100% acharam este documento útil (3 votos)
60 visualizações214 páginas

Informática para Assistente em Administração

Enviado por

Antônio Souza
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
100% acharam este documento útil (3 votos)
60 visualizações214 páginas

Informática para Assistente em Administração

Enviado por

Antônio Souza
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

UFCG

Universidade Federal de Campina Grande

Assistente em Administração

Informática
Obra

UFCG – Universidade Federal de Campina Grande


Assistente em Administração

Autores

INFORMÁTICA • Fernando Nishimura

Edição: Setembro/2024

Todos os direitos autorais desta obra são reservados e protegidos


pela Lei nº 9.610/1998. É proibida a reprodução parcial ou total,
por qualquer meio, sem autorização prévia expressa por escrito da
editora Nova Concursos.

Esta obra é vendida sem a garantia de atualização futura. No caso Dúvidas


de atualizações voluntárias e erratas, serão disponibilizadas no site
[Link]. Para acessar, clique em “Erratas e [Link]/contato
Retificações”, no rodapé da página, e siga as orientações. sac@[Link]
SUMÁRIO

INFORMÁTICA........................................................................................................................6
CONCEITOS E FUNDAMENTOS DE MICROINFORMÁTICA............................................................... 6

NOÇÕES BÁSICAS DE SISTEMAS OPERACIONAIS......................................................................... 19

AMBIENTE WINDOWS.......................................................................................................................................20

Conceito de Organização de Arquivos (Pastas/Diretórios) e Tipos de Arquivos......................................... 26

AMBIENTE LINUX..............................................................................................................................................35

PRINCÍPIOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS.................................................................................... 52

PACOTE LIBREOFFICE 7.5 OU SUPERIOR E OFFICE 365 EDUCAÇÃO............................................ 56

CONCEITOS E COMANDOS DE EDITOR DE TEXTOS........................................................................ 58

WORD..................................................................................................................................................................58

CONCEITOS E COMANDOS DE PLANILHA ELETRÔNICA............................................................... 75

EXCEL.................................................................................................................................................................75

CONCEITOS E COMANDOS DE PROGRAMAS DE APRESENTAÇÃO............................................102

POWERPOINT...................................................................................................................................................102

SERVIÇO DE INTERNET....................................................................................................................112

CONCEITOS BÁSICOS.....................................................................................................................................112

CORREIO ELETRÔNICO, NAVEGAÇÃO, ACESSO REMOTO, TRANSFERÊNCIA DE ARQUIVOS,


BUSCA..............................................................................................................................................................114

CONCEITOS E PRINCÍPIOS DE SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO DE SISTEMAS.........................131

NOÇÕES DE VÍRUS, WORMS E PRAGAS VIRTUAIS.......................................................................................131

APLICATIVOS PARA SEGURANÇA.................................................................................................................141

Antivírus........................................................................................................................................................... 142
Windows Defender.......................................................................................................................................... 143
Antispyware..................................................................................................................................................... 145

PROCEDIMENTOS DE BACKUP.......................................................................................................147

NOÇÕES DE HARDWARE: MICROCOMPUTADORES E PERIFÉRICOS DE ENTRADA E SAÍDA...156

COMPUTAÇÃO EM NUVEM (CLOUD COMPUTING).......................................................................173

TIPOS DE NUVEM............................................................................................................................................180
GOOGLE WORKSPACE (ANTIGO G SUITE)......................................................................................180

AGENDA............................................................................................................................................................180

DRIVE................................................................................................................................................................183

MEET.................................................................................................................................................................186

DOCUMENTOS.................................................................................................................................................187

PLANILHAS......................................................................................................................................................194

ONEDRIVE E MICROSOFT TEAMS...................................................................................................197

CONFERÊNCIA WEB RNP.................................................................................................................209


INFORMÁTICA

CONCEITOS E FUNDAMENTOS DE MICROINFORMÁTICA

EQUIPAMENTOS DE MICROINFORMÁTICA

Computador

O computador pessoal surgiu na década de 70, oferecido pela IBM com o sistema operacional
MS-DOS da Microsoft.
Na década de 80, este ganhou o mundo, quando diversos fabricantes passaram a oferecer
equipamentos compatíveis com o padrão PC. A Apple desenvolveu uma interface gráfica, a
IBM e Microsoft também.
No começo dos anos 90, com a abertura de mercado realizada pelo então presidente Fernando
Collor, o Brasil passou a adquirir equipamentos de primeiro mundo, e, também, a acessar a rede
mundial de computadores (a Internet).
De lá para cá, o nível de integração dos equipamentos só cresceu, e hoje podemos ter um com-
putador inteiro na palma da mão (tablets), ou com peso reduzido (notebooks), assim como os
tradicionais desktops em nossas mesas.
Com componentes internos (instalados na unidade de sistema) e componentes externos
(periféricos), os computadores desktop evoluíram em capacidade de processamento, memó-
ria, armazenamento e recursos.
Vamos conhecer algumas opções de construção de dispositivos computacionais:

MODELO DESCRIÇÃO
O computador de mesa, com teclado, mouse, monitor de vídeo e gabinete, é a
construção mais popular, quase um sinônimo de computador. Seus componentes
Desktop
internos estão instalados dentro do gabinete com fonte de alimentação, e os com-
ponentes externos (periféricos) são conectados através de portas de conexão
Os componentes internos, como a placa mãe, processador, memórias e discos de
Desktop
armazenamento, são instalados atrás do monitor, dispensando o gabinete e ofere-
All in One
cendo uma instalação com menos cabos e fios
Portátil, com alta integração entre os componentes, utiliza baterias para operação
Notebook
móvel desconectado da rede de energia elétrica
Notebook Semelhante ao notebook “comum”, geralmente oferece telas sensíveis ao toque
2 em 1 para operarem como tablets
Sem teclado físico ou mouse, toda a interação será realizada pela tela sensível ao
Tablet
toque

Vejamos alguns exemplos de anúncios de computadores obtidos nas lojas na Internet:

6
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
MODELO ANÚNCIO
Computador Desktop Dell Vostro 3681-M20M 10ª Geração Intel Core i5 8GB 1TB
Desktop
Windows 10 + Monitor 21”
Desktop Computador All in One LG 21.5” Full HD Windows 10 Home Celeron 4GB RAM e
All in One 500GB HD
Notebook Acer Aspire 5 A515-54-57EN Intel Core i5 - 8GB 256GB SSD 15,6” Full HD
Notebook
LED Windows 10
Notebook Ultrafino Dell Inspiron i5402-M40S 14” Full HD 11ª Ger. Intel Core i7 16GB
Notebook
512GB SSD NVIDIA GeForce Windows 10
Notebook Notebook 2 em 1 Dell Inspiron 5406-M30S 14” Full HD Touch 11ª Geração Intel
2 em 1 Core i7 8GB 256GB SSD Windows 10
Tablet Samsung Galaxy Tab A7 10,4” 4G Wi-Fi 64GB - Android Octa-Core Câm. 8MP
Tablet
+ Selfie 5MP

De forma geral, eles são anunciados informando o processador, memória e armazenamento de


massa. A escolha pelo melhor modelo passa por algumas recomendações, que devem considerar o
uso e aplicação do equipamento. Observemos:

COMPONENTE RECOMENDAÇÃO
Quanto mais nova for a tecnologia, melhor
Processador
Quanto mais memória cache o processador possuir, melhor
Quanto mais memória instalada, melhor
Memória RAM
Quanto mais rápidas forem as memórias (frequência), melhor
Discos de Quanto maior a capacidade de armazenamento, melhor
armazenamento Nos HDs, quanto maior a velocidade de rotação dos discos, melhor
de massa Nos SSDs, a tecnologia M.2 é melhor

Vamos, então, conhecer os detalhes dos componentes.

Processadores, Memória e Periféricos mais Comuns

O hardware é, genericamente, a parte física do computador. O sufixo “ware” é usado para


designar um item da estrutura estudada ou um aplicativo. Na tradução literal, hardware signifi-
caria a estrutura dura, rígida ou difícil do computador. No estudo didático, hardware se aplica a
todos os componentes físicos que existem no computador.
Existem várias formas de classificação do hardware, seja através da conexão, da natureza
do componente, da utilização etc.
A seguir, encontra-se uma tabela na qual os principais componentes do computador são
INFORMÁTICA

apresentados, item por item. Importante ressaltar, entretanto, que essa tabela se aplica ao
modelo desktop e a alguns modelos com outras construções.

COMPONENTE DESCRIÇÃO CONEXÃO DICA


Principal item do computador Soquete. Cérebro do computador, composto
Processador
Interno de 3 unidades operacionais (a seguir)

7
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
COMPONENTE DESCRIÇÃO CONEXÃO DICA
Realiza cálculos matemáticos Embutido no processador Unidade lógica e
Co-processador Interno, incorporado ao aritmética1, a unidade de controle2 e a unidade
processador de registradores3
Memória rápida nível 1 (level
Cache L1 Próximo ao núcleo do processador
1)
Memória rápida nível 2 (level Na borda do processador, próximo à memória
Cache L2
2) RAM4
Alguns processado-
Na borda do proces-
Memória rápida nível 3 (level res novos possuem
Cache L3 sador, junto da me-
3) cache L3 (Level 3 —
mória RAM
nível 3)
Slots de expansão, Temporária, volátil,
Memória RAM Memória principal
banco de memórias acesso aleatório
Chip de memória Contém informações
BIOS Memória ROM
CMOS5 para o “boot”
Northbridge — ponte
norte, memórias e
processador Responsável pelo
Chip com informações para o
Chipset Southbridge — barramento (BUS) do
funcionamento da placa mãe
ponte sul, periféri- computador
cos e dispositivos
mecânicos
Recebe os componentes ATX (fonte ATX de
Placa mãe Motherboard
internos alimentação)

Os periféricos são equipamentos conectados ao dispositivo computacional que fornecem


recursos para a entrada e/ou saída de dados.
Vejamos alguns dos periféricos de entrada de dados:

COMPONENTE DESCRIÇÃO CONEXÃO


ABNT2 via DIN, PS/2, USB,
Teclado Principal periférico de entrada de dados
Bluetooth
Dispositivo apontador, também de entrada Conexão serial via DIN, PS/2,
Mouse
de dados COM, USB, Bluetooth
Para digitalização de imagens Periférico de SCSI, COM (serial), USB ou
Scanner
entrada de dados RJ-45
Câmera de Conexão serial COM, USB, Blue-
vídeo e Para capturar imagens do “mundo real” tooth ou Wi-Fi. As webcams po-
webcam dem ter microfone embutido

1 ULA, unidade matemática, unidade lógico aritmética, co-processador matemático.


2 Responsável pela busca da próxima instrução (que será executada) e decodificação.
3 Armazena os valores de entrada e saída das operações.
4 RAM — Random Access Memory — memória de acesso aleatório ou randômico. Conhecida como memória principal.
8 5 CMOS — Complementary Metal-Oxide-Semiconductor — tipo de componente eletrônico.

Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.


COMPONENTE DESCRIÇÃO CONEXÃO
Conexão serial COM, USB, ape-
Microfone Para capturar áudio do “mundo real” nas P2 ou P10, Bluetooth ou
Wi-Fi

Vejamos alguns dos periféricos de saída de dados:

COMPONENTE DESCRIÇÃO CONEXÃO


Responsável por exibir as imagens
Monitor de vídeo É um periférico de saída de dados VGA, DVI, HDMI
CRT (tubo), LCD, LED, OLED, Plasma
LPT (paralela), COM
Jato de tinta, laser (toner), cera (térmica)
Impressora (serial), USB, RJ-45, wire-
Periférico de saída de dados
less6 (Wi-Fi7)
Caixas de som, alto
falantes e fones de Para a saída de áudio P2, P10, Bluetooth
ouvidos

Escâner (e Digitalização)

Entre os equipamentos computacionais, um dos mais utilizados no meio corporativo é o


scanner (escâner). Este, periférico de entrada de dados, permite a digitalização de informa-
ções que estão em um meio físico (como papel, livros e fotos), armazenando-as em formato
digital. As informações são convertidas em bits e armazenadas em arquivos, permitindo eco-
nomia de espaço físico de armazenamento, indexação com metadados (dados que explicam
os dados armazenados) e a rápida recuperação para consultas.
As informações poderão ser armazenadas em arquivos locais ou remotos, na nuvem. O
grande volume de informações digitalizadas, combinado com o grande volume de informa-
ções produzidas, recebe o nome de BigData.
O escâner é um dispositivo que captura a realidade, possibilitando, posteriormente, a
organização da informação em planilhas e banco de dados e a análise e interpretação de
dados estruturados para a tomada de decisão. Sabe-se, nesse sentido, que processos físicos
em tribunais de justiça e inquéritos policiais nas delegacias estão sendo digitalizados para
facilitar o manuseio e agilizar a troca de informações entre as comarcas e setores policiais.
O aparelho escâner evoluiu muito desde o seu surgimento. Nos anos 90, os scanners eram
de mão e digitalizavam apenas uma pequena área a cada leitura. As imagens de duas ou mais
leituras, por sua vez, eram unidas, a partir de softwares, para formar uma imagem completa.
Nos anos 2000, o modelo de mesa com tampa refletora era o mais popular. Este permitia a
digitalização de uma página de papel avulsa e até de alguns livros e brochuras.
Ademais, os scanners foram integrados às impressoras nos equipamentos multifuncionais
INFORMÁTICA

e, atualmente, encontramos modelos que digitalizam páginas, fotografam a informação física


por câmera, escaneiam um objeto em 3D para gerar um arquivo de impressão (para impres-
soras 3D) e, além disso, efetuam a leitura de código de barras e a leitura da impressão digital
do usuário.

6 Wireless — toda conexão sem fio é uma conexão wireless, incluindo o Wi-Fi, Infravermelho, rádio, satélite, etc.
7 Wi-Fi — Wireless Fidelity — conexão confiável sem fios. 9
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Segue, abaixo, uma tabela na qual encontram-se os principais tipos de scanner:

MODELO QUANDO CARACTERÍSTICA


Digitalizam partes da informação e combinar em
Scanner de mão Anos 90
uma imagem
Scanner de mesa Anos 2000 Digitalizam páginas inteiras de livros e brochuras
Semelhante ao scanner de mão, mas com maior lar-
Scanner de linha Anos 2000
gura para leitura da informação
Leitor de códigos de Anos 2000 e
Leitura de códigos de barras em pontos de venda
barras atual
Leitora de cartões Anos 2000 e Usado em escolas e concursos públicos, para leitura
resposta atual dos cartões de respostas dos alunos
Digitalização de objetos em 3D para produção de ar-
Scanner 3D Anos 2010
quivos para impressão 3D
Anos 2010 e Leitura da impressão digital para acesso a sistemas
Leitor de digitais
atual com proteção por biometria
Apps instalados em smartphones que usam a câme-
Softwares scanners Atualmente
ra para escanear, ler códigos de barras e QR Codes

Uma das funcionalidades mais utilizadas no mercado corporativo é o reconhecimento OCR


(Optical Character Recognition), aplicado para digitalizar textos em documentos editáveis.
Vejamos alguns dos periféricos de entrada e saída de dados, também conhecidos como
mistos ou híbridos:

COMPONENTE DESCRIÇÃO CONEXÃO


Responsável por exibir as imagens e receber a entrada de
Monitor
dados Tela capacitiva8
de vídeo
Periférico misto, de entrada e saída de dados ou resistiva9
touchscreen
LCD, LED, OLED, Plasma
Permite o envio de imagens na linha telefônica
Fax RJ-11
Encontra-se em desuso por causa do e-mail
Impressora, copiadora, scanner e opcionalmente fax USB, RJ-45, wire-
Multifuncional
Periférico misto, de entrada e saída de dados less (Wi-Fi)

A seguir, observemos os conectores usados para conexão de periféricos:

CONECTOR IMAGEM USO QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?

Pendrive, HD externo, impressoras, tecla-


Dispositivos do, mouse, e periféricos em geral
USB
em geral Possui diferentes velocidades e formatos
de conector

8 Na tela capacitiva, utilizada no iPhone e iPad, por exemplo, uma película é alimentada por uma tensão, e reage com a energia presente no corpo
humano, e a troca de elétrons produz um distúrbio de capacitância no local, sendo rápida e corretamente identificado. Tecnologia mais cara e difí-
cil de ser construída, presente em modelos top de linha.
9 A tela resistiva, presente em modelos de baixo custo de celulares, smartphones e tablets, com precisão em torno de 85%, resiste melhor a quedas e
10 variações de temperatura; necessita de contato físico para determinar a posição do toque, ao coincidir os pontos de diferentes camadas sobrepostas.

Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.


CONECTOR IMAGEM USO QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?

Transmissão Placas de vídeo simples, monitor de vídeo


VGA (DB15)
de vídeo simples, projetores (datashow) multimídia

Placas de vídeo modernas, aceleradoras


Transmissão
DVI de vídeo, aparelhos de DVD, BluRay, TV
de vídeo
LCD, LED, Plasma, datashow

Placas de vídeo modernas, aceleradoras


Transmissão
de vídeo, aparelhos de DVD, BluRay, TV
HDMI de vídeo e
LCD, LED, Plasma, datashow
áudio digital
Semelhante visualmente ao USB

Transmissão Placas de vídeo modernas e aparelhos de


S-Vídeo de vídeo imagem. Formato muito parecido com o
digital OS/2

Transmissão
de vídeo Placas de captura/edição de vídeo e apa-
RCA
e áudio relhos de imagem
analógico

Transmissão
Placas de captura/edição de vídeo e apa-
RGB de vídeo
relhos de imagem
analógico

São as saídas de áudio do computador


As configurações mais comuns são as com três conecto-
Jack de
res e as com seis
Áudio (três
As cores de cada conector têm funções diferentes: verde
conectores
(caixas frontais/fone), azul (entrada de linha), rosa (mi-
e 5.1)
crofone), laranja (subwoofer e central) e cinza (caixas
laterais)

Encontra-se em desuso por causa do novo


DIN Teclados
conector PS/2 (mini-DIN)
INFORMÁTICA

Mouses e Está caindo em desuso, por causa do USB


PS/2
teclados Conhecido como mini-DIN

11
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
CONECTOR IMAGEM USO QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?

Porta serial Scanners Está caindo em desuso, por causa do USB

Portal se-
Está caindo em desuso, por causa do USB
rial (DB15) Joystick
e joystick sem fio
Game port

Conexão Produtos da Apple, e alguns produtos Ca-


Firewire de alta non, JVC, Sony (especialmente câmeras)
velocidade Parecido com o conector USB

Transferên-
Paralela cia de dados Impressoras e scanner mais antigos
paralelos

Tipos de conectores USB (Universal Serial Bus):

Conexões para rede de telefonia e rede de dados:

CONECTOR IMAGEM QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?

Placa de rede, modem ADSL, roteador, hub, swit-


RJ-45
ch, bridge, e demais itens de redes

12
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
CONECTOR IMAGEM QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?

Placa de fax/modem, aparelho de fax, multifun-


RJ-11
cional com fax, telefone

As fibras ópticas são utilizadas em sistemas sen-


sores ou de instrumentação seja em aplicações
industriais, médicas, automóveis e até militares
Fibra óptica
A ideia de utilizar a fibra óptica em tais ambientes
vale-se de suas pequenas dimensões e da sua
resistência à ambientes hostis

Cabo Usado por conexões de TV a cabo e Internet por


coaxial cabo coaxial

Dispositivos de Armazenagem de Dados: Propriedades e Características

O armazenamento de dados é realizado em unidades de armazenamento permanente,


pois a memória RAM é temporária e volátil. Durante o uso do dispositivo, as informações
armazenadas na memória RAM poderão ser perdidas com falhas de energia ou desligamento
do equipamento.
Quando um arquivo está sendo editado, uma cópia está aberta na memória RAM, e suas
modificações só se tornam permanentes quando o arquivo é saldo no disco.
O armazenamento poderá ser magnético, óptico ou eletrônico:

z No armazenamento de dados magnético, discos rígidos (e até os antigos disquetes) usam


uma superfície metálica ou metalizada para armazenar dados com magnetismo. O disco
gira em altas velocidades e a cabeça de leitura e gravação registra, no local exato, a infor-
mação que será armazenada ou lida;
z No armazenamento óptico, um laser é disparado na mídia (CD, DVD, BD) e a forma como
é refletido indica a informação gravada no local;
z No armazenamento eletrônico, os dados são gravados em chips de memórias.
INFORMÁTICA

As memórias poderão armazenar os dados por um curto período (memória cache e


memória RAM), por um período indeterminado (memória ROM) e por um período longo
(memória flash):

z A memória RAM precisa de atualização de energia elétrica para manter os dados, até que
o dispositivo seja desligado;
13
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z A memória ROM contém informações gravadas pelo fabricante, mantidas por tempo
indeterminado, e as opções escolhidas pelo usuário (no programa SETUP de configuração
da BIOS), mantidas com uma bateria auxiliar modelos CR2025 ou CR2032;
z A memória flash, dos pendrives e discos SSDs, não precisa de alimentação contínua
para manter os dados e possibilita leitura e escrita superiores a qualquer outro meio de
armazenamento.

Observe as seguintes tabelas:

COMPONENTE DESCRIÇÃO CONEXÃO DICA


Permanente, não
Memória secundária de armazena- volátil, “unidade
Disco rígido IDE, SATA, USB
mento magnético10 C:”, Hard Disk
(HD)
Permanente, não
Memória secundária de armazena- SATA II, USB,
Disco rígido volátil, “unidade
mento memória flash11 M.2
C”
Memória “terciária”, destinada a
Disco ótico IDE, SATA, USB CD, DVD, BD
backup (cópia de segurança
USB, expansível
Memória portátil
por hub USB
Discos removíveis Os pendrives são memória flash com Pendrive
para até 127
conexão USB
conexões
Cartão SD, mini
Cartão de memória Memória portátil Leitores de
SD, micro SD,
SD Utiliza chips de memória flash cartões
nano SD
Digital Audio Tape — usada para ar-
Leitores de fi- Alta capacidade,
Fita DAT mazenamento de dados de backups
tas DAT uso em backups
em empresas
CONECTOR USO QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?
Pendrive, HD externo, impressoras, teclado,
mouse e periféricos em geral
USB Dispositivos em geral
Possui diferentes velocidades e formatos de
conector
External SATA Disco rígido externo SATA, 5 vezes mais rápi-
eSATA Alguns computadores aceitam do (300Mbps) que o disco rígido externo USB
disco rígido externo SATA padrão (60Mbps)
Transferência de dados do HD/ Discos rígidos e discos óticos, modelos
IDE
DVD para placa mãe antigos
Transferência de dados do HD/ Discos rígidos e discos óticos, modelos
PATA
DVD para placa mãe antigos
Transferência de dados do HD/ Discos rígidos e discos óticos, modelos mais
SATA
DVD para placa mãe novos
Conexão diretamente na placa
M.2 mãe, proporcionando maior Usado em discos SSD com tecnologia M.2
velocidade

10 Existem modelos de disco rígido sem disco, como os SSD (Solid State Drive), que são uma memória flash.
14 11 A memória flash permite que a troca de informação seja mais rápida, e quando o dispositivo é desligado, poderá voltar rapidamente onde estava antes.

Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.


Impressoras

As impressoras são periféricos de saída conectados na CPU.


Os dispositivos computacionais são construídos com componentes internos, instalados no
gabinete, e dispositivos conectados em portas de conexão, denominados periféricos.
No gabinete, além da fonte de alimentação, encontraremos a placa motherboard (placa
mãe), processador, memória RAM e placas ou chips de expansão. As placas possuem conecto-
res, que permitem a conexão de dispositivos denominados periféricos.
Os periféricos são classificados como entrada, saída ou mistos/híbridos:

z A impressora, os projetores, os monitores de vídeo simples e as caixas de som são


exemplos de periféricos de saída de dados;
z O teclado, o mouse, o escâner (scanner), a webcam e o microfone são exemplos de peri-
féricos de entrada de dados;
z Alguns periféricos, como os dispositivos de impressão multifuncionais e o monitor tou-
chscreen, são denominados mistos ou híbridos, uma vez que realizam tarefas relaciona-
das à entrada e à saída de dados processados.

As impressoras poderão ser conectadas através de uma porta de conexão (como USB —
Universal Serial Bus) ou conexão wireless (Wi-Fi e Bluetooth).

z Modelos de Impressoras

É comum classificarmos as impressoras de acordo com a sua tecnologia de impressão.


Confira na tabela a seguir:

IMPRESSORA TECNOLOGIA CARACTERÍSTICA


Um disco giratório posiciona o caractere e pressiona uma fita
de impressão
Disco e fita de
Margarida Um dos modelos mais antigos, usado em máquinas de escre-
impressão
ver elétrica Oferecia uma opção de cor por fita de impressão
(monocromática)
Uma cabeça de impressão formada por agulhas pressiona
uma fita de impressão
Impacto e fita Caracteres e gráficos são desenhados ponto a ponto no papel
Matricial
de impressão Aceita impressão em várias vias e é lembrada pelo barulho
enquanto está operando
Existiram modelos com fitas coloridas, porém eram raras
Cabeças de impressão alimentadas com tinta líquida disper-
sam pequenas gotículas de tinta na superfície de impressão
Jato de tinta
INFORMÁTICA

Atualmente, os modelos com tanque de tinta são os mais


InkJet Cartuchos ou
populares
tanque de tinta
As cores das tintas nos cartuchos são Preto (Black), Amarelo
(Yellow), Magenta e Ciano (Cyan)
O toner é disperso na superfície de impressão e, através de
Tinta em pó
Laser reações elétricas, registra o que deve ser impresso
(toner)
Impressão monocromática ou colorida
15
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
IMPRESSORA TECNOLOGIA CARACTERÍSTICA
Com a utilização de papel térmico reativo, a impressora térmi-
Aquecimento da
Térmica ca emprega o calor para registrar as informações na superfície
superfície
de impressão
Através da impressão em camadas, pequenas fatias de po-
Polímeros e ou-
3D límeros de impressão são depositadas até a construção da
tros materiais
impressão em 3D (três dimensões)
Através da sublimação (passagem do estado físico sólido di-
retamente para o estado físico gasoso), a cera ou tinta sólida
Cera ou tinta é depositada na superfície de impressão
Sublimação
sólida Como as partículas gasosas são menores que as partículas
líquidas ou sólidas, a qualidade da impressão é altíssima
Usada em impressões fotográficas

As impressoras permitem a utilização de superfícies de impressão de diferentes medidas,


de acordo com a sua construção. Impressoras térmicas utilizam desde bobinas de papel, que
podem ter alguns centímetros de largura, (como nas “maquininhas de cartão’”), até papéis
tamanho A4.
A medida do papel é outro elemento importante para classificar a impressora. Confira, a
seguir, algumas medidas (Largura x Altura) de tamanho de papel:

TAMANHO MEDIDA (LXA) UTILIZAÇÃO


Maioria das impressoras
A4 21 cm x 29,7 cm
Tamanho mais popular
Dobro das medidas do papel A4 Impressoras laser podem ter
A3 29,7 cm x 42 cm
bandejas para este tamanho
O tamanho Carta tem quase as mesmas dimensões do tama-
21,59 cm x 27,94
Carta nho A4 e é aceito pela maioria das impressoras existentes no
cm
mercado
Usado em documentos oficiais do poder judiciário, poderá ser
Ofício ou 21,59 cm x 35,56
impresso em impressoras comuns que aceitem papel tama-
Legal cm
nho A4 com alimentação contínua (sem bandeja de entrada)

Outra forma de classificação das impressoras relaciona-se à tecnologia de conexão e trans-


missão dos dados, determinada pelos conectores utilizados. Vejamos alguns exemplos de
conectores de alguns modelos de impressoras:

CONEXÃO CARACTERÍSTICAS
Transmissão de dados por conectores LPT, usados nas primeiras impressoras matri-
Paralela ciais e jato de tinta
Velocidade baixa
Transmissão de dados por conectores COM, usados em impressoras e escâneres
Serial
Velocidade média

16
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
CONEXÃO CARACTERÍSTICAS
Transmissão de dados por conectores USB, que permitem troca de dados em alta
velocidade e foram padrão para muitos modelos de impressoras jato de tinta, la-
USB
ser, térmicas e 3D
Altas velocidades de transmissão
Transmissão de dados por wireless, responsável por permitir a instalação do dis-
Wi-Fi positivo de impressão distante do dispositivo computacional
Altas velocidades de transmissão
Algumas impressoras oferecem conexão por Bluetooth, responsável por dispen-
Bluetooth sar configurações de rede, como nome e endereço IP, bastando “emparelhar” o
dispositivo para imprimir o que desejar
Transmissão por cabos de rede
Muitas impressoras permitem a instalação em uma rede de dados, para que seja
RJ-45
acessada por vários dispositivos Impressoras corporativas e impressão laser ofe-
recem este tipo de conector

Existem questões de concursos que abordam a classificação das impressoras de acordo


com o nível de compartilhamento entre usuários. Confira alguns destes termos:

IMPRESSORA CONEXÃO UTILIZAÇÃO


Instalada em um dispositivo computacional, a impressora local
Direta,
Local poderá atender apenas 1 usuário ou ser compartilhada
local
Para impressão, o dispositivo também deverá estar ligado
Instalada em um dispositivo computacional ou na rede de dados,
a impressora compartilhada poderá ser usada por vários usuários
Direta,
que estejam na mesma rede de dados e tenham autorização para
Compartilhada local ou
impressão
remota
Ao instalar a impressora, ela receberá um nome para ser informa-
do aos demais usuários da rede
O computador poderá ter várias impressoras instaladas, e uma
Local ou delas será definida como padrão ou preferencial
Padrão
remota Nas telas de impressão, ela será o nome marcado
“automaticamente”
Conectada diretamente na rede, atende vários usuários com auto-
rização para imprimir
Rede Remota
A impressora receberá um número de IP para ser acessada por
outros dispositivos na mesma rede

Finalmente, as impressoras podem ser classificadas em relação à sua velocidade de impres-


são. São consideradas impressoras rápidas aquelas que imprimem a maior quantidade de
páginas por minuto (ppm). Impressoras modernas podem imprimir até 60 páginas por minu-
INFORMÁTICA

tos em alta resolução.


Além disso, a resolução é uma medida de qualidade da impressão. A primeira, definida
pela sigla DPI ou PPP (dot per inch — pontos por polegada), informa qual é a quantidade de
pontos de impressão que serão realizados em 1 polegada linear na superfície de impressão.
Impressoras jato de tinta operam com resolução entre 150 e 300 dpi, e as impressoras laser,
com resoluções acima de 600 dpi.
17
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
As impressoras 3D, por sua vez, usam a definição de densidade de impressão para definir
a qualidade da resolução da impressão da peça 3D. Quanto maior a densidade de impressão,
melhor será a construção e acabamento da peça produzida pela impressora 3D.

Identificação e Utilização das Teclas de Digitação, Escape, Combinação, Função, Navegação

QWERTY, cujo nome vem das primeiras teclas, é, atualmente, o layout de teclado para o
alfabeto latino mais utilizado em computadores e máquinas de escrever.
O Teclado Simplificado Dvorak, por sua vez, foi um layout de teclado desenvolvido pelos
designers August Dvorak e William Dealey, em 1920 e 1930, como uma alternativa para o
mais comum QWERTY. A imagem a seguir apresenta o layout DVORAK:

z Identificação das Teclas

TECLAS FUNÇÃO UTILIZAÇÃO


Escape Cancelar Cancelar tarefas em andamento
Ctrl Controle Iniciar um comando ou seleção individual
Alt Alternative Atalho
Alternative
Alt Gr Atalho para o terceiro símbolo presente nas teclas
Graphics

18
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
TECLAS FUNÇÃO UTILIZAÇÃO
Alternar, Iniciar uma seleção em grupo, ou inverter a ação de um
Shift
selecionar comando
Tab Tabulação Próximo campo em uma caixa de diálogo
Enter/ Entrada de
Finalizar uma entrada de dados
Return dados
Acionar o menu Iniciar ou um comando no sistema
Windows Windows
operacional
Menu de
Menu Exibir as opções do menu de contexto para o item selecionado
contexto
Home Início Início da linha de texto ou início da seleção
End Fim Final da linha de texto ou final da seleção
PageUp Página acima Uma tela acima, na visualização
PageDown Página abaixo Uma tela abaixo, na visualização
Insert Inserir Ativar ou desativar a inserção de conteúdos
Delete Apagar Excluir itens selecionados
PrintScreen Cópia da tela Armazena na área de transferência uma cópia da tela
Pause Pausa a
Pausar a execução de comandos
Break execução
CapsLock Travar capitular Ativar ou desativar as letras maiúsculas na digitação
NumLock Travar números Ativar ou desativar o teclado numérico
Nas planilhas de cálculos, impede o rolamento da janela ao
ScrollLock Travar rolagem
mover com o cursor
F1 = Ajuda, única tecla padronizada em todos os programas
Teclas de
F1 a F12 Em cada local ou programa, cada tecla de função possui um
função
comando

NOÇÕES BÁSICAS DE SISTEMAS OPERACIONAIS

O sistema operacional proporciona a base para a execução de todos os demais softwares


no computador. Ele é responsável por estabelecer o padrão para comunicação com o hard-
ware (por meio dos drivers). Os computadores podem receber diferentes sistemas, segundo a
sua arquitetura de construção.
É possível termos dois ou mais sistemas operacionais instalados em um dispositivo. No
caso dos computadores, o usuário pode criar partições (divisões lógicas) no disco de armaze-
INFORMÁTICA

namento e instalar cada sistema (Windows e Linux) em uma delas. O usuário também pode-
rá executar no formato de máquina virtual (virtual machine), conforme detalhado no tópico
“virtualização”.
O que os sistemas operacionais têm em comum?

19
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Plataforma para a execução de programas: eles oferecem recursos que são comparti-
lhados pelos programas executados, desenvolvidos para serem compatíveis com o sistema
operacional;
z Núcleo monolítico: arquitetura monobloco, onde um único processo centraliza e executa
as principais funções. No Windows, é o [Link].
z Interface gráfica: mesmo oferecendo uma interface de linha de comandos, a interface
gráfica é a mais utilizada e questionada em provas, com ícones que representam os itens
existentes no dispositivo;
z Multiusuário: os sistemas permitem que vários usuários utilizem o dispositivo, cada um
com sua respectiva conta e credenciais de acesso;
z Multiprocessamento: os sistemas possibilitam a execução de vários processos simulta-
neamente, gerenciando os recursos oferecidos pelo processador;
z Preemptivo: o sistema operacional poderá interromper processos durante a sua execução;
z Multitarefas: os sistemas operacionais possibilitam a execução de várias tarefas de forma
simultânea e concorrentes entre si, através do gerenciamento profundo da memória do
dispositivo;
z Interface com o hardware: o sistema operacional contém arquivos que atuam como tra-
dutores, possibilitando a comunicação do software com o hardware.

AMBIENTE WINDOWS

O sistema operacional Windows foi desenvolvido pela Microsoft para computadores pes-
soais (PC) em meados dos anos 1980, oferecendo uma interface gráfica baseada em janelas,
com suporte para apontadores como mouses, touch pad (área de toque nos portáteis), canetas
e mesas digitalizadoras.
Atualmente, o Windows é oferecido na versão 10, que possui suporte para os dispositivos
apontadores tradicionais, além de tela touch screen e câmera (para acompanhar o movimen-
to do usuário, como no sistema Kinect do videogame Xbox).
Em concursos públicos, as novas tecnologias e suportes avançados são raramente questio-
nados. As questões aplicadas nas provas envolvem os conceitos básicos e o modo de operação
do sistema operacional em um dispositivo computacional padrão (ou tradicional).
O sistema operacional Windows é um software proprietário, ou seja, não tem o núcleo
(kernel) disponível, e o usuário precisa adquirir uma licença de uso da Microsoft.

Importante!
As bancas costumam priorizar o conhecimento básico das configurações do sistema ope-
racional. O usuário não encontrará muitas questões sobre a “parte prática”, como ocorre
com outras organizadoras de concursos.

Funcionamento do Sistema Operacional

Do momento em que ligamos o computador até o momento em que a interface gráfica está
completamente disponível para uso, uma série de ações e configurações são realizadas, tanto
nos componentes de hardware como nos aplicativos de software. Acompanhe a seguir essas
20 etapas.
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
HARDWARE SOFTWARE

Energia elétrica — botão On/Off POST — power on self test

BIOS — carregado para a


Equipamento OK
memória RAM

Disco de Inicialização Gerenciador de boot

Memória RAM Núcleo do sistema operacional

Periféricos de entrada e saída Drivers

Interface gráfica

Aplicativos

Todo dispositivo possui um sistema de inicialização. Quando colocamos a chave no con-


tato do carro e damos a primeira mexida, todas as luzes do painel se acendem e somente
aquelas que estiverem ativadas permanecem. Quando ligamos o micro-ondas, ele acende
todo o painel e faz um “bip”. Quando ligamos o nosso smartphone, ele acende a tela e emite
um toque. Esses procedimentos são úteis para identificar que os recursos do dispositivo estão
disponíveis corretamente para utilização.

z POST — power on self test: autoteste da inicialização. Instruções definidas pelo fabricante
para verificação dos componentes conectados;
z BIOS — basic input output system: sistema básico de entrada e saída. Informações grava-
das em um chip CMOS (complementary metal oxidy semiconductor) que podem ser confi-
guradas pelo usuário usando o programa SETUP (executado quando pressionamos DEL
ou outra tecla específica no momento em que ligamos o computador, na primeira tela do
autoteste — POST);
z Kernel: núcleo do sistema operacional. O Windows tem o núcleo fechado e inacessível para
o usuário. O Linux tem núcleo aberto e código-fonte disponível para ser utilizado, copiado,
estudado, modificado e redistribuído sem restrição. O kernel do Linux está em constante
desenvolvimento por uma comunidade de programadores, e, para garantir sua integridade
e qualidade, as sugestões de melhorias são analisadas e aprovadas (ou não) antes de serem
disponibilizadas para download por todos;
z Gerenciador de BOOT: o Linux tem diferentes gerenciadores de boot, mas os mais conhe-
cidos são o LILO e o Grub;
z GUI – graphics user interface: interface gráfica, porque o sistema operacional oferece tam-
bém a interface de comandos (prompt de comandos ou linha de comandos).

Quando o sistema Windows não consegue iniciar de forma correta, é possível recuperar o
acesso por meio de ferramentas de inicialização. Para acesso a esses recursos, pode ser neces-
INFORMÁTICA

sária uma conta com credenciais de administrador.

z Restauração do sistema: a cada vez que o Windows foi iniciado com sucesso, um ponto
de restauração foi criado. A cada instalação de software ou alterações significativas das
configurações, um ponto de restauração é criado. Em caso de instabilidade, o usuário pode
retornar o Windows para um ponto de restauração previamente criado;
21
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Reparação do sistema: se arquivos do sistema foram seriamente modificados ou se tor-
naram inacessíveis, o Windows não iniciará e não conseguirá recuperar para um ponto de
restauração. O Windows permite a criação de um disco de recuperação do sistema, que o
restaura para as configurações originais;
z Histórico de arquivos: a cada alteração, o Windows armazena cópias dos arquivos origi-
nais e grava os novos dados no local. Depois, caso necessário, o usuário poderá acessar o
histórico de arquivos e retornar para uma cópia anterior do mesmo item;
z Versões anteriores (ou cópias de sombra): alterações de conteúdos de pastas são moni-
toradas pelo Windows. O usuário poderá acessar no menu de contexto, item Propriedades,
guia Versões anteriores, as cópias anteriores da mesma pasta, restaurando e descartando
as alterações posteriores.

O Windows possui três níveis de acesso, que são as credenciais.

z Administrador: usuário que poderá instalar programas e dispositivos, desinstalar


ou alterar as configurações. Os programas podem ser desinstalados ou reparados pelo
administrador;

„ Administrador local: configurado para o dispositivo;


„ Administrador domínio: quando o dispositivo está conectado em uma rede (domínio),
o administrador de redes também poderá acessar o dispositivo com credenciais globais.

z Usuário: poderá executar os programas que foram instalados pelo administrador, mas
não poderá desinstalar ou alterar as configurações;
z Convidado ou visitante: poderá acessar apenas os itens liberados previamente pelo admi-
nistrador. Essa conta geralmente permanece desativada nas configurações do Windows,
por questões de segurança.

No Windows, as permissões NTFS podem ser atribuídas em Propriedades, guia Segurança. Por
meio de permissões como Controle Total, Modificar, Gravar, entre outras, o usuário poderá defi-
nir o que será acessado e executado por outros usuários do sistema. As permissões do sistema de
arquivos NTFS não são compatíveis diretamente com o sistema operacional Linux, e, caso tenha-
mos dois sistemas operacionais ou dois dispositivos na rede com sistemas diferentes, um servidor
Samba será necessário, para realizar a “tradução” das configurações.
O Windows oferece a interface gráfica (a mais usada e questionada) e pode oferecer uma inter-
face de linha de comandos para digitação. O Prompt de Comandos é a representação do sistema
operacional MS-DOS (Microsoft Disk Operation System), que era a opção padrão de interface para
o usuário antes do Windows.
O Windows 10 oferece o prompt de comandos “básico” e tradicional, acionado pela digitação
de CMD seguido de Enter, na caixa de diálogo Executar (aberta pelo atalho de teclado Windows +
R = Run). Além dele, existe o Windows Power Shell, que é a interface de comandos programável,
acessível pelo menu do botão Iniciar.
Para conhecer as configurações do dispositivo, o usuário pode acessar:

z as Propriedades do computador no Explorador de Arquivos;


22 z o item Sistema em Configurações (atalho de teclado Windows + I);
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z pela Central de Ações (atalho de teclado Windows + A);
z o atalho de teclado Windows + Pause.

A interface gráfica do Windows é caracterizada pela Área de Trabalho, ou Desktop. A tela


inicial do Windows exibe ícones de pastas, arquivos, programas, atalhos, Barra de Tarefas
(com programas que podem ser executados e programas que estão sendo executados) e
outros componentes do Windows.

Lixeira Microsoft Google Mozilla Kaspersky Firefox


Edge Chrome Thunderbird secure Co...

W X

Provas Downloads Caragua. Lista de Extra dicas


anteriores - Atalho docx e-mails p... - E-book... [Link]

Digite aqui para pesquisar

Imagem da área de trabalho do Windows 10.

Itens excluídos Navegador padrão Windows 10 Atalhos

Lixeira Microsoft Google Mozilla Kaspersky Firefox


Pasta de Edge Chrome Thunderbird secure Co...
Arquivos
arquivos
W X

Provas Downloads Caragua. Lista de Extra dicas


anteriores - Atalho docx e-mails p... E-book [Link]
Barra de Tarefas

Digite aqui para pesquisar

Cortana Área de Notificação


Botão Iniciar Visão de Tarefas
Central de Ações
Barra de Acesso Rápido

Elementos da área de trabalho do Windows 10.

A Área de Trabalho, caracterizada pela imagem do papel de parede personalizada pelo


usuário, poderá ter uma proteção de tela ativada. Após algum tempo sem utilização dos peri-
féricos de entrada (mouse e teclado), uma imagem ou tela será exibida no lugar da imagem
padrão.
Na Área de Trabalho do Windows, o usuário poderá armazenar arquivos e pastas, além de
criar atalhos para itens no dispositivo, na rede ou na internet.
A tela da Área de Trabalho poderá ser estendida ou duplicada, com os recursos de proje-
ção. Ao acionar o atalho de teclado Windows + P (Projector), o usuário poderá:
INFORMÁTICA

z Tela atual: exibir somente na tela atual;


z Estender: ampliar a área de trabalho, usando dois ou mais monitores, iniciando em uma
tela e “continuando” na outra;
z Duplicar: exibir a mesma imagem nas duas telas;
z Somente projetor: desativar a tela atual (no notebook, por exemplo) e exibir somente no
projetor ou datashow.
23
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
O Windows 10 apresenta algumas novidades em relação às versões anteriores. Assistente
virtual, navegador de internet, locais que centralizam informações etc.

z Botão Iniciar: permite acesso aos aplicativos instalados no computador, com os itens
recentes no início da lista e os demais itens classificados em ordem alfabética. Combina os
blocos dinâmicos e estáticos do Windows 8 com a lista de programas do Windows 7;
z Pesquisar: com novo atalho de teclado, permite localizar, a partir da digitação de termos,
itens no dispositivo, na rede local e na internet. Atalho de teclado: Windows + S (Search);
z Cortana: assistente virtual. Auxilia em pesquisas de informações no dispositivo, na rede
local e na internet;
z Visão de Tarefas: permite alternar entre os programas em execução e abre novas áreas
de trabalho. Atalho de teclado: Windows + Tab;
z Microsoft Edge: navegador de internet padrão do Windows 10. Ele está configurado com
o buscador padrão Microsoft Bing, mas pode ser alterado;
z Microsoft Loja: loja de apps para o usuário baixar novos aplicativos para Windows;
z Windows Mail: aplicativo para correio eletrônico, que carrega as mensagens da conta
Microsoft e pode se tornar um hub de e-mails com adição de outras contas;
z Barra de Acesso Rápido: ícones fixados de programas para acessar rapidamente;
z Fixar Itens: em cada ícone, ao clicar com o botão direito (secundário) do mouse, será mos-
trado o menu rápido, que permite fixar arquivos abertos recentemente, bem como o ícone
do programa na barra de acesso rápido;
z Central de Ações: centraliza as mensagens de segurança e manutenção do Windows,
como as atualizações do sistema operacional. Atalho de teclado: Windows + A (Action). A
Central de Ações não precisa ser carregada pelo usuário, ela é carregada automaticamente
quando o Windows é inicializado;
z Mostrar Área de Trabalho: visualizar rapidamente a área de trabalho, ocultando as jane-
las que estejam em primeiro plano. Atalho de teclado: Windows + D (Desktop);
z Bloquear o computador: com o atalho de teclado Windows + L (Lock), o usuário pode bloquear
o computador. Poderá bloquear pelo menu de controle de sessão, acionado pelo atalho de tecla-
do Ctrl + Alt + Del;
z Gerenciador de Tarefas: para controlar os aplicativos, processos e serviços em execução.
Atalho de teclado: Ctrl + Shift + Esc;
z Minimizar todas as janelas: com o atalho de teclado Windows + M (Minimize), o usuário
pode minimizar todas as janelas abertas, visualizando a área de trabalho;
z Criptografia com BitLocker: o Windows oferece o sistema de proteção BitLocker, que
criptografa os dados de uma unidade de disco, protegendo contra acessos indevidos. Para
uso no computador, uma chave será gravada em um pen drive, e, para acessar o Windows,
ele deverá estar conectado;
z Windows Hello: sistema de reconhecimento facial ou biometria, para acesso ao computa-
dor sem a necessidade de uso de senha;
z Windows Defender: aplicação que integra recursos de segurança digital, como o firewall,
antivírus e antispyware.

24
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Importante!
As bancas podem priorizar o conhecimento de novos recursos dos softwares constantes
nos editais.

No Windows, algumas definições sobre o que está sendo executado podem variar, segun-
do o tipo de execução. Confira:

z Aplicativos: são os programas de primeiro plano, que o usuário executou;


z Processos: são os programas de segundo plano, carregados na inicialização do sistema opera-
cional, componentes de programas instalados pelo usuário;
z Serviços: são componentes do sistema operacional carregados durante a inicialização
para auxiliar na execução de vários programas e processos.

Os aplicativos em execução no Windows poderão ser acessados de várias formas, alter-


nando a exibição de janelas, com o uso de atalhos de teclado. Confira:

z Alt + Tab: alterna entre os aplicativos em execução, exibindo uma lista de miniaturas
deles para o usuário escolher. A cada toque em Alt + Tab, a seleção passa para o próximo
item, retornando ao começo quando passar por todos;
z Alt + Esc: alterna diretamente para o próximo aplicativo em execução, sem exibir nenhu-
ma janela de seleção;
z Ctrl + Alt + Tab: alterna entre os aplicativos em execução como o Alt + Tab, mas a tela
permanece em exibição, podendo se usar as setas de movimentação para escolha do
programa;
z Windows + Tab: mostra a Visão de Tarefas, para escolher programas em execução ou
outras áreas de trabalho abertas.

Vários recursos presentes no sistema operacional Windows podem auxiliar nas tarefas do
dia a dia. Procure praticar as combinações de atalhos de teclado por dois motivos: elas agili-
zam o seu trabalho cotidiano e elas caem em provas de concursos.

4 — Maximizar
2 — Barra ou linha de título
3 — Minimizar 5 — Fechar
1 — Barra de menus

Área de trabalho
do aplicativo
INFORMÁTICA

Elementos de uma janela do Windows 10.

z 1 — Barra de menus: são apresentados os menus com os respectivos serviços que podem
ser executados no aplicativo;
25
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z 2 — Barra ou linha de título: mostra o nome do arquivo e o nome do aplicativo que está
sendo executado na janela. Por meio dessa barra, conseguimos mover a janela quando ela
está maximizada. Para isso, clique na barra de título, mantenha o clique e arraste e solte
o mouse. Assim, você estará movendo a janela para a posição desejada. Depois, é só soltar
o clique;
z 3 — Botão minimizar: reduz uma janela de documento ou aplicativo para um ícone. Para
restaurar a janela para seu tamanho e posição anteriores, clique nesse botão ou clique
duas vezes na barra de títulos;
z 4 — Botão maximizar: aumenta uma janela de documento ou aplicativo para preencher
a tela. Para restaurar a janela para seu tamanho e posição anteriores, clique nesse botão
ou clique duas vezes na barra de títulos;
z 5 — Botão fechar: fecha o aplicativo ou o documento. Solicita que você salve quaisquer
alterações não salvas antes de fechar. Alguns aplicativos, como os navegadores de inter-
net, trabalham com guias ou abas, que possuem o seu próprio controle para fechar a guia
ou aba. Atalho de teclado: Alt + F4;
z 6 — Barras de rolagem: são as barras sombreadas ao longo do lado direito e inferior de
uma janela de documento. Para deslocar-se para outra parte do documento, arraste a cai-
xa ou clique nas setas da barra de rolagem.

Conceito de Organização de Arquivos (Pastas/Diretórios) e Tipos de Arquivos

No Windows 10, os diretórios são chamados de pastas.


Algumas pastas são especiais, coleções de arquivos, chamadas de Bibliotecas. São quatro
Bibliotecas: Documentos, Imagens, Músicas e Vídeos. O usuário poderá criar Bibliotecas para
sua organização pessoal. Elas otimizam a organização dos arquivos e pastas, inserindo ape-
nas ligações para os itens em seus locais originais.
O sistema de arquivos NTFS (new technology file system) armazena os dados dos arqui-
vos em localizações dos discos de armazenamento. Os arquivos possuem nome e podem ter
extensões.
O sistema de arquivos NTFS suporta unidades de armazenamento de até 256 TB (terabytes,
trilhões de bytes).
O FAT32 suporta unidades de até 2 TB.
Antes de prosseguir, vamos conhecer esses conceitos.

TERMO SIGNIFICADO OU APLICAÇÃO


Disco de
Unidade de disco de armazenamento permanente, que possui um sistema de
armazena-
arquivos e mantém os dados gravados
mento
Sistema de Estruturas lógicas que endereçam as partes físicas do disco de armazenamen-
arquivos to. NTFS, FAT32, FAT são alguns exemplos de sistemas de arquivos do Windows
Circunferência do disco físico (como um hard disk — HD — ou unidades removí-
Trilhas
veis ópticas)
Setores São “fatias” do disco, que dividem as trilhas
Unidades de armazenamento no disco, identificadas pela trilha e setor onde se
Clusters
encontram
26
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
TERMO SIGNIFICADO OU APLICAÇÃO
Pastas ou Estrutura lógica do sistema de arquivos para organização dos dados na unidade
diretórios de disco
Arquivos Dados. Podem ter extensões
Pode identificar o tipo de arquivo, associando com um software que permita
Extensão
visualização e/ou edição. As pastas podem ter extensões como parte do nome
Arquivos especiais, que apontam para outros itens computacionais, como uni-
Atalhos dades, pastas, arquivos, dispositivos, sites na internet, locais na rede etc. Os
ícones possuem uma seta, para diferenciar dos itens originais

O disco de armazenamento de dados tem o seu tamanho identificado em bytes. São milhões,
bilhões e até trilhões de bytes de capacidade. Os nomes usados são do Sistema Internacional
de Medidas (SI) e estão listados na escala a seguir.

Exabyte
Petabyte (EB)
Terabyte (PB)
Gigabyte (TB)
Megabyte (GB) Trilhão
Kilobyte (MB) Bilhão
(KB) Milhão
Byte
(B) Mil

Ainda não temos discos com capacidade na ordem de petabytes (PB — quatrilhão de bytes)
vendidos comercialmente, mas quem sabe um dia? Hoje, essas medidas muito altas são usa-
das para identificar grandes volumes de dados na nuvem, em servidores de redes, em empre-
sas de dados etc.
1 byte representa uma letra, ou número, ou símbolo. Ele é formado por 8 bits, que são
sinais elétricos (que valem zero ou um). Os dispositivos eletrônicos utilizam o sistema binário
para representação de informações.
A palavra “Nova”, quando armazenada no dispositivo, ocupará 4 bytes. São 32 bits de
informação gravada na memória.
A palavra “Concursos” ocupará 9 bytes, que são 72 bits de informação.
Os bits e bytes estão presentes em diversos momentos do cotidiano. Um plano de dados
de celular oferece um pacote de 5 GB, ou seja, poderá transferir até cinco bilhões de bytes no
período contratado. A conexão wi-fi de sua residência está operando em 150 Mbps, ou 150
megabits por segundo, que são 18,75 MB por segundo, e um arquivo com 75 MB de tamanho
levará quatro segundos para ser transferido do seu dispositivo para o roteador wireless.
Quando os computadores pessoais foram apresentados para o público, a árvore foi usa-
da como analogia para explicar o armazenamento de dados, criando o termo “árvore de
diretórios”.
INFORMÁTICA

27
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Documentos
Imagens
Folhas
Músicas
Flores
Vídeos
Frutos

Pastas e subpastas Tronco e galhos

Diretório raiz Raiz

Árvore de diretórios.

