SOP e Manual de Manobras Aeronáuticas
SOP e Manual de Manobras Aeronáuticas
CNPJ: 45.180.882/0001-52
CIAC – TIPO 2
SOP E
MANUAL DE MANOBRAS
Rev.4 25/11/2023
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ÍNDICE
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25 Rolagem ...........................................................................................................42
26 Cheque Antes da Decolagem no Ponto de Espera ........................................44
27 Briefing de Decolagem ....................................................................................45
28 Decolagem ........................................................................................................45
28.1 Decolagem Normal .................................................................................47
28.2 Decolagem Curta ....................................................................................48
28.3 Decolagem com Vento de Través ..........................................................48
29 Voo Reto-Horizontal .......................................................................................49
30 Mudanças de Atitude ......................................................................................51
30.1 Voo Ascendente.......................................................................................51
30.2 Voo Descendente .....................................................................................53
31 Voo Planado .....................................................................................................55
32 Curvas ..............................................................................................................56
32.1 Inclinação ................................................................................................58
32.2 Referência ...............................................................................................59
33 Coordenação do 1º Tipo..................................................................................62
34 Coordenação do 2º Tipo..................................................................................63
35 Coordenação Atitude Potência.......................................................................64
36 Voo no Pré-Estol..............................................................................................65
37 Alto Ângulo de Ataque....................................................................................67
37.1 Estol .........................................................................................................67
37.2 Estol com motor ......................................................................................69
37.3 Estol sem Motor ......................................................................................70
37.4 Estol em Curva (somente no curso de INVA) ......................................71
37.5 Parafuso (somente nos cursos de Piloto Comercial e INVA) ..............72
38 Voo em Retângulo ...........................................................................................77
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39 Glissadas ..........................................................................................................79
40 Pane Simulada de Motor em Voo em Aeronave Monomotor ......................81
41 "S" Sobre Estrada ..........................................................................................84
42 Oito ao Redor de Marcos ................................................................................86
43 Aproximações e Pouso ....................................................................................88
43.1 Aproximação 90° ....................................................................................90
43.2 Aproximação 180° ..................................................................................92
43.3 Aproximação de 360° na Vertical .........................................................95
43.4 Efeito Solo ...............................................................................................98
43.5 Arredondamento ....................................................................................98
43.6 Toque na Pista ......................................................................................100
43.7 Pouso com Vento de Través .................................................................102
44 Arremetida na Aproximação Final ..............................................................106
45 Voo Noturno ..................................................................................................108
45.1 Voo Noturno em Rota ..........................................................................108
45.2 Decolagens e Pousos Noturnos.............................................................113
46 Atitudes Anormais ........................................................................................115
46.1 Reconhecendo Atitudes Anormais ......................................................115
46.2 Recuperação de Atitudes Anormais ....................................................116
47 Instrução IFR ................................................................................................119
47.1 Instrumentos Básicos do Voo IFR .......................................................121
47.2 Cheque Cruzado dos Instrumentos.....................................................125
47.3 Curva Padrão........................................................................................128
47.4 Uso do HDG Bug ..................................................................................131
47.5 Curva Cronometrada Nivelada ...........................................................132
47.6 Subidas e Descidas Cronometradas ....................................................134
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CONTROLE DE REVISÕES
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A operação das aeronaves do aeroclube é regida pelo RBAC 91, que estabelece,
entre outras coisas, os equipamentos mínimos a bordo para executar voos de
acordo com as regras aplicáveis. Este documento deve ser consultado em caso de
dúvidas.
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4 Segurança no Solo
Após ter completado a inspeção visual e estar pronto para dar a partida no motor,
assegure-se de que a área está livre.
Quando se afastar do avião, saia por trás e fique atento a área de manobras. Seja
cuidadoso sempre que passar em frente de motor funcionando, por causa da
possibilidade de aspiração de objetos e do perigo de impacto com a hélice.
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5 Segurança de Voo
Antes da decolagem faça tudo o que deve fazer. Planeje o voo e faça todas as
verificações necessárias, seguindo todos os procedimentos do checklist, item por
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Lembre-se de que qualquer detalhe omitido numa verificação antes do voo pode
tornar-se, facilmente, o fator mais importante da sua vida.
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Descrição das áreas designadas à atividade aérea do Aeroclube de São José dos
Campos:
• Área CAÇAPAVA:
• Área JACAREÍ:
7 Planejamento de Combustível
(1) durante o dia, voar mais, pelo menos, 30 minutos, exceto para voos acrobáticos
afastados no máximo 50 km (27 NM) de um aeródromo; ou
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(a) Somente é permitido operar uma aeronave civil em voo IFR se, considerando
vento e condições meteorológicas conhecidas, houver combustível e óleo suficiente
para:
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8 Mínimos Meteorológicos
(*) Para voo de toque e arremetida no aeródromo apenas, pode ser aplicado o teto
mínimo de 1500 ft.
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Em voos noturnos, não devem ser realizadas manobras de estol, voo no pré-estol
ou atitudes anormais, exceto quando estritamente previsto no programa de
instrução.
Para voos solo de alunos, além dos mínimos estabelecidos, as seguintes condições
serão consideradas limitadoras para a realização do voo:
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estar dentro dos mínimos estabelecidos neste item e não deve haver aviso de
aeródromo.
Nos voos de instrução IFR, os voos locais iniciais devem ser realizados em
condições VMC (IFR sob capota), ou seja, os voos que envolvam manobras
básicas de IFR, mudanças de QDM/QDR e de radial.
Os demais voos, que envolvam exclusivamente SID, STAR e IAC, podem ser
realizados em condição IMC, respeitando os limites aplicáveis às nossas aeronaves
de instrução, que não possuem radar meteorológico e com instrumentos de
navegação limitados.
Voos IMC com presença de Cumulus Nimbus nas redondezas, dentro de camadas
de nuvens com instabilidade e/ou espessura significativas e teto abaixo de 1000 ft
não devem ser realizados. Os voos também não devem ser realizados se houver
previsão de longo tempo de permanência em IMC.
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10 Peso e Balanceamento
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11 SLOT
Para os aeródromos que necessitam de SLOT para operação, o mesmo deve ser
solicitado no Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA).
Antes de qualquer voo com as aeronaves do aeroclube, pode ser utilizado o sistema
Decolagem Certa (DCERTA) da ANAC para verificação dos dados do aeronauta e
aeronave e possibilidade de realização do voo.
Todas as aeronaves devem permanecer com os calços nas rodas enquanto não
estiverem sendo operadas.
Os comandos de voo devem ser travados com o uso dos cintos de segurança ou, se
for o caso, com a própria trava de comando da aeronave.
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para efetuar o corte do(s) motor(es) para posterior deslocamento para o hangar
desejado.
Caso todos os pontos estejam ocupados, utilizar posição no pátio que esteja
mais próxima possível dos pontos de referência.
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14 Plano de Voo
15 Mensagens ISE
• Tarifa de pouso - devida pela utilização das áreas e serviços relacionados com
as operações de pouso, rolagem e estacionamento da aeronave até três horas
após o pouso;
• Tarifa de permanência - devida pelo estacionamento da aeronave, além das
três primeiras horas após o pouso;
• Tarifa de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota,
em Área de Controle de Aproximação e em Área de Controle de Aeródromo.
• Ficam isentos de pagamento das Tarifas de Pouso e de Uso das Comunicações
e dos Auxílios à Navegação Aérea as aeronaves em voo de experiência ou de
instrução; e
• As aeronaves ficam isentas de pagamento da Tarifa de Permanência por
motivo de ordem meteorológica, pelo prazo do impedimento; em caso de
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O suspensório deve ser usado durante todo o voo, principalmente nas manobras
de pouso e decolagem, pois em colisões ou fortes desacelerações o tripulante
pode colidir com o painel ou outras partes da cabine, caso não esteja usando o
mesmo.
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18 Instrumentos do Avião
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Graduada em KPH (quilômetros por hora), mph (milhas por hora) ou KT (nós). O
termo KIAS representa “velocidade indica em nós”.
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Sempre que disponível, poderá ser utilizada uma aeronave para se familiarizar com
a cabine de pilotagem, os instrumentos e os comandos do avião. Este procedimento
é conhecido como “hora de nacele”. Não ligue e desligue os interruptores ou mexa
na alavanca de trem de pouso (se aplicável) durante a familiarização com a cabine
de pilotagem.
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O “voo mental” deverá ser realizado sempre, antes e depois de um voo. Durante a
execução deste exercício, o piloto imagina as mais variadas situações e como
corrigi-las, preparando-se psicologicamente para ter pronta resposta às variações
do voo, melhorando seu desempenho a cada voo mental.
21 Preparação da Cabine
Papéis jogados sobre o painel e fios cruzando uns por cima dos outros são fatores
que podem atrapalhar o piloto, aumentando, desnecessariamente, sua carga de
trabalho e, em algumas circunstâncias, comprometendo a segurança do voo.
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22 Inspeção da Aeronave
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ERROS COMUNS:
• Após ter realizado alguns voos no avião, sem encontrar problema algum,
é comum relaxar na inspeção. Isso pode ser extremamente perigoso, pois é
nesse momento que os problemas costumam ocorrer;
• Toda a condição anormal encontrada durante a inspeção pode e deve ser
reportada. É comum achar que determinadas anomalias de menor
importância não precisam ser reportadas; e
• Um avião impecável não é aquele com um livro de reportes limpo, mas
um com um livro de reportes preenchido e que tenha cada um de seus
reportes corrigidos pela manutenção. Livro de reportes vazio pode
significar duas coisas: avião novo ou piloto que não reporta nada.
23 Acionamento de Motor
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ERROS COMUNS:
24 Aquecimento
Deve-se aquecer o motor a 1000 RPM. Neste regime, a bomba de óleo trabalha
eficientemente e a hélice fornece uma corrente de ar forte o suficiente em volta
dos cilindros, para que os mesmos não se aqueçam excessivamente.
Para o primeiro voo do dia, em dias quentes, o motor deve ser aquecido durante
três minutos, e em dias frios, o aquecimento deve ser de cinco minutos. Se não
for o primeiro voo, o motor deve ser aquecido até que haja indicação de
temperatura. O aquecimento pode ser realizado durante o taxi.
25 Rolagem
Antes de iniciar o taxi, deve ser executado o seguinte cheque, que consiste em
verificar:
• calços removidos;
• área da hélice e asas livres;
• pista de taxi livre; e
• observar visualmente a área de manobras e atentar para as instruções
do órgão de controle (se aplicável).
Buscar manter o regime de rotação entre 800 e 1000 RPM, e em taxis longos,
recomenda-se empobrecer adequadamente a mistura ar combustível, para evitar
acúmulo de sujeira nas velas.
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O piloto deve manter durante o taxi uma mão no manche e a outra na manete de
potência, como também os pés devidamente apoiados no assoalho e nos pedais
salvaguardando assim, a necessidade de uma parada imediata na aeronave. A
rolagem da aeronave deve ser centralizada com a faixa amarela, de forma a garantir
o espaçamento lateral adequado e raios de curva adequados. Quando não houver
faixa central amarela, permanecer no centro da pista de taxi.
Todos os pilotos devem atentar para o cheque dos freios antes do início da
descida na pista de taxi asfaltada.
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ERROS COMUNS:
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27 Briefing de Decolagem
ERROS COMUNS:
• Pular itens;
• Não colocar uma sequência correta de ações; e
• Não abranger tudo o que realmente importa.
28 Decolagem
Antes de ingressar na pista de decolagem, deve ser verificada Perna Base livre,
Final livre, pista livre e cabeceira oposta livre.
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Perceba que se for avistada uma aeronave na posição para decolagem na pista em
uso com as luzes de pouso acesas, a mesma muito provavelmente recebeu
autorização para decolar e estará iniciando seu movimento imediatamente.
Manter uma das mãos na manete de potência durante a corrida em solo até a
aeronave atingir a velocidade de rotação para que, no caso de uma abortiva de
decolagem, a redução de potência seja a mais ágil possível.
ERROS COMUNS:
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Este tipo de decolagem deve ser usado quando o comprimento de pista disponível
assim requerer ou devido às condições da mesma (fofa, alagada, grama alta etc), a
fim de que a aeronave não sofra esforços estruturais. Este tipo de decolagem tem
como objetivo tirar a aeronave do solo o mais rápido possível.
A correção será feita aproando a aeronave em direção ao vento que está atuando
sobre a mesma. Na figura abaixo é possível visualizar as características da
decolagem com vento de través.
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29 Voo Reto-Horizontal
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Proficiência aceitável:
ERROS COMUNS:
• Esquecer de nivelar o avião na altitude estabelecida;
• Não iniciar o nivelamento com a antecipação adequada;
• Convergir demasiadamente a atenção para o interior da cabine,
descuidando-se do voo por referências externas; e
• Esquecer de realizar os cheques periódicos e/ou troca de tanque (se
aplicável).
