo de TextoExemplo de
Subscrito Ctrl + igual Ctrl + Shift + B
Texto
Ctrl + Shift +
Diminuir tamanho Ctrl + [ Exemplo de texto
vírgula
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ATALHO
ATALHO WORD RESULTADO
WRITER
Alternar (Circular
Shift + F3 — Shift + F3 Exemplo de Texto
Caixa)
Uma dúvida muito comum entre os candidatos que prestam provas de concursos públicos
está relacionada com os atalhos de teclado. Afinal, qual é a lógica que existe por trás dessas
combinações de teclas?
Os atalhos de teclado do Microsoft Office são próprios e em português. No LibreOffice,
como em aplicações na internet (colocamos a opção do Google Documentos), os atalhos são
em inglês.
Alguns atalhos não têm exatamente a mesma inicial do comando por estarem sendo usa-
dos em outra situação. Vejamos, por exemplo, Centralizado, do inglês “center”. A letra “C” já
está sendo usada em Ctrl + C (copiar) e a próxima letra está disponível. Assim, o atalho de
teclado para centralizar um texto é Ctrl + E, tanto no Word como no Writer.
MICROSOFT GOOGLE
ATALHO LIBREOFFICE WRITER
WORD DOCUMENTOS
Ctrl + A Abrir Selecionar tudo (all) Selecionar tudo (all)
Ctrl + B Salvar Negrito (bold) Negrito (bold)
Ctrl + D12 Formatar Fonte Sublinhado duplo (double) —
Ctrl + E Centralizar Centralizar Ctrl + Shift + E
Ctrl + F — Localizar (find) Localizar na página
Alinhar texto à
Ctrl + G13 Ir para (go to) Ctrl + Shift + R
direita
INFORMÁTICA
12 O atalho de teclado Ctrl + D, quando acionado no navegador de internet, permite adicionar a página atual em Favoritos, que são os sites prefe-
ridos do usuário.
13 O atalho de teclado Ctrl + G, quando acionado no navegador de internet, permite localizar uma informação na página atual. 71
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MICROSOFT GOOGLE
ATALHO LIBREOFFICE WRITER
WORD DOCUMENTOS
Ctrl + J14 Justificado Justificado Ctrl + Shift + J
Barra de endereços
Ctrl + K Inserir hiperlink Inserir hiperlink
do navegador
Ctrl + L15 Localizar Alinhar texto à esquerda (left) Ctrl + Shift + L
Ctrl + M Aumentar recuo16 Limpar formatação direta Ctrl + \
Ctrl + N17 Negrito Novo documento (new) —
Abrir documento
Ctrl + O Novo documento Abrir documento (open)
(open)
Alinhar texto à
Ctrl + Q Sair do LibreOffice (quit) —
esquerda
Repetir último Recarregar a página
Ctrl + R Alinhar texto à direita (right)
comando (reload)
Ctrl + S Sublinhado Salvar documento (save) Salvar página web
Localizar e Sublinhado
Ctrl + U Sublinhado (underline)
Substituir (underline)
Repetir último
Ctrl + Y Ir para Repetir último comando
comando
Ctrl + igual18 Subscrito Ctrl + Shift + B Ctrl + vírgula
Ctrl + Shift +
Sobrescrito Ctrl + Shift + P Ctrl + ponto-final
mais
Colar sem
Ctrl + Shift + V Colar Especial Colar Especial
formatação
Ctrl + Alt + Shift
— Colar sem formatação —
+V
Maiúsculas e
Shift + F319 Maiúsculas e minúsculas —
minúsculas
Importante!
Um dos comandos que mais confunde candidatos na prova é o Navegador, do LibreOffice.
Ele não tem nenhuma relação com o browser de internet e é usado para navegar dentro do
documento em edição.
14 O atalho de teclado Ctrl + J, quando acionado no navegador de internet, permite visualizar as transferências de arquivos em andamento e con-
sultar os arquivos que foram baixados (downloads).
15 O atalho de teclado Ctrl + L, quando acionado no navegador de internet, permite localizar uma informação na página atual.
16 Recuo é a distância do texto em relação à margem da página. O atalho de teclado Ctrl + M no Microsoft Word aumenta o recuo esquerdo do
parágrafo.
17 O atalho de teclado Ctrl + N, quando acionado no navegador de internet, abre uma nova janela de navegação.
18 O atalho de teclado Ctrl + igual, quando acionado no navegador de internet, aumenta o zoom de exibição da página.
72 19 O atalho F3 no navegador aciona a pesquisa; Shift + F3 também.
z página;
z títulos;
z tabelas;
z quadros;
z objetos OLE;
z marca-páginas;
z seções;
z hiperlinks;
z referências;
z índices;
z anotações;
z objetos de desenho;
z controle;
z fórmula de tabela;
z fórmula de tabela incorreta.
A seleção no LibreOffice Writer tem uma sutil diferença em relação ao Microsoft Word. É
a possibilidade do uso de quatro cliques na seleção. Confira:
Cabeçalhos
73
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Diferentemente da interface do Microsoft Word, que é baseada na Faixa de Opções com
guias, grupos e ícones, o LibreOffice tem a interface baseada em menus.
Na tabela a seguir, confira algumas dicas para compreender a sequência de comandos e
menus do Writer. As dicas são válidas para o LibreOffice Calc e para LibreOffice Impress.
MENU SIGNIFICADO
Permite acesso às configurações de arquivo sobre o documento atual (novo,
Arquivo
abrir, fechar, salvar, imprimir, propriedades)
Permite acesso à Área de Transferência, além das opções temporárias (localizar,
Editar
substituir, selecionar) e da área de transferência do Windows/Linux
Permite a configuração dos objetos que serão exibidos na tela do aplicativo —
Exibir Modos de visualização, interface do usuário, elementos da tela de edição, Mar-
cas de Formatação, Barra Lateral e Zoom
Permite adicionar um item que não existe no documento atual e qualquer objeto
no arquivo atualmente editado (se esse objeto for atualizável, será um campo)
Inserir
— elementos da página, elementos gráficos, elementos visuais, referências e índi-
ces, elementos de mala direta e cabeçalho e rodapé
Formatar significa dar um formato a um objeto que já existe. Consiste em pará-
Formatar grafo, estilos, marcadores e numeração, tabulações etc. Permite alterar elemen-
tos editáveis do documento
Os estilos são formatações predefinidas para serem usadas no texto. Posterior-
Estilos
mente, poderão ser organizadas em um índice
Disponibilizam ferramentas para o trabalho com tabelas, segundo as conven-
Tabelas ções próprias do recurso. Ao incluir uma tabela no documento, a barra de ícones
Tabela será exibida
Permite a edição e programação de formulários diretamente no documento aber-
Formulários
to para a entrada de dados padronizados
Oferece comandos para o gerenciamento do aplicativo, alterando as configura-
Ferramentas
ções em todos os próximos arquivos editados pelo aplicativo
Janela Oferece opções para organizar as janelas dos documentos em edição
74
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Impressão
Disponível no menu Arquivo e pelo atalho Ctrl + P (assim como pelo Ctrl + Shift + O, Visua-
lizar Impressão), a impressão permite o envio do arquivo em edição para a impressora. A
impressora listada vem do Windows, do Painel de Controle (ou Configurações, no caso do
Windows 10).
Podemos selecionar a impressora e definir as opções de impressão, como imprimir todas
as páginas, uma seleção específica ou páginas determinadas. As páginas podem ser indicadas
por números separados por ponto e vírgula ou vírgula para páginas individuais, e por traço
para uma sequência de páginas.
EXCEL
As planilhas de cálculos são amplamente utilizadas nas empresas para as mais diferentes
tarefas — desde a criação de uma agenda de compromissos, passando pelo controle de ponto
dos funcionários e pela folha de pagamento, até o controle de estoque de produtos e a base de
clientes. Diversas funções internas oferecem os recursos necessários para a operação.
75
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O Microsoft Excel apresenta grande semelhança de ícones com o Microsoft Word. O Excel
“antigo” usava os formatos XLS e XLT em seus arquivos, atualizado para XLSX e XLTX, além
do novo XLSM, contendo macros. A atualização das extensões dos arquivos ocorreu com o
Office 2007, permanecendo até hoje.
As planilhas de cálculos não são banco de dados. Muitos usuários armazenam informa-
ções (dados) em uma planilha de cálculos como se fosse um banco de dados, porém o Micro-
soft Access é o software do pacote Microsoft Office desenvolvido para essa tarefa.
Um banco de dados tem informações armazenadas em registros, separados em tabelas,
conectados por relacionamentos, para a realização de consultas.
Conceitos Básicos
z Célula: unidade da planilha de cálculos, o encontro entre uma linha e uma coluna. A sele-
ção individual é com a tecla Ctrl e a seleção de áreas é com a tecla Shift (assim como no
sistema operacional);
z Coluna: células alinhadas verticalmente, nomeadas com uma letra;
z Linha: células alinhadas horizontalmente, numeradas com números;
Célula
Linha
z Planilha: o conjunto de células organizado em uma folha de dados. Na versão atual, são
65.546 colunas (nomeadas de A até XFD) e 1.048.576 linhas (numeradas);
z Pasta de trabalho: arquivo do Excel (extensão XLSX) contendo as planilhas, de 1 a N (de
acordo com quantidade de memória RAM disponível), nomeadas como Planilha1, Plani-
lha2, Planilha3;
z Alça de preenchimento: no canto inferior direito da célula, permite que um valor seja
copiado na direção em que for arrastado. No Excel, se houver um número, ele é copiado.
Se houver dois números, uma sequência será criada. Se for um texto, é copiado. No entan-
to, texto com números é incrementado. Dias da semana, nomes de meses e datas terão
sempre criadas continuações (sequências);
76
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z Mesclar: significa simplesmente “juntar”. Havendo diversos valores para serem mescla-
dos, o Excel manterá somente o primeiro desses valores e centralizará horizontalmente
na célula resultante.
Após a inserção dos dados, caso o usuário deseje, poderá juntar as informações das células.
Existem quatro opções no ícone Mesclar e Centralizar, disponível na guia Página Inicial:
z Mesclar e Centralizar: une as células selecionadas a uma célula maior e centraliza o con-
teúdo da nova célula. Esse recurso é usado para criar rótulos (títulos) que ocupam várias
colunas;
z Mesclar através: mesclar cada linha das células selecionadas em uma célula maior;
z Mesclar células: mesclar (unir) as células selecionadas em uma única célula, sem
centralizar;
z Desfazer mesclagem de células: desfaz o procedimento realizado para a união de células.
z digitar o conteúdo diretamente na célula. Basta iniciar a digitação, e o que for digitado é
inserido na célula;
z digitar o conteúdo na barra de fórmulas. Disponível na área superior do aplicativo, a linha
de fórmulas é o conteúdo da célula. Se a célula tem um valor constante, além de ele ser
mostrado na célula, aparecerá na barra de fórmulas. Se a célula tem um cálculo, seja fór-
mula ou função, será mostrado na barra de fórmulas;
z o preenchimento dos dados poderá ser agilizado através da alça de preenchimento ou
INFORMÁTICA
Científico
Geral Contábil Hora
102 4,00E+00
123 Sem formato específico R$4,00 00:00:00
Porcentagem Texto
12 Número
4,00
Data Abreviada
04/01/1900
400,00% ab 4
As informações existentes nas células poderão ser exibidas com formatos diferentes. Uma
data, por exemplo, na verdade é um número formatado como data. Por isso, conseguimos
calcular a diferença entre datas.
Os formatos Moeda e Contábil são parecidos entre si, mas têm exibição diferenciada. No
formato de Moeda, o alinhamento da célula é respeitado e o símbolo R$ acompanha o valor.
No formato Contábil, o alinhamento é “justificado” e o símbolo de R$ é posicionado na esquer-
da, alinhando os valores pela vírgula decimal.
Moeda Contábil
R$4,00 R$4,00
Moeda Contábil
R$ 150,00 R$ 150,00
R$ 170,00 R$ 170,00
R$ 1.000,00 R$ 1.000,00
R$ 10,54 R$ 10,54
1 100% 100,00%
0,5 50% 50,00%
2 200% 200,00%
100 10000% 10000,00%
0,004 0% 0,40%
O ícone 000 é o Separador de Milhares. Exibir o valor da célula com um separador de milhar
— esse comando alterará o formato da célula para Contábil sem um símbolo de moeda.
SEPARADOR DE MILHARES
VALOR FORMATO CONTÁBIL
000
1 R$ 1,00 1,00
400 R$ 400,00 400,00
27568 R$ 27.568,00 27.568,00
,00
,00 à,0 são usados para aumentar casas decimais (mostrar valores mais precisos
Os ícones ß,0
exibindo mais casas decimais) ou diminuir casas decimais (mostrar valores menos precisos
exibindo menos casas decimais).
Quando um número na casa decimal tem valor absoluto diferente de zero, ele é mostrado
ao aumentar casas decimais. Se não tiver, então será acrescentado zero.
Quando um número na casa decimal tem valor absoluto diferente de zero, ele poderá ser
arredondado para cima ou para baixo ao diminuir as casas decimais. É o mesmo que aconte-
ceria com o uso da função ARRED, para arredondar.
Simbologia Específica
Cada símbolo tem um significado. Nas tabelas a seguir, além de conhecer o símbolo, conhe-
ça o significado e alguns exemplos de aplicação.
z ( ): parênteses;
z ^: exponenciação (potência, um número elevado a outro número);
INFORMÁTICA
z um valor jamais poderá ser menor e maior que outro valor ao mesmo tempo;
z uma célula vazia é um conjunto vazio, ou seja, não é igual a zero, é vazio;
z o símbolo matemático ≠ não poderá ser escrito diretamente na fórmula, use <>;
z o símbolo matemático ≥ não poderá ser escrito diretamente na fórmula, use >=;
z o símbolo matemático ≤ não poderá ser escrito diretamente na fórmula, use <=.
OPERADORES DE REFERÊNCIA
Símbolo Significado Exemplo Comentários
=$A1 Trava a célula na coluna A
Travar uma
$ (cifrão) =A$1 Trava a célula na linha 1
célula
=$A$1 Trava a célula A1, ela não mudará
! Obtém o valor de A3 que está na
Planilha = Planilha2!A3
(exclamação) planilha Planilha2
Pasta de Informa o nome de outro arquivo do
[ ] (colchetes) =[Pasta2]Planilha1!$A$2
Trabalho Excel, onde deverá buscar o valor
Informa o caminho de outro arqui-
=’C:\FernandoNishimura\
‘ (apóstrofe) Caminho vo do Excel, onde deverá encontrar
[[Link]]Planilha1’!$A$2
o arquivo para buscar o valor
; (ponto e Soma 15 e 4 e 6, resultando em 25
Significa E = SOMA (15 ; 4 ; 6)
vírgula)
: Significa Soma de A1 até B4, ou seja, A1, A2,
= SOMA (A1:B4)
(dois-pontos) ATÉ A3, A4, B1, B2, B3, B4
Executa uma operação sobre as cé-
Espaço Intersecção =SOMA(F4:H8 H6:K10)
lulas em comum nos intervalos
80
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Vejamos os princípios dos operadores de referência:
z o símbolo de cifrão transforma uma referência relativa (A1) em uma referência mista (A$1
ou $A1) ou em referência absoluta ($A$1);
z o símbolo de exclamação busca o valor em outra planilha, na mesma pasta de trabalho ou
em outro arquivo. Ex.: =[Pasta2]Planilha1!$A$2.
(VUNESP — 2018) Assumindo que foi digitada a fórmula =$F2-G$2 na célula H2 e que essa fór-
mula foi copiada e colada nas células H3 até H9, assinale a alternativa com o valor que aparecerá
na célula H6 da planilha do MS-Excel 2010, em sua configuração original, exibida na figura.
a) –R$ 960,00.
b) –R$ 100,00.
c) R$ 400,00.
d) R$ 500,00.
e) R$ 360,00.
Importante!
As fórmulas e funções começam com o sinal de igual. Outros símbolos podem ser usados,
mas o Excel substituirá pelo sinal de igual.
O símbolo & é usado para concatenar dois conteúdos, como, por exemplo: =”15”&”A45”
resulta em 15A45. Poderemos usar a função CONCATENAR ou a função CONCAT para obter o
mesmo resultado do símbolo &.
82
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CORRESPONDÊNCIA DE SÍMBOLOS E FUNÇÕES NO EXCEL
Símbolo Função Operação Exemplos
+ (sinal de mais) SOMA Adição =15 + 7 é o mesmo que =SOMA(15;7)
* (asterisco) MULT Multiplicação =12 * 3 é o mesmo que =MULT(12;3)
^ (circunflexo) POTÊNCIA Exponenciação =2^3 é o mesmo que =POTÊNCIA(2;3)
— RAIZ Raiz quadrada =4^(1/2) é o mesmo que =RAIZ(4)
=A1&A2&A3 é igual a
& (“E” comercial) CONCATENAR Juntar textos
=CONCATENAR(A1;A2;A3)
Converte em =”150144” é o mesmo que
“ (aspas) TEXTO
texto =TEXTO(150144)
Erros
Quando trabalhamos com planilhas de cálculos, especialmente no início dos estudos, é comum
aparecerem mensagens de erros nas células decorrentes da falta de argumentos nas fórmulas,
referências incorretas, erros de digitação, entre outros aspectos. Vamos ver algumas das mensa-
gens de erro mais comuns que ocorrem nas planilhas de cálculos.
As planilhas de cálculos oferecem o recurso “Rastrear precedentes” dentro do conceito de
Auditoria de Fórmulas. Com esse recurso, muito questionado em alguns certames, o usuário
poderá ver setas na planilha indicando a relação entre as células e identificar a origem das
mensagens de erros.
A seguir, os erros mais comuns que podem ocorrer em uma planilha de cálculos no Micro-
soft Excel:
Funções Básicas
z SOMA(Valores)
No Microsoft Excel, a função SOMA efetua a adição dos valores numéricos informados em
seus argumentos. Se existirem células com textos, elas serão ignoradas. Células vazias não
são somadas.