No Windows 10, a organização segue a seguinte definição:

Estruturas Arquivos de programas (Program Files), usuários (Users) e


do sistema Windows. A primeira pasta da unidade é chamada raiz (da
operacional árvore de diretórios), representada pela barra invertida
Estruturas do Documentos (Meus Documentos), Imagens (Minhas Imagens),
PASTAS usuário Vídeos (Meus Vídeos), Músicas (Minhas Músicas) — Bibliotecas
Desktop, que permite acesso a Lixeira, Barra de Tarefas, pastas,
Área de Trabalho
arquivos, programas e atalhos
Lixeira do Armazena os arquivos de discos rígidos que foram excluídos,
Windows permitindo a recuperação dos dados
Arquivos que
ATA- Extensão LNK; podem ser criados arrastando o item com Alt ou
indicam outro
LHOS Ctrl + Shift pressionados
local
DRI- Arquivos de Extensão DLL e outras, usadas para comunicação do software
VERS configuração com o hardware

O Windows 10 usa o Explorador de Arquivos (que antes era Windows Explorer) para o
gerenciamento de pastas e arquivos. Ele é usado para as operações de manipulação de infor-
mações no computador, desde o básico (formatar discos de armazenamento) até o avançado
(organizar coleções de arquivos em Bibliotecas).
O atalho de teclado Windows + E pode ser acionado para executar o Explorador de
Arquivos.
Como o Windows 10 está associado a uma conta Microsoft (e-mail Live, ou Hotmail, ou
MSN, ou Outlook), o usuário tem disponível um espaço de armazenamento de dados na
nuvem Microsoft OneDrive. No Explorador de Arquivos, no painel do lado direito, o ícone
OneDrive sincroniza os itens com a nuvem. Ao inserir arquivos ou pastas no OneDrive, eles
serão enviados para a nuvem e sincronizados com outros dispositivos que estejam conecta-
dos na mesma conta de usuário.

28
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Arquivos ocultos, arquivos de sistema, arquivos de somente leitura... os atributos dos
itens podem ser definidos pelo item Propriedades no menu de contexto. O Explorador de
Arquivos pode exibir itens que tenham o atributo oculto, desde que ajuste a configuração
correspondente.

Extensões de Arquivos

O Windows 10 apresenta ícones que representam arquivos, de acordo com a sua extensão.
A extensão caracteriza o tipo de informação que o arquivo armazena. Quando um arquivo
é salvo, uma extensão é atribuída para ele, de acordo com o programa que o criou. É possí-
vel alterar essa extensão, porém corremos o risco de perder o acesso ao arquivo, que não
será mais reconhecido diretamente pelas configurações definidas em Programas Padrão do
Windows.
Confira, na tabela a seguir, algumas das extensões e ícones mais comuns em provas de
concursos.

EXTENSÃO ÍCONE FORMATO

Adobe Acrobat. Pode ser criado e editado pelos aplicativos Office.


PDF Formato de documento portável (Portable Document Format) que
poderá ser visualizado em várias plataformas

Documento de textos do Microsoft Word. Textos com formatação


DOCX
que podem ser editados pelo LibreOffice Writer

Pasta de trabalho do Microsoft Excel. Planilhas de cálculos que


XLSX
podem ser editadas pelo LibreOffice calc.

Apresentação de slides do Microsoft PowerPoint, que poderá ser


PPTX
editada pelo LibreOffice Impress

Texto sem formatação. Formato padrão do acessório Bloco de


TXT
Notas. Poderá ser aberto por vários programas do computador

Rich Text Format — formato de texto rico. Padrão do acessório


RTF WordPad, este documento de texto possui alguma formatação,
como estilos de fontes
INFORMÁTICA

Formato de vídeo. Quando o Windows efetua a leitura do conteúdo,


MP4, AVI,
exibe no ícone a miniatura do primeiro quadro. No Windows 10,
MPG
Filmes e TV reproduzem os arquivos de vídeo

29
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
EXTENSÃO ÍCONE FORMATO

Formato de áudio. O Gravador de Som pode gravar o áudio. O


MP3
Windows Media Player e o Groove Music podem reproduzir o som

BMP, GIF, Formato de imagem. Quando o Windows efetua a leitura do


JPG, PCX, conteúdo, exibe no ícone a miniatura da imagem. No Windows 10, o
PNG, TIF acessório Paint visualiza e edita os arquivos de imagens

Formato ZIP, padrão do Windows para arquivos compactados. Não


ZIP necessita de programas adicionais, como o formato RAR que exige
o WinRAR

Biblioteca de ligação dinâmica do Windows. Arquivo que contém


DLL informações que podem ser usadas por vários programas, como
uma caixa de diálogo

EXE, COM, Arquivos executáveis, que não necessitam de outros programas


BAT para serem executados

Se o usuário quiser, pode acessar Configurações (atalho de teclado Windows + I) e modi-


ficar o programa padrão. Alterando essa configuração, o arquivo será visualizado e editado
por outro programa de escolha do usuário.
No Windows 10, Configurações é o Painel de Controle. A troca do nome alterou a organiza-
ção dos itens de ajustes do Windows, tornando-se mais simples e intuitivo.
Por intermédio desse item, o usuário poderá instalar e desinstalar programas e dispositi-
vos, configurar o Windows, além de outros recursos administrativos.
Por meio do ícone Rede e Internet, do Windows 10, acessado pela opção Configurações,
localizada na lista exibida a partir do botão Iniciar, é possível configurar VPN, Wi‐Fi, modo
avião, entre outros. VPN/ Wi-Fi/ Modo avião/ Status da rede/ Ethernet/ Conexão discada/ Hots-
pot móvel/ Uso de dados/ Proxy.
Modo Avião é uma configuração comum em smartphones e tablets que permite desativar,
de maneira rápida, a comunicação sem fio do aparelho — que inclui Wi‑Fi, bluetooth, banda
larga móvel, GPS, GNSS, NFC e todos os demais tipos de uso da rede sem fio.
Mas eu não vejo as extensões de meus arquivos. Como resolver?
O Explorador de Arquivos possui diferentes modos de exibição. Poderá ser em Lista, ou
Detalhes, ou Conteúdo, entre outras. O usuário poderá ativar ou desativar a exibição das
extensões dos arquivos, facilitando a manipulação dos itens.
No Explorador de Arquivos do Windows 10, ao exibir os detalhes dos arquivos, é possí-
vel visualizar informações, como, por exemplo, a data de modificação e o tamanho de cada
arquivo.

30
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Modos de Exibição do Windows 10

z ícones extragrandes com nome (e extensão);


z ícones grandes com nome (e extensão);
z ícones médios com nome (e extensão) organizados da esquerda para a
direita;
z ícones pequenos com nome (e extensão) organizados da esquerda para a
direita;
z ícones pequenos com nome (e extensão) organizados de cima para baixo;
z ícones pequenos com nome, data de modificação, tipo e tamanho;
z ícones médios com nome, tipo e tamanho, organizados da esq. para a direita;
z ícones médios com nome, autores, data de modificação, marcas e tamanho.

Área de Transferência

Um dos itens mais importantes do Windows não é visível como um ícone ou programa.
A Área de Transferência é um espaço da memória RAM, que armazena uma informação de
cada vez. A informação armazenada poderá ser inserida em outro local, e ela acaba traba-
lhando em praticamente todas as operações de manipulação de pastas e arquivos.
Ao acionar o atalho de teclado Ctrl + X (Recortar), estamos movendo o item selecionado
para a memória RAM, para a Área de Transferência.
No Windows 10, se quiser visualizar o conteúdo da Área de Transferência, acione o atalho
de teclado Windows + V (View).
Ao acionar o atalho de teclado Ctrl + C (Copiar), estamos copiando o item para a memória
RAM, para ser inserido em outro local, mantendo o original e criando uma cópia.
Ao acionar o atalho de teclado PrintScreen, estamos copiando uma “foto da tela inteira”
para a Área de Transferência, para ser inserida em outro local, como em um documento do
Microsoft Word ou edição pelo acessório Microsoft Paint.
Ao acionar o atalho de teclado Alt + PrintScreen, estamos copiando uma “foto da janela
atual” para a Área de Transferência, desconsiderando outros elementos da tela do Windows.
Ao acionar o atalho de teclado Ctrl + V (Colar), o conteúdo que está armazenado na Área
INFORMÁTICA

de Transferência será inserido no local atual.


As ações realizadas no Windows, em sua quase totalidade, podem ser desfeitas ao acionar
o atalho de teclado Ctrl + Z imediatamente após a sua realização. Por exemplo, ao excluir um
item por engano, ao pressionar DEL ou Delete, o usuário pode acionar Ctrl + Z (Desfazer) para
restaurar ele novamente, sem necessidade de acessar a Lixeira do Windows.
E outras ações podem ser repetidas, acionando o atalho de teclado Ctrl + Y (Refazer), quan-
do possível.
31
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Para obter uma imagem de alguma janela em exibição, além dos atalhos de teclado PrintS-
creen e Alt + PrintScreen, o usuário pode usar o recurso Instantâneo, disponível nos aplicati-
vos do Microsoft Office.
Outra forma de realizar esta atividade é usar a Ferramenta de Captura (Captura e Esboço),
disponível no Windows.
Mas, se o usuário quiser apenas gravar a imagem capturada, poderá fazer com o atalho de
teclado Windows + PrintScreen, que salva a imagem em um arquivo na pasta “Capturas de
Tela”, na Biblioteca de Imagens.

Importante!
A área de transferência é um dos principais recursos do Windows, que permite o uso de
comandos, realização de ações e controle das ações que serão desfeitas.

Operações de Manipulação de Arquivos e Pastas

Ao nomear arquivos e pastas, algumas regras precisam ser conhecidas para que a opera-
ção seja realizada com sucesso:

z o Windows não é case sensitive. Ele não faz distinção entre letras minúsculas ou letras
maiúsculas. Um arquivo chamado “[Link]” será considerado igual ao nome
“[Link]”;
z o Windows não permite que dois itens tenham o mesmo nome e a mesma extensão quan-
do estiverem armazenados no mesmo local;
z o Windows não aceita determinados caracteres nos nomes e extensões. São caracteres
reservados, para outras operações, que são proibidos na hora de nomear arquivos e pas-
tas. Os nomes de arquivos e pastas podem ser compostos por qualquer caractere disponí-
vel no teclado, exceto os caracteres * (asterisco, usado em buscas), ? (interrogação, usado
em buscas), / (barra normal, significa opção), | (barra vertical, significa concatenador de
comandos), \ (barra invertida, indica um caminho), “ (aspas, abrange textos literais), : (dois-
-pontos, significa unidade de disco), < (sinal de menor, significa direcionador de entrada)
e > (sinal de maior, significa direcionador de saída);
z existem termos que não podem ser usados, como CON (console, significa teclado), PRN
(printer, significa “impressora”) e AUX (indica um auxiliar), por referenciar itens de har-
dware nos comandos digitados no prompt de comandos. (por exemplo, para enviar para
a impressora um texto por meio da linha de comandos, usamos TYPE [Link] > PRN).

As ações realizadas pelos usuários em relação à manipulação de arquivos e pastas podem


estar condicionadas ao local onde ela é efetuada, ou ao local de origem e destino da ação. Por-
tanto, é importante verificar no enunciado da questão, geralmente no texto associado, estes
detalhes que determinarão o resultado da operação.
As operações podem ser realizadas com atalhos de teclado, com o mouse, ou com a combi-
nação de ambos. As bancas organizadoras, em geral, não costumam questionar ações práti-
cas nas provas, e raramente utilizam imagens nas questões.

32
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
OPERAÇÕES COM TECLADO
Atalhos de teclado Resultado da operação
Não é possível recortar e colar na mesma pas-
Ctrl + X e Ctrl + V na mesma pasta
ta. Será exibida uma mensagem de erro
Recortar (da origem) e colar (no destino). O
Ctrl + X e Ctrl + V em locais diferentes
item será movido
Copiar e colar. O item será duplicado. A cópia
Ctrl + C e Ctrl + V na mesma pasta receberá um sufixo (“Copia”) para diferenciar
do original
Copiar (da origem) e colar (no destino). O item
Ctrl + C e Ctrl + V em locais diferentes
será duplicado, mantendo o nome e extensão
Deletar, apagar, enviar para a Lixeira do Windo-
ws, podendo recuperar depois, se o item esti-
Tecla Delete em um item do disco rígido
ver em um disco rígido local interno ou externo
conectado na CPU
Será excluído definitivamente. A Lixeira do
Windows não armazena itens de unidades
Tecla Delete em um item do disco removível
removíveis (pendrive), ópticas ou unidades
remotas
Independentemente do local onde estiver o
Shift + Delete
item, ele será excluído definitivamente
Renomear. Trocar o nome e a extensão do
item. Se houver outro item com o mesmo
nome no mesmo local, um sufixo numérico
F2
será adicionado para diferenciar os itens.
Não é permitido renomear um item que esteja
aberto na memória do computador

Lixeira

Um dos itens mais questionados em concursos públicos é a Lixeira do Windows. Ela arma-
zena os itens que foram excluídos de discos rígidos locais, internos ou externos conectados
na CPU.
Ao pressionar o atalho de teclado Ctrl + D, ou a tecla Delete (DEL), o item é removido do
local original e armazenado na Lixeira.
Quando o item está na Lixeira, o usuário pode escolher a opção “Restaurar” para retorná-
-lo para o local original. Se o local original não existe mais, pois suas pastas e subpastas foram
removidas, a Lixeira recupera o caminho e restaura o item.
Os itens armazenados na Lixeira poderão ser excluídos definitivamente, escolhendo a
opção “Esvaziar Lixeira” no menu de contexto ou faixa de opções da Lixeira.
INFORMÁTICA

Quando acionamos o atalho de teclado Shift + Delete, o item será excluído definitivamen-
te. Pelo Windows, itens excluídos definitivamente ou apagados após esvaziar a Lixeira não
poderão ser recuperados. É possível recuperar com programas de terceiros, mas isto não é
considerado no concurso, que segue a configuração padrão.
Os itens que estão na Lixeira podem ser arrastados com o mouse para fora dela, restauran-
do o item para o local onde o usuário liberar o botão do mouse.
33
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
A Lixeira do Windows tem o seu tamanho definido em 10% do disco rígido ou 50 GB.
O usuário poderá alterar o tamanho máximo reservado para a Lixeira, poderá desativá-la
excluindo os itens diretamente e configurar lixeiras individuais para cada disco conectado.

OPERAÇÕES COM MOUSE


Ação do usuário Resultado da operação
Clique simples no botão principal Selecionar o item
Clique simples no botão secundário Exibir o menu de contexto do item
Executar o item, se for executável. Abrir o item,
se for editável, com o programa padrão que
Duplo clique está associado. Nos programas do compu-
tador, poderá abrir um item através da opção
correspondente
Renomear o item. Se o nome já existe em
Duplo clique pausado outro item, será sugerido numerar o item reno-
meado com um sufixo
Arrastar com botão principal pressionado, e
O item será movido
soltar na mesma unidade de disco
Arrastar com botão principal pressionado, e
O item será copiado
soltar em outra unidade de disco
Arrastar com botão secundário do mouse Exibe o menu de contexto, podendo “Copiar
pressionado, e soltar na mesma unidade aqui” (no local onde soltar)
Arrastar com botão secundário do mouse
Exibe o menu de contexto, podendo “Copiar
pressionado, e soltar em outra unidade de
aqui” (no local onde soltar) ou “Mover aqui”
disco

OPERAÇÕES COM TECLADO E MOUSE


Ação do usuário Resultado da operação
O item será copiado, quando a tecla Ctrl for
Arrastar com o botão principal pressionado
liberada, independente da origem ou do desti-
um item com a tecla Ctrl pressionada
no da ação
O item será movido, quando a tecla Shift for
Arrastar com o botão principal pressionado
liberada, independente da origem ou do desti-
um item com a tecla Shift pressionada
no da ação
Arrastar com o botão principal pressionado
Será criado um atalho para o item, independen-
um item com a tecla Alt pressionada (ou Ctrl +
te da origem ou do destino da ação
Shift)
Clique em itens com o botão principal, enquan-
Seleção individual de itens
to mantém a tecla Ctrl pressionada
Seleção de vários itens. O primeiro item clica-
Clique em itens com o botão principal, enquan-
do será o início, e o último item será o final, de
to mantém a tecla Shift pressionada
uma região contínua de seleção

As ações envolvendo tela touchscreen foram questionadas quando o Windows 8 estava


disponível. No Windows 10, apesar de ter suporte para telas sensíveis ao toque, não temos
questões sobre as ações no sistema operacional com esta interface.
34
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
AMBIENTE LINUX

O sistema operacional Linux é uma opção ao sistema operacional Windows, com outras
características próprias.
O sistema operacional Linux é mais utilizado em sistemas de baixo custo e possui diferen-
tes distribuições para diferentes modelos de computadores. Por ser um sistema de código
aberto, deu origem a outros sistemas como o iOS (Apple) e o Android (Google).
Por ser um sistema operacional livre e licenciável, possui a licença GNU GPL para distri-
buição. O projeto GNU foi lançado no começo dos anos 1980 e atualmente é patrocinado pela
FSF (Free Software Foundation). Muitos usuários descobrem que, no contexto de softwares
livres, ser livre não significa ser gratuito. Ao contrário do termo freeware, que identifica uma
categoria de softwares gratuitos para utilização, o termo free no Linux está relacionado às
liberdades de uso.

A GPL (GNU Public Licence) baseia-se em 4 liberdades “essenciais”:


� A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)
� A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo às suas necessidades (liberda-
de nº 1). O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
� A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade
nº 2).
� A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda
a comunidade beneficie deles (liberdade nº 3). O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para
esta liberdade. (Projeto GNU — Free Software Foundation)

Características Básicas do Sistema Linux

O Linux tem as seguintes características básicas:

z possui um kernel (núcleo) comum em todas as distribuições;


z FHS é um acrônimo para Hierarquia do Sistema de Arquivos. Basicamente, ele é um padrão
que todas as distribuições Linux devem seguir para organizar os seus diretórios;
z o código fonte está disponível para ser baixado, estudado, modificado e distribuído
gratuitamente;
z as distribuições oferecem recursos específicos para cada proposta, mantendo o núcleo
comum do sistema;
z cada distribuição poderá ter uma ou mais interfaces de usuário, e elas podem ser usadas
em outras distribuições;
z possui modo gráfico e terminal de comandos;
z existem distribuições gratuitas e pagas;
INFORMÁTICA

z as modificações realizadas pelos usuários serão submetidas para avaliação da comuni-


dade de desenvolvedores, que determinarão a importância e relevância delas, antes de
tornar as modificações oficiais para todo o mundo;
z como todo sistema operacional, possui suporte para protocolos TCP, permitindo o acesso
às redes de computadores com browsers ou navegadores;

35
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z geralmente instalado em dispositivos com Windows, o Linux oferece gerenciador de boot
(bootloader) para gerenciar a inicialização, exibindo um menu para o usuário escolher
qual sistema operacional será usado na sessão atual;
z LILO e GRUB são os gerenciadores de boot mais comuns nas distribuições Linux;
z o Linux é um sistema operacional do tipo case sensitive, ou seja, diferencia letras maiúscu-
las de letras minúsculas nos nomes de arquivos, diretórios e comandos.

Kernel (núcleo)

Shell (interpretador)
Terminal
(linha de comandos)
Interface gráfica

Assim como o Windows, o Linux tem camadas que separam os recursos.

Distribuições Linux

Distribuição é um conjunto de personalizações que mantém o mesmo núcleo (kernel) do


Linux, mas apresentável de forma diferenciada.
Puppy, Debian, Fedora, Kubuntu, Ubuntu, RedHat, SuSe, Mandrake, Xandros (da Corel) e
Kurumim são alguns exemplos de distribuições.
Ubuntu é a distribuição mais cobrada em concursos públicos, baseada na distribuição
Debian. O Ubuntu é uma versátil distribuição Linux que pode ser instalada em várias cons-
truções computacionais, desde que adaptadas (drivers).

Big Linux Brasil


Gnoppix Alemanha
ImpiLinux África do Sul
Kurumim Brasil
Mint Irlanda

DeMuDi Europa
Finnix EUA
Insigne GNU Brasil
KeeP OS Brasil

Knoppix Alemanha
Linspire EUA
MeNTOPPIX Indonésia
MEPIS EUA
Rxart Argentina
Satux Brasil
Symphony OS

Distribuição Ubuntu, derivada do Debian, é a mais questionada.


36
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
De acordo com o site oficial do Ubuntu, essa é a plataforma Linux mais utilizada no mundo
em estações de trabalho. A facilidade de uso, segurança reforçada, privacidade aprimorada,
performance leve e muitas opções de softwares fazem dele uma opção atraente para todos
os perfis de usuários.
O Ubuntu usa interfaces do ambiente GNOME como padrão, desde a versão 17.10. Novos
softwares poderão ser instalados no sistema, a partir do Ubuntu Software Center, uma loja de
aplicativos semelhante ao Microsoft Store, Apple Store e Google Play.
A interface padrão do Ubuntu precisa de menos de 1 GB de memória RAM, sendo possível
executar em sistemas com apenas 512 MB de memória na versão Lubuntu. Como informação
comparativa, o Windows 11 exige 4 GB de memória RAM, no mínimo.

SUSE Linux Enterprise Server (SLES)

SUSE Linux Enterprise Server (SLES) é uma distribuição Linux desenvolvida pela empresa
SUSE, que é uma das pioneiras no mercado de Linux corporativo. O SLES é uma plataforma
para servidores Linux segura, adaptável e fácil de gerenciar, que permite que desenvolvedo-
res e administradores implantem cargas de trabalho essenciais para os negócios no local, na
nuvem e na borda.
O SLES oferece suporte para diversas arquiteturas, como x86, Arm, Power e z Systems,
integrando-se com as principais soluções de virtualização, contêineres, armazenamento,
rede e segurança. O SLES também conta com o suporte e a consultoria da SUSE, que é reco-
nhecida pela qualidade e pela inovação.
SUSE Linux Enterprise Server 15 SP2 é a versão mais recente do SLES, lançada em julho de
2020. Essa versão traz diversas melhorias e novidades, como:

z suporte para IBM Secure Execution e Secure Boot, que garantem proteção contra ameaças
externas para instalações do IBM Z;
z suporte para uma instalação off-line completa e segura, que permite implantar o SLES em
ambientes sem acesso à internet ou com restrições de segurança;
z suporte para o gerenciador de pacotes Zypper, que permite instalar, atualizar e remover
pacotes de forma rápida e eficiente;
z suporte para o ambiente gráfico GNOME 3.34, que oferece uma interface de usuário moder-
na, intuitiva e personalizável;
z suporte para o sistema de arquivos Btrfs, que oferece recursos como snapshots, compres-
são, deduplicação e RAID;
z suporte para o sistema de inicialização GRUB2, que permite configurar e gerenciar o pro-
cesso de boot do sistema.

Diretórios Linux
INFORMÁTICA

Os diretórios são pastas onde armazenamos e organizamos arquivos e subpastas (subdi-


retórios). A representação dos diretórios segue o princípio lúdico de uma árvore. Árvore de
diretórios ou folder tree é a forma como as pastas dos sistemas Linux estão organizadas. Elas
têm uma hierarquia, para facilitar a organização do sistema, seus arquivos, bibliotecas e,
inclusive, para melhorar a segurança do sistema.
37
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
FHS é um acrônimo para Hierarquia do Sistema de Arquivos. Basicamente, ele é um padrão
que todas as distribuições Linux devem seguir para organizar os seus diretórios.
A escolha da árvore para representar a estrutura de diretórios se mostrou adequada, dada
a semelhança entre seus componentes. Por exemplo, o diretório raiz é o primeiro diretório,
assim como a raiz de uma árvore. Encontramos diretórios principais, como /bin, /etc, /lib e /
tmp, que podem ser considerados o “caule” da árvore de diretórios. Nos diretórios é possível
criar subdiretórios, o que representa os galhos de uma árvore. Dentro dos diretórios, temos
arquivos (documentos, comandos, temporários) igual à árvore, como flores, folhas e frutos.
Enquanto o Windows representa com barra invertida um diretório, no Linux é usada a
barra normal.
Diretórios, pastas e bibliotecas são “sinônimos”. “Diretórios” é o nome usado no Windows
XP e Linux, proveniente do ambiente MS-DOS (interface de caracteres). “Pastas” é o nome
utilizado no Windows. “Bibliotecas”, por sua vez, é a estrutura de organização criada no
Windows Vista, que é utilizada no Windows 7, 8, 8.1 e 10 para organizar as informações do
usuário. Elas são usadas para organizar arquivos e subpastas (subdiretórios), mantendo-os
até o momento de serem apagados.

Importante!
Diretórios e comandos Linux são os itens mais importantes em concursos atualmente.
Conceitos e características do sistema operacional Linux já foram amplamente questiona-
dos nas provas anteriores.

Os diretórios são denominados com algumas letras que indicam o seu conteúdo. Confira
na tabela a seguir.

NOME DESCRIÇÃO CONTEÚDO


Contém os comandos (arquivos binários
/bin binary — binário = executável
executáveis)
Contém os drivers dos dispositivos de hardwa-
device — dispositivo =
/dev re, para comunicação do sistema operacional
hardware
com o equipamento
Contém os arquivos dos usuários, como as
/home home — início
bibliotecas do Windows
Contém as bibliotecas do sistema Linux, com-
/lib library — biblioteca
partilhadas por vários programas
/usr user — usuário Contém as configurações dos usuários

Diretórios Linux, exemplos básicos.

Os comandos são grafados com letras minúsculas, assim como os nomes dos diretórios.
Diretórios e comandos são algumas letras do nome do conteúdo ou ação realizada, que é um
termo em inglês.
A seguir, uma tabela mais completa, com quase todos os diretórios de uma distribuição
padrão Linux.
38
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
DIRETÓRIO DESCRIÇÃO E COMENTÁRIOS
/ Raiz do sistema, o diretório que “guarda” todos os outros diretórios
Arquivos/comandos utilizados durante a inicialização do sistema e por usuários
/bin
(após a inicialização). O termo BIN é referência ao tipo de informação, binário
Arquivos utilizados durante a inicialização do sistema. Boot é uma expressão
/boot
comum a vários sistemas para indicar a inicialização
/dev Drivers de controle de dispositivos. DEV vem de device, dispositivo
/etc Arquivos de configurações do computador
/etc/
Arquivos de configuração do sistema para os dispositivos
sysconfig
/etc/passwd Dados dos usuários, senhas criptografadas... Password = senha
Sistemas de arquivos montados no sistema (file system table — tabela do sis-
/etc/fstab tema de arquivos). O sistema de arquivos do Linux pode ser EXT3, EXT4, entre
outros
/etc/group Grupos
/etc/include Header para programação em C, através do comando include
/etc/inittab Arquivo (tabela) de configuração do init
Contém os arquivos e estruturas que serão copiadas para um novo usuário do
/etc/skel
sistema
Pasta pessoal dos usuários comuns. Equivale às bibliotecas do sistema
/home
Windows
/lib Bibliotecas compartilhadas. LIB vem de library, biblioteca
/lib/
Módulos externos do kernel usados para inicializar o sistema
modules
Subdiretório em que os dispositivos de mídia inseridos no computador são
/media
montados (media, de mídia)
/misc Arquivos variados (misc de miscelânea)
Ponto de montagem de sistemas de arquivos (CD, floppy, partições...) MNT vem
/mnt
de mount, montagem
Sistema de arquivos virtual com dados sobre o sistema. PROC vem de
/proc
procedure
/root Diretório pessoal do root. Equivalente a pasta raiz da unidade de inicialização C:
Arquivos/comandos especiais (geralmente não são utilizados por usuários
/sbin
comuns)
/tmp Arquivos temporários
Unix System Resources. Contém arquivos de todos os programas para o uso
/usr
INFORMÁTICA

dos usuários de sistemas UNIX


/usr/bin Executáveis para todos os usuários
/usr/sbin Executáveis de administração do sistema
/usr/lib Bibliotecas dos executáveis encontrados no /usr/bin
/usr/local Arquivos de programas instalados localmente

39
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
DIRETÓRIO DESCRIÇÃO E COMENTÁRIOS
/usr/man Manuais
/usr/info Informações
/usr/X11R6 Arquivos do X Window System e seus aplicativos
Contém arquivos que são modificados enquanto o sistema está rodando
/var
(variáveis)
/var/lib Bibliotecas
Contém os arquivos que armazenam informações, mensagens de erros dos pro-
/var/log
gramas, relatórios diversos, entre outros tipos de logs

Diretórios Linux.

Dica

Existem sites na internet que oferecem emuladores de Linux, para treinamento. Acesse
[Link] para conhecer algumas opções.

Conceitos Básicos de Operação com Arquivos nos Sistemas Operacionais: Linux (Ubuntu
Versão 14 ou Superior)

O Ubuntu emprega o recurso AppArmor, um aprimoramento do kernel que restringe o


comportamento dos programas, limitando seus recursos. O AppArmor é formado por arqui-
vos de texto contendo regras de acesso para cada aplicativo, podendo atenuar a extensão das
violações de segurança, por não existirem as permissões correspondentes e elas não serem
ilimitadas.

COMANDO DESCRIÇÃO
Executa tarefas que precisam de permissões
sudo
administrativas ou de root
Lista todos os arquivos e diretórios dentro de
ls
um sistema de arquivos
cat Lista o conteúdo dos arquivos na saída padrão
tac nome_do_arquivo Mostra o conteúdo em ordem reversa
cat > nome_do_arquivo Cria um novo arquivo
Copia arquivos ou diretórios de um local para
cp
outro
mv Move ou renomeia os arquivos
rm [nome_do_arquivo] Deleta um arquivo num diretório
touch [nome_do_arquivo] Cria um novo arquivo e modifica o timestamp
Encontra um arquivo num sistema de banco de
locate
dados
head [nome_do_arquivo] Mostra as primeiras 10 linhas de um texto
40
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
COMANDO DESCRIÇÃO
Procura por um arquivo num diretório
find
específico e executa as instruções seguintes
Compara o conteúdo de dois arquivos
diff linha por linha e exibe as partes que não
correspondem
Encontra uma palavra específica num arquivo
grep
de texto
tail [nome_do_arquivo] Exibe as últimas 10 linhas de um texto
tar Comprime múltiplos arquivos num arquivo TAR
gunzip Extrai um arquivo GZ
gzip [nome_do_arquivo] Comprime um arquivo com a extensão GZ
Modifica as permissões de leitura, escrita e
chmod
execução de um arquivo ou diretório
Modifica ou transfere a propriedade de um
chown
arquivo
wget Baixa arquivos da internet
Exibe uma linha de texto ou um trecho de
echo
código na saída padrão
zip Comprime arquivos dentro de um arquivo ZIP
unzip Extrai um arquivo ZIP
Recupera pacotes de instalação de fontes
apt-get
autenticadas
nano É um editor de texto pré-instalado
vi É um editor de texto incorporado
alias Cria um atalho
unalias Remove um alias existente
Mostra o número de palavras, linhas e bytes de
wc
um arquivo
ln -s /caminho/para/nome_do_arquivo
Cria um link simbólico para um arquivo
[nome_do_link]
jed É um editor de arquivos
more [nome_do_arquivo] Mostra o conteúdo de um arquivo
gpg -c [nome_do_arquivo] Criptografa um arquivo
gpg [nome_do_arquivo.gpg] Descriptografa um arquivo
INFORMÁTICA

cut Seleciona uma coluna específica num arquivo


short Lista arquivos numa ordem específica
cmp Confere se dois arquivos são idênticos
xargs Lê dados a partir da entrada padrão
env Modifica as variáveis do ambiente de trabalho
dd Converte e copia arquivos
41
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
COMANDO DESCRIÇÃO
pacman É o gerenciador de pacotes do Arch Linux
rpm É o gerenciador de pacotes do Fedora
Localiza a página binária, de origem e de
whereis
manual para um comando
Combina a funcionalidade dos comandos diff
comp
e cmp
export Exporta variáveis de ambiente no Linux
É o gerenciador de pacotes do Debian e do
apt
Ubuntu
Expande um arquivo não compactado sem
zcat
extraí-lo
Lista arquivos e diretórios num formato de
tree
árvore
Exibe os conteúdos de um arquivo numa tela
less
de cada vez
Modifica um arquivo usando uma expressão
sed
regular

Comandos Linux

Os comandos são denominados com algumas letras que indicam a tarefa que eles reali-
zam. Confira na tabela a seguir:

NOME DESCRIÇÃO AÇÃO


cp copy — copiar Copiam os arquivos listados
Lista os arquivos e diretório do
ls list — listar
local atual
Pode mover ou renomear um
mv move — mover
arquivo ou diretório
rm remove — remover Apagar arquivos
Permite visualizar e editar um
vi view — visualizar
arquivo

Comandos Linux, exemplos básicos.

A seguir, uma tabela mais completa, com quase todos os comandos questionados pelas
bancas organizadoras quando temos o item Linux no conteúdo programático.

42
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
COMANDO DESCRIÇÃO EXEMPLO AÇÃO
O [Link] será concatena-
Concatenar, juntar ou cat [Link] >> [Link]
do com [Link]
mostrar. Exibir o con- cat [Link] [Link] >>
cat Os [Link] e [Link] serão
teúdo de arquivos ou [Link]
unidos em [Link]
direcioná-lo para outro cat [Link]
Exibirá [Link]
Muda para o diretório /
cd Mudar diretório cd /home
home
Copiar arquivos e Copia o arquivo [Link]
cp cp [Link] /home
diretórios para o diretório /home
O comando cut pode ser
Lê o conteúdo de um
usado para mostrar apenas
ou mais arquivos e
cut cut [Link] seções específicas de um
tem como saída uma
arquivo de texto ou da saí-
coluna vertical.
da de outros comandos
Comparar e mostrar as
Mostra a diferença entre os
diff diferenças entre arqui- diff [Link] [Link]
dois arquivos
vos e diretórios
exit Sair do usuário atual exit Sair do usuário atual
Exibe o [Link] (comando
Seleciona uma linha de
cat [Link] | grep cat no modo type), com
grep texto que contenha o
Nishimura destaque para as linhas
texto pesquisado
que contenham Nishimura
id Informa o usuário atual id Informa o usuário atual
Permite listar e con-
Listar todas as interfaces
figurar as interfaces
(all)
ifconfig de rede (placas de ifconfig-a
No Windows, o comando é
rede) conectadas no
ipconfig
computador
Desligar ou reiniciar o init 0 Desligar
init
computador init 6 Reiniciar
Cria um atalho para o arqui-
ln Criar links de arquivos ln [Link]
vo [Link]
Lista os arquivos e diretó-
Listar arquivos e
ls ls rios existentes no diretório
diretórios
atual
Eliminar um processo
kill kill 998 Eliminar o processo 998
em execução
Cria o diretório novo, dentro
mkdir Criar diretório mkdir /home/novo
do diretório /home
INFORMÁTICA

Move o arquivo [Link]


mv [Link] /home
Mover e renomear ar- para o diretório /home
mv
quivos e diretórios Renomeia o arquivo texto.
mv [Link] [Link]
txt para [Link]
Mudar a senha do
passwd passwd Mudar a senha
usuário

43
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
COMANDO DESCRIÇÃO EXEMPLO AÇÃO
Listam os processos
em execução, e com o
Listar os processos em
ps número poderá elimi- ps
execução
ná-lo com o comando
kill
pwd Exibe o diretório atual pwd Mostra onde estou
rm Deletar arquivos rm [Link] Apaga o arquivo [Link]
Remove o diretório novo
rmdir Remover diretórios rmdir novo
que está no local atual
Ordena o conteúdo de Ordena o conteúdo do ar-
sort sort [Link]
um arquivo quivo [Link]
Executar comandos
Executa o comando ps
sudo como superusuário. sudo ps
como superusuário
Válido por 10 min.
Desligar ou reiniciar o shutdown -r +10 Reinicia em 10 minutos
shutdown
computador shutdown -h +5 Desliga em 5 minutos
Exibir as últimas linhas Exibe as 10 últimas linhas
tail tail [Link]
de um arquivo de [Link]
Cria um arquivo que
tar Empacotar arquivos tar [Link] contém os outros, sem
compactar
Criar e modificar data
do arquivo. Se o ar-
Criar o arquivo vazio teste.
touch quivo não existe, ele touch [Link]
txt com a data atual
é criado vazio, com a
data atual
Cria um novo usuário
ou atualiza as infor- Criar o usuário fernando,
useradd mações padrão de um useradd fernando com os arquivos definidos
usuário no sistema em /etc/skel
Linux
Entra em modo de visuali-
Visualizar um arquivo
vi vi [Link] zação e edição do arquivo
no editor
[Link]

Comandos Linux.

Todos os sistemas operacionais possuem recursos para a realização das mesmas tarefas.
Não é correto afirmar que um sistema é melhor que outro, sendo que eles são equivalentes
em funcionalidades.

Prompt de Comandos (Windows) e Console de Comandos (Linux)

A interface que não é gráfica, ou seja, de caracteres, sempre existiu nos computadores.
Mas entre o Windows e Linux existem diferenças, tanto operacionais como de comandos.
Confira um comparativo de comandos entre o Linux e o Windows.
44
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Ajuda man, help ou info /?
Data e Hora date, cal ou hwclock date e time
Espaço em disco df dir
Processos em execução ps
Finalizar processo kill
Qual o diretório atual? pwd cd
Subir um nível cd .. cd..
Diretório raiz cd / cd \
Voltar ao diretório anterior cd –
Diretório pessoal cd ~
Copiar arquivos cp copy
Mover arquivos mv move
Renomear mv ren
Listar arquivos ls dir
Apagar arquivos rm del
Apagar diretórios rm deltree
Criar diretórios mkdir md
Alterar atributos attrib
Alterar permissões chmod
Alterar proprietário (dono) chown
Alterar grupo chgrp
Comparar arquivos e pastas diff comp
Empacotar arquivos tar
Compactar arquivos gzip compact
Alterar a senha passwd
Concatenar, juntar e mostrar cat
Mostrar, visualizar vi type
Pausa na exibição de páginas more ou less more
Interfaces de rede ifconfig ipconfig
Caminho dos pacotes tracert route
INFORMÁTICA

Listar todas as conexões netstat arp -a


Apagar a tela clear Cls
Concatenar comandos | |
Direcionar a entrada para um
< <
comando
45
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Direcionar a saída de um
> >
comando
Localizar ocorrências dentro
grep
do arquivo
Exibir as últimas linhas do
tail
arquivo
Diretório raiz / (barra normal) \ (barra invertida)
Opção de um comando – (sinal de menos) / (barra normal)

Comparação de comandos Linux com comandos Windows.

NOÇÕES DE SISTEMAS OPERACIONAIS EMBARCADOS/MÓVEIS: ANDROID E IOS

Os sistemas operacionais embarcados ganharam destaque após a popularização dos celu-


lares, smartphones e tablets.
No início, os celulares possuíam um sistema operacional dedicado, que não era atualizável
e acompanhava o aparelho até o final de sua vida útil. As empresas fabricantes de celulares
desenvolviam algumas aplicações genéricas e entregavam no aparelho o conjunto de ferra-
mentas básicas, como agenda telefônica e alguns jogos simples.
Com a era dos smartphones, iniciada com sistemas operacionais da Microsoft (Windows
Mobile), aparelhos iPhone da Apple (com sistema iOS) e aparelhos HTC com sistema Google
Android, tudo mudou em relação aos sistemas dos celulares.
Se antes eram sistemas embarcados legados (abandonados), agora são sistemas móveis
com atualizações regulares de seus recursos. O crescimento da velocidade e a expansão do
acesso à internet contribuíram para esta evolução.
A Apple lançou uma loja de aplicativos, onde os desenvolvedores poderiam oferecer apli-
cações e os usuários poderiam realizar o download e instalação em seus aparelhos. Os sis-
temas operacionais embarcados deixariam de ser sistemas legados e se tornariam sistemas
móveis altamente personalizáveis.
Mantendo os princípios de funcionamento dos sistemas operacionais Windows e Linux,
ou seja, oferecer uma plataforma para instalação de aplicações e interface para o usuário
interagir com o hardware, as características dos sistemas móveis foram introduzidas nos
sistemas “fixos”, como a loja de aplicativos Microsoft Store, para Windows.
Após esta breve contextualização, vamos conhecer os sistemas Google Android e Apple
iOS.

Importante!
Este é um tópico novo em concursos públicos, que tem questionado sobre a estrutura e
características dos sistemas embarcados ou móveis. Com a aplicação de outras provas
de concursos com este item, a tendência é que sejam questionadas funcionalidades prá-
ticas dos aparelhos.
46
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Sistema Operacional Android

Baseado no núcleo Linux e desenvolvido pela empresa de tecnologia Google, a interface


de usuário é baseada na manipulação direta. É um sistema voltado para dispositivos com tela
sensível ao toque, como tablets e smartphones, porém pode ser encontrado em alguns apare-
lhos portáteis do tipo netbook, como o Chromebook (que utiliza o Chrome OS, uma variação
do Android).
A loja de aplicativos é a Google Play, que antes era conhecida como Android Market. É um
serviço de distribuição digital de aplicativos, jogos, filmes, programas de televisão, livros e
músicas, operado pela Google.

Versões do Android

Os nomes das versões Android se tornaram uma tradição. No início (2008), o Android 1.0
— Astro foi lançado junto ao aparelho HTC Dream.
Houve a intenção de nomear as versões com nomes de robôs e androides, e o próximo
seria chamado de Bender (de Futurama, animação da Fox Channel), mas a emissora não
autorizou o uso.
As diferentes versões de Android têm, desde a versão 1.5, nomes de sobremesas ou bolos
(em inglês) e seguem uma lógica de ordem alfabética:

z 1.5: Cupcake;
z 1.6: Donut;
z 2.0-2.1: Éclair;
z 2.2: FroYo (Frozen Yogurt);
z 2.3: Gingerbread;
z 3.0-3.2: Honeycomb;
z 4.0: Ice Cream Sandwich;
z 4.1-4.2-4.3: Jelly Bean;
z 4.4: KitKat (autorizado pela Nestlé, mudou o foco do sistema para o usuário, explorando
a experiência do usuário (User Experience) com elementos e fatores que gerassem uma
avaliação positiva);
z 5.0 (5.0.1 e 5.0.2): Lollipop;
z 6.0 (6.0.1): Marshmallow;
z 7.0 (7.1, 7.1.1 e 7.1.2): Nougat;
z 8.0 (8.1): Oreo (utilizando uma nova arquitetura de software);
z 9.0: Pie;
z 10: Android 10 ou versão Q (recursos de biometria e imagens aprimorados);
z 11: Android 11 ou versão R (última versão, lançada em fevereiro de 2020).
INFORMÁTICA

Características do Android

Quando o usuário adquire um aparelho com o sistema operacional Android, ele precisa-
rá fazer login em uma conta Google para ter acesso aos recursos do dispositivo. A conta de
usuário poderá ter correio eletrônico gratuito, dados de aplicações, financeiros, localização,
navegação, privacidade, segurança, entre outras informações. 47
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Possui código fonte aberto, disponível para ser baixado, estudado, modificado e distribuí-
do. É um sistema operacional muito popular e flexível, tanto quanto os sistemas embarcados
Arduíno em aparelhos de automação.
O Android utiliza Java, mas contém vários módulos desenvolvidos em HTML5. O desenvol-
vedor de aplicativos Android pode usar o JME para desenvolvimento de recursos, que serão
publicados e distribuídos na Google Play (loja de apps). Ao contrário da Apple, os desenvolve-
dores podem distribuir seu app em outros locais fora da loja oficial, criando um problema de
segurança para os usuários.
Os usuários podem, mas não devem, fazer download de aplicativos para Android a partir
de qualquer fonte, porém o recomendado é que se utilize a loja virtual oficial. Apps baixados
fora das lojas oficiais podem conter malwares (como spywares, cavalos de Troia, adwares
etc.) que comprometerão a privacidade do usuário.
Uma das principais características (e vantagens) do Android é o acesso imediato aos recur-
sos da Google, como Google Cloud Print (para imprimir remotamente), Google Fotos (para
armazenamento de cópia das imagens e vídeos do aparelho), Google Drive (armazenamento
de dados na nuvem), entre outros.
As configurações e preferências são armazenadas na Conta Google, podendo ser compar-
tilhadas em outros dispositivos que estejam conectados na mesma conta.
O Google Assistente é o assistente virtual para o sistema, que permite realizar tarefas com
comandos de voz.

Sistema Operacional iOS

O iOS é um sistema operacional desenvolvido pela Apple que pode ser encontrado no iPho-
ne, iPad e iPod Touch da empresa, considerando que os seus notebooks utilizam o MacOS e os
relógios inteligentes o watchOS.
iOS: o “i” vem da expressão “internet”, enquanto o OS significa “Operating System”, (“siste-
ma operacional”, em português).
Diferentemente do Android, seu núcleo é fechado, apesar de ter sido desenvolvido a partir
do Linux, e todos os controles são disponibilizados pela Apple.
A loja de aplicativos Apple Store (ou apenas App Store) disponibiliza aplicações que foram
verificadas pela empresa antes de serem publicadas. Assim, é considerada mais segura, por
ter camadas extras de validação antes da distribuição.

Versões do iOS

As versões de iOS são numeradas. Iniciou na versão 1 com o lançamento do iPhone, e na


versão 2 introduziu o conceito da App Store.
A cada nova versão foram introduzidos novos recursos, e na versão 7 ocorreu uma mudan-
ça na interface, central de controle e introdução do recurso AirDrop (para compartilhamento
de arquivos entre aparelhos da Apple).
Com o lançamento de novos aparelhos iPhone, novos sistemas operacionais iOS foram dis-
ponibilizados, com possibilidade de atualização de alguns modelos anteriores. Atualmente,
estamos com o aparelho iPhone 12 à venda e o sistema iOS versão 14 disponível.

48
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Ao contrário do Android, que é personalizável de muitas formas, inclusive com relação
às atualizações do sistema, o iOS pode ser considerado um sistema muito mais fechado, com
poucas personalizações e atualizações mandatórias (que devem ser instaladas).
A principal característica do iOS não está na sua interface ou em seus recursos acessíveis
pelo usuário, mas naquilo que existe por trás de tudo: as camadas iOS.

Camadas iOS

São quatro camadas, semelhante a outros sistemas operacionais, porém com nomes bem
diferentes. Usaremos aqui o diagrama utilizado no Linux, e poderemos perceber que, essen-
cialmente, são os mesmos recursos, porém com novos nomes.

Core OS (núcleo)
Core Services (Foundation)

Media

Cocoa Touch (UIKit)

Camadas do sistema iOS.

z Camada Core OS: como o kernel/núcleo, encapsula o ambiente e interfaces de baixo nível,
e as aplicações não têm acesso por questões de segurança;
z Camada Core Services (Foundation): fundação ou base do sistema. Esta camada contém
os recursos que serão usados pelos aplicativos nativos do sistema iOS, como Safari, Casa,
Saúde, Traduzir e iTunes;
z Camada Media: camada de mídia, que faz a renderização (transformação) de gráficos,
áudio e vídeo. Nesta camada estão os recursos de manipulação dos conteúdos da interface;
z Camada Cocoa Touch (UIKit — User Interface Kit): interface com o usuário, como mul-
titarefa, notificações e acessibilidade.

Sistemas Operacionais Embarcados ou Móveis

Os sistemas operacionais possuem características específicas no âmbito de plataforma. Um


aplicativo desenvolvido para o sistema Android será executado no aparelho que possui esta
plataforma, e o mesmo ocorrerá com sistemas desenvolvidos em iOS. Se o usuário acessar
a plataforma de aplicativos (Google Play ou Apple Store), encontrará aplicativos específicos
INFORMÁTICA

para o seu sistema operacional, que às vezes não possui correspondente na outra plataforma.
Se o usuário precisa de uma aplicação iOS no Android, caso não exista, não poderá fazer a
emulação de forma plena.
O Android tem sua própria JVM, que se chama Dalvik (até Android 4.0) e ART (Android
RunTime), na versão 5 e superiores. A máquina virtual Dalvik permite a execução de códigos
originalmente desenvolvidos em Java dentro da plataforma Android. O XCode é o ambiente
de desenvolvimento nativo do sistema iOS, que não utiliza máquina virtual.
49
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
A arquitetura do iOS é composta por camadas: Cocoa Touch, Media, Core Services e Core
OS. Os programas desenvolvidos para iOS utilizam a linguagem Swift e Object C (obsoleta).
Nos sistemas operacionais da Apple, estão incluídos métodos para o gerenciamento de
itens armazenados no iCloud. O iCloud é a nuvem da Apple, que armazena em uma conta
cloud (nuvem) arquivos, fotos e configurações de um aparelho com iOS. Arquivos e diretórios
existentes na nuvem serão sincronizados e poderão ser acessados por usuários do iOS tanto
no iPhone e iPad como no iMac e PCs.
O serviço iCloud está associado a equipamentos Apple (iPad, iMac, entre outros) e possui
limitação de espaço. Existem opções gratuitas de armazenamento no iCloud e outras pagas,
com mais espaço, mas nenhuma opção ilimitada.
O smartphone que executa Android possui um sistema embarcado associado a um login
de contas Google. O aplicativo instalado no aparelho não precisa utilizar a conta Google, que
geralmente é usada apenas para acesso do usuário ao dispositivo e sincronização de confi-
gurações. O aplicativo, caso possua esta funcionalidade, poderá capturar e enviar arquivos
armazenados na memória interna, no cartão SD (memória expandida) e nuvem (Google Dri-
ve), independentemente das permissões de contas Google.
Os aplicativos geralmente são disponibilizados com manifestos. Os manifestos são infor-
mações sobre o desenvolvimento deles, que, seguindo a ideia da licença GNU GPL (Linux)
da origem do Android, informa as características do aplicativo, os recursos atualizados e as
transações que ele executa no aparelho do usuário.

IOS ANDROID
Exclusivo para os dispositivos da Motorola, LG, Samsung, Xiaomi, en-
Hardware
marca tre outras
Desde o iPhone 8, os carregadores Desde 2014, possui gerenciadores
Tempo de bateria
são de alta potência de bateria
Os novos aparelhos já estão A maioria dos aparelhos usa a ver-
Atualizações com o iOS 14, e os recentes são são 7 (Nougat), sendo a versão 9
atualizados (Pie) a mais recente
Um aplicativo Android deve ser de-
Um aplicativo para iPhone utiliza-se
Desenvolvimento senvolvido em linguagens específi-
da linguagem Swift e Objective-C
cas: Kotlin e Java
Integração com
outros Total entre aparelhos da Apple Baixa e complexa
dispositivos
Segurança Aplicativos fechados Aplicativos personalizáveis

Tabela comparativa de alguns itens do sistema iOS (Apple) e Android (Google).

TECNOLOGIAS DE VIRTUALIZAÇÃO DE PLATAFORMAS: EMULADORES, MÁQUINAS


VIRTUAIS, PARAVIRTUALIZAÇÃO

Neste tópico conheceremos as estratégias que os sistemas operacionais utilizam para


“enganar” o hardware ou o software.

50
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Cada sistema operacional é desenvolvido seguindo uma arquitetura que o faz executar
com uma determinada combinação específica de hardware. É muito comum observar em
notebooks o selo Windows, indicando que aquele hardware foi testado e é compatível com o
sistema operacional da Microsoft. Apesar de existirem muitos fabricantes de processadores
(CPU) e de memórias, o sistema operacional Windows só poderá rodar em determinados
modelos.
Se o usuário precisa utilizar outro sistema operacional, ele deverá utilizar algum recurso
que permita alternar entre as suas necessidades.
A primeira opção é o particionamento do disco rígido do dispositivo computacional e a
instalação de um sistema operacional em cada partição. Em um computador com Windows, o
Linux poderá ser instalado. O gerenciador de boot ou inicialização permitirá que, no momen-
to em que ele for ligado, o usuário escolha um ou outro sistema para utilização.
Obviamente, esse método não permite a execução simultânea dos sistemas, e, caso o
usuário precise trocar de sistema, precisará fechar todas as suas aplicações e reiniciar o
computador.
As opções que conheceremos agora são os emuladores, virtualização e paravirtualização
de sistemas.
A primeira forma de uso são os emuladores.
Eles são o oposto da máquina real, pois simulam um sistema que talvez nem exista mais.
Implementam todas as instruções realizadas pela máquina real em um ambiente abstrato de
software. Os emuladores de games arcade são um exemplo de como eles podem ser execu-
tados em uma plataforma atual de software, apesar de terem sido desenvolvidos e escritos
para uma plataforma que não existe mais.
Eles enganam, fazendo com que todas as operações da máquina real sejam implementa-
das em um software. Interpretam um código que foi desenvolvido para outra plataforma.
Os emuladores são restritos aos códigos que forem escritos, logo, sua aplicação é um pouco
restrita.
Os emuladores de terminal Linux, que podem ser usados para estudos e treinamento, são
opções on-line que demonstram o uso e especialmente as limitações desse tipo de utilização.
O usuário que acessa o emulador on-line Linux tem acesso apenas aos comandos que foram
previamente programados nele. Se o usuário tentar executar comandos que o emulador não
conhece, não obterá resultado algum.
Outra forma é a virtualização.
As máquinas virtuais (VM — virtual machine) criam uma camada para compatibilizar
diferentes plataformas. Essa camada é chamada de virtualização. Esse recurso é muito popu-
lar devido às suas características de implementação e utilização por qualquer usuário com
um pouco de conhecimento técnico de informática.
São softwares que podem ser utilizados para fazer os recursos parecerem diferentes do
que realmente são. Será uma duplicata eficiente e isolada de uma máquina real.
INFORMÁTICA

A IBM define uma máquina virtual como uma cópia totalmente protegida e isolada de um
sistema físico. Na década de 60, era uma abstração de software que enxerga um sistema físico
(máquina real).
Como a máquina virtual é separada por sandbox (caixa de areia, um espaço isolado que
acessa de forma controlada os recursos disponíveis) do restante do sistema, o software den-
tro dela não pode adulterar o computador host ou hospedeiro. As máquinas virtuais também
podem ser usadas para outras finalidades, como a virtualização de servidores.
51
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
VMWare, Virtual Box, Microsoft Azure e Hyper-V são alguns exemplos de máquinas virtuais
disponíveis atualmente.
Quando elas são executadas, o usuário tem acesso a ambos os sistemas simultaneamente. Por-
tanto, ao contrário do uso de múltiplos boots, o usuário poderá acessar dados dos dois sistemas
ao mesmo tempo. Poderá acessar seus arquivos no Windows do computador e os arquivos do
Linux que estiver sendo executado em uma máquina virtual.
Ao executar máquinas virtuais, é possível definir a quantidade de recursos que serão oferta-
dos para as aplicações, como memória e processadores. Servidores Microsoft Hyper-V, por exem-
plo, podem disponibilizar até quatro processadores para uma máquina virtual Linux.
Os gerenciadores de virtualização procuram organizar o que será disponibilizado e como será
disponibilizado. Quando os hypervisors (gerenciadores de virtualização) executam diretamente
o hardware, são conhecidos como nativos ou baremetal. Quando o hypervisors é uma aplicação
como a máquina Virtual Java (JVM), que está executando no hardware para construir outro har-
dware virtualizado, dizemos que é do tipo hosted (hospedado).
A paravirtualização é a máquina virtual de uma máquina virtual.
Algumas vezes, a camada de virtualização não é suficiente para a execução de uma aplicação
especializada. Em um sistema Windows, podemos virtualizar uma máquina Linux e ainda conti-
nuar executando emuladores na camada do Windows.
A paravirtualização acaba combinando os recursos de virtualização e emulação, para que
todos os recursos estejam disponíveis.
Em uma máquina virtual, todos os recursos estarão sob controle da virtualização aplicada. Em
um emulador, todos os recursos estarão sob controle da emulação aplicada.
Na paravirtualização, além do controle aplicado pela virtualização ou emulação, os recursos
originais da máquina real continuarão disponíveis, evitando, assim, o processamento dedicado
para um recurso, sendo que outros poderão ser executados também pelo usuário.

