PROJETO EXECUTIVO DE COMPENSAÇÃO FLORESTAL
PROJETO
EXECUTIVO DE
COMPENSAÇÃO
FLORESTAL
Dezembro de 2024
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 99812-5763. Email: pauloleaoagro@[Link]
2
1. INFORMAÇÕES GERAIS
1.1 IDENTIFICAÇÃO DA PROPRIEDADE:
Nome: Fazenda Vereda
Área total da propriedade: 290,40 hectares
Registro: Matricula: 6.663, Livro 02, Folha 01 de 01/10/1996 -Cartório
de Registro da cidade de Almenara-MG..
Município: Almenara-MG
Área total do Projeto: 5,2 hectares
Roteiro de localização da propriedade: Partindo da cidade de
Almenara-MG sentido a cidade de Rubim, percorre-se por
aproximadamente 28 Km virando a esquerda sentido as Veredas até
chegar na propriedade.
1.2 IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE:
Nome: Enoc Alves de Araújo
Cpf: 132.034.286-87
Endereço: Rua Imaculada Conceição, nº 649 - Bairro João Fazendeiro
Cep: 39900-000
Município: Rubim-MG
1.3 SOLICITANTE:
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, em
resposta ao Inquérito Civil nº MPMG-04.16.0017.0089923/2024-68.
1.4 IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO:
Nome: Paulo Leão de Almeida
Endereço: Rua Lívio Froes Otoni, Nº 68, Centro
Cep: 39900-000
Município: Almenara-MG
E-mail: pauloleaota@[Link]
Título Profissional: Engenheiro Agrônomo
Registro no CREA-MG: 251254/D
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 3721-2414. Email: pauloleaoagro@[Link]
3
2. IDENTIFICAÇÃO DA ÁREA
Memorial descritivo da área de Reserva Legal Proposta no CAR.
Inicia-se a descrição deste perímetro no vértice 1, de coordenadas N 8.199.991
m e E 343.385 m; deste, segue confrontando com seguintes azimutes e distâncias:
115°34'14" e 149,940 m até o vértice 2, de coordenadas N 8.199.927 m e E 343.520 m;
102°19'13" e 131,915 m até o vértice 3, de coordenadas N 8.199.899 m e E 343.649 m;
197°16'46" e 41,434 m até o vértice 4, de coordenadas N 8.199.859 m e E 343.637 m;
173°35'54" e 29,644 m até o vértice 5, de coordenadas N 8.199.830 m e E 343.640 m;
205°12'37" e 88,854 m até o vértice 6, de coordenadas N 8.199.749 m e E 343.602 m;
258°59'01" e 317,296 m até o vértice 7, de coordenadas N 8.199.689 m e E 343.291 m;
13°02'20" e 175,374 m até o vértice 8, de coordenadas N 8.199.859 m e E 343.330 m;
32°50'20" e 65,393 m até o vértice 9, de coordenadas N 8.199.914 m e E 343.366 m;
13°56'19" e 79,455 m até o vértice 1, ponto inicial da descrição deste perímetro. Todas
as coordenadas aqui descritas estão georreferenciadas ao Sistema Geodésico Brasileiro,
a partir, de coordenadas N m e E m, e encontram-se representadas no Sistema U T M,
referenciadas ao Meridiano Central nº 39°00', fuso -24, tendo como datum o WGS-84.
Todos os azimutes e distâncias, área e perímetro foram calculados no plano de
projeção UTM.
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 3721-2414. Email: pauloleaoagro@[Link]
4
3. INTRODUÇÃO:
“Segundo a resolução Conama Nº001 de janeiro de 1986, o impacto ambiental é
definido como qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio
ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades
humanas que, direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o bem-estar da
população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e sanitárias do
meio ambiente; e a qualidade dos recursos ambientais".
A compensação ambiental pode ser entendida como um mecanismo de
responsabilização dos empreendedores causadores de significativo impacto ambiental pelo
prejuízo que causam ao meio ambiente.
4. OBJETIVO GERAL:
O presente PTRF - Projeto Técnico de Recomposição de Flora, tem como objetivo
apresentar tomando como base a legislação ambiental em vigor projeto para recomposição
da área (5,2 hectares) causada pela intervenção de supressão de vegetação na Fazenda Ita-
marati.
5. CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL:
Para a caracterização ambiental da área do Projeto Técnico de Recomposição da
Flora foram levantados dados primários do local e dados secundários. Os dados
primários foram levantados através da visita ao local a ser recuperado e os dados se-
cundários foram levantados através de pesquisas bibliografias.
6. CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA:
A região do Baixo Jequitinhonha caracteriza-se como área de transição ecogeográfica:
do Sudeste para o Nordeste Brasileiro, onde uma parcela significativa que corresponde ao
Bioma Caatinga entra em contato ecossistêmico com a Mata Atlântica. A região é marcada
por áreas descontínuas de Floresta Ombrófila Aberta, Caatinga e Biomas resultantes dos
contatos entre estes dois (Rezende [Link]., 2008). Segundo dados cedidos pelo CPTEC, a região
de Almenara apresenta temperatura média anual de 25,1°C e precipitação volumétrica anual
de 800 - 1200 mm. De acordo com a Classificação Climática de Köppen (WIKIPÉDIA,
2009), o clima predominante da região é tropical, semi-úmido e notadamente sazonal, com
verão chuvoso e inverno seco.
7. CARACTERIZAÇÃO EDÁFICA:
O relevo característico da área de intervenção é ondulado a forte ondulado. Do ponto
de vista geológico estas áreas são de domínio de rochas pré-cambrianas. O solo característico
da área é predominantemente de latossolo vermelho, com maior concentração de argila.
(Ribeiro et al., 1999).
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 3721-2414. Email: pauloleaoagro@[Link]
5
Morfologicamente, a região apresenta-se em um domínio de região ondulado a forte
ondulado, embora o trecho esteja inserido em uma microrregião com características
nitidamente montanhosas, constituindo o ciclo “Sul Americano” (Campos, [Link]., 2001).
8. CARACTERIZAÇÃO HÍDRICA:
Na propriedade não apresenta ocorrência de nenhum curso d’água como córregos ou
riachos, caracterizando suas principais fontes de uso humano e dos animais por captação de
água proveniente de nascentes devidamente cercadas e conservadas e protegidas.
A região do JQ3 é composta por inúmeras nascentes e córregos que deságuam no
corpo hídrico principal. O local do PRAD apresenta nas proximidades nascentes e córregos
que deságuam no Rio Jequitinhonha (IGAM, 2017).
9. INVENTÁRIO DA FLORA
Flora
A localidade apresenta Fitofisionomia de Floresta Estacional Decidual:
Tabela 1: Lista das espécies comumente encontradas. (Fonte: ICMBio)
Araçá-do-campo Psidium guineense
Braquiária Brachiaria decumbens
Juazeiro Mimosa tenuiflora
Bucho de carneiro Samanea inopinata (Harms) Ducke
Cansanção Cnidosculus pubescens
Malva Malva sylvestris L.
Faveira Parkia paraensis
Côco catolé Syagrus cearensis
Ipê amarelo Handroanthus albus
Jurema Mimosa tenuiflora
Leiteiro Peschiera fuchsiaefolia (DC) Miers
Laranjeira Brava Sequieria langsdorfii
Carne de vaca Pterogyne nitens Tul.
Marinheiro Guarea macrophylla
Esporão de Galo Celtis iguanaea
Unha-de-Gato Acacia langsdorfii Benth
Entre outras que se fazem presentes.
10. INVENTÁRIO DA FAUNA
Fauna
Tabela 2: lista das espécies faunísticas comumente encontradas (Fonte:
ICMBio)
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 3721-2414. Email: pauloleaoagro@[Link]
6
Anu-preto Crotophaga ani
Alma-de-gato Piaya cayana
Bem-te-vi Pitangus sulphuratus
Canário Sicalis flaveola brasiliensis
Cascavel Crotalus durissus
Tatu-peba Euphractus sexcintus
Coral-verdadeira Micrurus frontalis
Inhambu Crypturellus tataupa
Jararacuçu Bothrops jararacussu
Jararaca Bothrops jararaca
Jibóia Boa constrictor
João-de-barro Furnarius rufus
Juriti Leptotila verreauxi
Perdiz Rhynchotus rufescens
Rolinha fogo-apagou Scardafella squammata
Sabiá-laranjeira Turdus rufiventris
Saruê Didelphis albiventris
Entre outras que se fazem presentes.
