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Atropina: Usos, Efeitos e História

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Carlos Maravilha
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O que é Atropina

O que é
A Atropina é um alcalóide tropano natural extraído da beladona (Atropa belladonna),
zabumba (Datura stramonium), Mandrake (Mandragora officinarum) e outras plantas da
família das Solanaceae.

É um metabólito secundário destas plantas e serve como um fármaco com uma ampla
variedade de efeitos.

Em geral, a Atropina contraria a actividade "descansar e digerir" das glândulas reguladas


pelo sistema nervoso parassimpático.

Isto ocorre porque a Atropina é um antagonista competitivo dos receptores de acetilcolina


muscarínicos (acetilcolina é o principal neurotransmissor utilizado pelo sistema nervoso
parassimpático).

Atropina dilata as pupilas, aumenta a frequência cardíaca e reduz a salivação e outras


secreções.
Usos comuns
Via injectável:
A atropina é usada na prática clínica pelos seus efeitos antimuscarínicos centrais e
periféricos. As suas indicações clínicas são as seguintes:
- Pré-anestésico antes da indução da anestesia geral (diminui o risco de inibição vagal do
coração e reduz as secreções salivares e brônquicas).
- Intoxicação por insecticidas organofosforados e outros compostos anticolinesterásicos.
- Bradicardia, induzida por uma anestesia, ou por outros fármacos

Via Oftálmica:
Atropina colírio, solução, está indicado como um agente midriático e cicloplégico em:
- Irites;
- Iridociclites;
- Uveítes;
- Esclerites;
- Como preventivo de inflamações pós-operatórias da íris e corpo ciliar;
- Alguns exames oculares.
Tipo
Molécula pequena.
História
Mandrágora (mandrake officinarum) foi descrita por Teofrasto, no século IV aC para o
tratamento de feridas, gota e insónias, e como poção de amor.

No primeiro século dC, Pedânio Dioscórides utilizou o vinho de mandrágora como


anestésico para o tratamento da dor ou da insónia, dando-o a tomar antes da cirurgia ou
cauterização.

O uso das soláceas contendo alcalóides tropano para anestesia, muitas vezes em
combinação com o ópio, persistiu durante os Impérios romano e islâmico e continuou na
Europa até ser substituído pelo uso de éter, clorofórmio e outros anestésicos modernos.

Extratos de Atropina do meimendro egípcio foram usados por Cleópatra, no século anterior
à era cristã para dilatar as pupilas, na esperança de que isso a tornaria mais sedutora.

No Renascimento, as mulheres usavam o sumo das bagas de atropa Beladona para


ampliar as pupilas dos seus olhos, por razões estéticas. Esta prática foi retomada por
breve período no início do século XX e final do século XIX em Paris.
Foram estudados os efeitos midriáticos da Atropina, entre outros, pelo químico alemão
Ferdinand Runge Friedlieb (1795-1867).

Em 1831, o Farmacêutico alemão Heinrich FG Mein (1.799-1.864) conseguiu preparar


Atropina em forma cristalina pura.

A substância foi sintetizada pela primeira vez pelo químico alemão Richard Willstätter em
1901.
Propriedades da Atropina
Indicações
Via injectável:
A atropina é usada na prática clínica pelos seus efeitos antimuscarínicos centrais e
periféricos. As suas indicações clínicas são as seguintes:
- Pré-anestésico antes da indução da anestesia geral (diminui o risco de inibição vagal do
coração e reduz as secreções salivares e brônquicas).
- Intoxicação por insecticidas organofosforados e outros compostos anticolinesterásicos.
- Bradicardia, induzida por uma anestesia, ou por outros fármacos

Via Oftálmica:
Atropina colírio, solução, está indicado como um agente midriático e cicloplégico em:
- Irites;
- Iridociclites;
- Uveítes;
- Esclerites;
- Como preventivo de inflamações pós-operatórias da íris e corpo ciliar;
- Alguns exames oculares.
Classificação CFT
03.02.05 : Outros antiarrítmicos
15.03.02 : Anticolinérgicos
Mecanismo De Acção
Via injectável:
Os alcalóides das solanáceas
– atropina e escopolamina – apresentam duas ações fundamentais:
a) anticolinérgica ou parassimpaticolítica, bloqueando a acção muscarínica da acetilcolina
b) acção sobre o S.N.C. estimulante ou depressora, segundo o caso. A primeira destas
acções é a mais importante.
A actividade farmacológica da atropina (amina terciária) resulta essencialmente da acção
da l-hiosciamina; a d-hiosciamina praticamente não apresenta actividade antimuscarínica.
Em geral, a atropina é mais potente que a escopolamina no que respeita à sua acção
antimuscarínica a nível do coração e do músculo liso dos intestinos e brônquios; é menos
potente que a escopolamina na sua actividade antimuscarínica a nível da íris, corpo ciliar e
certas glândulas secretoras (salivares, brônquicas e sudoríparas). Ao contrário da
escopolamina, a atropina estimula o S.N.C. nas doses normais.