REFERÊNCIAS

O que é software livre? Projeto GNU — Free Software Foundation, [s.d.]. Disponível em:
https:// [Link]/philosophy/[Link]. Acesso em: 27 nov. 2020.
THE story of Ubuntu. Ubuntu, [s.d.]. Disponível em: [Link] Acesso em:
15 dez. 2023.

PRINCÍPIOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS

A maioria dos usuários utiliza o sistema operacional do computador e, por vezes, acaba
estendendo a sua utilização aos programas e aplicativos instalados. Muitas pessoas acredi-
tam que o Microsoft Office e o Google Chrome fazem parte do sistema operacional Windows,
o que não é verdade.
O sistema operacional tem duas funções básicas:

z máquina virtual;
z gerenciador de recursos.

52
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Dica
Todo sistema operacional executará uma série de processos para atender às solicitações
do hardware, dos programas e do usuário. Suas funções são inúmeras, mas em provas de
concursos as questões envolvem as duas principais funções básicas deles.

A arquitetura — conjunto de instruções, organização de memória, entrada/saída (E/S),


estrutura de barramento etc. — da maioria dos computadores no nível da linguagem de
máquina é primitiva e difícil de programar, especificamente para operações de entrada e
saída.
Sob este ponto de vista, o sistema operacional vai criar uma (ou mais) máquina virtual
para que o usuário possa acessar o hardware existente no dispositivo computacional.
O sistema operacional provê drivers que permitem que os programas de alto nível se
comuniquem com o hardware, construindo uma plataforma ou máquina virtual que dispen-
sa do programador ou usuário a preocupação com o acesso ao equipamento (como eram os
computadores de primeira geração).
Os drivers atuam como tradutores, decodificando os sinais elétricos dos bits em sinais
compreensíveis como os bytes. Qualquer usuário que conecte um pen-drive no computador
tomará ciência da existência dos drivers ao ler a mensagem “instalando os drivers do dispo-
sitivo”, na área de notificações do sistema operacional.
Sem os drivers, o hardware poderá funcionar de forma precária ou nem funcionar. Por
exemplo, se não instalarmos os drivers do fabricante de uma impressora, os recursos avan-
çados não estarão disponíveis. Outro exemplo são as mesas digitalizadoras. Se utilizarmos os
drivers do Windows, apenas o básico estará disponível, como clique e toque. Ao instalarmos
os drivers do fabricante, todos os níveis de sensibilidade da pressão da caneta serão mapea-
dos e explorados corretamente.
Um computador moderno é formado por diferentes componentes eletrônicos de fabrican-
tes distintos, integrados por uma empresa montadora de computadores. Existem processado-
res Intel com memória Kingston, discos rígidos Western Digital na placa mãe ASUS, monitor
de vídeo da Samsung, impressora HP, teclado Microsoft, mouse sem fio Logitech, em um com-
putador da marca Dell. Ou seja, não temos um “fabricante” de computadores, mas, como as
marcas de carros, temos “montadoras”.
A integração entre todos estes componentes será realizada pelo sistema operacional.
Sob este ponto de vista, o sistema operacional do computador é um gerenciador de recur-
sos, que divide o tempo de processamento da CPU e os espaços nas memórias, com todos os
programas e tarefas em execução.
Atenção! As novas versões de softwares precisam ser compatíveis com o sistema opera-
cional, que será compatível com o hardware do dispositivo. É possível executar um sistema
operacional em um hardware diferente daquele para o qual foi projetado? Sim, com uso de
emulação, virtualização ou paravirtualização.
INFORMÁTICA

Assim como os computadores, também existem gerações de sistemas operacionais.

53
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
PRIMEIRA QUARTA GE-
SEGUNDA GERA- TERCEIRA GERAÇÃO
GERAÇÃO RAÇÃO (1980–
ÇÃO (1955–1965) (1965–1980)
(1945–1955) ATUALMENTE)
Utilizavam circuitos
Utilizavam
integrados (de deze- Circuitos inte-
Tecnologia válvulas (mui- Utilizavam
nas a centenas de grados em larga
dos circuitos ta energia e transistores
milhões de transisto- escala
calor)
res num chip)
Plugues (físi- Processamen-
Processa- Estações de
cos e cartões to em lote de Multiprogramação
mento trabalho
de leitura) comandos

O sistema operacional gerencia processos em sistemas multitarefas e multiusuários atra-


vés de multiprogramação, com multiprocessamento, via interpretador de comandos (shell)
ou interface gráfica, e as chamadas de sistema (System Calls).
Definição bonita para um sistema operacional, não é mesmo? Mas o que são processos? E
multiprogramação? Vamos conferir.

z Processo ou Tarefa

É um programa em execução, que, em determinado instante, está em um determinado


estado de processamento na CPU:

„ Executando: usando a CPU para executar as instruções do programa;


„ Bloqueado: aguardando recursos que não estão na CPU e são indisponíveis no momento;
„ Ativo: aguardando apenas a CPU para executar.

O processo tem duas propriedades importantes: o resultado do processo independe da


velocidade do processamento, e, se o processo for repetido com os mesmos dados, apresenta-
rá o mesmo resultado. Esta previsibilidade é uma das características primitivas dos sistemas
computacionais, conforme observado na evolução dos dispositivos.
Quando o processo está na “fila”, ele recebe um indicador de prioridade. Quanto maior a
prioridade, mais importante ele será para a execução. Quanto menor a prioridade, menos
importante ele será.
Vamos a um exemplo prático, para melhor compreensão.
Ao editar um documento no Microsoft Word com muitas páginas e acionar o comando
“salvar”, a tela pode “congelar” por um instante; pode até aparecer a mensagem “não está
respondendo” na barra de títulos do editor de textos. O que aconteceu? O processo para a
gravação dos dados em disco recebeu um indicador de alta prioridade e o processo de atuali-
zação da exibição da tela do documento recebeu um indicador de baixa prioridade.
Portanto, enquanto a gravação não for finalizada, a tela não será atualizada. Se ambos os
processos tivessem a mesma prioridade, a atualização da tela ocorreria de forma concor-
rente à gravação dos dados. Se houver uma queda de energia durante a execução, a tela não
seria atualizada e o arquivo não seria gravado. Com prioridades diferentes, a gravação se
torna mais importante e precisa ser realizada o mais rápido possível, para fugir dos eventos
não previsíveis, como a queda de energia.
54
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Quando um sistema é classificado como multitarefa ou multiusuário, está indicando que
ele é capaz de executar vários processos ou tarefas para um ou mais usuários simultanea-
mente. O sistema é capaz de gerenciar tudo que estiver sendo processado, sem que ocorra
erro na entrada ou saída dos dados.
Os controladores existentes no hardware (gerador de clock, chipset, unidade de controle)
irão garantir que os bits não ocupem o mesmo espaço simultaneamente. Se lembrarmos que
os bits são sinais elétricos, caso estes ocupassem o mesmo espaço, ocorreria um curto-circuito.
Esses conceitos se aplicam aos dispositivos computacionais que seguem a arquitetura de
von Neumann. Não se aplicam aos computadores quânticos, que utilizam de princípios da
mecânica quântica para o armazenamento de “qubits”, que está um pouco distante dos lares
dos usuários.
O sistema operacional multiusuário permite acesso simultâneo ao computador por meio
de duas ou mais entradas de terminais. Assim, poderá ocorrer divisão de tempo de processa-
mento para cada uma das entradas conectadas.

z Multiprogramação

Indica que o sistema é capaz de reduzir os períodos de inatividade da CPU e, consequente-


mente, aumentar a eficiência de uso do sistema como um todo.
O nível de multiprogramação presente em um sistema é classificado como integral ou
serial. A multiprogramação é denominada integral quando mais de um processo se encontra
em execução em dado instante no processador. É otimizada para os processadores da atuali-
dade que possuem vários núcleos em apenas um componente.
A programação serial é aquela onde apenas um processo se encontra em execução a cada
instante. Como a maioria dos computadores apresentava apenas uma CPU, a multiprograma-
ção serial é encontrada com mais frequência nos aplicativos, por questões de compatibilidade.

z Multiprocessamento

É uma propriedade que identifica o sistema operacional que consegue distribuir a exe-
cução em vários núcleos do processador, apesar de compartilharem uma memória. Vários
processos serão executados paralelamente pelos núcleos do processador, e, ao final do tempo
de execução, os resultados serão combinados e apresentados como um só para o usuário.

z Interpretador de Comandos (Shell)

É um processo que provê a interface do usuário com o sistema operacional. Ele efetua a
leitura do teclado/mouse à espera de comandos, interpreta-os e passa seus parâmetros para
o sistema operacional.
INFORMÁTICA

Atualmente, os sistemas oferecem a interface gráfica como a principal interface para o


usuário.
Serviços como login/logout, manipulação de arquivos e execução de programas são alguns
exemplos de atividades realizadas no interpretador de comandos.

55
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Chamadas de Sistema (System Calls)

Elas constituem a interface entre os programas e o sistema operacional. São funções que
podem ser ligadas com aplicativos, provendo serviços como leitura do clock, operações de
entrada/saída, comunicação interprocessos etc.

Dica
Todo sistema operacional é multitarefa, multiusuário e multiprocessamento.

PACOTE LIBREOFFICE 7.5 OU SUPERIOR E OFFICE 365 EDUCAÇÃO

Um pacote de aplicativos para escritório é, sem dúvida, um dos mais úteis aplicativos que
um computador pode ter instalado. Independentemente do perfil de utilização do usuário,
alguns dos aplicativos disponíveis em um pacote como o Microsoft Office atendem a diferen-
tes tarefas cotidianas, das mais simples até as mais complexas.
A Microsoft chama o pacote Office de “suíte de produtividade” e tem como “concorrente”
o LibreOffice.
O Microsoft Office tem alguns aplicativos que trocaram de nome ao longo do tempo. Atual-
mente, está na versão Office 365, que disponibiliza recursos via internet (computação nas
nuvens), com armazenamento de arquivos no Microsoft OneDrive.
Serviços adicionais de comunicação, como o Microsoft Outlook e o Microsoft Teams, fazem
parte do pacote Microsoft Office 365.

PROGRAMAS MICROSOFT OFFICE LIBREOFFICE


Editor de textos Microsoft Word LibreOffice Writer
Planilhas de cálculos Microsoft Excel LibreOffice Calc
Apresentações de slides Microsoft PowerPoint LibreOffice Impress

As extensões dos arquivos editáveis produzidos pelos pacotes de produtividade são apre-
sentadas na tabela a seguir.

EXTENSÕES DE ARQUIVOS MICROSOFT OFFICE LIBREOFFICE


Editor de textos DOCX ODT
Planilhas de cálculos XLSX ODS
Apresentações de slides PPTX ODP

As extensões do Microsoft Office, para arquivos editáveis, terminam em X, em referên-


cia ao conteúdo formatado com XML, que foi introduzido na versão 2007. As extensões do
LibreOffice iniciam com OD, em referência ao Open Document, do Open Office.

56
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
MICROSOFT OFFICE

Office 2003 Office 2007 Office 365

Até a versão 2003, os arquivos produzidos pelo Microsoft Office eram identificados com
extensões de três letras, como DOC, XLS e PPT. Algumas questões de concursos ainda apresen-
tam essas extensões nas alternativas das questões.
Na versão 2007, o padrão XML (eXtensible Markup Language) foi implementado para ofe-
recer portabilidade aos documentos produzidos. As extensões dos arquivos passaram a ser
identificadas com quatro letras, como DOCX, XLSX e PPTX.
Com o avanço dos recursos de computação na nuvem, o Office foi disponibilizado na versão
on-line, que, posteriormente, foi chamada 365, sendo a versão atual do pacote.
Com um novo formato de licenciamento, com assinaturas mensais e anuais em lugar da ven-
da de licenças de uso, a instalação do Office 365 no computador disponibiliza a última versão
do pacote para escritórios.
Do ponto de vista prático, qual versão do Microsoft Office usar ou estudar?
Para algumas bancas, você deve ter a última versão disponível. Elas questionam as novi-
dades das últimas versões disponíveis. Já outras questionam sobre uma versão indiferente. O
mais importante será o conceito envolvido e sua aplicação na formatação de arquivos.

LIBREOFFICE

Open Office BrOffice LibreOffice

O pacote Star Office deu origem ao Open Office, com código aberto, livre e gratuito. O for-
mato de arquivo (ODF — Open Document Format) é usado para os arquivos produzidos, como
ODT (text — documento de texto), ODS (sheet — planilha de cálculos) e ODP (presentation —
apresentação de slides).
O projeto [Link] desenvolveu e ofereceu o pacote com recursos especificamente úteis
para os brasileiros. É comum ver essa informação no conteúdo programático dos editais de
concursos, além de nas questões que já foram aplicadas pelas bancas.
O LibreOffice é o pacote atual, disponível para download e instalação em diversas plata-
formas. Está na versão 7 (dezembro de 2020) e conta com recursos semelhantes aos das ver-
sões anteriores, com uma interface redesenhada (clean), seguindo a tendência minimalista
de outras aplicações (site Google, ícones do Microsoft Office, ícones de aplicativos no smart-
phone etc.).
Do ponto de vista prático, qual versão do LibreOffice usar ou estudar?
Para concursos de algumas bancas, você deverá ter a última versão disponível. No site do
INFORMÁTICA

LibreOffice, você poderá fazer o download gratuito. Para outras bancas organizadoras, no
entanto, é recomendável verificar se o edital pede uma versão específica (como LibreOffice
5) ou se pede várias versões (LibreOffice 5 ou superior).
Se for uma versão específica, serão questionados ícones e atalhos de teclado apenas dela.
Se for uma versão específica com o “ou superior” complementando, então serão questiona-
dos os recursos válidos para todas as versões (você poderá usar a última versão disponível
para estudos).
57
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Grande parte das questões de concursos públicos procuram questionar as diferenças entre
os aplicativos. Questiona-se, por exemplo, a respeito de um recurso que é acionado com um
atalho de teclado no Microsoft Word, mas que, no LibreOffice Writer, tem um atalho de tecla-
do diferente.

CONCEITOS E COMANDOS DE EDITOR DE TEXTOS

WORD

Estrutura Básica dos Documentos

Os documentos produzidos com o editor de textos Microsoft Word têm a seguinte estrutu-
ra básica:

z documentos — arquivos DOCX criados pelo Microsoft Word 2007 e superiores. Os documen-
tos são arquivos editáveis pelo usuário, que podem ser compartilhados com outros usuários
para edição colaborativa;
z os modelos (template), com extensão DOTX, contêm formatações que serão aplicadas
aos novos documentos criados a partir deles. O modelo é usado para a padronização de
documentos;
z o modelo padrão do Word é [Link] (Document Template Macros — modelo de
documento com macros). As macros são códigos desenvolvidos em Visual Basic for Appli-
cations (VBA) para a automatização de tarefas.
z páginas — unidades de organização do texto, segundo a orientação, o tamanho do papel e
as margens. As principais definições estão na guia “Layout”, mas você também encontrará
algumas definições na guia “Design”;
z seção — divisão de formatação do documento em que cada parte tem a sua configura-
ção. Sempre que forem usadas configurações diferentes, como margens, colunas, tamanho
da página, orientação, cabeçalhos, numeração de páginas, entre outras, as seções serão
usadas;
z parágrafos — formados por palavras e marcas de formatação. Finalizados com Enter, con-
têm formatação independente do parágrafo anterior e do parágrafo seguinte;
z linhas — sequência de palavras que pode ser um parágrafo, ocupando uma linha de tex-
to. Se for finalizada com “Quebra de Linha”, a configuração atual permanece na próxima
linha;
z palavras — formadas por letras, números, símbolos, caracteres de formatação etc.

Os arquivos produzidos nas versões anteriores do Word são abertos e editados nas versões
atuais. Arquivos de formato DOC são abertos em “Modo de Compatibilidade”, com alguns
recursos suspensos. Para usar todos os recursos da versão atual, você deverá “Salvar como”
(tecla de atalho F12) no formato DOCX.
Os arquivos produzidos no formato DOCX poderão ser editados pelas versões antigas do
Office, desde que se instale um pacote de compatibilidade, disponível para download no site
da Microsoft.
58
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Os arquivos produzidos pelo Microsoft Office podem ser gravados no formato PDF. O Micro-
soft Word, desde a versão 2013, conta com o recurso “Refuse PDF”, que permite editar um
arquivo PDF como se fosse um documento do Word.
O Microsoft Word pode gravar o documento no formato ODT, do LibreOffice, assim como
é capaz de editar documentos produzidos no outro pacote de aplicativos.
Durante a edição de um documento, o Microsoft Word:

z faz a gravação automática dos dados editados enquanto o arquivo não tem um nome ou
local de armazenamento definidos. Depois, se necessário, o usuário poderá “Recuperar
documentos não salvos”;
z faz a gravação automática de autorrecuperação dos arquivos em edição que tenham nome
e local definidos, permitindo recuperar as alterações que não tenham sido salvas;
z as versões do Office 365 oferecem o recurso de “Salvamento automático”, associado à con-
ta Microsoft, para armazenamento na nuvem Microsoft OneDrive. Como na versão on-li-
ne, a cada alteração o salvamento será realizado.

O formato de documento RTF (Rich Text Format) é padrão do acessório do Windows cha-
mado WordPad, e, por ser portável, também poderá ser editado pelo Microsoft Word.
Em questões sobre pacotes de aplicativos nas provas elaboradas por algumas bancas,
extensões de arquivos são amplamente questionadas.
Ao iniciar a edição de um documento, o modo de exibição selecionado na guia Exibir
é “Layout de Impressão”. O documento será mostrado na tela da mesma forma que será
impresso no papel.
O Modo de Leitura permite visualizar o documento sem outras distrações, como a Faixa
de Opções com os ícones. Nesse modo, parecido com Tela Inteira, a barra de título continua
sendo exibida.
O modo de exibição “Layout da Web” é usado para visualizar o documento como ele seria
exibido se estivesse publicado na internet como página web.
Em “Estrutura de Tópicos”, apenas os estilos de títulos serão mostrados, auxiliando na
organização dos blocos de conteúdo.
O modo “Rascunho”, que antes era modo “Normal”, exibe o conteúdo de texto do docu-
mento sem os elementos gráficos (imagens, cabeçalho, rodapé) existentes nele.
Os modos de exibição estão na guia “Exibir”, que faz parte da Faixa de Opções. Ela é o prin-
cipal elemento da interface do Microsoft Office.

Acesso Rápido Guia Atual Item com Listagem Guias ou Abas


INFORMÁTICA

Caixa de Diálogo do Grupo Grupo Ícone com Opções

Faixa de opções do Microsoft Word.

59
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Para mostrar ou ocultar a Faixa de Opções, o atalho de teclado Ctrl + F1 poderá ser aciona-
do. Na versão 2007, ela era fixa e não podia ser ocultada. Atualmente, ela pode ser recolhida
ou exibida, de acordo com a preferência do usuário.
A Faixa de Opções contém guias, que organizam os ícones em grupos.

GUIA GRUPO ITEM ÍCONE

Recortar

Copiar
Área de Transferência
Colar

Página Inicial Pincel de Formatação


Nome da fonte Calibri (Corp
Tamanho da fonte
Fonte
Aumentar fonte

Diminuir fonte

Folha de Rosto

Páginas Página em Branco

Quebra de Página

Inserir Tabelas Tabela

Imagem

Ilustrações Imagens Online

Formas

Importante!
Algumas bancas organizadoras não costumam utilizar imagens em suas provas. Elas prio-
rizam o conhecimento do candidato acerca dos conceitos dos softwares. Já outras ban-
cas priorizam o conhecimento do candidato acerca do uso dos recursos para a produção
de arquivos (parte prática dos programas).

As guias têm uma organização lógica, sequencial, das tarefas que serão realizadas no
documento, desde o início até a visualização do resultado final.

60
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
BOTÃO/
DICA
GUIA
Arquivo Comandos para o documento atual. Salvar, Salvar como, Imprimir, Salvar e enviar
Página Tarefas iniciais. O início do documento, acesso à Área de Transferência, formatação
Inicial de fontes, parágrafos. Formatação do conteúdo da página
Tarefas secundárias. Adicionar um objeto que ainda não existe no documento. Tabe-
Inserir
la, Ilustrações, Instantâneos
Layout da Configuração da página. Formatação global do documento, formatação da página
Página
Design Reúne formatação da página e plano de fundo
Referências Índices e acessórios. Notas de rodapé, notas de fim, índices, sumários etc.
Correspon- Mala direta. Cartas, envelopes, etiquetas, e-mails e diretório de contatos
dências
Correção do documento. Ortografia e gramática, idioma, controle de alterações,
Revisão
comentários, comparar, proteger etc.
Exibir Visualização. Podemos ver o resultado de nosso trabalho

Edição e Formatação de Textos

A edição e formatação de textos consiste em aplicar estilos, efeitos e temas tanto nas fontes
como nos parágrafos e nas páginas.
Os estilos fornecem configurações padronizadas para serem aplicadas aos parágrafos.
Essas formatações envolvem as definições de fontes e parágrafos, sendo úteis para a criação
dos índices ao final da edição do documento. Os índices são gerenciados através das opções
da guia Referências.
No Microsoft Word, estão disponíveis na guia Página Inicial, e, no LibreOffice Writer, no
menu Estilos.
Com a ferramenta Pincel de Formatação, o usuário poderá copiar a formatação de um
local e aplicar em outro local no mesmo documento ou em outro arquivo aberto. Para usar
a ferramenta, selecione o “modelo de formatação no texto”, clique no ícone da guia Página
Inicial e clique no local onde deseja aplicar a formatação.
O conteúdo não será copiado, somente a formatação.
Se efetuar duplo clique no ícone, você poderá aplicar a formatação em vários locais até
pressionar a tecla Esc ou iniciar uma digitação.

Seleção

Através do teclado e do mouse, como no sistema operacional, podemos selecionar pala-


INFORMÁTICA

vras, linhas, parágrafos e até o documento inteiro.

MOUSE TECLADO AÇÃO SELEÇÃO


– Ctrl + T Selecionar tudo Seleciona o documento
Botão principal – Um clique na palavra Posiciona o cursor

61
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
MOUSE TECLADO AÇÃO SELEÇÃO
Botão principal – Dois cliques na palavra Seleciona a palavra
Botão principal – Três cliques na palavra Seleciona o parágrafo
Botão principal – Um clique na margem Seleciona a linha
Botão principal – Dois cliques na margem Seleciona o parágrafo
Botão principal – 3 cliques na margem Seleciona o documento
Seleciona até o início da
– Shift + Home Selecionar até o início
linha
Seleciona até o final da
– Shift + End Selecionar até o final
linha
Seleciona até o início
– Ctrl + Shift + Home Selecionar até o início
do documento
Seleciona até o final do
– Ctrl + Shift + End Selecionar até o final
documento
Botão principal Ctrl Seleção individual Palavra por palavra
Seleção de um ponto
Botão principal Shift Seleção-Bloco
até outro local
Botão principal
Ctrl + Alt Seleção-Bloco Seleção vertical
pressionado
Botão principal Seleção vertical, inician-
Alt Seleção-Bloco
pressionado do no local do cursor

Teclas de atalhos e seleção com mouse são importantes tanto nos concursos como no dia a
dia. Experimente praticar no computador. No Microsoft Word, se você digitar =rand(10,30)
no início de um documento em branco, ele criará um texto “aleatório” com 10 parágrafos de
30 frases em cada um. Agora, você pode praticar à vontade.

Edição e Formatação de Fontes

As fontes são arquivos True Type Font (.TTF) gravadas na pasta Fontes do Windows. Elas
aparecem para todos os programas do computador.
Nomes de fontes como Calibri (fonte-padrão do Word 2019), Arial, Times New Roman,
Courier New e Verdana são os mais comuns. Atalho de teclado para formatar a fonte: Ctrl +
Shift + F.
A caixa de diálogo Formatar Fonte poderá ser acionada com o atalho Ctrl + D.
Ao lado, um número indica o tamanho da fonte: 8, 9, 10, 11, 12, 14 e assim sucessivamente.
Se quiser, digite o valor específico para o tamanho da letra.
Atalhos de teclado: pressione Ctrl + Shift + P para mudar o tamanho da fonte pelo atalho.
Diretamente pelo teclado, pressione Ctrl + Shift + < para diminuir a fonte e Ctrl + Shift + > para
aumentar o tamanho da fonte.
Estilos são formatos que modificam a aparência do texto, como negrito (atalho Ctrl + N),
itálico (atalho Ctrl + I) e sublinhado (atalho Ctrl + S).

62
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Já os efeitos modificam a fonte em si, como texto tachado (risco simples sobre as palavras),
subscrito (como na fórmula H2O — atalho Ctrl + igual) e sobrescrito (como em km2 — atalho
Ctrl + Shift + mais).
A diferença entre estilos e efeitos é que os estilos podem ser combinados, como negrito-i-
tálico, itálico-sublinhado, negrito-sublinhado ou negrito-itálico-sublinhado, enquanto os
efeitos são concorrentes entre si.
“Concorrentes entre si” significa que o usuário escolhe o efeito tachado ou tachado duplo,
nunca os dois simultaneamente. O mesmo para os efeitos TODAS MAIÚSCULAS, versalete,
sobrescrito e subscrito.
Sombra é um efeito independente, que pode ser combinado com outros. Já as opções de
efeitos Contorno, Relevo e Baixo Relevo não, devem ser individuais.
Por fim, temos o sublinhado. Ele é um estilo simples, mas se comporta como efeito den-
tro de si mesmo. Temos, então, sublinhado simples, sublinhado duplo, tracejado, pontilhado,
somente palavras (sem considerar os espaços entre as palavras) etc. São os estilos de subli-
nhado, que se comportam como efeitos.

Edição e Formatação de Parágrafos

Os parágrafos são estruturas do texto que são finalizadas com Enter.


Um parágrafo poderá ter diferentes formatações. Confira:

z Marcadores: símbolos no início dos parágrafos;


z Numeração: números, ou algarismos romanos, ou letras, no início dos parágrafos;
z Aumentar recuo: aumentar a distância do texto em relação à margem;
z Diminuir recuo: diminuir a distância do texto em relação à margem;
z Alinhamento: posicionamento em relação às margens esquerda e direita. São quatro ali-
nhamentos disponíveis:

„ esquerda;
„ centralizado;
„ direita; e
„ justificado.

z Espaçamento entre linhas: distância entre as linhas dentro do parágrafo;


z Espaçamento antes: distância do parágrafo em relação ao anterior;
z Espaçamento depois: distância do parágrafo em relação ao seguinte;
z Sombreamento: preenchimento atrás do parágrafo;
z Bordas: linhas ao redor do parágrafo.
INFORMÁTICA

Recuo especial de primeira linha — apenas a primeira linha será deslocada em


relação à margem esquerda
Margem esquerda Margem direita

2 2 4 6 8 10 12 14 16

Recuo deslocamento — as linhas serão


Recuo esquerda — todas as linhas deslocadas em relação à margem esquerda,
serão deslocadas em relação à margem exceto a primeira linha Recuo direito — todas as linhas serão deslocadas
esquerda em relação à
margem direita

Recuos de parágrafo (nos símbolos da régua). 63


Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Nos editores de textos, recursos que conhecemos no dia a dia têm nomes específicos. Con-
fira alguns exemplos:

z Recuo: distância do texto em relação à margem;


z Realce: marca-texto, preenchimento do fundo das palavras;
z Sombreamento: preenchimento do fundo dos parágrafos;
z Folha de rosto: primeira página do documento, capa;
z SmartArt: diagramas, representação visual de dados textuais;
z Orientação: posição da página, que poderá ser Retrato ou Paisagem;
z Quebras: são divisões de linha, parágrafo, colunas ou páginas;
z Sumário: índice principal do documento.

Muitos recursos de formatação não são impressos no papel, mas estão no documento. Para
visualizar os caracteres não imprimíveis e controlar melhor o documento, você pode acionar
o atalho de teclado Ctrl + * (Mostrar tudo).

CARACTERES NÃO IMPRIMÍVEIS NO EDITOR MICROSOFT WORD


Tecla(s) Ícone Ação Visualização
Quebra de parágrafo — muda de pará-
Enter –
grafo e pode mudar a formatação
Quebra de linha — muda de linha e
Shift + Enter –
mantém a formatação atual
Quebra de página — muda de página,
no local atual do cursor. Disponível na
Ctrl + Enter ou
guia Inserir, grupo Páginas, ícone Que- Quebra de página
Ctrl + Return
bra de Página, e na guia Layout, grupo
Configurar Página, ícone Quebras
Quebra de coluna — indica que o tex-
Ctrl + Shift + to continua na próxima coluna. Dispo-
Quebra de coluna
Enter nível na guia Layout, grupo Configurar
Página, ícone Quebras
Separador de estilo — usado para mo-
Ctrl + Alt + Enter –
dificar o estilo no documento
Insere uma marca de tabulação (1,25
TAB – cm). Se estiver no início de um texto,
aumenta o recuo

– – Fim de célula, linha ou tabela

Espaço – Espaço em branco


Ctrl + Shift +
– Espaço em branco não separável
Espaço
Texto oculto (definido na caixa Fonte, abc
– –
Ctrl + D)
– – Hifens opcionais

– – Âncoras de objetos

64
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
CARACTERES NÃO IMPRIMÍVEIS NO EDITOR MICROSOFT WORD
Tecla(s) Ícone Ação Visualização

– – Selecionar toda a tabela

– – Campos atualizáveis pelo Word

Tabelas

As tabelas são estruturas de organização muito utilizadas para um leiaute adequado do tex-
to, semelhante a colunas, com a vantagem de que não criam seções exclusivas de formatação.
As tabelas seguem as mesmas definições de uma planilha de Excel, ou seja, têm linhas e
colunas e são formadas por células, que poderão conter também fórmulas simples.
Ao inserir uma tabela, seja ela vazia, a partir de um desenho livre, ou convertida a partir
de um texto, uma planilha de Excel ou um dos modelos disponíveis, será apresentada a barra
de ferramentas adicional na Faixa de Opções.
Um texto poderá ser convertido em tabela e voltar a ser um texto se tiver os seguintes
marcadores de formatação: ponto e vírgula, tabulação, Enter (parágrafo) ou outro específico.
Algumas operações são exclusivas das tabelas, como Mesclar Células (para unir célu-
las adjacentes em uma única), Dividir Células (para dividir uma ou mais células em várias
outras) e alinhamento do texto combinando elementos horizontais tradicionais (esquerda,
centro e direita) com verticais (topo, meio e base).
O editor de textos Microsoft Word oferece ferramentas para manipulação dos textos orga-
nizados em tabelas.
O usuário poderá organizar as células nas linhas e colunas da tabela, mesclar (juntar), divi-
dir (separar), visualizar as linhas de grade, ocultar as linhas de grade, entre outras opções.
Caso a tabela avance em várias páginas, temos a opção Repetir Linhas de Cabeçalho, atri-
buindo, no início da tabela da próxima página, a mesma linha de cabeçalho que foi usada na
tabela da página anterior.
As tabelas do Word têm algumas características que são diferentes daquelas das tabelas do
Excel. Geralmente, esses itens são aqueles questionados em provas de concursos.
Por exemplo, no Word, quando o usuário está digitando em uma célula, ocorrerá mudança
automática de linha se o cursor for posicionado embaixo. No Excel, o conteúdo “extrapola”
os limites da célula; diante disso, é preciso alterar as configurações na planilha ou a largura
da coluna manualmente.
Confira, na tabela a seguir, algumas das diferenças do Word para o Excel.

WORD EXCEL
INFORMÁTICA

Somente o conteúdo da primeira


Tabela, Mesclar Todos os conteúdos são mantidos
célula será mantido
Em inglês, com referências direcio- Em português, com referências
Tabela, Fórmulas
nais =SUM(ABOVE) posicionais =SOMA(A1:A5)
Recalcula automaticamente e ma-
Tabelas, Fórmulas Não recalcula automaticamente
nualmente (F9)
65
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
WORD EXCEL
Tachado Texto Não tem atalho de teclado Atalho: Ctrl + 5
Quebra de linha
Shift + Enter Alt + Enter
manual
Pincel de Copia apenas a primeira formata- Copia várias formatações
Formatação ção da origem diferentes
Duplica a informação da célula
Ctrl + D Caixa de diálogo Fonte
acima
Ctrl + E Centralizar Preenchimento Relâmpago
Ctrl + G Alinhar à direita (parágrafo) Ir para...
Duplica a informação da célula à
Ctrl + R Repetir o último comando
esquerda
Atualizar os campos de uma mala
F9 Atualizar o resultado das fórmulas
direta
F11 – Inserir gráfico
Finaliza a entrada na célula e man-
Ctrl + Enter Quebra de página manual
tém o cursor na célula atual
Alt + Enter Repetir digitação Quebra de linha manual
Finaliza a entrada na célula e posi-
Shift + Enter Quebra de linha manual ciona o cursor na célula acima da
atual, se houver
Alternar entre maiúsculas e
Shift + F3 Inserir função
minúsculas

Índices

Basicamente, é todo o conjunto disponível na guia Referências.


Os índices podem ser construídos a partir dos estilos usados na formatação do texto ou
posteriormente, através da adição de itens de forma manual.

z Sumário: principal índice do documento;


z Notas de rodapé: inseridas no final de cada página, não formam um índice, mas ajudam
na identificação de citações e expressões;
z Notas de fim: inseridas no final do documento, semelhante às notas de rodapé;
z Citações e bibliografia: permite a criação de índices com as citações encontradas no tex-
to, além das referências bibliográficas segundo os estilos padronizados;
z Legendas: inseridas após os objetos gráficos (ilustrações e tabelas), podem ser usadas para
criação de um Índice de Ilustrações;
z Índice: para marcação manual das entradas do índice;
z Índice de autoridades: formato próprio de citação, disponível na guia Referências.

Os índices serão criados a partir dos estilos utilizados durante o texto, como Título 1, Títu-
lo 2, e assim por diante. Se não forem usados, posteriormente o usuário poderá “Adicionar

66
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Texto” no índice principal (Sumário), Marcar Entrada (para inserir um índice) e até remover
depois de inserido.
Os índices suportam Referências Cruzadas, que permitem ao usuário navegar entre os
links do documento de forma semelhante ao realizado no documento na web. Ao clicar em
um link, o usuário vai para o local escolhido. Ao clicar no local, retorna para o local de origem.

Importante!
A guia Referências é uma das opções mais questionadas em concursos públicos por dois
motivos: envolve conceitos de formatação do documento exclusivos do Microsoft Word
e é utilizada pelos estudantes na formatação de TCCs (trabalhos de conclusão de curso).

Ortografia e Gramática

Tanto o Microsoft Word quanto o LibreOffice Writer têm ferramentas robustas para corre-
ção ortográfica e gramatical.
No Word, a correção é feita em tempo real, sublinhando palavras e frases que podem con-
ter erros ortográficos ou gramaticais. O usuário pode personalizar o dicionário, adicionando
termos específicos ou ignorando palavras que não necessitam de correção.
Já o Writer também oferece correção automática, mas com o diferencial de permitir a ins-
talação de dicionários adicionais, facilitando a verificação em múltiplos idiomas.

Desenhos e Cliparts

Ambos os editores suportam a inserção de elementos gráficos, como desenhos, formas


e cliparts, que enriquecem visualmente os documentos. O Word disponibiliza uma galeria
extensa de cliparts e formas predefinidas, além de permitir a criação de desenhos personali-
zados diretamente na interface.
O Writer, por sua vez, permite a inserção de imagens e a criação de formas e também ofe-
rece uma galeria de imagens e cliparts. No entanto, a integração de imagens externas pode
exigir o ajuste manual da formatação para garantir a compatibilidade.

Proteção de Documentos

A proteção de documentos é essencial para garantir a integridade e a confidencialidade


das informações.
No Word, os usuários podem proteger documentos com senhas, limitar edições ou permi-
tir apenas a leitura. Ele também oferece a opção de marcar documentos como finais, preve-
nindo alterações acidentais.
INFORMÁTICA

O Writer fornece funcionalidades similares, com a capacidade de proteger documentos


por senha, restringir alterações e até criptografar o arquivo para maior segurança.

67
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
LIBREOFFICE WRITER

A interface da versão 6 é mais “leve” que a interface da versão 5. O fundo cinza escuro deu
lugar a um fundo cinza claro, com redesenho dos ícones, ficando mais parecido com o Word
2016.
A versão 7 adaptou alguns ícones para o padrão Português Brasil (antes, o negrito era B;
agora, é N).
O LibreOffice Writer é integrado com os demais programas do pacote, permitindo a inser-
ção de fórmulas avançadas de cálculos do LibreOffice Calc em uma tabela do documento de
textos, por exemplo.
O LibreOffice Writer grava documentos com a extensão ODT, mas também poderá gravar
em outros formatos, como DOCX, RTF, TXT e PDF. Os formatos que são gravados pelo progra-
ma também poderão ser abertos por ele.

Importante!
O que é possível fazer no Word, é possível fazer no Writer. Quase tudo tem correspondente
entre os aplicativos. Alguns atalhos de teclado são diferentes, assim como os nomes de
alguns comandos, mas a maioria dos itens é igual.

O botão é usado para fazer a verificação ortográfica (atalho F7). Para realizar a auto-
verificação ortográfica, o atalho é Shift + F7. A autoverificação ortográfica é para correção
automática de todos os erros do documento segundo as configurações predeterminadas pelo
editor de textos Writer.
O recurso de Ortografia e Gramática, acionado pela tecla F7, permite identificar erros de
ortografia (uma palavra de cada vez, sublinhado ondulado vermelho) ou gramática (várias
palavras, sublinhado ondulado verde).
Já a autocorreção é um recurso diferente, que permite substituir erros comuns, como a
ausência de maiúscula no início de uma frase, e corrigir o uso acidental da tecla CapsLock
(invertendo a digitação entre maiúscula e minúscula), a acentuação na palavra “não” (quan-
do digitamos “naõ”) e, principalmente, a substituição de símbolos por palavras, definidos
pelo usuário, no menu Ferramentas, Opções de Autocorreção.

Estrutura Básica dos Documentos

Os documentos do LibreOffice Writer têm a seguinte estrutura básica, semelhante aos con-
ceitos do Microsoft Word:

z Documentos: arquivos ODT (Open Document Text). Os documentos são arquivos editáveis
pelo usuário. Os modelos, com extensão OTT (Open Template Text), contêm formatações
que serão aplicadas aos novos documentos criados a partir deles;
z Páginas: unidades de organização do texto, segundo o tamanho do papel e margens. Defi-
nições estão no menu Formatar, item Estilo da Página..., guia Página;

68
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Seção: divisão de formatação do documento, em que cada parte tem a sua configuração.
Sempre que forem usadas configurações diferentes, como margens, colunas, tamanho etc.,
as seções serão usadas. Disponível no menu Inserir, item Seção...;
z Parágrafos: formados por palavras e marcas de formatação. Finalizados com Enter, con-
têm formatação independente do parágrafo anterior e do parágrafo seguinte;
z Linhas: sequências de palavras que podem ser um parágrafo, ocupando uma linha de
texto. Se forem finalizadas com Quebra de Linha, a configuração de formatação atual per-
manece na próxima linha;
z Palavras: formadas por letras, números, símbolos, caracteres de formatação etc. Podemos
definir a formatação do texto no menu Formatar, item Texto (nas versões anteriores, era
Caractere). Além disso, podemos escolher em Texto. A novidade na versão 5 é que o menu
Texto já exibe, na lista, todos os estilos e efeitos disponíveis no editor.

Edição e Formatação de Textos

A edição e formatação de textos consiste em aplicar estilos, efeitos e temas tanto nas fontes
como nos parágrafos e nas páginas. O LibreOffice Writer tem todos esses recursos, como o
Microsoft Word.
A seguir, conheça alguns exemplos. Cada texto contém a explicação sobre o efeito ou estilo
ou configuração aplicados.

z Edição e Formatação de Fontes


INFORMÁTICA

As fontes são arquivos True Type Font (.TTF) gravadas na pasta Fontes do Windows. Elas
aparecem para todos os programas do computador.
Nomes de fontes como Liberation Serif (fonte padrão do Writer 7), Arial, Times New
Roman, Courier New e Verdana são os mais comuns.
Ao lado do nome da fonte, um número indica o tamanho da fonte: 8, 9, 10, 11, 12, 14 e
assim sucessivamente. Se quiser, digite o valor específico que deseja.
69
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Maiúsculas e Minúsculas são chamadas de “Circular Caixa”. Pressione Shift + F3 para alter-
nar pelo teclado.
As formatações de fontes e parágrafos podem ser removidas pelo ícone “Limpar formata-
ção Direta” (Ctrl + M), disponível na barra de formatação de Caracteres:
Na sequência, temos os estilos e efeitos de textos.
Assim como no Microsoft Word, os estilos podem ser combinados e os efeitos são concor-
rentes entre si. Diferem nos atalhos de teclado (em inglês) e no nome de alguns recursos.
Estilos são formatos que modificam a aparência do texto, como negrito (atalho de teclado
Ctrl + B — bold), itálico (atalho de teclado Ctrl + I), sublinhado (atalho de teclado Ctrl + U —
underline) e sublinhado duplo (atalho de teclado Ctrl + D — double).
Já os efeitos modificam a fonte em si, como texto tachado (riscado simples sobre as pala-
vras), subscrito (como na fórmula H2O — atalho de teclado Ctrl + Shift + B) e sobrescrito
(como em km2 — atalho de teclado Ctrl + Shift + P).
O LibreOffice Writer faz o mesmo que o Microsoft Word, mas com comandos diferentes e
atalhos de teclado de palavras em inglês.
Ademais, o LibreOffice Writer tem algumas opções diferenciadas em relação ao Word. No
Writer, acesse o menu Formatar, Texto.
Confira, na tabela a seguir, alguns exemplos comparativos entre o Writer e o Word.

ATALHO
ATALHO WORD RESULTADO
WRITER

Negrito Ctrl + N Ctrl + B (bold) Exemplo de Texto

Itálico Ctrl + I Ctrl + I (italic) Exemplo de Texto

Sublinhado Ctrl + U
Ctrl + S Exemplo de Texto
(simples) (underline)
Ctrl + D
Sublinhado duplo — Ctrl + Shift + D — Exemplo de Texto
(double)

Tachado (simples) — — Exemplo de Texto

Tachado duplo Fonte (Ctrl + D) Formatar, Texto Exemplo de Texto

Sobrelinha — — — Exemplo de Texto


Exemplo de TextoExemplo de
Sobrescrito Ctrl + Shift + mais Ctrl + Shift + P Texto

Exemplo de TextoExemplo de
Subscrito Ctrl + igual Ctrl + Shift + B
Texto

Aumentar tamanho Ctrl + Shift + ponto Ctrl + ] Exemplo de texto

Ctrl + Shift +
Diminuir tamanho Ctrl + [ Exemplo de texto
vírgula

Maiúsculas — — — EXEMPLO DE TEXTO

Minúsculas — — — exemplo de texto

70
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
ATALHO
ATALHO WORD RESULTADO
WRITER
Alternar (Circular
Shift + F3 — Shift + F3 Exemplo de Texto
Caixa)

Versalete — Ctrl + Shift + K — Exemplo De Texto

Limpar formatação — Ctrl + M —

Cor da fonte — — Exemplo de Texto

Realce de texto — — Exemplo de Texto

Os atalhos de teclado usados no LibreOffice Writer para alinhamento de parágrafos são:


Ctrl + L (left = esquerda), Ctrl + E (centralizado), Ctrl + R (right = direita) e Ctrl + J (justificado).

Atalhos de Teclado dos Editores de Textos

Uma dúvida muito comum entre os candidatos que prestam provas de concursos públicos
está relacionada com os atalhos de teclado. Afinal, qual é a lógica que existe por trás dessas
combinações de teclas?
Os atalhos de teclado do Microsoft Office são próprios e em português. No LibreOffice,
como em aplicações na internet (colocamos a opção do Google Documentos), os atalhos são
em inglês.
Alguns atalhos não têm exatamente a mesma inicial do comando por estarem sendo usa-
dos em outra situação. Vejamos, por exemplo, Centralizado, do inglês “center”. A letra “C” já
está sendo usada em Ctrl + C (copiar) e a próxima letra está disponível. Assim, o atalho de
teclado para centralizar um texto é Ctrl + E, tanto no Word como no Writer.

MICROSOFT GOOGLE
ATALHO LIBREOFFICE WRITER
WORD DOCUMENTOS
Ctrl + A Abrir Selecionar tudo (all) Selecionar tudo (all)
Ctrl + B Salvar Negrito (bold) Negrito (bold)
Ctrl + D12 Formatar Fonte Sublinhado duplo (double) —
Ctrl + E Centralizar Centralizar Ctrl + Shift + E
Ctrl + F — Localizar (find) Localizar na página
Alinhar texto à
Ctrl + G13 Ir para (go to) Ctrl + Shift + R
direita
INFORMÁTICA

Ctrl + H — Localizar e Substituir —


Ctrl + I Itálico Itálico Itálico

12 O atalho de teclado Ctrl + D, quando acionado no navegador de internet, permite adicionar a página atual em Favoritos, que são os sites prefe-
ridos do usuário.
13 O atalho de teclado Ctrl + G, quando acionado no navegador de internet, permite localizar uma informação na página atual. 71
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
MICROSOFT GOOGLE
ATALHO LIBREOFFICE WRITER
WORD DOCUMENTOS
Ctrl + J14 Justificado Justificado Ctrl + Shift + J
Barra de endereços
Ctrl + K Inserir hiperlink Inserir hiperlink
do navegador
Ctrl + L15 Localizar Alinhar texto à esquerda (left) Ctrl + Shift + L
Ctrl + M Aumentar recuo16 Limpar formatação direta Ctrl + \
Ctrl + N17 Negrito Novo documento (new) —
Abrir documento
Ctrl + O Novo documento Abrir documento (open)
(open)
Alinhar texto à
Ctrl + Q Sair do LibreOffice (quit) —
esquerda
Repetir último Recarregar a página
Ctrl + R Alinhar texto à direita (right)
comando (reload)
Ctrl + S Sublinhado Salvar documento (save) Salvar página web
Localizar e Sublinhado
Ctrl + U Sublinhado (underline)
Substituir (underline)
Repetir último
Ctrl + Y Ir para Repetir último comando
comando
Ctrl + igual18 Subscrito Ctrl + Shift + B Ctrl + vírgula
Ctrl + Shift +
Sobrescrito Ctrl + Shift + P Ctrl + ponto-final
mais
Colar sem
Ctrl + Shift + V Colar Especial Colar Especial
formatação
Ctrl + Alt + Shift
— Colar sem formatação —
+V
Maiúsculas e
Shift + F319 Maiúsculas e minúsculas —
minúsculas

Importante!
Um dos comandos que mais confunde candidatos na prova é o Navegador, do LibreOffice.
Ele não tem nenhuma relação com o browser de internet e é usado para navegar dentro do
documento em edição.

14 O atalho de teclado Ctrl + J, quando acionado no navegador de internet, permite visualizar as transferências de arquivos em andamento e con-
sultar os arquivos que foram baixados (downloads).
15 O atalho de teclado Ctrl + L, quando acionado no navegador de internet, permite localizar uma informação na página atual.
16 Recuo é a distância do texto em relação à margem da página. O atalho de teclado Ctrl + M no Microsoft Word aumenta o recuo esquerdo do
parágrafo.
17 O atalho de teclado Ctrl + N, quando acionado no navegador de internet, abre uma nova janela de navegação.
18 O atalho de teclado Ctrl + igual, quando acionado no navegador de internet, aumenta o zoom de exibição da página.
72 19 O atalho F3 no navegador aciona a pesquisa; Shift + F3 também.

Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.


No LibreOffice Writer, o atalho F5 aciona o Navegador, que permite a navegação para:

z página;
z títulos;
z tabelas;
z quadros;
z objetos OLE;
z marca-páginas;
z seções;
z hiperlinks;
z referências;
z índices;
z anotações;
z objetos de desenho;
z controle;
z fórmula de tabela;
z fórmula de tabela incorreta.

A seleção no LibreOffice Writer tem uma sutil diferença em relação ao Microsoft Word. É
a possibilidade do uso de quatro cliques na seleção. Confira:

MOUSE TECLADO AÇÃO SELEÇÃO


— Ctrl + A Selecionar tudo Seleciona o documento
Botão principal — Um clique na palavra Posiciona o cursor
Dois cliques na
Botão principal — Seleciona a palavra
palavra
Três cliques na
Botão principal — Seleciona a frase
palavra
Quatro cliques na
Botão principal — Seleciona o parágrafo
palavra

Cabeçalhos

Localizados na margem superior da página, poderão ser configurados em Inserir, Cabeça-


lho e rodapé.
Assim como no Word, é possível trabalhar com configurações diferentes dentro do mesmo
documento. Para isso, use as seções para dividir a formatação do documento.
Essa região aceitará qualquer elemento que seria usado no documento, como textos, ima-
INFORMÁTICA

gens, tabelas, campos, formas geométricas, hiperlinks, entre outros.

73
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Diferentemente da interface do Microsoft Word, que é baseada na Faixa de Opções com
guias, grupos e ícones, o LibreOffice tem a interface baseada em menus.
Na tabela a seguir, confira algumas dicas para compreender a sequência de comandos e
menus do Writer. As dicas são válidas para o LibreOffice Calc e para LibreOffice Impress.

MENU SIGNIFICADO
Permite acesso às configurações de arquivo sobre o documento atual (novo,
Arquivo
abrir, fechar, salvar, imprimir, propriedades)
Permite acesso à Área de Transferência, além das opções temporárias (localizar,
Editar
substituir, selecionar) e da área de transferência do Windows/Linux
Permite a configuração dos objetos que serão exibidos na tela do aplicativo —
Exibir Modos de visualização, interface do usuário, elementos da tela de edição, Mar-
cas de Formatação, Barra Lateral e Zoom
Permite adicionar um item que não existe no documento atual e qualquer objeto
no arquivo atualmente editado (se esse objeto for atualizável, será um campo)
Inserir
— elementos da página, elementos gráficos, elementos visuais, referências e índi-
ces, elementos de mala direta e cabeçalho e rodapé
Formatar significa dar um formato a um objeto que já existe. Consiste em pará-
Formatar grafo, estilos, marcadores e numeração, tabulações etc. Permite alterar elemen-
tos editáveis do documento
Os estilos são formatações predefinidas para serem usadas no texto. Posterior-
Estilos
mente, poderão ser organizadas em um índice
Disponibilizam ferramentas para o trabalho com tabelas, segundo as conven-
Tabelas ções próprias do recurso. Ao incluir uma tabela no documento, a barra de ícones
Tabela será exibida
Permite a edição e programação de formulários diretamente no documento aber-
Formulários
to para a entrada de dados padronizados
Oferece comandos para o gerenciamento do aplicativo, alterando as configura-
Ferramentas
ções em todos os próximos arquivos editados pelo aplicativo
Janela Oferece opções para organizar as janelas dos documentos em edição

74
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Impressão

Disponível no menu Arquivo e pelo atalho Ctrl + P (assim como pelo Ctrl + Shift + O, Visua-
lizar Impressão), a impressão permite o envio do arquivo em edição para a impressora. A
impressora listada vem do Windows, do Painel de Controle (ou Configurações, no caso do
Windows 10).
Podemos selecionar a impressora e definir as opções de impressão, como imprimir todas
as páginas, uma seleção específica ou páginas determinadas. As páginas podem ser indicadas
por números separados por ponto e vírgula ou vírgula para páginas individuais, e por traço
para uma sequência de páginas.

Se a impressora permitir, as páginas poderão ser impressas de um lado apenas ou em fren-


te e verso, de forma automática ou manual. Diferentemente do Word, que apresenta todas
as opções em uma única tela do Backstage, o Writer organiza as configurações de impressão
em guias separadas.

CONCEITOS E COMANDOS DE PLANILHA ELETRÔNICA


INFORMÁTICA

EXCEL

As planilhas de cálculos são amplamente utilizadas nas empresas para as mais diferentes
tarefas — desde a criação de uma agenda de compromissos, passando pelo controle de ponto
dos funcionários e pela folha de pagamento, até o controle de estoque de produtos e a base de
clientes. Diversas funções internas oferecem os recursos necessários para a operação.
75
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
O Microsoft Excel apresenta grande semelhança de ícones com o Microsoft Word. O Excel
“antigo” usava os formatos XLS e XLT em seus arquivos, atualizado para XLSX e XLTX, além
do novo XLSM, contendo macros. A atualização das extensões dos arquivos ocorreu com o
Office 2007, permanecendo até hoje.
As planilhas de cálculos não são banco de dados. Muitos usuários armazenam informa-
ções (dados) em uma planilha de cálculos como se fosse um banco de dados, porém o Micro-
soft Access é o software do pacote Microsoft Office desenvolvido para essa tarefa.
Um banco de dados tem informações armazenadas em registros, separados em tabelas,
conectados por relacionamentos, para a realização de consultas.