=SOMA(A1;A2;A3): efetua a soma dos valores existentes nas células A1, A2 e A3;
=SOMA(A1:A5): efetua a soma dos cinco valores existentes nas células A1 até A5;
=SOMA(A1;34;B3): efetua a soma dos valores da célula A1, com 34 (valor literal) e B3;
83
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=SOMA(A1:B4): efetua a soma dos oito valores existentes, de A1 até B4. O Excel não faz
“triangulação”, operando apenas áreas quadrangulares;
=SOMA(A1;B1;C1:C3): efetua a soma dos valores A1 com B1 e C1 até C3;
=SOMA(1;2;3;A1;A1): efetua a soma de 1 com 2 com 3 e o valor A1 duas vezes.
z SOMASE(Valores;Condição)
Realiza a operação de soma nas células selecionadas se uma condição for atendida.
A sintaxe é =SOMASE(onde;qual o critério para que seja somado).
z MÉDIA(Valores)
Realiza a operação de média nas células selecionadas e exibe o valor médio encontrado.
z MED(Valores)
z MÁXIMO(Valores)
=MAXIMO(A1:D6): exibe qual é o maior valor na área de A1 até D6. Se houver dois
valores iguais, apenas um será mostrado.
z MAIOR(Valores;Posição)
84
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=MAIOR(A1:D6;3): exibe o terceiro maior valor nas células A1 até D6.
z MÍNIMO(Valores)
z MENOR(Valores;Posição)
z SE(Teste;Verdadeiro;Falso)
Avalia um teste e retorna um valor, caso o teste seja verdadeiro, ou outro, caso seja falso.
Essa função é muito solicitada por todas as bancas. A sua estrutura não muda, sendo sem-
pre o teste na primeira parte, o que fazer caso seja verdadeiro na segunda parte e o que fazer
caso seja falso na última parte. Verdadeiro ou falso. Uma ou outra. Jamais serão realizadas as
duas operações, somente uma delas, segundo o resultado do teste.
A função SE usa operadores relacionais (maior, menor, maior ou igual, menor ou igual,
igual, diferente) para a construção do teste. As aspas são usadas para textos literais.
Nesse exemplo, se for igual a zero (primeiro teste), será exibida a mensagem e finalizada
a função. No entanto, se não for igual a zero, poderá ser menor do que zero (segundo teste),
sendo exibida a mensagem “Valor é negativo” e encerrada a função. Por fim, se não é igual
a zero nem menor que zero, só poderá ser maior que zero; sendo assim, a mensagem final
INFORMÁTICA
85
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Funções CONT
As funções CONT são usadas para informar a quantidade de células, que atendem às condi-
ções especificadas.
86
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z SOMASE(Células para Testar;Teste;Células para Somar)
Efetua um teste nas células especificadas e soma as correspondentes nas células para
somar.
Os intervalos de teste e de soma podem ser os mesmos.
Efetua um teste nas células especificadas e calcula a média das células correspondentes.
Os intervalos de teste e de média podem ser os mesmos.
z PROCV(Valor_Procurado;Matriz_Tabela;Núm_Índice_Coluna;[Intervalo_Pesquisa])
z ESQUERDA(Texto;Quantidade)
z DIREITA(Texto;Quantidade)
87
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=DIREITA(“Polícia Federal”;7): exibe “Federal”.
z CONCATENAR(Texto1;Texto2; ... )
z INT(Valor)
z TRUNCAR(Valor;Casas Decimais)
=TRUNCAR(PI();3): exibir o valor de PI com três casas decimais — valor 3,14159 exibe
3,141.
z ARRED(Valor;Casas Decimais)
Exibe um número com a quantidade de casas decimais, arredondando para cima ou para
baixo.
=ARRED(PI();3): exibir o valor de PI com três casas decimais — valor 3,14159 exibe
3,142.
z HOJE()
z AGORA()
z DIA(Data)
z MÊS(Data)
z DIAS(Data1;Data2)
z DIAS360(Data1;Data2)
Informa a diferença em dias entre duas datas (ano contábil, de 360 dias).
z POTÊNCIA(Base;Expoente)
z MULT(Número;Número;Número; ... )
FUNÇÕES LÓGICAS
Retorna VERDADEIRO se todos os seus argu-
E (função E)
mentos forem VERDADEIROS
Retorna VERDADEIRO se um dos argumentos
OU (função OU)
for VERDADEIRO
NÃO (função NÃO) Inverte o valor lógico do argumento
FALSO (função FALSO) Retorna o valor lógico FALSO
VERDADEIRO (função VERDADEIRO) Retorna o valor lógico VERDADEIRO
Retornará um valor que você especifica se
SEERRO (função SEERRO) uma fórmula for avaliada para um erro; do con-
trário, retornará o resultado da fórmula
Importante!
Foram apresentadas muitas funções neste material. Existem milhares de funções no
Microsoft Excel e no LibreOffice Calc. Em concursos públicos, essas são as mais ques-
INFORMÁTICA
89
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Gráficos
z Agrupada;
z Empilhada;
z 100% Empilhada;
z 3D Agrupada;
z 3D Empilhada;
z 3D 100% Empilhada; e
z 3D.
z Linha;
z Linha Empilhada;
z 100% Empilhada;
z com Marcadores;
z Empilhada com Marcadores;
z 100% Empilhada com Marcadores; e
z 3D.
z Agrupadas;
z Empilhadas;
z 100% Empilhadas;
z 3D Agrupadas;
z 3D Empilhadas; e
z 3D 100% Empilhadas.
Os gráficos de área representam dados de forma semelhante ao gráfico de linhas, mas com
preenchimento até a base (eixo X).
São opções dos gráficos de área:
z Área;
z Área Empilhada;
z Área 100% Empilhada;
z Área 3D;
z Área 3D Empilhada; e
z Área 3D 100% Empilhada.
z Dispersão;
z com Linhas Suaves e Marcadores;
z com Linhas Suaves;
z com Linhas Retas e Marcadores;
z com Linhas Retas;
91
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z Bolhas; e
z Bolhas 3D.
O gráfico do tipo mapa exibe a informação de acordo com cada região. Sua única opção é o
Mapa Coroplético.
Os gráficos de ações necessitam que os dados estejam organizados em preço na alta, preço
na baixa e preço no fechamento. Datas ou nomes das ações serão usados como rótulos.
São exemplos de gráficos de ações:
z Alta-Baixa-Fechamento;
z Abertura-Alta-Baixa-Fechamento;
z Volume-Alta-Baixa-Fechamento; e
z Volume-Abertura-Alta-Baixa-Fechamento.
z 3D;
z 3D Delineada;
z Contorno; e
z Contorno Delineado.
z Radar;
92 z Radar com Marcadores; e
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z Radar Preenchido.
O gráfico do tipo explosão solar se assemelha ao gráfico de rosca, mas o maior valor será
o primeiro da série de dados.
Os gráficos do tipo histograma são usados para séries de valores com evolução, como idades
da população.
São exemplos de gráficos do tipo histograma:
z Histograma; e
z Pareto.
O gráfico do tipo cascata exibe e destaca as variações dos valores ao longo do tempo.
INFORMÁTICA
93
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Os gráficos do tipo combinação permitem combinar dois tipos de gráficos para a exibição de
séries de dados.
São exemplos de gráficos do tipo combinação:
z Coluna Clusterizada-Linha;
z Coluna Clusterizada-Linha no Eixo Secundário;
z Área Empilhada-Coluna Clusterizada; e
z a possibilidade de criação de uma Combinação Personalizada.
Classificação de Dados
94
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CLASSIFICAÇÃO COMENTÁRIOS
A classificação de dados alfanuméricos poderá ser “Classifi-
car de A a Z” em ordem crescente ou “Classificar de Z a A”
Classificar texto
em ordem decrescente. É possível diferenciar letras maiús-
culas e minúsculas
Quando a coluna tem números, podemos “Classificar do me-
Classificar números nor para o maior” ou “Classificar do maior para o menor”
LIBREOFFICE CALC
O LibreOffice oferece o aplicativo Calc para a criação de planilhas de cálculos. Ele opera de
forma semelhante ao Microsoft Excel e conta com apenas algumas diferenças (que já foram
questionadas em concursos públicos).
Os arquivos de planilhas de cálculos podem ser criados pelo Microsoft Excel, LibreOffice
Calc e Google Planilhas. O arquivo produzido em um aplicativo poderá ser editado por outro
programa, pois são compatíveis entre si.
Podemos gravar uma planilha do Microsoft Excel em qualquer local — e, pelo LibreOffice
INFORMÁTICA
Calc, abrir normalmente. O LibreOffice Calc reconhece o formato XLS/XLSX do Excel sem
problemas. Além disso, o local de armazenamento não influencia nos recursos disponíveis
no aplicativo.
O arquivo criado pelo LibreOffice Calc receberá a extensão padrão ODS (Open Document
Sheet), que é um componente do ODF (Open Document Format). O arquivo gravado é conheci-
do como PASTA DE TRABALHO, e poderá ser gravado no formato do Microsoft Office — todas
as versões.
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Em cada Pasta de Trabalho, o LibreOffice Calc inicia com uma planilha (folha de dados),
identificada por abas na parte inferior da tela de visualização. Cada planilha é independente
das demais; usamos o sinal de ponto-final para referenciar dados em outras planilhas.
As colunas são identificadas por letras, nomeadas de A até AMJ (tecla F5 para navegar na
planilha, que tem 1.024 colunas). As linhas são numeradas com números de 1 até 1.048.576
(tecla F5 para navegar na planilha).
O encontro entre uma linha e uma coluna é célula.
O LibreOffice Calc tem menos colunas que o Microsoft Excel. No entanto, isso não significa
que ele seja melhor ou pior. Cuidado com as comparações. Quando a banca sugere uma com-
paração, menosprezando um dos itens, geralmente está errada.
Conceitos Básicos
z Célula: unidade da planilha de cálculos, o encontro entre uma linha e uma coluna. A sele-
ção individual é com a tecla Ctrl e a seleção de áreas é com a tecla Shift (assim como no
sistema operacional);
z Coluna: células alinhadas verticalmente, nomeadas com uma letra;
z Linha: células alinhadas horizontalmente, numeradas com números;
z Planilha: o conjunto de células organizado em uma folha de dados. O Writer representa
com ponto-final;
z Pasta de trabalho: arquivo do Calc contendo as planilhas de 1 a N (de acordo com a quan-
tidade de memória RAM disponível), nomeadas como Planilha1, Planilha2, Planilha3. No
Calc, é extensão ODS;
z Alça de preenchimento: no canto inferior direito da célula, permite que um valor seja
copiado na direção em que for arrastado. No Excel, se houver um número, ele é copiado. Se
houver dois números, uma sequência será criada. No Calc, um número cria uma sequên-
cia com incremento 1. Datas, dias da semana, nomes dos meses... Essas opções criam listas
predefinidas;
z Mesclar células: significa simplesmente juntar. O LibreOffice Calc permite que o usuário
escolha a forma como as células serão mescladas. Ao clicar no ícone na barra de ferramen-
tas, a caixa de diálogo “Mesclar células” será exibida.
Simbologia Específica
INFORMÁTICA
z Coluna + Linha
Formato de referência de cada célula da planilha. Colunas com letras, linhas com núme-
ros. O formato de referência é idêntico no Excel e no Calc. Exemplo: A1 — coluna A, linha 1,
célula A1.
97
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= (sinal de igual): inicia uma fórmula ou função ou faz uma comparação dentro de
um teste. Exemplos: = A1 + A2 — efetua a soma do valor em A1 com o valor em A2;
=SE(A1=A2;”é igual”;”é diferente”) — efetua um teste e exibe uma mensagem;
+ (sinal de mais): adição ou início de fórmula/função. Exemplo: +A1+A2 — efetua a
soma do valor em A1 com o valor em A2;
– (sinal de menos): subtração ou início de fórmula/função com inversão de resultado.
Exemplo: –A1+A2 — efetua a soma do valor em A1 com o valor em A2, invertendo o
resultado;
* (asterisco): multiplicação. Exemplo: =A1*A2 — efetua a multiplicação do valor em A1
pelo valor em A2;
/ (barra “normal”): divisão. Exemplo: =A1/A2 — efetua a divisão do valor em A1 pelo
valor em A2;
^ (acento circunflexo): exponenciação. Exemplo: =A1^A2 — efetua a exponenciação do
valor em A1 pelo valor em A2, A1 elevado a A2;
% (símbolo de porcentagem): porcentagem. Exibe o valor em formato de porcenta-
gem. Não faz o cálculo. Para fazer o cálculo, é preciso dividir por 100 o resultado (por
cento, por 100);
& (símbolo de “E” comercial): concatenação. Reúne dois ou mais valores em uma úni-
ca sequência. Exemplo: =”Fernando”&”Nishimura” — Fernando Nishimura — =15&30
— 1530;
. (ponto-final): significa “Planilha”. Exemplo =Planilha1.A1+Planilha2.A2 — efetua a
soma do valor A1 que está em Planilha1 com o valor de A2 que está em Planilha2;
Importante!
Uma das poucas diferenças existentes entre o Microsoft Excel e o LibreOffice Calc é a for-
ma como referenciam planilhas. No Excel, é o ponto de exclamação; no Calc, é o ponto-final.
> (sinal de maior): maior que. Usado para testes, para comparação. Exemplo:
=SE(A1>A2;”A1 é maior”;”A2 é maior”) — efetua um teste e exibe uma mensagem;
< (sinal de menor): menor que. Usado em testes, para comparação. Exemplo:
=SE(A1<A2;”A1 é menor”;”A2 é menor”) — efetua um teste e exibe uma mensagem;
>= (sinal de maior e sinal de igual, consecutivos, sem espaço): maior ou igual a. Usa-
do em testes, para comparação. Exemplo: =SE(A1>=A2;”A1 é maior ou igual a A2”;”A2 é
maior que A1”) — teste, e exibe uma mensagem;
<= (sinal de menor e sinal de igual, consecutivos, sem espaço): menor ou igual a. Usa-
do em testes, para comparação. Exemplo: =SE(A1<=A2;”A1 é menor ou igual a A2”;”A2 é
menor que A1”) — teste, e exibe uma mensagem;
<> (sinal de menor e sinal de maior, consecutivos, sem espaço): diferente. O Excel/Calc
não usam o símbolo ≠. Usado em testes, para comparação. Exemplo: =SE(A1<>A2;”Valores
diferentes”;”São iguais”) — teste, e exibe uma mensagem;
( ) (parênteses): organizam operadores, valores e expressões, alterando a ordem de cálculo.
O Excel e o Calc não utilizam chaves ou colchetes, como na matemática, apenas parênteses;
; (ponto e vírgula): separador de argumentos de uma função ou separador de células em uma
referência. Pode significar E em uma referência de valores. Exemplos: =SE(A1<>A2;”Valores
98
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diferentes”;”São iguais”) — separando os três argumentos da função; =SOMA(A1;B2;C3;D4)
— separando os quatro argumentos que serão somados;
: (dois-pontos): indicam “até” em uma referência de faixa de células. Exemplo: =
SOMA(A1:C3) — efetua a soma dos valores na faixa A1 até C3, incluindo A2, A3, B1, B2, B3,
C1 e C2;
“ (aspas): indicam expressões de textos literais. Exemplo: =SE(A1<>A2;”Valores diferen-
tes”;”São iguais”) — as mensagens são exibidas como digitadas;
$ (cifrão): fixar uma posição na referência, transformando a referência relativa em
referência mista ou absoluta. Muito utilizado em fórmulas e funções; quando mudar de
célula, será alterado ou não. Exemplo: =A$1 (linha 1 está fixa), =$B5 (coluna B está fixa),
=$A$6 (célula A6 está fixa); =$Planilha2.C17+10 — trava a referência para a Planilha2;
# (sinal de sustenido): iniciando uma mensagem, apenas um erro.
Mensagens de Erros
Seguem os erros mais comuns que podem ocorrer em uma planilha do LibreOffice Calc:
Funções Básicas
=SOMA(A1;A2;A3): efetua a soma dos valores existentes nas células A1, A2 e A3;
=SOMA(A1:A5): efetua a soma dos cinco valores existentes nas células A1 até A5;
=SOMA(A1;34;B3): efetua a soma dos valores da célula A1, com 34 (valor literal) e B3;
=SOMA(A1:B4): efetua a soma dos oito valores existentes, de A1 até B4. O Excel não faz
INFORMÁTICA
z MED(valores): obtém o valor da mediana. A mediana é o valor que está “no meio” dos
valores ordenados informados;
=MAXIMO(A1:D6): exibe qual é o maior valor na área de A1 até D6. Se houver dois
valores iguais, apenas um será mostrado.
z CONT.NÚM (células): conta todas as células em um intervalo, exceto células vazias e célu-
las com texto;
z PROCV(valor_procurado;matriz_tabela;núm_índice_coluna;[intervalo_pesquisa]):
a função PROCV é utilizada para localizar o valor_procurado dentro da matriz_tabela
e, ao encontrá-lo, retornar o valor da enésima coluna indicada em núm_índice_coluna.
A última opção, que pode ser VERDADEIRO ou FALSO, define se o valor deve ser exa-
to (F) ou se pode ser aproximado (V). Por exemplo: =PROCV(105;A2:C7;2;VERDADEIRO) e
=PROCV(“Monte”;B2:E7;2;FALSO). A função PROCV é um membro das funções de pesquisa
e referência, que incluem a função PROCH. Se PROCV não localizar valor_procurado e
se procurar_intervalo for VERDADEIRO, ela usará o maior valor, que é menor do que o
valor_procurado;
z PROCH (o que;onde;linha;aproximadamente): procura um valor na horizontal. Caso
encontre, retorna a linha correspondente ao argumento informado. A busca poderá ser exa-
ta ou aproximada.
INFORMÁTICA
Tanto o LibreOffice Calc como o Microsoft Excel usam precedência de operadores matemá-
ticos para a resolução das fórmulas.
A ordem de prioridade é parênteses, depois exponenciação (ou potência), depois multipli-
cação e divisão e, por último, adição e subtração.