Via Oftálmica:
Atropina colírio, solução, possui propriedades midriáticas e cicloplégicas que lhe são
conferidas pela presença na sua composição de sulfato de atropina a 1%.
O efeito midriático de Atropina colírio, solução, sendo bastante persistente, é aconselhável
em relação ao uso de outros midriáticos de acção mais rápida, nos casos de inflamações
oculares, tais como irites e queratites. A recuperação da acomodação pode efectuar-se
rapidamente com uso de um miótico.
Posologia Orientativa
Conforme prescrição médica.
Administração
Vias oftálmico, Subcutânea, IM, IV.
Precauções da Atropina
Contra-Indicações
Hipersensibilidade à Atropina.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Via injectável:
Afecções oculares:
Frequentes: Dilatação das pupilas (midríase) com perda de acomodação ocular
(cicloplegia), fotofobia, glaucoma
Muito frequentes: Visão nublada

Doenças do metabolismo e da nutrição:


Muito frequentes: Secura de boca (xerostomia)
Frequentes Alterações do sabor

Doenças gastrointestinais:
Frequentes: Redução do tónus e motilidade do trato gastrointestinal, obstipação, vómitos,
íleo paralítico, disfagia (dificuldades em engolir)

Doenças renais e urinárias:


Frequentes: Dificuldade de urinar (micção) e retenção urinária

Cardiopatias:
Frequentes: Bradicardia (depois da administração de doses baixas), taquicardia (depois da
administração de doses elevadas), palpitações e arritmias

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:


Frequentes: Ruborização e secura da pele, urticária, reação anafilática

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:


Frequentes: Dor de cabeça, desorientação temporo-espacial, alucinações, sonolência
Pouco frequentes Insónia

Afecções do ouvido e do labirinto:


Pouco frequentes: Tonturas Doenças do sistema imunitário:
Raros: Alergia (hipersensibilidade)
Muito raros Reações anafiláticas incluindo choque anafilático

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino:


Pouco frequentes: Congestão nasal

Doenças dos órgãos genitais e da mama:


Pouco frequentes Impotência

Perturbações gerais e alterações no local de administração:


Pouco frequentes: Hipertermia

Doenças do sangue e do sistema linfático:


Desconhecido Aumento dos glóbulos brancos (leucocitose)

Via Oftálmica:
Sintomas que requerem atenção médica apenas se persistirem:
- Turvação da visão, irritação do olho não presente antes da aplicação do medicamento,
fotofobia, inchaço das pálpebras.

Sintomas que requerem atenção médica (consequência de absorção sistémica):


- Tremores, estado de confusão, nervosismo e comportamento invulgar, pele seca, febre,
rubescência da face, estômago inchado nas crianças, taquicardia, sonolência, cansaço ou
fraqueza, vertigens, xerostomia.
Advertências

GRAVIDEZ:O uso de Atropina durante o aleitamento está contra-indicado.

ALEITAMENTO:Não estão descritos problemas nos humanos no que respeita à


administração de atropina durante o período de aleitamento. No entanto, dever-se-á ter em
conta a relação risco-benefício já que são encontrados vestígios de atropina no leite
materno e que as crianças são particularmente sensíveis a estes fármacos. Os
antimuscarínicos inibem a lactação.

CONDUÇÃO:A aplicação deste colírio pode originar uma visão enevoada (alteração da
visão). Nestes casos a condução de automóveis ou o manejo de máquinas não são
aconselháveis.
Precauções Gerais
Via injectável:
Fale com o médico, farmacêutico ou enfermeiro antes de utilizar.
A atropina deverá ser administrada com precaução a crianças e gerontes dado que são
mais susceptíveis aos seus efeitos adversos.
Deverá ter-se a mesma precaução em caso de colite pseudomembranosa, diarreia,
hipertiroidismo, infecção gastrointestinal (ex.
disenteria), doença hepática ou renal e hipertensão.
A administração sistémica de agentes antimuscarínicos a doentes debilitados com doença
pulmonar crónica pode conduzir à formação de rolhões brônquicos, devido à diminuição
das secreções brônquicas.
No tratamento do Parkinsonismo, o aumento da dose de atropina a administrar assim
como a mudança para outros tipos de tratamento deverá ser gradual (não se deve parar
uma terapêutica antimuscarínica abruptamente).
Os indivíduos com Síndroma de Down (Mongolismo), aparentemente, apresentam uma
susceptibilidade aumentada às acções da atropina.
Pelo contrário, os indivíduos albinos apresentam certa resistência a este fármaco.
A administração de pequenas doses pode originar bradicardia paroxística.
Dado que os antimuscarínicos podem atrasar o esvaziamento gástrico, podem conduzir a
situações de estase nos doentes com úlcera gástrica.
São também necessárias medidas de precaução no caso de doentes com problemas de
refluxo esofágico ou que apresentem hérnia do hiato associada com esofagite de refluxo,
isto porque os antimuscarínicos diminuem a motilidade gástrica e a pressão exercida pelo
esfíncter esofágico inferior.
O uso prolongado de antimuscarínicos pode diminuir ou inibir a secreção salivar,
contribuindo para o desenvolvimento de cáries, doenças periodontais, candidíase oral e
mal-estar.
A nível dos resultados dos testes laboratoriais, os antimuscarínicos interferem com a prova
de secreção ácida gástrica.
Não se recomenda a administração de antimuscarínicos durante as 24 horas anteriores à
prova, isto porque estes fármacos antagonizam o efeito da pentagastrina e da histamina
na avaliação da função de secreção ácida gástrica.
Os antimuscarínicos, e em particular a atropina, interferem com a prova de excreção de
fenosulfoftaleína (PSP).
A atropina utiliza o mesmo mecanismo tubular de secreção que a fenosulfoftaleína (PSP),
produzindo uma diminuição da excreção urinária de PSP.
Em doentes submetidos a esta prova, não se recomenda a administração simultânea de
atropina.
Dado que os antimuscarínicos podem aumentar a pressão intra-ocular é aconselhável, em
alguns doentes e dependendo do seu estado, monitorizar este parâmetro.