Conceitos Básicos

z Célula: unidade da planilha de cálculos, o encontro entre uma linha e uma coluna. A sele-
ção individual é com a tecla Ctrl e a seleção de áreas é com a tecla Shift (assim como no
sistema operacional);
z Coluna: células alinhadas verticalmente, nomeadas com uma letra;
z Linha: células alinhadas horizontalmente, numeradas com números;

Barra de Acesso Rápido Coluna


Barra de Fórmulas
Faixa de
Opções

Célula

Linha

z Planilha: o conjunto de células organizado em uma folha de dados. Na versão atual, são
65.546 colunas (nomeadas de A até XFD) e 1.048.576 linhas (numeradas);
z Pasta de trabalho: arquivo do Excel (extensão XLSX) contendo as planilhas, de 1 a N (de
acordo com quantidade de memória RAM disponível), nomeadas como Planilha1, Plani-
lha2, Planilha3;
z Alça de preenchimento: no canto inferior direito da célula, permite que um valor seja
copiado na direção em que for arrastado. No Excel, se houver um número, ele é copiado.
Se houver dois números, uma sequência será criada. Se for um texto, é copiado. No entan-
to, texto com números é incrementado. Dias da semana, nomes de meses e datas terão
sempre criadas continuações (sequências);
76
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Mesclar: significa simplesmente “juntar”. Havendo diversos valores para serem mescla-
dos, o Excel manterá somente o primeiro desses valores e centralizará horizontalmente
na célula resultante.

Após a inserção dos dados, caso o usuário deseje, poderá juntar as informações das células.
Existem quatro opções no ícone Mesclar e Centralizar, disponível na guia Página Inicial:

z Mesclar e Centralizar: une as células selecionadas a uma célula maior e centraliza o con-
teúdo da nova célula. Esse recurso é usado para criar rótulos (títulos) que ocupam várias
colunas;
z Mesclar através: mesclar cada linha das células selecionadas em uma célula maior;
z Mesclar células: mesclar (unir) as células selecionadas em uma única célula, sem
centralizar;
z Desfazer mesclagem de células: desfaz o procedimento realizado para a união de células.

Elaboração de Tabelas e Gráficos

A tabela de dados, ou folha de dados, ou planilha de dados, é o conjunto de valores arma-


zenados nas células. Esses dados poderão ser organizados (classificação), separados (filtro) e
manipulados (fórmulas e funções), além de se apresentarem em forma de gráfico (uma ima-
gem que representa os valores informados).
Para a elaboração, poderemos:

z digitar o conteúdo diretamente na célula. Basta iniciar a digitação, e o que for digitado é
inserido na célula;
z digitar o conteúdo na barra de fórmulas. Disponível na área superior do aplicativo, a linha
de fórmulas é o conteúdo da célula. Se a célula tem um valor constante, além de ele ser
mostrado na célula, aparecerá na barra de fórmulas. Se a célula tem um cálculo, seja fór-
mula ou função, será mostrado na barra de fórmulas;
z o preenchimento dos dados poderá ser agilizado através da alça de preenchimento ou
INFORMÁTICA

pelas opções automáticas do Excel.


z os dados inseridos nas células poderão ser formatados, ou seja, continuam com o valor
original (na linha de fórmulas), mas são apresentados com uma formatação específica;
z todas as formatações estão disponíveis no atalho de teclado Ctrl + 1 (Formatar Células);
z também na caixa de diálogo Formatar Células, encontraremos o item Personalizado para
a criação de máscaras de entrada de valores na célula.
77
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Formatos de Números (Disponível na Guia Página Inicial)

Científico
Geral Contábil Hora
102 4,00E+00
123 Sem formato específico R$4,00 00:00:00

Porcentagem Texto
12 Número
4,00
Data Abreviada
04/01/1900
400,00% ab 4

Moeda Data Completa 1 Fração


R$4,00 quarta-feira, 4 de janeiro de 1900 2 4

As informações existentes nas células poderão ser exibidas com formatos diferentes. Uma
data, por exemplo, na verdade é um número formatado como data. Por isso, conseguimos
calcular a diferença entre datas.
Os formatos Moeda e Contábil são parecidos entre si, mas têm exibição diferenciada. No
formato de Moeda, o alinhamento da célula é respeitado e o símbolo R$ acompanha o valor.
No formato Contábil, o alinhamento é “justificado” e o símbolo de R$ é posicionado na esquer-
da, alinhando os valores pela vírgula decimal.

Moeda Contábil
R$4,00 R$4,00

Moeda Contábil

R$ 150,00 R$ 150,00

R$ 170,00 R$ 170,00

R$ 200,00 R$­ 200,00

R$ 1.000,00 R$ 1.000,00

R$ 10,54 R$ 10,54

O ícone % é para mostrar um valor com o formato de porcentagem. Ou seja, o número é


multiplicado por 100. O valor da célula é exibido como percentual (Ctrl + Shift + %).

FORMATO PORCENTAGEM PORCENTAGEM E DUAS CASAS


VALOR
% % ß,0
,0 0

1 100% 100,00%
0,5 50% 50,00%
2 200% 200,00%
100 10000% 10000,00%
0,004 0% 0,40%

O ícone 000 é o Separador de Milhares. Exibir o valor da célula com um separador de milhar
— esse comando alterará o formato da célula para Contábil sem um símbolo de moeda.

SEPARADOR DE MILHARES
VALOR FORMATO CONTÁBIL
000

1500 R$ 1.500,00 1.500,00


16777418 R$ 16.777.418,00 16.777.418,00
78
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
SEPARADOR DE MILHARES
VALOR FORMATO CONTÁBIL
000

1 R$ 1,00 1,00
400 R$ 400,00 400,00
27568 R$ 27.568,00 27.568,00

,00
,00 à,0 são usados para aumentar casas decimais (mostrar valores mais precisos
Os ícones ß,0
exibindo mais casas decimais) ou diminuir casas decimais (mostrar valores menos precisos
exibindo menos casas decimais).
Quando um número na casa decimal tem valor absoluto diferente de zero, ele é mostrado
ao aumentar casas decimais. Se não tiver, então será acrescentado zero.
Quando um número na casa decimal tem valor absoluto diferente de zero, ele poderá ser
arredondado para cima ou para baixo ao diminuir as casas decimais. É o mesmo que aconte-
ceria com o uso da função ARRED, para arredondar.

Simbologia Específica

Cada símbolo tem um significado. Nas tabelas a seguir, além de conhecer o símbolo, conhe-
ça o significado e alguns exemplos de aplicação.

OPERADORES ARITMÉTICOS OU MATEMÁTICOS


Símbolo Significado Exemplo Comentários
+ (mais) Adição = 18 + 2 Faz a soma de 18 e 2
– (menos) Subtração = 20 – 5 Subtrai 5 do valor 20
Multiplica 5 (multiplicando) por 4
* (asterisco) Multiplicação =5*4
(multiplicador)
/ (barra) Divisão = 25 / 10 Divide 25 por 10, resultando em 2,5
Faz 20 por cento, ou seja, 20 dividido por
% (percentual) Percentual = 20%
100
Faz 3 elevado a 2, 3 ao quadrado = 9
Exponenciação =3^2
^ (circunflexo) Faz 8 elevado a 1/3, ou seja, raiz cúbica de
Cálculo de raízes = 8 ^ (1 / 3)
8

Vejamos a ordem das operações matemáticas:

z ( ): parênteses;
z ^: exponenciação (potência, um número elevado a outro número);
INFORMÁTICA

z * ou /: multiplicação (função MULT) ou divisão;


z + ou –: adição (função SOMA) ou subtração.

Como resolver as questões de planilhas de cálculos?

z leitura atenta do enunciado (português e interpretação de textos);


z identificar a simbologia básica do Excel (informática); 79
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z respeitar as regras matemáticas básicas (matemática);
z realizar o teste e fazer o verdadeiro ou falso (raciocínio lógico).

OPERADORES RELACIONAIS, USADOS EM TESTES


Símbolo Significado Exemplo Comentários
= SE (A1 > 5 ; 15 Se o valor de A1 for maior que 5, en-
> (maior) Maior que
; 17) tão mostre 15, senão mostre 17
= SE (A1 < 3 ; 20 Se o valor de A1 for menor que 3, en-
< (menor) Menor que
; 40) tão mostre 20, senão mostre 40
>= (maior ou Maior ou igual = SE (A1 >= 7 ; 5 Se o valor de A1 for maior ou igual a 7,
igual) a ; 1) então mostre 5, senão mostre 1
<= (menor ou Menor ou = SE (A1 <= 5 ; 11 Se o valor de A1 for menor ou igual a
igual) igual a ; 23) 5, então mostre 11, senão mostre 23
<> (menor e = SE (A1 <> 1 ; 100 Se o valor de A1 for diferente de 1, en-
Diferente
maior) ; 8) tão mostre 100, senão mostre 8
= SE (A1 = 2 ; 10 Se o valor de A1 for igual a 2, então
= (igual) Igual a
; 50) mostre 10, senão mostre 50

Vejamos os princípios dos operadores relacionais:

z um valor jamais poderá ser menor e maior que outro valor ao mesmo tempo;
z uma célula vazia é um conjunto vazio, ou seja, não é igual a zero, é vazio;
z o símbolo matemático ≠ não poderá ser escrito diretamente na fórmula, use <>;
z o símbolo matemático ≥ não poderá ser escrito diretamente na fórmula, use >=;
z o símbolo matemático ≤ não poderá ser escrito diretamente na fórmula, use <=.

OPERADORES DE REFERÊNCIA
Símbolo Significado Exemplo Comentários
=$A1 Trava a célula na coluna A
Travar uma
$ (cifrão) =A$1 Trava a célula na linha 1
célula
=$A$1 Trava a célula A1, ela não mudará
! Obtém o valor de A3 que está na
Planilha = Planilha2!A3
(exclamação) planilha Planilha2
Pasta de Informa o nome de outro arquivo do
[ ] (colchetes) =[Pasta2]Planilha1!$A$2
Trabalho Excel, onde deverá buscar o valor
Informa o caminho de outro arqui-
=’C:\FernandoNishimura\
‘ (apóstrofe) Caminho vo do Excel, onde deverá encontrar
[[Link]]Planilha1’!$A$2
o arquivo para buscar o valor
; (ponto e Soma 15 e 4 e 6, resultando em 25
Significa E = SOMA (15 ; 4 ; 6)
vírgula)
: Significa Soma de A1 até B4, ou seja, A1, A2,
= SOMA (A1:B4)
(dois-pontos) ATÉ A3, A4, B1, B2, B3, B4
Executa uma operação sobre as cé-
Espaço Intersecção =SOMA(F4:H8 H6:K10)
lulas em comum nos intervalos

80
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Vejamos os princípios dos operadores de referência:

z o símbolo de cifrão transforma uma referência relativa (A1) em uma referência mista (A$1
ou $A1) ou em referência absoluta ($A$1);
z o símbolo de exclamação busca o valor em outra planilha, na mesma pasta de trabalho ou
em outro arquivo. Ex.: =[Pasta2]Planilha1!$A$2.

O símbolo de cifrão é um dos mais importantes na manipulação de fórmulas de planilhas


de cálculos. Todas as bancas organizadoras questionam fórmulas com e sem eles nas referên-
cias das células.
Vamos conhecer uma questão que utiliza referências mistas.

(VUNESP — 2018) Assumindo que foi digitada a fórmula =$F2-G$2 na célula H2 e que essa fór-
mula foi copiada e colada nas células H3 até H9, assinale a alternativa com o valor que aparecerá
na célula H6 da planilha do MS-Excel 2010, em sua configuração original, exibida na figura.

a) –R$ 960,00.
b) –R$ 100,00.
c) R$ 400,00.
d) R$ 500,00.
e) R$ 360,00.

A resposta correta é a letra B. A fórmula =$F2-G$2 inserida na célula H2 tem referências


mistas.
O símbolo de cifrão transforma uma referência relativa (A1) em uma referência mista
(A$1 ou $A1) ou em referência absoluta ($A$1)
O símbolo de $ serve para fixar uma posição na referência (endereço da célula). A posição
que ele estiver acompanhando não mudará.
Quando não temos o símbolo de cifrão, temos uma referência relativa. A1.
INFORMÁTICA

Se temos um símbolo de $, temos uma referência mista. $A1 ou A$1.


Por fim, se temos dois símbolos de cifrão, temos uma referência absoluta. $A$1.
A fórmula =$F2-G$2 tem =$F2-G$2 fixo, ou seja, ao copiar e colar, não mudará. =$F__-__$2.
Na célula H2, temos a fórmula =$F2-G$2.
Na célula H6, teremos a fórmula =$F6-G$2, porque mudamos da célula H2 para a H6 (linha
2 para linha 6), mas permanecemos na mesma coluna, H (não precisando mudar a letra “G”
da segunda parte da fórmula).
81
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
SÍMBOLOS USADOS NAS FÓRMULAS E FUNÇÕES
Símbolo Significado Exemplo Comentários
= 15 + 3 Faz a soma de 15 e 3
Início de fórmu-
= SOMA (15 ; 3) Compara o valor de A1 com 5 e, caso
= (igual) la, função ou
=SE (A1 = 5 ; 10 ; seja verdadeiro, mostra 10; caso seja
comparação
11) falso, mostra 11
Identifica uma fun- Retorna à data atual do computador
= HOJE ( )
() ção ou os valores Faz a soma de A1 e B1
= SOMA (A1;B1)
parênteses de uma operação Faz a soma de 3 e 5 antes de dividir
= (3 + 5) / 2
prioritária por 2
; (ponto e Separador de =SE (A1 = 5 ; 10 ; A função SE tem três partes, que es-
vírgula) argumentos 11) tão separadas por ponto e vírgula
=SOMA(F4:H8 Executa uma operação sobre as cé-
Espaço Intersecção
H6:K10) lulas em comum nos intervalos

Importante!

As fórmulas e funções começam com o sinal de igual. Outros símbolos podem ser usados,
mas o Excel substituirá pelo sinal de igual.

SÍMBOLOS PARA TEXTOS


Símbolo Significado Exemplo Comentários
“ (aspas Apresenta o texto Fernando
Texto exato = “Fernando”
duplas) Se usado em testes, é “igual a”
‘ Número como Exibe os zeros não significativos, 0001
‘0001
(apóstrofe) texto como texto (ex.: placa de carro)
Exibe “Fernando Nishimura” (sem as as-
& (“E” = “Fernando ”&”
Concatenar pas), o resultado da junção dos textos
comercial) Nishimura”
individuais

O símbolo & é usado para concatenar dois conteúdos, como, por exemplo: =”15”&”A45”
resulta em 15A45. Poderemos usar a função CONCATENAR ou a função CONCAT para obter o
mesmo resultado do símbolo &.

82
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
CORRESPONDÊNCIA DE SÍMBOLOS E FUNÇÕES NO EXCEL
Símbolo Função Operação Exemplos
+ (sinal de mais) SOMA Adição =15 + 7 é o mesmo que =SOMA(15;7)
* (asterisco) MULT Multiplicação =12 * 3 é o mesmo que =MULT(12;3)
^ (circunflexo) POTÊNCIA Exponenciação =2^3 é o mesmo que =POTÊNCIA(2;3)
— RAIZ Raiz quadrada =4^(1/2) é o mesmo que =RAIZ(4)
=A1&A2&A3 é igual a
& (“E” comercial) CONCATENAR Juntar textos
=CONCATENAR(A1;A2;A3)
Converte em =”150144” é o mesmo que
“ (aspas) TEXTO
texto =TEXTO(150144)

Erros

Quando trabalhamos com planilhas de cálculos, especialmente no início dos estudos, é comum
aparecerem mensagens de erros nas células decorrentes da falta de argumentos nas fórmulas,
referências incorretas, erros de digitação, entre outros aspectos. Vamos ver algumas das mensa-
gens de erro mais comuns que ocorrem nas planilhas de cálculos.
As planilhas de cálculos oferecem o recurso “Rastrear precedentes” dentro do conceito de
Auditoria de Fórmulas. Com esse recurso, muito questionado em alguns certames, o usuário
poderá ver setas na planilha indicando a relação entre as células e identificar a origem das
mensagens de erros.
A seguir, os erros mais comuns que podem ocorrer em uma planilha de cálculos no Micro-
soft Excel:

z #DIV/0!: indica que a fórmula está tentando dividir um valor por 0;


z #NOME?: indica que a fórmula tem um texto que o Excel 2007 não reconhece;
z #NULO!: a fórmula contém uma interseção de duas áreas que não se interceptam;
z #NUM!: a fórmula apresenta um valor numérico inválido;
z #REF!: indica que, na fórmula, há a referência para uma célula que não existe;
z #VALOR!: indica que a fórmula tem um tipo errado de argumento;
z #####: indica que o tamanho da coluna não é suficiente para exibir seu valor.

Funções Básicas

z SOMA(Valores)

Realiza a operação de soma nas células selecionadas.


INFORMÁTICA

No Microsoft Excel, a função SOMA efetua a adição dos valores numéricos informados em
seus argumentos. Se existirem células com textos, elas serão ignoradas. Células vazias não
são somadas.

„ =SOMA(A1;A2;A3): efetua a soma dos valores existentes nas células A1, A2 e A3;
„ =SOMA(A1:A5): efetua a soma dos cinco valores existentes nas células A1 até A5;
„ =SOMA(A1;34;B3): efetua a soma dos valores da célula A1, com 34 (valor literal) e B3;
83
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
„ =SOMA(A1:B4): efetua a soma dos oito valores existentes, de A1 até B4. O Excel não faz
“triangulação”, operando apenas áreas quadrangulares;
„ =SOMA(A1;B1;C1:C3): efetua a soma dos valores A1 com B1 e C1 até C3;
„ =SOMA(1;2;3;A1;A1): efetua a soma de 1 com 2 com 3 e o valor A1 duas vezes.

z SOMASE(Valores;Condição)

Realiza a operação de soma nas células selecionadas se uma condição for atendida.
A sintaxe é =SOMASE(onde;qual o critério para que seja somado).

„ =SOMASE(A1:A5;”>15”): efetuará a soma dos valores de A1 até A5 que sejam maiores


que 15;
„ =SOMASE(A1:A10;”10”): efetuará a soma dos valores de A1 até A10 que forem iguais a
10.

z MÉDIA(Valores)

Realiza a operação de média nas células selecionadas e exibe o valor médio encontrado.

„ =MEDIA(A1:A5): efetua a média aritmética simples dos valores existentes entre A1 e


A5. Se forem cinco valores, serão somados e divididos por 5. Se existir uma célula vazia,
serão somados e divididos por 4. Células vazias não entram no cálculo da média.

z MED(Valores)

Informa a mediana de uma série de valores.


Mediana é o “valor no meio”. Se temos uma sequência de valores com quantidade ímpar,
eles serão ordenados (o valor no meio é a sua mediana). Por exemplo, os valores (5,6,9,3,4)
ordenados são (3,4,5,6,9), com mediana 5.
Se temos uma sequência de valores com quantidade par, a mediana será a média dos valo-
res que estão no meio. Por exemplo, os valores (2,13,4,10,8,1) ordenados são (1,2,4,8,10,13); no
meio, temos 4 e 8. A média de 4 e 8 é 6 ((4 + 8) ÷ 2).

z MÁXIMO(Valores)

Exibe o maior valor das células selecionadas.

„ =MAXIMO(A1:D6): exibe qual é o maior valor na área de A1 até D6. Se houver dois
valores iguais, apenas um será mostrado.

z MAIOR(Valores;Posição)

Exibe o maior valor de uma série, segundo o argumento apresentado.


Valores iguais ocupam posições diferentes.

84
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
„ =MAIOR(A1:D6;3): exibe o terceiro maior valor nas células A1 até D6.

z MÍNIMO(Valores)

Exibe o menor valor das células selecionadas.

„ =MINIMO(A1:D6): exibe qual é o menor valor na área de A1 até D6.

z MENOR(Valores;Posição)

Exibe o menor valor de uma série, segundo o argumento apresentado.


Valores iguais ocupam posições diferentes.

„ =MENOR(A1:D6;3): exibe o terceiro menor valor nas células A1 até D6.

z SE(Teste;Verdadeiro;Falso)

Avalia um teste e retorna um valor, caso o teste seja verdadeiro, ou outro, caso seja falso.
Essa função é muito solicitada por todas as bancas. A sua estrutura não muda, sendo sem-
pre o teste na primeira parte, o que fazer caso seja verdadeiro na segunda parte e o que fazer
caso seja falso na última parte. Verdadeiro ou falso. Uma ou outra. Jamais serão realizadas as
duas operações, somente uma delas, segundo o resultado do teste.
A função SE usa operadores relacionais (maior, menor, maior ou igual, menor ou igual,
igual, diferente) para a construção do teste. As aspas são usadas para textos literais.

„ =SE(A1=10;”O valor da célula A1 é 10”;”O valor da célula A1 não é 10”);


„ =SE(A1<0;”O valor da célula A1 é negativo”;”O valor não é negativo”);
„ =SE(A1>0;”O valor da célula A1 é positivo”;”O valor não é positivo”).

É possível encadear funções, ampliando as áreas de atuação. Por exemplo, um número


pode ser negativo, positivo ou igual a zero. São três resultados possíveis.

„ =SE(A1=0;”Valor é igual a zero”;SE(A1<0;”Valor é negativo”;”Valor é positivo”)).

Nesse exemplo, se for igual a zero (primeiro teste), será exibida a mensagem e finalizada
a função. No entanto, se não for igual a zero, poderá ser menor do que zero (segundo teste),
sendo exibida a mensagem “Valor é negativo” e encerrada a função. Por fim, se não é igual
a zero nem menor que zero, só poderá ser maior que zero; sendo assim, a mensagem final
INFORMÁTICA

“Valor é positivo” será mostrada.


Atenção! O sinal de igual, para iniciar uma função, é usado somente no início da digitação
da célula.

85
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Funções CONT

As funções CONT são usadas para informar a quantidade de células, que atendem às condi-
ções especificadas.

z CONT.NÚM: para contar quantas células têm números;


z [Link]: quantidade de células que estão preenchidas;
z [Link]: quantidade de células que não estão preenchidas;
z [Link]: quantidade de células que atendem a uma condição específica;
z [Link]: quantidade de células que atendem a várias condições simultaneamente;
z [Link](células): essa função conta todas as células em um intervalo, exceto as
células vazias;

„ =[Link](A1:A10): informa o resultado da contagem, indicando quantas células


estão preenchidas com valores (quaisquer valores).

z CONT.NÚM(células): conta todas as células em um intervalo, exceto células vazias e célu-


las com texto;

„ CONT.NÚM(A1:A8): informa quantas células no intervalo A1 até A8 têm valores


numéricos.

z [Link](células;condição): essa função conta quantas vezes aparece um determinado


valor (número ou texto) em um intervalo de células (o usuário tem que indicar qual é o
critério a ser contado);

„ =[Link](A1:A10;”5”): efetua a contagem de quantas células existem no intervalo de


A1 até A10 contendo o valor 5.

z [Link](células1;condição1;células2;condição2): essa função conta quantas vezes


aparece um determinado valor (número ou texto) em um intervalo de células (o usuá-
rio tem que indicar qual é o critério a ser contado), atendendo a todas as condições
especificadas;

„ =[Link](A1:A10;”5”;B1:B10;”7”): efetua a contagem de quantas células existem no


intervalo de A1 até A10 contendo o valor 5 e, ao mesmo tempo, quantas células existem
no intervalo de B1 até B10 contendo o valor 7.

z [Link] (células): conta as células vazias de um intervalo;

„ =[Link](A1:A8): informa quantas células vazias existem no intervalo A1 até A8.

86
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z SOMASE(Células para Testar;Teste;Células para Somar)

Efetua um teste nas células especificadas e soma as correspondentes nas células para
somar.
Os intervalos de teste e de soma podem ser os mesmos.

„ =SOMASE(A1:A10;”>6”;A1:A10): somará os valores de A1 até A10 que sejam maiores


que 6;
„ =SOMASE(A1:A10;”<3”;B1:B10): somará os valores de B1 até B10 quando os valores de
A1 até A10 forem menores que 3.

z SOMASES(Células para Somar;Células1;Teste1;Células2;Teste2)

Verifica as células que atendem aos testes e soma as células correspondentes.


Os intervalos de teste e de soma podem ser os mesmos.

z MÉDIASE(Células para Testar;Teste;Células para Calcular a Média)

Efetua um teste nas células especificadas e calcula a média das células correspondentes.
Os intervalos de teste e de média podem ser os mesmos.

z PROCV(Valor_Procurado;Matriz_Tabela;Núm_Índice_Coluna;[Intervalo_Pesquisa])

A função PROCV é utilizada para localizar o valor_procurado dentro da matriz_tabela.


Quando encontrar, retornar à enésima coluna informada em núm_índice_coluna.
A última opção, que será VERDADEIRO ou FALSO, é usada para identificar se precisa ser o
valor exato (F) ou se pode ser valor aproximado (V).
Por exemplo: =PROCV(105;A2:C7;2;VERDADEIRO) e =PROCV(“Monte”;B2:E7;2;FALSO).
A função PROCV é um membro das funções de pesquisa e referência, que incluem a função
PROCH.
Use a função TIRAR ou a função ARRUMAR para remover os espaços à esquerda nos valo-
res da tabela.

z ESQUERDA(Texto;Quantidade)

Extrai, de uma sequência de texto, uma quantidade de caracteres especificados a partir do


início (esquerda).
INFORMÁTICA

„ =ESQUERDA(“Fernando Nishimura”;8): exibe “Fernando”.

z DIREITA(Texto;Quantidade)

Extrai, de uma sequência de texto, uma quantidade de caracteres especificados a partir do


final.

87
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
„ =DIREITA(“Polícia Federal”;7): exibe “Federal”.

z CONCATENAR(Texto1;Texto2; ... )

Junta os textos especificados em uma nova sequência.

„ =CONCATENAR(“Escrevente “;”Técnico “;”Judiciário”): exibe “Escrevente Técnico


Judiciário”.

z INT(Valor)

Extrai a parte inteira de um número.

„ =INT(PI()): parte inteira do valor de PI — valor 3,14159 exibe 3.

z TRUNCAR(Valor;Casas Decimais)

Exibe um número com a quantidade de casas decimais, sem arredondar.

„ =TRUNCAR(PI();3): exibir o valor de PI com três casas decimais — valor 3,14159 exibe
3,141.

z ARRED(Valor;Casas Decimais)

Exibe um número com a quantidade de casas decimais, arredondando para cima ou para
baixo.

„ =ARRED(PI();3): exibir o valor de PI com três casas decimais — valor 3,14159 exibe
3,142.

z HOJE()

Exibe a data atual do computador.

z AGORA()

Exibe a data e hora atuais do computador.

z DIA(Data)

Extrai o número do dia de uma data.

z MÊS(Data)

88 Extrai o número do mês de uma data.


Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z ANO(Data)

Extrai o número do ano de uma data.

z DIAS(Data1;Data2)

Informa a diferença em dias entre duas datas.

z DIAS360(Data1;Data2)

Informa a diferença em dias entre duas datas (ano contábil, de 360 dias).

z POTÊNCIA(Base;Expoente)

Eleva um número (base) ao expoente informado.

„ =POTÊNCIA(2;4): 2 elevado a 4, 24, 2 · 2 · 2 · 2 = 16.

z MULT(Número;Número;Número; ... )

Multiplica os números informados nos argumentos.

FUNÇÕES LÓGICAS
Retorna VERDADEIRO se todos os seus argu-
E (função E)
mentos forem VERDADEIROS
Retorna VERDADEIRO se um dos argumentos
OU (função OU)
for VERDADEIRO
NÃO (função NÃO) Inverte o valor lógico do argumento
FALSO (função FALSO) Retorna o valor lógico FALSO
VERDADEIRO (função VERDADEIRO) Retorna o valor lógico VERDADEIRO
Retornará um valor que você especifica se
SEERRO (função SEERRO) uma fórmula for avaliada para um erro; do con-
trário, retornará o resultado da fórmula

Importante!
Foram apresentadas muitas funções neste material. Existem milhares de funções no
Microsoft Excel e no LibreOffice Calc. Em concursos públicos, essas são as mais ques-
INFORMÁTICA

tionadas. Em provas de algumas bancas, raramente aparecem questões com funções, e,


quando aparecem, são sobre as básicas e intermediárias.

89
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Gráficos

Além da produção de planilhas de cálculos, o Microsoft Excel (e o LibreOffice Calc) produz


gráficos com os dados existentes nas células.
Gráficos são a representação visual de dados numéricos. Eles poderão ser inseridos na
planilha como gráficos “comuns” ou como gráficos dinâmicos.
Os gráficos dinâmicos, assim como as tabelas dinâmicas, são construídos com dados exis-
tentes em uma ou várias pastas de trabalho, associando e agrupando informações para a
produção de relatórios completos.
Os gráficos de colunas representam valores em colunas 2D ou 3D.
São opções do gráfico de colunas:

z Agrupada;
z Empilhada;
z 100% Empilhada;
z 3D Agrupada;
z 3D Empilhada;
z 3D 100% Empilhada; e
z 3D.

Os gráficos de linhas representam valores com linhas, pontos ou ambos.


São opções do gráfico de linhas:

z Linha;
z Linha Empilhada;
z 100% Empilhada;
z com Marcadores;
z Empilhada com Marcadores;
z 100% Empilhada com Marcadores; e
z 3D.

Os gráficos de pizza representam valores proporcionalmente.


São opções do gráfico de pizza:
90
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Pizza;
z Pizza 3D;
z Pizza de Pizza;
z Barra de Pizza; e
z Rosca.

Os gráficos de barras representam dados de forma semelhante ao gráfico de colunas, mas


na horizontal.
São opções dos gráficos de barras:

z Agrupadas;
z Empilhadas;
z 100% Empilhadas;
z 3D Agrupadas;
z 3D Empilhadas; e
z 3D 100% Empilhadas.

Os gráficos de área representam dados de forma semelhante ao gráfico de linhas, mas com
preenchimento até a base (eixo X).
São opções dos gráficos de área:

z Área;
z Área Empilhada;
z Área 100% Empilhada;
z Área 3D;
z Área 3D Empilhada; e
z Área 3D 100% Empilhada.

Os gráficos de dispersão representam duas séries de valores em seus eixos.


INFORMÁTICA

São opções dos gráficos de dispersão:

z Dispersão;
z com Linhas Suaves e Marcadores;
z com Linhas Suaves;
z com Linhas Retas e Marcadores;
z com Linhas Retas;
91
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Bolhas; e
z Bolhas 3D.

O gráfico do tipo mapa exibe a informação de acordo com cada região. Sua única opção é o
Mapa Coroplético.

Os gráficos de ações necessitam que os dados estejam organizados em preço na alta, preço
na baixa e preço no fechamento. Datas ou nomes das ações serão usados como rótulos.
São exemplos de gráficos de ações:

z Alta-Baixa-Fechamento;
z Abertura-Alta-Baixa-Fechamento;
z Volume-Alta-Baixa-Fechamento; e
z Volume-Abertura-Alta-Baixa-Fechamento.

Os gráficos de superfície parecem com os gráficos de linhas e preenchem a superfície com


cores.
São exemplos de gráficos de superfície:

z 3D;
z 3D Delineada;
z Contorno; e
z Contorno Delineado.

Os gráficos de radar são usados para mostrar a evolução de itens.


São exemplos de gráficos de radar:

z Radar;
92 z Radar com Marcadores; e
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Radar Preenchido.

O gráfico do tipo mapa de árvore é usado para mostrar proporcionalmente a hierarquia


dos valores.

O gráfico do tipo explosão solar se assemelha ao gráfico de rosca, mas o maior valor será
o primeiro da série de dados.

Os gráficos do tipo histograma são usados para séries de valores com evolução, como idades
da população.
São exemplos de gráficos do tipo histograma:

z Histograma; e
z Pareto.

O gráfico do tipo caixa estreita é usado para projeção de valores.

O gráfico do tipo cascata exibe e destaca as variações dos valores ao longo do tempo.
INFORMÁTICA

O gráfico do tipo funil alinha os valores em ordem decrescente.

93
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Os gráficos do tipo combinação permitem combinar dois tipos de gráficos para a exibição de
séries de dados.
São exemplos de gráficos do tipo combinação:

z Coluna Clusterizada-Linha;
z Coluna Clusterizada-Linha no Eixo Secundário;
z Área Empilhada-Coluna Clusterizada; e
z a possibilidade de criação de uma Combinação Personalizada.

Classificação de Dados

A classificação de dados é uma parte importante da análise de dados.


Você pode classificar dados por texto (A a Z ou Z a A), por números (dos menores para os
maiores ou dos maiores para os menores) e por datas e horas (da mais antiga para a mais
nova e da mais nova para a mais antiga) em uma ou mais colunas.
Você também poderá classificar por uma lista de clientes (como grande, médio e pequeno)
ou por formato, incluindo a cor da célula, a cor da fonte ou o conjunto de ícones. A maioria
das operações de classificação é identificada por coluna, mas você também poderá identificar
por linhas.
O recurso de classificação, disponível nas guias Dados e Página Inicial, permite organizar
texto, números, datas ou horas. A classificação pode ser feita por cor da célula, cor da fonte,
ícones, por listas personalizadas, linhas, por mais de uma coluna ou linha ou, ainda, por uma
coluna sem interferir nas demais.

94
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
CLASSIFICAÇÃO COMENTÁRIOS
A classificação de dados alfanuméricos poderá ser “Classifi-
car de A a Z” em ordem crescente ou “Classificar de Z a A”
Classificar texto
em ordem decrescente. É possível diferenciar letras maiús-
culas e minúsculas
Quando a coluna tem números, podemos “Classificar do me-
Classificar números nor para o maior” ou “Classificar do maior para o menor”

Se houver datas ou horas, podemos “Classificar da mais anti-


Classificar datas ou horas ga para a mais nova” ou “Classificar da mais nova para a
mais antiga”, resumindo, cronologicamente
Caso você tenha formatado manual ou condicionalmente um
intervalo de células ou uma coluna de tabela, utilizando cor de
Classificar por cor de célula, célula ou cor de fonte, será possível classificá-las com base
cor de fonte ou ícones nessas cores. Também é possível ordenar utilizando um con-
junto de ícones gerados a partir da aplicação de formatação
condicional
Você pode usar uma lista personalizada para classificar em
Classificar por uma lista uma ordem definida pelo usuário. Por exemplo, uma coluna
personalizada pode conter valores pelos quais você deseja classificar, como
alta, média e baixa
Na caixa de diálogo Opções de Classificação, em Orientação,
Classificar linhas clique em Classificar da esquerda para a direita e, em seguida,
clique em OK
Classificar por mais de uma Na caixa de diálogo Classificar, adicione mais de um critério
coluna ou linha para ordenação
Classificar uma coluna em um
Basta selecionar a coluna desejada e, na janela de diálogo,
intervalo de células sem afe-
manter o item “Continuar com a seleção atual”
tar as demais

LIBREOFFICE CALC

O LibreOffice oferece o aplicativo Calc para a criação de planilhas de cálculos. Ele opera de
forma semelhante ao Microsoft Excel e conta com apenas algumas diferenças (que já foram
questionadas em concursos públicos).
Os arquivos de planilhas de cálculos podem ser criados pelo Microsoft Excel, LibreOffice
Calc e Google Planilhas. O arquivo produzido em um aplicativo poderá ser editado por outro
programa, pois são compatíveis entre si.
Podemos gravar uma planilha do Microsoft Excel em qualquer local — e, pelo LibreOffice
INFORMÁTICA

Calc, abrir normalmente. O LibreOffice Calc reconhece o formato XLS/XLSX do Excel sem
problemas. Além disso, o local de armazenamento não influencia nos recursos disponíveis
no aplicativo.
O arquivo criado pelo LibreOffice Calc receberá a extensão padrão ODS (Open Document
Sheet), que é um componente do ODF (Open Document Format). O arquivo gravado é conheci-
do como PASTA DE TRABALHO, e poderá ser gravado no formato do Microsoft Office — todas
as versões.
95
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Em cada Pasta de Trabalho, o LibreOffice Calc inicia com uma planilha (folha de dados),
identificada por abas na parte inferior da tela de visualização. Cada planilha é independente
das demais; usamos o sinal de ponto-final para referenciar dados em outras planilhas.
As colunas são identificadas por letras, nomeadas de A até AMJ (tecla F5 para navegar na
planilha, que tem 1.024 colunas). As linhas são numeradas com números de 1 até 1.048.576
(tecla F5 para navegar na planilha).
O encontro entre uma linha e uma coluna é célula.
O LibreOffice Calc tem menos colunas que o Microsoft Excel. No entanto, isso não significa
que ele seja melhor ou pior. Cuidado com as comparações. Quando a banca sugere uma com-
paração, menosprezando um dos itens, geralmente está errada.

Conceitos Básicos

z Célula: unidade da planilha de cálculos, o encontro entre uma linha e uma coluna. A sele-
ção individual é com a tecla Ctrl e a seleção de áreas é com a tecla Shift (assim como no
sistema operacional);
z Coluna: células alinhadas verticalmente, nomeadas com uma letra;
z Linha: células alinhadas horizontalmente, numeradas com números;
z Planilha: o conjunto de células organizado em uma folha de dados. O Writer representa
com ponto-final;
z Pasta de trabalho: arquivo do Calc contendo as planilhas de 1 a N (de acordo com a quan-
tidade de memória RAM disponível), nomeadas como Planilha1, Planilha2, Planilha3. No
Calc, é extensão ODS;
z Alça de preenchimento: no canto inferior direito da célula, permite que um valor seja
copiado na direção em que for arrastado. No Excel, se houver um número, ele é copiado. Se
houver dois números, uma sequência será criada. No Calc, um número cria uma sequên-
cia com incremento 1. Datas, dias da semana, nomes dos meses... Essas opções criam listas
predefinidas;

Fernando Nishimura Aragão

z Mesclar células: significa simplesmente juntar. O LibreOffice Calc permite que o usuário
escolha a forma como as células serão mescladas. Ao clicar no ícone na barra de ferramen-
tas, a caixa de diálogo “Mesclar células” será exibida.

A célula pode receber diferentes formatações, especialmente na exibição de valores numé-


ricos. Para a exibição retornar ao padrão, pressionar Ctrl + M. A formação de células, linhas e
colunas possibilita definir bordas, sombreamento e padrões que serão aplicados a elas.
96
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Uma opção muito utilizada no Calc, e também no Excel, é Intervalos de Impressão. A plani-
lha é grande (muitas células, nomeadas de A1 até AMJ1048764) e podemos marcar o intervalo
(Definir) que será considerado na impressão.
A formatação Condicional permite exibir células de diferentes cores e padrões, segundo
condições estipuladas — por exemplo, quando desejamos que os números negativos sejam
vermelhos e os positivos, azuis.

A formatação condicional pode apresentar visualmente as diferenças existentes nos dados


da planilha de cálculos. É um recurso útil e muito questionado em provas.

Simbologia Específica
INFORMÁTICA

z Coluna + Linha

Formato de referência de cada célula da planilha. Colunas com letras, linhas com núme-
ros. O formato de referência é idêntico no Excel e no Calc. Exemplo: A1 — coluna A, linha 1,
célula A1.
97
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
„ = (sinal de igual): inicia uma fórmula ou função ou faz uma comparação dentro de
um teste. Exemplos: = A1 + A2 — efetua a soma do valor em A1 com o valor em A2;
=SE(A1=A2;”é igual”;”é diferente”) — efetua um teste e exibe uma mensagem;
„ + (sinal de mais): adição ou início de fórmula/função. Exemplo: +A1+A2 — efetua a
soma do valor em A1 com o valor em A2;
„ – (sinal de menos): subtração ou início de fórmula/função com inversão de resultado.
Exemplo: –A1+A2 — efetua a soma do valor em A1 com o valor em A2, invertendo o
resultado;
„ * (asterisco): multiplicação. Exemplo: =A1*A2 — efetua a multiplicação do valor em A1
pelo valor em A2;
„ / (barra “normal”): divisão. Exemplo: =A1/A2 — efetua a divisão do valor em A1 pelo
valor em A2;
„ ^ (acento circunflexo): exponenciação. Exemplo: =A1^A2 — efetua a exponenciação do
valor em A1 pelo valor em A2, A1 elevado a A2;
„ % (símbolo de porcentagem): porcentagem. Exibe o valor em formato de porcenta-
gem. Não faz o cálculo. Para fazer o cálculo, é preciso dividir por 100 o resultado (por
cento, por 100);
„ & (símbolo de “E” comercial): concatenação. Reúne dois ou mais valores em uma úni-
ca sequência. Exemplo: =”Fernando”&”Nishimura” — Fernando Nishimura — =15&30
— 1530;
„ . (ponto-final): significa “Planilha”. Exemplo =Planilha1.A1+Planilha2.A2 — efetua a
soma do valor A1 que está em Planilha1 com o valor de A2 que está em Planilha2;

Importante!
Uma das poucas diferenças existentes entre o Microsoft Excel e o LibreOffice Calc é a for-
ma como referenciam planilhas. No Excel, é o ponto de exclamação; no Calc, é o ponto-final.

„ > (sinal de maior): maior que. Usado para testes, para comparação. Exemplo:
=SE(A1>A2;”A1 é maior”;”A2 é maior”) — efetua um teste e exibe uma mensagem;
„ < (sinal de menor): menor que. Usado em testes, para comparação. Exemplo:
=SE(A1<A2;”A1 é menor”;”A2 é menor”) — efetua um teste e exibe uma mensagem;
„ >= (sinal de maior e sinal de igual, consecutivos, sem espaço): maior ou igual a. Usa-
do em testes, para comparação. Exemplo: =SE(A1>=A2;”A1 é maior ou igual a A2”;”A2 é
maior que A1”) — teste, e exibe uma mensagem;
„ <= (sinal de menor e sinal de igual, consecutivos, sem espaço): menor ou igual a. Usa-
do em testes, para comparação. Exemplo: =SE(A1<=A2;”A1 é menor ou igual a A2”;”A2 é
menor que A1”) — teste, e exibe uma mensagem;
„ <> (sinal de menor e sinal de maior, consecutivos, sem espaço): diferente. O Excel/Calc
não usam o símbolo ≠. Usado em testes, para comparação. Exemplo: =SE(A1<>A2;”Valores
diferentes”;”São iguais”) — teste, e exibe uma mensagem;
„ ( ) (parênteses): organizam operadores, valores e expressões, alterando a ordem de cálculo.
O Excel e o Calc não utilizam chaves ou colchetes, como na matemática, apenas parênteses;
„ ; (ponto e vírgula): separador de argumentos de uma função ou separador de células em uma
referência. Pode significar E em uma referência de valores. Exemplos: =SE(A1<>A2;”Valores
98
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
diferentes”;”São iguais”) — separando os três argumentos da função; =SOMA(A1;B2;C3;D4)
— separando os quatro argumentos que serão somados;
„ : (dois-pontos): indicam “até” em uma referência de faixa de células. Exemplo: =
SOMA(A1:C3) — efetua a soma dos valores na faixa A1 até C3, incluindo A2, A3, B1, B2, B3,
C1 e C2;
„ “ (aspas): indicam expressões de textos literais. Exemplo: =SE(A1<>A2;”Valores diferen-
tes”;”São iguais”) — as mensagens são exibidas como digitadas;
„ $ (cifrão): fixar uma posição na referência, transformando a referência relativa em
referência mista ou absoluta. Muito utilizado em fórmulas e funções; quando mudar de
célula, será alterado ou não. Exemplo: =A$1 (linha 1 está fixa), =$B5 (coluna B está fixa),
=$A$6 (célula A6 está fixa); =$Planilha2.C17+10 — trava a referência para a Planilha2;
„ # (sinal de sustenido): iniciando uma mensagem, apenas um erro.

Mensagens de Erros

Seguem os erros mais comuns que podem ocorrer em uma planilha do LibreOffice Calc:

z #####: a célula não é larga o suficiente para mostrar o conteúdo;


z NUM! ou Err:503!: operação de ponto flutuante inválida. Um cálculo resulta em overflow
no intervalo de valores definido;
z #VALOR ou Err:519!: sem resultado. A fórmula resulta em um valor que não corresponde
à sua definição; ou a célula que é referenciada na fórmula contém um texto em vez de um
número;
z #REF ou Err:524!: referências inválidas. Em uma fórmula, está faltando a coluna, a linha
ou a planilha que contém uma célula referenciada;
z #NOME? ou Err:525!: nomes inválidos. Não foi possível avaliar o identificador, como uma
referência ou nome de domínio válido, uma etiqueta de coluna ou linha, uma macro ou
um suplemento. Além disso, pode ter ocorrido um erro devido a um separador decimal
incorreto;
z #DIV/0! ou Err:532!: divisão por zero. Operação de divisão (/) quando o denominador é 0.

Funções Básicas

z SOMA(valores): realiza a operação de soma nas células selecionadas;

„ =SOMA(A1;A2;A3): efetua a soma dos valores existentes nas células A1, A2 e A3;
„ =SOMA(A1:A5): efetua a soma dos cinco valores existentes nas células A1 até A5;
„ =SOMA(A1;34;B3): efetua a soma dos valores da célula A1, com 34 (valor literal) e B3;
„ =SOMA(A1:B4): efetua a soma dos oito valores existentes, de A1 até B4. O Excel não faz
INFORMÁTICA

“triangulação”, operando apenas áreas quadrangulares;


„ =SOMA(A1;B1;C1:C3): efetua a soma dos valores A1 com B1 e C1 até C3;
„ =SOMA(1;2;3;A1;A1): efetua a soma de 1 com 2 com 3, e o valor A1 duas vezes.

z SOMASE(valores;condição): realiza a operação de soma nas células selecionadas se uma


condição for atendida;
99
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
„ =SOMASE(A1:A5;”>15”): efetuará a soma dos valores de A1 até A5 que sejam maiores
que 15;
„ =SOMASE(A1:A10;”10”): efetuará a soma dos valores de A1 até A10 que forem iguais a
10. A sintaxe é =SOMASE(onde;qual o critério para que seja somado).

z MEDIA(valores): realiza a operação de média nas células selecionadas e exibe o valor


médio encontrado;

„ =MEDIA(A1:A5): efetua a média aritmética simples dos valores existentes entre A1 e


A5. Se forem cinco valores, serão somados e divididos por 5. Se existir uma célula vazia,
serão somados e divididos por 4. Células vazias não entram no cálculo da média.

z MED(valores): obtém o valor da mediana. A mediana é o valor que está “no meio” dos
valores ordenados informados;

„ =MED(A2:C2): de 6, 2 e 1, qual é o valor que está no meio? É 2;


„ =MÉDIA(A2:C2): qual é a média dos valores de A2 até C2? (6 + 2 + 1) ÷ 3 = 3.

z MÁXIMO(valores): exibe o maior valor das células selecionadas;

„ =MAXIMO(A1:D6): exibe qual é o maior valor na área de A1 até D6. Se houver dois
valores iguais, apenas um será mostrado.

z MAIOR(valores;posição): exibe o maior valor de uma série, segundo o argumento


apresentado;

„ =MAIOR(A1:D6;3): exibe o terceiro maior valor nas células A1 até D6.

z MÍNIMO(valores): exibe o menor valor das células selecionadas;

„ =MINIMO(A1:D6): exibe qual é o menor valor na área de A1 até D6.

z MENOR(valores;posição): exibe o menor valor de uma série, segundo o argumento


apresentado;

„ =MENOR(A1:D6;3): exibe o terceiro menor valor nas células A1 até D6.

z SE(teste;verdadeiro;falso): avalia um teste e retorna um valor, caso o teste seja verdadei-


ro, ou outro, caso seja falso;
z [Link](células): essa função conta todas as células em um intervalo, exceto as
100 células vazias;
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
„ =[Link](A1:A10): informa o resultado da contagem, apontando quantas célu-
las estão preenchidas com valores (quaisquer valores).

z CONT.NÚM (células): conta todas as células em um intervalo, exceto células vazias e célu-
las com texto;

„ =CONT.NÚM(A1:A8): informa quantas células no intervalo A1 até A8 têm valores


numéricos.

z [Link](células;condição): essa função conta quantas vezes aparece um determinado valor


(número ou texto) em um intervalo de células (o usuário tem que indicar qual é o critério a
ser contado);

„ =[Link](A1:A10;”5”): efetua a contagem de quantas células existem no intervalo de


A1 até A10 contendo o valor 5.

z TEXTO(células;formato): exibe um valor numérico no formato especificado por uma


máscara;

„ =TEXTO(7;”000”): exibirá o número 7 com três casas, portanto 007.

z MUDAR(texto;início;caracteres;novo_texto): permite trocar, a partir da posição indica-


da como início, o texto informado pelo novo_texto, até o limite de caracteres especificado;

„ =MUDAR(“José Carlos”; 1; 4; “João”): troca “José” por “João”.

z PROCV(valor_procurado;matriz_tabela;núm_índice_coluna;[intervalo_pesquisa]):
a função PROCV é utilizada para localizar o valor_procurado dentro da matriz_tabela
e, ao encontrá-lo, retornar o valor da enésima coluna indicada em núm_índice_coluna.
A última opção, que pode ser VERDADEIRO ou FALSO, define se o valor deve ser exa-
to (F) ou se pode ser aproximado (V). Por exemplo: =PROCV(105;A2:C7;2;VERDADEIRO) e
=PROCV(“Monte”;B2:E7;2;FALSO). A função PROCV é um membro das funções de pesquisa
e referência, que incluem a função PROCH. Se PROCV não localizar valor_procurado e
se procurar_intervalo for VERDADEIRO, ela usará o maior valor, que é menor do que o
valor_procurado;
z PROCH (o que;onde;linha;aproximadamente): procura um valor na horizontal. Caso
encontre, retorna a linha correspondente ao argumento informado. A busca poderá ser exa-
ta ou aproximada.
INFORMÁTICA

Precedência dos Operadores

Tanto o LibreOffice Calc como o Microsoft Excel usam precedência de operadores matemá-
ticos para a resolução das fórmulas.
A ordem de prioridade é parênteses, depois exponenciação (ou potência), depois multipli-
cação e divisão e, por último, adição e subtração.
101
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z ^ (exponenciação): a primeira operação que deve ser executada;
z * (multiplicação): a próxima operação a ser executada, assim como a divisão;
z / (divisão);
z + (adição): após realizar exponenciação, multiplicação e divisão, faça a adição/subtração;
z – (subtração);

Depois que todo o cálculo for realizado, faça a inversão do sinal.


Atenção! O uso de parênteses altera a ordem dos operadores matemáticos.
A sigla em inglês que representa a ordem das operações matemáticas é “PEMDAS”: parên-
teses, exponenciação, multiplicação, divisão, adição e subtração.
Diferentemente da interface do Microsoft Excel, que é baseada na Faixa de Opções com
guias, grupos e ícones, o LibreOffice tem a interface baseada em menus.
Na tabela a seguir, confira algumas dicas para compreender a sequência de comandos e
menus do Calc. As dicas são válidas para o LibreOffice Writer e para o LibreOffice Impress.

MENU SIGNIFICADO
Oferece comandos para o gerenciamento do arquivo atual, aquele que está em
Arquivo
primeiro plano
Acesso a recursos temporários (localizar, substituir, selecionar) e área de trans-
Editar
ferência do Windows/Linux
Acesso aos controles sobre o que será mostrado na tela de edição e sobre como
Exibir
será exibido
Adicionar qualquer objeto no arquivo atualmente editado. Se esse objeto for
Inserir
atualizável, será um campo
Mudar a aparência, mudar a configuração, dar uma forma, alterar o que está em
Formatar
edição
Planilha Opções de controle da planilha de dados no Calc
Oferece comandos para o gerenciamento do aplicativo, alterando as configura-
Ferramentas
ções em todos os próximos arquivos editados pelo aplicativo
Dados Classificação, filtro, filtro avançado e demais opções de organização dos dados
Janela Oferece opções para organizar as janelas dos documentos

CONCEITOS E COMANDOS DE PROGRAMAS DE APRESENTAÇÃO

POWERPOINT

As apresentações de slides criadas pelo Microsoft PowerPoint 2010/2013/2016/2019 são


arquivos de extensão .PPTX. Caso contenham macros (comandos para automatização de
tarefas), será atribuída a extensão .PPTM. Além disso, podemos trabalhar com os modelos
(extensão .POTX e POTM).

102
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Apesar de ser um aplicativo com finalidade diferente da do editor de textos, ele tem muitas
semelhanças que acabam ajudando quem está iniciando. Da mesma forma que ocorre no edi-
tor de textos, é possível trabalhar com seções (divisões), inserir números de slides, comparar
apresentações etc.

EXTENSÃO TIPO DE ARQUIVO CARACTERÍSTICAS


PPT Apresentação editável Versão 2003 ou anterior
PPS Apresentação executável Versão 2003 ou anterior
POT Modelo de apresentação Versão 2003 ou anterior
PPTX Apresentação editável Versão 2007 ou superior
Versão 2007 ou superior, que não neces-
PPSX Apresentação executável
sita de programas para ser visualizada
Recursos para padronização de novas
POTX Modelo de apresentação
apresentações
Modelo de apresentação com Recursos para padronização e automati-
POTM
macros zação de novas apresentações
Formato do LibreOffice Impress, que
ODP Open Document Presentation pode ser editado e salvo pelo Microsoft
PowerPoint
Formato de documento portável, sem
PDF/XPS Portable Document Format alguns recursos multimídia inseridos na
apresentação de slides

Importante!
Apresentações de slides é um tópico pouco questionado em provas de concursos. Conhe-
cendo os conceitos do Microsoft PowerPoint, você poderá aproveitá-los quando estudar
LibreOffice Impress.

As apresentações de slides podem ser gravadas em formato de imagens (JPG, PNG) ou slide
por slide e até transformadas em vídeo (extensão MP4).
Os recursos do PowerPoint, como animações, transições, narração, serão inseridos no
vídeo, que poderá ser reproduzido em outros dispositivos, como smart TV em totens de
propagandas.
INFORMÁTICA

103
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Para produzir um vídeo da apresentação, acessar o botão Arquivo, menu Exportar, item Criar Vídeo.