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30 Mudanças de Atitude
30.1Voo Ascendente
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Para nivelar o avião partindo do voo ascendente, o piloto deve proceder da seguinte
forma:
Proficiência aceitável:
• ± 5° de proa
• -0/+5 kt de velocidade de subida
• ± 100 ft da altitude de nivelamento
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NOTA: Como referência para início da transição de voo ascendente para voo reto-
horizontal, bem como para o início da transição de voo descendente para voo reto-
horizontal, usar 10% da razão estabilizada de subida ou descida, respectivamente.
Exemplo: se a razão de subida for de 500 ft/min, a 50 ft da altitude desejada de
nivelamento, iniciar o procedimento de transição de voo ascendente para voo reto-
horizontal.
Proficiência aceitável:
• ± 5° de proa;
• ± 10 kt de velocidade de subida; e
• ± 100 ft da altitude de nivelamento.
ERROS COMUNS:
• Tentar manter a velocidade “perseguindo” o velocímetro; e
• Esquecer de “completar” o motor para a RPM desejada.
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31 Voo Planado
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Proficiência aceitável:
• ± 10 kt de velocidade.
NOTA 1: O Voo Planado pode ser realizado com ou sem flap. Com flap, a
distância de planeio diminuirá, uma vez que o piloto é obrigado a aumentar o
ângulo de planeio para manter a velocidade.
32 Curvas
Curvas são manobras básicas que tem como objetivo mudar a direção do voo.
Existem três tipos de curvas: curvas de pequena, média e grande inclinação.
Antes de iniciar uma curva, fazer um cheque de área, olhando para os dois
lados, assegurando-se de que ela se encontra livre.
A partir do voo reto-horizontal, aplicar comando lateral (aileron) e pedal
(leme), de forma conjugada, para o lado que se deseja fazer a curva. Inclinar o
avião até o ângulo desejado. Atingida a inclinação, neutralizar os comandos
para mantê-la.
Logo após iniciar a inclinação, o piloto deve manter o voo nivelado. Em
qualquer curva, à medida que o avião é inclinado, a pressão para trás no
manche é necessária para compensar a perda de sustentação. Com o auxílio do
variômetro, identificar a atitude na qual a aeronave permanece em voo
nivelado (sem perder nem ganhar altitude) e voltar a atenção para a
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Proficiência aceitável:
ERROS COMUNS:
• Não marcar pontos de referência;
• Não fazer o cheque de área antes de executar a curva;
• Não manter a atitude do avião (arfagem e inclinação lateral) em
relação ao horizonte natural;
• Tentar manter o voo nivelado com base nas informações do variômetro
apenas; e
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32.1 Inclinação
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32.2 Referência
Curva de 900:
Curva onde o piloto irá tomar como referência o objeto na ponta da asa em
que ele deseja realizar a curva. Então deverá apontar o nariz para a referência.
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Curva de 1800:
O piloto irá tomar como referência um objeto na ponta da asa em que ele
deseja realizar a curva. Então deverá colocar a outra asa naquela referência.
Curva de 270°:
O piloto irá pegar uma referência do lado oposto no qual deseja fazer a curva.
Após pegá-Ia, fará a curva para o lado oposto da referência, esperando até que
o nariz fique aproado com esta.
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4 25/11/2023
Curva de 360°:
O piloto pega uma referência na proa, e executa uma curva até ter a referencia
no "nariz" novamente.
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4 25/11/2023
33 Coordenação do 1º Tipo
Antes de seu início, compensar a aeronave para forças nulas no manche e marcar
uma referência fixa no horizonte, sobre o qual, durante os exercícios, as
inclinações serão revertidas.
Nesta manobra, o avião não deve ganhar nem perder altitude durante sua execução.
Proficiência aceitável:
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4 25/11/2023
ERROS COMUNS:
• Não estabilizar a aeronave antes do início da manobra;
• Ganhar ou perder altura durante a manobra; e
• Não manter a mesma amplitude de comandos para ambos os lados.
34 Coordenação do 2º Tipo
Esta é também uma manobra, que tem como objetivo, aumentar o domínio e
sensibilidade do piloto sobre os comandos da aeronave.
Para iniciar a manobra, comandar uma curva de média inclinação para um dos
lados da referência e ao completar 45° de curva, o piloto deverá comandar outra
curva de 90° para o lado oposto, passando pela referência inicial e assim
sucessivamente.
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4 25/11/2023
Proficiência aceitável:
• ± 5° de proa; e
• ± 100 ft.
Esta manobra tem por objetivo desenvolver no aluno uma boa noção sobre as
diversas atitudes da aeronave em função do regime de motor e aplicação de flap.
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4 25/11/2023
Para voltar ao voo normal de cruzeiro, iniciar o recolhimento gradativo dos flaps
anteriormente aplicados de acordo com as velocidades apropriadas, retomando
assim ao voo em regime de cruzeiro normal.
Proficiência aceitável:
• ± 5° de proa;
• ± 100 ft de variação de altitude; e
• ± 5 kt de variação de velocidade.
ERROS COMUNS:
• Concentrar-se demasiadamente nos instrumentos de voo, não dando
atenção ao voo por atitude;
• Ao tentar corrigir um erro de velocidade, fazê-lo com variações amplas de
motor; e
• Corrigir perda excessiva de altura sem utilizar o motor para manter a
velocidade.
36 Voo no Pré-Estol
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4 25/11/2023
Para realizar o exercício, o instrutor deve estabelecer uma altitude de início segura
e uma referência no horizonte para que o aluno mantenha a reta. Com isso, o aluno
reduz gradativamente a velocidade da aeronave até próxima ao estol, podendo
também utilizar flapes e trem de pouso (se aplicável) para simular uma
aproximação final. Quando o aluno identificar o primeiro sintoma de estol, então
deverá proceder a recuperação.
A principal ação para evitar o estol é a diminuição do ângulo de ataque das asas;
para tal o piloto deverá ceder o manche e somente após isso aumentar a potência da
aeronave ao mesmo tempo que a mantém coordenada. Após identificar que a
aeronave está com uma velocidade segura, o piloto poderá aumentar a atitude, a
fim de retomar a altitude inicial do exercício, recolhendo flap e trem de pouso (se
aplicável) conforme a velocidade for aumentando.
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4 25/11/2023
ERROS COMUNS:
É de vital importância que o piloto pratique estóis numa altura segura, a fim de
aprender a reconhecer os sintomas da aproximação do estol e como efetuar a
recuperação desse fenômeno. O aluno deverá evitá-lo, exceto quando estiver em
uma altura segura e queira praticar a manobra intencionalmente.
O estol é uma manobra perfeitamente segura quando executada a mais de 2.000 ft
de altura (AGL).
Ë importante conhecer que o estol pode ser caracterizado por diversos fenômenos.
Nas aeronaves operadas pelo ACSJC, as seguintes características estão presentes:
• Perda de controle lateral ou longitudinal; e
• Batente de comando longitudinal.
Ao identificar uma ou mais dessas características, a recuperação deve ser iniciada.
A recuperação da condição de estol é a ação dos comandos de forma a recuperar o
voo normal com a menor perda de altura possível.
Caso seja observada queda de asa durante o estol, durante a recuperação aplicar
comando direcional (leme) de forma adequada para contrariar a tendência de queda
67
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ERROS COMUNS:
68
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69
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É a manobra que tem por finalidade capacitar o piloto a reconhecer e evitar uma
situação crítica de estol durante uma aproximação para pouso, e ensiná-lo a sair da
mesma, com a correta atuação dos comandos de voo e motor da aeronave.
Executar conforme descrito a seguir:
• Altura mínima de 2.500 ft AGL;
• Mistura rica;
• Estabelecer voo reto-horizontal em regime de cruzeiro;
• Aquecimento do carburador aberto;
• Reduzir motor para potência mínima;
• Estabelecer voo planado com 70 KIAS (C150/152/172), 75 KIAS
(PA38/PA28) ou 70 mph (AB11);
• Selecionar primeira posição de flap;
• Manter voo planado com 70 KIAS (C150/152/172), 75 KIAS
(PA38/PA28) ou 70 mph (AB11);
• Selecionar segunda posição de flap.
• Estabelecer voo planado com 65 KIAS (C150/152/172), 70 KIAS
(PA38/PA28) ou 65 mph (AB11);
• Selecionar terceira posição de flap (C150/C152/C172/PA28/AB11
somente);
• Estabelecer voo planado com 60 KIAS (C150/152/172/PA28), 60 mph
(AB11);
• Iniciar redução continua de velocidade (1 KIAS por segundo
aproximadamente) até atingir o estol;
70
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É a manobra que tem por finalidade capacitar o piloto a reconhecer e evitar uma
situação crítica de estol durante uma curva base de um circuito de tráfego, e
ensiná-lo a sair da mesma com a correta atuação dos comandos de voo e motor da
aeronave.
Executar conforme descrito a seguir:
• Altura mínima de 4.500 ft AGL;
• Mistura rica;
• Estabelecer voo reto-horizontal em regime de cruzeiro;
• Aquecimento do carburador aberto;
• Reduzir motor para potência mínima;
• Estabelecer voo planado com 70 KIAS (C150/152/172), 75 KIAS
(PA38/PA28) ou 70 mph (AB11);
• Estabelecer curva coordenada (bolinha centrada) descendente, de média
inclinação;
• Iniciar redução continua de velocidade (1 KIAS por segundo
aproximadamente) até atingir o estol;
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Se o estol ocorrer a partir de uma curva não coordenada, uma asa pode tender a
cair repentinamente, causando um rolamento da aeronave naquela direção. Se isso
ocorrer, deve-se aplicar comando adequado a picar, retornar a aeronave ao voo reto
e nivelado com o uso coordenado de aileron e leme em conjunto com a aplicação
de potência de subida.
O piloto deve reconhecer quando o estol for iminente e tomar as ações efetivas
para prevenir uma situação de estol completo. É essencial que um estol
prolongado, velocidade excessiva, perda excessiva de altitude ou parafuso sejam
evitados.
72
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somente as aeronaves que não possuem o placar no painel com o seguinte texto
podem realizar parafuso intencional:
Para iniciar a manobra, o piloto deve escolher uma referência fixa no horizonte.
Com a aeronave compensada e em voo reto e nivelado, o piloto comanda o manete
de potência em mínimo, coloca a aeronave em uma atitude cabrada e aguarda a
aeronave apresentar sintomas de estol. Após comanda o manche todo a cabrar no
batente e aplica o pedal todo no batente para o lado pretendido do giro.
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75
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ERROS COMUNS:
76
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38 Voo em Retângulo
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78
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Proficiência aceitável:
• ± 100 ft;
• ± 5 kt; e
• ± 5° de variação de proa.
ERROS COMUNS:
39 Glissadas
A glissada é uma manobra que tem como objetivo a perda rápida de altura sem
ganho de velocidade, aumentando assim a razão de descida.
79
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Conclui-se, portanto, que o piloto deve aplicar perfeita coordenação dos comandos
a fim de manter maior eficiência da manobra.
(a) (b)
80
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NOTA 3: Não efetuar glissadas com flap, devido a altos esforços estruturais.
Proficiência aceitável:
• -5/+10 kt; e
• ± 5° de proa.
ERROS COMUNS:
• Não manter a velocidade de planeio durante a glissada; e
• Tentar aumentar a razão de descida baixando o nariz e acelerando a
aeronave.
81
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83
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ERROS COMUNS:
84
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85
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Proficiência aceitável:
• ± 100 ft;
• ± 5 kt; e
• ± 5° de variação de proa em relação a referência.
• ± meia aeronave de distância da referência ao nivelar as asas
ERROS COMUNS:
86
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pequena inclinação. Com vento de través, de média e com vento de cauda, devem
ser de grande inclinação.
Proficiência aceitável:
• ± 100 ft; e
• ± 5 kt.
ERROS COMUNS:
43 Aproximações e Pouso
88
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43.1
89
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43.2Aproximação 90°
90
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NOTA 2: Na curta final, com o ponto de toque estabelecido, o piloto deve desfazer
a glissada, como também avaliar a necessidade ou não do uso do flap para o toque.
NOTA 3: Não fazer uso simultâneo da glissada e do flap, numa aproximação para
pouso, por causar grandes esforços estruturais na aeronave.
91
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ERROS COMUNS:
92
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93
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NOTA 2: Na curta final, com o ponto de toque estabelecido, o piloto deve desfazer
a glissada, como também avaliar a necessidade ou não do uso do flap para o toque.
NOTA 3: Não fazer uso simultâneo da glissada e do flap, numa aproximação para
pouso, por causar grandes esforços estruturais na aeronave.
ERROS COMUNS:
94
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95
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NOTA 2: Na curta final, com o ponto de toque estabelecido, o piloto deve desfazer
a glissada, como também avaliar a necessidade ou não do uso do flap para o toque.
NOTA 3: Não fazer uso simultâneo da glissada e do flap, numa aproximação para
pouso, por causar grandes esforços estruturais na aeronave.