11. PTRF - Projeto Técnico de Recomposição da Flora
11.1 JUSTIFICATIVA DA LOCAÇÃO DA PTRF
A área em questão trata-se de uma propriedade rural de 110,2576 hectares situada
entre a cidade de Rubim-MG e o Distrito de Conceição do Jacinto-MG, município de, com
predominância da criação de equídeos e gado de corte. Boa parte da propriedade está formada
por pastagem do gênero Brachiaria e Panicum Maximum destinada à alimentação dos animais
de criação. A reserva Legal proposta assim como consta no CAR (Cadastro Ambiental
Rural) se encontra coberta por árvores nativas com tipologia vegetal apresentando semelhança
fisionômica de Floresta Estacional Semidecidual, remanescente da Mata Atlântica
caracterizadas como vegetação primária ou secundária, em estádio médio e grande porte.
Nos termos do Novo Código Florestal (Lei n. 12.651/12), o proprietário ou possuidor
de imóvel com passivo ambiental, ou seja, com danos ambientais, está obrigado a promover a
reparação da área, ainda que a degradação tenha ocorrido em momento anterior e/ou por
responsabilidade de outra pessoa.
Obedecendo a legislação vigente, e ainda como citado anteriormente, este projeto visa
promover a recomposição local da vegetação por meio de regeneração natural e adotar
medidas concretas para melhoria das condições ambientais da referida área da propriedade.
Será realizado um manejo das espécies nativas arbustivas e arbóreas presentes no local
para recompor naturalmente a área onde predominam as gramíneas e espécies nativas em
plena regeneração.
12. PRÁTICAS PARA RECUPERAÇÃO DA ÁREA
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 3721-2414. Email: pauloleaoagro@[Link]
7
12.1 Recomposição da Flora
Entre as técnicas mais importantes para a recuperação de ecossistemas florestais
degradados, podem ser citadas: a revegetação, que seleciona espécies dos três grupos
ecológicos; a escolha de espaçamento e arranjo, a condução da regeneração natural e os
plantios de enriquecimento (BARBOSA, 2006), ainda, atualmente em áreas específicas, são
utilizadas SAF’s (sistemas agroflorestais).
Para que ocorra regeneração natural em uma área virtualmente degradada ou em
processo de degradação, são necessárias algumas condições, como o cessar dos processos
causadores da degradação, entre eles pastoreio e incêndios, a existência de fonte de
propágulos (banco de sementes do solo, chuva de sementes), presença de dispersores, boas
condições microclimáticas e edáficas, ausência de predadores e agentes antrópicos, para o
estabelecimento e ocorrência do ciclo de vida completo das plântulas (FARIA et al., 2001).
A área em questão já se encontra isolada e em pleno vigor vegetativo há cerca de
cinco anos, havendo uma regeneração natural das plantas nativas de crescimento primário,
secundário, e plantas de pequeno médio e grande porte, onde já se encontra no estado de
capoeira rala.
O ecossistema florestal necessita de um longo período para atingir o equilíbrio. O
tempo necessário para a produção de uma floresta madura varia de 6 (seis) a 7 (sete) anos, a
depender das espécies nativas em sua composição.
Esse processo não é somente demorado, mas também complexo. Sob condições
naturais, ele se inicia com o estabelecimento de indivíduos jovens de espécies invasoras
(pioneiras), que serão paulatinamente substituídos por outras espécies, através de um
complexo processo de interações que formam a base da ciência da ecologia florestal. Esse
desenvolvimento ecológico é chamado de sucessão.
No primeiro e segundo ano serão feitas novas avaliações da área que permanecerá
fechada, para estabelecer novas ações a serem realizadas se caso a regeneração natural não se
mostrar eficaz, devendo assim estabelecer um enriquecimento com plantios de sementes de
espécies nativas para contribuir com o fechamento total da área.
12.2 Combate a formigas cortadeiras
Será utilizada isca formicida granulada e MIP (Micro Porta Isca) de acordo com a
intensidade da ocorrência dos formigueiros no combate inicial e também nos repasses futuros,
na dosagem de 10 g de isca por m² de terra solta do formigueiro quando necessário.
12.3 Isolamento total da área em questão
A área em questão já se encontra isolada, com cerca de arame liso e estacas de eucalipto
em toda a sua extremidade, e assim permanecerá sem nenhuma outra intervenção ambiental,
nem entrada de animais, passando por acompanhamento profissional por no mínimo de 2
(dois) anos e no Maximo 5 (cinco) anos, para garantir a recomposição da vegetação nativa.