Vamos conhecer alguns termos usados no aplicativo de edição de apresentações de slides.

z Slide: unidade de edição, como uma página da apresentação;


z Slide mestre: slide com o modelo de formatação que será usado pelos slides da apresen-
tação atual;
z Design: aparência do slide ou de toda a apresentação. O design combina cores, estilos e
padrões para que a aparência tenha um visual harmonizado. O PowerPoint oferece “Ideias
de Design” a cada objeto inserido no slide;
z Layout: disposição dos elementos dentro do slide. Quando a apresentação é iniciada, o slide
de Slide de Título é apresentado. O usuário poderá alterar para outro layout. Cada slide da
apresentação poderá ter um layout diferente;

Slide de Título Título e Conteúdo Cabeçalho da Duas Partes de Comparação


Seção Conteúdo

Somente Título Em Branco Conteúdo com Imagem com


Legenda Legenda

Layout de slide.

z Seção: divisão de formatação dentro da apresentação (usada para apresentações persona-


lizadas). Poderá haver “duas apresentações” dentro de uma; no início, poderá ser escolhi-
da qual será exibida para o público;
z Transições: animação entre os slides. Ao selecionar algum efeito de animação entre os
slides (guia Transições, grupo Transição para este slide), será disponibilizada a opção para
a configuração do intervalo;
104
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Animação: animação dentro do slide, em um objeto do slide. Um objeto poderá ter diver-
sas animações simultaneamente, enquanto a transição do slide é única. Poderão ser de
Entrada, Ênfase, Saída ou Trajetórias de Animação.

Conceito de Slides

Conforme observado no item anterior, os slides são as unidades de trabalho do Power-


Point. Assim como as páginas de um documento do Microsoft Word, os slides têm configura-
ções como margens, orientação, números de páginas (slides, no caso), cabeçalhos e rodapés
etc.
O PowerPoint trabalha com quatro conceitos principais de slides:

z Slide (modo de exibição normal): cada slide é mostrado para a edição de seu conteúdo;
z Slide mestre: para alterar o design e o layout dos slides mestres, alterando toda a apre-
sentação de uma vez;
z Folhetos mestres: para alterar o design e o layout dos folhetos que serão impressos;
z Anotações mestras: para alterar o design e o layout das folhas de anotações.

Modo de exibição Normal para edição da apresentação de slides.


INFORMÁTICA

Nos modos de exibição, na guia Exibição, ocorreu uma pequena mudança em relação às
versões anteriores, com a inclusão do item Modo de Exibição de Estrutura de Tópicos:

z Normal: no modo de exibição Normal, miniaturas dos slides ou os tópicos aparecerão no


lado esquerdo, o slide atual aparecerá no centro (sendo possível sua edição) e, na área
inferior da tela, aparecerá a área de anotações. “Ajustar à janela” encaixa o slide na área;
105
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Modo de exibição de Estrutura de Tópicos: para editar e alternar entre slides no painel
de estrutura de tópicos. Útil para a criação de uma apresentação a partir dos tópicos de um
documento do Microsoft Word;
z Classificação de Slides: no modo de exibição Classificação de Slides, apenas miniaturas
dos slides serão mostradas. Essas miniaturas poderão ser organizadas (arrastadas). As ope-
rações de slides estão disponíveis, como Excluir slide, Ocultar slide etc. No entanto, não é
possível editar o conteúdo. Somente após duplo clique será possível a edição do conteúdo;
z Anotações: exibir a página de anotações para editar as anotações do orador da forma
como ficarão quando forem impressas;
z Modo de exibição de Leitura: exibir a apresentação como uma apresentação de slides
que cabe na janela. A barra de título do PowerPoint continuará sendo exibida.

Noções de Edição e Formatação de Apresentações

A preparação de uma apresentação de slides segue uma série de recomendações, como


quanto à quantidade de texto, à quantidade de slides, ao tempo da apresentação etc.
Entretanto, para concursos públicos, o foco é outro. O questionamento é sobre como fazer,
onde configurar, como apresentar etc.
Para entrar em modo de apresentação de slides do começo, devemos pressionar F5. Pode-
mos escolher o ícone “Do Começo” na guia Apresentações de Slides, grupo Iniciar Apresenta-
ção de Slides. Podemos, ainda, clicar no ícone correspondente na barra de status, ao lado do
zoom.
A apresentação iniciará e, ao contrário do modo de exibição Leitura em Tela Inteira, a bar-
ra de títulos não será mostrada.
A outra forma de iniciar uma apresentação de slides é a partir do Slide Atual, pressionan-
do Shift + F5 ou clicando no ícone da guia Apresentação de Slides.
Durante a apresentação de slides, as setas de direção permitem mudar o slide em exibição.
O Enter passa para o próximo slide. O ESC sai da apresentação de slides.
Segurar a tecla CTRL e pressionar o botão principal (esquerdo) do mouse exibirá um “laser
pointer” na apresentação.
Pressionar a letra C ou vírgula deixará a tela em branco (clara). Pressionar E ou ponto-final
deixará a tela preta (escura).
A edição dos elementos textuais e parágrafos segue os princípios do editor de textos Word.
Os comandos também são os mesmos — por exemplo, o Salvar como PDF.
De acordo com o formato escolhido, alguns recursos poderão ser desabilitados.

FORMATO ANIMAÇÕES TRANSIÇÕES ÁUDIO VÍDEO HIPERLINKS


PPTX X X X X X
PPSX X X X X X
PDF — — — — X
MP4 X X X X X
JPG/PNG — — — — —

Recursos disponíveis (X) e recursos indisponíveis (—).

106
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
O formato PDF é portável, podendo ser usado em qualquer plataforma. Praticamente todos
os programas disponíveis no mercado reconhecem o formato PDF.
Confira, a seguir, os ícones do aplicativo, que costumam ser questionados em provas.

Para entrar em modo de apresentação de slides do começo, devemos pressionar F5

A outra forma de iniciar uma apresentação de slides é a partir do Slide Atual, pressionan-
do Shift + F5 ou clicando no ícone da guia Apresentação de Slides
Apresentar On-line — transmitir a apresentação de slides para visualizadores remotos que
possam assisti-la em um navegador da web;
Apresentação de Slides Personalizada — criar ou executar uma apresentação de slides
personalizada. Uma apresentação de slides personalizada exibirá somente os slides
selecionados. Esse recurso permite que você tenha vários conjuntos de slides diferentes
(por exemplo, uma sucessão de slides de 30 minutos e outra de 60 minutos) na mesma
apresentação;
Configurar Apresentação de Slides — configurar opções avançadas para a apresentação
de slides, como o modo de quiosque (em que a apresentação reinicia após o último slide
e continua em loop até ser pressionado ESC), apresentação sem narração, vários monito-
res, avançar slides etc.;
Ocultar Slide — ocultar o slide atual da apresentação. Ele não será mostrado durante a
apresentação de slides de tela inteira;
Testar Intervalos — iniciar uma apresentação de slides em tela inteira na qual você pos-
sa testar sua apresentação. A quantidade de tempo utilizada em cada slide é registrada
e você pode salvar esses intervalos para executar a apresentação automaticamente no
futuro;
Gravar Apresentação de Slides — gravar narrações de áudio, gestos do apontador-laser ou
intervalos de slide e animação para reprodução durante a apresentação de slides;
Álbum de Fotografias — criar ou editar uma apresentação com base em uma série de
imagens. Cada imagem será colocada em um slide individual;
Ação — adicionar uma ação ao objeto selecionado para especificar o que deve acontecer
quando você clicar nele ou passar o mouse sobre ele;

Inserir número do slide — o número do slide reflete sua posição na apresentação;

Inserir vídeo no slide — permite inserir um videoclipe no slide;

Inserir áudio no slide — permite inserir um clipe de áudio no slide;


INFORMÁTICA

Gravação de tela — gravar o que está sendo exibido na tela e inserir no slide;

Formas — linhas, retângulos, formas básicas, setas largas, formas de equação, fluxogra-
mas, estrelas e faixas, textos explicativos e botões de ação.

107
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
LIBREOFFICE IMPRESS

O aplicativo Microsoft PowerPoint se tornou, após anos, sinônimo de apresentações. É


comum falarmos que estamos apresentando um PowerPoint, mesmo que o arquivo tenha
sido criado no LibreOffice Impress.
Os softwares de edição de slides (Microsoft PowerPoint, LibreOffice Impress, Google Apre-
sentações) permitem a criação de uma apresentação de slides para exibição para um público.
Ao iniciar o aplicativo, o usuário poderá escolher um modelo de apresentação para a cria-
ção de um novo arquivo ou cancelar a caixa de diálogo e escolher um arquivo que está gra-
vado em um local de armazenamento permanente para ser aberto e editado naquela sessão
de trabalho.

Arquivos do PowerPoint são abertos pelo LibreOffice Impress (antigo OpenOffice, BrOffice).
Da mesma forma, arquivos do LibreOffice Impress (formato ODP — Open Document Pre-
sentation) podem ser abertos pelo Microsoft PowerPoint.
Ambos são capazes de produzir arquivos PDFs.
O LibreOffice Impress permite exportar uma apresentação ou desenho para diferentes
formatos.

z BMP: Windowns Bitmap (*.bmp);


z EMF: Enhanced Metafile (*.emf);
z EPS: Encapsulated PostScript (*.eps);
z GIF: Graphics InterchangeFormat (*.gif);
z JPEG: Joint Photographic Experts Group (*.jpg;*.jpeg;*.jfif;*.jiif;*.jpe);
z PNG: Portable Network Graphic (*.png);
108 z SVG: Scalable Vector Graphics (*.svg; *.svgz);
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z TIFF: Tagged Image File Format (*.tif; *.tiff);
z WMF: Windows Metafile (*.wmf).

Importante!
Extensões de arquivos estão entre os itens mais questionados em provas de concursos
organizados por algumas bancas.

Os modos de exibição permitem alternar entre a edição (Normal), exibição de títulos


(Estrutura de Tópicos), Notas (Anotações do apresentador) e Organizador de Slides (classifi-
cação de slides — miniaturas para organização).

z Leiaute: permite a escolha do tipo de conteúdo que será inserido no slide. Para não esque-
cer: é o esqueleto de cada slide da apresentação. O layout do slide (leiaute do eslaide) é a
definição da posição dos objetos dentro de cada slide da apresentação;
z Modelos: permitem a escolha do projeto visual que será utilizado no slide. Para não esque-
cer: é a aparência da apresentação;
z Transição: permite a escolha do efeito visual que será utilizado na passagem de um slide
para outro slide. Para não esquecer: é a animação entre os slides da apresentação;
z Mestre: permite a escolha da posição de todos os elementos dentro de uma apresentação,
assim como configurações específicas. Podemos configurar os slides, folhetos e anotações.
Para não esquecer: é o esqueleto de toda a apresentação.
INFORMÁTICA

109
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Exibir

Slide mestre

Elementos do slide mestre...

Assim como nos demais aplicativos, o ícone permite transformar um objeto inserido
em um hiperlink. O ícone está disponível na Barra de Ferramentas Padrão. Atalho de teclado:
Ctrl + K.
No LibreOffice, o hiperlink poderá ser para:

internet — endereço URL ou endereço FTP;

correio — abre o aplicativo de e-mail padrão para o envio de uma mensagem eletrônica;

documento — para algum local do documento atual, como uma Tabela, Seção ou Quadro;

novo documento — para qualquer outro arquivo editável do pacote LibreOffice.

Diferentemente da interface do Microsoft PowerPoint, que é baseada na Faixa de Opções


com guias, grupos e ícones, o LibreOffice tem a interface baseada em menus.

110
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Na tabela a seguir, confira algumas dicas para compreender a sequência de comandos e
menus do Impress. As dicas são válidas para o LibreOffice Writer e para o LibreOffice Calc.

MENU SIGNIFICADO
Oferece comandos para o gerenciamento do arquivo atual, aquele que está em
Arquivo
primeiro plano
Acesso a recursos temporários (localizar, substituir, selecionar) e área de trans-
Editar
ferência do Windows/Linux
Acesso aos controles sobre o que será mostrado na tela de edição e sobre
Exibir
como será exibido. Cor, preto e branco, escala de cinza...
Adicionar qualquer objeto na apresentação atualmente editada. Se esse objeto
Inserir
for atualizável, será um campo
Mudar a aparência, mudar a configuração, dar uma forma, alterar o que está
Formatar
em edição
Oferece comandos para o gerenciamento do aplicativo, alterando as configura-
Ferramentas
ções em todos os próximos arquivos editados pelo aplicativo
Iniciar a apresentação, configurar a apresentação, Cronometrar, Interação, Ani-
Apresentação
mação personalizada, Transição de slides, Exibir e Ocultar slides e criar uma
de slides
apresentação personalizada
Janela Oferece opções para organizar as janelas dos documentos

Menu Slide

Novidade do LibreOffice Impress 5 mantida na versão 6/7, que não existia nas versões
anteriores. Tem opções similares às da guia Apresentação de Slides do Microsoft PowerPoint.
Contém as opções para manipulação dos slides da apresentação, incluindo o item Transição
de Slides, para adicionar uma animação entre os slides.

Slide

INFORMÁTICA

111
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Menu Apresentação de Slides

Outra novidade do LibreOffice Impress 5, com as opções e comandos para controle da


apresentação. Foi mantido nas versões seguintes.
De forma semelhante ao PowerPoint, F5 inicia a apresentação a partir do primeiro slide
e Shift + F5 inicia a partir do slide atual. Essa é uma alteração importante, pois, nas versões
anteriores, F5 iniciava no slide atual — agora, é como no PowerPoint, com dois atalhos de
teclado diferentes.

SERVIÇO DE INTERNET

CONCEITOS BÁSICOS

A internet é a rede mundial de computadores que surgiu nos Estados Unidos com propósi-
tos militares, para proteger os sistemas de comunicação em caso de ataque nuclear, durante
a Guerra Fria. Na corrida atrás de tecnologias e inovações, Estados Unidos e União Soviética
lançavam projetos que procuravam proteger as informações secretas de ambos os países e
seus blocos de influência.
ARPANET, sigla para Advanced Research Projects Agency, criada pela ARPA, era um modelo
de troca e compartilhamento de informações que permitia a descentralização das mesmas,
sem um “nó central”, garantindo a continuidade da rede mesmo que um nó fosse desligado.
A troca de mensagens começou antes da própria internet. Logo, o e-mail surgiu primeiro,
e, depois, veio a internet como a conhecemos e a usamos. Ela passou a ser usada também pelo
meio educacional (universidades) para fomentar a pesquisa acadêmica. No início dos anos
1990, ela se tornou aberta e comercial, permitindo o acesso de todos.

Usuário Modem
Internet
Provedor de Acesso

Para acessar a internet, o usuário utiliza um modem que se conecta a um provedor de acesso através de uma
linha telefônica.
112
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
A navegação na internet é possível através da combinação de protocolos, linguagens e
serviços, operando nas camadas do modelo OSI (sete camadas) ou TCP (cinco camadas ou
quatro camadas).
A internet conecta diversos países e grandes centros urbanos por meio de estruturas físi-
cas chamadas de backbones. São conexões de alta velocidade que permitem a troca de dados
entre as redes conectadas. O usuário não consegue se conectar diretamente no backbone. Ele
deve acessar um provedor de acesso ou uma operadora de telefonia através de um modem, e
a empresa se conecta na “espinha dorsal”.
Após a conexão na rede mundial, o usuário deve utilizar programas específicos para rea-
lizar a navegação e acesso ao conteúdo oferecido pelos servidores.

CONCEITO USO COMENTÁRIOS


Conhecida como nuvem e também como World Wide Web, ou
Conexão entre WWW, a internet é um ambiente inseguro, que utiliza o proto-
Internet
computadores colo TCP para conexão em conjunto a outros para aplicações
específicas
Ambiente seguro que exige identificação, podendo estar restrito a
Conexão com um local, que poderá acessar a internet ou não. A intranet utiliza
Intranet
autenticação o mesmo protocolo da internet, o TCP, podendo usar o UDP tam-
bém
Conexão entre Conexão remota segura, protegida com criptografia, entre dois
Extranet dispositivos ou dispositivos, ou duas redes. O acesso remoto é geralmente
redes suportado por uma VPN

Os editais costumam explicitar internet e intranet, mas também questionam extranet. A


conexão remota segura que conecta intranets através de um ambiente inseguro que é a inter-
net é naturalmente um resultado das redes de computadores.

INTERNET, INTRANET E EXTRANET


Redes de
computadores

Internet Intranet Extranet

Rede mundial de Rede local de Acesso remoto


computadores acesso restrito seguro

Utiliza os mesmos
Protocolos TCP/IP protocolos da Protocolos seguros
internet
Padrão de Criptografia em
Família TCP/IP
comunicação VPN
INFORMÁTICA

A internet é transparente para o usuário. Qualquer usuário poderá acessá-la sem ter
conhecimento técnico dos equipamentos que existem para possibilitar a conexão.

113
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
CORREIO ELETRÔNICO, NAVEGAÇÃO, ACESSO REMOTO, TRANSFERÊNCIA DE ARQUIVOS,
BUSCA

Nos concursos públicos e no dia a dia, estes são os itens mais utilizados pelas pessoas
para acessar o conteúdo disponível na internet. As informações armazenadas em servidores,
sejam páginas web ou softwares, como um serviço (SaaS — camada mais alta da computação
na nuvem), são acessadas por programas instalados em nossos dispositivos. São eles:

z navegadores de internet ou browsers, para conteúdo em servidores web;


z softwares de correio eletrônico, para mensagens em servidores de e-mail;
z redes sociais, para conteúdos compartilhados por empresas e usuários;
z sites de busca, como o Google Buscas e Microsoft Bing, para encontrar informações na
rede mundial;
z grupos de discussão, tanto no contexto de WhatsApp e Telegram quanto no formato clássi-
co do Facebook e Yahoo Grupos.

Este tópico é muito prático. Nos concursos públicos, são questionados os termos usados
nos diferentes softwares, como “Histórico”, para nomear a lista de informações acessadas
por um navegador de internet.

Importante!
Ao navegar na internet, comece a observar os detalhes do seu navegador e as mensagens
que são exibidas. Esses são os itens questionados em concursos públicos.

Ferramentas e Aplicativos Comerciais de Navegação

As informações armazenadas em servidores web são arquivos (recursos) identificados por


um endereço padronizado e único (endereço URL) exibidos em um browser ou navegador de
internet.
Eles são usados nas redes internas, pois a intranet utiliza os mesmos protocolos, lingua-
gens e serviços da internet.
Confira, a seguir, os principais navegadores de internet disponíveis no mercado:

NAVEGADOR DESENVOLVEDOR CARACTERÍSTICAS


Edge

Navegador padrão do Windows 10, que substituiu o Microsoft Internet


Microsoft
Explorer

Internet Explorer
Navegador padrão do Windows 7, um dos mais questionados em concur-
Microsoft
sos públicos, por ser integrante do sistema operacional

114
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
NAVEGADOR DESENVOLVEDOR CARACTERÍSTICAS
Firefox

Mozilla Software livre e multiplataforma que é leve, intuitivo e altamente expansível

Chrome
Um dos mais populares navegadores do mercado, multiplataforma e de
Google
fácil utilização

Safari
Desenvolvido originalmente para aparelhos da Apple, atualmente está
Apple
disponível para outros sistemas operacionais

Opera
Navegador leve com proteções extras contra rastreamento e mineração
Opera
de moedas virtuais

Na internet, as informações (dados) são armazenadas em arquivos disponíveis em seus servi-


dores. Os servidores são computadores, que utilizam pastas ou diretórios para o armazenamento
de arquivos. Ao acessarmos uma informação na internet, estamos acessando um arquivo. Mas
como é a identificação desse arquivo? Como acessamos essas informações? Isso ocorre através
de um endereço URL: o endereço URL (Uniform Resource Locator) que define o endereço de um
recurso na rede. Na sua tradução literal denomina-se Localizador Uniforme de Recursos, e possui
a seguinte sintaxe:

protocolo://máquina/caminho/recurso

z “protocolo” é a especificação do padrão de comunicação que será usado na transferência


de dados. Poderá ser http (hyper text transfer protocol — protocolo de transferência de
hipertexto), ou https (hyper text transfer protocol secure — protocolo seguro de transferên-
cia de hipertexto), ou ftp (file transfer protocol — protocolo de transferência de arquivos),
entre outros;
z “://” faz parte do endereço URL, para identificar que é um endereço na rede, e não um
endereço local como “/” no Linux ou “:\” no Windows;
z “máquina” é o nome do servidor que armazena a informação que desejamos acessar;
z “caminho” são as pastas e diretórios onde o arquivo está armazenado;
z “recurso” é o nome do arquivo que desejamos acessar.
INFORMÁTICA

Vamos conferir os endereços URL a seguir e suas características.

ENDEREÇO
CARACTERÍSTICAS
URL FICTÍCIO
Usando o protocolo http, acessaremos o servidor abc, que é comercial (.com), no Brasil (.br).
[Link] Acessaremos a divisão multimídia (www) com arquivos textuais, vídeos, áudios e imagens. O
[Link]/ recurso acessado é o [Link], entendido automaticamente pelo navegador, por não ter nenhu-
ma especificação de recurso no fim
115
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
ENDEREÇO
CARACTERÍSTICAS
URL FICTÍCIO
[Link] Usando o protocolo https, acessaremos o servidor abc, que é comercial (.com) e pode estar re-
com/caixas/ gistrado nos Estados Unidos. Acessaremos o diretório caixas, subdiretório inbox. Acessaremos
inbox/ o serviço mail no servidor

[Link] Usando o protocolo de transferência de arquivos ftp, acessaremos o servidor ftp da instituição
br/[Link] governamental (gov) brasileira (br) chamada abc, que disponibiliza o recurso [Link]

Outra forma de analisar um endereço URL é na sua sintaxe expandida. Quando navega-
mos em sites na internet, nos deparamos com aquelas combinações de símbolos que não
parecem legíveis. No entanto, como tudo na internet está padronizado, vamos ver as partes
de um endereço URL “completo”. Confira:

esquema://domínio:porta/caminho recurso?querystring#fragmento

z “esquema” é o protocolo que será usado na transferência;


z “domínio” é o nome da máquina, o nome do site;
z “:” e “porta” indicam qual, entre as 65536 portas TCP, será usada na transferência;
z “caminho” indica as pastas no servidor, que é um computador com muitos arquivos em
pastas;
z “recurso” é o nome do arquivo que está sendo acessado;
z “?” é para transferir um parâmetro de pesquisa, usado especialmente em sites seguros;
z “#” é para especificar qual é a localização da informação dentro do recurso acessado
(marcas).

Vejamos um exemplo: [Link]


inbox#open

z esquema: https://
z domínio: [Link]
z porta: 5012
z caminho: /owa/
z recurso: hotmail
z querystring: path=/mail/inbox
z fragmento: open

Quando o usuário digita um endereço URL no seu navegador, um servidor DNS (domain
name server — servidor de nomes de domínios) será contactado para traduzir o endereço
URL em número de IP. A informação será localizada e transferida para o navegador que soli-
citou o recurso.

Servidor DNS

Internet
Endereço URL
Usuário

Os endereços URLs são reconhecíveis pelos usuários, mas os dados são armazenados em servidores web com
116 números de IP. O servidor DNS traduz um URL em número de IP, permitindo a navegação na internet.
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Conceitos e Funções Válidas para Todos os Navegadores

z Modo normal de navegação: as informações serão registradas e mantidas pelo navega-


dor. Histórico de Navegação, Cookies, Arquivos Temporários, Formulários, Favoritos e
Downloads;

z Modo de navegação anônima: as informações de navegação serão apagadas quando a janela


for fechada. Apenas os Favoritos e Downloads serão mantidos;

z Dados de formulários: informações preenchidas em campos de formulários nos sites de


internet;
z Favoritos: endereços URL salvos pelo usuário para acesso posterior. Os sites preferidos do usuá-
rio poderão ser exportados do navegador atual e importados em outro navegador de internet;
z Downloads: arquivos transferidos de um servidor remoto para o computador local. Os geren-
ciadores de downloads permitem pausar uma transferência ou buscar outras fontes caso o
arquivo não esteja mais disponível;
z Uploads: arquivos enviados do computador local para um servidor remoto;
z Histórico de navegação: são os endereços URL acessados pelo navegador em modo normal de
navegação;
z Cache ou arquivos temporários: cópia local dos arquivos acessados durante a navegação;
z Pop-up: janela exibida durante a navegação para funcionalidades adicionais ou propaganda;
z Atualizar página: acessar as informações armazenadas na cópia local (cache);
z Recarregar página: acessar novamente as informações no servidor, ignorando as informa-
ções armazenadas nos arquivos temporários;
z Formato PDF: os arquivos disponíveis na internet no formato PDF podem ser visualizados
diretamente no navegador de internet, sem a necessidade de programas adicionais.

Recursos de Sites, Combinados com os Navegadores de Internet

z Cookies: arquivos de texto transferidos do servidor para o navegador, com informações sobre
as preferências do usuário. Eles não são vírus de computador, pois códigos maliciosos não
podem infectar arquivos de texto sem formatação;
z Feeds RSS: quando o site oferece o recurso RSS, o navegador receberá atualizações para a pági-
INFORMÁTICA

na assinada pelo usuário. O RSS é muito usado entre sites para troca de conteúdo;
z Certificado digital: os navegadores podem utilizar chaves de criptografia com mais de 1024
bits, ou seja, aceitam certificados digitais para validação de conexões e transferências com crip-
tografia e segurança;
z Corretor ortográfico: permite a correção dos textos digitados em campos de formulários, a
partir de dicionários on-line disponibilizados pelos desenvolvedores dos navegadores.
117
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Atalhos de Teclado

z Para acessar a barra de endereços do navegador: F4 ou Ctrl+E. No Google Chrome: F6;


z Para abrir uma nova janela: Ctrl+N;
z Para abrir uma nova janela anônima: Ctrl+Shift+N. No Mozilla Firefox: Ctrl+Shift+P;
z Para fechar uma janela: Alt+F4;
z Para abrir uma nova guia: Ctrl+T;
z Para fechar uma guia: Ctrl+F4 ou Ctrl+W;
z Para reabrir uma guia fechada: Ctrl+Shift+T;
z Para aumentar o zoom: Ctrl + = (igual);
z Para reduzir o zoom: Ctrl + – (menos);
z Definir zoom em 100%: Ctrl+0 (zero);
z Para acessar a página inicial do navegador: Alt+Home;
z Para visualizar os downloads em andamento ou concluídos: Ctrl+J;
z Localizar um texto no conteúdo textual da página: Ctrl+F;
z Atualizar a página: F5;
z Recarregar a página: Ctrl+F5.

Nos navegadores de internet, os links poderão ser abertos de quatro formas diferentes.

z Clique: abre o link na guia atual;


z Clique+Ctrl: abre o link em uma nova guia;
z Clique+Shift: abre o link em uma nova janela;
z Clique+Alt: faz download do arquivo indicado pelo link.

FERRAMENTAS E APLICATIVOS DE CORREIO ELETRÔNICO

O e-mail (electronic mail, correio eletrônico) é uma forma de comunicação assíncrona, ou


seja, mesmo que o usuário não esteja on-line, a mensagem será armazenada em sua caixa de
entrada, permanecendo disponível até ela ser acessada novamente.
O correio eletrônico tem mais de 40 anos de existência. Foi um dos primeiros serviços que
surgiu para a internet, mantendo-se usual até os dias de hoje.

PROGRAMA CARACTERÍSTICAS
O Mozilla Thunderbird é um cliente de e-mail gratuito com código aberto
que poderá ser usado em diferentes plataformas

O eM Client é um cliente de e-mail gratuito para uso pessoal no ambiente


Windows e Mac. Facilmente configurável. Tem a versão Pro, para clientes
corporativos

O Microsoft Outlook, integrante do pacote Microsoft Office, é um cliente


de e-mail que permite a integração de várias contas em uma caixa de
entrada combinada

118
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
PROGRAMA CARACTERÍSTICAS
O Microsoft Outlook Express foi o cliente de e-mail padrão das antigas
versões do Windows. Ainda aparece listado nos editais de concursos, po-
rém não pode ser utilizado nas versões atuais do sistema operacional

Quando o usuário utiliza um navegador de internet qualquer para acessar


@ sua caixa de mensagens no servidor de e-mails, ele está acessando pela
modalidade Webmail

O Microsoft Outlook possui recursos que permitem o acesso ao correio eletrônico (e-mail),
organização das mensagens em pastas, sinalizadores, acompanhamento e também recursos
relacionados a reuniões e compromissos.
Os eventos adicionados ao calendário poderão ser enviados na forma de notificação por
e-mail para os participantes.
O Outlook possui o programa para instalação no computador do usuário e a versão on-line.
A versão on-line poderá ser gratuita ([Link], antigo Hotmail) ou corporativa (Outlook
Web Access — OWA, integrante do Microsoft Office 365).

Usuário

Para acessar as mensagens armazenadas em um servidor de e-mails, o usuário pode usar um cliente de e-mail ou
o navegador de internet.

Formas de Acesso ao Correio Eletrônico

Podemos usar um programa instalado em nosso dispositivo (cliente de e-mail) ou qual-


quer navegador de internet para acessarmos as mensagens recebidas. A escolha por uma ou
por outra opção vai além da preferência do usuário. Cada forma de acesso tem suas caracte-
rísticas e protocolos. Confira:

FORMA DE
CARACTERÍSTICAS
ACESSO
Protocolo SMTP para enviar mensagens e POP3 para receber. As mensagens
Cliente de
são transferidas do servidor para o cliente e são apagadas da caixa de mensa-
e-mail
gens remota
Protocolo SMTP para enviar mensagens e POP3 para receber. As mensagens
Cliente de
INFORMÁTICA

são transferidas do servidor para o cliente e são apagadas da caixa de mensa-


e-mail
gens remota

119
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Servidor de e-mails
Servidor de e-mails

Receber — POP3 Receber IMAP4

Usuário Usuário

Cliente de e-mail Navegador de Internet

Usando o protocolo POP3, a mensagem é transferida para o programa de e-mail do usuário e removida do
servidor. Usando o protocolo IMAP4, a mensagem é copiada para o navegador de internet e mantida no servidor
de e-mails.

Os protocolos de e-mails são usados para a troca de mensagens entre os envolvidos na


comunicação. O usuário pode personalizar a sua configuração mas, em concursos públicos, o
que vale é a configuração padrão, apresentada neste material.
SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) é o Protocolo para Transferência Simples de e-mails
usado pelo cliente de e-mail para enviar para o servidor de mensagens, e entre os servidores
de mensagens do remetente e do destinatário.
POP3 ou apenas POP (Post Office Protocol 3) é o Protocolo de Correio Eletrônico, usado pelo
cliente de e-mail para receber as mensagens do servidor remoto, removendo-as da caixa de
entrada remota.
IMAP4 ou IMAP (Internet Message Access Protocol) é o Protocolo de Acesso às Mensagens
via internet. É usado pelo navegador de internet (sobre os protocolos HTTP e HTTPS) na
modalidade de acesso Webmail para transferir cópias das mensagens para a janela do nave-
gador, mantendo as originais na caixa de mensagens do servidor remoto.

Servidor Exchange Enviar e Receber Servidor Gmail


SMTP

Enviar – SMTP
Enviar e Receber
Receber – POP3 IMAP4

Remetente Destinatário
Cliente
Webmail

O remetente está usando o programa Microsoft Outlook (cliente) para enviar um e-mail. Ele usa o seu e-mail
corporativo (Exchange). O e-mail do destinatário é hospedado no servidor Gmail e ele utiliza um navegador de
internet (Webmail) para ler e responder os e-mails recebidos.
Uso do Correio Eletrônico

Para utilizar o serviço de correio eletrônico, o usuário deve ter uma conta cadastrada em
um serviço de e-mail. O formato do endereço foi definido inicialmente pela RFC822, redefini-
do pela RFC2822 e atualizado na RFC5322. Lembrando que RFC é Request for Comments, um
documento de texto colaborativo que descreve os padrões de cada protocolo, linguagem e
120 serviço para ser usado nas redes de computadores.
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
De forma semelhante ao endereço URL para recursos armazenados em servidores, o cor-
reio eletrônico também possui o seu formato.
Atenção: existem bancas organizadoras que consideram o formato reduzido usuário@
provedor no enunciado de suas questões em lugar do formato detalhado usuário@provedor.
domí[Link]ís. Ambos estão corretos.

CAMPOS DE UM ENDEREÇO DE E-MAIL — USUÁRIO@[Link]Í[Link]ÍS


COMPONENTE CARACTERÍSTICAS
Usuário Antes do símbolo de @, identifica um único usuário no serviço de e-mail
Significa at (lê-se “em” ou “no”) e é usado para separar a parte esquerda que
@ identifica o usuário, da parte a sua direita, que identifica o provedor do servi-
ço de mensagens eletrônicas
Nome do Imediatamente após o símbolo de @, identifica a empresa ou provedor que
armazena o serviço de e-mail (o servidor de e-mail executa softwares, como
domínio o Microsoft Exchange Server por exemplo)
Identifica o tipo de provedor, por exemplo, .com (comercial), .edu (educa-
Categoria do cional), .rec (entretenimento), .gov (governo), .org (organização não gover-
domínio namental) etc., de acordo com as definições de Domínios de Primeiro Nível
(DPN) na internet
Informação que poderá ser omitida quando o serviço está registrado nos
País Estados Unidos. O país é informado por duas letras, como: BR, Brasil; AR, Ar-
gentina; JP, Japão; CN, China; CO, Colômbia etc.

Dica
Quando o símbolo @ é usado no início, antes do nome do usuário, identifica uma conta em
rede social. Para o endereço URL do Instagram [Link]
sos/, o nome do usuário é @novaconcursos.

Ao redigir um novo e-mail, o usuário poderá preencher os campos disponíveis para des-
tinatário(s), título da mensagem, entre outros. Para enviar a mensagem, é preciso que exista
um destinatário informado em um dos campos de destinatários.
Se um destinatário informado não estiver disponível no servidor de e-mails do destino, a
mensagem será devolvida. Caso a caixa de entrada do destinatário esteja lotada, a mensagem
também será devolvida. Se o servidor de e-mails do destinatário estiver ocupado, a mensa-
gem será reagendada para tentativa de entrega posterior.
Conheça os elementos e seu papel na criação de uma nova mensagem de e-mail:

CAMPOS DE UMA MENSAGEM DE E-MAIL


CAMPO CARACTERÍSTICAS
INFORMÁTICA

Identifica o usuário que está enviando a mensagem eletrônica, o remetente.


FROM (De)
É preenchido automaticamente pelo sistema
Identifica o (primeiro) destinatário da mensagem. Poderão ser especifica-
dos vários endereços de destinatários neste campo, e serão separados por
TO (Para)
vírgula ou ponto e vírgula (segundo o serviço). Todos que receberem a men-
sagem, conhecerão os outros destinatários informados neste campo

121
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
CAMPOS DE UMA MENSAGEM DE E-MAIL
CAMPO CARACTERÍSTICAS
Identifica os destinatários da mensagem que receberão uma cópia do
CC (com cópia e-mail. CC é o acrônimo de Carbon Copy (cópia carbono)
ou cópia carbo-
no) Todos que receberem a mensagem, conhecerão os outros destinatários informa-
dos neste campo
BCC (CCO – com Identifica os destinatários da mensagem que receberão uma cópia do
cópia oculta ou e-mail. BCC é o acrônimo de Blind Carbon Copy (cópia carbono oculta). To-
cópia carbono dos que receberem a mensagem não conhecerão os destinatários informa-
oculta) dos neste campo
SUBJECT (assun-
Identifica o conteúdo ou título da mensagem. É um campo opcional
to)
Anexar Arquivo: identifica o(s) arquivo(s) que está(ão) sendo enviado(s) jun-
ATTACH (anexo) to com a mensagem. Existem restrições quanto ao tamanho do anexo e tipo
(executáveis são bloqueados pelos webmails). Não são enviadas pastas
O conteúdo da mensagem de e-mail, que poderá ter uma assinatura asso-
Mensagem
ciada inserida no final

As mensagens enviadas, recebidas, apagadas ou salvas estarão em pastas do servidor de


correio eletrônico, nominadas como “caixas de mensagens”. Para tanto,

z a pasta Caixa de Entrada contém as mensagens recebidas, lidas e não lidas;


z a pasta Itens Enviados contém as mensagens efetivamente enviadas;
z a pasta Itens Excluídos contém as mensagens apagadas;
z a pasta Rascunhos contém as mensagens salvas e não enviadas.
z a pasta Caixa de Saída contém as mensagens que o usuário enviou, mas que ainda não
foram transferidas para o servidor de e-mails. Semelhante ao que ocorre quando envia-
mos uma mensagem no app WhatsApp, mas estamos sem conexão com a internet. A men-
sagem permanece com um ícone de relógio enquanto não for enviada.

Lixo Eletrônico ou Spam é um local para onde são direcionadas as mensagens sinalizadas
como lixo. Spam é o termo usado para referir-se aos e-mails não solicitados, que geralmen-
te são enviados para um grande número de pessoas. Quando o conteúdo é exclusivamen-
te comercial, esse tipo de mensagem é chamado de UCE (do inglês Unsolicited Commercial
E-mail — e-mail comercial não solicitado). Estas mensagens são marcadas pelo filtro AntiS-
pam e procuram identificar mensagens enviadas para muitos destinatários ou com conteúdo
publicitário irrelevante para o usuário.

Outras Operações com o Correio Eletrônico

O usuário poderá sinalizar as mensagens, tanto as recebidas como as enviadas. Ele poderá
solicitar confirmação de entrega e confirmação de leitura. Vale dizer que as mensagens rece-
bidas podem ser impressas, ignoradas ou, ainda, ter seu código-fonte exibido.
Confira, a seguir, operações extras para o uso do correio eletrônico com mais habilidade
e profissionalismo, facilitando a organização do usuário. Sendo, respectivamente, conceitua-
122 das a ação e suas características:
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Alta Prioridade: quando marca a mensagem como Alta Prioridade, o destinatário verá
um ponto de exclamação vermelho no destaque do título;
z Baixa Prioridade: quando o remetente marca a mensagem como Baixa Prioridade, o des-
tinatário verá uma seta azul apontando para baixo no destaque do título;
z Imprimir mensagem: o programa de e-mail ou navegador de internet prepara a mensa-
gem para ser impressa, sem as pastas e opções da visualização do e-mail;
z Ver código fonte da mensagem: as mensagens possuem um cabeçalho com informações
técnicas sobre o e-mail, as quais podem ser visualizadas pelo usuário;
z Ignorar: disponível no cliente de e-mail e em alguns webmails; ao ignorar uma mensa-
gem, as próximas mensagens recebidas do mesmo remetente serão excluídas imediata-
mente ao serem armazenadas na Caixa de Entrada;
z Lixo Eletrônico: sinalizador que move a mensagem para a pasta Lixo Eletrônico e instrui
o correio eletrônico para fazer o mesmo com as próximas mensagens recebidas daquele
remetente;
z Tentativa de Phishing: sinalizador que move a mensagem para a pasta Itens Excluídos e
instrui o serviço de e-mail sobre o remetente da mensagem estar enviando links malicio-
sos que tentam capturar dados dos usuários;
z Confirmação de Entrega: o servidor de e-mails do destinatário envia uma confirmação de
entrega, informando que a mensagem foi entregue na Caixa de Entrada dele com sucesso;
z Confirmação de Leitura: o destinatário pode confirmar ou não a leitura da mensagem
que foi enviada para ele.

A confirmação de entrega é independente da confirmação de leitura. Quando o remetente


está elaborando uma mensagem de e-mail, ele poderá marcar as duas opções simultanea-
mente. Se as duas opções forem marcadas, o remetente poderá receber duas confirmações
para a mensagem que enviou, sendo uma do servidor de e-mails do destinatário e outra do
próprio destinatário.

Servidor Exchange Servidor Gmail


Enviar e-mail
com confirmação O servidor confirma a
de entrega entrega do e-mail na caixa
de entrada do destinatário

Recebendo a
confirmação de entrega

Destinatário
Webmail
Remetente
Cliente

Quando uma mensagem é enviada com Confirmação de Entrega, o remetente recebe a confirmação do servidor
de e-mails do destinatário, informando que ela foi armazenada corretamente na Caixa de Entrada do e-mail do
destinatário.
INFORMÁTICA

123
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Enviar e-mail

Servidor Exchange Servidor Gmail


Enviar e-mail
com confirmação O destinatário
de leitura confirma a leitura
da mensagem
Recebendo a
confirmação de leitura

Remetente Destinatário
Cliente
Webmail

Quando uma mensagem é enviada com Confirmação de Leitura, o destinatário poderá confirmar (ou não) que fez
a leitura do conteúdo do e-mail.

Sites de Busca e Pesquisa

Na internet, os sites (sítios) de busca e pesquisa têm como finalidade apresentar os resul-
tados de endereços URLs com as informações solicitadas pelo usuário.
Google Buscas, da empresa Google, e Microsoft Bing, da Microsoft, são os dois principais
sites de pesquisa da atualidade. No passado, sites como Cadê, Aonde, Altavista e Yahoo tam-
bém contribuíram para a acessibilidade das informações existentes na internet, indexando
em diretórios os conteúdos disponíveis.
Os sites de pesquisas foram incorporados aos navegadores de internet e, na configuração
dos browsers, temos a opção “Mecanismo de pesquisa”, que permite a busca dos termos digi-
tados diretamente na barra de endereços do cliente web. Essa funcionalidade transforma
a nossa barra de endereços em uma omnibox (caixa de pesquisa inteligente), que preenche
com os termos pesquisados anteriormente e oferece sugestões de termos para completar a
pesquisa.
O Microsoft Edge tem o Microsoft Bing como buscador padrão. O Mozilla Firefox e o Goo-
gle Chrome têm o Google Buscas como buscador padrão. As configurações podem ser perso-
nalizadas pelo usuário.
Os recursos incorporados nos sites de pesquisa facilitam diversas operações do dia a dia,
como a busca por textos, imagens, notícias, mapas e produtos para compras on-line, além de
realizar cálculos matemáticos, traduções entre idiomas e outras funcionalidades, sem consi-
derar pontuação, acentuação ou diferenciação entre maiúsculas e minúsculas, mesmo quan-
do digitadas entre aspas.
Além de todas essas características, os sites de pesquisa permitem o uso de caracteres
especiais (símbolos) para refinar os resultados e comandos para selecionar o tipo de resulta-
do da pesquisa. Nos concursos públicos, estes são os itens mais questionados.
Ao contrário de muitos outros tópicos dos editais de concursos públicos, esta parte você
consegue praticar até no seu smartphone. Comece a usar os símbolos e comandos nas suas
pesquisas na internet e visualize os resultados obtidos.

SÍMBOLO USO EXEMPLO


Pesquisa exata na mesma
Aspas duplas ordem que forem digitados os “Nova Concursos”
termos
Menos ou traço Excluir termo da pesquisa concursos —militares
Til (acento) Pesquisar sinônimos concursos ~públicos
124
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
SÍMBOLO USO EXEMPLO
Substituir termos na pesquisa,
para pesquisar “inscrições
Asterisco encerradas”, “inscrições inscrições *
abertas”, “inscrições
suspensas” etc.
Cifrão Pesquisar por preço celulares $1000
Dois pontos Intervalo de datas ou preço campeão 1980..1990
Arroba Pesquisar em redes sociais @novaconcursos
Pesquisar nas marcações de
Hashtags #informática
postagens

COMANDO USO EXEMPLO


site: Resultados de apenas um site livro site:[Link]
filetype: Somente um tipo de arquivo apostila filetype:pdf
define: Definição de um termo define:smtp
intitle: No título da página intitle:concursos
inurl: No endereço URL da página inurl:nova
Pesquisa o horário em
time: time:japan
determinado local
related: Sites relacionados related:[Link]

cache: Versão anterior do site cache:[Link]

Páginas que contenham link


link: link:novaconcursos
para outras
Informações de um
location: location:méxico terremoto
determinado local

Os comandos são seguidos de dois pontos e não possuem espaço com a informação digita-
da na pesquisa.
O site de pesquisas Google também oferece respostas para pedidos de buscas. O site Micro-
soft Bing oferece mecanismos similares.
As possibilidades são quase infinitas, pois os assistentes digitais (Alexa, Google Assistent,
Siri, Cortana) permitem a pesquisa por voz. Veja alguns exemplos de pedidos de buscas nos
sites de pesquisas.

PEDIDO USO EXEMPLO


traduzir ... para ... Google Tradutor traduzir maçã para japonês
INFORMÁTICA

lista telefônica: número Páginas com o telefone Lista telefônica: 99999-9999


código da ação Cotação da bolsa de valores GOOG
clima localidade Previsão do tempo clima são paulo
código do voo Status de um voo (viagens) ba247

125
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Os resultados apresentados pelas pesquisas do site são filtrados pelo SafeSearch. O recurso
procura filtrar os resultados com conteúdo adulto, evitando a sua exibição. Quando desativa-
do, os resultados de conteúdo adulto serão exibidos normalmente.
No Microsoft Bing, na página do buscador [Link], acesse o menu no canto supe-
rior direito e escolha o item Pesquisa Segura.
No Google, na página do site do buscador [Link], acesse o menu Configurações no
canto inferior direito e escolha o item Configurações de Pesquisa.
Importante! As bancas costumam questionar funcionalidades do Microsoft Bing que são idên-
ticas às funcionalidades do Google Buscas, com o intuito de confundir os candidatos acerca do
recurso questionado.

ACESSO REMOTO A COMPUTADORES, TRANSFERÊNCIA DE INFORMAÇÃO E ARQUIVOS,


APLICATIVOS DE ÁUDIO, VÍDEO E MULTIMÍDIA

Nas redes de computadores, os dados são arquivos disponibilizados pelos servidores.


Poderão ser servidores web, com páginas web para serem acessadas por um navegador (bro-
wser) web, ou, ainda, servidores de arquivos FTP, para serem acessados por um cliente FTP.
O acesso a distância a computadores será realizado por meio do paradigma cliente servi-
dor, onde um será o servidor, que fornecerá o acesso ou arquivos, e o outro dispositivo será
o cliente que estiver acessando.

Protocolo seguro

Usuário final Servidor remoto

Tal acesso deverá ser realizado de forma segura, com uso de VPN (Virtual Private Net-
work), que implementa protocolos seguros na conexão, evitando monitoramento dos dados
por terceiros.

Intranet Protocolo seguro Extranet Intranet


Conexão
segura

Conexão
segura
Matriz Internet Filial

Os conceitos envolvidos no acesso remoto são os que definem a extranet. Extranet é uma
conexão segura entre ambientes seguros, usando uma infraestrutura pública e insegura. A
troca de dados entre o cliente e o servidor será realizada por protocolos de transferência.
Todas as redes utilizam os mesmos protocolos, linguagens e serviços.

Transferência de Informação e Arquivos

Cada sistema operacional tem o seu sistema de arquivos para endereçamento das infor-
mações armazenadas nos discos de armazenamento. Diretamente, não é possível a comuni-
cação ou leitura desses dados.

126
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
A família de protocolos TCP/IP procura normatizar o envio e recebimento das informações
entre dispositivos conectados em rede, através dos protocolos de transferência. Um protocolo
é um padrão de comunicação, uma linguagem comum aos dois dispositivos envolvidos na
comunicação, que possibilita a transferência de dados.
Alguns dos principais protocolos de transferência de arquivos são:

z HTTP — Hyper Text Transfer Protocol: protocolo de transferência de hipertextos;


z HTTPS — Hyper Text Transfer Protocol Secure: protocolo seguro de transferência de
hipertextos;
z FTP — File Transfer Protocol: protocolo de transferência de arquivos;
z SMTP — Simple Mail Transfer Protocol: protocolo simples de transferência de e-mail.

Conhecer o funcionamento dos protocolos de internet auxilia na compreensão das tare-


fas cotidianas que envolvem as redes de computadores. Mensagens de erros, problemas de
conexão, instabilidades e problemas de segurança da informação tornam-se mais claros para
quem conhece os protocolos e seu funcionamento.

z HTTP — Hyper Text Transfer Protocol — protocolo de transferência de hipertextos:

„ opera pela porta TCP 80;


„ transfere arquivos HTML (Hyper Text Markup Language — linguagem de marcação de
hipertextos);
„ protocolo mais utilizado para navegação, tanto na internet como na intranet;
„ as tags (comandos) HTML são interpretadas pelo navegador de internet, que exibe o
conteúdo;
„ arquivos HTML podem ser produzidos em editores de textos sem formatação (como o
Bloco de Notas) ou em editores de textos completos (como o Microsoft Word).

HTTP — Hyper Text Transfer Protocol — Protocolo de Transferência de


Hipertextos Porta TCP 80

HTTP — request (requisição)

Cliente HTTP — response (resposta)


Servidor
web web

z HTTPS — Hyper Text Transfer Protocol Secure — protocolo seguro de transferência de


hipertextos:

„ opera pela porta TCP 443;


„ transfere arquivos HTML, ASP, PHP, JSP, DHTML etc.;
INFORMÁTICA

„ protocolo mais utilizado para navegação segura, tanto na internet como na intranet;
„ as tags (comandos) HTML não mudam, mas possuem comandos adicionais (scripts) que
complementam a exibição de conteúdo específico;
„ utiliza criptografia, acionando camadas adicionais como SSL e TLS na conexão.

127
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
HTTP — Hyper Text Transfer Protocol Secure — Protocolo
Seguro de Transferência de Hipertextos — Porta TCP 443

HTTPS — request (requisição)

Cliente
web
HTTPS — certificado
digital
Identidade confirmada

Servidor
HTTPS — response web
(resposta)

O protocolo HTTPS é o mais questionado em provas de concursos, tanto em conceitos de


internet e intranet quanto em transferência de dados e arquivos, como em Segurança da
Informação.

z FTP — File Transfer Protocol — protocolo de transferência de arquivos:

„ opera com duas portas TCP, uma para dados (20) e outra para comandos (21);
„ transfere qualquer tipo de informação;
„ pode transferir em modo byte a byte (arquivos de textos) ou bit a bit (arquivos
executáveis);
„ os navegadores de internet possuem suporte para acesso aos servidores FTP;
„ o usuário pode instalar um cliente FTP dedicado ao acesso aos servidores FTP, que ope-
ra de forma mais rápida que nos navegadores de internet;
„ pode utilizar criptografia;
„ o modo anônimo caiu em desuso e poucos servidores FTP ainda aceitam conexão
anônima.

FTP — File Transfer Protocol — Protocolo de Transferência de arquivos


Porta TCP 20 (dados) e 21 (controle)

FTP — comando OPEN (iniciar


transferência)

FTP — comando PUT (para upload,


adicionar arquivos)

FTP — comando GET (para download,


baixar arquivos)

Servidor
Cliente FTP — dados transferidos para a
solicitação GET web
web

FTP — comando CLOSE


(finalizar transferência)

z SMTP — Simple Mail Transfer Protocol — protocolo simples de transferência de e-mail:

„ pode operar pelas portas TCP 25, 587, 465, ou 2525;


„ a porta 25 é a mais antiga, e atualmente é bloqueada pela maioria dos servidores, para
evitar spam;
„ a porta 587 é a padrão, com suporte para TLS (camada adicional de segurança);
„ a porta 465 foi atribuída para SMTPS (SMTP sobre SSL), mas foi reatribuída e depreciada;
„ a porta 2525 não é uma porta oficial, mas muito usada por provedores para substituir a
porta 587, quando ela estiver bloqueada;

128
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
„ transfere a mensagem de e-mail do cliente para o servidor, e de um servidor para outro
servidor.

SMTP – Simple Mail Transfer Protocol — Protocolo de Transferência


Simples de E-mail — Porta TCP 25, 587, 465, ou 2525

SMTP — enviar SMTP — enviar


e-mail e-mail

Cliente
E-mail Servidor Servidor
E-mail E-mail

Aplicativos de Áudio, Vídeo e Multimídia

Os softwares instalados no computador podem ser classificados de formas diferentes, de


acordo com o ponto de vista e sua utilização.
Vamos conhecer algumas delas.

CATEGORIA CARACTERÍSTICA EXEMPLO


Sistemas operacionais que oferecem
Básico uma plataforma para execução de ou- Windows e Linux
tros softwares
Programas que permitem ao usuário Microsoft Office e LibreOffice, reprodu-
Aplicativo
criar e manipular seus arquivos tores de mídias
Compactador de arquivos, desfrag-
Softwares que realizam uma tarefa
Utilitários mentador de discos, gerenciadores de
para a qual fora projetado
arquivos
Software malicioso que realiza ações Vírus de computador, worms, cavalo
Malware que comprometem a segurança da de Troia, spywares, phishing, pharming,
informação ransomware etc.

Os softwares que reproduzem conteúdo multimídia, como o Windows Media Player e o


Groove Music (além de opções de terceiros, como o VNC Player), reconhecem o arquivo como
tendo conteúdo multimídia a partir da extensão dele.

EXTENSÃO COMENTÁRIOS
.avi Audio Video Interleave. Formato de vídeo padrão do Windows
.3gp Formato de vídeo popular entre aparelhos smartphones
.flv Formato de vídeo da Macromedia, usado pelo Adobe Flash, de baixa qualidade
Neste formato, as trilhas de áudio, vídeo e legendas são encapsuladas em um úni-
.mkv
co contêiner, suportando diversos formatos
QuickTime File Format é um formato de arquivo de computador usado nativamen-
.mov
INFORMÁTICA

te pela estrutura do QuickTime


Arquivo áudio MP3 (MPEG-1 Layer 3). Formato de áudio que aceita compressão
.mp3 em vários níveis. Pode utilizar o Windows Media Player ou Groove Music para re-
produção
Moving Picture Experts Group. Arquivo de vídeo comprimido, visível em quase
.mpg qualquer reprodutor, por exemplo, o Real One ou o Windows Media Player. É o for-
mato para gravar filmes em formato VCD
129
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
EXTENSÃO COMENTÁRIOS
Real Media Variable Bitrate. Formato de vídeo com taxa variável de qualidade, de-
.rmvb
senvolvido pela Real Networks
.wav Formato de áudio Wave, sem compactação com baixa amostragem
.wma Windows Media Audio, formato de áudio padrão do Windows
.wmv Windows Media Video, formato de vídeo padrão do Windows

As aplicações multimídia utilizam o fluxo de dados com áudio, vídeo e metadados. Os


metadados são usados para diferentes funções, como identificação da fonte, dados sobre
duração da transmissão, verificação da qualidade etc.
Quando usados separadamente, o usuário pode baixar apenas o áudio de um vídeo, ou
modificar os metadados do MP3 para exibir as informações editadas sobre autor, disco, nome
da música etc. Os fluxos de dados devem ser analisados na forma de contêiner (pacote encap-
sulado), a fim de mensurar a qualidade e quantidade de dados trafegados.
Stream é um fluxo de dados com pacotes de vídeo e áudio transferidos de um servidor
remoto para o dispositivo local. Popularizado pelo serviço Netflix de filmes e séries, o forma-
to stream fragmenta o conteúdo em pacotes de dados para serem enviados pelo canal com
protocolos TCP. Esses pacotes de dados são os contêineres.