96
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ERROS COMUNS:
97
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4 25/11/2023
O piloto deve estar sempre consciente da região em que a aeronave está submetida
ao efeito solo e as consequências no desempenho da aeronave.
43.6 Arredondamento
98
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4 25/11/2023
50 ft de altura até o ponto de toque e a fase em solo, que se inicia com o toque da
aeronave na pista até o final do pouso.
Assim que o avião atinge uma altura acima do solo, o arredondamento deve ser
executado aplicando uma pressão lenta e gradativa no controle de profundor, de
forma a aumentar o ângulo de ataque. Isto irá fazer com que o nariz do avião suba
gradualmente em direção à desejada atitude de pouso.
Dado que a potência do motor normalmente é reduzida para marcha lenta durante o
arredondamento, a velocidade também vai diminuir gradualmente, enquanto o
profundor é comandado para que o avião voe suavemente sobre a superfície de
aterragem.
99
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4 25/11/2023
ocasionados por rajadas de vento e/ou correntes descendentes de ar. Para isso,
deve-se buscar manter uma das mãos na manete de potência durante o
arredondamento, para que o uso do motor seja imediato em caso de necessidade.
Não se deve forçar o toque da aeronave no solo antes que a correta atitude de
pouso seja estabelecida e a aeronave não deve voar sobre a pista em velocidade
excessiva, pois um toque em alta velocidade pode ocasionar o retorno da aeronave
ao ar.
Caso a aeronave volte ao ar após o toque, deve-se manter a atitude correta de pouso
e atuar no motor de forma a conduzir a aeronave suavemente para outro toque.
Caso a aeronave assuma uma atitude desconfortável quando voltar a voar após o
primeiro toque ou suba para uma altura excessiva, não hesite em realizar uma
manobra de arremetida para que novo pouso seja tentado.
100
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Após o toque, deve-se manter pressão para trás no comando de profundor para que
a frenagem aerodinâmica ocorra e para que o trem de nariz permaneça sem contato
ou em contato suave com o solo enquanto a aeronave desacelera para uma
velocidade apropriada. Ao mesmo tempo, deve-se usar os pedais para controle
direcional da aeronave para que o eixo da pista seja mantido.
101
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• O método de glissada:
102
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103
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• O método combinado:
104
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4 25/11/2023
Após o toque na pista, deve-se fazer uso adequado dos pedais para manutenção do
controle direcional da aeronave e manter manche defletido para o lado do vento.
105
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4 25/11/2023
106
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4 25/11/2023
Deve ser mantida a proa durante a arremetida até 500 ft AGL, exceto se houver
algum impedimento para isso.
ERROS COMUNS:
107
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4 25/11/2023
45 Voo Noturno
“Voar à noite pode revelar um novo e gratificante universo para o piloto, além de
aumentar consideravelmente o potencial de uso de aeronaves leves devidamente
equipadas."
Em quase todos os aspectos o voo noturno difere pelo menos levemente do voo à
luz do dia. Por exemplo, o pouso à noite requer mais disciplina que o pouso de dia,
uma vez que a possibilidade de erro de julgamento é maior na ausência de
referências abundantes.
As luzes podem ser enganadoras. Quando são muito numerosas - sobre uma
cidade, por exemplo - formam uma paisagem própria, e o senso de dimensão e
perspectiva é ressaltado tanto pela convergência de linhas que demarcam estradas a
distância como pelo brilho relativo de luzes mais próximas e pelo brilho menos
intenso de luzes mais distantes. Porém, a sensação que você tem de que o brilho
menos intenso de luzes mais distantes também pode definir um espaço
tridimensional é uma ilusão.
108
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4 25/11/2023
Pilotos são frequentemente alarmados pelo que julgam ser um avião próximo,
quando na verdade é apenas um farol de pouso muitas milhas distantes. As luzes
brancas são ambíguas; porém, as luzes vermelha e verde ajudam a matar a charada.
Se você está realmente próximo a um outro avião, então você deve estar vendo
também pelo menos uma de suas luzes de posição.
109
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4 25/11/2023
Para voo VFR, as luzes do painel devem ser ajustadas na menor intensidade
possível, que permita a leitura dos instrumentos, de forma a ter uma visão clara das
luzes lá fora. Não devem haver reflexos no pára-brisa; não use uma camisa branca
para voo noturno. Em condições de voo por instrumentos, as luzes do painel devem
ser ajustadas numa intensidade maior - assim o painel se torna mais visível e fixa
melhor sua atenção e provavelmente não há nada que possa ser visto lá fora.
Porém, as luzes devem ser diminuídas com bastante antecedência a uma
aproximação.
Se possível, faça à noite etapas mais curtas do que você faria se fosse dia. Em uma
viagem começando com luz do dia e estendendo-se noite adentro, isso pode
significar aumentar-se a etapa diurna a fim de reduzir a etapa noturna. Um voo de
duas horas depois de uma xícara de café está OK, especialmente porque você pode
ficar razoavelmente ocupado durante os 15 minutos de subida e descida. Um voo
de 3 ou 4 horas, quando você já está cansado, irá exigir sua força de vontade ao
máximo.
Você pode argumentar ser precisamente à noite que fica mais difícil encurtar as
etapas, uma vez que muitos aeroportos não estão de serviço. Isso é verdade e traz à
tona outra questão: planejamento de voo. Muitos acidentes causados por pane seca
ocorrem à noite ou porque os pilotos inconscientemente ajustam seus motores com
uma mistura levemente mais rica, ou porque ficam desconcentrados e não
acompanham devidamente sua velocidade em relação ao solo e o nível de
combustível, ou porque os aeroportos onde se dispunha de gasolina à noite estão se
tornando cada vez mais raros e distantes entre si.
110
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4 25/11/2023
É sabido que a melhor rota raramente é a mais curta, e se você está voando à noite,
pode-se presumir que tem pressa de chegar a algum lugar e provavelmente não está
interessado em circuitos tortuosos e paradas precoces para abastecimento. A
maioria dos pilotos tende a confiar mais numa segunda xícara de café do que num
planejamento de voo cuidadoso.
Existem acidentes nos quais pilotos em VFR decolaram à noite com tempo
encoberto - ou decolaram em tempo claro e voaram em direção ao mau tempo -
com o resultado previsível: se desorientaram, perderam o controle do avião e
bateram. Para pilotos em VFR, voar à noite, em qualquer região próxima a nuvens,
a não ser que essas sejam esparsas e haja lua brilhante no céu, é uma péssima idéia.
Parece óbvio demais para ser mencionado, mas a não ser nas noites de luz mais
brilhante é impossível manter-se separação VFR de formações de nuvens. Mesmo
que você não seja fanático por regulamentos de voo, deve considerar que as
práticas típicas de VFR (como achar seu caminho em meio a nuvens ou em torno
de tempestades) tornam-se mais difíceis ou impossíveis durante a noite. É verdade
que você pode ver um relâmpago a 100 milhas durante a noite; então você pode
pelo menos mudar seus planos com antecedência.
111
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4 25/11/2023
Se possuir habilitação válida, fazer um plano IFR para voos noturnos é sempre uma
boa idéia. Isso torna sem maior significação os encontros com nuvens na rota. Mas
se você é um piloto VFR e topar inadvertidamente com formações de nuvens à
noite, estabilize sua direção e altitude, recomponha-se e então faça um 180 graus
padrão pela esquerda e volte pelo mesmo caminho. Pouse - não vá atrás de uma
passagem. Se você já voou para dentro de nuvens inadvertidamente uma vez, há
uma boa chance de que isso venha a ocorrer novamente.
O grande terror do voo noturno, falha mecânica, o fato de que uma falha de motor
à noite, por mais improvável que seja, irá deixá-lo e uma situação no mínimo
alarmante, pode assustar muitos pilotos de aviões monomotores. Eu não sei se as
estatísticas são capazes de influenciar alguém que ainda não esteja convencido,
mas não há razão para se crer que aviões bimotores são realmente mais seguros que
monomotores.
Afinal, eles são duas vezes mais propensos a sofrer uma falha de motor, e é
impressionante quantos bimotores com um motor funcionando não conseguiram
chegar a um aeroporto. Vale a pena ter em mente que falhas de motor tendem a
ocorrer na primeira redução de potência, e portanto a melhor maneira de iniciar-se
um voo noturno é antes da escuridão baixar.
energia elétrica para a aterrissagem. Isso significa eliminar todas as cargas elétricas
não essenciais. Entretanto, em primeiro lugar, religue o alternador, para averiguar
se ele não estava simplesmente desligado por uma sobrecarga de voltagem
passageira. Se você se encontra em boas condições VFR, sabe onde está e pode
chegar a um aeroporto pilotando por sua conta, e não está em uma área de tráfego
aéreo denso, então a melhor maneira de economizar energia elétrica é
simplesmente desligar a bateria. Em outros casos, diminua a carga seletivamente
pelo painel de botões, não pelo painel de disjuntores. Desligue o alternador, a fim
de parar de energizar o campo. Desligue as luzes de posição e de anticolisão, bem
como os rádios não essenciais.
Um único VHF usa pouca energia, a não ser quando está transmitindo. Se for
possível estabelecer contato com o centro de controle, deixe-os fazer sua
navegação, e se for possível desligue o transponder e deixe que eles o detectem
pela imagem de radar.
113
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4 25/11/2023
Pilotos tendem a voar muito baixo durante os últimos estágios de uma aproximação
noturna. É melhor ficar mais alto, mesmo que isso signifique uma eventual
arremetida. Se as luzes do VASI estiverem presentes, você deve usá-las como guia
para rampa de descida.
Devem ser feitas aterrissagens sem as luzes de pouso, uma vez que essas luzes
podem eventualmente falhar.
Nunca utilizar os faróis de pouso simplesmente porque eles podem falhar algum
dia cheira a fanatismo, porém vale a pena efetuar pousos sem faróis com certa
regularidade, o suficiente para que você mantenha sua habilidade de
114
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4 25/11/2023
46 Atitudes Anormais
Atitudes anormais podem resultar a partir de certo número de condições, tais como
turbulência, desorientação espacial, falha de instrumento, confusão, preocupação
com as tarefas na cabine, erros na interpretação dos instrumentos ou a falta de
proficiência na aeronave.
Como atitudes anormais não são manobras intencionais, a não ser em voos de
instrução, são muitas vezes inesperadas e a reação de um piloto inexperiente e
inadequadamente treinado para um voo em atitude anormal é geralmente instintiva
ao invés de inteligente. Este indivíduo pode reagir com esforço muscular abrupto,
que é sem propósito e até mesmo perigoso em condições de velocidade excessiva
ou em baixas altitudes. No entanto, com a prática, as técnicas para a recuperação
rápida e segura de atitudes anormais podem ser aprendidas.
Quando uma atitude anormal é observada, a ação imediata não é saber como o
avião chegou lá, mas o que fazer para retorná-lo ao voo reto e nivelado o mais
rapidamente possível.
Uma atitude anormal pode ser definida como uma condição não intencional com as
seguintes características:
115
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MANOBRAS
4 25/11/2023
A maioria das atitudes anormais são graves e facilmente recuperáveis pelo alerta e
a simples e suave correção de atitude com o uso dos controles.
116
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4 25/11/2023
117
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4 25/11/2023
por instrumentos e de voo visual noturno, pois este possui algumas características
de um voo por instrumentos.
ERROS COMUNS:
118
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4 25/11/2023
47 Instrução IFR
Os voos locais iniciais devem ser realizados em condições VMC (IFR sob capota),
ou seja, os voos que envolvam manobras básicas de IFR, mudanças de QDM/QDR
e de radial. Existem as estações JACAREI RDODIF-CLUBE ZYK-599 1470 e
CAÇAPAVA RDODIF-UNIVERSAL ZYK-702 1250, que podem ser usadas para
treinamento NDB/ADF, em VMC.
Os demais voos, que envolvam exclusivamente SID, STAR e IAC, podem ser
realizados em condição IMC, respeitando os limites aplicáveis às nossas aeronaves
de instrução, que não possuem radar meteorológico e com instrumentos de
navegação limitados.
Voos IMC com presença de Cumulus Nimbus nas redondezas, dentro de camadas
de nuvens com instabilidade e/ou espessura significativas e teto abaixo de 1000 ft
não devem ser realizados. Os voos também não devem ser realizados se houver
previsão de longo tempo de permanência em IMC.
119
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MANOBRAS
4 25/11/2023
A aeronave deve possuir pelo menos um equipamento GPS a bordo para voo IFR.
Se a aeronave não for autorizada para operação PBN, o GPS deve ser usado apenas
como apoio a navegação.
Devem ser priorizadas as SID balizadas pelo VOR SÃO JOSÉ, pois os demais
auxílios não possuem alcance a baixa altura. Se não for possível receber o sinal do
auxílio, recomenda-se o uso de GPS como auxílio à navegação em VMC somente.