12.4 Coveamento e Adubação
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 3721-2414. Email: pauloleaoagro@[Link]
8
Não serão realizados nesse primeiro momento, e se preciso for, será realizado após
monitoramento no primeiro e segundo ano.
12.5 Plantio de árvores
A área em questão apresenta elevado potencial de regeneração natural, não havendo a
necessidade de plantio de árvores nesse primeiro momento, e se preciso for, será realizado
após monitoramento no primeiro e segundo ano utilizando espécies nativas da região com um
possível plantio de enriquecimento.
13. CRONOGRAMA DE AÇÕES:
13.1 IMPLANTAÇÃO, MANUTENÇAO/ MONITORAMENTO:
IMPLANTAÇÃO TRATOS CULTURAIS
ITEM ATIVIDADES
NOV DEZ JAN MAR 1º ANO 2º ANO
1 CERCAMENTO DA ÁREA
2 COMBATE A FORMIGAS X X X X X X
3 MONITORAMENTO X X X X X
4 MANUTENÇÃO X X
5 COVEAMENTO X X
6 PLANTIO / ADUBAÇÃO X X
OBS: Itens 5 e 6 no 1° e 2º ano somente serão realizados se for necessário após avaliações
anuais.
14. ANÁLISE DOS IMPACTOS AMBIENTAIS
É importante salientar que toda atividade que gere modificação no meio, em qualquer
que seja a área, necessita de um planejamento adequado, orientador das atividades
impactantes, e das medidas de controle ambiental durante as fases de implantação, operação e
reabilitação das áreas degradadas.
É de fundamental importância que o produtor tenha consciência que ele é o
responsável pelo passivo ambiental gerado e assim terá de tomar providências técnicas
sempre que for necessário.
A implantação do PTRF deverá ser feita dentro de normas técnicas de utilização e
preservação de solo. Como não houve supressão de vegetação de grande porte, será realizada
a recomposição na faixa exigida pela Legislação Estadual.
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 3721-2414. Email: pauloleaoagro@[Link]
9
15. BIBLIOGRAFIA:
a. BARBOSA, L. M. (Coord.). Manual para recuperação de áreas degradadas do estado de
São Paulo: matas ciliares do interrior paulista. São Paulo: Instituto de Botânica, 2006.
128p.
b. BERTONI, José. Conservação de Solo/ José Bertoni e Francisco Lombardi Neto.
Livroceres, 1985. 392p.
c. FARIA, H. H.; SÉRGIO, F. C.; GARRIDO, M. A. O. Recomposição da vegetação ciliar
integrada à conservação de microbacia. Revista do Instituto Florestal, n.21, p.1-22, 2001.
d. LORENZI, Harri, 1949 - Árvores brasileiras: Manual de Identificação r Cultivo de Plantas
Arbóreas do Brasil. Vol. 1 e 2 .
e. LORENZI, Harri, 1949 - Manual de identificação e controle de plantas daninhas.
f. THIBAU, C. E., Produção Sustentada em Florestas.
g. CARVALHO, J. C. de M., A conservação da Natureza e Recursos Naturais na
Amazônia Brasileira.
h. [Link], Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais, Legislação
Ambiental vigente no Estado de Minas Gerais.
16. ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA.
ART Nº: MG20243362049
17. RESPONSÁVEL TÉCNICO
______________________________________________
Engenheiro Agrônomo: Paulo Leão de Almeida
CREA-MG: 251254/D
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 3721-2414. Email: pauloleaoagro@[Link]
10
18. ANEXO FOTOGRÁFICO
Figura 1: Área de capoeira em formação.
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 3721-2414. Email: pauloleaoagro@[Link]
11
Figura 2: Capoeira rala em processo de regeneração natural.
Figura 3: Vegetação nativa em processo de regeneração natural.
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 3721-2414. Email: pauloleaoagro@[Link]
12
Figura 4: Vegetação nativa local em plena regeneração.
Figura 5: Plantas arbustivas e de médio porte já estabelecidas na área do PTRF.
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 3721-2414. Email: pauloleaoagro@[Link]
13
Figura 6: Espécies nativas de médio porte em pleno desenvolvimento.
Rua Livio Froes Otoni, nº 68 A. Centro, Almenara – MG. CEP: 39.900-000
Tel: (33) 3721-2414. Email: pauloleaoagro@[Link]