101
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z ^ (exponenciação): a primeira operação que deve ser executada;
z * (multiplicação): a próxima operação a ser executada, assim como a divisão;
z / (divisão);
z + (adição): após realizar exponenciação, multiplicação e divisão, faça a adição/subtração;
z – (subtração);
MENU SIGNIFICADO
Oferece comandos para o gerenciamento do arquivo atual, aquele que está em
Arquivo
primeiro plano
Acesso a recursos temporários (localizar, substituir, selecionar) e área de trans-
Editar
ferência do Windows/Linux
Acesso aos controles sobre o que será mostrado na tela de edição e sobre como
Exibir
será exibido
Adicionar qualquer objeto no arquivo atualmente editado. Se esse objeto for
Inserir
atualizável, será um campo
Mudar a aparência, mudar a configuração, dar uma forma, alterar o que está em
Formatar
edição
Planilha Opções de controle da planilha de dados no Calc
Oferece comandos para o gerenciamento do aplicativo, alterando as configura-
Ferramentas
ções em todos os próximos arquivos editados pelo aplicativo
Dados Classificação, filtro, filtro avançado e demais opções de organização dos dados
Janela Oferece opções para organizar as janelas dos documentos
POWERPOINT
102
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Apesar de ser um aplicativo com finalidade diferente da do editor de textos, ele tem muitas
semelhanças que acabam ajudando quem está iniciando. Da mesma forma que ocorre no edi-
tor de textos, é possível trabalhar com seções (divisões), inserir números de slides, comparar
apresentações etc.
Importante!
Apresentações de slides é um tópico pouco questionado em provas de concursos. Conhe-
cendo os conceitos do Microsoft PowerPoint, você poderá aproveitá-los quando estudar
LibreOffice Impress.
As apresentações de slides podem ser gravadas em formato de imagens (JPG, PNG) ou slide
por slide e até transformadas em vídeo (extensão MP4).
Os recursos do PowerPoint, como animações, transições, narração, serão inseridos no
vídeo, que poderá ser reproduzido em outros dispositivos, como smart TV em totens de
propagandas.
INFORMÁTICA
103
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Para produzir um vídeo da apresentação, acessar o botão Arquivo, menu Exportar, item Criar Vídeo.
Layout de slide.
Conceito de Slides
z Slide (modo de exibição normal): cada slide é mostrado para a edição de seu conteúdo;
z Slide mestre: para alterar o design e o layout dos slides mestres, alterando toda a apre-
sentação de uma vez;
z Folhetos mestres: para alterar o design e o layout dos folhetos que serão impressos;
z Anotações mestras: para alterar o design e o layout das folhas de anotações.
Nos modos de exibição, na guia Exibição, ocorreu uma pequena mudança em relação às
versões anteriores, com a inclusão do item Modo de Exibição de Estrutura de Tópicos:
106
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O formato PDF é portável, podendo ser usado em qualquer plataforma. Praticamente todos
os programas disponíveis no mercado reconhecem o formato PDF.
Confira, a seguir, os ícones do aplicativo, que costumam ser questionados em provas.
A outra forma de iniciar uma apresentação de slides é a partir do Slide Atual, pressionan-
do Shift + F5 ou clicando no ícone da guia Apresentação de Slides
Apresentar On-line — transmitir a apresentação de slides para visualizadores remotos que
possam assisti-la em um navegador da web;
Apresentação de Slides Personalizada — criar ou executar uma apresentação de slides
personalizada. Uma apresentação de slides personalizada exibirá somente os slides
selecionados. Esse recurso permite que você tenha vários conjuntos de slides diferentes
(por exemplo, uma sucessão de slides de 30 minutos e outra de 60 minutos) na mesma
apresentação;
Configurar Apresentação de Slides — configurar opções avançadas para a apresentação
de slides, como o modo de quiosque (em que a apresentação reinicia após o último slide
e continua em loop até ser pressionado ESC), apresentação sem narração, vários monito-
res, avançar slides etc.;
Ocultar Slide — ocultar o slide atual da apresentação. Ele não será mostrado durante a
apresentação de slides de tela inteira;
Testar Intervalos — iniciar uma apresentação de slides em tela inteira na qual você pos-
sa testar sua apresentação. A quantidade de tempo utilizada em cada slide é registrada
e você pode salvar esses intervalos para executar a apresentação automaticamente no
futuro;
Gravar Apresentação de Slides — gravar narrações de áudio, gestos do apontador-laser ou
intervalos de slide e animação para reprodução durante a apresentação de slides;
Álbum de Fotografias — criar ou editar uma apresentação com base em uma série de
imagens. Cada imagem será colocada em um slide individual;
Ação — adicionar uma ação ao objeto selecionado para especificar o que deve acontecer
quando você clicar nele ou passar o mouse sobre ele;
Gravação de tela — gravar o que está sendo exibido na tela e inserir no slide;
Formas — linhas, retângulos, formas básicas, setas largas, formas de equação, fluxogra-
mas, estrelas e faixas, textos explicativos e botões de ação.
107
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LIBREOFFICE IMPRESS
Arquivos do PowerPoint são abertos pelo LibreOffice Impress (antigo OpenOffice, BrOffice).
Da mesma forma, arquivos do LibreOffice Impress (formato ODP — Open Document Pre-
sentation) podem ser abertos pelo Microsoft PowerPoint.
Ambos são capazes de produzir arquivos PDFs.
O LibreOffice Impress permite exportar uma apresentação ou desenho para diferentes
formatos.
Importante!
Extensões de arquivos estão entre os itens mais questionados em provas de concursos
organizados por algumas bancas.
z Leiaute: permite a escolha do tipo de conteúdo que será inserido no slide. Para não esque-
cer: é o esqueleto de cada slide da apresentação. O layout do slide (leiaute do eslaide) é a
definição da posição dos objetos dentro de cada slide da apresentação;
z Modelos: permitem a escolha do projeto visual que será utilizado no slide. Para não esque-
cer: é a aparência da apresentação;
z Transição: permite a escolha do efeito visual que será utilizado na passagem de um slide
para outro slide. Para não esquecer: é a animação entre os slides da apresentação;
z Mestre: permite a escolha da posição de todos os elementos dentro de uma apresentação,
assim como configurações específicas. Podemos configurar os slides, folhetos e anotações.
Para não esquecer: é o esqueleto de toda a apresentação.
INFORMÁTICA
109
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Exibir
Slide mestre
Assim como nos demais aplicativos, o ícone permite transformar um objeto inserido
em um hiperlink. O ícone está disponível na Barra de Ferramentas Padrão. Atalho de teclado:
Ctrl + K.
No LibreOffice, o hiperlink poderá ser para:
correio — abre o aplicativo de e-mail padrão para o envio de uma mensagem eletrônica;
documento — para algum local do documento atual, como uma Tabela, Seção ou Quadro;
110
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Na tabela a seguir, confira algumas dicas para compreender a sequência de comandos e
menus do Impress. As dicas são válidas para o LibreOffice Writer e para o LibreOffice Calc.
MENU SIGNIFICADO
Oferece comandos para o gerenciamento do arquivo atual, aquele que está em
Arquivo
primeiro plano
Acesso a recursos temporários (localizar, substituir, selecionar) e área de trans-
Editar
ferência do Windows/Linux
Acesso aos controles sobre o que será mostrado na tela de edição e sobre
Exibir
como será exibido. Cor, preto e branco, escala de cinza...
Adicionar qualquer objeto na apresentação atualmente editada. Se esse objeto
Inserir
for atualizável, será um campo
Mudar a aparência, mudar a configuração, dar uma forma, alterar o que está
Formatar
em edição
Oferece comandos para o gerenciamento do aplicativo, alterando as configura-
Ferramentas
ções em todos os próximos arquivos editados pelo aplicativo
Iniciar a apresentação, configurar a apresentação, Cronometrar, Interação, Ani-
Apresentação
mação personalizada, Transição de slides, Exibir e Ocultar slides e criar uma
de slides
apresentação personalizada
Janela Oferece opções para organizar as janelas dos documentos
Menu Slide
Novidade do LibreOffice Impress 5 mantida na versão 6/7, que não existia nas versões
anteriores. Tem opções similares às da guia Apresentação de Slides do Microsoft PowerPoint.
Contém as opções para manipulação dos slides da apresentação, incluindo o item Transição
de Slides, para adicionar uma animação entre os slides.
Slide
INFORMÁTICA
111
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Menu Apresentação de Slides
SERVIÇO DE INTERNET
CONCEITOS BÁSICOS
A internet é a rede mundial de computadores que surgiu nos Estados Unidos com propósi-
tos militares, para proteger os sistemas de comunicação em caso de ataque nuclear, durante
a Guerra Fria. Na corrida atrás de tecnologias e inovações, Estados Unidos e União Soviética
lançavam projetos que procuravam proteger as informações secretas de ambos os países e
seus blocos de influência.
ARPANET, sigla para Advanced Research Projects Agency, criada pela ARPA, era um modelo
de troca e compartilhamento de informações que permitia a descentralização das mesmas,
sem um “nó central”, garantindo a continuidade da rede mesmo que um nó fosse desligado.
A troca de mensagens começou antes da própria internet. Logo, o e-mail surgiu primeiro,
e, depois, veio a internet como a conhecemos e a usamos. Ela passou a ser usada também pelo
meio educacional (universidades) para fomentar a pesquisa acadêmica. No início dos anos
1990, ela se tornou aberta e comercial, permitindo o acesso de todos.
Usuário Modem
Internet
Provedor de Acesso
Para acessar a internet, o usuário utiliza um modem que se conecta a um provedor de acesso através de uma
linha telefônica.
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A navegação na internet é possível através da combinação de protocolos, linguagens e
serviços, operando nas camadas do modelo OSI (sete camadas) ou TCP (cinco camadas ou
quatro camadas).
A internet conecta diversos países e grandes centros urbanos por meio de estruturas físi-
cas chamadas de backbones. São conexões de alta velocidade que permitem a troca de dados
entre as redes conectadas. O usuário não consegue se conectar diretamente no backbone. Ele
deve acessar um provedor de acesso ou uma operadora de telefonia através de um modem, e
a empresa se conecta na “espinha dorsal”.
Após a conexão na rede mundial, o usuário deve utilizar programas específicos para rea-
lizar a navegação e acesso ao conteúdo oferecido pelos servidores.
Utiliza os mesmos
Protocolos TCP/IP protocolos da Protocolos seguros
internet
Padrão de Criptografia em
Família TCP/IP
comunicação VPN
INFORMÁTICA
A internet é transparente para o usuário. Qualquer usuário poderá acessá-la sem ter
conhecimento técnico dos equipamentos que existem para possibilitar a conexão.
113
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CORREIO ELETRÔNICO, NAVEGAÇÃO, ACESSO REMOTO, TRANSFERÊNCIA DE ARQUIVOS,
BUSCA
Nos concursos públicos e no dia a dia, estes são os itens mais utilizados pelas pessoas
para acessar o conteúdo disponível na internet. As informações armazenadas em servidores,
sejam páginas web ou softwares, como um serviço (SaaS — camada mais alta da computação
na nuvem), são acessadas por programas instalados em nossos dispositivos. São eles:
Este tópico é muito prático. Nos concursos públicos, são questionados os termos usados
nos diferentes softwares, como “Histórico”, para nomear a lista de informações acessadas
por um navegador de internet.
Importante!
Ao navegar na internet, comece a observar os detalhes do seu navegador e as mensagens
que são exibidas. Esses são os itens questionados em concursos públicos.
Internet Explorer
Navegador padrão do Windows 7, um dos mais questionados em concur-
Microsoft
sos públicos, por ser integrante do sistema operacional
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NAVEGADOR DESENVOLVEDOR CARACTERÍSTICAS
Firefox
Chrome
Um dos mais populares navegadores do mercado, multiplataforma e de
Google
fácil utilização
Safari
Desenvolvido originalmente para aparelhos da Apple, atualmente está
Apple
disponível para outros sistemas operacionais
Opera
Navegador leve com proteções extras contra rastreamento e mineração
Opera
de moedas virtuais
protocolo://máquina/caminho/recurso
ENDEREÇO
CARACTERÍSTICAS
URL FICTÍCIO
Usando o protocolo http, acessaremos o servidor abc, que é comercial (.com), no Brasil (.br).
[Link] Acessaremos a divisão multimídia (www) com arquivos textuais, vídeos, áudios e imagens. O
[Link]/ recurso acessado é o [Link], entendido automaticamente pelo navegador, por não ter nenhu-
ma especificação de recurso no fim
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ENDEREÇO
CARACTERÍSTICAS
URL FICTÍCIO
[Link] Usando o protocolo https, acessaremos o servidor abc, que é comercial (.com) e pode estar re-
com/caixas/ gistrado nos Estados Unidos. Acessaremos o diretório caixas, subdiretório inbox. Acessaremos
inbox/ o serviço mail no servidor
[Link] Usando o protocolo de transferência de arquivos ftp, acessaremos o servidor ftp da instituição
br/[Link] governamental (gov) brasileira (br) chamada abc, que disponibiliza o recurso [Link]
Outra forma de analisar um endereço URL é na sua sintaxe expandida. Quando navega-
mos em sites na internet, nos deparamos com aquelas combinações de símbolos que não
parecem legíveis. No entanto, como tudo na internet está padronizado, vamos ver as partes
de um endereço URL “completo”. Confira:
esquema://domínio:porta/caminho recurso?querystring#fragmento
z esquema: https://
z domínio: [Link]
z porta: 5012
z caminho: /owa/
z recurso: hotmail
z querystring: path=/mail/inbox
z fragmento: open
Quando o usuário digita um endereço URL no seu navegador, um servidor DNS (domain
name server — servidor de nomes de domínios) será contactado para traduzir o endereço
URL em número de IP. A informação será localizada e transferida para o navegador que soli-
citou o recurso.
Servidor DNS
Internet
Endereço URL
Usuário
Os endereços URLs são reconhecíveis pelos usuários, mas os dados são armazenados em servidores web com
116 números de IP. O servidor DNS traduz um URL em número de IP, permitindo a navegação na internet.
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Conceitos e Funções Válidas para Todos os Navegadores
z Cookies: arquivos de texto transferidos do servidor para o navegador, com informações sobre
as preferências do usuário. Eles não são vírus de computador, pois códigos maliciosos não
podem infectar arquivos de texto sem formatação;
z Feeds RSS: quando o site oferece o recurso RSS, o navegador receberá atualizações para a pági-
INFORMÁTICA
na assinada pelo usuário. O RSS é muito usado entre sites para troca de conteúdo;
z Certificado digital: os navegadores podem utilizar chaves de criptografia com mais de 1024
bits, ou seja, aceitam certificados digitais para validação de conexões e transferências com crip-
tografia e segurança;
z Corretor ortográfico: permite a correção dos textos digitados em campos de formulários, a
partir de dicionários on-line disponibilizados pelos desenvolvedores dos navegadores.
117
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Atalhos de Teclado
Nos navegadores de internet, os links poderão ser abertos de quatro formas diferentes.
PROGRAMA CARACTERÍSTICAS
O Mozilla Thunderbird é um cliente de e-mail gratuito com código aberto
que poderá ser usado em diferentes plataformas
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PROGRAMA CARACTERÍSTICAS
O Microsoft Outlook Express foi o cliente de e-mail padrão das antigas
versões do Windows. Ainda aparece listado nos editais de concursos, po-
rém não pode ser utilizado nas versões atuais do sistema operacional
O Microsoft Outlook possui recursos que permitem o acesso ao correio eletrônico (e-mail),
organização das mensagens em pastas, sinalizadores, acompanhamento e também recursos
relacionados a reuniões e compromissos.
Os eventos adicionados ao calendário poderão ser enviados na forma de notificação por
e-mail para os participantes.
O Outlook possui o programa para instalação no computador do usuário e a versão on-line.
A versão on-line poderá ser gratuita ([Link], antigo Hotmail) ou corporativa (Outlook
Web Access — OWA, integrante do Microsoft Office 365).
Usuário
Para acessar as mensagens armazenadas em um servidor de e-mails, o usuário pode usar um cliente de e-mail ou
o navegador de internet.
FORMA DE
CARACTERÍSTICAS
ACESSO
Protocolo SMTP para enviar mensagens e POP3 para receber. As mensagens
Cliente de
são transferidas do servidor para o cliente e são apagadas da caixa de mensa-
e-mail
gens remota
Protocolo SMTP para enviar mensagens e POP3 para receber. As mensagens
Cliente de
INFORMÁTICA
119
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Servidor de e-mails
Servidor de e-mails
Usuário Usuário
Usando o protocolo POP3, a mensagem é transferida para o programa de e-mail do usuário e removida do
servidor. Usando o protocolo IMAP4, a mensagem é copiada para o navegador de internet e mantida no servidor
de e-mails.
Enviar – SMTP
Enviar e Receber
Receber – POP3 IMAP4
Remetente Destinatário
Cliente
Webmail
O remetente está usando o programa Microsoft Outlook (cliente) para enviar um e-mail. Ele usa o seu e-mail
corporativo (Exchange). O e-mail do destinatário é hospedado no servidor Gmail e ele utiliza um navegador de
internet (Webmail) para ler e responder os e-mails recebidos.
Uso do Correio Eletrônico
Para utilizar o serviço de correio eletrônico, o usuário deve ter uma conta cadastrada em
um serviço de e-mail. O formato do endereço foi definido inicialmente pela RFC822, redefini-
do pela RFC2822 e atualizado na RFC5322. Lembrando que RFC é Request for Comments, um
documento de texto colaborativo que descreve os padrões de cada protocolo, linguagem e
120 serviço para ser usado nas redes de computadores.
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De forma semelhante ao endereço URL para recursos armazenados em servidores, o cor-
reio eletrônico também possui o seu formato.
Atenção: existem bancas organizadoras que consideram o formato reduzido usuário@
provedor no enunciado de suas questões em lugar do formato detalhado usuário@provedor.
domí[Link]ís. Ambos estão corretos.
Dica
Quando o símbolo @ é usado no início, antes do nome do usuário, identifica uma conta em
rede social. Para o endereço URL do Instagram [Link]
sos/, o nome do usuário é @novaconcursos.
Ao redigir um novo e-mail, o usuário poderá preencher os campos disponíveis para des-
tinatário(s), título da mensagem, entre outros. Para enviar a mensagem, é preciso que exista
um destinatário informado em um dos campos de destinatários.
Se um destinatário informado não estiver disponível no servidor de e-mails do destino, a
mensagem será devolvida. Caso a caixa de entrada do destinatário esteja lotada, a mensagem
também será devolvida. Se o servidor de e-mails do destinatário estiver ocupado, a mensa-
gem será reagendada para tentativa de entrega posterior.