Para treinamento de STAR/IAC, caso não seja possível receber o sinal dos auxílios
em terra devido a distância e altitude da aeronave, deve ser solicitada vetoração ao
órgão ATC. Recomenda-se usar o GPS como auxílio à navegação em VMC
somente. Deve-se atentar para a correta inserção das coordenadas dos fixos no
GPS, caso os mesmos não estejam disponíveis no banco de dados do equipamento.
120
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MANOBRAS
4 25/11/2023
121
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4 25/11/2023
122
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4 25/11/2023
HORIZONTE ARTIFICIAL:
123
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4 25/11/2023
Cada traço representa 10 graus de bank. Os outros dois mais afastados indicam que
o avião esta inclinado a 60 graus.
Durante o voo IFR não se deve ultrapassar 30 graus de inclinação, sob o risco do
piloto sofrer uma desorientação espacial.
124
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4 25/11/2023
Existem alguns exemplos de cheque cruzado, que devem ser usados conforme
escolha do piloto que estiver nos controles da aeronave e dependendo da condição
de voo. Serão descritos dois exemplos aqui:
125
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4 25/11/2023
126
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4 25/11/2023
É fácil perceber que a figura central deste cheque cruzado é o horizonte artificial.
Devemos sempre verificar ele, olhar outra indicação e retornar ao horizonte,
conforme figura.
127
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4 25/11/2023
ERROS COMUNS:
128
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4 25/11/2023
padrão de 360°, ela deverá ser realizada em 2 minutos. Logo, uma curva de 180°
levará 1 minuto e uma curva de 90°, 30 segundos. É importante observar que a
inclinação empregada na curva é função da Velocidade Aerodinâmica (VA)
utilizada. Quanto maior a velocidade, maior a inclinação necessária. Como
referência, utiliza-se 15% da velocidade aerodinâmica para se obter o valor
correspondente de inclinação lateral para se realizar uma curva padrão. Se a nossa
VA for de 100 KT, a inclinação para uma curva padrão será de 15°. Para 120KT,
18° de inclinação.
• Obter os dois primeiros dígitos da velocidade. Ex: para 120KT, será 12;
• Dividir pela metade o número obtido (agora temos 6);
• Somar o primeiro número com a sua metade (12 + 6 = 18), a inclinação
será de 18°;
129
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4 25/11/2023
Em algumas aeronaves, é apresentada uma escala na qual pode ser lida a VA com
base no ajuste da temperatura do ar externo (obtida por meio do termômetro
instalado na aeronave) em uma escala variável.
Caso a aeronave não possua esse recurso, a VA pode ser obtida de forma prática
aumentando 2% do valor de velocidade indicada para cada 1000 ft de altitude
acima do nível do mar.
Exemplo:
VI = 100 KT
Altitude = 3000 ft
1000
VA = 100 KT + 6 KT = 106 KT
130
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4 25/11/2023
Obedecendo esta regra de utilizar 15% da VA, teremos sempre uma curva com
razão de giro de 3°/seg. Entretanto, a medida que aumentamos a velocidade, a
inclinação deve ser aumentada. Mas podemos aumentar a velocidade até um
determinado limite, que é de 30°. A partir de 30°, as curvas começam a apresentar
um fator de carga maior, tomando o voo desconfortável para os passageiros,
porém, o principal motivo do estabelecimento desta limitação é o fato de que
curvas de grande inclinação em voo IFR são mais propícias a causar desorientação
espacial. Outro motivo é o de não se realizar curvas de grande inclinação a
velocidades baixas, em decolagens e pousos, onde a velocidade empregada é mais
próxima da velocidade de estol.
Antes de iniciar a decolagem, o HDG Bug deve ser ajustado na proa da pista e o
“Course Indicator (OBS)” no primeiro rumo a ser mantido após a decolagem,
independente se for um QDM/QDR, radial ou apenas uma proa.
Durante o voo, o HDG Bug será ajustado sempre na direção em que a curva deverá
ser feita e no momento de iniciá-la. Se esta curva significar uma mudança de proa
maior do que 180º, mover o HDG Bug, inicialmente para 180º da proa presente e,
depois, durante o giro da curva, mover o HDG Bug aos poucos, deixando sempre
uma antecipação maior do que 30º ou 40º, até que a proa final seja atingida. A
antecipação do HDG Bug em relação à proa não dever ser muito pequena, pois,
provavelmente o piloto acabará esquecendo de ajustá-lo.
131
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Para uma correta execução da manobra, alguns cuidados devem ser seguidos:
132
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Proficiência Aceitável:
• ± 100 ft;
• proa: ± 10°;
• ± 10 kt;
133
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• tempo: ± 5 s; e
• adequado e correto ajuste do course indicator e heading bug (quando
aplicável).
ERROS COMUNS:
O exercício de subidas consiste em subir 1000 ft e logo que atingir a nova altitude,
retornar para a altitude inicial do exercício. A velocidade a ser mantida na subida
irá depender da padronização de operação da aeronave. A razão de subida será
134
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
ERROS COMUNS:
135
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
O HDG Bug deve sempre ser levado para a nova proa antes de iniciarmos a curva.
O cheque de proa, altitude passada e tempo decorrido devem ser constantemente
realizados.
O piloto não deve se deter entre uma curva e outra. A transição entre as curvas
deve ser realizada de forma rápida, para que não atrase o exercício.
Proficiência Aceitável:
• ± 100 ft;
• proa: ± 10°;
136
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• ± 10 kt;
• tempo: ± 5 s; e
• adequado e correto ajuste do course indicator e heading bug (quando
aplicável).
ERROS COMUNS:
137
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
138
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Proficiência Aceitável:
• ± 100 ft;
• proa: ± 10°; e
• ± 10 kt.
• tempo: ± 5s
• adequado e correto ajuste do course indicator e heading bug (quando
aplicável)
ERROS COMUNS:
A reversão é a manobra que tem por objetivo inverter a direção do voo sem
deslocamentos laterais, ou seja, ao longo da mesma marcação. As reversões são
utilizadas por alguns procedimentos de aproximação e pouso (IAL), bem como
para fins de tráfego aéreo ou buscando evitar formações meteorológicas pesadas.
139
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
A partir da proa atual, abrir 80° para a direita ou esquerda (ao atingir 80°, gire ao
contrário para a proa recíproca da inicial), ou seja, curva ao contrário para 260°.
Na Figura acima inicialmente o piloto mantinha QDR 090°, foi instruído para
realizar uma reversão rápida para a proa recíproca no QDM 270°.
140
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
141
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
142
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
143
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Proficiência Aceitável:
• ± 100 ft;
• ± 10 kt;
• adequado e correto ajuste do course indicator e heading bug (quando
aplicável); e
• rumo: ± 5°.
47.10 ADF
144
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
145
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
O ADF possui uma agulha que aponta sempre para a estação. Se curvarmos para o
lado esquerdo da estação, a agulha do ADF deslocará para a direita. A ponta da
agulha é sempre “mais pesada”, ou seja, se ela ficar inclinada para a direita, ela
continuará a “cair” para a direita.
Por outro lado, se a curva for para o lado direito da estação, a agulha do ADF
“cairá” para a esquerda e continuará a “cair”.
146
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
As siglas (PM) para Proa Magnética e (MR) para Marcação Relativa serão
utilizadas.
Observe a figura acima com exemplo de duas MR. A primeira marcação relativa é
de 45°, referente a proa da aeronave até a estação, observe o apontamento da
agulha do ADF, sempre para a estação. A segunda marcação relativa é de 132° em
relação a proa da aeronave.
147
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Exemplo:
QDR é definido quando estamos se afastando da estação. Para calcular, deve ser
usada a fórmula:
QDR= 330°
QDR= 090°
148
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
O próximo passo é transferir a agulha do ADF para o giro direcional, mas antes de
transferir a agulha, sempre fazer um cheque cruzado, para verificar se o giro
direcional está ajustado com a Bússola. Se não estiver, ajuste o giro, lembrando
que o giro só pode ser ajustado com as asas niveladas. Após ajustar, transfira
mentalmente a agulha do ADF para o giro direcional.
149
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Transfira novamente a agulha do ADF para o giro direcional, verifique que agora a
indicação da agulha no giro é de 192°, ou seja, a aeronave está cruzando a QDM
192° ou QDR 012°.
150
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
151
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
152
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
153
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
No ponto 4, o piloto executou a curva para a direita aproando a estação pelo QDM
desejado de 045° com PM de 045° e MR 0°.
Quanto mais perto da estação a aeronave estiver, mais rápido se deslocará a agulha
do ADF.
154
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
155
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
A mudança maior que 90° (dupla mudança) é raríssima na prática, porém será
descrita a seguir.
Voe na proa recíproca ao do QDM desejado (imagine uma linha no giro direcional
para determinar a proa recíproca).
Após 2 minutos, fazer uma curva de 90° para o lado da estação, aguardando a
agulha do ADF chegar quase no QDM desejado.
156
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Se calcular a diferença entre o QDM atual pelo desejado, teremos 010°- 135°= -
125° de diferença, o que corresponde a uma mudança maior que 90°.
O piloto observou no giro direcional qual seria a proa recíproca do QDM desejável,
indicando curva a esquerda para a proa 315°.
Em seguida curvou para a proa 315°, aguardando o través da estação para iniciar a
contagem de 2 minutos no cronômetro.
No ponto 4, chegando próximo ao QDM desejado, o piloto fez mais uma curva a
direita e chegou no QDM desejado de 135°.
157
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
158
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
159
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Voe na proa do QDR desejado, aguarde o través da estação, voe por 1 minuto, faça
curva de 30° para o lado da estação e aguarde a marcação relativa de 150° ou 210°
e intercepte o QDR desejado.
160
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Exemplificando pela figura abaixo, a aeronave estava mantendo QDR 315° e foi
instruída para se afastar pelo QDR 090°.
No ponto 2, após fazer a curva a direita, passou a voar com a proa do QDR
desejado. Chegando no través da estação, iniciou a contagem no cronômetro de 1
minuto de voo.
No ponto 3, após 1 minuto, realizou uma curva para a direita com mais 030° do
QDR desejável, e ficou aguardando a cauda do ponteiro do ADF chegar a 5° do
QDR desejado.
161
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Seguir uma trajetória na direção do NDB com marcação relativa ZERO não
significa que a aeronave esteja voando em uma trajetória retilínea para a estação. É
preciso compensar a componente de vento de través, se existir.
162
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
163
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
164
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Para cálculo de tempo com MR menor que 90º (MR em torno de 360) da estação
usar a seguinte fórmula:
165
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Para cálculo de tempo com MR maior que 90º (MR igual ou menor que 270 e igual
ou maior que 90) da estação usar a seguinte fórmula:
166
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
167
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Figura 48: Procedimentos de espera não padrão (esquerda) e padrão (direita) NDB.
168
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
169
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
170
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
171
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Bloquear, curvar a direita (no caso de espera padrão) para colocar o avião no rumo
da perna de afastamento. Voar 1 minuto a partir do través do auxílio, curvar 180
graus também para a direita afim de interceptar a perna de aproximação. Voar até o
bloqueio e realizar nova curva a direita.
172
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
47.18 VOR
173
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
A estação em solo do VOR emite linhas de posição, chamadas radiais, que são
recebidas pelo receptor VOR da aeronave, como observado na figura abaixo.
174
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
175
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Quando o CDI estiver centrado com indicação TO e a proa magnética for a mesma
do curso, significa que estamos voando em direção ao auxílio. Sempre que o
triângulo da função TO estiver apontando para cima, o curso é lido no topo do
VOR e a radial na base. Quando o triângulo estiver apontando para baixo, o curso
está na base do VOR e a radial vai estar no topo, conforme observado na figura
abaixo.
176
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
177
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Proficiência Aceitável:
• ± 100 ft;
• proa: ± 10°;
• ± 10kt; e
• adequado e correto ajuste do course indicator e heading bug (quando
aplicável).
178
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
No ponto 1, a aeronave está voando na radial 180°, na função TO, no curso 360°.
Observe no VOR que a barra do CDI está centrada com indicação no topo de 360°,
correspondente ao curso, na base 180°, correspondente a radial e na função TO,
indica que estamos voando em direção a estação.
179
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
No ponto 2, mantendo a PM 360°, o piloto ajustou o OBS para obter na base 225°
a radial desejada. A barra do CDI se deslocou para a esquerda, indicando para onde
se encontra a radial desejada e o lado da curva para buscá-la. O ângulo de abertura
para buscar a radial fica a critério do piloto entre 030° e 090°. Lembre-se que
quanto mais próximo da estação menor serão os ajustes porque o deslocamento do
CDI será mais rápido e quanto mais distante da estação, maior será o ajuste. Neste
exemplo decidimos abrir 090° para a esquerda para buscar a radial desejada. Não é
preciso fazer cálculos, basta observar no lado esquerdo VOR a marcação de 315°,
indicando a proa de interceptação.
No ponto 4, quando a barra do CDI chegar próximo do centro, inicie uma curva
para o curso 045° conforme marcado no topo do VOR.