Informe o médico, farmacêutico ou enfermeiro se estiver a tomar ou tiver tomado


recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.

a) Com fármacos com propriedades anticolinérgicas


Os doentes aos quais são administrados agentes antimuscarínicos concomitantemente
com amantadina, alguns anti-histamínicos, antiparkinsónicos, butirofenonas ou
fenotiazinas, antidepressivos tricíclicos ou agentes antiarrítmicos com propriedades
anticolinérgicas (ex.
procainamida), apresentam risco aumentado de desenvolver efeitos anticolinérgicos
adversos.

b) Efeitos na absorção gastrointestinal de fármacos


A redução da motilidade gástrica provocada pelos agentes antimuscarínicos pode afectar a
absorção de alguns fármacos.
Por exemplo, a administração simultânea de um antimuscarínico e de levodopa pode
diminuir a absorção desta última a nível do intestino dado que aumenta o seu metabolismo
a nível do estômago.
Se a administração do antimuscarínico for descontinuada sem que haja simultaneamente
uma diminuição da dose de levodopa, poderão surgir efeitos tóxicos como resultado da
maior absorção de levodopa.
Os doentes a fazerem terapêutica concomitante com um antimuscarínico e digoxina
deverão ser vigiados pois podem desenvolver toxicidade digitálica.
Dado que os agentes antimuscarínicos podem diminuir a produção de ácido clorídrico no
estômago e/ou aumentar o pH gástrico, podem diminuir a absorção gastrointestinal de
cetoconazol.
Caso seja necessário recorrer a uma terapêutica concomitante, o agente antimuscarínico
deverá ser administrado pelo menos duas horas após a administração de cetoconazol.
Potencialmente, os agentes antimuscarínicos podem atrasar o início do efeito terapêutico
(ex.
analgesia, ação antipirética) do acetominofeno.

c) Com glucocorticoides, corticotropina (ACTH) ou haloperidol


A terapêutica concomitante a largo prazo com antimuscarínicos pode resultar num
aumento da pressão intra-ocular.
Para além disso, a eficácia antipsicótica do haloperidol pode diminuir nos doentes
esquizofrénicos.

d) Com alcalinizantes urinários (antiácidos que contêm cálcio e/ou magnésio, inibidores da
anidrase carbónica, citratos e bicarbonato de sódio).
A excreção urinária dos antimuscarínicos pode retardar-se devido à alcalinização da urina,
havendo então uma potenciação dos efeitos terapêuticos e/ou adversos deste tipo de
fármacos.

e) Com antiácidos ou antidiarreicos adsorventes


A administração simultânea pode diminuir a absorção dos antimuscarínicos, originando
uma diminuição da sua eficácia terapêutica.
Assim, estes fármacos deverão ser administrados com uma hora de intervalo.
f) Com ciclopropano
A administração simultânea intravenosa de antimuscarínicos com o anestésico
ciclopropano pode desencadear arritmias ventriculares.

g) Com guanadrel, guanetidina ou reserpina


A administração simultânea pode antagonizar a ação inibidora dos antimuscarínicos sobre
a secreção gástrica de ácido clorídrico.

h) Com inibidores da monoamino-oxidase (MAO), incluindo furazolidona, procarbacina e


pargilina
A administração simultânea pode intensificar os efeitos adversos muscarínicos devido à
actividade antimuscarínica secundária destes fármacos.
Para além disso, os IMAO podem bloquear a destoxificação dos antimuscarínicos,
potenciando assim a sua ação.

i) Com analgésicos opiáceos


A administração simultânea com antimuscarínicos pode aumentar o risco de obstipação
grave, o que pode dar origem ao íleo-paralítico e/ou retenção urinária.

j) Com cloreto de potássio, especialmente as preparações em matriz de cera


A administração simultânea com antimuscarínicos pode aumentar a gravidade das lesões
gastrointestinais induzidas pelo cloreto de potássio.
O sulfato de atropina é compatível com o tartarato de butorfanol e com o cloridrato de
buprenorfina.
É incompatível com brometos, iodetos, bases (ex.
bicarbonato de sódio, barbitúricos alcalinos), bitartarato de norepinefrina e bitartarato de
metaraminol.
O sulfato de atropina pode ser administrado concomitantemente com tiamilal sódico desde
que seja feita a mistura antes do momento de administração.

Via Oftálmica:
Fale com o médico ou farmacêutico antes de utilizar Atropina.

Recomenda-se precaução de uso em:


- doentes com hiperplasia benigna da próstata (HBP)
- insuficiência cardíaca ou coronária - ataxia
- casos de sensibilidade aos alcaloides beladona
- Íleos paralítico

A atropina assim como todos os fármacos parassimpaticolíticos, aumenta a pressão intra-


ocular.
É aconselhável determinar a pressão intra-ocular antes da sua utilização.

Recomenda-se precaução de uso em crianças e idosos dado o risco de ocorrerem efeitos


sistémicos.

Informe o médico ou farmacêutico se estiver a utilizar, ou tiver utilizado recentemente, ou


se vier a utilizar outros medicamentos.
O Atropina poderá ser absorvido sistemicamente, pelo que é importante que informe o
médico de todos os medicamentos que estiver a tomar ou pretenda tomar durante o
tratamento.

