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História e Arte da Grécia Antiga

História da arte grecia antiga

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A importância

• A história – alguns diriam o zênite – da civilização ocidental começou na Grécia Antiga. Durante a breve Idade de Ouro, de
480 a 430 a.C., uma explosão de criatividade resultou em um nível de excelência sem paralelo nos campos de arte,
arquitetura, poesia, drama, filosofia, governo, leis, lógica, história, e matemática. Esse período é chamado de Época de
Péricles, em homenagem ao político ateniense que defendeu a democracia e estimulou o livre pensar.

• A filosofia grega se resumia nas palavras de Protágoras: “O homem é a medida de todas as coisas.” Esta frase, aliada à
ênfase de outros filósofos na investigação racional e no questionamento do estado de coisas, criou uma sociedade de
artistas intelectuais autônimos.

• Assim, como a dignidade e o valor do homem centralizavam os conceitos gregos, a figura humana era o principal motivo
na arte grega. Enquanto a filosofia destacava a harmonia, a ordem e a clareza de pensamento, a arte e a arquitetura
refletiam um respeito semelhante pelo equilíbrio.
• Grécia Antiga (em grego: Ἑλλάς; Hellás)
Localização foi uma civilização pertencente a um
período da história grega que abrange
desde o Período Homérico dos séculos
XIV a IX a.C. até o fim da antiguidade
(c.476 d.C.). Imediatamente após este
período foi o início da Idade Média e da
Era Bizantina.

• Se desenvolveu no sul da Europa, mais


precisamente na Península Balcânica,
estendendo-se pela Península do
Peloponeso e por diversos locais ao
longo da costa do Mar Mediterrâneo.
Essa civilização começou a
desenvolver-se a partir de 1100 a.C., e
sua história deu-se até 146 a.C., quando
foi dominada pelos romanos.

[Link]
Períodos da história grega
A história do povo grego na Antiguidade é uma das
mais longas e ricas que conhecemos. Se adicionarmos
a ela o período de formação do seu povo, estaremos
falando de cerca de dois mil anos de história.
Naturalmente, toda essa trajetória foi marcada por
avanços e recuos, e, por conta disso, ela foi dividida
pelos historiadores em cinco períodos.
Esses períodos levam em consideração a formação do
povo grego e as características básicas das suas
civilizações. São divisões aproximadas e que não
devem ser enxergadas de maneira engessada. A
periodização da história grega é a seguinte:

Período Pré-Homérico (2000-1100 a.C.): corresponde ao


momento de formação do povo grego e nele se
destaca a existência das civilizações minoica e [Link]

micênica.
Período Homérico (1100-800 a.C.): caracterizado por
grandes lacunas no conhecimento histórico. Os
historiadores sabem que se tratou de um momento de
recuo civilizacional devido à destruição dos
micênicos pelos dórios.
Períodos da história grega
Período Arcaico (800-500 a.C.): fase na qual surgiu a
pólis, o modelo de cidade-estado dos gregos. A cultura
grega expandiu-se pelo Mediterrâneo por conta da
colonização, e avanços significativos — como a
invenção do alfabeto fonético — aconteceram.

Período Clássico (500-338 a.C.): corresponde ao auge da


civilização grega, sobretudo pelo grande avanço que a
arte e a cultura gregas alcançaram. Duas grandes
guerras aconteceram na Grécia.

Período Helenístico (338-136 a.C.): declínio da


civilização grega, que passa a ser dominada pelos
macedônicos, os responsáveis por difundirem a cultura
grega para o Oriente. Ao final desse período, a Grécia
foi convertida em um protetorado romano. [Link]
Principais pontos
Arte Grega:

• IDADE DE OURO: 480 – 430 A.c.


• FILOSOFIA: moderação em tudo
• OBRA MAIS FAMOSA: “Vitória Alada”
• EDIFÍCIO MAIS FAMOSO: Paternon
• FORMA CARACTERÍSTICA: Nu masculino
• CIDADE EMBLEMA: Atenas
• PRINCIPAIUS CONTRIBUIÇÕES: Democracia,
individualismo e razão.
Estilos de arte
• ARTE GEOMÉTRICA: (séculos IX – VIII a.C.)
Vasos ornamentados com faixas geométricas e frisos de
animais e seres humanos simplificados.