180
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
181
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Na figura abaixo, no ponto 1, a aeronave esta voando na radial 180° com curso
360°. O CDI esta centrado, a Proa Magnética é a mesma do curso, portanto a
aeronave está se aproximando da estação.
No ponto 4, após os 2 minutos, o piloto faz uma curva para o lado contrário ao
inicial de 90°, PM 045°, em seguida aguarda na proa até o CDI chegar próximo ao
centro (observe o deslocamento do CDI na figura).
No ponto 5, ao chegar próximo do centro o CDI, o piloto realizou mais uma curva
de 90° para o mesmo lado, aproando a estação na radial desejada.
182
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
183
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Na figura abaixo, no ponto 1, a aeronave está voando na radial 180° com PM 180°,
mantendo o CDI centrado. Neste momento, foi instruída a se afastar pela radial
225°.
No ponto 2, o piloto ajustou o OBS, com a radial desejada 225° no topo do VOR,
em seguida verificou que não ocorreu mudança de TO e FROM, percebendo que
seria uma mudança menor que 90°. Observou que a barra do CDI se deslocou para
a direita, indicando o lado da curva para buscar a radial desejada.
No ponto 4, quando o CDI chegou próximo do centro, foi realizada uma curva para
a radial desejada 225°.
184
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
185
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Na figura abaixo, no ponto 1, a aeronave está voando na radial e Proa 225°. Foi
instruída então para se afastar pela radial 360°.
No ponto 3, após realizar curva à direita para a mesma proa da radial desejada
360°, aguardou a mudança de TO para FROM, indicando o través da estação. Após
o través, disparou o cronômetro para marcar 1 minuto. Ao passar esse tempo,
186
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
No ponto 5, faltando bem pouco para o centro do CDI, realizou uma curva para a
proa da radial desejada de 360°.
187
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
188
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
É mais simples do que no caso do NDB. O CDI indicará o vento pela sua variação.
Note que o giro direcional estará diferente da radial, indicando o ângulo de deriva.
Na figura abaixo, o piloto não mexeu no OBS do VOR mantendo no curso 360°
com a janela em TO. No ponto 1, a aeronave não estava com vento atuante,
mantendo PM 360° e Curso 360°.
189
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
190
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
191
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
192
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Ajuste o OBS para manter a barra do CDI centrada e com indicação TO. Leia a
radial na base do VOR para descobrir o setor da espera que estamos entrando.
Quando passar pelo bloqueio, faça uma curva para voar na proa recíproca da perna
de aproximação, dispare o cronômetro para voar por 1 minuto, também ajuste no
OBS a proa da perna de aproximação colocando no topo do VOR. Após 1 minuto,
execute uma curva para dentro da espera para reinterceptar a perna de
aproximação, buscando a barra do CDI próximo do centro. Após bloquear a
estação, execute espera conforme procedimento.
193
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Após o bloqueio, abrir 30° para dentro da espera e voar por 1 minuto. Ajuste to
topo do VOR a proa da perna de aproximação. Ao término do tempo, execute uma
curva a direita (curva de aproximação) para a perna de aproximação, buscando
centrar a barra do CDI. Após o rebloqueio, execute espera conforme procedimento.
194
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Após o bloqueio, fazer uma curva padrão a direita até a perna de afastamento.
Ajuste no topo do VOR a proa da perna de aproximação. Ao terminar a curva até o
inicio da perna de afastamento, aguarde a mudança de FROM para TO e inicie a
contagem de 1 minuto. Ao término do tempo, execute curva a direita para a perna
de aproximação. Ao terminar a curva, mantenha a barra do CDI centrada até o
bloqueio.
195
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Deve ser feito cheque cruzado nas informações de DME, para averiguar se a
distância está sendo mantida. As variações de radial no OBS devem ser sempre de
10° em 10°. Quando o CDI centrar, efetue mais uma curva variando 10° de proa e
selecionando a radial seguinte até interceptar a radial que baliza a curva para o
rumo da aproximação final. Se a distância DME diminuir, a aeronave está se
196
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Proficiência Aceitável:
198
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
No ponto 2, a barra do CDI foi para o centro, indicando que está passando pela
radial 210° e agora iniciou a descida para 5000 ft, ajustando de 10° em 10° para
buscar as radias da sequência decrescente.
No ponto 3, mantendo 5000 ft, ao passar pela radial 180°, a barra do CDI foi para o
centro, iniciou nova descida até 3000 ft e continuou a buscar de 10° em 10° as
radiais da sequência. Sempre que o piloto foi ajustando a radial na base do VOR,
foi pegando as proas do lado direito do VOR e executando pequenas curvas para a
esquerda.
199
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
No ponto 4, mantendo 3000 ft, passando pela radial 170°, ajustou o curso 340° da
final no topo do VOR e iniciou uma curva para a esquerda para a proa 340°.
200
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
47.26 ILS
201
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
202
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Se a barra estiver abaixo do centro, indicando que estamos alto, uma maior razão
de descida deverá ser empregada para buscar a barra.
203
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Para se manter em uma aproximação segura, o ideal é não voar abaixo do Glide
Slope, a fim de evitar obstáculos. Na carta de aproximação, é apresentada a razão
de descida ideal para cada categoria de aeronave.
204
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
CAT I: o mais comum e utilizado pela aviação geral. Permite pouso com até 200 ft
de teto.
CAT II e III: são feitos com mínimos inferiores ao CAT I. Para estes
procedimentos, a tripulação deverá ser habilitada através de treinamento específico
e a aeronave certificada para isso.
Iremos apenas nos ater ao ILS CAT I. Em alguns casos, é possível realizar o
procedimento somente com o LOC operando. Neste caso, o Glide Slope não é
obrigatório, porém os mínimos serão superiores e constarão nas cartas, definidos
agora como MDA.
A fase inicial do procedimento ILS será feita normalmente com o auxilio de outro
instrumento de não precisão (NDB, VOR, DME) ou mesmo por uma vetoração
radar até estipular uma proa de interceptação adequada para o LOC. O ideal é que
esta proa não seja superior a 45° em relação ao eixo do LOC, para não ocorrer
overshooting. Após o Marcador Externo (OM), as correções são mais suaves e
necessárias em função da proximidade da antena do LOC e GS.
205
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
47.27 HSI
206
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Outra vantagem do HSI é que ele evita confusões causadas por estarmos voando
em um rumo oposto ao do curso selecionado. Com ele, para interceptar uma radial
ou curso, basta voarmos na direção da agulha do CDI, mas devemos prestar
atenção na posição do indicador TO/FROM para ver se estamos nos afastando ou
nos aproximando do VOR.
207
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
A navegação aérea ao longo dos tempos foi sempre aplicada de acordo com os
recursos disponíveis para que fosse realizada. Durante muito tempo, apenas a
aplicação de navegação apoiada nos auxílios de rádio espalhados ao longo de rotas
era possível, porém, com o aprimoramento da tecnologia e o aumento da
informatização a bordo das aeronaves, outras formas de aplicação de navegação
tornaram-se possíveis, dentre elas a Navegação de Área ou Navegação RNAV.
208
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
A Navegação de Área (RNAV) é o método que permite que uma aeronave navegue
ao longo de qualquer rota, de um ponto a outro, utilizando para isso a cobertura de
auxílios rádio à navegação, cobertura de satélites, métodos autônomos de
navegação ou uma combinação de todos eles.
209
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
210
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Uma aeronave que seja certificada com a capacidade RNAV 5 ou RNP 5 por
exemplo, é capaz de manter-se 95% do tempo na rota, afastando-se no máximo 5
NM para cada lado do eixo da rota pretendida. No caso do RNP 5, existe a
apresentação dos alertas à tripulação, caso o desvio ocorra.
211
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Os waypoints são classificados como fly-by ou fly-over. Fly-by são usados apenas
como referência de direção para a aeronave, não sendo necessário o seu bloqueio,
podendo assim iniciar uma possível curva antes de interceptá-lo. Já os fly-over
devem ser bloqueados.
212
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
213
Nº da
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O exemplo acima representa uma aproximação RNP APCH com dois mínimos.
Para uma aproximação LNAV, ou seja, uma aeronave autorizada para aproximação
LNAV sem BARO VNAV, é definida uma MDA (Altitude Mínima de Descida).
Para uma aproximação LNAV/VNAV, ou seja, aquela que pode ser realizada por
uma aeronave certificada para aproximação RNP APCH com BARO VNAV, é
definida uma DA (Altitude de Decisão). Para conhecer as capacidades de
aproximação PBN de uma determinada aeronave, devem ser consultados seus
manuais e documentos aplicáveis.
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No Item 18 designado “Outros Dados”, deve-se inserir “PBN/” seguido das letras
designadoras das Especificações RNAV.
B2 - RNAV 5 GNSS
B3 - RNAV 5 DME/DME
B4 - RNAV 5 VOR/DME
B6 - RNAV 5 LORAN C
C2 - RNAV 2 GNSS
C3 - RNAV 2 DME/DME
C4 - RNAV 2 DME/DME/IRU
D2 - RNAV 1 GNSS
D3 - RNAV 1 DME/DME
D4 - RNAV 1 DME/DME/IRU
L1 - RNP 4
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S1 - RNP APCH
Para ilustrar uma aeronave completamente equipada PBN, esta teria no item 18 do
plano de voo as seguintes inscrições: “PBN/ A1 B2 B3 O2 O3 S2 T1” ou “PBN/
L1 C2 C3 D2 D3 S1 T2”.
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Informações adicionais:
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Durante o briefing de chegada, o piloto deve realizar em voz alta uma revisão das
condições meteorológicas do aeródromo de destino, fazer uma releitura dos itens
de NOTAM aplicáveis e dos procedimentos de aproximação, pouso e taxi. Ao
final, poderá fazer qualquer comentário que julgar necessário. A seleção das
frequências dos auxílios a navegação, bem como demais ajustes necessários, de
acordo com as cartas de aproximação e instruções do órgão ATC, devem ser feitos
antes de iniciar o briefing de chegada. A seguir, é apresentada uma sequência de
briefing de chegada:
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228
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“(1) Vamos realizar o procedimento ILS Z para pista 11 em Porto Alegre -Salgado
Filho. (2) A perna de aproximação da órbita é 105. Estamos vindo do setor Sul de
Porto Alegre, logo vamos fazer uma entrada paralela. Após o bloqueio, curva à
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4 25/11/2023
esquerda proa 285. (3) Frequência do ATIS 127.85, APP 119.00, TWR 118.10 e
GND 121.90. (4) Localizador frequência 110.30, curso da aproximação final 105,
passar o externo a 1700 ft, DA 211 pés, elevação da pista e do aeródromo 11 pés e
nossa MSA é 3000 pés em torno do IP. (5) Em caso de aproximação perdida subir
para 3000 pés no QDR 105 do IP. (6) A maior elevação da carta é no setor Sul
com 1183 pés. (7) É um procedimento do tipo hipódromo. Após o bloqueio do IP
frequência 345, já sintonizado e identificado, vamos afastar com altitude de 2000
pés. Na perna de aproximação do procedimento, vamos descer pelo Glide Slope,
passando o externo a 1700 pés. O nosso marcador médio é o Pestana, frequência
395, sintonizado e identificado. (8) A nossa razão de descida será de 478 pés/min
com a velocidade de 90 KT e o tempo do externo até o MAPT em caso de perda de
Glide Slope inoperante é de 3 minutos. A pista possui PAPI na esquerda da pista e
luzes de aproximação. A arremetida é com subida em frente para 3000 pés no
QDR 105 do IP. (9) A nossa DA é de 211 pés, e os mínimos com todos os
instrumentos funcionando é RVR de 550 metros ou visibilidade de 800 metros.”
230
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48 Instrução em Multimotor
231
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4 25/11/2023
Há uma idéia errônea que pelo fato de ser classe MLTE a aeronave deve possuir
capacidade de subir após perda de um motor na decolagem. Os requisitos previstos
no RBAC 23 não exigem capacidade de subida em caso de falha de motor. As
exigências de gradiente de subida após falha de motor na decolagem são aplicáveis
a aeronaves certificadas segundo o RBAC 25, ou seja, aeronaves de maior porte.
233
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4 25/11/2023
Velocidade KIAS
VR 79
VX 78
VXSE 80
VY 92
VYSE 92
VSSE 85
VMCA 70
VREF 80
234
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4 25/11/2023
Embandeirar uma hélice é fazer com que as suas pás estejam alinhadas com o
vento relativo, com consequente diminuição da resistência do ar. No conceito de
hélice embandeirável, uma maior pressão de óleo do governador da hélice
direciona o ângulo das pás para uma posição de baixo passo (alta RPM), contrária
ao passo bandeira. A única coisa que mantêm as pás fora da posição embandeirada
235
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4 25/11/2023
236
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4 25/11/2023
Uma definição simples de motor crítico é aquele cuja falha acarretará em maior
efeito negativo para a manutenção do voo com o motor remanescente. Em termos
de forças, o motor crítico é aquele que traz melhor efeito sobre as superfícies
aerodinâmicas, sobretudo para o leme. Ao falhar o motor, ficamos com um motor
que tende a soprar ‘’para fora’’ do centro da fuselagem. Com menos fluxo de ar no
leme, teremos menos resposta de comando direcional, conforme visualizado na
figura abaixo.