Este medicamento não deve ser utilizado em associação com outros medicamentos
contendo agentes midriáticos na sua composição.
Os efeitos da atropina e outros antimuscarínicos podem ser potenciados pelo uso
concomitante de outros medicamentos com propriedades antimuscarínicas como a
amantadina, alguns anti-histamínicos, antipsicóticos fenotiazínicos e antidepressivos
tricíclicos.

Os inibidores da monoamina-oxidase (IMAO) poderão reforçar os efeitos antimuscarínicos


da atropina, quando esta é absorvida sistemicamente.
Cuidados com a Dieta
Não aplicável.
Terapêutica Interrompida
Não administre uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Sofre eflorescência quando exposto na exposição ao ar e seca-se lentamente afectada
pela luz.

Oral
Comprimidos, recipientes bem fechados.

Parenteral
Injecção, 25°C (pode ser exposto a 15-30°C).
Proteger do congelamento e da luz.
Guarde o medicamento num recipiente fechado à temperatura ambiente, longe do calor,
humidade e luz directa.
Evite congelamento.

Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.

Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao


seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não
utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Interacções da Atropina

Fenilefrina + Cetorolac Atropina


Observações: Não foram realizados estudos de interacção. As interações metabólicas
intraoculares são improváveis porque a fenilefrina e o cetorolac são removidos da câmara
anterior por irrigação durante a intervenção cirúrgica e pela circulação normal de humor
aquoso no pós-operatório.
Interacções: A utilização concomitante de fenilefrina e atropina pode reforçar o efeito
hipertensor e induzir taquicardia em alguns doentes. - Atropina

Atropina Antidepressores (Tricíclicos)


Observações: n.d.
Interacções: Outros medicamentos com actividade anticolinérgica, como antidepressivos
tricíclicos, alguns anti-histamínicos H1, medicamentos antiparkinsonianos, disopiramida,
mequitazina, fenotiazinas, medicamentos neurolépticos, antiespasmódicos atropínicos,
clozapina e quinidina, devido ao risco de potenciação dos efeitos adversos atropínicos
(retenção urinária, obstipação, boca seca). - Antidepressores (Tricíclicos)
Meclozina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Os inibidores da MAO podem potenciar os efeitos anti-muscarínicos dos
bloqueadores H1. Estes, têm por sua vez, um efeito aditivo em presença de outros
fármacos anti-muscarínicos, tais como a atropina e os antidepressivos tricíclicos. - Atropina

Dexclorofeniramina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Contraindicações da utilização concomitante: Atropina e outras substâncias
atropínicas (antidepressores do tipo da imipramina, antiparkinsonianos, anticolinérgicos,
antiespasmódicos atropínicos, disopiramida, neuroléticos fenotiazínicos). Adição dos
efeitos secundários atropínicos como retenção urinária, obstipação e secura da boca. -
Atropina

Cinarizina + Dimenidrinato Atropina


Observações: Não foram realizados estudos de interacção.
Interacções: A Cinarizina/Dimenidrinato também pode aumentar os efeitos de
antihipertensores, efedrina e anticolinérgicos como, por exemplo, a atropina e
antidepressivos tricíclicos. - Atropina

Paracetamol + Feniramina + Ácido ascórbico Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Associações em que devem ser tomadas precauções: Outros medicamentos
derivados da atropina (devido à presença de feniramina) antidepressivos tricíclicos, a
maior parte dos anti-histamínicos atropinícos H1, agentes anticolinérgicos
antiparkinsónicos, atropina antiespasmódica, disopiramida, neurolépticos fenotiazínicos,
bem como clozapina. Podem ocorrer outros efeitos indesejáveis da atropina como
retenção de urina, obstipação e boca seca. - Atropina

Atropina Anti-histamínicos
Observações: n.d.
Interacções: Outros medicamentos com actividade anticolinérgica, como antidepressivos
tricíclicos, alguns anti-histamínicos H1, medicamentos antiparkinsonianos, disopiramida,
mequitazina, fenotiazinas, medicamentos neurolépticos, antiespasmódicos atropínicos,
clozapina e quinidina, devido ao risco de potenciação dos efeitos adversos atropínicos
(retenção urinária, obstipação, boca seca). - Anti-histamínicos

Atropina Antiparkinsónicos
Observações: n.d.
Interacções: Outros medicamentos com actividade anticolinérgica, como antidepressivos
tricíclicos, alguns anti-histamínicos H1, medicamentos antiparkinsonianos, disopiramida,
mequitazina, fenotiazinas, medicamentos neurolépticos, antiespasmódicos atropínicos,
clozapina e quinidina, devido ao risco de potenciação dos efeitos adversos atropínicos
(retenção urinária, obstipação, boca seca). - Antiparkinsónicos

Atropina Disopiramida
Observações: n.d.
Interacções: Outros medicamentos com actividade anticolinérgica, como antidepressivos
tricíclicos, alguns anti-histamínicos H1, medicamentos antiparkinsonianos, disopiramida,
mequitazina, fenotiazinas, medicamentos neurolépticos, antiespasmódicos atropínicos,
clozapina e quinidina, devido ao risco de potenciação dos efeitos adversos atropínicos
(retenção urinária, obstipação, boca seca). - Disopiramida