• ARTE ARCAICA: (600 – 480 a.C)


Período que inclui figuras de kouros em pedra e pintura
em vasos.

KOUROS (jovem masculino, nu) / KORE (moça, jovem,


vestida), mais antigas (625 – 480 a.C.) estátuas de figuras
humanas, posição frontal, pé esquerdo avançado, punhos
fechados e careta conhecida como “sorriso arcaico”.

• ESTILO SEVERO: fase inicial da escultura clássica,


caracterizada por expressões reservadas distantes.

• ARTE CLÁSSICA: (480 – 323 a.C.)


Auge da arte e da arquitetura da Grécia, figuras
idealizadas ilustram ordem e harmonia. Museu do Vaticano, Cidade do Vaticano

• ARTE HELÊNICA: (323 – 31 a.C.)


Estilo derivado do grego, encontrado na Ásia Menor, na
Mesopotâmia, no Egito. Mais melodramático (como em
“Laocoön, 50 a.C.) que o estilo clássico.
A pintura em cerâmica
A pintura em vasos contava histórias de deuses e heróis
da mitologia grega, ou narrava eventos contemporâneos,
como as guerras e as festas. O mais antigo (800 a.C.) era
chamado de estilo geométrico, porque as figuras e os
ornamentos tinham formas basicamente geométricas.

O Período Arcaico tardio foi a época áurea da pintura em


cerâmica. No estilo de figura negra contra fundo
avermelhado. O artista riscava os detalhes do desenho
com uma agulha, expondo a tonalidade da argila. O estilo
de figura vermelha revê início por volta de 5300 a.C.,
invertia o esquema de cores. As figuras, delineadas contra
o fundo negro, eram compostas pelo vermelho natural da
argila com os detalhes pintados em preto.

“Dionisio no Barco”, Exekias,


c. 550 – 521 a.C. Staatliche
Antikensammlunguen, Munique.

Pintada no Período Arcaico, esta cena talvez seja o mais antigo exemplo que um
objeto (o barco) é representado com realismo e não de maneira estilizada.
A pintura em cerâmica
“Jovem Cantando e Tocando Cítara”,
c. 490 a.C., MMA, NY.

Esta ânfora (vaso com duas alças) é um exemplo de estilo figura vermelha (figura
vermelha \ fundo negro), em oposição ao estilo anterior, de figura negra (figura negra
\ fundo vermelho).
A pintura em cerâmica
Placa funerária de terracota
c. 520-510 a.C .

No século VI a.C., a elaborada série de placas funerárias


colocadas nas paredes de tumbas retangulares foram
substituídas por placas únicas com orifícios para fixação. A
corrida de bigas, um tema recorrente na arte funerária da Ática,
pode evocar os jogos funerários realizados em homenagem aos
heróis lendários, como os do livro 23 da Ilíada, quando Aquiles
homenageou seu falecido amigo Patroklos.
Escultura: EVOLUÇÃO

Esta é uma das primeiras estátuas de mármore


de uma figura humana esculpida na Ática. A
postura rígida, com a perna esquerda para a
frente e os braços ao lado, foi derivada da arte
egípcia. A pose forneceu uma fórmula clara e
simples que foi usada pelos escultores gregos
ao longo do século VI a.C. Nesta figura inicial,
predominam formas geométricas quase
abstratas; e detalhes anatômicos são
renderizados em belos padrões análogos. A
estátua marcou o túmulo de um jovem
aristocrata ateniense.
Escultura: a beleza do corpo
• Os gregos introduziram o nu na arte. As proporções
ideiais das estátuas representavam a perfeição do
corpo (aparentes no desempenho atlético) e da mente
(aparente no debate intelectual).

• Buscavam uma síntese entro os dois polos do


comportamento humano: paixão e razão

Representação artística da
forma humana _ geralmente
em movimento.