237
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4 25/11/2023
No caso de uma falha de motor, a velocidade a ser mantida é a VYSE (blue line)
com o máximo de potência possível e o mínimo de arrasto. Após o recolhimento
do trem de pouso e flaps e o embandeiramento da hélice, um elemento chave no
voo monomotor deve ser minimizar a derrapagem.
Existem duas formas de aplicação de comandos que podem ser usadas para
contrabalancear a tração assimétrica ocasionada pela falha de um dos motores: uso
do pedal ou arrasto diferenciado nas asas com o uso do aileron. O uso individual
dessas técnicas não é adequado. Já o uso combinado de forma apropriada, permite
obter a condição de derrapagem nula e melhor desempenho.
238
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4 25/11/2023
239
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4 25/11/2023
240
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4 25/11/2023
241
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242
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4 25/11/2023
243
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4 25/11/2023
A inclinação lateral e o desvio da bola para manter o voo sem derrapagem variam
de acordo com o modelo de aeronave. O respectivo manual de voo deve ser
consultado para obter as informações aplicáveis ao voo assimétrico.
48.2 Estol
Para iniciar um estol, a área em torno da aeronave deve ser sempre clareada para
observar tráfegos essenciais e não realizar esta manobra sobre áreas habitadas.
244
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4 25/11/2023
245
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4 25/11/2023
PA-23-160 PA-34-200
• Altura mínima de 3.000 ft AGL; • Altura mínima de 3.000 ft AGL;
• Mistura rica; • Mistura rica;
• Trem de pouso recolhido; • Trem de pouso recolhido;
• Flaps recolhidos; • Flaps recolhidos;
• Reduza a potência para 12”/2300 RPM; • Ajuste potência a 12”/2400 RPM;
• Reduza a velocidade para a VYSE (95 • Reduza a velocidade para a VYSE (105
mph); mph);
• Aumente a potência para 20”/2300 • Aumente a potência para 21”/2400
RPM e aplique simultaneamente o comando RPM e aplique simultaneamente o comando
no profundor para aproximadamente +15°de no profundor para aproximadamente +15°de
atitude; atitude;
• Recupere na primeira indicação de • Recupere na primeira indicação de
estol com comando suave de profundor a estol com comando suave de profundor a
picar e acelerando para a VY (100 Mph); picar e acelerando para a VY (110 Mph);
• Após recuperação, ajuste a potência de • Após recuperação, ajuste a potência de
cruzeiro (20”/2300 RPM). cruzeiro (20”/2400 RPM, mistura 10
USGal/h).
246
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4 25/11/2023
48.3 VMCA
Um conhecimento dos fatores que afetam a VMCA, bem como sua definição, é
essencial para pilotos de aeronaves multimotor. A VMCA é uma velocidade
estabelecida pelo fabricante e marcada no velocímetro com uma linha vermelha
(Red Line).
O piloto de um multimotor deve entender que a VMCA não é uma velocidade fixa
para todas as condições. Ela é uma velocidade fixa apenas para um conjunto bem
específico de condições na qual ela é determinada durante a certificação da
aeronave. Com isso, a VMCA observada na prática pode ser menor ou até mesmo
maior do que o valor publicado.
247
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4 25/11/2023
PA-23-160 PA-34-200
• Altura mínima de 3.000 ft AGL; • Altura mínima de 3.000 ft AGL;
• Clarear a área. • Clarear a área.
• Mistura rica; • Mistura rica;
• RPM máxima; • RPM máxima;
• Trem de pouso recolhido; • Trem de pouso recolhido;
• Flaps recolhidos; • Flaps recolhidos;
• Reduza a potência do motor esquerdo • Reduza a potência de um dos motores
para 12” (zero tração); para mínimo;
• Aplicar potência máxima no motor • Aplicar potência máxima no motor
direito; remanescente;
• Cabrar a aeronave, reduzindo a • Cabrar a aeronave, reduzindo a
velocidade para a VYSE (95 mph); velocidade para a VYSE (105 mph);
• Manter a proa com o uso do pedal, • Manter a proa com o uso do pedal,
mantendo a VYSE e com asas niveladas; mantendo a VYSE e com asas niveladas;
• Cabrar a aeronave gradativamente (1 • Cabrar a aeronave gradativamente (1
mph/s) até a perda de controle direcional mph/s) até a perda de controle direcional
com o batente de leme ou até sinais de com o batente de leme ou até sinais de
estol iminente ou até atingir a Red Line; estol iminente ou até atingir a Red Line;
• Recuperar com redução da potência • Recuperar com redução da potência
do motor operante, simultaneamente com do motor operante, simultaneamente com
comando a picar, acelerando para a VYSE comando a picar, acelerando para a VYSE
e ao se aproximar dessa velocidade aplicar e ao se aproximar dessa velocidade aplicar
potência de subida em ambos os motores potência de subida em ambos os motores
para retomar o voo ascendente bimotor na para retomar o voo ascendente bimotor na
VY (100 mph); VY (110 mph);
• Após a recuperação, ajuste a potência • Após recuperação, ajuste a potência
de cruzeiro (20”/2300 RPM). de cruzeiro (20”/2400 RPM, mistura 10
USGal/h).
248
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
Normalmente, ao nível do mar, existe uma boa margem entre a VMCA e a VS,
mas essa margem diminui com a altitude e em uma determinada altitude essas
velocidades se igualam. O estol em uma condição de grande assimetria de potência
pode causar uma entrada em parafuso. Com isso, neste exercício, quando houver
qualquer sinal de estol iminente, como trepidação da estrutura, redução excessiva
de controlabilidade da aeronave, aviso sonoro etc, uma imediata recuperação deve
ser iniciada.
Proficiência aceitável:
ERROS COMUNS:
249
Nº da
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4 25/11/2023
Uma falha de motor após a decolagem ou numa arremetida são as piores situações
possíveis. A aeronave estará lenta, próxima do chão e pode ainda estar com o trem
de pouso e flaps baixados. A altitude e tempo serão mínimos. Até embandeirar a
hélice, o arrasto e a guinada gerada por ela serão grandes. Adicione isso o efeito
surpresa e a falta de desempenho de subida da aeronave. Com a perda do motor,
temos três cenários possíveis.
Se a falha ocorrer antes de ter levantado o trem de pouso, reduza ambas as manetes
e pouse em frente. Além do baixo desempenho, o fato de se ter que recolher o trem
de pouso pode acarretar em reduzir a velocidade abaixo da VMCA, algo nâo
aceitável.
250
Nº da
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4 25/11/2023
251
Nº da
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4 25/11/2023
Proficiência aceitável:
ERROS COMUNS:
252
Nº da
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4 25/11/2023
Falhas de motor que ocorrem longe do solo são tratadas de forma diferente, devido
a velocidade e altitude, que permitem ao piloto a pesquisa da pane. Mas manter a
aeronave controlada é crucial, sendo que a prioridade sempre é voar o avião,
depois lidar com a pane.
Proficiência aceitável:
• ± 5° de proa;
• -5/+10 kt;
• não voar abaixo da Vyse; e
• seguir os previstos para a aeronave.
ERROS COMUNS:
253
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
No pouso, o piloto deve ficar atento para a guinada que ocorrerá quando a manete
de potência do motor bom for reduzida. Caso o compensador de leme tenha sido
usado para manter o voo em condição monomotor, é recomendado que durante a
aproximação o piloto venha lentamente neutralizando o compensador, para que não
seja pego de surpresa na hora do arredondamento.
49 Navegação
254
Nº da
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4 25/11/2023
TOD (ponto ideal de descida) a partir do nível ate a altitude do circuito de tráfego,
conforme velocidades e razões de subida e descida de cada aeronave. Escolher,
sempre que possível, referências de fácil localização, desde que o tempo entre elas
não seja superior a 20 minutos ou distância superior a 30 NM. As referências
laterais não devem estar afastadas em mais de 10 NM do eixo da rota.
Deve ser estabelecida a proa necessária para manter o rumo, fazendo as devidas
correções de vento. O limite aceitável para variação da altitude em rota é de ± 100
ft.
255
Nº da
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4 25/11/2023
256
Nº da
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4 25/11/2023
257
Nº da
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4 25/11/2023
m) Portar:
• Régua;
• Transferidor;
• Caneta;
• Lápis;
• Borracha;
• Computador de voo ou calculadora;
• Lanterna com pilhas carregadas;
• Padrão de planejamento de navegação (Anexo 1); e
• Bloco de anotações.
258
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
Durante uma parte do voo em rota, deve-se buscar simular situações, como
superaquecimento do motor, falha parcial ou total do motor, desorientação, mau
tempo e perda de referência visual, para que seja exercitada a tomada de ação
diante dessas situações, para que numa situação real o nível de preparação esteja
adequado.
259
Nº da
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4 25/11/2023
a) Rotas que permitam pouso forçado em área suficientemente plana (ex.: próximo
a rodovias contendo áreas planas e retas; próximo a áreas de vegetação rasteira;
ausência de sobrevoo de áreas montanhosas extensas que não permitam pouso
forçado em área plana);
c) Proibidas rotas que envolvam grande variação de umidade (ex.: navegações para
o litoral ou regiões de elevada umidade); e
260
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
50 Retorno do Voo
Verificar:
a) Equipamentos desligados;
b) Cintos afivelados e comandos de voo travados com o uso dos cintos de
segurança ou, se for o caso, com a própria trava de comando da aeronave;
c) Retirar pasta de documentação da aeronave, preencher o relatório de voo e
diário de bordo e entregá-los na secretaria ou sala de briefing;
d) Retirar papéis ou outros itens que não fazem parte da aeronave, ou seja,
deixar o avião limpo para o próximo voo;
261
Nº da
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4 25/11/2023
Se a pane relatada no voo anterior for impeditiva para a realização de outro voo,
após a solução do problema e antes de prosseguir para o próximo voo, o mecânico
responsável deve registrar no diário de bordo a correção da deficiência relatada.
262
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
263
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
264
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
265
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
266
Nº da
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4 25/11/2023
267
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
• Briefing de Decolagem;
• Cheque pré-decolagem;
• Cheque pós-decolagem;
• Cheque pré-pouso;
• Cheque pós-pouso; e
• Falha de Motor em Voo.
268
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
BRIEFING DE DECOLAGEM:
CHEQUE PRÉ-DECOLAGEM
269
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
CHEQUE PRÉ-POUSO:
CHEQUE PÓS-POUSO:
• Flap recolhido.
• Farol desligado.
• Transponder em “STBY”.
• Ar quente carburador fechado.
270
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
271
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
ATENÇÃO
* A redução de potência a 500 ft AGL visa ao aumento da vida útil dos motores.
272
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
BRIEFING DE DECOLAGEM:
CHEQUE PRÉ-DECOLAGEM
273
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
CHEQUE PRÉ-POUSO:
CHEQUE PÓS-POUSO:
• Flap recolhido.
• Farol desligado.
• Transponder em “STBY”.
• Ar quente carburador fechado.
274
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
275
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
ATENÇÃO
* A redução de potência a 500 ft AGL visa ao aumento da vida útil dos motores.
276
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
BRIEFING DE DECOLAGEM:
CHEQUE PRÉ-DECOLAGEM
277
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
CHEQUE PRÉ-POUSO:
CHEQUE PÓS-POUSO:
• Flap recolhido.
• Farol desligado.
• Transponder em “STBY”.
• Ar quente carburador fechado.
278
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
279
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
ATENÇÃO
* A redução de potência a 500 ft. AGL visa ao aumento da vida útil dos motores.
Fica a critério do Piloto em Comando deixar o regime do motor em potência
máxima, dependendo das condições atmosféricas ou qualquer situação que não seja
seguro efetuar a redução de potência.
280
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• Potência de cruzeiro (2300 RPM)
• Flaps up
• 80 KIAS
• Cheque pré-pouso
MDA (pouso):
MAP (Arremetida):
281
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• Potência de cruzeiro (2300 RPM)
• Flaps up
• 80 KIAS
• Cheque pré-pouso
DA (pouso):
MAP (Arremetida):
282
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
CALLOUTS C152
DECOLAGEM
CONDIÇÃO OBSERVADA CALLOUT
Passando Altitude de Transição Transition
DESCIDA/APROXIMAÇÃO
Passando FL de transição Transition
PROCEDIMENTO DE NÃO PRECISÃO
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
MDA Minimuns, set go around heading
Pista Avistada Visual, Landing
Cruzando o MAP (Arremetida) MAP, Go around
PROCEDIMENTO DE PRECISÃO
Primeiro movimento do localizador,
quando em curva de procedimento ou Localizer alive
proa de interceptação
Primeiro movimento do glide slope,
quando estabilizado no curso do Glide Slope Alive
localizador
Cruzando o FAF ou OM Outer Marker / FAF, ______ft
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
DA (Arremetida) Minimuns, Go around
DA (Pouso) Minimuns, Landing
283
Nº da
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4 25/11/2023
BRIEFING DE DECOLAGEM:
CHEQUE PRÉ-DECOLAGEM
284
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4 25/11/2023
CHEQUE PRÉ-POUSO:
285
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
CHEQUE PÓS-POUSO:
• Flap recolhido.