Conheça os elementos e seu papel na criação de uma nova mensagem de e-mail:
121
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CAMPOS DE UMA MENSAGEM DE E-MAIL
CAMPO CARACTERÍSTICAS
Identifica os destinatários da mensagem que receberão uma cópia do
CC (com cópia e-mail. CC é o acrônimo de Carbon Copy (cópia carbono)
ou cópia carbo-
no) Todos que receberem a mensagem, conhecerão os outros destinatários informa-
dos neste campo
BCC (CCO – com Identifica os destinatários da mensagem que receberão uma cópia do
cópia oculta ou e-mail. BCC é o acrônimo de Blind Carbon Copy (cópia carbono oculta). To-
cópia carbono dos que receberem a mensagem não conhecerão os destinatários informa-
oculta) dos neste campo
SUBJECT (assun-
Identifica o conteúdo ou título da mensagem. É um campo opcional
to)
Anexar Arquivo: identifica o(s) arquivo(s) que está(ão) sendo enviado(s) jun-
ATTACH (anexo) to com a mensagem. Existem restrições quanto ao tamanho do anexo e tipo
(executáveis são bloqueados pelos webmails). Não são enviadas pastas
O conteúdo da mensagem de e-mail, que poderá ter uma assinatura asso-
Mensagem
ciada inserida no final
Lixo Eletrônico ou Spam é um local para onde são direcionadas as mensagens sinalizadas
como lixo. Spam é o termo usado para referir-se aos e-mails não solicitados, que geralmen-
te são enviados para um grande número de pessoas. Quando o conteúdo é exclusivamen-
te comercial, esse tipo de mensagem é chamado de UCE (do inglês Unsolicited Commercial
E-mail — e-mail comercial não solicitado). Estas mensagens são marcadas pelo filtro AntiS-
pam e procuram identificar mensagens enviadas para muitos destinatários ou com conteúdo
publicitário irrelevante para o usuário.
O usuário poderá sinalizar as mensagens, tanto as recebidas como as enviadas. Ele poderá
solicitar confirmação de entrega e confirmação de leitura. Vale dizer que as mensagens rece-
bidas podem ser impressas, ignoradas ou, ainda, ter seu código-fonte exibido.
Confira, a seguir, operações extras para o uso do correio eletrônico com mais habilidade
e profissionalismo, facilitando a organização do usuário. Sendo, respectivamente, conceitua-
122 das a ação e suas características:
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Alta Prioridade: quando marca a mensagem como Alta Prioridade, o destinatário verá
um ponto de exclamação vermelho no destaque do título;
z Baixa Prioridade: quando o remetente marca a mensagem como Baixa Prioridade, o des-
tinatário verá uma seta azul apontando para baixo no destaque do título;
z Imprimir mensagem: o programa de e-mail ou navegador de internet prepara a mensa-
gem para ser impressa, sem as pastas e opções da visualização do e-mail;
z Ver código fonte da mensagem: as mensagens possuem um cabeçalho com informações
técnicas sobre o e-mail, as quais podem ser visualizadas pelo usuário;
z Ignorar: disponível no cliente de e-mail e em alguns webmails; ao ignorar uma mensa-
gem, as próximas mensagens recebidas do mesmo remetente serão excluídas imediata-
mente ao serem armazenadas na Caixa de Entrada;
z Lixo Eletrônico: sinalizador que move a mensagem para a pasta Lixo Eletrônico e instrui
o correio eletrônico para fazer o mesmo com as próximas mensagens recebidas daquele
remetente;
z Tentativa de Phishing: sinalizador que move a mensagem para a pasta Itens Excluídos e
instrui o serviço de e-mail sobre o remetente da mensagem estar enviando links malicio-
sos que tentam capturar dados dos usuários;
z Confirmação de Entrega: o servidor de e-mails do destinatário envia uma confirmação de
entrega, informando que a mensagem foi entregue na Caixa de Entrada dele com sucesso;
z Confirmação de Leitura: o destinatário pode confirmar ou não a leitura da mensagem
que foi enviada para ele.
Recebendo a
confirmação de entrega
Destinatário
Webmail
Remetente
Cliente
Quando uma mensagem é enviada com Confirmação de Entrega, o remetente recebe a confirmação do servidor
de e-mails do destinatário, informando que ela foi armazenada corretamente na Caixa de Entrada do e-mail do
destinatário.
INFORMÁTICA
123
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Enviar e-mail
Remetente Destinatário
Cliente
Webmail
Quando uma mensagem é enviada com Confirmação de Leitura, o destinatário poderá confirmar (ou não) que fez
a leitura do conteúdo do e-mail.
Na internet, os sites (sítios) de busca e pesquisa têm como finalidade apresentar os resul-
tados de endereços URLs com as informações solicitadas pelo usuário.
Google Buscas, da empresa Google, e Microsoft Bing, da Microsoft, são os dois principais
sites de pesquisa da atualidade. No passado, sites como Cadê, Aonde, Altavista e Yahoo tam-
bém contribuíram para a acessibilidade das informações existentes na internet, indexando
em diretórios os conteúdos disponíveis.
Os sites de pesquisas foram incorporados aos navegadores de internet e, na configuração
dos browsers, temos a opção “Mecanismo de pesquisa”, que permite a busca dos termos digi-
tados diretamente na barra de endereços do cliente web. Essa funcionalidade transforma
a nossa barra de endereços em uma omnibox (caixa de pesquisa inteligente), que preenche
com os termos pesquisados anteriormente e oferece sugestões de termos para completar a
pesquisa.
O Microsoft Edge tem o Microsoft Bing como buscador padrão. O Mozilla Firefox e o Goo-
gle Chrome têm o Google Buscas como buscador padrão. As configurações podem ser perso-
nalizadas pelo usuário.
Os recursos incorporados nos sites de pesquisa facilitam diversas operações do dia a dia,
como a busca por textos, imagens, notícias, mapas e produtos para compras on-line, além de
realizar cálculos matemáticos, traduções entre idiomas e outras funcionalidades, sem consi-
derar pontuação, acentuação ou diferenciação entre maiúsculas e minúsculas, mesmo quan-
do digitadas entre aspas.
Além de todas essas características, os sites de pesquisa permitem o uso de caracteres
especiais (símbolos) para refinar os resultados e comandos para selecionar o tipo de resulta-
do da pesquisa. Nos concursos públicos, estes são os itens mais questionados.
Ao contrário de muitos outros tópicos dos editais de concursos públicos, esta parte você
consegue praticar até no seu smartphone. Comece a usar os símbolos e comandos nas suas
pesquisas na internet e visualize os resultados obtidos.
Os comandos são seguidos de dois pontos e não possuem espaço com a informação digita-
da na pesquisa.
O site de pesquisas Google também oferece respostas para pedidos de buscas. O site Micro-
soft Bing oferece mecanismos similares.
As possibilidades são quase infinitas, pois os assistentes digitais (Alexa, Google Assistent,
Siri, Cortana) permitem a pesquisa por voz. Veja alguns exemplos de pedidos de buscas nos
sites de pesquisas.
125
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Os resultados apresentados pelas pesquisas do site são filtrados pelo SafeSearch. O recurso
procura filtrar os resultados com conteúdo adulto, evitando a sua exibição. Quando desativa-
do, os resultados de conteúdo adulto serão exibidos normalmente.
No Microsoft Bing, na página do buscador [Link], acesse o menu no canto supe-
rior direito e escolha o item Pesquisa Segura.
No Google, na página do site do buscador [Link], acesse o menu Configurações no
canto inferior direito e escolha o item Configurações de Pesquisa.
Importante! As bancas costumam questionar funcionalidades do Microsoft Bing que são idên-
ticas às funcionalidades do Google Buscas, com o intuito de confundir os candidatos acerca do
recurso questionado.
Protocolo seguro
Tal acesso deverá ser realizado de forma segura, com uso de VPN (Virtual Private Net-
work), que implementa protocolos seguros na conexão, evitando monitoramento dos dados
por terceiros.
Conexão
segura
Matriz Internet Filial
Os conceitos envolvidos no acesso remoto são os que definem a extranet. Extranet é uma
conexão segura entre ambientes seguros, usando uma infraestrutura pública e insegura. A
troca de dados entre o cliente e o servidor será realizada por protocolos de transferência.
Todas as redes utilizam os mesmos protocolos, linguagens e serviços.
Cada sistema operacional tem o seu sistema de arquivos para endereçamento das infor-
mações armazenadas nos discos de armazenamento. Diretamente, não é possível a comuni-
cação ou leitura desses dados.
126
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A família de protocolos TCP/IP procura normatizar o envio e recebimento das informações
entre dispositivos conectados em rede, através dos protocolos de transferência. Um protocolo
é um padrão de comunicação, uma linguagem comum aos dois dispositivos envolvidos na
comunicação, que possibilita a transferência de dados.
Alguns dos principais protocolos de transferência de arquivos são:
protocolo mais utilizado para navegação segura, tanto na internet como na intranet;
as tags (comandos) HTML não mudam, mas possuem comandos adicionais (scripts) que
complementam a exibição de conteúdo específico;
utiliza criptografia, acionando camadas adicionais como SSL e TLS na conexão.
127
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HTTP — Hyper Text Transfer Protocol Secure — Protocolo
Seguro de Transferência de Hipertextos — Porta TCP 443
Cliente
web
HTTPS — certificado
digital
Identidade confirmada
Servidor
HTTPS — response web
(resposta)
opera com duas portas TCP, uma para dados (20) e outra para comandos (21);
transfere qualquer tipo de informação;
pode transferir em modo byte a byte (arquivos de textos) ou bit a bit (arquivos
executáveis);
os navegadores de internet possuem suporte para acesso aos servidores FTP;
o usuário pode instalar um cliente FTP dedicado ao acesso aos servidores FTP, que ope-
ra de forma mais rápida que nos navegadores de internet;
pode utilizar criptografia;
o modo anônimo caiu em desuso e poucos servidores FTP ainda aceitam conexão
anônima.
Servidor
Cliente FTP — dados transferidos para a
solicitação GET web
web
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transfere a mensagem de e-mail do cliente para o servidor, e de um servidor para outro
servidor.
Cliente
E-mail Servidor Servidor
E-mail E-mail
EXTENSÃO COMENTÁRIOS
.avi Audio Video Interleave. Formato de vídeo padrão do Windows
.3gp Formato de vídeo popular entre aparelhos smartphones
.flv Formato de vídeo da Macromedia, usado pelo Adobe Flash, de baixa qualidade
Neste formato, as trilhas de áudio, vídeo e legendas são encapsuladas em um úni-
.mkv
co contêiner, suportando diversos formatos
QuickTime File Format é um formato de arquivo de computador usado nativamen-
.mov
INFORMÁTICA
SmartTv
Internet
z fluxo contínuo;
z modo blocado;
z modo comprimido.
Na transferência por fluxo contínuo, os dados são transmitidos como um fluxo contínuo
de caracteres.
Cliente
Internet
No modo blocado, o arquivo é transferido como uma série de blocos precedidos por um
cabeçalho especial. Esse cabeçalho é constituído por um contador (2 bytes) e um descritor (1
byte).
130
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Cliente
Internet
00 A 01 C 02 B 01 B
Internet
Internet
Cliente
Dados únicos
Dados repetidos
Informações de
controle
Modo blocado — os dados são enviados com contador e
descritor
Sabe-se que ameaças e riscos de segurança estão presentes no mundo virtual. Assim como
existem pessoas boas e más no mundo real, existem usuários com boas ou más intenções no
mundo virtual.
Os criminosos virtuais são genericamente denominados como hackers, porém o termo
mais adequado seria cracker. Um hacker é um usuário que possui muitos conhecimentos
sobre tecnologia, podendo ser nomeado como White Hat – hacker ético que usa suas habili-
INFORMÁTICA
dades com propósitos éticos e legais –, Gray Hat – aquele que comete crimes, mas sem ganho
pessoal (geralmente, para exposição de falhas nos sistemas) – e Black Hat – aquele que viola
a segurança dos sistemas para obtenção de ganhos pessoais.
Amadores ou inexperientes, profissionais ou experientes, todo usuário está sujeito aos
riscos inerentes ao uso dos recursos computacionais. São riscos de segurança digital:
Devido à crescente integração entre as redes de comunicação, conexão com novos e inu-
sitados dispositivos (IoT – Internet das Coisas) e criminosos com acesso de qualquer lugar do
mundo, as redes de informações tornaram-se particularmente difíceis de se proteger. Pro-
fissionais altamente qualificados são formados e contratados pelas empresas com a única
função de proteger os sistemas informatizados.
Em concursos públicos, as ameaças e os ataques são os itens mais questionados.
Dica
Você conhece a Cartilha de Segurança CERT? Disponível gratuitamente na Internet, ela é
a fonte oficial de informações sobre ameaças, ataques, defesas e segurança digital. Ela
pode ser acessada pelo link: <[Link] (Acesso em: 13 nov. 2020).
Ameaças
As ameaças são identificadas como aquelas que possuem potencial para comprometer a
oferta ou existência dos ativos computacionais, tais como: informações, processos e siste-
mas. Um ransomware – software que sequestra dados, utilizando-se de criptografia e solicita
o pagamento de resgate para a liberação das informações sequestradas – é um exemplo de
ameaça.
É importante entender que, apesar de a ameaça existir, se não ocorrer uma ação delibera-
da para sua execução ou se medidas de proteção forem implementadas, ela é eliminada e não
se torna um ataque. As ameaças à segurança da informação podem ser classificadas como:
As empresas precisam fazer uma avaliação das ameaças que possam causar danos ao ambien-
te computacional dela mesma (Gerenciamento de Risco), implementar sistemas de autenticação
(Controlar o Acesso), definir os requisitos de senha forte (Política de Segurança), manter um inven-
tário e realizar o rastreamento de todos os ativos (Gerenciamento de Recursos), além de utilizar
sistemas de backup e restauração de dados (Gerenciamento de Continuidade de Negócios).
Falhas
132
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Quando identificadas, as falhas são corrigidas pelas empresas que desenvolveram o siste-
ma por meio da distribuição de notificações e correções de segurança. O Windows Update,
serviço da Microsoft para atualização do Windows, distribui, mensalmente, os patches (paco-
tes) de correções de falhas de segurança.
Ataques
Sem dúvidas, o assunto de maior destaque, tanto em concursos como no mundo real, são
os ataques. Coordenados ou isolados, os ataques procuram romper as barreiras de segurança
definidas na Política de Segurança, com o objetivo de anular o sistema ou capturar dados.
Os ataques podem ser classificados como:
Dica
� Ameaças existem e podem afetar ou não os sistemas computacionais;
� Falhas existem e podem ser exploradas ou não pelos invasores;
� Ataques são realizados todo o tempo contra todos os tipos de sistemas.
Vírus de Computador
O vírus de computador é a ameaça digital mais popular. Tem esse nome por se assemelhar
a um vírus orgânico ou biológico. O vírus biológico é um organismo que possui um código
viral que infecta uma célula de outro organismo. Quando a célula infectada é acionada, o
código viral é duplicado e se propaga para outras células saudáveis do corpo. Quanto mais
vírus existirem no organismo, menor será o seu desempenho, fazendo com que recursos
vitais sejam consumidos, podendo levar o hospedeiro à morte.
O vírus de computador é um código malicioso que infecta arquivos em um dispositivo.
Quando o arquivo é executado, o código do vírus é duplicado, propagando-se para outros
arquivos do computador. Quanto mais vírus existirem no dispositivo, menor será o seu
desempenho, fazendo com que recursos computacionais sejam consumidos, podendo levar o
INFORMÁTICA
134
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VÍRUS DE COMPUTADOR CARACTERÍSTICAS
� O vírus Nimda explora as falhas de segurança do sistema
operacional
Vírus Nimda � Ele se propaga pelo correio eletrônico e, também, pela web,
em diretórios compartilhados, pelas falhas de servidor Micro-
soft IIS e nas trocas de arquivos
Worms
1. Dispositivo inf
infectado se conecta na rede do usuário
Smartphone
Dica
Os worms infectam dispositivos e propagam-se para outros dispositivos de forma autôno-
ma, sem interferência do usuário.
Os worms podem ser recebidos automaticamente pela rede, inseridos por um invasor ou
por ação de outro código malicioso. Assim como os vírus, ele poderá ser recebido por e-mail,
transferido de sites na Internet, compartilhado em arquivos, por meio do uso de mídias remo-
víveis infectadas, nas redes sociais e por mensagens instantâneas.
Com o objetivo de explorar as vulnerabilidades dos dispositivos, os worms enviam cópias
de si mesmos para outros dispositivos e usuários conectados. Por serem autoexecutáveis,
costumam consumir grande quantidade de recursos computacionais, promovendo a insta-
lação de outros códigos maliciosos e iniciando ataques na Internet em busca de outras redes
remotas.
Pragas Virtuais
136
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� Cavalo de Troia ou Trojan
Importante!
O Trojan ou Cavalo de Troia é apresentado, no enunciado de algumas questões de concur-
sos, como um tipo de vírus de computador.
INFORMÁTICA
137
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4. Enquanto o usuário joga, o invasor consegue acesso
z Spyware
z Bot
É um programa malicioso que mantém contato com o invasor, permitindo que comandos
sejam executados remotamente.
O dispositivo controlado por um bot poderá integrar uma rede de dispositivos zumbis, a cha-
mada botnet.
Quando o invasor deseja atacar sites para provocar Negação de Serviço, ele aciona os bots
que estão distribuídos nos dispositivos do usuário, para que façam a ação danosa. Além de
esconder os rastros da identidade do verdadeiro atacante, os bots poderão continuar sua pro-
pagação através do envio de cópias para outros contatos do usuário afetado.
z Backdoor
É um código malicioso semelhante ao bot, mas que, além de executar comandos recebidos
do invasor, realiza ações para desativação de proteções e aberturas de portas de conexão. O
invasor, ciente das portas TCP que estão disponíveis, consegue acesso ao dispositivo para a
instalação de outros códigos maliciosos e roubo de informações.
Assim como os spywares, existem backdoors legítimos (adicionados pelo desenvolvedor
do software para funcionalidades administrativas) e ilegítimos (para operarem independen-
temente do consentimento do usuário).
