FAHESP - Faculdade de Ciências Humanas, Exatas e da Saúde do Piauí.
IESVAP - Instituto de Educação Superior do Vale do Parnaíba LTDA.
Curso: Medicina
Disciplina/Módulo: Tic’s
Professora: Ana Rachel
Período: 5º
Nome: João Siqueira de Morais Filho
Quimioprofilaxia
A quimioprofilaxia é uma medida preventiva indicada para os contactantes de
pacientes com meningites bacterianas, com o objetivo de reduzir a disseminação da
doença. Segundo as recomendações do Ministério da Saúde do Brasil, a
quimioprofilaxia deve ser administrada a todos os contactantes íntimos do paciente
com meningite bacteriana causada por Haemophilus influenzae tipo b, Neisseria
meningitidis ou Streptococcus pneumoniae, incluindo contatos domiciliares, escolares
e pessoas que compartilham a mesma instituição de internação (BRASIL, 2017).
A escolha do antimicrobiano a ser utilizado na quimioprofilaxia deve ser
baseada na suscetibilidade da bactéria identificada no paciente com meningite e na
idade e condição clínica do contactante. As opções terapêuticas incluem a rifampicina,
a ceftriaxona e a ciprofloxacina, que possuem eficácia comprovada contra os agentes
etiológicos mais comuns das meningites bacterianas (BRASIL, 2017; CDC, 2013).
É importante ressaltar que a quimioprofilaxia não substitui a vacinação contra
os agentes causadores das meningites bacterianas. A vacinação é a medida mais
eficaz para prevenir a doença e deve ser realizada de acordo com as recomendações
dos órgãos de saúde competentes. Além disso, a quimioprofilaxia não é indicada em
todos os casos de contato com um caso confirmado de meningite bacteriana, sendo
necessária a avaliação médica individualizada em cada situação (BRASIL, 2017;
CDC, 2013).
A principal causa da meningite bacteriana de cuidados médicos é diferente,
geralmente P. bactérias e gram-negativos aeróbicos. A ocorrência de neurocirurgia
pode mudar de acordo com a prevenção antibacteriana para prevenir a infecção
cirúrgica. A meningite bacteriana relacionada aos cuidados de saúde também pode
ser tubos de drenagem internos ou externos ou pacientes pós-traumáticos (ou seja,
trauma de craniotomia ou fratura no fundo do crânio, não há evidências clínicas para
indicar o vazamento do crânio). (RodrigoHasbun, MD, MPH, FIDSA, UPTODATE,
2022)
Fonte: BRASIL, 2017
O exame do vinho é essencial para o diagnóstico. A análise líquida é realizada
para células (citosperial e citologia), bioquímica (proteína, glicose), grama e cultura,
pesquisa de antígenos e reação em cadeia da polimerase (PCR). A cultura sanguínea
de 80 % a 90 % dos casos é positiva. Além do revestimento das lesões da pele de
Gram, a PCR no sangue também ajuda o diagnóstico da causa. Outros exames
suplementares, como números sanguíneos, bioquímicos e proteínas reativas também
podem ser usadas para diagnosticar meningite bacteriana. Uma razão importante para
o atraso do diagnóstico é as instruções do exame de imagem, como a digitalização do
túnel do computador do crânio antes da punção lombar. Quando há contra -indicações
da punção da coluna lombar, o exame de imagem é expresso como o método inicial.
Esses métodos são evidências de hipertensão intracraniana, distúrbios
cardiopulmonares e/ou de choque, infecções de pele no local da punção e células
plaquetas (relativas) (SZTAJNBOK, 2012).
Existem vacinas para prevenir alguns tipos de meningite, dentre estas, estão
disponíveis no calendário básico de vacinação da criança e distribuídas em todos os
postos de saúde (HASBUN, 2019):
• BCG (prevenção de meningite tuberculosa);
• Hib (um dos componentes da pentavalente, age contra a meningite e outras
infecções causadas por Haemophilusinfluenzae b);
• Pneumocócica 10-valente (contra meningite pneumocócica e outras infecções
por pneumococo);
• Meningocócica C conjugada (contra meningite e doença invasiva por
Neisseriameningitidis C).
Referências Bibliográficas:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de Vigilância
em Saúde - Brasília: Ministério da Saúde, 2017.
CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION (CDC). Bacterial
Meningitis. Prevention. Disponível em:
[Link]
Rodrigo Hasbun, MD, MPH, FIDSA, Características clínicas e diagnóstico de
meningite bacteriana aguda em adultos UPTODATE, 2022.
Sztajnbok DCN. Meningite bacteriana aguda. - Revista de Pediatria SOPERJ.
2012;13(2):72-76
HASBUN, Rodrigo. Initial therapy and prognosis of bacterial meningitis in adults.
Uptodate. com, 2019.