• Bomba de combustível e farol de pouso desligados.
• Transponder em “STBY”.
• Ar quente carburador fechado.
286
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
ATENÇÃO
* A redução de potência a 500 ft AGL visa ao aumento da vida útil dos motores.
287
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4 25/11/2023
BRIEFING DE DECOLAGEM:
CHEQUE PRÉ-DECOLAGEM
288
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4 25/11/2023
CHEQUE PRÉ-POUSO:
289
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
CHEQUE PÓS-POUSO:
• Flap recolhido.
• Bomba de combustível e farol de pouso desligados.
• Transponder em “STBY”.
• Ar quente carburador fechado.
290
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4 25/11/2023
ATENÇÃO
* A redução de potência a 500 ft AGL visa ao aumento da vida útil dos motores.
291
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MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• Potência de cruzeiro (2300 RPM)
• Flaps up
• 90 KIAS
• Cheque pré-pouso
MDA (pouso):
MAP (Arremetida):
292
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• Potência de cruzeiro (2300 RPM)
• Flaps up
• 90 KIAS
• Cheque pré-pouso
DA (pouso):
MAP (Arremetida):
293
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
CALLOUTS TUPI
DECOLAGEM
CONDIÇÃO OBSERVADA CALLOUT
Passando Altitude de Transição Transition
DESCIDA/APROXIMAÇÃO
Passando FL de transição Transition
PROCEDIMENTO DE NÃO PRECISÃO
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
MDA Minimuns, set go around heading
Pista Avistada Visual, Landing
Cruzando o MAP (Arremetida) MAP, Go around
PROCEDIMENTO DE PRECISÃO
Primeiro movimento do localizador,
quando em curva de procedimento ou Localizer alive
proa de interceptação
Primeiro movimento do glide slope,
quando estabilizado no curso do Glide Slope Alive
localizador
Cruzando o FAF ou OM Outer Marker / FAF, ______ft
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
DA (Arremetida) Minimuns, Go around
DA (Pouso) Minimuns, Landing
294
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
TAXI
BRIEFING DE DECOLAGEM
• Alinhar o avião com a pista, ligar bombas, ligar farol e desligar luz de taxi
(noturno), ligar transponder, conferir a bússola com o rumo da pista e ajustar o
giro direcional.
• Aplicar potência máxima, verificar parâmetros dos motores, pressão de
combustível e mínimo de 2500 RPM.
• Rodar com 80 mph.
• Subir com 100 mph.
• Sem pista disponível para pouso, frear e recolher o trem. Confirmar luz All up
acesa.
• Pane abaixo de 80 mph, abortar a decolagem.
• Pane após a VR, com pista em frente, pousar em frente, reduzindo toda a
potência e aplicando freio máximo.
• Sem pista em frente, que será balizado pelo trem em cima, controlar o avião,
limpar a aeronave recolhendo flaps se for o caso, mantendo a proa de
295
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
296
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Sem pista disponível, frear e recolher trem de pouso. Confirmar luz All up
acesa.
PROCEDIMENTO DE CRUZEIRO
PROCEDIMENTO DE DESCIDA
297
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
PROCEDIMENTO PRÉ-POUSO
PROCEDIMENTO PÓS-POUSO
• Flap recolhido.
• Bombas desligadas.
Ao livrar a pista:
298
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Reacionamento:
• Identificar o motor inoperante (pé bom, motor bom; pé ruim, motor ruim).
• Crossfeed aberta.
• Seletora de combustível do motor ruim fechada.
• Mistura rica.
• Manete de hélice toda a frente (MAX RPM).
• Manete de potência do motor inoperante na posição de acionamento
(ligeiramente à frente).
• Ligar bomba do motor inoperante por 3 segundos.
• Verificar magnetos ligados.
• Comandar Starter.
299
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Desligar magnetos.
• Desligar bomba elétrica.
• Manete de potência em mínimo.
• Manete de hélice em bandeira (MIN RPM).
• Mistura pobre.
• Seletora de combustível do motor ruim fechada.
• Crossfeed aberta (ON).
• Desligar o alternador.
• Pousar assim que possível. Na curta final, com pouso garantido, baixar trem e
aplicar flap como necessário.
• Identificar o motor.
300
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Desligar o alternador.
• Não tentar reacionamento.
Pousar assim que possível. Na curta final, com pouso garantido, baixar trem e
aplicar flap como necessário.
301
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• 120 mph
CDI Alive ou proa menor que 90° com a aproximação final (procedimento NDB):
MDA (pouso):
302
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
MAP (Arremetida):
303
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• 120 mph
DA (pouso):
304
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
MAP (Arremetida):
305
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
CALLOUTS APACHE
DECOLAGEM
CONDIÇÃO OBSERVADA CALLOUT
Instrumentos de motor no arco verde e
Mínimos Atingidos
mínimo de 2500 RPM em cada motor
Razão positiva, sem pista disponível a
Brakes, Gear Up
frente
Passando Altitude de Transição Transition
DESCIDA/APROXIMAÇÃO
Passando FL de transição Transition
PROCEDIMENTO DE NÃO PRECISÃO
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
MDA Minimuns, set go around heading
Pista Avistada Visual, Landing
Cruzando o MAP (Arremetida) Go around
PROCEDIMENTO DE PRECISÃO
Primeiro movimento do localizador, quando
em curva de procedimento ou proa de Localizer alive
interceptação
Primeiro movimento do glide slope, quando
Glide Slope Alive
estabilizado no curso do localizador
Cruzando o FAF ou OM Outer Marker / FAF, ______ft
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
DA (Arremetida) Minimuns, Go around
DA (Pouso) Minimuns, Landing
306
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
TAXI
BRIEFING DE DECOLAGEM
• Alinhar o avião com a pista, ligar bombas, ligar farol e desligar luz de taxi
(noturno), ligar transponder, conferir a bússola com o rumo da pista, ajustar o
giro direcional, abrir cowl flaps.
• Aplicar 25 pol ou potência máxima para pistas com comprimento menor que
1500 m, verificar parâmetros dos motores, pressão de combustível e mínimo de
2600 RPM.
• Rodar com 85 mph (Vmca = 80 mph).
• Subir com 110 mph.
• Sem pista disponível para pouso, frear, recolher o trem e confirmar luzes
apagadas.
• Pane abaixo de 85 mph abortar a decolagem.
• Pane após a VR, com pista em frente, pousar em frente, reduzindo toda a
potência e aplicando freio máximo.
307
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Sem pista em frente, que será balizado pelo trem em cima, controlar o avião,
limpar a aeronave recolhendo flaps se for o caso, mantendo a proa de
decolagem, subindo com 105 mph (Vyse) identificando o motor inoperante,
reduzindo, embandeirando e cortando-o. Coordenar o retorno assim que atingir
altitude segura para o retorno, preferencialmente com curva para o lado do
motor bom. Em caso de pane real, comandos estarão com o instrutor e os
checklists de emergência e a fonia estarão com o aluno. Em altitude de
segurança, tentar acionar o motor de acordo com os procedimentos previstos.
308
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Sem pista disponível, frear e recolher trem de pouso. Confirmar luzes apagadas.
PROCEDIMENTO DE CRUZEIRO
PROCEDIMENTO DE DESCIDA
309
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
PROCEDIMENTO PRÉ-POUSO
PROCEDIMENTO PÓS-POUSO
• Flap recolhido.
• Bombas desligadas.
Ao livrar a pista:
310
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Reacionamento:
• Identificar o motor inoperante (pé bom, motor bom; pé ruim, motor ruim).
• Verificar magnetos ligados.
• Ligar bomba do motor inoperante por 3 segundos.
• Manete de potência do motor inoperante na posição de acionamento
(ligeiramente a frente).
• Manete de hélice toda a frente.
• Mistura rica.
• Seletora de combustível do motor ruim em Crossfeed.
• Comandar Starter.
311
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Identificar o motor.
Pousar assim que possível. Na curta final, com pouso garantido, baixar trem e
aplicar flap como necessário.
312
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• 120 mph
CDI Alive ou proa menor que 90° com a aproximação final (procedimento NDB):
MDA (pouso):
• Reduzir para
313
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
MAP (Arremetida):
314
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• 120 mph
DA (pouso):
• Reduzir para
315
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
MAP (Arremetida):
316
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
CALLOUTS SENECA I
DECOLAGEM
CONDIÇÃO OBSERVADA CALLOUT
Instrumentos de motor no arco verde e
Mínimos Atingidos
mínimo de 2600 RPM em cada motor
Razão positiva, sem pista disponível a
Brakes, Gear Up
frente
Passando Altitude de Transição Transition
DESCIDA/APROXIMAÇÃO
Passando FL de transição Transition
PROCEDIMENTO DE NÃO PRECISÃO
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
MDA Minimuns, set go around heading
Pista Avistada Visual, Landing
Cruzando o MAP (Arremetida) Go around
PROCEDIMENTO DE PRECISÃO
Primeiro movimento do localizador, quando
em curva de procedimento ou proa de Localizer alive
interceptação
Primeiro movimento do glide slope, quando
Glide Slope Alive
estabilizado no curso do localizador
Cruzando o FAF ou OM Outer Marker / FAF, ______ft
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
DA (Arremetida) Minimuns, Go around
DA (Pouso) Minimuns, Landing
317
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
TAXI
BRIEFING DE DECOLAGEM
• Alinhar o avião com a pista, ligar bombas, ligar farol de pouso e desligar luz de
taxi (noturno), conferir a bússola com o rumo da pista.
• Aplicar potência máxima, verificar parâmetros dos motores na faixa verde.
• Rodar com 85 kt (Vmca = 81 kt).
• Subir com 104 kt.
• Sem pista disponível para pouso, frear, recolher o trem e confirmar luzes verdes
apagadas.
• Pane abaixo de 85 kt abortar a decolagem.
• Pane após a VR, com pista em frente, pousar em frente, reduzindo toda a
potência e aplicando freio máximo.
• Sem pista em frente, que será balizado pelo trem em cima, controlar o avião,
limpar a aeronave recolhendo flaps se for o caso, mantendo a proa de
decolagem, subindo com 100 kt (Vyse) identificando o motor inoperante,
318
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
319
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Sem pista disponível, frear e recolher trem de pouso. Confirmar luzes apagadas.
PROCEDIMENTO DE CRUZEIRO
PROCEDIMENTO DE DESCIDA
320
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
PROCEDIMENTO PRÉ-POUSO
PROCEDIMENTO PÓS-POUSO
• Flap recolhido.
• Bombas desligadas.
Ao livrar a pista:
321
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Reacionamento:
• Identificar o motor inoperante (pé bom, motor bom; pé ruim, motor ruim).
• Verificar magnetos ligados.
• Ligar bomba do motor inoperante.
• Manete de potência do motor inoperante na posição de acionamento
(ligeiramente a frente).
• Manete de hélice toda a frente.
• Mistura rica.
• Seletora de combustível do motor ruim em OFF, seletora do motor bom em
Crossfeed.
• Comandar Starter.
322
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Identificar o motor.
Pousar assim que possível. Na curta final, com pouso garantido, baixar trem e
aplicar flap como necessário.
323
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• 130 kt
CDI Alive ou proa menor que 90° com a aproximação final (procedimento NDB):
MDA (pouso):
• Reduzir para
MAP (Arremetida):
324
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
325
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• 130 kt
DA (pouso):
• Reduzir para
326
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
MAP (Arremetida):
327
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
CALLOUTS BARON
DECOLAGEM
CONDIÇÃO OBSERVADA CALLOUT
Instrumentos de motor no arco verde Mínimos Atingidos
Razão positiva, sem pista disponível a
Brakes, Gear Up
frente
Passando Altitude de Transição Transition
DESCIDA/APROXIMAÇÃO
Passando FL de transição Transition
PROCEDIMENTO DE NÃO PRECISÃO
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
MDA Minimuns, set go around heading
Pista Avistada Visual, Landing
Cruzando o MAP (Arremetida) Go around
PROCEDIMENTO DE PRECISÃO
Primeiro movimento do localizador, quando
em curva de procedimento ou proa de Localizer alive
interceptação
Primeiro movimento do glide slope, quando
Glide Slope Alive
estabilizado no curso do localizador
Cruzando o FAF ou OM Outer Marker / FAF, ______ft
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
DA (Arremetida) Minimuns, Go around
DA (Pouso) Minimuns, Landing
328
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
TAXI
BRIEFING DE DECOLAGEM
• Alinhar o avião com a pista, ligar bombas, ligar farol e desligar luz de taxi
(noturno), ligar transponder, conferir a bússola com o rumo da pista, conferir o
giro direcional, abrir cowl falps.