138
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z Rootkit
Dica
Cavalo de Troia, Spyware, Bot, Backdoor e Rootkit são as pragas digitais mais questiona-
das em concursos públicos.
Confira, na tabela a seguir, outras pragas digitais que ameaçam a Segurança da Informa-
ção e a privacidade dos usuários de sistemas computacionais.
139
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CÓDIGO MALICIOSO CARACTERÍSTICAS
Modificam páginas na Internet, alterando a sua apresentação (face) para
Defacement
os usuários visitantes
Sequestrador de navegador que pode desde alterar a página inicial do
HiJacker browser, até realizar mudanças do mecanismo de pesquisas e direciona-
mento para servidores DNS falsos
Uma das ações mais comuns que procuram comprometer a segurança da informação é o
ataque Phishing. O usuário recebe uma mensagem (por e-mail, rede social ou SMS no telefo-
ne) e é induzido a clicar em um link malicioso. O link acessa uma página que pode ser seme-
lhante ao site original, induzindo o usuário a fornecer dados pessoais, como login e senha.
Em ataques mais elaborados, as páginas capturam dados bancários e de cartões de crédito. O
objetivo é simples: roubar dinheiro das contas do usuário.
Usuário
Usuário
Usuário
Usuário
140
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Outra ação mais elaborada tecnicamente é o Pharming. O invasor ataca um servidor DNS,
modificando as tabelas que direcionam o tráfego de dados e o usuário acessa uma página
falsa. Da mesma forma que o Phishing, esse ataque procura capturar dados bancários do
usuário e roubar o seu dinheiro.
Usuário
Usuário
Usuário
Usuário
Nos itens anteriores, conhecemos as diferentes ameaças e ataques que podem comprome-
ter a segurança da informação, expondo a privacidade do usuário. Para todas elas, existem
mecanismos de proteção – softwares ou hardwares que detectam e removem os códigos mali-
INFORMÁTICA
Usuário Arquivo
Usuário Arquivo
=
Usuário Arquivo
Arquivo Arquivo
= desinfectado excluído
Usuário Quarentena
Quando o antivírus encontra um código malicioso em algum arquivo, que tenha corres-
pondência com a base de assinaturas de vírus, ele poderá:
142
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Assim, o antivírus poderá proteger o dispositivo através de três métodos de detecção: assi-
natura dos vírus conhecidos, verificação heurística e comportamento do código malicioso
quando é executado.
O que fazer quando o código malicioso do vírus não está na base de assinaturas?
A base de assinaturas é atualizada pelo fabricante do antivírus, com as informações conhe-
cidas dos vírus detectados. Entretanto, novos vírus são criados diariamente. Para a detecção
desses novos códigos maliciosos, os programas oferecem a Análise Heurística.
z Análise Heurística
=
Usuário Arquivo
Quarentena
=
Usuário
Fabricante
Windows Defender
Kaspersky raramente são questionadas. Nós as usamos em nosso dia a dia, mas, em provas
de concursos, as bancas trabalham com as configurações padrões dos programas.
O Windows 10 possui uma solução integrada de proteção, que é o Windows Defender. Na
época do Windows 7, a Microsoft adquiriu e disponibilizou o programa Microsoft Security
Essentials como antivírus padrão do sistema operacional.
143
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A seguir, foi desenvolvida a solução Windows Defender, para detecção e remoção de outros
códigos maliciosos, como os worms e Cavalos de Troia. Além disso, o Windows sempre ofe-
receu o firewall, um filtro de conexões para impedir ataques oriundos das redes conectadas.
No Windows 10, o Windows Defender faz a detecção de vírus de computador, códigos
maliciosos e opera o firewall do sistema operacional, impedindo ataques e invasões.
Firewall
O firewall é um filtro de conexões que poderá ser um software, instalado em cada dispositi-
vo, ou um hardware, instalado na conexão da rede, protegendo todos os dispositivos da rede
interna. O sistema operacional disponibiliza um firewall pré-configurado com regras úteis
para a maioria dos usuários.
A maioria das portas comuns estão liberadas e a maioria das portas específicas estão
bloqueadas.
Usuário
O firewall não analisa o conteúdo do tráfego, portanto ele permite que códigos maliciosos,
como os vírus de computadores, infectem o computador ao chegarem como anexos de uma
mensagem de e-mail. O usuário deve executar um antivírus e antispyware nos anexos antes
de executá-los.
Firewall
Usuário
E-mail com trojan E-mail com trojan
O firewall não analisa o conteúdo do tráfego, então mensagens com anexos maliciosos passarão pela barreira e
chegarão até o usuário.
144
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E-mail Página web
Propagação Malware
de worm
O firewall não analisa o conteúdo do tráfego, mas impede os ataques provenientes da rede.
Importante!
O firewall não é um antivírus, mas ele impede um ataque de vírus. Ele impedirá, por ser um
ataque e, não, por ser um vírus.
Antispyware
Da mesma forma que existe a solução antivírus contra vírus de computadores, existe uma
solução que procura detectar, impedir a propagação e remover os códigos maliciosos que
não necessitam de um hospedeiro.
Genericamente, malware é um software malicioso. Genericamente, spyware é um software
espião. Assim, quando os softwares maliciosos ganharam destaque e relevância para os usuá-
rios dos sistemas operacionais, os spywares ganharam destaque. Comercialmente, tornou-se
interessante nomear a solução como antispyware.
Na prática, um antispyware, ou um antimalware, detecta e remove vários tipos de pragas
digitais.
Worm Malware
Usuário Antispyware
Trojan Spyware
INFORMÁTICA
Usuário
Para proteção: firewall ativado, antivírus atualizado e ativado, antispyware atualizado e ativado, atualizações de
softwares instaladas e uso de senha forte.
UTM
Quando os ataques procuram atingir um servidor da empresa, como ataques DoS (negação
de serviço), DDos (ataque distribuído de negação de serviços) ou spoofing (fraude de identi-
dade), uma das formas de proteção é o bloqueio de pacotes externos não convencionais. Se o
usuário está utilizando um dispositivo móvel e sofre um ataque, ele deve aumentar o nível de
proteção do aparelho e as senhas precisam ser redefinidas o mais breve possível.
Por fim, os ataques contra aplicativos poderão ser minimizados ou anulados se o usuário
mantiver os programas atualizados em seu dispositivo, aplicando as correções de segurança
tão logo elas sejam disponibilizadas.
146
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Importante!
Quando o usuário é envolvido na perpetração de ataques digitais, ele é considerado o elo
mais fraco da corrente de segurança da informação, por estar sujeito a enganos e trapaças
dos atacantes. A Engenharia Social consiste no conjunto de técnicas e atividades que pro-
curam estabelecer confiança mediante dados falsos, ameaças ou dissimulação.
PROCEDIMENTOS DE BACKUP
RECUPERAÇÃO USO
Criado como disco de inicialização, permite ini-
INICIALIZAÇÃO Arquivos da inicialização
ciar o Windows quando os arquivos essenciais
DO SISTEMA do Windows
do boot forem danificados
Recupera arquivos al-
Retorna o Windows para suas configurações ori-
REPARAÇÃO DO terados, danificados ou
ginais, sem os programas que foram instalados
SISTEMA excluídos do sistema ope-
posteriormente
racional
A cada inicialização ou Retorna o sistema e programas para o ponto de
RESTAURAÇÃO
modificação, um ponto de restauração escolhido, descartando alterações
DO SISTEMA
restauração é criado posteriores a ele
Recupera os arquivos do
usuário que foram copia- Restaurar os arquivos do usuário que foram co-
BACKUP
dos para a cópia de segu- piados anteriormente no backup
INFORMÁTICA
rança
TIPOS DE BACKUP
O backup completo ou full é aquele no qual todos os arquivos são copiados para outro
local de armazenamento. A vantagem desse tipo de backup é a reprodução fiel e completa de
todas as informações do ambiente, possibilitando a restauração dos dados de forma contínua
e imediata.
Entretanto, sua desvantagem é a quantidade de espaço de armazenamento necessário
para os dados, além do tempo para conclusão do procedimento de cópia.
Em sistemas críticos, que operam com banco de dados e acesso 24 horas (como as lojas
Americanas, uma loja virtual de marketplace), o backup completo poderia copiar dados que
estariam desatualizados alguns minutos depois, por não poder paralisar o sistema para que
a cópia de segurança seja realizada.
148
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Backup completo de 1 TB.
VANTAGENS DESVANTAGENS
Backup Incremental
Quando realizado todos os dias, o backup completo demanda uma grande quantidade de
espaço para armazenamento ou conexão da rede/internet. Nesse caso, uma alternativa é o
backup incremental.
Neste tipo de backup, serão copiados os dados que foram alterados desde o último backup
INFORMÁTICA
incremental. Como a quantidade de dados alterados pode variar de um período para outro, a
quantidade de espaço reservado para as cópias de segurança do tipo incremental será menor,
comparado ao backup completo.
Iniciando com um backup completo, as alterações que forem observadas nos dados, em
comparação com a cópia completa, serão adicionadas à cópia incremental.
149
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Backup incremental.
VANTAGENS DESVANTAGENS
� Rápido para copiar dados A manutenção das cópias é
INCREMENTAL � Rápido para restaurar mais trabalhosa
dados
Backup Diferencial
VANTAGENS DESVANTAGENS
VANTAGENS DESVANTAGENS
151
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Outros Tipos de Backup
A escolha pelo modelo de backup ideal costuma considerar o custo, o desempenho e a dis-
ponibilidade. Portanto, além dos modelos básicos que caem em todas as provas de concursos,
outras soluções são desenvolvidas pelas empresas de tecnologia.
Existem soluções, no mercado, que combinam os modelos de backup “básicos”, oferecen-
do produtos personalizados.
A cópia de segurança deve ser armazenada em uma mídia protegida contra alterações,
preferencialmente, em um local físico diferente de onde se encontram os arquivos originais.
Atenção! O armazenamento de dados na nuvem é uma realidade, e muitas empresas já
têm todas as suas informações na nuvem ou estão migrando-as para a internet. A alta dis-
ponibilidade e a segurança dos serviços contratados com as provedoras de nuvem tornam o
investimento mais interessante do que a manutenção de uma estrutura local dedicada.
O gerenciamento de mídias como fitas, discos rígidos, discos flexíveis e discos ópticos exige um
controle preciso sobre o que está armazenado em cada mídia. Esse controle poderá exigir funcio-
nários e softwares especializados e, de acordo com o tamanho da empresa, podem aumentar os
custos da área de TI de forma significativa.
Portanto, uma das soluções está relacionada com o local onde o armazenamento será rea-
lizado, transferindo das mídias removíveis para computadores remotos e sistemas de arma-
zenamento de dados dedicados. Confira alguns exemplos figurativos:
z originais armazenados no servidor “A” da matriz e backup no servidor “B” da filial, conec-
tados pela rede interna e separados fisicamente;
z originais armazenados no servidor “A” da matriz e backup no sistema NAS (Network Area
Storage) da empresa, separados fisicamente;
z originais armazenados no servidor “A” da matriz e backup na nuvem privada, instalada
152 em uma infraestrutura contratada como serviço em algum lugar do mundo.
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MÍDIAS DE BACKUP
As mídias de backup são suportes físicos ou virtuais usados para armazenar cópias de
segurança de dados, garantindo que essas informações possam ser recuperadas em caso de
perda ou falha.
A escolha da mídia de backup adequada depende de diversos fatores, como a quantidade de
dados, a frequência de backup, os requisitos de retenção e o orçamento disponível. A seguir,
serão abordados os principais tipos de mídias de backup e suas características.
Os discos rígidos externos (HDs) são amplamente utilizados devido à sua facilidade de
uso, velocidade e portabilidade. Eles permitem backups rápidos e acesso imediato aos
dados armazenados. No entanto, os HDs são suscetíveis a falhas mecânicas, quedas e outros
danos físicos, o que pode comprometer a integridade dos dados se não forem manuseados
adequadamente.
O HD é composto por um conjunto de discos magnéticos (também chamados de pratos),
que giram em alta velocidade dentro de um invólucro selado. Cada prato é revestido com um
material magnético que permite a gravação dos dados em pequenos pontos magnetizados. A
leitura e a gravação de dados são realizadas por cabeçotes de leitura/gravação, que se movem
rapidamente sobre a superfície dos pratos. Esses cabeçotes não tocam fisicamente o prato,
mas flutuam a uma pequena distância devido ao efeito aerodinâmico causado pela rotação.
A capacidade de um HD é geralmente medida em gigabytes (GB) ou terabytes (TB), com capaci-
dades modernas variando de algumas centenas de gigabytes a vários terabytes. O desempenho de
um HD é determinado por diversos fatores, incluindo a velocidade de rotação dos pratos (medida
em rotações por minuto, ou RPM), a densidade de gravação (quantidade de dados que podem ser
armazenados por unidade de área) e a interface de conexão que define a velocidade de transferên-
cia de dados entre o HD e a placa-mãe do computador.
INFORMÁTICA
153
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Unidades de Estado Sólido (SSDs)
Os SSDs utilizam chips de memória flash NAND para armazenar dados de forma não volátil,
ou seja, os dados não são perdidos quando a energia é desligada. A ausência de partes móveis
nos SSDs reduz significativamente o risco de falhas mecânicas e permite uma maior resistência
a choques físicos. Além disso, a arquitetura dos SSDs permite tempos de acesso aos dados muito
mais rápidos do que os HDs tradicionais, resultando em maior velocidade de leitura e gravação.
Os SSDs são conhecidos por seu desempenho superior em comparação com os HDs. Eles ofere-
cem tempos de inicialização de sistema e carregamento de aplicativos muito mais rápidos, bem
como maior velocidade de transferência de arquivos. A velocidade de leitura e gravação dos SSDs
é medida em megabytes por segundo (MB/s), e os modelos mais recentes podem atingir velocida-
des de até 7.000 MB/s em leitura sequencial, especialmente em dispositivos que utilizam interfa-
ces NVMe (Non-Volatile Memory Express) e conectores PCIe (Peripheral Component Interconnect
Express).
Os SSDs são amplamente utilizados em uma variedade de dispositivos, desde laptops e desktops
até servidores e data centers. Eles são especialmente valorizados em aplicações que exigem alto
desempenho, como edição de vídeo, jogos, processamento de dados em tempo real e ambientes de
virtualização. Nos data centers, os SSDs são utilizados para melhorar o desempenho de bancos de
dados e sistemas de armazenamento em nuvem.
BACKUP NO WINDOWS
Windows XP
A extensão BAK (backup) é usada por programas instalados no computador para cópia de
segurança, geralmente temporária, de arquivos que estão em edição.
154
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Windows Vista
Windows 7
Windows 8
O Windows 8 oferece a ferramenta Imagem de Sistema para criação de uma cópia de todos
os dados do computador. É como um backup completo, mas, no momento da recuperação dos
dados, não é possível escolher quais arquivos serão recuperados. A imagem do sistema é uma
cópia estática de todo o disco e será restaurada em sua totalidade.
Windows 10
z Acionar o menu Iniciar, item Configurações (ou atalho de teclado Windows + I);
z Abrir a opção “Atualização e Segurança”;
z Executar a ferramenta “Backup”;
z Habilitar a opção “Ligar backup automático”;
z Excluir as pastas que não devem ser copiadas para o backup;
INFORMÁTICA
z Definir qual a periodicidade da cópia de segurança em “Fazer backup dos meus arquivos”;
z Definir qual o prazo de validade da cópia de segurança em “Manter meus backups”;
z Para cópia externa, usar backup de cópia (manualmente) ou outra ferramenta de terceiros.
BACKUP NA INTERNET
156
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O ábaco é um instrumento de cálculo que combina posições de pedras em linhas sequen-
ciais, utilizado desde o surgimento das operações básicas de cálculo até os dias atuais por
estudantes e entusiastas. O sequenciamento das posições numéricas é usado nos processa-
dores para operação bit a bit. Datado de aproximadamente 3000 a.C., atribui-se a origem aos
babilônicos.
O mecanismo de Anticítera era usado para calcular a partir de calendários as posições
astronômicas, eclipses e astrologia. A previsibilidade dos resultados é utilizada nos processa-
dores para validação do resultado obtido nas operações.
Blaise Pascal, notável matemático da Idade Média, desenvolveu a Pascalina (Le pascaline),
um instrumento matemático considerado a primeira calculadora mecânica do mundo, para
a realização de adição e subtração. Os processadores utilizam adições sucessivas para reali-
zação de multiplicação, e adição com negativos para realização de subtrações, inspirados nos
princípios da antiga Pascalina.
No entanto, foi ele quem inventou o sistema binário? Não. Outro inventor contemporâneo
(1673), o matemático alemão Gottfried Wilhelm Leibniz, foi quem criou um modelo capaz
de multiplicar, dividir e extrair raízes quadradas. Nascia o sistema binário, utilizado até hoje
nos dispositivos computacionais.
Dos teares da França veio uma contribuição relevante para a computação atual, que eram
os cartões metálicos perfurados dos teares de Jacquard. A programação dos teares, a par-
tir de comandos automáticos das operações repetitivas, gravadas em cartões metálicos “de
memória” (furados ou não), determinava o que a máquina iria realizar.
Como podemos observar, cada dispositivo contribuiu com um detalhe importante para o
computador moderno.
O grande salto em direção ao computador veio com a máquina diferencial (e analítica)
de Charles Babbage. Com ela, o cálculo sucessivo de diferenças entre conjuntos de números,
combinando o princípio dos cartões perfurados do Tear de Jacquard com o sistema binário
de Leibniz.
As propostas anteriores foram melhoradas e Herman Hollerith apresentou, no final do
século XIX, a máquina de Hollerith, para o processamento das perfurações dos cartões do
censo demográfico nos Estados Unidos. Ele fundou a empresa que, associada a outras, se tor-
nou a gigante IBM.
Nos anos 1930, o engenheiro alemão Konrad Zuse construiu o computador Z1. A mudança
em relação aos inventos anteriores se deu pela flexibilidade de cálculos, usando o sistema
binário para calcular qualquer operação matemática e armazenar os resultados em uma
memória. O princípio de funcionamento por luzes foi utilizado a seguir pelos ingleses na
Inglaterra da Segunda Guerra Mundial.