Atropina Mequitazina
Observações: n.d.
Interacções: Outros medicamentos com actividade anticolinérgica, como antidepressivos
tricíclicos, alguns anti-histamínicos H1, medicamentos antiparkinsonianos, disopiramida,
mequitazina, fenotiazinas, medicamentos neurolépticos, antiespasmódicos atropínicos,
clozapina e quinidina, devido ao risco de potenciação dos efeitos adversos atropínicos
(retenção urinária, obstipação, boca seca). - Mequitazina

Atropina Fenotiazidas (fenotiazinas)


Observações: n.d.
Interacções: Outros medicamentos com actividade anticolinérgica, como antidepressivos
tricíclicos, alguns anti-histamínicos H1, medicamentos antiparkinsonianos, disopiramida,
mequitazina, fenotiazinas, medicamentos neurolépticos, antiespasmódicos atropínicos,
clozapina e quinidina, devido ao risco de potenciação dos efeitos adversos atropínicos
(retenção urinária, obstipação, boca seca). - Fenotiazidas (fenotiazinas)

Atropina Neurolépticos
Observações: n.d.
Interacções: Outros medicamentos com actividade anticolinérgica, como antidepressivos
tricíclicos, alguns anti-histamínicos H1, medicamentos antiparkinsonianos, disopiramida,
mequitazina, fenotiazinas, medicamentos neurolépticos, antiespasmódicos atropínicos,
clozapina e quinidina, devido ao risco de potenciação dos efeitos adversos atropínicos
(retenção urinária, obstipação, boca seca). - Neurolépticos

Atropina Antiespasmódicos (espasmolítico, antiespástico)


Observações: n.d.
Interacções: Outros medicamentos com actividade anticolinérgica, como antidepressivos
tricíclicos, alguns anti-histamínicos H1, medicamentos antiparkinsonianos, disopiramida,
mequitazina, fenotiazinas, medicamentos neurolépticos, antiespasmódicos atropínicos,
clozapina e quinidina, devido ao risco de potenciação dos efeitos adversos atropínicos
(retenção urinária, obstipação, boca seca). - Antiespasmódicos (espasmolítico,
antiespástico)
Atropina Clozapina
Observações: n.d.
Interacções: Outros medicamentos com actividade anticolinérgica, como antidepressivos
tricíclicos, alguns anti-histamínicos H1, medicamentos antiparkinsonianos, disopiramida,
mequitazina, fenotiazinas, medicamentos neurolépticos, antiespasmódicos atropínicos,
clozapina e quinidina, devido ao risco de potenciação dos efeitos adversos atropínicos
(retenção urinária, obstipação, boca seca). - Clozapina

Atropina Quinidina
Observações: n.d.
Interacções: Outros medicamentos com actividade anticolinérgica, como antidepressivos
tricíclicos, alguns anti-histamínicos H1, medicamentos antiparkinsonianos, disopiramida,
mequitazina, fenotiazinas, medicamentos neurolépticos, antiespasmódicos atropínicos,
clozapina e quinidina, devido ao risco de potenciação dos efeitos adversos atropínicos
(retenção urinária, obstipação, boca seca). - Quinidina

Butilescopolamina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: O efeito anticolinérgico de antidepressivos tricíclicos e tetracíclicos,
amantadina, antipsicóticos, quinidina, Anti-histamínicos ou disopiramida e outros
anticolinérgicos (por exemplo, tiotrópio, ipratrópio, compostos atropínicos) pode ser
potenciado pela toma concomitante de Butilescopolamina. - Atropina

Maprotilina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Maprotilina pode potenciar os efeitos de agentes anticolinérgicos (por
exemplo, fenotiazinas, agentes antiparkinsónicos, atropina, biperideno, Anti-histamínicos)
na pupila ocular, sistema nervoso central (SNC), intestino e bexiga. - Atropina

Neostigmina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: A atropina contraria os efeitos colinérgicos devidos à neostigmina,
principalmente a bradicardia e a hipersecreção. A atropina contraria os efeitos
muscarínicos da neostigmina. - Atropina

Tecnécio (99mTc) pertecnetato Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Na recolha de imagens abdominais, fármacos tais como a atropina,
isoprenalina e os analgésicos podem provocar um atraso do esvaziamento gástrico e
redistribuição de pertecnetato de sódio [ 99m Tc]. - Atropina
Dexametasona Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Anticolinérgicos, em particular a atropina e compostos afins – o risco de
hipertensão intra-ocular poderá aumentar com a aplicação prolongada de corticoides
oftálmicos; este aumento poderá ocorrer com maior probabilidade durante o uso
simultâneo de agentes cicloplégicos/midriáticos em doentes predispostos a glaucoma
agudo de ângulo fechado. - Atropina

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida Atropina


Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não
revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de
equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente
com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interacções: Precauções com utilização concomitante: Fármacos anticolinérgicos e outros
medicamentos que afetem a motilidade gástrica: A biodisponibilidade dos diuréticos de tipo
tiazídico pode ser aumentada por fármacos anticolinérgicos (p. ex. atropina, biperideno)
aparentemente devido a uma redução da motilidade gastrointestinal e da taxa de
esvaziamento gástrico. Por outro lado, prevê-se que substâncias procinéticas tais como
cisaprida podem diminuir a biodisponibilidade de diuréticos tiazídicos. - Atropina