SmartTv
Internet

A transferência de arquivos poderá ser realizada de três formas:

z fluxo contínuo;
z modo blocado;
z modo comprimido.

Na transferência por fluxo contínuo, os dados são transmitidos como um fluxo contínuo
de caracteres.

Cliente
Internet

Fluxo contínuo — os dados são enviados na forma de um


fluxo de caracteres

No modo blocado, o arquivo é transferido como uma série de blocos precedidos por um
cabeçalho especial. Esse cabeçalho é constituído por um contador (2 bytes) e um descritor (1
byte).
130
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Cliente
Internet

00 A 01 C 02 B 01 B

Modo blocado — os dados são enviados com contador e


descritor

No modo comprimido, a técnica de compressão utilizada caracteriza-se por transmitir


uma sequência de caracteres iguais repetidos. Os dados normais, os dados comprimidos e as
informações de controle são os parâmetros desta transferência.

Internet
Internet
Cliente

Dados únicos
Dados repetidos
Informações de
controle
Modo blocado — os dados são enviados com contador e
descritor

A transferência de dados e arquivos pelas redes de computadores compreende um dos


temas que, comumente, são abordados em provas de concursos.

CONCEITOS E PRINCÍPIOS DE SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO DE


SISTEMAS

NOÇÕES DE VÍRUS, WORMS E PRAGAS VIRTUAIS

Sabe-se que ameaças e riscos de segurança estão presentes no mundo virtual. Assim como
existem pessoas boas e más no mundo real, existem usuários com boas ou más intenções no
mundo virtual.
Os criminosos virtuais são genericamente denominados como hackers, porém o termo
mais adequado seria cracker. Um hacker é um usuário que possui muitos conhecimentos
sobre tecnologia, podendo ser nomeado como White Hat – hacker ético que usa suas habili-
INFORMÁTICA

dades com propósitos éticos e legais –, Gray Hat – aquele que comete crimes, mas sem ganho
pessoal (geralmente, para exposição de falhas nos sistemas) – e Black Hat – aquele que viola
a segurança dos sistemas para obtenção de ganhos pessoais.
Amadores ou inexperientes, profissionais ou experientes, todo usuário está sujeito aos
riscos inerentes ao uso dos recursos computacionais. São riscos de segurança digital:

z Ameaças: vulnerabilidades que existem e podem ser exploradas por usuários;


131
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Falhas: vulnerabilidades existentes nos sistemas, sejam elas propositais ou acidentais;
z Ataques: ação que procura denegrir ou suspender a operação de sistemas.

Devido à crescente integração entre as redes de comunicação, conexão com novos e inu-
sitados dispositivos (IoT – Internet das Coisas) e criminosos com acesso de qualquer lugar do
mundo, as redes de informações tornaram-se particularmente difíceis de se proteger. Pro-
fissionais altamente qualificados são formados e contratados pelas empresas com a única
função de proteger os sistemas informatizados.
Em concursos públicos, as ameaças e os ataques são os itens mais questionados.

Dica
Você conhece a Cartilha de Segurança CERT? Disponível gratuitamente na Internet, ela é
a fonte oficial de informações sobre ameaças, ataques, defesas e segurança digital. Ela
pode ser acessada pelo link: <[Link] (Acesso em: 13 nov. 2020).

Ameaças

As ameaças são identificadas como aquelas que possuem potencial para comprometer a
oferta ou existência dos ativos computacionais, tais como: informações, processos e siste-
mas. Um ransomware – software que sequestra dados, utilizando-se de criptografia e solicita
o pagamento de resgate para a liberação das informações sequestradas – é um exemplo de
ameaça.
É importante entender que, apesar de a ameaça existir, se não ocorrer uma ação delibera-
da para sua execução ou se medidas de proteção forem implementadas, ela é eliminada e não
se torna um ataque. As ameaças à segurança da informação podem ser classificadas como:

� Tecnológicas: quando ocorre mudança no padrão ou tecnologia, sem a devida atualização


ou upgrade;
z Humanas: intencionais ou acidentais, que exploram vulnerabilidades nos sistemas;
z Naturais: não intencionais, relacionadas ao ambiente, como as catástrofes naturais.

As empresas precisam fazer uma avaliação das ameaças que possam causar danos ao ambien-
te computacional dela mesma (Gerenciamento de Risco), implementar sistemas de autenticação
(Controlar o Acesso), definir os requisitos de senha forte (Política de Segurança), manter um inven-
tário e realizar o rastreamento de todos os ativos (Gerenciamento de Recursos), além de utilizar
sistemas de backup e restauração de dados (Gerenciamento de Continuidade de Negócios).

Falhas

As falhas de segurança nos sistemas de informação poderão ser propositais ou involuntá-


rias. Se o programador insere, no código do sistema, uma falha que produza danos ou per-
mita o acesso sem autenticação, temos um exemplo de falha proposital. Já se uma falha for
descoberta após a implantação do sistema, sem que tenha sido uma falha proposital, e tenha
sido explorada por invasores, temos um exemplo de falha involuntária, inerente ao sistema.

132
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Quando identificadas, as falhas são corrigidas pelas empresas que desenvolveram o siste-
ma por meio da distribuição de notificações e correções de segurança. O Windows Update,
serviço da Microsoft para atualização do Windows, distribui, mensalmente, os patches (paco-
tes) de correções de falhas de segurança.

Ataques

Sem dúvidas, o assunto de maior destaque, tanto em concursos como no mundo real, são
os ataques. Coordenados ou isolados, os ataques procuram romper as barreiras de segurança
definidas na Política de Segurança, com o objetivo de anular o sistema ou capturar dados.
Os ataques podem ser classificados como:

z Baixa complexidade: exploram falhas de segurança de forma isolada e são facilmente


identificados e anulados;
z Média complexidade: combinam duas ou mais ferramentas e técnicas, para obter acesso
aos dados, sendo de média complexidade para a solução, gerando impactos na operação
dos sistemas, como a indisponibilidade;
z Alta complexidade: refinados e avançados, os ataques combinam o acesso às falhas do
sistema, novos códigos maliciosos desconhecidos e a distribuição do ataque com redes
zumbis, tornando difícil a resolução do problema.

Dica
� Ameaças existem e podem afetar ou não os sistemas computacionais;
� Falhas existem e podem ser exploradas ou não pelos invasores;
� Ataques são realizados todo o tempo contra todos os tipos de sistemas.

Vírus de Computador

O vírus de computador é a ameaça digital mais popular. Tem esse nome por se assemelhar
a um vírus orgânico ou biológico. O vírus biológico é um organismo que possui um código
viral que infecta uma célula de outro organismo. Quando a célula infectada é acionada, o
código viral é duplicado e se propaga para outras células saudáveis do corpo. Quanto mais
vírus existirem no organismo, menor será o seu desempenho, fazendo com que recursos
vitais sejam consumidos, podendo levar o hospedeiro à morte.
O vírus de computador é um código malicioso que infecta arquivos em um dispositivo.
Quando o arquivo é executado, o código do vírus é duplicado, propagando-se para outros
arquivos do computador. Quanto mais vírus existirem no dispositivo, menor será o seu
desempenho, fazendo com que recursos computacionais sejam consumidos, podendo levar o
INFORMÁTICA

hospedeiro a uma falha catastrófica.

1. E-mail com vírus de computador é enviado pa ra o usuário

E-mail com vírus Usuário Arquivo


133
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
2. E-mail é abe rto e o arquivo anexo infectado é executado.

E-mail com vírus Usuário Arquivo

3. O código do vírus é copiado para arquivos do computador

E-mail com vírus Usuário Arquivo

4. Ao executar o arquivo inf ectado, novos arquivos ser ão infectados.

E-mail com vírus Usuário Arquivo Arquivo

O vírus de computador poderá entrar no dispositivo do usuário por meio de um arquivo


anexado em uma mensagem de e-mail, ou por cópia de arquivos existentes em uma mídia
removível, como o pen drive, recebidos por alguma rede social, baixados de sites na Internet,
entre outras formas de contaminação.

VÍRUS DE COMPUTADOR CARACTERÍSTICAS


� Infectam o setor de boot do disco de inicialização
Vírus de boot
� Cada vez que o sistema é iniciado, o vírus é executado
Armazenados em sites na Internet, são carregados e execu-
Vírus de script tados quando o usuário acessa a página, usando um navega-
dor de Internet
� As macros são desenvolvidas em linguagem Visual Basic
for Applications (VBA) nos arquivos do Office, para a automa-
Vírus de macro tização de tarefas
� Quando desenvolvido com propósitos maliciosos, é um ví-
rus de macro
O vírus “mutante” ou “polimórfico”, a cada nova multiplicação,
Vírus do tipo mutante
o novo vírus mantém traços do original, mas é diferente dele
São programados para agir em uma determinada data, causando
Vírus time bomb
algum tipo de dano no dia previamente agendado
� Um vírus stealth é um código malicioso muito complexo, que
se esconde depois de infectar um computador
Vírus stealth � Ele mantém cópias dos arquivos que foram infectados para si
e, quando um software antivírus realiza a detecção, apresenta o
arquivo original, enganando o mecanismo de proteção

134
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
VÍRUS DE COMPUTADOR CARACTERÍSTICAS
� O vírus Nimda explora as falhas de segurança do sistema
operacional
Vírus Nimda � Ele se propaga pelo correio eletrônico e, também, pela web,
em diretórios compartilhados, pelas falhas de servidor Micro-
soft IIS e nas trocas de arquivos

Todos os sistemas operacionais são vulneráveis aos vírus de computador. Quando um


vírus de computador é desenvolvido por um hacker, este procura elaborá-lo para um softwa-
re que tenha uma grande quantidade de usuários iniciantes, o que aumenta as suas chances
de sucesso.
O Windows, por exemplo, possui muitos usuários e a maioria deles não tem preocupações
com segurança. Por isso, grande parte dos vírus de computadores são desenvolvidos para
atacar sistemas Windows.
O Linux, por sua vez, tem poucos usuários, se comparado ao Windows, e a maioria deles
possui muito conhecimento sobre Informática, tornando a ação de vírus nesse sistema uma
ocorrência rara.
Já o Android, software operacional dos smartphones populares, é uma variação do sistema
Linux original. Apesar de possuir essa origem nobre, é alvo de milhares de vírus, por causa
dos seus usuários, que, na maioria das vezes, não têm rotinas de proteção e segurança de
seus aparelhos.
Um vírus de computador poderá ser recebido por e-mail, transferido de sites na Inter-
net, compartilhado em arquivos, através do uso de mídias removíveis infectadas, nas redes
sociais e por mensagens instantâneas. Vale lembrar, no entanto, que um vírus necessita ser
executado para que entre em ação, pois ele tem um hospedeiro definido e um alvo estabeleci-
do. Ele se propaga, inserindo cópias de si em outros arquivos, alterando ou removendo arqui-
vos do dispositivo para propagação e autoproteção, a fim de não ser detectado pelo antivírus.

Worms

O worm é um verme que explora de forma independente as vulnerabilidades nas redes de


dispositivos. Geralmente, eles deixam a comunicação na rede lenta, por ocuparem a conexão
de dados ao enviarem cópias de seu código malicioso.
Um verme biológico parasita um organismo, consumindo seus recursos e deixando o cor-
po debilitado. Um verme tecnológico parasita um dispositivo, consumindo seus recursos de
memória e conexão de rede, deixando o aparelho e a rede de dados lentos.
Os worms não precisam ser executados pelo usuário como os vírus de computador e a sua
propagação será rápida caso não existam barreiras de proteção que os impeçam.
INFORMÁTICA

1. Dispositivo inf
infectado se conecta na rede do usuário

Smartphone Roteador do Impressora


com worm Usuário
135
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
2. Roteador infectado envia o worm para a impressora

Smartphone Roteador do Impressora


com worm Usuário

3. Impressora infectada demora muito para imprimir

Smartphone Roteador do Impressora


com worm Usuário
4. Um novo dispositivo se conecta e é infectado

Smartphone Roteador do Impressora


com worm Usuário

Smartphone

Dica
Os worms infectam dispositivos e propagam-se para outros dispositivos de forma autôno-
ma, sem interferência do usuário.

Os worms podem ser recebidos automaticamente pela rede, inseridos por um invasor ou
por ação de outro código malicioso. Assim como os vírus, ele poderá ser recebido por e-mail,
transferido de sites na Internet, compartilhado em arquivos, por meio do uso de mídias remo-
víveis infectadas, nas redes sociais e por mensagens instantâneas.
Com o objetivo de explorar as vulnerabilidades dos dispositivos, os worms enviam cópias
de si mesmos para outros dispositivos e usuários conectados. Por serem autoexecutáveis,
costumam consumir grande quantidade de recursos computacionais, promovendo a insta-
lação de outros códigos maliciosos e iniciando ataques na Internet em busca de outras redes
remotas.

Pragas Virtuais

As diversas pragas virtuais são, genericamente, chamadas de malwares (softwares mali-


ciosos), por apresentarem características semelhantes: oferecem alguma vantagem para o
usuário, mas realizam ações danosas que acabam prejudicando-o.

136
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
� Cavalo de Troia ou Trojan

É um código malicioso que realiza operações mal-intencionadas enquanto realiza uma


operação desejada pelo usuário, como um jogo on-line ou reprodução de um vídeo. Ele é
enviado com o conteúdo desejado e, ao ser executado, desativa as proteções do dispositivo,
para que o invasor tenha acesso aos arquivos e dados.
Esse nome está, justamente, relacionado com a história do presente dado pelos gregos aos
troianos, consistindo em um cavalo de madeira, com soldados em seu interior. Após entrar
nas fortificações de Troia, os gregos desativaram as defesas e permitiram o acesso do seu
exército.

Importante!
O Trojan ou Cavalo de Troia é apresentado, no enunciado de algumas questões de concur-
sos, como um tipo de vírus de computador.

1. E-mail com Cavalo de Troia é enviado para o usuário

E-mail com vírus Usuário

2. E-mail é aberto e o link do jogo on-line é acessado

E-mail com vírus Usuário Jogo on-line

3. Enquanto o usuário joga, o trojan desativa as proteções

E-mail com vírus Usuário Jogo on-line

INFORMÁTICA

137
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
4. Enquanto o usuário joga, o invasor consegue acesso

Usuário Jogo on-line

z Spyware

É um programa malicioso que procura monitorar as atividades do sistema e enviar os


dados capturados durante a espionagem para terceiros. Existem softwares espiões considera-
dos legítimos (instalados com o consentimento do usuário) e maliciosos (que executam ações
prejudiciais à privacidade do usuário).
Os softwares espiões podem ser especializados na captura de teclas digitadas (keylogger),
nas telas e cliques efetuados (screenlogger) ou para apresentação de propagandas alinhadas
com os hábitos do usuário (adware). Eles, geralmente, são instalados por outros programas
maliciosos, para aumentar a quantidade de dados capturados.

z Bot

É um programa malicioso que mantém contato com o invasor, permitindo que comandos
sejam executados remotamente.
O dispositivo controlado por um bot poderá integrar uma rede de dispositivos zumbis, a cha-
mada botnet.
Quando o invasor deseja atacar sites para provocar Negação de Serviço, ele aciona os bots
que estão distribuídos nos dispositivos do usuário, para que façam a ação danosa. Além de
esconder os rastros da identidade do verdadeiro atacante, os bots poderão continuar sua pro-
pagação através do envio de cópias para outros contatos do usuário afetado.

z Backdoor

É um código malicioso semelhante ao bot, mas que, além de executar comandos recebidos
do invasor, realiza ações para desativação de proteções e aberturas de portas de conexão. O
invasor, ciente das portas TCP que estão disponíveis, consegue acesso ao dispositivo para a
instalação de outros códigos maliciosos e roubo de informações.
Assim como os spywares, existem backdoors legítimos (adicionados pelo desenvolvedor
do software para funcionalidades administrativas) e ilegítimos (para operarem independen-
temente do consentimento do usuário).

138
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Rootkit

É um código malicioso especializado em esconder e assegurar a presença de outros códi-


gos maliciosos para o invasor acessar o sistema. Essas pragas virtuais podem ser incorpora-
das em outras pragas, para que o código que camufla a presença seja executado, escondendo
os rastros do software malicioso.
Após a remoção de um rootkit, o sistema afetado não se recupera dos dados apagados,
sendo necessária uma cópia segura (backup) para restauração dos arquivos.

Dica
Cavalo de Troia, Spyware, Bot, Backdoor e Rootkit são as pragas digitais mais questiona-
das em concursos públicos.

Confira, na tabela a seguir, outras pragas digitais que ameaçam a Segurança da Informa-
ção e a privacidade dos usuários de sistemas computacionais.

CÓDIGO MALICIOSO CARACTERÍSTICAS


Gatilho para a execução de outros códigos maliciosos que permanece
Bomba lógica
inativa até que um evento acionador seja executado
Sequestrador de dados que criptografa pastas, arquivos e discos inteiros,
Ransomware
solicitando o pagamento de resgate para liberação
� Simulam janelas do sistema operacional, induzindo o usuário a acionar
Scareware um comando, fazendo a operação continuar normalmente
� O comando iniciará a instalação de códigos maliciosos
Fraude que engana o usuário, induzindo-o a informar seus dados pes-
Phishing
soais em páginas de captura de dados falsas
Ataque aos servidores de DNS para alteração das tabelas de sites, dire-
Pharming
cionando a navegação para sites falsos
Ataques na rede que simulam tráfego acima do normal com pacotes de
Negação de Serviço dados formatados incorretamente, fazendo o servidor remoto ocupar-se
com os pedidos e erros, negando acesso para outros usuários
� Código que analisa ou modifica o tráfego de dados na rede, em busca
Sniffing de informações relevantes como login e senha
� Enquanto o spyware não modifica o conteúdo, o sniffing pode alterar
Falsifica dados de identificação, seja do remetente de um e-mail (e-mail
Spoofing Spoofing), do endereço IP, dos serviços ARP e DNS, escondendo a real
identidade do atacante
Intercepta as comunicações da rede para roubar os dados que trafegam
Man-In-The-Middle
na conexão.
INFORMÁTICA

Intercepta as comunicações do aparelho móvel, para roubar os dados


Man-In-The-Mobile
que trafegam na conexão do aparelho smartphone
Enquanto uma falha não é corrigida pelo desenvolvedor do software, in-
Ataque de dia zero vasores podem explorar a vulnerabilidade identificada antes da implanta-
ção da proteção

139
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
CÓDIGO MALICIOSO CARACTERÍSTICAS
Modificam páginas na Internet, alterando a sua apresentação (face) para
Defacement
os usuários visitantes
Sequestrador de navegador que pode desde alterar a página inicial do
HiJacker browser, até realizar mudanças do mecanismo de pesquisas e direciona-
mento para servidores DNS falsos

Uma das ações mais comuns que procuram comprometer a segurança da informação é o
ataque Phishing. O usuário recebe uma mensagem (por e-mail, rede social ou SMS no telefo-
ne) e é induzido a clicar em um link malicioso. O link acessa uma página que pode ser seme-
lhante ao site original, induzindo o usuário a fornecer dados pessoais, como login e senha.
Em ataques mais elaborados, as páginas capturam dados bancários e de cartões de crédito. O
objetivo é simples: roubar dinheiro das contas do usuário.

1. O usuário recebe um e-mail do “banco”, mas é falso

Usuário

2. O link direciona o usuário par a um site falso

Usuário

3. Ele informa os seus dados pessoais

Usuário

4. Seus dados são enviados para o invasor, que


rouba $$$ das contas bancárias ou fa z
compras no seu cartão de crédito

Usuário

140
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Outra ação mais elaborada tecnicamente é o Pharming. O invasor ataca um servidor DNS,
modificando as tabelas que direcionam o tráfego de dados e o usuário acessa uma página
falsa. Da mesma forma que o Phishing, esse ataque procura capturar dados bancários do
usuário e roubar o seu dinheiro.

1. O atacante modifica a tabela de um servidor DNS

Usuário

2. O link alterado direciona o usuário par a um site falso

Usuário

3. Ele informa os seus dados pessoais

Usuário

4. Seus dados são enviados pa ra o invasor, que


rouba $$$ das contas bancárias ou fa z
compras no seu cartão de crédito

Usuário

APLICATIVOS PARA SEGURANÇA

Nos itens anteriores, conhecemos as diferentes ameaças e ataques que podem comprome-
ter a segurança da informação, expondo a privacidade do usuário. Para todas elas, existem
mecanismos de proteção – softwares ou hardwares que detectam e removem os códigos mali-
INFORMÁTICA

ciosos ou impedem a sua propagação.


Independentemente da quantidade de sistemas de proteção, o comportamento do usuário
poderá levar a uma infecção por códigos maliciosos, pois a maioria desses códigos necessita
de acesso ao dispositivo do usuário mediante autorização dada pelo próprio usuário. A auto-
rização de acesso poderá estar camuflada em um arquivo válido, como o Cavalo de Troia, ou
em mensagens falsas apresentadas em sites, como o ataque de Phishing. Portanto, a navega-
ção segura começa com a atitude do usuário na rede. 141
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Antivírus

Os vírus de computadores, como conhecemos no tópico anterior, infectam um arquivo e


propagam-se para outros arquivos quando o hospedeiro é executado. O código que infecta o
arquivo é chamado de assinatura do vírus.
Os programas antivírus são desenvolvidos para detectarem a assinatura do vírus existente
nos arquivos do computador. O antivírus precisa estar atualizado, com as últimas definições
da base de assinaturas de vírus, para que seja eficiente na remoção dos códigos maliciosos.

1. O usuário tem um vírus de computador instalado

Usuário Arquivo

2. Um software antivírus é acionado para detecção

Usuário Arquivo

3. Ele compara o código com sua base de assinaturas

=
Usuário Arquivo

4. Ele poderá eliminar o vírus, isolar ou excluir o arquivo

Arquivo Arquivo
= desinfectado excluído
Usuário Quarentena

Quando o antivírus encontra um código malicioso em algum arquivo, que tenha corres-
pondência com a base de assinaturas de vírus, ele poderá:

z remover o vírus que infecta o arquivo;


z criptografar o arquivo infectado e mantê-lo na pasta Quarentena, isolado;
z excluir o arquivo infectado.

142
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Assim, o antivírus poderá proteger o dispositivo através de três métodos de detecção: assi-
natura dos vírus conhecidos, verificação heurística e comportamento do código malicioso
quando é executado.
O que fazer quando o código malicioso do vírus não está na base de assinaturas?
A base de assinaturas é atualizada pelo fabricante do antivírus, com as informações conhe-
cidas dos vírus detectados. Entretanto, novos vírus são criados diariamente. Para a detecção
desses novos códigos maliciosos, os programas oferecem a Análise Heurística.

z Análise Heurística

O software antivírus poderá analisar os arquivos do dispositivo através de outros parâme-


tros, além da base de assinaturas de vírus conhecidos, para encontrar novos códigos malicio-
sos que ainda não foram identificados.
Se o código enviado para análise for comprovadamente um vírus, o fabricante inclui sua
assinatura na base de vírus conhecidos. Assim, na próxima atualização do antivírus, todos
poderão reconhecer e remover o novo código descoberto.

1. Ele compara o código com sua base de assinaturas,


mas não encontra correspondência com vírus conhecidos

=
Usuário Arquivo

2. O arquivo será isolado e uma cópia enviada para


análise pelo fabricante do software antivírus

Quarentena
=
Usuário

Fabricante

Windows Defender

Em concursos públicos, as soluções de antivírus de terceiros, como Avast, AVG, Avira e


INFORMÁTICA

Kaspersky raramente são questionadas. Nós as usamos em nosso dia a dia, mas, em provas
de concursos, as bancas trabalham com as configurações padrões dos programas.
O Windows 10 possui uma solução integrada de proteção, que é o Windows Defender. Na
época do Windows 7, a Microsoft adquiriu e disponibilizou o programa Microsoft Security
Essentials como antivírus padrão do sistema operacional.

143
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
A seguir, foi desenvolvida a solução Windows Defender, para detecção e remoção de outros
códigos maliciosos, como os worms e Cavalos de Troia. Além disso, o Windows sempre ofe-
receu o firewall, um filtro de conexões para impedir ataques oriundos das redes conectadas.
No Windows 10, o Windows Defender faz a detecção de vírus de computador, códigos
maliciosos e opera o firewall do sistema operacional, impedindo ataques e invasões.

Firewall

O firewall é um filtro de conexões que poderá ser um software, instalado em cada dispositi-
vo, ou um hardware, instalado na conexão da rede, protegendo todos os dispositivos da rede
interna. O sistema operacional disponibiliza um firewall pré-configurado com regras úteis
para a maioria dos usuários.
A maioria das portas comuns estão liberadas e a maioria das portas específicas estão
bloqueadas.

Usuário

O firewall controla o tráfego proveniente de outras redes.

O firewall não analisa o conteúdo do tráfego, portanto ele permite que códigos maliciosos,
como os vírus de computadores, infectem o computador ao chegarem como anexos de uma
mensagem de e-mail. O usuário deve executar um antivírus e antispyware nos anexos antes
de executá-los.

E-mail com vírus E-mail com vírus

Firewall
Usuário
E-mail com trojan E-mail com trojan

O firewall não analisa o conteúdo do tráfego, então mensagens com anexos maliciosos passarão pela barreira e
chegarão até o usuário.

O firewall impede um ataque, seja de um hacker, de um vírus, de um worm, ou de qualquer


outra praga digital que procure acessar a rede ou o computador por meio de suas portas de
conexão. Apenas o conteúdo liberado, como e-mails e páginas web, não será bloqueado pelo
firewall.

144
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
E-mail Página web

Invasor Ataque de vírus Firewall Usuário

Propagação Malware
de worm

O firewall não analisa o conteúdo do tráfego, mas impede os ataques provenientes da rede.

O firewall não é um antivírus nem um antispyware. Ele permite ou bloqueia o tráfego de


dados nas portas TCP do dispositivo. Sendo assim, sua utilização não dispensa o uso de outras
ferramentas de segurança, como o antivírus e o antispyware.

Importante!
O firewall não é um antivírus, mas ele impede um ataque de vírus. Ele impedirá, por ser um
ataque e, não, por ser um vírus.

Antispyware

Da mesma forma que existe a solução antivírus contra vírus de computadores, existe uma
solução que procura detectar, impedir a propagação e remover os códigos maliciosos que
não necessitam de um hospedeiro.
Genericamente, malware é um software malicioso. Genericamente, spyware é um software
espião. Assim, quando os softwares maliciosos ganharam destaque e relevância para os usuá-
rios dos sistemas operacionais, os spywares ganharam destaque. Comercialmente, tornou-se
interessante nomear a solução como antispyware.
Na prática, um antispyware, ou um antimalware, detecta e remove vários tipos de pragas
digitais.

Worm Malware

Usuário Antispyware
Trojan Spyware
INFORMÁTICA

O antispyware é usado para evitar pragas digitais no dispositivo do usuário.

Para proteção, o usuário deverá:

z Manter o firewall ativado;


z Manter o antivírus atualizado e ativado;
z Manter o antispyware atualizado e ativado; 145
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Manter os programas atualizados com as correções de segurança;
z Usar uma senha forte para acesso aos sistemas e optar pela autenticação em dois fatores
quando disponível.

Usuário

Firewall Antivírus Antispyware Atualizações Senha forte

Para proteção: firewall ativado, antivírus atualizado e ativado, antispyware atualizado e ativado, atualizações de
softwares instaladas e uso de senha forte.

UTM

Unified Threat Management (UTM), ou “Gerenciamento Unificado de Ameaças”, são solu-


ções abrangentes que integram diferentes mecanismos de proteção em apenas um progra-
ma. Elas realizam, em tempo real, a filtragem de códigos acessados, otimizam o tráfego de
dados nas conexões, controlam a execução das aplicações, protegem o dispositivo com um
firewall, estabelecem uma conexão VPN segura para navegação e entregam relatórios de fácil
compreensão para o usuário.

Defesa Contra Ataques

Quando o ataque é direcionado ao e-mail e navegador de Internet, os filtros antispam e fil-


tros antiphishing atendem aos requisitos de proteção. Se o ataque chega disfarçado, medidas
de prevenção devem ser adotadas, como:

z Nunca fornecer informações confidenciais ou secretas por e-mail;


z Resistir à tentação de cliques em links das mensagens;
z Observar os downloads automáticos ou não iniciados;
z Dentro das políticas de segurança para os funcionários, destacar que não se deve subme-
ter à pressão de pessoas desconhecidas.

Quando os ataques procuram atingir um servidor da empresa, como ataques DoS (negação
de serviço), DDos (ataque distribuído de negação de serviços) ou spoofing (fraude de identi-
dade), uma das formas de proteção é o bloqueio de pacotes externos não convencionais. Se o
usuário está utilizando um dispositivo móvel e sofre um ataque, ele deve aumentar o nível de
proteção do aparelho e as senhas precisam ser redefinidas o mais breve possível.
Por fim, os ataques contra aplicativos poderão ser minimizados ou anulados se o usuário
mantiver os programas atualizados em seu dispositivo, aplicando as correções de segurança
tão logo elas sejam disponibilizadas.

146
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Importante!
Quando o usuário é envolvido na perpetração de ataques digitais, ele é considerado o elo
mais fraco da corrente de segurança da informação, por estar sujeito a enganos e trapaças
dos atacantes. A Engenharia Social consiste no conjunto de técnicas e atividades que pro-
curam estabelecer confiança mediante dados falsos, ameaças ou dissimulação.

PROCEDIMENTOS DE BACKUP

O backup é a cópia de segurança dos dados do usuário.


Neste tópico, estudaremos as ferramentas do sistema operacional para proteção dos dados,
a fim de compreender que cada uma possui um objetivo específico.
As cópias de segurança ganharam destaque nos últimos anos devido aos ataques de ran-
somware. Como o código malicioso reage às tentativas de acessos aos arquivos criptogra-
fados, as cópias de segurança, ao serem restauradas, recuperam os arquivos sem alertar o
atacante, prejudicando ainda mais o que já foi comprometido.
Atenção! Ransomware é um ataque que criptografa os arquivos e as unidades do dispo-
sitivo do usuário, solicitando o pagamento de um resgate para a liberação da chave de des-
criptografia. O usuário pode receber um arquivo com o código malicioso por meio do correio
eletrônico ou redes sociais e, após a execução do arquivo, seus dados serão totalmente ou
parcialmente criptografados.
Alguns códigos ransomware criptografam apenas o início dos arquivos, tornando-os ina-
cessíveis. A técnica é utilizada para que o sequestro dos dados seja realizado de forma extre-
mamente rápida, evitando que alguma ação ou reação do usuário interrompa o processo de
criptografia em andamento.

RECUPERAÇÃO USO
Criado como disco de inicialização, permite ini-
INICIALIZAÇÃO Arquivos da inicialização
ciar o Windows quando os arquivos essenciais
DO SISTEMA do Windows
do boot forem danificados
Recupera arquivos al-
Retorna o Windows para suas configurações ori-
REPARAÇÃO DO terados, danificados ou
ginais, sem os programas que foram instalados
SISTEMA excluídos do sistema ope-
posteriormente
racional
A cada inicialização ou Retorna o sistema e programas para o ponto de
RESTAURAÇÃO
modificação, um ponto de restauração escolhido, descartando alterações
DO SISTEMA
restauração é criado posteriores a ele
Recupera os arquivos do
usuário que foram copia- Restaurar os arquivos do usuário que foram co-
BACKUP
dos para a cópia de segu- piados anteriormente no backup
INFORMÁTICA

rança

As cópias de segurança são criadas pelo sistema operacional a partir de comandos do


usuário, tanto programados automaticamente pelo Agendador de Tarefas como, manual-
mente, pelo utilizador.
O Agendador de Tarefas é um recurso do Windows que permite a programação de coman-
dos nos computadores. O agendador poderá executar uma vez ou várias vezes de forma 147
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
recorrente (todos os dias, todas as segundas-feiras etc.). Ao inserir os comandos de backup
(cópia de segurança) no Agendador de Tarefas, quando chegar o dia e horário programados,
ele será executado para que o usuário tome as providências com relação à cópia de seus
arquivos de dados.

TIPOS DE BACKUP

Atualmente, o usuário dispõe de recursos que realizam o backup na nuvem diretamente,


sem sua interferência no dia a dia.
No smartphone Android, com a conta Google, podemos autorizar a sincronização das
imagens e vídeos da câmera diretamente no Google Fotos. No smartphone iOS, com a Con-
ta iCloud, podemos autorizar a sincronização das imagens e vídeos da câmera diretamen-
te no Apple iCloud. Outras soluções, como o Google Drive, Microsoft OneDrive e Dropbox,
poderão fazer a cópia de segurança na nuvem dos arquivos gravados na respectiva pasta do
dispositivo.
Entretanto, esta modalidade de backup na nuvem não é, exatamente, uma cópia de segu-
rança, mas apenas uma replicação (duplicação) de dados. Se os dados forem corrompidos ou
criptografados por um ransomware, corre-se o risco de ter as cópias “limpas” sobrepostas
pelas cópias infectadas com o malware.
Os sistemas de sincronização de dados, como o Dropbox, OneDrive e Drive, permitem o
gerenciamento do histórico de versões, possibilitando a recuperação de arquivos anteriores
à última atualização de sincronização.
Em concursos públicos, são questionados os tipos de backup “clássicos”: completo, incremental
e diferencial. Cada um deles tem suas vantagens e desvantagens, as quais veremos a seguir.
As empresas costumam operar diferentes tipos de backup, de acordo com suas necessida-
des de aplicações, disponibilidade, segurança e velocidade de acesso às informações copiadas.
A manutenção de cópias de segurança redundantes de arquivos importantes é recomen-
dável. Ou seja, para os arquivos mais importantes, ter duas ou mais cópias do mesmo backup
é uma atitude correta, criando redundâncias. Se uma das cópias falhar, ou for comprometi-
da, a outra cópia redundante poderá ser usada para recuperação dos dados.

Backup Completo (ou Full)

O backup completo ou full é aquele no qual todos os arquivos são copiados para outro
local de armazenamento. A vantagem desse tipo de backup é a reprodução fiel e completa de
todas as informações do ambiente, possibilitando a restauração dos dados de forma contínua
e imediata.
Entretanto, sua desvantagem é a quantidade de espaço de armazenamento necessário
para os dados, além do tempo para conclusão do procedimento de cópia.
Em sistemas críticos, que operam com banco de dados e acesso 24 horas (como as lojas
Americanas, uma loja virtual de marketplace), o backup completo poderia copiar dados que
estariam desatualizados alguns minutos depois, por não poder paralisar o sistema para que
a cópia de segurança seja realizada.

148
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Backup completo de 1 TB.

Todas as cópias de segurança ocupam 1 TB cada.


Se acontecer um problema no sábado, por exemplo, bastaria pegar o backup completo da
sexta-feira e pronto: arquivos restaurados!
Se o backup completo for realizado em mídias “convencionais”, provavelmente, será
necessário que o usuário troque as mídias quando elas estiverem totalmente ocupadas. Já
se o backup completo for realizado dentro da rede de dados da empresa, o tempo ocupado
na conexão poderá atrapalhar o uso de outros recursos pelos usuários. Ainda, se o backup
completo for realizado na nuvem (internet), o tempo de uso da conexão de internet poderá
atrapalhar o acesso à rede mundial pelos usuários.
Portanto, o backup completo deve ser realizado em horários de menor utilização dos recur-
sos da rede da empresa, para otimizar sua operação e não atrapalhar os demais sistemas.
O tempo de vida do backup completo dependerá da Política de Segurança da Informação
(PSI) definida pela empresa.

VANTAGENS DESVANTAGENS

� Reprodução fiel e completa � Maior espaço de


� Recuperação rápida em armazenamento
COMPLETO
caso de desastres (restau- � Maior tempo ocupado com
ração total) backup

Backup Incremental

Quando realizado todos os dias, o backup completo demanda uma grande quantidade de
espaço para armazenamento ou conexão da rede/internet. Nesse caso, uma alternativa é o
backup incremental.
Neste tipo de backup, serão copiados os dados que foram alterados desde o último backup
INFORMÁTICA

incremental. Como a quantidade de dados alterados pode variar de um período para outro, a
quantidade de espaço reservado para as cópias de segurança do tipo incremental será menor,
comparado ao backup completo.
Iniciando com um backup completo, as alterações que forem observadas nos dados, em
comparação com a cópia completa, serão adicionadas à cópia incremental.

149
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Backup incremental.

Apenas os dados alterados em relação ao backup completo são copiados.


Se acontecer um problema no sábado, por exemplo, e for preciso restaurar os arquivos,
será necessária a cópia do último backup completo realizado e de todos os backups incre-
mentais feitos até a data da ocorrência. A manutenção das cópias incrementais é trabalhosa,
exigindo verificação regular das mídias nas quais os arquivos estão armazenados.

VANTAGENS DESVANTAGENS
� Rápido para copiar dados A manutenção das cópias é
INCREMENTAL � Rápido para restaurar mais trabalhosa
dados

Backup Diferencial

A cópia diferencial é parecida com a cópia incremental.


Os dados que são copiados incluem os novos arquivos e os arquivos alterados (diferentes)
em relação ao backup completo.
As cópias são acumulativas, registrando na mídia atual os dados que foram usados na
cópia anterior.
O backup diferencial tem facilidade para recuperação dos dados e segurança, pois se uma
das cópias estiver com problema, as anteriores e posteriores poderão conter a informação
desejada.
Depois de um certo tempo, definido pela PSI, o backup completo será realizado novamen-
te, reiniciando a contagem.

150 Backup diferencial.

Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.


Os dados alterados de um dia acumulam com o anterior, mantendo a última cópia como a
mais completa de todas.
Se ocorrer um problema no sábado, por exemplo, basta usar o backup completo e o último
backup diferencial disponível. Entretanto, se o último backup diferencial disponível estiver
com problemas nos dados da segunda-feira, basta resgatar em uma das outras cópias (terça,
quarta ou quinta) a parte faltante.

VANTAGENS DESVANTAGENS

� Boa velocidade para copiar Ocupa mais espaço que o


dados backup incremental
DIFERENCIAL
� Maior segurança dos
dados

Backup Completo, Incremental e Diferencial

Atenção! As questões de concursos costumam questionar o backup dentro de algumas


diretrizes: tipos, vantagens, desvantagens, custo, desempenho e disponibilidade.

VANTAGENS DESVANTAGENS

� Reprodução fiel e completa � Maior espaço de


COMPLETO � Recuperação rápida em armazenamento
caso de desastres (restau- � Maior tempo ocupado com
ração total) backup

� Rápido para copiar dados Manutenção das cópias é mais


INCREMENTAL � Rápido para restaurar trabalhosa
dados

� Boa velocidade para copiar Ocupa mais espaço que o


dados backup incremental
DIFERENCIAL
� Maior segurança dos
dados

CUSTO DESEMPENHO DISPONIBILIDADE


Demorado para fazer,
COMPLETO Alto Imediata
rápido para restaurar
Imediata, desde que
Rápido para fazer e tenham sido toma-
INCREMENTAL Médio
rápido para restaurar das as medidas de
manutenção
INFORMÁTICA

Rápido para fazer


DIFERENCIAL Médio e demorado para Imediata
restaurar

151
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Outros Tipos de Backup

A escolha pelo modelo de backup ideal costuma considerar o custo, o desempenho e a dis-
ponibilidade. Portanto, além dos modelos básicos que caem em todas as provas de concursos,
outras soluções são desenvolvidas pelas empresas de tecnologia.
Existem soluções, no mercado, que combinam os modelos de backup “básicos”, oferecen-
do produtos personalizados.

z Backup incremental contínuo: combina a ideia de um backup completo com atualizações


semelhantes ao backup diferencial, permitindo a recuperação com a última cópia incremental
contínua;
z Backup completo sintético: combina um backup completo com cópias incrementais subse-
quentes, focando nas alterações para reduzir a carga de trabalho dos servidores e a ocupação
da banda da conexão de rede;
z Backup de espelhamento (o modelo de cópia do Dropbox, Microsoft OneDrive, Google Drive e
Apple iCloud é assim): tudo o que for realizado no original (aparelho) será repetido na cópia na
nuvem. Se uma foto é apagada, ela poderá ser apagada da cópia na nuvem simultaneamente;
z Backup local: tanto o dispositivo com o original como o dispositivo com a cópia estão no mes-
mo local físico;
z Backup externo: é comum em pequenas empresas. Compreende a situação na qual a cópia
dos dados armazenada em um HD externo é levada para a casa do técnico, por exemplo.
z Backup FTP: um servidor FTP armazena os arquivos enviados pelo cliente FTP instalado no
servidor local. Opera de forma semelhante a um backup na nuvem.

BACKUP NA REDE DE DADOS OU INTERNET

A cópia de segurança deve ser armazenada em uma mídia protegida contra alterações,
preferencialmente, em um local físico diferente de onde se encontram os arquivos originais.
Atenção! O armazenamento de dados na nuvem é uma realidade, e muitas empresas já
têm todas as suas informações na nuvem ou estão migrando-as para a internet. A alta dis-
ponibilidade e a segurança dos serviços contratados com as provedoras de nuvem tornam o
investimento mais interessante do que a manutenção de uma estrutura local dedicada.
O gerenciamento de mídias como fitas, discos rígidos, discos flexíveis e discos ópticos exige um
controle preciso sobre o que está armazenado em cada mídia. Esse controle poderá exigir funcio-
nários e softwares especializados e, de acordo com o tamanho da empresa, podem aumentar os
custos da área de TI de forma significativa.
Portanto, uma das soluções está relacionada com o local onde o armazenamento será rea-
lizado, transferindo das mídias removíveis para computadores remotos e sistemas de arma-
zenamento de dados dedicados. Confira alguns exemplos figurativos:

z originais armazenados no servidor “A” da matriz e backup no servidor “B” da filial, conec-
tados pela rede interna e separados fisicamente;
z originais armazenados no servidor “A” da matriz e backup no sistema NAS (Network Area
Storage) da empresa, separados fisicamente;
z originais armazenados no servidor “A” da matriz e backup na nuvem privada, instalada
152 em uma infraestrutura contratada como serviço em algum lugar do mundo.
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
MÍDIAS DE BACKUP

As mídias de backup são suportes físicos ou virtuais usados para armazenar cópias de
segurança de dados, garantindo que essas informações possam ser recuperadas em caso de
perda ou falha.
A escolha da mídia de backup adequada depende de diversos fatores, como a quantidade de
dados, a frequência de backup, os requisitos de retenção e o orçamento disponível. A seguir,
serão abordados os principais tipos de mídias de backup e suas características.

Discos Rígidos Externos (HDs)

Os discos rígidos externos (HDs) são amplamente utilizados devido à sua facilidade de
uso, velocidade e portabilidade. Eles permitem backups rápidos e acesso imediato aos
dados armazenados. No entanto, os HDs são suscetíveis a falhas mecânicas, quedas e outros
danos físicos, o que pode comprometer a integridade dos dados se não forem manuseados
adequadamente.
O HD é composto por um conjunto de discos magnéticos (também chamados de pratos),
que giram em alta velocidade dentro de um invólucro selado. Cada prato é revestido com um
material magnético que permite a gravação dos dados em pequenos pontos magnetizados. A
leitura e a gravação de dados são realizadas por cabeçotes de leitura/gravação, que se movem
rapidamente sobre a superfície dos pratos. Esses cabeçotes não tocam fisicamente o prato,
mas flutuam a uma pequena distância devido ao efeito aerodinâmico causado pela rotação.
A capacidade de um HD é geralmente medida em gigabytes (GB) ou terabytes (TB), com capaci-
dades modernas variando de algumas centenas de gigabytes a vários terabytes. O desempenho de
um HD é determinado por diversos fatores, incluindo a velocidade de rotação dos pratos (medida
em rotações por minuto, ou RPM), a densidade de gravação (quantidade de dados que podem ser
armazenados por unidade de área) e a interface de conexão que define a velocidade de transferên-
cia de dados entre o HD e a placa-mãe do computador.

INFORMÁTICA

Disco rígido (sem a proteção externa).

153
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Unidades de Estado Sólido (SSDs)

Os SSDs utilizam chips de memória flash NAND para armazenar dados de forma não volátil,
ou seja, os dados não são perdidos quando a energia é desligada. A ausência de partes móveis
nos SSDs reduz significativamente o risco de falhas mecânicas e permite uma maior resistência
a choques físicos. Além disso, a arquitetura dos SSDs permite tempos de acesso aos dados muito
mais rápidos do que os HDs tradicionais, resultando em maior velocidade de leitura e gravação.
Os SSDs são conhecidos por seu desempenho superior em comparação com os HDs. Eles ofere-
cem tempos de inicialização de sistema e carregamento de aplicativos muito mais rápidos, bem
como maior velocidade de transferência de arquivos. A velocidade de leitura e gravação dos SSDs
é medida em megabytes por segundo (MB/s), e os modelos mais recentes podem atingir velocida-
des de até 7.000 MB/s em leitura sequencial, especialmente em dispositivos que utilizam interfa-
ces NVMe (Non-Volatile Memory Express) e conectores PCIe (Peripheral Component Interconnect
Express).
Os SSDs são amplamente utilizados em uma variedade de dispositivos, desde laptops e desktops
até servidores e data centers. Eles são especialmente valorizados em aplicações que exigem alto
desempenho, como edição de vídeo, jogos, processamento de dados em tempo real e ambientes de
virtualização. Nos data centers, os SSDs são utilizados para melhorar o desempenho de bancos de
dados e sistemas de armazenamento em nuvem.

BACKUP NO WINDOWS

O Windows é o sistema operacional da Microsoft, o qual é muito popular nos computado-


res pessoais. Desde a versão Windows XP, existe uma ferramenta nativa para a realização de
backup (cópia de segurança dos dados do usuário).
A seguir, veremos os procedimentos para a realização da cópia de segurança em dife-
rentes versões do sistema operacional. Os procedimentos básicos são os mesmos, mudando
somente alguns detalhes. Confira:

Windows XP

z Executar a ferramenta Utilitário de Backup ([Link]);


z Escolher o Assistente de Backup (para criação da cópia de segurança);
z Para recuperação dos arquivos, use a opção Assistente de Restore;
z Definir o que será copiado: tudo, arquivos selecionados ou estado do sistema de backup
(informações sobre o gerenciamento das cópias de segurança);
z Escolher o destino (unidade de disco externa, removível ou remota);
z Escolher o nome para o arquivo (extensão BKF — backup file);
z Iniciar o procedimento e, no caso das mídias removíveis, acompanhar a cópia e trocar
quando solicitado.

A extensão BAK (backup) é usada por programas instalados no computador para cópia de
segurança, geralmente temporária, de arquivos que estão em edição.

154
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Windows Vista

z Executar a ferramenta Backup e Restauração;


z Escolher entre “Fazer backup de arquivos” ou “do computador inteiro”;
z Escolher o destino (unidade de disco externa, removível ou remota);
z Iniciar o procedimento e, no caso das mídias removíveis, acompanhar a cópia e trocar
quando solicitado.

Windows 7

z Executar a ferramenta Backup e Restauração;


z Escolher Configurar backup;
z Escolher o destino (unidade de disco externa, removível ou remota);
z Escolher entre “Deixar o Windows escolher” ou “Deixar que eu escolha”;
z Fazer as seleções desejadas e clicar em “Salvar configurações” para executar o backup;
z Iniciar o procedimento e, no caso das mídias removíveis, acompanhar a cópia e trocar
quando solicitado.

Windows 8

z Executar a ferramenta “Salvar cópias de backup”;


z Habilitar a opção “Ativar Histórico de Arquivos”;
z Excluir as pastas que não devem ser copiadas para o backup;
z A cópia de segurança será realizada localmente e o usuário poderá recuperar os arquivos
em “Histórico de Arquivos”;
z Para cópia externa, usar backup de cópia (manualmente) ou outra ferramenta de terceiros.

O Windows 8 oferece a ferramenta Imagem de Sistema para criação de uma cópia de todos
os dados do computador. É como um backup completo, mas, no momento da recuperação dos
dados, não é possível escolher quais arquivos serão recuperados. A imagem do sistema é uma
cópia estática de todo o disco e será restaurada em sua totalidade.

Windows 10

z Acionar o menu Iniciar, item Configurações (ou atalho de teclado Windows + I);
z Abrir a opção “Atualização e Segurança”;
z Executar a ferramenta “Backup”;
z Habilitar a opção “Ligar backup automático”;
z Excluir as pastas que não devem ser copiadas para o backup;
INFORMÁTICA

z Definir qual a periodicidade da cópia de segurança em “Fazer backup dos meus arquivos”;
z Definir qual o prazo de validade da cópia de segurança em “Manter meus backups”;
z Para cópia externa, usar backup de cópia (manualmente) ou outra ferramenta de terceiros.

O Windows 10 oferece a ferramenta Imagem de Sistema, como no Windows 8. Para recu-


peração dos dados, escolha “Restaurar versões anteriores”.
155
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Dica
As ferramentas do Windows para a realização de backup não trabalham com os concei-
tos de tipos de backup (completo, diferencial e incremental). Elas copiam os dados que o
usuário escolhe ou todo o disco. Portanto, são ferramentas de backup completo ou perso-
nalizado, sem os detalhes que poderiam distinguir uma cópia incremental ou diferencial.

BACKUP NA INTERNET

Ao instalar alguma ferramenta de armazenamento de dados na nuvem, como o Microsoft


OneDrive, Google Drive ou Dropbox, é possível associar pastas para serem copiadas para a
internet.
Conforme estudado no tópico sobre as definições de outros tipos de backups, este será um
backup do tipo espelhamento, no qual os dados apagados da cópia na nuvem a partir de um dis-
positivo serão refletidos nos outros dispositivos conectados na mesma conta.
As ferramentas oferecem espaço gratuito básico, com capacidade entre 2 GB e 15 GB,
podendo contratar mais espaço de armazenamento com 1 TB ou 2 TB de capacidade. O paga-
mento será por licença de assinatura mensal ou anual, semelhante ao modelo de licencia-
mento do Office 365.

NOÇÕES DE HARDWARE: MICROCOMPUTADORES E PERIFÉRICOS DE


ENTRADA E SAÍDA

Os microcomputadores são sistemas computacionais projetados para uso pessoal e profis-


sional, conhecidos por sua capacidade de processamento e pela integração de componentes
em um formato compacto.
O termo “microcomputador” surgiu na década de 1970 com o desenvolvimento de compu-
tadores que utilizavam microprocessadores, que são circuitos integrados responsáveis por
executar instruções de software. A partir desse ponto, os microcomputadores começaram a
se popularizar devido ao seu tamanho reduzido, custo acessível e facilidade de uso em rela-
ção aos computadores de grande porte, como os mainframes.

ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE MICROCOMPUTADORES

O computador é um dispositivo eletrônico formado por componentes altamente integra-


dos. Ele é a evolução de uma máquina mecânica, que, no passado, foi utilizada para a reali-
zação de tarefas repetitivas, envolvendo cálculos matemáticos. O computador apresenta alto
grau de precisão e previsibilidade. Se foi programado para somar os valores A e B, apresen-
tando C como resultado, sempre que forem informados A e B, o resultado será C.
Diversos textos identificam épocas diferentes para o surgimento de equipamentos rela-
cionados à história do computador. A história antiga é uma disciplina em constante atualiza-
ção a cada nova descoberta. Vamos nos deter aos elementos essenciais dos dispositivos, que
foram importantes para o computador da atualidade.

156
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
O ábaco é um instrumento de cálculo que combina posições de pedras em linhas sequen-
ciais, utilizado desde o surgimento das operações básicas de cálculo até os dias atuais por
estudantes e entusiastas. O sequenciamento das posições numéricas é usado nos processa-
dores para operação bit a bit. Datado de aproximadamente 3000 a.C., atribui-se a origem aos
babilônicos.
O mecanismo de Anticítera era usado para calcular a partir de calendários as posições
astronômicas, eclipses e astrologia. A previsibilidade dos resultados é utilizada nos processa-
dores para validação do resultado obtido nas operações.
Blaise Pascal, notável matemático da Idade Média, desenvolveu a Pascalina (Le pascaline),
um instrumento matemático considerado a primeira calculadora mecânica do mundo, para
a realização de adição e subtração. Os processadores utilizam adições sucessivas para reali-
zação de multiplicação, e adição com negativos para realização de subtrações, inspirados nos
princípios da antiga Pascalina.
No entanto, foi ele quem inventou o sistema binário? Não. Outro inventor contemporâneo
(1673), o matemático alemão Gottfried Wilhelm Leibniz, foi quem criou um modelo capaz
de multiplicar, dividir e extrair raízes quadradas. Nascia o sistema binário, utilizado até hoje
nos dispositivos computacionais.
Dos teares da França veio uma contribuição relevante para a computação atual, que eram
os cartões metálicos perfurados dos teares de Jacquard. A programação dos teares, a par-
tir de comandos automáticos das operações repetitivas, gravadas em cartões metálicos “de
memória” (furados ou não), determinava o que a máquina iria realizar.
Como podemos observar, cada dispositivo contribuiu com um detalhe importante para o
computador moderno.
O grande salto em direção ao computador veio com a máquina diferencial (e analítica)
de Charles Babbage. Com ela, o cálculo sucessivo de diferenças entre conjuntos de números,
combinando o princípio dos cartões perfurados do Tear de Jacquard com o sistema binário
de Leibniz.
As propostas anteriores foram melhoradas e Herman Hollerith apresentou, no final do
século XIX, a máquina de Hollerith, para o processamento das perfurações dos cartões do
censo demográfico nos Estados Unidos. Ele fundou a empresa que, associada a outras, se tor-
nou a gigante IBM.
Nos anos 1930, o engenheiro alemão Konrad Zuse construiu o computador Z1. A mudança
em relação aos inventos anteriores se deu pela flexibilidade de cálculos, usando o sistema
binário para calcular qualquer operação matemática e armazenar os resultados em uma
memória. O princípio de funcionamento por luzes foi utilizado a seguir pelos ingleses na
Inglaterra da Segunda Guerra Mundial.
Os ingleses construíram o Colossus, e os americanos, o Mark I. Basicamente, eram com-
putadores destinados a decodificar o código secreto dos inimigos de guerra. Derivado deles,
surgiu o ENIAC (Eletronic Numeral Integrator e Calculator) para cálculos matemáticos, dis-
INFORMÁTICA

pensando o trabalho de centenas de pessoas (1946).