Cópia de uma estátua de bronze grega de ca. 450 a.C.


atribuído aos Polykleitos

Esta cabeça está associada com a estátua de um atleta nu que


provavelmente segurava um disco. O famoso escultor grego
Polykleitos buscou proporções rigorosas e matematicamente
calculadas em suas figuras. “A perfeição vem pouco a pouco
através de muitos números”, relatam ele ter afirmado isso. Sua
atenção para os menores detalhes pode ser vista no design
preciso de cada mecha de cabelo nesta cabeça.
Escultura: a beleza do corpo
Principais nomes
Uns dos principais artistas da Grécia Antiga:

• Fídias (500 – 432 a.C.): o mais famoso escultor


ateniense, surpevisor da estatuária do
Paternon e o primeiro a usar drapeados para
revelar o corpo.

• Policleto (450 – 420 a.C.): rival de Fídias,


escreveu livro sobre proporção. Seu
trabalho mais célebre foi a colossal estátua
de Hera em Argos, em ouro e marfim.

• Praxíteles (ativo em meado do século IV a.C):


escultor ateniense famoso pelo primeiro nu
total em uma estátua de Afrodite. Introduziu
um conceito mais sensual, mais natural da
beleza física.

A estátua de Atena instalada no Partenon,


chamada Atena Partenos ("Atena virgem"), foi a
segunda grande composição isolada de Fídias,
iniciada em torno de 447 e completa cerca de
438 a.C. .
Principais nomes
Afrodite de Cnido, Praxíteles

Cópia romana em mármore (torso e coxas) com a


cabeça, braços, pernas e apoio de roupagem
restauradas no Louvre.
Escultura: a beleza do corpo
Policleto, ativo entre c. 460 e c. 420 - 410 a.C.), também conhecido como
Policleto de Argos, Policleto de Sicião, Policleto, o Velho, ou Policlito, foi
um dos mais notáveis escultores da Grécia Antiga, fundador, junto com
Fídias, do Classicismo escultórico, e apelidado de " Pai da Teoria da Arte"
do Ocidente.
As informações que os escritores antigos deixaram sobre sua vida são
extremamente pobres, mas sua influência atravessou os séculos e é
percebida até nos dias de hoje. Na Antiguidade ficou conhecido graças
às suas esculturas de atletas e a uma colossal estátua de Hera, esculpida
em marfim e ouro e instalada no templo da deusa em Argos. Mas a
enorme fama de Policleto derivou principalmente de seu tratado teórico
intitulado Cânone, onde estabeleceu regras para a sua arte, e de uma
escultura sua em particular, o Doríforo, considerada por muito tempo
como o ideal da beleza masculina, corporificando o sistema de
proporções que o escultor definira em seu tratado.
Nenhuma de suas obras originais se conservou, mas algumas são
conhecidas através de cópias posteriores. Policleto tornou-se um
escultor popular na Roma Antiga, foi saudado por uma série de autores
antigos e modernos como um padrão de excelência, e em tempos
recentes diversos estudiosos têm mais uma vez reiterado a importância
de sua contribuição.

[Link]
Escultura: a beleza do corpo
O Doríforo, a mais afamada criação de Policleto, em uma das
melhores cópias antigas existentes, hoje no Museu Arqueológico
Nacional de Nápoles.
Escultura: a beleza do corpo
• As estátuas gregas não eram de mármore
branco que atualmente associamos à escultura
clássica. O mármore era embelezado com
pintura encáustica; uma mistura de pigmento
em pó e mera quente aplicada aos cabelos,
lábios, olhos e unhas das figuras.

• Enquanto o nu masculino sempre foi aceitável


na escultura, as estátuas femininas evoluíram de
totalmente vestidas para o nu sensual.