Aliscireno + Hidroclorotiazida Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Fármacos anticolinérgicos e outros medicamentos que afectem a motilidade
gástrica: A biodisponibilidade dos diuréticos de tipo tiazídico pode ser aumentada por
fármacos anticolinérgicos (p. ex. atropina, biperideno) aparentemente devido a uma
redução da motilidade gastrointestinal e da taxa de esvaziamento gástrico. Por outro lado,
prevê-se que substâncias procinéticas tais como cisaprida podem diminuir a
biodisponibilidade de diuréticos tiazídicos. - Atropina

Trissilicato de magnésio Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Anfetaminas ou quinidina, esteróides anabolizantes, anticoagulantes orais
derivados da cumarina ou da indandiona, antidiscinéticos, antimuscarínicos
(especialmente a atropina e seus derivados), benzodiazepinas, fosfato sódico de celulose,
cimetidina ou ranitidina, diflunisal, glicosídeos digitálicos, efedrina, preparações orais de
ferro, cetoconazol, levodopa, loxapina oral, mecamilamina, metenamina, lipase
pancreática, fenotiazinas, fosfatos orais, salicilatos, resina de poliestirensulfonato de sódio,
sucralfato, tetraciclinas orais, tioxantenos orais, vitamina D. O Trissilicato de magnésio
pode diminuir a absorção destes medicamentos. - Atropina

Amitriptilina + Perfenazina Atropina


Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de fenotiazina pode potenciar os efeitos
anticolinérgicos da atropina, dos fármacos antidepressivos tricíclicos e dos anti-
histamínicos. Quando se utilizam fenotiazinas concomitantemente com estes
medicamentos, devem ser tomadas as devidas precauções para evitar situações de
sobredosagem. - Atropina

Etilefrina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: A atropina pode potenciar o efeito de Etilefrina e conduzir a um aumento da
frequência cardíaca. - Atropina

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo +


Hidroclorotiazida Atropina
Observações: n.d.
Interacções: interacções potenciais relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Uso
concomitante que requer precaução: Agentes anticolinérgicos (por exemplo, atropina,
biperideno): Aumento da biodisponibilidade dos diuréticos tiazídicos pela diminuição da
motilidade gastrointestinal e do ritmo de esvaziamento do estômago. - Atropina

Amlodipina + Valsartan + Hidroclorotiazida Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante:
HIDROCLOROTIAZIDA: Fármacos anticolinérgicos e outros medicamentos que afetem a
motilidade gástrica: A biodisponibilidade dos diuréticos de tipo tiazídico pode ser
aumentada por fármacos anticolinérgicos ([Link]. atropina, biperideno) aparentemente
devido a uma redução da motilidade gastrointestinal e da taxa de esvaziamento gástrico.
Por outro lado, prevê-se que substâncias procinéticas tais como cisaprida podem diminuir
a biodisponibilidade de diuréticos tiazídicos. - Atropina

Benazepril + Hidroclorotiazida Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Agentes anticolinérgicos (como atropina, biperideno): Aumento da
biodisponibilidade da hidroclorotiazida. - Atropina

Candesartan + Hidroclorotiazida Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Os agentes anticolinérgicos (exemplo, atropina, biperideno) podem aumentar
a biodisponibilidade dos diuréticos tiazídicos, reduzindo a motilidade gastrointestinal e a
velocidade de esvaziamento gástrico. - Atropina

Ciamemazina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Associações a vigiar: Atropina e outras substâncias atropínicas: - os
antidepressores imipramínicos, a maioria dos anti-histamínicos H1, antiparkinsónicos
anticolinérgicos, antiespasmódicos atropínicos, disopiramida: adição dos efeitos
indesejáveis atropínicos do tipo retenção urinária, obstipação, secura da boca. - Atropina

Cilazapril + Hidroclorotiazida Atropina


Observações: n.d.
Interacções: interacções relacionadas principalmente com a HIDROCLOROTIAZIDA:
Anticolinérgicos: A utilização concomitante de anticolinérgicos (por exemplo atropina,
biperideno) pode aumentar a biodisponibilidade da hidroclorotiazida devido à redução da
mobilidade gastrointestinal e diminuição do esvaziamento gástrico. - Atropina

Clomipramina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: interacções relacionadas com a farmacodinâmica: Agentes anticolinérgicos:
Os antidepressivos tricíclicos podem potenciar os efeitos destes fármacos (por exemplo,
fenotiazina, agentes anti-parkinsónicos, anti-histamínicos, atropina, biperideno) sobre o
olho, sistema nervoso central, intestinos e bexiga. - Atropina

Galantamina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: interacções farmacodinâmicas: Devido ao seu mecanismo de ação, a
galantamina não deve ser administrada simultaneamente com outros colinomiméticos (tais
como ambenónio, donepezilo, neostigmina, piridostigmina, rivastigmina ou pilocarpina,
administrada sistemicamente). A galantamina tem o potencial de antagonizar o efeito da
medicação anticolinérgica. Caso a terapêutica anticolinergica, como a atropina, seja
interrompida abruptamente, existe um potencial risco de exacerbação dos efeitos da
galantamina. Tal como acontece com os colinomiméticos, é possível que ocorra uma
interacção farmacodinâmica com medicamentos que reduzam de modo significativo a
frequência cardíaca, como por exemplo a digoxina, bloqueadores beta, alguns
bloqueadores dos canais de cálcio e a amiodarona. Deve ter-se especial precaução com
os medicamentos que têm potencial para causar torsades de pointes. Nestes casos deve
considerar-se a realização de um eletrocardiograma. - Atropina