Os ingleses construíram o Colossus, e os americanos, o Mark I. Basicamente, eram com-
putadores destinados a decodificar o código secreto dos inimigos de guerra. Derivado deles,
surgiu o ENIAC (Eletronic Numeral Integrator e Calculator) para cálculos matemáticos, dis-
INFORMÁTICA
157
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A arquitetura de von Neumann se tornou o modelo do computador moderno, e o EDVAC
(1949) foi o primeiro computador com programa armazenado em memória.
Importante!
A arquitetura de von Neumann é o padrão atual para os dispositivos computacionais. Já
existem estudos e projetos de computadores quânticos, utilizados por grandes empre-
sas, como a Google, mas que estão longe de nossas residências por questões de preços
proibitivos.
Interfaces gráfi-
Interação com monitor e
Interação cas e mouse são Multimídia
teclado
usados
A CPU do com-
Dimen- Máquinas enormes, ocupa-
putador toda em Mobilidade
sões vam salas inteiras
um único chip
Utilizavam car-
tões perfurados Magnético e
Armaze- Tambores magnéticos para Mainframe da UFPB usou Eletrônico e
para entrada de ótico, sequencial
namento memória cartão perfurado até 1987 remoto
dados e impres- e aleatório
soras para saída
Consu-
Consumo
mo de Consumiam muita energia Consumo alto Consumo alto Consumo baixo
mediano
energia
Preço do compu-
tador despenca
Utilizados apenas para Automatização de Computação Inteligência
Aplicação
cálculos processos embarcada artificial
(carros, mísseis
etc.)
Programados em lingua-
Progra- Programação em Surgem os sistemas Softwares de
gem de máquina, em Apps pessoais
mação Assembly operacionais alto nível
binário
Primeiras lingua-
gens de alto nível
Lingua- Instaladas e
surgem: Fortran Programação gráfica Nanotecnologia
gens remotas
(56), Cobol (59) e
Algol (58)
ENIAC, EDVAC, UNIVAC e MIT TX0, PDP-1 e IBM/360, Guia da Apolo Apple II, IBM-PC, Internet das
Exemplos
Colossus IBM 1401 11 Z-80, Xerox Alto coisas
158
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As gerações possuem características tecnológicas bem definidas, mas como o usuário viu
esta evolução? Na tabela a seguir, veja um comparativo das gerações de dispositivos compu-
tacionais e sua operação, sob a ótica do utilizador.
Utilizavam válvu-
Tecnologia dos Utilizavam Utilizavam Circuitos Integrados (de dezenas a centenas de milhões de
las (muita ener-
circuitos transistores transistores num chip)
gia e calor)
Tambores mag-
néticos e linhas Núcleos magné-
Memória Circuitos integrados de memória volátil
de retardo de ticos de ferrite
mercúrio
Linguagem de
máquina direto Linguagem
Forma de na CPU (sem de montagem
Linguagens de alto nível de vários estilos
programar programa ar- (Assembly),
mazenado em Fortran e Cobol
memória)
159
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Unidade central de processamento Dados e
instruções
Registradores
Contador de
programa Memória
principal
Unidade de Endereços
ULA
controle
Dica
O modelo de construção amplamente questionado em provas de concursos é o desktop
(computador de mesa).
160
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COMPUTADOR DESKTOP
NOTEBOOK
Com alto nível de integração dos componentes, um notebook reúne em um conjunto fabril
os componentes de entrada de dados (teclado e touch pad) com a tela de saída de dados, que
também poderá ser do tipo touchscreen.
Possui bateria para garantir mobilidade, além de recursos de conectividade para qualquer
tipo de trabalho, seja estudantil, corporativo ou para lazer.
Importante!
As unidades de disco óptico (CD, DVD, BD) caíram em desuso por conta do armazena-
mento removível via USB (pen drives), que, por sua vez, caíram em desuso por causa do
armazenamento de dados na nuvem. Entretanto, mesmo sendo consideradas tecnolo-
gias ultrapassadas para os dias de hoje, continuam sendo questionadas em provas de
concursos.
INFORMÁTICA
TABLETS E SMARTPHONES
Os tablets são computadores completos com recursos específicos (conexão 3G, expansão
de memória com memory card), teclado virtual, câmera fotográfica, câmera de vídeo confe-
rência, sensor de luminosidade etc.
161
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A Apple tem o seu próprio modelo iPad, a Samsung tem a linha Galaxy Tab e Galaxy Note,
a Acer tem o Iconia, a Lenovo tem o Yoga Tablet, e os demais fabricantes também oferecem
suas opções.
Os smartphones, em relação aos computadores desktop, apresentam a vantagem da conec-
tividade móvel para acesso às redes de telefonia.
Veja, a seguir, uma gravura de um tablet iPad e de um smartphone iPhone, ambos da
Apple.
Existem várias formas de classificação do hardware, seja por meio da conexão, da nature-
za do componente, da utilização etc. Veja a seguir uma tabela, item por item, com os compo-
nentes de um computador, focando na conexão do componente e dicas relacionadas.
Dica
O processador do computador é o item mais questionado de hardware por todas as ban-
cas organizadoras.
COMPONENTE
DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
INTERNO
Principal item
Cérebro do computador, composto de três unidades:
do computador.
Processador unidade lógica e aritmética20, a unidade de controle21 e a
Instalado na placa
unidade de registradores22
mãe
Memória rápida
Cache L1 Próximo ao núcleo do processador
nível 1 (level 1)
Memória rápida
Cache L2 Na borda do processador, próximo à memória RAM23
nível 2 (level 2)
Memória rápida Na borda do processador, próximo à memória RAM.
Cache L3
nível 3 (level 3) Alguns processadores novos possuem cache L3
Processador
Memória RAM
Unidade de registradores
Cache L1
Unidade
Unidade de Lógico- Cache L2 Discos de
Controle Aritmética armazenamento
Cache L3
COMPONEN-
DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
TE INTERNO
Recebe os componentes Motherboard. A velocidade do barramento
Placa-Mãe internos instalados no determina quais componentes podem ser
computador adicionados
Memória ROM (Read Only Chip de memória CMOS24
BIOS
Memory) Contém informações para o boot
Northbridge — ponte norte, memórias e proces-
Chip com informações para
sador (componentes eletrônicos);
o funcionamento da placa
Southbridge — ponte sul, periféricos e dispositi-
Chipset mãe. Controlam o tráfego de
vos mecânicos.
dados entre os componen-
Responsável pelo barramento (BUS) do
tes internos e externos
computador
Motherboard – Placa-Mãe
Memória RAM
Processador
Chipset
Northbridge
Memória ROM
INFORMÁTICA
BIOS
Chipset
Southbridge
Importante!
Em breve a tecnologia 5G será a opção para a comunicação móvel em nosso país, substi-
tuindo a tecnologia 4G.
Os periféricos de entrada e saída de dados, com interação direta do usuário, são os mais
conhecidos e mais questionados em provas.
COMPONEN-
DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
TE EXTERNO
CRT (tubo), LCD, LED, Plasma. Podem
Monitor de Responsável por exibir as imagens. É
utilizar conexões DB15 (VGA) até
vídeo um periférico de saída de dados
HDMI (mais moderna)
Responsável por exibir as imagens
Monitor
e receber a entrada de dados. É um CRT (tubo), LCD, LED, Plasma
de vídeo
periférico misto, de entrada e saída de Tela capacitiva26 ou resistiva27
touchscreen
dados
Principal periférico de entrada de Layout ABNT2 via conexão USB ou
Teclado
dados Bluetooth
25 USB — Universal Serial Bus — Barramento serial universal. Padrão atual de conexões para periféricos.
26 Na tela capacitiva, utilizada no iPhone e iPad, por exemplo, uma película é alimentada por uma tensão e reage com a energia presente no corpo
humano; a troca de elétrons produz um distúrbio de capacitância no local, sendo rápida e corretamente identificado. Tecnologia mais cara e difícil
de ser construída, presente em modelos topo de linha.
27 A tela resistiva, presente em modelos de baixo custo de celulares, smartphones e tablets, com precisão em torno de 85%, resiste melhor a que-
das e variações de temperatura, necessitam de contato físico para determinar a posição do toque, ao coincidir os pontos de diferentes camadas
164 sobrepostas.
COMPONENTE
DE ARMAZENA- DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
MENTO
IDE, SATA, USB
Memória secundária de armazena-
Disco rígido Permanente, não volátil, “unidade
mento magnético30
C:”, hard disk (HD)
SATA II, USB
Memória secundária de armazena-
Disco rígido Permanente, não volátil, “unidade
mento memória flash31
C:”, SSD (Solid State Disk)
Memória “terciária”, destinada a IDE, SATA, USB
Disco óptico
backup (cópia de segurança) CD, DVD, BD
Conexão USB é expansível por hub
Memória portátil, e os pendrives são USB para até 127 conexões
Discos removíveis
memória flash com conexão USB Pen drive, cartão de memória, HD
externo
28 Wireless — toda conexão sem fio é uma conexão wireless, incluindo o Wi-Fi, infravermelho, rádio, via satélite etc.
29 Wi-Fi — Wireless Fidelity — conexão confiável sem fios.
30 Existem modelos de disco rígido sem disco, como os SSD (Solid State Drive), que é uma memória flash, armazenamento eletrônico.
31 A memória flash permite que a troca de informação seja mais rápida, e, quando o dispositivo é desligado, poderá voltar rapidamente para onde
estava antes. 165
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COMPONENTE
EXTERNO DE DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
APOIO
Recebe corrente alternada, entrega corrente estabiliza-
Fornece energia
da. Usa baterias que alimentarão o dispositivo por um
Nobreak em caso de falha
período de tempo suficiente para encerrar os proces-
da rede
sos abertos com segurança
Estabiliza o sinal Elimina picos de tensão da rede elétrica. Estabiliza a
Estabilizador
elétrico corrente elétrica
“Limpa o sinal elétrico”
Elimina ruídos da
Filtro de linha Ruídos são interferências, como motores e campos
rede elétrica
magnéticos
Exabyte
Petabyte (EB)
Terabyte (PB)
Gigabyte (TB)
Megabyte (GB) trilhão
Kilobyte (MB) bilhão
(KB) milhão
Byte
(B) mil
Um byte representa uma letra, ou número, ou símbolo. Ele é formado por oito bits, que são
sinais elétricos (que vale zero ou um). Os dispositivos eletrônicos utilizam o sistema binário
para representação de informações.
Portanto, quando um arquivo tem 15 KB, ele possui 15 mil bytes (de forma genérica) ou
exatos 15.360 bytes.
Qual é a diferença?
O bit representa dois possíveis valores. Desta forma, os valores do sistema binário são em
base dois.
Quando dizemos 1.000 bytes, na verdade são 1.024 bytes (210).
Um quilobyte (1 KB) é exatamente 1.024 bytes.
Um megabyte (1 MB) é exatamente 1.048.576 bytes (220).
166
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Um gigabyte (1 GB) é exatamente [Link] bytes (230).
Um terabyte (1 TB) é exatamente [Link].776 bytes (240).
E assim por diante.
Algumas bancas organizadoras de concursos pedem o valor exato, que será calculado mul-
tiplicando ou dividindo por 1.024.
Veja, a seguir, um gráfico convertendo os valores do sistema internacional de medidas.
· 1.024
· 1.024
· 1.024 Exabyte
· 1.024 Petabyte (EB)
· 1.024 Terabyte (PB)
÷
· 1.024 Gigabyte (TB)
1.024
Megabyte (GB) trilhão ÷
Kilobyte (MB) bilhão 1.024
(KB) milhão ÷
Byte
mil ÷ 1.024
(B)
÷ 1.024
÷ 1.024
1.024 .
Dica
A conversão de medidas dentro do sistema internacional é simples e fácil, bastando dividir
para “subir” na escala ou multiplicar para “descer” na escala.
Exabit
Petabit (EB)
Terabit (PB)
Gigabit (TB)
Megabit (GB) trilhão
Kilobit (MB) bilhão
(KB) milhão
Bit
(B) mil
Se a sua conexão Wi-Fi opera em 150 “megas”, são 150 Mbps (megabits por segundo). Um
modem, para transmissão e recepção de dados pela linha telefônica convencional nos anos
1990, operava em 56.6 Kbps (kilobits por segundo). A porta USB 2.0 tem taxa de transmissão
de 480 Mbps (megabits por segundo) e o USB 3.0 opera em cinco Gbps (gigabits por segundo).
Da mesma forma que na convenção do armazenamento de dados, as medidas de velocida-
des são múltiplas de 1.024 (ou divisores de 1.024 para “subir” na escala).
SOFTWARE
Existem várias categorias e naturezas para os softwares, que estão na tabela a seguir:
167
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SOFTWARE ONDE QUANDO
Está gravado no chip ROM-BIOS e 32
No momento em que ligamos o com-
armazena as informações sobre a putador, as informações são lidas,
Inicialização configuração de hardware presente no checadas, e caso estejam corretas,
equipamento. Este procedimento cha- é passado o controle para o sistema
ma-se POST33 operacional
Após a realização com sucesso do
Carregamento de informações sobre o
POST os drivers35 são carregados. O
Sistema sistema operacional, armazenadas na
kernel36 é acionado e o controle entre-
operacional trilha zero34 do disco de inicialização
gue ao usuário. O usuário interage com
(boot)
o computador por meio da GUI37
Após o carregamento do sistema
operacional, uma shell é exibida (in-
terface). Os aplicativos poderão ser
executados, como editores de textos,
Aplicativos No computador
planilhas de cálculos, ferramentas
de sistema, além de programas de-
senvolvidos em uma linguagem de
programação
Existem aplicativos pagos (proprietários, como o Microsoft Office), gratuitos (open sour-
ce, ou de código aberto, como o Mozilla Firefox), alpha (aplicação para testes da equipe de
desenvolvimento), beta (aplicações de teste distribuídas para beta-testers), freewares (gra-
tuitos, porém de código fechado), sharewares (proprietários, que poderá ser trial ou demo),
trial (shareware, recursos completos por tempo limitado para avaliação), demo (shareware,
com recursos limitados por tempo indeterminado), e adwares (gratuitos, com propagandas
obrigatórias exibidas durante o uso).
Atenção! Os softwares de inicialização são pouco questionados em provas. Já sistemas
operacionais (software básico) e aplicativos possuem editais totalmente dedicados a eles.
Os softwares instalados no computador podem ser classificados de formas diferentes, de
acordo com o ponto de vista e sua utilização.
Vamos conhecer algumas delas.
32 ROM-BIOS — Read Only Memory — Basic Input Output System — sistema básico de entrada e saída, armazenado em uma memória somente
leitura.
33 POST — Power On Self Test — autoteste quando for ligado.
34 Trilha zero — primeira trilha do disco de inicialização. Toda numeração em computação inicia em zero.
35 Drivers — arquivos do sistema operacional responsáveis pela comunicação com o hardware.
36 Kernel — núcleo do sistema operacional com as rotinas para execução dos aplicativos.
168 37 Graphics User Interface — Interface gráfica do usuário
169
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UTILITÁRIOS EXEMPLO AÇÃO REALIZADA
Verificação de Localiza erros de gravação nos clusters ou entradas inváli-
Sistema
erros das do sistema de arquivo, corrigindo-os
Desformatador Efetua a leitura dos dados gravados em clusters, recons-
Terceiros
de disco. truindo a tabela de arquivos que foi formatada
Recuperação de Efetua a leitura dos dados gravados em clusters, recons-
Terceiros
arquivos truindo o arquivo e a entrada na tabela de arquivos
O protocolo TCP/IP, que será estudado na parte de Redes de Computadores, utiliza o envio
e recebimento de dados em pacotes, que são blocos de informações enviados e recebidos por
meio de um dispositivo como o modem ou a placa de rede.
Dica
A comunicação dentro do computador, da CPU para os periféricos, e dos dispositivos com
outros dispositivos nas redes, é realizada por meio de padrões. No computador, o gerador
de clock cuida da comunicação entre os componentes internos, e os protocolos de comu-
nicação cuidam da comunicação com os dispositivos externos.
velocidade
o conector USB
Transferência de dados
Paralela Impressoras e scanner mais antigos
paralelos
Transferência de dados
IDE do HD/DVD para placa Discos rígidos e discos óticos, modelos antigos
mãe
171
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CONECTOR USO QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?
Transferência de dados
PATA do HD/DVD para placa Discos rígidos e discos óticos, modelos antigos
mãe
Transferência de dados
Discos rígidos e discos óticos, modelos mais
SATA do HD/DVD para placa
novos
mãe
Fornecer energia para
Placa mãe, drive de disquete, disco rígido, disco
Conectores ATX os componentes inter-
ótico, cooler (sobre o processador)
nos no gabinete
Fornecer energia para o
Conexão elétrica nobreak, estabilizador e Todos os dispositivos ligados na rede elétrica
filtro de linha.
Conexão de Internet Usada em alguns locais do Brasil, permite cone-
PLC
pela rede elétrica xão com a Internet usando a rede elétrica
Importante!
Depois dos processadores, as impressoras são um dos itens de hardware mais questiona-
dos em provas de concursos.
172
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TIPO CARACTERÍSTICAS OBSERVAÇÕES E USO
Equipamento que transforma
uma impressora simples em Existem modelos LPT (paralelo) para RJ-45
Print Server
uma impressora compartilha- (rede), COM (serial), e até wireless
da, via hardware
Reúne a impressora e scanner Oferece recursos de copiadora e faz em
Multifuncional
em um único aparelho. alguns modelos.
173
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Usuário
Smartphone
Videogame Android
Internet
Desktop Linux
Impressora
Portátil Windows
Tablet
A Computação na Nuvem pode ser vista como uma evolução e, também, uma convergência
das tecnologias de virtualização e das arquiteturas (como os clusters computacionais) orientadas
a serviços. Atualmente, a Computação nas Nuvens é o ponto de partida para o desenvolvimento de
soluções computacionais que necessitem de rapidez, flexibilidade e acesso facilitado, oferecendo,
instantaneamente, a nível global, uma solução para problemas do dia a dia.