O modelo de construção do ENIAC, que utilizava válvulas, resistências e interruptores
foi rapidamente superado pela novidade chamada de transistor. A redução do tamanho foi
acompanhada pela principal mudança interna de sua arquitetura, proposta pelo matemático
John von Neumann, que sugeriu que o computador armazenasse e executasse programas
diferentes.

157
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
A arquitetura de von Neumann se tornou o modelo do computador moderno, e o EDVAC
(1949) foi o primeiro computador com programa armazenado em memória.

Importante!
A arquitetura de von Neumann é o padrão atual para os dispositivos computacionais. Já
existem estudos e projetos de computadores quânticos, utilizados por grandes empre-
sas, como a Google, mas que estão longe de nossas residências por questões de preços
proibitivos.

De acordo com as características tecnológicas dos computadores, foram organizadas as


“gerações” dos dispositivos computacionais, listadas na tabela.

SEGUNDA QUARTA QUINTA GERA-


PRIMEIRA GERAÇÃO TERCEIRA GERAÇÃO
GERAÇÃO GERAÇÃO ÇÃO (1985–
(1940–1956) (1964–1971)
(1956–1963) (1971–1985) ATUALMENTE)
Transistores
Transistores são miniatu- Surgem os
Constru- Utilizavam válvulas para substituem as
rizados e agrupados em microprocessa- Redes e internet
ção realizar computação válvulas nos
Circuitos Integrados (CIs) dores
circuitos

Interfaces gráfi-
Interação com monitor e
Interação cas e mouse são Multimídia
teclado
usados

A CPU do com-
Dimen- Máquinas enormes, ocupa-
putador toda em Mobilidade
sões vam salas inteiras
um único chip

Utilizavam car-
tões perfurados Magnético e
Armaze- Tambores magnéticos para Mainframe da UFPB usou Eletrônico e
para entrada de ótico, sequencial
namento memória cartão perfurado até 1987 remoto
dados e impres- e aleatório
soras para saída

Consu-
Consumo
mo de Consumiam muita energia Consumo alto Consumo alto Consumo baixo
mediano
energia

Preço do compu-
tador despenca
Utilizados apenas para Automatização de Computação Inteligência
Aplicação
cálculos processos embarcada artificial
(carros, mísseis
etc.)

Programados em lingua-
Progra- Programação em Surgem os sistemas Softwares de
gem de máquina, em Apps pessoais
mação Assembly operacionais alto nível
binário

Primeiras lingua-
gens de alto nível
Lingua- Instaladas e
surgem: Fortran Programação gráfica Nanotecnologia
gens remotas
(56), Cobol (59) e
Algol (58)

ENIAC, EDVAC, UNIVAC e MIT TX0, PDP-1 e IBM/360, Guia da Apolo Apple II, IBM-PC, Internet das
Exemplos
Colossus IBM 1401 11 Z-80, Xerox Alto coisas

Atenção! A evolução do hardware impulsiona o desenvolvimento de novos softwares, e o


desenvolvimento de novos softwares impulsiona a criação de novos hardwares. A informáti-
ca está em constante atualização.

158
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
As gerações possuem características tecnológicas bem definidas, mas como o usuário viu
esta evolução? Na tabela a seguir, veja um comparativo das gerações de dispositivos compu-
tacionais e sua operação, sob a ótica do utilizador.

PRIMEIRA SEGUNDA QUARTA


TERCEIRA GERAÇÃO QUINTA GERAÇÃO
GERAÇÃO GERAÇÃO GERAÇÃO
(1964–1971) (1985–ATUALMENTE)
(1940–1956) (1956–1963) (1971–1985)

Utilizavam válvu-
Tecnologia dos Utilizavam Utilizavam Circuitos Integrados (de dezenas a centenas de milhões de
las (muita ener-
circuitos transistores transistores num chip)
gia e calor)

Tambores mag-
néticos e linhas Núcleos magné-
Memória Circuitos integrados de memória volátil
de retardo de ticos de ferrite
mercúrio

Linguagem de
máquina direto Linguagem
Forma de na CPU (sem de montagem
Linguagens de alto nível de vários estilos
programar programa ar- (Assembly),
mazenado em Fortran e Cobol
memória)

Não havia, o SOs em mainframes


SOs multiusuário, multita-
programa em Apenas um permitiam vários pro- SOs monousuário
Sistema refa com interface gráfica
execução tinha programa exe- gramas executando (DOS, Windows) e
operacional em PCs (Linux, Windows
domínio total do cutado por vez simultaneamente a monotarefa
95, Mac OS etc.)
hardware CPU
Diversos outros dispositi-
Cartões perfurados para entrada vos multimídia (caixa de
som, mouse, tela touch)
Periféricos de E/S Teclado e monitor; depois, mouse
Impressora para saída dos
resultados Integração com outros
dispositivos de E/S
Centenas de
Milhões de dó- Dezenas de milhares Milhares de dó-
Custo milhares de Centenas de dólares
lares de dólares lares
dólares

Atualmente, estamos utilizando equipamentos de quinta geração, com foco em mobilida-


de e destaque para as câmeras dos smartphones, cada vez mais potentes.
Você saberia dizer o que todas estas gerações possuem em comum? Elas seguem a arqui-
tetura de von Neumann, que se caracteriza por um dispositivo que armazena, no mesmo
espaço de memória, os programas e os dados. Seja um desktop no escritório da empresa ou
o smartphone do funcionário, passando pelo notebook do aluno na escola on-line ou pelo
tablet de coleta de dados do censo do IBGE, todos eles seguem a arquitetura de von Neumann.
Ela utiliza bits com valores declarados de zero ou um.
Uma nova tendência, que vem de encontro à inteligência artificial, são os computadores
quânticos, que assumem valores além dos bits zero e um.
Os computadores quânticos estão sendo desenvolvidos para executar cálculos por meio
da superposição e interferência, que são propriedades da mecânica quântica. Enquanto o
INFORMÁTICA

computador convencional da arquitetura de von Neumann tem os valores de bits defini-


dos como zero ou um, nos computadores quânticos a medida é o qubit, que poderá assumir
vários valores de zero ou vários valores de um, acelerando exponencialmente a velocidade
de processamento. A seguir, veja a arquitetura de von Neumann.

159
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Unidade central de processamento Dados e
instruções
Registradores
Contador de
programa Memória
principal
Unidade de Endereços
ULA
controle

Sistema de Entrada e Saída

Vamos conhecer o funcionamento desta arquitetura.


O usuário introduz dados no dispositivo computacional por meio do sistema de entrada e
saída, como o teclado e o mouse.
Os dados são armazenados na memória, em endereços que identificam a localização da
informação.
Quando o processador (UCP ou CPU) precisa realizar um cálculo, busca na memória prin-
cipal os dados e instruções. A unidade de controle comanda o que será calculado. Os valores
calculados pela Unidade Lógico Aritmética (ULA) são armazenados nos registradores, que
guardam os resultados até o final do processamento.
Com o cálculo realizado, os resultados são armazenados na memória e/ou apresentados
em um dispositivo de saída.
Parece até um computador desktop, certo? Pois é. Computador desktop, portátil como
notebook, tablet e smartphone são construções fabricadas com o modelo da arquitetura de
von Neumann.
O computador pessoal surgiu na década de 1970, oferecido pela IBM, com o sistema opera-
cional MS-DOS da Microsoft.
Na década de 1980, o computador pessoal ganhou o mundo, quando diversos fabricantes
passaram a oferecer equipamentos compatíveis com o padrão PC. A Apple desenvolveu uma
interface gráfica, a IBM e Microsoft também.
No começo dos anos 1990, com a abertura do mercado realizada pelo então presidente Fer-
nando Collor, o Brasil passou a adquirir equipamentos de primeiro mundo e acessar a rede
mundial de computadores (a Internet).
De lá para cá, o nível de integração dos equipamentos só cresceu, e hoje podemos ter um com-
putador inteiro na palma da mão (tablets), ou com peso reduzido (notebooks), assim como os
tradicionais desktops em nossas mesas.

Dica
O modelo de construção amplamente questionado em provas de concursos é o desktop
(computador de mesa).

160
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
COMPUTADOR DESKTOP

Observemos a gravura de um computador desktop com impressora:

Com componentes internos (instalados na unidade de sistema) e componentes externos


(periféricos), os computadores desktop evoluíram em capacidade de processamento, memó-
ria, armazenamento e recursos.
Os anúncios de computadores costumam seguir uma padronização de informações: pro-
cessador, memória principal (RAM) e memória de armazenamento de massa (HD ou SSD).
Algumas bancas organizadoras de concursos costumam pedir a identificação de um dos
componentes listados no anúncio.
“Computador Intel Core I5 8 GB 240 GB SSD” indica um computador com processador
“Intel Core i5”, que possui 8 GB de memória RAM, com 240 GB de armazenamento de massa
no modelo SSD (Solid State Disk).
“Computador ICC IV2361KM19 Intel Core I3 3.20 GHz 6GB HD 500 GB” indica um compu-
tador com processador Intel Core i3 de 3,20 GHz de velocidade máxima (sem overclock), 6 GB
de memória RAM e disco rígido com 500 GB de capacidade.

NOTEBOOK

Com alto nível de integração dos componentes, um notebook reúne em um conjunto fabril
os componentes de entrada de dados (teclado e touch pad) com a tela de saída de dados, que
também poderá ser do tipo touchscreen.
Possui bateria para garantir mobilidade, além de recursos de conectividade para qualquer
tipo de trabalho, seja estudantil, corporativo ou para lazer.

Importante!
As unidades de disco óptico (CD, DVD, BD) caíram em desuso por conta do armazena-
mento removível via USB (pen drives), que, por sua vez, caíram em desuso por causa do
armazenamento de dados na nuvem. Entretanto, mesmo sendo consideradas tecnolo-
gias ultrapassadas para os dias de hoje, continuam sendo questionadas em provas de
concursos.
INFORMÁTICA

TABLETS E SMARTPHONES

Os tablets são computadores completos com recursos específicos (conexão 3G, expansão
de memória com memory card), teclado virtual, câmera fotográfica, câmera de vídeo confe-
rência, sensor de luminosidade etc.
161
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
A Apple tem o seu próprio modelo iPad, a Samsung tem a linha Galaxy Tab e Galaxy Note,
a Acer tem o Iconia, a Lenovo tem o Yoga Tablet, e os demais fabricantes também oferecem
suas opções.
Os smartphones, em relação aos computadores desktop, apresentam a vantagem da conec-
tividade móvel para acesso às redes de telefonia.
Veja, a seguir, uma gravura de um tablet iPad e de um smartphone iPhone, ambos da
Apple.

Atenção! Os modelos portáteis, por causa da constante e frenética atualização de recur-


sos, não costumam ser questionados em provas de concursos. Sobre os dispositivos portáteis,
os aplicativos e sistemas operacionais são mais questionados.

COMPONENTES DE UM COMPUTADOR (HARDWARE E SOFTWARE)

Existem várias formas de classificação do hardware, seja por meio da conexão, da nature-
za do componente, da utilização etc. Veja a seguir uma tabela, item por item, com os compo-
nentes de um computador, focando na conexão do componente e dicas relacionadas.

Dica
O processador do computador é o item mais questionado de hardware por todas as ban-
cas organizadoras.

COMPONENTE
DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
INTERNO
Principal item
Cérebro do computador, composto de três unidades:
do computador.
Processador unidade lógica e aritmética20, a unidade de controle21 e a
Instalado na placa
unidade de registradores22
mãe
Memória rápida
Cache L1 Próximo ao núcleo do processador
nível 1 (level 1)
Memória rápida
Cache L2 Na borda do processador, próximo à memória RAM23
nível 2 (level 2)
Memória rápida Na borda do processador, próximo à memória RAM.
Cache L3
nível 3 (level 3) Alguns processadores novos possuem cache L3

20 ULA, unidade matemática, unidade lógico-artmética, coprocessador automático.


21 Responsável pela busca da próxima instrução (que será executada) e decodificação.
22 Armazena os valores de entrada e saída das operações.
162 23 RAM — Random Access Memory — memória de acesso aleatório ou randômico. Conhecida como memória principal.

Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.


COMPONENTE
DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
INTERNO
Adicionada nos slots de expansão da placa mãe, banco
Memória RAM Memória principal de memórias. Ela é temporária, volátil, de acesso
aleatório

A seguir, vejamos um esquema do processador e seus componentes internos.

Processador
Memória RAM
Unidade de registradores

Cache L1
Unidade
Unidade de Lógico- Cache L2 Discos de
Controle Aritmética armazenamento
Cache L3

COMPONEN-
DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
TE INTERNO
Recebe os componentes Motherboard. A velocidade do barramento
Placa-Mãe internos instalados no determina quais componentes podem ser
computador adicionados
Memória ROM (Read Only Chip de memória CMOS24
BIOS
Memory) Contém informações para o boot
Northbridge — ponte norte, memórias e proces-
Chip com informações para
sador (componentes eletrônicos);
o funcionamento da placa
Southbridge — ponte sul, periféricos e dispositi-
Chipset mãe. Controlam o tráfego de
vos mecânicos.
dados entre os componen-
Responsável pelo barramento (BUS) do
tes internos e externos
computador

A seguir, um esquema da placa-mãe e seus principais componentes.

Motherboard – Placa-Mãe

Memória RAM

Processador
Chipset

Northbridge
Memória ROM
INFORMÁTICA

BIOS

Chipset

Southbridge

24 CMOS — complementary metal-oxide-semiconductor — tipo de componente eletrônico. 163


Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
COMPONENTE
DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
INTERNO
Responsável por construir as
VGA, SVGA, XGA, conector DB15, via PCI/AGP
Placa de vídeo imagens. Poderá ser onboard
são os padrões antigos
ou off-board
Responsável por construir as
As aceleradores de vídeo oferecem HDMI,
Aceleradora de imagens. Possui mais memó-
DVI e RCA como conexão
vídeo ria e é mais rápida que a placa
HDMI vídeo/áudio e S/PDIF para áudio
de vídeo padrão
Permite conectar a uma rede RJ-45, cabo de rede oito fios
(roteador, hub, switch, bridge). FTTH, fibra óptica
Placa de rede
Opera como entrada e saída Wi-Fi, wireless
de dados Usada para conexão a uma rede (PAN, LAN)
Permite conectar a linha te- RJ-11, cabo telefônico dois ou quatro fios
Modem lefônica, para envio e recebi- Linha telefônica necessita de modem para
mento de informações conexão ao provedor de internet
Permite conexão via rede mó-
USB25
Modem 4G vel (celular), pela linha telefô-
Funciona igual ao modem convencional
nica celular
Permite o envio de imagens RJ-11, cabo telefônico
Fax
na linha telefônica Caiu em desuso por causa do e-mail

Importante!
Em breve a tecnologia 5G será a opção para a comunicação móvel em nosso país, substi-
tuindo a tecnologia 4G.

Os periféricos de entrada e saída de dados, com interação direta do usuário, são os mais
conhecidos e mais questionados em provas.

COMPONEN-
DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
TE EXTERNO
CRT (tubo), LCD, LED, Plasma. Podem
Monitor de Responsável por exibir as imagens. É
utilizar conexões DB15 (VGA) até
vídeo um periférico de saída de dados
HDMI (mais moderna)
Responsável por exibir as imagens
Monitor
e receber a entrada de dados. É um CRT (tubo), LCD, LED, Plasma
de vídeo
periférico misto, de entrada e saída de Tela capacitiva26 ou resistiva27
touchscreen
dados
Principal periférico de entrada de Layout ABNT2 via conexão USB ou
Teclado
dados Bluetooth

25 USB — Universal Serial Bus — Barramento serial universal. Padrão atual de conexões para periféricos.
26 Na tela capacitiva, utilizada no iPhone e iPad, por exemplo, uma película é alimentada por uma tensão e reage com a energia presente no corpo
humano; a troca de elétrons produz um distúrbio de capacitância no local, sendo rápida e corretamente identificado. Tecnologia mais cara e difícil
de ser construída, presente em modelos topo de linha.
27 A tela resistiva, presente em modelos de baixo custo de celulares, smartphones e tablets, com precisão em torno de 85%, resiste melhor a que-
das e variações de temperatura, necessitam de contato físico para determinar a posição do toque, ao coincidir os pontos de diferentes camadas
164 sobrepostas.

Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.


COMPONEN-
DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
TE EXTERNO
Conexão Serial via USB ou Bluetooth.
Dispositivo apontador, também para
Mouse Existem modelos óticos, sem fio
entrada de dados
(wireless)
Matricial (impacto), jato de tinta, laser
Conexão LPT (paralela), COM (serial),
Impressora (toner), cera ou térmica. Periférico de
USB, RJ-45, wireless28 (Wi-Fi29)
saída de dados
Para digitalização de imagens. Perifé- COM (serial), USB
Scanner
rico de entrada de dados Reconhece textos com filtro OCR
Impressora, copiadora, scanner e op- Possui diferentes tipos de conexões,
Multifuncional cionalmente fax. Periférico misto, de como USB, RJ-45, wireless (Wi-Fi) e é
entrada e saída de dados o modelo mais popular atualmente

Atenção! As impressoras possuem diferentes modelos de impressão de acordo com a tec-


nologia utilizada. Confira no capítulo sobre dispositivos de entrada e saída detalhes sobre
cada um dos modelos de impressoras disponíveis no mercado.
Conforme estudado em arquitetura de computadores, o modelo von Neumann indica que
o computador moderno utiliza o armazenamento para guardar os programas (instruções) e
os dados. Vejamos algumas formas de armazenamento permanente de dados.

COMPONENTE
DE ARMAZENA- DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
MENTO
IDE, SATA, USB
Memória secundária de armazena-
Disco rígido Permanente, não volátil, “unidade
mento magnético30
C:”, hard disk (HD)
SATA II, USB
Memória secundária de armazena-
Disco rígido Permanente, não volátil, “unidade
mento memória flash31
C:”, SSD (Solid State Disk)
Memória “terciária”, destinada a IDE, SATA, USB
Disco óptico
backup (cópia de segurança) CD, DVD, BD
Conexão USB é expansível por hub
Memória portátil, e os pendrives são USB para até 127 conexões
Discos removíveis
memória flash com conexão USB Pen drive, cartão de memória, HD
externo

O fornecimento de energia para o dispositivo computacional precisa ser contínuo e está-


vel. Quando o dispositivo não possui bateria própria, alguns equipamentos externos de apoio
são altamente recomendados na instalação.
INFORMÁTICA

28 Wireless — toda conexão sem fio é uma conexão wireless, incluindo o Wi-Fi, infravermelho, rádio, via satélite etc.
29 Wi-Fi — Wireless Fidelity — conexão confiável sem fios.
30 Existem modelos de disco rígido sem disco, como os SSD (Solid State Drive), que é uma memória flash, armazenamento eletrônico.
31 A memória flash permite que a troca de informação seja mais rápida, e, quando o dispositivo é desligado, poderá voltar rapidamente para onde
estava antes. 165
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
COMPONENTE
EXTERNO DE DESCRIÇÃO CONEXÃO E DICA
APOIO
Recebe corrente alternada, entrega corrente estabiliza-
Fornece energia
da. Usa baterias que alimentarão o dispositivo por um
Nobreak em caso de falha
período de tempo suficiente para encerrar os proces-
da rede
sos abertos com segurança
Estabiliza o sinal Elimina picos de tensão da rede elétrica. Estabiliza a
Estabilizador
elétrico corrente elétrica
“Limpa o sinal elétrico”
Elimina ruídos da
Filtro de linha Ruídos são interferências, como motores e campos
rede elétrica
magnéticos

Atenção! Os dispositivos de apoio já foram questionados no passado. Atualmente, não têm


aparecido em provas de concursos, mas fica a recomendação: tenha pelo menos um filtro de
linha para ligar o seu dispositivo computacional.

AS UNIDADES DE MEDIDA DO SISTEMA INTERNACIONAL — UNIDADES DE INFORMAÇÃO

De acordo com a arquitetura de von Neumann, os dados e programas estão armazenados


na memória. Eles são acessados pelo barramento, que localiza a informação no endereço de
memória informado, e entrega para o processador realizar o processamento.
Tanto o armazenamento de dados como a transferência de informações são medidas com
siglas que identificam a quantidade de informação.
O bit é o sinal elétrico que armazena uma informação, com valor zero ou um. O conjunto
de oito bits forma um dado, que é um byte.
Veja, a seguir, um esquema das medidas do sistema internacional aplicadas ao armazena-
mento de dados.

Exabyte
Petabyte (EB)
Terabyte (PB)
Gigabyte (TB)
Megabyte (GB) trilhão
Kilobyte (MB) bilhão
(KB) milhão
Byte
(B) mil

Um byte representa uma letra, ou número, ou símbolo. Ele é formado por oito bits, que são
sinais elétricos (que vale zero ou um). Os dispositivos eletrônicos utilizam o sistema binário
para representação de informações.
Portanto, quando um arquivo tem 15 KB, ele possui 15 mil bytes (de forma genérica) ou
exatos 15.360 bytes.
Qual é a diferença?
O bit representa dois possíveis valores. Desta forma, os valores do sistema binário são em
base dois.
Quando dizemos 1.000 bytes, na verdade são 1.024 bytes (210).
Um quilobyte (1 KB) é exatamente 1.024 bytes.
Um megabyte (1 MB) é exatamente 1.048.576 bytes (220).
166
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Um gigabyte (1 GB) é exatamente [Link] bytes (230).
Um terabyte (1 TB) é exatamente [Link].776 bytes (240).
E assim por diante.
Algumas bancas organizadoras de concursos pedem o valor exato, que será calculado mul-
tiplicando ou dividindo por 1.024.
Veja, a seguir, um gráfico convertendo os valores do sistema internacional de medidas.

· 1.024
· 1.024
· 1.024 Exabyte
· 1.024 Petabyte (EB)
· 1.024 Terabyte (PB)
÷
· 1.024 Gigabyte (TB)
1.024
Megabyte (GB) trilhão ÷
Kilobyte (MB) bilhão 1.024
(KB) milhão ÷
Byte
mil ÷ 1.024
(B)
÷ 1.024
÷ 1.024
1.024 .

Dica
A conversão de medidas dentro do sistema internacional é simples e fácil, bastando dividir
para “subir” na escala ou multiplicar para “descer” na escala.

E na transmissão de dados? Como funciona? São as mesmas unidades, mas em bits.

Exabit
Petabit (EB)
Terabit (PB)
Gigabit (TB)
Megabit (GB) trilhão
Kilobit (MB) bilhão
(KB) milhão
Bit
(B) mil

Se a sua conexão Wi-Fi opera em 150 “megas”, são 150 Mbps (megabits por segundo). Um
modem, para transmissão e recepção de dados pela linha telefônica convencional nos anos
1990, operava em 56.6 Kbps (kilobits por segundo). A porta USB 2.0 tem taxa de transmissão
de 480 Mbps (megabits por segundo) e o USB 3.0 opera em cinco Gbps (gigabits por segundo).
Da mesma forma que na convenção do armazenamento de dados, as medidas de velocida-
des são múltiplas de 1.024 (ou divisores de 1.024 para “subir” na escala).

SOFTWARE

Software é um programa de computador, um aplicativo, um sistema operacional, um dri-


ver, um arquivo etc. Toda a parte virtual do sistema, que não pode ser tocada, é o software.
INFORMÁTICA

Existem várias categorias e naturezas para os softwares, que estão na tabela a seguir:

167
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
SOFTWARE ONDE QUANDO
Está gravado no chip ROM-BIOS e 32
No momento em que ligamos o com-
armazena as informações sobre a putador, as informações são lidas,
Inicialização configuração de hardware presente no checadas, e caso estejam corretas,
equipamento. Este procedimento cha- é passado o controle para o sistema
ma-se POST33 operacional
Após a realização com sucesso do
Carregamento de informações sobre o
POST os drivers35 são carregados. O
Sistema sistema operacional, armazenadas na
kernel36 é acionado e o controle entre-
operacional trilha zero34 do disco de inicialização
gue ao usuário. O usuário interage com
(boot)
o computador por meio da GUI37
Após o carregamento do sistema
operacional, uma shell é exibida (in-
terface). Os aplicativos poderão ser
executados, como editores de textos,
Aplicativos No computador
planilhas de cálculos, ferramentas
de sistema, além de programas de-
senvolvidos em uma linguagem de
programação

Existem aplicativos pagos (proprietários, como o Microsoft Office), gratuitos (open sour-
ce, ou de código aberto, como o Mozilla Firefox), alpha (aplicação para testes da equipe de
desenvolvimento), beta (aplicações de teste distribuídas para beta-testers), freewares (gra-
tuitos, porém de código fechado), sharewares (proprietários, que poderá ser trial ou demo),
trial (shareware, recursos completos por tempo limitado para avaliação), demo (shareware,
com recursos limitados por tempo indeterminado), e adwares (gratuitos, com propagandas
obrigatórias exibidas durante o uso).
Atenção! Os softwares de inicialização são pouco questionados em provas. Já sistemas
operacionais (software básico) e aplicativos possuem editais totalmente dedicados a eles.
Os softwares instalados no computador podem ser classificados de formas diferentes, de
acordo com o ponto de vista e sua utilização.
Vamos conhecer algumas delas.

CATEGORIA CARACTERÍSTICA EXEMPLO


Sistemas operacionais, que oferecem
Básico uma plataforma para execução de Windows e Linux
outros softwares
Programas que permitem ao usuário Microsoft Office e LibreOffice, reproduto-
Aplicativo
criar e manipular seus arquivos res de mídias

32 ROM-BIOS — Read Only Memory — Basic Input Output System — sistema básico de entrada e saída, armazenado em uma memória somente
leitura.
33 POST — Power On Self Test — autoteste quando for ligado.
34 Trilha zero — primeira trilha do disco de inicialização. Toda numeração em computação inicia em zero.
35 Drivers — arquivos do sistema operacional responsáveis pela comunicação com o hardware.
36 Kernel — núcleo do sistema operacional com as rotinas para execução dos aplicativos.
168 37 Graphics User Interface — Interface gráfica do usuário

Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.


CATEGORIA CARACTERÍSTICA EXEMPLO
Compactador de arquivos, desfrag-
Softwares que realizam uma tarefa
Utilitários mentador de discos, gerenciadores de
para a qual fora projetado
arquivos
Software malicioso, que realiza ações Vírus de computador, worms, cavalo de
Malware que comprometem a segurança da Troia, spywares, phishing, pharming,
informação ransomware etc.

No software básico, o sistema operacional contém divisões para os arquivos componentes


do sistema, como:

CATEGORIA CARACTERÍSTICA EXEMPLO


Drivers para instalação de impressora,
Arquivos para comunicação com o
Drivers leitura de pendrives, novos dispositivos
hardware
adicionados etc.
Arquivo oculto usado para trocas com No Windows, arquivo [Link]
Paginação
a memória RAM No Linux, partição de troca (SWAP)
Arquivos com extensão DLL, com re-
Caixa de diálogo, botões, padrões de
Bibliotecas cursos compartilhados com vários
janelas, teclas de comandos etc.
programas
Programas integrantes do sistema ope-
Acessórios Bloco de Notas, WordPAD, Paint
racional em sua instalação padrão
Apps Programas disponíveis na loja de apps Calculadora (Windows 10)

Os aplicativos são geralmente identificados pela característica de produzir arquivos para


o usuário, como o Microsoft Word, que produz documentos de textos com formatação no
formato DOCX.

APLICATIVOS CARACTERÍSTICA EXEMPLO


Desenvolvidos para um propósito específico,
Individuais Corel Draw, para arquivos CDR
produzem arquivos de formato proprietário
Integrados para produção de arquivos, com-
Pacote Microsoft Office e LibreOffice
partilham recursos e funcionalidades

Os utilitários podem ser do sistema operacional (ferramentas) ou de terceiros.

UTILITÁRIOS EXEMPLO AÇÃO REALIZADA


Desfragmenta- Organizar os clusters onde estão gravados os dados dos
Sistema
INFORMÁTICA

dor de discos arquivos, otimizando a leitura para a memória


Agrupam em um arquivo, diminuindo o tamanho dos
Compactadores
Sistema arquivos individuais, facilitando o armazenamento e
de arquivos
transferência
Limpeza de Localiza informações que podem ser removidas com se-
Sistema
disco gurança, liberando espaço em disco

169
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
UTILITÁRIOS EXEMPLO AÇÃO REALIZADA
Verificação de Localiza erros de gravação nos clusters ou entradas inváli-
Sistema
erros das do sistema de arquivo, corrigindo-os
Desformatador Efetua a leitura dos dados gravados em clusters, recons-
Terceiros
de disco. truindo a tabela de arquivos que foi formatada
Recuperação de Efetua a leitura dos dados gravados em clusters, recons-
Terceiros
arquivos truindo o arquivo e a entrada na tabela de arquivos

SISTEMAS DE ENTRADA, SAÍDA E ARMAZENAMENTO

Os periféricos, importantes na arquitetura de von Neumann, que descreve o funciona-


mento do computador, serão conectados na CPU e barramento de memória por meio de
conectores.
Cada conector possui uma aplicação, velocidade e limitação, sendo destinado, especifica-
mente, a cada desenvolvimento.
De acordo com o tipo de transmissão da informação do periférico para o barramento de
dados, eles podem ser classificados em:

z Dispositivos de caractere: sua comunicação é feita por meio do envio e recebimento


de um fluxo de caracteres. As operações não são bufferizadas porque são enviadas em
sequência, em fluxo. Impressoras e mouses são exemplos de dispositivos com esta carac-
terística de comunicação;
z Dispositivos de bloco: modo de transmissão dos dados, que é feita na forma de blocos. As
operações são bufferizadas, para otimizar o desempenho, como nas unidades de armaze-
namento e conexões com redes.

O protocolo TCP/IP, que será estudado na parte de Redes de Computadores, utiliza o envio
e recebimento de dados em pacotes, que são blocos de informações enviados e recebidos por
meio de um dispositivo como o modem ou a placa de rede.

Dica
A comunicação dentro do computador, da CPU para os periféricos, e dos dispositivos com
outros dispositivos nas redes, é realizada por meio de padrões. No computador, o gerador
de clock cuida da comunicação entre os componentes internos, e os protocolos de comu-
nicação cuidam da comunicação com os dispositivos externos.

CONECTOR USO QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?


Placa de rede, modem ADSL, roteador, hub, swit-
RJ-45 Conexão de rede
ch, bridge e demais itens de redes
Placa de fax/modem, aparelho de fax, multifun-
RJ-11 Conexão do modem/fax
cional com fax, telefone
Pen drive, HD externo, impressoras, teclado,
USB Dispositivos em geral mouse e periféricos em geral. Possui diferentes
velocidades e formatos de conector
170
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
CONECTOR USO QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?
Placas de vídeo simples, monitor de vídeo sim-
VGA (DB15) Transmissão de vídeo
ples, projetores (datashow) multimídia
Placas de vídeo modernas, aceleradoras de ví-
DVI Transmissão de vídeo deo, aparelhos de DVD, BluRay, TV LCD, LED, Plas-
ma, datashow
Placas de vídeo modernas, aceleradoras de ví-
Transmissão de vídeo e deo, aparelhos de DVD, BluRay, TV LCD, LED, Plas-
HDMI
áudio digital ma, datashow
Semelhante visualmente ao USB
Placas multimídias e aparelhos que usam som
Transmissão de áudio
S/PDIF digital (Dolby) como DVD, BluRay, TVs, Home-
digital
Theater etc.
Transmissão de vídeo Placas de vídeo modernas e aparelhos de ima-
S-Vídeo
digital gem. Formato muito parecido com o OS/2
Transmissão de vídeo e Placas de captura/edição de vídeo e aparelhos
RCA
áudio analógico de imagem
Transmissão de vídeo Placas de captura/edição de vídeo e aparelhos
RGB
analógico de imagem
Externa SATA. Alguns
Disco rígido externo SATA, cinco vezes mais rá-
computadores aceitam
eSATA pido (300 Mbps) que o disco rígido externo USB
disco rígido externo
padrão (60 Mbps)
SATA
São as saídas de áudio do computador. As configurações mais comuns são
Jack de Áudio
as com três conectores e as com seis. As cores de cada conector têm fun-
(três conectores
ções diferentes: verde (caixas frontais/fone), azul (entrada de linha), rosa
e 5.1)
(microfone), laranja (subwoofer e central) e cinza (caixas laterais)
Caiu em desuso por causa do novo conector
DIN Teclados
PS/2 (mini-DIN)
Está caindo em desuso, por conta do USB
PS/2 Mouses e teclados
Conhecido como mini-DIN
Porta serial
Mouses e scanners Está caindo em desuso, por conta do USB
(DB9)
Porta serial
Scanners Está caindo em desuso, por conta do USB
(DB25)
Portal serial
Está caindo em desuso, por causa do USB e joys-
(DB15) Game Joystick
tick sem fio
port
Produtos da Apple e alguns produtos Canon,
Conexão de alta
Firewire JVC, Sony (especialmente câmeras). Parece com
INFORMÁTICA

velocidade
o conector USB
Transferência de dados
Paralela Impressoras e scanner mais antigos
paralelos
Transferência de dados
IDE do HD/DVD para placa Discos rígidos e discos óticos, modelos antigos
mãe

171
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
CONECTOR USO QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?
Transferência de dados
PATA do HD/DVD para placa Discos rígidos e discos óticos, modelos antigos
mãe
Transferência de dados
Discos rígidos e discos óticos, modelos mais
SATA do HD/DVD para placa
novos
mãe
Fornecer energia para
Placa mãe, drive de disquete, disco rígido, disco
Conectores ATX os componentes inter-
ótico, cooler (sobre o processador)
nos no gabinete
Fornecer energia para o
Conexão elétrica nobreak, estabilizador e Todos os dispositivos ligados na rede elétrica
filtro de linha.
Conexão de Internet Usada em alguns locais do Brasil, permite cone-
PLC
pela rede elétrica xão com a Internet usando a rede elétrica

Tipos e Uso de Impressoras

Um dos principais periféricos do computador é a impressora, que possui diferentes confi-


gurações de hardware e software.

Importante!
Depois dos processadores, as impressoras são um dos itens de hardware mais questiona-
dos em provas de concursos.

TIPO CARACTERÍSTICAS OBSERVAÇÕES E USO


Imprime em formulário contínuo, em várias
Matricial Impressora de impacto
vias, possui alto nível de ruído
Impressão monocromática ou colorida.
Laser Impressora de toner
Conhecida pela marca Xerox
Impressão monocromática ou colorida,
Jato de tinta Impressora de tinta líquida
aspergindo tinta sobre o material
Transferência do estado sólido para o
Impressora térmica de
Cera gasoso. Impressão resistente à água e sol.
sublimação
Impressão fotográfica
Em papel reativo, o aquecimento grava a
informação. Máquinas de cartões de crédito,
Impressora de aquecimento
Térmica emissor de senha de atendimento bancário,
do papel (semelhante ao fax)
extrato do caixa de autoatendimento, nota
fiscal de supermercado etc.
Impressora para grandes Impressão de plantas (AutoCAD), banners,
Plotter
dimensões outdoors

172
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
TIPO CARACTERÍSTICAS OBSERVAÇÕES E USO
Equipamento que transforma
uma impressora simples em Existem modelos LPT (paralelo) para RJ-45
Print Server
uma impressora compartilha- (rede), COM (serial), e até wireless
da, via hardware
Reúne a impressora e scanner Oferece recursos de copiadora e faz em
Multifuncional
em um único aparelho. alguns modelos.

z Impressora padrão: quando um sistema operacional possui diversas impressoras instaladas,


a impressora preferencial é conhecida como impressora padrão, e é a primeira na lista da caixa
de diálogo Imprimir dos aplicativos;
z Impressora compartilhada: quando uma impressora está instalada em um único local,
e está compartilhada, poderá ser instalada nos demais computadores da rede de compu-
tadores. No Windows 7 aparecerá com o símbolo de grupo (usuários). Nas outras versões
de Windows, aparecerá com uma mão sobre o dispositivo compartilhado. No Linux, é com
uma conexão BNC (cabo coaxial) abaixo do ícone. Opcionalmente, ela será instalada no
servidor da rede de computadores, e acessada por todos os computadores daquela rede
diretamente;
z Impressora local: impressora que está conectada e instalada em um computador, que
poderá ser compartilhada em rede caso seja configurada. A conexão poderá ser LPT (para-
lela), COM (serial), USB (atual e popular), Wi-Fi (sem fio), Bluetooth (curto alcance);
z Impressora de rede: impressora com conexão RJ-45 ou Wi-Fi que pode ser conectada
diretamente ao hub ou switch da rede, sendo compartilhada entre todos os computadores
daquela rede;
z Impressora remota: é a impressora de rede que não está instalada localmente.

COMPUTAÇÃO EM NUVEM (CLOUD COMPUTING)

Computação em nuvem (em inglês, cloud computing) refere-se ao processamento de dados


remotos. O usuário envia informações inseridas em seu dispositivo local e os programas, na
nuvem, executam as operações solicitadas, devolvendo para o periférico de saída do disposi-
tivo local do usuário os resultados obtidos.
A expressão “nuvem” é usada para designar a Internet, porém, na prática, pode, também,
referenciar um processamento remoto dentro da rede interna da empresa. Vale ressaltar que
existem nuvens privadas, públicas, híbridas e comunitárias.
A Computação em Nuvem é a evolução do princípio da Computação em Grade. Na Compu-
tação em Grade, uma grande quantidade de clusters computacionais (servidores conectados
INFORMÁTICA

entre si dentro de uma infraestrutura compartilhada) aliada à disseminação da conexão de


banda larga facilitaram a adoção da Computação nas Nuvens por diferentes empresas.

173
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Usuário
Smartphone
Videogame Android

Internet

Desktop Linux
Impressora
Portátil Windows
Tablet

Os diferentes dispositivos acessarão os recursos disponibilizados na nuvem (Internet)

A Computação na Nuvem pode ser vista como uma evolução e, também, uma convergência
das tecnologias de virtualização e das arquiteturas (como os clusters computacionais) orientadas
a serviços. Atualmente, a Computação nas Nuvens é o ponto de partida para o desenvolvimento de
soluções computacionais que necessitem de rapidez, flexibilidade e acesso facilitado, oferecendo,
instantaneamente, a nível global, uma solução para problemas do dia a dia.
Quem nunca pediu uma refeição ou solicitou um meio de transporte através de um apli-
cativo? O sistema de processamento dos pedidos, distribuição das demandas, localização dos
prestadores de serviços e controle fiscal das vendas é realizado na nuvem, em servidores que
estão distribuídos ao redor do mundo, conectados em tempo real para o atendimento das
demandas.
A computação na nuvem oferece tudo como um serviço: armazenamento de dados, pla-
taforma para execução de aplicações, infraestrutura para o desenvolvimento de sistemas,
espaço para testes de aplicativos etc. “Webware” ou “software” baseado na Internet é a deno-
minação para esses programas que operam como serviços na rede.

Importante!
Tudo que é oferecido pela nuvem é um serviço escalável e personalizável.

Armazenamento em nuvem é uma opção de armazenamento remoto que usa o espaço


em um provedor de data center e é acessível de qualquer computador com acesso à Inter-
net. Google Drive, Microsoft OneDrive, Apple iCloud e Dropbox são exemplos de serviços de
armazenamento em nuvem.

TECNOLOGIAS DE SERVIÇOS NA NUVEM

Existem várias opções que poderão ser contratadas como serviços, sendo as principais em
concursos públicos: IaaS, PaaS e SaaS. Vejamos cada uma delas:

z Infrastructure as a Service (IaaS): fornece recursos de computação virtualizados pela


Internet. O provedor hospeda o hardware, o software, os servidores e os componentes de
174 armazenamento;
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Platform as a Service (PaaS): proporciona acesso às ferramentas e aos serviços de desen-
volvimento usados para entregar os aplicativos;
z Software as a Service (SaaS): permite aos usuários o acesso aos bancos de dados e soft-
ware de aplicativo. Os provedores de nuvem gerenciam a infraestrutura. Os usuários
armazenam dados nos servidores do provedor de nuvem.

Obs.: novas definições são criadas por empresas com propósitos de marketing. Em concur-
sos públicos, as definições mais questionadas são SaaS, PaaS e IaaS.
Um sistema de computação legado, ou dedicado, é aquele em que a empresa é responsável
por todos os itens do projeto, desde o fornecimento de energia para a operação dos servido-
res adquiridos por ela, até a disponibilização de aplicações que foram compradas, por meio
de Licenças, para sua utilização.
Na computação em nuvem, é possível contratar de uma operadora de nuvem, data centers,
rede de dados, armazenamento, servidores e sistemas de virtualização. Essa é uma Infraes-
trutura como um Serviço (IaaS).
Desenvolvedores podem contratar de uma operadora de nuvem, data centers, rede de
dados, armazenamento, servidores, sistemas de virtualização, sistema operacional, banco de
dados e segurança digital. Essa é uma Plataforma como um Serviço (PaaS).
Usuários podem contratar de uma operadora de nuvem tudo, desde os data centers até as
aplicações. Esse é um Software como um Serviço (SaaS).

Computação Local Computação na Nuvem

Na computação local, tudo precisa ser adquirido e mantido pelo usuário. Na computação na nuvem, o usuário
precisará apenas de um acesso à rede.

Como é possível observar, a Computação nas Nuvens é uma forma de disponibilização de


recursos equivalente à Computação Local, mas remotamente. Na tabela a seguir, vamos com-
parar esses dois formatos e suas responsabilidades.
INFORMÁTICA

COMPUTAÇÃO LOCAL
Teclado, mouse, scanner, monitor touch
Entrada de Dados
screen
Processamento de Dados Processador do computador
Monitor, impressora, placa de modem, placa
Saída de Dados
de rede, USB, HD etc.

175
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
COMPUTAÇÃO LOCAL
Programas (softwares) Instalados no computador
Serviços (backup) Responsabilidade do usuário
Serviços (desfragmentador) Responsabilidade do sistema operacional local
Antivírus Responsabilidade do usuário
Firewall Responsabilidade do usuário
Permissões de acesso Responsabilidade do usuário
Gerenciamento da estrutura Responsabilidade do usuário

COMPUTAÇÃO NAS NUVENS


Entrada de Dados Enviado para um serviço na rede
Processamento de Dados Computadores remotos, distribuídos na rede
Disponibilizado um link para download, visuali-
Saída de Dados
zação ou compartilhamento
Programas (softwares) Disponíveis na Internet
Serviços (backup) Responsabilidade da empresa
Serviços (desfragmentador) Responsabilidade da empresa
Antivírus Responsabilidade da empresa
Firewall Responsabilidade da empresa
Permissões de acesso Oferecido pela empresa, definido pelo usuário
Gerenciamento da estrutura Responsabilidade da empresa

BENEFÍCIOS DOS SERVIÇOS NA NUVEM

Ao contratar Infraestrutura como um Serviço (IaaS), o usuário obtém economia de custo (pois
não há necessidade de comprar e manter hardwares), tempo de colocação no mercado (pois pode-
rá iniciar suas operações imediatamente, sem esperar pela instalação de um data center na empre-
sa), disponibilidade em tempo integral e escalabilidade sob demanda (pela expansão ou contração
da empresa de acordo com o dia a dia da operação).
Plataforma como um Serviço (PaaS) gera para o usuário uma economia de gastos (nova-
mente, relacionada ao hardware que não precisa ser adquirido), desenvolvimento simplifica-
do de aplicativos (por conta dos ambientes de desenvolvimento para diferentes plataformas),
colaboração (pela comunicação on-line com outros desenvolvedores) e ambiente integrado
(para teste, implementação e gerenciamento).
Software como um Serviço (SaaS) oferecerá economia de gastos (menor custo das licenças
de softwares), compartilhamento de arquivos (de forma fácil e rápida), portabilidade (na tro-
ca de dispositivos pessoais, o acesso ao serviço não será impactado com novas instalações e
configurações) e independência do sistema operacional (a troca de dados será realizada pelo
protocolo TCP, que tem suporte em todos os sistemas operacionais).

176
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Software como
um Serviço

Consome
Usuário final

SaaS
Fornece Suporta Fornece

Fornece Consome
Provedor Plataforma como um Serviço Desenvolvedor
PaaS
Fornece Suporta Consome

Infraestrutura como um Serviço


IaaS

Os provedores, desenvolvedores e usuários finais, fornecem, suportam ou consomem recursos da nuvem.

Os softwares são desenvolvidos na Plataforma (PaaS), utilizando os recursos da estrutura


na Infraestrutura (IaaS), para serem utilizados pelos usuários finais como um serviço (SaaS).
Na tabela a seguir, vamos associar os itens da computação local com os itens da computação
na nuvem, a fim de mostrar que, na Nuvem, ocorre uma adaptação do nosso computador de
casa.

COMPUTAÇÃO LOCAL COMPUTAÇÃO NA NUVEM


Software Microsoft Office (instalado) Microsoft Office (on-line)
Microsoft
Plataforma Microsoft Windows 10
Windows Azure
Hardware e energia elétrica do Hardware e energia elétrica da
Infraestrutura
usuário empresa provedora

VANTAGENS DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

O usuário não precisará se preocupar com atualizações de softwares e hardwares, pois


serão realizadas pela empresa contratada. Elas serão automáticas e disponibilizadas em tem-
po real para todos.
O compartilhamento de informações será facilitado, bastando que outros usuários tenham
acesso à Internet, para que possam acessar os dados compartilhados. Os serviços serão dispo-
nibilizados durante 24 horas por dia, pelos sete dias da semana, com sistemas de redundân-
cia e recuperação de falhas sob responsabilidade da empresa contratada.
Assim, a necessidade de manutenção da infraestrutura física da rede local diminui, bas-
tando para o usuário o fornecimento de energia elétrica e conexão de rede para acesso aos
serviços remotos. Além disso, por ter menos equipamentos na infraestrutura local, o consu-
mo de energia elétrica, refrigeração e espaço físico serão reduzidos, o que, indiretamente,
INFORMÁTICA

contribui para a preservação e uso racional dos recursos naturais.


Ainda, a Computação em Nuvem traz flexibilidade para o uso e contratação de serviços.
O usuário pode contratar um pacote básico de serviços e, de acordo com a sua necessidade,
pode ampliar parâmetros do contrato, alterando, de forma dinâmica, os limites de utilização.

177
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Por fim, é preciso citar, como uma vantagem, a elasticidade rápida. Os recursos são provi-
sionados dinamicamente, atendendo às necessidades pontuais da operação do cliente (uma
loja virtual pode aumentar a quantidade de acessos simultâneos ao site apenas na Black Fri-
day por exemplo). Essa é a sua característica mais marcante.

DESVANTAGENS DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

Quanto mais aplicações forem acessadas na nuvem, mais velocidade de transferência de


dados será necessária. Portanto, a principal desvantagem da Nuvem é inerente ao propósito
dela mesma.
O tempo de inatividade é outra desvantagem. Quando todos os sistemas estão em uma
plataforma, se ela ficar indisponível, a empresa e os usuários não terão acesso a nada. Feliz-
mente, isso tem mudado e, hoje, as empresas fornecedoras de serviços na nuvem conseguem
oferecer up-time (tempo de uso disponível) acima de 99,9999%.
A dificuldade de migração é, sem dúvidas, a principal desvantagem. Quanto mais utili-
zamos uma determinada empresa fornecedora, mais nos tornamos dependente dela. Caso
exista a necessidade de migração dos dados, ela poderá ser dificultada ou até impossibilitada.
Para minimizar essa desvantagem, a replicação de servidores é uma alternativa quando
os dados são replicados entre um servidor local e um servidor na nuvem.

1. Tudo está na nuvem

2. Tudo está duplicado


178
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
3. A interface é na nuvem, os dados
estão armazenados localmente

Diferentes apresentações para a nuvem

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

On Demand Self Service, ou Autoatendimento sob Demanda, significa que o usuário pode
usar os serviços, aumentar ou diminuir as capacidades computacionais alocadas, como o tem-
po de servidor e armazenamento de rede, sem a intervenção humana com o provedor de ser-
viços. O limite de crédito do seu cartão de crédito virtual é um exemplo dessa característica.
Ubiquitous Network Access, ou Amplo Acesso à Rede, significa que os serviços são aces-
síveis a partir de qualquer plataforma. O usuário pode acessar um sistema desenvolvido
para Windows, armazenado em um servidor Linux, a partir de seu smartphone Apple. Quase
todos os serviços disponíveis na nuvem são assim.
Resource Pooling, ou Pool de Recursos, significa que os serviços são armazenados em ser-
vidores distribuídos globalmente e seus recursos virtuais são dinamicamente atribuídos ou
retribuídos pelo cliente, conforme a sua demanda. É o modelo multi-inquilino (multi-tenancy),
que possibilita a adesão de novos clientes, em detrimento da oferta, pelos clientes atuais. Um
usuário em São Paulo pode contratar e acessar um serviço ofertado por uma empresa em
Belo Horizonte, que mantém os servidores em uma cidade na Índia.
Rapid Elasticy, ou Elasticidade Rápida, significa que a alocação de mais ou menos recursos
da nuvem ocorrerá com agilidade, provisionando e liberando, elasticamente, as demandas
solicitadas pelo usuário. Ao contratar um armazenamento de dados na nuvem, o espaço dis-
ponível para uso será imediatamente ajustado após a confirmação do pagamento.
Measured Service, ou Serviços Mensuráveis, significa que todos os serviços são controlados
e monitorados automaticamente pela nuvem, de maneira transparente para o usuário, sem
a necessidade de conhecimento técnico sobre a sua operação. É transparente para o usuário,
INFORMÁTICA

pois ele não precisa conhecer onde estão alocados os recursos computacionais contratados,
acessando apenas a interface para acesso.

179
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
TIPOS DE NUVEM

Conforme mencionado anteriormente, podemos classificar as nuvens, de acordo com a


infraestrutura ou seus usuários, em: privada, pública, híbrida ou comunidade (comunitária).
No modelo de Nuvem Privada, a infraestrutura é proprietária ou alugada por uma única
organização, para ser operada exclusivamente por ela mesma, podendo ser local ou remota.
A empresa aplica políticas de acesso aos serviços para os usuários cadastrados e autorizados.
A definição de Nuvem Pública indica que a infraestrutura pertence a uma organização
que vende serviços para o público em geral, podendo ser acessada por qualquer usuário que
conheça a localização do serviço, não sendo admitidas técnicas de restrição de acesso ou
autenticação.
No formato de Nuvem Híbrida, a infraestrutura é composta por, pelo menos, duas nuvens
que preservam as características originais do seu modelo, as quais estão interligadas por
uma tecnologia que possibilita a portabilidade de informações e de aplicações. Esse é o tipo
mais comum encontrado no mercado.
Na Nuvem Comunidade (Comunitária), a infraestrutura é compartilhada por diversas
organizações que, normalmente, possuem interesses comuns, como requisitos de segurança,
políticas, aspectos de flexibilidade e/ou compatibilidade.

Organização FNA Pública


Híbrida
Privada

Comunitária

Organização X Organização Y Organização Z

De acordo com a natureza do acesso e dos interesses envolvidos, uma nuvem poderá ser do tipo Pública, Privada,
Híbrida ou Comunitária.

GOOGLE WORKSPACE (ANTIGO G SUITE)

AGENDA

Um dos recursos mais intuitivos do pacote G Suite é o Google Agenda. Em aparelhos


Android, o usuário poderá sincronizar o e-mail e a Agenda “quase que automaticamente”,
ao adicionar uma conta Google nas configurações do aparelho. No entanto, em aparelhos de
outros fabricantes, existe a opção que permite sincronizar os dados (que estão na nuvem da
Google).

180
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
O usuário pode acessar pelo endereço URL “[Link]” ou escolher no ícone de
conta o item Agenda.

As notificações da Agenda poderão ser habilitadas no navegador Google Chrome e no Win-


dows 10.

Ao adicionar um novo item na Agenda, poderá marcar como Evento, Lembrete ou Tarefa.
INFORMÁTICA

Ao clicar em Mais Opções, pode-se definir opções avançadas para o item.

181
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Adicionar título e horário

Evento Tarefa Lembrete

Terça-feira, 30 de novembro — Terça-feira, 30 de novembro


Adicionar horário
Não se repete

Encontrar um horário

Adicionar convidados

Adicionar videoconferência do Google Meet

Adicionar local

Adicionar descrição ou anexos

Fernando Nishimura
Livre — Visibilidade padrão — Não notificar

Mais opções Salvar

Os controles básicos permitem configurar a exibição da agenda. É possível exibir apenas o


dia, a semana, o mês, o ano, a programação (somente os eventos cadastrados na Agenda) e os
sete dias. A exibição dos finais de semana e dos eventos recusados é opcional.

Nas configurações da Agenda, podemos escolher:

z idioma e região;
z fuso horário;
z relógio mundial (exibição);
z configurações de eventos (padrões para a criação de novos eventos, lembretes ou tarefas);
z configurações de notificação — como e quando será avisado sobre os eventos;
182
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z opções de visualização — como redução do brilho dos eventos passados e posicionamento
lado a lado para eventos no modo dia;
z eventos do Gmail — para eventos criados pelo Gmail, como agendamento de voos e reser-
vas. Uma mensagem recebida no Gmail será adicionada na Agenda com os parâmetros
informados nela;
z atalhos de teclado — usar ou não usar. A lista completa poderá ser mostrada ao pressionar
ponto de interrogação.

As agendas no Google Agenda podem ser exportadas no formato ICS, e podemos adicionar
agendas de outros serviços fazendo a importação do arquivo correspondente.

DRIVE

A Google, empresa conhecida pelo site de buscas disponível em ‘’[Link]’’,


oferece um pacote de aplicativos on-line para escritório.
O Google Drive, anteriormente chamado Google Disco, incorporou as funcionalidades do
Google Docs. ao armazenamento de arquivos na nuvem.
Observe o fluxograma abaixo.

Google
Disco
GOOGLE
+
DRIVE
Google
Docs.