Clorodiazepóxido + Brometo de clidínio Atropina


Observações: n.d.
Interacções: interacções com BROMETO DE CLIDÍNIO: As substâncias do tipo atropina,
podem adicionar os seus efeitos adversos e podem mais facilmente induzir retenção
urinária, avanço do glaucoma, obstipação, secura da boca, etc. Fármacos considerados
tipo atropina são as substâncias com acção anticolinérgica, pertencentes aos grupos
terapêuticos: Antidepressivos, Anti-histamínicos (agonistas H1), agentes antiparkinsónicos,
anticolinérgicos, outros antiespasmódicos atropínicos, disopiramida, neuroléticos
fenotiazinas, clozapina e amantadina. - Atropina
Clorotalidona Atropina
Observações: n.d.
Interacções: A biodisponibilidade dos diuréticos tipo tiazídico pode ser aumentada pelos
agentes anticolinérgicos (por exemplo, atropina, biperideno), aparentemente devido a uma
redução da motilidade gastrintestinal e da velocidade de esvaziamento gástrico. - Atropina

Perfenazina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de fenotiazina pode potenciar os efeitos
anticolinérgicos da atropina, dos fármacos antidepressivos tricíclicos e dos anti-
histamínicos. Quando se utilizam fenotiazinas concomitantemente com estes
medicamentos, devem ser tomadas as devidas precauções para evitar situações de
sobredosagem. - Atropina

Pilocarpina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: A pilocarpina pode antagonizar os efeitos anticolinérgicos de outros
fármacos utilizados concomitantemente (i.e. atropina, ipratrópio inalado). - Atropina

Mequitazina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Atropina e substâncias relacionadas (antidepressivos imipramínicos,
antiparkinsónicos anticolinérgicos, antiespasmódicos atropínicos, disopiramida,
neurolépticos fenotiazídicos): Adição dos efeitos indesejáveis atropínicos tais como
retenção urinária, obstipação e xerostomia. - Atropina

Dobutamina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Ecocardiografia de stress com dobutamina: No caso da terapêutica
antianginosa, em particular com fármacos para a redução da frequência cardíaca como os
bloqueadores beta, a reacção isquémica ao stress é menos pronunciada ou pode mesmo
ser inexistente. Portanto, pode ser necessário cessar a terapêutica antianginosa 12 horas
antes da ecocardiografia de stress com dobutamina. Quando se adiciona atropina a níveis
elevados de dobutamina, pode observar-se o seguinte: devido à duração prolongada do
protocolo da ecocardiografia de stress, com a dose mais elevada de dobutamina e com
administração simultânea de atropina, existe um risco aumentado de reacções adversas. A
adição de sulfato de atropina melhora o aumento da frequência cardíaca induzido pela
dobutamina podendo contrariar a desaceleração da frequência cardíaca observada
ocasionalmente em testes de esforço cardíaco com dobutamina. - Atropina

Clortalidona Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Em consequência da administração concomitante dos seguintes
medicamentos podem ocorrer interacções com Clortalidona: Agentes anticolinérgicos: A
biodisponibilidade de diuréticos tiazídicos pode ser aumentada por agentes
anticolinérgicos (atropina, biperideno), aparentemente em função de uma diminuição da
motilidade gastrintestinal e da taxa de esvaziamento gástrico. - Atropina

Azilsartan medoxomil + Clorotalidona Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Agentes anticolinérgicos (ex. atropina, biperideno) podem aumentar a
biodisponibilidade da clorotalidona ao diminuir a motilidade gastrointestinal e a taxa de
esvaziamento do estômago. - Atropina

Prednisona Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Atropina e outros anticolinérgicos: a utilização simultânea de Prednisona
pode resultar em aumentos adicionais da pressão intra-ocular. - Atropina

Irbesartan + Hidroclorotiazida Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Os fármacos anticolinérgicos (ex. atropina, biperideno) podem aumentar a
biodisponibilidade dos diuréticos tipo-tiazídicos, por dimuição da motilidade gastrintestinal
e a velocidade de esvaziamento gástrico. - Atropina

Eprosartan + Hidroclorotiazida Atropina


Observações: n.d.
Interacções: interacções potenciais relacionadas com a HIDROCLOROTIAZIDA:
Administração concomitante requerendo precaução: Agentes anticolinérgicos (por ex.
atropina, biperideno): Podem aumentar a biodisponibilidade dos diuréticos tiazídicos, por
redução da motilidade gastrointestinal e velocidade de esvaziamento gástrico. - Atropina

Hidroclorotiazida Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Fármacos anticolinérgicos e outros medicamentos que afetem a motilidade
gástrica: A biodisponibilidade dos diuréticos de tipo tiazídico pode ser aumentada por
fármacos anticolinérgicos (p. ex. atropina, biperideno) aparentemente devido a uma
redução da motilidade gastrointestinal e da taxa de esvaziamento gástrico. Por outro lado,
prevê-se que substâncias procinéticas tais como cisaprida podem diminuir a
biodisponibilidade de diuréticos tiazídicos. - Atropina

Imipramina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Fármacos anticolinérgicos: Os antidepressivos tricíclicos podem potenciar os
efeitos destes fármacos (por ex. fenotiazina, antiparkinsónicos, anti-histamínicos, atropina,
biperideno) no olho, sistema nervoso central, intestino e bexiga. - Atropina