Quem nunca pediu uma refeição ou solicitou um meio de transporte através de um apli-
cativo? O sistema de processamento dos pedidos, distribuição das demandas, localização dos
prestadores de serviços e controle fiscal das vendas é realizado na nuvem, em servidores que
estão distribuídos ao redor do mundo, conectados em tempo real para o atendimento das
demandas.
A computação na nuvem oferece tudo como um serviço: armazenamento de dados, pla-
taforma para execução de aplicações, infraestrutura para o desenvolvimento de sistemas,
espaço para testes de aplicativos etc. “Webware” ou “software” baseado na Internet é a deno-
minação para esses programas que operam como serviços na rede.
Importante!
Tudo que é oferecido pela nuvem é um serviço escalável e personalizável.
Existem várias opções que poderão ser contratadas como serviços, sendo as principais em
concursos públicos: IaaS, PaaS e SaaS. Vejamos cada uma delas:
Obs.: novas definições são criadas por empresas com propósitos de marketing. Em concur-
sos públicos, as definições mais questionadas são SaaS, PaaS e IaaS.
Um sistema de computação legado, ou dedicado, é aquele em que a empresa é responsável
por todos os itens do projeto, desde o fornecimento de energia para a operação dos servido-
res adquiridos por ela, até a disponibilização de aplicações que foram compradas, por meio
de Licenças, para sua utilização.
Na computação em nuvem, é possível contratar de uma operadora de nuvem, data centers,
rede de dados, armazenamento, servidores e sistemas de virtualização. Essa é uma Infraes-
trutura como um Serviço (IaaS).
Desenvolvedores podem contratar de uma operadora de nuvem, data centers, rede de
dados, armazenamento, servidores, sistemas de virtualização, sistema operacional, banco de
dados e segurança digital. Essa é uma Plataforma como um Serviço (PaaS).
Usuários podem contratar de uma operadora de nuvem tudo, desde os data centers até as
aplicações. Esse é um Software como um Serviço (SaaS).
Na computação local, tudo precisa ser adquirido e mantido pelo usuário. Na computação na nuvem, o usuário
precisará apenas de um acesso à rede.
COMPUTAÇÃO LOCAL
Teclado, mouse, scanner, monitor touch
Entrada de Dados
screen
Processamento de Dados Processador do computador
Monitor, impressora, placa de modem, placa
Saída de Dados
de rede, USB, HD etc.
175
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COMPUTAÇÃO LOCAL
Programas (softwares) Instalados no computador
Serviços (backup) Responsabilidade do usuário
Serviços (desfragmentador) Responsabilidade do sistema operacional local
Antivírus Responsabilidade do usuário
Firewall Responsabilidade do usuário
Permissões de acesso Responsabilidade do usuário
Gerenciamento da estrutura Responsabilidade do usuário
Ao contratar Infraestrutura como um Serviço (IaaS), o usuário obtém economia de custo (pois
não há necessidade de comprar e manter hardwares), tempo de colocação no mercado (pois pode-
rá iniciar suas operações imediatamente, sem esperar pela instalação de um data center na empre-
sa), disponibilidade em tempo integral e escalabilidade sob demanda (pela expansão ou contração
da empresa de acordo com o dia a dia da operação).
Plataforma como um Serviço (PaaS) gera para o usuário uma economia de gastos (nova-
mente, relacionada ao hardware que não precisa ser adquirido), desenvolvimento simplifica-
do de aplicativos (por conta dos ambientes de desenvolvimento para diferentes plataformas),
colaboração (pela comunicação on-line com outros desenvolvedores) e ambiente integrado
(para teste, implementação e gerenciamento).
Software como um Serviço (SaaS) oferecerá economia de gastos (menor custo das licenças
de softwares), compartilhamento de arquivos (de forma fácil e rápida), portabilidade (na tro-
ca de dispositivos pessoais, o acesso ao serviço não será impactado com novas instalações e
configurações) e independência do sistema operacional (a troca de dados será realizada pelo
protocolo TCP, que tem suporte em todos os sistemas operacionais).
176
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Software como
um Serviço
Consome
Usuário final
SaaS
Fornece Suporta Fornece
Fornece Consome
Provedor Plataforma como um Serviço Desenvolvedor
PaaS
Fornece Suporta Consome
177
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Por fim, é preciso citar, como uma vantagem, a elasticidade rápida. Os recursos são provi-
sionados dinamicamente, atendendo às necessidades pontuais da operação do cliente (uma
loja virtual pode aumentar a quantidade de acessos simultâneos ao site apenas na Black Fri-
day por exemplo). Essa é a sua característica mais marcante.
On Demand Self Service, ou Autoatendimento sob Demanda, significa que o usuário pode
usar os serviços, aumentar ou diminuir as capacidades computacionais alocadas, como o tem-
po de servidor e armazenamento de rede, sem a intervenção humana com o provedor de ser-
viços. O limite de crédito do seu cartão de crédito virtual é um exemplo dessa característica.
Ubiquitous Network Access, ou Amplo Acesso à Rede, significa que os serviços são aces-
síveis a partir de qualquer plataforma. O usuário pode acessar um sistema desenvolvido
para Windows, armazenado em um servidor Linux, a partir de seu smartphone Apple. Quase
todos os serviços disponíveis na nuvem são assim.
Resource Pooling, ou Pool de Recursos, significa que os serviços são armazenados em ser-
vidores distribuídos globalmente e seus recursos virtuais são dinamicamente atribuídos ou
retribuídos pelo cliente, conforme a sua demanda. É o modelo multi-inquilino (multi-tenancy),
que possibilita a adesão de novos clientes, em detrimento da oferta, pelos clientes atuais. Um
usuário em São Paulo pode contratar e acessar um serviço ofertado por uma empresa em
Belo Horizonte, que mantém os servidores em uma cidade na Índia.
Rapid Elasticy, ou Elasticidade Rápida, significa que a alocação de mais ou menos recursos
da nuvem ocorrerá com agilidade, provisionando e liberando, elasticamente, as demandas
solicitadas pelo usuário. Ao contratar um armazenamento de dados na nuvem, o espaço dis-
ponível para uso será imediatamente ajustado após a confirmação do pagamento.
Measured Service, ou Serviços Mensuráveis, significa que todos os serviços são controlados
e monitorados automaticamente pela nuvem, de maneira transparente para o usuário, sem
a necessidade de conhecimento técnico sobre a sua operação. É transparente para o usuário,
INFORMÁTICA
pois ele não precisa conhecer onde estão alocados os recursos computacionais contratados,
acessando apenas a interface para acesso.
179
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TIPOS DE NUVEM
Comunitária
De acordo com a natureza do acesso e dos interesses envolvidos, uma nuvem poderá ser do tipo Pública, Privada,
Híbrida ou Comunitária.
AGENDA
180
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O usuário pode acessar pelo endereço URL “[Link]” ou escolher no ícone de
conta o item Agenda.
Ao adicionar um novo item na Agenda, poderá marcar como Evento, Lembrete ou Tarefa.
INFORMÁTICA
181
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Adicionar título e horário
Encontrar um horário
Adicionar convidados
Adicionar local
Fernando Nishimura
Livre — Visibilidade padrão — Não notificar
z idioma e região;
z fuso horário;
z relógio mundial (exibição);
z configurações de eventos (padrões para a criação de novos eventos, lembretes ou tarefas);
z configurações de notificação — como e quando será avisado sobre os eventos;
182
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z opções de visualização — como redução do brilho dos eventos passados e posicionamento
lado a lado para eventos no modo dia;
z eventos do Gmail — para eventos criados pelo Gmail, como agendamento de voos e reser-
vas. Uma mensagem recebida no Gmail será adicionada na Agenda com os parâmetros
informados nela;
z atalhos de teclado — usar ou não usar. A lista completa poderá ser mostrada ao pressionar
ponto de interrogação.
As agendas no Google Agenda podem ser exportadas no formato ICS, e podemos adicionar
agendas de outros serviços fazendo a importação do arquivo correspondente.
DRIVE
Google
Disco
GOOGLE
+
DRIVE
Google
Docs.
Para acesso aos aplicativos, é exigida uma senha de conta Google, como o Gmail.
O endereço de acesso é [Link]
É possível instalar aplicativos no computador (link para o Google Drive) e, também, nos smartpho-
nes e tablets.
Na opção instalada no smartphone ou tablet, temos os recursos de compartilhamento de arquivos
na nuvem, visualização de arquivos acessados pelo dispositivo e transferência de dados para outros
aplicativos.
Importante!
As três ferramentas de armazenamento de dados na nuvem mais cobradas em provas de
concursos são: Google Drive, Microsoft OneDrive e Dropbox.
O Google Drive oferece 15 GB (gigabytes) de espaço gratuito, sendo possível comprar
mais espaço de armazenamento online.
INFORMÁTICA
O Dropbox pertence ao Dropbox Inc, que permite a sincronização de dados entre alguns
dispositivos a partir de 2 GB, de espaço gratuito, até 3 TB na versão Professional (paga).
183
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Compartilhamento
z Pessoas com acesso: definem os endereços de e-mail de cada usuário que poderá acessar
o item;
z Acesso geral: gera um link que poderá ser compartilhado publicamente com outros
usuários;
z Função Leitor: o item envolve apenas a leitura, o que significa que o arquivo poderá ser
apenas visualizado, ou uma cópia poderá ser para seu dispositivo;
z Função Comentador: o item permite comentários para revisão sem alterar o seu conteúdo;
z Função Editor: o link permite alterações no item.
Note as diferenças:
Atenção: arquivos e pastas são compartilhados pelo Google Drive através de um link. O
link poderá ter acesso público ou restrito com diferentes permissões configuráveis.
Abaixo, apresentamos um glossário de termos. Realize uma leitura atenta.
Dica
Se o usuário não quiser receber conteúdo compartilhado de outros usuários, basta blo-
quear o endereço de e-mail do usuário indesejado ou inconveniente que estiver comparti-
lhando conteúdo sem relevância ou solicitação.
z R
ecentes: últimos itens acessados;
z G
oogle Fotos: para armazenar as fotos do dispositivo móvel que tiver o app do Google
Drive e estiver habilitado para enviar as fotos do aparelho para a nuvem;
z C om estrela: itens favoritos do usuário;
z L
ixeira: itens excluídos do Google Drive. Para remover um arquivo do Drive, você pode
movê-lo para a lixeira. O arquivo ficará lá até você esvaziá-la. É possível excluir permanen-
temente um arquivo específico ou esvaziar toda a lixeira. Após a exclusão de um arquivo,
todas as pessoas com quem você o compartilhou perderão o acesso a ele. Se você quiser que
outras pessoas ainda possam ver o arquivo, transfira a propriedade para alguém;
z B ackups: os backups (cópias de segurança) de apps e dispositivos Android (ou logados
na conta Google), serão armazenados neste local;
z I nstalar o Drive para PC: assim como os demais aplicativos, o Google Drive possui a
opção de instalação do aplicativo no computador com uma série de atalhos a fim de
que o usuário consiga acessar rapidamente seus arquivos online;
z P asta Compartilhada: indica que a pasta que está sendo mostrada foi compartilhada
com outro usuário e somente ele possui acesso ao conteúdo;
z Modo de visualização da lista de arquivos e pastas no Google Drive;
z Painel de informações do item selecionado;
z Configurações, fazer o download do Drive, teclas de atalhos de teclado e ajuda;
z G oogle Apps: outros aplicativos Google;
INFORMÁTICA
z N
otificações: de contas Google, Youtube, Google Plus etc.;
z P
erfil do usuário;
z V
isualização: visualizar o arquivo armazenado no Google Drive; 185
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z brir com: escolher um app para abrir o item;
A
z Compartilhar: adicionar endereços de e-mails de usuários que poderão ler, comentar
ou alterar o item;
z Gerar link: criar um link para usuários que poderão ler, comentar ou alterar o item
diretamente por um navegador web, sem necessidade de conta conectada;
z Mostrar localização da pasta ou arquivo: abrir o local de armazenamento para opções
adicionais, como “Gerenciar versões”;
z Adicionar atalho ao Google Drive: adicionar um atalho rápido para o item;
z Mover para: alterar o local de armazenamento do item no Google Drive;
z Adicionar “Com estrela”: adicionar aos Favoritos;
z Renomear: alterar o nome do item;
z Alterar cor (das pastas): alterar a cor do ícone de pasta no Google Drive;
z Pesquisar em: pesquisar apenas na pasta selecionada;
z Fazer download: transferir uma cópia do item do Google Drive para o dispositivo local;
z Fazer uma cópia: duplicar o arquivo no Google Drive;
z Gerenciar versões: carregar uma nova versão do arquivo. O gerenciamento permite
manter até 100 itens do arquivo no Histórico de Versões;
z Remover: excluir o item para a Lixeira. Como anteriormente dito, uma vez na lixeira,
arquivo poderá ser recuperado em até 30 dias;
z Ver detalhes: exibe informações sobre compartilhamento, local, proprietário, data de
criação, modificação e acesso.
Importante!
Arquivos e pastas compartilhados pelo Google Drive poderão ter acesso do tipo Leitor,
Comentador ou Editor. As permissões definem o que poderá ser visualizado, comentado
ou alterado.
MEET
Google Meet é a junção dos outros softwares do Google que eram usados anteriormente
para chat, áudio e vídeo. Até 30 de setembro de 2020, os recursos avançados de videoconfe-
rência do Google Meet, como reuniões maiores (até 250 participantes), transmissão ao vivo e
gravação estavam gratuitos para todos os clientes do G Suite.
O número máximo de participantes em uma videochamada depende da edição do G Suite,
podendo variar de 100 a 250 participantes simultâneos.
A ideia por trás dos softwares do Google era a de separar as chamadas de áudio no Talk,
as chamadas de vídeo no Hangout e as reuniões no Meet. Entretanto, essas funcionalidades
individuais acabaram sendo reunidas no aplicativo Google Meet.
No Google Meet, que é muito popular nas escolas que adotam a solução Google Education,
professores/apresentadores podem compartilhar vídeos do Youtube, áudios, vídeos de sua
câmera, arquivos de seu dispositivo e interagir com os alunos por meio de recursos multi-
mídia ou chat. As transmissões poderão ser gravadas e serão armazenadas no Google Drive.
186
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Apesar de ser uma solução baseada na nuvem, com execução via navegador da Internet, o
Google Documentos (e outras ferramentas do Google Workplace) poderá ser instalado na
forma de programa, no seu computador, ou de app, no seu smartphone.
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Ctrl+B Salvar Negrito (Bold) Negrito (Bold)
Ctrl+I Itálico Itálico Itálico
Limpar formatação Limpar formatação
Ctrl+M Aumentar recuo38
direta direta Ctrl+\
Salvar documento
Ctrl+S Sublinhado Salvar página web
(Save)
Sublinhado Sublinhado
Ctrl+U Localizar e Substituir
(Underline) (Underline)
Ctrl+igual39 Subscrito Ctrl+Shift+B Ctrl+vírgula
Ctrl+Shift+mais Sobrescrito Ctrl+Shift+P Ctrl+ponto final
Texto
Negrito (B) Ctrl+B
Estilos de parágrafo Itálico Ctrl+I
Alinhar e recuar Sublinhar Ctrl+U
Espaçamento entre linhas Tachar (K) Alt+Shift+5
Colunas Sobrescrito Ctrl+.
Marcadores e numeração Subscrito Ctrl+,
Tabela
38 Recuo é a distância do texto em relação à margem da página. O atalho de teclado Ctrl+M, no Microsoft Word, aumenta o recuo esquerdo do
parágrafo.
188 39 O atalho de teclado Ctrl+igual, quando acionado no navegador de Internet, aumenta o zoom de exibição da página.
Texto
Título 4
Tabela
Título 5
Imagem Título 6
Bordas e linhas
Imagem
Tabela
Desenho
Gráfico
Linha horizontal
Caracteres especiais
Equação
Cabeçalhos e rodapés
Números de página
Quebra
Link Ctrl+K
Comentário Ctrl+Alt+M
Favorito
INFORMÁTICA
Sumário
189
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Os atalhos de teclado para alinhamento de parágrafo no Google Documentos são variações
dos atalhos em inglês do LibreOffice. Por serem executados em uma janela de navegador de
Internet, os atalhos precisam ser adaptados para não entrarem em conflito com os atalhos do
navegador.
Texto
Estilos de parágrafo
Alinhar e recuar
Duplo
Cabeçalhos e rodapés
Números de página
Adicionar espaço antes do parágrafo
Espaçamento personalizado
Imagem
Cabeçalho e Rodapé
40 O atalho de teclado Ctrl+G, quando acionado no navegador de Internet, permite localizar uma informação na página atual.
41 O atalho de teclado Ctrl+J, quando acionado no navegador de Internet, permite visualizar as transferências de arquivos em andamento e con-
sultar os arquivos que foram baixados (Downloads).
190 42 O atalho de teclado Ctrl+L, quando acionado no navegador de Internet, permite ir para a barra de endereço.
Imagem
Tabela
Desenho
Gráfico
Linha horizontal
Caracteres especiais
Equação
Colunas
O documento inicia com uma única coluna. As colunas poderão ser definidas para a seção
atual (divisão de formatação dentro do documento) ou para o documento inteiro. Assim como
os cadernos de provas de concursos, que possuem duas colunas, no Google Documentos é
possível aplicar a formatação de duas colunas, separando-as ao longo da página.
No Google Documentos, isso está no menu Formatar, opção Colunas. Ao selecionar “Mais
opções”, é possível escolher um número maior de colunas, definir a distância entre elas e se
haverá linha entre as colunas.
Texto
Estilos de parágrafo
Alinhar e recuar
Colunas
Marcadores e numeração
Cabeçalhos e rodapés
Números de página
Mais opções
INFORMÁTICA
Marcadores e Numeração
Usados por parágrafos, apresentam símbolos no início de cada, do lado esquerdo. Ao pres-
sionar duas vezes Enter, o usuário sairá da formatação dos marcadores simbólicos, retornan-
do ao Normal.
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Os marcadores numéricos são semelhantes aos marcadores simbólicos, mas com núme-
ros, letras ou algarismos romanos. Podem ser combinados com os Recuos de parágrafos, sur-
gindo o formato Múltiplos Níveis.