• Outra inovação foi o princípio do apoio do peso,


ou contraposto, em que o peso do corpo se
apóia numa das pernas e o corpo segue este
alinhamento, dando a ilusão de uma figura
surpreendida no movimento.
Escultura: a beleza do corpo
Pesquisadores demonstram o processo de aplicação de cores
na Cabeça Treu, a partir de uma escultura romana de uma
deusa, feita no segundo século d.C. As esculturas antigas eram
frequentemente pintadas com cores vibrantes de cabelo e tons
de pele. Fotografia de Mark Peckmezian para The New Yorker.

[Link]
eram-brancas/

A i de a l i z a ç ã o do má r mor e br a nc o é uma e s t é t i c a
na s c i da de um e r r o. Ao l ongo dos mi l ê ni os , à
me di da que a s e s c ul t ur a s e a a r qui t e t ur a f or a m
s uj e i t a s a e l e me nt os de gr a da nt e s , a t i nt a s e
de s ga s t ou. Obj e t os e nt e r r a dos ma nt i nha m ma i s
c or e s , ma s , mui t a s ve z e s , os pi gme nt os e s t a va m
oc ul t a dos pe l a s uj e i t a e e r a m r e t i r a dos
dur a nt e a s l i mpe z a s .

[Link]
brancas/
Escultura: a beleza do corpo
• A i de a l i z a ç ã o do má r mor e br a nc o é uma e s t é t i c a
na s c i da de um e r r o. Ao l ongo dos mi l ê ni os , à me di da
que a s e s c ul t ur a s e a a r qui t e t ur a f or a m s uj e i t a s a
e l e me nt os de gr a da nt e s , a t i nt a s e de s ga s t ou.
Obj e t os e nt e r r a dos ma nt i nha m ma i s c or e s , ma s ,
mui t a s ve z e s , os pi gme nt os e s t a va m oc ul t a dos pe l a
s uj e i t a e e r a m r e t i r a dos dur a nt e a s l i mpe z a s .

• As esculturas egípcias antigas parecem muito


diferentes: elas tendiam a manter uma cor brilhante
da superfície, porque o clima seco e a areia em que
estavam enterradas não resultaram no mesmo tipo de
erosão.

• Ninguém nega que esculturas egípcias sejam obras


espetaculares. Ninguém lamenta que sejam coloridas.
Por não serem ocidentais, isso se torna
perfeitamente aceitável por parte do público.

• O culto à escultura sem cores permaneceu na Europa,


reforçando a equação “branco = belo”. Na Alemanha,
Goethe declarou que “nações selvagens, pessoas sem
instrução e crianças têm uma grande predileção por
cores vivas”. Ele também observou que “pessoas
refinadas evitam cores vivas em suas vestimentas e
nos objetos que as cercam”.

ht t ps : / / a r t e r e f . c om/ a r t e / c ur i os i da de s / e s t a t u a s - g r e ga s - e - r oma na s - na o- e r a m-
br a nc a s /
Escultura: a beleza do corpo
• Na antiguidade clássica, o mesmo tom de pele podia
ter diferentes impactos na apreciação estética.
Enquanto a pele pálida de uma mulher era considerada
um sinal de beleza e refinamento, porque mostrava
que ela era privilegiada o suficiente para não ter
que trabalhar ao ar livre; a pele branca de um homem
era mal vista. A pele bronzeada estava associada aos
heróis que lutavam nos campos de batalha e competiam
como atletas, nus, em anfiteatros.

• No pensamento de muitos, esculturas coloridas não


poderiam ser gregas ou romanas, mas sim produtos de
uma civilização anterior que era considerada menos
sofisticada. Nos últimos anos, ficou mais fácil
detectar muitas cores, usando tecnologias como a
análise de fluorescência de raios-X (que pode
identificar os elementos nos pigmentos).

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br a nc a s /
A influência do ideal grego: juventude eterna
Assim como a “Vitória Alada”reflete a filosofia humanista grega, as proporções ideais das estátuas clássicas
influenciaram o estilo heróico do “Davi” de Michelangelo. Rodin, por sua vez, fez um trabalho menos acadêmico a
partir da escultura renascentista de Michelangelo, que inspirou “A Idade do Bronze”.