Losartan + Hidroclorotiazida Atropina


Observações: n.d.
Interacções: HIDROCLOROTIAZIDA: Quando administrados concomitantemente, os
seguintes fármacos podem interferir com os medicamentos diuréticos tiazídicos.
Medicamentos anticolinérgicos (ex. atropina, biperideno): Aumento da biodisponibilidade
dos diuréticos derivados das tiazidas devido a diminuição da motilidade gastrointestinal e
da velocidade de esvaziamento do estômago. - Atropina

Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida Atropina


Observações: n.d.
Interacções: interacções potenciais relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Uso
concomitante com precaução: Agentes anticolinérgicos (por exemplo, atropina,
biperideno): Aumento da biodisponibilidade dos diuréticos tiazídicos pela diminuição da
motilidade gastrointestinal e do ritmo de esvaziamento do estômago. - Atropina

Prednisona + Tetraciclina Atropina


Observações: n.d.
Interacções: interacções da PREDNISONA: Atropina e outros anticolinérgicos: a utilização
simultânea de Prednisona pode resultar em aumentos adicionais da pressão intra-ocular. -
Atropina

Triamcinolona Atropina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Anticolinérgicos (por exemplo, atropina): é possível o aumento adicional de
pressão intra-ocular. - Atropina

Telmisartan + Hidroclorotiazida Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Agentes anticolinérgicos (por exemplo, atropina, biperideno) podem
aumentar a biodisponibilidade dos diuréticos tiazídicos por diminuição da motilidade
gastrointestinal e do ritmo de esvaziamento gástrico. - Atropina

Valsartan + Hidroclorotiazida Atropina


Observações: n.d.
Interacções: interacções relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Utilização
concomitante com precaução: Fármacos anticolinérgicos (ex. atropina, biperideno): A
biodisponibilidade dos diuréticos de tipo tiazídico pode ser aumentada por fármacos
anticolinérgicos, aparentemente devido a uma redução da motilidade gastrointestinal e da
taxa de esvaziamento gástrico. - Atropina

Paracetamol + Difenidramina Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Como a difenidramina tem alguma actividade anticolinérgica, os efeitos de
alguns medicamentos anticolinérgicos (por ex., atropina, antidepressivos tricíclicos) pode
ser potenciado. - Atropina

Periciazina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Associações a serem consideradas Atropina e outras substâncias
atropínicas: antidepressivos imipramínicos, anti-histamínicos H1 sedativos, medicamentos
para Síndrome de Parkinson anticolinérgicos, antiespasmódicos atropínicos, disopiramida:
potencializam os efeitos indesejáveis atropínicos, como retenção da urina, prisão de ventre
e secura da boca. - Atropina

Maleato de tietilperazina Atropina


Observações: n.d.
Interacções: As fenotiazinas são capazes de potencializar depressores do SNC (por
exemplo, barbitúricos, anestésicos, opiáceos, álcool, etc.), bem como inseticidas de
atropina e fósforo. - Atropina

Pipotiazina Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Associações a Serem Consideradas: Atropina e outras substâncias
atropínicas: Antidepressivos imipramínicos, a maioria dos anti-histamínicos H1,
medicamentos antiparkinsonianos anticolinérgicos, antiespasmódicos atropínicos,
disopiramida: agravamento dos efeitos atropínicos indesejáveis (como retenção urinária,
obstipação, secura da boca, etc). - Atropina

Tropatepina Atropina
Observações: Na ausência de estudos de compatibilidade, este medicamento não deve
ser misturado com outros medicamentos.
Interacções: Associações a ter em conta: Atropina e outras substâncias atropinas
(antidepressivos à imipramina, anti-histamínicos H1 sedativos, antiespasmódicos da
atropina, outros medicamentos antiparkinsonianos anticolinérgicos, disopiramida,
neurolépticos fenotiazínicos, clozapina). Adição de efeitos colaterais da atropina, como
retenção urinária, obstipação, boca seca. Incompatibilidade. - Atropina

Difenidramina + Dextrometorfano Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Também pode ter efeitos antimuscarínicos aditivos com drogas
antimuscarínicas, como atropina e alguns antidepressivos. - Atropina

Cloridrato de Clobutinol + Succinato de Doxilamina Atropina


Observações: n.d.
Interacções: A atropina e outras substâncias atropínicas podem intensificar os efeitos
adversos do tipo atropínico, como secura da boca, retenção urinária, obstipação, etc. -
Atropina

Metocarbamol Atropina
Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos dos medicamentos anticolinérgicos, por exemplo atropina e
alguns fármacos psicotrópicos, podem ser potenciados pelo metocarbamol. - Atropina

Cloreto taloso (201Tl) Atropina


Observações: n.d.
Interacções: Alguns fármacos interferem, modificando a captação pelo miocárdio do tálio
(201Tl). Poderão estar implicados três processos: - Variações directas ou indirectas do
fluxo sanguíneo coronário (dipiridamol, adenosina, isoprenalina, dobutamina, nitratos...); -
Interferências com os testes interventivos (bloqueadores beta e testes de esforço,
metilxantinas (por exemplo, teofilina) e dipiridamol...); - Modificações na captação celular
de tálio, embora não existam dados definitivos (análogos da digitalis, insulina têm sido
mencionados como exemplos). Digitálicos, betabloqueadores e metilxantinas, como a
teofilina, levam a uma diminuição da captação de tálio ( 201Tl) pelo miocárdio. Nitratos,
dipiridamol, insulina, atropina e cálcio levam a um aumento da captação de tálio (201Tl). -
Atropina

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