Texto
Estilos de parágrafo
Alinhar e recuar
Colunas
Lista numerada
Cabeçalhos e rodapés
Lista com marcadores (B)
Números de páginas
Tabela
Imagem
Quebras (Divisões)
Imagem
Tabela
Desenho
Gráfico
Linha horizontal
Caracteres especiais
Equação
Cabeçalhos e rodapés
Números de páginas
Sumário
192
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Inserção de Objetos
No Google Documentos, os objetos que podem ser inseridos estão no menu Inserir.
Equação
Cabeçalhos e rodapés
Números de páginas
Quebra
Link Ctrl+K
Comentário Ctrl+Alt+M
Favorito
Sumário
Imagem
INFORMÁTICA
Desenho
Gráfico
As planilhas de cálculos são amplamente utilizadas nas empresas para as mais diferentes
tarefas, desde a criação de uma agenda de compromissos, passando pelo controle de ponto
dos funcionários e folha de pagamento, indo até o controle de estoque de produtos e base de
clientes. Diversas funções internas oferecem os recursos necessários para a operação.
O Google Planilhas, ferramenta do pacote Google Workplace acessível pelo navegador de
Internet, permite a edição de planilhas de cálculos de forma similar ao Microsoft Excel e ao
LibreOffice Calc.
Dica
Todas as ações e comandos conhecidos de Microsoft Excel possuem correspondente no
Google Planilhas. A transição do uso do Excel para o Google Planilhas é tranquila e facili-
tada pelos assistentes que automatizam operações no Google Workplace.
Mesclar todas
Mesclar horizontalmente
Mesclar verticalmente
Mesclar verticalmente
Tema
Automático
Texto simples
Negrito Ctrl+B
Financeiro (1.000,12)
Alinhar
Moeda R$ 1.000,12
Mesclar células
Moeda (valor arredondada) R$ 1.000
Ajuste de texto
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As fórmulas e funções seguem o padrão dos programas de planilhas de cálculos:
ABS
ACCRINTM
Linha acima
ACOS
Linha abaixo
ACOSH
ACOT
Coluna à esquerda
ACOTH
Coluna à direita
SUM ADD
AVERAGE ADDRESS
Células e deslocar para baixo
AMORLINC
Células e deslocar para a direita COUNT
AND
MAX
ARABIC
Gráfico
MIN
ARRAY_CONSTRAIN
Imagem
ARRAYFORMULA
Desenho Todas
ASC
Formulário Analisador
ASIN
Banco de dados ASINH
Função
Consulta ATAN
Dica: As planilhas de Notas do Google Sala de Aula poderão ser exportadas para o Micro-
soft Excel ou gravadas em formato CSV. Entretanto, ao acionar a visualização das respostas
como planilha, no Google Formulários (de alguma Atividade ou Pergunta), elas já serão aber-
tas no Google Planilhas diretamente.
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Visualização das respostas como planilha
1 resposta
MICROSOFT ONEDRIVE
ESPAÇO OBSERVAÇÃO
Conta pessoal gratuita Promocional: 100 GB por dois anos
5 GB
OneDrive Basic 5 GB OneDrive Standalone 100GB
Conta corporativa (Microsoft 365) Até 1 TB –
Conta assinada (Microsoft 365 Para cada conta (Microsoft 365 Family), to-
Até 1 TB
Personal) talizando 6 TB
Importante!
INFORMÁTICA
Para usar o Microsoft OneDrive, você não precisa ter uma conta Microsoft. Você poderá
associar uma conta pessoal ou corporativa Microsoft, além de contas de outros domí-
nios (como o Gmail) e acessar o OneDrive sem login, através de links compartilhados
publicamente.
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Ademais, o Microsoft Drive é usado para backup (cópia de segurança dos dados do usuá-
rio) dos arquivos armazenados na pasta local e outras pastas como a Área de Trabalho, Ima-
gens e Documentos.
Os itens armazenados online poderão ser sincronizados entre os vários dispositivos conec-
tados na mesma conta, possibilitando manter os arquivos atualizados com as últimas altera-
ções efetuadas. A sincronização de itens poderá ser realizada de forma completa (cópia do
arquivo) ou apenas referencial (links para os arquivos online).
A sincronização completa demandará espaço de armazenamento. Se o arquivo em 50 MB,
ele ocupará 50 MB na nuvem e 50 MB em seu dispositivo.
A sincronização referencial (arquivos sob demanda) mantém o item online (50 MB na
nuvem) e apenas um link armazenado localmente. Quando o link é acionado, o arquivo será
transferido e exibido localmente.
Para saber qual item está online e/ou local, basta olhar para o ícone do item.
z Acesso em praticamente qualquer lugar. Basta usar um dispositivo com acesso à Internet;
z Fazer backup e proteger. Sincronização das fotos da câmera do smartphone e itens arma-
zenados nas pastas monitoradas pelo aplicativo OneDrive;
z Compartilhamento e colaboração. Compartilhar itens para visualização, revisão ou edi-
ção, com controle total ou modo visitante, com senha de acesso ou data de expiração do
compartilhamento.
Dica
O aplicativo local do OneDrive no Windows pode armazenar o item ou somente um atalho
para o item na nuvem, que será transferido por demanda quando executado.
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Compartilhamento
z Qualquer pessoa com o link pode editar (fazer alterações): os usuários que acessam o
link editam o documento online;
z Qualquer pessoa com o link pode exibir (não é possível fazer alterações): os usuários
que acessam o link apenas visualizam o documento online, sendo possível transferir uma
cópia para o seu dispositivo;
INFORMÁTICA
z Qualquer pessoa com o link: compartilhamento público, qualquer pessoa poderá visua-
lizar ou editar o seu item online;
z Especificar pessoas: informar os endereços de e-mail ou grupos de usuários que poderão
acessar o item online;
z DD/MM/YYYY: selecionar o dia, mês e ano que o link deixa de funcionar (expirar);
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z Definir senha: definir uma senha para acessar o item compartilhado online, independen-
temente de outras senhas que possam estar sendo usadas para o item, como senhas de
leitura e gravação dos arquivos do Microsoft Office.
Importante!
O link compartilhado tem um endereço encurtado como um aliases (apelido). O usuário
convidado a acessar o item receberá um link do tipo [Link] em referência ao ser-
viço 1 One drv Drive ms Microsoft.
MICROSOFT TEAMS
Os comunicadores instantâneos dos anos 1990 e 2000 evoluíram. Certamente alguns usaram o
ICQ nos anos 1990 e outros usaram o MSN Messenger nos anos 2000.
Substituindo o MSN Messenger, a Microsoft lançou o Skype (na verdade, comprou de outra
empresa desenvolvedora). Com ele, o usuário poderia realizar conversas por chat e até ligações
de áudio/videoconferências entre os usuários do programa. Se comprasse créditos de telefonia,
poderia ligar para um telefone fixo convencional.
Para o mercado corporativo, a Microsoft desenvolveu o software de comunicação Lync. O
Lync, integrante das versões corporativas do Office, tornou-se o Lync for Business. E o Skype
virou Skype for Business, para pequenos negócios.
Nos últimos anos, com a redução do portifólio de produtos, ela reuniu as funcionalidades
do Skype for Desktop, do Skype for Business e do Microsoft Lync for Business em uma nova
ferramenta de colaboração.
Com o Microsoft Teams, é possível realizar conversas por chat, por áudio, por vídeo, com-
partilhar arquivos e recursos, entre várias funcionalidades.
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Componente do Microsoft 365 (Office 365) edições corporativas, o Microsoft Teams possui
recursos para conversação por texto (Chat), chamadas de áudio, chamadas de vídeo, video-
conferências, organização em equipes, armazenamento das gravações no Microsoft Stream/
SharePoint e arquivos no OneDrive, entre outros recursos.
Voltado para o mercado corporativo e educacional, assim como o Google Meet, teve suas
funcionalidades liberadas por um período para todos os usuários, devido à pandemia de
covid-19 no ano de 2020.
Atualmente existem três versões disponíveis. O Microsoft Teams para uso pessoal, dispo-
nível para qualquer pessoa que tenha uma conta Microsoft (Hotmail, Live, xBox), a versão
corporativa integrante do pacote Microsoft 365 “empresarial” e o Microsoft Teams Essentials,
versão paga para pequenas empresas.
Na versão pessoal, o OneDrive é usado para armazenar arquivos compartilhados. Na ver-
são empresarial o SharePoint Online é usado para compartilhar arquivos com a equipe (den-
tro do domínio da empresa) e o OneDrive para compartilhar com usuários de fora da equipe,
na Internet. A versão gratuita Microsoft Teams Essentials não possui o recurso SharePoint
Online, mas o usuário poderá compartilhar arquivos pelo Microsoft OneDrive.
Com o Teams, você pode conversar por meio de texto, realizar videoconferências (com
webcam) e trocar arquivos. Você pode utilizá-lo via navegador de Internet ou instalar o app
no smartphone e ter os mesmos recursos de conversação e troca de arquivos.
Outras funcionalidades incluem:
Se o colaborador não tem o Office 365 em seu computador, poderá instalar a partir do
e-mail corporativo/educacional. Acesse o seu webmail (da instituição) com o e-mail corpora-
tivo e senha. No canto superior esquerdo, acesse Microsoft 365. Faça o download e instalação
do Office 365. No primeiro acesso, informe o login e senha do e-mail corporativo.
Com um canal no Teams, a mensagem será enviada para todos os participantes e todos
poderão interagir com todos (semelhantemente a um grupo de WhatsApp).
Você poderá realizar o chat com apenas um outro colaborador ou criar um canal com
vários contatos para realizar uma reunião por texto via Teams.
Para montar um canal no Teams, siga os passos descritos a seguir.
Depois que o canal estiver criado, você poderá adicionar participantes. Clique no ícone “+”
no canto superior direito do canal e adicione os novos participantes da conversa.
Quando um novo participante é adicionado ao grupo, você poderá:
z não incluir o histórico de chats (igual ao WhatsApp, a pessoa não saberá o que foi conver-
sado antes de seu ingresso no grupo);
z incluir histórico do número de dias anteriores — define a quantidade de dias das conver-
sas do grupo às quais o novo participante terá acesso;
z incluir todo o histórico de chats (igual ao Telegram, quem for adicionado no grupo saberá
tudo que foi conversado desde o início).
Para excluir participantes do canal, abra a lista e clique no “X” à frente do nome:
Conversas e canais importantes poderão ser fixados, mantidos no topo da listagem. Clique
em Opções e marque fixar.
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Para Enviar Arquivos para Outros Colaboradores da Equipe (Usando Microsoft Teams)
INFORMÁTICA
Compartilhar
Compartilhamento de tela
Adicionar participantes ao chat
Ao receber um chat ou chamada de alguém com quem não tenha conversado anterior-
mente, será apresentada a tela de boas-vindas em que você poderá visualizar a mensagem,
e então aceitar ou bloquear.
Na conversa, é possível realizar:
z chamada de áudio;
z chamada de vídeo;
z compartilhamento de tela específica de um programa aberto ou de todo o dispositivo;
z reações com emojis;
z menções para chamar a atenção de outros participantes;
z pesquisa de mensagens na conversa;
z formatação de texto (negrito, itálico etc.);
z tradução de mensagens em tempo real;
z gravação da conversa;
z adicionar novos participantes ao chat;
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z exibir a conversa em nova janela.
Quando o anfitrião cria uma reunião e adiciona os participantes, o chat torna-se uma reu-
nião. Assim como em outros locais, é possível:
Ao iniciarmos a nossa participação no chat, é possível definir como ela será (somente tex-
to, com áudio, com vídeo). Ao clicar no botão Entrar, a janela de acesso ao chat/reunião será
exibida.
Arquivos da conversa
Mensagens de texto e avisos
Imagens da conversa
Participantes
Link do chat
INFORMÁTICA
205
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Vídeo ativado
Áudio ativado
Essas configurações poderão ser ajustadas durante a reunião acessando o item “Mais
opções” ou “Mais ações” (reticências na barra de ferramentas da reunião) e “Configurações
do dispositivo”.
Chamadas de Áudio
Durante uma chamada de áudio, após as definições das configurações na tela inicial, serão
apresentados novos controles para:
A chamada de áudio é realizada utilizando a tecnologia VoIP (Voice over Internet Protocol),
sem qualquer custo adicional para quem realiza a ligação. As ligações de áudio são realizadas
entre os usuários da organização, ou para externos se eles possuírem o Microsoft Teams ou
o aplicativo Teams Mobile.
Para iniciar um chat, clique no ícone “Chamada de áudio” (atalho de teclado Ctrl+Shift+C)
e aguarde o usuário atender sua ligação.
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Importante!
É possível realizar chamadas telefônicas para números externos por meio do Microsoft
Teams. Para tanto, o usuário precisará ter um pacote de minutos de telefonia contratado
junto à Microsoft ou usar o Microsoft Teams Phone System. O recurso de discagem está
disponível em “Configurações”/“Chamadas”.
Chamadas de Vídeo
Durante uma chamada de vídeo, feitas as definições das configurações na tela inicial, serão
apresentados novos controles na janela, que permitem:
Tempo decorrido
207
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Em “Mais opções” ou “Mais ações” iremos encontrar:
208
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Utilizando-se do botão Sair, quando for o anfitrião, o usuário poderá sair da reunião (e ela
seguirá com os outros participantes e anfitriões) ou Encerrar a reunião, desconectando todos.
REFERÊNCIAS
HORA DE PRATICAR!
1. (COMPROV UFCG – 2016) São exemplos de dispositivos de Entrada/Saída Mistos, exceto:
a) Modem.
b) TouchPads.
c) Placas de som.
d) Touch Screens.
e) Placas de captura de TV.
a) Teclado Virtual.
b) Paint.
c) WordPad.
d) Ferramenta de Captura.
e) Word.
6. (COMPROV UFCG – 2019) Ainda sobre Write do LibreOffice 5.0, para mostrar a caixa de diálogo “loca-
lizar e substituir”, usa-se a tecla de atalho:
a) Shift+H
b) Ctrl+E
c) Ctrl+H
d) Ctrl+S
e) Shift+F
INFORMÁTICA
7. (COMPROV UFCG – 2016) Para exibir a barra de fórmulas no LibreOffice Writer, deve-se fazer
uso da tecla:
a) F1
b) F2
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c) F3
d) F4
e) F5
8. (COMPROV UFCG – 2016) No LibreOffice Writer 3.5, o atalho que corresponde a ação de locali-
zar e substituir é:
a) Ctrl + H
b) Ctrl + M
c) Ctrl + J
d) Ctrl + Shitf + B
e) Ctrl + R
a) Para selecionar múltiplas colunas ou linhas contínuas, clique na primeira coluna ou linha do gru-
po, mantenha pressionada a tecla Shift e clique na última coluna ou linha do grupo.
b) Para abrir um arquivo CSV no Calc, primeiramente deve-se salvar o arquivo com extensão .txt e
em seguida, ir no menu Arquivo > Abrir e localizar o arquivo.
c) Para selecionar colunas ou linhas que não são contínuas, clique na primeira coluna ou linha do
grupo, mantenha pressionada a tecla Ctrl e clique em todas as colunas ou linhas que deseja
selecionar.
d) No menu Janela, há a opção Congelar. Uma linha grossa aparece entre as linhas ou colunas e
indicam onde o congelamento foi colocado.
e) Para inserir um número negativo, digite um sinal de menos (-) na frente do número ou coloque o
número entre parênteses (), por exemplo (1234).
10. (COMPROV UFCG – 2019) Algumas vezes é necessário editar o conteúdo da célula sem
remover todos os dados da célula. Para realizar essa operação, via teclado, no Calc LibreOf-
fice 5.0, deve-se selecionar a célula a ser editada e pressionar a tecla:
a) F2
b) F5
c) F8
d) F1
e) F3
11. (COMPROV UFCG – 2016) Sobre o LibreOffice 3.6, analise as afirmativas abaixo:
I. A função ARRED arredonda um número para o valor mais próximo até uma quantidade de dígi-
tos definida pelo usuário.
II. A função SINAL identifica se um número fornecido como argumento é positivo ou negativo.
III. A função ALEATÓRIO retorna um número qualquer entre 0 e 10 como resultado.
IV. A função TRANSPOR apresenta como resultado a matriz transposta de uma matriz inserida
como argumento.
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Estão corretas:
a) somente I.
b) somente I e II.
c) somente III e IV.
d) somente I, II e IV.
e) I, II, III e IV.
12. (COMPROV UFCG – 2016) Sobre o pacote LibreOffice, caso o usuário queira fazer uso de um
editor de apresentação, o aplicativo mais indicado da suite é:
a) Writer
b) Calc
c) Impress
d) Draw
e) Math
13. (COMPROV UFCG – 2019) Cookies são arquivos criados pelos websites que você visita. São
usados para manter as informações de estado conforme você navega por diferentes páginas
em um site ou retorna ao site posteriormente.
a) I e II
b) apenas II
c) II, III e IV
d) I, II e III
e) I, II, III e IV
14. (COMPROV UFCG – 2019) Ao utilizar o navegador Mozilla Firefox, as teclas de atalho para atualizar
uma página (ignorando o cache), abrir uma nova aba e imprimir uma página, são respectivamente:
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15. (COMPROV UFCG – 2019) A utilização do e-mail para a comunicação tornou-se prática
comum, não só em âmbito privado, mas também na administração pública. O termo e-mail
pode ser empregado, dependendo do contexto, nos seguintes sentidos:
I Como gênero textual, o e-mail pode ser considerado um documento oficial, assim como o
ofício.
II Como endereço eletrônico utilizado pelos servidores públicos, o e-mail deve ser oficial, utilizan-
do-se a extensão “.[Link]”, por exemplo.
III Como sistema de transmissão de mensagens eletrônicas, por seu baixo custo e celeridade, o
e-mail transformou-se na principal forma de envio e recebimento de documentos na adminis-
tração pública.
IV Como sistema de transmissão de mensagens eletrônicas, apesar do baixo custo e celerida-
de, o e-mail em nenhuma hipótese pode ter recebimento como documento na administração
pública.
a) I, III e IV.
b) III e IV.
c) I, II e III.
d) II e III.
e) IV.
9 GABARITO
1 B
2 D
3 E
4 B
5 C
6 C
7 B
8 A
9 B
10 A
11 D
12 C
13 C
14 B
15 C
214
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