“Vitória de Samocrácia”, 190 a.C., “Davi”, Michelangelo, 1501 - 4, “A Idade do Bronze”, Rodin, 1876,
Louvre – Paris. Galleria dell’Accademia, Minneapolis Institute of Arts.
Florença.

Carol Strickland – Arte Comentada – pág. 13


Arquitetura: arquitetura para os deuses
• A cultura grega influenciou a arte e a arquitetura
de todos os períodos subsequentes da civilização Paternon - Grécia
ocidental, principalmente na Renascença, em que
muitas obras do período clássico foram
redescobertas.

• Nos séculos XVIII e XIX, a moda do classicismo


grego se difundiu tanto que todo museu,
academia de arte, universidade, etc. exibiam
orgulhosamente reproduções de estátuas gregas. Universidade Sorbonne - França
Edifícios públicos, como bancos e tribunais se
tornaram pseudo templos gregos.

• Os arquitetos consideram o mármore grego do


Paternon a expressão máxima da grandiosidade
de Atenas. Mesmo em ruínas, dominam a
Acrópole. A perfeição do Paternon deve-se a Bolsa de Valores de Wall Street - EUA
desvios quase imperceptíveis das linhas retas.

• Construídos sem argamassa, o Paternon


permaneceu relativamente intacto até 1687,
quando, infelizmente, um projétil destruiu sua
parte central. Em 1801, Lord Elgin carregou a
maior parte das esculturas para o British
Museum.
Arquitetura: arquitetura para os deuses
• Erigido entre os anos 447 e 438 a.C. na
Acrópole, o Partenon é um dos monumentos
mais importantes da antiga civilização
grega, além do edifício mais
representativo de toda Grécia. O edifício
do Partenon, construído com mármore
branco do Monte Pentélico, foi concebido
para abrigar a imagem de ouro e marfim de
Atena Parthenos, uma colossal estátua de
doze metros de altura elaborada por
Fídias.

Uma reconstrução contemporânea da Atena


Partenos em seu tamanho original (mas em
materiais diferentes), baseada nos
testemunhos disponíveis e aprovada como
plausível por especialistas em arte grega,
foi feita em Nashville, nos Estados Unidos,
pelo escultor Alan LeQuire. Inaugurada em
1990, está instalada na réplica local do
Partenon.
Arquitetura grega: uma introdução
FRONTÃO • Os gregos tratavam os monumentos como
DIAGONALSIMA
grandes esculturas, construídas com as
DIAGONALGEISON mesmas normas de simetria e proporções
ideiais. Os ritos públicos aconteciam na
CORNIJA frente do templo, onde as esculturas
elaboradas contavam a história da deidade
GEISON daquele templo.
MÚTULO
ENTABLAMENTO MÉTOPE FRISA
TRÍGLIFO • As localizações mais comuns para as
FILETE esculturas eram o frontão e a frisa
ARQUITRAVE
horizontal.
REGULA GUTAE
ÁBACO CAPITEL
EQÜINO
COLUNA FUSTE

BASE
ESTILÓBATO

ESTEREOBATA

EUTINTERIA
DÓRICO CONRÍNTIO JÔNICO
Arquitetura: ordens
• Ordem Dórica: se refere aos componentes
padronizados do templo dórico, típico da Grécia
continental.

• Ordem Jônica: se difundiu mais nas povoações


gregas da Ásia Menor e do Egeu.

• Ordem Coríntia: de colunas encimadas por folhas


de acanto estilizadas, se desenvolveram bem
mais tarde e só passaram a ser amplamente
utilizadas em exteriores na época a dos romanos.

• Às vezes as colunas caneladas eram substituídas


pot figuras femininas, chamadas cariátides.

As cariátides, no Erecteion – Atenas, Grécia


Arquitetura grega: uma introdução
Prédio da Academia de Ciências, Humanidades
e Belas Artes de Atenas – Atenas, Grécia.

• A Academia de Atenas é a mais alta


instituição científica da Grécia. Foi
fundada em 1926 e é considerada a
herdeira da Academia de Platão.

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