• Aplicar potência máxima, verificar parâmetros dos motores, pressão de
combustível e mínimo de 2600 RPM.
• Rodar com 80 kt (Vmca = 66 kt).
• Subir com 95 kt.
• Sem pista disponível para pouso, frear, recolher o trem e confirmar luzes
apagadas.
• Pane abaixo de 80 kt abortar a decolagem.
• Pane após a VR, com pista em frente, pousar em frente, reduzindo toda a
potência e aplicando freio máximo.
329
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Sem pista em frente, que será balizado pelo trem em cima, controlar o avião,
limpar a aeronave recolhendo flaps se for o caso, mantendo a proa de
decolagem, subindo com 92 kt (Vyse) identificando o motor inoperante,
reduzindo, embandeirando e cortando-o. Coordenar o retorno assim que atingir
altitude segura para o retorno, preferencialmente com curva para o lado do
motor bom. Em altitude de segurança, tentar acionar o motor de acordo com os
procedimentos previstos.
330
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Sem pista disponível, frear e recolher trem de pouso. Confirmar luzes apagadas.
PROCEDIMENTO DE CRUZEIRO
• 33 pol, 2500 RPM, mistura em 14,5 G.P.H. cada motor, ou conforme requerido.
• Cowl flaps: fechar.
• Checar parâmetros dos motores.
PROCEDIMENTO DE DESCIDA
331
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
PROCEDIMENTO PRÉ-POUSO
PROCEDIMENTO PÓS-POUSO
• Flap recolhido.
• Bombas desligadas.
Ao livrar a pista:
332
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
Reacionamento:
• Identificar o motor inoperante (pé bom, motor bom; pé ruim, motor ruim).
• Verificar magnetos ligados.
• Ligar bomba do motor inoperante por 3 segundos.
• Manete de potência do motor inoperante na posição de acionamento
(ligeiramente a frente).
• Manete de hélice toda a frente.
• Mistura rica.
• Seletora de combustível do motor ruim em Crossfeed.
• Comandar Starter.
333
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Identificar o motor.
Pousar assim que possível. Na curta final, com pouso garantido, baixar trem e
aplicar flap como necessário.
334
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• 120 kt
CDI Alive ou proa menor que 90° com a aproximação final (procedimento NDB):
MDA (pouso):
• Reduzir para
335
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
MAP (Arremetida):
336
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• 120 kt
DA (pouso):
• Reduzir para
337
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
MAP (Arremetida):
338
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
DECOLAGEM
CONDIÇÃO OBSERVADA CALLOUT
Instrumentos de motor no arco verde e
Mínimos Atingidos
mínimo de 2600 RPM em cada motor
Razão positiva, sem pista disponível a
Brakes, Gear Up
frente
Passando Altitude de Transição Transition
DESCIDA/APROXIMAÇÃO
Passando FL de transição Transition
PROCEDIMENTO DE NÃO PRECISÃO
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
MDA Minimuns, set go around heading
Pista Avistada Visual, Landing
Cruzando o MAP (Arremetida) Go around
PROCEDIMENTO DE PRECISÃO
Primeiro movimento do localizador, quando
em curva de procedimento ou proa de Localizer alive
interceptação
Primeiro movimento do glide slope, quando
Glide Slope Alive
estabilizado no curso do localizador
Cruzando o FAF ou OM Outer Marker / FAF, ______ft
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
DA (Arremetida) Minimuns, Go around
DA (Pouso) Minimuns, Landing
339
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
BRIEFING DE DECOLAGEM:
CHEQUE PRÉ-DECOLAGEM
340
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
CHEQUE PRÉ-POUSO:
CHEQUE PÓS-POUSO:
• Flap recolhido.
• Bomba de combustível e farol de pouso desligados.
• Transponder em “STBY”.
341
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Abrir ar alternado.
• Estabelecer a velocidade de melhor planeio (80 KIAS) e determinar um local
para pouso.
• Verificar se a bateria, alternador e bomba elétrica estão ligados, mistura rica,
seletora de combustível no tanque adequado.
• Com a hélice girando, duas injetadas com a manete de potência.
• Com a hélice parada, acionar o motor.
• Caso o motor não volte a funcionar: transmitir na frequência em uso que está
em emergência, transponder 7700, desligar alternador, magnetos e bomba
elétrica, mistura pobre, fechar ar alternado e seletora de combustível.
• Retirar objetos cortantes da frente do corpo e destravar porta.
• Na curta final, com pouso garantido, aplicar flap total e desligar bateria.
342
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
343
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• Potência de cruzeiro (21pol / 2400 RPM)
CDI Alive ou proa menor que 90° com a aproximação final (procedimento NDB):
• Reduzir para 90 kt
• Baixar trem (<129 kt)
• Flaps up
• 90 KIAS
• Cheque pré-pouso
MDA (pouso):
344
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
MAP (Arremetida):
345
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
• Flaps up
• Potência de cruzeiro (21pol / 2400 RPM)
• Reduzir para 90 kt
• Baixar trem de pouso (<130 kt)
• Flaps up
• 90 KIAS
• Cheque pré-pouso
DA (pouso):
346
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
MAP (Arremetida):
347
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
CALLOUTS CORISCO
DECOLAGEM
CONDIÇÃO OBSERVADA CALLOUT
Passando Altitude de Transição Transition
DESCIDA/APROXIMAÇÃO
Passando FL de transição Transition
PROCEDIMENTO DE NÃO PRECISÃO
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
MDA Minimuns, set go around heading
Pista Avistada Visual, Landing
Cruzando o MAP (Arremetida) MAP, Go around
PROCEDIMENTO DE PRECISÃO
Primeiro movimento do localizador, quando
em curva de procedimento ou proa de Localizer alive
interceptação
Primeiro movimento do glide slope, quando
Glide Slope Alive
estabilizado no curso do localizador
Cruzando o FAF ou OM Outer Marker / FAF, ______ft
100 ft acima dos mínimos One hundred to minimuns
DA (Arremetida) Minimuns, Go around
DA (Pouso) Minimuns, Landing
348
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
54 Exemplo de Fraseologia
CHAMANDO O SOLO:
SMR: SMR está acionado no pátio do aeroclube, solicita SBSJ SBSJ com
sobrevoo na área ALFA Caçapava e toque e arremetida no aeródromo, ciente da
informação LIMA (ATIS), pronto para o taxi.
SOLO: Ciente SMR, prossiga o seu taxi pelas dependências do aeroclube e reporte
pronto para o cruzamento da stopway.
SOLO: SMR, está autorizado SBSJ SBSJ com sobrevoo na área ALFA Caçapava,
decola da pista 16, com a primeira curva a esquerda. Código Transponder 1234.
Frequência da Torre 118.50. Frequência do Controle São Paulo 124.15, alterna
134.15.
349
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
SMR: Ciente, SMR autorizado SBSJ SBSJ com sobrevoo na área ALFA
Caçapava, decola da pista 16, com a primeira curva a esquerda. Código
Transponder 1234. Frequência da Torre 118.50. Frequência do Controle São Paulo
124.15, alterna 134.15, SMR.
SOLO: SMR, continue o taxi via ECHO, até a ALFA, no ponto de espera, quando
pronto, chame a Torre em 118.50.
SMR: SMR, prosseguindo via ECHO, na ALFA, quando pronto, vai chamar a
Torre em 118.50.
350
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
TWR: SMR, autorizado alinhar e decolar, vento 170 graus com 3 nós, QNH 1015,
após a decolagem curva a esquerda.
SMR: Autorizado alinhar e decolar, QNH 1015, curva esquerda após, SMR.
TWR: Ciente SMR, chame o controle São Paulo em 124.15, alterna 134.15.
SMR: Chamará o controle São Paulo em 124.15 e em caso de falha, vai chamar
134.15, SMR.
SMR: Decolou de São José para sobrevoo na área ALPHA Caçapava, subindo para
4000 pés, SMR.
351
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
....
352
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
TWR: SMR, pista em uso 16, QNH 1015, vento 180 com 4 nós, chame
ingressando na base direta da pista 16.
....
TWR: SMR, tocou e arremeteu aos 26 da hora. Circuito padrão, reporte través da
Torre.
....
SMR: SMR no través da Torre, informo que irá prosseguir para pouso completo.
353
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
SOLO: SMR, ciente. Prossiga taxi via ECHO e chame para o cruzamento da
stopway.
SMR: SMR vai prosseguir o taxi via ECHO e chamará para o cruzamento da
stopway.
354
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
....
CHAMANDO O SOLO:
SMR: SMR está acionado no pátio do aeroclube, solicita SBSJ SBMT via
corredores, ciente da informação LIMA (ATIS), pronto para o taxi.
SOLO: Ciente SMR, prossiga o seu taxi pelas dependências do aeroclube e reporte
pronto para o cruzamento da stopway.
355
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
SOLO: SMR, está autorizado SBSJ SBMT via corredor SIERRA e ROMEO,
decola da pista 16, com a primeira curva a direita. Código Transponder 1234.
Frequência da Torre 118.50. Em UNIP, chame o Controle São Paulo 124.15,
alterna 134.15.
SMR: Ciente, SMR autorizado SBSJ SBMT via corredor SIERRA e ROMEO,
decola da pista 16, com a primeira curva a direita. Código Transponder 1234.
Frequência da Torre 118.50. Em UNIP, vai chamar o Controle São Paulo 124.15,
alterna 134.15.
356
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
SMR: SMR vai reportar passando o Portão Jacareí, subindo para 4500 pés.
....
(A partir desse momento, como descrito pela AIC 20/21, o piloto irá realizar a
troca de frequência novamente para o APP-SP)
357
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
APP: Ciente SMR, reporte passando a posição Rodoanel Norte, pista em uso em
Marte é a 30.
SMR: SMR vai reportar passando pela a posição Rodoanel Norte, pista em uso 30.
....
....
358
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
TWR: Ciente SMR, autorizado pouso pista 30, vento 280 graus com 3 nós.
TWR: SMR, pouso aos 25 da hora, livre na DELTA e chame SOLO em 121.60.
SOLO: SMR, prossiga taxi via DELTA, ALFA e JULIETT até o Pátio da
INFRAERO, atento as instruções do balizador.
359
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
COORDENAÇÃO NA LIVRE
SMR: SMR, iniciando descida de 4500' para 4100', estima mais 2 minutos para
cruzamento de WHISKEY para ECHO, vai ingressar na perna do vento da pista
02/20, pelo setor ECHO.
SMR: SMR tocou e arremeteu na 02, vai livrar o circuito com curva a direita,
ascensão para 4100' para cruzamento na vertical de ECHO para WHISKEY.
360
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
SMR: SMR na vertical da pista, cruza de ECHO para WHISKEY, 4100' ascensão
para 4500' na proa de Morato.
SMR: SMR livrando o circuito de Atibaia, 4500' na proa de Morato, vai chamar o
Controle São Paulo.
VOO IFR
CHAMANDO O SOLO:
NTS: NTS está acionado no pátio do aeroclube, com plano IFR SBSJ SBRP no
nível 100 via rota do plano, ciente da informação LIMA (ATIS), pronto para o taxi.
SOLO: Ciente NTS, prossiga o seu taxi pelas dependências do aeroclube e reporte
pronto para o cruzamento da stopway.
SOLO: NTS, está autorizado plano IFR SBSJ SBRP, rota do plano de voo, nível
100, decola da pista 34, via saída OMNI. Transponder 1234.
361
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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MANOBRAS
4 25/11/2023
NTS: Autorizado plano IFR SBSJ SBRP, rota do plano de voo, nível 100, decola
da pista 34, via saída OMNI. Transponder 1234, NTS.
TWR: NTS, decolou aos 34 da hora. Chame controle São Paulo em 120.45.
NTS: Controle São Paulo, PT-NTS subindo via saída OMNI, passando 3500 pés.
APP: PT-NTS, contato radar na decolagem, prossiga via saída OMNI, após 6500
pés, voe direto o VOR de Pirassununga.
NTS: Após 6500 pés vai voar direto o VOR de Pirassununga, NTS.
....
362
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
NTS: Centro Brasília, PT-NTS no nível 100, voando direto o VOR de PIR.
....
APP: NTS, vetoração para separação de tráfego, voe na proa 020. Em caso de
falha de comunicação, ao cruzar a radial 130 do VOR de Pirassununga, reassuma a
navegação e voe direto o VOR de Ribeirão Preto.
363
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
APP: NTS, tráfego superado. Autorizado voar direto VOR de Ribeirão Preto,
chame no ideal de descida.
....
....
....
364
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
365
Nº da
SOP E MANUAL DE Data
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4 25/11/2023
366
Nº da
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MANOBRAS
4 25/11/2023
367
Nº da
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Revisão
MANOBRAS
4 25/11/2023
DESTINO___________ ROTA___________________________________________
OBSERVAÇÕES:_______________________________________________________
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