Para acesso aos aplicativos, é exigida uma senha de conta Google, como o Gmail.
O endereço de acesso é [Link]
É possível instalar aplicativos no computador (link para o Google Drive) e, também, nos smartpho-
nes e tablets.
Na opção instalada no smartphone ou tablet, temos os recursos de compartilhamento de arquivos
na nuvem, visualização de arquivos acessados pelo dispositivo e transferência de dados para outros
aplicativos.

Importante!
As três ferramentas de armazenamento de dados na nuvem mais cobradas em provas de
concursos são: Google Drive, Microsoft OneDrive e Dropbox.
O Google Drive oferece 15 GB (gigabytes) de espaço gratuito, sendo possível comprar
mais espaço de armazenamento online.
INFORMÁTICA

O Dropbox pertence ao Dropbox Inc, que permite a sincronização de dados entre alguns
dispositivos a partir de 2 GB, de espaço gratuito, até 3 TB na versão Professional (paga).

183
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Compartilhamento

Ao selecionar o item “Compartilhar”, o usuário tem acesso a um diálogo a partir do qual


poderá definir como será o compartilhamento combinando as opções.

Fonte: Nishimura, 2022.

Observe as informações abaixo.

z Pessoas com acesso: definem os endereços de e-mail de cada usuário que poderá acessar
o item;
z Acesso geral: gera um link que poderá ser compartilhado publicamente com outros
usuários;
z Função Leitor: o item envolve apenas a leitura, o que significa que o arquivo poderá ser
apenas visualizado, ou uma cópia poderá ser para seu dispositivo;
z Função Comentador: o item permite comentários para revisão sem alterar o seu conteúdo;
z Função Editor: o link permite alterações no item.

Note as diferenças:

z Compartilhar: enviar para alguém;


z Compartilhados comigo: itens que foram recebidos de alguém.

Atenção: arquivos e pastas são compartilhados pelo Google Drive através de um link. O
link poderá ter acesso público ou restrito com diferentes permissões configuráveis.
Abaixo, apresentamos um glossário de termos. Realize uma leitura atenta.

z  ovo: permite fazer o upload de um arquivo – ou uma pasta –, criar um documento,


N
planilha, apresentação, formulário etc. (através do Google Docs, Google Planilhas, Goo-
gle Apresentações, Google Formulários, etc.);
184
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z  eu drive: acesso à pasta raiz do armazenamento do Google Drive;
M
z Compartilhado comigo: arquivos e pastas de outros usuários que foram compartilha-
dos ou acessados pelo usuário. Estes arquivos e pastas não contabilizam espaço no seu
Google Drive, entretanto, se o dono apagar os arquivos, eles serão perdidos;

Dica
Se o usuário não quiser receber conteúdo compartilhado de outros usuários, basta blo-
quear o endereço de e-mail do usuário indesejado ou inconveniente que estiver comparti-
lhando conteúdo sem relevância ou solicitação.

z R
 ecentes: últimos itens acessados;
z G
 oogle Fotos: para armazenar as fotos do dispositivo móvel que tiver o app do Google
Drive e estiver habilitado para enviar as fotos do aparelho para a nuvem;
z C om estrela: itens favoritos do usuário;
z L
 ixeira: itens excluídos do Google Drive. Para remover um arquivo do Drive, você pode
movê-lo para a lixeira. O arquivo ficará lá até você esvaziá-la. É possível excluir permanen-
temente um arquivo específico ou esvaziar toda a lixeira. Após a exclusão de um arquivo,
todas as pessoas com quem você o compartilhou perderão o acesso a ele. Se você quiser que
outras pessoas ainda possam ver o arquivo, transfira a propriedade para alguém;
z B ackups: os backups (cópias de segurança) de apps e dispositivos Android (ou logados
na conta Google), serão armazenados neste local;
z I nstalar o Drive para PC: assim como os demais aplicativos, o Google Drive possui a
opção de instalação do aplicativo no computador com uma série de atalhos a fim de
que o usuário consiga acessar rapidamente seus arquivos online;
z P asta Compartilhada: indica que a pasta que está sendo mostrada foi compartilhada
com outro usuário e somente ele possui acesso ao conteúdo;
z Modo de visualização da lista de arquivos e pastas no Google Drive;
z Painel de informações do item selecionado;
z Configurações, fazer o download do Drive, teclas de atalhos de teclado e ajuda;
z G  oogle Apps: outros aplicativos Google;

Observe a imagem abaixo.

INFORMÁTICA

Fonte: Nishimura, 2022.

z N
 otificações: de contas Google, Youtube, Google Plus etc.;
z P
 erfil do usuário;
z V
 isualização: visualizar o arquivo armazenado no Google Drive; 185
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z  brir com: escolher um app para abrir o item;
A
z Compartilhar: adicionar endereços de e-mails de usuários que poderão ler, comentar
ou alterar o item;
z Gerar link: criar um link para usuários que poderão ler, comentar ou alterar o item
diretamente por um navegador web, sem necessidade de conta conectada;
z Mostrar localização da pasta ou arquivo: abrir o local de armazenamento para opções
adicionais, como “Gerenciar versões”;
z Adicionar atalho ao Google Drive: adicionar um atalho rápido para o item;
z Mover para: alterar o local de armazenamento do item no Google Drive;
z Adicionar “Com estrela”: adicionar aos Favoritos;
z Renomear: alterar o nome do item;
z Alterar cor (das pastas): alterar a cor do ícone de pasta no Google Drive;
z Pesquisar em: pesquisar apenas na pasta selecionada;
z Fazer download: transferir uma cópia do item do Google Drive para o dispositivo local;
z Fazer uma cópia: duplicar o arquivo no Google Drive;
z Gerenciar versões: carregar uma nova versão do arquivo. O gerenciamento permite
manter até 100 itens do arquivo no Histórico de Versões;
z Remover: excluir o item para a Lixeira. Como anteriormente dito, uma vez na lixeira,
arquivo poderá ser recuperado em até 30 dias;
z Ver detalhes: exibe informações sobre compartilhamento, local, proprietário, data de
criação, modificação e acesso.

Importante!
Arquivos e pastas compartilhados pelo Google Drive poderão ter acesso do tipo Leitor,
Comentador ou Editor. As permissões definem o que poderá ser visualizado, comentado
ou alterado.

MEET

Google Meet é a junção dos outros softwares do Google que eram usados anteriormente
para chat, áudio e vídeo. Até 30 de setembro de 2020, os recursos avançados de videoconfe-
rência do Google Meet, como reuniões maiores (até 250 participantes), transmissão ao vivo e
gravação estavam gratuitos para todos os clientes do G Suite.
O número máximo de participantes em uma videochamada depende da edição do G Suite,
podendo variar de 100 a 250 participantes simultâneos.
A ideia por trás dos softwares do Google era a de separar as chamadas de áudio no Talk,
as chamadas de vídeo no Hangout e as reuniões no Meet. Entretanto, essas funcionalidades
individuais acabaram sendo reunidas no aplicativo Google Meet.
No Google Meet, que é muito popular nas escolas que adotam a solução Google Education,
professores/apresentadores podem compartilhar vídeos do Youtube, áudios, vídeos de sua
câmera, arquivos de seu dispositivo e interagir com os alunos por meio de recursos multi-
mídia ou chat. As transmissões poderão ser gravadas e serão armazenadas no Google Drive.

186
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
DOCUMENTOS

O Google Documentos é integrante do pacote Google Workplace (antigo Google Suite),


que oferece recursos para edição de documentos de texto on-line, diretamente na tela do
navegador.
Para acessar o Google Documentos, o usuário deverá possuir uma conta Google (gratuita
ou assinatura) e abrir o endereço URL [Link]
Os documentos editados no Google Documentos poderão ser armazenados no Google Dri-
ve, ser baixados em um formato específico ou compartilhados com outros usuários.
Quando um documento é compartilhado, outros usuários poderão editar simultaneamente.

Documento sem titulo Compartilhar


Arquivo Editar Ver Inserir Formatar Ferramentas Complementos Ajuda

100% Texto normal Arial 11

Edição
Edita o documento diretamente

Sugestões
Altera como sugestão

Visualização
Digite @ para inserir. Lê ou imprime o documento final

Os formatos editáveis do Google Documentos são:

z DOCX: documento do Microsoft Word, Microsoft Office;


z ODT: formato OpenDocument (Open Document Text), LibreOffice Writer;
z RTF: rich Text Format, acessório do Windows WordPad;
z PDF: formato de documento portável, Adobe Acrobat;
z TXT: texto sem formatação, acessório Bloco de Notas;
z HTML: página da web (página e arquivos da página);
z EPUB: formato de publicação eletrônica, livro digital.

Dica
Apesar de ser uma solução baseada na nuvem, com execução via navegador da Internet, o
Google Documentos (e outras ferramentas do Google Workplace) poderá ser instalado na
forma de programa, no seu computador, ou de app, no seu smartphone.

No Google Documentos, as formatações da página estão no menu Arquivo, opção Configu-


rar Página.
A impressão de um documento editado no Google Documentos segue o padrão do navega-
INFORMÁTICA

dor que estiver sendo utilizado pelo usuário.

Edição e Formatação de Fontes

Disponíveis na barra de ferramentas, o usuário poderá selecionar opções de formatação


de fontes como nome da fonte, tamanho, negrito, itálico e sublinhado. Todas as opções estão
disponíveis no menu Formatar, Texto. 187
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Opera de forma semelhante ao Microsoft Word e LibreOffice Writer, com algumas
diferenças.
Os atalhos de teclado são em inglês, semelhantemente ao LibreOffice Writer.

LIBREOFFICE GOOGLE
ATALHO MICROSOFT WORD
WRITER DOCUMENTOS
Ctrl+B Salvar Negrito (Bold) Negrito (Bold)
Ctrl+I Itálico Itálico Itálico
Limpar formatação Limpar formatação
Ctrl+M Aumentar recuo38
direta direta Ctrl+\
Salvar documento
Ctrl+S Sublinhado Salvar página web
(Save)
Sublinhado Sublinhado
Ctrl+U Localizar e Substituir
(Underline) (Underline)
Ctrl+igual39 Subscrito Ctrl+Shift+B Ctrl+vírgula
Ctrl+Shift+mais Sobrescrito Ctrl+Shift+P Ctrl+ponto final

Documento sem titulo


Arquivo Editar Ver Inserir Formatar Ferramentas Complementos Ajuda

100% Texto norm... Arial 11

Os títulos que forem adicionados ao


documento aparecerão aqui.

Formatar Ferramentas Complementos Ajuda

Texto
Negrito (B) Ctrl+B
Estilos de parágrafo Itálico Ctrl+I
Alinhar e recuar Sublinhar Ctrl+U
Espaçamento entre linhas Tachar (K) Alt+Shift+5
Colunas Sobrescrito Ctrl+.
Marcadores e numeração Subscrito Ctrl+,

Cabeçalhos e rodapés Tamanho Aumentar tamanho da fonte Ctrl+Shift+.


Números de página
Uso de maiúsculas/minúsculas (1) Diminuir tamanho da fonte Ctrl+Shift+,

Tabela

Edição e Formatação de Parágrafos

Os parágrafos possuem formatações de bordas, alinhamento horizontal (esquerda, centra-


lizado, direita e justificado) e espaçamento entre linhas.

38 Recuo é a distância do texto em relação à margem da página. O atalho de teclado Ctrl+M, no Microsoft Word, aumenta o recuo esquerdo do
parágrafo.
188 39 O atalho de teclado Ctrl+igual, quando acionado no navegador de Internet, aumenta o zoom de exibição da página.

Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.


A aplicação de estilos de parágrafos, que combinam as formatações de fontes e parágrafos,
além de padronizar o visual do documento, possibilita a criação de índices ou sumário.

Formatar Ferramentas Complementos Ajuda

Texto

Estilos de parágrafo Bordas e sombreamento


Alinhar e recuar
Texto normal
Espaçamento entre linhas
Título
Colunas Aplicar “Titulo”
Subtítulo
Marcadores e numeração Usar essa formatação para “Titulo”
Título 1
Cabeçalhos e rodapés
Título 2
Números de página Título 3

Título 4
Tabela
Título 5
Imagem Título 6

Limpar formatação Ctrl+\ Opções

Bordas e linhas

No Google Documentos, os índices são simplificados. Para adicionar um Sumário, com ou


sem números das páginas, escolha no menu Inserir a opção Sumário.

Inserir Formatar Ferramentas Complementos Ajuda

Imagem

Tabela

Desenho

Gráfico

Linha horizontal

Nota de rodapé Ctrl+Alt+F

Caracteres especiais

Equação

Cabeçalhos e rodapés

Números de página

Quebra

Link Ctrl+K

Comentário Ctrl+Alt+M

Favorito
INFORMÁTICA

Sumário

189
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Os atalhos de teclado para alinhamento de parágrafo no Google Documentos são variações
dos atalhos em inglês do LibreOffice. Por serem executados em uma janela de navegador de
Internet, os atalhos precisam ser adaptados para não entrarem em conflito com os atalhos do
navegador.

ATALHO MICROSOFT WORD LIBREOFFICE WRITER GOOGLE DOCUMENTOS


Ctrl+E Centralizar Centralizar Ctrl+Shift+E
Alinhar texto à direita
Ctrl+G40 Alinhar texto à direita Ir para (Go To)
Ctrl+Shift+R
Ctrl+J41 Justificado Justificado Ctrl+Shift+J
Alinhar texto à esquerda
Ctrl+L42 Localizar Alinhar texto à esquerda (Left)
Ctrl+Shift+L
Ctrl+Q Alinhar texto à esquerda Sair do LibreOffice (Quit) -
Ctrl+R Repetir último comando Alinhar texto à direita (Right) Recarregar a página (Reload)

A formatação de espaçamento entre linhas é a distância entre as linhas dentro do parágra-


fo. Nos editores de textos, como o Microsoft Word, termos como “Linha Viúva” e “Linha Órfã”
são usados para designar linhas que ficam sozinhas no início ou final da página. O Google
Documentos possui esta configuração também, porém na opção “Evitar linhas únicas”.

Formatar Ferramentas Complementos Ajuda

Texto

Estilos de parágrafo

Alinhar e recuar

Espaçamento entre linhas


Simples
Colunas 1,15
Marcadores e numeração
1,5

Duplo
Cabeçalhos e rodapés

Números de página
Adicionar espaço antes do parágrafo

Adicionar espaço depois do parágrafo


Tabela

Espaçamento personalizado
Imagem

Manter com o próximo


Limpar formatação Ctrl+\
Manter as linhas juntas
Bordas e linhas Evitar linhas únicas

Cabeçalho e Rodapé

Como nos arquivos produzidos em editores de textos instalados no computador, o Google


Documentos permite a configuração simplificada de cabeçalho e rodapé.
Cabeçalho é o conteúdo na região da margem superior da página, e rodapé é o conteúdo
na região da margem inferior da página.

40 O atalho de teclado Ctrl+G, quando acionado no navegador de Internet, permite localizar uma informação na página atual.
41 O atalho de teclado Ctrl+J, quando acionado no navegador de Internet, permite visualizar as transferências de arquivos em andamento e con-
sultar os arquivos que foram baixados (Downloads).
190 42 O atalho de teclado Ctrl+L, quando acionado no navegador de Internet, permite ir para a barra de endereço.

Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.


Se forem necessárias configurações diferentes de cabeçalhos e rodapés no documento, o
usuário poderá adicionar uma quebra de seção, que altera a formatação do documento sem
mudar de arquivo.

Inserir Formatar Ferramentas Complementos Ajuda

Imagem

Tabela

Desenho

Gráfico

Linha horizontal

Nota de rodapé Ctrl+Alt+F

Caracteres especiais

Equação

Cabeçalhos e rodapés Cabeçalho Ctrl+Alt+O Ctrl+Alt+H


Números de página Rodapé Ctrl+Alt+O Ctrl+Alt+F
Quebra

Colunas

O documento inicia com uma única coluna. As colunas poderão ser definidas para a seção
atual (divisão de formatação dentro do documento) ou para o documento inteiro. Assim como
os cadernos de provas de concursos, que possuem duas colunas, no Google Documentos é
possível aplicar a formatação de duas colunas, separando-as ao longo da página.
No Google Documentos, isso está no menu Formatar, opção Colunas. Ao selecionar “Mais
opções”, é possível escolher um número maior de colunas, definir a distância entre elas e se
haverá linha entre as colunas.

Formatar Ferramentas Complementos Ajuda

Texto

Estilos de parágrafo

Alinhar e recuar

Espaçamento entra linhas

Colunas

Marcadores e numeração

Cabeçalhos e rodapés

Números de página
Mais opções
INFORMÁTICA

Marcadores e Numeração

Usados por parágrafos, apresentam símbolos no início de cada, do lado esquerdo. Ao pres-
sionar duas vezes Enter, o usuário sairá da formatação dos marcadores simbólicos, retornan-
do ao Normal.
191
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Os marcadores numéricos são semelhantes aos marcadores simbólicos, mas com núme-
ros, letras ou algarismos romanos. Podem ser combinados com os Recuos de parágrafos, sur-
gindo o formato Múltiplos Níveis.

Formatar Ferramentas Complementos Ajuda

Texto

Estilos de parágrafo

Alinhar e recuar

Espaçamento entra linhas

Colunas

Marcadores e numeração Opções de lista

Lista numerada
Cabeçalhos e rodapés
Lista com marcadores (B)
Números de páginas

Tabela

Imagem

Limpar formatação Ctrl+\

Quebras (Divisões)

As quebras são divisões, e podem ser do tipo Página ou do tipo Seção.


Podem ser automáticas, como quando formatamos um texto em colunas, mas também
podem ser manuais, como Ctrl+Enter (Ctrl+Return) para quebra de página.

Inserir Formatar Ferramentas Complementos Ajuda

Imagem

Tabela

Desenho

Gráfico

Linha horizontal

Nota de rodapé Ctrl+alt+F

Caracteres especiais

Equação

Cabeçalhos e rodapés

Números de páginas

Quebra Quebra de página Ctrl+Enter

Quebra de coluna (K)


Link Ctrl+K
Quebra de seção (próxima página) (V)
Comentário Ctrl+Alt+M
Quebra de seção (continua) (W)
Favorito

Sumário

192
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Inserção de Objetos

No Google Documentos, os objetos que podem ser inseridos estão no menu Inserir.

z Imagem: é possível carregar uma imagem do computador para o documento, pesquisar


na Internet usando um site de pesquisas, adicionar do Google Drive, adicionar do Google
Fotos, diretamente de um endereço URL na Internet ou obter da câmera do Dispositivo;

Inserir Formatar Ferramentas Complementos Ajuda

Imagem Fazer upload do computador


Tabela
Pesquisar na Web
Desenho
Google Drive
Gráfico
Google Fotos
Linha horizontal

Nota de rodapé Por URL


Ctrl+alt+F
Câmera
Caracteres especiais

Equação

Cabeçalhos e rodapés

Números de páginas

Quebra

Link Ctrl+K

Comentário Ctrl+Alt+M

Favorito

Sumário

z Desenho: desenhar o objeto no documento;


z Gráfico: representação visual de dados numéricos, com opção para trazer dados do Goo-
gle Planilhas.

No Google Documentos, a numeração de página poderá ser adicionada ao documento atra-


vés da opção “Números de página” no menu Inserir.
A inserção de uma tabela está disponível no menu Inserir, no Google Documentos. Após a
inserção da tabela no documento, a formatação está disponível no menu Formatar.

Inserir Formatar Ferramentas Complementos

Imagem
INFORMÁTICA

Desenho

Gráfico

Linha horizontal 4x4

Nota de rodapé Ctrl+Alt+F


193
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
PLANILHAS

As planilhas de cálculos são amplamente utilizadas nas empresas para as mais diferentes
tarefas, desde a criação de uma agenda de compromissos, passando pelo controle de ponto
dos funcionários e folha de pagamento, indo até o controle de estoque de produtos e base de
clientes. Diversas funções internas oferecem os recursos necessários para a operação.
O Google Planilhas, ferramenta do pacote Google Workplace acessível pelo navegador de
Internet, permite a edição de planilhas de cálculos de forma similar ao Microsoft Excel e ao
LibreOffice Calc.

Dica
Todas as ações e comandos conhecidos de Microsoft Excel possuem correspondente no
Google Planilhas. A transição do uso do Excel para o Google Planilhas é tranquila e facili-
tada pelos assistentes que automatizam operações no Google Workplace.

Planilha sem título


Arquivo Editar Ver Inserir Formatar Dados Ferramentas Complementos Ajuda

Mesclar todas

Mesclar horizontalmente

Mesclar verticalmente

Mesclar verticalmente

Utiliza interface baseada em ícones na Barra de Ferramentas e em menus na parte supe-


rior da planilha. No Google Planilhas, os comandos de formatação estão disponíveis no menu
Formatar.

Formatar Dados Ferramentas Complementos Ajuda

Tema

Automático

Texto simples
Negrito Ctrl+B

Itálico Ctrl+I Número 1.000,12


Sublinhar Ctrl+U Porcentagem 10,12%
Tachar Alt+Shift+5 Científico 1,01E+03

Tamanho da fonte Contabilidade R$ (1.000,12)

Financeiro (1.000,12)
Alinhar
Moeda R$ 1.000,12
Mesclar células
Moeda (valor arredondada) R$ 1.000
Ajuste de texto

Rotação do texto Data 26/09/2008


Hora 15:59:00
Formatação condicional
Data hora 26/09/2008 15:59:00
Cores alternadas
Duração 24:01:00
Limpar formatação Ctrl+\
Mais formatos

194
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
As fórmulas e funções seguem o padrão dos programas de planilhas de cálculos:

z Começam com o sinal de igual;


z Usam ponto e vírgula como separador de argumentos ou valores individuais;
z Usam dois-pontos como identificadores de intervalo de células;
z São termos em inglês, porém, o Google Planilhas aceita a digitação de fórmulas em portu-
guês, “traduzindo” para a fórmula em inglês. Exemplo: ao inserir a fórmula =SOMA(A1:B2)
na célula C3, o Google Planilhas traduz para =SUM(A1:B2). Essas conversões automáticas
facilitam o trabalho do usuário, que não precisa “reaprender” as mesmas funções, que já
conhece as do Microsoft Excel ou do LibreOffice Calc.

FUNÇÃO AÇÃO GOOGLE PLANILHAS


SOMA Somatório dos valores numéricos =SUM (células)
MÉDIA Média aritmética simples (somar e dividir) =AVERAGE (células)
MED Mediana — valor “no meio” dos valores da série =MEDIAN (células)
MÁXIMO Maior valor =MAX (células)
MAIOR Maior valor em determinada posição =LARGE (células;posição)
MÍNIMO Menor valor =MIN (células)
MENOR Menor valor em determinada posição =SMALL (células;posição)
=IF
SE Efetua um teste e retorna verdadeiro ou falso
(teste;verdadeiro;falso)
CONT.
Contar as células que possuem algum valor =COUNTA (células)
VALORES
CONT.NÚM Contar as células que possuem números =COUNT (células)
Contagem condicional. Contar as células que aten-
[Link] =COUNTIF (células;teste)
dem a uma condição
CONTAR. Contar as células que não possuem nenhum
=COUNTBLANK (células)
VAZIO conteúdo
Somatório dos valores numéricos que atendem a uma =SUMIF
SOMASE
condição (células;teste;células)
Média aritmética dos valores numéricos que aten- =AVERAGEIF
MÉDIASE
dem a uma condição (células;teste;células)
=VLOOKUP
Procurar um valor na vertical e retornar o resultado
PROCV (valor;local;
de uma coluna
coluna;aproximado)
ESQUERDA Extrair os primeiros caracteres =LEFT (célula;caracteres)
=RIGHT
INFORMÁTICA

DIREITA Extrair os últimos caracteres


(célula;caracteres)
CONCATE- =CONCATENATE
Juntar conteúdo de células
NAR (valor;valor;valor; ... )
INT Parte inteira de um número =INT (valor)
=TRUNC (valor;casas
TRUNCAR Cortar um número, sem arredondar
decimais)
195
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
FUNÇÃO AÇÃO GOOGLE PLANILHAS
=ROUND (valor;casas
ARRED Arredondar um número
decimais)
Calcular a potência de um número (base) para um
POTÊNCIA =POWER (base;expoente)
expoente
Retorna o resultado da multiplicação de uma série de =MULT (valor;valor;valor;
MULT
números ... )
=DIVIDE
Retorna um número dividido por outro. Equivalente ao
DIVIDE (numerado;
operador “/”
denominador)
Retorna a diferença entre dois números. Equivalente ao
MINUS =MINUS (núm;núm)
operador “-”
QUOCIENTE Retorna um número dividido por outro, sem o resto =QUOCIENTE (núm;núm)
MOD Retorna o resto de uma divisão =MOD (núm;núm)
E Lógico. Se todos forem verdadeiros, então é
E =AND (teste;teste; ... )
verdadeiro
OU OU Lógico. Se todos forem falsos, então é falso =OR (teste;teste; ... )
NÃO Negação. Oposto do valor lógico =NOT (valor lógico)

No Google Planilhas, todas as funções estão disponíveis no menu Inserir.

ABS

Inserir Formatar Dados Ferramentas Complementos Ajuda ACCRINT

ACCRINTM
Linha acima
ACOS
Linha abaixo
ACOSH

ACOT
Coluna à esquerda
ACOTH
Coluna à direita
SUM ADD

AVERAGE ADDRESS
Células e deslocar para baixo
AMORLINC
Células e deslocar para a direita COUNT
AND
MAX
ARABIC
Gráfico
MIN
ARRAY_CONSTRAIN
Imagem
ARRAYFORMULA
Desenho Todas
ASC
Formulário Analisador
ASIN
Banco de dados ASINH
Função
Consulta ATAN

Inserir link Ctrl+K Data ATAN2

Dica: As planilhas de Notas do Google Sala de Aula poderão ser exportadas para o Micro-
soft Excel ou gravadas em formato CSV. Entretanto, ao acionar a visualização das respostas
como planilha, no Google Formulários (de alguma Atividade ou Pergunta), elas já serão aber-
tas no Google Planilhas diretamente.
196
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Visualização das respostas como planilha

Formulário sem título Enviar

1 resposta

Resumo Pergunta Individual

ONEDRIVE E MICROSOFT TEAMS

MICROSOFT ONEDRIVE

O Microsoft OneDrive é o serviço de armazenamento de dados na nuvem da Microsoft e a


unificação dos serviços SkyDrive, Windows Live Folder e Windows Live SkyDrive.
O usuário que possui uma conta Microsoft, pessoal ou corporativa, gratuita ou paga, pode-
rá usar o espaço de armazenamento de dados online para gravar arquivos e pastas, compar-
tilhar o acesso, permitir a edição, colaboração e exclusão de itens.
O Microsoft OneDrive é um serviço associado ao Windows 10 e Windows 11, ou seja, serão
armazenadas localmente em uma pasta de arquivos as cópias dos itens que estiverem arma-
zenados na nuvem.
Ao adquirir uma licença de uso do Microsoft 365 (Office 365), um espaço de armazenamen-
to no Microsoft OneDrive será disponibilizado para a conta. O espaço de armazenamento
varia de acordo com cada configuração do usuário. Confira na tabela a seguir.

ESPAÇO OBSERVAÇÃO
Conta pessoal gratuita Promocional: 100 GB por dois anos
5 GB
OneDrive Basic 5 GB OneDrive Standalone 100GB
Conta corporativa (Microsoft 365) Até 1 TB –
Conta assinada (Microsoft 365 Para cada conta (Microsoft 365 Family), to-
Até 1 TB
Personal) talizando 6 TB

Importante!
INFORMÁTICA

Para usar o Microsoft OneDrive, você não precisa ter uma conta Microsoft. Você poderá
associar uma conta pessoal ou corporativa Microsoft, além de contas de outros domí-
nios (como o Gmail) e acessar o OneDrive sem login, através de links compartilhados
publicamente.

197
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Ademais, o Microsoft Drive é usado para backup (cópia de segurança dos dados do usuá-
rio) dos arquivos armazenados na pasta local e outras pastas como a Área de Trabalho, Ima-
gens e Documentos.
Os itens armazenados online poderão ser sincronizados entre os vários dispositivos conec-
tados na mesma conta, possibilitando manter os arquivos atualizados com as últimas altera-
ções efetuadas. A sincronização de itens poderá ser realizada de forma completa (cópia do
arquivo) ou apenas referencial (links para os arquivos online).
A sincronização completa demandará espaço de armazenamento. Se o arquivo em 50 MB,
ele ocupará 50 MB na nuvem e 50 MB em seu dispositivo.
A sincronização referencial (arquivos sob demanda) mantém o item online (50 MB na
nuvem) e apenas um link armazenado localmente. Quando o link é acionado, o arquivo será
transferido e exibido localmente.
Para saber qual item está online e/ou local, basta olhar para o ícone do item.

Fonte: Nishimura, 2022.

z Pasta de [Link]: está armazenado localmente e sincronizado com a nuvem;


z Apresentaçã[Link]: está armazenado apenas na nuvem;
z [Link]: está armazenado localmente, sincronizado com a nuvem e comparti-
lhado com outros usuários;
z [Link]: está armazenado apenas na nuvem e compartilhado com outros usuários.

Entre suas vantagens, temos:

z Acesso em praticamente qualquer lugar. Basta usar um dispositivo com acesso à Internet;
z Fazer backup e proteger. Sincronização das fotos da câmera do smartphone e itens arma-
zenados nas pastas monitoradas pelo aplicativo OneDrive;
z Compartilhamento e colaboração. Compartilhar itens para visualização, revisão ou edi-
ção, com controle total ou modo visitante, com senha de acesso ou data de expiração do
compartilhamento.

Dica
O aplicativo local do OneDrive no Windows pode armazenar o item ou somente um atalho
para o item na nuvem, que será transferido por demanda quando executado.

198
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Compartilhamento

Fonte: Nishimura, 2022.

Ao selecionar o item “Compartilhar”, o usuário tem acesso a um diálogo a partir do qual


poderá definir como será o compartilhamento combinando as opções. Observe a imagem
abaixo.

z Qualquer pessoa com o link pode editar (fazer alterações): os usuários que acessam o
link editam o documento online;
z Qualquer pessoa com o link pode exibir (não é possível fazer alterações): os usuários
que acessam o link apenas visualizam o documento online, sendo possível transferir uma
cópia para o seu dispositivo;

INFORMÁTICA

Fonte: Nishimura, 2022.

z Qualquer pessoa com o link: compartilhamento público, qualquer pessoa poderá visua-
lizar ou editar o seu item online;
z Especificar pessoas: informar os endereços de e-mail ou grupos de usuários que poderão
acessar o item online;
z DD/MM/YYYY: selecionar o dia, mês e ano que o link deixa de funcionar (expirar);
199
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Definir senha: definir uma senha para acessar o item compartilhado online, independen-
temente de outras senhas que possam estar sendo usadas para o item, como senhas de
leitura e gravação dos arquivos do Microsoft Office.

Importante!
O link compartilhado tem um endereço encurtado como um aliases (apelido). O usuário
convidado a acessar o item receberá um link do tipo [Link] em referência ao ser-
viço 1 One drv Drive ms Microsoft.

MICROSOFT TEAMS

Os comunicadores instantâneos dos anos 1990 e 2000 evoluíram. Certamente alguns usaram o
ICQ nos anos 1990 e outros usaram o MSN Messenger nos anos 2000.
Substituindo o MSN Messenger, a Microsoft lançou o Skype (na verdade, comprou de outra
empresa desenvolvedora). Com ele, o usuário poderia realizar conversas por chat e até ligações
de áudio/videoconferências entre os usuários do programa. Se comprasse créditos de telefonia,
poderia ligar para um telefone fixo convencional.
Para o mercado corporativo, a Microsoft desenvolveu o software de comunicação Lync. O
Lync, integrante das versões corporativas do Office, tornou-se o Lync for Business. E o Skype
virou Skype for Business, para pequenos negócios.
Nos últimos anos, com a redução do portifólio de produtos, ela reuniu as funcionalidades
do Skype for Desktop, do Skype for Business e do Microsoft Lync for Business em uma nova
ferramenta de colaboração.

Skype for Desktop

Lynk (for Business)

Skype for Business

Com o Microsoft Teams, é possível realizar conversas por chat, por áudio, por vídeo, com-
partilhar arquivos e recursos, entre várias funcionalidades.
200
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Componente do Microsoft 365 (Office 365) edições corporativas, o Microsoft Teams possui
recursos para conversação por texto (Chat), chamadas de áudio, chamadas de vídeo, video-
conferências, organização em equipes, armazenamento das gravações no Microsoft Stream/
SharePoint e arquivos no OneDrive, entre outros recursos.
Voltado para o mercado corporativo e educacional, assim como o Google Meet, teve suas
funcionalidades liberadas por um período para todos os usuários, devido à pandemia de
covid-19 no ano de 2020.
Atualmente existem três versões disponíveis. O Microsoft Teams para uso pessoal, dispo-
nível para qualquer pessoa que tenha uma conta Microsoft (Hotmail, Live, xBox), a versão
corporativa integrante do pacote Microsoft 365 “empresarial” e o Microsoft Teams Essentials,
versão paga para pequenas empresas.
Na versão pessoal, o OneDrive é usado para armazenar arquivos compartilhados. Na ver-
são empresarial o SharePoint Online é usado para compartilhar arquivos com a equipe (den-
tro do domínio da empresa) e o OneDrive para compartilhar com usuários de fora da equipe,
na Internet. A versão gratuita Microsoft Teams Essentials não possui o recurso SharePoint
Online, mas o usuário poderá compartilhar arquivos pelo Microsoft OneDrive.
Com o Teams, você pode conversar por meio de texto, realizar videoconferências (com
webcam) e trocar arquivos. Você pode utilizá-lo via navegador de Internet ou instalar o app
no smartphone e ter os mesmos recursos de conversação e troca de arquivos.
Outras funcionalidades incluem:

z editar arquivos com segurança ao mesmo tempo;


z ver curtidas, @menções e respostas com apenas um toque;
z personalizá-lo adicionando anotações, sites e aplicativos.

Se o colaborador não tem o Office 365 em seu computador, poderá instalar a partir do
e-mail corporativo/educacional. Acesse o seu webmail (da instituição) com o e-mail corpora-
tivo e senha. No canto superior esquerdo, acesse Microsoft 365. Faça o download e instalação
do Office 365. No primeiro acesso, informe o login e senha do e-mail corporativo.

CHATS, CHAMADAS DE ÁUDIO E VÍDEO, CRIAÇÃO DE GRUPOS


INFORMÁTICA

Com um canal no Teams, a mensagem será enviada para todos os participantes e todos
poderão interagir com todos (semelhantemente a um grupo de WhatsApp).
Você poderá realizar o chat com apenas um outro colaborador ou criar um canal com
vários contatos para realizar uma reunião por texto via Teams.
Para montar um canal no Teams, siga os passos descritos a seguir.

z Clique no ícone “+” no canto superior esquerdo da tela do Teams; 201


Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Selecione “Canal”;
z Escolha o tipo de canal que deseja criar: Padrão, Privado ou Compartilhado;
z Digite o nome do canal e adicione uma descrição, se desejar;
z Selecione os membros da equipe que você deseja adicionar ao canal;
z Clique em “Criar”.

Depois que o canal estiver criado, você poderá adicionar participantes. Clique no ícone “+”
no canto superior direito do canal e adicione os novos participantes da conversa.
Quando um novo participante é adicionado ao grupo, você poderá:

z não incluir o histórico de chats (igual ao WhatsApp, a pessoa não saberá o que foi conver-
sado antes de seu ingresso no grupo);
z incluir histórico do número de dias anteriores — define a quantidade de dias das conver-
sas do grupo às quais o novo participante terá acesso;
z incluir todo o histórico de chats (igual ao Telegram, quem for adicionado no grupo saberá
tudo que foi conversado desde o início).

Para excluir participantes do canal, abra a lista e clique no “X” à frente do nome:

Conversas e canais importantes poderão ser fixados, mantidos no topo da listagem. Clique
em Opções e marque fixar.

202
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Para Enviar Arquivos para Outros Colaboradores da Equipe (Usando Microsoft Teams)

z Inicie a conversa com o destinatário no Microsoft Teams;


z Caso não tenha realizado contato prévio, pesquise na parte superior pelo nome da pessoa
no diretório de contatos. Digite parte do nome e procure na lista suspensa;
z Clique no ícone de “clipe” de anexo e envie;
z Além de arquivos, você também pode enviar mensagens de voz, GIFs, imagens e vídeos;
z Os arquivos serão armazenados no espaço de armazenamento OneDrive da equipe.

INFORMÁTICA

Para Enviar Arquivos para Outras Pessoas (Usando Microsoft OneDrive)

z Localize o arquivo ou pasta que deseja enviar;


z Clique com o botão direito e escolha Compartilhar;
z Define se o item será somente leitura (apenas exibição) ou se o destinatário poderá alterar
o arquivo (permitir edição); 203
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z Defina o destinatário (endereço de e-mail da instituição ou externo) e compartilhe.

Compartilhar

Novo Chat Recebido

Chamada de vídeo Perfil Chamada de áudio

Compartilhamento de tela
Adicionar participantes ao chat

Abrir em nova janela popup

Ao receber um chat ou chamada de alguém com quem não tenha conversado anterior-
mente, será apresentada a tela de boas-vindas em que você poderá visualizar a mensagem,
e então aceitar ou bloquear.
Na conversa, é possível realizar:

z chamada de áudio;
z chamada de vídeo;
z compartilhamento de tela específica de um programa aberto ou de todo o dispositivo;
z reações com emojis;
z menções para chamar a atenção de outros participantes;
z pesquisa de mensagens na conversa;
z formatação de texto (negrito, itálico etc.);
z tradução de mensagens em tempo real;
z gravação da conversa;
z adicionar novos participantes ao chat;
204
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
z exibir a conversa em nova janela.

Chat Coletivo (Reunião no Teams)

Quando o anfitrião cria uma reunião e adiciona os participantes, o chat torna-se uma reu-
nião. Assim como em outros locais, é possível:

z trocar mensagens de texto;


z compartilhar arquivos, imagens e GIFs;
z levantar a mão para solicitar a fala;
z desligar o microfone e a câmera;
z focar em um participante específico;
z exibir legendas em tempo real;
z reagir com emojis;
z gravar a reunião;
z adicionar novos participantes;
z compartilhar o link para acesso externo.

Ao iniciarmos a nossa participação no chat, é possível definir como ela será (somente tex-
to, com áudio, com vídeo). Ao clicar no botão Entrar, a janela de acesso ao chat/reunião será
exibida.

Arquivos da conversa
Mensagens de texto e avisos
Imagens da conversa

Participantes

Link do chat

INFORMÁTICA

205
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Vídeo ativado

Áudio ativado

Essas configurações poderão ser ajustadas durante a reunião acessando o item “Mais
opções” ou “Mais ações” (reticências na barra de ferramentas da reunião) e “Configurações
do dispositivo”.

Chamadas de Áudio

Durante uma chamada de áudio, após as definições das configurações na tela inicial, serão
apresentados novos controles para:

z ativar/desativar o microfone (botão de microfone);


z colocar a chamada em espera (botão de espera);
z transferir a chamada para outro usuário (opção “Transferir” no menu “Mais opções”);
z encerrar a chamada (botão “Sair”).

A chamada de áudio é realizada utilizando a tecnologia VoIP (Voice over Internet Protocol),
sem qualquer custo adicional para quem realiza a ligação. As ligações de áudio são realizadas
entre os usuários da organização, ou para externos se eles possuírem o Microsoft Teams ou
o aplicativo Teams Mobile.
Para iniciar um chat, clique no ícone “Chamada de áudio” (atalho de teclado Ctrl+Shift+C)
e aguarde o usuário atender sua ligação.

206
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Importante!
É possível realizar chamadas telefônicas para números externos por meio do Microsoft
Teams. Para tanto, o usuário precisará ter um pacote de minutos de telefonia contratado
junto à Microsoft ou usar o Microsoft Teams Phone System. O recurso de discagem está
disponível em “Configurações”/“Chamadas”.

Chamadas de Vídeo

As chamadas de vídeo apresentam outros recursos, como compartilhamento de tela, por


exemplo, em que o usuário pode compartilhar com outro aquilo que está sendo visualizado
na tela escolhida por ele.

Ativar vídeo (e fazer uma chamada de


áudio se tornar uma videoconferência)
Ativar mudo (Ctrl+Shift+m)

Mostrar conversa Mais ações

Durante uma chamada de vídeo, feitas as definições das configurações na tela inicial, serão
apresentados novos controles na janela, que permitem:

Mostrar participantes Vídeo ativo

Mostrar conversa Ativar mudo (Ctrl+Shift+m)


INFORMÁTICA

Tempo decorrido

Compartilhar conteúdo (Ctrl+Shift+E


Levantar a mão (Ctrl+Shift+k)
E outros emoticons
Mais opções

207
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Em “Mais opções” ou “Mais ações” iremos encontrar:

z Configurações de dispositivo: para ajustes de áudio e vídeo em seu hardware;


z Opções de reunião: operação do lobby e quem pode apresentar (definições realizadas na
criação do evento no Calendário);
z Informações sobre a reunião: link de ingresso, ID da reunião e senha;
z Galeria: para exibição da imagem no painel de visualização;
z Galeria grande: para exibição de muitas miniaturas de participantes;
z Modo conferência: para exibição do apresentador em tela grande;
z Foco: ocultar as “distrações”, que seriam os controles e elementos da janela de reunião;
z Tela inteira: exibição em tela inteira;
z Aplicar efeitos de tela de fundo: permite desfocar ou simular uma imagem no fundo da
tela de transmissão. Ideal para não distrair os demais participantes com elementos exis-
tentes em seu ambiente de transmissão. Simula o uso de “chroma key” ou fundo verde;
z Desativar vídeo de entrada: a sua imagem não será mostrada na reunião, apenas o seu
avatar de usuário (foto ou ícone);
z Ativar legendas: quando habilitado, a inteligência artificial procura transcrever as falas
dos participantes em legendas. Disponível para vários idiomas;
z Iniciar gravação: para gravar a transmissão e disponibilizar posteriormente no OneDrive
ou SharePoint;
z Transcrição inicial: disponível para vários idiomas;
z Não exibir balões do chat: quando alguém envia uma mensagem durante a transmissão,
é exibido um balão do chat caso não esteja com a conversa (de texto) aberta. Nesta opção,
você desativa essas notificações;
z Teclado de discagem: quando disponível, é possível realizar chamadas telefônicas para
números de telefones fixos ou móveis.

208
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Utilizando-se do botão Sair, quando for o anfitrião, o usuário poderá sair da reunião (e ela
seguirá com os outros participantes e anfitriões) ou Encerrar a reunião, desconectando todos.

CONFERÊNCIA WEB RNP

A Conferência Web RNP é uma plataforma de videoconferência e colaboração desenvolvi-


da para atender às necessidades das instituições educacionais e de pesquisa no Brasil.
Esse serviço possibilita a comunicação entre várias pessoas em tempo real por meio de
áudio, vídeo, compartilhamento de tela, chat e outros recursos interativos.
O objetivo da plataforma é fornecer um ambiente robusto e de alta qualidade para que
instituições acadêmicas, culturais e de pesquisa possam realizar eventos como aulas e semi-
nários on-line, defesas de dissertações e teses, reuniões administrativas e científicas, wor-
kshops e congressos, colaboração em pesquisas e projetos conjuntos.
Ela é baseada em tecnologia de código aberto e utiliza principalmente o MConf, uma pla-
taforma construída sobre o BigBlueButton (BBB), um software de videoconferência bastante
popular, especialmente em ambientes educacionais.
Esse aspecto de código aberto permite flexibilidade e personalização, além de interopera-
bilidade com outros sistemas e ferramentas utilizados no ambiente acadêmico.
A RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa) foi criada em 1989 pelo Ministério da Ciência,
Tecnologia e Inovações (MCTI) com o objetivo de estabelecer uma infraestrutura de redes de
alta capacidade que conectasse as instituições de ensino e pesquisa brasileiras. Desde então,
a RNP tem expandido sua atuação para fornecer uma série de serviços avançados de TI, sen-
do a Conferência Web um desses serviços estratégicos.
O papel da RNP se tornou ainda mais importante no contexto de crescente digitalização
das atividades acadêmicas e científicas, especialmente com o advento da educação a distân-
cia (EAD) e da pesquisa colaborativa remota.
Seus recursos e funcionalidades consistem em:

z Videoconferência em alta definição: a plataforma permite a transmissão de vídeo em


alta qualidade, possibilitando uma interação mais próxima e realista entre os partici-
pantes. Isso é essencial em atividades que exigem visualização detalhada, como aulas e
demonstrações práticas;
z Compartilhamento de tela: um dos recursos mais usados em videoconferências acadêmi-
cas é o compartilhamento de tela, que permite que os apresentadores mostrem slides, docu-
mentos ou qualquer aplicação diretamente de seus computadores para os participantes;
z Chat em tempo real: a plataforma inclui uma funcionalidade de chat que permite a comu-
nicação textual entre os participantes durante a conferência. O chat pode ser usado para
INFORMÁTICA

questões rápidas, para comentários ou para interação paralela à apresentação;


z Gravação de sessões: uma das funcionalidades mais importantes para fins educacionais
e científicos é a possibilidade de gravar as conferências. Com isso, as aulas ou reuniões
podem ser revisitadas posteriormente, o que é especialmente útil para alunos que não
puderam participar ao vivo ou para revisão de conteúdos;
z Salas de reuniões virtuais: a plataforma permite a criação de salas de reuniões virtuais,
em que grupos de pessoas podem se reunir para discussões ou apresentações. Essas salas
209
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
podem ser personalizadas com diferentes níveis de controle, permitindo, por exemplo, a
moderação do fluxo de perguntas ou a organização de debates;
z Compatibilidade com dispositivos móveis: a Conferência Web RNP também pode ser
acessada de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, tornando-a acessível em
qualquer lugar, desde que haja uma conexão com a internet;
z Quadro branco virtual: recurso que permite a colaboração visual em tempo real, em que
os participantes podem desenhar, escrever ou diagramar conceitos diretamente na tela, o
que é muito útil em aulas e apresentações interativas;
z Interação com o Moodle: a plataforma é compatível com o Moodle, um dos principais
sistemas de gerenciamento de aprendizagem (LMS), o que facilita a integração da Confe-
rência Web em ambientes educacionais já estabelecidos.

A infraestrutura da Conferência Web RNP é robusta e distribuída, pois os servidores utili-


zados para o serviço estão localizados em centros de dados espalhados pelo Brasil, conferin-
do alta disponibilidade e baixo tempo de latência para os usuários, algo crucial para garantir
a fluidez das videoconferências.
As transmissões de vídeo, áudio e dados são protegidas por criptografia, e a RNP utiliza
uma série de mecanismos para garantir a confidencialidade e integridade das comunicações.
Isso é particularmente importante no contexto acadêmico e de pesquisa, em que informa-
ções sensíveis podem ser discutidas e compartilhadas.
A gestão de acesso às salas de conferência também é rígida, permitindo que apenas usuá-
rios autorizados participem de reuniões ou eventos, seja por meio de convites diretos ou por
autenticação integrada com sistemas institucionais.

REFERÊNCIAS

COSTA, L. R. M. A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa: desafios e perspectivas. Revista


Brasileira de Política e Administração da Educação, v. 33, n. 1, p. 133–149, 2017.
JUNQUEIRA, F. et al. Mconf: An Open Source Multiconference System for Web and Mobile
Devices. Proceedings of the 19th International Conference on Computer Communica-
tions and Networks (ICCCN), 2010.

HORA DE PRATICAR!
1. (COMPROV UFCG – 2016) São exemplos de dispositivos de Entrada/Saída Mistos, exceto:

a) Modem.
b) TouchPads.
c) Placas de som.
d) Touch Screens.
e) Placas de captura de TV.

2. (COMPROV UFCG – 2016) Os periféricos permitem interação do processador com o homem,


possibilitando entrada e saída dos dados. São exemplos de dispositivos de saída, exceto:
210
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
a) Monitor
b) Plotters
c) Projetores de Vídeo
d) Scanners
e) Caixa de som

3. (COMPROV UFCG – 2019) São aplicativos, denominados Acessórios, do pacote Windows,


exceto:

a) Teclado Virtual.
b) Paint.
c) WordPad.
d) Ferramenta de Captura.
e) Word.

4. (COMPROV UFCG – 2016) São características do sistema operacional Linux, exceto:

a) Conectividade com outros tipos de plataformas como: Windows, Apple, DOS.


b) Não é Case Sensitive.
c) Multiusuário.
d) Preemptivo.
e) Proteção entre processos executados na memória RAM.

5. (COMPROV UFCG – 2016) No ambiente Linux, o comando $ ls:

a) Mostra a quantidade de espaço usada no disco rígido.


b) Mostra o uso da memória.
c) Lista todos os arquivos do diretório.
d) Abre um arquivo.
e) Abre o explorador de informações.

6. (COMPROV UFCG – 2019) Ainda sobre Write do LibreOffice 5.0, para mostrar a caixa de diálogo “loca-
lizar e substituir”, usa-se a tecla de atalho:

a) Shift+H
b) Ctrl+E
c) Ctrl+H
d) Ctrl+S
e) Shift+F
INFORMÁTICA

7. (COMPROV UFCG – 2016) Para exibir a barra de fórmulas no LibreOffice Writer, deve-se fazer
uso da tecla:

a) F1
b) F2
211
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
c) F3
d) F4
e) F5

8. (COMPROV UFCG – 2016) No LibreOffice Writer 3.5, o atalho que corresponde a ação de locali-
zar e substituir é:

a) Ctrl + H
b) Ctrl + M
c) Ctrl + J
d) Ctrl + Shitf + B
e) Ctrl + R

9. (COMPROV UFCG – 2019) Sobre o componente Calc do LibreOffice 5.0, é incorreto:

a) Para selecionar múltiplas colunas ou linhas contínuas, clique na primeira coluna ou linha do gru-
po, mantenha pressionada a tecla Shift e clique na última coluna ou linha do grupo.
b) Para abrir um arquivo CSV no Calc, primeiramente deve-se salvar o arquivo com extensão .txt e
em seguida, ir no menu Arquivo > Abrir e localizar o arquivo.
c) Para selecionar colunas ou linhas que não são contínuas, clique na primeira coluna ou linha do
grupo, mantenha pressionada a tecla Ctrl e clique em todas as colunas ou linhas que deseja
selecionar.
d) No menu Janela, há a opção Congelar. Uma linha grossa aparece entre as linhas ou colunas e
indicam onde o congelamento foi colocado.
e) Para inserir um número negativo, digite um sinal de menos (-) na frente do número ou coloque o
número entre parênteses (), por exemplo (1234).

10. (COMPROV UFCG – 2019) Algumas vezes é necessário editar o conteúdo da célula sem
remover todos os dados da célula. Para realizar essa operação, via teclado, no Calc LibreOf-
fice 5.0, deve-se selecionar a célula a ser editada e pressionar a tecla:

a) F2
b) F5
c) F8
d) F1
e) F3

11. (COMPROV UFCG – 2016) Sobre o LibreOffice 3.6, analise as afirmativas abaixo:

I. A função ARRED arredonda um número para o valor mais próximo até uma quantidade de dígi-
tos definida pelo usuário.
II. A função SINAL identifica se um número fornecido como argumento é positivo ou negativo.
III. A função ALEATÓRIO retorna um número qualquer entre 0 e 10 como resultado.
IV. A função TRANSPOR apresenta como resultado a matriz transposta de uma matriz inserida
como argumento.
212
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
Estão corretas:

a) somente I.
b) somente I e II.
c) somente III e IV.
d) somente I, II e IV.
e) I, II, III e IV.

12. (COMPROV UFCG – 2016) Sobre o pacote LibreOffice, caso o usuário queira fazer uso de um
editor de apresentação, o aplicativo mais indicado da suite é:

a) Writer
b) Calc
c) Impress
d) Draw
e) Math

13. (COMPROV UFCG – 2019) Cookies são arquivos criados pelos websites que você visita. São
usados para manter as informações de estado conforme você navega por diferentes páginas
em um site ou retorna ao site posteriormente.

Sobre cookies, analise as afirmativas abaixo:

I. Os cookies podem ser usados para executar código


II. Cookies primários são cookies associados com o domínio do host
III. Os cookies de sessão são armazenados na memória e não são gravados no disco
IV. Os dados são enviados pelo servidor da Web na forma de um cabeçalho HTTP chamado “Set-
-Cookie” Estão corretas:

a) I e II
b) apenas II
c) II, III e IV
d) I, II e III
e) I, II, III e IV

14. (COMPROV UFCG – 2019) Ao utilizar o navegador Mozilla Firefox, as teclas de atalho para atualizar
uma página (ignorando o cache), abrir uma nova aba e imprimir uma página, são respectivamente:

a) Ctrl + A, Ctrl + N, Ctrl + I


INFORMÁTICA

b) Ctrl + F5, Ctrl + T, Ctrl + P


c) Ctrl + F5, Ctrl + N, Ctrl + P
d) Ctrl + F2, Ctrl + T, Ctrl + P
e) Ctrl + F2, Ctrl + N, Ctrl + I

213
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
15. (COMPROV UFCG – 2019) A utilização do e-mail para a comunicação tornou-se prática
comum, não só em âmbito privado, mas também na administração pública. O termo e-mail
pode ser empregado, dependendo do contexto, nos seguintes sentidos:

I Como gênero textual, o e-mail pode ser considerado um documento oficial, assim como o
ofício.
II Como endereço eletrônico utilizado pelos servidores públicos, o e-mail deve ser oficial, utilizan-
do-se a extensão “.[Link]”, por exemplo.
III Como sistema de transmissão de mensagens eletrônicas, por seu baixo custo e celeridade, o
e-mail transformou-se na principal forma de envio e recebimento de documentos na adminis-
tração pública.
IV Como sistema de transmissão de mensagens eletrônicas, apesar do baixo custo e celerida-
de, o e-mail em nenhuma hipótese pode ter recebimento como documento na administração
pública.

Está(ão) correta(s), apenas:

a) I, III e IV.
b) III e IV.
c) I, II e III.
d) II e III.
e) IV.

9 GABARITO

1 B

2 D

3 E

4 B

5 C

6 C

7 B

8 A

9 B

10 A

11 D

12 C

13 C

14 B

15 C

214
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.

Você também pode gostar